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E S CO LA BÁS IC A 2 . 3 CON D E DE OE IRAS

TAG A R E L A A Matemática foi ao teatro

Nº 2

“Cisco e a Espiral do Conhecimento”

MARÇO DE 2012

Filipa Novo e Joana Gomes, 6ºB

NESTA EDIÇÃO:

Editorial

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O Dia a dia na Escola

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Escrita Livre

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As Nossas Leituras

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Visitas de Estudo

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No passado dia 8 de Fevereiro, as turmas dos sextos e quintos anos foram assistir a uma peça de teatro denominada “Cisco e a Espiral do Conhecimento”, no colégio Pedro Arrupe. A nossa turma saiu da escola por volta da 13:00 horas e partimos de autocarro, juntamente com o 6ºA, com a nossa diretora de turma e professora de matemática. As cantorias estavam presentes no autocarro, para não falar do entusiasmo em que estávamos! Esta peça de teatro tem como finalidade sensibilizar para a matéria de matemática. Cont. pág. 11

ENCANTOS DO MAR No dia 31 de Janeiro, apresentámos a todos os alunos do 1º Ciclo do Agrupamento Conde de Oeiras a nossa peça de Teatro – Encantos do Mar. Esta peça de teatro foi baseada no livro “A Menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Transformada num alegre musical,

durante uma hora, transformámo-nos em verdadeiros artistas. Cantámos, dançámos e, acima de tudo, divertimo-nos muito. Conheces a história? Vamos contá-la. EB1 Joaquim Matias (Lage), 4º ano Cont. pág. 18

Comemorações

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Saber Mais

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Espaço dos Mais Novos

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Passatempos

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Dia da Não Violência e da Paz No 6º aniversário da comemoração do Dia Escolar da Não-Violência e da Paz, na nossa Escola, tivemos a visita das

irmãs Jessy Rose (Indiana) e Therese Francis ( Escocesa), da Congregação de Madre Teresa de Calcutá. No Ano Letivo anterior esteve connosco o laureado com o Prémio Nobel da Paz, D. Carlos Ximenes Belo. Este ano, e na mesma linha, tivemos estas duas paladinas da paz, que deixaram os seus países, Índia e Escócia, respetivamente, para servirem os mais pobres dos pobres do nosso país. José Baptista Cont. pág. 12


Ficha Técnica:

E D I TOR I A L

Propriedade: Escola Conde de Oeiras Redacção: Profª Fátima Santos Profª Suzete Jorge Carolina Fernandes, 5ºH Teresa Mota, 5ºC Bráulio Quindecam , 5ºC Luisa Rodrigues, 5ºH Ema Cunha, 5ºH Filipa Nunes, 5ºC Filipa Vasconcellos, 5ºH Fábio Adrian, 7ºB Ana Rita, 5º G Joana Ferreira, 5º D Diogo Moura, 6º D Marta Raquel, 5º G Teresa Maria, 6ºD Clara Casanova, 6º D Martim Reis, 5º G Carlos Lebre, 5º E Filipa Oliveira, 5º G Pedro Oliveira, 5º G Duarte Gonçalves, 5ºG Miguel Vieira, 5º G Miguel Gil, 5º G André Moreno, 5ºE Inês Faria, 5º G Lourenço Mendes, 5º G Guilherme Carvalho, 5º G

Edição e Montagem: Profª Noémia Cardoso André Fatela Tomás Chambel

Suplemento Desportivo: Prof.ª Margarida Oliveira Prof. Luís Tralhão

Impressão: Reprografia da escola llda Gomes

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urante muitas décadas, os cuidados prestados às crianças e jovens com deficiência tinham lugar nas suas próprias casas ou em instituições asilares ou hospitalares. Esta forma de responder aos problemas dos que eram “diferentes” baseava-se na convicção de que estas pessoas eram incapazes de conviver e de aprender com os outros. O contacto com os outros era visto como prejudicial e até perigoso. Por isso era preciso afastá-los da vida coletiva, das escolas comuns, dos lugares de lazer frequentados por todas as outras pessoas. Era o tempo dos “esquecidos e escondidos”, em que as pessoas deficientes eram mantidas longe da vista do público. Percorremos entretanto uma longa caminhada e, hoje, apesar dos avanços e recuos, dos anseios e dúvidas, das dificuldades e das contradições, a grande maioria das crianças e jovens com necessidades educativas especiais, incluindo os que apresentam algum tipo de deficiência, frequenta as escolas do ensino regular, onde se encontram também os seus vizinhos, os seus amigos ou os seus irmãos. E podemos dizer que valeu a pena. Valeu a pena porque o direito à educação foi reconhecido como um

direito de todos, independentemente das suas diferenças. Valeu a pena porque a partilha dos mesmos espaços e a interação entre todos criou novas oportunidades de convívio, de socialização e de aprendizagem. Valeu a pena porque fomos aprendendo a lidar de forma mais saudável com a diferença. E valeu a pena por tantas outras coisa que não cabe aqui enunciar. Mas importa que não nos acomodemos por tudo aquilo que já foi feito. Sabemos que a construção de uma escola melhor, onde todos têm o seu lugar e onde todos podem aprender, é uma tarefa árdua, um desafio imenso, no qual temos que nos empenhar todos os dias. Olhar para o caminho já percorrido ajuda-nos a perceber que muitos passos não foram em vão e isso dá-nos mais alento para continuarmos esta caminhada difícil, mas ao mesmo tempo tão empolgante, que é a edificação de uma escola, não apenas do ler, escrever e contar, mas uma escola onde, através de relações sociais mais fraternas e solidárias, possamos acrescentar-nos em cidadania. Clarisse Rosa Profª de Educação Especial

Tiragem: 150 exemplares Preço: € 1

Bla! Bla! Bla!

Vinha para a Escola quando encontrei o nosso amigo Tagarela e lá voltou a meter conversa blá… blá… blá … e perguntou-me: - Não há para aí um FTI que empreste tempo a toda a gente que se queixa de não ter suficiente? - FTI… Tagarela? - Perguntei - FUNDO de TEMPO INTERNACIONAL. Tal como se pede dinheiro ao FMI pedia-se tempo ao FTI. Era bué da fixe, assim já haveria tempo para ajudarem em casa nos TPCs, tempo na escola para brincar, para os profs. se reunirem..., para a entrega dos artigos do Tagarela… blá… blá… blá … … Tagarela, tens cada ideia! Mas, com seu ar confiante, lá me disse em voz baixa: com mais ou menos dificuldades, haverá notícias para a Páscoa. E que notícias!...

Francisco Limão, 2008/09

Profª Noémia Cardoso

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O Dia a dia na Escola Com os filmes também se aprende (uma aula de HGP diferente…) Como se vivia no tempo de Luís XIV de França filme “Vatel” Geralmente, os convidados das festas eram os nobres. Estes deslocavam-se em coches. As mulheres usavam leques e roupas muito enfeitadas. Quando a rainha saía do seu coche real, e havia poças de lama, os empregados punham as suas capas em cima da poça, para que a rainha não se sujasse. O clero tinha os conhecimentos medicinais, por isso encarregavase de cuidar dos nobres que estavam doentes ou com dores. A burguesia tinha de fornecer os produtos para as festas que o decorador lhes pedia. O povo estava vestido de trapos velhos e era castigado com chicotadas quando desrespeitava os nobres. Nos banquetes, os nobres comiam carne e peixe e bebiam

chocolate, café e vinho. A mesa era enfeitada com flores e tinham pratos e talheres de prata. Os convidados entretinham-se vendo teatros e fazendo jogos. Os teatros eram muitas vezes nos jardins e organizados pelo decorador, mas as ordens eram executadas pelo povo. Nos jardins, numa festa, os arbustos eram da altura das pessoas. Também era onde os nobres se entretinham a ver os teatros. Dentro de casa, os salões tinham tapetes de seda, quadros e espelhos nas paredes, jarras de porcelana ou faiança. As paredes, os tetos e o mobiliário eram todos do estilo barroco, cheios de linhas curvas. A iluminação era feita com can-

delabros de velas com cristais, para espalhar a luz por toda a divisão. Gonçalo Prudêncio, 6ºG

