Issuu on Google+


Nascida na Roménia, mudou-se para Londres em 1998 e de imediato se apaixonou pelos clubs da capital. Em 2006, Claudia apercebeuse que a dance music era o seu caminho e lançou-se na criação de uma carreira por trás dos decks. Com apenas 4 anos de carreira Claudia Cazacu já

se

afirmou

no

mundo

do

DJ'ing

sendo

considerada a DJ Feminina nº1 do Mundo e a única mulher presente no Top 100 da DJ Mag. Enquanto DJ os seus sets constroem-se desde influências

de

minimal

e

tech-house

que

progridem com precisão até ao tech trance, com uma capacidade de abalar as pistas de dança sem igual, fazendo de

Claudia uma

estrela em ascensão, cujas performances se baseiam em qualidade e não descansam na fama já alcançada.


Para além de andar a animar as pistas de dança um pouco por todo o mundo com passagens recentes pela Índia, Austrália, Las Vegas, Itália, Polónia e Suécia, a Claudia dirige a sua própria editora "COUTURE" e produz

um

chamado

programa

"Haute

de

rádio

Couture",

que

mensal, neste

momento é emitido em 14 estações em todo o mundo. Ela recebe regularmente boas críticas pelas suas produções próprias que transcendem os géneros,

tendo

faixas

recentemente

assinadas com as grandes editoras alemãs Armada e Spinnin Records.


Enquanto produtora, Claudia abarca todos

os

estilos

de

dance

music

lançando sons novos e refrescantes através da sua editora "Couture", que acabou de se tornar numa parte da Spinnin' que irá agora tomar conta da gestão da marca e da carreira de Claudia.

A

sua

editora

"Couture"

recebeu o apoio de DJ's de renome, incluindo Tiesto, Paul van Dyk, Armin van Buuren, Ferry Corsten, Sander van Doorn, Above & Beyond e Eddie Halliwell.


Em

2010

originais,

Claudia 3

lançou

remisturas

e

8

dois

álbuns de compilações, mantendo -se ocupada o ano inteiro. Armin van

Bureen

escolheu

a

sua

aclamada faixa "Freefalling", de 2009, para lançar na sua editora ASOT, e também para integrar o álbum "2009 a State of Trance".


W


presents


Sendo um dos DJs mais activos da costa oeste dos Estados Unidos na cena de Progressive House, Darin Epsilon trabalha, também,

como

constantemente

produtor nos

Playlists

e

remixer. de

tops

Darin

Djs

do

está género,

juntamente com Hernan Cattaneo, Sasha, John Digweed, Paul Oakenfold, Sander Van Doorn, Andy Moor, Matt Darey, Nick Warren, Jody Wisternoff, 16 Bit Lolitas, James Grant, Solarstone, Jaytech, D:Fuse, Sandra Collins, Miss Nine, Flash Brothers, DJ Tarkan, Logiztik Sounds e inúmeros outros. Já trabalhou com artistas de renome como, Matthew Dekay, Dresden & Johnston, D:Fuse, Kenneth Thomas, Chris Fortier, Noel Sanger, e Burufunk. O seu trabalho pode ser encontrado em alguns dos principais selos do mundo, incluindo a Perfecto Records e a Baroque Records. O Remix de Darin para a Perfecto, de Paul Oakenfold, entrou para o Top 100 Mundial da Beatport, atingindo a 25º posição no que toca a vendas.

Mais

tarde,

a

compilação

em

parceria

com

Oakenfold, passou a ser vendido no iTunes. Perspectives é seu próprio podcast, onde convida produtores de Progressive House, Tech House, Deep House, Techno numa parceira arrebatadora. Actualmente, Perspectives é considerado uma das melhores apresentações de novos produtores e DJs, rodando em diversas rádios FM e online de todo o mundo.


Recentemente, cinco faixas de Darin foram licenciadas para a MTV. Além disso, quatro dessas faixas deverão aparecer no filme “Slip Cue” que concluem as filmagens no final do próximo verão Norte Americano. Na bagagem, já balançou pistas em quase todos os cantos do planeta, tais como Russia, Bulgária, México, Holanda e Costa Rica. Nos Estados Unidos, foi convidado para

tocar

em

alguns

dos

Clubs

e

eventos

mais

conceituados, incluindo Avalon (Los Angeles), Vision Nightclub (Chicago), Congress Theater (Chicago), Spybar (Chicago), Avalon (Los Angeles), Vanguard, (Los Angeles), Playhouse (Los Angeles), Circus (Los Angeles), 1015 Folsom Ultrabar

(São

Francisco),

(Washington

Trinity DC),

Nightclub Anatomy

(Seattle), Nightclub

(Cleveland), e no Ultra Music Festival e no Miami Winter Music Conference.


