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Índice 4 - Administradores

69 - Segs

6 - Jornal Edição do Brasil

71 - Cidade Verde

8 - MSN

73 - MSN

10 - Infomoney

75 - Infomoney

11 - DM

77 - Administradores

13 - Portal do Consumidor

79 - Investimentos e Notícias

15 - blog Finanças em Casa (Infomoney)

81 - revista Pet Center

17 - Investimentos e Notícias

84 - Segs

19 - EcoFinanças

86 - Vila Mulher

21 - Banca de Jornalistas

87 - Rádio Globo

23 - iGospel

88 - blog Finanças em Casa (Infomoney)

25 - Men’s Health

91 - Tribuna da Bahia

37 - A Tribuna de Santos

93 - Jornal do SBT

39 - Previdência Total

94 - UOL

42 - Auto Esporte

96 - Capef

43 - Exame

98 - BOL

48 - Construir NE

100 - Yahoo!

50 - Jornal do Commercio

102 - Jornal do Commercio

51 - MdeMulher

104 - iG

55 - Maxpress

108 - Bem Paraná

58 - MSN

110 - Brasil Econômico

60 - Infomoney

113 - OAB-Prev (SC)

63 - Segs

115 - Diário do Nordeste

66 - jornal O Estado

118 - Diário do Nordeste

67 - Monitor Digital

120 - Segs


3 122 - Voz da Bahia 124 - Boletim do Empreendedor (Sebrae) 126 - iG 130 - Terra

164 - MSN

132 - Revista VOTO

166 - BOL

134 - Maxpress

168 - Yahoo!

136 - Banca de Jornalistas

170 - O Dia

138 - Rádio USP

172 - Infomoney

139 - Cliente sa

175 - iG

141 - EduFin

179 - Alagoas 24 horas

143 - O Regional

181 - Cenário MT

145 - Jornal da BAND

183 - ACIAM

146 - Extra

186 - O Fluminense

147 - O Globo

188 - CDL Araguari

148 - Contábeis

190 - Banca de Jornalistas

150 - EcoFinanças

192 - Café de Notícias

152 - EcoFinanças

197 - Edufin

154 - Consumidor Consciente

199 - a escolha certa

156 - Infomoney

203 - UOL

158 - R7

206 - blog Lições de Bolso (Diário de Pernambuco)

161 - ,agregario 163 - Tribuna Popular

208 - Gazeta AM


4 Veículo: Administradores Data: 31/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/dia-mundial-sem-tabaco-deixar-de-fumarpode-refletir-positivamente-nas-financas-pessoais/88607/

Dia Mundial Sem Tabaco: Deixar de fumar pode refletir positivamente nas finanças pessoais Com o valor do cigarro em R$ 5,00, um fumante que consome dois maços por dia gastará por por ano R$ 3.600,00 Thinkstock

As restrições para o cigarro em ambiente coletivo são cada vez maiores em todo o território nacional e a expectativa é que essas cresçam ainda mais, seguindo as tendências internacionais na luta contra os males causados pelo tabagismo. Data importante nessa luta será o próximo dia 31 de maio, quando é celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Um ponto importante nessa questão é que o combate a esse vício não trará só benefícios para a saúde física do consumidor, outro impacto muito importante é na saúde financeira da pessoa que fuma, com redução dos gastos com o produto e com os tratamentos de saúde. A conta é simples, com o valor do cigarro em R$5,00, um fumante que consome dois maços de cigarro por dia gastará por mês R$300,00, por ano o valor vai para R$3.600,00, e isso sem levar em contar ganhos com investimentos. Mas, se esse dinheiro for investido por dez anos em uma aplicação com rendimento de 0,6% mensais e sem considerar a inflação, ao fim do período o ex-fumante terá de R$52.500,90 e em trinta anos serão R$380.767,63. Esse custo no orçamento mensal das pessoas com certeza fará com que muitos repensem sobre a importância de manter esse vício. É lógico que esse risco é muito menor do que os físicos, entretanto, não podem negar que esse impacto reflete na economia diária do viciado e, aumentando o valor do produto, todos sentirão esse impacto.


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E isso sem que se contem os gastos que um fumante terá nesse período com problemas de saúde, ocasionado pelo cigarro, e da perda de rendimento no trabalho em função do cansaço que esse vício proporciona. O ato de fumar não faz só que o viciado perca dinheiro, o tabagismo gera uma perda mundial de centenas de bilhões de dólares por ano, sendo que a metade dela ocorre nos países em desenvolvimento. Este valor é o resultado da soma de vários fatores, como o tratamento das doenças relacionadas ao tabaco, mortes de cidadãos em idade produtiva, maior índice de aposentadorias precoces, aumento no índice de falta ao trabalho e menor rendimento produtivo. Assim, se você é fumante imagine: como você estará daqui a trinta anos continuando a fumar? Sua saúde estará boa? Quanto você terá gasto? Agora imagine: se parar de fumar hoje e investir esse dinheiro, daqui trinta anos, além de ter uma qualidade de vida muito maior, ainda estará mais de R$ 380 mil mais rico. Com isso terá saúde e também mais dinheiro para aproveitar a vida! Reinaldo Domingos - educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP, autor dos livros Terapia Financeira, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país.


6 Veículo: Jornal Edição do Brasil Data: 30/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.jornaledicaodobrasil.com.br/site/copa-pode-gerar-aumento-de-r30-bilhoes-no-pib/

Copa pode gerar aumento de R$30 bilhões no PIB

Ministro do Turismo, Vinicius Lages: “Os turistas que vierem para os jogos gastam mais. É um público qualificado e queremos conquistá-los” (Foto: Ass / Mtur) Mesmo com a queda nas vendas em alguns setores neste 1° semestre de 2014, os gastos dos turistas na Copa do Mundo poderão ser uma saída para alavancar o Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo (MTur), 3,7 milhões de turistas estrangeiros e brasileiros devem aplicar a quantia de R$ 6,7 bilhões no país. Transporte, hospedagem, compras, atrações turísticas e alimentação estão no roteiro de gastos. O ministro do Turismo, Vinicius Lages, afirma que serão 1,9 milhão de turistas brasileiros e estrangeiros e um gasto de R$ 4,05 bilhões, se considerarmos os visitantes que estarão em viagens com o objetivo principal de participar de eventos da Copa. “Outros 1,8 milhão de turistas estarão no país durante o Mundial movimentando cerca de R$ 2,64 bilhões, o que é ótimo para a economia nacional”, disse. Lages conta que diversos setores serão favorecidos mesmo com os feriados e dias parados devido a Copa do Mundo no Brasil. “O Mundial deve gerar um acréscimo de R$ 30 bilhões ao PIB, beneficiando segmentos como hotelaria, aviação, pequenas e médias empresas (incluindo restaurantes e produção associada ao turismo), agências de viagem e transportadoras turísticas”. Segundo o ministro, o total da movimentação financeira pode dobrar. “O valor projetado, com base em pesquisas realizadas pelo Ministério do Turismo não inclui a movimentação indireta e induzida desses desembolsos. Ou seja, o total de transações financeiras para o turismo pode aumentar e até ultrapassar o esperado”, enfatiza. Alimentos impulsionam


7 Parte da arrecadação esperada pelo MTur pode estar atrelada também a alimentação. Uma prova disso é a alta nos preços divulgados pela Fifa. Os valores estão mais elevados em relação aos cobrados na Copa das Confederações do ano passado. Os produtos variam de R$ 5 a R$ 15. Entre os alimentos mais baratos está o bolo de rolo, vendido a R$ 8, na Arena Pernambuco. Já uma tapioca, comercializada no Recife, sairá também por R$ 8. Outras opções de comidas são cheeseburguers e cachorro quentes (R$ 10) e cheeseburguers duplos (R$ 13). Em relação as bebidas, a cerveja com álcool importada, de 473 ml, custará R$ 13. Já a nacional será comercializada por R$ 10, enquanto que a sem álcool sai por R$ 6. Uma água mineral, de 500 ml, será vendida por R$ 6, enquanto que um refrigerante, de 600ml, poderá ser adquirido por R$ 8. Preços não vão atrapalhar Para Lages, os preços, no caso da alimentação, mesmo que mais caros por causa do Mundial não devem atrapalhar muito, já que os turistas que vierem para o Brasil irão gastar além do programado. “O bom resultado pôde ser verificado na Copa das Confederações, quando mais de 70% dos turistas estrangeiros entrevistados pretendiam voltar ao país para acompanhar a Copa. Esses visitantes que vem para os jogos gastam mais. É um público qualificado e queremos conquistá-los durante esse período para que eles voltem em outras oportunidades”, conclui.


8 Veículo: MSN Data: 30/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/al%C3%A9m-da-sa%C3%BAde-economia-ao-deixar-v %C3%ADcio-de-fumar-chega-a-rdollar-36-mil-por-ano

Além da saúde, economia ao deixar vício de fumar chega a R$ 3,6 mil por ano Riscos do consumo do cigarro são lembrados no Dia Mundial Sem Tabaco

Fumante que consome dois maços de cigarro por dia gastará por mês R$ 300,00 (SXC.HU)

SÃO PAULO - No dia 31 de maio é celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para lembrar os riscos para a saúde do ato de fumar. Outro ponto importante a ser lembrado é que o combate a esse vício trará não só benefícios para a saúde física do consumidor, mas também para a saúde financeira da pessoa que fuma, com redução dos gastos com o produto e com os tratamentos de saúde. O educador financeiro, Reinaldo Domingos, presidente da Dsop Educação Financeira, contabiliza que com o valor do cigarro em R$ 5,00, um fumante que consome dois maços de cigarro por dia gastará por mês R$ 300,00. O valor por ano vai para R$3.600,00. "E isso sem levar em contar ganhos com investimentos", afirma. Segundo ele, se esse dinheiro for investido por dez anos em uma aplicação com rendimento de 0,6% mensais e sem considerar a inflação, ao fim do período o ex-fumante terá de R$ 52.500,90 e em trinta anos serão R$ 380.767,63. "Esse custo no orçamento mensal das pessoas com certeza fará com que muitos repensem sobre a importância de manter esse vício. É lógico que esse risco é muito menor do que os físicos, entretanto, não podem negar que esse impacto reflete na economia diária do viciado e, aumentando o valor do produto, todos sentirão esse impacto. E isso sem que se contem os gastos que um fumante terá nesse período com problemas de saúde, ocasionado pelo cigarro, e da perda de rendimento no trabalho em função do cansaço que esse vício proporciona", afirma.


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O educador explica ainda que o ato de fumar não faz só que o viciado perca dinheiro, o tabagismo gera uma perda mundial de centenas de bilhões de dólares por ano, sendo que a metade dela ocorre nos países em desenvolvimento. Este valor é o resultado da soma de vários fatores, como o tratamento das doenças relacionadas ao tabaco, mortes de cidadãos em idade produtiva, maior índice de aposentadorias precoces, aumento no índice de falta ao trabalho e menor rendimento produtivo.


10 Veículo: Infomoney Data: 30/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/3377944/alem-saude-

economia-deixar-vicio-fumar-chega-mil-por-ano


11 Veículo: DM Data: 30/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.dm.com.br/texto/178687

Saúde financeira dos fumantes Especialista diz que gastos médios com cigarros podem chegar a R$ 3.600 ao ano. Educador financeiro alerta sobre despesas com saúde, no tratamento de doenças provocadas pelo vício

Hoje é o Dia Mundial Sem Tabaco. A data foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para lutar contra os males causados pelo tabagismo. E as razões de combate ao cigarro vão além da saúde física dos fumantes. Aproveitando a data de conscientização, especialistas destacam que o vício atinge também o bolso dos consumidores, com os gastos com o produto e tratamentos de saúde. De acordo com Reinaldo Domingos, educador financeiro e presidente da Dsop Educação Financeira, a conta é simples: considerando o valor do cigarro em R$ 5, Reinaldo calcula que um fumante que consome dois maços de cigarros, por dia, gastará cerca de R$ 300 mensais. Por ano, esse valor chega a R$ 3.600. Por outro lado, o educador explica: "Se esse dinheiro for investido, por dez anos, em uma aplicação com rendimento de 0,6% mensais, sem considerar a inflação, ao fim do período o ex-fumante terá R$ 52.500 e, em trinta anos, serão mais de R$ 380 mil." Esses números desconsideram ocasionais gastos com problemas de saúde gerados pelo cigarro. Reinaldo destaca que, embora o risco financeiro seja muito menor do que os físicos, os gastos para manter o vício também devem ser considerados. Para o especialista, não há como negar o impacto dessas despesas. De acordo com o educador, o tabagismo não influencia apenas no desembolso de dinheiro de viciados, mas gera uma perda mundial de centenas de bilhões de dólares por ano. "Este valor é o resultado da soma de vários fatores, como o tratamento das doenças relacionadas ao tabaco, mortes de cidadãos em idade produtiva, maior índice de aposentadorias precoces, aumento no índice de falta ao trabalho e menor rendimento produtivo", explica. Domingos termina propondo a reflexão dos viciados não só em relação aos riscos de saúde física a que se submetem, mas também sobre a saúde financeira. Ele ressalta que, se uma pessoa para de fumar e investe o dinheiro antes gasto com cigarros, "daqui trinta anos, além de ter uma qualidade de vida muito maior, ainda estará mais de R$ 380 mil mais rico". Asso, além de melhor saúde, terá também mais dinheiro para aproveitar a vida.

"Daqui trinta anos, além de ter uma qualidade de vida muito maior, ainda estará mais de R$ 380 mil mais rico”


12 Veículo: Portal do Consumidor Data: 29/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?id=26458

Mesmo com IOF, nem sempre compensa usar dinheiro vivo em viagens ao exterior

SÃO PAULO - O consumidor foi surpreendido no final do ano passado com a notícia de que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) foi unificado em 6,38% para as compras em moeda estrangeira feitas com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras de cheques de viagem e carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira. Anteriormente ao anúncio, era cobrado IOF de 0,38% para essas operações, enquanto para o cartão de crédito já vigorava a taxa de 6,38%. Desde a mudança, o consumidor tem mostra predileção para o pagamento em dinheiro vivo durante as compras no exterior. De acordo com dados do Banco Central, o pagamento em dinheiro em espécie cresceu 25% nos três primeiros trimestres deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado. Contudo, nem sempre levar uma grande quantia em dinheiro é uma boa alternativa para viagens internacionais. Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da Dsop Educação Financeira e Editora Dsop, recomenda levar no máximo 20% da quantia estimada para a viagem em espécie.


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A vantagem desta parcela em dinheiro vivo é que ele congela a taxa de conversão, enquanto o uso do cartão de crédito não garante a estabilidade do câmbio. Por outro lado, tanto o cartão de crédito como o pré-pago contribuem para a questão de segurança e comodidade nas compras. Além da segurança, o educador financeiro afirma que o cartão de crédito permite vantagens, como o acúmulo de milhas para a próxima viagem e descontos na compra de alguns itens. É preciso lembrar ainda que, de acordo com a Receita Federal, quem entra ou sai do país com mais de R$ 10 mil em moeda nacional ou estrangeira deve fazer a declaração pela internet. É preciso, também, ir à fiscalização aduaneira para que seja feita a conferência dos valores declarados. levar uma grande quantia em dinheiro sem declarar é considerado contrabando de dinheiro. Vale considerar também o custo do dinheiro. O preço do dólar nos bancos e corretoras custa em mais caro do que a conversão no cartão de crédito, o que reduz a vantagem com o IOF mais barato. Além disso, apesar de um valor bem inferior, a compra do papel moeda também incide um IOF de 0,38%. A sobra de dinheiro no final da viagem também é um fator a ser considerado ao optar pelo dinheiro vivo.


14 Veículo: blog Finanças em Casa (Infomoney) Data: 29/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.infomoney.com.br/blogs/financas-em-casa/post/3375453/como-planejar-

financeiramente-para-copa-mundo


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16 Veículo: Investimentos e Notícias Data: 29/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.investimentosenoticias.com.br/financas-pessoais/credito/saiba-como-utilizar-

adequadamente-o-credito-consignado.html

Saiba como utilizar adequadamente o crédito consignado O número de colaboradores de empresas, aposentados e pensionistas que pedem empréstimos com desconto em folha de pagamento é muito alto, o que faz com que essa se torne uma das principais formas de endividamento da população, e se essa ferramenta for utilizada sem educação financeira esse problema pode se tornar muito sério. Segundo dados que consideram apenas os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), houve uma leve retração na obtenção dessa forma de crédito. Esses dados apontam que, em março deste ano, as operações de crédito consignado totalizaram R$ 3,543 bilhões, um resultado 4,04% inferior ao mesmo período de 2013, quando foram liberados mais de R$ 3,6 bilhões. Em número de contratos, a redução é ainda maior: em março de 2014, registrou 1.046.291 contra 1.147.337 contratos efetivados, em março de 2013, uma redução de 8,81%. Essa redução se deve a vários fatores, dentre os quais destaco as perspectivas econômicas negativas, que fez com que crescesse consideravelmente o medo da população em tomar créditos no mercado, não sabendo se conseguirão arcar com os compromissos. Contudo, em praticamente todas as empresas que realizo trabalho de educação financeira, observo a utilização dessa ferramenta de crédito de forma inadequada, o que leva a problemas como queda na produtividade e até mesmo demissões, por isso, esse é um tema que precisa ser alvo de esclarecimentos e cuidados antes de ser oferecido pelas empresas e utilizado pelos funcionários. Imagina se, após ter pego um crédito consignado, os problemas comecem a interferir no trabalho, causando queda de produtividade e motivação? As coisas só piorariam. Com a educação financeira, essa questão se minimiza, pois as pessoas perceberão que o problema não é ter dívidas, mas sim não ter total conhecimento da situação financeira, fazendo com que a vida gire em torno de dívidas intermináveis, que deixam cada vez mais longe a realização dos sonhos. Então, separei algumas orientações básicas e práticas para que as pessoas tenham consciência na hora de utilizar esta linha de crédito: 1. Antes de tomar qualquer crédito é importante conhecer a sua real situação financeira, ou seja, fazer um diagnóstico financeiro; 2. É muito importante não deixar com que este empréstimo e que os problemas financeiros reflitam em seu desempenho profissional, pois, será muito mais complicado pagar qualquer prestação sem salário. 3. Antes de buscar pelo crédito consignado, é importante tomar consciência de que o custo de vida deverá ser reduzido em até 30% do ganho mensal, isto porque a prestação deste reduzirá o seu ganho mensal diretamente em seu salário ou benefício de aposentadoria; 4. É muito comum a utilização do crédito consignado para quitação de cheque especial, cartão de crédito e financeiras, porém a troca simplesmente de um credor por outro, sem descobrir a causa do


17 verdadeiro problema, apenas alimentará o ciclo do endividamento; 5. A linha de crédito consignado, sem dúvida, se bem utilizada é importante, porém não pode fazer parte da rotina de um assalariado ou aposentado. Sua utilização deve ser pontual; 6. Tem sido comum o empréstimo do nome a terceiros por parte de aposentados e até mesmo funcionários, mas este procedimento é prejudicial a todos; 7. Caso encontre taxas de juros mais baixas, é válido fazer portabilidade deste crédito. Para os funcionários, o caminho será falar com a área de Recursos Humanos; para os Aposentados, as possibilidades são inúmeras, é preciso pesquisar; 8. Para quem quer tomar o crédito consignado, recomendo que, antes mesmo de assinar o contrato com a instituição financeira, se faça uma boa reflexão e analise se este valor que será descontado diretamente no salário ou benefício não fará falta para os compromissos essenciais mensais. Reinaldo Domingos, educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


18 Veículo: EcoFinanças Data: 29/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.ecofinancas.com/noticias/iof-sempre-compensa-usar-dinheiro-vivo-viagens-

exterior

Mesmo com IOF, nem sempre compensa usar dinheiro vivo em viagens ao exterior Segurança, custo do dinheiro e vantagens como acúmulo de milhas no cartão precisam ser considerados ao optar pelo dinheiro vivo O consumidor foi surpreendido no final do ano passado com a notícia de que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) foi unificado em 6,38% para as compras em moeda estrangeira feitas com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras de cheques de viagem e carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira. Anteriormente ao anúncio, era cobrado IOF de 0,38% para essas operações, enquanto para o cartão de crédito já vigorava a taxa de 6,38%. Desde a mudança, o consumidor tem mostra predileção para o pagamento em dinheiro vivo durante as compras no exterior. De acordo com dados do Banco Central, o pagamento emdinheiro em espécie cresceu 25% nos três primeiros trimestres deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado. Contudo, nem sempre levar uma grande quantia em dinheiro é uma boa alternativa para viagens internacionais. Reinaldo Domingos, educador financeiro , presidente da Dsop Educação Financeira e Editora Dsop, recomenda levar no máximo 20% da quantia estimada para a viagem em espécie. A vantagem desta parcela em dinheiro vivo é que ele congela a taxa de conversão, enquanto o uso do cartão de crédito não garante a estabilidade do câmbio . Por outro lado, tanto o cartão de crédito como o pré-pago contribuem para a questão de segurança e comodidade nas compras. Além da segurança, o educador financeiro afirma que o cartão de crédito permite vantagens, como o acúmulo de milhas para a próxima viagem e descontos na compra de alguns itens. É preciso lembrar ainda que, de acordo com a Receita Federal, quem entra ou sai do país com mais de R$ 10 mil em moeda nacional ou estrangeira deve fazer a declaração pela internet. É preciso, também, ir à fiscalização aduaneira para que seja feita a conferência dos valores declarados. levar uma grande quantia em dinheiro sem declarar é considerado contrabando dedinheiro . Vale considerar também o custo do dinheiro . O preço do dólar nos bancos e corretoras custa em mais caro do que a conversão no cartão de crédito, o que reduz a vantagem com o IOF mais barato. Além disso, apesar de um valor bem inferior, a compra do papel moeda também incide um IOF de 0,38%. A sobra de dinheiro no final da viagem também é um fator a ser considerado ao optar pelo dinheiro vivo.


19 Veículo: Banca de Jornalistas Data: 29/05/2014 Editoria: Livro Site: http://www.bancadejornalistas.com.br/educacao-financeira-entra-em-campo/

Educação financeira entra em campo Para aproveitar o ensejo da Copa do Mundo, a DSOP Educação Financeira promoverá, de 02 a 06 de junho, uma semana especial com orientações para manter o equilíbrio financeiro durante o maior evento do ano no Brasil. Ao todo, serão sete palestras online gratuitas, ministradas por Educadores Financeiros DSOP de diversas regiões do país, sempre com temas pertinentes ao momento esportivo. Além delas, uma palestra presencial gratuita sobre investimentos, na sede da DSOP, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo. Para assistir às palestras, basta realizar sua inscrição! Acompanhe a programação: 02/06, às 11h – Como evitar gastos excessivos em datas comemorativas – Reinaldo Domingos 02/06, às 17h – O seu dinheiro na Copa do Mundo – Luiz Barros 03/06, às 11h – Driblando as dívidas – Anderson Gonçalves 04/06, às 11h – Torcedor consciente: consumo x diversão – Celiane Gonçalves 05/06, às 11h – A euforia e o consumo no período da Copa – Silvio Bianchi 05/06, às 18h – Dê o pontapé inicial no seu investimento – Edward Cláudio Jr. 06/06, às 11h – Jogadas publicitárias e o endividamento durante a Copa – Dayane Godinho Para saber um pouco mais sobre cada palestra e outras informações, acesse o link: http://www.dsop.com.br/especial/copa-2014/ Sobre a DSOP A DSOP Educação Financeira é uma empresa dedicada à disseminação da educação financeira no Brasil e no mundo, por meio da aplicação da Metodologia DSOP, criada pelo educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos. Para atingir essa missão, a DSOP oferece uma série de produtos e serviços para pessoas, empresas e instituições de ensino interessadas em ampliar e consolidar seus conhecimentos sobre Educação Financeira. A DSOP está presente em todo o país com Educadores Financeiros e Franqueados preparados para difundir a educação financeira e levar a empresa a atingir suas ambiciosas metas.


