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Veículo: Jornal da Record

Data: 03/01/2019 Link: http://recordtv.r7.com/jornal-da-record/videos/especialistas-ensinam-como-realizarmetas-de-2019-04012019

Especialistas ensinam como realizar metas de 2019 o 

JORNAL DA RECORD 03/01/2019 - 23h36

Em todo começo de ano, as pessoas fazem planos para conseguir realizar um sonho, mas nem sempre atingem esse objetivo. Segundo especialistas, ter uma meta e organizar as finanças são um bom começo.


Veículo: BandNews Data: 03/01/2019 Link: https://bandnewstv.band.uol.com.br/videos/16592877/especialista-conta-melhormaneira-de-pagar-contas-de-inicio-de-ano

Especialista conta melhor maneira de pagar contas de início de ano O apresentador Pablo Ribeiro conversou com o especialista em Educação Financeira, Reinaldo Domingos, que explica como se planejar financeiramente e começar a pagar os boletos.


VeĂ­culo: Bom Dia PiauĂ­ (TV Globo) Data: 03/01/2019 Link: http://g1.globo.com/pi/piaui/bom-dia-piaui/videos/t/edicoes/v/precos-de-itens-dematerial-escolar-vao-ser-reajustados-em-ate-10/7273199/


VeĂ­culo: TV Globo (Bom dia Amazonia) Data: 14/01/2019 Link: https://g1.globo.com/am/amazonas/edicao/2019/01/14/videos-bom-dia-amazoniadesta-segunda-feira-14-de-janeiro-de-2019.ghtml


Veículo: Jornal da Record Data: 02/01/2019 Link: http://recordtv.r7.com/jornal-da-record/videos/trabalhadores-reclamam-dereajuste-da-tarifa-de-onibus-pelo-brasil-03012019

Trabalhadores reclamam de reajuste da tarifa de ônibus pelo Brasil o

JORNAL DA RECORD

02/01/2019 - 23h40

Em muitas capitais, o trabalhador começou 2019 pagando mais caro pelas passagens de ônibus e acima da inflação


VeĂ­culo: Fala Brasil Data: 02/01/2019 Link: http://recordtv.r7.com/fala-brasil/videos/veja-como-organizar-as-contas-e-fugirdas-dividas-em-2019-03012019


VeĂ­culo: SBT Brasil Data: 07/01/2019 Link: https://www.sbt.com.br/jornalismo/videos/categoria/PLfY0CqsFwoUsge8mA8NPWCjmWAmoeUQh/PmQvg2aRvBY/aumento-da-tarifa-de-onibus-emsao-paulo-gera-reclamacoes-dos-pasageiros-sbt-brasil-070119.html


Veículo: Jornal da Record Data: 08/01/2019 Link: http://recordtv.r7.com/jornal-da-record/videos/poupanca-alcanca-em-2018-o-melhorresultado-em-seis-anos-08012019

Poupança alcança em 2018 o melhor resultado em seis anos o 

JORNAL DA RECORD 08/01/2019 - 22h55

Os depósitos na poupança superaram os saques em quase R$ 40 bilhões no ano passado.


Veículo: Jornal da Cultura Data: 09/01/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=vCTiQxZqMvQ&list=PLdnZUpbQ9PflJaF9LdihS9D6gtg4n5E Vx&index=4


VeĂ­culo: RIC TV (Ver Mais) Data: 10/01/2019 Link: https://noticias.r7.com/ric-mais/saiba-dicas-de-como-controlar-as-contas-no-cartao-decredito-10012019


VeĂ­culo: TV Bandeirantes (Band Vale) Data: 19/02/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=tgI_dAmBJcU&feature=youtu.be


Veículo: TV Mar (Maceió) Data: 04/01/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=ecy4Us1L0DE


VeĂ­culo: TV Brasil Data: 14/01/2019 Link: http://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2019/01/diferenca-de-precos-no-materialescolar-pode-chegar-130


Veículo: TV Câmara SP Data: 08/01/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=uyKaj_QW3UI


Veículo: Café com Jornal (Bandeirantes) Data: 14/01/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=y97HHskSE5Y


Veículo: Jornal da Cultura Data: 09/02/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=GlKZ8AinfNg


VeĂ­culo: Jornal da Record Data: 26/02/2019 Link: http://recordtv.r7.com/jornal-da-record/videos/entenda-como-mudanca-naprevidencia-afeta-a-vida-dos-jovens-26022019


Veículo: RIT TV (Nosso Programa) Data: 20/02/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=wZkrGNDFsy0


VeĂ­culo: G1 Data: 21/01/2019 Link: http://audioglobo.globo.com/g1/podcast/feed/531/educacao-financeira


VeĂ­culo: G1 Data: 21/01/2019 Link: http://audioglobo.globo.com/g1/podcast/feed/531/educacao-financeira


Veículo: Jornal da Manhã (Jovem Pan) Data: 09/01/2019 Link: https://www.youtube.com/watch?v=hnqMGN7OFZw


Veículo: Kondzilla.com Data: 15/01/2019 Link: https://kondzilla.com/um-papo-sobre-educacao-financeira-com-reinaldodomingos/

Um papo sobre educação financeira com Reinaldo Domingos JuventudeHoje

*todas as fotos por Jeferson Delgado // Portal KondZilla Todo fim de ano tem dois pedidos que são quase unanimidade: saúde e dinheiro. Hoje, vamos falar um pouco sobre esse segundo e como você não precisa ganhar na mega-sena ou uma herança de família para ter sua independência financeira. Hoje, o Portal


KondZilla apresenta uma entrevista Reinaldo Domingos, especialista em educação financeira. Saca só. Pra começo de conversa, vamos deixar uma coisa clara: educação financeira não está relacionada a riqueza. Não é porque você vai se organizar financeiramente que você vai ficar rico. Porém, esse tipo de disciplina e conhecimento te trás uma estabilidade razoável para você realizar seus sonhos, como aquela viagem, um carro, a casa própria, etc. Sempre tenha isso em mente: ter educação financeira não vai te deixar rico, mas vai te deixar mais feliz. Agora que você já entendeu esse recado, vamos te apresentar o Reinaldo Domingos. PhD em educação financeira, ele também é o fundador da DSOP, uma empresa especializada em educação financeira oferecendo cursos para todas as faixas etárias e também capacitação profissional. Nessa conversa com Reinaldo, falamos sobre como a educação financeira é importante para a juventude e para periferia, como conseguir ter uma disciplina com seu dinheiro e, principalmente, que sonhar é muito bom, mas realizar o seu sonho é melhor ainda!


Como surgiu a ideia do método DSOP? Então, é uma história longa (risos). Eu nasci em Casa Branca, uma cidade do interior de São Paulo e quando criança tinha o sonho de ter uma bicicleta. Porém, meus pais não podiam comprar. Então resolvi arrumar um emprego, juntei o dinheiro e comprei a bicicleta. Isso me deu um estalo e pensei que poderia usar isso pra comprar diversas coisas. Com 20 anos, me mudei pra São Paulo, comecei a trabalhar com contabilidade, área que foi minha primeira especialização e, com 37 anos, eu já poderia parar de trabalhar. Só que veio então a ideia de escrever e, nessa, descobri que tinha um método de ensino: Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar. E em 2008 formei a primeira turma de educadores financeiros com o método DSOP.


A DSOP tem diversos livros infantis também. Como dar educação financeira para crianças. Tem diferença para educar um adulto, por exemplo? Quando comecei a formar os educadores, eu percebi que era mais difícil converter alguém mais velhos, com vícios e tal, do que uma criança. E não pense que a criança não sabe lidar com dinheiro, porque ela sabe. O que você precisa ensiná-la é como lidar de forma responsável com o dinheiro que ela ganha dos avós, por exemplo. Hoje tem muito pai que dá mesada em troca de algo: se a criança arrumar a cama, ela ganha X, se ela cuidar dos brinquedos, ganha Y. Isso tá errado, não podemos criar mercenários que farão seus deveres em troca de dinheiro. Tem muita gente que acredita que educação financeira é a porta de entrada para te deixar rico. Isso é verdade? Esse é um dos maiores mitos. Não, a educação financeira não vai te deixar rico. Mas é mais fácil ter uma educação financeira quando se tem mais dinheiro? Não existe nenhuma diferença. Os sonhos são os mesmos, o que muda são as qualificações desses sonhos. Vamos dar um exemplo prático. Tivemos um curso no Guarujá recentemente, que mudou a vida de muitas pessoas carentes. Nesse curso, tinham várias crianças com o sonho de ir no McDonald’s! Isso, pra uma pessoa de classe A ou B, é inimaginável. Agora, essa pessoa mais abastada também têm sonhos, mas diferentes. O que eu mais defendo é que nunca vou trabalhar a riqueza como aspecto financeiro. As pessoas com mais


dinheiro se preocupam cada vez mais com bens materiais e patrimônio. A riqueza está na saúde física. O que precisamos mostrar é que é possível ser feliz dentro de cada padrão de vida. A educação financeira não é mais fácil pra quem tem menos ou mais dinheiro, isso é um verdadeiro mito.

Qual a diferença entre entre poupar e investir? Existe uma diferença entre o poupar e investir. As pessoas não tem dinheiro pra investir, mas elas têm a chance de poupar, que é gastar menos onde você pode gastar menos. O jovem, por exemplo, pode poupar e também gastar com sua balada, sem ser tão intenso. A parte do poupar é 100% mais importante. Educação financeira cuida de sustentabilidade, nós vamos pegar cada item que gastamos e vamos ver os excessos para pouparmos.


Qual o primeiro passo pra começar a ter educação financeira? A primeira grande ação é você se provocar, saber qual o seu sonho. É muito importante que você saiba quais são seus sonhos e como você vai fazer pra realizá-lo. Pra isso, é importante você diagnosticar quais seus gastos desnecessários e poupar esse dinheiro para realizar seu sonho. A independência financeira é algo possível para todos.

Confira mais dicas financeiras no canal do youtube de Reinado Domingos.


Veículo: O Estado de S.Paulo Data: 08/02/2019 Link: https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/planejamento-daaposentadoria-muito-alem-da-reforma/

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma Reinaldo Domingos* 08 Fevereiro 2019 | 08h00

Reinaldo Domingos. FOTO: DIVULGAÇÃO


Com a intensificação do debate em torno da reforma da Previdência Social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. Um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será. Para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. O tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do PT e no de transição do MDB. Assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. O modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações. O que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano B, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas. Se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar. Além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. Não quero entrar no mérito se a


reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro. Pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados. Para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais. Veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos. *Reinaldo Domingos, PHD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor de Terapia Financeira, de Mesada não é só dinheiro e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil


VeĂ­culo: VEJA.com Data: 07/02/2019 Link: https://veja.abril.com.br/economia/pagamento-da-segunda-cota-do-ipva-comecaem-11-de-fevereiro-o-que-fazer/

Pagamento da segunda cota do IPVA começa em 11 de fevereiro. O que fazer? O parcelamento do imposto ainda pode ser feito nas empresas credenciadas pela Secretaria da Fazenda Por Clara Valdiviezo


O período de pagamento da 2ª cota começa dia 11 de fevereiro (Aloisio Mauricio/Fotoarena/Folhapress)

O pagamento da segundo cota do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no estado de São Paulo começa dia 11 de fevereiro e vai até dia 22 do mesmo mês. O IPVA pode ser pago em agências lotéricas e nos canais de atendimento disponibilizados pelos bancos autorizados, a partir da segunda cota sem o desconto de 3% oferecido na primeira. Até 2018, o pagamento em fevereiro só podia ser feito em parcela única, mas esse ano há uma saída para aqueles que não querem pagar o IPVA de uma vez só e perderam a data do parcelamento em janeiro. A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo credenciou empresas que oferecem o parcelamento do valor do IPVA em até 12 vezes e quitam os débitos na hora. Os pontos de pagamento são encontrados no site da Secretaria. O educador financeiro da DSOP, Ricardo Natali, comenta que o parcelamento com empresas credenciadas deixa o tributo mais caro e pode chegar a aumentar 30% do valor inicial, “essa alternativa só deve ser usada em situação emergencial, sendo que o condutor deve ter consciência que está pagando muito mais caro do que se pagasse o IPVA em janeiro”. Os motoristas paulistas devem conferir o dia do pagamento, já que as datas são diferentes dependendo do número da placa do veículo. Os primeiros a pagar serão as placas de final 1, e os últimos as de final 0. O atraso do pagamento gera uma multa de 0,33% ao dia e juros de mora com base na taxa Selic. Depois de 60 dias, a multa se eleva para 20% do valor do imposto. O conselho da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti é se organizar, usar o valor do ano anterior para guardar um pouquinho por mês, ou até mesmo usar o décimo terceiro para se livrar da conta logo em janeiro, já que é um débito previsto. Os valores do IPVA variam de acordo com o automóvel, ele é calculado em cima do valor do veículo e seu tempo de mercado. A tabela de valores pode ser consultada no site da secretaria.


Veículo: Vida e Dinheiro (ENEF) Data: 07/02/2019 Link: http://www.vidaedinheiro.gov.br/oglobo_voltaaulas/

Na volta às aulas, inclua a educação financeira na programação Reportagem publicado em O Globo. Bárbara Nóbrega RIO – A volta às aulas representa um momento de mais gastos para os pais,com despesas com material e uniformes. Mas pode ser uma oportunidade para mostrar às crianças o valor do dinheiro e a importância de economizar. Como a professora universitária Jennifer Lowe, que busca incutir em sua filha Elise, de 7 anos, pequenos hábitos para desenvolver habilidades de consciência de compra. – Se os pais deixarem, os filhos querem comprar tudo. A mochila do ano passado está perfeita, por exemplo. Eu conversei com a minha filha Elise para que ela entendesse que não precisa comprar uma nova. Já o estojo estava velho, e deixei que ela comprasse um novo. É sempre uma negociação. Ela tem um cofrinho desde mais nova, e uma vez conseguimos ajudar a pagar parte dos custos de uma viagem com o valor guardado – conta Jennifer, moradora do Méier, na Zona Norte do Rio.


Segundo Ana Rosa Vilches, mestre em educação financeira, a redução de gastos nesta época envolve outras rotinas, como organizar o lanche escolar junto com os filhos, fazendo escolhas saudáveis e mais econômicas. A mesada também merece atenção. Segundo o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, esta pode ser uma quantia em dinheiro entregue à criança, para pequenas despesas ou como poupança. Mas também pode vir na forma de um incentivo à redução de gastos em casa, como energia e água. O valor poupado nas contas seria usado na compra de algo que a criança deseje. – Muitos pais não discutem questões de orçamento doméstico com os filhos, e isso é um problema. As crianças devem entender a diferença entre o que querem e o que podem ter – diz Claudia Forte, superintendente da Associação de Educação Financeira (AEF). E, embora muitas escolas ofereçam aulas de educação financeira, estas não serão suficientes se os pais não tiverem essa consciência e a transmitirem aos filhos. – É necessário que os pais façam as crianças entenderem o valor do dinheiro. Não é um problema fazer compras. Porém, deve haver uma modificação do comportamento quanto ao consumo – alerta Ana Rosa. Dicas para ensinar crianças a pouparem dinheiro 1 – Dê a famosa mesada


Avise a criança que será tudo o que ela receberá no período e que ela deve se planejar bem. Não dê mais dinheiro até o próximo pagamento, senão ela ficará mal acostumada. A sugestão é, para crianças entre 6 e 8 anos, dar mesada semanal; para aquelas entre 8 e 12 anos, quinzenal; acima dessa idade, mensal. 2 – Faça-as anotar os gastos Para isso é preciso dar o exemplo. Passe a anotar os gastos da casa e ajude as crianças a fazerem o mesmo. Dessa forma, é possível identificar gastos supérfluos e saber onde se pode cortar para economizar. 3 – Incentive objetivos É necessário estimular as crianças a terem um objetivo para gastar seu dinheiro. Por exemplo, poupar parte da mesada para, em alguns meses, comprar um jogo de videogame, ou até mesmo ajudar a pagar um novo celular. 4 – Leve-as ao mercado Para as crianças menores, limite o número de guloseimas que elas poderão escolher.Já para as maiores, dê um limite monetário para ela se acostumar a fazer seus gostos caberem no orçamento. 5 – Ensine-as sobre valor A criança precisa entender que o dinheiro é fruto do trabalho. Converse com ela sobre o orçamento doméstico.


6 – Estimule a poupança É essencial ensinar as crianças a terem uma reserva de emergência. Por isso, sugira que elas poupem cerca de 20% da mesada para situações imprevistas. O exemplo é essencial: mostre que você também tem uma reserva. Acesse a matéria aqui.


Veículo: Época Negócios Data: 20/01/2019 Link: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Financas-deBolso/noticia/2019/01/como-se-livrar-das-dividas-em-2019.html

20/01/2019 - 06H02 - POR DANIELA FRABASILE

Como se livrar das dívidas em 2019 Saiba como se organizar financeiramente e fazer um plano para quitar as dívidas

(FOTO: THINKSTOCK)


Estar afundado em dívidas não é das situações mais confortáveis. E muitas vezes pode parecer que nunca será possível sair dessa situação. Nessa hora, o ideal é fazer um plano para pensar como quitar todas as dívidas. “Ter dívida não é um problema”, diz Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e apresentador do canal de Youtube Dinheiro à Vista. “O problema é quando a pessoa perde a capacidade de pagamento”, afirma. Época NEGÓCIOS pediu a especialistas em finanças pessoais dicas sobre o que fazer. De onde veio a dívida? O primeiro passo é descobrir a origem da dívida – e seu tamanho exato. Muitas pessoas estão endividadas há tanto tempo que nem se lembram como tudo começou. E como ninguém gosta de lembrar que tem contas a pagar, é comum devedores não saberem sequer quanto devem ou quanto pagam de juros. “Quando falamos em entender onde a dívida começou, é porque normalmente há algum gatilho que não é apenas financeiro, há uma origem emocional”, diz Paula Sauer, planejadora financeira certificada pela Planejar. “É preciso mudar o comportamento com relação ao dinheiro. Não adianta só sentar com um planejador, senão você vai ser sempre devedor”. A dica de Paula é reunir todos os documentos relativos à dívida: cobranças, boletos, extratos da conta corrente. Isso ajuda a se organizar financeiramente e pode servir como subsídio para uma renegociação ou processo judicial.


Estipule um sonho Embora seja a coisa certa a fazer, pagar dívidas é, em si, muito chato. Ainda mais pensando que provavelmente você terá de abrir mão de algo que gosta de fazer para economizar. Uma estratégia para lidar com isso é pensar no que você quer fazer após pagar as dívidas. Para o desejo ajudar a cumprir a responsabilidade, é preciso planejar. “Esse sonho tem que ter nome, preço, plano e prazo, para se tornar um objetivo”, diz Paula. Por exemplo: seu sonho é viajar. Você então deve fazer as contas para ver de quanto precisará – digamos, R$ 20 mil. Se suas dívidas forem de R$ 10 mil, faltarão R$ 30 mil para realizar esse sonho. “Assim, pagar a dívida não será apenas pagar aquela prestação, mas trabalhar para conseguir alguma coisa que você quer. Se você estipula um sonho, pagar a dívida se torna parte do caminho”, diz Paula. “Como é frustrante economizar todo mês para pagar uma dívida, muitas pessoas desistem”. Descubra para onde está indo seu dinheiro Você já descobriu de onde veio a dívida e pensou em um sonho para se manter comprometido com o pagamento. É hora de descobrir de onde tirar dinheiro para pagar. Faça uma “fotografia” da vida financeira. O primeiro passo é saber quanto você ganha – após todos os descontos na folha de pagamento. Parece básico, mas planejadora e consultora Rebeca Toyama afirma que muita gente não tem esse número na cabeça. “O salário da pessoa é de R$ 10 mil líquidos, e ela pensa que pode gastar isso. Mas como os descontos são de R$ 2 mil, restam R$ 8 mil disponíveis”, diz.


A segunda parte é olhar para os gastos. Quanto você gasta com moradia, conta de luz? Quanto vai para os almoços no fim de semana, quanto está indo para lazer, assinatura de TV a cabo, internet? E as compras no supermercado, levam quanto? Academia, aula de idiomas, ponha tudo em uma planilha. Aplicativos podem ajudar nessa avaliação. Veja se a conta fecha: você está gastando mais ou menos do que ganha? Faça escolhas Se você tem dívidas que não está conseguindo pagar, ou se quer se livrar das suas dívidas mais rápido, provavelmente precisará fazer cortes no seu orçamento. É de olhar para os seus gastos e pensar quais você consegue reduzir. Isso é algo muito pessoal. Vale analisar planos de celular, TV a cabo, internet, pensar em trocar de academia, reduzir as saídas aos finais de semana. “É preciso entender o que é essencial para você, o que é supérfluo, e o que eu posso ficar sem por um tempo”, diz Paula. Pense com calma e converse com sua família. Depois disso, veja o quanto você consegue economizar por mês. Seja realista com esse planejamento, mas também não faça um orçamento com mais folga do que o necessário. Ou seja, se você conseguiria economizar R$ 1 mil por mês, não faça um planejamento para economizar R$ 200 nem R$ 1,5 mil. “Tem que ser uma parcela que caiba dentro do seu bolso hoje e que não seja nem apertada demais para você não conseguir seguir e desistir e nem muito frouxa a ponto de não mudar seu comportamento, porque assim o prazo da sua dívida vai se estendendo”, afirma Paula.


Plano para pagar a dívida Agora que você já sabe qual é o tamanho da sua dívida e quanto você consegue pagar por mês, vale buscar uma forma de pagar a dívida. Primeiro: é possível pagar as parcelas atuais com o que você consegue economizar todo mês? Se não, é preciso buscar uma renegociação. Outra opção é buscar linhas de crédito mais baratas: trocar o rotativo do cartão de crédito por um empréstimo consignado, por exemplo. Reinaldo Domingos alerta, contudo, que é preciso levar em conta a perda de poder aquisitivo, no caso do consignado. “Se você já estava no limite usando 100% do seu salário, com o consignado, sua renda vai cair para, digamos, 70%”, diz. “Buscar um crédito mais barato pode ser uma alternativa, mas não deve se tornar um hábito”, afirma. O que pagar primeiro? Segundo Reinaldo Domingos, dívidas como casa própria e carro, que têm lastro, requerem atenção – afinal, você pode perder aquele bem. Dê prioridade a pagar essas parcelas. Em seguida, as dívidas com taxas mais altas, como cartão de crédito e cheque especial. Depois os carnês ou crediário. Com o crédito consignado não há opção de renegociação, mas é possível alongar a dívida, para que as parcelas ficarem menores e caberem no seu bolso. Limpar o nome? Mesmo que pareça um bom negócio, é preciso ter alguns cuidados na hora de renegociar uma dívida para limpar o nome. Imagine que a dúvida é de R$ 10 mil, e a empresa propõe um desconto de 50%, com um parcelamento em dez vezes de R$ 500. A pessoa naturalmente acha que é vantagem, afinal estava devendo R$ 10 mil, terá que pagar R$ 5 mil. “Mas o desafio dessa pessoa é encontrar R$ 500 dentro do seu custo de vida mensal e do seu orçamento dos próximos dez meses”, diz Domingos.


Um erro, diz o educador financeiro, é assinar uma confissão de dívida em renegociações como essa e não conseguir honrar. “Aí você fica com um duplo problema, porque terá um documento comprovando aquela dívida, e é muito mais fácil executarem do que antes. Muitas vezes, dívidas de cartão de crédito ou cheque especial não têm documentação assinada por você”, diz. Uma opção, caso não seja possível pagar esses R$ 500 por mês, é manter a dívida e guardar dinheiro para, no futuro, ter melhores condições de renegociar. “Ter o nome sujo às vezes é uma boa estratégia”, diz Domingos. Assim, sua única opção será readequar seu padrão de vida e comprar apenas à vista, o que te impede de continuar perdendo o controle dos gastos. Além disso, o credor passará a te olhar de outra forma, e provavelmente te dará mais descontos. “Isso vale quando você sentir que perdeu de fato o controle, não tem bens de garantia para perder, e quando está se educando financeiramente de uma forma que não vai cair novamente nessa cilada”, afirma Domingos. Uma pessoa pode ficar negativada por dois ou três anos, enquanto guarda dinheiro para fazer uma renegociação futura, diz.


Veículo: Você S/A (Aplicativo) Data: 24/01/2019 Link:


VeĂ­culo: UOL Data: 07/02/2019 Link: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/02/07/juros-altos-alternativaspara-o-consumidor.htm


VeĂ­culo: UOL Data: 07/01/2019 Link: https://economia.uol.com.br/financaspessoais/noticias/redacao/2019/01/07/pagamento-ipva-cota-unica-parcelado.htm


Veículo: METRO Data: 30/01/2019 Link:


Veículo: Correio Braziliense Data: 07/01/2019 Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/01/07/interna_cidadesd f,729273/material-escolar-fica-10-mais-caro-saiba-como-economizar.shtml

Material escolar fica 10% mais caro; saiba como economizar Quem não resolveu a lista exigida pelas escolas em dezembro terá gastos maiores com papelarias e livrarias neste mês, segundo estimativas do setor AV Ana Viriato postado em 07/01/2019 06:00

Pai de Valentina, Henrique Troccóli enviou a lista da escola para cinco papelarias antes de decidir em qual comprar o material escolar: economia(foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)


Lista de materiais didáticos e comparativos de preços em mãos: a poucos dias do início do ano letivo, começa a se intensificar a busca por itens escolares em papelarias e livrarias da capital. As compras devem pesar no bolso dos pais, uma vez que a estimativa é de que os artigos pedidos pelas escolas estejam, em média, 10% mais caros em relação ao mesmo período de 2018, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae). Para evitar malabarismos com o orçamento familiar no início do ano, a dica é reaproveitar itens, pesquisar entre diferentes estabelecimentos e atentar-se aos descontos para compras on-line. A procura pelo material didático deve crescer a partir de hoje, conforme o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório, Papelaria e Livraria do Distrito Federal (Sindpel), José Aparecido Costa Freire. “Da última sexta-feira do ano até o fim de semana após o ano-novo, os resultados nunca são o que esperamos. Depois desse período, as famílias voltam de viagem e procuram os itens. Daqui até o fim do mês, as vendas terão aumento de 100%”, previu. Freire acrescenta que o segmento aguarda, em 2019, um incremento de 3% a 4% do faturamento.

Para atender a clientela e suprir a demanda, as lojas adotaram o usual esquema de volta às aulas, com reforço da equipe e aumento do estoque. A preparação para o período começou cedo. O diretor comercial da ABC, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), Luiz Fernando Zamuner, explicou que o estabelecimento iniciou os preparativos em outubro. “Contratamos seis funcionários temporários e fizemos compras com fornecedores que praticamente dobraram o nosso estoque. Temos uma expectativa de alta nas vendas de 7% a 8% em relação ao mesmo período do ano passado”, detalhou. Ele acrescentou que a loja investiu em novos canais de comunicação com a clientela: “Disponibilizamos atendimento via WhatsApp. Nele, o cliente envia a lista e respondemos com a cotação. Há um retorno enorme”.

Pesquisa O procurador da Advocacia-Geral da União (AGU) Henrique Troccóli, 42 anos, seguiu as regras à risca e conseguiu fechar as aquisições em um total de R$ 700. “Enviei a lista da escola da minha filha para cinco papelarias, com o pedido de cotação. Escolhi o local apenas após as respostas. Compramos os livros em uma editora que ofereceu descontos, e os demais itens, na papelaria. Restam poucas coisas que eles não tinham no estoque”, contou o pai de Valentina, 11.


As compras ocorreram com um mês de antecedência ao início das aulas. “Aconteceu de, em outro ano, deixarmos para a última hora, e eu começar a estudar sem tudo o que constava na lista. Depois disso, passamos a comprar bem antes. Algumas vezes, em dezembro. Também chequei tudo o que tinha para evitar coisas desnecessárias. Por exemplo, em vez de quatro borrachas, peguei duas”, disse a estudante, que cursará o 5º ano do ensino fundamental. A servidora pública Deise Gomes, 38, também fez uma peregrinação à procura dos materiais do filho. Motivo: o menino de 11 anos pediu todos os itens com a estampa do super-herói favorito, o Homem-Aranha. “Estive em São Paulo, em dezembro, e achei muitos materiais, como caneta, lapiseira e tesoura desse tema. Chegando a Brasília, procurei os 11 cadernos que ele precisará e as demais coisas, como resma”, detalhou. As aulas do filho começam em 28 de janeiro, mas Deise decidiu antecipar as andanças para evitar filas e falta de opções. Para ela, os preços estão mais salgados. “Em 2018, comprei mais coisas e gastei menos”, lamentou.

"Participo de um grupo de mães da época em que o tive e de outro da nova gestação. Elas deram três dicas de locais. Pesquisei os preços e escolhi o mais viável", Mariana Lacerda, com o marido, Marcus Vinícius, e o filho Cauã(foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)


Iniciante A médica Daniela Moreira, 39, também planejou cada detalhe antes de levar os filhos, Luísa e Lucas, para escolher os materiais que usarão a partir de 16 de janeiro. Moradora de Formosa, no Entorno, ela percorreu cerca de 80km para realizar as compras em uma papelaria específica. “Conhecia a loja, porque viemos outras vezes. Então, nem sequer pesquisei. Há um certo alívio, porque os livros são fornecidos pela escola, e precisamos comprar somente os itens gerais, totalizando R$ 500”, pontuou.

Entre a infinidade de opções, os filhos de Daniela fizeram escolhas temáticas. O menino optou por cadernos de super-heróis, como o Capitão América. “É importante que eles façam parte desse processo por questão de motivação”, explicou. Nos próximos anos, a médica pretende antecipar as compras, como fazia antes. “Em dezembro, os preços são melhores e não ficamos tão próximos da data de início das aulas. Ou seja, se faltar algo, podemos correr atrás”, completou.

A servidora pública Mariana Lacerda, 31, recorreu a orientações de amigas para fazer a primeira compra de material escolar. São cerca de 15 itens que Cauan, 1, usará no maternal. “Participo de um grupo de mães da época em que o tive e de outro da nova gestação. Elas deram três dicas de locais. Pesquisei os preços e escolhi o mais viável”, apontou. Em cerca de 20 minutos, Mariana conseguiu todos os itens de papelaria. “Faltaram coisas que não são vendidas nesse tipo de loja, como brinquedos, fantoches e instrumentos musicais”, disse.

Dicas Reinaldo Domingos, do canal do YouTube Dinheiro à Vista, elenca orientações para economia no momento da compra de material escolar. Confira:

» Antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila

» No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso

» Algo interessante é reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas


» A partir daí, é preciso fazer muitas pesquisas e traçar um orçamento para ter noção do gasto total

» Não é preciso, necessariamente, comprar todos os itens na mesma loja, mas, se for fazer, é válido pedir descontos

» No dia das compras, converse com o filho sobre o orçamento para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado

» O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas, se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2019 por vários meses

Atenção Confira recomendações do Procon para a compra de material escolar:

» Não é permitida a cobrança de taxa extra ou de fornecimento de material de uso coletivo dos alunos ou da instituição. Itens de higiene pessoal, álcool, apagador, grampeador, giz, pincéis para quadro, clipes, cartucho para impressora, envelopes, etiquetas, copos descartáveis etc. são exemplos de materiais de uso coletivo

» A lista de material deve ser acompanhada de um plano de execução, que deve descrever, de forma detalhada, os quantitativos de cada item de material e a sua utilização pedagógica

» É permitido aos pais o fornecimento parcelado do material. A entrega deve ser feita com, no mínimo, oito dias de antecedência do início das atividades

» A escola é proibida por lei de exigir marca, modelo ou indicação de estabelecimento de venda do material, à exceção da venda do uniforme

» Para procurar o Procon-DF, basta ligar para o número 151. O consumidor também pode acionar o órgão pelo e-mail 151@procon.df.gov.br ou ver o endereço de um dos 10 postos do órgão no DF pelo site www.procon.df.gov.br


Veículo: DCI Data: 10/01/2019 Link: https://www.dci.com.br/dci-sp/iptu-tem-alta-de-3-5-na-cidade-de-s-o-paulo-1.771662

IMPOSTOS

IPTU tem alta de 3,5% na cidade de São Paulo REBECCA EMY • SÃO PAULO Publicado em 10/01/19 às 05:00

A prefeitura de São Paulo divulgou o calendário do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2019. O reajuste anunciado para este ano é de 3,5%. O valor está abaixo da projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2018, de 3,69%, segundo o Relatório de Mercado Focus, do Banco Central. Para o coordenador do curso Desenvolvimento de Negócios Imobiliários da FGV, Alberto Ajzental, considerando a crise econômica vivida nos últimos anos, as taxas de desemprego e as dificuldades financeiras de cada habitante, o valor de reajuste foi pensado de forma sensata pela prefeitura.


Na base de cálculo do imposto, é utilizado o valor venal de cada imóvel, ou seja, dados registrados na Secretaria da Fazenda, como área do terreno. Além disso, é estabelecida uma alíquota seguindo o valor do IPCA. Em 2017, com a revisão de valores venais dos imóveis da cidade, chamada de Planta Genérica de Valores (PGV), que acontece a cada quatro anos, e um IPCA de 2,95%, o reajuste foi de 3%. Pagamentos

O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, considera que manter as contas acumuladas de dezembro mais as de janeiro em dia ainda é um problema para os brasileiros. Para os paulistanos com reserva financeira, Domingos aconselha fazer o pagamento à vista e receber o desconto de 3% sobre o valor do imposto. No entanto, para o contribuinte com pouco ou nenhum valor poupado, é indicado aderir às prestações. “O importante é não acumular parcelas de diferentes anos”, afirma.


VeĂ­culo: UOL Data: 19/02/2019 Link: https://economia.uol.com.br/financaspessoais/noticias/redacao/2019/02/19/portabilidade-investimento-renda-fixatransferencia-de-custodia-corretora.htm


Veículo: Correio da Bahia Data: 04/02/2019 Link: https://turismo.ig.com.br/manual-do-viajante/2019-01-28/periodo-sabatico.html

Priscila Natividade priscila.oliveira@redebahia.com.br 04.02.2019, 05:00:00

(Ilustração: Morgana Miranda/ CORREIO)

Estourados na web: Conheça os segredos dos youtubers financeiros Confira 10 pegadinhas mais comuns para tirar seu dinheiro, saiba como evitar as armadilhas e sair das dívidas

No dia a dia, e principalmente nas finanças, a vida é cheia de pegadinhas. Aquele desconto que parece ser vantajoso ou a taxa de banco que o consumidor acaba pagando sem nem saber que pagou ou ainda cair no conto de fadas de que um título de capitalização é investimento. Ou seja, tem muita armadilha disfarçada de ganhos por aí. Por isso, o CORREIO trouxe os segredos de cinco Youtubers de Finanças Pessoais, que estão na crista da onda em números de seguidores e visualizações para ajudá-lo a não tropeçar nos obstáculos do mundo do dinheiro.


O guia anticiladas reúne, pelo menos, 10 pegadinhas que o consumidor tem que fugir se não quiser perder dinheiro (veja na página). Juntos, esse time formado por Reinaldo Domingos, Júlia Mendonça, Carolina Sandler, Beatriz Aguillar e Gabriela Forlin soma mais de meio milhão de seguidores em seus canais na internet - e sim, eles estão dispostos a revelar seus segredos. Para Domingos, o presidente da Associação dos Educadores Financeiros e criador do canal Dinheiro à Vista, o primeiro conselho é se gastar com o que realmente precisa. É preciso definir prioridades. “Não existe café de graça. Tudo que eu ponho a mão tenho 1% de inspiração e 99% de transpiração. Se empodere do seu sonho de verdade”. Mas como não cair no vermelho? Quem responde é Júlia Mendonça, criadora do canal que leva o seu nome. “Essas armadilhas normalmente representam pequenos gastos, o que não faz o consumidor perceber o peso delas no orçamento, mas quando somadas podem representar uma boa parte do salário” alerta. A titular do canal Finanças Femininas, Carolina Sandler, também aposta no controle dos gastos como uma saída para evitar os tropeços nas finanças. Tudo precisa passar pela planilha. “Quanto mais as decisões são pensadas e avaliadas, mais fácil fica de não cair em armadilhas”, pontua. Valor da grana Vale ficar atento ainda às tentações de uma camisa da moda ou de um tênis novo. Criadora do canal Papo de Bolsa, Beatriz Aguillar confessa que passou por isso várias vezes até entender o valor que o dinheiro realmente tinha. “A gratificação de ver o dinheiro rendendo sem você ter que trabalhar a mais por isso, às vezes, é muito mais gratificante do que comprar um novo sapato”. Mas se nada disso der certo e viver no vermelho se tornar uma condição permanente, a receita da criadora do canal Mão de Vaca, Gabriela Forlin, é: desça do padrão. “Gaste menos do que você ganha. É importante aprender a viver um patamar abaixo”, diz.


CINCO SEGREDOS FINANCEIROS

'A família também precisa estar envolvida dentro do orçamento financeiro', afirma Domingos (Foto: Divulgação)

Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista É preciso ter sonhos, propósitos e desejos, e saber quanto cada um deles custa. Isso ajuda demais na motivação e vai fazer com que a pressão dos gastos contidianos seja menor. É o que eu digo sempre no meu canal: ‘é você ter claramente o que quer e o que veio fazer na terra’. A família também precisa estar muito envolvida dentro do orçamento financeiro. Para mim, o grande ponto é o equilíbrio entre o ser e o ter. O desejo de ser feliz e realizar sonhos é o combustível para qualquer vitorioso e só assim serão eliminados os excessos e os superfúlos. www.youtube.com/dinheiroavista


'O mais importante é criar uma meta financeira', aconselha Júlia Mendonça (Foto: Divulgação)

Júlia Mendonça, do canal Júlia Mendonça Sempre faço um planejamento financeiro antes de iniciar o mês e receber meu salário. O mais importante é criar uma meta financeira: ela vai te estimular a diminuir os gastos, guardar dinheiro e planejar seu futuro.Quando você consegue enxergar o ponto onde você quer chegar com sua meta fica muito mais fácil de se manter firme nela e evitar desvios. Quem está com dívidas pode criar a meta de quitar todas elas em 6 meses e para isso vai ter que cortar os gastos, fugir das compras por impulso, renegociar com bancos e aprender a gerenciar o salário. www.youtube.com/juliamendonca


'O segredo é simples: basta pesquisar e ter curiosidade', destaca Carolina Sandler (Foto: Divulgação)

Carolina Sandler, do canal Finanças Femininas Conhecimento é poder. O segredo é simples: basta pesquisar e ter curiosidade. Se ao receber a fatura do cartão você busca as informações sobre as taxas de juros, você tem muito menos probabilidade de fazer um parcelamento desnecessário. Conversar com outras pessoas além do seu gerente sobre as decisões financeiras que você precisa tomar ajuda - e muito. Quanto mais cedo o consumidor entender que ele deve sempre poupar uma parte do que ganha, mais fácil será para construir independência e autonomia financeiras.www.youtube.com/financasfemininas


'A gratificação de ver o dinheiro rendendo todos os meses é maior do que comprar um sapato novo', pontua Beatriz Aguillar (Foto: Divulgação)

Beatriz Aguillar, do canal Papo de Bolsa Já fui desorganizada financeiramente. Por um longo período eu sequer tinha noção para onde estava indo o que ganhava e foi a partir dessa névoa que pairava sobre meu dinheiro que chegava todo fim de mês e eu nem sabia aonde tinha gasto todo ele. Aí eu decidi planilhar todas as minhas receitas e despesas e assim todo mês eu sei exatamente quanto ganhei e onde gastei. A gratificação de ver o dinheiro rendendo todos os meses sem você ter que trabalhar a mais por isso as vezes é muito mais gratificante do que comprar um novo sapato. www.youtube.com/papodebolsa


'O dinheiro só vai jogar ao nosso favor se a gente jogar a favor dele', defende Gabriela Forlin (Foto: Divulgação)

Gabriela Forlin, do canal Mão de Vaca Profissional Muitas pessoas entram na bola de neve do cheque especial ou do cartão de crédito, contraindo dívidas enormes, e culpam o banco. Porém, não é segredo para ninguém que os juros do cheque especial e do cartão de crédito são astronômicos. Não existe “segredo”, existe disciplina. O dinheiro só vai jogar ao nosso favor se a gente jogar a favor dele. Ou seja, o dinheiro só vai trabalhar sozinho para nós se investirmos. Não adianta deixar guardado em casa, parado na conta ou na poupança e esperar que ele se multiplique. www.youtube.com/papodebolsa


MANTENHA O ALERTA LIGADO 1. Falsas promoções Muitas empresas aumentam o valor e depois dão o desconto, que, na verdade, é o valor original. Se ligue também para o ‘compre 2 pague 1’ - as vezes você leva algo que não precisa. 2. Perder parcelas de vista É aquele R$ 50 aqui e R$ 100 ali que parece que não vai fazer diferença. Mas vai. E muito. Avalie se o seu orçamento aguenta mesmo esta carga. 3. Serviços que você não necessita Telefone celular, telefone fixo, TV a cabo. Coloque tudo no papel antes de fechar um combo desses e avalie a sua real necessidade. 4. Acreditar em conversa de vendedor Ele vai fazer de tudo para você comprar o que não precisa: que a roupa ficou ótima, que a promoção é imperdível. Fuja das compras por impulso. 5. Compra do carro Carro é mais que prestação. É também seguro, combustível e ipva. o custo mensal do carro pode chegar a duas vezes o valor do financiamento, o que pode deixá-lo no vermelho. 6. Título de capitalização O banco oferece este tipo de título como uma oportunidade de investimento, mas o que não fica claro é que o dinheiro não tem rendimento e os prazos de carência e multas são altíssimos. 7. Se manter no desconforto das dívidas Busque soluções: uma alternativa de renda extra, cortes no orçamento, readequação do padrão de vida. Só não se acomode. 8. Não se planejar Pesquise e planeje tudo: desde compras até saídas para jantar. É possível economizar muito usando cupons, vouchers, benefícios do cartão de crédito e também aplicativos de descontos. 9. Deixar o dinheiro parado Crie o hábito de definir metas para alcançar seus sonhos. Não deixe nenhuma grana esquecida na poupança. Faça esse dinheiro render.