Darin Epsilon – Samaritan Life (Fine Taste Remix) [Nueva Digital] Chris Fortier – Twinkle Me (Darin Epsilon Vocal Mix) [Silence Through Music] D:Fuse & Hiratzka – Tobias (Darin Epsilon Remix) [Lost Angeles] Hibernate – Left Alone (Darin Epsilon Remix) [Perfecto] Matthew Dekay – If I Could Fly (Darin Epsilon Remix) [Deep Records] Darin Epsilon pres. Mimoori – Green Destiny (Noosh & Girard Deep Melodic Mix) [Source of Gravity] *Basta clicar no título para ser automaticamente direccionado para a página em questão.


W


presents


“Sem sombra de dúvida que Eddie Halliwell é uma lenda, um herói e um

DJ

com

uma

popularidade

massiva adorado por muitos” – DJ Mag

“Existem

as

pessoas

que

simplesmente põem discos e depois há aqueles DJ‟s que dão a volta à cabeça do público, Eddie Halliwell faz parte do segundo grupo...faz cada set, não importa quão pequeno o club ou quão grande o festival, parecer a festa de encerramento do fim do mundo” – Mixmag


Foi uma ascensão meteórica até à fama – Eddie é a mais jovem estrela do dance music, tendo recentemente sido nomeado como um dos

“New Superstar DJ‟s” pela

Mixmag e nomeado na sondagem “Greatest DJ Of All Time” da mesma revista. Nas palavras de Judge Jules “Eddie olha as pessoas

nos

olhos

e

actua.

Tem

uma

performance de palco incrível, capacidades técnicas incríveis e uma habilidade quase telepática para ler a multidão – Eddie tem tudo.” Para

conseguir

compreender

como

isto

aconteceu tudo tão depressa é preciso ver o Eddie num club. Por detrás da mesa, Eddie transforma-se num enxame de actividade, manipulando constantemente a música com cortes relâmpago, camadas de efeitos e habilidosos scratches.


Ao tocar faixas de um espectro musical alargado – trance, techno, house e electro – Eddie energiza qualquer beat usando as suas

capacidades

técnicas

para

gerar

energia e conseguir novos sons. É reconhecido pelos seus pares como um dos mais inovadores no que toca a utilizar a tecnologia

para

romper

barreiras,

nas

palavras de Paul van Dyk: “Hoje em dia os mais novos usam-na (à tecnologia), mas por exemplo o Eddie Halliwell, o que ele faz com aqueles decks de CD Pioneer é uma loucura! Ele não hesitou; simplesmente atirou-se e conseguiu retirar o melhor da máquina”. Tiesto também sempre mostrou um grande apoio

para

com

Eddie

e

recentemente

apelidou-o de “Lenda”, numa entrevista à DJ Magazine.


Eddie chegou a milhões de casas no Reino Unido com o seu próprio programa de rádio na BBC One, entre 2003 e 2008 Actualmente, Eddie transmite para milhões de ouvintes em todo o mundo através do seu novo programa de rádio – FIRE IT UP RADIO. O seu sucesso aumentou visivelmente ao

longo

dos

anos,

particularmente

com

o

conceito próprio de ED-IT (Eddie trabalha com Tecnologia Integrada), lançado em Agosto de 2009, e que viu o Creamfilds Festival de 2009 surgir fazendo dele o DJ must-see da semana. Em 2010 foi lançada a aguardada colaboração de Eddie

com

a

super-marca

Cream,

a

sua

compilação de Ibiza e também o lançamento da sua aplicação para iPhone. Tendo viajado até cada

canto

do

mundo

para

fazer

os

seus

espectáculos, Eddie terminou 2010 com festas de Natal pelo Reino Unido e uma passagem de ano gigante em San Juan, Porto Rico.


W


by

Com o apoio:


BIO Inna é o nome artístico da cantora romena Elena Alexandra

Apostoleanu,

nascida

em

Mangalia,

Roménia, em 16 de outubro de 1986.

Em 2008, Elena - ou melhor, Inna - estreou a carreira de cantora com o álbum Hot, produzida pela Play & Win. O principal single do álbum, o homônimo "Hot", fez grande sucesso na Roménia, Portugal, Brasil, Moldávia, Bulgária, Líbano, Malta, Polónia, Espanha, Turquia, Rússia, Hungria e Grécia. O segundo single promovido do álbum, Love, chegou à 16ª posição na Kiss FM de Los Angeles na sua semana de estreia. Ela foi indicada para melhor cantora e melhor single no Awards Eska na Polónia. Inna também lançou o single Déjà Vu, em colaboração com Bob Taylor, também conhecido como Fizz, que foi um grande sucesso na Roménia, Moldávia, Bulgária, Rússia, Holanda e Hungria.