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VeĂ­culo: iGospel Data: 29/05/2014 Editoria: Livro Site: http://www.igospel.org.br/br/noticia.php?

m=*36889C906E885B729E8F40BD2990FEB0D582535A


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Quatro passos para alcançar a sabedoria financeira A inovadora metodologia DSOP, que corresponde a Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar as finanças pessoais, faz com que se rompa a falta de controle financeiro, em todas as áreas. Quem adota este método passa a saber quanto é gasto em cada item da casa, seja com alimentação, com os filhos, transporte, cursos, lazer e outras prioridades. A prática é apresentada pelo terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, no livro “Sabedoria Financeira”, recentemente lançado pela editora Thomas Nelson Brasil, em parceria com a editora DSOP.

“De quanto eu disponho, de verdade, para gastar com algo este mês? Tenho dinheiro suficiente para comprar à vista? Precisarei comprar a prazo e pagar juros? Terei, com certeza, o valor para pagar as parcelas subsequentes?”. São essas as questões levantadas pelo autor.

Uma das primeiras orientações é a seguinte: quem quer cuidar melhor do dinheiro deve promover uma análise de consciência sobre sua utilização, até o momento.

Em seguida, é necessário que o leitor compreenda o seu próprio perfil, entre os quatro intitulados pelo especialista, como “endividado”, “inadimplente”, “equilibrado” e “poupador”. Essa abordagem pode facilitar, inclusive, a percepção do comportamento de terceiros, sejam familiares ou amigos.

A obra tem 15 capítulos que abrangem desde a teoria dos “bens de valor e sem valor” até “aprender a curtir a chegada da prosperidade” – momento no qual a pessoa já vai ter aprendido a controlar suas finanças e, assim, poderá usufruir das benfeitorias de uma vida financeiramente equilibrada.


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O projeto já está disponível em formato ebook, na Amazon.

Para mais informações, acesse: www.thomansnelson.com.br


23 Veículo: Men’s Health Data: 26/05/2014 Editoria: Saúde Site: http://menshealth.abril.com.br/saude/estilo-de-vida/domine-o-tempo/

Domine o tempo Quanto mais cedo você começar a cuidar da sua saúde, do seu dinheiro e de sua vida afetiva e intelectual, melhor será o seu futuro. Siga os 8 passos do plano MH para prolongar a sua juventude, mesmo que ela comece aos 20, 30, 40 ou 50 anos

Em 1945, a expectativa de vida para o homem no Brasil era de 43 anos. Passadas seis décadas, e graças a fatores sociais e econômicos como a melhoria do saneamento básico, o maior acesso à educação, a distribuição de renda mais igualitária e o progresso da medicina, o brasileiro do sexo masculino alcança hoje, em média, 71 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ou seja, estamos vivendo mais. Esse fato traz à tona um desafio: o que fazer para desfrutar melhor todo esse tempo extra? Primeiro, parece óbvio dizer que cuidar da saúde é a primeira providência para garantir que a passagem dos anos seja proveitosa. Mas os homens vacilam. Um estudo realizado com 2 mil voluntários americanos pelo laboratório Abbott em parceria com a ONG Men’s Health Network (EUA) revelou que 52% dos entrevistados só procuram o médico quando já estão com um problema instalado e 50% admitem essa resistência, por terem medo de encontrar um problema sério de saúde. “Os homens acham que, assim, estão se preservando do sofrimento de descobrir algo de ruim consigo.


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Encaram a doença como fraqueza. Isso é um erro! ”, diz o cardiologista Artur Zular, mestre em gerontolgia do Instituto Qualidade de Vida, em São Paulo. Nunca é tarde, porém, para apostar em mudanças positivas. “Mais do que prevenir doenças, deve-se criar um estoque extra de saúde para os anos que virão”, afirma Paulo Roberto Corrêa, fisiologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Pensando nisso, MEN’S HEALTH apresenta os oito pontos fundamentais aos quais você deve dar atenção para prolongar a sua juventude. Estamos falando tanto de malhação e de saúde como também de cuidados com a aparência e os aspectos emocional e intelectual. “Esses pilares agem como a abertura de um paraquedas, que desacelera o declínio do organismo durante o envelhecimento”, completa Gabriel Vieira, educador físico e professor da Fisicursos, centro de pós-graduação e extensão na área de saúde. Seja qual for a sua faixa etária — 20, 30, 40 ou 50 anos —, confira nosso plano de voo para fazer com que os próximos anos sejam os melhores de sua vida. AOS 20 ANOS Passo 1: Atividade física Nessa fase da vida, o organismo está no auge. “Graças ao maior teor de testosterona, é mais fácil ganhar massa magra”, destaca Bianca Ramallo, professora de educação física da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Capriche, portanto, nos exercícios de força e resistência: músculos fortes criam uma boa proteção para as articulações e os ossos. Treinos musculares e de impacto, como a corrida, aliás, fortalecem o esqueleto. As atividades aeróbicas (nadar, pedalar) também melhoram a circulação e levam mais nutrientes até os ossos — uma boa aposta contra a osteoporose, doença caracterizada pela redução progressiva da densidade óssea e pelo aumento do risco de fraturas. Não se esqueça da trabalhar a flexibilidade, para garantir a amplitude de movimentos dos músculos, ligamentos e tendões. Com isso, sua independência motora será sempre preservada. Musculação, futebol, surfe, natação: teste várias modalidades e escolha a que mais tem a ver com você. “É o melhor jeito de descobrir do que gosta e a qual modalidade seu corpo reage com mais eficácia”, diz Paulo Corrêa, fisiologista em São Paulo. Passo 2: Coração Na máquina perfeita que é o corpo humano, esse órgão desempenha o papel de motor, já que bombeia o combustível — o sangue e, com ele, o oxigênio — para todas as células e demais órgãos. “O perigo é que, no dia a dia, problemas como hipertensão, arritmias e cardiopatias congênitas podem ficar silenciosos, sem apresentar nenhum sintoma”, alerta o cardiologista Artur Zular. Daí a importância de realizar um check-up médico antes de se aventurar na atividade física — recomendação válida em qualquer idade. Não se engane com a ideia de que a juventude o libera de tal cuidado. Um infarto aos 20 e poucos anos costuma ser


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fulminante. Segundo Zular, quando uma pessoa mais velha sofre com a falta de sangue e oxigênio ao longo dos anos, por causa de artérias obstruídas, o corpo reage desenvolvendo novas artérias a fim de minimizar os prejuízos. É o que os médicos chamam de circulação colateral. “Mas quando esse tipo de problema ocorre com um jovem, o organismo não teve tempo suficiente para criar esse mecanismo de compensação”, ressalta Artur Zular. Passo 3: Aparência O uso do protetor solar deve ser um cuidado constante, e não ficar reservado às situações de grande exposição, como a praia ou a beira da piscina. “Assim, além de evitar os sinais de envelhecimento precoce, você se protege do câncer de pele”, aponta a dermatologista Marian Orlandi, em São Paulo. Antes de passar o produto, tome pelo menos dez minutinhos de sol, todos os dias. “Esse hábito é importante na síntese de vitamina D, que promove a melhor absorção do cálcio, nutriente fundamental para manter os ossos mais fortes”, diz o cardiologista Artur Zular. Já aos 20 e poucos anos, há quem também note o surgimento de entradas no couro cabeludo. “Metade dos homens entre 18 e 50 anos têm calvície. Sua causa é genética”, afirma Valcinir Bedin, dermatologista em São Paulo, presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo (SBC) e consultor da MH. Em outras palavras: uma vez que existe a predisposição, não dá para prevenir nem aniquilar de vez esse problema. No entanto, quanto mais rápido for iniciado o tratamento dermatológico para retardar a queda, melhor. Passo 4: Alimentação Lance mão dos carboidratos complexos de baixo índice glicêmico, como cereais, pães e massas (todos integrais), batata-doce e mandioca. Eles demoram mais para ser digeridos e, por isso, fornecem energia de maneira mais estável e contínua. Além disso, evitam os picos de açúcar no sangue, que é estocado no organismo em forma de gordura. “Aposte ainda no leite e no iogurte, que fornecem cálcio, essencial para a saúde óssea; e na carne vermelha magra (filémignon) fonte de ferro, que vai garantir vitalidade”, orienta a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria, em São Paulo. Passo 5: Vida sexual Que sexo faz bem, você já sabe. E isso não se deve apenas ao prazer que ele proporciona. A manutenção de uma rotina sexual saudável — e segura, com o uso obrigatório de preservativo — traz múltiplos benefícios: aumenta a frequência cardíaca, favorece a circulação sanguínea e a oxigenação de órgãos e tecidos, reforça o sistema imunológico e libera endorfinas que promovem o relaxamento e trazem a sensação de bem-estar. De quebra, fortalece a sua autoestima. Passo 6: Saúde emocional Num período como esse, de experimentação e descobertas, o homem tende a encarar tudo de modo superficial e a culpar fatores externos pelos revezes, como problemas no trabalho e brigas com a família. Daí a importância de trabalhar a


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autoconfiança. “Sai na frente quem rema contra essa maré, olha para si e entende suas responsabilidades”, diz o especialista em desenvolvimento humano Eduardo Shinyashiki, em São Paulo. Falar que as mulheres não querem nada sério é fácil. Mas e você? Que tal entregar-se pra valer a uma relação mais comprometida? Você só terá a ganhar e a aprender. Passo 7: Vida intelectual Uma vez que a capacidade cognitiva está a todo o vapor, utilize-a a seu favor, absorvendo todo o conhecimento e a experiência que estiverem ao seu alcance. Assistir a palestras, cursos, aprender um novo idioma: tudo é válido para exercitar o cérebro. Pelo fato de ser mais novo, você fixa novos conteúdos e regras gramaticais mais facilmente, por exemplo. Passo 8: Finanças Comece a poupar o mais cedo possível e você terá de dispor de menos dinheiro para isso mês a mês, ao longo da vida. Essa é a primeira de quatro premissas básicas para não se preocupar com grana lá na frente. O segundo ponto é a relação entre tempo e risco: “Quanto mais jovem, mais prazo o cara terá para recuperar o prejuízo de uma aplicação ruim”, diz Igor Graminhani, analista da WinTrade/Alpes Corretora, em São Paulo. O terceiro ponto é a diversificação. Não coloque todo o seu dinheiro em uma única aplicação. Assim, o eventual prejú com a Bolsa de Valores, por exemplo, pode ser compensado pelo rendimento de um fundo de renda fixa. “Por último, reavalie de tempos em tempos essa distribuição dos ovos na cesta”, diz Graminhani.

AOS 30 ANOS Passo 1: Atividade física Nessa faixa etária, o organismo do homem já mudou um bocado e estão mais evidentes certos traços característicos da idade, como a desaceleração no metabolismo. “Ela é motivada por fatores como a queda no nível de testosterona e, principalmente, o aumento da concentração de gordura no corpo, fruto da rotina de exercícios reduzida”, diz Gabriel Vieira. Sem contar que dos 30 aos 35 anos, os homens tendem a perder de 1% a 2% de massa muscular a cada ano. A relação entre os músculos e a manutenção do peso é direta: mesmo em repouso, eles consomem mais energia do que gordura para se manterem vivos. Portanto, quanto mais massa magra você tiver, mais o metabolismo atua e mais calorias são detonadas. Além das atividades de força, como a musculação e os exercícios


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funcionais, boa tática para manter sua máquina a todo o vapor é apostar nos treinos aeróbicos intervalados, que combinam períodos de pausa com estímulos mais intensos. Isso coloca o corpo em alerta, já que ele precisa se readaptar às mudanças de intensidade. “O formato pode ser aplicado em corrida e natação, com os tiros, e em rotinas de bike, a exemplo das aulas de spinning”, destaca Vieira. Passo 2: Coração Atente-se ao nível de colesterol. A taxa ideal de LDL (o mau) deve estar abaixo de 100. Se passar de 130, a situação já é preocupante e requer uma visita ao médico e à nutricionista, para melhorar a sua dieta. O nível de colesterol total deve ser menor que 200 e o de colesterol HDL (o bom), acima de 40. Passo 3: Alimentação Fazer cinco refeições por dia — desjejum, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar — é um jeito simples de manter o metabolismo ativo, uma vez que força o organismo a trabalhar mais vezes para processar os alimentos. “Tome um café da manhã caprichado, pois o corpo passou horas em jejum e precisa de energia”, sugere a nutricionista Cynthia Antonaccio. Capriche no prato do almoço, momento em que o metabolismo tem um pico, e pegue leve no jantar, quando o corpo se prepara para o repouso e o gasto energético diminui. “Os lanches devem ser leves: frutas, iogurtes, castanhas e alimentos integrais, que garantem a saciedade”, acrescenta Cynthia. Vale a pena rechear o cardápio com nutrientes que preservam a saúde do cérebro e a memória, a exemplo da colina, presente no ovo (oito por semana, no máximo) e do ômega 3, de peixes como o salmão e a sardinha, que devem aparecer em duas refeições semanais ou mais. Passo 4: Aparência A produção de colágeno e elastina começa a cair. Por isso, o uso de cremes hidratantes e que têm efeito anti-idade devem ser incorporados para combater a flacidez e o surgimento das rugas. Se a calvície já deu sinais, o tratamento deve ser mantido, porque você terá que lutar contra esse mal até o fim da vida. Esqueça os fios que já caíram: eles não vão nascer novamente. O acompanhamento dermatológico, no entanto, vai ajudá-lo a prolongar a idade dos cabelos que ainda restam no seu cocuruto e a evitar que os fios enfraqueçam e voltem a cair. Passo 5: Vida sexual Na etapa em que boa parte dos homens já engatou um relacionamento — e com o fato de ter uma companheira fixa —, pode ser que a quantidade de sexo diminua. “Mas você vai ganhar em qualidade. Quanto mais os parceiros se conhecem, maior a intimidade e a chance de se satisfazer”, pontua Artur Zular. O empenho para não deixar o sexo cair na mesmice deve ser constante. Novidade e excitação caminham juntas, portanto, nada de ficar sempre no papai e mamãe. Que tal uma transa na praia,


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para quebrar a rotina? Num ambiente diferente, a chance de reinventar a rotina sexual e agradar a si e à parceira aumenta bastante. Passo 6: Finanças “Separe um dinheiro para despesas urgentes (como uma viagem), para o médio prazo (a compra de um bem, por exemplo) e para o futuro (o seu ou a escola dos filhos)”, sugere Reinaldo Domingos, educador financeiro e autor do livro Terapia Financeira (Editora Dsop, 120 págs.). Não vacile: é necessário poupar para essas três metas todo santo mês. Passo 7: Saúde Emocional Em meio à rotina, preservar a pelada semanal ou o encontro com os amigos é uma atitude inteligente. “Além de movimentar o corpo, o lazer combate o estresse, um dos maiores vilões do envelhecimento”, pondera Paulo Zogaib, médico do esporte e fisiologista do exercício da Sociedade Esportiva Palmeiras, em São Paulo. É importante que você tire um tempo para fazer uma atividade prazerosa — vale montar uma confraria de vinhos e mesmo formar uma turma de pôquer. Do contrário, pode entrar num ciclo de negação das próprias necessidades, fato que aos poucos vai minando a energia, a disposição, o desempenho e até a saúde. Estar ao lado da mulher da sua vida é bom, claro, mas convém preservar a individualidade, nutrir os próprios interesses e dar espaço para que a companheira faça o mesmo. Passo 8: Vida Intelectual Com a expectativa de ter conquistado algumas metas na vida, chegou a hora de investir em uma pós-graduação. “Além de ajudar a solidificar sua carreira e expandir as possibilidades de crescimento profissional, dar sequência aos estudos é uma maneira de manter o cérebro ativo e os conhecimentos atualizados”, destaca a consultora de carreira Roselake Leiros, diretora do CrerSerMais Consultoria em Desenvolvimento Humano, em São Paulo. Leia, se possível, ao menos dez páginas todos os dias, antes de dormir. Um estudo feito com idosos no centro médico da Universidade Rush (EUA) apontou que aqueles que se dedicaram a essa atividade ao longo da vida, e mantiveram o hábito na velhice, presentaram um declínio da função cognitiva e da memória 32% mais lento. Ler é um dos melhores exercícios mentais, pois a pessoa desempenha um trabalho ativo de compreensão e interpretação das palavras, do contexto. “Isso estimula a formação de novas sinapses, que são as conexões entre os neurônios”, observa o cardiologista Artur Zular.


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AOS 40 ANOS Passo 1: Atividade Física Estima-se que a partir dos 40 anos a capacidade aeróbica sofra um declínio de 10% a cada década. Esse valor sofre alterações de acordo com o estilo de vida que você estiver levando. “Homens que treinam com regularidade reduzem essa perda a 5,5% a cada década, enquanto nos sedentários ela pode chegar a 12%”, diz Bianca Ramallo. Com isso, os ativos têm uma vantagem de dez anos entre o envelhecimento cronológico e o fisiológico. Ou seja, eles chegam aos 50 com a capacidade física comum aos 40. Não deixe de se exercitar, sobretudo na parte aeróbica. Modalidades como corrida, natação e pedal são aliadas no combate à hipertensão pois ajudam a tornar eficientes o bombeamento e a distribuição de sangue. Um bônus: colocar o corpo em movimento preserva a saúde reprodutiva. Um estudo da Universidade Harvard (EUA) mostrou que homens que treinam ao ar livre ou fazem musculação têm maior concentração de esperma no sêmen, em comparação aos preguiçosos. Passo 2: Coração Aos 40, é comum que cristais de colesterol se depositem na parede das artérias elevando a pressão arterial e, portanto, aumentam o risco de infarto e AVC. O organismo reduz a produção de certas substâncias que promovem vasodilatação, como o óxido nítrico e as prostaglandinas, o que também contribui para aumentar a pressão arterial. O acompanhamento com o cardiologista torna-se inadiável. O ideal é que as consultas sejam feitas a cada seis meses; para pacientes sem ocorrências cardíacas adota-se a periodicidade de uma consulta por ano. Passo 3: Alimentação A diminuição do metabolismo fica ainda mais acentuada: atinge uma queda de 5% a 7% a cada dez anos. Por isso, comece a comer 10% a menos do que estava habituado, mesclando proteína, fibras e controlando carboidratos, gordura e sal, para preservar a saúde das artérias e manter a pressão sob controle. “Está comprovado que as proteínas [encontradas nos alimentos de origem animal, principalmente] aumentam a saciedade e têm papel importante no gerenciamento do peso”, diz Cynthia Antonaccio. Inclua em sua dieta opções de fontes magras do nutriente, como peixes e aves sem pele. As fibras, por sua vez,


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contribuem para a saciedade e preservam a saúde intestinal, barrando muitos agentes causadores de doenças. Passo 4: Aparência Com o passar dos anos, os cabelos tendem a cair mais. Se o organismo não consegue repor a perda, começam a surgir falhas. Portanto, fique atento para consultar um especialista e tomar as medidas cabíveis o quanto antes. Podem ser necessários ajustes na dieta, suplementação de vitaminas e minerais e o uso de xampus, loções e medicamentos para estimular a renovação capilar. “A queda normal é de cem fios ao longo do dia. Não fique contando, mas, pela manhã, repare se no travesseiro se existem mais de seis deles. Cabelos sobre a mesa de trabalho ou no teclado do computador também são maus indícios”, aponta o dermatologista Valcinir Bedin. Aproveite para reforçar a proteção contra as marcas do tempo, como rugas e pés de galinha, que já estão mais visíveis. “É possível incluir na rotina de cuidados a ingestão de cápsulas antioxidantes, que inibem o envelhecimento da pele”, diz a dermatologista Marian Orlandi. Vale consumir o colágeno hidrolisado, que garante elasticidade e firmeza à pele. Além das cápsulas, a proteína aparece em balas e pó, para ser diluído em água. Passo 5: Vida sexual É nessa fase da vida que a testosterona começa a cair uma taxa média de 1% ao ano, o que pode levar à perda de libido, diminuição da ereção, sonolência e irritabilidade. Tais sintomas podem ser revertidos com o auxílio da reposição hormonal, que só deve ser feita com orientação médica. Uma alimentação adequada pode dar alguma contribuição, ainda mais se for turbinada com itens como gengibre e pimenta (que estimulam o sistema circulatório), amendoim (na composição, possui aminoácidos como arginina e niacina, além de vitaminas B3 e E, que dilatam os vasos, melhoram a circulação nos órgãos sexuais e estimulam a produção de testosterona) e chocolate amargo (graças à arginina, aminoácido que incrementa a circulação sanguínea na região do pênis e propicia ereções mais rígidas e duradouras). E para esquentar o clima de vez, vale preparar receitas com ingredientes ditos afrodisíacos. Embora não exista comprovação científica dos efeitos deles na libido, ao menos trazem um pretexto para um jantarzinho a dois. Passo 6: Saúde Emocional A sensação de que o tempo está correndo rápido demais passa a ser algo recorrente na sua cachola. Se décadas atrás isso era motivo de preocupação, o cenário atual permite uma visão positiva. Afinal, você terá muitos (e bons!) anos à frente. A maturidade e a consolidação de algumas etapas na vida profissional permitem dar uma desacelerada no ritmo frenético dos 30 anos. “Você terá aprendido a escolher suas batalhas. Assim, sobra mais tempo para dar atenção às questões que trazem prazer”, observa Eduardo Shinyashiki. Nessa altura é comum também que o indivíduo se volte para a espiritualidade e às questões voltadas à


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existência, o que propicia o autoconhecimento. Dedicar parte do tempo livre a um trabalho voluntário pode ser boa ideia. Estudo coordenado pela Escola de Medicina da Universidade de Exeter (Reino Unido) viu que voluntários têm menos incidência de depressão e estão mais satisfeitos com a vida. Mais: a atividade pode valorizar o currículo — ela é bem vista por muitas empresas — e amplia o círculo social. Passo 7: Vida Intelectual Você ainda tem muito a conquistar em sua vida profissional, é um cara produtivo e, por isso, não deve deixar de se aperfeiçoar. Pode dedicar-se a uma segunda faculdade ou outra pós-graduação. “O grande barato é que você já está mais relaxado e pode optar também por desenvolver potencialidades que não têm, necessariamente, ligação com sua área profissional”, diz a consultora Liamar Fernandes, da Sociedade Brasileira de Coaching . Que tal descobrir assuntos de seu interesse e com os quais tem afinidade? As possibilidades são muitas: aulas de fotografia, gastronomia, produção de cervejas artesanais… Fazer uma grande viagem também deve entrar no seu planejamento anual para adquirir cultura e conquistar muito prazer, é claro. Passo 8: Finanças Com ao menos um pé-de-meia mais cheinho, você já terá descoberto que tipo de investidor é: conservador, moderado ou agressivo. “Quanto mais velho você for, mais deve alocar seus recursos em investimentos conservadores”, diz o analista financeiro Igor Graminhani. Ele ensina a regra 100, fundamental para saber qual percentual de seu dinheiro deve ser colocado em renda variável (mais sujeita a riscos). Diminua sua idade de cem. Exemplo: aos 40, destine 60% para esse tipo de aplicação e distribua os outros 40% entre aplicações conservadoras, como previdência privada e fundos de renda fixa (que provêm ganhos menores, mas seguros).


