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Sinopse Publicação semestral da Unatec Projeto Aplicado Belo Horizonte, Ano 1• V. 1 • N.º 1 • Primeiro Semestre de 2011


Sinopse

Volume I •número 01 • julho 2011


UNATEC Prof. Átila Simões

Diretora do Instituto Una de Tecnologia - Unatec Profª Alice Maria Hosken VieiraDiretor Geral

Diretor do Instituto de Educação Continuada, Pesquisa e Extensão Prof. Ricardo Viana Carvalho de PaivaDiretor Financeiro

Coordenadora do Curso de Design Gráfico Profª Monica Fardin Grasseli

Coordenadora de Extensão, Iniciação Científica e Tecnológica Profª Natália Alves

SINOPSE

Sinopse

Vice-Reitor

Esta publicação é resultado do projeto de extensão da Una aprovado em edital em agosto de 2010. Projeto Gráfico Dunya Azevedo e Edgar Penido Editoração Eletrônica Ângela Baptista, Bárbara Monteiro Ilustração Diego Baptista Fotografia de capa Dunya Azevedo Rua Goitacazes 1.159 • Barro Preto • CEP 30190-051 Belo Horizonte • Minas Gerais • Tel.: (31) 3508-6600 http://www.una.br


Sumário Organobloco para um mundo sustentável Curso Gestão Ambiental .....................................................................................................6 Biossegurança em clínicas de estética e salões de beleza Curso Estética e Cosméticos ................................................................................................8 Virtualização no Meio Corporativo Curso Desenvolvimento de Sistemas ..................................................................................10 Caracterização ambiental do processo de produção da cachaça Curso Getão Ambiental .......................................................................................................12 Planejamento Estratégico de Comunicação e Marketing da Fortuna Curso Gestão de Marketing..................................................................................................16 Modelagem de uma produção BTO um estudo de caso na Franco Matos Têxtil Curso Logística......................................................................................................................20 e-Waste: um software para ajudar na luta contra o lixo eletrônico Curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas...................................................................30 Zoológico de Belo Horizonte - criação de identidade visual e simulação de loja própria Curso Design Gráfico............................................................................................................34


Editorial A Revista Sinopse nasceu como resultado do projeto de extensão da Una e da necessidade de levar para além das fronteiras da Unatec os trabalhos desenvolvidos pelos alunos na disciplina Projeto Aplicado dos cursos de graduação tecnológica. O Projeto Aplicado é uma ação institucional da Una, que realiza a prática formativa de projetos de trabalho, dentro de uma abordagem interdisciplinar e faz parte de todos os 19 cursos oferecidos pela Unatec. Nessa disciplina, presente em todos os períodos, os alunos desenvolvem projetos interdisciplinares que abrangem atividades de pesquisa e de intervenção de interesse empresarial, social, cultural, artístico, ambiental, extrapolando os limites da sala de aula, o que estimula parcerias com o setor produtivo, órgãos governamentais e a comunidade em geral. Todo esse trabalho gera material de suma importância social que merece ser sistematizado e divulgado através desta publicação periódica. Gestão Ambiental, Estética e Cosmético, Análise de Desenvolvimento de Sistemas, Gestão de Marketing e Design Gráfico, cujos projetos foram desenvolvidos no primeiro semestre de 2010, foram os cursos contemplados nesta primeira edição. Para a execução do projeto da Sinopse, durante o segundo semestre de 2010 e primeiro semestre de 2011, alunos do quarto módulo do curso de Design gráfico da Unatec tiveram o acompanhamento da professora-coordenadora para o desenvolvimento do projeto desde a concepção até a finalização da revista. Dessa forma, os alunos puderam ter uma visão ampla dos processos de produção de uma publicação.

Alice Hosken Diretora da Unatec


Organobloco UNATEC - CURSO GESTÃO AMBIENTAL

para um mundo sustentável Agnes Santos; Marcelle Felix; Rodrigo Simões; Regiane Moreira; Vanessa Teixeira Professor Orientador: Angélica Duarte

Objetivo do projeto Criar uma empresa, a “Organobloco” que irá fabricar tijolos utilizando como matéria-prima lixo orgânico. Inspirado nos estudos do Mestre Luiz Fernando Badejo Carvalho que elaborou um aditivo químico, denominado Konlix o qual permite a mistura de elevado teor de materiais orgânicos (acima de 25% em peso) em cimentos hidráulicos. (CARVALHO, 2009) O reaproveitamento do lixo orgânico é o negócio da Organobloco, que utiliza compostagem e resíduos organo-terrosos provenientes de aterro sanitário na fabricação de tijolos modulares para construção civil.

Justificativa

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A produção de tijolos ecológicos utilizando lixo orgânico possui diversas vantagens sobre as construções em alvenaria convencional se mostrando como um método construtivo limpo. O “Organobloco” é uma forma de fixação de carbono pois utiliza a compostagem na sua composição, material rico em tecido animal e vegetal que apresentam elevados teores de carbono. De acordo com a metodologia desenvolvida por Luiz Badejo o tijolo confeccionado com compostagem após a adição do estabilizante “Kolix” tem uma relação ideal de carbono/nitrogênio de 10 partes em carbono e 1 parte de nitrogênio, na média o composto pronto terá 24% de carbono ou seja em um tijolo de 700g de compostagem seca haverá 168 gramas de carbono fixado, assim como as árvores. Conforme estudos realizados por Luiz Badejo os tijolos confeccionados com 40% de compostagem ou 700g em volume deixa de emitir em média 4,2kg de CO2eq + 168g de carbono fixado.


Resultados Alcançados O projeto inicial conforme concebido com base nos equipamentos escolhidos terá uma média de produção de 3.000 unidades por dia.

É importante salientar que para a fabricação de 12.000 tijolos, o valor do milheiro é de R$ 256,41. O preço médio do milheiro tijolo no mercado é entre R$ 500,00 a R$ 660,00 de acordo com pesquisa do site Mercado Mineiro, consultado em 20 de setembro de 2010. A margem de lucro pode chegar a 300%, porém de acordo com o planejamento da empresa trabalharemos com margem de 85% comercializando o milheiro no valor de R$ 474,35, abaixo do preço médio do mercado com o intuito de atrair o consumidor para experimentar o novo produto.

