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DäC sta Olá visitantes, É com grande satisfação que apresentamos a revista eletrônica de Outubro de 2010. Nela, através de alguns slides da palestra “O que as etiquetas falam ?”, você aprenderá um pouco mais sobre a tecnologia de RFID, Nas páginas que seguem serão apresentados os principais componentes de uma solução RFID e qual o papel de cada um deles. Você descobrirá ainda quais são as etapas que compõem um projeto de sucesso que utilize soluções com RFID. Por fim, há também um estudo de caso de aplicação de RFID com RTLS para rastreamento de notebooks dentro dos escritórios e áreas de operação. Esperamos que gostem do conteúdo e enviem sugestões sobre temas que queira que sejam publicados. Na versão de Dezembro de 2010 traremos o detalhamento de um projeto com RFID aplicado no processo de produção fios sintéticos. Boa leitura ! DäCosta & Chiara E-mail: contato@dacosta.net.br

Revista Eletrônica – Outubro de 2010

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Av. Paulista, 1079 – 8• andar CEP: 01311-200 – São Paulo – SP Tel: +55 11 2787-6383 Site: www.dacosta.net.br

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DCC Student ID Benefícios • • • • • • • •

Controle de presença dos alunos nas dependências da escola Cham ada eletrônica (podendo ser definido intervalos de leitura durante a aula) Acompanham ento pelos pais on-line (inclusive se o filho está com a roupa adequ ada para a condição clim ática) Localização de peças de roupas perdidas Rastreabilidade de bens dos alunos (itens definidos pelos pais) Integração com o sistema de transp orte escolar Integração com a cantina de lanche s Integração com o sistema de gestão escolar/acadêmica

Estrutura do sistema Módulos • • • • • • • • • • •

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Cadastro de alunos (integração) Grade escolar (integração) T ipos de peças de uniform e T ipos de itens pessoais Associação alunos x peças de uniform es Associação alunos x itens pessoais Cham ada eletrônica Achados e Perdidos Snifer (relatórios) Family tracker (m obile, IPOD e web) Snifer Real-T ime

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DäC sta RFID - (Rádio Frequency Identification – Identificação por Rádio Frequência) é um método que utiliza ondas eletromagnéticas para acessar dados armazenados em um microchip acoplado a uma pequena antena identificando os objetos nele fixado. 1930 – Exército e Marinha - Identificar alvos no solo 1937 – Identificação de aeronaves amigas e inimigas 1970 – Inventário e vigilância eletrônica 1980 – Desenvolvido o tag UHF possibilitando leituras superiores a 10 metros 1990 – Pedágio Eletrônico

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DäC sta As organizações ISO e GS1 são as principais organizações que desenvolveram os padrões de RFID, bem como padrões relativos a captura automática de dados. • ISO 11784, 11785 e 14223 – Padrão para aplicação de RFID no rastreamento de animais • ISO 0536, 14443 e 15693 – Padrão para aplicação de RFID no controle de acesso e pagamentos • ISO 10374 – Identificação de containers de frete • ISO 18000 – Identificação de itens – Similar ao padrão GS1

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DäC sta Regulamentação ANATEL As radiofrequências são um recurso limitado e um bem público. Por esse motivo, sua utilização deve ser feita de forma adequada. A ANATAL (Agência Nacional de Telecomunicações), por meio da Lei 9.472/97, administra, regulamenta e fiscaliza o uso do espectro de radiofrequência. Cada faixa de radiofrequência é adequada para uma determinada aplicação ou serviço. A Resolução nº 506, de º de Julho de 2008, regulamenta o uso das faixas de radiofrequências e equipamentos.

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DäC sta As soluções com RFID são compostas basicamente por 3 elementos de hardware:

• Etiquetas • Leitores • Antenas Existem outros elementos que ajudam a compor o cenário para uso de uma solução com o RFID e que nunca deverão ser subestimados:

• Processo • Pessoas • Ambiente • Objetos Revista Eletrônica – Outubro de 2010

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Etiquetas

Também conhecida como transponder (transmiter+responder), contém dados que são transmitidos quando interrogadas. As etiquetas consistem de um circuito integrado conectados a uma antena. O circuito integrado tem uma memória para armazenar dados e alguns processamentos lógicos.