10. NĂŁo se planejar para o futuro A vida ĂŠ mais do que pagar boletos. Por isso ĂŠ fundamental se organizar e montar um plano para a sua aposentadoria. Pense muito bem nisso.


Veículo: IG (Turismo) Data: 28/01/2019 Link: https://turismo.ig.com.br/manual-do-viajante/2019-01-28/periodo-sabatico.html

Veja como planejar seu período sabático e evitar perrengues Por André de Godoy | 28/01/2019 05:00

Tirar um período sabático está nos planos de muita gente, mas para não ter problemas em sua viagem de reflexão, vale conferir algumas dicas

shutterstock Planejar o seu período sabático requer foco para saber suas prioridades pessoais e financeiras, evitando imprevistos


O dia a dia pode ser estressante. Entre contas para pagar, prazos para cumprir no trabalho e uma família para criar, as coisas podem ficar bem caóticas aumentando a necessidade de desestressar. E uma das formas de fugir da correria é planejar um período sabático para rever suas prioridades ou simplesmente reencontrar a inspiração e a motivação perdidas com o tempo. Seja qual for seu objetivo, a decisão de sair em um período sabático , seja por um mês ou um ano, requer um bom planejamento para evitar imprevistos.

O que fazer antes de um período sabático

Marcello Casal Jr/Agência Brasil Planejar o financeiro antes de um período sabático também é essencial, independentemente de querer economizar ou não

De acordo com Reinaldo Domingo, Presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e da DSOP Educação Financeira, antes de mais nada é necessário pensar no orçamento.


"É preciso estabelecer um teto de gastos para não comprometer o orçamento durante um período maior quando voltar", adverte. Ele lembra que o sabático é uma forma de rever pontos críticos da vida, dos quais um deles pode ser o consumismo. "Portanto, nada melhor para rever a sua relação com o dinheiro". E outra dica de Domingos é manter claro o seu objetivo com o período de redescoberta pessoal, para não sofrer com contratempos. Caso esteja atrás de reflexão e descanso, é bom ter uma reserva, por exemplo. Por outro lado, se a ideia é fazer alguns bicos para manter a grana no caixa, a indicação é "pesquisar antes mesmo de viajar e ver onde pode se encaixar nas demandas de trabalho temporário que o local oferece".

5 perguntas fundamentais antes de arrumar as malas

Pixabay Antes de decolar rumo ao seu período sabático, é bom se perguntar essas cinco coisas, para então decidir o que fazer

E para diminuir ainda mais a chance de imprevistos em seu período sabático, o educador financeiro indica cinco perguntas que toda pessoa deve se fazer antes de fazer as malas e embarcar nessa jornada. 

"O que realmente quero com esse período?"


É sempre bom reiterar que, antes de mais nada, um sabático precisa ter um objetivo claro em mente, mesmo que o caminho para alcançá-lo não seja direto. Essa pergunta é indispensável para o sucesso nessa tarefa, pois ela irá te ajudar a definir o destino e o tempo de viagem; 

"Quanto tempo pretendo ficar?"

Essa parte do planejamento financeiro é tão importante quanto o destino, porque ela determina as suas despesas com hospedagem, bagagem, necessidades básicas e locomoção, fatores cruciais para não passar perrengue; 

"Qual o padrão de vida que levarei durante esse tempo?"

Um período sabático não precisa ser sinônimo de desconforto. Por isso, é preciso ter em mente qual padrão de vida você almeja: acampar está de bom tamanho, ou você precisa de uma suíte num hotel bem localizado? Definir suas exigências é crucial para planejar suas economias; 

"Eu tenho uma reserva financeira para imprevistos e para quando voltar?"

Por mais precaução que você tome, acidentes acontecem. Para sair com as finanças em dia, é preciso garantir uma gordurinha nas economias caso algo dê errado, e para não ficar zerado quando voltar de viagem; 

"Na volta, eu terei um emprego garantido? Como será minha recolocação no mercado de trabalho?"

Para ficar com o financeiro - e o pessoal - intacto na volta, é bom ter essas estratégias bem definidas, afinal, o período sabático um dia acaba.


Meu período sabático

Arquivo Pessoal/Gilsimara Caresia Gilsimara já viajou por mais de 92 países desde que fez seu período sabático, mas confessa que a Índia é especial

A empresária Gilsimara Caresia já teve a experiência de um período sabático. "Eu trabalhei 17 anos no Banco do Brasil, cheguei a um cargo bem alto na área de comunicação, mas mesmo assim chegou uma hora que eu estava bem desanimada", comenta. Foi nesse momento, que ela definiu como delicado, que Gilsimara decidiu "dar um tempo". "Tive uma carreira incrível, consegui chegar na área que eu sempre sonhei para, de repente, descobrir que existia um vazio dentro de mim", confessa, especulando que, se não tivesse feito o que fez, provavelmente teria chegado a um estado depressivo. A própria decisão de viajar para virar o jogo veio do fato de ela já usar as viagens como válvulas de escape na época em que trabalhava. "Eu achava já que tinha alguma coisa pra mim ali nessa área de viagem", completa. Ela então pegou suas economias e decidiu sair do Brasil e viajar por um ano sem muito roteiro, porque ela queria "pela primeira vez na vida ter a oportunidade de viver sem saber o que iria acontecer". Seu primeiro destino foi a Europa, e logo a viagem foi de um para dois anos, conforme o foco dela mudava para a autotransformação.


5 dicas de quem já vivieu um período sabático

Pixabay Anotar o seu roteiro para um período sabático é uma boa estratégia, mas não fique muito preso a ele - seja flexível

Depois de 92 países visitados - dos quais ela considera a Índia o favorito - ela voltou ao Brasil para atuar na área de turismo e fundou uma agência de viagens para mulheres. Além de uma mudança de rumo, ela trouxe consigo algumas dicas para quem quer sair em um período sabático sem se perder. 1. Leve em consideração o seu orçamento - embora não seja obrigatório, economizar é uma boa ideia nesses roteiros. Uma das dicas de Gilsimara é procurar por empregos temporários para se manter bem financeiramente. No transporte, pense também em alternativas mais baratas às viagens de avião, e leve em conta o preço de cada destino como lembra a empresária, destinos asiáticos são mais baratos que os europeus, por exemplo; 2. Mantenha uma flexibilidade com relação aos destinos - sair ao léu para se redescobrir não é muito produtivo, mas manter a agenda muito rígida também faz mal. "As pessoas engessam os roteiros, e aí depois acabam virando reféns de uma rotina que elas já viviam", comenta Gilsimara; 3. Evite roteiros prontos - algumas agências e companhias aéreas oferecem pacotes de "volta ao mundo", segundo a empresária, uma espécie de roteiro pronto que é "cheio de regras". Se a ideia é sair da rotina e mudar, por que se ater a regras?


4. Respeite a cultura local, mas tenha em mente suas expectativas - nem todo lugar que você passar vai ser exatamente o que você esperava. Mesmo assim, você deve saber respeitar a cultura local e se inserir nela, para maximizar a sua experiência; 5. Planeje a sua bagagem de acordo com os destinos - para evitar contratempos, é importante planejar sua viagem para regiões que tenham climas semelhantes, para deixar a bagagem mais leve (e barata). "Vale muito mais a pena fazer um roteiro em que você esteja no verão, porque aí a sua mala fica muito mais leve", afirma a empresária. No final, uma conversa honesta consigo mesmo, tanto sob o ponto de vista pessoal como do financeiro, é fundamental nesse momento de se reinventar e buscar o melhor de si em um período sabático . Depois, basta aproveitar o tempo para si e colher os frutos.


Veículo: Correio Braziliense Data: 01/01/2019 Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/01/01/internas_econ omia,728108/confira-dicas-para-incrementar-a-viagem-de-ferias-neste-comeco-deano.shtml

Confira dicas para incrementar a viagem de férias neste começo de ano Cuidados básicos, como pesquisar preços mais em conta de passagens e hospedagem, permitem incrementar os passeios de turistas, tanto no Brasil quanto no exterior Ingrid Soares - Especial para o Correio AP Andressa Paulino* postado em 01/01/2019 06:00

Curtir o período de férias e a temporada de verão. Esse é o desejo da estudante Brenda Viana, 21 anos, que está com tudo programado para passar seis dias no Rio de Janeiro com a irmã, Rebeca. Apesar de querer uma região mais turística, optou por um local mais clássico para conseguir encaixar os gastos no orçamento. “A princípio eu queria ir para algum lugar no Nordeste, mas os valores de passagens e acomodações estavam muito altos. Aí, minha irmã deu a ideia de irmos para o Rio e, quando fui pesquisar, vi que os preços eram bem mais em conta”, contou. Depois de decidido o local, foi a vez das passagens e hospedagem. De acordo com Brenda, a pesquisa a ajudou a economizar em torno de 30%. “Pesquisando consegui encontrar passagens para as duas por R$ 300. Para o mês de janeiro é um valor bem abaixo da média”, afirmou. Já em relação à hospedagem, a estudante decidiu ouvir conselhos de amigos e optar pelo aplicativo. “Com o aplicativo de hospedagem consegui alugar um loft por R$ 500 pelos dias que vamos ficar, valor muito mais acessível do que a diária dos hotéis da região”, disse.


Sabendo que essa modalidade de hospedagem não inclui café da manhã, como os hotéis tradicionais, a estudante destaca que, com o orçamento apertado, tentará economizar principalmente em alimentação. “Como ficaremos em um loft, compraremos alguns mantimentos e prepararemos algumas refeições para baratear os custos da viagem”, acrescentou. Brenda fará uma das 75,5 milhões de viagens entre dezembro deste ano até fevereiro de 2019, estimadas pelo Ministério do Turismo — cerca de 2% a mais do que no verão passado. Segundo a pasta, São Paulo deverá receber o maior número de turistas no período, 18% do total, ou 13,65 milhões de viagens. Já o Rio de Janeiro, na segunda posição, ficará com 10,3% do volume de viagens, seguido da Bahia, com 9,5%. Santa Catarina e Minas Gerais devem ser destino de 5,86 milhões e 5,3 milhões das viagens. Outros destinos que também receberão expressivo volume de turistas são Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Pernambuco e Goiás. Os destinos de sol e praia lideram a preferência na maior operadora de turismo do país para o período. No Nordeste, estão na dianteira destinos como Porto Seguro, Fortaleza, Maceió, Salvador e Natal. A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) ressalta que as vendas devem manter a proporcionalidade do verão passado. Ou seja, 60% das vendas para destinos nacionais e 40% para o exterior. A estimativa de crescimento nesta temporada está entre 18 e 20% em relação à temporada passada (que já havia registrado crescimento de 16% em relação a 2016). O Nordeste é o principal destino dos brasilienses, que viajam de carro, ônibus ou avião para a região.

Pelo mundo Segundo a agência CVC, nas viagens internacionais, por coincidir com as férias escolares, Orlando é líder na procura de viagens rumo ao exterior, exatamente pelos parques de diversões. Além dele, ainda nos Estados Unidos há procura para Miami e Nova York. Ainda para o início de ano, as praias do Caribe (Cancun e Punta Cana), os destinos na América do Sul, por exemplo, Buenos Aires, Santiago, no Uruguai a combinação Montevidéu + Punta del Este e também Colômbia (principalmente, Cartagena, no chamado “caribe colombiano”) e rumo a Europa, Lisboa é o destino mais preferido no Velho Continente.


Outro destino internacional que tem se destacado é o Panamá. Muitos brasileiros aproveitam as tarifas aéreas atrativas e a isenção de visto para entrada e combinam o destino final (muitas vezes cidades do Caribe ou da América do Norte) com alguns dias de hospedagem na Cidade do Panamá. O país é conhecido pelas compras e pelo Canal do Panamá, mas também abriga praias e natureza exuberante. O estudante Rodrigo Nery sabe que, para quem vai para fora do país, a economia precisa ser dobrada. Com viagem marcada para o Chile com a família, ele conta que começou a se organizar alguns meses atrás. “Já tinha um tempo que estávamos planejando viajar e sempre ficávamos de olho nos valores das passagens. Foi assim que decidimos o destino. Vimos uma boa promoção e acabamos aproveitando a oportunidade”. Com um gasto de cerca de R$ 16 mil para as seis pessoas da família, Rodrigo explica que com o dólar cotado em torno de R$ 3,88, a valorização da moeda americana foi uma influência para a escolha de um destino mais próximo. De acordo com o educador financeiro, Jonatas Bueno, quando se fala em viagem, principalmente em época de férias, é preciso planejamento. “Para quem ainda não se planejou e está pensando em fazer uma viagem nessas férias é preciso repensar se agora é o momento ideal. Perto das datas festivas, os preços costumam dobrar”, alerta. Segundo Bueno, colocar na ponta do lápis todo o tipo de gasto que será feito na viagem é essencial. “Tem de estipular o valor que será gasto com alimentação, passeios, transporte, entre outros. Depois de feito, a pessoa divide pelo tanto de dias que ficará no local, e, com isso, define quanto gastará com cada atividade por dia”, explicou o educador financeiro. Bueno recomenda às pessoas ficarem atentas a promoções e cupons de descontos que podem baratear os custos da viagem. “Às vezes, a pessoa pode comprar as passagens com a utilização de milhas aéreas, ou consegue o café da manhã na hospedagem que pretende ficar. Mesmo que pequeno, o desconto já ajuda a complementar o valor de algum passeio ou restaurante”, explica Bueno. Com passagens e hospedagem encabeçando a lista de maiores gastos quando se planeja uma viagem, Bueno aconselha a pesquisar bastante. “Em relação à hospedagem dá pra encontrar valores mais acessíveis com esses novos aplicativos de aluguel, principalmente quando a viagem envolve mais de três pessoas”, afirma. “Já para quem quer economizar nas passagens, vale analisar alternativas como carro e até mesmo ônibus”, indica o educador financeiro.


Outra dica é manter a caderneta de vacinação atualizada. Pelo menos 10 dias antes da viagem, o turista deve atualizar a vacinação de acordo com as orientações do Calendário Nacional de Vacinação. Uma atenção especial deve ser dada para o sarampo, hepatites A e B, e a febre amarela.

Para curtir melhor » O Brasil é um país de clima tropical e subtropical, por isso, é recomendável que o viajante ingira líuidos constantemente. Assim, evita desidratação. » Use roupas confortáveis e calçados fechados. Eles lhe darão segurança e proteção contra torções, picadas de insetos e acidentes com animais peçonhentos. » Para se proteger do sol, use roupas apropriadas, utilize chapéu ou boné e óculos escuros. Evite a exposição direta ao sol entre 10h e 16h. » Use protetor solar com fator de proteção adequado à cor da pele, de acordo com as orientações do fabricante. Mesmo em locais mais frios, sua pele ficará protegida dos raios solares. » Use repelentes quando houver necessidade. » Evite alimentos crus ou mal cozidos, principalmente os frutos do mar. » Lave as mãos com água e sabão várias vezes ao dia, principalmente antes de ingerir alimentos, após utilizar conduções públicas, visitar mercados ou locais com grande fluxo de pessoas. » Consuma alimentos e bebidas de forma saudável. » Evite consumir alimentos cujas condições higiênicas de preparo e acondicionamento são precárias. » Em caso de viagem para Região Amazônica, deve-se evitar o consumo de frutos in natura não manipulados/processados de maneira adequada (especialmente, açaí). » Alimentos embalados devem conter no rótulo a identificação do produtor, edata de validade. A embalagem deve estar íntegra. » Durante o turismo rural, dê preferência aos alimentos que podem ficar sem refrigeração e não estraguem com o calor. *Estagiária sob supervisão de Rozane Oliveira


VeĂ­culo: CBN Campinas (Ao vivo) Data: 09/01/2019 Link: https://www.portalcbncampinas.com.br/2019/01/doutor-em-educacao-financeirapresidente-da-associacao-brasileira-de-educadores-financeiros-reinaldo-domingos-fala-sobreo-material-escolar/


VeĂ­culo: CBN VitĂłria Data: 01/01/2019 Link: http://www.gazetaonline.com.br/cbn_vitoria/entrevistas/2019/01/comece-2019se-livrando-dos-maus-habitos-financeiros-1014161833.html


Veículo: R7 Data: 02/01/2019 Link: https://noticias.r7.com/economia/gastos-com-impostos-e-educacao-vao-pesar-nobolso-ja-em-janeiro-03012019

Gastos com impostos e educação vão pesar no bolso já em janeiro Pagamento de IPVA, IPTU e materiais escolares se unem às contas básicas e podem se virar dor de cabeça aos brasileiros  o o

ECONOMIA Alexandre Garcia, do R7

03/01/2019 - 05h00

IPVA em SP está 3,34% mais barato, afirma Fazenda Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress - 14.12.2018


O fim das celebrações de Ano-Novo marca o início das tradicionais cobranças de impostos e gastos com educação, despesas que pesam no bolso e podem se tornar uma dor de cabeça aos brasileiros que não se prepararam para os pagamentos adicionais. Neste período, surgem os pagamento de IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores), IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e materiais escolares, que se unem às contas de luz, água e telefone. O educador financeiro Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista, afirma que, além dos compromissos já previstos, é necessário ficar atento aos gastos ocasionado pelos gastos adicionais de final de ano. "Você acaba tendo uma carga maior de gastos que vão estourar agora em janeiro, fevereiro e março. Por isso, o primeiro trimestre exige muita atenção e um pouco mais de cuidado em relação aos ganhos e gastos para saudar esses compromissos extraordinários", explica Domingos. Impostos Já no mês de janeiros, os motoristas precisam lidar com o pagamento do IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores). O valor cobrado é calculado com base no preço de mercado do veículo e varia de acordo com o Estado, modelo de veículo e tipo de combustível utilizado para a locomoção.


No Estado de São Paulo, os valores a serem pagos a partir da próxima quartafeira (9) variam entre R$ 10,44 e R$ 159 mil. De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado, os desembolsos serão, em média, 3,34% menores do que os pagos no ano passado. Veja o quanto você paga de impostos no seu dia a dia Os motoristas que deixarem de pagar o IPVA fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto. Outro imposto tradicional deste início de ano é o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Na cidade de São Paulo, os valores foram reajustados em 3,5%. Em alguns locais, é possível obter desconto ao optar pelo pagamento do IPVA e do IPTU à vista. De acordo com Domingos, a opção só é válida para aqueles que tiverem uma reserva adicional para arcar com outras despesas. "Se você tiver apenas o valor necessário para quitar o pagamento, é melhor que você parcele e não pague à vista, porque você precisa continuar com reservas para uma outra eventual necessidade", afirma o educador financeiro, que completa: "Você pode pensar que nenhuma aplicação vai te dar um rendimento de 3% em dois meses. É verdade, mas se você ficar sem reservas vai buscar esses recursos em alternativas mais caras, como o cheque especial".


Arte/R7

Gastos escolares Os pais terão ainda um aperto adicional neste início de ano com a compra da lista de materiais escolares. A Abfiae (Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares) estima que os itens devem estar, em média, 10% mais caros.


Escolas não podem cobrar taxa extra no momento da rematrícula De acordo com a Abfiae, os valores mais altos são guiados pelo reajuste no preço do papel em 2018 e a alta do dólar, que influencia o preço de até 25% dos objetos usados pelos estudantes, que têm origem no exterior.


Veículo: Agora SP Data: 03/01/2019 Link: http://www.agora.uol.com.br/grana/2019/01/1985722-brasileiro-quer-pagarcontas-e-juntar-dinheiro.shtml

03/01/2019

Brasileiro quer pagar contas e juntar dinheiro Havolene Valinhos e Cristiane Gercina do Agora Juntar dinheiro e sair do vermelho são as principais metas financeiras dos brasileiros para 2019, de acordo com estudo feito pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) em conjunto com a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Segundo os dados, a principal meta financeira de 51% dos entrevistados é juntar dinheiro; 37% querem se livrar do endividamento. A pesquisa mostra ainda que, em 2018, oito em cada dez (82%) fizeram cortes no orçamento. Dentre as principais reduções estão refeições fora de casa (52%), compra de itens e vestuário, calçados e acessórios (49%), itens supérfluos de supermercado (47%) e viagens (43%). Para o novo ano, seis em cada dez (61%) temem não conseguir pagar as contas. Além disso, mais da metade acha que os efeitos da crise devem impactar o dia a dia.


Veículo: Metro Jornal Data: 07/01/2019 Link: https://www.metrojornal.com.br/foco/2019/01/07/material-escolar-inflacaodicas-economia.html

Material escolar sobe acima da inflação; veja dicas para economizar Por Metro Jornal São Paulo Segunda, 07 janeiro 2019, às 09:48 Pexels

Os pais devem desembolsar, em média, 10% mais na hora de comprar o material escolar para a volta às aulas deste ano. A estimativa é da Abfiae (Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares).


O aumento é 2,6 vezes a inflação registrada no ano passado. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA-15, prévia do índice oficial, encerrou 2018 com uma alta de 3,86%. De acordo com Ricardo Carrijo, responsável pelas relações institucionais da Abfiae, a correção ocorre em função do aumento do preço de matérias-primas importantes, como o papel e o plástico, e da flutuação do dólar ao longo de 2018, que impacta nos materiais escolares importados. No ano passado, a moeda norte-americana subiu 16,9%. Carrijo afirma que os itens de maiores altas devem ser aqueles importados, como mochilas, estojos e alguns materiais de escrita.“Importante ressaltar que uma lista de materiais escolares é composta por um expressivo número de itens e varia muito de preço”, diz o representante da entidade. A orientação é que o consumidor pesquise bastante porque variações de preços são expressivas de uma loja para outra em função de estoques e de ofertas das papelarias. “Importante também comprar materiais escolares seguros, evitando assim riscos de acidentes para as crianças”, afirma Carrijo. Uma das dicas para economizar é analisar itens do ano passado e selecionar o que pode ser usado novamente, diz o educador financeiro Reinaldo Domingos. Reunir alguns pais e comprar itens em atacado também pode render bons descontos. “Não é preciso necessariamente comprar tudo na mesma loja, mas se isso for feito é válido pedir descontos”, acrescenta Domingos.


Veículo: Yahoo Data: 08/01/2019 Link: https://esportes.yahoo.com/noticias/quase-30-dos-brasileiros-endividadossairiam-vermelho-com-menos-de-r-500-115316553.html

Quase 30% dos brasileiros endividados sairiam do vermelho com menos de R$ 500 Colaboradores Yahoo Finanças Yahoo Finanças8 de jan de 2019 09:53

Quase 3 em cada 10 pessoas com o nome negativado poderiam voltar para o azul pagando até R$ 500, um valor considerado baixo (Pixabay)

Por Melissa Santos


A vida adulta chega junto com os boletos e contas para pagar e, para muitos, também na forma de dívidas. Mas, segundo uma pesquisa do aplicativo Guiabolso, muitas dessas dívidas poderiam ser pagas com pequenos valores, abaixo de R$ 500. Quase 3 em cada 10 pessoas com o nome negativado (28,4%) poderiam voltar para o azul pagando até R$ 500, um valor considerado baixo. Segundo a pesquisa, que consultou 309.831 usuários do aplicativo em todo Brasil, 23,6% das pessoas estavam com o nome sujo. Na opinião de Cintia Senna, educadora financeira da DSOP, a pesquisa revela que são os pequenos consumos e comportamentos diários que levam boa parte da população à inadimplência. “As pessoas são levadas a escolhas entre qual conta priorizar e pagar, até pela falta de educar-se financeiramente, e este é o início da inadimplência com montantes menores, que com o tempo, tenta-se combater apenas o efeito. Muitos, mesmo saindo do vermelho, em pouco tempo regressam, fazendo um movimento de entrar e sair, ao contratar outras modalidades de crédito, apenas para resolver o problema imediato, porém mantendo os hábitos aprendidos ao longo da vida. Essa representatividade de valores menores demonstra essa característica de entrar, resolver, entrar novamente, e assim, até a famosa bola de neve, por conta dos juros elevados dessa modalidade de empréstimo”, fala. Proporcionalmente, as mulheres estão mais negativadas. No grupo delas, 26,02% estão com nome sujo contra 22,22% no grupo de homens. A melhor hipótese que temos é que isso acontece porque infelizmente as mulheres que fazem parte da nossa base de usuários tem uma renda menor do que os homens. E claro que uma renda mais baixa influencia no poder de compra e no endividamento”, esclarece Márcio Reis, diretor de dados e pesquisas econômicas do Guiabolso. Em relação à idade, quanto mais o tempo passa, maior o valor devido. “Com o passar do tempo, as pessoas tendem a ganhar mais, e consequentemente, aumentam seus padrões de vida. Assim, ao ampliarem a visão, percepção e ganho, os gastos acompanham na mesma sintonia esse fluxo”, fala Senna. Reis concorda, mas também avalia que com o passar do tempo as pessoas passam a assumir mais compromissos financeiros, o que poderia justificar o aumento do valor devido. “Os gastos de um jovem de 25 anos são corriqueiros, muitos ainda moram com os pais e etc. Mas com o passar do tempo você passa a considerar aluguel/financiamento, carro e muitas vezes a faixa salarial não aumentou consideravelmente”, complementa. Sair do ciclo das dívidas Uma das primeiras recomendações para limpar o nome é tentar fugir das dívidas. “E para que isso seja possível é necessário criar um hábito de economizar e ter uma reserva de emergência. Mais de 80% das pessoas não tem nem um mês de salário guardado para emergência. E se você não tem economias, quando aparece um gasto inesperado, você entra no cheque especial e vira aquela bola de neve”, fala Reis.


Mas para criar o hábito de poupar, segundo Senna, é preciso saber o quanto efetivamente se ganha e se gasta. “E para saber para onde vai o dinheiro é preciso fazer um diagnóstico efetivo durante 30 dias para quem ganha fixo e até 90 dias para ganhos variáveis. A pessoa deve anotar para onde vai cada centavo. Com isso poderá ter uma visão real da situação”, fala Senna. Na sequência, a educadora financeira da DSOP recomenda identificar quais são as dívidas existentes que se tornaram inadimplentes, bem como as que estão em dia para que se possa planejar as ações para cada uma. “É preciso ver o grau de comprometimento mensal apenas com prestações/dívidas e o quanto é possível reduzir, eliminar dos gastos identificados para que possa começar a organizar os pagamentos das dívidas e possíveis acordos. Por que não adianta aceitar pagar um acordo, apenas para “limpar o nome” e alguns meses depois voltar a mesma situação, e muitas vezes com a dívida maior ainda”, comenta. Senna recomenda dar preferência as contas essenciais (água, luz), em seguida das com bens em garantia e por último as com juros elevados como cartão e limite de conta. “Se não tiver aprendido a usar o cartão e o limite na conta é importante ficar sem eles e só usar dinheiro físico para efetivamente só consumir o que você tem”, indica.


Veículo: O DIA Data: 03/01/2019 Link: https://odia.ig.com.br/colunas/reclamar-adianta/2019/01/5607501-atencao-aositens-coletivos-no-material-escolar.html

RECLAMAR ADIANTA

Atenção aos itens coletivos no material escolar Lista deve solicitar apenas materiais de uso individual dos alunos POR O DIA

PUBLICADO ÀS 03/01/2019 03:00:00 ATUALIZADO ÀS 02/01/2019 22:27:37

Rio - Para quem tem filhos, um dos maiores gastos do início do ano, sem dúvida, é o material escolar. A situação pode ficar ainda mais complicada para aqueles que não se planejaram ou não fizeram uma reserva para as despesas de início de ano. Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, como a despesa com material escolar é recorrente, precisa fazer parte do planejamento anual, assim os gastos não ficam muito pesados em janeiro e com dinheiro na mão, ainda é possível obter bons descontos. Antes de ir às compras, verifique os itens do ano passado e separe tudo o que pode ser usado novamente. Vale lembrar que materiais de uso coletivo, como giz, álcool, pincel para quadro, cartucho para impressora, guardanapo e papel higiênico não podem ser exigidos pelas escolas e creches. A lista deve solicitar apenas materiais de uso individual dos alunos.


Veículo: R7 Data: 09/01/2019 Link: https://noticias.r7.com/sao-paulo/ipva-com-desconto-so-vale-a-pena-para-quemtiver-grana-sobrando-09012019

IPVA com desconto só vale a pena para quem tiver grana sobrando

Educadores financeiros alertam para a possibilidade de quitar o imposto de uma única vez e ficar com as contas no vermelho  o o

SÃO PAULO Alexandre Garcia, do R7

09/01/2019 - 05h00


Quitação do IPVA pode render desconto de até 15% Edu Garcia/R7 - 3.1.2019

O calendário do pagamento do IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores) começa nesta quarta-feira (9) para os donos de veículos registrados no Estado de São Paulo e oferece desconto de 3% aos motoristas que optaram pela quitação do imposto à vista. Especialistas em finanças pessoais consultados pelo R7, classificam o pagamento de uma só vez como algo vantajoso. Eles, no entanto, alertam para a possibilidade de quitar o IPVA e ficar no vermelho. O maior desconto para o pagamento do IPVA 2019 vale para os proprietários de automóveis, caminhonetes, ônibus, motos e similares dos Estados do Mato Grosso do Sul e Pará, que têm direito a uma redução de 15% ao optar por quitar o imposto de uma vez antecipadamente. "Matematicamente, vale a pena pagar à vista em todos os Estados", avalia o coordenador de planejamento financeiro da Fiduc, Valter Police, que afirma não haver nenhum tipo de investimento livre de risco que ofereça o mesmo retorno no período. “Se você tem dinheiro, pague à vista”. Para o educador financeiro do canal Dinheiro à Vista, Reinaldo Domingos, os motoristas devem ter a consciência de que não vão ficar com as contas negativas ao quitar o IPVA de uma vez. “Se você tiver apenas R$ 1.000 e o seu IPVA for de R$ 1.000, a ideia é que você parcele e não pague à vista, porque você precisa continuar com reservas estratégicas para outra eventual necessidade”, explica.


Domingos ainda classifica como “insustentável” optar pelo desconto de 3%, como o oferecido pela maioria dos Estados, e ter que recorrer ao cheque especial ou financeiras com juros. A posição de Domingos é a mesma partilhada por Police, que avalia a tomada de crédito como uma má decisão. “Se você vai usar o cheque especial ou algum crédito para pagar, isso vai sair mais caro do que o parcelamento [do IPVA]. É melhor perder o desconto, mas não paga a fortuna que custa o crédito no Brasil”, observa ele. O coordenador da Fiduc afirma que os brasileiros não devem tratar o IPVA e outras tradicionais despesas de começo de ano como imprevistos. Ele orienta a realização de um planejamento com base nos próximos 12 meses para evitar problemas no início dos anos. “Se você já coloca todas as despesas em um software, uma planilha ou um caderno, já vai saber em quais meses pode ter problema e se programa antecipadamente”, afirma Police.


Veículo: Diário do Nordeste Data: 01/01/2019 Link: http://www.diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/negocios/online/confiradicas-para-viajar-nas-ferias-e-evitar-as-dividas-1.2044301?page=3

Confira dicas para viajar nas férias e evitar as dívidas 08:00 / 01 de Janeiro de 2019

Educador financeiro elabora lista para ajudar famílias a se planejar melhor durante o período de festas e de fim de ano NEGÓCIOS

Segundo Reinaldo Domingos, presidente da DSOP Educação Financeira, é importante discutir bastante os planos entre a família

Muitas famílias aproveitam os meses de dezembro e janeiro para viajar e aproveitar as férias escolares, mas algumas pessoas não fazem o planejamento financeiro devido. Para tentar auxiliar os cálculos de fim de ano, a DSOP Educação Financeira separou uma lista de dicas para evitar o endividamento. Segundo Reinaldo Domingos, educador, terapeuta financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira, é importante discutir bastante os planos entre a família e entender a situação financeira dentro de casa. "A primeira coisa é saber exatamente qual é sua condição financeira, ou seja, saber se está endividado, equilibrado ou é um investidor. É importante que as crianças participem dessas conversas, pois elas compreendem muito mais do que pensamos e, quando todos estão a par da situação e focados no mesmo objetivo, fica tudo mais fácil", afirma Domingos. Para quem está com as contas estabilizadas, o presidente da DSOP Educação Financeira recomenda a organização anterior à viagem, preparando tudo com antecedência. "Quando vemos com antecedência, geralmente, pagamos mais barato e temos mais tempo para conseguir o dinheiro necessário. Se deixaram para a última hora, provavelmente, pagarão mais caro, ainda mais sendo alta temporada. Então, é preciso cuidado. Feito isso, é importante também já deixar claro as


limitações de gastos que cada um poderá ter, para não se perderem nas contas, principalmente para as crianças", pondera. Confira as dicas completas para viajar e evitar gerar dívidas: 1. Levar uma reserva financeira de 30% a 50% a mais, seja qual for a viagem, para imprevistos; 2. Tomar cuidado com os excessos, pois, no calor do momento, acabamos gastando mais do que devemos; 3. Prestar atenção no gasto com telefone. Há diversas opções como Skype e Viber, que permitem fazer ligações e enviar mensagens gratuitas, utilizando a internet; 4. Se a viagem for para o exterior, colocar 80% da quantia em um cartão prépago e carregar 20% em espécie; 5. Cada pessoa deve ter seu cartão com os limites já pré-estabelecidos; 6. Levar no máximo dois cartões de crédito, com vencimentos próximos e posteriores a data da viagem. Informar a operadora de cartões para que saiba que estará fora do país durante o período; 7. Lembrar que, ao usar o cartão de crédito, além da conversão da moeda, haverá um custo de 6,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras); 8. Caso alguém peça para trazer encomendas, tentar receber o dinheiro antes de comprar.


Veículo: Folha do Estado (Bahia) Data: 01/01/2019 Link: https://www.jornalfolhadoestado.com/noticias/87411/mude-de-cor:-saia-dovermelho-e-inicie-ano-no-azul

Mude de cor: saia do vermelho e inicie ano no azul Esse é o período ideal para promover uma ‘faxina’ financeira no orçamento

01/01/2019 às 03:50h

Crédito: Reprodução

Reinaldo Domingos* Fim de ano é tempo de ganhos, gastos extras e neste ano... crise. Contudo, independentemente dessa, todo ano alguns fatos se repetem, como a euforia das comemorações, o desejo de presentear parentes e amigos e o sonho de viajar para o merecido descanso podem ser comprometidos quando falta planejamento financeiro para essas despesas e para aquelas que chegam junto com o ano novo – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras. Por isso, esse é o período ideal para promover uma “faxina” financeira no orçamento, com o objetivo de diagnosticar a atual situação das contas e decidir o que fazer com o décimo terceiro salário. O ideal é que esse benefício chegasse como um bônus para realização de satisfações pessoais, como um presente. No entanto, desde 1962, quando foi criado esse benefício extra, muita gente o aguarda ansiosamente para cobrir o desequilíbrio financeiro. Há quem recorra aos bancos que oferecem antecipação desse recurso como uma forma de empréstimo para quitar dívidas ou amenizá-las.


Pagar dívida com o 13º salário é combater o efeito do problema financeiro. Com essa atitude, só estará mascarando o real e verdadeiro problema - a ausência de educação financeira em toda família. O endividamento é um problema que tem de ser resolvido com o próprio salário. Ou seja, com a redução nos gastos. É muito provável que pessoas que estejam nessa situação não estejam respeitando o próprio padrão de vida. Só sabe quanto pode gastar, sem ficar no vermelho, quem sabe exatamente quanto entra e quanto sai do bolso mensalmente. E, com base nisso, define quanto e com o que pode gastar. Mesmo quando é necessário entrar em um financiamento para a realização de determinados sonhos que não são acessíveis de outra forma, é importante avaliar se as parcelas, de fato, caberão no orçamento, levando em conta todas as outras despesas e demais sonhos de curto, médio e longo prazos. Portanto, antes de ir compulsivamente às compras de fim de ano, faça um diagnóstico da sua situação financeira. Relacione todas as despesas fixas e variáveis para descobrir o comprometimento dos seus ganhos com as dívidas. Investigue para onde está indo cada centavo dos seus ganhos. Só assim conseguirá saber quais são os gastos supérfluos que podem ser eliminados. Verifique se está endividado, ou seja, se já tem mais despesas do que seu bolso suporta. Certifique-se de que, mesmo estando no azul, de que vai conseguir pagar as compras que pretende fazer nesse final de ano, cujas parcelas que se arrastarão pelo ano seguinte, somando-se aos gastos extras com impostos e escola. Faça escolhas que estejam dentro do seu padrão de vida. Se as condições não permitem, procure outras opções mais prazerosas e de menor valor. O ideal é não se endividar com compras e viagens de final de ano. Pesquise os melhores preços de presentes e itens da ceia e das festas, e experimente estipular um valor máximo a gastar com cada item e peça desconto, sempre. Felizmente, nem todos estão endividados. Quem está numa situação mais confortável, de equilíbrio financeiro, mas ainda não tem o hábito de poupar pode aproveitar o décimo terceiro para iniciar uma reserva e manter essa prática de poupar. Para quem já tem perfil investidor, o décimo terceiro é oportunidade para incrementar o investimento. 50% pode ser destinado para alguma aplicação que a pessoa já possua e outros 50% pode servir para planejar um salto em direção à sua independência financeira, investindo, por exemplo, em previdência privada. E lembre-se: fim de ano também é tempo de fazer planos para o futuro. Aproveite para reunir a família, inclusive as crianças, para conversar sobre o que querem realizar nos próximos anos. Definam três sonhos prioritários que tenham diferentes prazos a serem realizados - curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos). Esse será um fator de motivação para ajustar e conduzir o orçamento familiar. Seja qual for o perfil do leitor, desejo que 2019 seja azul para todos. * Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira (Abefin), autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


Veículo: Infomoney Data: 02/01/2019 Link: https://www.infomoney.com.br/blogs/financas-pessoais/financas-emcasa/post/7849662/potencialize-o-aumento-do-salario-minimo

Potencialize o aumento do salário mínimo Com reajuste de 4,6%, o novo mínimo foi fixado em R$ 998 para 2019. O decreto assinado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, nessa segunda-feira (01), foi publicado em edição extra do "Diário Oficial da União".