Five O´clock Tea/Fête duThé And the new becomes …a tradition! On the 29th February the English and French teachers prepared the third edition of the now famous Five O’clock Tea party/ Fête do Thé. The menu was mouthwatering: scones, teas, cookies, cakes, pies, and jam. The French “croissants” were also waiting for us, crispy, fresh and delicious. The scones were made by the students (Ensino Especial) and the tea was prepared by Mrs. Amélia (the saviour of the hot tea). Two 7th

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grade students read some poems about Tea. A special thanks to all who joined us in this small celebration. See you next year! Profs. Inês Carvalho e Carla Fernandes

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O Dia a dia na Escola Reciclar na nossa escola Cá na nossa escola, reciclar é um tema recorrente de que os alunos talvez já estejam um bocadinho fartos de falar, mas, quando se abre o caixote de reciclagem, seja ele de embalagens ou de papel, veem-se latas de ice tea, embalagens de sumos, folhas de papel amachucadas, maçãs podres, cascas de banana, enfim… Pior é ver os caixotes de reciclagem vazios, sem nada, e os do lixo cheios, a rebentar pelas costuras. Talvez por isso nos façam tantas palestras sobre essa matéria… Mas a escola tem razão, digo eu, como aluno. Diogo Moura, 6ºD

DIAS MUNDIAIS DA FLORESTA E DA ÁGUA A fim de comemorarmos os Dias Mundiais da Floresta e da Água, respetivamente 21 e 22 de Março, os alunos da Escola Conde de Oeiras, no âmbito das disciplinas das Ciências Experimentais, vão participar nos seguintes eventos: Nome da Atividade Campanha Display – Uso eficiente de Energia e Água

Tipo de Atividade Ação em recinto Escolar (CMO)

Alunos

Data

7A

22 de março CN / FQ

Imagem

“Beber Água é 100% Cool”!”

Ação em recinto escolar (CMO e SMAS)

Várias turmas

Ao longo do mês de março CN

“Pescas Alguma Coisa de Sustentabilidade?”

Projeto de Educação Ambiental do Oceanário de Lisboa

Várias turmas

19 de março CN e FC

“Exposição Planeta Cor de Água”

Visita com orientação pedagógica à Exposição sobre o tema. (Projeto Cassefaz)

Todas as turmas da Escola

21 de março (até final de Abril)

Alunos de 7º e 8º anos participam com alunos de 4º ano das EB1 do Agrupamento

19 de março

“Roadshow viatura interativa”

Ação de Sensibilização (CMO e SMAS)

Profª Paula Beirão Página 4

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Escrita LIvre CARTAS DE AMOR Querido anónimo Oeiras, 14 de fevereiro de 2012 Querido anónimo, Tu és o único que conhece os meus segredos. Gosto da tua misteriosa maneira de ser, gosto da forma como me encantas e me lês os pensamentos. Mas, como posso eu gostar de ti? Não sei o teu nome, não sei quem és, não sei onde estás. Desconheço os teus segredos, mas eu sinto que estás sempre comigo. Quando canto, sinto que estás lá para me ouvir, quando danço, sinto que estás lá para me ver e, quando toco no meu violino, sinto-me como uma boneca nas mãos do amor. Eu procuro-te em todo o lado, mas quanto mais te procuro, mais sinto que nunca te encontrarei. Mas eu gosto, gosto de te procurar, gosto de te ouvir através do vento… És um mistério com mil segredos para eu desvendar, és uma paixão que nunca vai acabar. És o meu amor que foi em frente pelo mar ardente e criou a pessoa de quem eu gosto tanto. À procura de quem és, Joana Gomes, 6ºB

Queridas mães Planeta dos filhos, 14 de fevereiro de 2012 Queridas mães, Nós, os filhos, adoramo-vos e gostamos muito de estar convosco. Gostamos de vocês quando estamos tristes e nos alegram. Gostamos de vocês quando nos magoamos e tratam de nós. Gostamos de vocês quando estão ao pé de nós e guardam um lugar bem confortável no vosso coração. Gostamos de vocês quando nos dão um beijinho, quando nos aconchegam ou quando nos dão um miminho. Gostamos de vocês quando somos pequeninos e nos levam ao parque, nos ajudam a deslizar no escorrega e nos empurram no baloiço. Gostamos de vocês quando vamos às compras e nos compram um brinquedo, um livro ou um chocolate. Gostamos de vocês quando nos compram o casaco cor de rosa que tanto queríamos. Gostamos de vocês quando nos fazem o jantar, veem o programa preferido connosco e, quando somos pequeninos, nos dão banho e ao colo nos vão deitar. E esta carta escrita por todos os filhos do mundo com muito amor e carinho, deverá ser lida por todas as mães, para saberem que os filhos as amam muito e adoram estar com elas. Com muito amor, para todas as mães do mundo! Joana Vaz, 6º B

Poema de Amor O amor é um sentimento perfeito A melhor coisa que se pode ter. O amor é tão bonito Mas não se consegue ver.

O amor… Não vão acreditar É uma coisa tão bonita Que não se pode ganhar.

É tão bonito O amor Quando está connosco Sentimos o calor.

O amor maravilhoso Todos podemos sentir. Se o encontrarem Vão finalmente sorrir Miguel Mello Vieira, 5ºG

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Escrita Livre OS NOSSOS POEMAS Um Poema Um Poema, é sempre um dilema, para o acabar, ou para o começar. Um poema, é sempre um problema, por não saber o que escrever, por não saber o que dizer. Um poema, sinónimo de complicação, é um problema, e para rimar, então… Se vier a inspiração, não a recuses, dá-lhe a mão, mas não abuses! Joana Costa, 5º H

Passo a passo

Dá-me a mão

Passo a passo Vou conseguir. Passo a passo Sem desistir

Dá-me a mão, Dá-me um braço, E, se puderes, dá-me um abraço!

Passo a passo Vou ganhar, Passo a passo Até me cansar.

Dá-me um ombro para chorar, Dá-me motivos para confiar, Dá-me o sol, dá – me a lua, Dá-me o luar na minha rua.

Passo a passo Vou conquistar, Passo a passo Até me cansar

Dá-me carinho, dá- me amor, Dá-me fresco, dá-me calor. Dá-me o mundo, Dá-me atenção por um segundo.

Passo a passo Isto é tão divertido, Com todos estes passos Até estou entretido.

Dá-me o carimbo “Best Friend” Desde agora “to the end”. Joana Costa, 5ºH

Passo a passo Ups! Tropecei! Pois os meus atacadores Não apertei. Miguel Vieira, 5º

O Mar O mar pode ser Raivoso traiçoeiro e frio. Mas também pode ser Calmo e bonito como um rio. Enquanto há pessoas que ao mar Não dão valor Há outras que marujam nele Com amor. O fundo do mar é das coisas Mais bonitas que pode haver, Mas infelizmente, Nem toda a gente pode ver.

Se um dia o sol se juntar ao mar Juntar-lhe-ia a lua Para se poderem amar Por certo, mar que não tens fim Por isso és especial para mim E és perfeito para mim assim Mar que tens tanta imensidão A ti te dou Toda a minha paixão Vitor Cerqueira, 6º A

Ser amigo é… Ser amigo é gostar de ti por mais asneiras que faças. Ser amigo é estar sempre ao teu lado para o bem e o mal. Ser amigo é ajudar-te sempre que precisares. Ser amigo é gostar de ti por mais feio que sejas. Ser amigo é gostar de ti por aquilo que tu és e não pelo que pareces ser. Ter um amigo é maravilhoso. Ser amigo é gostar de ti.