Em

2009

no

Romania

MTV

Music

Awards,

realizada em Craiova, Inna ganhou os prémios de Melhor Dança, Melhor Nova Banda, Melhor Show e Melhor Border Breaker, fazendo dela a cantora de maior sucesso da mostra. Os dois primeiros singles de seu primeiro álbum, "Hot" e "Love", receberam quase 50 milhões de exibições no YouTube em menos de um ano. "Hot" sozinho recebeu 35 milhões de visualizações num ano, fazendo dela uma das cantoras mais vistas da Roménia na internet. Inna assinou um contrato com uma editora americana que irá promover seu single "Hot" nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Em Dezembro de 2009, "Hot" alcançou o númro 1 na Billboard's Hot Dance Airplay Chart, tornando-se na primeira música da cantora a atingir o 1º lugar nos Estados Unidos.


O videoclip "Amazing" foi gravado na Praia Grande, em Sintra, e na praia de Carcavelos. Foi por isso que obteve grande audiência por parte do povo português. "10 minutes" foi o seu próximo single lançado nos EUA. Caracterizada por estilo electro-pop, foi alvo de grande procura e atingiu os tops em países

mundiais,

situados

na

Europa

e

América. Em 2011, Inna arranca com o seu estrondoso trabalho "Sun is Up". Editado e realizado na França, onde na primeira quinzena de Janeiro, bate os records em lançamentos e downloads, segundo

as

agências

iTunes,Sony

Music

Record's e Amazon. Apesar de já ter estado em território nacional, Inna nunca actuou para o público portugues, podendo ser esta uma grande oportunidade para tal.


W


presents


DJ e produtor espanhol que começou a tocar em clubes em 1989.

Promotor pioneiro da música techno na

Galiza, Jesus trabalhou como residente em vários clubs. Um deles foi "Óxido", onde esteve durante 4 anos e meio, tornando-se no principal local de música techno da Galiza. O

seu

estilo

é

definido

como

"progressivamente

explosivo", característico da sonoridade techno, mas também uma mistura de sons tribais e mais agressivos que levam o público a um verdadeiro delírio na pista, razão pela qual, está no comando do encerramento da maioria das grandes festas e festivais onde trabalha. Partilha a sua vida principalmente, entre Portugal e Espanha

tendo

participado

em

festivais

como

"Satisfaxion", "Festidance", "Aquasella", "Elektrogaia", etc.

passando também por clubs

espanhóis das

Astúrias, de Burgos, de Cáceres, de Valladolid , de Leon, de Madrid, de San Sebastian, de Segovia, de Palencia, etc. Portugal é outro país onde, desde 1995, Jesus tem trabalhado continuamente e que é reconhecido como um dos maiores DJs da actualidade. Prova disso foi a sua

nomeação

para

melhor

dj

intenacional

e

presença em grandes eventos a cada ano que passa, tais como o "festival Dancefields", "uma semana em um paraíso chamado Portugal", "Tecnolandia", "Supersonic Festival", "União Tribe "ou" Elektro Parade".


Jesus costuma ser a atração principal de qualquer alinhamento, partilhando esse lugar com praticamente todos

os

melhores

DJs

internacionais,

tais

como:

Laurent Garnier, Carl Cox, Jeff Mills, Richie Hawtin, Luke Slater, Derrick May, Gaetek, Dave Clarke, Bem Sims, Marco Carola, Oliver Ho, James Ruskin, Tim Baker, Kenny Larkin, Stacey Pullen, Dj Rush, Dj Misjah, Eric Morillo, de entre outros. Em 2001, publicou um CD chamado "Tecnolandia 2001" com tech house e techno sound que foi um estrondoso sucesso no nosso país, atingindo colocação no número 5 dos CDs mais vendidos em Portugal. Para o final de 2001, é nomeado, também em Portugal, para as categorias de melhor música techno e melhor dj internacional com Richie Hawtin, Jeff Mills, Josh Wink, e Samuel L Sessions. Em 2002, continua a expandir o seu trabalho em novas áreas e gravou o seu segundo cd "Tecnolandia 2002" com sons mais techno e hard.


Em 2003 é novamente nomeado para melhor dj internacional de Portugal ao lado de Carl Cox, Dave Clarke, Jeff Mills e Plasticman e gravou seu terceiro CD "Tecnolandia 2003". Em 2004, a revista de música electrónica em Portugal "Dance Club" oferece a Jesus a responsabilidade pela selecção musical e gravação do CD para o 8 º aniversário desta revista. Este cd teve o nome de "I Love Techno 3" e foi fornecido com cada revista no número do mês de Junho. Como já vinha a ser habitual em cada um dos anos anteriores, volta a lidar com a seleção e mixagem do CD "Tecnolandia 2004", seu quinto CD, e nesse mesmo ano, teve a nomeação de melhor conjunto de música de CD eletrónico no "Awards 2004" em Portugal, além de ser re-nomeado como o melhor dj internacional com Carl Cox, Dj Rush, Eric Morillo e Louie Vega. No final do ano e depois de várias propostas na América Latina e Europa cancelada à última hora por razões diversas, finalmente, em Dezembro, consegue abrir espaço em sua agenda para atravessar as fronteiras fora de Espanha e Portugal, trazendo seu som a um dos maiores e melhores festivais conhecidos "Hyperspace" em Budapeste (Hungria) com o Alter Ego, Funk D'void e Adam Beyer.