(Shutterstock)

Com reajuste de 4,6%, o novo mínimo foi fixado em R$ 998 para 2019. O decreto assinado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, nessa segunda-feira (01), foi publicado em edição extra do “Diário Oficial da União”. O esperado era que esse valor chegasse a R$ 1.006, de acordo com as projeções, e deve recuperar as perdas inflacionárias, que deve ficar em 3,69% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Por isso é hora de rever os gastos para que o novo valor se adeque ao orçamento familiar. Isso porque sabemos que a inflação real, ou seja, aquela que o trabalhador sente no bolso na hora de fazer compras no supermercado sempre é maior do que as observadas pelos institutos.


Para quem se encontra em situação difícil, essa pode ser a oportunidade de sair das dívidas e colocar as finanças em dia, mesmo que esse aumento não seja significativo. Lembrando que o fato de ganhar um pouco mais não é um sinal para gastar em supérfluos, mas sim uma grande oportunidade para poupar para os sonhos de curto, médio e longo prazo. A grande saída é reduzir os gastos e reduzir o padrão de vida. Mesmo que esse valor seja baixo e possa parecer um pouco difícil pensar em mais economias nesse momento, podemos buscar realizações pessoais no futuro, iniciando uma poupança, por exemplo. Por outro lado, sabemos que muitos aguardam esses aumentos ansiosamente para justamente cobrir desequilíbrios financeiros e é aí onde mora o perigo, já que eles não virão todos os meses. Se fizermos uma conta rápida, esse novo aumento será de R$ 44, o que representa R$ 528 em um ano, sem considerarmos o 13º salário e as férias, portanto se há o foco de poupar essa deve ser a prioridade, já que os juros estarão contando a seu favor durante esses 12 meses. Mesmo assim, a realidade é bem diferente. Ainda são mais de 60 milhões de inadimplentes, o que torna o hábito de poupar praticamente impossível, nesse caso é preciso traçar uma estratégia para que esses valores sejam prioridade dentro do orçamento. É preciso saber exatamente o quanto entra e o quanto sai mensalmente do bolso, assim você saberá o quanto poderá gastar mensalmente sem ficar no vermelho, definindo também como irá utilizar esse dinheiro. Em outro aspecto, alguns sonhos e obejtivos demandam mais tempo e financiamentos nesses casos se fazem necessários, porém é importante avaliar se essas parcelas irão caber no orçamento de fato, sem esquecer também de todo o restante das despesas. Portanto nunca é demais frisar que um diagnóstico da sua situação financeira é primordial, assim você evita utilizar esse “extra” com compras por impulso. Para isso relacione todas as suas despesas, fixas e variáveis, assim descobre-se qual será o real comprometimento dos ganhos versus as dívidas. Em seguida, você poderá saber para onde está indo cada centavo do seu orçamento, verificando quais são os gastos supérfluos que podem ser eliminados. Verifique se está endividado, ou seja, se já tem mais despesas do que seu bolso suporta e mesmo que esteja no azul certifique-se de que poderá pagar as compras pretendidas e some também os gastos extras como escola das crianças e outros valores que sempre aparecem ao longo do ano como aniversários e datas comemorativas. Por outro lado, há muitos também que não se encontram endividados. Para esses, que estão numa situação mais confortável financeiramente, mas que ainda não têm o hábito de poupar, pode aproveitar esse aumento para iniciar uma reserva e mantê-la. Já para os investidores, essa é uma grande chance para potencializar esse investimento ou até mesmo planejar mais um passo em direção à independência financeira, podendo investir, por exemplo, numa previdência privada.


Veículo: Infomoney Data: 02/01/2019 Link: https://www.iq360.com.br/noticias/ipva-iptu-matriculas-e-material-escolar-oque-vale-parcelar

Pague à vista as contas de janeiro. Se puder Por Fernanda Santos As famílias costumam gastar mais do que o habitual no último mês do ano e complicam as finanças no início do ano A regra do jogo é planejamento e pagar à vista tudo o que puder, desde que você tenha dinheiro para isso

Dezembro foi só alegria: Natal, família reunida, festas e presentes. Mas o novo ano já começou e janeiro é um mês de reflexão com as finanças pessoais. As contas de todo início de ano começam a vencer. Entre elas estão as matrículas e materiais escolares, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).


Não é de estranhar que tanta gente comece o ano endividado. As famílias costumam gastar mais do que o habitual no último mês do ano. Esse comportamento somado às contas de janeiro levam a situação pode ficar bem pior. Por isso, a regra do jogo é planejamento.

Anote todas as despesas

A primeira indicação é colocar todas as contas no papel para saber exatamente quanto ficarão esses gastos a mais de janeiro.

“Não é gostoso chegar no começo do ano e perceber que queria ganhar melhor, que o dinheiro não vai dar. Mas tem que enfrentar a situação de verdade. Listar tudo aquilo que você precisa pagar”, diz Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.


Tenho dinheiro, pago à vista? Se você tem dinheiro guardado para pagar essas despesas de janeiro, a melhor opção é quitar tudo à vista. Assim você se livra logo do problema e começa o novo ano com tranquilidade.

Mas não vale a pena ficar sem nenhum dinheiro. Sem uma reserva, na primeira emergência como perda de emprego, acidente ou problema de saúde, você vai acabar se endividando.

“A maioria dos nossos usuários não tem uma reserva de emergência de 3 meses. Se é o seu caso, o mais indicado é dividir o pagamento e guardar uma parte do dinheiro para imprevistos”, diz Márcio Reis, diretor de dados e pesquisas econômicas do aplicativo Guiabolso.

Não tenho dinheiro, o que fazer? Mas se você se descuidou e não tem dinheiro para pagar essas contas à vista, parcelar é uma possibilidade – desde que tenha cuidado com os juros e com o acúmulo de parcelas. O ideal é comprometer, no máximo, 30% da renda com dívidas, incluindo o cartão de crédito. Outra recomendação muito importante é nunca pegar empréstimos para conseguir pagar as contas todas de uma vez. Isso porque os juros cobrados pelos bancos serão bem maiores que o desconto para quitar à vista.

“Você nunca deve pegar empréstimo para pagar à vista. Se você não conseguir pagar à vista, parcele. Não tem problema. Só é bom se controlar com despesas”, afirma Marcela, do SPC.


Tenho dinheiro, mas estou no limite. Melhor parcelar?

Se você tem dinheiro para pagar as contas, mas não quer gastar tudo de uma vez, existe a opção de investir esse recurso e parcelar algumas das despesas.

Os especialistas dizem que a pergunta a fazer, neste caso, é a seguinte: vou ganhar mais juros no investimento ou mais desconto pagando à vista? Se a resposta for sim, tudo bem parcelar, desde que invista o dinheiro que sobrou – não vale usá-lo para fazer compras.

IPTU

O IPTU é um imposto municipal cobrado da maioria das pessoas que detêm um imóvel. Os contribuintes têm duas opções: pagar em parcela única com desconto ou parcelar em até 10 vezes ao longo do ano.

A maioria das cidades dá descontos de cerca de 4% para os pagamentos à vista. Mas há alguns casos especiais, como Salvador, que está oferecendo abatimentos de até 10% para quem utiliza energia solar em casa.

Portanto, o indicado é se informar sobre as condições oferecidas pelo seu município e obter o máximo de vantagem possível no pagamento.

Se o desconto for baixo (como os 4%) e as parcelas forem muitas (como em 10 vezes), o IPTU é uma despesa que vale mais a pena parcelar. Parcelando, ele ficaria 0,4% mais caro por mês. Esse valor é praticamente o rendimento da poupança hoje. Lembrando que outros investimentos de renda fixa (como o CDB, que todo banco oferece) podem render bem mais.


IPVA

O IPVA é um imposto estadual cobrado de quem tem veículos terrestres. Essa é uma despesa que, geralmente, não vale a pena parcelar. Isso porque o desconto para pagar à vista costuma ser baixo (em média 3%), mas o prazo de parcelamento é curto também – de 3 meses, normalmente.

Se você deixar o dinheiro na poupança por 3 meses, em vez de pagar o IPVA, o rendimento total não vai chegar a 3%. Portanto, pagar de uma vez é o mais recomendado.

Lembrando que cada Estado tem suas regras de desconto e é preciso ficar atento. Em Minas Gerais, por exemplo, quem pagou os tributos de veículos em dia nos dois últimos anos ganha mais 3% de desconto no IPVA, além dos 3% concedidos para o pagamento à vista.

Mais uma vez vale fazer contas e ver se os juros a serem ganhos em um investimento superam o desconto do pagamento à vista.

Material escolar

O material escolar é uma despesa que pode ficar alta, ainda mais se você tiver mais de um filho. Se não tem dinheiro para pagar tudo à vista, pode pensar em parcelar essa despesa, desde que consiga fugir dos juros.

A parte boa é que, diferentemente dos impostos que já estão embutidos no valor do produto, o preço do material escolar pode ser negociado.

“Dá para pesquisar na internet, nas lojas físicas e juntar vários pais para comprar em conjunto o material escolar no atacado. Há uma série de caminhos neste caso”, diz


Bruno Chacon, que é planejador financeiro da Dsop, uma entidade voltada à educação financeira.

Matrículas

As matrículas também podem ser negociadas direto com os colégios. Vale explicar sua situação financeira e tentar condições melhores de pagamento, lembrando que também é um interesse da escola manter os alunos matriculados.

“A escola está precisando dos alunos e muitos pais estão endividados. Então, compensa para ela negociar a matrícula. Dependendo do caso, os pais optam até em tirar a criança da escola”, afirma Chacon.

Se a escola não oferecer isenção da matrícula, outra opção é pedir para diluir essas parcelas ao longo do ano. Um pequeno valor a mais na mensalidade pode não pesar tanto quanto pagar tudo de uma vez em janeiro.


Veículo: Portal Rosa Choque Data: 02/01/2019 Link: http://www.portalrosachoque.com.br/noticias/7211/ferias-sem-dividas/

Férias sem dívidas! Não adianta fazer o que não pode, com o dinheiro que não tem, a alegria será momentânea e as dívidas se arrastarão por meses e, dependendo do tamanho, poderão fazer com que fique inadimplente Publicado em: 02-01-2019 12:1hs | Fonte: DSOP Educação Financeira. 0 Comentários

| Creditos: PixaBay Com a chegada das férias escolares de fim de ano, muitas famílias pensam em viajar e aproveitar mais o tempo com as crianças. No entanto, seja qual for o programa, é preciso planejamento, pois, caso contrário, o que era para ser um período de diversão e descontração será um verdadeiro pesadelo financeiro.


Não adianta fazer o que não pode, com o dinheiro que não tem, a alegria será momentânea e as dívidas se arrastarão por meses e, dependendo do tamanho, poderão fazer com que fique inadimplente. É possível aproveitar dentro do que o orçamento permite. Para quem já se planejou e quitou a viagem, parabéns, você é educado financeiramente, pois o princípios é justamente analisar a situação financeira em que se encontra, sonhar – nesse caso, a viagem –, pesquisar as melhores opções com melhores preços e poupar, para, só então, realizá-lo. Mas, infelizmente, esse não é o caso da maioria das famílias que decidem viajar no fim do ano. Então, vamos aos passos para que o objetivo possa ser alcançado da melhor maneira possível e sem frustrações futuras: a primeira coisa é saber exatamente qual é sua condição financeira, ou seja, saber se está endividado, equilibrado ou é um investidor. É importante que as crianças participem dessas conversas, pois elas compreendem muito mais do que pensamos e, quando todos estão a par da situação e focados no mesmo objetivo, fica tudo mais fácil. A partir daí, poderá saber como agir e acordo com cada caso. Se estiver endividado, talvez seja melhor abortar a ideia, deixar a viagem para outro momento. Não é para deixarem de se divertir, afinal de contas, ninguém vive apenas para pagar contas, é preciso ter lazer. Só terá que fazer alguns ajustes; se estavam pensando em ir para outro estado, por exemplo, podem tentar ver alguma cidade mais perto que possam visitar ou então programas culturais na própria cidade em que vivem. Só não se diverte quem não quer. Aos que estão equilibrados financeiramente, é importante muita cautela, pois significa que a pessoa não tem dívida, mas também não tem dinheiro guardado, então, qualquer passo não planejado pode fazer a situação mudar completamente. A recomendação é que façam desse período uma constante oportunidade para estarem juntos e felizes, por isso, pesquisem os destinos possíveis, com acomodações e programas compatíveis com o orçamento financeiro. Quando vemos com antecedência, geralmente, pagamos mais barato e temos mais tempo para conseguir o dinheiro necessário. Se deixaram para a última hora, provavelmente, pagarão mais caro, ainda mais sendo alta temporada. Então, é preciso cuidado. Feito isso, é importante também já deixar claro as limitações de gastos que cada um poderá ter, para não se perderem nas contas, principalmente para as crianças. Agora, se a família já é investidora, podem fazer uma viagem mais completa, talvez, com destino internacional, só é preciso ficar muito atento aos preços, câmbio de moeda, IOF, etc. Lembre-se: se a viagem não foi planejada, tem grandes chances de sair muito mais cara, então, não pode descuidar. De que vale ser investidor e correr o risco de voltar com dívidas que se arrastarão por quase todo o ano seguinte. Desenvolvi mais algumas orientações para esse período de férias: 1. Levar uma reserva financeira de 30% a 50% a mais, seja qual for a viagem, para imprevistos; 2. Tomar cuidado com os excessos, pois, no calor do momento, acabamos gastando mais do que devemos; 3. Prestar atenção no gasto com telefone. Há diversas opções como Skype e Viber, que permitem fazer ligações e enviar mensagens gratuitas, utilizando a internet; 4. Se a viagem for para o exterior, colocar 80% da quantia em um cartão pré-pago e carregar 20% em espécie; 5. Cada pessoa deve ter seu cartão com os limites já pré-estabelecidos; 6. Levar no máximo dois cartões de crédito, com vencimentos próximos e posteriores a data da viagem. Informar a operadora de cartões para que saiba que estará fora do país durante o período; 7. Lembrar que, ao usar o cartão de crédito, além da conversão da moeda, haberá um custo de 6,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras);


8. Caso alguém peça para trazer encomendas, tentar receber o dinheiro antes de comprar. * Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


Veículo: Correio da Bahia Data: 03/01/2019 Link: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/lojas-de-salvador-darao-ate-70de-desconto-em-queima-de-estoque-veja-promocoes/

Gil Santos e Anderson Ramos* gilvan.santos@redebahia.com.br 03.01.2019, 05:00:00 Atualizado: 03.01.2019, 07:39:39

(Almiro Lopes)

Lojas de Salvador darão até 70% de desconto em queima de estoque; veja promoções Liquidações começam na próxima sexta-feira (4)


O ano de 2019 mal chegou e já tem loja queimando o estoque. Tem lojista oferecendo até 70% de desconto para liquidar de uma vez por todas o que sobrou de 2018. A uma hora dessas, Papai Noel já deve estar bem longe, lá no Polo Norte, mas tem muita gente que ainda vai ganhar presente. Segundo Fátima Santos, gerente da loja Boca Roxa, no Shopping Piedade, as vendas aumentam até 30% durante o saldão de janeiro. A loja, especializada em produtos de maquiagem, vai oferecer 50% de desconto em todas as mercadorias. “Vamos decidir essa semana quando começa a queima total deste ano, mas, provavelmente, será na próxima semana. Sempre fazemos no começo de janeiro. É um bota fora em todas as lojas da rede que dura quatro dias”, contou.

Gerente da loja Boca Roxa espera aumento de vendas (Foto: Betto Jr)

Batom, base e lápis de olho são os produtos mais procurados na Boca Roxa, mas nem só de beleza vivem os consumidores. Os lojistas apontam que eletrodomésticos, vestuários e serviços também entram na lista dos produtos que prometem esgotar das prateleiras.


Boa parte das liquidações começa na sexta-feira (4), mas cada loja programa o período da ação.

“Percebemos que o que influencia os clientes é o preço. Algumas pessoas prometem até que não vão comprar, mas ninguém resiste a uma boa promoção”, brincou a gerente financeira Jozi Neves. Segundo apurou o CORREIO, a maioria dos shoppings de Salvador não fará campanhas promocionais em janeiro, mas existem lojas dentro desses centros comerciais que queimarão estoque por conta própria. A dica é ficar de olho nas redes sociais dos estabelecimentos e lojas. A gerente da empresa Giros, Laís Lima Neves, também acredita que o período de liquidação vai durar todo o mês e que é uma forma de recuperar as contas porque “janeiro é um mês fraco para as vendas. Se não fizer promoção não vende”. A loja tem três endereços, nos Shoppings Piedade e Ponto Alto, e também em uma loja de rua em Brotas. O saldão acontece há 13 anos e, em 2019, terá descontos de até 50%. Na quarta-feira foi dia de fechar as portas para fazer um balanço do quanto foi vendido e o que ficou encalhado do ano passado. As peças que ainda não foram comercializadas entram na promoção. Camisa que era R$ 110 vai para R$ 60, enquanto a bermuda de R$ 149,90 deve passar a custar R$ 89,90. Também haverá venda de cuecas pela metade do preço: R$ 10. Já a camiseta regata, que custava R$ 39,90, poderá ser adquirida por R$ 19,90. A ação será divulgada nas redes sociais da empresa via Facebook, Instagram e WhatsApp, além de anúncios nas vitrines das lojas. Shopping Barra fará mais uma edição da Lavagem do Barra Quem vai honrar a tradição é o Shopping Barra, que promoverá mais uma edição da ‘Lavagem do Barra’. O evento, que oferece descontos de até 70% nas lojas do estabelecimento, começa nesta sexta-feira (4) e segue até domingo (6). A coordenadora de Marketing do shopping, Luciana Coelho, contou que a expectativa é vender 7% a mais.


Lavagem do Barra promete bons descontos para os consumidores (Foto: Divulgação)

“O evento já é uma tradição e começa com as baianas lavando as escadas do shopping. Todas as lojas participantes têm o selo da Lavagem do Barra. Nossa expectativa é de incremento de público em torno de 10%, tomando como base o ano passado”, explicou. A administradora Marinalva Aragão de Almeida, 46, costuma esperar o fim das festas de fim de ano para ir às compras. Ela disse que vale a pena aguardar um pouco mais para consumir:

“Não suporto lojas cheias. No Natal é muito bagunça, além de ser mais violento também. Adoro comprar em janeiro, já que temos mais tempo e tranquilidade para pesquisar”, contou. A administradora já começou a bater perna no primeiro dia útil do ano e constatou que, além de mais vazias, as ruas estão repletas de promoções. “É mais calmo e barato comprar agora. Procurei por roupas e acessórios e vi bastante desconto sendo anunciado. Para mim vale muito a pena esperar”, opinou. Os especialistas afirmaram que as queimas de estoque são uma boa oportunidade para os consumidores, mas que precisam ser aproveitadas com moderação. Às


vezes, é preciso fazer como nossas mães quando éramos crianças e dizer para si mesmo ‘depois eu compro’. Confira as dicas dos economistas a abaixo.

Lojas querem esvaziar vitrines e 'queimar' produtos que não foram vendidos em 2018 (Foto: Almiro Lopes)

Tradição Salvador é uma cidade de muitas tradições e o varejo baiano também tem as suas. Segundo o presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia (Sindilojas), Paulo Motta, a queima de estoque em janeiro acontece há muitos anos e é uma oportunidade dos comerciantes conseguirem capital de giro. “Depois das compras de fim de ano o comércio sofre uma ressaca. As vendas caem. Então, esses saldões servem para liberar as mercadorias estocadas e gerar recurso para comprar os novos estoques. O consumidor já percebeu isso e também mudou o cronograma de compras. Muita gente deixa para comprar nesse período”, contou. A expectativa do sindicato é vender 2% a mais que janeiro do ano passado. “Janeiro é um mês ruim para o varejo e as queimas de estoque servem para reforçar o caixa das empresas”, disse.


Já Edson Piaggio, coordenador geral da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), explicou que a decisão de fazer promoções nesse período do ano depende exclusivamente do interesse individual dos comerciantes. “A Abrasce não se envolve nessa escolha. Fica a critério dos shoppings e lojistas se vão dar ou não o desconto”, esclarece. Maioria dos consumidores compra por impulso No meio do caminho tinha uma promoção. E lá vai o cartão para mais uma maquininha. Segundo o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia (Sindilojas), a maioria das compras realizadas nos saldões de janeiro são feitas por impulso e, de acordo com os especialistas, é aí que mora o perigo. O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) Reinaldo Domingos, contou que a melhor estratégia para evitar começar o ano se enrolando nas contas é planejar as compras. Antes de abrir a carteira, o cliente precisa se perguntar se, de fato, precisa daquele produto.

“Comprar por impulso não é um bom negócio, mas 90% das compras são feitas por emoção, oportunidade ou indicação, porque alguém disse que o preço está bom. A ausência de objetivos claros é o que leva as pessoas a comprarem algo que não precisam, com dinheiro que não tem e, muitas vezes, só para impressionar alguém”, afirmou. Deixar o cartão de crédito em casa pode ser uma boa escolha para quem ainda não usa a opção de pagar através do aplicativo do celular. O economista orienta também que os consumidores não pensem apenas em 2019. “Deixar para comprar depois é um bom exercício, porque a pessoa pensa melhor. Se o produto for realmente importante, ela volta e compra. Mas ter dinheiro sobrando não significa fazer gastos imediatos. Por que não poupar? Economizar para trocar de carro, para a aposentadoria, enfim, pensar a longo prazo, para além de 2019”, disse. As tentações são muitas e, por isso, a falta de informação pode ser um problema. Para o economista Edisio Freire, conhecer o produto que pretende comprar é regra básica, assim como a comparação de preços com outras lojas e sites.


“Para saber se o preço é, de fato, promocional, é preciso estar acompanhando, vendo quanto o produto custava antes da liquidação”, alerta. "Além disso, não pode cair na tentação de comprar por impulso. Quem comete esse erro sofre com os juros do cartão. O melhor é sempre comprar à vista, para ter mais controle do dinheiro, conseguir um desconto e evitar o risco de se enrolar", completa. Fique ligado nos seus direitos Já o diretor de fiscalização da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Iratan Vilas Boas, afirmou que os consumidores precisam ficar atentos também para não serem enganados.

“Nessas queimas de estoque é comum o comerciante dizer que o produto não pode ser trocado ou não tem garantia, porque está sendo vendido em liquidação, mas não é assim que funciona. Os produtos não perdem os direitos estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor, independentemente da forma como são vendidos”, alertou. Mercadorias não perecíveis têm garantia de 90 dias e os perecíveis de 30 dias. A troca não é obrigatória, exceto se o produto apresentar defeito. Nos casos de objetos já comprados com avarias, é preciso que ela esteja especificada na nota fiscal. Na prática, se o vendedor disser, por exemplo, que o fogão apresenta arranhões do mostruário, mas o consumidor descobrir que uma das bocas não está funcionando, o comerciante terá de trocar o produto ou devolver o dinheiro. Os economistas frisaram que, quem se planeja para as compras, se dá bem, porque as oportunidades são vantajosas. Segundo eles, o erro mais comum dos consumidores é comprar mais do que podem pagar. Os juros do cartão não esperam e, apesar do ano mudar à meia-noite, as dívidas não ficam para trás.


Lojas fazem promoção para queimar estoque (Foto: Divulgação)

Confira algumas promoções que vão rolar: Shopping Itaigara - Rose Toque íntimo: de 20% a 50% de desconto em peças selecionadas; - Algaszarra: de 20% a 50% de desconto em peças selecionadas; - O Boticário: produtos selecionados com até 50% de desconto; - DM Calçados: está com uma vitrine inteira com produtos por R$ 49,99; - Cheiro da mamãe: está com moveis do show room com 30% de desconto - Óticas Pop: Todos os produtos da loja com descontos de até 50% - Foorlí: Diversas peças em promoção; - Castro’s: produtos selecionados com até 50% de desconto; - Larshopping; produtos selecionados com até 70% de desconto; - Caroline França Collection: produtos selecionados com até 50% de desconto; - Caroline França Festa: produtos selecionados com até 50% de desconto. Shopping Barra Puket: Compre duas calcinhas/cuecas e ganhei outra peça grátis; Gregory: Até 50% em peças selecionadas; TVZ: Toda loja com até 50% de desconto; Hering Kids: Peças de verão com até 60% de desconto; IO: Até 70% em peças selecionadas; Camicado: produtos com 50% de desconto.


Shopping Piedade Loja Boca Roxa: Todas as lojas da rede com 50% de desconto Loja Giros: Peças com até 50% de desconto Shopping Lapa - O Boticário: Colônia Quasar Surf de R$104,90 por R$ 69,90; - Sorella Plus Size: Saias, blusas e vestidos com até 50% desconto - South: Peças de roupa com até 50% de desconto; - Tênis & Cia: Calçados selecionados custarão até metade do preço; - Yes Cosmetics: Colônia Sá, Sabrina Sato, de R$89,90 por R$62,90; - Óticas A Fábrica: Óculos Vogue de R$ 488 por R$ 244 *Integrante da 13ª turma do Correio de Futuro, com supervisão da subeditora Fernanda Varela.


Veículo: Diário da Região (S.J do Rio Preto) Data: 25/01/2019 Link: https://www.diariodaregiao.com.br/_conteudo/2019/01/economia/rio_preto_e_regiao/11 38056-criancas-e-adolescentes-aprendem-sobre-educacao-financeira.html

25/01/2019 - 19h52min

EM SALAS DE AULA

Crianças e adolescentes aprendem sobre educação financeira Em Rio Preto, escolas aplicam como disciplina a educação financeira em salas de aula Luna Kfouri COMPARTILHE Pixabay / Banco de imagens

Metodologia ensina alunos a darem valor do dinheiro

A educação financeira é um assunto que parecia distante nos últimos anos, mas atualmente já faz parte de muitas famílias e até do currículo escolar. O aprendizado de saber quanto vale cada produto, como economizar e o que se torna prioridade pode ser feito dentro das


salas de aula. Prova disso é que as crianças já estão aprendendo nas escolas sobre o real valor do dinheiro. Essa busca pela mudança cultural e comportamental foi concretizada, em 2018, com o anúncio de que a educação financeira se torna obrigatória na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Em Rio Preto, a unidade da DSOP registra cinco escolas que aplicam a metodologia da educação financeira dentro das salas de aula: o Colégio Educar, Colégio Universitário, a Escola Infantil Nossos Amiguinhos, Colégio Ateneu e o Colégio Rio Preto (Corp). O coordenador responsável pela educação financeira do colégio Ateneu, Walter Poletti, explica que a disciplina faz parte da grade curricular dos alunos há cinco anos. Ela começa a ser inserida no 1º ano do ensino fundamental e vai até 1ª série do ensino médio (dos seis aos 15 anos de idade), com material de apoio e projetos que são trabalhados durante o ano. A partir do conteúdo, o orientador desenvolve projetos por bimestre com os alunos. “Os alunos têm projetos pessoais ao longo do ano e também há o projeto em sala de aula. Então, há um projeto que todos têm de guardar dinheiro para o sonho coletivo da classe naquele bimestre. Eles desenvolvem diversas atividades junto do material didático e com os estudos de educação financeira”, afirma. Segundo o coordenador, os alunos desde cedo começam a trabalhar o valor em dinheiro, a perceber que podem comprar aquilo que realmente precisam e guardar uma parte para o projeto pessoal deles. Essa mudança comportamental começa a refletir no dia a dia de cada um, porque eles também aprendem a guardar dinheiro para uma emergência. “Principalmente nesses últimos anos, em que o Brasil passou por dificuldades financeiras, foram tempos difíceis financeiramente. A educação financeira faz as pessoas pensarem também em uma reserva de dinheiro para poder manter o seu padrão de vida por um determinado tempo se precisarem parar de trabalhar repentinamente por diversos motivos”, finaliza. A diretora pedagógica da unidade da DSOP em Rio Preto, Nathália Martins, afirma que o objetivo é fazer com que as crianças e os jovens tenham bons hábitos e sejam sustentáveis financeiramente e esse trabalho deve ser desenvolvido desde cedo. Quando é aplicado em crianças, elas passam a ver isso nas escolas, dentro das salas de aula e, conforme vão crescendo, isso se torna natural. Segundo ela, a educação financeira dialoga com outros eixos educacionais. “O conteúdo é dado de forma transversal, quando trabalhado dentro da escola, ligado a alguns temas, como família, sustentabilidade, diversidade, empreendedorismo e autonomia. Tudo isso é para consolidar o comportamento saudável e dar a ela as ferramentas necessárias para desenvolver sustentabilidade e independência financeira”, diz.


Retorno positivo Nathália ressalta que o feedback de todo esse trabalho aplicado nas salas de aula é visto na mudança do comportamento das crianças e adolescentes e, principalmente, pelos pais, que acabam sendo policiados pela própria criança. “O programa de educação financeira, quando implantado dessa forma comportamental e com metodologia, trabalha junto da família de modo que o feedback é que eles passam a enxergar outro comportamento na criança. A criança passa a entender que ela tem de ter objetivos, esperar para que as coisas se realizem. O reflexo disso nas famílias é muito positivo. As crianças passam a influenciar os pais”, finaliza.


Veículo: Portal Rosa Choque Data: 03/01/2019 Link: http://www.portalrosachoque.com.br/noticias/7212/como-economizar-nacompra-do-material-escolar/

Como economizar na compra do material escolar A maior dúvida é como economizar sem ter que abrir mão de obter os itens que as crianças necessitam Publicado em: 03-01-2019 00:1hs | Fonte: DSOP Educação Financeira. 0 Comentários

| Creditos: PixaBay


Para quem tem filhos, um dos maiores gastos no início do ano é com a compra do material escolar. Mas, devido à falta de educação financeira, as despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar, muitas vezes, ultrapassando o limite de seu orçamento financeiro. A maior dúvida é como economizar sem ter que abrir mão de obter os itens que as crianças necessitam. Para começar, sempre recomendo que pensem o quanto precisam trabalhar para conseguir o seu salário. A partir daí, fica fácil valorizar esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preço e, principalmente, a negociar os valores das compras. Então, o primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto poderá dispor para a aquisição do material escolar. É fundamental ir às compras com antecedência para não precisar ser obrigado a pagar mais caro de última hora. Elaborei algumas orientações sobre o assunto. São elas: 1. Procure conversar com outros pais e tentar fazer a compra em conjunto, pois, assim, a probabilidade de conseguir preços menores aumenta; 2. Junte o material escolar do ano anterior e veja a possibilidade de reutilizá-los. É possível ainda reaproveitar livros didáticos do filho mais velho para o mais novo, se for o caso. Se não der, faça uma boa ação e doe o material para crianças ou jovens de famílias que não possuem condições de comprá-los; 3. Faça uma lista do que se precisa comprar, para não se perder e acabar rendendose aos impulsos consumistas, deixando de economizar; 4. Converse com os filhos antes de sair às compras, explicando a situação em que a família se encontra e quanto poderão gastar com os materiais. Caso contrário, será muito fácil ceder aos desejos deles e, com isso, gastar mais do que o planejado; 5. Quando estiver na loja, seja sincero e explique ao vendedor de forma clara o que você precisa, buscando sempre a melhor opção de pagamento. Sempre pergunte quanto aquele produto custa à vista? Isso proporcionará bons descontos. Se tiver que pagar a prazo, veja se as parcelas caberão no orçamento mensal. Comprar materiais escolares requer cuidados, mas o investimento vale à pena, pois é o que dará a base necessária para os estudos. Preocupar-se em economizar sem deixar de proporcionar o que a família precisa faz parte do processo de educação financeira. Passe esses ensinamentos aos pequenos, pois, se aprenderem agora, se tornarão adultos mais conscientes e saudáveis financeiramente. Boas festas e bom início de ano a todos! * Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


VeĂ­culo: Correio Braziliense Data: 27/02/2019 Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/02/27/internas_econ omia,740236/confira-dicas-para-nao-gastar-a-mais-no-carnaval.shtml

6 dicas para curtir o carnaval 2019 sem entrar no vermelho Educador financeiro propĂľe planejamento para os dias de folia Gabriela Tunes* postado em 27/02/2019 19:20 / atualizado em 27/02/2019 19:24

(foto: Barbara Cabral/Esp. CB/D.A Press)


Está chegando o carnaval. Nesta época, é comum haver um aumento dos gastos, seja curtindo com amigos em casa ou indo para festas e bloquinhos de rua. De qualquer forma, é importante ter um planejamento financeiro para poder se divertir bastante sem risco de cair nas armadilhas das contas negativas. O primeiro passo para curtir o carnaval e não bagunçar a vida monetária é fazer uma análise das contas. De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, é preciso evitar loucuras de gastos. "Faça um diagnóstico financeiro, reveja as contas e se perceber que o orçamento está apertado, evite fazer loucuras para não se comprometer com dívidas nos próximos meses", orientou. Para quem gosta de curtir o carnaval viajando, a dica é optar por passeios gratuitos e promoções no local em que estiver. Para Rafael Rico, também especialista em economia, uma das melhores opções para quem está com o orçamento apertado são bloquinhos de rua. Segundo ele, por já estar "em cima da hora", não vale mais a pena pensar fazer uma viagem carnavalesca. "Passagens aéreas ou de ônibus compradas em cima da hora sairão muito mais caras! Será mesmo que "o que vale é curtir o hoje como se não houvesse amanhã?", aconselhou. O auditor fiscal Marcos Gois, 41 anos, escolheu passar o carnaval na Suíça. O planejamento começou em janeiro e o destino estava sendo pensado já há algum tempo. "Tenho família lá e estarei de férias após o carnaval, então foi mais uma questão de adequar gastos com a viagem", contou. Como planejamento financeiro, Marcos fez uma pesquisa prévia de passagens e conseguiu comprar tudo com milhas aéreas. No geral, ele considera que não houve muitos gastos com essa viagem. O único ponto mais preocupante será os presentes para a família. "O jeito vai ser comprar tudo e dividir no cartão", comentou. Para quem for curtir o carnaval na cidade em que mora, os educadores financeiros indicam bloquinhos de rua e, o mais importante, levar de casa o que for consumir. "Na folia, as comidas e bebidas costumam ser mais caras que o normal, principalmente as vendidas por ambulantes", alertou. Quem é mais caseiro e prefere não ir para a folia, mas não dispensa um bom restaurante ou gosta de fazer compras no shopping, precisa ficar ligado no preço do comércio. "Nesta época, os comerciantes aproveitam para aumentar o preço de suas mercadorias! Se isto for fazer uma grande diferença no seu planejamento financeiro, deixe para outra oportunidade", disse Rafael. Uma dica é procurar passeios mais baratos e restaurantes mais em conta. "Compre em supermercado e faça um belo almoço para sua família! Tenho certeza que todos irão amar!", indicou o educador. Lembre-se, o pagamento do IPVA já chegou, as compras de material escolar foram caras e o IPTU está chegando. Se você ainda não se planejou, é melhor deixar a grande folia para o ano que vem. "As consequências do imediatismo e do consumo compulsivo podem ser desastrosas", completou Rafael Rico.


Fique atento às dicas! 1- Viagens Quem quer viajar mas não se planejou deve pesquisar locais, preços, pacotes e condições de pagamento que se encaixem em seu orçamento. É claro que gastos extras existirão – por isso é válido levar cerca de 30% do valor total da viagem como reserva – mas com os valores em mente é mais difícil gastar além do planejado. Considere também as despesas pós-carnaval, como o cartão de crédito, caso vá usar durante a viagem.

2- Festas de rua Em festas de rua, a tendência é gastar apenas com o que for consumir e com fantasia ou abadá. Para quem é frequentador assíduo – que vai antes, durante e até depois do carnaval – é importante conhecer seus números e saber o quanto pode gastar para não ter surpresas após as festas.

3- Fantasias Se for pular o carnaval fantasiado, considere reformar a fantasia do ano passado ou pegar emprestado com um amigo. Se gostar de explorar a criatividade e colocar a mão na massa, projete e produza a sua nova fantasia. Há muitas ideias criativas em tutoriais na internet. Aluguéis costumam ser mais caros e conforme o carnaval vai se aproximando, os preços sobem consideravelmente.

4- Bebidas e alimentos É preciso se atentar aos excessos, inclusive o de alimentos e bebidas alcoólicas. Afinal, exagerar nesses quesitos não fará bem nem para sua saúde física nem para a financeira. Ao comprar, procure valores promocionais em atacados, pois tende a ser mais barato e saudável levar cooler com bebidas e petiscos do que comprar de vendedores ambulantes.


5- Inadimplente: cuidado dobrado Caso esteja com contas acumuladas, evite contrair novas dívidas. Procure economizar para que o momento de descontração e alegria não se torne motivo de preocupação. Não desanime, faça algo mais simples este ano e se planeje para sair dessa situação com educação financeira.

6- Hora de curtir Caso tenha poupado dinheiro e planejado seu carnaval com antecedência, parabéns! Agora resta curtir, evitando ultrapassar o valor. Se separou uma verba para todo o feriado, pode ser interessante dividir pelo número de dias e saber quanto gastar por dia. Boa folia!

* Estagiária sob supervisão de Anderson Costolli


Veículo: O DIA Data: 06/01/2019 Link: https://odia.ig.com.br/economia/2018/12/5602260-saiba-os-cuidados-para-naocair-no-golpe-do-consignado.html

ECONOMIA

Saiba os cuidados para não cair no golpe do consignado Segurados do INSS e servidores devem se precaver para não cair em fraudes Por MARTHA IMENES Publicado às 03h00 de 06/01/2019 - Atualizado às 03h00 de 06/01/2019


Empréstimo consignado - Kiko

Rio - Os juros menores do empréstimo consignado, que vão de 2,08% a 3% ao mês, e que tanto atraem aposentados do INSS e servidores, servem de isca para golpistas enganarem os mais desavisados. Os "espertinhos" ficam de olho na chance dos segurados se tornarem "fontes de recursos". Mas, o que deveria ser um benefício para servidores e pessoal do INSS, (taxa baixa e desconto em folha) tem se tornado motivo de dor de cabeça para muitos devido à deduções não autorizadas em seus proventos. Esse tipo de ação de golpistas, inclusive, acendeu a luz vermelha em bancos que trabalham com essa modalidade de crédito, na Secretaria de Previdência e no INSS que adotaram medidas para conter a ação de fraudadores. Entre as iniciativas apresentadas pelo instituto determina que a partir de março os bancos estarão proibidos de assediar novos aposentados por 180 dias. Os segurados ficarão com os benefícios bloqueados por 90 dias após a concessão, entre outras. Uma das formas corriqueiras para ludibriar os segurados é quando os golpistas se fazem passar por representantes de bancos e instituições de crédito para oferecer empréstimos. Diante dos riscos de aposentados serem enganados, bancos alertam seus clientes sobre a atuação de fraudadores neste sentido e para que tomem cuidado. O olho grande dos golpistas cresce devido aos números. Em meados de dezembro, segundo o Banco Central, o consignado bateu recorde histórico: R$ 18,2 bilhões de concessões entre janeiro a outubro de 2018, alta de 33,7% em relação a igual período do ano passado (R$13,599 bilhões).