Referências CARVALHO, Luiz Fernando Badejo. Processo Konlix de reciclagens – O potencial inanceiro do item reciclagem constante no projeto de lei 203/1991 – Política Nacional de

Organobloco – para um mundo sustentável

A utilização do tijolo de lixo em grande escala na produção de casas pode proporcionar grandes ganhos ambientais, auxiliando na diminuição de gases de efeito estufa. Ademais, os tijolos de lixo mantêm as características tecnológicas utilizadas nos já conhecidos tijolos ecológicos ou modulares, que devido aos encaixes favorecem o alinhamento da parede e toda tubulação é embutida nos furos, dispensam uso de conduítes e caixas de luz, e podem ter tomadas fixadas diretamente na parede, reduzindo gastos. Os tijolos são curados à sombra, dispensam a necessidade de forno gerando economia de energia.

resíduos sólidos. Rio de Janeiro, 2009.

Fabricação de tijolo orgânico - Organobloco

Preparação dos materiais

Prensagem

Cura

Trituração Trituração da do solo compostagem

Adição do Konlix para envelopar grãos Cura da mistura

Estocagem e cura Mistura solo, compostagem, cimento e água

Carregar da massa para prensagem

Prensagem dos tijolos

Empinhamento em mesas com rodas

Secagem à temperatura ambiente

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UNATEC - CURSO ESTÉTICA E COSMÉTICOS

Biossegurança em clínicas de estética e salões de beleza Gleicy Dias; Fernanda de Oliveira; Maria Máximo; Marina Sá;Priscilla de Souza; Roberta de Faria; Professor Orientador: Sérgio Ferreira Ribeiro

Objetivo O presente estudo teve por objetivo verificar, por meio da aplicação de questionário, se as medidas de Biossegurança estão sendo aplicadas adequadamente em algumas clínicas de estética e salões de beleza da região centro-sul de Belo Horizonte/MG.

Justificativa Diante da preocupação das pessoas, de um modo geral, em manter uma boa aparência, as mesmas procuram frequentemente serviços de estética e cosmética para cuidar da sua beleza. Com isso, surge a necessidade da formação de profissionais da área que sejam qualificados e especializados em princípios científicos para atender a essa preocupação com consciência e ética, estando sempre atentos a inovações. As atividades exercidas nos estabelecimentos de beleza e estética envolvem riscos à saúde tanto dos clientes quanto dos profissionais, além de poderem causar prejuízos ambientais. Portanto, por meio de medidas de Biossegurança, esses riscos podem ser eliminados ou minimizados. Tais medidas abrangem a utilização de equipamentos de proteção individual (EPI’s); equipamentos de proteção coletiva (EPC’s); limpeza do estabelecimento e dos imobiliários; desinfecção, assepsia e esterilização dos artigos; descarte correto de resíduos e higienização adequada das mãos dos profissionais.

Percurso para alcançar os resultados

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Foi realizada uma pesquisa de campo, na qual foram aplicados questionários com algumas questões sobre as medidas de Biossegurança utilizadas em 45 estabelecimentos (clínicas de estética, salões de beleza e clínicas-salões) da região centro-sul de Belo Horizonte, MG.


Resultados alcançados: Verificou-se, a partir das respostas dos 45 questionários, que a maioria dos estabelecimentos pesquisados encontra-se dentro dos padrões ideais de Biossegurança, no que diz respeito aos seguintes quesitos: • Quanto ao estabelecimento: no geral, possuem condições apropriadas para a utilização das funções das clínicas. A limpeza do ambiente é realizada no período correto e de forma consciente. • Quanto à desinfecção, assepsia e esterilização dos artigos: a maioria utiliza calor úmido (esterilização com auto-clave), além de não reaproveitar os artigos que devem ser descartados. • Quanto aos EPI’s e EPC’s: a maioria faz o uso dos mesmos. • Quanto à higienização das mãos: não é realizada em todos os procedimentos, mas apenas quando a pele entra em contato com material biológico. É realizada com água e sabão. • Quanto ao gerenciamento de resíduos: alguns estabelecimentos utilizam o lixo comum para descarte de pérfuro-cortantes, ao invés de recipiente rígido e impermeável, que seria apropriado. Além disso, não fazem a separação do lixo comum e orgânico e não contratam coleta seletiva responsável pela destinação final e pelo tratamento desse material, tornando assim todo o processo de separação de lixo inválido. De uma maneira geral, observou-se que a maioria dos estabelecimentos tem consciência das medidas de Biossegurança a serem aplicadas, porém não realizam as mesmas adequadamente. A partir dos resultados obtidos, foram produzidas cartilhas contendo informações importantes, escritas e ilustradas, sobre a correta aplicação da Biossegurança nos estabelecimentos de beleza e estética. As cartilhas foram distribuídas nos 45 estabelecimentos pesquisados no presente estudo. O projeto poderá se estender a outras regiões de Belo Horizonte, MG e poderá servir de base para estudos semelhantes a serem realizados em outras regiões do país.

Biossegurança em clínicas de estética e salões de beleza

Resultados alcançados

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UNATEC - CURSO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Virtualização no Meio Corporativo Rafael Saldanha de Matos; Franklin do Nascimento de Oliveira; Rafael Patrício da Costa; Glayson Gomes Guimarães Professor Orientador: Ana Carolina de Andrade Aderaldo

Objetivo do projeto O objetivo do projeto é mostrar como se aplica a virtualização no meio corporativo e quais seus problemas e benefícios, analisando os impactos imediatos decorrentes da adoção da virtualização, assim como as expectativas das empresas em relação a essa tecnologia, avaliando os benefícios competitivos e econômicos resultantes de sua adoção e analisar os principais fatores de risco em um ambiente virtualizado. A importância desse projeto é mostrar como a virtualização, além do impacto econômico e organizacional na empresa que o adotar, garante um uso mais consciente da tecnologia, diminuindo o lixo tecnológico e gerando uma economia no consumo de energia elétrica. Também permite que os alunos possam ter contato com uma tec-

nologia emergente, preparando-os para as demandas do mercado.

Percuso para alcançar os resultados Na pesquisa foram aplicados os métodos de pesquisa bibliográfica e entrevista com dois profissionais da área.. Para a realização do artigo, a pesquisa bibliográfica foi realizada através de livros e revistas sobre o assunto, sites específicos sobre o tema, assim como sites de informações gerais sobre tecnologia da informação. Também foram entrevistados dois profissionais da área que atuaram no planejamento e implantação da virtualização em suas respectivas empresas, sendo um deles um analista de infraestrutura e o outro um gerente de TI.

um uso mais consciente da tecnologia, diminuindo o lixo tecnológico e gerando uma economia no consumo de energia elétrica.