Em 2005 e 2006, continua a ser cabeça de cartaz em

muitos

eventos

e

clubs

por

Portugal

e

Espanha. No final do ano tem o seu próprio programa de rádio sobre techno, na estação mais poderosas da música eletrônica do país vizinho, a Loca Fm, tendo como nome TECH GSUS. Em 2007, ele começou a criar o seu próprio selo chamado RECORDS GSUS TECH. Em

2008

decidiu

compilação,

lançar

composta

por

a

sua

duas

primeira produções

próprias chamadas "GSUS TECH" e "óxido", sendo um best-seller no top 10 dj de renome nacional e internacional. Em 2009 o seu nome foi citado em vários clubes e festivais na América Latina, onde teve uma óptima resposta do público. No final do ano, volta a cruzar fronteiras e desta vez é Mosuo City (Rússia). No mesmo ano, decide

deixar o estilo mais techno,

retornando ao house tribal, um estilo que anos atrás trabalhava esporadicamente. Nesse mesmo ano, apelidou o Pacha de Portugal a “Casa do Techno". Em 2011, graças à ampla aceitação por parte do público,

continuará

espanha e Brasil.

em

tourné

por

Portugal,


SITE OFICIAL http://www.jesusdelcampo.com

REDES SOCIAIS http://myspace.com/jesusdelcampo

SETS

http://myspace.com/gsustechrecords

LIVE HOUSE SET Jesus del Campo@House live 2010 http://www.jesusdelcampo.com/ audio/ JesusdelCampo@Houselive2010.mp3

http://www.facebook.com/gsustech

LIVE SET TECHNO (Bogotรก Colombia): http://www.jesusdelcampo.com/ audio/ JesusdelCampo@Bogota_Colombia_1 6agosto200 9.mp3

http://orkut.com

http://tuenti.com http://jesusdelcampo.hi5.com

VIDEOS http://www.youtube.com/watch? v=xGs87MMMaWM http://www.jesusdelcampo.com/fotos/ videos.htm http://www.youtube.com/watch? v=MRfMlbI0AFM http://www.youtube.com/watch? v=GDF88kA51dQ&feature=related


presents


Foi aos 16 anos que DJ KIKY começou a dar os primeiros passos na arte do DJ‟ng, tendo sido influenciado pelo seu pai, também ele DJ durante as décadas de 80 e 90. Quando frequentava o secundário, foi convidado para ser animador da rádio escolar, actividade que continuou durante 4 anos. Nessa altura, começava a pôr as suas ideias musicais em prática, tendo estabelecido como imagem de marca um house com o toque quente do ritmo africano. A sua primeira actuação foi numa gala de finalistas em 2000. Foi uma questão de tempo até começar a ser convidado para animar tanto as noites algarvias como da grande Lisboa. A sua primeira ida a uma casa de relevo foi a Discoteca Konvento, em Lisboa, onde arrancou enormes elogios. Para além disso, DJ KIKY também passou por casas como Musical Klub em Albufeira (Verão 2008), Alkunhas Club (Lagos, Verões de 2008 e 2009), Bombordo (Lagos, 2007/2008), Ducks (actual Fénix, em Lagos, em 2007, 2008 e 2009), Medieval Klub (Aljezur, Maio a Setembro de 2009), Mussulo (Lisboa, 2006), Katedral da Musica (Santo António dos Cavaleiros, 2010), Xlybrys Klub ( Loures, 2009), Década Bar (Amadora, 2008), Discoteca Privê (Praia da Luz, 2008 e 2009) e Duna Beach Club (Lagos, Verao 2008).


DJ KIKY já partilhou a cabine com nomes como Diego Miranda ou DJ Amorim (o maior DJ de musica africana), de entre muitos outros. Um dos momentos altos de DJ KIKY foi o 3º lugar conseguido

no

DJ

CONTEST

da

APDJS

(Associação

Portuguesa de DJS) trazendo assim alguma justiça à sua qualidade enquanto DJ. Actualmente DJ KIKY encontra-se a trabalhar na produção do seu primeiro álbum, que contará com a participação de, de entre outros, MonsterJie. Participa igualmente na elaboração

dos

podcasts

mensais

da

East

Pole

Productions, sendo um dos nomes mais promissores desta empresa. Ao vivo, DJ KIKY consegue levar o público ao êxtase em cada uma das suas actuações, sendo uma excelente aposta para qualquer evento.


