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FONTE: ACERVO FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - BRASIL

1950

Os bairros do centro continuavam a abrigar a maior parte do comércio da cidade e pontos de efervescência cultural começavam a ganhar força. “A Helvética, que era um café-concerto na Rua da Imperatriz, era um famoso ponto de encontro da alta sociedade. A esquina do burburinho era o encontro das ruas do Imperador e Primeiro de Março, em frente à Galeria Lafayette”, descreve o historiador. Na Rua da Palma e da Concórdia, era possível encontrar ferragens e eletrodomésticos. A Rua das Florentinas tinha cheiro de charque e bacalhau. A rua Camboa do Carmo tinha os melhores restaurantes. “Próximo ao O Leite havia diversos outros estabelecimentos tão elegantes quanto”, relembra Leonardo Dantas. As feiras livres também eram um costume na cidade e existiam em diversos bairros. Nessa época, a Rua Nova ditava a moda, o bom gosto, juntamente com a Rua da Imperatriz. “Lá era possível comprar calçados e roupas da última tendência”, destaca Leonardo Dantas. Foi na década de 40 que o centro sofreu diversas intervenções a fim de beneficiar o comércio. Em 1945, é iniciada a construção da Avenida Dantas Barreto, logo em seguida, da Avenida Guararapes e da Conde da Boa Vista. As pontes Princesa Isabel, Duarte Coelho, do Derby e da Torre trouxeram mais vivacidade e mobilidade para a cidade.

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Fecomércio - PE  

Especial comemorativo aos 75 anos da entidade

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