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AOS 50 ANOS Passo 1: Atividade física De acordo com o professor de educação física Gabriel Vieira, estatísticas mostram que um a cada oito homens com 50 anos ou mais sofre fraturas relacionadas à osteoporose. Mas a presença dessa doença ou do estágio anterior a ela, a osteopenia, não significam que a pessoa deve deixar de lado a prática física. Ao contrário! “Indivíduos ativos preservam maiores valores de densidade óssea”, garante Gabriel. Para garantir a segurança na hora de exercitar, eleja atividades aeróbicas de baixo impacto, como a caminhada, além de musculação bem orientada e modalidades que estimulam o conhecimento do corpo e minimizam a incidência de quedas, a exemplo de ioga, dança e tai chi chuan. Nessa faixa etária, sente-se ainda a diminuição da flexibilidade, o que pode gerar complicações para realizar tarefas simples, como agachar-se para amarrar os sapatos e se vestir. Portanto, alongue-se todos os dias, mesmo naqueles em que não estiver treinando. Passo 2: Coração Por mais que você tome os devidos cuidados, é comum que os exames apontem algumas alterações cardíacas, devido a mudanças fisiológicas impostas pela idade, como o já citado endurecimento das artérias. “Tratar essas queixas logo que aparecem nos exames evita que os efeitos nocivos sejam cumulativos”, diz o cardiologista Artur Zular. Manter uma alimentação saudável torna-se uma medida ainda mais importante. “A capacidade regenerativa do corpo diminui e ele fica mais intolerante ao abuso de frituras, açúcares e álcool”, completa o médico. Então, maneire nas noitadas pé na jaca. Passo 3: Alimentação A antiga recomendação de montar pratos cheios de cores continua firme e forte, já que garante variedade de nutrientes e um bom aporte de antioxidantes para combater os radicais livres que aceleram o envelhecimento das células. Dessa forma, você terá a proteína da carne, as fibras das folhas verdes, o ferro do feijão-preto e o carboidrato do arroz branco. Duas porções de alimentos com fitoesterol reduzem em até 15% o colesterol e ajudam a manter a saúde cardiovascular. “Você consegue isso facilmente acrescentando todos os dias na dieta duas colheres de creme vegetal enriquecido com a substância, uma no pão e outra nos legumes, por exemplo, e também tomando iogurtes com o componente. Há várias opções no merca Passo 4: Vida sexual Problemas como hipertensão e estresse podem afetar a qualidade da ereção e pedem atenção para que a vida sexual não sofra déficits. “Sentir-se bem é um fator importante para manter a qualidade da vida sexual. Por isso, os cuidados com o corpo nunca devem ser menosprezados”, diz Artur Zular. E você deve se esforçar para não perder a erotização nem deixar morrer o desejo pelo sexo


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feminino: experimente coisas novas nas preliminares e valorize outros prazeres, como o beijo, o toque, o sexo oral. Sexo, afinal, não é só penetração, certo? E desencane da expectativa de ter vários orgasmos numa mesma noite. Permita-se ter uma única transa, e mais intensa. “A masturbação também é uma prática saudável. Existem trabalhos que a relacionam com a prevenção do câncer de próstata”, indica Artur Zular. Quanto mais o sêmen circular, por meio de ejaculações, menor é o acúmulo de substâncias prejudiciais e com potencial cancerígeno na glândula, que começa a ter seu volume aumentado, o que pode fazê-lo passar a ter dificuldades para controlar a urina. Não há escapatória: a avaliação de toque retal em conjunto com o exame de sangue PSA é indispensável para a detecção precoce do câncer de próstata. O procedimento deve ser repetido a cada dois anos, a partir dos 50 anos — para quem tem histórico da doença na família, a recomendação do Ministério da Saúde é antecipar o cuidado para os 45 anos. Passo 5: Aparência Além da queda, é comum que os cabelos se tornem mais finos e fracos. “Lave-os diariamente ou em dias alternados, e evite o uso de água muito quente”, diz Marian Orlandi. Se você não tem problema em adotar um visual moderninho, prefira cortes mais assimétricos: isso ajuda a disfarçar a escassez de fios em algumas áreas, já que dão a impressão de volume. Na pele, as manchas, fruto da prolongada exposição ao sol, começam a pipocar pelo corpo. Técnicas cosméticas como a microabrasão combatem as brancas, enquanto as mais escuras podem ser enfrentadas com o auxílio de peeling químico ou a laser. Para apontar o melhor caminho, o acompanhamento de um dermatologista é fundamental. Mas fique de olho: se notar a presença de qualquer pinta saliente ou com formato assimétrico, procure o médico para descartar a possibilidade de câncer de pele, cuja incidência aumenta com o passar dos anos. Os homens são as maiores vítimas desse mal. Passo 6: Vida Intelectual Estima-se que dos 45 aos 85 anos o peso do cérebro sofra uma redução de 20%, por causa da perda de 30 mil a 50 mil neurônios por dia. Com isso, a velocidade do processamento de informações diminui. Portanto, siga firme com as atividades que promovem ginástica mental. Aprenda outra língua, escute músicas, comece a tocar um instrumento musical. “Mudar os trajetos habituais também vale como tática para desafiar o cérebro”, diz Artur Zular. Pesquisa realizada pela Universidade de Nottingham (Reino Unido) atesta que a prática de atividade física combate a perda de memória causada pela doença de Alzheimer, um dos inimigos mais temidos no envelhecimento. Mesmo inconscientemente, ativamos o cérebro enquanto exercitamos nosso corpo. Passo 7: Finanças pessoais A aposentadoria está mais perto. Para evitar que esse tempo precioso seja


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turbulento e consumido por doenças (toc! toc! toc!), vale a pena aumentar a parcela dos investimentos mais conservadores, a fim de ter tranquilidade para o resto da vida. “Deve-se reforçar os aportes em um plano de previdência privada”, sugere o educador financeiro Reinaldo Domingos. É a hora de dividir bem o dinheiro para curtir o presente, sem deixar de garantir o sossego para o futuro. Passo 8: Saúde Emocional A maturidade já deve ter proporcionado a você uma rede de amigos fiéis e uma família cada vez maior. É hora de desacelerar e curtir mais essas pessoas próximas — o que significa dar e receber carinho. De quebra, vai espantar a melancolia e a solidão. Encare a chegada dos 50 como o início de uma fase em que poderá desfrutar de mais tempo para curtir a vida. “Como há muitos anos pela frente, não tema a morte: assuma de verdade esse compromisso com a vida, siga fazendo planos e busque realizá-los”, diz Eduardo Shinyashiki. É a chance de projetar o desejo de saber onde vai estar daqui a dez, 20 anos. Que tal encarnar o papel do velhinho hiperativo que, cheio de netos, decidiu pegar a mulher e dar a volta ao mundo de veleiro? Pense nisso — e faça.


35 Veículo: A Tribuna de Santos Data: 26/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.atribuna.com.br/cidades/educa%C3%A7%C3%A3o-financeira-na-inf

%C3%A2ncia-%C3%A9-base-para-a-aposentadoria-1.381872

Educação financeira na infância é base para a aposentadoria O momento da aposentadoria é um sonho para muitos brasileiros. E também um grande desafio, principalmente com o aumento da expectativa de vida. Uma das saídas para buscar um futuro financeiro tranquilo é começar a cultivá-lo desde criança. Especialistas são unânimes em dizer que a formação das crianças e adolescentes em educação financeira é fundamental para formar cidadãos mais conscientes, disciplinados, organizados e com capacidade de planejamento. Na visão do diretor de Gestão da Saraiva Editores, Marcus Mingoni, especialista em educação financeira, quem não planejar seu futuro terá sérias dificuldades em manter o padrão de vida na velhice. Ele lembra que a expectativa de vida do brasileiro passou de 57,6 anos em 1970 para 74,6 em 2013, segundo a Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – que tem impacto direto na fórmula do fator previdenciário, usado para o cálculo das aposentadorias do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). “Tudo leva a crer que, com o passar do tempo, a idade mínima para se aposentar subirá e o valor dos benefícios, cairá. Isso porque o aumento da expectativa de vida se alia à queda da taxa de natalidade, gerando pressões sobre o orçamento do governo. Haverá proporcionalmente cada vez menos trabalhadores na ativa para sustentar os benefícios de um volume crescente de aposentados. Assim é essencial que a pessoa aprenda o quanto antes a se planejar financeiramente”, afirma Mingoni. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, existe ainda uma barreira cultural para o desenvolvimento da educação financeira infantil. “Nossos avós e pais não foram educados financeiramente; essa não é uma cultura de nossa sociedade. Então, é natural que a maioria de nós também não tenha essa formação, acabando por não ensinar nossos filhos. A importância de educar financeiramente as crianças está justamente na ideia de quebrar o ciclo de pessoas analfabetas financeiramente, que só aumentam o índice de endividamento do país”. O professor e autor de obras em Direito Previdenciário, Marco Aurélio Serau Jr., observa, ainda, que a educação financeira pode evitar a formação de futuros conflitos previdenciários, especialmente a necessidade de entrar com ações judiciais. Cofrinho Os especialistas destacam que o princípio da educação financeira é ensinar a lidar com o dinheiro para que sonhos – pequenos ou grandes - sejam realizados. E uma boa ferramenta para iniciar as crianças no


36 mundo financeiro é o cofrinho. “É preciso mostrar às crianças que o tradicional porquinho não serve somente para colocar moedas, mas também para guardar sonhos. Assim, ela vai entendendo o valor do dinheiro e a relação dele com a realização de seus objetivos. É claro que, após esse contato mais próximo com o dinheiro e com a forma de administrá-lo, fazer uma poupança para os filhos é uma ótima maneira para começar a ensiná-los sobre como utilizar os rendimentos a seu favor”, explica Reinaldo Domingos. Espelho Mesmo após essa iniciação, a continuidade da educação financeira não é fácil. Para começar, é preciso entender que os filhos se espelham nos pais. “O aspecto primordial é o velho e bom exemplo. Ainda não inventaram nada melhor como estratégia de ensino. Se os pais estiverem sempre no “vermelho” com o limite do cheque especial estourado e com dívidas no cartão de crédito, não há como esperar que os filhos desenvolvam uma postura responsável”, aponta Marcus Mingoni. Para o gestor da Saraiva, é essencial que os pais entrem em acordo sobre os objetivos financeiros da família. “É importante envolver os filhos nesse processo, de maneira franca e realista, evidentemente adequando o discurso à idade e à maturidade das crianças. Os limites do orçamento familiar precisam ficar claros e é preciso debate os planos para conquistar os objetivos – a compra de casa própria, troca do carro, formação de poupança para a faculdade dos filhos, viagem etc. Quando as escolhas são feitas de forma participativa, os projetos ganham sócios comprometidos e evitam-se os desgastes de relacionamento”, orienta Reinaldo Domingos. Hoje há no mercado diversos recursos para auxiliar nesta formação. São palestras, livros e cursos – alguns até online e gratuitos – que orientam a mudança de comportamento em relação ao dinheiro. Outro passo importante é optar por escolas que ofereçam a educação financeira na grade curricular. “As escolas são cada vez mais cobradas para formar alunos-cidadãos, pensantes, críticos e autônomos, e ensinar educação financeira faz parte disso”, observa o presidente da Abefin.


37 Veículo: Previdência Total Data: 26/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.previdenciatotal.com.br/integra.php?noticia=2382

Educação financeira infantil: base para a aposentadoria O momento da aposentadoria é um sonho para muitos brasileiros. E também um grande desafio, principalmente com o aumento da expectativa de vida. Uma das saídas para buscar um futuro financeiro tranquilo é começar a cultivá-lo desde criança. Especialistas são unânimes em dizer que a formação das crianças e adolescentes em educação financeira é fundamental para formar cidadãos mais conscientes, disciplinados, organizados e com capacidade de planejamento. Na visão do diretor de Gestão da Saraiva Editores, Marcus Mingoni, especialista em educação financeira, quem não planejar seu futuro terá sérias dificuldades em manter o padrão de vida na velhice. Ele lembra que a expectativa de vida do brasileiro passou de 57,6 anos em 1970 para 74,6 em 2013, segundo a Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – que tem impacto direto na fórmula do fator previdenciário, usado para o cálculo das aposentadorias do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). “Tudo leva a crer que, com o passar do tempo, a idade mínima para se aposentar subirá e o valor dos benefícios, cairá. Isso porque o aumento da expectativa de vida se alia à queda da taxa de natalidade, gerando pressões sobre o orçamento do governo. Haverá proporcionalmente cada vez menos trabalhadores na ativa para sustentar os benefícios de um volume crescente de aposentados. Assim é essencial que a pessoa aprenda o quanto antes a se planejar financeiramente”, afirma Mingoni. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, existe ainda uma barreira cultural para o desenvolvimento da educação financeira infantil. “Nossos avós e pais não foram educados financeiramente; essa não é uma cultura de


38 nossa sociedade. Então, é natural que a maioria de nós também não tenhamos essa formação, acabando por não ensinar nossos filhos. A importância de educar financeiramente as crianças está justamente na ideia de quebrar o ciclo de pessoas analfabetas financeiramente, que só aumentam o índice de endividamento do país”, pontua. O professor e autor de obras em Direito Previdenciário, Marco Aurélio Serau Jr., observa, ainda, que a educação financeira pode evitar a formação de futuros conflitos previdenciários, especialmente a necessidade de entrar com ações judiciais. Cofrinho Os especialistas destacam que o princípio da educação financeira é ensinar a lidar com o dinheiro para que sonhos – pequenos ou grandes - sejam realizados. E uma boa ferramenta para iniciar as crianças no mundo financeiro é o cofrinho. “É preciso mostrar às crianças que o tradicional porquinho não serve somente para colocar moedas, mas também para guardar sonhos. Assim, ela vai entendendo o valor do dinheiro e a relação dele com a realização de seus objetivos. É claro que, após esse contato mais próximo com o dinheiro e com a forma de administrá-lo, fazer uma poupança para os filhos é uma ótima maneira para começar a ensiná-los sobre como utilizar os rendimentos a seu favor”, explica Reinaldo Domingos. Espelho Mesmo após essa iniciação, a continuidade da educação financeira não é fácil. Para começar, é preciso entender que os filhos se espelham nos pais. “O aspecto primordial é o velho e bom exemplo. Ainda não inventaram nada melhor como estratégia de ensino. Se os pais estiverem sempre no “vermelho” com o limite do cheque especial estourado e com dívidas no cartão de crédito, não há como esperar que os filhos desenvolvam uma postura responsável”, aponta Marcus Mingoni. Para o gestor da Saraiva, é essencial que os pais entrem em acordo sobre os objetivos financeiros da família. “É importante envolver os filhos nesse processo, de maneira franca e realista, evidentemente adequando o discurso à idade e à maturidade das crianças. Os limites do orçamento familiar precisam ficar claros e é preciso debate os planos para conquistar os objetivos – a compra de casa própria, troca do carro, formação de poupança para a faculdade dos filhos, viagem, etc. Quando as escolhas são feitas de forma participativa, os projetos ganham sócios comprometidos e evitam-se os desgastes de relacionamento”, orienta Reinaldo Domingos.


39 Hoje há no mercado diversos recursos para auxiliar nesta formação. São palestras, livros e cursos – alguns até online e gratuitos – que orientam a mudança de comportamento em relação ao dinheiro. Outro passo importante é optar por escolas que ofereçam a educação financeira na grade curricular. “As escolas são cada vez mais cobradas para formar alunoscidadãos, pensantes, críticos e autônomos, e ensinar educação financeira faz parte disso”, observa o presidente da Abefin.


40 Veículo: Auto Esporte Data: 25/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://g1.globo.com/autoesporte/videos/t/todos-os-videos/v/periodo-de-promocoes-vai-

ate-o-fim-do-mes/3369500/

Educador financeiro dá orientações para comprar carro zero km


41 Veículo: Exame Data: 24/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site:


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47 Veículo: Construir NE Data: 23/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://construirnordeste.com.br/novo/artigos/casa-propria-investimento-ou-bem-de-consumo/

Casa própria: investimento ou bem de consumo? Um dos mais importantes sonhos da família brasileira é, sem dúvida, o da conquista da casa própria. Mas essa aquisição pode ser entendida como um investimento ou um bem de consumo? É muito comum as pessoas acharem que se trata de um investimento, mas, como educador e terapeuta financeiro, faço aqui um alerta: o imóvel de moradia é um bem de consumo, isto porque o mesmo não traz retorno financeiro. Nos últimos anos, os imóveis tiveram em seus valores um aumento substancial, muito além da inflação, e, com essa valorização, todos tivemos a sensação de que ganhamos muito dinheiro. Aliás, o imóvel que antes custava R$ 100 mil, agora, custa R$ 300 mil. Se apenas olharmos por esse ângulo, podemos chegar à conclusão de que ganhamos R$ 200 mil, porém, é preciso muita cautela ao fazer essa análise. Pense que, se o imóvel onde moramos fosse um bem que, ao vendermos, pudéssemos ter lucro sem a necessidade de compra de outro imóvel para morar, aí sim a tese estaria correta; no entanto, para quem tem um único imóvel com a finalidade de moradia, essa valorização não significa um investimento. Para aqueles que possuem mais de um imóvel, um para moradia e outro – ou outros – para investimento, a dúvida é: será que vender é um bom negócio? Espero um pouco mais ou realizo a venda agora? Cada caso é um caso, é preciso fazer uma análise fria para qualquer tomada de decisão. Se pensar no possível lucro que o mesmo pode trazer, a resposta é “sim, venda”. Mas chamo a atenção no que se refere ao ganho que este imóvel vem proporcionando mensalmente como aluguel. Qual é a relação de percentual de ganho sobre o seu valor venal? Se for pela média da maioria dos imóveis – de menos de 0,50% ao mês, ou seja, menos que o rendimento da caderneta de poupança –, tecnicamente, vender seria o mais adequado, mas a análise deve ir além disso. Outro ponto que julgo importante para quem investe em imóveis é com relação à liquidez na venda do mesmo; geralmente, as vendas de imóveis estão levando de seis meses a dois anos para se concretizar, por isso, recomendo, do total de patrimônio líquido, ter 60% em aplicações financeiras e 40% em imóveis. Muitas pessoas me perguntam como será a valorização dos imóveis nos próximos anos, se continuará aumentando ou acompanhando a inflação. Meu ponto de vista é que, devido aos aumentos muito acima da inflação nos últimos anos, a tendência é que os preços se estabilizem. Não acredito em quedas, mas também não acredito que vão continuar aumentando, com isso, já que não haverá aumentos e nem acompanharão a inflação, a tendência é que, nos próximos cinco anos, os imóveis percam o seu valor, em relação ao poder de compra, em 30% a 40%. Portanto, para a conservação do patrimônio, é de extrema importância realizar um bom diagnóstico dos investimentos e se readequar a esse novo momento.


48 Para quem já tem seu imóvel quitado e quer trocar por um maior ou melhor, é preciso calma e muita paciência neste momento. Lembre-se, se você não tem dívidas e consegue manter seus compromissos e padrão de vida adequado ao rendimento do ganho mensal, talvez, deva permanecer sem se endividar. Infelizmente, milhares de brasileiros que estavam com suas casas próprias quitadas acabaram dando seus imóveis como parte de pagamento para aquisição de outro e não conseguiram honrar as prestações assumidas. Sem contar que, antes de decidir por mudar para uma região melhor, é preciso conhecer o entorno desse novo imóvel, que, geralmente, aumentará o padrão de vida em 10% a 20% – devido aos gastos com padaria, escola, gasolina, supermercado, por exemplo –; enfim, deve-se colocar na ponta do lápis tudo isso antes de tomar a decisão. Independente do momento vivido, registro que imóveis – quando não tiverem a finalidade de servir de residência – sempre serão um bom investimento. Para fazer uma análise correta dos custos e benefícios de adquirir um imóvel hoje, é necessária uma reflexão profunda, para que os membros da família obtenham o consenso, coloando todos os números na ponta do lápis. Isso é o que chamo de investir na educação financeira familiar. Por Reinaldo Domingos, educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


49 Veículo: Jornal do Commercio Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site:


50 Veículo: MdeMulher Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/filhos/pais-devem-dar-mesada-aos-filhos783179.shtml

Por que os pais devem dar mesada aos filhos? Mesada ensina a criança a fazer escolhas mais responsáveis, planejar, poupar e, claro, conquistar.

Temas com que a criança vai lidar na vida adulta, como o dinheiro, são construídos desde a mais tenra idade. Foto: Getty Images

As notícias não são muito animadoras. Em 2013, o número de famílias endividadas chegou a 62,5%, índice 7,5% superior ao registrado em 2012, segundo a Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo. Mais: pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito mostrou que oito entre cada dez brasileiros não controlam suas finanças. Os motivos de haver tanta gente com a corda no pescoço são os mais variados, mas entre os apontados pelo SPC estão alguns óbvios: a maioria de nós não sabe controlar as despesas, não guarda dinheiro e não se preocupa em planejar o futuro. Se há algo com que todos os especialistas em educação financeira concordam é: filhos de pais que não sabem lidar com dinheiro certamente terão uma dificuldade tremenda também. Sim, gastar com responsabilidade, planejar, guardar para aquilo que se deseja são coisas que se aprendem em casa. Cássia D’Aquino, educadora e criadora do Programa de Educação Financeira em várias escolas brasileiras, diz que diversos temas com que a criança vai lidar na vida adulta, como o dinheiro, são construídos desde a mais tenra idade. "E, principalmente, com base no exemplo dos pais." Para Gustavo Cerbasi, educador financeiro, escritor e especialista em finanças pessoais, o grande barato, e uma das coisas mais bonitas da educação, é que pais e filhos podem aprender juntos. "O adulto se autoeduca ao mesmo tempo que ensina as crianças. E elas são capazes de perceber o esforço dos pais em estabelecer novas regras e soluções para os problemas orçamentários", afirma. Assim, não é preciso ser um exímio matemático ou investidor do


51 porte de um Donald Trump para educar financeiramente o seu pequeno. Basta disciplina, diálogo e orientação. Uma das melhores maneiras de fazer isso é por meio da mesada. "Mesada não é presente. Ela tem propósito educacional", alerta Cerbasi. Para Cássia, as finalidades da mesada são múltiplas. Primeiro, ensina que dinheiro não nasce em árvore. "Mais importante do que isso, que não dá para ter tudo na hora em que se quer; que boa parte das vezes é preciso guardar e esperar para conquistar nossos desejos; que muitas das decisões que tomamos podem nos levar à 'falência' e que, portanto, devemos refletir antes de agir por impulso; que as coisas que desejamos têm um custo; e que temos de nos planejar para conquistá-las", explica Cássia. O processo não é rápido. "O trato responsável com o dinheiro não é algo que se aprende da noite para o dia. É um caminho de longo prazo, que dura 20 anos, até que a criança chegue à vida adulta. É algo que se ensina aos poucos e se repete muito, porque educação também envolve a repetição", afirma a educadora. E nada disso é construído sem diálogo. "Os pais têm de estar ao lado da criança, ensinando-a a refletir se determinada decisão que ela tomou a respeito do que fazer com o dinheiro é realmente a melhor. Até porque, afinal, o dinheiro não é dela. É preciso haver, sim, uma espécie de prestação de contas para que ela possa, lentamente, amadurecer a relação que tem com o dinheiro. Os pais devem dar orientação, suporte e lembrá-las se elas esquecerem algumas regras", aponta Cerbasi.