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A principal expectativa de uma empresa quando virtualiza seus servidores é relativa à economia e corte de gastos. Podemos ver que o impacto causado pela virtualização em uma empresa varia conforme seu tamanho e suas necessidades, assim como o tempo previsto para o retorno do investimento. Nota-se ainda que a implementação não é imediata e, por se tratar de uma tecnologia emergente, pode gerar alguns contratempos que não estavam previstos na fase de planejamento. Constatamos que a redução do número de máquinas físicas, além de reduzir custos, gerou uma otimização na performance do trabalho. Ainda que nem sempre seja a curto prazo, a concentração de servidores em uma única máquina gera ganhos em agilidade, organização e gerenciamento, embora seja necessário um investimento na máquina que abrigará os servidores virtuais. Assim como toda tecnologia da informação, a virtualização também está sujeita aos mesmos problemas de segurança. Se, por um lado, consultorias de informática e empresas de segurança alertam para os riscos crescentes, as empresas, principalmente de médio e pequeno porte, não veem a segurança como fator de risco. Isso tende a mudar com o crescimento da virtualização, que, ao atrair mais atenção de invasores, gera, como consequência, uma maior atenção aos quesitos de segurança do servidor virtualizado. A grande questão é: por que uma empresa deve ou não adotar a virtualização? A grande tendência é a adoção da virtualização pela sua expectativa de corte de gastos. Com a redução do número de máquinas físicas, o gasto com energia elétrica e manuten-

ção das máquinas é drasticamente reduzido. Com apenas uma máquina centralizando os processos, ganha-se em organização e gerenciamento, otimizando o trabalho. São esses os motivos que levam as empresas a optarem pela virtualização, e mesmo que o retorno venha de médio a longo prazo, o impacto de um servidor virtualizado é imediato.

Referências CAPITAL Info. Pequenas e médias empresas procuram investir cada vez mais em tecnologia. Disponível em: <http://capitalinfo.com.br/pequenas-e-mediasempresas-procuram-investir-cada-vez-mais-em-tecnologia>. Acesso em: 14 nov. 2010 FEDOROVA, Alexandra. Making the Most Out of OS Virtual Machine Technology. Disponível em: <http://www.eecs.harvard.edu/~fedorova/ papers/253final-fedorova.pdf>. Acesso em: 13 nov. 2010 IDG NOW. Oito em cada 10 empresas planejam investir em virtualização, 28 set. 2010. Disponível em: <http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/09/28/gartner-pesquisa-virtualizar/>. Acesso em: 13 out. 2010

Virtualização no Meio Corporativo

Resultados Alcan��ados

SINGH, Amith. kernelthread.com. An Introduction to Virtualization. Disponível em: <http://www.kernelthread.com/publications/virtualization/>. Acesso em: 14 out. 2010

ZANQUETA, Camila. Mais eficiência com menos recursos. Digital Work Technology, São Paulo, n. 1, p. 12 – 15, 2009.

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Caracterização ambiental do processo de produção da cachaça UNATEC - CURSO GESTÃO AMBIENTAL

Fernanda Freitas;Gleidson Silva;Guilherme Rocha; Jamile Varga; Maria Izabela Morais; Renata Dantas; Taís da Costa; Viviane Dias. Professor Orientador: Cristina de Souza Silva

Galpão Adega Ltda - Vale Verde, Betim-MG

Objetivo do projeto

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A proposta de caracterizar o processo de produção da cachaça da Vale Verde, destacando os aspectos ambientais, ocorreu no segundo semestre de 2010 na disciplina Projeto Aplicado aos Processos Industriais do curso de Gestão Ambiental. O grupo analisou parte do processo industrial das cachaças Vale Verde e Minha Deusa produzidas pelo Galpão Adega Ltda. (Vale Verde), Betim, Minas Gerais, quanto aos aspectos jurídicos, administrativos, gerenciais, ambientais e relacionados à gestão da qualidade. Também visou identificar impactos ambientais causados pela produção de cachaça e comparar ao processo de produção Vale Verde, focando a sustentabilidade e elaborar cartilha explicativa do processo, em escrita em língua portuguesa oficial e em braille, atendendo a demanda de parte do público de visitantes que são deficientes visuais.


Para os gestores ambientais é de grande importância saber quais as conseqüências de um processo industrial e se ele gera algum tipo de resíduo, podendo propor soluções quanto à recuperação do ambiente degradado e criando alternativas de tratamento e destinação dos resíduos de modo que se diminuam os seus efeitos sobre o meio ambiente. O processo industrial escolhido foi o da fabricação das cachaças Vale Verde e Minha Deusa, fabricadas no Vale Verde Alambique e Parque Ecológico. Uma empresa reconhecida mundialmente, referencia em conservação da natureza, cultura e lazer. O Vale Verde Parque Ecológico, localizado em Betim, a apenas 42 km de Belo Horizonte também é uma reserva natural. A cachaça Vale Verde é desenvolvida visando a qualidade e a sustentabilidade. É armazenada em barris de carvalho europeu que dão a ela um sabor e coloração próprios. O envasamento é realizado obedecendo a todos os critérios de qualidade, tornou- se produto de renome mundial, premiada como a melhor cachaça de 2010. Através deste trabalho, o parque tem proporcionado estágios para graduandos do curso de Graduação Tecnológica em Gestão Ambiental da UNATEC/UNA. Atualmente são quatro alunas estagiando no parque. Fato relevante para que os estudantes tenham um contato direto com a profissão e adquirir experiências. É um diferencial para o mercado de trabalho.

Caracterização ambiental do processo de produção da cachaça

Justificativa

Percurso para alcançar os resultados O processo de caracterização ambiental do processo de produção da cachaça da Vale Verde incluiu o levantamento de dados além de relatório de atividades fornecido pelo cliente. Realizaram-se visitas ao Vale Verde Alambique e Parque Ecológico, onde foi possível acompanhar o processo de fabricação das cachaças Vale Verde e Minha Deusa; obteve-se a autorização para fotografar as etapas do processo e todo o parque. Realizou-se também uma pesquisa de opinião junto aos alunos do Centro Universitário UNA, no Campus Barreiro, Belo Horizonte. Foram aplicados 287 questionários, como intuito de conhecer o grau de reconhecimento do Vale Verde Alambique e Parque Ecológico.