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Ter um amigo é ter um sol sempre a brilhar ao meu lado. Ter um amigo é brincar sem nunca nos cansar. Ter um amigo é concretizar todos os seus sonhos mais malucos. Ter um amigo é estar sempre com um sorriso. Ter um amigo é estar um dia acordado sem nunca ter sono. Carolina Santos, 5º H

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Escrita Livre SOU UMA SORTUDA Tenho de agradecer a Deus O facto de ter uma casa. Tenho uma cama e um cobertor Tenho família e não sinto dor, Posso não ter um computador, Mas da minha família recebo amor. Sou muito abençoada Por ter uma mãe, um padrasto e um irmão E ainda por ter mais coisas para além de um pedaço de pão Gosto de viver e de aprender Pois sei que um dia isso me irá valer Gosto de me sentir segura Em casa, no campo e na rua ! É NOSSO DEVER APROVEITAR AS COISAS QUE TEMOS! Carolina Fernandes, 5ºH

MIA NO CASAMENTO Eu sou a Mia e tenho doze anos. Agora devem estar a pensar se o meu nome é mesmo Mia. Pois não é, o meu nome verdadeiro é Maria, estou no sexto ano e vou para o sétimo. Vivo em Oeiras, e as minhas três melhores amigas são a Inês, a Eva e a Isabel. Elas também são da minha turma, que está infestada de rapazes parvos. Algumas das raparigas são simpáticas, outras não. Agora já sabem um quinto sobre mim. Tenho várias histórias, mas já sei qual delas é que vos vou contar. Tudo começou duas semanas antes do meu aniversário. A minha mãe disse-me, a mim e ao meu irmão, o Francisco (ou como toda a gente lhe chama, o Kiko), que íamos a casa dos avós passar as férias de Verão. Eu até não me importei, porque quando lá estamos é só diversão. E ainda por cima o Kiko vai sempre ter com os seus “amiguinhos”, e assim ele deixa-me em paz. Comecei a fazer a mala e reparei que a minha mãe não falou nada sobre exercícios de férias! O que é um milagre! Como ela é professora de História e Geografia, quer sempre que eu faça uns “exerciciozinhos”, como se eles fossem pequenos!

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A viagem foi longa e, quando chegámos, os avós receberam-nos como sempre. Muitos beijinhos e muitas perguntas. Estava tudo a correr bem e, de repente, vejo a minha prima Leonor! Que maravilha! Ela é sempre muito impecável comigo, por isso eu gosto muito dela. E querem saber quem estava com ela? O seu namoradinho da Califórnia, o Brian! Ele até é simpático, só que ainda não sabe falar muito bem português. Tenho um assunto muito importante para dizer, -disse a Leonor com um sorriso de orelha a orelhaeu e o Brian vamos casar-nos! Que fixe! Um casamento! E adivinhem quem vai ser a dama de honor? Eu! Agora sou: “Mia, a Dama de Honor”! Então a Leonor explicou-nos: Quero tudo simples! Estava a pensar na catedral da cidade e o copo de água podia ser naquele castelo da montanha! Assim vai ter muita simplicidade! O meu tio José desmaiou só ao pensar nos custos. A minha tia Ludovina ficou em estado de choque! Ainda por cima a Leonor decidiu que havia 976 convidados. Fomos todas ao cabeleireiro mais famoso da cidade! E sabem por que é famoso? Porque a dona

anda sempre a dizer que já penteou a Madonna, a Adele e toda a família do presidente dos E.U.A. (e eu acho que é por causa disso que já não põe os pés em Portugal).

O casamento foi um espanto! Veio toda a família do Brian, e nós só éramos cinco ou seis da nossa família. É só para não exagerar!- disse a Leonor. Mas eram 374 amigos dela… Correu tudo bem: ok, não correu perfeitamente bem, eu tropecei quando ia entregar as alianças e uma delas acertou no olho do padre, de maneira que ele teve de sair da igreja com um olho negro. Espero que tenham gostado desta aventura. Além disso, o casamento decorreu no dia do meu aniversário… Joana Ferreira, 6ºD

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Escrita Livre «Segredos do mar» A partir destas palavras dadas pela turma, construiu-se um texto - chuva - praia - ondas - amigos

- animais - navegar - sol - amo - brincar - brilhante - ajudar - corrente - mergulhar

Lá estava eu, na praia, com um sol brilhante, sentia- me bem, porque estava a brincar com os meus amigos. Passada meia hora, fomos mergulhar no mar quente, de repente avistámos uma coisa a flutuar; mergulhámos no mar azul e vimos que era um animal, uma tartaruga.

Claro que fomos ajudar, mas isso não era possível, porque não era a nossa profissão, logo chamámos a proteção dos animais, porque assim tínhamos a certeza de que a tartaruga ia ficar bem. Depois fomos para a toalha, fechámos os olhos lentamente e dormimos um sonho profundo. Estava uma tempestade enorme, estava a chover, o mar estava com uma corrente enorme, as ondas batiam com muita força, mas depois vi tudo branco. Quando acordei, vi que tudo tinha sido um sonho, mas pensei, para mim, que o mar tinha muitos segredos, por isso é que amava tanto aquela praia. Madalena Ferreira, 6.H

O que via na rua “Às vezes, quando passava na rua, via pessoas sentadas num banco ou na borda do passeio.Com roupas rotas e com uma caixinha a pedir dinheiro. E ia eu a abrir a boca quando… A mãe apertava-me a mão (antes de eu dizer sequer alguma coisa),o que ainda hoje significa não fazer perguntas, não olhar, nem parar. Bom, eu olhar, olhava, mas perguntar isso é que não, porque estava a desobedecer, se bem que, de vez em quando, atrasava o passo, ou dizia que me doíam os pés, mas ela percebia que eu queria parar para ver o que se passava, e pronto, o meu plano não resultava.” - Escreve o Daniel numa folha branca.

«Como era esquisito, porque era pequeno, em casa nunca me lembrava disso, não gostava de falar sobre essas coisas, fazia-me impressão… Agora, como sou crescidinho, e já me explicaram o que significa, passo na rua e deito sempre uns quantos cêntimos que tenho no bolso ou no carro para pagar a portagem . Mas, enfim, como é óbvio tenho pena, e deve ser a mesma coisa que a minha mãe sente para não querer falar sobre isso. O MEU PAI FAZ-SE DE FORTE, MAS EU SEI QUE ELE NÃO É ASSIM! Eh eh eh eh eh eh!!! Carolina Fernandes, 5.H

UM SONHO “ MOCHOSO” Estava na cama muito cansado, quando fechei os olhos. Quando os abri, estava numa floresta… Abanei a cabeça para acordar, mas continuei lá. Reparei que era um mocho: o único animal que consegue rodar a cabeça cento e oitenta graus. Como não tinha nada para fazer, comecei a voar. Fui tão rápido que não consegui determinar a velocidade. Dei uma volta e fiz dois “loopings”, quando passou algo a velocidade “destruidora”… Pensei que fosse uma bala, mas vi uma cabeça com penas. Quando aquela coisa parou, vi um falcão a ir dormir para o seu ninho. Depois, decidi procurar as razões para não destruir as florestas, visto que tinha de fazer um trabalho sobre as áreas protegidas, para a escola. Corri, quer dizer, voei até ao monte para ver a vista lá de cima. A luz da lua parecia repetir-nos áreas e dava um efeito assombroso, mas magnífico. As árvores pareciam falar comigo a dizer “ depois do sol vem a lua”, apesar de não saber bem o que significava. Tentei adivinhar em que local estava, mas não me lembrava Página 8

de lugar assim, só uma palavra distinguia a paisagem: maravilhoso. Comecei a preocuparme como aparecera aí e como voltar. Será que tinha sido magia? Ou imaginação? Preparei-me para testar: pensei fortemente num arbusto vermelho, mas em vez disso vi um arbusto normal. Fiquei mesmo tão preocupado que voei em círculos perfeitos, até chocar contra uma árvore… Abri os olhos, estava outra vez na cama! Só depois percebi que tinha sido um sonho. Olhei para o relógio, tinha dez minutos para recuperar de um sonho destes. Espreitei pela janela e vi a bela paisagem que tinha visto no sonho. Miguel Mendes, 5ºH TAGARELA