Em nota, o BMG - um dos principais bancos conveniados à Previdência -, por exemplo, informou que "há pessoas de caráter duvidoso se identificando como seus prepostos ou representantes, que oferecem empréstimos mediante a exigência de pagamento antecipado de valores a título de fiança, seguro-fiança ou tarifas". O banco nega que oferece esse tipo de serviço e solicita que aposentados do INSS denunciem a tentativa de golpe. Especialistas recomendam ter cuidado, principalmente, com dados pessoais. É preciso ficar atento e lembrar que bancos e instituições públicas não pedem informações por telefone ou e-mail. Em caso de perda ou roubo de documentos, é recomendado registrar a ocorrência na polícia e comunicar o fato a órgãos de proteção ao crédito (SPC e Serasa). "Ao fornecer documentos a desconhecido, o trabalhador fica vulnerável a todo tipo fraude", alerta Cristiane Saredo, do escritório Vieira e Vieira Assessoria Jurídica e Previdenciária. É importante destacar que algumas empresas privadas também têm convênio com instituições financeiras para conceder o empréstimo consignado. Portanto, esses trabalhadores também devem ficar atentos.

Medidas para tentar evitar fraudes contra aposentados Para tentar conter a ação de golpistas sobre aposentados e pensionistas, o INSS vem adotando medidas para evitar problemas. Uma delas foi a Resolução 656/2018 de 5 de setembro. A iniciativa determina que os empréstimos consignados não reconhecidos pelos segurados são suspensos até que comprove se o empréstimo é verdadeiro ou não. "No momento em que o segurado registra a sua reclamação no INSS e assina o documento, o contrato deve ser suspenso", informou o INSS ao DIA.


Ou decisão proíbe os bancos conveniados de oferecer empréstimos a novos aposentados durante 180 dias a partir da data de concessão do benefício. Além disso, os segurados não podem pegar crédito com desconto em folha até 90 dias após a liberação da aposentadoria pelo INSS. Neste período, o benefício ficará bloqueado para liberação do crédito. As iniciativas fazem parte do esforço em combater fraudes e evitar o aliciamento de aposentados por parte de bancos que em muitos casos têm acesso a dados do segurado. As medidas valem no fim março. De acordo com o então presidente do INSS, Edison Garcia, o objetivo é impedir situações, várias vezes denunciadas pelo DIA, em que o aposentado nem sabia que o benefício estava concedido e recebia ligações de bancos e correspondentes bancários com ofertas de consignados. Em muitos casos havia vazamento de dados. Outra medida é em relação à divulgação dos juros. Os bancos serão obrigados a divulgar mensalmente os percentuais. Atualmente, o teto para empréstimos é de 2,08% ao mês, e no cartão de crédito, 3% ao mês.


EDUCADOR ALERTA PARA NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO

Reinaldo Domingos: faça as contas antes de pedir empréstimo - DIVULGAÇÃO

Um ponto que chama a atenção, mas desta vez de especialistas em Educação Financeira, é a possibilidade do alto nível de endividamento por conta do empréstimo consignado. "É preciso tomar muito cuidado na hora de usar essa linha de crédito", alerta Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira. O especialista dá a dica: "Antes de optar por contratar um empréstimo consignado, o segurado tem que ter em mente que 30% do seu ganho mensal será destinado ao pagamento da dívida". Ou seja, como é descontado direto no contracheque, o aposentado ou pensionista sequer vê a cor do dinheiro. "A opção do crédito consignado é muito usada para quitação de cheque especial, cartão de crédito e financeiras. Porém, a troca simplesmente de um credor por outro, sem descobrir a causa do verdadeiro problema, apenas alimentará o ciclo do endividamento", pontua Domingos.


Os juros, que são o atrativo desse tipo de empréstimo, são um grande perigo. Mesmo com taxas baixas, a cada ano representam um quarto do valor total emprestado. Exemplo: R$ 1 mil emprestados resultará em R$ 250 de juros por ano. O educador adverte que o crédito consignado pode ser bem utilizado, mas não deve fazer parte da rotina de um assalariado, caso a empresa tenha convênio com instituições para fornecer esse tipo de crédito, ou aposentado. "É importante conhecer a real situação financeira antes de tomar qualquer crédito", alerta Domingos. "Fazendo um diagnóstico financeiro, descobrindo para onde vai cada centavo do dinheiro durante o mês e registrando as dívidas caso existam", diz. Outro alerta do especialista é: não pegue empréstimo para terceiros. "O crédito consignado pode ser um grande aliado e não há problema se ele for usado como estratégia para sair de linhas de créditos com juros mais altos, para adquirir algo de grande importância ou ainda em uma emergência. Mas usar o crédito de forma não consciente e necessária pode se tornar um grande vilão das finanças", alerta Domingos.


Veículo: Correio da Bahia Data: 06/01/2019 Link: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/material-escolar-10-mais-caroveja-dicas-para-economizar-ate-40/

Gil Santos e Yasmin Garrido* gilvan.santos@redebahia.com.br 06.01.2019, 05:00:00 Atualizado: 06.01.2019, 10:18:37

Iracema diz que a filha tem preferência pelos cadernos com personagens (Foto: Evandro Veiga)

Material escolar 10% mais caro: veja dicas para economizar até 40% Pais contam as estratégias que adotam para pagar menos

Janeiro chegou. Época de sol forte, praias cheias, e de corredores de papelarias lotados de pais desesperados com listas e mais listas de materiais escolares nas mãos. E é bom apertar o cinto porque esse ano o reajuste nos preços dos


produtos deve ficar em torno dos 10% no varejo, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (ABFIAE), Ricardo Carrijo, os produtos de papel e plástico e os itens importados foram os mais afetados este ano. “Os primeiros por conta das correções que aconteceram ao longo de 2018. Já os importados foram influenciados pela oscilação do dólar. Nossa expectativa de reajuste no varejo é de 8% a 10%”, informa. Cadernos e livros lideram a lista dos produtos mais vendidos, mas Carrijo frisou que existem 70 mil livrarias no Brasil e cada região tem demandas específicas. “Nosso período sazonal é de novembro a março, de acordo com cada região do país. No Sul as aulas começam antes que no Nordeste, por exemplo”. Apesar da procura ainda estar tímida, o vendedor Evandro Marques, 47 anos, garante que a corrida pela economia já começou. Ele trabalha há 15 anos na livraria Lapa, na avenida Joana Angélica, e contou que a loja aposta nas facilidades de pagamento para incentivar os clientes. “A gente não tem como dar descontos nos livros e módulos, porque os preços já são tabelados, mas dividimos as compras em oito vezes sem juros no cartão, para aliviar o bolso dos pais”.

O vendedor Evandro Marques diz que não dá para conceder descontos, mas que é possível parcelar em até oito vezes (Foto: Evandro Veiga)


Estratégia E por falar em facilidades, tem loja lançando mão da tecnologia para facilitar a vida dos clientes e garantir mais vendas. O diretor comercial da Le Biscuit, Roberto Rangel, contou que este ano a rede criou um novo aplicativo para compras. O APP leva o nome da loja, oferece descontos exclusivos e já está disponível para ser baixado em sistemas Android e IOS. O cliente faz o cadastro e, em seguida, recebe os cupons de desconto no celular. “Além disso, fizemos uma grande renegociação com nossos fornecedores, que nos permitiu manter os preços dos itens muito parecidos com os do ano passado. Temos mochilas de R$ 29,90 e caderno universitário de R$ 5,99, por exemplo”. Quem optar pelo pagamento com o cartão da loja poderá parcelar a compra em até 15 vezes. Mochilas de rodinha, estojos e lancheiras lideram entre os itens mais procurados pelos estudantes mirins. Livros, cadernos, canetas, borrachas, lápis e giz de colorir são os mais requisitados entre os alunos mais velhos. Papel A4, crepom, cola e apontador também são recorrentes. A farmacêutica Patrícia Sampaio, 42, estava com a relação de materiais dos dois filhos, de 6 e 12 anos. Ela reclamou que os livros custam caro, mas disse que tem uma tática para economizar: reutilizar alguns materiais do ano passado. “Eu disse ao meu mais novo ‘sua mochila está ótima, então esse ano vamos usar ela novamente’. Ofereci um estojo novo, mas ele mesmo teve a consciência de repetir o do ano anterior. Meus filhos têm essa educação financeira desde muito cedo”, afirmou.


Patrícia conseguiu convencer o filho mais novo a não trocar de mochila este ano (Foto: Evandro Veiga)

Há também os que não são tão exigentes, mas não escondem suas preferências. A dona de casa Iracema Rebouças, 47, foi comprar caderno para a filha e contou que a pequena não é muito exigente, mas prefere os dos personagens animados. O problema é que é aí que mora o perigo. Eles chegam a custar o dobro dos demais. “Por ser criança, ela gosta de caderno com adesivos, com algum personagem. Mas, ela não exige nada. Se eu digo que não dá para comprar, ela entende e a gente escolhe outro”. Vantagens De acordo com os comerciantes, os primeiros pais começaram a aparecer nas livrarias em dezembro para as compras. Na última semana do ano já havia um movimento acima do normal. Durante as compras, alguns aproveitam para chorar por um desconto ou conseguir vantagens na hora do pagamento, o que pode funcionar de acordo com alguns vendedores.


Outros pais têm optado por pesquisar os preços na internet e escolher um estabelecimento onde possam comprar tudo de uma vez e com desconto. A maioria das lojas atende por encomendas, como explicou um dos vendedores de uma livraria no Centro, que não quis ser identificado. “É uma pré-compra. Eles trazem a lista ou passam por e-mail, a gente disponibiliza os valores, já com desconto, eles pagam e depois recebem tudo em casa. É uma espécie de entrega a domicílio que evita, principalmente, levar a criança até a livraria, para que ela não queira coisas que não são tão necessárias”, contou. Negociação Ano passado, antes mesmo de ir em busca dos materiais escolares, a arquiteta Cristiana Bandeira Fernandes, 44 anos, que é mãe do pequeno Benjamin Fernandes Mujaes, 4, questionou à escola do filho a necessidade de alguns itens da lista. Isso porque, segundo ela, muitos dos itens solicitados sequer foram utilizadas pelo filho no ano anterior. Só com isso conseguiu economizar cerca de R$ 150. Em seguida, foi a hora de disparar vários e-mails para lojas e papelarias diferentes para comparar os preços dos produtos. Com a cotação em mãos, montou uma tabela para comparar os valores. “A diferença era pouca, mas, em algumas, o mesmo produto tinha valores distintos. Só que, o que era mais barato em uma, era mais caro em outra e ficou elas por elas. Escolhi duas e comprei o que era mais barato”, complementou. Ela conta ainda que, se tivesse comprado os materiais de papelaria direto com a escola teria um custo de R$ 440. Pagando por fora, gastou R$ 290. Mas as estratégias da arquiteta para economizar na compra do material escolar não param por aí. Ela também já reuniu um grupo de mães para realizar a compra em grupo na tentativa de barganhar um bom desconto para todas. A estratégia, no entanto, não funcionou. O desconto oferecido pelas papelarias era o mesmo aplicado em compras à vista. “Infelizmente, não deu certo. Pensei que seria uma boa saída para mim e as outras mães”. Outra tática que tem sido adotada pelos pais é ir às compras sozinhos. O empresário Reinaldo Lima, 56, por exemplo. tem dois filhos, de 12 e 16 anos. Antes de sair em busca dos materiais escolares, ele costuma sentar com os


meninos e perguntar o que, de fato, eles estão precisando. “Sentamos e vemos na internet as opções. Depois, encomendo os livros onde oferecer a melhor forma de pagamento e descontos, mas os cadernos, lápis e outros itens, eu saio para comprar sozinho”, contou.

Dez dicas para economizar até 40% nas compras Comprar materiais escolares pode ser uma dor-de-cabeça para os pais. O reajuste nos preços dos produtos somado às despesas de fim de ano e janeiro obriga muitas famílias a fazer malabarismo. Mas especialistas garantem que existem algumas estratégias que podem ajudar a aliviar o bolso. O CORREIO conversou com o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, que contou que a melhor opção nessas horas é a boa e velha pesquisa de preços. “A cotação é importante porque possibilita economizar de 10% a 40% na lista de materiais escolares”, afirmou. Confira dez dicas valiosas para garantir a economia. 1- Busque em casa materiais do ano anterior que podem ser reaproveitados, como cadernos, borrachas, lápis e canetas, por exemplo. Segundo os especialistas, essa caça pode gerar uma economia de 15% no orçamento. 2- Faça uma busca na internet dos produtos que contêm na sua lista, comparando valores e marcas. A partir dessas informações, você estará apto para identificar os valores de mercado e saberá até quanto deve pagar por cada item. 3- Nem todo mundo tem uma reserva disponível para comprar os materiais escolares à vista. Não é à toa que as lojas costumam parcelar em até 12 vezes. Mas, se tiver uma poupança destinada para este fim, não pense duas vezes. Há escolas que concedem até 20% de desconto para o pagamento dos módulos à vista. 4- Como a cidade é grande, não dá para sair batendo perna de loja em loja para saber onde encontrar os melhores preços. Então, para ganhar tempo e dinheiro, escolha um grupo de lojas e envie a lista de material por email. Com a cotação em mãos, você vai saber onde pagará menos. 5- Você precisa pensar uma estratégia de compra. Pode optar por pegar os produtos em três ou mais lojas ou pode convencer o vendedor da loja que tem o


maior número de mercadorias mais baratas a fazer um abatimento no valor dos itens que estão mais caros. 6- Quem é professor e precisa comprar livros didáticos ou paradidáticos para os filhos tem descontos de 15%, em média, quando faz a compra direto com a editora. Para isso, basta apresentar o contra-cheque ou qualquer outro documento que prove o vínculo profissional. 7- Todos os anos há os personagens da moda, que as crianças querem ter na mochilha, no caderno, na lancheira estampados por eles. Mas isso vai deixar a sua conta muito mais salgada. Pra evitar birra, deixe a criança em casa na hora da compra. 8- Veja se os livros que o seu filho precisa não estão disponíveis para venda nos sebos da cidade ou até mesmo se não é possível comprá-los usados nas mãos de pais dos alunos que cursaram aquela série no ano anterior. 9- Nem tudo é permitido na lista de material escolar. Produtos de limpeza, de uso coletivo ou administrativo, por exemplo, são proibidos. Caso encontre algum deles na sua lista, informe à escola a irregularidade. Se eles insistirem em mantê-los na lista, acione o Procon. 10- Comece a fazer a pesquisa de preços o quanto antes porque o mercado segue a lei da Mais Valia, determinada pela oferta e a procura. Quanto mais as lojas estiverem cheias de clientes, menor é a chance de conseguir um bom desconto. Procon vai fiscalizar se há abusos nas listas A Operação Volta às Aulas, da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), vai fiscalizar se as escolas e lojas estão praticando abusos com relação ao material escolar. “Não se trata de fiscalizar preço, mas se a escola está exigindo material escolar indevido e se a lista acompanha o plano de execução didático pedagógico. Livrarias e papelarias também são fiscalizadas. Verificamos se elas realizam vendas casadas, abusivas e a validade dos produtos”, informou o diretor de fiscalização do órgão, Iratan Vilas Boas.


Segundo ele, o erro mais frequente das escolas é não apresentar o plano pedagógico junto com a lista dos materiais. O documento deve especificar onde e quando cada item da lista será usado. Em dezembro, representantes do Procon, de escolas particulares, Ministério Público Estadual (MPE), e do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia (Senepe) se reuniram para discutir as regras do que pode e não pode na lista dos materiais escolares. Produtos de limpeza, como papel higiênico, álcool em gel, e algodão não podem ser exigidos, exceto se o uso deles for justificado em alguma atividade escolar. Um exemplo é o algodão na aula de Ciências ou na barba do Papai Noel. Nesses casos, a quantidade também precisa ser especificada. Produtos de uso administrativo da empresa estão vetados. Piloto para os professores, tinta para a impressora e papel para a impressão são despesas da escola. Os pais não podem ser onerados com esses itens, segundo o Procon. Produtos de uso coletivo também não podem fazer parte da lista, como é o caso de copos descartáveis, por exemplo. O Procon informou que os pais não precisam entregar todo o material de uma vez. Eles têm até oito dias antes do início da unidade em que o item será usado para entregar o produto. “As escolas não podem exigir determinada marca e os pais podem reaproveitar produtos que sobraram do ano anterior. A escola também não pode constranger o aluno, impedindo ele de fazer a atividade porque o pai não entregou o material. Esse assunto tem que ser discutido entre eles - escola e pais”, contou Vilas Boas. O diretor do Procon explicou ainda que a taxa de material escolar apresentada por algumas escolas é permitida, desde que seja optativa, uma alternativa e não uma obrigação. Quem desrespeitar as regras pode ser multado em até R$ 6 milhões. O valor da multa depende do porte da empresa, da gravidade da infração e do grau de reincidência. O Procon pede que a população ajude o órgão denunciando os abusos. Os canais são o APP ProconBA.Mobile, o site denuncia.procon@sjdhds.ba.gov.br ou um dos postos do Procon. Não é preciso se identificar porque o órgão também recebe denúncias anônimas. O CORREIO tentou ouvir o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia (Senepe) para comentar o assunto, mas não obteve êxito. *Com orientação do chefe de reportagem Jorge Gauthier


Veículo: Correio da Bahia Data: 07/01/2019 Link: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/veja-5-licoes-de-quem-e-paoduro-e-repense-sua-relacao-com-o-dinheiro/

Priscila Natividade priscila.oliveira@redebahia.com.br 07.01.2019, 05:56:00 Atualizado: 07.01.2019, 05:57:47

(Ilustração: Morgana Miranda/ CORREIO)

Veja 5 lições de quem é 'pão-duro' e repense sua relação com o dinheiro É possível deixar de ser tão mão-aberta e ficar com as contas folgadas

Tio Patinhas, mão-fechada, mão de vaca, unha de fome, pão-duro. Estereótipos à parte, o fato é que ele nunca vai gastar a mais do que ganha e por isso tem muito a ensinar a quem, por outro lado, é mão aberta até demais. Os financeiramente organizados não vivem no aperto, investem, se planejam e passam longe da dor


de cabeça que dá quando o orçamento do mês fecha no vermelho. Heróis? Talvez. O CORREIO conversou com alguns destes canguinhas assumidos e listou, pelo menos, cinco lições importantes para quem precisa fazer as pazes com o dinheiro (veja abaixo). São histórias de pessoas que desenvolveram o hábito de economizar, acompanhar seus gastos, adequar seu padrão de vida, frear os impulsos de consumo e, acima de tudo, se planejar. “O pão-duro pode ensinar ao gastador descontrolado a importância do planejamento e de realizar cortes de gastos desnecessários, principalmente aqueles pequenos que passam despercebidos, mas na verdade são como um furo no balde”, destaca o educador financeiro da Dsop, Allan Andrade. Fica aqui também a dica da superintendente de Educação e Informações Técnicas da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Ana Leoni: “ Todo mundo que chegou ao primeiro milhão começou economizando o primeiro real. E mudar não significa se privar, mas saber priorizar o que é mais relevante”, acrescenta. AS CINCO LIÇÕES DE UM PÃO-DURO ASSUMIDO 1. Gaste menos do que a sua renda O economista e contador Diego Fan Ribeiro começou a controlar o seu dinheiro ainda na adolescência, desde o dia que seu pai deu um cartão com o dinheiro que era a conta certa do lanche e do cinema, nada além disso. “Foi um hábito que me ensinou a ser regrado. É melhor ser chamado de pão-duro do que ser intitulado de pródigo, gastador. Se saio é tudo controlado. Bebo água e como em casa, faço meu sanduiche. Sempre fiz comida em casa. Se você não cozinha, no Youtube tem muitas receitas práticas, afinal de contas você economiza muito mais”. Cada centavo economizado vai para a reserva financeira. “O que eu economizo vai para meu futuro e o que invisto é para trazer um retorno financeiro melhor lá na frente”, afirma Ribeiro. Para ele, as lições de economia só funcionam se você torná-las um hábito.

“Tudo na vida é um hábito. É preciso você exercitar e fazer repetidamente pelo menos por 90 dias até se tornar um hábito. Comece repensando no que está gastando. Tenha metas claras também do que você quer fazer com seu dinheiro”, aconselha.


2. Centavos que valem centenas O publicitário Renato Fernandes pensa que nem a galinha que certa vez encontrou um milho no meio do caminho e conseguiu transformar ele em um bolo:

“É poupando centavos que se economiza uma centena. Procuro pegar aquele produto no mercado que é 20 centavinhos mais barato e tal. Porque no mês a gente compra mais de 500 pequenas coisinhas. Quando você faz a conta, já dá 100 reais sem precisar abrir mão de absolutamente nada”, afirma. Ele segue a mesma linha quando o argumento é ‘mas só custa isso’... “Digo não às compras pequenas. Sabia que corridas de R$ 10 no Uber podiam somar R$ 600 no cartão? Faço disso quase um mantra”. Para a vida financeira mais leve e o bolso mais cheio, a estratégia é fazer uma lista com todos os gastos. “É fazer uma lista com o que você imagina que vai gastar e ir alterando ao longo do mês. Tipo assim: Almoço: R$ 400. Fim de semana: R$ 600. Passou uma semana, já corrige o almoço pra R$ 300 e fim de semana pra R$450. Gastei menos? Ótimo! Gastei mais? Essa diferença vai ter que sair de outro item na lista”. 3. Não se encante com o consumismo Ele não compra presente de Natal, nem mesmo no Dia dos Namorados. E se for comprar alguma coisa, só no mês de janeiro que é mais favorável as promoções. A grana que seria investida nos presentes, no entanto, vai para uma reserva financeira que mantêm com a esposa. Esta é a estratégia do funcionário público Fábio Matos para viajar, pelo menos, uma vez por ano.

“É tudo planejado. A gente tem esse acordo e aí tudo que gastaríamos com roupas e com presentes depositamos na reserva e depois convertemos em um retorno com um maior valor agregado, como uma viagem, por exemplo”, conta. Ele garante que não é tão fácil quanto parece resistir as tentações diárias de uma vitrine ou um notificação de uma oferta na tela do computador, mas a recompensa final vale o esforço. “É uma batalha você lutar contra os seus desejos. Mas todo ano conheço um lugar novo, com pessoas novas e experiências novas. Coisas que eu nunca imaginei que conheceria até estabelecer isso como prioridade. No final, a economia compensa. E muito”, afirma.


4. Sonhos a curto, médio e longo prazo Para a arquiteta Camila Passos, o segredo para tomar a decisão certa em relação ao dinheiro está na prioridade aos sonhos, ao invés de vontades momentâneas.

“Dessa forma, não sinto que estou ‘deixando de viver’ para economizar, mas sim que estou economizando para viver o que realmente quero mais pra frente”. Outra lição é aprender a dizer não - para os outros e principalmente para você mesmo. “Saí várias vezes com meus amigos sem consumir nada para poder economizar, foi quando comecei a ser chamada de canguinha. Não vou gastar meu dinheiro numa festa que não quero ir de verdade, num restaurante caro que não me interessa tanto, em ir comer na rua todo dia porque o pessoal do trabalho vai”, completa a arquiteta, que tem um projeto muito bem definido para o seu dinheiro: “Eu me recuso a comprar algo que já não esteja na minha lista. Mesmo que o preço esteja muito bom, eu vou saber que não quero isso de verdade, ou já estaria lá antes”. Se bater uma vontade de gastar, ela volta até a lista dos sonhos. “Darei um jeito de respeitar o que foi definido”, finaliza. 5. Boas decisões “Quando somos organizados financeiramente o dinheiro passa a ser o servo e não o mestre”. Este é o segredo da educadora financeira comportamental, Meire Cardeal, que sempre guardou dinheiro desde o primeiro salário.

“Aprendi com a minha mãe, Maria Carmen e minha tia Maria Cleonice, que me ensinaram que quem guarda tem. O pão duro ele consegue a autonomia, liberdade, independência financeira”, afirma. Ela só saía com o dinheiro certinho na bolsa. Aprendeu a cuidar do cabelo sozinha para economizar com o salão de beleza. As roupas para o filho eram bem maiores para que ele as usasse por anos. “No Natal sempre dei para as pessoas mais próximas, coisas minhas, seminovas, e com papel de presente usado, pois que sempre guardo todas as embalagens dos presentes que ganho e também embalagens que as pessoas desprezam”. Estratégias que junto com o controle semanal, fazem a diferença. “Isso ajuda a ter em mente as despesas já incorridas versus a receita a receber e o quanto ainda pode ser gasto. Sou uma mão-fechada, mas que vivo bem a vida. Todos podem”.


Veículo: Yahoo Data: 07/01/2019 Link: https://br.financas.yahoo.com/noticias/saiba-o-que-pode-acontecer-se-voce-naopagar-seus-impostos-em-dia-141920034.html?fbclid=IwAR1ij5UXnXg356v3l9hfBQCpzMplrr18GQ3Qbi38LwTrTJqFjCFmyCM7Oo

Saiba o que pode acontecer se você não pagar seus impostos em dia Colaboradores Yahoo Finanças Yahoo Finanças7 de janeiro de 2019

O contribuinte brasileiro tem, hoje, três principais impostos a serem pagos: Imposto de Renda, IPVA e IPTU (Pixabay)


Imposto. Aquela palavra que ninguém deve gostar, mas que está presente em praticamente todos os valores pagos hoje em dia, seja em uma conta de luz, de restaurante ou até naquele café que você toma depois do almoço. Estes, por exemplo, são os impostos indiretos, já embutidos em bens ou serviços ou com recolhimento automático. Já os impostos diretos são aqueles que necessitam da ação do cidadão para a sua quitação e, se não forem pagos em dia podem resultar em punições ao contribuinte. “O cidadão que não pagar seus impostos corretamente está sujeito a multas e sanções administrativas, além de ter o nome inscrito nos órgãos de inadimplência e até ter seus bens confiscados”, alerta Ricardo Natali, educador financeiro associado à ABEFIN (Associação Brasileira de Educadores Financeiros). O contribuinte brasileiro tem, hoje, três principais impostos a serem pagos: Imposto de Renda, IPVA e IPTU. O IRPF é um tributo federal. Toda pessoa física deve prestar contas com a Receita Federal, exceto às que não tem renda tributável no valor limite, ou seja, aquelas isentas. Na prática, na declaração de imposto de Renda, a Receita quer saber tudo o que o cidadão possui (bens e direitos) e tudo aquilo que ele lucrou (rendimentos) no ano anterior. Essa fiscalização visa manter o pagamento dos impostos em dia. Dependendo da sua faixa de renda, incide um determinado valor de imposto que deve ser pago. O IPVA é um tributo estadual. Ele tem o objetivo de arrecadar o tributo em cima dos proprietários de veículos. Pode ser pago por pessoas físicas ou jurídicas. Já o IPTU é um tributo municipal e é cobrado das pessoas que possuem uma propriedade imobiliária. Assim como o IPVA, pode ser pago por pessoas físicas ou jurídicas. “É importante ressaltar que os tributos estaduais e municipais podem ter diversas variações de alíquotas de pagamentos e punições em caso de não pagamento”, ressalta Ricardo Natali.


Punições ao contribuinte O educador financeiro Ricardo Natali explica o que acontece com quem não cumpre com sua obrigação de pagar os impostos – seja em dia ou aqueles que deixam de pagar. Para quem não declara o IPRF dentro do prazo, a consequência é mais branda. Neste caso, o contribuinte atrasado deverá pagar uma multa de 1% ao mês sobre o total do imposto a pagar. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20%. “O CPF será classificado como Pendente de Regulamentação. Nesse caso, a pessoa fica impedida de procedimentos do dia a dia, como pedir um empréstimo, obter certidões para venda/aluguel de imóveis, não pode tirar passaporte nem prestar concurso público”, explica o especialista. Já quando o contribuinte comete um erro ou sonega impostos, pode ser mandado para a Malha Fina, onde o caso será averiguado pela Receita Federal. “Depois de cair na Malha Fina, se o contribuinte admitir o erro ele pode quitar o valor devido pagando uma multa de 37,5% do imposto devido, corrigido pela taxa Selic do período. Porém, se ele não admitir o erro, mas não conseguir comprovar o que está dizendo, deverá pagar uma multa de 75% do imposto devido, corrigido pela taxa de juros”, diz Natali. Caso seja comprovada a sonegação de impostos, que nada mais é que burlar as leis para benefício próprio, o contribuinte deverá pagar uma multa de 150% a 300% mais a Selic. A depender do caso, o contribuinte pode ser enquadrado em crime fiscal e o caso será decidido em juízo, que pode levar à prisão. Quem deixa de pagar o IPVA fica proibido de realizar o licenciamento e, quem não licenciar o veículo leva multa e está sujeito à apreensão do automóvel. “Como é um tributo estadual, pode variar de Estado para Estado. Em São Paulo, por exemplo, a multa é de 0,33% por dia de atraso, até o limite de 20%, e juros mensais equivalentes à taxa Selic ou 1% ao mês (o que for maior). Depois de 30 dias que recebeu a cobrança, o débito é encaminhado para a dívida ativa da cidade, e a punição piora. A multa passa para 40% e impede que o contribuinte possa prestar concursos públicos, receber créditos da Nota Fiscal Paulista e participar de licitações para o governo”, exemplifica o educador financeiro. Em outras palavras: vai sujar o nome do devedor. Além disso, o débito será cobrado na Justiça, o que poderá levar à perda do próprio carro. Quanto à falta de pagamento do IPTU, o contribuinte terá o débito inscrito na dívida ativa do município, ou seja, pode ter a inscrição do passivo em cadastros de inadimplência como SPC e Serasa e o protesto em cartório. “Se não for paga, pode-se ir para a Justiça, e poderá acarretar o confisco dos bens do proprietário do imóvel. Mesmo que o devedor tente vender o imóvel com IPTU pendente, a dívida aparecerá na matrícula atualizada, tornando inviável o negócio”, assinala o especialista.


Saiba se você é isento de declarar IRPF ou de pagar IPTU e IPVA Fica isento de declarar Imposto de Renda Pessoa Física:    

Quem recebeu menos de R$28.559,70 de rendimentos tributáveis no ano. Quem não tem bens que valem acima de R$300 mil. Quem não obteve lucro na venda de bens (como veículos, imóveis e outros) Quem for declarado como dependente na declaração de outra pessoa física. Fica isento de pagar o IPTU:

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Proprietários de terrenos ou imóveis com valor venal de até R$ 61.240,11. Aposentados e pensionistas que recebam até três salários-mínimos. Entidades culturais ou outras associações que desenvolvam projetos voltados para a população podem ganhar o benefício. Fica isento de pagar o IPVA:

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Algumas pessoas com deficiências e limitações físicas ou mentais e doenças crônicas. Por exemplo: autismo, artrite, artrose, amputações, diabetes, hérnia de disco, hepatite, osteoporose, AVC, HIV e certos tipos de câncer etc. É importante ter laudo médico comprovando. Motoristas profissionais também ficam isentos, como taxistas e mototaxistas. Veículos antigos. Varia de Estado para Estado, mas podemos dizer que seja em torno de 20 anos de fabricação.


Veículo: Correio da Bahia Data: 25/01/2019 Link: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/veja-7-passos-para-sair-dasdividas-definitivamente/

artigo Reinaldo Domingos redacao@correio24horas.com.br 25.01.2019, 13:45:00

Veja 7 passos para sair das dívidas definitivamente De acordo com dados divulgados pelo SPC Brasil e CNDL, mais de 63 milhões de brasileiros se encontravam indadimplentes em novembro do ano passado. O primeiro passo para quem enfrenta problemas financeiros é não entrar em desespero, colocar os pés no chão, encarar a realidade e, é claro, se planejar para sair dessa situação de forma definitiva. Sempre costumo dizer que ter dívidas não é um problema e muitos me questionam, mas a verdade é que o maior problema é não conseguir arcar com esse compromisso, que é justamente o que acontece atualmente com milhões de brasileiros. É preciso mudar o comportamento em relação ao uso do dinheiro para construir uma vida mais sustentável financeiramente, tratar o problema na raiz, evitando assim entrar num ciclo de endividamento. Veja abaixo 7 passos preparados pelo educador para sair das dívidas definitivamente:


1- Colocar na ponta do lápis todas as dívidas que possuir, separando as que correspondem a serviços e produtos de necessidade básica, que não podem ser cortados (como água, energia elétrica, gás e aluguel) e as que sofrem juros mais altos (como cartão de crédito e cheque especial), considerando essas como prioridade para pagamento. Antes de sair se enrolando para pagar, faça um diagnóstico financeiro, para saber como pode diminuir as despesas mensais, fazendo sobrar dinheiro para pagar as dívidas em atraso; 2- Anote durante 30 dias todos os gastos que tiver, separando por tipo de despesa. Isso inclui gastos “pequenos”, que podem até ser considerado menos importantes, como gorjetas e guloseimas, pois no final do período será possível compreender de que forma, efetivamente, seu dinheiro está sendo gasto. Reflita sobre os hábitos e comportamentos que o levaram a chegar nessa situação, assim saberá o que deve mudar e quais gastos irá reduzir ou eliminar; 3- Tenha em mente que só se deve negociar uma dívida quando se tem condições de fazer isso, ou seja, após se planejar, pois um passo precipitado pode até piorar a situação. Portanto, só se deve procurar um credor, quando já souber quanto terá disponível mensalmente para pagar e, então, poder negociar; 4- Trocar uma dívida pela outra nem sempre é a melhor alternativa. É claro que o crédito consignado, por exemplo, oferece juros baixos em comparação ao cartão de crédito, cheque especial e financiamentos, já que o pagamento é retido diretamente do salário. Justamente por isso é preciso cautela, já que para quem já está com dificuldade em administrar as finanças, ter sua renda habitual reduzida pode desencadear novos endividamentos e problemas ainda maiores, virando uma bola de neve; 5- Para não agravar a situação, antes de realizar qualquer compra, se faça algumas perguntas como “Eu realmente preciso desse produto?”, “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer isso, terá uma grande surpresa sobre a quantidade de coisas adquirida apenas por impulsividade;


6- Em momentos de crise financeira, que são passageiros, é importante resgatar sonhos, objetivos que realmente importam e que farão a pessoa ter ainda mais motivos para “dar a volta por cima”. É preciso relacionar no mínimo três sonhos: um de curto prazo (a ser realizado em até um ano), um de médio prazo (entre um a dez anos) e outro de longo prazo (acima de dez anos), sendo que um deles deve ser o de sair das dívidas; 7- Com os números do diagnóstico financeiro em mãos, é possível conhecer a sua força de poupança após os cortes para realizar o sonho de sair das dívidas sem que tenha que fazer outra dívida. Mês após mês, é preciso aplicar esse dinheiro em um investimento que seja coerente ao tipo de objetivo (prazo) e ao perfil do investidor. Caso tenha dificuldade para investir, é válido consultar um especialista. Reinaldo Domingos está a frente do canal Dinheiro à Vista, é doutor em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin – www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br).


Veículo: O Liberal Data: 07/01/2019 Link: https://www.oliberal.com/economia/conhe%C3%A7a-as-9-dicas-paracome%C3%A7ar-2019-no-azul-1.48626

Conheça as 9 dicas para começar 2019 no azul Economistas afirmam: é possível ter tranquilidade financeira em tempos de crise Redação Inegrada 09.01.19 13h24

Passadas as festas do final de ano, é hora de planejar os gastos para o ciclo que acaba de começar. Neste período, algumas contas se


repetem, como é o caso da matrícula e do material escolar, do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), do Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA), além da fatura do cartão de crédito com as compras do Natal. Neste sentido, segundo apontam os economistas Reinaldo Domingos e Rosivaldo Batista, é crucial promover uma “faxina” financeira no orçamento, com o objetivo de diagnosticar a atual situação das contas. Separamos algumas dicas que podem lhe ajudar a começar 2019 no azul: 1) O endividamento é um problema que tem de ser resolvido com o próprio salário. Ou seja, é preciso reduzir os gastos extras. O lazer e as compras supérfluas, normalmente, são os principais alvos dos cortes. A dica é: respeite o próprio padrão de vida; 2) Só sabe quanto pode gastar, sem ficar no vermelho, quem sabe exatamente quanto entra e quanto sai do bolso mensalmente. Relacione todas as despesas fixas e variáveis para descobrir o comprometimento dos seus ganhos com as dívidas. Investigue para onde está indo cada centavo dos seus ganhos; 3) Fazer compras parceladas lhe permite adquirir bens de consumo que custam bem acima do seu salário, entretanto, é preciso considerar que o volume de parcelas não deve ultrapassar 30% da sua renda. É importante avaliar se as parcelas, de fato, caberão no orçamento, levando em conta todas as outras despesas; 4) Certifique-se de que, mesmo estando no azul, se que vai conseguir pagar as compras que pretende fazer nesse ano, cujas parcelas que


se arrastarão pelo ano seguinte, somando-se aos gastos extras com impostos e escola; 5) Faça escolhas que estejam dentro do seu padrão de vida. Se as condições não permitem, procure outras opções mais prazerosas e de menor valor. O ideal é não se endividar com compras e viagens; 6) Antes de decidir comprar algo, avalie se realmente está precisando daquele item. Se você já não tem algo parecido, que pode ser reaproveitado ou até customizado. Veja qual o objetivo daquela compra e se pode arcar com ela; 7) Se precisar mesmo fazer uma compra, pesquise os melhores preços, e experimente estipular um valor máximo a gastar com cada item e peça desconto, sempre. Abatimentos nos preços, geralmente, somente são concedidos a quem pede. E se o pagamento for à vista, maior deve ser o seu apelo; 8) E lembre-se: fim ou início de ano também é tempo de fazer planos para o futuro. Aproveite para reunir a família, inclusive as crianças, para conversar sobre o que querem realizar nos próximos anos; 9) Defina com a família três sonhos prioritários, coloque no papel, e tenham diferentes prazos a serem realizados - curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos). No mais, é sempre importante ter todas estas dicas escritas, de forma que volta e meia você consiga relembrar a importância delas.


Veículo: Diário do Nordeste Data: 02/01/2019 Link: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/metro/sorteio-dematriculas-em-escola-gera-reclamacoes-1.2045088

Sorteio de matrículas em escola gera reclamações Por Bárbara Câmara , barbara.camara@diariodonordeste.com.br 21:50 / 02 de Janeiro de 2019

O novo sistema de distribuição de vagas adotado pela Escola de Ensino Médio Adauto Bezerra, da rede estadual, não impediu que pais dormissem na entrada da unidade Nas primeiras horas de ontem (2), nem mesmo a luz do sol chegou tão cedo quanto Leiliane Moura, 44, na calçada da Escola de Ensino Médio Adauto Bezerra, no Bairro de Fátima. Na última terça-feira (1º), a moradora do bairro Ellery uniu-se ao grupo de pais e responsáveis por adolescentes que aguardavam o cadastro da solicitação de matrícula para alunos novatos vindos de colégios particulares. Parte da fila improvisada passou a noite na entrada da unidade e, às 5h de ontem, reunia cerca de 200 pessoas. Para preencher o cadastro e pegar uma senha para a filha Lara Cíntia, de 15 anos, Leiliane contou com a companhia da mãe e do marido, que estiveram juntos na espera pela abertura do portão. "A gente passou a noite aqui, ao relento. Queremos essa escola porque é referência, e é de meio período. Não queremos tempo integral porque a gente tem outros planos para a nossa filha, mas como não dá pra depender desse sorteio, vamos ter que procurar um lugar que dê pra garantir a matrícula", revela. Paralelamente aos cadastros da solicitação de matrículas, do dia 2 até o dia 4 de janeiro, senhas são entregues aos pais e responsáveis para que, na segunda-feira (7), seja realizado um sorteio na Escola, às 10h.