Tira-dúvidas Quando começar? Segundo Cássia D’Aquino, por volta dos 3 anos, a criança já percebe que o dinheiro dá acesso a coisas coloridas, divertidas. Nessa etapa da vida, já é possível sentar com ela e, por exemplo, fazer uma lista de supermercado. "Coisas tão simples quanto essa vão despertar o pequeno para o fato de que o que se compra para a casa não é aleatório ou impulsivo, mas escolhas feitas com base em prioridades." A partir dos 6 ou 7 anos, podese introduzir uma quantia, que deve ser dada sempre no mesmo dia. "Até os 11 anos, deve-se optar pela semanada, até porque tempo é uma abstração e a capacidade de estabelecer um pensamento mais abstrato só é consolidada por volta dessa idade. Se dermos à criança muito pequena um valor mensal e ela cometer algum erro e gastar tudo o que tem logo, ficará angustiada por ter de esperar um período que, para ela, é longuíssimo." A partir dos 11 anos, pode-se passar para a mesada. Quanto dar? Não há uma fórmula mágica nem fechada, e os próprios educadores financeiros têm diferentes propostas. Reinaldo Domingos, terapeuta financeiro, escritor e presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, sugere um exercício: que os pais passem a contabilizar toda vez que o filho pedir dinheiro. “Incrivelmente, a maior parte deles se assusta quando se dá conta de quanto deu à criança em um mês." Segundo Domingos, deve-se dar metade desse montante. "Mas o valor não pode, de maneira alguma, comprometer o orçamento familiar." Já Gustavo Cerbasi defende que a quantia seja aproximada à que os colegas recebem. "É importante que a criança não se sinta marginalizada na sociedade dela, que são os amigos de dentro e de fora da escola." Mas faz uma ressalva: "Primeiro, é preciso que os pais saibam realmente por que a criança necessita daquele valor, quer dizer, por que ela quer, por exemplo, comer na lanchonete mais cara. Depois, é hora de checar se isso cabe no orçamento doméstico". Já Cássia D’Aquino propõe que se ofereça 1 real por ano de vida do pequeno por semana. Segundo ela, esse montante dá conta de praticamente todos os gastos básicos de crianças de qualquer parte do país. Mas, claro, essa fórmula deve ser revista de acordo com a realidade de cada família. Se, por exemplo, seus filhos comem todos os dias na escola,


52 você poderá pesquisar o preço dos lanches e recalcular o valor. "Essa quantia não tem a ver com a renda da família, mas, sim, com a capacidade do pequeno de se organizar em relação ao dinheiro. Essa equação, entretanto, só faz sentido para crianças até 11 anos. Depois disso, o valor deve ser reajustado". Deve-se corrigir a mesada? "À medida que a criança cresce, as necessidades dela mudam. Por isso, é necessário fazer um reajuste anual do valor da mesada, desde que não haja comprometimento do orçamento familiar", explica Domingos. E se a família ficou apertada? Perda de emprego ou uma situação de emergência, como uma doença, podem fazer com que os pais precisem rearranjar o orçamento. E isso deve ser comunicado aos filhos com serenidade, mas com firmeza. Assim, evite sentar para bater um papo com eles antes de resolver a questão na sua cabeça e com o seu companheiro ou ex-companheiro. Procurem soluções, alternativas para lidar com a fase das vacas magras. "Muitos pais se sentem intimidados ao falar de dinheiro e, principalmente, da falta dele, mas é do diálogo que vem o aprendizado", explica Cerbasi. Para o educador financeiro, é fundamental que o filho tenha claro que as coisas a que tem acesso com o dinheiro da mesada são fruto do trabalho dos pais e que, em momentos de crise, a família deve estar unida para sair do sufoco. "As crianças geralmente respondem muito bem, querem ajudar. Se o assunto for colocado de forma transparente, com autoridade, é bem provável que elas sejam as mais empenhadas em 'abraçar a causa' ", diz. Os filhos estão liberados para comprar o que quiserem? Não. "A mesada não é um presente. Ela tem um propósito educacional. Mesada sem dar à criança referências é mais prejudicial do que não dar. É instituí-la de um poder sem referências", analisa Cerbasi. O que não quer dizer que se deva controlar absolutamente tudo que seu filho pretende comprar. "É preciso que ele perceba que errará e acertará. Isso faz parte do processo de aprendizagem, que inclui fazer escolhas, ainda que erradas, e poder se arrepender de tê-las feito", afirma Cássia. Aliás, evite criticar demais as escolhas da criança. Se você não gostou do uso que ela fez para aquele dinheiro, converse com ela apontando melhores alternativas. E se o filho "falir" antes do final do mês ou da semana? Essa questão também faz parte do processo de aprendizagem, mas é preciso que os pais conversem com os filhos procurando detectar onde foi que eles erraram para ajudá-los a fazer pequenos ajustes e corrigir isso. "Agora, se a criança falir por meses e meses seguidos, talvez seja o caso de fazer um controle quinzenal ou, se não funcionar, semanal, como acontece com adultos que todos os meses terminam no vermelho", sugere Cerbasi. A educadora financeira Cássia D’Aquino alerta que a falência repetidas vezes pode também ser decorrência de uma mesada muito curta. "É necessário checar se a quantia não é tão pequena que nem dá para os gastos básicos da criança, e, por isso, ela não consegue sequer fazer um miniorçamento. Ou se, pelo contrário, ela está recebendo tanto dinheiro que acha que não tem necessidade de se organizar." Deve-se estimular a criança a poupar? Cássia afirma que a criança não tem noção de médio e longo prazos. Portanto, não faz sentido estimulá-la a guardar dinheiro por períodos muito longos. "Como exercício de planejamento, o que funciona é ela fazer o que chamo de nanopoupança, ou seja, uma poupança para um período curtíssimo de tempo. Com isso, a criança aprende a estabelecer objetivos para o uso do dinheiro, consegue esperar e vê que é capaz de cumprir aquilo a que se propôs. Ela tem o prazer da conquista." Cerbasi alerta, ainda, que reforçar demais os preceitos de poupar pode levar o pequeno a se privar de algo importante, como comer um lanche.


53 Deve-se remunerar tarefas domésticas? Não. Tarefas estipuladas pelos pais, como forrar a cama e guardar os brinquedos depois de usar, são obrigações. "Mas vejo com bons olhos a ideia de a criança receber para fazer algum serviço que os pais iriam pagar para terceiros executar, como dar banho no cachorro", opina Cássia. Segundo ela, isso oferece aos filhos a oportunidade de aprender que, se o dinheiro estiver curto, eles podem fazer um bico, que nada mais é que uma prestação de serviço.


54 Veículo: Maxpress Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,674252,Educacao_financeira_nas_escolas_tera_grande_ destaque_na_Educar_2014,674252,8.htm

Educação financeira nas escolas terá grande destaque na Educar 2014 Com bate-papos, oficinas e lançamentos de pós-graduação à distância e de livro de Gabriel Perissé, a DSOP Educação Financeira marcará presença na maior feira e congresso de educação da América Latina: a Educar, que ocorre entre 21 e 24 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes. O tema desse ano será “Uma verdadeira imersão para a excelência em educação. Que rumo seguir?”, no qual a DSOP está totalmente engajada, focando sempre sua missão de disseminar a educação financeira de qualidade. Para isso a empresa oferece desde material didático até os programas completos de educação financeira, que preparam e capacitam milhares de escolas de todo o país. O objetivo da participação da DSOP no evento é promover uma reflexão sobre as instituições de ensino serem cobradas a formar alunos-cidadãos, autônomos, com visão crítica e capazes de idealizar e realizar projetos individuais e coletivos. “Isso significa que esse tema não é um modismo, e sim um novo desafio global, já que as economias têm sofrido rápidas mudanças, em especial em um país como o Brasil, que, nos últimos anos, tem passado por uma reconfiguração da distribuição de suas classes sociais”, explica Domingos. Lançamento do livro Formação Integral No dia 22/05, às 16h, a Editora DSOP lança o livro Formação Integral – Educação financeira como tema transversal, assinado por Gabriel Perissé, pós-doutor em Filosofia e História da Educação pela Unicamp e também professor do curso de Pós-graduação em Educação e Coaching Financeiro. Primeiro título do selo Orientar, que reúne obras voltadas para a formação de professores e educadores, Formação integral também constitui o primeiro dos três volumes da coleção com o mesmo nome, cujo propósito é dissecar a transversalidade de determinados temas, tendo em vista o cenário de 14 disciplinas que fazem parte da grade curricular de alunos do Ensino Médio. O segundo volume será Educação para o trânsito e o terceiro, Mídias sociais. "A educação financeira faz parte da missão principal da Editora DSOP e, por isso,


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57 Veículo: MSN Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://dinheiro.br.msn.com/im%C3%B3vel-para-investimento-veja-quando-%C3%A9-melhorvender-ou-deixar-alugado

Imóvel para investimento: veja quando é melhor vender ou deixar alugado Dúvida sobre o melhor momento para vender deve ser analisada caso a caso

Imóvel para investimento: melhor momento ara vender deve ser analisado (Divulgação)

SÃO PAULO - O imóvel adquirido para moradia não pode ser considerado investimento, na visão do educador financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, Reinaldo Domingos. Já para aqueles que possuem mais de um imóvel, um para moradia e um ou mais para investimento, a dúvida sobre o melhor momento para vender deve ser analisada caso a caso. Para o educador, se pensar no possível lucro que o mesmo pode trazer, a resposta é “sim, venda”. Contudo, antes de decidir pela venda, é preciso uma análise sobre o que se refere ao ganho que este imóvel vem proporcionando mensalmente como aluguel, a sua relação de percentual de ganho sobre o seu valor venal. Se esse ganho for pela média da maioria dos imóveis, de menos de 0,50% ao mês, ou seja, menos que o rendimento da caderneta de poupança, tecnicamente vender seria o mais adequado. Contudo, ele chama a atenção de que a análise deve ir além disso. "Outro ponto que julgo importante para quem investe em imóveis é com relação à liquidez na venda do mesmo. Geralmente, as vendas de imóveis estão levando de seis meses a dois anos para se concretizar. Por isso, recomendo, do total de patrimônio líquido, ter 60% em aplicações financeiras e 40% em imóveis", aconselha.


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Próximos anos Reinaldo Domingos afirma ainda que muitas pessoas perguntam como será a valorização dos imóveis nos próximos anos. Em seu ponto de vista, devido aos aumentos muito acima da inflação nos últimos anos, a tendência é que os preços se estabilizem. "Não acredito em quedas, mas também não acredito que vão continuar aumentando, com isso, já que não haverá aumentos e nem acompanharão a inflação, a tendência é que, nos próximos cinco anos, os imóveis percam o seu valor, em relação ao poder de compra, em 30% a 40%. Portanto, para a conservação do patrimônio, é de extrema importância realizar um bom diagnóstico dos investimentos e se readequar a esse novo momento", conclui.


59 Veículo: Infomoney Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/3354009/imovel-para-investimento-veja-quandomelhor-vender-deixar-alugado


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62 Veículo: Segs Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.segs.com.br/so-economia/159038-educacao-financeira-nas-escolas-tera-grandedestaque-na-educar-2014.html

Educação financeira nas escolas terá grande destaque na Educar 2014 Com bate-papos, oficinas e lançamentos de pós-graduação à distância e de livro de Gabriel Perissé, a DSOP Educação Financeira marcará presença na maior feira e congresso de educação da América Latina: a Educar, que ocorre entre 21 e 24 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes. O tema desse ano será “Uma verdadeira imersão para a excelência em educação. Que rumo seguir?”, no qual a DSOP está totalmente engajada, focando sempre sua missão de disseminar a educação financeira de qualidade. Para isso a empresa oferece desde material didático até os programas completos de educação financeira, que preparam e capacitam milhares de escolas de todo o país. O objetivo da participação da DSOP no evento é promover uma reflexão sobre as instituições de ensino serem cobradas a formar alunos-cidadãos, autônomos, com visão crítica e capazes de idealizar e realizar projetos individuais e coletivos. “Isso significa que esse tema não é um modismo, e sim um novo desafio global, já que as economias têm sofrido rápidas mudanças, em especial em um país como o Brasil, que, nos últimos anos, tem passado por uma reconfiguração da distribuição de suas classes sociais”, explica Domingos. Lançamento do livro Formação Integral No dia 22/05, às 16h, a Editora DSOP lança o livro Formação Integral – Educação financeira como tema transversal, assinado por Gabriel Perissé, pós-doutor em Filosofia e História da Educação pela Unicamp e também professor do curso de Pós-graduação em Educação e Coaching Financeiro. Primeiro título do selo Orientar, que reúne obras voltadas para a formação de professores e educadores, Formação integral também constitui o primeiro dos três volumes da coleção com o mesmo nome, cujo propósito é dissecar a transversalidade de determinados temas, tendo em vista o cenário de 14 disciplinas que fazem parte da grade curricular de alunos do Ensino Médio. O segundo volume será Educação para o trânsito e o terceiro, Mídias sociais. "A educação financeira faz parte da missão principal da Editora DSOP e, por isso, entendemos que deveria ser contemplada no primeiro volume da coleção. Os outros temas são tão ou mais importantes que outras questões contemporâneas. Foram escolhidos, porém, pelo fato de, hoje, encontrarmos milhões de pessoas envolvidas num trânsito caótico e outras tantas (ou as mesmas) mergulhadas na realidade que chamamos Idade Mídia", explica Perissé.


63 Pós-Graduação em Educação e Coaching Financeiro (EAD) Na feira, a DSOP Educação Financeira irá lançar o curso de pós-graduação em Educação e Coaching Financeiro – Ensino à Distância. Nas escolas e empresas, a profissão de Coaching Financeiro conquistou grande destaque. A UNIS Centro Universitário do Sul de Minas Gerais, em parceria com a DSOP Educação Financeira, oferece, então, essa oportunidade. O curso visa o fortalecimento do currículo acadêmico de profissionais das mais diversas áreas, que agregarão uma nova atividade profissional. Também trará uma grande contribuição no conhecimento interpessoal e no domínio de outros temas relativos ao universo das finanças. Mais da programação Para contribuir, a DSOP fará uma série de bate-papos: 21/05 das 9h às 9h40 – Mesada, quando e como começar? (Camila Cavallini) das 13h30 às 14h10 – Educação Financeira nas Universidades (Roger Milan) das 15h às 15h40 – Eu Mereço Ter Dinheiro! (Marcia Chavenco) das 16h50 às 17h30 – Educação Financeira e Sustentabilidade (Ana Rosa Vilches) das 18h40 às 19h20 – Aposentadoria Sustentável (Jusivaldo Almeida) 22/05 das 10h20 às 11h – Educação Financeira, uma tendência mundial (Reinaldo Domingos) das 13h às 13h40 – Educação Financeira como um tema transversal (Gabriel Perissé) 23/05 das 10h às 10h40 – Não dê um cofrinho, dê três cofrinhos (Camila Cavallini) das 11h30 às 12h10 – Educação Financeira nas Escolas (Ana Rosa Vilches) das 13h às 13h40 – Livre-se das Dívidas (Roger Milan) das 14h30 às 15h10 – Educação Financeira para Empreendedores (Irani Cavagnoli) das 16h às 16h40 – Investimentos Financeiros (Edward Claudio Junior) 24/05 das 10h às 10h40 – Educação Financeira para Jovens Aprendizes (Ana Rosa Vilches) das 11h30 às 12h10 – Educação Financeira para Jovens e Adultos (EJA) (Ana Rosa Vilches) das 13h às 13h40– Educação Financeira: ciências exatas ou humanas? (Silvio Bianchi) das 14h30 às 15h10 – Aposentadoria Sustentável (Roger Milan) das 16h às 16h40 – Educação Financeira, uma tendência mundial (Ana Rosa Vilches) Oficinas Oficinas também serão ministradas pela equipe pedagógica da DSOP, a fim de apresentar aos educadores os temas trabalhados nos livros da Editora DSOP, voltados às crianças e aos jovens. Ao todo, haverá dez oficinas: 21/05 11h – O Menino e o Dinheiro 14h – O Menino do Dinheiro – Sonhos de Família 15h – O Menino do Dinheiro – Num Mundo Sustentável 22/05


64 11h – O Menino, o dinheiro e os Três Cofrinhos 23/05 11h – O Menino, O Dinheiro e a Formigarra 14h – O Menino do Dinheiro – Num Mundo Sustentável 15h – O Menino do Dinheiro – Ação entre amigos 24/05 11h – Ter dinheiro não tem segredo 14h – O Menino do Dinheiro – Num Mundo Sustentável 15h – Escolha Certa

Serviço Evento: Feira Educar Data: de 21 a 24 de maio de 2014 Horário: 21/05 – das 8h30 às 20h 22/05 – das 8h às 19h30 23/05 – das 8h às 19h 24/05 – das 8h às 19h Local: Centro de Exposições Imigrantes Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5


65 Veículo: jornal O Estado Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://imirante.globo.com/oestadoma/noticias/2014/05/19/pagina268056.asp

Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? Reinaldo Domingos Educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, autor do best seller Terapia Financeira e dos lançamentos Sabedoria Financeira e Papo Empreendedor

Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o em abril com queda de 12% nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5% nas vendas e redução de 12% na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).


66 Veículo: Monitor Digital Data: 19/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.monitormercantil.com.br/index.php? pagina=Noticias&Noticia=152536&Categoria=OPINI%C3O

Casa própria – investimento ou bem de consumo? Um dos mais importantes sonhos da família brasileira é, sem dúvida, o da conquista da casa própria. Mas essa aquisição pode ser entendida como um investimento ou um bem de consumo? É muito comum as pessoas acharem que se trata de um investimento, mas, como educador e terapeuta financeiro, faço aqui um alerta: o imóvel de moradia é um bem de consumo, isto porque não traz retorno financeiro. Nos últimos anos, os imóveis tiveram em seus valores um aumento substancial, muito além da inflação, e, com essa valorização, todos tivemos a sensação de que ganhamos muito dinheiro. Aliás, o imóvel que antes custava R$ 100 mil, agora, custa R$ 300 mil. Se apenas olharmos por esse ângulo, podemos chegar à conclusão de que ganhamos R$ 200 mil; porém, é preciso muita cautela ao fazer essa análise. Pense que, se o imóvel onde moramos fosse um bem que, ao vendermos, pudéssemos ter lucro sem a necessidade de compra de outro imóvel para morar, aí sim a tese estaria correta; no entanto, para quem tem um único imóvel com a finalidade de moradia, essa valorização não significa um investimento. Para aqueles que possuem mais de um imóvel, um para moradia e outro – ou outros – para investimento, a dúvida é: será que vender é um bom negócio? Espero um pouco mais ou realizo a venda agora? Cada caso é um caso, é preciso fazer uma análise fria para qualquer tomada de decisão. Se pensar no possível lucro que o mesmo pode trazer, a resposta é “sim, venda”. Mas chamo a atenção no que se refere ao ganho que este imóvel vem proporcionando mensalmente como aluguel. Qual é a relação de percentual de ganho sobre o seu valor venal? Se for pela média da maioria dos imóveis – de menos de 0,50% ao mês, ou seja, menos que o rendimento da caderneta de poupança –, tecnicamente, vender seria o mais adequado, mas a análise deve ir além disso. Outro ponto que julgo importante para quem investe em imóveis é com relação à liquidez na venda; geralmente, as vendas de imóveis estão levando de seis meses a dois anos para se concretizar, por isso, recomendo, do total de patrimônio líquido, ter 60% em aplicações financeiras e 40% em imóveis. Muitas pessoas me perguntam como será a valorização dos imóveis nos próximos anos, se continuará aumentando ou acompanhando a inflação. Meu ponto de vista é que, devido aos aumentos muito acima da inflação nos últimos anos, a tendência é que os preços se estabilizem. Não acredito em quedas, mas também não acredito que vão continuar aumentando. Com isso, já que não haverá aumentos e nem acompanharão a inflação, a tendência é que, nos próximos cinco anos, os imóveis percam o seu valor, em relação ao poder de compra, em 30% a 40%. Portanto, para a conservação do patrimônio, é de extrema importância realizar um bom diagnóstico dos investimentos e se readequar a esse novo momento. Para quem já tem seu imóvel quitado e quer trocar por um maior ou melhor, é preciso calma e muita paciência neste momento. Lembre-se, se você não tem dívidas e consegue manter seus compromissos e padrão de vida adequado ao rendimento do ganho mensal, talvez deva permanecer sem se endividar. Infelizmente, milhares de brasileiros que estavam com suas casas próprias quitadas acabaram dando


67 seus imóveis como parte de pagamento para aquisição de outro e não conseguiram honrar as prestações assumidas. Sem contar que, antes de decidir por mudar para uma região melhor, é preciso conhecer o entorno desse novo imóvel, que, geralmente, aumentará o padrão de vida em 10% a 20% – devido aos gastos com padaria, escola, gasolina, supermercado, por exemplo; enfim, deve-se colocar na ponta do lápis tudo isso antes de tomar a decisão. Independente do momento vivido, registro que imóveis – quando não tiverem a finalidade de servir de residência – sempre serão um bom investimento. Para fazer uma análise correta dos custos e benefícios de adquirir um imóvel hoje, é necessária uma reflexão profunda, para que os membros da família obtenham o consenso, colocando todos os números na ponta do lápis. Isso é o que chamo de investir na educação financeira familiar.


68 Veículo: Segs Data: 18/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.segs.com.br/so-economia/158913--casa-propria-investimento-ou-bem-deconsumo.html

Casa própria - investimento ou bem de consumo? Um dos mais importantes sonhos da família brasileira é, sem dúvida, o da conquista da casa própria. Mas essa aquisição pode ser entendida como um investimento ou um bem de consumo? É muito comum as pessoas acharem que se trata de um investimento, mas, como educador e terapeuta financeiro, faço aqui um alerta: o imóvel de moradia é um bem de consumo, isto porque o mesmo não traz retorno financeiro.

Nos últimos anos, os imóveis tiveram em seus valores um aumento substancial, muito além da inflação, e, com essa valorização, todos tivemos a sensação de que ganhamos muito dinheiro. Aliás, o imóvel que antes custava R$ 100 mil, agora, custa R$ 300 mil. Se apenas olharmos por esse ângulo, podemos chegar à conclusão de que ganhamos R$ 200 mil, porém, é preciso muita cautela ao fazer essa análise.

Pense que, se o imóvel onde moramos fosse um bem que, ao vendermos, pudéssemos ter lucro sem a necessidade de compra de outro imóvel para morar, aí sim a tese estaria correta; no entanto, para quem tem um único imóvel com a finalidade de moradia, essa valorização não significa um investimento.

Para aqueles que possuem mais de um imóvel, um para moradia e outro – ou outros – para investimento, a dúvida é: será que vender é um bom negócio? Espero um pouco mais ou realizo a venda agora? Cada caso é um caso, é preciso fazer uma análise fria para qualquer tomada de decisão. Se pensar no possível lucro que o mesmo pode trazer, a resposta é “sim, venda”.

Mas chamo a atenção no que se refere ao ganho que este imóvel vem proporcionando mensalmente como aluguel. Qual é a relação de percentual de ganho sobre o seu valor venal? Se for pela média da maioria dos imóveis – de menos de 0,50% ao mês, ou seja, menos que o rendimento da caderneta de poupança –, tecnicamente, vender seria o mais adequado, mas a análise deve ir além disso.


69 Outro ponto que julgo importante para quem investe em imóveis é com relação à liquidez na venda do mesmo; geralmente, as vendas de imóveis estão levando de seis meses a dois anos para se concretizar, por isso, recomendo, do total de patrimônio líquido, ter 60% em aplicações financeiras e 40% em imóveis.

