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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTELO DE PAIVA 2010-2013


- Decreto-Lei 43/89 (artigo 26º); - Decreto-Lei 115-A/98 e legislação subsequente; - Lei nº 31/2002 “Lei do Sistema de Avaliação da Educação e do Ensino não Superior”

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Permitir à comunidade educativa obter um conhecimento e um olhar mais claro acerca de si própria, da sua organização e das suas práticas; Valorizar e ampliar as boas práticas existentes e transformar positivamente as fragilidades, aumentando, deste modo, a eficácia e eficiência organizacional e individual na instituição. Ser entendida como uma ajuda e não como uma ameaça. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTELO DE PAIVA 2010-2013


A participação e implicação de todos os intervenientes do contexto educativo é fundamental para a persecução do processo de AutoAvaliação. Com um mandato de um ano lectivo, a Equipa de Auto-Avaliação (EAA) integra os seguintes representantes da comunidade educativa:

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EQUIPA AUTO-AVALIAÇÃO - (funções deliberativas (*) e executivas) NOME Maria do Rosário Teixeira Sales Paula Cristina da Silva Nunes António José de Amorim Andrade Morais Agostinho de Jesus Vieira Belmira Paiva Pinto Cidália Correia Soares da Costa Paulo Jesus Castro Oliveira Rute Marlene Duarte Araújo Silva Damas Sandra Manuela Moreira Martins

FUNÇÃO Membro da Direcção - Educadora de Infância (*) Membro da Direcção - Docente do 2º Ciclo (*) Coordenador da EAA - Docente do 3º Ciclo e Secundário (*) Membro da EAA - Docente do 2º Ciclo (Coordenador Projecto Educativo 2010/2013) Membro da EAA - Docente do 3º Ciclo e Secundário (Coordenadora Plano Anual de Actividades do Agrupamento) Membro da EAA - Docente do Pré Escolar (Coordenadora da Educação Pré Escolar) Membro da EAA - Docente do 2º Ciclo Membro da EAA - Docente do 3º Ciclo e Secundário (Responsável pela página do AVECP na Internet) Membro da EAA - Docente do 1º Ciclo

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EQUIPA AUTO-AVALIAÇÃO – Colaboradores - (funções predominantemente executivas) NOME

FUNÇÃO

Cristina Maria Moreira da Rocha

Colaborador da EAA - Docente do Ensino Secundário (Membro da Equipa Projecto Educativo)

Marco Alexandre Faria Caetano

Colaborador da EAA - Docente do 3º Ciclo e Secundário (Informática – Tratamento de dados)

Renato Cláudio da Silva Ferreira

Colaborador da EAA - Docente do 3º Ciclo e Secundário (Coordenador do CNO AVECP)

Rui Miguel Alves Coelho de Barros

Colaborador da EAA - Docente do 3º Ciclo e Secundário (Informática – Tratamento de dados)

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EQUIPA AUTO-AVALIAÇÃO (funções deliberativas e executivas) NOME Sara Catarina Nunes da Silva Santos Gonçalo Rocha António João Santos Maria Deolinda Sousa

FUNÇÃO Membro da EAA - Representante dos Alunos do Agrupamento Membro da EAA - Representante da Autarquia local (Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva) Membro da EAA - Representante dos Encarregados de Educação Membro da EAA - Representante do Pessoal Não Docente do Agrupamento

CONSULTOR EXTERNO – UNIVERSIDADE CATÓLICA NOME João José Rodrigues Veiga

FUNÇÃO Investigador da Universidade Católica Portuguesa - “Amigo crítico” Elemento potenciador da reflexão crítica sobre a realidade do Agrupamento

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1. Promover a cultura de melhoria da qualidade; 2. Aumentar o conhecimento sobre os processos que se desenvolvem no Agrupamento; 3. Criar uma bateria de dados indicadores Institucionais; 4. Valorizar e ampliar as boas práticas educativas existentes, tanto individuais como colectivas. 5. Conhecer, para transformar positivamente as fragilidades do Agrupamento em oportunidades. 6. Sensibilizar a comunidade educativa para a participação activa no processo educativo.

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- o Compromisso; - o Rigor; - a Simplicidade; - a Eficiência; - a Eficácia; - e a Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTELO DE PAIVA 2010-2013


Modelos de origem empresarial (ISO 9000, Balanced Scorecard, e CAF) “(…) não parece integrar suficientemente a importância do contexto organizacional, que no caso das escolas nos parece determinar significativamente os resultados” (Alaíz, 2007).

Modelos Abertos (Alaíz, 2007) – Modelo Adoptado - Assentam na especificidade da escola, não se ficam apenas pelas “vantagens” que resultam da aplicação de inquéritos fechados de opinião (resultados objectivos, menos sujeitos ao arbítrio); - Os instrumentos e procedimentos de recolha de dados (inquéritos de resposta aberta e grupos de discussão) pressupõem a participação (inter) activa dos membros da comunidade educativa, suscitando a explicitação das diferentes concepções de Escola.