Quem tiver as senhas sorteadas receberá um telefonema informando que poderá realizar a matrícula na unidade. O sorteio representa uma novidade em comparação ao sistema dos anos anteriores, a partir do qual os novos alunos eram matriculados por ordem de chegada. Esperança Ao saber como as vagas seriam distribuídas, a expectativa de Vânia Maria do Carmo, 58, foi substituída pela tristeza. "Toda mãe tem o sonho de ver seu filho estudando em um bom colégio. A Amanda tem 15 anos, minha neta, e o sonho dela era vir pra cá. O pai dela estudou aqui, o meu filho, e ele teve muito sucesso. A gente quer a mesma coisa para ela", diz a pensionista. Sem condições de custear o ensino em um colégio particular, Vânia deposita fé na senha que recebeu, de número 224. "Vamos torcer. A esperança é a última que morre". Para Edna Silva, 49, a jornada de espera foi dividida em duas partes. No dia 1º, às 14h, ela chegou à fila que se formava na entrada da Escola. Ao ser informada a respeito do sorteio, aguardou por algum tempo e só decidiu ir embora às 20h. Já no dia seguinte, ao solicitar a matrícula, Edna soube que só poderia preencher um único cadastro, o que seria insuficiente para seus filhos gêmeos. "Essa é a terceira escola em que eu venho. Não tenho mais condições de pagar o colégio particular, mas se só tiver vaga pra um, do que adianta?". Otacílio Bessa, o diretor da Escola Adauto Bezerra, esclarece, porém, que o cadastro único vale para mais de um filho do mesmo pai ou responsável que for à escola. "Eu acredito que o critério mais justo é a gente conseguir ofertar vaga para todos os filhos da nossa sociedade. Dormir na escola não é justo, nem todo mundo tem disponibilidade. Um pai sozinho que trabalha não tem condição de concorrer com um que tem mais tempo", afirma o diretor. Segundo ele, o processo de matrículas por ordem de chegada começou a causar uma dificuldade de logística devido à decisão dos pais de irem até a unidade sete dias antes do início das inscrições e 'se hospedarem' na escola. "Isso estava gerando um processo tanto de segurança quanto insalubre. Nós não tínhamos como alojar 300 famílias durante dias aqui na escola. Isso gerava uma complicação. A gente foi estudando uma outra forma de não gerar essa expectativa". Unidade O desafio para matricular filhos também persiste na rede pública do Município. No Planalto Ayrton Senna, outro grupo de pessoas passou a noite na calçada da Escola Municipal Tereza d'Ana, onde as vagas são distribuídas por ordem de chegada.


Lá, a diarista Isaela dos Santos, 22, passou a madrugada em claro à espera do início das matrículas para sua filha de 4 anos e o filho de 5. Às 7h de hoje (2), uma funcionária da escola fixou um papel no portão informando que havia apenas seis vagas para matrícula no Infantil 4 e sete para o primeiro ano do Infantil. Não há vagas para o Infantil 5. "Tinham 18 pessoas na minha frente, eu não consegui. Eu vou ter que ir atrás de uma escola no Maracanaú, senão os meus filhos vão passar mais um ano sem estudar. Eu não tenho condições de pagar", lamenta Isaela. A gerente da célula de planejamento de rede da Secretaria Municipal da Educação (SME), Iracema Frota, afirma que há vagas disponíveis em toda a cidade, porém a projeção de vagas para novatos é determinada a partir do processo de confirmação de veteranos. "Com certeza, todos os alunos serão inscritos e encaminhados para as unidades mais próximas", diz. Quando a demanda é muito grande para uma unidade específica, de acordo com a gerente, é feito um estudo com a escola em questão e com o distrito de educação. "Se houver a possibilidade de abrir mais vagas lá, será feito. É importante que as pessoas estejam atentas ao cronograma da matrícula, que vai até o dia 8 de janeiro. Nós entraremos em contato para dizer onde e quando a turma será aberta".


Veículo: Infomoney Data: 10/01/2019 Link: https://www.infomoney.com.br/blogs/financas-pessoais/financas-emcasa/post/7863813/apenas-9-dos-brasileiros-conseguem-pagar-as-despesas-de-inicio-deano

BLOG POR REINALDO DOMINGOS EM BLOGS / FINANCAS-PESSOAIS / FINANCASEM-CASA 10 JAN, 2019 16H08

Apenas 9% dos brasileiros conseguem pagar as despesas de início de ano O ano já começou e para não comprometer as finanças logo em janeiro é preciso se planejar, mas diante da situação financeira atual do brasileiro, sabemos que não é simples. Prova disso é uma recente pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apenas 9% dos brasileiros conseguem pagar as despesas de início de ano com o que recebem.

(Vintage Tone)

O ano já começou e para não comprometer as finanças logo em janeiro é preciso se planejar, mas diante da situação financeira atual do brasileiro, sabemos que não é simples. Prova disso é uma recente pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de


Dirigentes Lojistas (CNDL) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apenas 9% dos brasileiros conseguem pagar as despesas de início de ano (IPTU, IPVA, material escolar, etc) com o que recebem. Além disso, o levantamento mostrou ainda que 11% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento para os compromissos desse período. A educação financeira vem de encontro a essa realidade, já que o planejamento é um dos pilares principais para a construção de uma vida mais saudável financeiramente. E ainda sim, uma boa notícia é que a pesquisa também revelou que o percentual de consumidores pouparam ao longo do último ano para arcar com essas despesas sazonais, aumentou de 21% em 2018 para 31% em 2019.

Outro número que chama a atenção é que 24% dos entrevistados afirmaram ter descartado as compras no Natal passado para guardar recursos para as contas desse ano, um movimento que não é tão simples de ser feito, já que o bombardeio das promoções e publicidades nesse período é muito mais intenso. Mesmo diante dessa aparente mudança de comportamento, os consumidores que fizeram compras de Natal, dividiram o pagamento e, em média, devem terminar de pagar as prestações apenas entre abril e maio, o que sinaliza a necessidade de se planejar para poder arcar com esses compromissos e fugir do risco da inadimplência. Em relação ao pagamento dos dois principais impostos de início de ano (IPTU e IPVA), a maior dúvida diz respeito ao prazo. É melhor pagar parcelar ou pagar à vista? Essa questão requer uma análise relativamente simples: primeiro é preciso encontrar em qual situação financeira você está nesse momento – endividado, equilibrado financeiramente ou se já é um investidor. Na primeira ou segunda opção, é provavel que o pagamento à vista não seja o melhor negócio, isso porque ficar descaptalizado apenas para pagar os impostos pode acarretar em problemas financeiros futuros. Evite sempre recorrer a empréstimos de qualquer natureza, seja limite do cheque especial ou outra linha de crédito do mercado, já que devido aos altíssimos juros, isso pode se tornar uma famosa bola de neve financeira. → Conheça a estratégia Fly, ideal para ter uma renda extra mensal na Bolsa Por outro lado, caso faça parte dos 31% que já se programaram e possui reserva financeira, sem dúvida, o pagamento à vista é o melhor caminho, isso porque existe a possibilidade de descontos que, em média, fica entre 3% no IPVA e 4% no IPTU. Resumindo, a educação financeira possibilita termos mais segurança para que durante esses períodos possamos contar com uma reserva financeira e ter um ano muito mais saudável financeiramente, podendo realizar muito mais objetivos e sonhos e não apenas nos preocuparmos em pagar contas e impostos. Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor do blog e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney.


Veículo: ABC do ABC Data: 11/01/2019 Link: http://www.abcdoabc.com.br/caderno/pesquisa-mostra-que-brasileiro-pretendepoupar-2019-75758

Data: 11/01/2019 15:31 / Fonte: Reinaldo Domingos

Pesquisa mostra que brasileiro pretende poupar em 2019 Hábitos e comportamentos devem mudar para se atingir novos objetivos Mais um ano se inicia e, é claro, as pessoas estabelecem objetivos a serem realizados em todas as áreas da vida e no quesito financeiro não poderia ser diferente. Com os índices de desemprego e inadimplência ainda muito elevados, essa tem sido uma preocupação constante na vida dos brasileiros, por isso repensar os hábitos financeiros e mudar a maneira como lida com o dinheiro é uma das metas para 2019, segundo recente pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com o levantamento, 7 em cada 10 entrevistados acreditam que terão uma vida financeira melhor neste ano, sendo que as principais metas são guardar dinheiro (51%) e sair do vermelho (37%). Uma parte desses números mostra que o brasileiro está mais consciente e atento ao futuro, já que a a situação da inadimplência é uma realidade e fica cada vez mais difícil fechar as contas no fim do mês. Mas como começar? O maior erro é esperar sobrar para poupar. É preciso inverter essa equação e colocar o lucro em primeiro lugar, criar o hábito de separar uma parte, mesmo que seja 10% do seu ganho mensal, por exemplo, e poupar logo quando recebêlo, assim você estará construindo uma reserva estratégica que possibilitará muito mais tranquilidade financeira ao longo de 2019. Lembre-se que é preciso ter um objetivo atrelado ao dinheiro, pois guardar por guardar não faz sentido, já que a chance de comprar por impulso aumenta. Estabeleça os seus sonhos, sendo pelo menos três: curto prazo (a ser realizado até um ano), médio prazo (até 10 anos) e longo prazo (mais de 10 anos).


Outro ponto que pode fazer a diferença na hora de poupar é rever as taxas que você paga mensalmente, portanto converse com o seu gerente no banco e veja o que pode ser reduzido ou até mesmo cortado das tarifas cobradas. Atualmente a oferta de contas digitais, que não cobram tarifas, estão muito mais acessíveis e podem ser uma opção. Mas caso esteja com dívidas altas no cartão de crédito ou cheque especial, por exemplo, as duas modalidades mais caras do mercado, pode ser interessante um crédito consignado, que possui taxas menores, porém é preciso ter cautela para não apenas trocar uma dívida por outra e não sanar o problema na fonte. Para que poupar deixe de ser um sacrifício e passe a ser um hábito saudável, no início, é preciso se esforçar para mudar o seu comportamento em relação ao dinheiro. Por exemplo, almoçar ou jantar em restaurantes todos os dias pode comprometer o seu orçamento sem que você perceba. Mesmo que em um primeiro momento esses gastos pareçam insignificantes, no fim do mês se torna um dinheiro que poderia ser poupado para a realização de um sonho maior. Portanto anote as suas despesas, veja se está gastando de acordo com o seu padrão de vida e analise a possibilidade de economizar comendo fora apenas em ocasiões especiais. Mostrei aqui algumas orientações, mas existem muitas outras para que esse sonho de poupar em 2019 se torne realidade, sempre com educação financeira. O importante é que o primeiro passo foi dado, ou seja, o desejo e a consciência de ter uma reserva começa a crescer entre os brasileiros e quem sabe esse não possa ser um sinal de que a saúde financeira das pessoas pode mudar em um futuro próximo. 1- Uso novo orçamento mensal Experimente este novo cálculo: Ganhos (-) Sonhos (-) Gastos. Dessa forma não há lucro ou prejuízo, as contas batem e você estará priorizando seus objetivos e ajustando seu padrão de vida ao valor que sobrar. Para isso, logo que receber o salário, já se deve retirar a quantia mensal necessária para a realização, colocando esse dinheiro na melhor opção de investimento de acordo com o prazo desse sonho. 2- Poupe rendas extras 13º salário, bônus, participação nos lucros da empresa…. Poupe toda ou parte de suas rendas extras para aproximar a data de conquista dos sonhos. 3- Invista de acordo com o prazo Poupe para os três sonhos simultaneamente e redirecione as quantias poupadas – mesmo que pequenas – para um fundo adequado ao prazo de realização do sonho. Para os de curto prazo (até um ano), é válida a caderneta de poupança. Para os de médio prazo (de um a dez anos), CDB, Tesouro Direto e fundos de investimento. Para os de longo prazo (acima de dez anos), Tesouro Direto, previdência privada e ações são boas opções.


Veículo: A Tarde Data: 14/01/2019 Link: http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/2026506-educador-financeiro-dadicas-para-economizar-na-compra-do-material-escolar

Seg , 14/01/2019 às 08:16

Educador financeiro dá dicas para economizar na compra do material escolar Thaís Seixas | Foto: Mila Cordeiro | Ag. A TARDE

Pesquisa de preços ainda é essencial para economizar na compra dos produtos

Ano novo é a época de renovar a rotina, as energias e as metas – sejam elas financeiras, profissionais ou de saúde. Mas para os pais, o início do ano é sinônimo de mais gastos, que são intensificados com a compra do material escolar.


A pesquisa de preços ainda é um passo fundamental para economizar sem abrir mão da qualidade, visto que o valor dos produtos pode variar muito entre as lojas, inclusive as virtuais. O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos, orienta que os pais realizem um diagnóstico da vida financeira da família, com os ganhos e gastos mensais, para saberem quanto poderão gastar na aquisição do material escolar. “Para começar, sempre recomendo que pensem no quanto precisam trabalhar para conseguir seu salário. A partir daí, fica fácil valorizar esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preços e, principalmente, a negociar os valores das compras”, explica o doutor em Educação Financeira. Neste processo, o especialista ressalta que é importante seguir algumas dicas, para não ficar no vermelho depois da compra do material. Confira: 1- Essa despesa é recorrente, ou seja, precisa fazer parte do planejamento anual. Para que os gastos não fiquem muito pesados em janeiro, é válido poupar durante todo o ano para conseguir fazer os pagamentos à vista e obter bons descontos; 2- Antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo; 3- No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso; 4- Algo interessante é reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas; 5- A partir daí, é preciso fazer muitas pesquisas e traçar um orçamento para ter noção do gasto total; 6- Não é preciso necessariamente comprar todos os itens na mesma loja, mas se for fazer é válido pedir descontos; 7- No dia das compras, converse com o(s) filho(s) sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado; 8- O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2019 por vários meses.


Veículo: O DIA Data: 14/01/2019 Link: https://odia.ig.com.br/economia/2019/01/5610586-pesquisa-garante-materialescolar-mais-em-conta.html

ECONOMIA

Pesquisa garante material escolar mais em conta Diferença entre preços de itens básicos da lista, como cadernos, passa de 140% Por EDDA RIBEIRO* Publicado às 11h00 de 14/01/2019 - Atualizado às 11h00 de 14/01/2019   

A estudante Karine Ferreira procurou cadernos na Kalunga, no Centro - Estefan Radovicz / Agência O Dia


Rio - Entre as primeiras contas do ano, chega a lista de material escolar. Pais e responsáveis já começaram a busca pelo menor preço, e a diferença do custo dos livros didáticos em livrarias, por exemplo, pode passar de R$ 1 mil, segundo levantamento do DIA. Em lista de itens básicos, a diferença de preços é superior a 140% em cadernos, mochilas e calculadoras. A reportagem reuniu seis produtos, comparou valores em oito lugares e verificou que é possível economizar até R$ 87 de uma loja para outra (veja o quadro abaixo). A saída é os consumidores garimparem promoções no varejo. As redes Ponto Frio, Casas Bahia e Extra lançaram ofertas em seus respectivos sites. Por exemplo, o Kit com dez cadernos sai a R$ 64,80, e o compasso custa R$ 9,90. Nos estojos, o cliente encontra modelos a partir de R$ 9,90. Na unidade da Kalunga, do Bangu Shopping e demais lojas da rede, há desconto progressivo na venda de cadernos: ao comprar quatro a seis unidades de 96 folhas cada, o cliente ganha desconto de 5%; sete a 12 unidades, 10%. A promoção se repete para os itens de 200, 300 e 400 folhas, até 10 de março. Já no Américas Shopping há modelos de kits de mochilas a partir de R$ 199,90, com desenhos como Bob Esponja e Star Wars. Na Livraria Leitura do Bangu Shopping, o Lápis de cor com 12 unidades é vendido por R$ 12,50; na Leader, o estojo infantil por R$ 19,99. A estudante Karine Ferreira, 15 anos, antecipou as compras com mais de um mês de antecedência para garantir o menor preço. "Minha procura é por itens como cadernos e planners. Vou começar o Ensino Médio técnico na Faetec, e preciso de produtos que ajudem na organização", afirma.


COMPARAR PREÇOS A comparação do site Buscapé, feita em lojas online, mostra diferença de até 143% em preços de itens como cadernos, mochilas e calculadora, pedidos na maioria das listas de material escolar. Educadora financeira, Cintia Senna orienta pais e filhos a fazerem 'faxina' na casa antes de ir às compras. Às vezes há material que restou no ano anterior, ou do irmão que está na mesma escola", diz. E depois da limpeza, ir às compras com antecedência, antes que a demanda aumente no comércio. Livros didáticos ficam pela metade do valor

Além do lápis e borracha, os livros acrescentam peso na mochila - e no bolso dos pais e mães. Assim, os responsáveis elaboraram estratégias para que os estudantes tenham os títulos nas mãos, como comprar em sebos e grupos de usados no Facebook. Alessandra Martins, administradora do grupo "Venda, troca ou doação de livros didáticos e paradidáticos 2019 - RJ", conta que a necessidade do menor preço incentivou a criação do espaço. "Agora em janeiro começa a preocupação. Esse ano a lista de livros do meu filho chega a quase R$ 2 mil. O grupo surgiu por conta desse desespero", explica Alessandra. Quase três mil membros fazem postagens diárias com pedidos de orçamento, ou oferecendo exemplares para venda e doação. Segundo consulta do DIA, relação de 13 livros didáticos da Escola Parque para o 1° ano no Ensino Médio, o total gasto, em média, para um aluno, é de R$ 2.230,10, comprando na livraria Saraiva.com.


O custo aumenta para R$ 2.279 se comprando na rede da livraria Travessa. O valor total, se comprando no sebo Estante Virtual, fica em R$ 1.098. A discrepância se repete na comparação feita em lista do Colégio Hélio Alonso, no 5° Ano. Os livros títulos solicitados custam R$ 1.105,70 na Saraiva, enquanto que, na Estante Virtual, saem com R$ 313 de diferença. INCENTIVO À TROCA Outra atividade é a troca de material didático, principalmente os livros. O chamado "Troca-Troca de Livros Didáticos", da Escola Parque, já está em sua quarta edição. A ideia surgiu em 2014 com um grupo de pais e se alinhou com os trabalhos de Economia Colaborativa da instituição. Os alunos e responsáveis levam didáticos e paradidáticos usados para trocar, desde que estejam em bom estado e na lista de material do ano seguinte. Cada livro é trocado por uma moeda simbólica, usada para obter a obra desejada. A designer Nathalie Kuperman, 44, é mãe de duas crianças na Escola Parque, e diz que todo ano a economia na compra de livros aumenta. "Em 2018, tive gasto zero por conta da troca, enquanto que teria custo de quase R$ 2 mil na lista", revela. O que não pode ser pedido

Após recebimento da lista, os pais devem fazer um filtro prévio. O Procon Carioca orienta que, mesmo que a escola insista, não é permitido que solicite compra de material exclusivo, como agendas ou cadernos. A aquisição deve ser livre, e feita em qualquer estabelecimento.


Outro aviso é sobre pedidos de material de uso coletivo, como papel higiênico e produtos de limpeza. O custo destes utensílios deve estar embutido já na taxa de matrícula. Já o que for de uso pessoal, como pasta de dente, toalha e shampoo, podem ser solicitados, principalmente se o aluno ficar na escola em tempo integral. * Estagiária sob supervisão de Max Leone


Veículo: Metrópoles Data: 15/01/2019 Link: https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/decoracao/volta-as-aulas-comomontar-escrivaninhas-para-criancas-e-adolescentes

Volta às aulas: como montar escrivaninhas para crianças e adolescentes Algumas dicas inteligentes podem transformar o espaço bagunçado em um ambiente produtivo  DECORAÇÃO

ISABELLA CAVALCANTE 15/01/2019 5:27


Quando pensamos na decoração da casa, muitas vezes não damos a atenção devida a uma parte importante: o local de estudos. No caso das crianças e adolescentes, que precisam passar bastante tempo concentrados, é crucial ter um cantinho que inspire produtividade. Com algumas dicas, é possível implementar uma escrivaninha boa, mesmo sem espaço de sobra ou quantidades exorbitantes de dinheiro. Além de uma mesa e uma cadeira confortável, o arquiteto André Alf fala que o local de estudos precisa de uma gaveta para objetos pequenos, prateleiras mais baixas para porta-trecos e um armário elevado. Para quem tem um cantinho apertado, André dá uma dica de ouro: “Nichos e prateleiras logo acima da mesa ajudam a multiplicar espaços!”. Já Fabiani Christine, proprietária da Dot Paper, recomenda apostar em caixas. “Você pode empilhá-las para fazer menos volume e colocar etiquetas em cada uma”. Ela também sugere que escrivaninha fique em uma parte arejada do cômodo. Por outro lado, Fabiani recomenda tirar as distrações visuais, como celulares e tablets, da mesa e deixar por perto água e lanches. “Assim a criança ou adolescente evita levantar e perder a concentração”. Para o arquiteto, o pior erro na hora de focar é usar a cama como local de estudo. Quanto às tendências que vão fazer a cabeça dos estudantes neste ano, Fabiani aposta nos adesivos de lousa preta – nos quais você pode escrever com giz – e papel de parede de mapa-múndi. André prevê LEDs nas luminárias de mesa e passar fios para evitar que fiquem expostos. Reaproveite Se refazer a escrivaninha já pesou no orçamento, nada tema. Apesar da temporada do volta às aulas ser conhecida pelo preço salgado, há soluções para te ajudar a poupar. Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista, dá algumas dicas. A primeira é se planejar anualmente para as compras escolares e colocar esse gasto no orçamento. Outra boa recomendação é reaproveitar, porque, além de poupar dinheiro, é uma alternativa sustentável. “No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso”, afirma. Nem tudo precisa ser renovado anualmente. Materiais como mochila, régua e tesoura podem ser usados de épocas anteriores, sem problema. “Outra ideia interessante é reunir alguns responsáveis e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas.” A dica final de Reinaldo é pagar à vista sempre que possível. “Quando não puder, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2019 por vários meses”, diz.


Veículo: ABC do ABC Data: 15/01/2019 Link: http://www.abcdoabc.com.br/abc/noticia/volta-aulas-dar-mesada-pode-gerareconomia-75878

Data: 15/01/2019 13:03 / Autor: Redação / Fonte: DSOP Educação Financeira

Volta às aulas: dar mesada pode gerar economia Artigo escrito por Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira

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O tema é polêmico, muitos pais se perguntam o porquê de dar mesada, quando começar e como estabelecer o valor. A volta às aulas é excelente momento para começar e pode até gerar economia nas contas da família. Ao contrário do que muitos pensam, a mesada não é um incentivo ao consumo, e sim forma de educar financeiramente as crianças. Vou explicar melhor: a infância é a fase ideal para desenvolver comportamentos que serão levados por toda a vida, por isso é importante implantar a mesada quando notar que a criança está pedindo dinheiro com frequência e já mostra ter seus primeiros hábitos de consumo. Normalmente, crianças e jovens consomem durante a rotina escolar, com gastos com alimentação, por exemplo. Sendo orientadas para usar o dinheiro de forma sustentável e poupar parte dele para realizar seus sonhos no futuro, as crianças se tornam menos consumistas e mais conscientes. Os reflexos são notados em casa. Algo que percebo é que muitos pais acreditam que não dão mesada, mas dão pequenas quantias constantemente aos filhos, de forma não sistematizada. Afinal, é comum que as crianças peçam dinheiro para fazer pequenas compras, como de guloseimas e brinquedos, e isso caracteriza a mesada voluntária. Há 8 tipos de mesada, que categorizei em meu livro Mesada não é só dinheiro (Editora DSOP), como a mesada financeira e a mesada economica. Veja abaixo, já que as famílias devem agir de acordo com a sua situação financeira. E sabe o que todas essas formas de mesada têm em comum? Elas priorizam os sonhos da criança e da família. O ideal é que elas tenham pelo menos três: um a ser realizado em curto prazo (em até um mês), outro de médio prazo (entre três e seis meses) e outro de longo prazo (após seis meses). Ter a conquista dos sonhos como prioridade na lida com o dinheiro é o que levará essa geração a ser menos endividada e inadimplente no futuro. Mesada financeira A mesada financeira é dada para a criança aprender a administrar o dinheiro que ganha. Trata-se de um valor fixo determinado pelos pais ou responsáveis, tendo em vista a necessidade de transição da mesada voluntária para a mesadafinanceira. Nesse momento, recomendo que 50% do valor seja destinado para a poupança dos sonhos e 50% para as despesas da criança, sempre lembrando que o dinheiro nunca será mais importante que os sonhos. Mesada econômica Na mesada econômica, os pequenos são incentivados a poupar recursos em casa, como energia elétrica e água, para que realizem seus sonhos com o valor economizado. Assim, mesmo a família que não tem condições de dar mesada em dinheiro, pode educar financeiramente seus filhos com as economias feitas no lar a cada mês. Dessa forma, os pequenos aprendem que economizar recursos é um dos caminhos para realizar seus sonhos.


Veículo: Zero Hora Data: 15/01/2019 Link: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/maternidade/noticia/2017/09/dicas-paraensinar-as-criancas-a-lidarem-com-o-dinheiro-desde-cedocjpk7a93g009oc2cne8e41npf.html

FILHOS

Dicas para ensinar as crianças a lidarem com o dinheiro desde cedo Mesada é um ótimo jeito de formar a educação financeira dos pequenos 27/09/2017 - 15h00minAtualizada em 15/01/2019 - 09h15min VANESSA MARTINI

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Uma mesada é um ótimo jeito de formar a educação financeira das crianças. Uma das principais dúvidas é sobre a idade para começar a usá-la. O educador financeiro Reinaldo Domingos explica que as crianças costumam ter desejos de consumo a partir dos três anos. É hora de mostrar o processo de troca de dinheiro por produtos. Mas a mesada deve começar mais tarde, lá pelos sete anos ou um pouco mais, dependendo da maturidade da criança.

Entre tantos ensinamentos e valores que devemos passar aos nossos filhos ao longo da vida, lidar com o dinheiro é um deles. Muitos pais têm dúvidas sobre o tema, pois afinal “qual o melhor momento para começar a dar mesada para os filhos?” ou “qual a melhor hora de falar sobre dinheiro com as crianças? Veja dicas de como incentivar a cultura de poupança e o consumo responsável dos pequenos.

Há quem diga que a criança tem coisa muito mais importante para aprender do que sobre dinheiro. Mas aí, quando adulto, lidar com dinheiro é essencial e o pessoal chega sem saber nem que só pode gastar menos do que ganha. Até mesmo em crises econômicas, é preciso falar sobre dinheiro. O assunto não pode ser tabu.

– A primeira noção que percebi que minha filha teve com o dinheiro foi provocada sem intenção. Ela sempre chorava quando eu saía de casa. Um dia levei a pequena, com menos de três anos, em uma aula de nutrição, quando a nutricionista levou as crianças com R$ 5 para comprar frutas em uma feirinha. Obviamente, minha filha não conseguiu comprar tudo que queria, devolveu parte e aí ganhou um pequeno troco. No dia seguinte, falei a mesma frase de sempre quando saía para trabalho e ela questionou se seria para comprar frutas para ela. Respondi que sim e nunca mais tivemos choro na saída para o trabalho – conta a jornalista Giane Guerra, especialista em finanças e colunista de economia do jornal Zero Hora.


Educador financeiro e pai de duas crianças, Mauro Calil defende que os pais devem falar sempre a verdade sobre a situação financeira da casa:

– Fale abertamente. Dinheiro tem limite e temos que falar desde moedinhas de cofre colocadas no porquinho até a mesada. “Papai perdeu o emprego e agora dependemos da mamãe. Então, sua mesada caiu pela metade”. Tem que pegar junto. As crianças entendem, trarão soluções criativas e leveza para esse assunto. Dizer, por exemplo, que o churrasco será menor e não teremos tanta gente em casa – sugere Calil.

Qual o momento certo para falar de dinheiro com as crianças? Cada caso é um caso. Mas, no geral, apenas a partir dos sete anos as crianças começam a ter uma noção clara de lidar com mesada ou com o valor do dinheiro. Agora, é bem importante no dia a dia entender o custo das coisas, financeiro e para o meio ambiente, que seja. O combate ao desperdício tem um efeito incrível sobre a formação do "caráter financeiro" da criança. A economia financeira anda junto com questões de sustentabilidade.


Outra noção muito especial para se trabalhar desde cedo é a relação com o tempo. Um brinquedo caro custa dinheiro. Dinheiro é tempo. O tempo que os pais precisam trabalhar e deixam de ficar com a criança, além de combater o consumismo. Isso ensina valores e estimula a criança a analisar o que realmente é importante, o que ela valoriza mais.

E a mesada? – Durante um mês, anote todo o dinheiro que dá para a criança, desde lanches na escola até brinquedos e passeios. Depois disso, chame a criança para uma conversa. Explique que ela está crescendo e que vai passar a controlar o próprio dinheiro. Para isso, receberá uma mesada. Sugiro cuidar ao vincular a mesada ao desempenho escolar. O estudo deve ser incentivado pela sua própria importância na nossa vida. Outro ponto é não dar mais dinheiro quando a mesada acaba. O pai que faz isso se torna o "cheque especial" – explica Reinaldo Domingues.


Veículo: ABC do ABC Data: 16/01/2019 Link: http://www.abcdoabc.com.br/abc/noticia/educacao-financeira-sala-aula-criancasajudam-pais-poupar-75931

Data: 16/01/2019 12:13 / Autor: Redação / Fonte: Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin)

Educação financeira em sala de aula: crianças ajudam os pais a poupar

Crédito: reprodução internet


Pesquisa indica que 100% dos pais dos alunos que têm educação financeira nas escolas acreditam que o tema pode ser absorvido pela família e observam que os filhos poupam dinheiro em casa ou gastam parcialmente em algo que valorizam. Os dados são da 1ª Pesquisa de Educação Financeira nas Escolas, realizada em parceria entre o Instituto de Economia da UNICAMP, por seu Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (NEIT), o Instituto Axxus e a Abefin. Ela também aponta que a grande maioria (71%) dos alunos que têm aulas sobre o tema nas escolas ajudam os pais a fazerem compras conscientes. A pesquisa foi relaizada com 750 pais/responsáveis de cinco capitais brasileiras, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Vitória. Mais de 85 mil alunos aprendem educação financeira nas escolas As iniciativas de educação financeira estão se multiplicando no país, principalmente após o tema se tornar obrigatório nas salas de aulas por definição da Base Nacional Comum Curricular, exemplo é que apenas a empresa DSOP Educação Financeira, que atende alunos em escolas em todo país estão com o programa desenvolvido em mais de 430 escolas de 20 estados, o que representa cerca de 87 mil alunos. O programa criado pela DSOP já vem sendo aplicado nas escolas a cerca de oito anos, tratando a educação financeira como um tema que vai muito além de números, abordando o assunto também de forma comportamental e incluindo todos os que participam da educação dos alunos no tema, como professores e pais. "Os resultados são surpreendentes, pois vemos que realmente conquistamos mudanças em todo o grupo que está envolvido nesses ensinamentos. E, hoje, é fundamental a criação de hábitos mais saudáveis e a motivação do consumo consciente para os alunos, tratando isso de forma lúdica e leve, mostrando que o dinheiro não é um inimigo, mas sim uma ferramenta que passará pelas mãos e que precisa ser tratado com respeito", explica o presidente da DSOP, Reinaldo Domingos. Fato é que os materiais já são utilizados em mais de 115 cidades de 20 estados brasileiros. Desenvolvidos por educadores e especialistas são adequados a cada fase de aprendizado, que contemplam desde o maternal e a educação infantil até o ensino médio e profissionalizante.


“Enxergo no projeto um grande diferencial não apenas para os alunos, mas para as famílias e para a comunidade. A DSOP vai muito além da Educação Financeira. Através do trabalho que é feito em sala de aula estamos revolucionando aquilo que entedíamos como educação. Educação também é sonhar, é entender que o futuro é repleto de sonhos e que podemos realizá-los”, afirma o Coordenador pedagógico do Colégio Santa Terezinha, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com a diretora pedagógica da DSOP, Ana Rosa Vilches, a ideia é habilitar as instituições para inserir um tema que, apesar de ainda não ser consenso no país, é de grande importância para um futuro com mais sustentabilidade financeira. “A educação financeira nunca foi pauta nos lares e muito menos nas escolas, por isso, é uma das maiores carências da nossa sociedade. Nosso objetivo não é só fornecer material didático, mas também possibilitar aos educadores vivenciar essa aplicação em sala de aula e também aprenderem esses conceitos para suas vidas”, ressalta. Para 2019, a expectativa é de um grande aumento no número de escolas adotantes, principalmente em função da obrigatoriedade do tema pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o que faz com que o movimento de escolas pela procura de informações sobre o projeto esteja aumentando consideravelmente.


Veículo: Nube Data: 17/01/2019 Link: https://www.nube.com.br/blog/2019/01/17/ja-fez-seu-planejamento-financeiropara-2019

O novo ano já começou e nesse período sempre surgem despesas as quais podem fugir do controle. Velhas conhecidas como o IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras, fazem parte desse momento. Assim, os sonhos e objetivos podem ficar comprometidos quando não é feito um planejamento. Diante das dificuldades ou mesmo por impulso de compra, muita gente acaba valendo-se de outros meios. Contudo, o especialista em educação financeira, Reinaldo Domingos, recomenda cautela. “Deve-se evitar ao máximo recorrer a empréstimos, limites do cheque especial ou qualquer outra maneira de crédito do mercado, pois isso apenas se tornaria uma bola de neve, devido aos juros altíssimos cobrados”, afirma.


Em boa parte dos casos, tal contratempo pode ser evitado a partir da organização. Para Milena Barbosa, analista de remuneração e benefícios do Grupo Avenida, em Cuiabá (MT), a tarefa é fundamental para viabilizar as metas e investimentos. “Contar com a sorte neste caso não é uma opção para quem almeja conquistar um sonho”, afirma. Para isso, ela deixa algumas orientações: 1. Priorize as despesas fixas; 2. Defina valores para gastar com lazer, mimos, cuidados pessoais etc; 3. Estabeleça uma quantia mensal a ser economizada; 4. Invista em conhecimento e bens com garantia de retorno. “Outra dica importante é limitar os gastos com supérfluos, mas não eliminá-los. Afinal, precisamos nos recompensar em determinadas situações e se já estiver dentro do orçamento, as chances de atrapalhar a programação são menores”, finaliza a especialista. Planejamento é um dos preceitos fundamentais da educação financeira. Quanto antes começar, melhor. Conte com o Nube e boa sorte! Seja nosso seguidor no Twitter (@nubevagas) e veja notícias diárias de ações, vagas de estágio e aprendizagem, palestras e muito mais. Assista nossos vídeos de dicas no YouTube e participe da nossa página no Facebook. Agora estamos também no Google+, Instagram e no Linkedin. Esperamos você em nossas redes sociais! O Nube também oferece cursos on-line voltados para a qualificação profissional de estagiários e aprendizes. Basta acessar o link www.nube.com.br/ead. Todos os serviços para o estudante são gratuitos. Já instalou nosso aplicativo "Nube Vagas" em seu celular? Com ele você será notificado a cada nova oportunidade. Disponível na Apple Store e Play Store.


Veículo: Cloud Coaching Data: 19/01/2019 Link: http://www.cloudcoaching.com.br/pesquisa-revela-que-apenas-9-pagam-asdespesas-do-inicio-de-ano/post#.XEWRm1VKgdV

Pesquisa revela que apenas 9% pagam as despesas do início de ano Publicado em 15 de janeiro de 2019


Já estamos na metade de janeiro e para que 2019 não se torne um pesadelo financeiro, ter planejamento é fundamental. Mas sabemos que esse passo inicial pode se tornar difícil num primeiro momento, isso porque a realidade do brasileiro segue preocupante. Isso se reflete em uma recente pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Segundo o levantamento, apenas 9% dos brasileiros conseguem pagar as despesas típicas de início de ano (material escolar, IPVA, IPTU, etc), além disso 11% afirma não ter feito qualquer planejamento para os gastos desse período. Para que esse cenário se transforme, a educação financeira é fundamental em todas as etapas da vida, sendo o planejamento um dos pontos centrais para se conseguir uma sustentabilidade financeira. Por outro lado, um bom sinal é que essa mesma pesquisa revelou que o percentual de consumidores que pouparam ao longo do último ano para arcar com essas despesas sazonais, aumentou de 21% em 2018 para 31% em 2019. Um dado interessante é que 24% dos entrevistados disseram ter abdicado das compras durante o Natal passado para que pudessem ter recursos para as contas do início desse ano, o que mostra que as pessoas têm pensado mais na relação com o próprio dinheiro. Mas mesmo com essa aparente mudança, por outro lado aqueles que optaram por fazer compras parcelaram os presentes e, em média, devem terminar de pagar as prestações entre abril e maio, isso significa que a falta de planejamento pode comprometer o orçamento durante um bom tempo, podendo levar à inadimplência. Falando sobre os impostos, sem dúvida os dois que mais constumam trazer esse desequilíbrio é o IPTU e IPVA, duas despesas conhecidas de todos os anos, mas que ainda sim geram dúvidas: pagar à vista ou parcelado? Para responder a essa pergunta precisamos primeiro analisar em qual situação financeira se encontra: endividado, equilibrado financeiramente ou investidor. Caso se enquadre na primeira ou segunda opção, é provável que o pagamento à vista não seja o mais indicado, já que se endividar ainda mais para pagar impostos é um movimento que pode acarretar em mais problemas ainda em um curto espaço de tempo. Além disso, recorrer a empréstimos também nunca é uma boa opção, isso por conta dos altos juros cobrados, fazendo com que você entre na bola de neve financeira.


Caso já tenha se planejado e possua uma reserva financeira, o pagamento à vista, sem dúvida, é a melhor saída, já que existe a possibilidade de conseguir descontos que, em média, ficam entre 4% no IPTU e 3% no IPVA. A sustentabilidade financeira é um caminho que pode ser traçado e atingido com educação, mudando os hábitos e comportamentos, um processo de aprendizado e que se seguido com afinco pode trazer bons frutos. Vejo esses números com bons olhos e acredito que esse é o caminho a ser seguido para que, num futuro próximo, possamos ter uma geração mais saudável financeiramente.


Veículo: O POVO Data: 21/01/2019 Link: https://www.opovo.com.br/jornal/economia/2019/01/as-melhores-opcoes-deinvestimento-em-2019.html

As melhores opções de investimento em 2019 | MERCADO | Os investidores brasileiros que quiserem ter maiores rendimentos neste ano devem se mexer mais e ficar atentos às oportunidades que se abrem com a perspectiva de melhora da economia 01:30 | 21/01/2019

Em 2019, os investidores que quiserem ter maiores rendimentos devem se mexer mais e ficar atentos às oportunidades. A combinação da inflação controlada, que fechou 2018 com alta de 3,5%, e a taxa básica de juros (Selic) baixa, em 6,5%, é positiva para o processo de retomada da economia. Mas deve continuar limitando os ganhos de quem investe em renda fixa no Brasil. Além disso, as medidas que serão adotadas pelo novo governo de Jair Bolsonaro (PSL) na área econômica e o cenário internacional também deixam muitas questões em aberto no mercado de renda variável.


Mesmo assim, este ano promete ser melhor que 2018, na avaliação do educador financeiro Reinaldo Domingos. Ele explica que, embora não haja perspectiva de que os papéis de renda fixa (que trazem menos riscos por possuírem regras de remuneração definidas no momento da aplicação, como os Certificados de Depósitos Bancários-CDB e Tesouro Direto, por exemplo), voltem a trazer grande retorno - com taxas acima de 14%, como em 2016, quando a economia estava descontrolada - a tendência não é de desvalorização abrupta. "Não acredito que os juros vão cair mais do que já estão. Há, inclusive, uma perspectiva de de aumentar até 7,5% neste ano até por uma questão político-monetária", diz. Na prática, como a inflação projetada para 2019 é em torno de 4%, segundo o último Boletim Focus do Banco Central, essa diferença de pontos percentuais em relação à Selic sinaliza que, mesmo em produtos mais conservadores, ainda haverá possibilidades de ganho real, como é o caso de um CDB que pague 100% da variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) ou títulos de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) ou Letras de Crédito de Agronegócio (LCA) que pague a partir de 80%, por ser isento de Imposto de Renda. A expectativa é que essas opções sejam mais rentáveis do que a poupança, a forma mais comum de poupar dinheiro no Brasil, mas que em 2018 ficou em apenas 4,62%. O ideal é diversificar o mix de investimentos.


