Page 1


Proposta resumida Proposta .Até seis horas ininterruptas de som. .Três seletores (DJ) de dubreggae e dancehall. .2 Mestre de Cerimônias (MC e Dança) .Necessidades .Ponto de 220v e disjuntor de 50 amp. .2 coberturas de ao menos 3x3m com proteção lateral móvel caso seja em local aberto (proteção sol e chuva) .H2O – Água durante toda performance .Lanche .Banheiro Apresentação www.flickr.com/photos/dubversao/ No Brasil, a partir da década de 1990, o DJ assume um papel central na produção e disseminação da música eletrônica. São eles que "animam" os instrumentos de reprodução sonora através de edições e mixagens que pickups e mixers permitem realizar ao vivo. Porém, no curso e consolidação desta história (cena musical) os sistemas de som foram relegados a segundo plano; relegados à mera estrutura necessária para amplificar o trabalho dos DJs/produtores que aos poucos foram assumindo o caráter de astros do Pop: palco e luzes sobre sua atividade, e toda a mistificação que estes elementos são capazes criar. Tendo como referência a história dos Sistemas de Som Jamaicanos, principalmente das décadas de 1960/70, o DuBversao Sistema de Som, desde 2002, tem como um de seus interesses, desmistificar a figura do DJ a fim de revelar todos os elementos e atores que deram e, todavia dão vida e dinâmica a esta cultura popular que faz uso dos modernos instrumentos de reprodução sonora: tocadiscos, amplificadores e caixas acústicas: aparelhos comuns a todo lar, seja como uma vitrola ou radinho de pilha. Antes de ser um show e/ou espetáculo, os Sistemas de Som são acervos de arquivos sonoros (músicas) disponibilizados em uma espécie de audição pública, mas propriamente, através de uma festa. É um evento sonoro (festa) e também uma experiência sonora. Os sistemas de som fazem da rua e espaços públicos uma arena de dança, audição e apropriação do espaço. Os seletores (DJs) sempre se posicionam no mesmo nível do público (no chão) quebrando a distância simbólica entre atores e espectadores; o mestre de cerimônias (ou animador) anuncia as musicas, conversa com o público e dança com ele; o operador (re)interpreta o som reproduzido valendo-se de aparelhos de efeitos sonoros como reverbs, flangers, deelays. Tal experiência é dada pela montagem do sistema de som que pretende emergir os ouvintes numa câmara de compressão e descompressão de ar: “se Ouve e se Sente o som”. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------DubVersão Sistema de Som surgiu em 2002, época em que o dj Yellow P e o produtor Don Miguel Salavatore começaram a organizar festas semanais no centro de São Paulo: o Susi in DuB. Referência do dub em São Paulo, o Susi in Dub, agora sob a alcunha de JAVA completa cinco anos