Muitas pessoas me perguntam como será a valorização dos imóveis nos próximos anos, se continuará aumentando ou acompanhando a inflação. Meu ponto de vista é que, devido aos aumentos muito acima da inflação nos últimos anos, a tendência é que os preços se estabilizem. Não acredito em quedas, mas também não acredito que vão continuar aumentando, com isso, já que não haverá aumentos e nem acompanharão a inflação, a tendência é que, nos próximos cinco anos, os imóveis percam o seu valor, em relação ao poder de compra, em 30% a 40%. Portanto, para a conservação do patrimônio, é de extrema importância realizar um bom diagnóstico dos investimentos e se readequar a esse novo momento.

Para quem já tem seu imóvel quitado e quer trocar por um maior ou melhor, é preciso calma e muita paciência neste momento. Lembre-se, se você não tem dívidas e consegue manter seus compromissos e padrão de vida adequado ao rendimento do ganho mensal, talvez, deva permanecer sem se endividar.

Infelizmente, milhares de brasileiros que estavam com suas casas próprias quitadas acabaram dando seus imóveis como parte de pagamento para aquisição de outro e não conseguiram honrar as prestações assumidas.

Sem contar que, antes de decidir por mudar para uma região melhor, é preciso conhecer o entorno desse novo imóvel, que, geralmente, aumentará o padrão de vida em 10% a 20% – devido aos gastos com padaria, escola, gasolina, supermercado, por exemplo –; enfim, deve-se colocar na ponta do lápis tudo isso antes de tomar a decisão.

Independente do momento vivido, registro que imóveis – quando não tiverem a finalidade de servir de residência – sempre serão um bom investimento. Para fazer uma análise correta dos custos e benefícios de adquirir um imóvel hoje, é necessária uma reflexão profunda, para que os membros da família obtenham o consenso, coloando todos os números na ponta do lápis. Isso é o que chamo de investir na educação financeira familiar.

Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


70 Veículo: Cidade Verde Data: 17/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.cidadeverde.com/anaalise-casa-para-moradia-naao-ae-investimento-e-sim-bem-deconsumo-162777

Análise: casa para moradia não é investimento e sim bem de consumo Nos últimos anos, os imóveis tiveram em seus valores um aumento substancial, muito além da inflação, e, com essa valorização, todos tivemos a sensação de que ganhamos muito dinheiro.

Um imóvel que antes custava R$ 100 mil, agora, custa R$ 300 mil. Se apenas olharmos por esse ângulo, podemos chegar à conclusão de que ganhamos R$ 200 mil, porém, é preciso muita cautela ao fazer essa análise.


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Para o educador financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, Reinaldo Domingos, a conquista da casa própria, um dos maiores sonhos do brasileiro, não pode ser considerada um investimento e sim um bem de consumo.

Ele explica que se o imóvel onde moramos fosse um bem que, ao vendermos, teríamos um lucro sem a necessidade de compra de outro imóvel para mora. "Aí sim a tese estaria correta; no entanto, para quem tem um único imóvel com a finalidade de moradia, essa valorização não significa um investimento", reforça o educador.

O educador enfatiza ainda que milhares de brasileiros que estavam com suas casas próprias quitadas acabaram dando seus imóveis como parte de pagamento para aquisição de outro e não conseguiram honrar as prestações assumidas.

Além disso, ele alerta que ao decidir por mudar para uma região melhor, é preciso conhecer o entorno desse novo imóvel, que, geralmente, aumentará o padrão de vida em 10% a 20% – devido aos gastos com padaria, escola, gasolina, supermercado, por exemplo. "Enfim, deve-se colocar na ponta do lápis tudo isso antes de tomar a decisão", aconselha.


72 Veículo: MSN Data: 16/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://dinheiro.br.msn.com/casa-para-moradia-n%C3%A3o-%C3%A9-investimento-e-sim-

bem-de-consumo-alerta-educador

Casa para moradia não é investimento e sim bem de consumo, alerta educador Conquista da casa própria, um dos maiores sonhos do brasileiro

Imóvel para morar não pode ser considerado investimento (Getty Images)

SÃO PAULO - Nos últimos anos, os imóveis tiveram em seus valores um aumento substancial, muito além da inflação, e, com essa valorização, todos tivemos a sensação de que ganhamos muito dinheiro. Um imóvel que antes custava R$ 100 mil, agora, custa R$ 300 mil. Se apenas olharmos por esse ângulo, podemos chegar à conclusão de que ganhamos R$ 200 mil, porém, é preciso muita cautela ao fazer essa análise. Para o educador financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, Reinaldo Domingos, a conquista da casa própria, um dos maiores sonhos do brasileiro, não pode ser considerada um investimento e sim um bem de consumo. Ele explica que se o imóvel onde moramos fosse um bem que, ao vendermos, teríamos um lucro sem a necessidade de compra de outro imóvel para mora. "Aí sim a tese estaria correta; no entanto, para quem tem um único imóvel com a finalidade de moradia, essa valorização não significa um investimento", reforça o educador. O educador enfatiza ainda que milhares de brasileiros que estavam com suas casas próprias quitadas acabaram dando seus imóveis como parte de pagamento para aquisição de outro e não conseguiram honrar as prestações assumidas. Além disso, ele alerta que ao decidir por mudar para uma região melhor, é preciso conhecer o entorno desse novo imóvel, que, geralmente, aumentará o padrão de vida em 10% a 20% – devido aos gastos


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com padaria, escola, gasolina, supermercado, por exemplo. "Enfim, deve-se colocar na ponta do lĂĄpis tudo isso antes de tomar a decisĂŁo", aconselha.


74 Veículo: Infomoney Data: 16/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.infomoney.com.br/ultimas-noticias/noticia/3353077/casa-para-moradia-nao-

investimento-sim-bem-consumo-alerta-educador


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76 Veículo: Administradores Data: 15/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/mercado-de-veiculos-esta-em-

baixa-e-hora-de-comprar/77446/

Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? Principal motivo é alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico

Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o em abril com queda de 12% nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5% nas vendas e redução de 12% na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Essa queda é gerada por vários motivos, principalmente pelo alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico, que demonstra a necessidade de cautela. Além disso, também ocorreu a volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que refletiu no aumento no preço dos veículos. Quem quer aproveitar esse momento para melhor negociar essa compra, com certeza encontrará muitas promoções, pois os pátios das fábricas estão abarrotados e com as vendas de automóveis em queda o poder de argumentação é muito maior. Lembrando que as montadoras precisam fazer caixa, pelo menos 11 delas já anunciaram medidas para diminuir a produção no país, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite do consumidor. Contudo, além dessa questão, o grande problema que observo é que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará mensalmente, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, manutenção, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas.


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Em média, o custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro, assim, manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais. Para saber o momento certo de adquirir um veículo é preciso descobrir em que situação financeira o consumidor se encontra, para tanto separo em três grupos a situação das finanças pessoais: os endividados, os equilibrados financeiramente e os poupadores, e cada um desses grupos devem tratar a compra de formas diferentes. Os endividados não devem nem pensar em comprar um veículo nesse momento, a prioridade deve ser sair das dívidas e um custo a mais em seu orçamento é praticamente assinar o certificado de falência financeira. A prioridade no momento deve ser resolver os problemas com finanças pessoais, reduzindo gastos desnecessários e caso tenha o sonho de ter um veículo, este deve ser planejado em um prazo longo de tempo, quando, além do fim das dívidas, essa pessoa já tenha feito uma poupança que dará a garantida de que pode comprar com reservas para os gastos extras que terá. Os equilibrados financeiramente também preocupam, pois, por não possuírem dívidas pensam que essa é hora de “investir” em um novo veículo ou em trocar o que já possui, agindo por impulso. Mas, não percebem que não possuem dinheiro em caixa para comprar à vista e que para um financiamento longo é necessário planejamento. Tornando esta compra o grande passo para sair do equilíbrio financeiro, se tornando endividado. Sem contar que se esquece do valor de manutenção que este veículo acrescentará em seu orçamento financeiro. O consumidor equilibrado deve refletir sobre se realmente quer esse bem de consumo, e caso a resposta seja positiva, iniciar imediatamente uma poupança, que terá como objetivo a troca., nunca se esquecendo dos gastos extras. Para os poupadores o momento é de análise, tendo que refletir se é realmente necessário um novo veículo, se for e tiver dinheiro para compra a vista, essa é uma boa hora. Se faltar alguma quantia que terá que financiar,pode até fazer, mas, cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento mensal e que também tenha dinheiro para os gastos de manutenção. Caso a pessoa já possua um veículo e queira outro, terá que refletir quais as vantagens de um novo carro e se os gastos de dois veículos não são arriscados. Sempre reforço que um veículo não é investimento, em função de sua rápida desvalorização. O consumo de bens deve sempre estar associado a reais necessidades e não a impulsos consumistas do momento.


78 Veículo: Investimentos e Notícias Data: 15/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/casa-propriainvestimento-ou-bem-de-consumo-2.html


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80 Veículo: revista Pet Center Data: 15/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.revistapetcenter.com.br/materias/ler-materia/131/planejamento-sucessorio-reducaode-riscos

Planejamento sucessório: redução de riscos “Organizações dos negócios pet que almejam a longevidade não podem ter administradores ou funcionários insubstituíveis”

Foto meramente ilustrativa: Divulgação

Se hoje uma fatalidade qualquer obrigá-lo a abandonar definitivamente seu cargo na direção de sua empresa, o que aconteceria com ela? A resposta ideal para essa pergunta é que a companhia não seria afetada de maneira alguma, pois sua sucessão já havia sido devidamente planejada. Porém, ao se confrontarem com esse tipo de situação, muitas empresas vivem uma realidade bem diferente, que pode envolvê-las em desgastantes contendas judiciais ou até levá-las ao encerramento de suas atividades. Casos de empresas que não sobrevivem ao fim do casamento de seus proprietários são bastante conhecidos. Também não são raros os problemas ocasionados por herdeiros que disputam o controle da sociedade depois do afastamento do familiar que comandava a companhia, ou pela inclusão do patrimônio da empresa na divisão de bens decorrente do divórcio de um de seus sócios. Indesejadas, mas não imprevisíveis essas situações geralmente acontecem por inexperiência e desinformação, pois existem várias formas de se evitá-las.


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Assim como a elaboração de um plano de negócios antes da abertura de uma empresa reduz os riscos do empreendimento, o planejamento sucessório é essencial para assegurar sua continuidade por mais de uma geração. Por isso, é aconselhável inseri-lo na formulação do estatuto social. Além das cláusulas que identificam os sócios e definem os objetivos da nova empresa, o contrato também enfoca a dissolução da sociedade e eventual morte de algum dos sócios, mas frequentemente esses tópicos não recebem a devida atenção. É importante que essas cláusulas prevejam todos os possíveis problemas, como também invalidez de um dos titulares, divórcio, divergências entre sócios, etc. Elas também devem nomear os sucessores dos atuais dirigentes na eventualidade de seu afastamento ou, ao menos, indicar um mediador decisório para essa ocasião. Como, normalmente, a empresa conta com a assessoria de uma empresa contábil para a elaboração de seu estatuto, ela pode se valer da experiência desses assessores para ser corretamente orientada nesse aspecto. À medida que o empreendimento se solidifica, outras providências devem ser tomadas. Uma delas refere-se à sua profissionalização. Num primeiro momento, os cargos estratégicos ou de confiança comumente são ocupados pelos sócios ou por seus familiares. A manutenção dessa política baseada no parentesco e não na competência, porém, pode prejudicar seriamente a competitividade da empresa. A solução, nesse caso, é buscar nos mercados profissionais aptos para exercer tais funções. Esse é, sem dúvida, um momento delicado na vida das empresas e, para superá-lo, a contratação de consultorias ou de advogados especializados em gestão sucessória pode ser fundamental. A profissionalização é um instrumento muito útil para combater outra tendência bastante nociva aos negócios: a concentração do comando e das informações vitais em uma única pessoa. Quanto mais descentralizados forem a administração e os processos operacionais, menor será o impacto sofrido pela empresa por conta da ausência de qualquer de seus membros. Organizações dos negócios pet que almejam a longevidade não podem ter administradores ou funcionários insubstituíveis. Os manuais de procedimentos, nos quais são detalhadas as diversas funções, devem ser elaborados por qualquer empresa, mesmo pelas que não pretendam obter uma certificação de qualidade. Outra maneira de se evitar conflitos sucessórios é a criação de um holding (sociedade que tem por objeto a sua participação no capital de outras) familiar, que se tornará a proprietária de todos os bens da família, inclusive das cotas pessoais do sócio da empresa. Em outras palavras, a holding – e não mais um membro da família – passa a ser a sócia do empreendimento. Com isso, o estatuto do holding fará às vezes do inventário familiar e nele serão definidas, entre outras coisas, a participação no capital social e a função de cada sucessor na hipótese de afastamento dos atuais dirigentes. Por fim, conhecer a tributação de heranças e doações, bem como o Imposto de Renda incidente sobre os patrimônios, é


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imprescindível para que o empresário possa assegurar a continuidade de seus negócios e proteger o patrimônio de sua família. Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro. Presidente do Instituto DiSOP de Educação Financeira e publicou os livros Terapia Financeira (2007) e O Menino do Dinheiro (2008), ambos pela Editora Gente.


83 Veículo: Segs Data: 15/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.segs.com.br/categoria-veiculos/158756--mercado-de-veiculos-esta-em-baixa-e-horade-comprar.html

Mercado de veículos está em baixa - é hora de comprar? Os últimos meses estão sendo marcados pela queda de vendas de veículos novos no Brasil. Os números apontam que a indústria automobilística encerrou o em abril com queda de 12% nas vendas frente ao mesmo mês do ano passado. Em todo 2014 o setor acumula redução de 5% nas vendas e redução de 12% na produção, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Essa queda é gerada por vários motivos, principalmente pelo alto endividamento da população nos últimos anos e o panorama econômico, que demonstra a necessidade de cautela. Além disso, também ocorreu a volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que refletiu no aumento no preço dos veículos. Quem quer aproveitar esse momento para melhor negociar essa compra, com certeza encontrará muitas promoções, pois os pátios das fábricas estão abarrotados e com as vendas de automóveis em queda o poder de argumentação é muito maior. Lembrando que as montadoras precisam fazer caixa, pelo menos 11 delas já anunciaram medidas para diminuir a produção no país, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite do consumidor. Contudo, além dessa questão, o grande problema que observo é que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará mensalmente, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, manutenção, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas. Em média, o custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro, assim, manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais. Para saber o momento certo de adquirir um veículo é preciso descobrir em que situação financeira o consumidor se encontra, para tanto separo em três grupos a situação das finanças pessoais: os endividados, os equilibrados financeiramente e os poupadores, e cada um desses grupos devem tratar a compra de formas diferentes. Os endividados não devem nem pensar em comprar um veículo nesse momento, a prioridade deve ser sair das dívidas e um custo a mais em seu orçamento é praticamente assinar o certificado de falência financeira. A prioridade no momento deve ser resolver os problemas com finanças pessoais, reduzindo gastos desnecessários e caso tenha o sonho de ter um veículo, este deve ser planejado em um prazo


84 longo de tempo, quando, além do fim das dívidas, essa pessoa já tenha feito uma poupança que dará a garantida de que pode comprar com reservas para os gastos extras que terá.

Os equilibrados financeiramente também preocupam, pois, por não possuírem dívidas pensam que essa é hora de “investir” em um novo veículo ou em trocar o que já possui, agindo por impulso. Mas, não percebem que não possuem dinheiro em caixa para comprar à vista e que para um financiamento longo é necessário planejamento. Tornando esta compra o grande passo para sair do equilíbrio financeiro, se tornando endividado. Sem contar que se esquece do valor de manutenção que este veículo acrescentará em seu orçamento financeiro. O consumidor equilibrado deve refletir sobre se realmente quer esse bem de consumo, e caso a resposta seja positiva, iniciar imediatamente uma poupança, que terá como objetivo a troca., nunca se esquecendo dos gastos extras. Para os poupadores o momento é de análise, tendo que refletir se é realmente necessário um novo veículo, se for e tiver dinheiro para compra a vista, essa é uma boa hora. Se faltar alguma quantia que terá que financiar, pode até fazer, mas, cuidado para que a parcela caiba em seu orçamento mensal e que também tenha dinheiro para os gastos de manutenção. Caso a pessoa já possua um veículo e queira outro, terá que refletir quais as vantagens de um novo carro e se os gastos de dois veículos não são arriscados. Sempre reforço que um veículo não é investimento, em função de sua rápida desvalorização. O consumo de bens deve sempre estar associado a reais necessidades e não a impulsos consumistas do momento. Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, autor do best seller Terapia Financeira e dos lançamentos Sabedoria Financeira e Papo Empreendedor.


85 Veículo: Vila Mulher Data: 15/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://vilamulher.com.br/dinheiro/noticias/compras-por-impulso-uma-epidemia-nacional-5-111475138-335.html

COMPRAS POR IMPULSO, UMA EPIDEMIA NACIONAL Segundo dados divulgados hoje pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), mais da metade dos brasileiros (52%) assume que já fez pelo menos uma compra por impulso nos últimos três meses. As pessoas colocam a culpa nas promoções, propagandas e facilidades de pagamento, quando, na verdade, a causa é apenas uma: falta de educação financeira. Os dados são alarmantes. De acordo com a pesquisa, 52% dos brasileiros acreditam que o crédito é algo positivo, pois ajuda a realizar sonhos; outros 30% pensam que serve para momentos de emergência e apenas 7% admitem que incentiva o descontrole. Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, o primeiro passo para se tornar um consumidor consciente é fazer a análise do orçamento financeiro familiar. "Saiba exatamente qual é o seu padrão de vida, quanto você ganha e quais são as suas despesas essenciais. Ter esses valores em mente ajuda a conter os instintos consumistas". Dívidas e mais dívidas - 35% dos entrevistados assumiram não ter o costume de consultar o extrato bancário antes de fazer uma compra. Todos esses pontos levam as pessoas a fazerem parte dos altos índices de endividamento e inadimplência. Ainda de acordo com a pesquisa, 67% dos consumidores já ficaram com o nome sujo pelo menos uma vez, sendo que 20% ficaram mais de três anos nesta situação e 13% entre um ano e três anos. A solução - A falta de educação financeira é, sem dúvida, a maior responsável. Nossos avós e pais não foram educados financeiramente e, claro, não transmitiram esses hábitos e isso se torna um ciclo vicioso com crianças crescendo sem um respaldo sobre o uso e a administração do dinheiro. Por esse motivo, milhares de escolas em todo o país já estão inserindo Educação Financeira em sua grade curricular. "É assim que começaremos a mudar a realidade, ajudando a formar uma sociedade menos impulsiva e mais consciente e sustentável"completa o especialista.


86 Veículo: Rádio Globo Data: 14/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://radioglobo.globoradio.globo.com/boa-tarde-globo/2014/05/14/O-PRINCIPAL-E-SABER-SEAS-COMPRAS-CABEM-NO-ORCAMENTO-PARA-EVITAR-DIVIDAS-AFIRMA-EDUC.htm

"O principal é saber se as compras cabem no orçamento para evitar dívidas", afirma educador financeiro Confira as dicas do educador financeiro Reinaldo Domingos para evitar as compras por impulso

Compulsão por compras

Ouça a entrevista!

Duração: 00:13:08

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87 Veículo: blog Finanças em Casa (Infomoney) Data: 14/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.infomoney.com.br/blogs/financas-em-casa/post/3348062/investir-bem-para-casarbem


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90 Veículo: Tribuna da Bahia Data: 14/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/05/14/falta-de-educacao-financeira-a-maiorresponsavel-pelas-compras-por-impulso

Falta de educação financeira é a maior responsável pelas compras por impulso

Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (14/05) pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), mais da metade dos brasileiros (52%) assume que já fez pelo menos uma compra por impulso nos últimos três meses. As pessoas colocam a culpa nas promoções, propagandas e facilidades de pagamento, quando, na verdade, a causa é apenas uma: falta de educação financeira. Ter ciência da vida financeira e planejar antes de comprarsão hábitos que nunca foram ensinados e, por isso, não se tornaram um comportamento. Outro exemplo disso é o dado da mesma pesquisa do SPC, de que 52% dos brasileiros acreditam que o crédito é algo positivo, pois ajuda a


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realizar sonhos; outros 30% pensam que serve para momentos de emergência e apenas 7% admitem que incentiva o descontrole. Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, o primeiro passo para se tornar um consumidor consciente é fazer a análise do orçamento financeiro familiar. “Saiba exatamente qual é o seu padrão de vida, quanto você ganha e quais são as suas despesas essenciais. Ter esses valores em mente ajuda a conter os instintos consumistas”. Essa orientação é de extrema importância, uma vez que 35% dos entrevistados pelo SPC assumiram não ter o costume de consultar o extrato bancário antes de fazer uma compra. Todos esses pontos levam as pessoas a fazerem parte dos altos índices de endividamento e inadimplência. Ainda de acordo com a pesquisa, 67% dos consumidores já ficaram com o nome sujo pelo menos uma vez, sendo que 20% ficaram mais de três anos nesta situação e 13% entre um ano e três anos. Para o educador financeiro, a falta de educação financeira é, sem dúvida, a maior responsável. “Nossos avós e pais não foram educados financeiramente e, claro, não transmitiram esses hábitos e isso se torna um ciclo vicioso, com crianças crescendo sem um respaldo sobre o uso e a administração do dinheiro. Por esse motivo, milhares de escolas em todo o país já estão inserindo Educação Financeira em sua grade curricular. É assim que começaremos a mudar a realidade, ajudando a formar uma sociedade menos impulsiva e mais consciente e sustentável”.


92 Veículo: Jornal do SBT Data: 14/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/41667/Mais-da-metade-dos-brasileiros-compram-porimpulso.html#.U3N68PldXqV


93 Veículo: UOL Data: 13/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2014/05/13/cinco-dicas-de-como-nao-

perder-o-controle-financeiro-durante-a-copa.htm

Cinco dicas de como não perder o controle financeiro durante a Copa SÃO PAULO – Faltando um mês para o Copa do Mundo da Fifa, os consumidores e torcedores brasileiros começam a se preparar para o evento. Nesse período, a população fica mais focada nos jogos e em ritmo de comemoração, o que significa aumento de gastos, desde compra de eletrônicos até alimentação. Para não correr o risco de deixar o orçamento no vermelho, o educador financeiro Reinaldo Domingos, recomenda que os consumidores fiquem atentos aos gastos. Por isso, o primeiro passo é saber da real situação financeira em que se encontra. "Se você não tem controle da sua condição financeira, como poderá se comprometer com algum gasto?", comenta. Caso não haja essa preocupação agora, as consequências poderão ser negativas e duradouras, comprometendo as finanças durante meses. Além disso, não se pode esquecer que, daqui dois anos, o País será palco de mais um grande evento esportivo: as Olimpíadas de 2016. Veja abaixo cinco dicas de como se manter dentro do planejamento financeiro: 1- Jogos Caso não tenha conseguido ingressos para assistir os jogos da Copa no estádio, não compre entradas de cambistas, pois além de eles serem falsificados, você ainda vai pagar preços exorbitantes. 2- Viagem Se for viajar para outra cidade para assistir aos jogos, pesquise com antecedência passagens e estadia. Os preços já estão altos e ficarão ainda maiores para quem deixar para a última hora.