As Nossa Leituras O Pintor Desconhecido O Pintor Desconhecido é uma obra escrita por Mariana Roquete Teixeira e ilustrada por Marta Torrão. Fala sobre um menino (João) que descobre a arte de pintar e decide todos os dias, a seguir às aulas, visitar um museu. Um belo dia, ficou fechado no museu, pois não deu conta das horas passarem. Ao observar um quadro, notou que este se mexia e que não tinha a assinatura. Que quadro é esse? Que irá acontecer ao João? Será que vai ficar assustado? Lê o livro e saberás as respostas a estas perguntas…

E o livro começa assim: “A violenta tempestade daquele fim de semana parecia ter chegado ao fim. Tinham sido dois dias de chuva e ventos fortes. A cidade, que até então tinha permanecido deserta, começava a ganhar uma nova vida. Tanto adultos como crianças calçavam as suas galochas e saíam alegremente para a rua. Todos estavam contentes, menos o João. Para ele, os dias de chuva eram os seus preferidos, porque podia passar toda a tarde a desenhar sem que ninguém o incomodasse…"

Ficaste com curiosidade?

Baunilha e Chocolate

“Baunilha e Chocolate” é um livro para jovens, que ensina que devemos dar valor àquilo que temos.

Jasmim é uma menina órfã de 13 anos, pois o pai está preso e a mãe morreu. Jasmim escreve no seu diário as tristezas e mágoas que passa ao longo da sua vida. É uma menina que sofre com o racismo, com o facto de não ter mãe, com a solidão, com o alcoolismo e prisão do pai e por não ter ninguém com quem contar. Mas a vida também é feita de coisas boas. A AnaFixe é a sua amiga favorita. E não tem mais nenhuma. A Jasmim deu-lhe o nome de AnaFixe porque ela é as duas coi-

sas, Ana e Fixe. Mais tarde, no portão da escola, Jasmim encontra um coração com um “J” mais um “F”. O que significa Jasmim e Fernando. Apaixonada, Jasmim fica feliz. A Jasmim ainda fica com mais uma amiga, é quase uma mãe para ela. A D. Engrácia. E depois chega o Natal, que vai ser diferente de todos os anteriores… Recomendo muito a leitura deste livro. Carolina Fernandes, 5ºH

OS CINCO VOLTAM À ILHA Já tinha ouvido falar muito nestes livros, através dos meus pais. Desde aí, fiquei com muita curiosidade e, como mo ofereceram no Natal, comecei a ler e gostei muito. As personagens principais deste livro são a Zé, o Júlio, o David, a Ana e o Tim (o cão). As personagens secundárias são a Tia Clara e Tio Alberto ( os pais da Zé) e a família Stick (a senhora e o senhor Stick e o Edgar). O narrador é do tipo não participante. A ação decorre na casa do casal kirrin e na ilha kirrin.

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Nesta aventura, a tia Clara está muito doente e vai para o hospital. Os primos da Zé vêm para casa dela e começam uma nova aventura… Eles fogem do casal Kirrin e vão para a ilha deles ( ilha do Casal Kirrin), onde descobrem um baú misterioso. Descobrem também uma gruta na ilha, onde dormiram, e, quando os cinco acham que estão no encalço de um bando de contrabandistas, logo a seguir escutam um grito arrepiante…. Se quiserem saber mais, leiam o livro… Eu recomendo este livro tanto aos rapazes como às raparigas, porque

é um livro de aventuras e ensina como nos desembaraçarmos numa situação difícil. Teresa Mota, 5º C

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Visitas de Estudo Relatório da visita de estudo de História

Palácio Marquês de Pombal

A visita aconteceu no dia 20 de janeiro. Foi uma atividade interessante e curiosa. Os alunos do 6ºD, acompanhados pelo professor de HGP e pela DT, iniciaram a visita na capela, muito antiga e muito bem decorada. Aí, a guia, Alexandra, deu-nos várias informações. Disse-nos que a capela tinha sido desenhada pelo arquiteto Carlos Mardel e que tinha ficado concluída em 1762. Aprendemos que, nas paredes em gesso, um italiano chamado João Grossi fez umas pinturas muito bonitas, assim como baixos e altos relevos. Depois fomos ao palácio, que era uma casa senhorial portuguesa de estilo barroco também do séc. XVIII. Ficámos a saber que o chão da entrada, antigamente, era em areia, para os cavalos poderem passar. Em seguida fomos até uma sala também muito antiga, parecida com um tribunal. Aí estavam quadros de grandes dimensões nas paredes, com imagens de senhores importantes. Eram muito anti-

gos e também muito bonitos. As paredes eram feitas de pedra com gesso ou com azulejos pintados com desenhos em cor azul. Os tetos eram sempre muito decorados e pintados. Estivemos também numa sala chamada “sala da caça”. Deramlhe esse nome, mas tratava-se do quarto de Sebastião Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e futuro Marquês de Pombal (o dono da casa). Também fomos até uma outra sala chamada “sala da música”, com uma varanda de aproximadamente 10m de largura! Impressionante! Também havia uma sala chamada “sala da concórdia”, que tinha no teto o desenho do Marquês com os seus dois irmãos. A forma como dão as mãos faz lembrar o símbolo dos jogos olímpicos. Posteriormente fomos até um sótão que parecia muito luxuoso e moderno. Vimos também a biblioteca. Ela era fabulosa! Não era muito grande, mas tinha estátuas e muitas estantes com livros. Também tinha várias janelas altas que davam para o jardim. Próximo da biblioteca era a antiga cozinha, que tinha água levada por um aqueduto que atravessava a quinta e a casa. Depois da biblioteca saímos para o jardim, onde estavam duas árvo-

res, araucárias, muito grandes, com cerca de 50m de altura. Deveriam ser centenárias, com certeza! Depois fomos até uma ribeira que atravessa a quinta, chamada ribeira da Lage, onde o Marquês e a sua respetiva família andavam de barco. Também havia uns pequenos “portos” que permitiam entrar nos barcos. Passámos pela “cascata dos poetas”, que era uma grande fonte com estátuas de quatro poetas muito famosos. Um deles era Camões. De seguida fomos até ao jardim das “quatro estações” que tinha no

centro estátuas que representavam as estações do ano. A nossa visita termina passando junto ao edifício da adega/celeiro. Foi muito divertido e interessante. Henrique Próspero, turma 6ºD

Visita à Escola Secundária Passos Manuel No dia 09/02/2012, os alunos do 9ºA foram em visita à Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, assistir à apresentação do livro da escritora Isabel Zambujal, Auto do Cruzeiro do Inferno, no âmbito do projeto de intercâmbio desenvolvido com uma turma daquela escola, na disciplina de LP, com a professora Helena Verschoor. Os alunos de ambas as turmas assistiram à dramatização de algumas cenas deste livro, seguida de um debate com a respetiva escritora. De seguida, os alunos fizeram uma visita aos espaços da escola, com especial relevância para a biblioteca do Séc. XIX. A turma A do 9º ano

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Visitas de Estudo A Matemática foi ao teatro “Cisco e a Espiral do Conhecimento” Continuação da pág.1