Lank a.k.a. Péter Golyán é um dos mais talentosos e requisitados produtores/DJs húngaros da nova geração. Graças ao impacto que a música folk, clássica e electrónica tiveram em si, ele possui um estilo bastante ecléctico. As suas faixas vão desde calmos mixes de ambiente até à energética música techno. Os seus lançamentos atingem as tabelas a par de artistas como Sasha, Hernan Cattaneo, Hybrid e Nick Warren. Desde

2002

que

Lank

é

um

DJ

e

Produtor

reconhecido no seu país. As suas actuações já fizeram dançar muita gente, desde as pequenas festas ao ar livre até clubs a abarrotar. As suas actuações mais populares foram no seu país natal, a Hungria, ao lado de famosos DJs internacionais como Swayzak, Steve Lawler, Shiloh, Jimmy Van M, Roland Klinkenberg, Quivver, Eelke Kleijn, Dave Seaman, Chris Fortier, Anthony Pappa, Özgür Can, Terry

Lee

Timewriter

Brown e

Jeff

Jr,

Johnny

Bennett.

Orange,

Também

The foi

convidado a tocar na Grécia, Rússia, Alemanha e Sérvia.


As suas músicas começaram a ser publicadas em 2003/2004 em várias compilações húngaras e, assim Péter Golyán começou a ganhar cada vez mais reconhecimento também fora do seu país, graças ao crescente número de aparições em tabelas internacionais de DJs. Em 2006, editoras conceituadas de todo o mundo mostraram

interesse

nas

músicas

de

Lank.

“Cowboy Again” foi publicado pela editora BozBoz de John „Quivver‟ Graham. Revelou-se um grande passo

na

carreira

de

Lank,

que

este

lançamento foi apoiado por artistas como Sasha, Anthony Pappa ou Sander Kleinenberg. Nesse mesmo ano foi lançado o EP “Capnoscope EP”, pela No Smoking Records, obtendo igual sucesso. Desde então, os lançamentos seguiram-se uns aos outros, fazendo com que Lank ganhasse cada vez mais fãs em todo o mundo. Ele desenvolveu um estilo único e incomparável nos seus sets. Este dinamismo e energia tornam-se fascinantes e também se aplicam às suas produções, muito aclamadas por DJs internacionais.


O seu longamente aguardado álbum de estreia foi lançado em Abril de 2009, dando aos amantes de música electrónica uma viagem pela explosão de géneros que é o estilo de Lank. Cruzando e remexendo uma variedade de atributos clássicos e modernos da música electrónica sem nunca comprometer a qualidade. Tudo incluído desde Eletrónica Ambiente Melódica & Techno até House Music. Continuando sempre o trabalho de estúdio, ele bombardeia o mundo com remixes de abanar o chão. Editoras como Baroque, microCastle e Proton assinam com ele para algumas remixes, enquanto ele começa um programa chamado “Bounce Back” na Proton Radio, ganhando massivo sucesso entre os ouvintes.


Sempre entusiasmado antes de cada actuação, ele tenta partilhar a sua energética e progressiva house music com a sua fiél audiência todos os fins de semana. De entre os clubs mais importantes em que Lank já actuou encontram-se: Pacha, Home Club, Studio, Dokk Club, Flört Club, Sing Sing, Sziget Festival (todos na Hungria), Goa Beach (em Sarti, na Grécia), Club Public, Club Kakadu, Gagarin Club (todos na Rússia) e Sektor Evolution (em Dresden na Alemanha), de entre outros.


W


Mari Rossi – ou somente Mari, como queiram – começou a sua carreira em meados de 1999. A cena

de

música

eletrónica

brasileira

começava a dar os seus primeiros passos largos.

Mari

comprava

os

seus

primeiros

discos nas galerias do centro de São Paulo e logo seguiu para Londres, onde frequentou várias

festas

e

festivais,

e

claro,

voltou

carregada de discos. Daí para a frente, o resto é história. Da internacional 1ª Ecosystem, na floresta amazónica, ao Coca Cola Vibezone, no palco principal do evento, são muitas as apresentações.


Inúmeros clubes dentro e fora de São Paulo como Royal, DEdge, Café De La Musique, Disco, Museum, Pacha, Manga Rosa, Lov.e, Vegas, Glória, Euro Lounge (Santos), DPNY (Ilhabela), Lotus, Ébano, U-Turn, Lov.e Club, Banana’s, Taboo, Na Mata Café, Urbano, Over Night, Tati Snooker, Torre do Dr Zero, Mood, Macao, Jazzy, Stereo, Broadway, Piranha, Infinity, KVA, Ultralounge , Melt (RJ), Casa da Matriz (RJ), 00 (RJ), Bikini (Sorocaba), Somma Lounge (Anápolis/GO), Bicho do Mato (Porto de Galinhas), Café Cancun (Cuiabá), Sabatash (Brasília), Tribeca (Sorocaba), Muru Muru (Porto de Galinhas), Disco (Foz do Iguaçu), Getúlio Loft (Cuiabá), Mistical, Deja Vu e The Box (Belém do Pará) receberam sua música fina e de classe, além de inúmeras festas e eventos dos mais diversos tipos: SPFW (todas as edições há cinco anos), Parada AME para 130 mil pessoas, Parada Gay em 2007 para 3,5 milhões de pessoas, Microsoft (XBox), Semana de Moda, Amni Hot Spot, Audi, Nespresso, Niptuck/Fox, Ferrari Fórmula 1, Galeria Melissa, Adidas Adicolor, Swatch, Converse/All Star, Recife Beats, Vivo Open Air, Recife Indoor, Sanofi-Aventis, Mercado Mix, Motomix em São Paulo e Belém do Pará, Etna Beats em Macapá, o projeto Oi na Praia em Porto de Galinhas, Espaço Nextel em Campos do Jordão e Brahma Sessions no Canadá são só alguns exemplos.