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3- Gastos fixos Estabeleça valores a serem gastos no período, separando uma quantia que não trará grande impacto no orçamento dos próximos meses. 4- Torcedores Uma boa opção é se planejar com antecedência para assistir aos jogos com amigos. É preciso levantar o que será servido, como bebidas e comidas, quanto será investido de dinheiro e, então, dividir com todos. 5- Eletrônicos Não é por causa da Copa que precisa trocar todos os eletrônicos, como TV, computador, celular, entre outros. Este momento, talvez, não seja uma boa hora para isso. Mas, se realmente achar necessário, pesquise na internet e em diversas lojas em busca do melhor preço.


95 Veículo: Capef Data: 13/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.capef.com.br/site/educacaointerna.aspx?id=26789

Educação Previdenciária

5 dicas para não perder o controle financeiro na Copa 13/5/2014

Faltando um mês para o Copa do Mundo da Fifa, os consumidores e brasileiros começam a se preparar para o evento. Nesse período, a p mais focada nos jogos e em ritmo de comemoração, o que significa a gastos, desde compra de eletrônicos até alimentação.

Para não correr o risco de deixar o orçamento no vermelho, o educa Reinaldo Domingos, recomenda que os consumidores fiquem atento Por isso, o primeiro passo é saber da real situação financeira em que “Se você não tem controle da sua condição financeira, como poderá comprometer com algum gasto?”, comenta.

Caso não haja essa preocupação agora, as consequências poderão s duradouras, comprometendo as finanças durante meses. Além disso esquecer que, daqui dois anos, o País será palco de mais um grande esportivo: as Olimpíadas de 2016.

Veja abaixo cinco dicas de como se manter dentro do planejamento


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97 Veículo: BOL Data: 13/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/05/13/cinco-dicas-de-como-naoperder-o-controle-financeiro-durante-a-copa.htm

Cinco dicas de como não perder o controle financeiro durante a Copa SÃO PAULO – Faltando um mês para o Copa do Mundo da Fifa, os consumidores e torcedores brasileiros começam a se preparar para o evento. Nesse período, a população fica mais focada nos jogos e em ritmo de comemoração, o que significa aumento de gastos, desde compra de eletrônicos até alimentação. Para não correr o risco de deixar o orçamento no vermelho, o educador financeiro Reinaldo Domingos, recomenda que os consumidores fiquem atentos aos gastos. Por isso, o primeiro passo é saber da real situação financeira em que se encontra. "Se você não tem controle da sua condição financeira, como poderá se comprometer com algum gasto?", comenta. Caso não haja essa preocupação agora, as consequências poderão ser negativas e duradouras, comprometendo as finanças durante meses. Além disso, não se pode esquecer que, daqui dois anos, o País será palco de mais um grande evento esportivo: as Olimpíadas de 2016. Veja abaixo cinco dicas de como se manter dentro do planejamento financeiro: 1- Jogos Caso não tenha conseguido ingressos para assistir os jogos da Copa no estádio, não compre entradas de cambistas, pois além de eles serem falsificados, você ainda vai pagar preços exorbitantes. 2- Viagem Se for viajar para outra cidade para assistir aos jogos, pesquise com antecedência passagens e estadia. Os preços já estão altos e ficarão ainda maiores para quem deixar para a última hora. 3- Gastos fixos Estabeleça valores a serem gastos no período, separando uma quantia que não trará grande impacto no orçamento dos próximos meses. 4- Torcedores Uma boa opção é se planejar com antecedência para assistir aos jogos com amigos. É preciso levantar o que será servido, como bebidas e comidas, quanto será investido de dinheiro e, então, dividir com todos.


98 5- Eletrônicos Não é por causa da Copa que precisa trocar todos os eletrônicos, como TV, computador, celular, entre outros. Este momento, talvez, não seja uma boa hora para isso. Mas, se realmente achar necessário, pesquise na internet e em diversas lojas em busca do melhor preço.


99 Veículo: Yahoo! Data: 13/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: https://br.noticias.yahoo.com/cinco-dicas-perder-controle-financeiro-durante-copa-114000869-finance.html

Cinco dicas de como não perder o controle financeiro durante a Copa SÃO PAULO – Faltando um mês para o Copa do Mundo da Fifa, os consumidores e torcedores brasileiros começam a se preparar para o evento. Nesse período, a população fica mais focada nos jogos e em ritmo de comemoração, o que significa aumento de gastos, desde compra de eletrônicos até alimentação. Para não correr o risco de deixar o orçamento no vermelho, o educador financeiro Reinaldo Domingos, recomenda que os consumidores fiquem atentos aos gastos. Por isso, o primeiro passo é saber da real situação financeira em que se encontra. “Se você não tem controle da sua condição financeira, como poderá se comprometer com algum gasto?”, comenta. Caso não haja essa preocupação agora, as consequências poderão ser negativas e duradouras, comprometendo as finanças durante meses. Além disso, não se pode esquecer que, daqui dois anos, o País será palco de mais um grande evento esportivo: as Olimpíadas de 2016. Veja abaixo cinco dicas de como se manter dentro do planejamento financeiro: 1- Jogos Caso não tenha conseguido ingressos para assistir os jogos da Copa no estádio, não compre entradas de cambistas, pois além de eles serem falsificados, você ainda vai pagar preços exorbitantes. 2- Viagem Se for viajar para outra cidade para assistir aos jogos, pesquise com antecedência passagens e estadia. Os preços já estão altos e ficarão ainda maiores para quem deixar para a última hora. 3- Gastos fixos Estabeleça valores a serem gastos no período, separando uma quantia que não trará grande impacto no orçamento dos próximos meses.


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4- Torcedores Uma boa opção é se planejar com antecedência para assistir aos jogos com amigos. É preciso levantar o que será servido, como bebidas e comidas, quanto será investido de dinheiro e, então, dividir com todos. 5- Eletrônicos Não é por causa da Copa que precisa trocar todos os eletrônicos, como TV, computador, celular, entre outros. Este momento, talvez, não seja uma boa hora para isso. Mas, se realmente achar necessário, pesquise na internet e em diversas lojas em busca do melhor preço.


101 Veículo: Jornal do Commercio Data: 13/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.jcam.com.br/noticias_livre_detalhe.asp?n=41541&tit=Jogos%20podem%20abalar %20finan%E7as%20pessoais

Jogos podem abalar finanças pessoais Depois de passar por diversos países, chegou a vez de o Brasil sediar a Copa do Mundo. A ocasião já está mexendo significativamente com a economia do país e, por isso, os brasileiros devem se planejar para esse megaevento, que tem início daqui há um mês. Nesse período, a população estará focada nos jogos, em ritmo de comemoração, o que significa aumento de gastos, desde compra de eletrônicos – como uma TV nova, por exemplo – até alimentação. Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, é preciso ficar atento para que um único período não desequilibre toda uma vida financeira. O que é para ser diversão pode facilmente se tornar um pesadelo, se não for bem planejado, contribuindo para o aumento dos índices de endividamento e inadimplência do país. Por isso, o primeiro passo é saber da real situação financeira em que se encontra. “Se você não tem controle da sua condição financeira, como poderá se comprometer com algum gasto?”, comenta Domingos. Grande parte da população não é educada financeiramente e, por esse motivo, tem dificuldade em organizar as finanças. Então, após tomar ciência da condição financeira, há outros pontos a serem levados em consideração.

Cuidado com a empolgação É preciso ponderar, pois, caso contrário, se for tomado pela animação do momento, acabará comprando mais do que pode e precisa. “Copa é momento de alegria e festa, mas não pode ser sinônimo de endividamento”, ressalta o educador. Caso não haja essa preocupação agora, as consequências poderão ser negativas e duradouras, comprometendo o orçamento financeiro pessoal/familiar durante meses. Além disso, não se pode esquecer que, daqui dois anos, o país será palco de mais um grande evento esportivo: as Olimpíadas.


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Portanto, esse é um ótimo momento para já começar a se educar financeiramente, mudando os hábitos com relação ao uso e à administração do dinheiro.


103 Veículo: iG Data: 12/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/2014-05-12/micro-e-pequena-empresaimpulsionam-credito.html

Micro e pequena empresa impulsionam crédito Desembolso para capital de giro em 2013 foi o maior desde 2007, segundo o BC; companhias pequenas respondem por 60% dos contratantes As micro e pequenas empresas (MPEs) estão recorrendo mais ao crédito para capital de giro para expandir as operações e quitar dívidas. Segundo o Banco Central (BC), em dezembro de 2013, o total emprestado em capital de giro era de R$ 388 bilhões, sendo que cerca de 60% dos contratantes foram micro e pequenas empresas. No mesmo mês de 2012, o valor era de R$ 366,4 bilhões. O valor no ano passado foi o maior da série histórica do BC, iniciada em 2007. Com a maior demanda das empresas, os bancos estão ampliando as linhas de crédito para micro e pequenas empresas e oferecendo taxas de juros mais atrativas, quando comparadas às oferecidas a grandes companhias.

Confira cinco dicas para utilizar o crédito para capital de giro:


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O Santander, por exemplo, liberou R$ 2 bilhões em capital de giro para companhias de pequeno porte no fim do ano passado. Na avaliação de Jesús Zabalza, presidente do banco no Brasil, o incentivo à expansão as MPEs é fundamental para o crescimento do País."Vamos investir de maneira constante no segmento”, reforça ele, ao iG. No mesmo caminho, o HSBC planeja aumentar em 12% a carteira de MPEs neste ano e passou a segmentar pacotes. Há opções de capital de giro para franquias e operações internacionais, por exemplo. -Leia também: "O problema das startups não é falta de dinheiro” diz presidente do BNDES "As pequenas empresas são estratégicas no Brasil e estão no nosso foco. O ideal é sempre conversar com o gerente para avaliar as linhas mais acessíveis porque nem sempre o capital de giro é o mais adequado", aconselha Marcelo Aleixo, superintendente-executivo de pequenas e médias empresas do HSBC. As MPEs representam 90% da carteira de pessoas jurídicas da Caixa. Em 2013, o banco ofereceu 50% a mais de crédito a essas companhias em relação a 2012 — um total de R$ 15 bilhões em crédito. "Para 2014, estão sendo realizadas ações para fomentar a continuidade deste crescimento, bem como garantir a qualidade do atendimento", destaca Regina de Melo, superintendente nacional de estratégia e micro e pequeno empreendedorismo. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê a liberação de R$ 3 bilhões para capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em 2014 por meio do Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren). Além desse valor, R$ 2 bilhões serão destinados a grandes companhias. Só nos quatro primeiros meses deste ano, as micro, pequenas e médias empresas desembolsaram R$ 775 milhões em capital de giro pelo BNDES. Em 2012, o montante era de R$ 3,6 bilhões no mesmo período, incluindo aportes para grandes empresas. Segundo o BNDES, não há dados anteriores exclusivos de micro, pequenos e médios negócios.

Até abril deste ano, o BNDES utilizou a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) no Progeren, taxa inferior à Selic cobrada no aporte a grandes companhias.


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Enquanto a TJLP ficou em 0,4167% em abril, a taxa básica esteve em 0,82% no mesmo mês. Expansão da rede O empresário Juliano Perez Simões, de 28 anos, proprietário da rede Paulinhos Grill, recorreu ao capital de giro do BNDES em 2012 para abrir a segunda unidade do restaurante, na Alameda Jaú, em São Paulo — a primeira está localizada na Avenida Paulista.

"Pegamos R$ 700 mil para montar a loja. O crédito é essencial para a empresa crescer com mais vigor", avalia o empresário. Ao contrário de Simões, Lucas Contraifer, de 29 anos, dono da agência de publicidade carioca Café das 4, recorreu ao capital de giro "para estancar a hemorragia financeira da companhia". "Peguei R$ 20 mil em 2011 para pagar contas mensais, como salário dos funcionários e aluguel. É assustador ver a empresa com dívidas, mas foi bom para percebermos que nem sempre é possível ganhar no mundo dos negócios", analisa Contraifer. Hoje, no terceiro ano de operação da agência, o empresário conta que a agência já se mantém sozinha. Mas para se preparar para outros imprevisos, ele criou a fundos de investimento. "Tenho um exclusivo para bancar a expansão da empresa. Mudamos de escritório três vezes e devemos trocar de sede em breve novamente", afirma. Segundo Reinaldo Domingos, educador financeiro e autor do livro "Papo Empreendedor" (Editora DSOP), o crédito para capital de giro deve ser evitado ao máximo, como qualquer tipo de empréstimo, por conta da alta taxa de juros.

“Se a empresa não tem dinheiro para se manter ou expandir, é sinal de que o empreendedor precisa repensar o seu negócio" (Reinaldo Domingos, educador financeiro) Alguns bancos, como o BNDES, por exemplo, utilizam a taxa Selic (a taxa básica de juros), que teve sua 9ª alta consecutiva em abril e atualmente está em 11% ao ano.

Conseguir crédito também não é facil. Há empresas que têm o empréstimo negado por conta do maior cuidado dos bancos em relação à inadimplência, alerta Domingos.


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Segundo a Serasa Experian, a inadimplência de pessoas jurídicas subiu 2,5% em 2013. Apesar da alta, esse foi o melhor resultado dos últimos dois anos. Em 2012, o levantamento indicou avanço de 10,4% da inadimplência e, em 2011, de 19%. Para utilizar melhor o capital de giro, é importante colocar no papel o que a empresa tem a pagar e a receber. Com uma planilha, é possível analisar a necessidade de dinheiro e a capacidade de quitar as dívidas. "Corte gastos para evitar a necessidade de um novo empréstimo. Se a empresa não tem dinheiro para se manter ou expandir, é sinal de que o empreendedor precisa repensar o seu negócio", orienta Domingos.


107 Veículo: Bem Paraná Data: 12/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.bemparana.com.br/noticia/324847/educador-financeiro-da-orientacoes-paratorcedor-curtir-a-copa-do-mundo-sem-sustos

Educador financeiro dá orientações para torcedor curtir a Copa do Mundo sem sustos Depois de passar por diversos países, chegou a vez de o Brasil sediar a Copa do Mundo. A ocasião já está mexendo significativamente com a economia do país e, por isso, os brasileiros devem se planejar para esse megaevento, que tem início daqui há um mês. Nesse período, a população estará focada nos jogos, em ritmo de comemoração, o que significa aumento de gastos, desde compra de eletrônicos – como uma TV nova, por exemplo – até alimentação. Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, é preciso ficar atento para que um único período não desequilibre toda uma vida financeira. O que é para ser diversão pode facilmente se tornar um pesadelo, se não for bem planejado, contribuindo para o aumento dos índices de endividamento e inadimplência do país. Por isso, o primeiro passo é saber da real situação financeira em que se encontra. “Se você não tem controle da sua condição financeira, como poderá se comprometer com algum gasto?”, comenta Domingos. Grande parte da população não é educada financeiramente e, por esse motivo, tem dificuldade em organizar as finanças. Então, após tomar ciência da condição financeira, há outros pontos a serem levados em consideração. É preciso ponderar, pois, caso contrário, se for tomado pela animação do momento, acabará comprando mais do que pode e precisa. “Copa é momento de alegria e festa, mas não pode ser sinônimo de endividamento”, ressalta o educador. Caso não haja essa preocupação agora, as consequências poderão ser negativas e duradouras, comprometendo o orçamento financeiro pessoal/familiar durante meses. Além disso, não se pode esquecer que, daqui dois anos, o país será palco de mais um grande evento esportivo: as Olimpíadas. Portanto, esse é um ótimo momento para já começar a se educar financeiramente, mudando os hábitos com relação ao uso e à administração do dinheiro.


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Veja algumas dicas do educador financeiro: Caso não tenha conseguido ingressos para assistir os jogos da Copa, não cometa loucuras, pagando exorbitâncias para cambistas. Além de ser um crime, há o risco de ser falsificado e dos valores descontrolarem as contas da família; Se for viajar para outra cidade para assistir aos jogos, pesquise com antecedência passagens e estadia. Os preços já estão exorbitantes e ficarão ainda maiores para quem deixar para a última hora; Estabeleça valores a serem gastos no período, separando uma quantia que não trará grande impacto no orçamento dos próximos meses; Uma boa pedida é se planejar com antecedência para assistir aos jogos com amigos. É preciso levantar o que será servido: bebidas e comidas, quanto será investido de dinheiro e, então, dividir com todos. Esse é um evento coletivo, não só para os jogadores, mas também para os que assistem e curtem; Não é por causa da Copa que precisa trocar todos os eletrônicos (TV, computador, celular, som, etc.). Acalme-se e nada de ansiedade, talvez, este momento não seja uma boa hora para isso. Mas, se realmente achar necessário, pesquise na internet e em diversas lojas em busca do melhor preço


109 Veículo: Brasil Econômico Data: 12/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://brasileconomico.ig.com.br/negocios/pme/2014-05-12/micro-e-pequena-empresaimpulsionam-credito.html

Micro e pequena empresa impulsionam crédito Desembolso para capital de giro em 2013 foi o maior desde 2007, segundo o BC; companhias pequenas respondem por 60% dos contratantes

As micro e pequenas empresas (MPEs) estão recorrendo mais ao crédito para capital de giro para expandir as operações e quitar dívidas. Segundo o Banco Central (BC), em dezembro de 2013, o total emprestado em capital de giro era de R$ 388 bilhões, sendo que cerca de 60% dos contratantes foram micro e pequenas empresas. No mesmo mês de 2012, o valor era de R$ 366,4 bilhões. O valor no ano passado foi o maior da série histórica do BC, iniciada em 2007. Com a maior demanda das empresas, os bancos estão ampliando as linhas de crédito para micro e pequenas empresas e oferecendo taxas de juros mais atrativas, quando comparadas às oferecidas a grandes companhias. O Santander, por exemplo, liberou R$ 2 bilhões em capital de giro para companhias de pequeno porte no fim do ano passado. Na avaliação de Jesús Zabalza, presidente do banco no Brasil, o incentivo à expansão as MPEs é fundamental para o crescimento do País."Vamos investir de maneira constante no segmento”, reforça ele, ao iG. No mesmo caminho, o HSBC planeja aumentar em 12% a carteira de MPEs neste ano e passou a segmentar pacotes. Há opções de capital de giro para franquias e operações internacionais, por exemplo. "As pequenas empresas são estratégicas no Brasil e estão no nosso foco. O ideal é sempre conversar com o gerente para avaliar as linhas mais acessíveis porque nem sempre o capital de giro é o mais adequado", aconselha Marcelo Aleixo, superintendente-executivo de pequenas e médias empresas do HSBC. As MPEs representam 90% da carteira de pessoas jurídicas da Caixa. Em 2013, o banco ofereceu 50% a mais de crédito a essas companhias em relação a 2012 — um total de R$ 15 bilhões em crédito. "Para 2014, estão sendo realizadas ações para fomentar a continuidade deste crescimento, bem como garantir a qualidade do atendimento", destaca Regina de Melo, superintendente nacional de estratégia e micro e pequeno empreendedorismo.


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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê a liberação de R$ 3 bilhões para capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em 2014 por meio do Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren). Além desse valor, R$ 2 bilhões serão destinados a grandes companhias. Só nos quatro primeiros meses deste ano, as micro, pequenas e médias empresas desembolsaram R$ 775 milhões em capital de giro pelo BNDES. Em 2012, o montante era de R$ 3,6 bilhões no mesmo período, incluindo aportes para grandes empresas. Segundo o BNDES, não há dados anteriores exclusivos de micro, pequenos e médios negócios. Até abril deste ano, o BNDES utilizou a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) no Progeren, taxa inferior à Selic cobrada no aporte a grandes companhias. Enquanto a TJLP ficou em 0,4167% em abril, a taxa básica esteve em 0,82% no mesmo mês. Expansão da rede O empresário Juliano Perez Simões, de 28 anos, proprietário da rede Paulinhos Grill, recorreu ao capital de giro do BNDES em 2012 para abrir a segunda unidade do restaurante, na Alameda Jaú, em São Paulo — a primeira está localizada na Avenida Paulista. "Pegamos R$ 700 mil para montar a loja. O crédito é essencial para a empresa crescer com mais vigor", avalia o empresário. Ao contrário de Simões, Lucas Contraifer, de 29 anos, dono da agência de publicidade carioca Café das 4, recorreu ao capital de giro "para estancar a hemorragia financeira da companhia". "Peguei R$ 20 mil em 2011 para pagar contas mensais, como salário dos funcionários e aluguel. É assustador ver a empresa com dívidas, mas foi bom para percebermos que nem sempre é possível ganhar no mundo dos negócios", analisa Contraifer. Hoje, no terceiro ano de operação da agência, o empresário conta que a agência já se mantém sozinha. Mas para se preparar para outros imprevisos, ele criou a fundos de investimento. "Tenho um exclusivo para bancar a expansão da empresa. Mudamos de escritório três vezes e devemos trocar de sede em breve novamente", afirma. Segundo Reinaldo Domingos, educador financeiro e autor do livro "Papo Empreendedor" (Editora DSOP), o crédito para capital de giro deve ser evitado ao máximo, como qualquer tipo de empréstimo, por conta da alta taxa de juros. Alguns bancos, como o BNDES, por exemplo, utilizam a taxa Selic (a taxa básica de juros), que teve sua 9ª alta consecutiva em abril e atualmente está em 11% ao ano. Conseguir crédito também não é facil. Há empresas que têm o empréstimo negado por conta do maior cuidado dos bancos em relação à inadimplência, alerta Domingos. Segundo a Serasa Experian, a inadimplência de pessoas jurídicas subiu 2,5% em 2013. Apesar da alta, esse foi o melhor resultado dos últimos dois anos. Em 2012, o levantamento indicou avanço de 10,4% da inadimplência e, em 2011, de 19%. Para utilizar melhor o capital de giro, é importante colocar no papel o que a empresa tem a pagar e a receber. Com uma planilha, é possível analisar a necessidade de dinheiro e a capacidade de quitar as dívidas.


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"Corte gastos para evitar a necessidade de um novo empréstimo. Se a empresa não tem dinheiro para se manter ou expandir, é sinal de que o empreendedor precisa repensar o seu negócio", orienta Domingos.