O espetáculo tem o seu início numa noite de chuva intensa, enquanto a personagem principal, Francisco, um jovem que gosta muito de skate e de rap, está a tentar passar o nível de um jogo no computador. Naquele momento, entra no seu quarto uma luz, vinda de um relâmpago que o transporta para um outro mundo. Francisco, apesar de ter um braço e uma perna no gesso devido a uma queda de skate, descobre que um ponto de luz se move, criando formas geométricas. Apesar de algum medo, aventura-se numa viagem, tentando descobrir, através da matemática, o que está a acontecer no seu quarto. Francisco apercebeu-se de que, com a ajuda do Cisco, conseguia descobrir, juntamente com a irmã e o computador, enigmas, perguntas, fazer pesquisas…. Com a ajuda do Cisco, Francisco ficou maravilhado com o mundo da matemática. Ele tinha um teste e tinha de estudar para ele, mas

era muito aborrecido, pois Francisco não gostava de matemática e achava-se mau nesta disciplina. Depois de relembrar as potências e como se calculam as áreas dos triângulos ( bxa:2), Francisco descobriu que até era bom aluno nessa disciplina. Na minha opinião, acho que a peça de teatro foi muito interessante, pois divertimo-nos e revimos a matéria ao mesmo tempo! E até aprendemos números negativos! E ainda ficámos a saber mais sobre alguns famosos génios da matemática, como Pitágoras ou Einstein. Esta visita não podia ter sido melhor! Filipa Novo e Joana Gomes, 6ºB

Visita de estudo à Orla Ribeirinha No dia 24 de fevereiro, fui, com a minha turma, numa visita de estudo, à Orla Ribeirinha (entre a praia de Sto. Amaro e o INATEL). Quando chegámos, foi-nos dada uma pequena explicação do que iríamos fazer e observar. A turma dividiu-se em dois grupos, para ser mais fácil a organização, pois iríamos fazer duas atividades diferentes. O grupo onde eu estava inserida foi o primeiro a observar as aves que existiam, naquele dia, ao pé do mar. Com binóculos e telescópios que nos foram fornecidos pelas instrutoras (Rita e Alexandra) da SPEA

(sociedade portuguesa para o estudo das aves), conseguimos observar pelo menos 4 espécies de aves diferentes: a gaivota d’asa escura, a gaivota de patas amarelas, o guincho e a rola do mar. Passada mais ou menos 1 hora, lanchámos todos juntos e os grupos trocaram de atividade. Fomos para a zona rochosa, que se dividia em 3 áreas: o supra litoral, o meso litoral e o infra litoral. No supra litoral não havia muita fauna nem flora; no meso litoral já havia mais fauna e flora, como: búzios, caracóis do mar, algas, caranguejos, peixes…. E no infra litoral havia toda a fauna e flora da zona anterior, mas em maior quantidade. No final, já na hora de nos irmos embora, acabámos por ver um corvo marinho. Foi muito interessante esta visita de estudo! Rita Duarte, 5º G

Arte francesa no Museu Gulbenkian No dia 17 de fevereiro, as turmas de Francês do 9ºAno (B e C) foram a uma visita de estudo ao Museu Calouste Gulbenkian, para apreciar exemplos de arte francesa (pintura, esculturas, mobiliário…) . Estava uma bela sexta-feira. Saímos da escola por volta das 9:30h, de autocarro e chegámos ao museu por volta das 10:00h. Antes de começar a visita guiada, fomos visitar o belo jardim que se encontra à volta de todo o museu. É um sítio muito calmo, parece que estamos longe da cidade. Depois do passeio pelo parque, TAGARELA

entrámos no museu, e uma guia falou-nos do colecionador Calouste Gulbenkian e mostrou-nos alguns dos belos exemplos de arte francesa presentes no museu: obras de Rodin, Carpeaux, Manet, Monet, Degas, Millet e as jóias de René Lalique. Às 13h estávamos de regresso à escola. Foi uma manhã bem passada… um dia destes vamos voltar à Gulbenkian, sem os nossos professores… Diogo Martins, 9º C P á g i na 1 1


Comemorações Dia da Não Violência e da Paz Continuação da pág.1

Foi um dia memorável, diria mesmo, histórico, por várias razões. Em primeiro lugar, porque foi a primeira vez que as Irmãs da Caridade vieram à nossa Escola. Em segundo lugar, porque foi também a primeira vez que alunos, professores e funcionários, em uníssono, leram o Hino da Paz de S. Francisco de Assis. Depois da largada de balões, realizou-se, na Biblioteca, a palestra “Servir os Pobres, Promover a paz”, com as Irmãs da Caridade. Participaram nesta palestra Delegados e Subdelegados, Professores, Representantes dos E. Educação e o Senhor Presidente da Junta de Freguesia, Dr. Carlos Morgado. A Irmã Therese Francis falou do trabalho das Irmãs da Caridade em Portugal e no Mundo junto dos mais pobres dos pobres. Referiu que, mais importante do que dar coisas aos pobres, é devolver aos pobres a sua própria dignidade, independen-

temente da condição social, cultural, politica ou religiosa. Os alunos ouviram, estarrecidos, os testemunhos destas Irmãs, verdadeiras heroínas da paz, que, no seu dia a dia, e à semelhança de Cristo, dão a própria vida aos mais desvalidos, servindoos sem reservas nem limites, chegando, por vezes, até ao martírio! No final, as Irmãs classificaram os nossos alunos com uma só palavra: “Impressionantes”. Impressionantes pelo excelente comportamento durante a palestra, impressionantes pela profundidade das questões que colocaram e pela nobreza de alma que evidenciaram! Sobre os caminhos para a paz, ficou a receita: “SILÊNCIO, ORAÇÃO, FÉ, AMOR, SERVIÇO, PAZ”. Porque, como diz Madre Teresa de Calcutá, o fruto do silêncio é a oração, o fruto da oração é a fé, o fruto da fé é o amor, o fruto do amor é o serviço e o fruto do serviço é a paz. As comemorações do Dia Esco-

lar da Não Violência e da Paz terminaram no dia 3 de fevereiro com a visita à Câmara Municipal de Oeiras de um grupo de professores, alunos e encarregadas de educação. Foram oferecidas flores aos Senhores Presidente e Vice-Presidente Dr. Isaltino Morais e Dr. Paulo Vistas, respetivamente, em agradecimento pela cooperação que a CMO tem tido para com a nossa Escola, bem como pelos esforços da Autarquia na promoção da paz e da cultura no Concelho. Prof. José Baptista

O dia mundial da paz O Dia Mundial da Paz é comemorado em quase todo o mundo no primeiro dia de janeiro. Nesse dia, as pessoas trocam votos de alegria, de paz e de felicidade para o ano que se inicia. Tradicionalmente, as pessoas ficam acordadas até à meia-noite do dia 31 de dezembro, quando se comemora com muita festa o no ano novo. Esse dia foi criado em 1968 pelo Papa Paulo VI, para que fosse celebrado pelos verdadeiros amigos da Paz, independentemente de credo, raça, posição social ou económica. A paz faz com que reflitamos sobre a nossa vida, a nossa postura perante os fenómenos que acontecem por aí, e é preciso falar sobre as tentativas de minimizar as dificuldades e diferenças sociais e injustiças. Então é necessária a contribuição de todos, para que a sociedade receba princípios maiores de vida, que são as Leis Morais

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dentro do conceito da solidariedade, igualdade e justiça. E, se não conseguimos fazer isso de forma aberta, através da média em geral, podemos fazê-lo dentro da nossa vida, individualidade, no nosso dia a dia. Existem muitos poemas alusivos a este dia, mas escolhemos este para enaltecer a paz: Paz é suave sentimento Que enriquece o viver Paz é conquista diária Que nos ajuda a crescer. Paz é silêncio, é ajuda É compreensão, é valor. É riqueza que se conquista Com a arma do amor. Paz é fé, é procura, Não é alienação. É respeito, é humildade Que se enlaçam ao perdão.