Não contente com sua progressiva carreira dentro do Brasil, ainda se apresentou na capital inglesa – Londres – no clube WKD, em festa organizada pelo DJ Chris Intaface, e na brasileiríssima Hot Beatz, dos DJs S.P.Y. e Tisso, no Lock 17, em Camden Town. Sua última paragem foi no Canadá,onde se apresentou no ano passado no clube Mercury Lounge em Ottawa. Hoje, alguns anos e muitas festas depois da sua estreia,

é

considerada

uma

das

top

DJs

paulistanas, tendo o seu trabalho reconhecido em vários lugares do país. Dona de uma técnica que, em muito, combina com o estilo que toca, também é a portadora de um repertório delicioso, que mostra muitas das influência que o jazz tem em outros estilos musicais, como house e broken beats, mais conhecido como NuJazz. Seu set é quente e cheio de groove, descendo muito bem. Residiu nos seguintes clubes Macao, Jazzy, Jive, 8, Vegas e D-Edge.


Mari é pós graduada em jornalismo de moda e comportamento. Colaborou para a revista Beatzs e para o site Skol Beats, que retrata a cena nacional e

internacional,

fazendo

reviews,

matérias

e

entrevistas, também para o site Rraurl, maior e mais respeitado site especializado em música eletrónica

e

Atualmente Petiscos, da

para

o

trabalha

site como

Erika editora

Palomino. do

site

produtora musical Julia Petit

e

colabora para a versão brasileira da bíblia da música eletrónica DJ Mag. Durante as três últimas temporadas de moda, ela escreveu para o SPFW Journal, jornal oficial do São Paulo Fashion Week e desenvolve trilhas para marcas como: Amapô, Garimpo-Fuxique, Carvas,

Corazzo

Spezzato, Jóias

Evidence,

(hotel

Emiliano),

Paulo P&H

Parresh, Monne, Equus, Flávia Goldfarb e Espaço de moda Carolina Faggion. Além de tocar nas lojas Iódice, Fause Haten, Equus, Mercearia, Amarilis Fernandes, Flávia Goldfarb, Pollignano Al Mare, Norità,

Garimpo-Fuxique,

Carla

Amorim,

Clube

Chocolate, Madri, Wish, Marcela Sant‟anna, Clube de Estilo, Daniella Zylbersztajn entre outras. Não importa quantas vezes você a veja tocar, ela sempre vai ter algo de novo pra mostrar.


presents


Foi aos 14 anos que MonsterJie se começou a interessar pelo mundo do DJ’ing. A sua primeira incursão nesta área foi em casa, com a aparelhagem CROWN da mãe, que ficou bastante danificada depois das experiências iniciais. No entanto, desde essa altura e até meados do ano 2000, MonsterJie, movido pela curiosidade e gosto pelo house music, tornou-se autodidacta na arte do DJ‟ng, procurando através do que via outros fazer, aprender e fazer algo melhor. A partir de 2000, ele começou na área da produção, que consistia em criar música tendo em conta a sua vida pessoal, a sua escrita, com influências do seu gosto musical bastante ecléctico, que vai desde Nirvana a Bach.


Após uma longa etapa de aperfeiçoamento, em 2007 edita, à revelia de todas as editoras, com venda apenas através da internet, o seu primeiro álbum, “Broken Heart Sessions– Part I”. Desse album foram feitas, inicialmente, 1000 cópias, que foram vendidas no espaço de uma semana. Em 2009, surge a segunda parte de “Broken Heart Sessions”, tendo vendido sensivelmente o mesmo número de cópias também pela internet. Recentemente iniciou a gravação para o seu 3º álbum,

que

terá

como

nome

“HALF

RESSURRECTION” que contará com a participação de grandes nomes do dance music internacional, Este título deve-se ao facto de em 2010 ter perdido a sua mãe, vítima de cancro. No entanto, devido a esse mesmo acontecimento, MonsterJie tornou-se num activista na luta contra o cancro, pois também o seu pai havia falecido da mesma doença em 1982.


MonsterJie conta com apenas 16 actuações ao vivo em 17 anos de carreira. O mesmo não tem por hábito aparecer em palco, optando pelo trabalho de estúdio

e

por

outras

áreas

da

sua

vida,

nomeadamente a parte empresarial. Actualmente, o músico tem dedicado a sua vida a descobrir novos talentos e a inseri-los no nosso mercado. Uma actuação ao vivo de MonsterJie é sinónimo de grande espectáculo, pois o mesmo é exigente nos cenários de palco, tendo em vista o agrado do público. Todas as suas características em palco são influenciadas por nomes como Steve Aoki e Paul Oakenfold, passando por Umek.