O economista Vitor Leitão reforça que, para quem tem como foco melhorar a rentabilidade, no entanto, o recomendado é se abrir mais ao risco. E a boa perspectiva em relação à recuperação da economia pode trazer muitas oportunidades no mercado de ações. "Acredito que, no Brasil, vamos conseguir aprovar a reforma da Previdência. E só isso já vai dar um bom ajuste fiscal nas contas do Governo, principalmente, se for muito agressiva como parece que vai ser. E isso tende a se refletir na economia, na melhora fiscal, nos índices de confiança dos investidores e na produção industrial que tende a melhorar. É uma série de fatores que juntos fazem com que a gente acredite que a Bolsa de Valores vá bater novo recorde neste ano. Em 2018, valorizou em torno de 15%, mas ainda tem muito espaço para subir", analisa. É claro que, se as propostas forem muito desidratadas ou não vingarem, novos escândalos políticos ocorrerem, ou o cenário internacional que segue instável, sobretudo, em relação à guerra comercial entre Estados Unidos e China e à possibilidade de elevação da taxa de juros norte-americana ocorrer, tudo pode mudar. Mas o sócio da Conceito Investimentos, Ênio Arêa Leão, que também é vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-CE), destaca a grande tendência de valorização das ações brasileiras. "Até porque as ações internacionais não devem continuar subindo preço como nos últimos anos. A tendência é muito mais de atividade de investimento no Brasil".


Frase "Não acredito que os juros vão cair mais do que já estão. Há, inclusive, uma perspectiva de de aumentar até 7,5% neste ano até por uma questão político-monetária" Reinaldo Domingos, Educador financeiro


Veículo: O POVO Data: 21/01/2019 Link: https://www.opovo.com.br/jornal/economia/2019/01/como-saber-ondeinvestir.html

Como saber onde investir? Perfil. Atenção ao foco 01:30 | 21/01/2019

Tão importante quanto saber o que deve render mais em 2019, é escolher o tipo de aplicação de acordo com seus objetivos. "Dinheiro sem objetivo é dinheiro perdido. É preciso saber exatamente o que fazer com esse recurso, quando não se faz isso aumentam as chances de perder o foco ao longo do tempo", ensina Reinaldo Domingos. Ele pondera que é preciso levar em conta também o tempo em que a pessoa consegue deixar o dinheiro disponível. Prazos mais alongados geram rentabilidade maiores. Se o objetivo, por exemplo, é formar uma aposentadoria, o ideal é optar por investimentos de longo prazo. Para comprar uma casa, um carro ou viagem, considere títulos de médio (entre 1 ano e dez anos) e até curto prazo (até um ano). Mas se o dinheiro guardado for para


emergências, o ideal é optar por aqueles de curtíssimo prazo que têm liquidez diária. Taxas de administração e incidência de Imposto de Renda também devem ser comparados. Para os especialistas, outra "regra de ouro" é não colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Ou seja, diversificar em várias frentes de aplicações para conseguir uma rentabilidade maior do que haveria se investisse em apenas um tipo. Para quem ainda não tem familiaridade no mercado de ações, Ênio Arêa Leão recomenda que invista primeiro na Bolsa de Valores ou em fundos multimercado. "Porque os gestores vão fazer isso por você", destaca.


Veículo: Folha Vitória Data: 23/01/2019 Link: https://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/01/2019/confira-dicas-paralimpar-nome-e-sair-do-vermelho

Confira dicas para "limpar nome" e sair do vermelho De acordo com dados divulgados pelo SPC Brasil e CNDL, mais de 63 milhões de brasileiros se encontravam inadimplentes em novembro do ano passado Thamiris Guidoni Redação Folha Vitória

23 de Janeiro de 2019 às 20:32Atualizado 23/01/2019 20:32:50 Foto: EBC


O primeiro passo para quem enfrenta problemas financeiros é não entrar em desespero, colocar os pés no chão, encarar a realidade e, é claro, se planejar para sair dessa situação de forma definitiva. “Sempre costumo dizer que ter dívidas não é um problema e muitos me questionam, mas a verdade é que o maior problema é não conseguir arcar com esse compromisso, que é justamente o que acontece atualmente com milhões de brasileiros. É preciso mudar o comportamento em relação ao uso do dinheiro para construir uma vida mais sustentável financeiramente, tratar o problema na raiz, evitando assim entrar num ciclo de endividamento”, orienta Reinaldo Domingos.

Veja abaixo 7 passos preparados pelo educador para sair do vermelho 1- Colocar na ponta do lápis todas as dívidas que possuir, separando as que correspondem a serviços e produtos de necessidade básica, que não podem ser cortados (como água, energia elétrica, gás e aluguel) e as que sofrem juros mais altos (como cartão de crédito e cheque especial), considerando essas como prioridade para pagamento. Antes de sair se enrolando para pagar, faça um diagnóstico financeiro, para saber como pode diminuir as despesas mensais, fazendo sobrar dinheiro para pagar as dívidas em atraso; 2- Anote durante 30 dias todos os gastos que tiver, separando por tipo de despesa. Isso inclui gastos “pequenos”, que podem até ser considerado menos importantes, como gorjetas e guloseimas, pois no final do período será possível compreender de que forma, efetivamente, seu dinheiro está sendo gasto. Reflita sobre os hábitos e comportamentos que o levaram a chegar nessa situação, assim saberá o que deve mudar e quais gastos irá reduzir ou eliminar;


3- Tenha em mente que só se deve negociar uma dívida quando se tem condições de fazer isso, ou seja, após se planejar, pois um passo precipitado pode até piorar a situação. Portanto, só se deve procurar um credor, quando já souber quanto terá disponível mensalmente para pagar e, então, poder negociar; 4- Trocar uma dívida pela outra nem sempre é a melhor alternativa. É claro que o crédito consignado, por exemplo, oferece juros baixos em comparação ao cartão de crédito, cheque especial e financiamentos, já que o pagamento é retido diretamente do salário. Justamente por isso é preciso cautela, já que para quem já está com dificuldade em administrar as finanças, ter sua renda habitual reduzida pode desencadear novos endividamentos e problemas ainda maiores, virando uma bola de neve; 5- Para não agravar a situação, antes de realizar qualquer compra, se faça algumas perguntas como “Eu realmente preciso desse produto?”, “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer isso, terá uma grande surpresa sobre a quantidade de coisas adquirida apenas por impulsividade; 6- Em momentos de crise financeira, que são passageiros, é importante resgatar sonhos, objetivos que realmente importam e que farão a pessoa ter ainda mais motivos para “dar a volta por cima”. É preciso relacionar no mínimo três sonhos: um de curto prazo (a ser realizado em até um ano), um de médio prazo (entre um a dez anos) e outro de longo prazo (acima de dez anos), sendo que um deles deve ser o de sair das dívidas;


7- Com os números do diagnóstico financeiro em mãos, é possível conhecer a sua força de poupança após os cortes para realizar o sonho de sair das dívidas sem que tenha que fazer outra dívida. Mês após mês, é preciso aplicar esse dinheiro em um investimento que seja coerente ao tipo de objetivo (prazo) e ao perfil do investidor. Caso tenha dificuldade para investir, é válido consultar um especialista.


Veículo: iCasei Data: 23/01/2019 Link: https://revista.icasei.com.br/casa-nova-comprar-ou-alugar/

Casa nova | Comprar ou alugar um imóvel, o que é melhor? Especialistas dão dicas importantes para casais que ainda não decidiram entre comprar ou alugar a casa nova By Maria Beatriz Vaccari 23/01/2019 Categoria: Casa Nova

A jornada em busca da casa nova sempre gera uma série de dúvidas entre os noivos. A mais comum delas é escolher entre comprar ou alugar um imóvel. Consultar a opinião de especialistas, criar um planejamento financeiro e analisar os sonhos do casal pode ser a chave para tomar a decisão correta.

Em busca da casa nova: primeiros passos A busca pela casa nova envolve uma série de fatores importantes. O primeiro deles é o financeiro, que sempre será a base para definir o imóvel. Também é preciso analisar alguns detalhes. Entre eles, a localização, o espaço disponível, a necessidade de reformas e até as preferências do casal. “O primeiro passo sempre é planejar. Só que o brasileiro não tem essa cultura”, alerta Andreza Stanoski, palestrante e educadora financeira da DSOP Educação Financeira. “O ideal é começar avaliando a renda do casal e quanto eles estão dispostos a gastar ou economizar. Eles devem ter uma reserva de, no mínimo, seis a 12 vezes o valor de uma parcela de aluguel ou financiamento”, completa.


Para ela, uma das melhores dicas para não errar na hora de escolher a casa nova é sempre observar o sonho do casal como um todo. Às vezes, vale a pena deixar um luxo momentâneo de lado para investir em algo sólido. Para colocar isso em prática, os dois devem se ajudar no planejamento, sempre ressaltando quais são as prioridades de cada momento.

Comprar ou alugar imóvel: 2018 e 2019 Depois de analisar todos os fatores citados acima, é hora de escolher entre a compra ou o aluguel. 2018 foi um ano morno para o mercado imobiliário, que ainda não conseguiu se recuperar da crise econômica. Por conta disso, é possível explorar muitas opções e encontrar valores bacanas durante o novo ano. • Comprar um imóvel

Segundo Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a melhor opção é a compra. Principalmente por conta das taxas de juros baixas. Entretanto, o especialista destaca que é preciso ter condições financeiras para isso. “Um casal que quer comprar um apartamento de R$ 200 mil, por exemplo, tem que ter ao menos R$ 40 mil em mãos. O resto pode ser financiado. Atualmente, os bancos oferecem taxas de juros atrativas, que ficam em uma média de 9% ao ano”, explica o profissional. Quem está na dúvida entre comprar imóvel à vista ou alugar e guardar dinheiro, o recomendável é apostar na aquisição da casa nova. “Por conta da crise, o pagamento à vista continua sendo a melhor modalidade. Quem tem dinheiro em mãos consegue barganhar e negociar preços mais atrativos”, garante Celso. Ainda é possível apostar no consórcio. “Ele pode ser um bom começo. Você começa pagando um valor menor e depois consegue aumentá-lo conforme a sua renda”, conta Andreza.


Antes de fechar qualquer negócio, não deixe de analisar se o investimento é compatível com o estilo de vida de vocês e suas expectativas. “Vale a pena se tiverem uma estabilidade naquela cidade, como um emprego fixo ou projetos que não exijam que se mudem em breve”, recomenda o especialista do Secovi-SP. • Alugar um imóvel O aluguel é o método mais indicado para os casais que ainda não têm uma reserva para dar entrada em um imóvel ou pagar à vista. A modalidade também é ideal para quem não tem um emprego estável ou pretende se mudar para outra região em breve. “A dica é não se empolgar de cara. Vale a pena visitar vários imóveis antes de escolher o que mais combina com você. Além disso, é preciso ficar atento às propriedades mais antigas. Muitas vezes, elas são reformadas, mas apresentam problemas”, explica Celso. Também é importante ficar atento na hora de assinar o contrato. “Nunca feche um negócio sem ler e entender todos os termos da negociação. É preciso analisar uma série de fatores, como o preço do condômino (no caso dos apartamentos), IPTU e outros possíveis gastos que podem não estar nos planos iniciais. Caso não consiga compreender algo, procure um especialista”, recomenda Andreza.

Comprar ou alugar imóvel: simulador e outras dicas Alguns recursos disponíveis na internet podem facilitar a vida de quem quer alugar ou comprar imóvel. Planilha de gastos, por exemplo, é uma boa opção para calcular os possíveis gastos que o casal terá com a casa nova. Dá para encontrar uma série de modelos gratuitos e disponíveis para download. Tudo o que você precisa é uma pesquisa rápida no seu buscador favorito. • Comprar ou alugar: calculadora

Alguns sites também oferecem calculadoras digitais que permitem simular se é melhor alugar ou comprar um imóvel. A opção disponibilizada gratuitamente pelo portal G1, por exemplo, é uma boa pedida para definir qual modalidade é mais vantajosa para você e seu amado.


Veículo: iCasei Data: 23/01/2019 Link: https://revista.icasei.com.br/financas-na-vida-a-dois/

Finanças na vida a dois | Como administrar o dinheiro do casal? Confira uma série de dicas de especialistas para organizar as finanças na vida a dois e construir um casamento mais feliz e saudável! By Marcella Blass 23/01/2019 Categoria: Destaque

Ouça a narração da matéria: Muitos casais se planejam para dividir um lar, mas não as finanças na vida a dois. Porém, pensar no assunto é de extrema importância. Isso porque ele não apenas faz parte do dia a dia, mas também é o responsável por tirar do papel muitos objetivos e sonhos do casal.

“Quando duas pessoas resolvem morar juntas, ocorre uma grande mudança de vida e, portanto, alterações no consumo e nos gastos”, explica Ricardo Natali, educador financeiro da DSOP Educação Financeira. Por isso, o casal precisa estar pronto para entender todas essas novidades e aprender a organizar seu dinheiro para ter um casamento feliz.

Como organizar as finanças do casal? De acordo com Patrícia Campos, superintendente de Educação Corporativa da Mongeral Aegon Seguros e Previdência, a organização da vida financeira de um casal depende do cenário financeiro e das preferências de cada par. “Quem tem a maior renda está disposto a contribuir e assumir mais despesas? Ou vocês preferem dividir igualmente os custos fixos e cada um fica responsável individualmente por despesas adicionais?”, questiona.


É importante também fazer um diagnóstico para entender qual é a situação financeira dos dois e esclarecer quanto dinheiro entra e quanto sai. “A dica é desenvolver um orçamento mensal do casal, anotando todos os gastos durante 30 dias corridos. Depois, analisar tudo por categorias. Assim, gastos exagerados podem ser cortados e a economia para os planos a dois pode ser priorizada”, diz Ricardo. Tudo às claras nas finanças na vida a dois

Ter o controle das finanças na vida a dois dá ao casal a chance de gastar menos juntos. Mas, para isso, é necessário que ambos estejam prontos para manter mais esse compromisso. Além de estarem conscientes de que qualquer gasto vai impactar a vida do parceiro e o bem-estar do lar.

Para entender e planejar as despesas, Ricardo indica que o casal determine objetivos juntos e os prazos para realizá-los. “Depois de definir os projetos a curto, médio e longo prazos, é preciso poupar um valor todos os meses para a realização de cada um deles”, comenta. O restante do orçamento deve ser usado nos gastos mensais. É a partir disso que se desenvolve um padrão de vida legal para a família.

Outra dica de organização financeira dos recém-casados é se permitir ter uma visão clara de tudo o que é preciso gerenciar. Patrícia recomenda o uso de planilhas online ou mesmo no papel — vale qualquer agendinha. Para quem não desgruda do celular, baixar um app de finanças para casal também é uma boa pedida. Dessa forma, fica muito mais fácil ter noção e controle do fluxo de todos os ganhos e gastos do mês. A renda é do casal

“Apesar de ser cultural que o homem tenha maior participação nas finanças na vida a dois, isso já não é mais regra”, lembra Patrícia. Por conta disso, é importantíssimo que o parceiro exponha sempre qualquer ressentimento com o fato de dar menos verba para o lar. Comportamento que evita sobrecarregar a relação e evita uma das brigas mais frequentes na vida dos recém-casados.

Já quando apenas um dos dois tem renda fixa, o ideal é que ambos entendam que quem provê não está fazendo caridade. O outro está no mesmo patamar, é parte do casal. “É necessário ter em mente que a pessoa não vai viver da renda do parceiro, mas da família. Até porque ela pode não estar ativa no momento, mas tem a capacidade de gerar renda assim que surgir a oportunidade”, destaca a profissional.


O segredo é a conversa

Mais do que a organização, as finanças na vida a dois devem ser norteadas pelo diálogo. Assim como pela individualidade da mulher e do homem. Ricardo lembra que os objetivos em comum devem ser traçados juntos. Ao mesmo tempo em que os desejos pessoais precisam ser ouvidos, respeitados e atendidos. “Cada um deve contribuir financeiramente para a realização dos sonhos. Mas ainda ter liberdade para definir seus gastos individuais com o restante.”

Patrícia destaca que a transparência financeira é uma característica forte em relacionamentos maduros e saudáveis. Nesse tipo de casamento, os dois se sentem confortáveis com o que ganham, com o quanto contribuem para o lar e, principalmente, com a forma como gastam seu dinheiro. Tudo sem medo ou receio.


Veículo: Correio Braziliense Data: 28/01/2019 Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/01/28/interna_cidadesd f,733436/como-sair-do-vermelho.shtml

Para viver 2019 no azul: Planejamento é essencial para sair do vermelho Festividades de fim de ano são responsáveis por grande parte do endividamento dos brasileiros. Cerca de 19% dos consumidores assumem gastar mais do que podem no período Erika Manhatys* postado em 28/01/2019 06:10

(foto: CB/D.A Press)


O ano de 2018 encerrou com uma estatística nada positiva: o número de inadimplentes foi o maior desde 2012. Isso é o que diz uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O estudo revela que o último dezembro registrou aumento de 4,41% de inadimplência em relação ao mesmo período de 2017. As festividades de fim de ano foram uma das grandes causas para o aumento do endividamento. Outro levantamento feito pelas duas entidades diz que os gastos sazonais de Natal e ano-novo são responsáveis pelo descontrole das contas de dois em cada 10 consumidores. O número corresponde a 19% de todos os entrevistados. A estimativa é de que cerca de 62 milhões de brasileiros têm, pelo menos, uma conta em atraso, o equivalente a 41% de toda a população brasileira. A faixa etária que mais acumula dívidas compreende adultos entre 30 e 39 anos. No fim do ano, 52% desse grupo apresentavam inscrição do nome em cadastros de negativados. São mais de 17 milhões. O Centro-Oeste foi a única região que não teve aumento na parcela de devedores, a queda foi de 1,79%. O estudo revela ainda que 5% dos consumidores deixaram de pagar uma conta para conseguir presentear familiares e amigos. Outros 5% também não quitaram uma obrigação para participar da festividade de ano-novo. Apesar de não ser um percentual grande de consumidores, o cenário é preocupante, pois 28% daqueles que presentearam assumiram ter contas em atraso, dos quais 69% estão com o nome sujo. O efeito bola de neve também é percebido no grupo pesquisado: 23% das pessoas que presentearam em 2017 foram incluídas no cadastro de inadimplentes. Delas, somente 8% conseguiram limpar o nome até o momento. O valor médio das dívidas responsáveis pela negativação é de R$ 1.070,53.

Imprevisto Com uma dívida muito superior à média apurada pelo SPC, Ana Virgínia Teodoro, 29 anos, possui um débito de cerca de R$ 30 mil. A enfermeira adquiriu um automóvel, parcelado em 48 meses e, no oitavo mês de uso e de pagamento, o veículo foi roubado. Com a necessidade do bem para o deslocamento, ela teve de adquirir um novo carro e acabou acumulando duas prestações que excediam sua capacidade financeira. Ana teve o nome protestado e, hoje, tenta uma negociação com a financeira. “Eu cheguei a pagar ainda mais duas prestações, porque tinha esperança de encontrar o meu carro, mas, como ele sumiu, eu precisei comprar outro e não pude arcar com os dois carnês. Acabei recorrendo à ajuda jurídica para negociar minha dívida, mas, há quatro meses, estou com o nome sujo, o que me atrapalha muito”, lamenta.


Mesmo devendo, Ana não deixou de presentear familiares no Natal. Ela conta que sempre manteve as contas organizadas e não havia passado por uma situação como a que enfrenta hoje. “Eu sempre fui responsável com as minhas contas, pela primeira vez, estou devendo, e muito. Infelizmente, por uma fatalidade. Por isso, não pretendo deixar de presentear as pessoas que amo, eu tenho cartão de crédito que utilizo com cautela para essas coisas”, finaliza. A dívida contraída é responsabilidade do devedor, segundo o advogado Rogério Resende, especialista em direito do consumidor. Ele explica que a relação jurídica estabelecida por Ana não está vinculando mais o carro, é uma relação entre uma pessoa jurídica (fornecedor) e uma pessoa física (consumidor). Portanto, os motivos de não conseguir mais pagar as parcelas do financiamento não são considerados. “Existindo ou não o veículo, a dívida deve ser cumprida e pode ser executada”, diz o advogado. Rogério esclarece que Ana recorreu à solução com êxito, tentando negociar o débito diretamente com a empresa. “O ideal é renegociar a dívida para evitar a negativação do nome, uma ação judicial e até uma possível declaração de insolvência, que é a falência, só que da pessoa física”, alerta. Assim como a obrigação de quitar o valor devido, o devedor terá de lidar com o protesto do nome. Incluir o nome dos clientes maus pagadores é uma garantia dada aos fornecedores. “Muitas empresas usam o serviço de lista de nome negativado para saber se prestará seus serviços, é uma forma legal de saber se o tomador tem condições de contratar aquele serviço e arcar com os custos”, explana Rogério.

Segurança Planejamento é palavra-chave para evitar as ciladas do endividamento. O ideal é manter o orçamento seguro, como indica o educador e terapeuta financeiro Jônatas Bueno. “Muitas pessoas fazem dívidas sem motivo ou imaginando que não há outra alternativa. É necessário pensar se não é possível juntar o valor do bem para não entrar em um financiamento”. Ele indica que deve haver adequação dos gastos aos rendimentos e evitar os compromissos de longa duração. O consumidor deve ter em mente que é melhor aguardar e adquirir um bem à vista e fugir das compras a prazo. Caso não haja outra forma, ele deve preferir a quitação em poucas parcelas. “É importante evitar prestações ao longo da vida, porque elas dão a sensação de que tudo cabe no bolso. Dívidas de longo prazo são arriscadas; em cinco ou 10 anos, as condições de emprego podem mudar, a família pode aumentar e as necessidades podem ser outras, portanto, não é indicado contrair dívidas que perdurem por muitos anos”, aconselha Bueno.


Para quem já contraiu débitos, é necessário ter organização para conseguir desafogar. O devedor precisa fazer uma lista analítica e objetiva com todas as informações a respeito dos compromissos financeiros. “Devem ser analisados: qual é o tipo da dívida (financiamento, cheque especial, cartão de crédito, dívida pessoal; quem é o credor (banco, financeira, pessoa física); o motivo da dívida; questões técnicas (todos os números que envolvem a dívida)”, orienta o educador. Outra questão que deve ser levada em consideração é quais riscos o débito pode representar. O devedor deve identificar se existem dívidas que o impeçam de acessar serviços essenciais, como água, luz, aluguel. Também deve observar se a dívida apresenta ameaça à integridade física dele ou de familiares, como a coerção exercida por agiotas. Sabendo desses dados, pode-se partir para as estratégias de quitação. Caso as dívidas sejam bancárias, Jônatas aconselha juntá-las em uma única despesa. Há possibilidades de negociação para a queda de juros e taxas. Se o credor for um particular, o devedor deverá tentar um acordo que atenda às necessidades dos dois e se lembrar de documentar o trato por escrito.

* Estagiária sob supervisão de Mariana Niederauer

Para saber mais Onde conseguir ajuda O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) tem um programa de auxílio àqueles que não conseguem traçar o planejamento e organização de suas dívidas. O programa Superendividados é prestado de maneira gratuita pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania. Para participar, o candidato deve encaminhar e-mail para super@tjdft.jus.br com nome completo, CPF, endereço e telefone para contato. Após essa etapa inicial de inscrição, o consumidor deverá apresentar-se nos locais de atendimento para fazer uma entrevista. Maiores informações sobre o processo podem ser obtidas nos números 3103-3804 e 3103-3803.


Veículo: Papo de Mãe Data: 29/01/2019 Link: https://www.papodemae.com.br/2019/01/29/volta-as-aulas-dar-mesada-podegerar-economia/

Volta às aulas: dar mesada pode gerar economia 29 de janeiro de 2019 Salvar Partil har

Por Reinaldo Domingos*, Doutor em Educação Financeira O tema é polêmico, muitos pais se perguntam o porquê de dar mesada, quando começar e como estabelecer o valor. A volta às aulas é excelente momento para começar e pode até gerar economia nas contas da família. Ao contrário do que muitos pensam, a mesada não é um incentivo ao consumo, e sim forma de educar financeiramente as crianças. Vou explicar melhor: a infância é a fase ideal para desenvolver comportamentos que serão levados por toda a vida, por isso é importante implantar mesada quando notar que a criança está pedindo dinheiro com frequência e já mostra ter seus primeiros hábitos de consumo. Normalmente, crianças e jovens consomem durante a rotina escolar, com gastos com alimentação, por exemplo. Sendo orientadas para usar o dinheiro de forma sustentável e poupar parte dele para realizar seus sonhos no futuro, as crianças se tornam menos consumistas e mais conscientes. Os reflexos são notados em casa.


Algo que percebo é que muitos pais acreditam que não dão mesada, mas dão pequenas quantias constantemente aos filhos, de forma não sistematizada. Afinal, é comum que as crianças peçam dinheiro para fazer pequenas compras, como de guloseimas e brinquedos, e isso caracteriza a mesada voluntária. Há 8 tipos de mesada, que categorizei em meu livro Mesada não é só dinheiro (Editora DSOP), como a mesada financeira e a mesada economica. Veja abaixo, já que as famílias devem agir de acordo com a sua situação financeira. E sabe o que todas essas formas de mesada têm em comum? Elas priorizam os sonhos da criança e da família. O ideal é que elas tenham pelo menos três: um a ser realizado em curto prazo (em até um mês), outro de médio prazo (entre três e seis meses) e outro de longo prazo (após seis meses). Ter a conquista dos sonhos como prioridade na lida com o dinheiro é o que levará essa geração a ser menos endividada e inadimplente no futuro.

Mesada financeira A mesada financeira é dada para a criança aprender a administrar o dinheiro que ganha. Trata-se de um valor fixo determinado pelos pais ou responsáveis, tendo em vista a necessidade de transição da mesada voluntária para mesada financeira. Nesse momento, recomendo que 50% do valor seja destinado para a poupança dos sonhos e 50% para as despesas da criança, sempre lembrando que o dinheiro nunca será mais importante que os sonhos.

Mesada econômica Na mesada econômica, os pequenos são incentivados a poupar recursos em casa, como energia elétrica e água, para que realizem seus sonhos com o valor economizado. Assim, mesmo a família que não tem condições de dar mesada em dinheiro, pode educar financeiramente seus filhos com as economias feitas no lar a cada mês. Dessa forma, os pequenos aprendem que economizar recursos é um dos caminhos para realizar seus sonhos. *Reinaldo Domingos está a frente do canal Dinheiro à Vista. É Doutor em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin – www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br). Autor de diversos livros sobre o tema, como o bestseller Terapia Financeira.


Veículo: Diário do Nordeste Data: 29/01/2019 Link: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/negocios/online/consumidorprecisa-avaliar-bem-sua-condicao-financeira-antes-de-comprar-imovel-na-planta1.2056311

Consumidor precisa avaliar bem sua condição financeira antes de comprar imóvel na planta Por Ingrid Rodrigues, ingrid.rodrigues@diariodonordeste.com.br 22:52 / 29 de Janeiro de 2019

Texto da legislação sancionada no fim de 2018 estabelece que a construtora pode reter até metade do valor pago no momento da desistência do contrato Segundo o presidente da Comissão de Diretos do Consumidor da OAB-CE, lei trouxe mais detalhes para a relação de consumo na compra do imóvelFOTO: REINALDO JORGE

Sancionada no fim de 2018 pelo então presidente Michel Temer (MDB), a Lei nº 13.786/18 regulamenta uma situação que se tornou recorrente ao passo em que a crise econômica foi ganhando força no País: o distrato imobiliário, ou seja, a devolução do imóvel pelo comprador à construtora. Uma das principais mudanças instituídas pela nova legislação é a retenção de até 50% do valor pago pelo comprador do imóvel à construtora ou incorporadora, dispositivo que preocupa entidades de defesa do consumidor. De acordo com o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Fortaleza) e a Ordem dos Advogados do Ceará (OAB-CE), antes de a lei entrar em vigor, o comprador normalmente tinha entre 10% e 25% do valor pago retido pela construtora. Para Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, o consumidor é prejudicado e as construtoras saem ganhando com a nova diretriz. "A nova Lei do Distrato veio para prejudicar o consumidor que compra o imóvel na planta, o mais atingido por esses dispositivos. Ela exige que o consumidor pague só 50% do valor pago pelo imóvel e a construtora não tem praticamente prejuízo nenhum, porque ela fica com aquele imóvel que foi objeto do distrato que será vendido novamente para outra pessoa", justifica Cláudia Santos. Ela frisa ainda que o dispositivo confronta o Código de Defesa do Consumidor (CDC).


Já o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE) diz acreditar que a nova legislação trouxe mais clareza na relação entre incorporadoras e construtoras com o consumidor. "Agora, as regras de rescisão estão claras e definidas; antes, as rescisões ficavam a depender das interpretações do Poder Judiciário", observa. Análise cuidadosa Para evitar problemas, Cláudia orienta ao consumidor analisar cuidadosamente as cláusulas do contrato de compra e venda. "Além disso, ele deve analisar bem a própria situação financeira, porque ele fica vulnerável diante dessa lei. Se ele se sentir desfavorável em uma situação de distrato pode sim questionar na Justiça, mas a mesma pode entender que o que vale é a nova lei", explica Cláudia Santos. Para o presidente da Comissão de Direito do Consumidor da OAB-CE, Thiago Fujita, ainda é cedo para falar das consequências da lei para o consumidor e coloca como possivelmente desfavorável o dispositivo que trata do percentual retido pela construtora ou incorporadora em caso de desistência do contrato. Devolução A Lei do Distrato estabelece que os clientes que desistirem da compra de um imóvel na planta em regime de patrimônio de afetação terão direito a receber 50% do valor já pago. Submetendo o empreendimento ao regime, a construtora desvincula o patrimônio usado para a obra do patrimônio (o terreno, por exemplo) da companhia em si. "Isso impede que, caso a empresa quebre, o consumidor seja afetado por possíveis penhoras de bens da construtora", explica. Fujita detalha que a cláusula parece "muito afetosa ao consumidor". "É preciso também olhar para o prazo de restituição desse valor pago pelo consumidor. A lei determina que seja em 12 parcelas a partir de um prazo de carência. Esse prazo pode acabar ficando um pouco longo; se a obra estiver em andamento, são 180 dias de carência após o prazo previsto para a conclusão. Se ela já estiver concluída, há um prazo de 12 meses após a formalização da rescisão contratual", lamenta. Esclarecimentos O presidente da Comissão de Direito do Consumidor da OAB-CE também ressalta, entretanto, que a Lei do Distrato esclarece alguns pontos sobre a relação entre comprador e construtora. "Quando se fala em direito do consumidor, falamos da harmonia da relação de consumo. Essa lei trouxe alguns esclarecimentos interessantes ao mercado de consumo", diz. A nova legislação também estabelece o direito de arrependimento em até sete dias. "O consumidor tem até sete dias para ir ao stand de vendas, expressar o seu direito de arrependimento e rescindir o contrato. Isso me parece interessante", analisa.


Prazo de entrega A Lei nº 13.786/18 também diz que, em caso de atraso na entrega do imóvel, a incorporadora terá o prazo de até 180 dias de prorrogação para a entrega sem incidência de multa. Após esse prazo, o consumidor poderá pedir a rescisão, sem prejuízo da devolução de todos os valores pagos e da multa estabelecida, corrigidos, e deve receber em até 60 dias do pedido de distrato. Caso o consumidor não tenha interesse em romper o contrato, a incorporadora terá que pagar, na data de entrega do imóvel, indenização de 1% do que foi pago para cada mês de atraso em valores corrigidos monetariamente. O Creci-CE explica ainda que esse é um caso clássico no qual a culpa do distrato não é do comprador do imóvel, mas da incorporadora. "Se a rescisão estiver ocorrendo sem culpa do adquirente, ele poderá pleitear a devolução da integralidade de todos os valores pagos e da multa estabelecida, em até 60 dias corridos contados da resolução, corrigidos", reforça o Conselho Regional. Em vigor desde o fim do ano passado, a Lei do Distrato esclarece a operação de compra e venda de imóveis na planta, mas preocupa entidades de defesa do consumidor por dispositivos polêmicos. Quando é possível evitar o problema A desistência do contrato de compra e venda de um imóvel por falta de pagamento do comprador acontece, em algumas situações, porque o consumidor não mediu o peso das prestações do imóvel dentro do orçamento familiar. O educador financeiro do Instituto DSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar) e coach Flávio Rico destaca que antes de comprar um imóvel é fundamental fazer uma avaliação profunda da própria situação financeira. A partir disso, será definido o valor que será investido no bem. "É preciso que o comprador tenha ciência de que ele vai firmar um compromisso mensal", observa Flávio Rico. O especialista frisa que o ideal sempre será a compra à vista, mas reconhece que hoje é difícil fazer a aquisição de um imóvel dessa forma. "A gente sabe que é muito difícil comprar um imóvel à vista, mas há uma alternativa que é o consórcio. Para quem não tem tanta urgência, é algo interessante. É possível ainda economizar e dar um lance para ser sorteado mais rapidamente", explica o educador financeiro. Outra opção para quem não tem tanta urgência é programar um investimento em produtos de renda fixa, mais conservadores quanto ao risco. "Poupar parte do que se ganha e fazer algumas simulações de investimento é interessante e pode garantir um bom valor para a entrada do imóvel", diz. Com a entrada mais robusta e a possibilidade de uma parcela mensal mais leve, a chance de fazer a prestação do imóvel caber no orçamento da família é maior, de acordo com ele.


Além disso, o educador financeiro frisa que o comprador deve estar atento ao padrão do local escolhido pelo consumidor para morar. "O consumidor precisa avaliar qual é o padrão de vida nesse local, quanto custa o pão, o transporte... Tudo isso é importante para que não haja um arrependimento depois", afirma o educador financeiro do DSOP.


Veículo: Cloud Coaching Data: 29/01/2019 Link: http://www.cloudcoaching.com.br/veja-quais-os-melhores-investimentos-para2019/post#.XFL6H1VKgdU

Veja quais os melhores investimentos para 2019 Publicado em 29 de janeiro de 2019

Percebo que uma das principais dúvidas para quem conseguiu poupar algum dinheiro para este ano é justamente como potencializar essa reserva, ou seja, os melhores investimentos para um futuro próximo. Vejo que 2019 reserva grandes oportunidades, mas também incertezas, portanto a análise do investimento que mais se adequará ao seu perfil é preciso ser feita com consciência.


Sempre lembro que, independentemente do valor, o ideal é diversificar os seus investimentos, pois assim é possível conseguir um rendimento constante, o que talvez não fosse possível caso apostasse todas as “fichas” em apenas um. No meu entendimento, há 5 tipos de aplicações que se destacam para uma rentabilidade maior, mas antes de listá-las gostaria de lembrar que o mais importante mesmo é destinar o seu dinheiro com o objetivo maior de realizar sonhos, ter um propósito para aumentar os seus lucros, pois assim esse processo se torna muito mais harmonioso. Em ordem cronológica, vejo que os CDBs (Certificado de Depósito Bancário) de bancos de segunda linha estão com uma rentabilidade bem interessante, por isso coloco eles em primeiro lugar nessa lista. Por ser um investimento de renda fixa, os CDBs têm baixo risco, ideal para investidores iniciantes. Já os LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola) também podem ser um bom caminho para investir neste ano. A rentabilidade é pós-fixada, recebida ao final de aplicação, além disso paga juros acima da maioria das aplicações e também tem a vantagem da isenção total de Imposto de Renda para pessoas físicas. O Tesouro Direto também é uma opção para quem está iniciando no mundo dos investimentos e tem se tornado cada vez mais democrático. O Tesouro Selic é o mais conhecido e paga a taxa de juros básico da economia, que atualmente está em 6,5% ao ano e as previsões são de um aumento para 7,5% ainda este ano. Portanto é uma aplicação que também oferece um baixíssimo risco e pode trazer bons rendimentos. Outro investimento que considero interessante são os Fundos de Investimentos. Nessa modalidade diversos investidores se reúnem, podendo ser pessoas físicas ou jurídicas, para a compra de cotas em ações, com regulamento próprio. Eles podem ser fechados, ou seja, onde não existe a possibilidade de entrada ou saída de cotistas e o resgate não pode ser feito antes do encerramento. As rendas são variáveis e os investidores com perfis semelhantes podem se unir para elevar o poder de negociação e consequentemente a rentabilidade.


Por fim, as ações, pois me considero um investidor de perfil conservador. Quem pretende investir em ações deve ter muito conhecimento e cautela devido às altas variações do mercado e consequentemente altos riscos. Entre essas ações existem as preferenciais (PN), onde o investidor tem a preferência no pagamento da parcela dos lucros e também as ordinárias (ON), aquelas que possibilitam o direito de voto ao acionista, mas que apresenta menor distribuição nos lucros. Quero lembrar que é muito importante saber exatamente por quanto tempo deseja investir determinado dinheiro e também em quanto tempo pretende resgatá-lo, já que esse fator pode ser determinante para que você atinja a rentabilidade que deseja. Bons investimentos!


Veículo: Cloud Coaching Data: 31/01/2019 Link: http://www.abcdoabc.com.br/caderno/5-melhores-investimentos-2019-76625

Data: 31/01/2019 17:51 / Autor: Redação ABCdoABC / Fonte: Reinaldo Domingos - DSOP

Os 5 melhores investimentos para 2019 Veja qual tipo de investimento se encaixa melhor no seu perfil e consiga mais rentabilidade neste ano

Quem conseguiu poupar dinheiro para esse início de ano agora se pergunta: quais os melhores investimentos para 2019? Sabemos que investir não tem sido uma tarefa fácil, isso por conta das oscilações do mercado, mas para responder essa pergunta analiso que primeiro precisamos saber qual é o nosso perfil de investidor, ou seja, arrojado, moderado ou iniciante. Por isso falarei aqui o meu “top 5” para que você analise qual melhor se encaixa na sua necessidade e, melhor ainda, no tamanho do seu objetivo para esse ano. Antes de irmos à lista, quero lembrar que o ideal é diversificar o dinheiro investido em vários tipos de modalidades existentes no mercado, isso garante que você continue fazendo com que o seu dinheiro renda, mesmo que alguma dessas aplicações perca algum valor. O mais importante mesmo é “carimbar” o dinheiro que irá ser investido, em outras palavras, saber a razão a qual você está potencializando esse recurso e, mais do que isso, saber ainda em quanto tempo pretende atingir o valor estipulado, já que o tempo, se usado com sabedoria, será o seu maior aliado para atingir os seus sonhos, sejam eles de curto, médio ou longo prazo. Veja abaixo os 5 investimentos que vejo como os melhores caminhos para 2019: 1: CDBs de bancos de segunda linha – O Certificado de Depósito Bancário é um título de renda fixa e que serve como captação de recursos dos bancos. Essa aplicação tem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) em até R$ 250 mil, o que pode ser muito interessante em bancos menores e que pagam juros muito interessantes. Além disso, por se tratar de um investimento de renda fixa, o CDB possui um baixo risco, indicado para investidores que ainda não tem muito conhecimento do mercado. 2: LCI e LCA – As Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito Agrícola também são ativos financeiros de renda fixa que possuem garantia de um bem imóvel, rendendo


juros e atualização monetária aos aplicadores. Mesmo que seja preciso pensar em valores um pouco mais elevados, possibilita pagamento de juros maiores, acima da maioria das aplicações. 3: Tesouro Direto: O Tesouro Direto vem a cada dia mais se popularizando e dentro dele está o Tesouro Selic, que acompanha a variação da Taxa Selic, ou seja, a taxa de juros básicos da economia, que atualmente está sendo interessante, pagando 6,5% ao ano, com previsões de aumentar até 7,5% ainda em 2019, portanto pode ser uma ótima saída, já que para quem escolher essa modalidade, terá um risco baixíssimo, além de também ter a proteção do FGC em até R$ 250 mil. Mas além desse há também outros títulos de longo prazo, ou seja, mais indicado para objetivos como a aposentadoria, por exemplo. Nesse caso é muito importante citar novamente que o prazo de resgate desses investimentos sejam respeitados, assim a rentabilidade se torna contínua. 4: Fundo de Investimentos – Geralmente, os fundos de investimentos possuem rendas variáveis e dentro dessa aplicação os investidores com perfis semelhantes podem unir recursos para aumentar o poder de negociação, elevanto assim a rentabilidade. Mas cuidado: muitas vezes eles podem render números altos o que faz com que a pessoa se anime a investir mais, porém essa alta varia bastante dependendo do período, o que pode trazer um risco alto de prejuízos. 5: Ações – Por fim, as ações são indicadas para quem tem um perfil mais arrojado, já que os riscos são muito altos e, portanto, é preciso ter um conhecimento um pouco mais avançado no mundo dos investimentos. Investir em ações nada mais é do eu comprar parte de alguma empresa com capital aberto, podendo ser elas preferenciais (PN), onde o investidor tem preferência na parcela dos lucros, ou então ordinárias (ON), que dão o direito de voto ao acionista, mas em contrapartida tem oferece menor participação desses lucros. Mas lembro que é preciso ter cautela, pois há muitas pessoas que perderam tudo apostando grandes quantias de dinheiro em ações, por isso recomendo que caso vá fazer esse tipo de investimento, destine apenas 10% ou 20% do valor total, assim você se resguarda em caso de prejuízo.