A memória do CI pode ser: Conector

• Somente leitura (Ready only) • Uma gravação/várias leituras (Write once/read many- Worn) • Leitura/gravação (Read/write)

Substrato

Antena

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CI

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DäC sta Classificação das etiquetas As classificações das etiquetas dependem de sua fonte de energia, da frequência e da sua funcionalidade.

Passivas Precisam estar na presença do campo eletromagnético do leitor, recebendo energia suficiente para se comunicar. O sinal inicial do leitor faz com que apareça uma corrente elétrica na etiqueta e assim o CI a utiliza para habilitar as funções de leitura, escrita e transmissão. O alcance da é limitado pela potência que ela pode receber das ondas eletromagnéticas do leitor.

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DäC sta Classificação das etiquetas As classificações das etiquetas dependem de sua fonte de energia, da frequência e da sua funcionalidade.

Semi-passivas As etiquetas semi-passivas são híbridas das etiquetas ativas e passivas. Este tipo de etiqueta possui uma bateria de baixo custo que é usada para alimentar os circuitos elétricos internos, porém não possui transmissor. As etiquetas semi-passivas apenas operam quando recebem uma potência do leitor. A potência da bateria das etiquetas semi-passivas evita a falha de potência do sinal do leitor. O sinal de transmissão que enviam para o leitor são mais fortes, transmitindo a distâncias maiores. Revista Eletrônica – Outubro de 2010

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DäC sta Classificação das etiquetas As classificações das etiquetas dependem de sua fonte de energia, da frequência e da sua funcionalidade.

Ativas As etiquetas ativas possuem um transmissor e uma bateria interna que fornece energia para a comunicação da etiqueta. Por essa razão podem melhorar significativamente o alcance da comunicação entre a etiqueta e o leitor. A potência da bateria das etiquetas semi-passivas evita a falha de potência do sinal do leitor. O sinal de transmissão que enviam para o leitor são mais fortes, transmitindo a distâncias maiores. Revista Eletrônica – Outubro de 2010

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DäC sta Classificação das etiquetas As classificações das etiquetas dependem de sua fonte de energia, da frequência e da sua funcionalidade.

Frequência Um dos aspectos mais importantes da conexão entre uma etiqueta e um leitor é a frequência em que ela opera. A frequência de operação pode variar com base na aplicação, nas normas e nos regulamentos. As faixas mais comuns de frequência utilizadas pelo RFID são: • Baixa frequência (LF) em 125Khz-134Khz ou menos • Alta Frequência (HF) em 13,56Mhz • Ultra Alta Frequência (UHF) começando em 860 a 930Mhz • Microondas em 2,45Ghz

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DäC sta Classificação das etiquetas As classificações das etiquetas dependem de sua fonte de energia, da frequência e da sua funcionalidade.

Frequência •

LF (low frequency): de 30 kHz até 300 kHz. As etiquetas desta faixa de freqüência são fabricadas em 125 kHz ou 134,2 kHz. Geralmente, são etiquetas passivas e seu maior uso é na identificação de animais e rebanhos;

HF (high frequency): de 3 MHz até 30 MHz. Etiquetas construídas em 13,56 MHz, normalmente utilizadas para identificar objetos individuais, como nas lojas de departamento em sistemas antifurto;

UHF (ultra-high frequency): de 300 MHz até 1 GHz. Nesta faixa, as etiquetas são fabricadas em 868 MHz na Europa e em 915 MHz nos Estados Unidos. Estas etiquetas comumente são empregadas em processos logísticos, como transportes de cargas;

Microondas: acima de 1 GHz. Duas freqüências para RFID: 2,45 GHz e 5,8 GHz. Esta faixa de freqüências é utilizada em aplicações industriais, científicas e médicas (ISM).

As características de propagação e recepção de cada faixa de freqüências são inerentes ao ambiente, tipo de material existente, obstruções, etc. Baixas freqüências (LF e HF) sempre fazem acoplamento magnético, exatamente como um transformador, e trabalham em pequenas distâncias. Já freqüências mais altas (UHF eRevista microondas) trabalham com campos eletromagnéticos, como um celular, e conseguem atingir distâncias Eletrônica – Outubro de 2010 14 maiores.