Paz não é vaidade, Orgulho nem ambição. Paz é dignidade Verdade e união. Paz é progresso, é alegria, É também reflexão. É lembrar que o Criador Num gesto de imenso amor Tornou-nos a todos, irmãos. Eleusa Dias Pesquisa de Luísa Rodrigues, 5º H

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Comemorações A Lenda de S. Valentim O

numa lotaria, onde os rapazes tiraDia dos Namorados celevam à sorte, de uma caixa, o nome bra o amor, a paixão entre amantes da rapariga que viria a ser a sua e a partilha de sentimentos. Todos companheira durante as festividaos anos, no dia 14 de fevereiro, des, normalmente um mês. A celeocorre a azáfama da troca de chobração decorreu durante cerca de colates, envio de postais e de ofer800 anos, em fevereiro, até que, ta de flores. Muitos casais plaem 496 d.C., o Papa Gelásio I decineiam jantares românticos, noites diu instituir o dia 14 como o dia de especiais e fazem planos para surSão Valentim. preender e agradar à sua «cara A dúvida persiste, no entanto, metade». Há também quem escoem saber a qual dos santos se lha este dia para se declarar à pesrefere este dia. Muitos acreditam soa amada, e também quem avantratar-se de um padre que desafiou ce com pedidos de as ordens do impecasamento, embebido Lembrem-se que o amor rador romano Cláupelo espírito do dia. dio II.A lenda diz que não é tudo na vida. A História: O Dia Mas só é amor quando o imperador proibiu dos Namorados é uma pessoa nos aceita os casamentos, com celebrado desde o realmente como nós o argumento de que ano 1969. Era o Dia somos e seremos. os rapazes solteiros de São Valentim. Isto e sem laços familiaporque até nós chegaram relatos res eram melhores soldados. de pelo menos dois Valentim, sanValentim terá ignorado as ordens e tos martirizados, diretamente relacontinuado a fazer casamentos em cionados com o dia 14 de fevereiro. segredo a jovens que o procuraAs raízes deste dia remontam à vam. Segundo a lenda, Valentim foi Roma Antiga. O festival consistia preso e executado no dia 14 de

fevereiro (por volta do ano 270 d.C.) Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter à religião de Cláudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro, que o visitava regularmente e a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu Valentim» (em inglês, «from your Valentine»), antes da sua execução, também em meados do século III. Nesta lenda, a conotação do dia e do amor que ele representa não se relaciona tanto com a paixão, mas mais com o «amor cristão» uma vez que ele foi executado e feito mártir pela sua recusa em rejeitar a sua religião. Ana Oliveira

O CUPIDO Quando se fala de amor é inevitável falar do Cupido. Este é um ser alado, de aparência infantil, com asas e lançando flechas diretas aos corações dos transeuntes, para que se apaixonem perdidamente. É imprescindível na festa do Dia dos Namorados. A sua história remonta à Antiguidade Clássica e às mitologias Gre-

ga e Romana. Para os gregos, o seu nome é Eros, o jovem filho de Ares, o deus da guerra, e de Afrodite, a deusa do amor e da beleza. É descrito como «o mais belo dos deuses» por despertar o amor nos mortais, com o seu arco e flechas. Na Roma Antiga, por seu lado, era conhecido como Cupido, tal

como lhe chamamos hoje. Os romanos acreditavam que Cupido era filho de Vénus, a deusa da beleza e do amor, e do mensageiro alado dos deuses, Mercúrio. Equipa do jornal

A Páscoa Antes da Páscoa, na Quaresma, o tempo é de jejum, evita-se comer carne e a ementa das sextasfeiras não deve ser carne, pois foi na sexta-feira que Jesus foi crucificado e morreu. Em muitas localidades portuguesas, celebra-se a Semana Santa, que é a semana em que Jesus foi preso, julgado e condenado, com procissões de velas, à noite, ou representações teatrais desses acontecimentos. Para além das amêndoas e dos ovos da Páscoa, TAGARELA

existem o pão de ló e os folares que se oferecem às crianças. A comemoração da Páscoa vai mudando de país para país. Cada país tem uma tradição diferente e maneiras diferentes de comemorar a Páscoa, devido à história e tradição que é contada em cada país. Marta Graça, 5ºG

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Comemorações RECORDAR O HOLOCAUSTO…

U

m milhão e meio

de crianças judias morreram no Holocausto. Vítimas da perseguição de nazis e dos seus apoiantes. Dezenas de milhares de outras crianças também morreram. Todos foram vítimas de uma ideologia inspirada pelo ódio, que os classificou como “inferiores”. Neste ano, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é dedicado às crianças, meninas e meninos que tiveram que enfrentar o terror e o mal absoluto. Muitos ficaram órfãos da guerra, ou foram “arrancados” das suas famílias. Muitas morreram de fome, doenças, ou nas mãos de quem as maltratou. Nunca saberemos como essas crianças poderiam ter contribuído para o nosso mundo. Hoje queremos dar voz aos relatos. É por isso que as Nações Unidas continuam a transmitir os ensinamentos universais tirados

do Holocausto. E é por isso que nós nos esforçamos para promover os direitos e os sonhos de todas as crianças, todos os dias e em todo o mundo. É por isso também que continuaremos a inspirar-nos no magnífico exemplo de quem se destacou pelas suas ações humanitárias. Hoje, ao recordar todos aqueles que perderam a sua vida no Holocausto, desde crianças até adultos, pedimos que todas as nações protejam os mais vulneráveis, independentemente da cor, género ou religião. As crianças são especialmente vulneráveis ao pior da humanidade. Devemos mostrar-lhes o melhor que este mundo tem para oferecer. Clara Casanova, Joana Ferreira e Teresa Ribeiro, 6ºD

O DIA DA MULHER DIREITOS DAS MULHERES

No dia 8 de março comemora-se o dia da Mulher. É um dia muito importante, porque sem a mulher não havia seres humanos. Os direitos das mulheres foram evoluindo ao longo do tempo, felizmente! Por incrível que pareça, em Portugal, as mulheres só em 1910 deixaram, perante a lei, de dever obediência ao marido.E só em 1931 tiveram o direito de votar, desde que tivessem o curso secundário ou superior. Só em 1968 obtiveram direitos políticos iguais aos dos homens, e, apenas no ano seguinte, salário equivalente ao masculino.Em 1990 passou a ser proibida a publicidade com discriminação sexual e, nove anos mais tarde, foi criado o Ministério da Igualdade.

Destacaram-se na defesa dos direitos das mulheres em Portugal Elina Guimarães e as escritoras Maria Velho da Costa, Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta. Ao longo do século XX e no início do XXI, foram-se tomando medidas diversas no que toca à proteção dos direitos das mulheres. Até ao século XIX, o papel das mulheres circunscrevia-se praticamente ao lar, à reclusão monástica ou às festas mundanas. Joana, equipa do jornal

Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água celebrase anualmente a 22 de março. Vários países organizam eventos para celebrar a ocasião e alertar as populações para a necessidade fundamental da preservação deste recurso natural.

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A comemoração surgiu na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento e Ambiente, que decorreu na cidade do Rio de Janeiro, em 1992. Os países foram convidados a celebrar o Dia Mundial da Água e a implementar medidas com vista à poupança deste recurso e a promover a sua sustentabilidade. A água, este bem essencial que tanto uso tem e ao qual pouca importância atribuímos, é como um tesouro. Porque o desperdício é muito e pode comprometer a existência de água potável nas gerações futuras, é preciso ganhar

consciência de que a água é um bem precioso e a sua utilização é fundamental. Nos locais de trabalho, na escola ou rua e, principalmente em casa, é necessário corrigir os maus hábitos e reduzir o consumo de água.