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6.1 Iniciar o Processo – Parte 1 ● Leitura de documentos de apoio e informação relevante para o processo; ● Constituição da EAA; ● Escolha de um “amigo crítico” (Consultor Externo);

MOMENTO

2010 S O N

D

● Elaboração dos princípios que fundamentam a AA (Carta de Princípios); ● Analisar formas de integrar e consagrar nos documentos orientadores do Agrupamento a Auto-Avaliação, nomeadamente, Projecto Educativo, Regulamento Interno e Plano Anual de Actividades; ● Publicitar o processo de Auto-Avaliação à comunidade educativa (página e plataforma Moodle do Agrupamento na Internet, e Blogue dedicado à AutoAvaliação);

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6.1 Iniciar o Processo – Parte 2 ● Definição da estratégia a usar para o levantamento da situação actual do Agrupamento; ● Levantamento de dados já coligados e tratados na base de dados BESP; ● Início da construção, em suporte digital, de uma Bateria de Dados Indicadores Institucionais (BDI); ● Levantamento para determinar as áreas prioritárias de intervenção ● Definir as áreas de incidência da avaliação; ● Definir os indicadores a usar no estudo;

MOMENTO

2010 S O N

D

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6.2 Traçar um Plano de Acção ● Escolher o método conceptual e técnicas a utilizar; ● Calendarizar as acções; ● Produzir materiais e instrumentos para operacionalizar a AutoAvaliação, tais como, inquéritos, entrevistas, grupos de discussão, etc; ● Realizar testes de aplicação dos instrumentos (rigor científico) elaborados; ● Aplicação dos instrumentos, provavelmente em momentos faseados;

MOMENTO 2010

N D

2011

J

F M A

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6.3 Recolha, tratamento e análise dos dados obtidos

MOMENTO 2010

Tratamento em suporte digital dos dados recolhidos, tendo sempre em conta dois aspectos N D de maior relevância:

2011

J

F M A

● Respeito pelos respondentes (Rigor ético); ● Triangulação dos dados recolhidos (Rigor científico);

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6.4 Interpretar e divulgar os resultados da avaliação

Página do Agrupamento na Internet http://joomla.eb23-castelo-paiva.rcts.pt/

MOMENTO 2011

F M A M J

J

Plataforma Moodle do Agrupamento http://moodle.eb23-castelo-paiva.rcts.pt/login/index.php

Blogue da Equipa de Auto-Avaliação, http://eaa-avecp.blogs.sapo.pt/

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6.5 Análise SWOT – pontos fortes e pontos a melhorar Este tipo de análise fornece um enquadramento para análise de estratégias, opções e orientações de acção.

MOMENTO 2011

F M A M J

J

Os resultados são expressos em dois valores que constituem uma relação dupla entre as Forças e as Fraquezas e a relação entre as Oportunidades e as Ameaças. Essas relações são representadas em dois vectores (SW e OT). A ferramenta situa a instituição num Mapa de Posicionamento SWOT, e o quadrante em que a instituição se enquadrar, identifica a situação.

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6.6 Discussão e elaboração de um relatório preliminar

MOMENTO 2011

Contém: F M A M J As recomendações e calendarização do plano de melhoria e constituirá, em conformidade com as prioridades definidas pela Direcção do Agrupamento, um documento com forte relevância na organização e funcionamento futuro do Agrupamento.

J

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6.7 Aplicação do plano de melhoria definido Na elaboração do plano de melhoria intervém: - EAA (destacar o papel activo da Direcção do Agrupamento); - Consulta ao Conselho Pedagógico e Conselho Geral;

MOMENTO 2011

A M

J

J A S

Operacionalização: 1) Extracção dos tópicos/sugestões de melhoria do relatório preliminar da auto-avaliação; 2) Formulação de acções de melhoria abrangentes e relevantes; 3) Planificação das acções de melhoria seleccionadas (responsabilidades para cada acção, o calendário e os recursos necessários).

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6.8 Meta Avaliação – a avaliação da avaliação

MOMENTO 2011

A M

J

J A S

Actividade crucial para assegurar a integridade de uma avaliação, desde a sua concepção até aos resultados.

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6.9 Apresentação do relatório anual ao Conselho Geral

MOMENTO 2011

1.

O relatório de auto-avaliação tem uma periodicidade anual e é apreciado pelo Conselho S O Geral.

2012

N D J

F

2. A equipa permanente submeterá à apreciação do Conselho Geral, no final de Novembro de cada ano, o relatório relativo ao ano lectivo transacto.

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ACTIVIDADES

2010 S

O

2011 N

D

J

F

M

A

M

J

J

A

S

O

INÍCIO DO PROCESSO – PARTE 1 INÍCIO DO PROCESSO – PARTE 2 ELABORAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO RECOLHA, TRATAMENTO E ANÁLISE DOS DADOS  OBTIDOS INTERPRETAÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS  RESULTADOS DA AVALIAÇÃO ANÁLISE SWOT – PONTOS FORTES E PONTOS A  MELHORAR DISCUSSÃO E ELABORAÇÃO DE UM RELATÓRIO  PRELIMINAR DEFINIÇÃO DE UM PLANO DE MELHORIA APLICAÇÃO DO PLANO DE MELHORIA META­AVALIAÇÃO RELATÓRIO ANUAL AO CONSELHO GERAL

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N

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Apresentação Auto-Avaliação  

Apresentação Auto-Avaliação

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