Veículo: Centro do Professorado Paulista Data: 30/01/2019 Link: https://www.cpp.org.br/informacao/noticias/item/13587-curso-para-professores

Quarta, 30 Janeiro 2019 10:17

Curso prepara professores para dar educação financeira nas escolas Durante todos os sábados de fevereiro (2 a 23), a DSOP Educação Financeira promove na capital paulista o curso de Formação Pedagógica do Programa DSOP de Educação Financeira para Escolas e Famílias. O objetivo do evento é preparar os professores para desenvolver o tema dentro de sala de aula de forma transversal, uma vez que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece que a educação financeira deve ser obrigatoriamente inserida nos currículos escolares a partir de 2020. Nos dias 2 e 16, o curso será voltado para as escolas que ainda não tiveram contato com o programa, que tem como principal objetivo empoderar financeiramente toda a comunidade escolar através da mudança de hábitos e comportamentos. Esse processo envolve não só o corpo docente, mas também os alunos e suas famílias a fim de atingir sustentabilidade financeira e consequentemente realizar os sonhos desejados. Serão quatro palestras para mostrar como aplicar a educação financeira em todas as fases do aprendizado, ou seja, da Educação Infantil até o Ensino Médio. Além disso, o presidente da DSOP, Reinaldo Domingos, fala sobre como empreender a profissão de docente, levando um novo conceito de empreendedorismo aos professores. A diretora pedagógica e organizadora do evento, Ana Rosa Vilches, explica a importância de apresentar esse conteúdo preparando os professores para que disseminem a educação financeira aos alunos e famílias com conhecimento, conteúdo e troca de experiências. “As assessoras pedagógicas, formadas em educação financeira, irão mostrar como os professores podem trabalhar com os materiais do programa. Esse encontro irá reunir várias escolas no mesmo lugar porque a troca de ideias é fundamental. O nosso desafio é preparar o professor para que esse conteúdo seja transmitido com qualidade e que tenha uma proposta de melhoria da vida das pessoas”, explica Ana. Já nos dias 9 e 23, as escolas adotantes poderão aprimorar os seus conhecimentos para desenvolver e conciliar a educação financeira com as Metodologias Ativas, que são utilizadas em todas as áreas e fazem com que o aluno passe a ser o protagonista durante as aulas. Os professores irão aprender como trabalhar projetos dentro da educação financeira, que pode ser inserida em todas as matérias. A assessora pedagógica e professora, Magali Ferraresi, explica que a ideia é fazer com que o professor trabalhe como mediador das atividades e o curso apresenta caminhos e dinâmicas para que essas estratégias sejam desenvolvidas em sala de aula.


“Se bem trabalhada, a educação financeira pode conversar com todas as disciplinas. Durante esse mês queremos apresentar tudo o que há de mais novo relacionado ao tema, envolvendo todos os participantes durante as atividades e apresentando exemplos práticos”, afirma Magali. As inscrições já estão abertas e a expectativa é certificar cerca de 200 professores a cada sábado. SERVIÇO Formação Pedagógica do Programa DSOP de Educação Financeira para Escolas e Famílias- 2019 Datas: 02, 16, 09 e 23 de fevereiro Horário: 8h – 13h Endereço: Rua Treze de Maio, 681 – Térreo - São Paulo Mais informações: (11) 3177-7800 ou pelo site.


Veículo: O DIA Data: 04/02/2019 Link: https://odia.ig.com.br/economia/2019/02/5617097-portabilidade-de-creditoreduz-divida-em-ate-89.html#foto=1

ECONOMIA

Portabilidade de crédito reduz dívida em até 89% Troca de banco ou linha de financiamento com juro baixo ajuda a 'entrar no azul' Por *EDDA RIBEIRO Publicado às 11h00 de 04/02/2019

Confira os valores cobrados na portabilidade - O DIA


Rio - Para realizar o sonho quase impossível de zerar dívidas, o consumidor buscou, em 2018, a portabilidade de crédito: o número de transferências aumentou 70%, segundo o Banco Central. Um grupo que pode aproveitar esse tipo de serviço, considerando que neste mês receberão reajuste, são os aposentados, pensionistas e segurados do INSS que estão no vermelho. Para se ter uma ideia, somente com o crédito consignado, que é descontado diretamente no contracheque, o consumidor pode reduzir a dívida em até 89% sobre o valor original do débito e oferece taxas até 10% mais baixas. Na simulação seguinte, analisada pelo planejador financeiro da Par Mais, Jailon Giacomelli, um devedor com débito de R$ 5 mil, a ser pago em 36 parcelas, com a taxa de juro de cheque especial no Bradesco, que hoje é de 12,18% ao mês. O pagamento mensal fica em R$ 618,88, com total de quitação de R$ 17.279,59. Fazendo a portabilidade para o Crédito Direto ao Consumidor, cujo juro fica em 6,35% ao mês, o total já reduz para R$ 7.828,37. O cliente pagaria um total de R$ 1.926,54 fazendo a transferência, dentro do mesmo banco, para o crédito consignado, onde o juro é quase 12x menor em relação ao Cheque especial: 1,88% ao mês. O devedor faz, assim, uma economia de R$ 15.353,05. Giacomelli avalia o consignado como o mais seguro para as partes. "As taxas são menores porque o ganho para o banco é garantido. O valor é descontado em fonte: antes da aposentadoria entrar na conta do cliente, o banco recebe", esclarece Giacomeli.


ATENÇÃO AOS ENCARGOS Em tempo: a portabilidade de crédito - ou de dívidas - pode acontecer dentro da mesma instituição financeira, onde o devedor sinaliza interesse em mudar linha de crédito. Também é possível fazer a troca de instituição, na procura pela taxa de juros mas em conta. Cada banco oferece condições específicas para o ato, por ser facultativo: o BC não tem determinação sobre a portabilidade. A primeira dica, segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Adenias Gonçalves, é fazer um estudo das condições financeiras para ter certeza de que pode arcar com o novo compromisso. "A opção de 'troca' de modalidade pode ser vantajosa, mas não pode ser feita a toa. O devedor precisa garantir o pagamento". Caso o interessado opte por trocar de instituição bancária para melhorar as condições de pagamento, a dica de ouro de Gonçalves é: ficar de olho nos custos adicionais. "É preciso analisar se há efetivamente uma redução de gastos, analisando o Custo Efetivo Total (CET): juros, encargos, tributos e taxas que totalizam o valor total da portabilidade. "Quanto menor o custo, maior a rentabilidade", adverte Adenias. CANAIS DIGITAIS PARA CONTRATAR O SERVIÇO Por ser descontado na folha, o crédito consignado é uma garantia de recebimento para os bancos e oferece uma das taxas de juros mais baixas do mercado. Podem pegar esse empréstimo aposentados e pensionistas do INSS, servidores e funcionários de empresas e órgãos conveniados aos bancos.


A média de taxas desta modalidade nos principais bancos (Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander) é de 1,91% ao mês. O número sobe para 4,80% (a.m.) no Crédito Direto ao Consumidor (CDC), e fica em 12,67% (a.m.) no vilão dos juros: o cheque especial. Para contratar a linha de crédito é preciso conferir se o banco tem convênio com a instituição pagadora dos salários e benefícios. No Bradesco, o cliente pode acessar o site banco.bradesco.com, clicar em Produtos e Serviços, e tirar dúvidas sobre o procedimento. O prazo, segundo o banco, é de cinco dias úteis para a concluir a portabilidade. No Banco do Brasil (www.bb.com.br) é possível solicitar o serviço no aplicativo. No app 'Mais BB', que pode ser baixado no celular o caminho é Menu -> Empréstimos -> Portabilidade de crédito -> Simule sua portabilidade -> Digite os dados do contrato e clique em 'simular'. Caso o cliente se interesse, basta clicar em 'Desejo receber contato do BB'. Um funcionário retornará para registrar a operação de portabilidade. É preciso confirmar com a assinatura eletrônica do Termo de Solicitação de Portabilidade no aplicativo ou nos terminais de autoatendimento. Mas se o cliente não tiver interesse em trocar de banco, vale uma tentativa de barganha. "Ele pode ir até outra instituição, ver o que teria de crédito pré-aprovado e suas condições", sugere Giacomelli.


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Confira os valores cobrados na portabilidadeO DIA


Veículo: Correio Braziliense Data: 04/02/2019 Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/02/04/internas_e conomia,735165/comeca-a-contagem-regressiva-para-declarar-imposto-derenda.shtml

Começa a contagem regressiva para declarar Imposto de Renda Apesar de o Fisco ainda não ter divulgado as regras para a declaração de Imposto de Renda (IR) neste ano, dá para se antecipar e evitar problemas futuros. Gabriela Tunes* postado em 04/02/2019 06:00

(foto: Thiago Fagundes/CB/D.A Press)


Para evitar correria e dor de cabeça na hora de prestar contas à Receita Federal sobre ganhos e despesas de 2018, é bom se antecipar e aproveitar o tempo livre para reunir documentos e se organizar. Apesar de o Fisco ainda não ter divulgado as regras para a declaração de Imposto de Renda (IR) neste ano, dá para se antecipar e evitar problemas futuros. Túlio, que preferiu não informar o sobrenome, tem 21 anos, é servidor público e vai enfrentar o Leão pela primeira vez. Para isso, conta com a ajuda e a experiência do pai e do irmão. “Eu só sei que preciso declarar minhas doações e meu rendimento próprio. Por enquanto, ainda estou bem perdido, não sei como a declaração do IR funciona direito”, disse. De acordo com Jônatas Bueno, educador e terapeuta financeiro, a preocupação maior no momento deve ser reunir documentos. “É bom juntar tudo agora. E, para quem já declarou, é interessante verificar a documentação do ano passado, ver o que foi feito, para facilitar a declaração deste ano.” Algumas informações não mudam. É preciso ter os números da identidade, do título de eleitor, do CPF, além de endereço, e-mail, telefone e identificação de banco, com agência e conta, para devolução, quando houver. Apesar de alguns documentos necessários para o preenchimento da declaração ainda não terem sido entregues, como os comprovantes de rendimentos fornecidos por empresas ou os de recebimento de benefícios do Instituto Nacional de Seguro Social, é possível separar recibos de saúde — de médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, internações, exames —, de vendas de imóveis, de ganhos extras, como com aluguéis, e de pagamentos de escolas. Se, no ano passado, a pessoa fez reforma em imóvel próprio, o educador financeiro aconselha reunir os recibos para abater no total do imposto a ser pago. “É bom guardar todos os recibos de serviços de manutenção feitos no imóvel para atualizar o valor do bem e, assim, aumentar o total pago. Isso vai ajudar a reduzir o imposto a ser pago em uma futura venda”, explicou. Algumas doações também podem aumentar o valor a ser restituído pela Receita. Por isso, é importante separar os comprovantes. É importante ainda pegar no banco o comprovante com o saldo de conta-corrente e de aplicações financeiras.


A servidora pública Maria Regina Ferreira, ao contrário de anos anteriores, já começou a separar tudo que precisa para declarar o IR. “Antes, deixava tudo espalhado e para a última hora. Este ano, resolvi me organizar.” Segundo ela, isso tornará tudo bem mais fácil depois. “Já que é um dever, que seja feito logo, e, se tiver restituição, ela vem mais cedo também”, disse.

Escolha Outro ponto importante para a declaração é saber a hora certa de entregar a documentação ao Fisco. Segundo Bueno, a pessoa precisa levar em conta a rapidez com que necessita do dinheiro da restituição. Se precisar muito, o ideal é fazer logo nos primeiros dias. Para quem tem reserva financeira, ele indica deixar mais para o fim do prazo, pois o valor a receber é atualizado com base na taxa Selic (taxa básica de juros). “O dinheiro recebido acaba sendo valorizado”, explicou. Com os documentos organizados ou encaminhados, o próximo passo é se preocupar com outra questão: qual tipo de declaração será mais benéfica. O modelo simplificado, segundo o contador Geraldo Rodrigues, é indicado para quem tem um emprego só e poucas despesas restituíveis, pois garante um abatimento de 20%. Para quem tem várias despesas, é aconselhável fazer o modelo completo. A escolha sobre qual a melhor forma de declarar é uma das maiores dificuldades de Marissa Machado Borges. Ela presta serviços a duas empresas e, para evitar erros, contrata um contador para auxiliá-la. “A minha maior dificuldade é não saber se faço a declaração completa ou a simplificada. Depois que entrei na segunda instituição (outra fonte de renda), fiquei com receio e não tentei mais fazer sozinha.” Mas, apesar do auxílio de um profissional, Marissa já teve problemas com os documentos. Há oito anos, o contador esqueceu de declarar um livro autoral dela, o que teve como consequência um prejuízo no ano seguinte. “O contador da época esqueceu de declarar um material pelo qual havia recebido. Só fui ficar sabendo na declaração do outro ano, quando apareceu que eu tinha uma pendência. Entrei em contato com a Receita e tive que pagar o débito com juros.”


Abatimentos Uma alternativa para reduzir a voracidade do Leão é ficar de olho nos abatimentos possíveis, como os gastos com educação, saúde, doações, pagamentos de pensão. O investimento em previdência privada também permite reduzir o pagamento de imposto. Foi o que fez o professor Fausto Camelo, que tem vínculo empregatício em mais de uma instituição de ensino. “Como o ajuste anual sempre me desfavorece, decidi aplicar em um plano de previdência privada, que me permite abater até 12% da minha receita bruta anual no IR”, conta. Além dessa estratégia, Fausto cadastrou as duas filhas como dependentes, pois, assim, ele teve o desconto previsto em lei. Além disso, as despesas médicas e educacionais delas podem ser abatidas. Da mesma forma, o professor lança as contribuições pagas à Previdência Social para a empregada doméstica. Medidas tomadas, documentos separados, Camelo espera reduzir a mordida do Leão, ou até mesmo não pagar mais do que já foi descontado nos seus contracheques. * Estagiária sob supervisão de Rozane Oliveira


Veículo: O Imparcial Data: 07/02/2019 Link: http://imparcial.com.br/coluna_texto/mesada-traz-independencia-financeira-ascriancas,25703

Mesada traz independência financeira às crianças Especialista diz que pais devem ter diálogo com os filhos e mostrar que pagamento deve ser visto como salário e durar todo o mês Espaço infantil • 07/02/2019 07:35:00

. Foto: Marcio Oliveira: Controle financeiro é importante para desenvolvimento das crianças

GABRIEL BUOSI Da Redação


Falar sobre o pagamento de mesada aos filhos, sem dúvidas, sonda a maioria das famílias que busca uma alternativa para dar mais liberdade financeira aos filhos e proporcionar, logo cedo, a independência financeira. Esse, pelo menos, deveria ser o conceito da ação, conforme a economista Josélia Galiciano Pedro, que vai além de dar dinheiro. “Os pais devem levar isso como se fosse um salário mesmo, que deve ser administrado ao longo do mês. Ressalto, no entanto, que o valor pago deve ser estipulado por cada família, de forma que não atrapalhe o orçamento”. Josélia lembra ainda que pais e mães deverão analisar o melhor momento para que a mesada comece a ser paga, sendo que isso deve ocorrer quando os pais identificarem que a criança já está capacitada, e que tem discernimento, para receber, administrar e gastar seu pagamento com sabedoria. “É um tipo de conscientização financeira muito positiva. O que pode estragar isso, por exemplo, é a entrega avulsa de demais valores ao longo do mês, que extrapola o limite dado pela família na mesada. Esse costume pode ser prejudicial lá na frente e desencadear, inclusive, um adulto sem limites financeiros”, alerta.

“É um tipo de conscientização financeira muito positiva [amesada]. O que pode estragar isso, por exemplo, é a entrega avulsa de demais valores ao longo do mês, que extrapola o limite dado pela família na mesada” Josélia Galiciano Pedro, economista A economista ressalta que, ao acreditar que o filho ou a filha tem capacidade de gerir o dinheiro, é necessário também que haja consciência por parte dos pais, de que a transparência na conversa para o acordo do valor seja importante, para que a criança entenda o que é aceitável ou não no orçamento familiar, e para que futuras reivindicações ou pedidos de aumentos cheguem na hora errada. “Caso a criança comece a pedir muitas coisas, como celulares e videogames, ou seja, itens que vão além de presentes comemorativos, é indicado que os familiares mostrem que o valor será descontado da mesada, para que o consumo desenfreado seja segurado”. Educação financeira O doutor em educação financeira da DSOP - organização dedicada à disseminação da educação financeira no Brasil -, por sua vez, complementa ao dizer que, ao contrário do que muitos pensam, a mesada não é um incentivo ao consumo, e sim uma forma de educar financeiramente as crianças. “A infância é a fase ideal para desenvolver comportamentos que serão levados por toda a vida, por isso é importante implantar a mesada quando notar que a criança está pedindo dinheiro com frequência e já mostra ter seus primeiros hábitos de consumo. Normalmente, crianças e jovens consomem durante a rotina escolar, com gastos com alimentação, por exemplo”, daí a importância de se falar sobre o tema.


Reinaldo diz ainda que é possível analisar a mesada em diversos aspectos, como o financeiro e o econômico. A primeira modalidade seria aquela dada para a criança aprender a administrar o dinheiro que ganha. “Trata-se de um valor fixo determinado pelos pais ou responsáveis, tendo em vista a necessidade de transição da mesada voluntária para a mesada financeira. Nesse momento, é recomendado que 50% do valor sejam destinados para a poupança dos sonhos e 50% para as despesas da criança, sempre lembrando que o dinheiro nunca será mais importante que os sonhos”. Já na mesada econômica, o especialista diz que ela ocorre quando os pequenos são incentivados a poupar recursos em casa, como energia elétrica e água, para que realizem seus sonhos com o valor economizado. “Assim, mesmo a família que não tem condições de dar mesada em dinheiro, pode educar financeiramente seus filhos com as economias feitas no lar a cada mês. Desta forma, os pequenos aprendem que economizar recursos é um dos caminhos para realizar seus sonhos”.


Veículo: Portal Rosa Choque Data: 05/02/2019 Link: http://www.portalrosachoque.com.br/noticias/7409/7-passos-para-sair-dasdividas/

7 passos para sair das dívidas Está no vermelho? Não de desespere. O segredo é organizar os gastos e ir quitando um de cada vez Publicado em: 05-02-2019 00:1hs | Fonte: DSOP Educação Financeira.

Controle seus gastos anotando tudo o que precisa comprar. | Creditos: PixaBay De acordo com dados divulgados pelo SPC Brasil e CNDL, mais de 63 milhões de brasileiros se encontravam indadimplentes em novembro do ano passado. O primeiro passo para quem enfrenta problemas financeiros é não entrar em desespero, colocar os pés no chão, encarar a realidade e, é claro, se planejar para sair dessa situação de forma definitiva.


“Sempre costumo dizer que ter dívidas não é um problema e muitos me questionam, mas a verdade é que o maior problema é não conseguir arcar com esse compromisso, que é justamente o que acontece atualmente com milhões de brasileiros. É preciso mudar o comportamento em relação ao uso do dinheiro para construir uma vida mais sustentável financeiramente, tratar o problema na raiz, evitando assim entrar num ciclo de endividamento”, orienta Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista. Veja abaixo 7 passos preparados pelo educador para sair das dívidas definitivamente: 1- Colocar na ponta do lápis todas as dívidas que possuir, separando as que correspondem a serviços e produtos de necessidade básica, que não podem ser cortados (como água, energia elétrica, gás e aluguel) e as que sofrem juros mais altos (como cartão de crédito e cheque especial), considerando essas como prioridade para pagamento. Antes de sair se enrolando para pagar, faça um diagnóstico financeiro, para saber como pode diminuir as despesas mensais, fazendo sobrar dinheiro para pagar as dívidas em atraso; 2 - Anote durante 30 dias todos os gastos que tiver, separando por tipo de despesa. Isso inclui gastos “pequenos”, que podem até ser considerado menos importantes, como gorjetas e guloseimas, pois no final do período será possível compreender de que forma, efetivamente, seu dinheiro está sendo gasto. Reflita sobre os hábitos e comportamentos que o levaram a chegar nessa situação, assim saberá o que deve mudar e quais gastos irá reduzir ou eliminar; 3 - Tenha em mente que só se deve negociar uma dívida quando se tem condições de fazer isso, ou seja, após se planejar, pois um passo precipitado pode até piorar a situação. Portanto, só se deve procurar um credor, quando já souber quanto terá disponível mensalmente para pagar e, então, poder negociar; 4 - Trocar uma dívida pela outra nem sempre é a melhor alternativa. É claro que o crédito consignado, por exemplo, oferece juros baixos em comparação ao cartão de crédito, cheque especial e financiamentos, já que o pagamento é retido diretamente do salário. Justamente por isso é preciso cautela, já que para quem já está com dificuldade em administrar as finanças, ter sua renda habitual reduzida pode desencadear novos endividamentos e problemas ainda maiores, virando uma bola de neve; 5 - Para não agravar a situação, antes de realizar qualquer compra, se faça algumas perguntas como “Eu realmente preciso desse produto?”, “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer isso, terá uma grande surpresa sobre a quantidade de coisas adquirida apenas por impulsividade; 6 - Em momentos de crise financeira, que são passageiros, é importante resgatar sonhos, objetivos que realmente importam e que farão a pessoa ter ainda mais motivos para “dar a volta por cima”. É preciso relacionar no mínimo três sonhos: um de curto prazo (a ser realizado em até um ano), um de médio prazo (entre um a dez anos) e outro de longo prazo (acima de dez anos), sendo que um deles deve ser o de sair das dívidas; 7- Com os números do diagnóstico financeiro em mãos, é possível conhecer a sua força de poupança após os cortes para realizar o sonho de sair das dívidas sem que tenha que fazer outra dívida. Mês após mês, é preciso aplicar esse dinheiro em um investimento que seja coerente ao tipo de objetivo (prazo) e ao perfil do investidor. Caso tenha dificuldade para investir, é válido consultar um especialista. * Reinaldo Domingos está a frente do canal Dinheiro à Vista. É Doutor em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira. Autor de diversos livros sobre o tema, como o bestseller Terapia Financeira.


Veículo: ABC do ABC Data: 07/02/2019 Link: http://www.abcdoabc.com.br/caderno/carnaval-sem-dividas-veja-como-evitardescontrole-financeiro-76908

Data: 07/02/2019 09:42 / Autor: Redação ABCdoABC / Fonte: Reinaldo Domingos

Carnaval sem dívidas: veja como evitar o descontrole financeiro Faltando pouco menos de um mês para o Carnaval, ainda dá tempo de se planejar e fugir das temidas “ressacas financeiras”

O Carnaval já está logo aí e planejar os gastos com certa antecedência é a melhor saída para evitar a famosa “ressaca financeira” depois das festas, isso porque curtir esse momento gera custos, principalmente aqueles imprevisíveis, no calor da emoção. Bebidas, hospedagem, alimentação, fantasias, baladas, enfim, tudo isso pode desequilibrar o seu orçamento de uma hora para outra e por isso é preciso traçar uma estratégia baseada em sua atual situação financeira, respeitando o orçamento e evitando se endividar por meses a fio. Sabemos que em um primeiro momento essa tarefa não é tão simples, isso porque a maioria dos brasileiros nunca teve contato com a educação financeira e consequentemente não costuma se planejar financeiramente com antecedência, prova disso são os altos índices de inadimplência que continuam assustadores. Mas para que nada disso aconteça, trago algumas orientações para quem pretende curtir o Carnaval ou até mesmo descansar com tranquilidade viajando. O primeiro passo é sempre analisar o seu orçamento. Conforme dito acima, é preciso respeitá-lo, e para isso conhecê-lo em primeiro lugar, portanto coloque na balança os seus ganhos e gastos e veja o quanto realmente dispõe para esse período. Caso não tenha o suficiente, ainda há tempo de guardar um dinheiro até lá e durante o feriado fique atento para cumprir com o planejado.


Outro ponto que costuma gerar economia é a fantasia. Caso queira se fantasiar em blocos de rua ou festas, veja os itens que você já tem em casa e, caso contrário, peça emprestado para algum amigo, familiar ou até mesmo customize alguma roupa usando a sua criatividade. Hoje, com a facilidade de tutoriais na internet, é possível ter inúmeras ideias criativas de fantasias gastando muito pouco. Aluguéis costumam ser mais caros e quanto mais se aproxima da data do Carnaval, a procura aumenta e consequentemente os preços também. Já quem está pensando em viajar, a melhor orientação é fazer as contas e também verificar o quanto vai poder gastar antes e durante a viagem. No caso de passagens e pousadas, a pesquisa é fundamental para encontrar os melhores pacotes e condições de pagamento. A data da viagem também costuma ser um fator determinante para economizar, então verifique se há a disponibilidade de ajuste no seu calendário para conseguir gastar menos, além disso você pode fugir dos intermináveis congestionamentos, caso vá de carro. Já caso não tenha se planejado e percebe que está em cima da hora, o ideal é controlar a euforia, rever os planos e se programar para o próximo ano, economizando desde já. Todos sabem que o Carnaval oferece inúmeras opções de eventos gratuitos. Em muitas cidades os blocos tomam conta das ruas, entre outras festas gratuitas para todas as idades. Além disso, o transporte público é uma ótima opção para se deslocar, evitando trânsito, gastos com estacionamento e combustível. Outra saída é dividir táxi com amigos ou ficar atento para aproveitar os descontos nos aplicativos de transporte. Por fim, não se esqueça de curtir com responsabilidade, respeitar o seu padrão de vida e além disso, evitar o consumo exagerado de bebidas alcóolicas e alimentos industrializados, evitando dores de cabeça e dores no bolso.


Veículo: Correio Braziliense Data: 09/02/2019 Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/02/09/internas_econ omia,736439/inadimplencia-nas-escolas-particulares-do-df-chega-a-30.shtml

Inadimplência nas escolas particulares do DF chega a 30% A dificuldade das famílias para pagar as parcelas têm levado muitos estabelecimentos de ensino a criar estratégias para evitar prejuízos BR Beatriz Roscoe* postado em 09/02/2019 07:00

(foto: Viola Junior/Esp. CB/D.A Press)


A taxa de inadimplência — por atraso na mensalidade —nas escolas particulares do Distrito Federal chega a 30%, segundo levantamento feito pelo Correio. Para o terapeuta e educador financeiro Jônatas Bueno, isso ocorre porque muitas famílias, na hora da matrícula, assumem compromissos que não têm condições de pagar. “A educação exige outras despesas além da mensalidade, como material escolar, transporte, alimentação, e, muitas vezes, os pais não se planejam para isso”, disse. A dificuldade das famílias para pagar as parcelas têm levado muitos estabelecimentos de ensino a criar estratégias para evitar prejuízos. A diretora financeira de uma escola na Asa Sul conta que segue uma política de renegociação de débitos: “Enviamos os valores reajustados conforme o contrato, os pais oferecem uma contraproposta, e negociamos até encontrar um denominador comum”, afirmou. Para fugir da inadimplência, Bueno recomenda às famílias que procurem manter uma reserva suficiente para três a seis meses de gastos normais. Ele explicou que a mensalidade escolar é uma das primeiras contas que as famílias deixam de pagar por causa da possibilidade de renegociação, mas recomenda não deixar acumular. Os pais que estão tendo dificuldades para pagar a escola devem fazer um diagnóstico do orçamento familiar para entender para onde vai o dinheiro. No caso de renegociação da dívida, Bueno recomenda entender as taxas de juros, o valor a ser pago, além de estabelecer um plano que respeite a capacidade financeira da família.

*Estagiária sob supervisão de Odail Figueiredo


Veículo: Hoje em Dia (MG) Data: 10/02/2019 Link: https://www.hojeemdia.com.br/plural/com-dinheiro-se-brinca-sim-aprender-emcasa-a-poupar-e-gastar-promove-sa%C3%BAde-financeira-1.692264

Com dinheiro se brinca, sim! Aprender, em casa, a poupar e gastar promove saúde financeira Patrícia Santos Dumont pdumont@hojeemdia.com.br 10/02/2019 - 07h00 - Atualizado 09h36

Ter uma vida financeira saudável, sem furos no orçamento e com gastos equilibrados, não deve ser preocupação apenas de gente grande. Para que os pequenos aprendam desde cedo a lidar bem com o dinheiro, pais de uma geração cada dia mais precoce se empenham em falar sobre finanças dentro de casa. Gerente de tecnologia da informação, Luciano Meirelles Lobão, de 46 anos, começou, há cerca de dois, a abordar o assunto com o filho, Eduardo. Queria ensinar ao filho o valor do dinheiro. “É claro que o assunto deve ser tratado de forma lúdica, não tão severa nem técnica. Para mim, o mais importante é que ele aprenda que se não ganhar, não pode gastar”, afirma. Aos sete anos, o garoto já demonstra maturidade para gerenciar as próprias "contas". Toda semana, recebe R$ 20, que, a próprio gosto, são guardados para compras – como os peixes do aquário marinho que mantém em casa. Pequenas negociações, que ajudam a entender como a vida financeira funciona, também são incentivadas pelo pai. “Há um tempo atrás ele vendeu um videogame antigo para comprar um novo. Percebo que já tem noção, por exemplo, do que é caro e barato e, assim, compreende a melhor forma de gastar o próprio dinheiro e o nosso”, acrescenta o pais.


Presente e futuro Consultor do site de educação financeira do Mercantil do Brasil, Carlos Eduardo Costa explica que os ensinamentos devem começar assim que a criança passa a interagir com o mercado de consumo – antigamente, entre 7 e 8 anos; hoje, cada vez mais cedo. Segundo ele, abordar o tema ajuda não só a criar consciência no presente, impactando nas finanças da família, como a preparar um futuro mais tranquilo e promissor. “Ensinar a ganhar, gastar, poupar e doar garante que, independentemente do caminho que será percorrido, a criança bem educada financeiramente tenha uma caminhada mais tranquila”, reforça. Filha caçula de uma especialista em educação financeira, Victória Reis é prova disso. Seguindo os passos da mãe, a menina de 13 anos tornou-se embaixadora mirim do assunto no Brasil. Há cerca de seis, perpetua os ensinamentos que recebeu (e ainda recebe) dentro de casa. “Queria unir minhas duas paixões, a educação financeira e a música”, resume Vickye – como é conhecida –, que compõe canções com abordagem de educação financeira e dá palestras. Ela conta que, desde os três anos, quando foi apresentada ao tema, consegue, mais que estabelecer sonhos, realizá-los. “Na minha casa, funciona da seguinte maneira: se almejo alguma coisa, se tenho um sonho, sou eu quem devo correr atrás para economizar e conquistá-lo. Às vezes, minha mãe ajuda com 40%, 50%, se é algo mais caro. E não tem problema nisso. A ideia dela é me dar um incentivo, me estimular a economizar”, afirma. Reprogramação mental Mãe da menina, Lusciméia Reis, palestrante e educadora financeira pela metodologia Dsop, diz que cabe aos pais a responsabilidade de abordar o assunto com os filhos ainda pequenos. Para ela, trata-se de um exercício de reprogramação mental a partir de um modelo financeiro saudável. “Levamos para a vida o que vemos e aprendemos ao longo dela. Conduzir a casa com mais sustentabilidade financeira e, enquanto adulto, cultivar bons hábitos nesse sentido é importante para moldar os descendentes ao nosso redor. Nossos resultados pessoais influenciam as escolhas da família”, afirma. Ensinar o valor do dinheiro é o ponto de partida Compatibilizar as ferramentas utilizadas à idade da criança é fundamental para proporcionar entendimento sobre gestão de finanças, dizem especialistas. De nada adianta, por exemplo, dar uma mesada a quem ainda não sabe quantificar o valor do dinheiro, alertam. “Que tal começar com uma semanada, que pode ser usada na compra de figurinhas ou balas na porta da escola, por exemplo? O importante é ter em mente que tipo de uso será feito daquele dinheiro com base no que é permitido para cada faixa etária”, esclarece o consultor do site de educação financeira do Mercantil do Brasil, Carlos Eduardo Costa. Um bom primeiro passo sugerido por ele são pequenas idas ao supermercado. Oriente a criança sobre as melhores escolhas, comparando preços, e reforce a importância de fazêlas bom base em necessidades reais e não em urgências.


"Não é evitar de falar sobre o assunto, mas saber fazê-lo. A dificuldade da educação financeira está justamente no número de ‘nãos’ que falamos. Ninguém consegue ter sempre tudo o que gostaria”. Cultura Na casa de Cloé, de 7 anos, é assim há bastante tempo. Mãe da menina, a dentista e funcionária pública Renata Flávia Tavares, de 42 anos, conta que tudo é negociado e bem explicado. “Abordar o assunto desde cedo incentiva um consumo consciente e o bom planejamento. Procuro esclarecer o valor das coisas e reforçar que não precisamos de tudo o que existe”, diz. Recentemente, Cloé empregou as próprias economias para arrematar um móvel para o quarto. Depois de pesquisar e avaliar o custo-benefício da peça, optou por uma mais barata, conta a mãe da menina. Com a sobra, conseguiu levar outros produtos. “Aprendeu a não gastar tudo o que tem, mas a economizar para um desejo futuro”, acrescenta Renata. A gerente de projetos Tatiane Demétrio Afonso, de 40 anos, usa estratégia parecida com a filha Carolina, de 3. “É sempre lembrada de que já ganhou algo que desejou num passado recente e, assim, vai criando senso de que nem tudo é na hora que queremos”. Editoria de Arte


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Além disso: Pesquisa recente realizada pela Associação de Educação Financeira do Brasil (Abefin) mostrou a importância de falar sobre o tema com as crianças e a relação de abordar o assunto desde cedo com a saúde financeira da família. Perguntados sobre o tempo pelo qual conseguiriam manter o padrão de vida da casa após perderem a renda mensal, pais cujos filhos recebem algum conteúdo em casa deram respostas que reforçam uma maior tranquilidade quando o assunto é dinheiro. Entre os pais de crianças sem educação financeira, 44% responderam que conseguiriam manter o padrão por apenas um mês; 53% por até seis meses e só 3% acima desse período. Por outro lado, nas famílias com filhos que recebiam os ensinamentos, somente 2% viveriam apenas 30 dias no mesmo padrão de antes de perder a renda, 73% até seis meses e 25% acima desse período. A pesquisa foi feita com famílias de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Goiânia e Vitória cujos filhos, de 4 a 12 anos, estudam em escolas particulares que adotavam ou não programas de educação financeira. No Brasil, o Ministério da Educação (MEC) distribui de graça conteúdo que pode ser usado pelas escolas por meio do site vidaedinheiro.gov.br. A plataforma faz parte da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) instituída como política de Estado, de caráter permanente. O objetivo da estratégia, criada por decreto federal publicado em 2010, é contribuir e apoiar ações que ajudem a população a tomar decisões financeiras mais autônomas e conscientes.


Veículo: Cloud Coaching Data: 10/02/2019 Link: http://www.cloudcoaching.com.br/o-papel-da-educacao-no-empreender-davida/post#.XGQIclVKgdV

O papel da educação no empreender da vida Publicado em 12 de fevereiro de 2019

Em um mundo cada vez mais competitivo, não apenas no âmbito profissional, mas em diversas áreas da vida, a nossa busca pela informação e pelo conhecimento deve ser contínua, sempre atualizando os nossos conhecimentos para atingir uma sustentabilidade cultural em todas as áreas da nossa vida. Falando mais especificamente da educação estruturada dentro do universo empreender, ela deve permear tanto a pessoa física, quanto a jurídica. Para que haja uma harmonia nesse processo, precisamos ampliar a nossa visão e assim tomarmos atitudes mais assertivas no desenvolvimento dos nossos objetivos.


É fato que a todo momento estamos aprendendo, exercitando a nossa mente. Você, por exemplo, neste exato momento está se informando e todo esse movimento faz com que os resultados sejam melhores, tanto no âmbito profissional, quanto no familiar. O grande desafio para muitas pessoas é justamente passar os conhecimentos adiante, já que esse é o sentido de aprimorar a sua educação: compartilhar e trocar experiências positivas. O fundamento da educação dentro do novo conceito do empreender vitorioso é interessante porque envolve todas as etapas da vida e vai além do conhecimento e da informação, pois o ciclo é completo quando uma pessoa que estudou ao longo de toda a vida consegue repassar esse conhecimento, construindo assim uma cultura de aprendizado, ou seja, aprender, praticar e repassar informações. Para que todo esse processo seja de fato válido, é preciso aplicar todas as teorias e conceitos na prática, além de ter um método para contribuir no desenvolvimento e formação intelectual de cada indivíduo em que a sua mensagem irá chegar. Isso é educar e não simplesmente oferecer dicas. Outro aspecto importante, que vem mudando a forma como nos educamos, é justamente o ensino à distância, através da tecnologia. E você, por acaso, já pensou como está lidando com a educação virtual? Essa é uma ferramenta poderosíssima para empreender e, inclusive, tem sido fundamental não só para a sustentabilidade de um negócio, mas também no desenvolvimento pessoal. É claro que dentro desse vasto universo que é a Internet é preciso selecionar os conteúdos, já que ao mesmo tempo que você pode se tornar um empreendedor vitorioso sem sair de casa, também pode se deparar com informações completamente inúteis. Por fim, a educação é muito mais do que ter informação de forma acessível, mas também uma ponte para multiplicar conhecimento, independentemente do meio em que será colocado, essa é a base para construirmos uma sociedade muito mais harmoniosa e desenvolvida.


Veículo: Gaucha Zero Hora Data: 12/02/2019 Link: https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/dicas-deeconomia/noticia/2019/02/saiba-por-que-fevereiro-e-o-mes-das-promocoes-e-comoconseguir-os-melhores-descontos-cjs22gkly00k701mrvpwq5y6w.html

HORA DAS COMPRAS

Saiba por que fevereiro é o mês das promoções e como conseguir os melhores descontos Lojistas tentam compensar queda nas vendas com abatimento no valor de itens estocados. Nesta quarta-feira (13), tem início o Liquida Porto Alegre 12/02/2019 - 15h59min LEANDRO RODRIGUES

Marcia percorreu lojas do Centro da Capital em busca de um eletrodoméstico que tivesse bom preço e qualidadeAndréa Graiz / Agencia RBS


Cartazes anunciando liquidações e queimas de estoque se multiplicam pelas lojas de Porto Alegre nesta segunda quinzena do mês de fevereiro. A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da Capital lança hoje a 23ª edição do Liquida Porto Alegre, que, em edições anteriores, chegou a oferecer descontos de até 70%.

Não é por acaso que fevereiro, historicamente, é escolhido para a campanha em setores que vão do vestuário aos eletrodomésticos. Levantamento da própria CDL revela que esse é o pior mês do ano para o comércio. Ainda com estoques do Natal, as lojas encontram um consumidor que já pensa mais nos gastos que terá a partir de março.

– As lojas perceberam que podem atrair esse cliente com descontos mais interessantes. Realmente, se alguém está procurando aquele eletrodoméstico, que é um item mais caro, pode achar agora com um preço melhor – avalia o planejador financeiro Jailon Giacomelli, da empresa Par Mais.