112 Veículo: OAB-Prev (SC) Data: 12/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.oabprev-sc.org.br/2009/index.jsp?secao=noticias&idNoticia=717&ano=2014

Educação financeira "engatinha" no Brasil

para

crianças

Ensinar o jovem desde cedo a utilizar o dinheiro de maneira responsável é a melhor opção para o Brasil não ter mais uma geração de endividados Com 62% das famílias com algum tipo de dívida, segundo pesquisa divulgada na última semana, ensinar o jovem desde cedo a utilizar o dinheiro de maneira responsável é a melhor opção para o Brasil não ter mais uma geração de endividados, dizem especialistas. Ignorada nos currículos escolares tradicionais, a educação financeira começa a "engatinhar" dentro das escolas do País. Na última semana, o Ministério da Educação anunciou o projeto Educação Financeira nas Escolas, que deve atingir 2.962 escolas públicas de ensino médio até o final de 2015. “A educação financeira é imprescindível para construirmos um país mais realizador de sonhos”, diz Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da rede de ensino DSOP Educação Financeira. “Não é finanças, nem exatamente apenas poupar. É mais do que cálculos e matemática, é sobre hábitos, costumes e comportamentos.” Segundo Domingos, o ideal é que uma criança de três anos já tenha algum contato com dinheiro. “Conforme cresce, a criança precisa entender que o dinheiro é um meio de realizar sonhos”, afirma. Paralelamente às iniciativas públicas, projetos privados têm se destacado em levar o ensino sobre educação financeira até os jovens. Criada em 2008, a rede DSOP, com 39 franquias espalhadas por quase todo o País, já lecionou para mais de 500 mil alunos. No ano passado, a Allianz Seguros trouxe ao Brasil um projeto desenvolvido na Alemanha. Aplicado em dez escolas de São Paulo, entre públicas e privadas, o My Finance Coach (Meu Treinador de Finanças, em tradução livre) atingiu 2.600 jovens de 10 a 14 anos. O projeto também é aplicado na Argentina, Indonésia, Malásia, Irlanda, Polônia, Inglaterra e Tailândia, além da Alemanha, e foi premiado pela Unesco (braço das Organizações das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) em 2012. “O foco são aulas práticas, e apresentamos aos alunos temas como a compra de um plano de celular”, diz Ingo Dietz, diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros. Segundo ele, o projeto deve se expandir para os Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais em breve. “As aulas eram com dois professores que ensinavam como administrar o dinheiro e fazer compras”, explica Lucas Novaes, 12 anos, aluno do 6º ano da Escola Estadual Revendo Almir Pereira Bahia, que fica em Taboão da Serra (SP) e participou do projeto da seguradora. “A turma nunca tinha tido uma aula assim e todos gostaram muito”, comenta. O coordenador da escola, José Alexandre Costa, afirma que os alunos se surpreenderam com os temas e os pais. Fonte: Portal Terra


113 Veículo: Diário do Nordeste Data: 11/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/formar-uma-poupanca-deve-serum-habito-1.1013244

Formar uma poupança deve ser um hábito Quem tem o hábito de guardar e investir dinheiro sempre terá êxito na administração do orçamento familiar

A maioria das mulheres que controlam as despesas e receitas do lar chega no máximo ao equilíbrio, gastando basicamente o que ganha

Em tempos de inflação, cresce ainda mais o desafio das mães para equilibrar o orçamento doméstico. Afinal, como controlar os gastos crescentes com alimentação, energia, entre outras despesas variáveis, e ao mesmo tempo manter em dia o pagamento de despesas fixas mensais como colégio dos filhos, condomínio, aluguel ou prestação do imóvel, IPVA, IPTU, telefone, internet e plano de saúde? O segredo, de acordo com o autor do livro Sabedoria Financeira e educador financeiro Reinaldo Domingos, está em planejar e poupar. Segundo ele, uma mãe que tem o hábito de fazer poupança sempre terá êxito na administração do orçamento familiar. Mães que agem dentro dessa prática possuem o que ele chama de "perfil de investidora".


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"A mãe investidora consegue guardar algum dinheiro todos os meses para ter reservas em momentos especiais", explica Domingos, que recomenda que a poupança seja sempre atrelada a um objetivo específico.

Definição de objetivo "Elas devem refletir sobre o que desejam fazer com o dinheiro reservado. Ele será usado para custear uma viagem? Ou servirá de entrada na compra de um imóvel ou de um carro? É preciso definir um objetivo para saber se o saque precisará ser feito em curto, médio ou longo prazos. Depois é só decidir o tipo de aplicação para o qual irá direcionar seu dinheiro", orienta o especialista em finanças pessoais. Vulnerabilidade Porém, conforme o educador financeiro, a maioria das mães que controlam despesas e receitas do lar chegam no máximo a situação de equilíbrio do orçamento doméstico, gastando basicamente o que ganham. "Nesse caso, elas conseguem pagar as contas e não tem dívidas, mas são muito vulneráveis, porque numa situação extra, não tendo reserva, elas vão acabar se endividando", afirma. A dica, segundo ele, para esse caso é refletir por que não consegue guardar dinheiro. Depois é reunir a família para conversar em prol da reeducação financeira de todos. "Alguns sacrifícios serão necessários, como reduzir parte das despesas com energia elétrica, água e vestuário, por exemplo. O que não pode é não se guardar nada". Situação de endividamento Para as mães que já estão endividadas, mas que ainda estão pagando suas dívidas em dia, ele aconselha a não contrair mais nenhuma prestação a prazo. "Ela precisa entender que comprando a prazo, tudo será pago mais caro, mesmo que o valor do produto seja parcelado sem o acréscimo de juros. Devemos pensar que se aplicarmos mil reais, ele crescerá com os juros, ao passo que se comprarmos algo por mil reais parcelado, nem estaremos ganhando dinheiro e ainda corremos o risco de pagar mais pelo bem, no caso de precisarmos atrasar alguma prestação", avalia. A mãe que não faz uma reserva, conforme o educador financeiro, geralmente cria o hábito de comprar a prazo, pagando mais caro e até com juros para realizar os mesmos sonhos, que poderiam custar bem menos, se fossem pagos à vista. Para sair da inadimplência Já para as mães que se encontram em situação de inadimplência, ou seja, que não conseguem pagar em dia suas contas, alerta o educador financeiro, "a situação é de guerra". "É necessário rever todas as despesas da família, tirar os excessos e supérfluos, e renegocias as dívidas vencidas com os credores. Paciência, portanto, é a palavra de


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ordem nesses casos, pois não adianta sair fazendo acordos que não conseguirá cumprir depois",argumenta Reinaldo Domingos. (AC)


116 Veículo: Diário do Nordeste Data: 11/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/contribuicao-dos-filhos-eessencial-1.1013175

Contribuição dos filhos é essencial A participação da família e o consumo consciente fazem a diferença para alcançar a saúde financeira do lar

Em datas especiais como o Dia das Mães, o filho que vai dar o presente precisa avaliar a sua real situação financeira antes de definir o valor que irá desembolsar para a ocasião FOTO: BRUNO GOMES

Mesmo com as mães à frente da gestão do orçamento familiar, também depende dos filhos o êxito na busca da saúde financeira do lar, inclusive no momento de decidir o que presentear em datas como o Dia das Mães, por exemplo. Segundo os especialistas, o consumo consciente com certeza fará a diferença na hora de fechar essa equação. "O filho que vai dar o presente também precisa avaliar sua real situação econômica antes de definir o valor que irá desembolsar para a data", recomenda o escritos educador financeiro Reinaldo Domingos.


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É claro que os filhos desejam presentear suas mães com o melhor presente possível e que cada uma delas merece o melhor smartphone, o melhor notebook ou a mais moderna máquina de lavar, entre outros produtos tão desejados. Sem dívidas

Vale lembrar, porém, que toda mãe quer ver seu filho bem e ao seu lado. "Nenhuma mãe quer ganhar um presente caro para depois ver seu filho mergulhado em dívidas por causa de seu presente", reforça o educador financeiro Reinaldo Domingos. Se as finanças do filho ou do pai, que irá desembolsar o dinheiro para presentear a mãe, não permitem gastos altos no momento, melhor evitar compras parceladas ou usar o crédito pessoal ou o cheque especial. A saída é pesquisar, respeitando os limites de seu orçamento. Outra alternativa é esperar passar o momento que antecede o Dia das Mães para juntar mais dinheiro ou aguardar um preço melhor mais adiante. Para tornar o Dia das Mães especial, independente do valor e do tamanho do presente, os filhos devem apostar também na sua própria presença, dedicando, dessa forma, mais tempo e carinho a ela nessa data. Maior presença "Passar o dia com sua mãe, levá-la à praia ou para almoçar ou jantar fora de casa ou ainda ajudá-la em sua casa a preparar um prato especial é uma boa dica", afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos. O mais importante é que o momento de encontro com sua mãe nesse domingo seja acompanhado de uma boa conversa e que o filho consiga demonstrar em atitudes e gestos o quanto realmente a ama. (AC)


118 Veículo: Segs Data: 11/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.segs.com.br/so-economia/158113-educacao-financeira-minimiza-consequencias-docredito-consignado.html

Educação financeira minimiza consequências do crédito consignado A população possui um alto índice de endividamento e boa parte dele é devido à aquisição de crédito consignado. Em praticamente todas as empresas que realizo trabalho de educação financeira, observo a utilização dessa ferramenta de crédito, por isso, é um tema que precisa ser esclarecido. O número de colaboradores de empresas, aposentados e pensionistas que pedem empréstimos com desconto em folha de pagamento é muito alto, o que faz com que essa se torne uma das principais formas de endividamento da população. Segundo dados que consideram apenas os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), houve uma leve retração na obtenção dessa forma de crédito. Esses dados apontam que, em março deste ano, as operações de crédito consignado totalizaram R$ 3,543 bilhões, um resultado 4,04% inferior ao mesmo período de 2013, quando foram liberados mais de R$ 3,6 bilhões. Em número de contratos, a redução é ainda maior: em março de 2014, registrou 1.046.291 contra 1.147.337 contratos efetivados, em março de 2013, uma redução de 8,81%. Essa redução se deve a vários fatores, dentre os quais destaco as perspectivas econômicas negativas, que fez com que crescesse consideravelmente o medo da população em tomar créditos no mercado, não sabendo se conseguirão arcar com os compromissos. Outro ponto relevante são as crescentes campanhas de educação financeira, que visam fazer as pessoas tomarem esses créditos de forma consciente. Essa inciativa evita que as famílias comprometam a vida financeira e a profissional. Imagina se, após ter pego um crédito consignado, os problemas comecem a interferir no trabalho, causando queda de produtividade e motivação? As coisas só piorariam. Com a educação financeira, essa questão se minimiza, pois as pessoas perceberão que o problema não é ter dívidas, mas sim não ter total conhecimento da situação financeira, fazendo com que a vida gire em torno de dívidas intermináveis, que deixam cada vez mais longe a realização dos sonhos. Então, separei algumas orientações básicas e práticas para que as pessoas tenham consciência na hora de utilizar esta linha de crédito: 1. Antes de tomar qualquer crédito é importante conhecer a sua real situação financeira, ou seja, fazer um diagnóstico financeiro;


119 2. É muito importante não deixar com que este empréstimo e que os problemas financeiros reflitam em seu desempenho profissional, pois, será muito mais complicado pagar qualquer prestação sem salário. 3. Antes de buscar pelo crédito consignado, é importante tomar consciência de que o custo de vida deverá ser reduzido em até 30% do ganho mensal, isto porque a prestação deste reduzirá o seu ganho mensal diretamente em seu salário ou benefício de aposentadoria; 4. É muito comum a utilização do crédito consignado para quitação de cheque especial, cartão de crédito e financeiras, porém a troca simplesmente de um credor por outro, sem descobrir a causa do verdadeiro problema, apenas alimentará o ciclo do endividamento; 5. A linha de crédito consignado, sem dúvida, se bem utilizada é importante, porém não pode fazer parte da rotina de um assalariado ou aposentado. Sua utilização deve ser pontual; 6. Tem sido comum o empréstimo do nome a terceiros por parte de aposentados e até mesmo funcionários, mas este procedimento é prejudicial a todos; 7. Caso encontre taxas de juros mais baixas, é válido fazer portabilidade deste crédito. Para os funcionários, o caminho será falar com a área de Recursos Humanos; para os Aposentados, as possibilidades são inúmeras, é preciso pesquisar; 8. Para quem quer tomar o crédito consignado, recomendo que, antes mesmo de assinar o contrato com a instituição financeira, se faça uma boa reflexão e analise se este valor que será descontado diretamente no salário ou benefício não fará falta para os compromissos essenciais mensais. Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


120 Veículo: Voz da Bahia Data: 11/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.vozdabahia.com.br/index/blog/id114922/educacao_financeira_para_criancas_equot_engatinhaequot__no_brasil

Educação financeira para crianças "engatinha" no Brasil Com 62% das famílias com algum tipo de dívida, segundo pesquisa divulgada na última semana, ensinar o jovem desde cedo a utilizar o dinheiro de maneira responsável é a melhor opção para o Brasil não ter mais uma geração de endividados, dizem especialistas. Ignorada nos currículos escolares tradicionais, a educação financeira começa a "engatinhar" dentro das escolas do País. Na última semana, o Ministério da Educação anunciou o projeto Educação Financeira nas Escolas, que deve atingir 2.962 escolas públicas de ensino médio até o final de 2015. “A educação financeira é imprescindível para construirmos um país mais realizador de sonhos”, diz Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da rede de ensino DSOP Educação Financeira. “Não é finanças, nem exatamente apenas poupar. É mais do que cálculos e matemática, é sobre hábitos, costumes e comportamentos.” Segundo Domingos, o ideal é que uma criança de três anos já tenha algum contato com dinheiro. “Conforme cresce, a criança precisa entender que o dinheiro é um meio de realizar sonhos”, afirma. Paralelamente às iniciativas públicas, projetos privados têm se destacado em levar o ensino sobre educação financeira até os jovens. Criada em 2008, a rede DSOP, com 39 franquias espalhadas por quase todo o País, já lecionou para mais de 500 mil alunos. No ano passado, a Allianz Seguros trouxe ao Brasil um projeto desenvolvido na Alemanha. Aplicado em dez escolas de São Paulo, entre públicas e privadas, o My Finance Coach (Meu Treinador de Finanças, em tradução livre) atingiu 2.600 jovens de 10 a 14 anos. O projeto também é aplicado na Argentina,


121 Indonésia, Malásia, Irlanda, Polônia, Inglaterra e Tailândia, além da Alemanha, e foi premiado pela Unesco (braço das Organizações das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) em 2012. “O foco são aulas práticas, e apresentamos aos alunos temas como a compra de um plano de celular”, diz Ingo Dietz, diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros. Segundo ele, o projeto deve se expandir para os Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais em breve. “As aulas eram com dois professores que ensinavam como administrar o dinheiro e fazer compras”, explica Lucas Novaes, 12 anos, aluno do 6º ano da Escola Estadual Revendo Almir Pereira Bahia, que fica em Taboão da Serra (SP) e participou do projeto da seguradora. “A turma nunca tinha tido uma aula assim e todos gostaram muito”, comenta. O coordenador da escola, José Alexandre Costa, afirma que os alunos se surpreenderam com os temas e os pais aprovaram a iniciativa. (Terra)


122 Veículo: Boletim do Empreendedor (Sebrae) Data: 11/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.boletimdoempreendedor.com.br/boletim.aspx?codBoletim=1163&area=Cr %C3%A9dito%20e%20Finan%C3%A7as

Como garantir a saúde financeira de seu negócio No começo de 2013, o professor e consultor, Irani Cavagnoli, e o educador financeiro, Reinaldo Domingos, se uniram para escrever um livro sobre finanças para empreendedores - o Papo empreendedor. A publicação foi lançada em março deste ano e narra um batepapo descontraído entre seis personagens fictícios do universo do empreendedorismo. Na segunda parte do livro, eles se reencontram para refletirem quais estratégias funcionaram para a vida profissional de cada um.

“Escrevemos o Papo empreendedor baseado no que deu certo para nós,” afirmou Domingo. Com seu livro de referência, o autor também listou cinco cuidados que empreendedores devem ter para garantirem a saúde financeira de seus negócios. 1. O empreendedor tem que ter capital de giro para comprar matéria prima e se sustentar até seu negócio completar um ano. Depois dessa fase, o dinheiro servirá para lidar com crises, inadimplência e para investir em campanhas publicitárias. 2. O dono de um negócio precisa ter um fluxo de caixa, ou seja, ele tem que saber tudo que ele vai receber daqui uma semana, um mês, três meses. O fluxo de caixa é um regulador da saúde financeira do negócio e garante a tranquilidade necessária para não recorrer ao banco. O empreendedor pode comprar à vista, com desconto, quando ele tem dinheiro no caixa, além de estar pronto para eventuais emergências.


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3. Como estará o mercado do seu segmento em cinco anos? Muitas profissões e negócios tendem a desaparecer, e o empresário precisa se manter atualizado para acompanhar as transformações. O micro e pequeno empresário é funcionário de sua própria empresa e precisa investir em cursos para se capacitar em diversos setores. 4. O conselho é curto, porém importante. Uma boa contabilidade é um detalhe financeiro fundamental. Problemas fiscais podem derrubar tanto pessoas como negócios. 5. Todos os funcionários da empresa precisam fazer parte da mesma missão. Desde quem presta serviços de limpeza até a alta administração. O empreendedor deve valorizar seu corpo de colaboradores e assegurar que todos saibam sua importância no ambiente de trabalho. Fonte Pequenas Empresas & Grandes Negócios


124 Veículo: iG Data: 11/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/2014-05-12/micro-e-pequena-empresaimpulsionam-credito.html

Micro e pequena empresa impulsionam crédito Desembolso para capital de giro em 2013 foi o maior desde 2007, segundo o BC; companhias pequenas respondem por 60% dos contratantes As micro e pequenas empresas (MPEs) estão recorrendo mais ao crédito para capital de giro para expandir as operações e quitar dívidas. Segundo o Banco Central (BC), em dezembro de 2013, o total emprestado em capital de giro era de R$ 388 bilhões, sendo que cerca de 60% dos contratantes foram micro e pequenas empresas. No mesmo mês de 2012, o valor era de R$ 366,4 bilhões. O valor no ano passado foi o maior da série histórica do BC, iniciada em 2007. Com a maior demanda das empresas, os bancos estão ampliando as linhas de crédito para micro e pequenas empresas e oferecendo taxas de juros mais atrativas, quando comparadas às oferecidas a grandes companhias.

Confira cinco dicas para utilizar o crédito para capital de giro:

O Santander, por exemplo, liberou R$ 2 bilhões em capital de giro para companhias de pequeno porte no fim do ano passado. Na avaliação de Jesús Zabalza, presidente do


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banco no Brasil, o incentivo à expansão as MPEs é fundamental para o crescimento do País."Vamos investir de maneira constante no segmento”, reforça ele, ao iG.

Divulgação Lucas Contraifer (à esquerda) e seu sócio Renan Bacellar no escritório da agência Café das 4 No mesmo caminho, o HSBC planeja aumentar em 12% a carteira de MPEs neste ano e passou a segmentar pacotes. Há opções de capital de giro para franquias e operações internacionais, por exemplo. "As pequenas empresas são estratégicas no Brasil e estão no nosso foco. O ideal é sempre conversar com o gerente para avaliar as linhas mais acessíveis porque nem sempre o capital de giro é o mais adequado", aconselha Marcelo Aleixo, superintendente-executivo de pequenas e médias empresas do HSBC. As MPEs representam 90% da carteira de pessoas jurídicas da Caixa. Em 2013, o banco ofereceu 50% a mais de crédito a essas companhias em relação a 2012 — um total de R$ 15 bilhões em crédito. "Para 2014, estão sendo realizadas ações para fomentar a continuidade deste crescimento, bem como garantir a qualidade do atendimento", destaca Regina de Melo, superintendente nacional de estratégia e micro e pequeno empreendedorismo. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê a liberação de R$ 3 bilhões para capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em 2014 por meio do Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren). Além desse valor, R$ 2 bilhões serão destinados a grandes companhias.


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Só nos quatro primeiros meses deste ano, as micro, pequenas e médias empresas desembolsaram R$ 775 milhões em capital de giro pelo BNDES. Em 2012, o montante era de R$ 3,6 bilhões no mesmo período, incluindo aportes para grandes empresas. Segundo o BNDES, não há dados anteriores exclusivos de micro, pequenos e médios negócios.

Até abril deste ano, o BNDES utilizou a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) no Progeren, taxa inferior à Selic cobrada no aporte a grandes companhias. Enquanto a TJLP ficou em 0,4167% em abril, a taxa básica esteve em 0,82% no mesmo mês. Expansão da rede O empresário Juliano Perez Simões, de 28 anos, proprietário da rede Paulinhos Grill, recorreu ao capital de giro do BNDES em 2012 para abrir a segunda unidade do restaurante, na Alameda Jaú, em São Paulo — a primeira está localizada na Avenida Paulista.

"Pegamos R$ 700 mil para montar a loja. O crédito é essencial para a empresa crescer com mais vigor", avalia o empresário.

Divulgação Juliano Simões, proprietário do Paulinhos Grill: capital de giro para expandir operações Ao contrário de Simões, Lucas Contraifer, de 29 anos, dono da agência de publicidade carioca Café das 4, recorreu ao capital de giro "para estancar a hemorragia financeira da companhia". "Peguei R$ 20 mil em 2011 para pagar contas mensais, como salário dos funcionários e aluguel. É assustador ver a empresa com dívidas, mas foi bom para percebermos que nem sempre é possível ganhar no mundo dos negócios", analisa Contraifer.


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Hoje, no terceiro ano de operação da agência, o empresário conta que a agência já se mantém sozinha. Mas para se preparar para outros imprevisos, ele criou a fundos de investimento. "Tenho um exclusivo para bancar a expansão da empresa. Mudamos de escritório três vezes e devemos trocar de sede em breve novamente", afirma. Segundo Reinaldo Domingos, educador financeiro e autor do livro "Papo Empreendedor" (Editora DSOP), o crédito para capital de giro deve ser evitado ao máximo, como qualquer tipo de empréstimo, por conta da alta taxa de juros.

“Se a empresa não tem dinheiro para se manter ou expandir, é sinal de que o empreendedor precisa repensar o seu negócio" (Reinaldo Domingos, educador financeiro) Alguns bancos, como o BNDES, por exemplo, utilizam a taxa Selic (a taxa básica de juros), que teve sua 9ª alta consecutiva em abril e atualmente está em 11% ao ano.

Conseguir crédito também não é facil. Há empresas que têm o empréstimo negado por conta do maior cuidado dos bancos em relação à inadimplência, alerta Domingos. Segundo a Serasa Experian, a inadimplência de pessoas jurídicas subiu 2,5% em 2013. Apesar da alta, esse foi o melhor resultado dos últimos dois anos. Em 2012, o levantamento indicou avanço de 10,4% da inadimplência e, em 2011, de 19%. Para utilizar melhor o capital de giro, é importante colocar no papel o que a empresa tem a pagar e a receber. Com uma planilha, é possível analisar a necessidade de dinheiro e a capacidade de quitar as dívidas. "Corte gastos para evitar a necessidade de um novo empréstimo. Se a empresa não tem dinheiro para se manter ou expandir, é sinal de que o empreendedor precisa repensar o seu negócio", orienta Domingos.


128 Veículo: Terra Data: 11/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://economia.terra.com.br/educacao-financeira-para-criancas-engatinha-nobrasil,044f2f57f37e5410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Educação financeira para crianças "engatinha" no Brasil Ensinar o jovem desde cedo a utilizar o dinheiro de maneira responsável é a melhor opção para o Brasil não ter mais uma geração de endividados

O ideal é que uma criança de três anos já tenha algum contato com dinheiro Foto: Thinkstock / Getty Images

Com 62% das famílias com algum tipo de dívida, segundo pesquisa divulgada na última semana, ensinar o jovem desde cedo a utilizar o dinheiro de maneira responsável é a melhor opção para o Brasil não ter mais uma geração de endividados, dizem especialistas. Ignorada nos currículos escolares tradicionais, a educação financeira começa a "engatinhar" dentro das escolas do País. Na última semana, o Ministério da Educação anunciou o projeto Educação Financeira nas Escolas, que deve atingir 2.962 escolas públicas de ensino médio até o final de 2015.