como a única noite, na cidade, especializada no gênero e performance musical. O dub surgiu no início dos anos 70 quando o reggae já era extremamente cultuado pelos Sound Systems - sistemas de som - nas ruas de Kingston, capital da Jamaica. Prensado no lado b dos discos compactos 45rpm que eram produzidos em larga escala (uma produção extremamente fértil e sem precedentes na história da "música popular moderna"), o dubreggae parte da manipulação das bases instrumentais das músicas originais (remix), dando origem a um estilo de mixagem e produção musical em que se valorizam o baixo e a bateria juntamente à manipulação de efeitos nas vozes e demais instrumentos, dando um toque psicodélico ao estilo. Entre os maiores artistas do gênero estão King Tubby, Coxtone Dodd, Lee Perry, Mad Professor, Jah Shaka, Prince Jammy, Augustus Pablo e muitos outros... Os Sound Systems são festas de rua que surgiram ao longo dos anos 60, período em que o ritmo jamaicano tinha dificuldades, devido às tensões socais e raciais da década de 1970, de desenvolver e dar continuidade a programas de rádio, especialmente em Londres, onde residem inúmeros emigrantes caribenhos. Como alternativa a essa restrição, grupos começaram a se organizar para levar essa música para as ruas, disputando o seleto público com suas versions (verões exclusivas/remix) que eram tocadas pelos selectors (“seletores”, que hoje em dia são conhecidos como dj's), operators (“operadores de mesa”, que manipulavam os efeitos ao vivo) e deejays (cantores que faziam o papel de mestres de cerimônia, conhecidos hoje em dia como mc's). DubVersão Sistema de Som, da mesma maneira, surgiu tanto como uma alternativa à falta de espaço existente para a execução do dub, assim como uma forma de reapropriação tanto da música como do espaço público de São Paulo. Numa realidade em que a falta de iniciativas social torna o espaço publico um lugar de difícil convivência, DubVersão sugere e incentiva, através de suas festas, que o espaço público seja um lugar de confraternização, onde as pessoas possam se encontrar, dançar, e compartilhar momentos agradáveis na rua, de graça e ao som do melhor da musica jamaicana e suas vertentes. Para realizar as festas de rua o Dubversão montou de maneira artesanal e seguindo os moldes dos antigos sistemas, um Sistema de Som com caixas potentes o bastante para reverberar as freqüências subgraves, fundamentais para a audição e sensação física das linhas de baixo, além de equipamentos como mesa de som, picape, efeitos e microfone; aparatos, estes, essenciais para as ações independentes de Rua. Caso não haja interesse de levar o próprio sistema de som da equipe possuímos projetos de áudio que reproduzem a capacidade/sensibilidade acústica das festas de dubreggae e dancehall. O Sistema de Som conta com 3 selectors: Yellow P (Java), Magrão (Stamina Dancehall), que comanda a noite itinerante de dancehall (vertente mais digital e acelerada do reggae) e Love Meka/Bigodon; e por vezes, o deejays Pitshu além do dançarino e animador Jimmhy The Dancer. O DubVersão realiza suas intervenções sonoras em diversos espaços: bares, praças e parques de maneira autônoma e integralmente independente. As festas que se valendo de parcerias seguem abaixo: .2004- 2 vezes no Parque Trianon (Av. Paulista), .2004-Sesc Pompéia, .2004-SESC Carmo, .2004-Acampamento Irmã Alberta (Movimento Sem Terra), .2004-Casa das Caldeiras (FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica),


.2004-MIS (Museu da Imagem e do Som – Festival Digitofagia), .2004-10a edição da TEMP (Temporary Electronic Musik Party) .2005-SESC Santo Amaro – Mostra SESC de Artes Mediterrâneo – a convite de Eduardo Verderame. .2005-Galeria de arte de rua Grafiteria - inauguração da exposição individual do artista/grafiteiro Higraff .2005-Casa das Caldeiras (FILE - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) - responsável pelo território 6. .2006- Praça aprendiz da Letras (6 vezes). .2006 – Virada Cultural. Ao lado do CCBB. .2006 – Quarta-reggae. Galeria Olido (4 performances). .2006 – Biblioteca Alceu Barbosa – Pinheiros .2007 - Virada Cultural – Pátido do Colégio. .2007 – Feira de Artes e Artesanato de Osasco. .2008 – Sounds off the City – lançamento da coleção TuufGoing da Adidas. .2008 – FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto

Experiência da equipe com Artistas Internacionais .2005 – Grupo Dubkasm (UK). Juke Joint. Rua Frei Caneca. .15/09/2006 – Grupo Zion Train (UK). Hole Club. Rua Augusta .20/10/2006 – Cantor U-Roy (Jamaica). Arena Tom Maior .15/12/2006 – MC Brother Culture (UK). Hole Club. Rua Augusta .19/11/2006 – MC Rankin Joe (Jamaica). Vegas Club. Rua Augusta .30/11/2007 – o produtor Adrian Sherwood do On-U-Sound System (UK) e o MC Brother Culture. Hole Club. Rua Augusta. .30/08/2008 – cantor jamaicano Welton Irie. Sesc Interlagos e Centro Cultural da Juventude Para saber onde serão as próximas “intervenções” musicais basta enviar um mail para rootsjavadub@gmail.com ou acessar www.dubversao.com.br e fotos:

www.flickr.com/photos/dubversao/ Miguel Gondim de Castro 11 8160-0161 – deixar recado caso não atenda. rootsjavadub@gmail.com

Profile for Dubversão Sistema de Som

Dubversão Sistema de Som  

apresentação do trabalho

Dubversão Sistema de Som  

apresentação do trabalho

Profile for dubversao
Advertisement