W


presents

W

Satoshi Fumi


É um dos maiores talentos asiáticos da actualidade. Durante a década de 90, Satoshi Fumi cresceu com os movimentos house de Nova York, Chicago e Detroit. Assim, Absorveu uma variedade de sons de música electrónica durante esse periodo, que o influenciaram no moldar e desenvolver do seu próprio estilo. Satoshi aprefeiçoou as suas capacidades de produtor a ponto de estas lhe permitirem ter a liberdade de criar, enquanto DJ, e mixar uma variedade de estilos de dance musicem conjunto, tais como o House, o Techno e o Acid.


Isto tudo já lhe permitiu ter editado o seu próprio trabalho e ter actuado em variados países europeus tais como a Alemanha ou a Grécia. Recentemente, Satoshi Fundou a sua própria editora chamada Sequent: Recordings. Não será de estranhar a sua rápida ascensão no mundo do dance music, visto o mesmo ser um produtor abrangente de vários estilos musicais, sendo o reflexo disso a sua forte e sólida discografia.


A carreira musical de Satoshi Tomiie começou logo em tenra idade quando os seus pais o encorajaram a estudar piano. Ele praticou com este instrumento durante uns admiráveis 10 anos, desenvolvendo uma paixão distinta pelo Jazz. Cedo o som do Hip Hop o provocou a começar a sua incursão pelo DJ‟ing e pela produção musical. Depois veio o House, enquanto Satoshi ficava fascinado pelas mix-tapes primordiais de Chicago que ia ouvindo. Uma empresa japonesa de cosméticos contratou Satoshi para produzir uma faixa para a promoção das suas festas, em que o lendário DJ Frankie Knuckles actuava. Knuckles viu o potencial de Satoshi para a música e perguntou-lhe se ele não estaria interessado

numa

colaboração.

O

resultado

final

da

sua

parceria foi “Tears”, um momento defenidor no house vocal e uma música hoje comummente encarada como um clássico. Depressa Satoshi deu o salto, e mudou-se para Nova York. Desde o seu produtivo êxito “Tears” em 1989 ele tornou-se numa parte importante do aclamado grupo Def Mix. Embora o início da carreira de Satoshi tenha sido baseado na sua formação enquanto músico de formação clássica, ele utilizou os seus talentos nos primeiros anos de carreira para escrever, programar e produzir um dos maiores álbuns clássicos de house dos nossos tempos. Satoshi também remixou e trabalhou com Photek, Kosheen, Simply Red, David Bowie, U2 e Mariah Carey, apenas para mencionar alguns.


O álbum de estreia a solo de Satoshi chama-se Full Lick e foi editado em 2000. O álbum continha o extraordinário hino “Love in Traffic” com Keli Ali (ex-Sneaker Pimps) na voz. A faixa foi escolhida por John Digweed para o seu mix Global Underground e continua a ser um clássico do progressive até hoje. O álbum também incluía “Darkness”, com o vocalista veterano de house Robert Owens, e “Inspired” com Diane Charlamagne. Em

2001,

Satoshi

Tomiie

lançou

a

sua

própria

editora

“SAW.RECORDINGS”. O desejo de Satoshi foi o de criar uma plataforma a partir de onde ele fosse capaz de mostrar ideias e ser criativo de um modo mais experimental. O primeiro single lançado pela SAW foi “Paranoize”, por Bipath (em colaboração com Stephane K.) causando grande excitação em DJ‟s de todo o mundo. Se a SAW.RECORDINGS é um exemplo da direcção que Satoshi está a tomar, ele também está a reconhecer as mudanças na música de dança, transformando assim o que a música House é. O House nunca pára de evoluir e romper fronteiras, e Satoshi Tomiie está na primeira linha deste movimento. A Saw Recordings de Satoshi cravou para si um nicho e conquistou uma formidável reputação. Tomando o seu nome de uma onda sonora, a empresa já tem lançados até à data mais de 70 singles, juntamente com 5 álbuns, incluindo a sublime variedade de rock, electro e house de Chab, Slok, Guy Gerber, Audiofly X, Jim Rivers, Nick Chacona, Nathan Fake, Lexicon Avenue e as compilações de mixes ES e ES-B do próprio Satoshi.