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1o Canavial

UNATEC - CURSO GESTÃO AMBIENTAL

Colheita manual sem

2o Moagem

Extração do caldo e separação do bagaço

Palha da Cana Matéria orgânica para o

Compostagem

Bagaço

Horta e canteiros do parque

Combustível caldeira

Caldo

Padronização do caldo p/ 15 Brix

Água de lavagem

3o Fermentação

Cachaça de cabeça e cauda

4o Destilação

Vinhoto

Álcool para limpeza Neutralização do Vinhoto

5o Filtragem Filtro de resina catiônica

Azinhavre

Filtro de carvão de pinus

Carvão usado

6o Envelhecimento e armazenamento

Vale Verde

Empresa terceirizada que faz a destinação correta

Minha Deusa

7o Envasamento Marketing Fluxograma do processo de produção Fonte: Vale Verde, 2010.

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Comercialização

Consumidor

Cinzas da caldeira


Ao decorrer o desenvolvimento do trabalho, chegou-se aos resultados esperados sabendo que todos os resíduos gerados no processo de produção são reaproveitados pelo próprio Parque, que tem o público de visitantes muito diversificados, incluindo portadores de deficiência visual, o que nos levou a abordar o tema da inclusão social. O grupo elaborou, além das cartilhas convencionais sobre o processo industrial da cachaça, fez-se também outro modelo, em Braille, visando a inclusão social. E importante ressaltar que neste trabalho optou-se por abordar a inclusão social para os deficientes visuais, o que não significa que as outras deficiências físicas ou psíquicas não mereçam a mesma atenção. Também foram confeccionados fantoches de espécies animais criados no Parque, para contribuir com o trabalho desenvolvido pelo guias junto aos estudantes de até doze anos, ao narrar historias com temática de Educação Ambiental. O trabalho desenvolvido pelo grupo para Projeto Aplicado resultou em uma parceria para estágio entre a Vale Verde e a UNA. Demonstrando que os Gestores Ambientais podem correlacionar diversas áreas, temas e abordagens diferentes, dentro da sua área de atuação.

Caracterização ambiental do processo de produção da cachaça

Resultados Alcançados

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UNATEC - CURSO GESTÃO DE MARKETING

Planejamento Estratégico de Comunicação e Marketing da Fortuna

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Cristiane Souza; Cyrus Assis; Flávia Ferreira; Flávio Silva; Rafael Souza; Rosalvo Fonseca Professor Orientador: Maria Flávia Bastos

Objetivo do projeto Este trabalho apresenta uma experiência de empreendedorismo social em uma organização sem fins lucrativos, de alunos e professores da agência experimental Fortuna. De forma crítica e cidadã o projeto foi desenvolvido e criou oportunidades para que os alunos da graduação tecnológica vivenciassem o respeito às diferenças, propondo soluções em comunicação e marketing. A metodologia utilizada nesse trabalho foi a abordagem qualitativa, por meio de entrevistas em profundidade, análises bibliográfica e documental. Os alunos apresentaram ao Asilo Nossa Senhora da Piedade (Lar da Vovó), um planejamento estratégico coerente com a realidade vivida pela instituição, na busca da repercussão pública e aprimoramento de sua forma de comunicar.

Percurso para alcançar os resultados Foram realizadas à priori, pesquisas bibliográficas. Em seguida, o grupo partiu para uma pesquisa qualitativa, desenvolvida a partir da análise e observação do ambiente a ser trabalhado, seus métodos para atingir o público-alvo e se estes são ou não eficazes em sua atuação. O intuito foi avaliar a percepção dos envolvidos quanto ao setor organizacional estudado, as motivações que os levam a interagir com uma organização do Terceiro Setor e qual o impacto que determinadas ferramentas de comunicação causam. Após as análises, o grupo chegou a um diagnóstico e, por fim, elaborou estratégias de comunicação e marketing, conforme quadro 1.


Manutenção do Blog

Atualização do Folder Institucional

Criação de Assinatura Eletrônica

Criação de Selo Comemorativo

Criação de Manual da Marca

Reformulação da Home Page

Criação de nova logomarca

Valores

Missão, visão e

identidade

marca e de sua

Revitalização da

Desenvolv. de

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divulgação

materiais de

Atualização dos

Evento Chá das Cinco

Planejamento Estratégico de Comuncação e Marketing da Fortuna

Projeto Contribua

Reunião de Pauta

Para o funcionário compartilhar aspectos de sua vida particular

Evento Vovó Pinta o 7

Projeto Mudando Conceitos

Trocando Receitas da Vovó – entre funcionários Estrela do Mês -

Projeto Doação Solidária

Projeto Apadrinhe uma Vovó

e contribuintes

Busca de parceiros

Criação da Sala de Convívio

interna

comunicação

Atualização da

Divisão por temas e atualização dos murais existentes

LAR DA VOVÓ

PLANO PLANO DE COMUNICAÇÃO


UNATEC - CURSO GESTÃO DE MARDETING

Resultados Alcançados

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Este estudo pretendeu contribuir com as modificações da realidade de uma instituição do terceiro setor que, possivelmente, não poderia pagar pelos serviços prestados, promovendo o encontro dos alunos com uma nova realidade, fonte de enfrentamento e de estímulo ao respeito às diferenças. Ao verificar-se que a ONG Lar da Vovó iniciou a implantação dos projetos propostos, pôde-se perceber que é possível empreender em uma proposta educativa diferenciada. A gestão e o empreededorismo social vivido dentro e fora da sala são alguns dos propósitos

da prática da agência Fortuna e apresentaram resultados positivos, de acordo com as instituições atendidas. Os alunos são preparados para o diálogo e para a valorização daquilo que lhes for apresentado pela ONG da forma menos preconceituosa possível, podendo e pretendendo incentivar a prática de empreender e empreender socialmente no ambiente escolar, por meio de uma metodologia que objetiva ser uma ferramenta que criará oportunidades de mudança social. Trata-se da possibilidade de construir novas relações, novas chances, novos encontros, novas responsabilidades, novas pessoas.