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Leitores

O leitor consiste em um transceptor de radiofreqüência que opera em uma das freqüências padronizadas para este tipo de aplicação (125 kHz, 13,56 Hz, 862 a 932 MHz ou 2,4 GHz). Do outro lado temos um transponder, que irá responder aos comandos recebidos do leitor. Existem três tecnologias para implementação dos transponders: passivos (não possuem qualquer fonte de alimentação integrada), semipassivos (possuem uma fonte de energia integrada apenas para alimentar a etapa de recepção) e ativos (possuem uma fonte de energia integrada e um circuito de transmissão ativo, o que garante um alcance muito maior).

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Tipos de leitores

Para escolha do leitor deve ser considerado a especificação do hardware e software a ser utilizado. O tamanho do leitor e a funcionalidade determinam o custo deste equipamento. Os leitores podem ser portáteis, fixos, embutidos ou embarcados.

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Antenas

As antenas são os condutores da comunicação de dados entre a etiqueta e o leitor. O estilo da antena e o posicionamento representam um fator significativo na determinação da área de cobertura, alcance e desempenho na comunicação.

A principal limitação do número de antenas que um leitor pode controlar é a perda do sinal no cabo. A maioria das instalações mantém o leitor dentro de 2 metros da antena mais distante.

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DäC sta O sistema RFID pode ser utilizado em uma variedade de aplicações que necessitam de detecção, identificação e rastreamento eficiente dos objetos. •

Controle de ativos e inventário

Segurança e controle de acesso

Controle de tráfego de veículos

Controle de bilhetes de transporte em massa

Antifurto de veículos

Identificação de pacientes

Rastreamento de livros

Movimentação de bagagens

Controle de estoque

Automação industrial

Expedição e movimentação de pallets

Rastreamento animal

• Revista Implantes humanos Eletrônica – Outubro de 2010

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DäC sta A implementação de uma solução de RFID é um trabalho que deve ser executado com a máxima responsabilidade, exigindo de todos os envolvidos muito comprometimento, perseverança e cooperação. É sabido que não há solução de RFID pronta e vendida em caixa, é necessária a execução de várias etapas, até que se obtenha a confiança necessária de que a solução dará as respostas desejadas. A metodologia aplicada pela DäCosta é composta pelas seguintes etapas: • Análise dos processos • Seleção/Avaliação de componentes da solução • Prova de Conceito • Aquisições ou Especificação Técnica para aquisição pelo cliente • Instalação e acompanhamento pós-instalação • Suporte Técnico/Operacional A modularização do projeto permite que a contratação seja realizada por etapas, em função dos resultados apresentados na etapa anterior, dessa forma o cliente fica com a liberdade de decidir até aonde podemos ir com o projeto.

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Estudo de Caso

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Estudo de Caso O problema Identificar e rastrear equipamentos de TI.

Benefícios • Agilidade na localização dos ativos • Agilidade e acuracidade do inventário • Rastreabilidade a respeito da movimentação dos itens

Características Parque de equipamentos composto por itens portáteis e móveis, utilizados em qualquer ponto da instituição. Revista Eletrônica – Outubro de 2010

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Estudo de Caso

Análise de local (Avaliação visual a partir de uma planta baixa)

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Estudo de Caso Análise de local (Site Survey)

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Estudo de Caso

Avaliação de alternativas e seleção de componentes

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Estudo de Caso

Projeto Piloto - Testes e mais teste de leitura

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Estudo de Caso

Projeto Piloto - Monitoramento

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Estudo de Caso

Solução Identificar os equipamentos com etiquetas RFID Criar portais nos principais pontos de acesso Prover leitores ou sensores de presença nos postos de trabalho Utilizar software RTLS para gerenciamento em tempo real

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Estudo de Caso

Solução final teb o N

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Rede wireless corporativa Revista Eletrônica – Outubro de 2010

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DäC sta A 1ª solução com RFID para rastreamento de amostras em laboratórios de análise físicoquimícas.

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Revista Eletrônica da empresa DäCosta & Chiara do mês de Outubro de 2010.

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