… é necessário corrigir os maus hábitos e reduzir o consumo de água. Luísa Rodrigues, 5º H

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Saber Mais FACTOS LOUCOS

O pulmão direito recolhe mais ar do que o esquerdo. As borboletas sentem o sabor através das patas. O Japão é formado por 3.922 ilhas. O nosso coração bate cerca de três biliões de vezes e bombeia algo como 400 milhões de litros de sangue durante a sua vida. O músculo do corpo mais forte é a

língua. O mosquito tem 47 dentes. Cada vez que falas usas 72 músculos diferentes. Uma formiga consegue carregar 50 vezes o peso do seu corpo. Um limão contém mais açúcar que um morango. Nenhuma folha de papel pode ser dobrada ao meio mais de 7 vezes. Os porcos são os mamíferos mais espertos, a seguir ao Homem e aos golfinhos. Uma bola perfeita, quando largada, saltará até à altura de que partiu. Mas, na prática, a maioria só salta até 2/3 desta altura. Se pudéssemos guiar até ao Sol a uma velocidade de 80 km, levávamos 193 anos. Os nossos olhos são sempre do

mesmo tamanho, desde o nascimento (mas o nariz e as orelhas nunca param de crescer). Durante a vida, produzimos saliva suficiente para encher duas piscinas. O cérebro é muito mais ativo à noite do que durante o dia. A célula do cérebro humano pode conter 5 vezes mais informação do que a Enciclopédia Britânica. O próprio cérebro não pode sentir dor. Um cabelo humano pode suportar100 gramas de peso. As três coisas que as mulheres grávidas sonham mais durante o primeiro trimestre são: rãs, vermes e vasos de plantas. Pesquisa de Luísa Rodrigues, 5º H

Provérbios sobre a Páscoa •Carnaval na eira, Páscoa à lareira. •Entrudo borralheiro, Páscoa soalheira. •Não há Entrudo sem Lua Nova nem Páscoa sem Lua Cheia. •Natal na praça e Páscoa em casa. •No Natal à janela, na Páscoa à panela. •Páscoa alta, chumbo na malta.

“AMO-TE” EM VÁRIAS LÍNGUAS Estoniano - Ma armastan sind

Lituano - Tave myliu

Francês - Je t'aime, Je t'adore

Norueguês - Jeg Elsker Deg

Georgiano - Mikvarhar

Russo - Ya tebya liubliu

Grego - S'agapo

Turco - Seni Seviyorum

Holandês - Ik hou van jou Alemão - Ich liebe dich

Húngaro - Szeretlek

Búlgaro - Obicham te

Inglês - I love you

Checo - Miluji te Danish

Irlandês - Taim i' ngra leat

Croata - Volim te

Islandês - Eg elska tig

Esloveno - Ljubim te

Italiano - Ti amo

Espanhol - Te quiero / Te amo

Libanês - Bahibak

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Equipa do Jornal

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Saber Mais Deuses gregos Nome Grego / Nome Romano Zeus Júpiter - Rei dos deuses Poseidon Neptuno- Deus do Mar Hera Juno - Deusa do Casamento/Rainha dos Deuses Ares Marte- Deus da Guerra Athena Minerva- Deusa da Sabedoria Afrodite Vénus- Deusa do Amor e da Beleza Ares Marte - Deus da Guerra Eros Cupido- Deus do Amor (filho de Ares e Afrodite) Dionísio Baco- Deus do Vinho e da Folia Demeter Ceres -Deusa da Terra e da Colheita Eolo - Rei dos Ventos Iris - Deusa do Arco-Íris Higéia - Deus da Saúde Hebe - Deusa da Juventude Nike Vitória- Deusa da Vitória Morfeu - Deus dos Sonhos Hércules - Deus da Força

Curiosidades sobre Zeus

Zeus, na mitologia grega, é o rei dos deuses, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão. Os seus símbolos são o

relâmpago, a águia, o touro e o carvalho. Além da sua herança, obviamente indo-europeia, o clássico "amontoador de nuvens", como era conhecido, também tem certos traços iconográficos derivados de culturas do antigo Oriente Médio, como o ceptro. Zeus frequentemente era mostrado pelos artistas gregos numa de duas poses: ereto, inclinando-se para a frente, com um raio na sua mão direita, erguida, ou sentado, em pose majestosa. Joana Ferreira, 6ºD

AMOR E MITOLOGIAS derada também a mãe de todo o Egito. Era filha de Geb (deus da Terra) e mulher do irmão Osíris (deus da vida no além e da vegetação). Teve um filho com Osíris, Hórus (deus do Céu).

Na antiga mitologia egípcia, Ísis era a deusa do amor e da magia, consi-

De acordo com a mitologia, Ísis tinha o poder de provocar a cheia do rio Nilo, muito importante para a agricultura nas margens do rio. Existiam três templos no Antigo

Egito, construídos em homenagem a esta deusa.

Curiosidade: A deusa egípcia Ísis tinha os seguintes títulos (epítetos): "Rainha dos deuses", "Grande deusa Mãe", "Força fecundadora da natureza" e "deusa da maternidade e do nascimento". Duarte Mesquita, 5ºG

PROVÉRBIOS SOBRE NAMORADOS Brigas de namorados, amores dobrados. Brigas de amor, arrulhos de namorados. Brigas de namorados fortalecem o amor. Namorados arrufados, casamentos contratados. Mais vale salteador que sai à estrada que namorado que ajoelha. Cuidam os namorados que os outros têm os olhos fechados. Em briga de namorados, cada um tem sua parcela no resultado. Quando os namorados são infiéis quem sofre é o amor. Os olhos da namorada têm luz mais viva que o sol. Namorado inteligente sempre atento ao concorrente. Página 16

Namorados que muito prometem, pouco cumprem. Namorados de ai, ai, não são papas nem sal. Peleias de namorados, são amores renovados. Namorado que muito quer termina sem nada. Jura de namorado o vento leva. Velho namorado, cedo enterrado. O bom namorado dissimulado engana. Pesquisa feita por Pedro Oliveira e Miguel Gil, 5ºG


Espaço dos Mais Novos CONCURSO: ”FAÇA LÁ UM POEMA..”

No

âmbito do Plano Nacional de Leitura, as escolas do 1ºCiclo do Agrupamento participaram num concurso intitulado “Faça Lá Um poema …” Para tal, todos os alunos escreveram um poema com temas à sua escolha e, de entre todos, cada escola escolheu um. Dos três finalistas, foi escolhido o poema representante da Escola Joaquim Matias, que irá representar o agrupamento no referido concurso.

O MAR

O AMOR Poema Venced or Mas às vezes deixa lágrimas nos olhos.

O amor é bonito,

Umas vezes sentimo-nos tristes, Outras vezes sentimo-nos felizes. Sentimentos que se repetem… Quando partimos sentimos tristeza Dentro de nós. Estes sentimentos e emoções Fogem-nos do peito. Peito que arde sem parar, Para esse sentimento aliviar, Eu canto, cantarei até passar, Até que a minha alma Se possa acalmar, Para poder festejar. Evandra, 4º A Escola Joaquim Matias

O VERMELHO

EB1, António Rebelo de Andrade

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Espaço dos Mais Novos Encantos do Mar Continuação da pág. 1