Cláudio César Morais Lacerda; Euler Magno de Paulo; João Irene de Souza Filho; Laíz Fabiane de Lima; Márcio Luiz Celestino; Professor orientador: Erika Rúbia de Souza

Objetivo do projeto Este projeto teve como objetivo avaliar a gestão da cadeia de suprimentos de uma empresa, por meio de um roteiro diagnose e instrumentos que complementaram o diagnóstico em cada um das partes que compõem a cadeia. Após o diagnóstico, a proposta do projeto contemplava a identificação do principal problema sofrido pela empresa, por meio da utilização do GUT (Gravidade, Urgência e Tendências). Identificado o problema, a orientação dada foi para que as soluções sugeridas fossem apresentadas por meio do 5W1H.

Modelagem de uma produção BTO - um estudo de caso na Franco Matos Têxtil

Modelagem de uma produção BTO um estudo de caso na Franco Matos Têxtil

Justificativa do projeto O objetivo geral deste estudo foi apresentar para a Franco Matos Têxtil uma proposta de parametrização do processo produtivo para uma produção puxada (BTO – Build to Order), e teve como objetivos específicos: demonstrar a importância do controle de inventário para o PCP; analisar a viabilidade de estruturação do armazém com racks e utilização do WMS (Warehouse Management System); e apontar os benefícios da modelagem de uma produção puxada (BTO). Atualmente, a empresa passa por um processo de mudança da unidade produtiva de Juatuba – MG para São Paulo – SP, onde parte do estoque está armazenada na filial de Pedro Leopoldo – MG. Devido ao alto nível de estoque não existe controle confiável de quantidade armazenada, assim o PCP (Planejamento e Controle de Produção) não consegue produzir de acordo com a necessidade. Diante deste problema, buscou-se indicar a modelagem de uma produção BTO com o intuito de melhorar o rendimento e os lucros da organização.

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UNATEC - CURSO LOGÍSTICA

Percurso para alcançar os resultados Para realizar este estudo, teve-se como metodologia principal o estudo de caso, ancorada da metodologia básica de fundamentação teórica. Para a realização do estudo de caso, utilizouse o seguinte caminho metodológico: check-list da cadeia de suprimentos, diagnóstico lean, questionário de maturidade em gestão de projetos e questionário para análise de custos logísticos. Estas ferramentas juntamente com o GUT (ferramenta para definir prioridades dadas as diversas alternativas de ação) ajudaram a identificar diversos gargalos, dentre eles, aquele apontado como o gargalo dos gargalos, que é a ausência de realização do inventário, o que é uma restrição a modelagem de uma produção puxada. A partir da identificação do principal gargalo ou problema, foi elaborado o 5W1H que apresentou as principais propostas para a melhoria do processo em questão.

Resultados alcançados A Franco Matos Têxtil está passando por um processo de transferência da unidade produtiva de Juatuba – MG para São Paulo – SP, e parte do estoque da filial de Juatuba foi armazenada na matriz de Pedro Leopoldo – MG. Durante a armazenagem dos produtos não foi realizado inventário para controle de estoque, também não existe estrutura de armazenagem que comporte o volume. Além disso, o software WMS que a empresa possui não está sendo usado proveitosamente. O PCP – Planejamento de Controle de Produção não está “calibrando” a produção de acordo com os níveis de estoque, uma vez que estes não estão atualizados. Esta situação aumenta o capital parado em estoque de alguns produtos e também pode acarretar a baixa produção de itens que podem estar com baixo estoque. A conseqüência do descontrole do PCP e a falta de atualização dos níveis de estoque estão levando a Franco Matos Têxtil a ter muito capital parado. A falta de conhecimento dos níveis de estoque pode levar também à falta de determinados tipos de produtos. O quadro 1 abaixo demonstra os instrumentos utilizados e os problemas encontrados por meio de cada um deles. Destaca-se, dentre os gargalos encontrados neste estudo, a ausência de realização de inventário. Os problemas apontados foram identificados a partir do GUT (quadro 2). Após este levantamento buscou-se propor sugestões de melhorias que são apresentadas no formato 5W1H, quadro 3.

Anexo 3 – Questionário – Custos Logísticos

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1. Quais falhas existem relacionadas aos custos logísticos na empresa? 2. Quais melhorias podem ser feitas? 3. Quais controles podem ser implementados? 4. É feito algum acompanhamento, análise e/ou controle de custos em todos os departamentos da empresa?


Setores /questões analisados

Instrumento utilizado

Administração da produção

Diagnóstico Lean

Custos logísticos

Questionário

Gestão de projetos

Questionário

Gestão da cadeia de suprimentos

Diagnóstico da cadeia de suprimentos Diagnóstico da cadeia de suprimentos

Tecnologia da informação FONTE: Autores do trabalho.

Gargalos encontrados Deficiência no PCP; Necessidade de produção puxada. Muito capital parado em estoque; alta do preço de commodities. Ausência de um projeto para estruturação de armazenagem. Ausência de realização de inventário; escassez do commodities algodão. Falta de um sistema tecnológico para gerenciamento de armazém.

Quadro 2 - GUT - gravidade, urgência e tendência.

GUT - Gravidade - Urgência - Tendência

Possíveis causas (Brainstorming)

Deficiência no PCP Necessidade de produção puxada Muito capital parado em estoque Alta do preço de commodities Ausência de um projeto para estruturação de armazenagem Ausência de realização de inventário Escassez do commodities algodão Falta de um sistema tecnológico de gerenciamento de armazém

FONTE: Autores do trabalho.

G 3 2 3 1 3 3 1 2

U 3 1 2 1 2 3 1 2

T 3 2 2 1 2 3 1 2

Prioridade 27 4 12 1 12 27 1 8

Modelagem de uma produção BTO - um estudo de caso na Franco Matos Têxtil

Quadro 1 - Resumo da diagnose (levantamento de dados).

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Por que (why)

Modelar produção Build to Order (Produção puxada)

FONTE: Autores do trabalho.

Para redução de custos

Implantar WMS

Gerência e alta direção

6/2011

3/2011

2/2011

Para melhor de armazenagem e controle Gerente Logística dos níveis de estoque

Estruturar armazenagem Gerente de Logística/ Gerente de T.I.

