Issuu on Google+

Uma aventura em África -Avô, avô, conta-nos uma história para adormecermos, por favor! -Ok, então aqui vai: Há muito anos quando o avô tinha 18 anos, e quando a escola estava a acabar e o Verão à porta, eu, e os meus amigos, Hugo, David, Bernardo e Tiago planeámos ir, nas férias, a África. Íamos ao Africa Luxury Resorts, era maravilhoso, no meio da natureza a conviver com os animais e brincadeira até de manhã. A escola, por fim acabou e a viagem estava a poucos dias de se concretizar. Até que chegou a dia, o dia mais esperado por nós os cinco. Na noite antes da partida, todos fizemos as nossas malas com o essencial para sobrevivermos sem os nossos pais. Encontrámo-nos na manhã seguinte, aqui em casa, para depois seguirmos até ao aeroporto. Chegámos ao aeroporto e despedimo-nos dos nossos pais. Custou um pouco, mas teve de ser. Durante a viagem, até Africa, fomos a discutir o que podíamos fazer por lá, vendo no bilhete as atividades que se podia fazer, e uma delas era a ida à selva, o que nos pôs entusiasmadíssimos. -Fixe, viram os tigres, os leões e os outros animais todos da selva? Disseram os netos. -Esperem pelo fim, que já vão ver! Como eu estava a dizer, tínhamos ficado entusiasmados com a ida à selva, por isso logo que chegámos fomos por as malas aos nosso quartos, lanchar, e, de seguida, partimos para a selva. Íamos com o nosso guia, pois era perigoso irmos sozinhos. A visita estava achegar ao fim, quando de repente um elefante macho, enraivecido, nos apareceu à frente destruindo o nosso carro. Passadas algumas horas, acordámos e reparámos que o nosso guia estava morto, e ficámos só nós no meio da selva.


- O avô sempre viu aqueles programas de sobrevivência do Discovery, por isso sabia o que fazer. Em primeiro lugar, arranjar um abrigo, e sítio onde dormir. Com uns troncos de árvores, sempre trabalhando em conjunto, construímos uma cabana, e com os assentos do carro fizemos as camas. Estava uma noite fria, por isso, com a bateria do jipe, fizemos uma fogueira. Tínhamos alimento connosco, o que foi um milagre. A noite é que foi a pior altura da nossa passagem na selva. Ouviam-se animais por todo o lado, não dormimos nada, com medo que nos atacassem. No dia seguinte, tomámos o pequeno-almoço para ganhar força e irmos fazer algo. Fizemos uma fogueira e deitámos nela dois pneus do jipe, pois eles deitam um fumo preto, muito preto, bom para a sinalização. Por fim, passado algum tempo à “sombra da bananeira”, uns guias vieram em nosso socorro. Voltámos para o Hotel e os nossos pais já lá estavam, preocupadíssimos. Conseguimos acalmá-lo, dizendo que estava tudo bem, o que era verdade, mas o diretor do hotel também ajudou um bocado ao oferecer-nos três dias no hotel, com tudo de graça, o que foi espetacular. -Uaa! Avô esta aventura que nos contou foi adorável. - Pois foi, mas agora está na hora de ir para a cama, boa noite! -Boa, noite avô. Afonso Marques, 8ºB


Uma aventura em África