Havia uma casa branca nas dunas, onde morava um rapazito que passava os dias a brincar na praia, pois adorava as rochas, as poças, as algas. Um dia estava a sentir o mar, quando ouviu umas gargalhadas estranhas. Espreitou e viu um polvo, um caranguejo, um peixe e uma menina muito pequenina, todos a rir. A menina saiu da água e começou a dançar. Quando acabou foram-se todos embora e entraram numa gruta. O rapaz não pôde entrar, pois era demasiado grande para um espaço tão pequeno. No outro dia foi para o mesmo lugar, e lá estavam eles a fazer uma roda. Ele saltou e agarrou a menina e esta ficou muito aflita. O menino disse: - Não grites, eu não te faço mal. Depois de ela se acalmar foram sentar-se numa rocha e ele pediu- lhe para contar quem era e como vivia. Ela contou que era uma menina do mar e falou dos amigos e dos lugares no fundo do mar. Mais tarde o menino levou-a para o local onde a tinha encontrado e onde os seus amigos tristes e desesperados a esperavam. Combinaram encontrar-se novamente no mesmo sítio. A menina pediu-lhe que lhe ensinasse como era a terra. No dia seguinte ele levou-lhe uma rosa encarnada e perfumada de que ela gostou muito, contoulhe ainda como era a sua casa, o seu jardim, as cidades, os campos e muitas coisas mais. O rapazinho falou-lhe também sobre as coisas na terra, das rosas, do fogo, do vinho e da saudade. A menina aprendeu que a saudade era a tristeza que ficava no coração quando as coisas de que se gostava se iam embora. Deslumbrada com tudo o que ouvira e aprendera desejou conhecer pessoalmente a terra. Mas ela não podia, porque era uma menina do mar. O rapaz quis levá-la e mostrar-lhe a terra, ela queria levá-lo e mostrar-lhe o fundo do mar. O menino teve a ideia de trazer um balde, enchê-lo de água e, assim, poder passeá-la pelo desconhecido. Na manhã seguinte ele chegou com o balde pronto para partir. Mas a menina chorava, pois os búzios tinham contado à Grande Raia que, furiosa, mandou os polvos detê-los. Eles tentaram fugir, mas os polvos rodearam-nos, vindos de todos os lados. Não podiam fugir. Agarraram o menino pelo pescoço, ele deixou de ver, Página 18

de ouvir e adormeceu. Quando acordou, a praia estava deserta. Levantou-se e foi para casa. Passaram muitos dias, e o menino voltava muitas vezes ao mesmo lugar, mas nunca mais viu a menina. Até que veio o Inverno, e, numa manhã de nevoeiro, quando estava sentado numa rocha, viu uma gaivota que trazia no bico uma poção. Esta poção fora enviada pela menina para que a tomasse e pudesse respirar debaixo de água. O menino bebeu-a. A gaivota disse-lhe ainda que um golfinho aguardava para poder levá-lo até ao local onde estava a menina. Agarrado ao golfinho, foi pelo mar fora. Nadaram muitos dias e muitas noites, e chegaram a uma ilha rodeada de corais. O golfinho levou-o a uma gruta e indicou-lhe a entrada. O rapaz entrou e encontrou a menina e os seus amigos a brincar. Abraçaram-se, riram, e dançaram. Estavam muito contentes. O rapazinho ali ficou a viver, forte como o polvo, sábio como o caranguejo e feliz como o peixe disfrutando da companhia da sua grande amiga Menina do Mar. Esta foi a nossa peça de teatro, e mostrar o nosso trabalho e talento aos outros colegas, encheu-nos a alma. Turma do 4º ano EB1 Joaquim Matias (Lage)

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Passatempos Sopa de Letras com desportos

Tenta descobrir e liga os 22 pares amorosos célebres. Sansão Romeu D.Pedro Jonh Rolf Ulisses Orfeu Páris Popepye Marco António Brat Pitt Cristiano Ronaldo David Beckham Piqué William Nicolas Sarkozy Michael Douglas Shrek Mickey Monstro Donald leão Pateta

Pedro Pereira, 8º B - Informática

Josefina Cleópatra Kate Fiona Clara Bela Penélope Eurídice Helena de Troia Dalila Carla Bruni Bela D.Inês Minnie Margarida Irina Skay Victoria Shakira Catherine Zeta-Jones Pocahontas Olivia Angelina Joly Julieta

Desafio

Ana Rita, 5ºG

Na gravura “Tira de Moebius II”, Escher ilustra uma propriedade notável da tira concebida pelo matemático A. Moebius: a fita tem apenas uma face. A formiga, que parece passar da parte interior para a exterior e novamente para a interior, na realidade percorre toda a face da tira num caminho que não tem fim. Desafio: constrói uma tira de Moebius a partir deste convite, colocando as extremidades depois de dar meia volta a uma delas.

LABIRINTO

Fábio Torre Adriano, 7ºB

SOLUÇÔES Romeu e Julieta D.Pedro e D.Inês Pocahontas e Jonh Rolf Penélope e Ulisses Orfeu e Eurídice Páris e Helena de Troia Popepye e Olivia Cleópatra e Marco António Brat Pitt e Angelina Joly

Cristiano Ronaldo e Irina Skay David Beckham e Victoria Shakira e Piqué Kate e William Catherine Zeta-Jones e Michael Douglas Shrek e Fiona Mickey e Minnie Bela e o Monstro Donald e Margarida

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Última Hora Semana da Leitura No âmbito do PNL e para comemorar o “Dia Mundial da Poesia”, a nossa escola e, sob a responsabilidade do grupo de português com a colaboração da BECO, vai realizar as seguintes atividades, de 19 a 23 de março: - “Palestra sobre Poesia”, com o escritor Carlos Torres de Figueiredo, no dia 19 de março, às 11h40 no CR - “Encontros Poéticos” (entre alunos), dinamizados pela prof.Ana Maia, no dia 20 de março, no CR - “Árvore Poética” (exposição de poesia), no CR, ao longo da semana - “Ciclo de Cinema” (3ºCiclo), no CR, ao longo da semana - “Partilha de Leituras” (entre turmas e/ou enc. de educ), nas salas de aula, ao longo da semana. Profª Mª João Rosado

Atividades de Matemática No âmbito da disciplina de Matemática vão realizar-se as seguintes atividades:

EUROPEAN CREATIVITY & INNOVATION CHALLENGE No dia 2 de Março, os alunos do 9º ano participantes no programa "Economia para o Sucesso" estiveram presentes numa ação de divulgação do programa European Creativity & Innovation Challenge, que decorreu na BECO. Esta competição que a Junior Achievement Portugal promove realiza-se em duas fases: numa 1ª fase, entre 15 e 31 de março os alunos terão de responder ao Quizz disponibilizado online; na 2ª fase, os alunos que responderem corretamente ao maior número de questões

No âmbito do Plano Anual de Atividades, a BECO lançou um concurso de fotografia, subordinado ao tema “O Mar”, até ao final do 2º período.

Irá decorrer na semana de 19 a 23 de março para todos os alunos, do 5º ao 9º anos.

Problema Trimestral - 3ª prova

Jogo do 24 - Vai realizar –se no 3º período no dia 18 de Abril. Profª Clara Alves

Contadora de histórias veio à escola No dia 16 de março, Edite Gil esteve nas aulas de Português das turmas 5º C e 5ºH. Mais uma vez encantou alunos, professora e encarregados de educação presentes. Profª Fátima Santos

Profª Marília Raimundo

CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Cálculo Mental - 2ª prova

A realizar no 3º período, em data a marcar, para os alunos do 4º e 5º anos.

serão selecionados para participar no European Creativity & Innovation Challenge.

Para incentivar os alunos a participar nesta atividade, teve lugar no dia 16 de Fevereiro uma palestra sobre fotografia, com a presença do fotógrafo / professor Fernando Matos. No 3º período, realizar-se-á uma exposição com as fotografias a concurso, e atribuir-se-ão prémio aos vencedores.. O regulamento deste concurso pode ser consultado no blogue da Biblioteca: http://eb23co.wordpress.com/ Profª Rita Frazão

AS NOSSAS ALUNAS REPÓRTERES DA VISÃO JÚNIOR Com a colaboração da BECO, a Joana Costa e a Beatriz Cunha do 5ºH, concorreram à rubrica Conheço um Escritor e foram selecionadas para entrevistar o autor/cantor Sérgio Godinho na Galeria 4A Fábrica. A entrevista saiu na edição de março e em http://aeiou.visao.pt/o

-brilhozinho-nos-olhos-do-sergiogodinho=f649151 Profª Rita Frazão

Jornal Tagarela 2ºPeríodo  

Jornal Tagarela da Conde de Oeiras

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