1/2011

Gerente de Logística

Diminuir o capital parado em estoque

Reduzir estoque

Para gerenciamento do armazém

12/2010

11/2010

Quando (when)

Para atender as margens Gerente de PCP de segurança de estoque

Gerente de Logística

Quem (who)

Plano de ações 5W1H

Matriz Pedro Leopoldo

Matriz Pedro Leopoldo

Matriz Pedro Leopoldo

Matriz Pedro Leopoldo

Matriz Pedro Leopoldo

Matriz Pedro Leopoldo

Onde (where)

UNATEC - CURSO LOGÍSTICA

Calibrar PCP

definir níveis de Inventário de estoque Para estoque

O que fazer (what)

Quadro 3 - Plano de ações 5W 1H

22 Programar a produção de maneira que atenda as vendas e mantenha um mínimo de estoque.

Avaliação com gerência de T.I., operações, logísitca e fornecedores de software WMS para definição das necessidades.

Avaliação de tipo específico de estrutura para armazenar tecidos.

Manter estoque de segurança que atenda as vendas por estação.

Programar produção de acordo com os níveis de estoque.

Reduzindo a produção para a contagem do estoque

Como (how)


Quadro 4 - Check-list SCM

Área do conhecimento

Instrumento de avaliação

Administração da produção

Diagnóstico Lean

Custos logísticos

Questionário

Gestão de projetos

Questionário

Gestão da cadeia de suprimentos

Diagnóstico da cadeia de suprimentos

Tecnologia da informação

Diagnóstico da cadeia de suprimentos

FONTE: Autores do trabalho

Fornecedor

Compras

Produção

Estoque

Gargalos encontrados Deficiência no PCP; Necessidade de produção puxada. Muito capital parado em estoque; alta do preço de commodities. Importância da definição de um projeto para estruturação de armazenagem. Necessidade de realização de inventário; escassez do commodities algodão Necessidade de utilização do WMS.

Distribuição

Modelagem de uma produção BTO - um estudo de caso na Franco Matos Têxtil

Anexo I - Check-list da cadeia de suprimentos

Clientes

Tratamento de resíduos Figura 1 - Layout SCM FONTE: Autores do trabalho.

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Anexo II - Diagnóstico Lean - Administração da Produção Quadro 5 - Diagnóstico Lean

UNATEC - CURSO LOGÍSTICA

Diagnóstico Lean O que foi observado

Oportunidades de molhorias

Deficiência no controle de PCP

Para programar a produção de maneira que reabasteça o estoque de acordo com as margens de segurança é necessário primeiramente a realização de inventário para identificar o estoque atual de cada produto.

Falta de controle de estoque (Impacto no PCP)

Com a realização do inventário será possível programar o PCP, e em sequência manter o controle sistêmico do estoque. É necessário a estruturação de rachs para poder utilizar o WMS que a empresa já possui, mas não utiliza todas as soluções do mesmo.

Muito capital para em estoque

Atualmente a empresa está utilizando o modo de produção empurrada, porém existe a necessidade de adequação ao modo de produção puxada. Antes disso é necessário o inventário para saber quanto existe no estoque de cada produto.

Falta de espaço físico de armazenagem

A empresa fabrica os produtos de acordo com as estações do ano, por se tratar de uma indústria têxtil. Devido ao PCP não estar produzindo de acordo com as margens de segurança, alguns produtos estão acumulados no estoque. Ainda sim existe a necessidade de estruturação com rachs para melhor aproveitamento do é direito do armazém.

FONTE: Autores do trabalho.

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1. No nível da alta administração, o assunto Gerenciamento de Projetos é:

conhecido e aceito como uma boa prática de gerenciamento. A alta administração a. Bastante estimula o uso destes conhecimentos. assunto é apenas conhecido. Não existe nenhum estímulo formal para o uso destes b. O conhecimentos. c. A alta adiministração desconhece o assunto. d. Existe algum receito da alta administração quanto ao uso destes assuntos.

2. No nível de gerentes de projetos, o assunto Gerenciamento de Projetos é:

Bastante conhecido e aceito como uma boa prática de gerenciamento. Os gerentes de a. projeto utilizam métodos e ferramentas em seus projetos. Utilizam-se com competênca alguns softwares de gerenciamento assunto é apenas conhecido. Não se empregam ferramentas e técncas de gerenciamento b. O de projetos. Utiliza-se apenas software de acompanhamento de custos de investimentos. c. Os gerentes desconhecem o assunto d. Existe algum receio, dos gerentes, quanto ao uso destes assuntos.

a. b. c. d.

Modelagem de uma produção BTO - um estudo de caso na Franco Matos Têxtil

Anexo 4 – Questionário – Gestão de Projetos

3. Com relação aos treinamentos em Gestão de Projetos efetuados dentro da organização, para o setor, nos últimos doze meses, temos a comentar:

A organização realizou diversos cursos internos abordando assuntos teóricos e softwares. Os cursos abordaram apenas softwares. Foi realizado um único curso. Não foi realizado nenhum curso interno.

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4. Com realação ao uso de softwares para gerenciamento de projetos, temos: escolhidos profissionais com perfil adequado, foi fornecido treinamento e eles utilizam a. Foram os softwares há algum tempo. escolhidos profissionais com perfil adequado, foi fornecido treinamento. Está se b. Foram iniciando a utilização dos softwares. softwares, mas apenas algumas pessoas os conhecem por meio de iniciativa pessoal. c. Existem O uso é esporádico.

UNATEC - CURSO LOGÍSTICA

d. Não existem softwares para gerenciamento de tempo no setor da organização.

5. Com relação ao uso de metodologia DE GESTÃO DE PROJETOS por pessoas envolvidas com projetos, temos:

uma metodologia implantada, testada e em suo rotineiro por todos os envolvidos com a. Existe projetos. uma metodologia implantada, testada e em uso rotineiro por um reduzido número de b. Existe gerentes de projeto. Publico restante não tem nenhum acesso. c. A metodologia foi implantada, mas seu uso ainda é incipiente. d. Não existe metodologia implantada.

6. Com relação ao Escritório de Gerenciamento de Projetos (local centralizado onde os projetos da organização são gerenciados) temos: a. Ele foi implantado e está operando eficientemente há mais de um ano. b. Ele está implantado há mais de um ano, mas não funciona plenamente. c. Ele foi recentemente implantado. d. Não existe Escritório de Gerenciamento de Projetos.

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As reniões são organizadas segundo uma disciplina pré-estabelecida que prevê horário, local, a. pauta, participantes, relatórios, etc. As reuniões permitem que todos percebam o andamento do projeto. Não existe uma disciplina pré-estabelecida. O gerente do projeto se encarrega das b. características de cada reunião. Parece que somente o gerente do projeto realmente sabe do andamento do projeto. se realizam reuniões de avaliação do andamento de cada projeto, o gerente do projeto c. Não obtém informações do andamento de maneira informal. se realizam reuniões de avaliação do andamento de cada projeto e, ao que parece, os d. Não projetos ficam à deriva.