Quando Satoshi foi convidado pelos reis das compilações Global Undergrouns para contribuir com um mix para a sua série NuBreed, foi uma grande honra. Satoshi foi o primeiro DJ radicado na América a ser convidado para graver um álbum NuBreed, conhecidos por trabalharem apenas com os DJ‟s líderes de topo. O álbum de Satoshi mantém-se como o mais rapidamente e mais vendido de sempre NuBreed até à data. Em 2001 Satoshi Tomiie foi votado pelo público para receber a maior honra enquanto DJ, o 30º lugar no World‟s Top 100 DJ List e ganhou o Best Tech House DJ Ibiza DJ Award. Satoshi também está a encontrar reconhecimento internacional agora enquanto dono de uma editora para além dos talentos provados enquanto DJ, Produtor/Artista e Músico. Os últimos anos têm sido só sobre DJ‟ing para Satoshi. Este japonês-nova-iorquino tem estado virtualmente em todo o lado imaginável nos anos recentes. Tomiie foi também votado como o 15º DJ favorito da América no mundo pela primeira revista de música e tecnologias BPM. Ele só vai à sua cidade natal Tóquio a cada seis meses; o resto do ano ele passa a viajar, usando a Big Apple como segunda casa, que também serve como ponto-médio entre a Ásia, América do Sul e Europa – onde a maioria dos seus espectáculos são.


Em 2006, Satoshi foi escolhido para mixar o primeiro álbum da nova série 3D Renaissance. A série de 3 CD‟s inclui os seguintes discos: Club, Home e Studio. Este trabalho encontra-se um passo à frente das compilações normais uma vez que oferece uma visão tridimensional sobre a vida musical de Satoshi através dos três discos. O disco “Club” é um reflexo directo dos sets actuais de Satoshi nos clubs. O disco 2 trata-se de uma selecção de produções originais e remixes. O disco 3 (Home), é uma selecção de faixas, remisturadas ou não, que Satoshi ouve no seu tempo de inactividade e faixas que o influenciaram ao longo dos anos. Seguiram-se o lançamento de dois álbuns bem sucedidos na série “Masters” do Renaissance e o lançamento dos seus próprios singles “Glow” e “Solar Wind” na Saw Recordings. Em 2010 ele lançou “Back 2 Basics” com remisturas de Andre Lederman e Mabaan Soul, como single de seguimento sob Mes em SAW.RECORDINGS.


W


presents


Há muito tempo que a Eslovénia é conhecida pelas suas grandes festas electrónicas, mas dado

que

bastante

a

cena

pequenas,

local

tem

aqueles

dimensões

que

queiram

levar a arte de remixar e produzir até um nível profissional têm de sair para o mundo. Umek deu este passo a meio dos anos 90 e assim tornou-se numa das mais importantes figuras do panorama global do techno, mesmo antes do final do milénio. Juntamente com outras pessoas que partilhavam a mesma visão, ele atravessou com sucesso a primeira era de pesquisa e recriação das regras da Dance

Music com as plataformas Recycled Loops, Consumer

Recreation

e

Astrodisco,

todos

puseram o som do techno esloveno no mapa da música electrónica.


No início de 2007, Umek criou o novo 1605 Music

Therapy

Sixteenofive,

com

o

qual

marcou o início da segunda era da sua criação musical. Depois de 3 anos, a marca já é descrita como um grande sucesso, com um número exemplar de lançamentos a atingir a Beatport Techno Chart. O grande sucesso de “Electronics Day, 10” – o principal evento de techno da 1605 em Krizanke (Ljubljana, Eslovénia), pelo quarto ano consecutivo – o popular festival de verão “Disconautica” em 2009 (Koper, Eslovénia) com o palco principal a cargo da 1605 e que levou mais de 50.000 pessoas, só vieram aprofundar a história de sucesso da 1605. Para além disso, os muitos lançamentos supreendentes de 2010, já para não mencionar a jóia da coroa “Responding to Dynamic”, o segundo álbum de originais de Umek (lançado em Março de 2010), são a melhor prova de que Umek continua focado no seu objectivo qualidade

primário: que

se

fazer

produções

destaquem

do

de

alta

resto

e

aproximar a música das pessoas em todo o mundo.


Nomeações competições

e

prémios de

música

nas

mais

do

prestigiadas

mundo

parecem

simplesmente cair no colo de Umek – ele foi votado para o primeiro lugar dos Beatport World Music Awards

na

categoria

de

tecnho,

para

não

mencionar que ele foi um dos mais vendidos no Beatport em 2009. Na DJ Mag Top 100 DJ‟s do ano passado, Umek ficou posicionado no 3º lugar na categoria de techno e no 39º lugar na categoria geral. Em termos de produção podemos também apontar 2010 como um dos anos mais bem sucedidos de Umek. Nos últimos dois meses ele teve duas faixas posicionadas no primeiro lugar da tabela geral do Beatport – o OMGWTF e o Back In The Race, que foi produzido com Beltek. Mas a história de sucesso de Umek está longe de estar

terminada.

Em

Dezembro

foi

lançado

um

interessante documentário chamado “Techno heavyweights Umek & Carl Cox in back to back interview”, em que Umek e Carl Cox conversam acerca do seu passado, música e futuro do techno. De visionamento obrigatório para qualquer pessoa que se considere amante de música electrónica. Por último, mas não menos importante, Umek fez um remake total do seu hit clássico Gatex (chamado Gatex 2010).


W


Catálogo de artistas East Pole Productions