Mas o especialista alerta que, antes de partir para as compras, o consumidor precisa saber se precisa mesmo do eletrodoméstico. Comprar somente porque está com desconto é um erro que pode doer no bolso. Depois disso, definir um valor limite para a compra e pesquisar preços são passos importantes para a boa aquisição de fevereiro.

Esse foi o roteiro seguido pela auxiliar de limpeza Marcia Adriana Machado Pereira, 42 anos, na tarde de segunda-feira, no Centro de Porto Alegre. A missão: comprar um liquidificador para a família. Na prateleira de uma loja da Rua Doutor Flores, ela avaliava os modelos com atenção. Os preços desse aparelho, em média, partem de R$ 70, mas podem ser encontrados por menos em promoções. Marcia, entretanto, não mirava apenas no preço.


– Quero comprar um aparelho bom, que dure, não um que daqui uns meses dê problema. Tirei a tarde para passar nas lojas e ver os preços. Já tenho definido que posso pagar até R$ 150, já fiz uma economia. É que faz muita falta, dá para fazer sucos, batidas, tudo natural – argumenta a moradora do bairro Bom Jesus, na Zona Leste.

O gerente da loja, Alexandre Correa, 44 anos, viu a cliente sair sem levar o produto, mas não deu o "jogo" como perdido. Como ela mesmo confirmou, tratava-se da primeira loja em que passava naquela tarde para pesquisar os preços. Como o pagamento seria à vista, em caso de retorno da cliente, um desconto de última hora poderia fazer a diferença. – Com até R$ 150, ela pode escolher um bom produto, que agregue funções. E, claro, sempre podemos dar um desconto a mais, a negociação sempre existe. Claro, naqueles itens do encarte, com descontos, fica mais difícil porque já estão com preço menor, negociado até com o fornecedor – explica Correa.

Dicas para aproveitar bem as liquidações

Antes de partir para as compras  Reúna a família e liste as necessidades da casa. É fundamental. Somente o desconto não é motivo para uma aquisição. 

Depois de descobrir aquela necessidade que não pode esperar, veja quanto dinheiro tem disponível.

Mesmo com grana suficiente, avalie se essa quantia pode fazer falta nos próximos meses.

Se não tem dinheiro para a compra à vista, pense qual o valor da parcela que pode ser paga em uma compra a prazo.


Nas lojas  Antes de bater perna, faça uma pesquisa na internet. Há sites de comparações de preços também. Já saia de casa com uma ideia de quanto custa o produto. 

Não leve, por exemplo, crianças pequenas nas compras. Elas cansam logo, e você pode acabar a pesquisa de preços antes de achar aquela bela oferta.

Confira o preço em, pelo menos, três lojas diferentes. Volte àquela com a melhor oferta para tentar fechar o negócio. Mas ainda tem como melhorar o preço.

Desconto entre 5% e 10% são de costume nas lojas no pagamento à vista. Então, um abatimento de encher os olhos tem de ser além desse percentual.

Tenha atenção às condições de garantia e troca oferecidas pelas lojas, para evitar entrar em uma fria em caso de arrependimento.

Como pechinchar bem  Estar por dentro dos preços dá argumentos para convencer o vendedor de que a compra só será feita no lugar que oferecer o valor mais em conta. 

Se o item for novo ou estiver saindo de linha, faz diferença no preço. Tente conhecer bem o liquidificador que deseja, por exemplo, para poder argumentar com o vendedor.

Traçar uma meta para o valor que se quer pagar também auxilia na comparação de preços. Não fuja do seu limite.

Com dinheiro na mão, a conversa é outra. Há mais chance de ganhar uma diferença no preço para fechar o negócio.

Seja educado e simpático com o vendedor, procure criar empatia para negociar. E tudo às claras: conte como o seu orçamento está apertado e peça ajuda para conseguir fechar a compra.

Fontes: educadores financeiros Jailon Giacomelli, Reinaldo Domingos, e Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)


Veículo: Portal PJF Data: 12/02/2019 Link: https://www.pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=63564

Procon promove curso de financeira para consumidores

educação

A Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/JF) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) tem vagas abertas para o curso de educação financeira, a ser realizado em março. As inscrições começarão na segunda-feira, 18, e vão até o preenchimento das vagas. O interessado deve se inscrever por meio do telefone 2104-8702 ou comparecer na sede do Procon/JF, Avenida Itamar Franco, 992, Centro. O curso de educação financeira do Procon/JF, oferecido pelo Departamento de Estudos, Pesquisas e Projetos (Depp), busca promover mudanças de hábitos e comportamentos em relação ao uso do dinheiro e a prevenção ao consumismo. As aulas abordam noções de investimento, orçamento doméstico e diagnóstico financeiro. Gratuito, o curso é dividido em dois formatos, com 35 vagas cada. O workshop de educação financeira acontece uma única vez, às segundas-feiras, das 14 às 18 horas. O segundo formato é o mensal, sempre às terças-feiras de março, das 18h30 às 20h30. O material didático da metodologia “Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar” (DSOP) é disponibilizado de forma gratuita. Informações e orientações sobre direitos do consumidor podem ser solicitadas pelos telefones 3690-7610 e 3690-7611, ou na sede da agência, na Avenida Presidente Itamar Franco, 992, Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30.


Veículo: ES Brasil Data: 15/02/2019 Link: http://esbrasil.com.br/aposentadoria-inss-dados/

Mais de 80% dependem do INSS para aposentadoria 15 de fevereiro de 2019

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Educadores Financeiros A esmagadora população brasileira é dependente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para futura aposentadoria. De acordo com o levantamento, 81% dos trabalhadores brasileiros dependem exclusivamente da autarquia pública, enquanto apenas 19% possuem planejamento para alcançar os seus objetivos. É o que aponta a pesquisa sobre a saúde financeira dos trabalhadores brasileiros divulgada pela Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin).


Na parceria com a Unicamp e o Instituto Axxus, foram entrevistados 2.000 funcionários de cem empresas, dos mais diferentes níveis hierárquicos, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Distrito Federal. Os dados revelam, ainda, que a falta de preparo não é só para aposentadoria. Apenas 16% dos colaboradores ouvidos são capacitados financeiramente, ou seja, conseguem pagar suas contas com a remuneração mensal e planejam seus gastos com antecedência. Por outro lado, 84% dos entrevistados enfrentam dificuldades para lidar com o dinheiro, sofrem prejuízos ou não entendem de finanças. Essa soma de fatores pode levar ao endividamento e, na maioria das vezes, essas dívidas impactam diretamente no rendimento do trabalhador. “Os dados são realmente preocupantes, visto que estamos diante de uma iminente reforma da Previdência Social, onde o trabalhador terá que contribuir por um período maior e apenas o dinheiro do governo não será suficiente. É preciso educar financeiramente os trabalhadores com urgência para que eles tenham mais sustentabilidade financeira no futuro. Além disso, o ganho também é para as empresas, já que uma pessoa saudável financeiramente é muito mais produtiva, assim as empresas devem se precaver implementando a educação financeira como um benefício aos seus colaboradores”, explica o presidente da Abefin, Reinaldo Domingos.


Veículo: ES Brasil Data: 17/02/2019 Link: http://esbrasil.com.br/artigo-pagar-iptu-ipva-a-vista/

IPTU e IPVA 2019: pagar à vista ou parcelar? 17 de fevereiro de 2019

Reinaldo Domingos é PhD. em Educação Financeira, escritor, educador e terapeuta financeiro (Fotografia - Divulgação)

Antes de ter essa resposta, é preciso saber em que situação financeira você se encontra: endividado, equilibrado financeiramente ou investidor. Sabemos que todos os anos a história se repete e dois dos gastos que mais costumam desequilibrar as finanças dos brasileiros são o IPVA e o IPTU, mas não


precisa ser assim. O grande erro está em não programar seu pagamento com antecedência. Como a maioria das pessoas não traçam um planejamento anual, acabam começando um ano novo com dificuldades financeiras, já que no período há também gastos com matrícula e material escolar, entre outros. Uma dúvida muito comum em relação ao IPTU e ao IPVA é sobre a condição de pagamento: é melhor à vista ou parcelado? Antes de ter essa resposta, é preciso saber em que situação financeira você se encontra: endividado, equilibrado financeiramente ou investidor. Se for a primeira ou segunda opção, dificilmente conseguirá fazer o pagamento à vista, restando o caminho do parcelamento. Lembrando que se deve evitar ao máximo recorrer a empréstimos, limites do cheque especial ou qualquer outra maneira de crédito do mercado financeiro, pois isso apenas se tornaria uma bola de neve, devido aos juros altíssimos cobrados. Isso nos leva a outro importante aspecto da educação financeira: ter uma reserva financeira. Caso a situação financeira esteja mais confortável, tendo uma reserva financeira, recomendo, sem dúvida nenhuma, que o pagamento seja feito à vista. Cada Estado pratica o próprio desconto, mas, em média, o contribuinte obterá 3% de desconto no IPVA e 4% no IPTU. É importante lembrar dos compromissos futuros; muitas pessoas se deixam levar pelo bom desconto e acabam esquecendo que haverá outras contas a serem pagas naquele mesmo mês ou nos próximos. Portanto fique atento: não adianta pagar à vista e conseguir desconto em uma despesa e não ter dinheiro suficiente para quitar as outras. Isso nos leva a outro importante aspecto da educação financeira: ter uma reserva financeira. Isso evita problemas como esse e nos deixa mais seguros, em caso de imprevistos. Enfim, com planejamento, é possível terminar e começar o ano com segurança de uma vida financeira saudável e muitas realizações. Reinaldo Domingos é PhD. em Educação Financeira, escritor, educador e terapeuta financeiro.


Veículo: ABC do ABC Data: 18/02/2019 Link: http://www.abcdoabc.com.br/caderno/cuidados-nao-se-endividar-cartao-credito77369

Data: 18/02/2019 09:34 / Autor: Redação ABCdoABC / Fonte: Reinaldo Domingos

Os cuidados para não se endividar no cartão de crédito Pesquisa revela que 25% dos usuários de cartão de crédito não conseguem pagar o valor total da fatura

O uso do cartão de crédito continua sendo uma das principais causas de endividamento do brasileiro, é o que mostra uma recente pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), onde 25% dos usuários do cartão de crédito não conseguiram pagar o valor total da fatura, entrando no famoso rotativo, com os juros mais altos do mercado atualmente (superando os 270% ao ano). Mas mesmo que o cartão de crédito tenha essa fama de “vilão” das finanças, é possível utilizá-lo com consciência, sendo o mais importante combater o problema do desequilíbrio na raiz, ou seja, se educando financeiramente. Além disso, o cartão pode ser também o nosso aliado e nos trazer muitos benefícios como, por exemplo, o acúmulo de milhas de viagem. Para não perder o controle do uso do cartão, lembre-se de o limite não ultrapassar metade do seu salário ou ganhos mensais, assim você não corre o risco de gastar mais do que recebe. O ideal é sempre pagar o valor total da fatura de uma vez, pois conforme visto acima, pagando a parcela mínima os juros são extremamente altos, fazendo com que a dívida aumente muito em pouquíssimo tempo. Caso não consiga, procure outra linha de crédito que não ultrapasse os 2,5% mensais.


Caso opte por fazer compras parceladas, fique atento. Sempre costumo dizer que ter dívidas não é o problema, mas sim não conseguir arcar com os valores durante os meses seguintes, portanto antes de dividir altos valores em diversas parcelas, veja se terá recursos disponíveis para esse compromisso. Outro ponto que costuma levar as pessoas à inadimplência é ter mais de um cartão para um único ganho mensal, portanto se recebe mensalmente, o ideal é ter apenas um cartão, mas caso receba semanalmente, é possível ter até três cartões, por exemplo: um para o dia 10, outro para o dia 20 e o terceiro com vencimento no dia 30, assim será possível comprar seis dias antes do vencimento de cada um dos cartões, tendo então 36 dias para o pagamento. Lembre-se também que a melhor maneira de conseguir descontos é pagando à vista, portanto caso tenha recursos disponíveis para fazer uma compra nessa modalidade de pagamento, peça descontos e economize. Por fim, não tenha medo de utilizá-lo, pois conforme dito acima, ele também pode ser um aliado, desde que seja utilizado com sabedoria e consciência. As compras por impulso se tornam mais raras quando criamos a responsabilidade no nosso consumo e também novos hábitos em relação ao uso do nosso dinheiro, portanto sempre faça uma reflexão e verifique se realmente precisa de determinado item ou serviço, além de saber também se poderá pagar a fatura total do seu cartão na data de vencimento estipulada. Eduque-se financeiramente e faça as pazes com o cartão de crédito.


Veículo: Portal Rosa Choque Data: 18/02/2019 Link: http://www.portalrosachoque.com.br/noticias/7487/6-orientacoes-para-curtirgastando-pouco/

6 orientações para curtir gastando pouco Como curtir a folia do feriado de Carnaval sem entrar no vermelho Publicado em: 18-02-2019 21:0hs | Fonte: DSOP Educação Financeira.1

Confira abaixo 6 orientações do especialista em educação financeira para curtir o Carnaval e economizar ao mesmo tempo. | Creditos: PixaBay O Carnaval está logo aí e muitas festas e blocos de rua já acontecem por todo o país. Enquanto uns pretendem viajar e descansar, outros preferem cair na folia e curtir as festas. Seja como for, é importante se programar com antecedência: conhecer sua situação financeira atual, analisar as possibilidades e aproveitar sem ficar no vermelho.


“Faça um diagnóstico financeiro, reveja as contas e se perceber que o orçamento está apertado, evite fazer loucuras para não se comprometer com dívidas nos próximos meses”, orienta Reinaldo Domingos, do canalDinheiro à Vista. Confira abaixo 6 orientações do especialista em educação financeira para curtir o Carnaval e economizar ao mesmo tempo. 1- Viagens Quem deseja viajar, mas não se planejou deve pesquisar locais, preços, pacotes e condições de pagamento que se encaixem em seu orçamento. É claro que gastos extras existirão – por isso é válido levar cerca de 30% do valor total da viagem como reserva – mas com os valores em mente é mais difícil gastar além do planejado. Considere também as despesas pós-carnaval, como o cartão de crédito, caso vá usar na viagem.

2- Festas de rua Em festas de rua, a tendência é gastar apenas com o que for consumir e com fantasia ou abadá. Para quem é frequentador assíduo – que vai antes, durante e até depois do Carnaval – é importante conhecer seus números e saber o quanto pode gastar para não ter surpresas após as festas.

3 - Fantasias Se for pular o Carnaval fantasiado, considere reformar a fantasia do ano passado ou pegar emprestado com um amigo. Se gostar de explorar a criatividade e colocar a mão na massa, projete e produza a sua nova fantasia. Há muitas ideias criativas em tutoriais na internet. Aluguéis costumam ser mais caros e conforme o Carnaval vai se aproximando, os preços sobem consequentemente.

4 - Bebidas e alimentos No Carnaval, é preciso se atentar aos excessos, inclusive o de alimentos e bebidas alcoólicas. Afinal, exagerar nesses quesitos não fará bem para sua saúde física e financeira. Ao comprar, procure valores promocionais em atacados, pois tende a ser mais barato e saudável levar cooler com bebidas e petiscos do que comprar de vendedores ambulantes.

5 - Inadimplente: cuidado dobrado Caso esteja com contas acumuladas, evite contrair novas dívidas no Carnaval. Procure economizar para que o momento de descontração e alegria não se torne motivo de preocupação. Não desanime, faça algo mais simples este ano e se planeje para sair dessa situação com educação financeira.

6 - Hora de curtir Caso tenha poupado dinheiro e planejado seu Carnaval com antecedência, parabéns! Agora resta curtir, evitando ultrapassar o valor. Se separou uma verba para todo o feriado, pode ser interessante dividir pelo número de dias e saber quanto gastar por dia. Boas festas!

* Reinaldo Domingos está a frente do canal Dinheiro à Vista. É Doutor em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e da DSOP Educação Financeira. Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira.


Veículo: METRO Jornal Data: 24/02/2019 Link: https://www.metrojornal.com.br/estilo-vida/2019/02/24/fies-2019-programaajuda-quem-tem-grana-curta-ingressar-numa-universidade-privada.html

Fies 2019: Programa ajuda quem tem grana curta a ingressar numa universidade privada Por Metro Jornal Domingo, 24 fevereiro 2019, às 15:00 Pexels

Criado em 1999 com o objetivo de ajudar os estudantes a arcarem com os custos de uma graduação em instituições privadas, o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) muitas vezes é a opção que sobra. Diante do martírio para conseguir entrar numa pública, a saída prática acaba sendo recorrer ao programa do governo federal. Funciona assim: o governo banca a mensalidade integral e, depois de formado, ou mesmo durante o curso, porém em parcelas reduzidas, o estudante


assume a conta. O financiamento varia de 10% a 100% do valor das mensalidades. No caso de quem estiver empregado com carteira assinada, o valor referente à parcela é descontado diretamente na fonte. Já para aqueles sem renda fixa, fica estipulado um valor mínimo. Em 2019, estão sendo oferecidas 100 mil vagas no primeiro semestre. As inscrições, que devem ser feitas no site fies.mec.gov.br, foram feitas este mês. O resultado da seleção prévia será divulgado a partir do dia 25, e os selecionados poderão completar a inscrição entre 26 de fevereiro e 7 de março. O candidato precisa ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e nota do Enem, a partir da edição de 2010, acima de 450 pontos, sem zerar na redação. Há também a modalidade P-Fies (Programa de Financiamento Estudantil), uma novidade recente, criada no ano passado, que usa recursos de instituições privadas. Nesse caso, sem limite de vagas e sobre o qual incidem juros, o que vale não é o ranking do Enem, e sim a ordem de inscrição. Para contratar o serviço, é necessário comprovar renda familiar de até cinco salários mínimos por pessoa. Aos financiamentos desta modalidade, fica estipulada uma taxa de juros de 6,5% ao ano, prazo de carência de 18 meses e período de amortização de até três vezes o tempo de permanência na condição de financiado. O estudante que fez a inscrição deverá validar as informações em sua instituição de ensino em até dez dias. A CPSA (Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento) é o órgão responsável, na instituição, pela validação das informações. No ato da inscrição no SisFIES, o estudante escolheu a instituição bancária, assim como a agência de sua preferência, sendo o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal os atuais agentes financeiros.

NÃO VÁ SE ENROLAR Muita gente não se planeja e deixa para pensar em como vai pagar o financiamento só depois de pegar o canudo, o que pode resultar numa baita dor de cabeça, com direito a sucessivas renegociações. O ideal é aproveitar o período de duração do curso para juntar a verba e quitar sem crise a dívida póstuma. Ana Rosa Vilches, diretora pedagógica do Grupo DSOP e mestre em educação financeira, dá a letra de como não deixar o sonho da graduação virar uma bola de neve.


Quem vai pagar? “O estudante tem que entender que o FIES não é algo gratuito e que o valor a ser pago não é insignificante. A dívida será cobrada independente da modalidade escolhida. Temos como experiência que nem sempre a graduação vai resultar num aumento de salário ou subida de cargo, no caso de quem já trabalha e iniciou um curso. Então a primeira coisa é ter em mente quem vai assumir a conta. Considere os imprevistos.”

Dedicação é fundamental “Depois de iniciar os estudos, o aluno tem que se dedicar, e são poucos que se atentam a estudar e, com isso, até conseguir uma gratuidade em alguma instituição. Quem não se dedica e ultrapassa o período estipulado da graduação, vai ter que pagar o período excedente.”

Quem poupa, tem “O diagnóstico é o melhor planejamento. Às vezes vale mais poupar um pouco antes de contratar o financiamento e continuar guardando dinheiro durante o curso, para poder pagar com o mínimo de parcelas e juros lá na frente. Isso implica fazer escolhas. Deixar de comprar e gastar com coisas menos importantes, por exemplo.”

Menos é mais “É mais vantajosa a opção de pagamento com a menor porcentagem de financiamento e com o menor prazo possível, pois o quanto antes o estudante se livrar da dívida, melhor. Não é legal ficar anos e anos pagando uma dívida.”

Planejamento familiar “No caso dos adolescentes, os pais precisam se atentar a esse momento. Não pode deixar para pensar na graduação do filho só quando chegar a hora. O ideal é pensar na formação da criança já a partir do nascimento. Se for poupado R$ 100 por mês a partir da infância, lá na frente essa situação de endividamento não acontecerá. Poucos pais têm essa preocupação, mas é hora das famílias assumirem isso.”


Veículo: Correio Braziliense Data: 25/02/2019 Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/02/25/internas_econ omia,739549/declarar-o-ir-junto-ou-separado-o-que-e-mais-vantajoso-para-ocasal.shtml

Declarar o IR junto ou separado? O que é mais vantajoso para o casal? Caso um dos cônjuges tenha renda bem mais baixa do que o outro, o ideal é fazer declaração conjunta. Se ambos ganham bem, a melhor opção tende a ser usar dois formulários. Na dúvida, é melhor fazer simulações Gabriela Tunes* postado em 25/02/2019 06:05 / atualizado em 25/02/2019 14:58

(foto: Caio Gomez/CB/D.A Press)


Está chegando a hora do ajuste anual do Imposto de Renda (IR). A declaração pode ser feita de diferentes formas. Cônjuges podem recorrer à declaração conjunta ou separada, possibilitando um melhor planejamento financeiro na hora de prestar as contas com o leão. Segundo a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), por meio do parecer nº 1.503, de 19 de julho de 2010, e da Instrução Normativa RFB nº 1.500, de 29 de outubro de 2014, art. 90, § 8º, o contribuinte pode colocar o companheiro — incluindo também relações homoafetivas — como dependente para dedução do IR, desde que tenham vida comum por mais de cinco anos, ou se, em um período menor, tiveram um filho. O professor Rafael Riemma, 35, e a médica Ludmila Bertti, 33, casados há cinco anos, optam por declarar individualmente. No começo do casamento, o casal chegou a declarar em conjunto. Ela fazia residência e não tinha uma renda justificável para um formulário separado. Na declaração, entrava apenas a renda do marido, ficando mais vantajosa a declaração em conjunto. Hoje, devido aos gastos que têm com medicamentos e com a escola do filho, é mais vantajoso declarar separado, para cada um conseguir uma restituição. “Se fizéssemos juntos, teríamos uma só restituição e não valeria a pena”, explicou Rafael. De acordo com o educador financeiro Jônatas Bueno, o mais indicado é o casal fazer as duas declarações, em conjunto e separada, e ver qual vai ser a mais vantajosa. É importante analisar os rendimentos e as despesas dos cônjuges e decidir qual das duas opções vai resultar em maior abatimento de imposto. "Preencha a declaração no site da Receita considerando as duas hipóteses e veja qual vai ser mais vantajosa. O próprio programa calcula", disse. Quem faz em conjunto consegue maior abatimento se tiver mais um dependente. “A receita considera que, quando tem dependente, tem abatimento ou dedução por pessoa”, explicou. Bueno sugere que o casal declare da mesma forma do ano anterior, caso a estrutura de renda deles não mude de um ano para o outro. “Se a estrutura de renda não mudar a cada ano, continue fazendo a mesma forma de declaração. Se a estrutura de renda mudar, teste outra”, explicou. Assim como Bueno, a contadora conselheira do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Maria Salete Barreto Leite, também indica analisar os rendimentos de ambos. Para ela, a declaração em conjunto é vantajosa quando um dos cônjuges não possui rendimento próprio. A separada, quando ambos possuem rendas distintas e, principalmente, com valores mais altos. “Se ambos tiverem um rendimento alto, a vantagem é fazer separada, para abater menos imposto, já que cada rendimento é somado para efeito de imposto de renda”, explicou (leia dicas no quadro abaixo).


Quando a declaração é realizada separadamente, algumas dicas são importantes. “Os cônjuges devem incluir o total de rendimentos próprio e dividir os bens comuns, ficando cada um com metade dos rendimentos produzidos. Assim, compensa-se 50% do imposto pago ou retido sobre esses rendimentos, independentemente de qual dos cônjuges tenha sofrido a retenção ou efetuado o recolhimento”, explica. De acordo com a conselheira, outra forma de ajudar no abatimento de imposto é um dos cônjuges incluir na sua declaração o total de rendimentos produzidos pelos bens comuns, além da inclusão dos rendimentos próprios. “Compensa-se 50% do imposto pago ou retido sobre esses rendimentos, independentemente de qual dos cônjuges tenha sofrido a retenção ou efetuado o recolhimento”, destaca. Glórias e Souza, que preferiram não se identificar com o nome completo, têm 34 e 35 anos. São casados há cinco anos com comunhão parcial de bens e declaram o IR separadamente. “Tudo o que conquistamos é de nós dois. Mesmo assim, declaramos separadamente todos os bens”, explicou o marido. Como ela tem patrimônio maior, ambos optam por fazer separadamente a declaração. “A gente faz separado porque minha esposa tem imóveis herdados no nome dela. Ficaria muito pesado o imposto se juntasse muitas rendas”, contou. Em 2019, o casal vai declarar,pela primeira vez, um imóvel adquirido no último ano, que está no nome dos dois e, assim, cada um vai colocar uma parte na sua declaração individual. “Essa vai ser a primeira vez que vamos declarar o apartamento no nome dos dois, e vamos fazer separadamente”, destacou Glórias.

Divórcio tem regra especial As formas de declaração de Imposto de Renda (IR) para casais continua servindo para aqueles que são separados, mas que não formalizaram o divórcio. Segundo a advogada tributarista, Marina Gomes, as regras só mudam quando há decisão judicial. “Enquanto não formalizamos o divórcio ou a separação judicial, o casal separado de fato deve observar as regras para declaração de casados, podendo declarar em conjunto ou separado”, explica. A partir do momento em que há o divórcio, não é possível fazer uma declaração conjunta, mesmo que ainda existam bens nos nomes dos dois. Sendo assim, cada um deve informar na declaração individual os bens nos nomes dos dois. “Após o divórcio, cada parte deve entregar sua própria declaração, informando sua parcela de bens que estejam em nome de ambos”, observa. A advogada ressalta que, para casais divorciados com filhos, só pode declará-los o responsável que possui a guarda judicial do dependente. “Os filhos somente podem constar como dependentes na declaração daquele que detém a sua guarda judicial. Nesse caso, aquele que detém a guarda deve oferecer à tributação na sua declaração os rendimentos recebidos pelos filhos, inclusive a importância recebida do ex-cônjuge a título de pensão alimentícia”, destacou. Por outro lado, o cônjuge que não possui a guarda pode incluir os filhos como alimentados e deduzir os valores pagos por pensão


alimentícia e despesas médicas. “Isso ocorre desde que os pagamentos decorram de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente ou por escritura pública”, orienta. A declaração do IR gera muitas dúvidas entre os contribuintes. Pensando nisso, todo ano, o Correio, em parceria com o Conselho Federal de Contabilidade, responde às dúvidas dos leitores sobre a declaração. O Conselho Federal de contabilidade congrega todos os profissionais e empresas de contabilidade do Brasil. A parceria com o Correio existe há três anos e, com ela, as duas instituições assumem o compromisso de esclarecer temas relativos ao assunto. No quarto ano de parceria entre o Correio e o CFC, haverá o aprimoramento das informações prestadas à Receita, como comenta o vice-Presidente de Política Institucional do CFC, Joaquim de Alencar Bezerra Filho. “Essa missão, com certeza, promove o aprimoramento das informações declaradas e termina por contribuir diretamente com a Receita Federal do Brasil e com o sistema fiscalizatório”, destaca.

O casal deve fazer a declaração do IR junto ou separado? Decidir declarar junto ou separado é uma escolha pessoal do casal. Ambos devem juntar as despesas e analisar os rendimentos para ver o que vale mais a pena. Deve-se optar pela forma que vai pagar menos imposto. De qualquer forma, algumas dicas são importantes: 1. Quando a declaração é realizada em conjunto: a) É vantajoso quando um dos dois não possui renda b) Uma das vantagens de fazer em conjunto é que, geralmente, quem possui uma renda maior consegue mais abatimento por possuir mais um dependente 2. Quando a declaração é realizada em separado: a) cada cônjuge deve incluir na sua declaração o total dos rendimentos próprios e 50% dos rendimentos produzidos pelos bens comuns, compensando 50% do imposto pago ou retido sobre esses rendimentos, independentemente de qual dos cônjuges tenha sofrido a retenção ou efetuado o recolhimento; ou b) um dos cônjuges inclui na sua declaração seus rendimentos próprios e o total dos rendimentos produzidos pelos bens comuns, compensando o valor do imposto pago ou retido na fonte, independentemente de qual dos cônjuges tenha sofrido a retenção ou efetuado o recolhimento.


Veículo: ABC do ABC Data: 22/02/2019 Link: http://www.abcdoabc.com.br/caderno/reforma-previdencia-aposentadoriasustentavel-possivel-77648

Data: 22/02/2019 15:36 / Autor: Redação ABCdoABC / Fonte: Reinaldo Domingos

Reforma da Previdência: aposentadoria sustentável é possível O que você está fazendo para garantir um futuro mais próspero financeiramente? Saiba como se planejar Nessa quarta-feira (20) o governo apresentou a proposta de reforma da Previdência Social e que tem gerado muita preocupação entre os brasileiros, aumentando o clima de incerteza em relação ao futuro. O texto prevê uma idade mínima para se aposentar de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, sendo 40 anos de contribuição para ambos. O período de transição será de 12 anos e a proposta tem o intuito de sanar o “rombo da previdência” de R$ 290,2 bi anuais, de acordo com dados do Tesouro Nacional. Mas mesmo com o aumento do tempo de contribuição e da idade, o foco deve ser outro. Não podemos ficar dependendo apenas o dinheiro da aposentadoria pública, já que há tempos sabemos que essa quantia não será suficiente para que a grande maioria das pessoas consigam ter uma aposentadoria sustentável, ou seja, viver de acordo com o padrão de vida desejado sem precisar continuar trabalhando para complementar a renda, o que acontece atualmente. A ausência da educação financeira fez com que os brasileiros começassem a se preocupar com essa questão muito tardiamente, colocando o crescimento profissional e o aumento de renda atual em primeiro plano, por isso o tema é mais do que fundamental para que essa mentalidade comece a mudar, independentemente de reformas. Muitas outras poderão vir ao longo dos anos, mas se tornar educado financeiramente é um aprendizado para a vida toda. Ainda diante de tudo isso, há também o fato do aumento da expectativa de vida dos brasileiros, que hoje é de 76 anos, segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que poderá crescer nos últimos anos, indicando que essa aposentadoria se torne ainda mais distante.


É claro que a reforma é uma ação preventiva para sanar o déficit nas contas da Previdência, portanto não entro no mérito dela ser boa ou não, mas sim trago a o alerta para que haja um movimento de mudança comportamental para que esse deixe de ser um problema e passe a ser a solução. Antes de qualquer coisa, as pessoas devem primeiro pensar qual é o padrão de vida que querem ter quando chegar o momento de se aposentar. Se eu não souber o quanto quero ganhar, não poderei saber o quanto preciso poupar, portanto é preciso descobrir o quanto antes o “número da sua aposentadoria”. Quanto mais cedo esse hábito começar, mais fácil será de atingir a quantia necessária e desejada para o futuro. Mas Reinaldo, quanto e onde devo guardar esse dinheiro? Essa é uma pergunta que ouço quase sempre quando o assunto é aposentadoria. A minha resposta é que consiga poupar, pelo menos, 10% do seu salário ou ganho mensal, encurtando o caminho para ter uma renda bastante significativa nos próximos anos. Existem muitos meios para deixar esse valor render, a previdência privada é a mais utilizada para esse fim, mas existem muitos outros investimentos disponíveis no mercado. Lembrando sempre que o ideal é diversificar em várias frentes, tendo rentabilidade garantia em qualquer situação. Mas fique atento: não corra o risco dessa reserva acabar inesperadamente, para isso você deve poupar, pelo menos, o dobro do valor necessário para o padrão de vida que deseja ter, assim utiliza metade com juros mensais e guarda o restante para realizar outros sonhos, como uma viagem, por exemplo. Portanto, o melhor momento para iniciar a construir uma aposentadoria financeiramente sustentável é agora. Eduque-se financeiramente assuma o controle do seu futuro!

Crédito: Shutterstock


Veículo: Cloud Coaching Data: 22/02/2019 Link: http://www.cloudcoaching.com.br/aproveite-o-carnaval-gastandopouco/post#.XHamgqJKgdU

Aproveite o Carnaval gastando pouco Publicado em 26 de fevereiro de 2019

Faltam poucos dias para a chegada do Carnaval e algumas medidas ainda podem ser tomadas para evitar o descontrole financeiro depois das festas., já que os custos nesse período costumam aumentar, principalmente com gastos imprevisíveis, que sempre aparecem. Fantasias, baladas, bebidas, hospedagens e passagens, tudo isso pode comprometer o seu orçamento e trazer dívidas que se arrastarão durante meses, por isso é preciso ficar atento e principalmente respeitar o orçamento definido previamente. Pode parecer difícil pensar em planejamento financeiro em um momento de descontração, mas acredite, essa é a melhor saída para não extrapolar as finanças e se endividar no futuro. A maioria das pessoas se esquece ou simplesmente não tem o hábito de fazer esse movimento e o resultado são os números assustadores de endividados e inadimplentes que observamos atualmente.


Portanto para não correr esse risco, apresento algumas orientações práticas para quem vai aproveitar o Carnaval em festas ou viajando para fugir do agito e descansar. Analise o seu orçamento disponível antes de tudo, de nada adianta planejar inúmeras atividades se não dispõe de recursos suficientes para tal. Reveja os seus ganhos e gastos e estabeleça um valor a ser utilizado durante esse período. Caso não tenha dinheiro suficiente para fazer tudo o que deseja, cuidado para não fazer loucuras no calor do momento e piorar a situação posteriormente. A fantasia também é um dos itens que podem trazer economia, portanto caso opte por se fantasiar durante as festas ou blocos de rua, por que não verificar o que já tem disponível em casa e caso não tenha alguma, peça emprestado para amigos ou então deixa a criatividade fluir e crie a sua. Com a facilidade de acessar inúmeros tutoriais na Internet é possível encontrar várias ideias de fantasia gastando pouco. Alugar uma fantasia costuma não ser a opção mais indicada por conta dos altos preços, que aumentam conforme a proximidade do Carnaval. Para quem vai viajar, o ideal é saber exatamente o quanto pretende e pode gastar antes e durante a viagem. Pousadas e passagens demandam uma boa pesquisa para conseguir encontrar pacotes e condições de pagamento mais atrativos. Além disso, outro fator que pode influenciar nos gastos em viagens é a data, por isso verifique se existe possibilidade em ajustar o seu calendário para gastar menos e principalmente para fugir dos congestionamentos. Caso não tenha se planejado, evite fazer loucuras em cima da hora. Aproveite o Carnaval na sua cidade e economize para o próximo ano. Nessa época, a variedade de eventos gratuitos é gigante e na maioria das cidades os blocos de rua saem todos os dias, além de festas e outros eventos para todas as idades, portanto não é preciso gastar para conseguir se divertir. O transporte também é um ponto que pode gerar economia, isso porque a oferta de transporte público aumenta, além da possibilidade de pegar caronas ou utilizar descontos nos aplicativos. Aproveite o Carnaval e não se esqueça de ter responsabilidade para não comprometer suas finanças, além de evitar o uso excessivo de bebidas alcoólicas, que podem prejudicar a saúde e também o bolso.


Veículo: O POVO Data: 27/02/2019 Link: https://www.opovo.com.br/noticias/economia/2019/02/26/seis-dicas-paraeconomizar-no-carnaval.html

EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Seis dicas para economizar no Carnaval 2019 Especialistas ouvidos pelo O POVO Online dão dicas para vários perfis de foliões 10:52 | 27/02/2019

Um Carnaval bem planejado garante você cair na folia sem ficar endividado. (Foto: Tatiana Fortes/ O POVO)


Por falta de dinheiro, tem quem não aproveite o Carnaval como gostaria. Dicas de economia podem ajudar a cair na folia - ou descansar com mais qualidade, como viagens - neste ou nos próximos Carnavais. O administrador Paulo Medina aprendeu a economizar e se planejar ao longo dos anos. Neste Carnaval, ele irá para Olinda (PE). “Combino com os amigos e separei uma parte do 13º salário, em dezembro. A excursão é relativamente barata. Assim, não fico com dívidas para depois do Carnaval”, compartilha. Especialistas ouvidos pelo O POVO Online dão dicas: Festas de rua Nas festas com gastos variáveis, a recomendação é calcular o quanto é necessário e o quanto é possível gastar e daí separar valores para cada dia do Carnaval. Bom é chegar na Quarta-Feira de Cinzas com dinheiro no bolso, afinal, março vai estar apenas começando e ninguém quer surpresas desagradáveis. Endividar-se logo no início do ano não é boa receita. “Faça um diagnóstico financeiro, reveja as contas e se perceber que o orçamento está apertado, evite fazer loucuras para não se comprometer com dívidas nos próximos meses”, orienta Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista.


2. Festas privadas Às vezes, o custo de uma festa open bar (onde as bebidas já estão inclusas no valor do ingresso ou somadas ao abadá) pode ser mais vantajoso. Claro, depende do consumo de cada um. Neste caso, vale a pena para quem bebe consideravelmente. Eliminar os custos variáveis e programar-se ao máximo é solução de ter saúde financeira. 3. Fantasias Se, em cima da hora, você ainda não planejou fantasias, certamente é melhor evitar este custo de compra ou aluguel. Às vésperas, os preços sobem. Então, considere reformar a fantasia do ano passado ou pegar emprestado com um amigo. Se tiver um pouco de tempo sobrando, explore a criatividade, customize a fantasia e use tutoriais gratuitos, disponíveis na internet. Os custos vão cair e sua fantasia vai ser diferente de todas as outras. 4. Inadimplente: cuidado redobrado Caso tenha contas acumuladas, evite fazer novas dívidas no Carnaval. Economize, busque opções gratuitas na programação local, beba menos etc. Assim, o feriado de lazer não vai se tornar motivo de preocupação. E, sim, dá para se divertir fazendo algo simples. 5. Carnaval em grupo Se vai passar o feriado com amigos, faça as compras no atacado, com o restante do grupo. Compartilhem os custos.


6. Viagens Enquanto uns pretendem curtir, outros preferem viajar e descansar. Viagens somam custos, muitas vezes altos, com hospedagem, transporte, alimentação e passeios. Conhecer sua situação financeira atual e analisar as possibilidades é a recomendação de Ricardo Natali, educador financeiro da DSOP e do canal Lucro FC (youtube.com/lucrofc) Por mais que não dê tempo viajar agora, guarde as dicas para os próximos feriadões, férias ou ainda para o próximo Carnaval. Nunca é cedo demais para planejar-se. Na maioria das vezes, pacotes e promoções são mais acessíveis quando comprados com antecedência. Como gastos extras podem existir, a recomendação é levar cerca de 30% do valor total da viagem como reserva. “É importante ter flexibilidade para datas e destinos. Quando se tem muita gente procurando, a passagem vai ficar mais cara, principalmente se você deixa para última hora”, alerta Ricardo. Outra dica dele é acumular milhas aéreas já para os próximos Carnavais. “Se você for bem educado financeiramente, pode fazer as compras do dia a dia com cartão de crédito e acumular milhas. Lojas parceiras multiplicam os pontos. Não precisa comprar em parcelas, para não se enrolar financeiramente”.


Pesquise passagens e hospedagens via aplicativos e sites, usando a tecnologia a seu favor. Sites como Google Flights e Skyscanner ajudam a identificar as companhias aéreas que têm as passagens mais baratas. Caso tenha poupado dinheiro e planejado seu Carnaval com antecedência, agora só resta curtir, evitando ultrapassar o orçamento.

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Clipping DSOP Janeiro e Fevereiro 2019  

Clipping: confira as principais publicações de janeiro e fevereiro de 2019 relacionadas à DSOP Educação Financeira na mídia!

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