8. Quando um projeto se encontra em um estado muito diferente do planejado com relação a tempo, custo, escopo ou qualidade, temos: feita uma análise criteriosa das causas e um rigoros plano de ação é implantado para a a. É correção do problema. é feita uma análise superficial e tenta-se fazer alguma correção do problema com b. Geralmente base em intuição. c. Geralmente é feita uma análise superficial e não se toma nenhuma ação corretiva. d. Não é possível saber o real estado dos projetos em andamento.

Modelagem de uma produção BTO - um estudo de caso na Franco Matos Têxtil

7. Com relação às reuniões de avaliação do andamento de cada projeto ou de um conjunto de projetos, temos:

9. Com relação à avaliação de projetos já encerrados, no que toca ao gerenciamento, temos:

criado um banco de dados para coletar estes dados e já existe uma considerável a. Foi quantidade deste tipo de informações. criado um banco de dados para coletar estes dados e estamos iniciando a coleta deste tipo b. Foi de informações. alguns dados, mas estão dispeersos e não existe um arquivamento informatizado c. Existem central. d. Não se coletam tais tipos de informações.

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10. Com relação às causas de fracasso dos projetos na organização, temos: a. Estão sendo detectadas as causas de fracasso e ações de correção estão sendo tomadas. b. Estão sendo coletados dados que permitirão, no futuro, atacar as causas de fracassos. c. O assunto ainda não foi abordado, mas existe uma sensibilidade em relação a ele.

UNATEC - CURSO LOGÍSTICA

se tem nenhuma ideia da causa de fracasso de projetos na organização e não existe d. Não nenhuma sensibilidade relação a este assunto.

11. Com relação ao índice de suscesso dos projetos executados no setor podemos afrmar que: a. Acima de 95% dos projetos são executados com seucesso. b. Acima de 70% dos projetos são executados com seucesso. c. Abaixo de 70% dos projetos são executados com seucesso. d. Não se tem nenhuma idéia do índice de sucesso dos projetos.

12. Com relação à avaliação de projetos já encerrados, no que toca ao gerenciamento, temos:

criado um banco de dados para coletar estes dados e já existe uma considerável a. Foi quantidade deste tipo de informação. criado um banco de dados para coletar estes dados e estamos iniciando a coleta deste tipo b. Foi de informação. alguns dados, mas estão dispersos e não existe um arquivamento informaizado c. Existem central. d. Não se coletam tais tipos de informações.

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BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 532 p. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. Editora Saraiva. 2ª Edição. 546 páginas. CORREA Henrique & GIANESI, Irineu. Just in Time MRP II e OPT Um Enfoque Estratégico. 2º ed. São Paulo: Atlas, 2009. FLEURY, Fernando Paulo; WANKE, Peter; FIGUEIREDO, Fossati Kleber. Logística Empresarial: A Perspectiva Brasileira. São Paulo, Editora Atlas, 2008. GAMEIRO COSTA, Maria de Fátima. Gestão de custos logísticos. Editora Atlas. 1ª Edição. 431 páginas. 2005.

Modelagem de uma produção BTO - um estudo de caso na Franco Matos Têxtil

Referências bibliográficas

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UNATEC - CURSO ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

e-Waste: um software para ajudar na luta contra o lixo eletrônico Alexandre Oliveira Trindade; André Andrade; Cláudio Roberto da Silva; Heberth Warley Santos; Janaína Louback Magalhães; Kleveson Corrêa Rodrigues; Thiago Sinésio de Araújo Alves; Tiago Silva do Carmo Professor orientador: Maria Aparecida Araújo

Objetivo do projeto O objetivo desta pesquisa, desenvolvida no segundo semestre de 2010 na disciplina de Projeto Aplicado a Fundamentos da Programação, foi implementar um jogo que contemplasse o eixo da Educação e Sustentabilidade, tema proposto para o Módulo 2 do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O grupo realizou pesquisas para conhecer um pouco mais a oferta de jogos no mercado e optou por desenvolver um aplicativo que, ao mesmo tempo em que contribuísse para a educação ambiental, pudesse se relacionar com a sua área de atuação: a tecnológica. Assim, foi desenvolvido um jogo que pretende contribuir para a conscientização quanto ao descarte adequado do lixo tecnológico, estimulando os jogadores a testar seus conhecimentos e práticas sobre o tema abordado. Ao final do jogo, espera-se que os usuários adquiram conhecimento necessário para descartar seus aparelhos eletrônicos de uma maneira correta, sem agredir o meio ambiente.

Justificativa do projeto

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A tecnologia é um desejo de consumo da população, que vê em suas vidas uma grande necessidade de obtenção de inúmeras funções tecnológicas, como computadores e uma gama enorme de eletroeletrônicos. As inovações acontecem cada vez mais rapidamente e, junto com elas, cresce a degradação do meio ambiente em razão do descarte realizado de maneira incorreta, e até mesmo inconsciente, pela maioria da população. Assim, torna-se urgente a conscientização sobre o que deve ser feito para que as gerações futuras possam desfrutar dos mesmos recursos naturais que nos são oferecidos. A contaminação, pelo descarte de forma irregular, pode ser feita de diversas formas, tanto pelo contato direto aos componentes nocivos, quanto pela contaminação indireta, através do consumo dos recursos do meio ambiente contaminado. Medidas estão sendo tomadas e os fabricantes, cada vez mais, estão sendo pressionados a eliminar ou diminuir a quantidade de componentes tóxicos na fabricação dos produtos. É indispensável, pois, que nós também façamos a nossa parte.


Para viabilizar o desenvolvimento do software, foram realizadas pesquisas em periódicos científicos, sites e artigos técnicos que discutiam questões relacionadas à crescente poluição causada pelo e-lixo e, consequentemente, às formas adequadas de se realizar o seu descarte. Em seguida, foi desenvolvido um jogo para promover conhecimento e consciência ambiental. O aplicativo foi desenvolvido para ambiente web e executado em servidor da Apache. Utilizou-se a linguagem de programação PHP com SGDB MySQL. Objetivando tornar o jogo mais acessível, foram seguidas as recomendações padrões da W3C (World Wide Web Consortium). A adoção do JavaScript (com framework jQuery) teve como finalidade facilitar o desenvolvimento da interface e evitar problemas comuns de incompatibilidade entre os navegadores.

Resultados alcançados

O software desenvolvido será apresentado a seguir. A tela inicial do jogo contém três menus: novo jogo, pontuação e créditos. Ao escolher a opção “novo Jogo”, aparecerão ao usuário as opções “Cadastre-se” e “Efetuar login”. Caso o usuário não seja cadastrado, terá a opção para cadastrar-se, procedimento necessário para acesso às opções do jogo, conforme figuras abaixo. No término do cadastro, será efetuado o login automaticamente. Se o usuário já for cadastrado, ele pode clicar em “Efetuar login” e preencher os campos usuário e senha para poder continuar uma partida não concluída ou rever a pontuação conquistada durante a partida concluída.

Tela inicial

Tela para selecionar o cadastro ou login

Tela de cadastro

e-Waste um software para ajudar na luta contra o lixo eletrônico

Percurso para alcançar os resultados

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UNATEC - CURSO ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Ao iniciar um novo jogo, aparecerá um breve texto, conforme exemplo abaixo, mostrando em seguida a pergunta, suas opções de resposta e uma opção de “ajuda” para o jogador, que poderá usá-la apenas duas vezes, em qualquer pergunta. Para utilizála, deve-se clicar na lixeira, e automaticamente será ignorada uma resposta errada, assim, aumentando as chances de acerto do jogador. Para responder à pergunta, deve-se clicar na opção desejada. Será exibida uma mensagem de resposta correta ou errada. Se a resposta estiver errada, será exibida também a resposta correta para aprendizado. Conforme demonstrado abaixo, ao final de todas as perguntas, será exibida a pontuação total do jogador, com uma mensagem de conscientização sobre o descarte do e-waste (lixo eletrônico). No menu “pontuação”, serão exibidas as três melhores pontuações e um link para visualizar a pontuação dos melhores jogadores até o momento, conforme apresentado abaixo. O menu “créditos” contém o nome dos membros responsáveis pela criação do jogo.

Tela da aula

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Tela da pergunta

Tela de pontuação


Tela de pontuação total

Tela de créditos

Referências BIZZO, Waldir A. Gestão de resíduos e gestão ambiental da indústria eletro-eletrônica. Campinas, 2007. Universidade Estadual de Campinas. Disponível em: < http://www.tec. abinee.org.br/2007/arquivos/s702.pdf>. Acesso em: 03 novembro 2010.

e-Waste um software para ajudar na luta contra o lixo eletrônico

Tela de podium

CÂNDIDO, Carlos Eduardo de Farias e SILVA, Wagner Campos da. Educação ambiental: o lixo eletrônico. Rio de Janeiro: Instituto de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2007. Graduação (Curso de química com atribuição tecnológica). DE MASI, Domenico. A sociedade pós-industrial. 3. ed. São Paulo: Editora Senac, 2000. FERREIRA, J. M. de Bessa; FERREIRA, A. C. A sociedade da informação e o desafio da sucata eletrônica. Revista de Ciências Exatas e Tecnologia, São Paulo, v. III, nº 3, p. 157-170, 2008. FINCO, Andre; BRASIL, Gianfranco. Projeto “e-waste – lixo eletrônico” do SENAI/SC em São Miguel do Oeste. E-Tech: Tecnologias para Competitividade Industrial, Florianópolis, v. 3, n. 1, p. 79-97, 1º. Sem., 2010.

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Zoológico de Belo Horizonte - criação de identidade visual e simulação de loja própria Camila Barone; Elisiane Starling; Thiago Amormino; Iara Milhorato; Tiago Vieira; Gabriela Andrade

UNATEC - DESIGN GRÁFICO

Professor orientador: Luiz Augusto

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Objetivo do projeto A proposta de criação da identidade visual e criação da loja própria do Zoológico teve inicio no segundo semestre de 2010 na disciplina de Projeto Aplicado às Mídias Impressas. Nessa etapa o grupo iria desenvolver a identidade visual e papelaria do objeto de estudo. Foram feitas pesquisas referente ao objeto de estudo (sobre o que é, como funciona, público, etc.) também foram feitas pesquisas de referências de zoológicos tanto nacionais quanto internacionais e suas linguagens gráficas. No segundo semestre de 2010 foram desenvolvidas as identidades visuais do Zoológico de Belo Horizonte e da loja simulada entitulada ZOOLOJA bem como a papelaria e alguns produtos da loja.


Entende-se que um local como o Zoológico de Belo Horizonte, tem uma grande importância na cidade e mostra a importância de cuidarmos dos animais e da natureza. Notamos a necessidade de existir uma loja particular (atualmente existem 02 lojas dentro do zoológico mas nenhuma pertencente à instituição e sem renda de produtos arrecadados para o mesmo). É através dela que a empresa impõe sua presença, se mostra no mercado e demonstra seus valores e reais intenções em uma relação direta com o consumidor. Uma marca em meio a sociedade precisa de valores e conceitos para se firmar juntamente ao público. Sendo assim, uma identidade visual com conceito e fundamentos consolidados fará com que o Zoológico consiga se comunicar de forma mais eficiente com o consumidor, através de peças produzidas e comercializadas em sua loja. Firmando uma parceria entre instituição, loja e mercado.

Zoológico de Belo Horizonte- criação de identidade visual e simulação de loja própria

Justificativa do projeto

Postais promocionais

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Percurso para alcançar os resultados

UNATEC - DESIGN GRÁFICO

O percurso da criação da identidade visual do Zoológico de BH incluiu levantamento de dados a respeito da instituição, bem como visitas ao local e contato com funcionários do Zôo. Não houve uma analise gráfica prévia de uma identidade visual pois o mesmo não a possui. Baseados nos conhecimentos adquiridos na área de Design Gráfico fizemos a análise do problema para a partir daí criar e conceituar da melhor forma a identidade para o objeto de estudo. Depois de diversas experimentações, discussões e analises conceituamos e desenvolvemos a identidade visual.

Resultados alcançados Como resultado deste projeto, o grupo desenvolveu uma identidade visual para o Zoológico de Belo Horizonte e a marca ZOOLOJA,manual de aplicação das marcas, papelaria da loja e produtos a serem comercializados na loja própria.

Linha completa desenvolvida pelos alunos do curso

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Squezzes com os mascotes do Zoo.

Agendas, adesivos e bloco de notas



Revista Sinopse