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“A educação financeira é imprescindível para construirmos um país mais realizador de sonhos”, diz Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da rede de ensino DSOP Educação Financeira. “Não é finanças, nem exatamente apenas poupar. É mais do que cálculos e matemática, é sobre hábitos, costumes e comportamentos.” Segundo Domingos, o ideal é que uma criança de três anos já tenha algum contato com dinheiro. “Conforme cresce, a criança precisa entender que o dinheiro é um meio de realizar sonhos”, afirma. Paralelamente às iniciativas públicas, projetos privados têm se destacado em levar o ensino sobre educação financeira até os jovens. Criada em 2008, a rede DSOP, com 39 franquias espalhadas por quase todo o País, já lecionou para mais de 500 mil alunos. No ano passado, a Allianz Seguros trouxe ao Brasil um projeto desenvolvido na Alemanha. Aplicado em dez escolas de São Paulo, entre públicas e privadas, o My Finance Coach (Meu Treinador de Finanças, em tradução livre) atingiu 2.600 jovens de 10 a 14 anos. O projeto também é aplicado na Argentina, Indonésia, Malásia, Irlanda, Polônia, Inglaterra e Tailândia, além da Alemanha, e foi premiado pela Unesco (braço das Organizações das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) em 2012. “O foco são aulas práticas, e apresentamos aos alunos temas como a compra de um plano de celular”, diz Ingo Dietz, diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros. Segundo ele, o projeto deve se expandir para os Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais em breve. “As aulas eram com dois professores que ensinavam como administrar o dinheiro e fazer compras”, explica Lucas Novaes, 12 anos, aluno do 6º ano da Escola Estadual Revendo Almir Pereira Bahia, que fica em Taboão da Serra (SP) e participou do projeto da seguradora. “A turma nunca tinha tido uma aula assim e todos gostaram muito”, comenta. O coordenador da escola, José Alexandre Costa, afirma que os alunos se surpreenderam com os temas e os pais aprovaram a iniciativa. Veículo: Revista VOTO Data: 09/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.revistavoto.com.br/site/noticias_interna.php? id=5184&t=Educacao_financeira_minimiza_consequencias_do_credito_consignado


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Educação financeira minimiza consequências do crédito consignado A população possui um alto índice de endividamento e boa parte dele é devido à

aquisição de crédito consignado. Em praticamente todas as empresas que realizo trabalho de educação financeira, observo a utilização dessa ferramenta de crédito, por isso, é um tema que precisa ser esclarecido.

O número de colaboradores de empresas, aposentados e pensionistas que pedem

empréstimos com desconto em folha de pagamento é muito alto, o que faz com que essa se torne uma das principais formas de endividamento da população. Segundo

dados que consideram apenas os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), houve uma leve retração na obtenção dessa forma de crédito. Esses dados apontam que, em março deste ano, as operações de crédito consignado

totalizaram R$ 3,543 bilhões, um resultado 4,04% inferior ao mesmo período de 2013, quando foram liberados mais de R$ 3,6 bilhões. Em número de contratos, a redução é ainda maior: em março de 2014, registrou 1.046.291 contra 1.147.337 contratos efetivados, em março de 2013, uma redução de 8,81%. Essa redução se deve a vários fatores, dentre os quais destaco as perspectivas

econômicas negativas, que fez com que crescesse consideravelmente o medo da população em tomar créditos no mercado, não sabendo se conseguirão arcar com os compromissos. Outro ponto relevante são as crescentes campanhas de educação

financeira, que visam fazer as pessoas tomarem esses créditos de forma consciente. Essa inciativa evita que as famílias comprometam a vida financeira e a profissional.

Imagina se, após ter pego um crédito consignado, os problemas comecem a interferir no trabalho, causando queda de produtividade e motivação? As coisas só piorariam.

Com a educação financeira, essa questão se minimiza, pois as pessoas perceberão que o problema não é ter dívidas, mas sim não ter total conhecimento da situação

financeira, fazendo com que a vida gire em torno de dívidas intermináveis, que deixam cada vez mais longe a realização dos sonhos. Então, separei algumas orientações básicas e práticas para que as pessoas tenham consciência na hora de utilizar esta linha de crédito:

1. Antes de tomar qualquer crédito é importante conhecer a sua real situação financeira, ou seja, fazer um diagnóstico financeiro;


131 2. É muito importante não deixar com que este empréstimo e que os problemas financeiros reflitam em seu desempenho profissional, pois, será muito mais complicado pagar qualquer prestação sem salário.

3. Antes de buscar pelo crédito consignado, é importante tomar consciência de que o custo de vida deverá ser reduzido em até 30% do ganho mensal, isto porque a

prestação deste reduzirá o seu ganho mensal diretamente em seu salário ou benefício de aposentadoria; 4. É muito comum a utilização do crédito consignado para quitação de cheque

especial, cartão de crédito e financeiras, porém a troca simplesmente de um credor por outro, sem descobrir a causa do verdadeiro problema, apenas alimentará o ciclo do endividamento;

5. A linha de crédito consignado, sem dúvida, se bem utilizada é importante, porém não pode fazer parte da rotina de um assalariado ou aposentado. Sua utilização deve ser pontual;

6. Tem sido comum o empréstimo do nome a terceiros por parte de aposentados e até mesmo funcionários, mas este procedimento é prejudicial a todos; 7. Caso encontre taxas de juros mais baixas, é válido fazer portabilidade deste crédito. Para os funcionários, o caminho será falar com a área de Recursos Humanos; para os Aposentados, as possibilidades são inúmeras, é preciso pesquisar; 8. Para quem quer tomar o crédito consignado, recomendo que, antes mesmo de

assinar o contrato com a instituição financeira, se faça uma boa reflexão e analise se este valor que será descontado diretamente no salário ou benefício não fará falta para os compromissos essenciais mensais.

Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


132 Veículo: Maxpress Data: 09/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,672109,Educacao_financeira_minimiza_consequencias_d o_credito_consignado,672109,4.htm

Educação financeira minimiza consequências do crédito consignado A população possui um alto índice de endividamento e boa parte dele é devido à aquisição de crédito consignado. Em praticamente todas as empresas que realizo trabalho de educação financeira, observo a utilização dessa ferramenta de crédito, por isso, é um tema que precisa ser esclarecido. O número de colaboradores de empresas, aposentados e pensionistas que pedem empréstimos com desconto em folha de pagamento é muito alto, o que faz com que essa se torne uma das principais formas de endividamento da população. Segundo dados que consideram apenas os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), houve uma leve retração na obtenção dessa forma de crédito. Esses dados apontam que, em março deste ano, as operações de crédito consignado totalizaram R$ 3,543 bilhões, um resultado 4,04% inferior ao mesmo período de 2013, quando foram liberados mais de R$ 3,6 bilhões. Em número de contratos, a redução é ainda maior: em março de 2014, registrou 1.046.291 contra 1.147.337 contratos efetivados, em março de 2013, uma redução de 8,81%. Essa redução se deve a vários fatores, dentre os quais destaco as perspectivas econômicas negativas, que fez com que crescesse consideravelmente o medo da população em tomar créditos no mercado, não sabendo se conseguirão arcar com os compromissos. Outro ponto relevante são as crescentes campanhas de educação financeira, que visam fazer as pessoas tomarem esses créditos de forma consciente. Essa inciativa evita que as famílias comprometam a vida financeira e a profissional. Imagina se, após ter pego um crédito consignado, os problemas comecem a interferir no trabalho, causando queda de produtividade e motivação? As coisas só piorariam. Com a educação financeira, essa questão se minimiza, pois as pessoas perceberão que o problema não é ter dívidas, mas sim não ter total conhecimento da situação financeira, fazendo com que a vida gire em torno de dívidas intermináveis, que deixam cada vez mais longe a realização dos sonhos.


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134 Veículo: Banca de Jornalistas Data: 09/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.bancadejornalistas.com.br/educacao-financeira-minimiza-consequencias-do-creditoconsignado/

Educação financeira minimiza consequências do crédito consignado A população possui um alto índice de endividamento e boa parte dele é devido à aquisição de crédito consignado. Em praticamente todas as empresas que realizo trabalho de educação financeira, observo a utilização dessa ferramenta de crédito, por isso, é um tema que precisa ser esclarecido. O número de colaboradores de empresas, aposentados e pensionistas que pedem empréstimos com desconto em folha de pagamento é muito alto, o que faz com que essa se torne uma das principais formas de endividamento da população. Segundo dados que consideram apenas os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), houve uma leve retração na obtenção dessa forma de crédito. Esses dados apontam que, em março deste ano, as operações de crédito consignado totalizaram R$ 3,543 bilhões, um resultado 4,04% inferior ao mesmo período de 2013, quando foram liberados mais de R$ 3,6 bilhões. Em número de contratos, a redução é ainda maior: em março de 2014, registrou 1.046.291 contra 1.147.337 contratos efetivados, em março de 2013, uma redução de 8,81%. Essa redução se deve a vários fatores, dentre os quais destaco as perspectivas econômicas negativas, que fez com que crescesse consideravelmente o medo da população em tomar créditos no mercado, não sabendo se conseguirão arcar com os compromissos. Outro ponto relevante são as crescentes campanhas de educação financeira, que visam fazer as pessoas tomarem esses créditos de forma consciente. Essa inciativa evita que as famílias comprometam a vida financeira e a profissional. Imagina se, após ter pego um crédito consignado, os problemas comecem a interferir no trabalho, causando queda de produtividade e motivação? As coisas só piorariam. Com a educação financeira, essa questão se minimiza, pois as pessoas perceberão que o problema não é ter dívidas, mas sim não ter total conhecimento da situação financeira, fazendo com que a vida gire em torno de dívidas intermináveis, que deixam cada vez mais longe a realização dos sonhos.


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Então, separei algumas orientações básicas e práticas para que as pessoas tenham consciência na hora de utilizar esta linha de crédito: 1. Antes de tomar qualquer crédito é importante conhecer a sua real situação financeira, ou seja, fazer um diagnóstico financeiro; 2. É muito importante não deixar com que este empréstimo e que os problemas financeiros reflitam em seu desempenho profissional, pois, será muito mais complicado pagar qualquer prestação sem salário. 3. Antes de buscar pelo crédito consignado, é importante tomar consciência de que o custo de vida deverá ser reduzido em até 30% do ganho mensal, isto porque a prestação deste reduzirá o seu ganho mensal diretamente em seu salário ou benefício de aposentadoria; 4. É muito comum a utilização do crédito consignado para quitação de cheque especial, cartão de crédito e financeiras, porém a troca simplesmente de um credor por outro, sem descobrir a causa do verdadeiro problema, apenas alimentará o ciclo do endividamento; 5. A linha de crédito consignado, sem dúvida, se bem utilizada é importante, porém não pode fazer parte da rotina de um assalariado ou aposentado. Sua utilização deve ser pontual; 6. Tem sido comum o empréstimo do nome a terceiros por parte de aposentados e até mesmo funcionários, mas este procedimento é prejudicial a todos; 7. Caso encontre taxas de juros mais baixas, é válido fazer portabilidade deste crédito. Para os funcionários, o caminho será falar com a área de Recursos Humanos; para os Aposentados, as possibilidades são inúmeras, é preciso pesquisar; 8. Para quem quer tomar o crédito consignado, recomendo que, antes mesmo de assinar o contrato com a instituição financeira, se faça uma boa reflexão e analise se este valor que será descontado diretamente no salário ou benefício não fará falta para os compromissos essenciais mensais. Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


136 Veículo: Rádio USP Data: 09/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.radio.usp.br/programa.php?id=27&edicao=140509

Educador financeiro dá orientações para não se endividar no Dia das Mães


137 Veículo: Cliente sa Data: 09/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.portalcreditoecobranca.com.br/gestao/53942/por-um-cliente-responsavel/ler.aspx

Por um cliente responsável Ofertantes de crédito devem investir na educação financeira dos consumidores

» Reinaldo Domingos

As instituições financeiras estão muito convidativas na oferta de crédito, o que tem ajudado a desenvolver esse mercado no país. E o cliente se atrai ainda mais quando falamos de crédito consignado, considerando as vantagens que ele oferece. "Hoje, o mercado de crédito está muito desenvolvido no país, com as instituições financeiras oferecendo diversas opções para empresas que buscam esse benefício para os colaboradores e as taxas de juros oferecidas são bastante convidativas, sendo que as garantias de recebimento dessa forma de crédito são muito maiores do que as demais, pois o desconto das parcelas se dá direto na folha de pagamento", afirma Reinaldo Domingos, da Educação Financeira DSOP. No entanto, apesar dos inúmeros benefícios, Domingos diz que é preciso ter responsabilidade antes de assumir qualquer empréstimo, já que o intuito de um crédito consignado é resolver a vida do consumidor, e não lhe causar ainda mais dívidas. "O número de colaboradores de empresas, aposentados e pensionistas que pedem empréstimos com desconto em folha de pagamento é muito alto, o que faz com que essa se torne uma das principais formas de endividamento da população", afirma. Por isso, para que haja conscientização, o economista acredita que as instituições financeiras devem investir mais na educação financeira dos seus consumidores, para evitar, portanto, que haja prejuízo para os envolvidos no


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processo do empréstimo. "Com a educação financeira, esse problema se minimiza, pois as pessoas perceberão que o problema não é estar endividados, principalmente quando isso está relacionado a realização de sonho. O real problema são os consumidores não terem controle e capacidade de arcar com esses créditos", comenta Domingos.


139 Veículo: EduFin Data: 09/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.edufin.com.br/edupapo/eduartigos/2014/05/09/dia-das-maes-data-para-comemorarnao-para-se-endividar/

Dia das Mães: data para comemorar, não para se endividar

Reinaldo Domingos Uma pesquisa realizada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP) demonstra que a população está mais ponderada: a expectativa de vendas no Dia das Mães está somente 1% maior do que no ano passado. Talvez esteja havendo uma conscientização dos consumidores em relação ao uso e à administração de seus recursos financeiros.


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É comum ouvirmos falar de pessoas que se endividam para comprar aquele presente que a mãe tanto queria, mas isso é reflexo da falta de educação financeira da população como um todo, que não aprendeu a se planejar antes de gastar. Mas, com tantos cursos, palestras, livros e programas de educação financeira em escolas e empresas para mudar essa realidade é bem possível que já vejamos os frutos desse trabalho. O princípio básico é o planejamento. Sabendo o que a mãe quer com antecedência, é possível pesquisar, achar o melhor preço e poupar para comprar à vista e ainda com desconto. Mas, mesmo que o valor seja muito alto e tenha que parcelar, se programado não haverá problema pois a pessoa já contará com essa quantia no orçamento dos meses seguintes. Mas é importante ressaltar que o que as mães mais querem é estar perto da família e vê-la sempre bem, o que significa que elas não estariam felizes em saber que, para presenteá-las, os filhos estão se endividando. A data comemorativa deve ser encarada como uma oportunidade de fazer o que, na verdade, deveríamos fazer todos os dias: reconhecer e valorizar a importância delas em nossas vidas, e não para causar desequilíbrios financeiros por conta de impulsos consumistas. De qualquer forma, se não foi feito esse planejamento há alguns itens que nunca saem da lista de desejos delas, como acessórios, roupas, maquiagens e perfumes, por exemplo. Sabe aquela frase: “Mãe é tudo igual”? Por um lado, é verdade: todas querem sempre o melhor para os filhos, inclusive na questão da saúde, seja ela física, mental, espiritual e, claro, financeira. Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


141 Veículo: O Regional Data: 09/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.oregional.com.br/2014/05/educador-financeiro-da-dicas-de-como-comprar-sem-seendividar_309448

Educador Financeiro Dá Dicas de Como Comprar Sem se Endividar O segredo é comprar sem pressa e pesquisar preços em várias lojas e internet

EDUCADOR fala que o grande segredo é se reeducar financeiramente

Com a chegada do Dia das Mães, comemorado no próximo dia 11, a população começa a procura na compra do presente para a mamãe. Apontado como a segunda melhor data para o comércio, ficando atrás apenas do Natal o educador financeiro Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros dá algumas dicas para não se endividar. “A mamãe vai querer sempre mais que o presente, vai querer a presença, o calor, o amor de seu filho. É o que eu acho mais importante de tudo. E o que mais que a nossa mãe quer é que nós (filhos) estejamos com uma situação financeira bem. Então não adianta comprar um presente que foge do seu orçamento. Às vezes, o consumidor compra coisas que a mamãe nem usa. O principal a fazer é saber o que realmente ela gosta e precisa”, aconselha o educador. Domingos frisa que as pessoas, sem consultarem o orçamento, acabam se endividando e não compram o que a mãe precisa e, consequentemente, ela não usará. “A pessoa tem que se organizar para essas datas importantes que acontecem durante o ano, logo mais vem o Dia dos Namorados. No dia a dia, temos aniversários. Então precisamos nos organizar para isso, para esses gastos”, recomenda Domingos. O educador acrescenta que o valor deve ser estipulado, “é necessário que você olhe para seu orçamento. Tem muita gente endividada porque não consultou o orçamento. Vale a pena ressaltar que tem muita gente inadimplente por causa de gastar sem planejar, o que falta é educação financeira”, considera.


142 Domingos dá algumas dicas para os consumidores terem uma metodologia de educação financeira, uma forma sempre igual que acaba ajudando. “O brasileiro precisa de quatro passos para compor uma educação financeira para resolver sua vida: ‘D’ de diagnosticar, ‘S’ de sonhar, ‘O’ de orçar e ‘P’ de poupar. Trata–se de um processo de reeducação financeira. Você tem que respeitar o dinheiro”, pontua. O educador financeiro ressalta que a compra parcelada não é o problema, mas o problema é comprar muito, além do seu orçamento. “Tem gente que está com 50% do seu salário comprometido com prestações a prazo. O que vai acontecer é que a pessoa terá problemas de inadimplência”. Para concluir o especialista ressalta que a pesquisa de preço é de fundamental importância. “O grande segredo é ter tempo para fazer uma compra sustentável, uma compra com consciência. Até para ir ao mercado a gente tem que ir com tempo e analisar o preço, o produto, etc.”.


143 Veículo: Jornal da BAND Data: 08/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/videos/2014/05/08/15027313-alta-em-impostos-debebidas-afeta-consumidores.html


144 Veículo: Extra Data: 06/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://extra.globo.com/noticias/economia/maioria-dos-brasileiros-nao-sabe-quanto-paga-dejuros-no-cheque-especial-12390420.html

Maioria dos brasileiros não sabe quanto paga de juros no cheque especial Ana Paula Viana A maior parte dos brasileiros pendurados no cheque especial (69%) não faz ideia de quanto paga de juros, segundo uma pesquisa feita pelo instituto de pesquisas Ilumeo, em parceria com a Ricam Consultoria. O agravante é que as taxas mensais nessa modalidade são muito altas, variando de 5,18% a 10,71% ao mês, nas seis maiores redes bancárias do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú Unibanco e Santander. Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, o desconhecimento é o principal motivo que leva ao endividamento no cheque especial. — É um buraco sem fundo. Os juros são altos demais. A cada sete meses, o valor da dívida dobra — ressaltou. Por ano, as taxas chegam a 238,9%. Com isso, uma dívida de R$ 500 sobe para R$ 1.690 após 12 meses. Para Domingos, o jeito é negociar: — Quem está numa situação dessas deve procurar o banco e trocar a dívida. O ideal é fazer um consignado ou, pelo menos, um empréstimo pessoal, em que as taxas não passam de 4% ao mês. A partir daí, é zerar o cheque especial e não voltar mais a se endividar. A pesquisa da Ilumeo mostra que os brasileiros ainda têm dificuldade para administrar o orçamento. Apenas 32% anotam todos os gastos, 36% registram somente as maiores compras e 32% nunca relacionam essas despesas. O levantamento revela também que 32% dos endividados sequer planejam em quanto tempo pretendem quitar os débitos. — É preciso entender que o cheque especial não é uma continuação da conta-corrente. O fato de ser liberado automaticamente quando o cliente fica com a conta negativa faz com que muita gente se enrole com taxas tão altas. E elas são altas justamente pela facilidade de serem pré-aprovadas — explicou Domingos.


145 Veículo: O Globo Data: 06/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://oglobo.globo.com/economia/maioria-dos-brasileiros-nao-sabe-quanto-paga-de-juros-nocheque-especial-12390481

Maioria dos brasileiros não sabe quanto paga de juros no cheque especial Extra

A maior parte dos brasileiros pendurados no cheque especial (69%) não faz ideia de quanto paga de juros, segundo uma pesquisa feita pelo instituto de pesquisas Ilumeo, em parceria com a Ricam Consultoria. O agravante é que as taxas mensais nessa modalidade são muito altas, variando de 5,18% a 10,71% ao mês, nas seis maiores redes bancárias do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú Unibanco e Santander. Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, o desconhecimento é o principal motivo que leva ao endividamento no cheque especial. — É um buraco sem fundo. Os juros são altos demais. A cada sete meses, o valor da dívida dobra — ressaltou. Por ano, as taxas chegam a 238,9%. Com isso, uma dívida de R$ 500 sobe para R$ 1.690 após 12 meses. Para Domingos, o jeito é negociar: — Quem está numa situação dessas deve procurar o banco e trocar a dívida. O ideal é fazer um consignado ou, pelo menos, um empréstimo pessoal, em que as taxas não passam de 4% ao mês. A partir daí, é zerar o cheque especial e não voltar mais a se endividar. A pesquisa da Ilumeo mostra que os brasileiros ainda têm dificuldade para administrar o orçamento. Apenas 32% anotam todos os gastos, 36% registram somente as maiores compras e 32% nunca relacionam essas despesas. O levantamento revela também que 32% dos endividados sequer planejam em quanto tempo pretendem quitar os débitos. — É preciso entender que o cheque especial não é uma continuação da contacorrente. O fato de ser liberado automaticamente quando o cliente fica com a conta negativa faz com que muita gente se enrole com taxas tão altas. E elas são altas justamente pela facilidade de serem pré-aprovadas — explicou Domingos.


146 Veículo: Contábeis Data: 06/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.contabeis.com.br/noticias/17158/vale-a-pena-antecipar-a-restituicao-do-imposto-derenda-confira-taxas-dos-bancos-e-tire-duvidas/

Vale a pena antecipar a restituição do Imposto de Renda? Confira taxas dos bancos e tire dúvidas Contribuinte precisa checar a taxa de juros e se realmente precisa receber o dinheiro antes. Após o envio da declaração do IR (Imposto de Renda), o que os contribuintes têm a fazer é esperar o dinheiro da restituição cair na conta. A Receita Federal fará o pagamento em sete lotes, no período de junho a dezembro deste ano. A ordem de pagamento dá prioridade a idosos e portadores de deficiência, física ou mental. Em seguida, vale a regra: quem enviou a declaração antes, recebe primeiro. Por isso, muitos bancos oferecem a seus correntistas a possibilidade de antecipar o valor da restituição. Mas os clientes devem ficar atentos aos juros cobrados e à real necessidade de ter esse dinheiro antes (confira ao final as taxas de juros dos principais bancos do País e os limites da antecipação). O diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil, Edmar Casalatina, afirma que vale a pena antecipar a restituição quando é preciso cobrir despesas mais urgentes ou dívidas de custo maior. — Em torno de 60% dos clientes que contrataram a antecipação do Imposto de Renda utilizaram o crédito para liquidar o saldo devedor do cheque especial. Nesse caso, a tática é encerrar a dívida do cheque especal e fugir de seus altos juros. O diretor-executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração eContabilidade) , Miguel José Ribeiro de Oliveira, reforça que a antecipação compensa quando o consumidor tem uma dívida mais cara, como as de cheque especial ou de cartão de crédito. — Ou ainda se a dívida pode causar algum problema, como a dívida na escola das crianças que impossibilita a matrícula do ano seguinte.


147 Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, é fundamental negociar as contas antes de pagar, reduzindo ao máximo os juros e as multas. — O contribuinte também deve ter em mente que é hora de combater as causas das dívidas e não o efeito, e isso só se faz com educação financeira. Condições Na maioria dos bancos, é preciso ser correntista e ter indicado a instituição para o depósito do pagamento feito pelo Leão. Os clientes que recebem salário no mesmo banco também conseguem valores maiores de limite de restituição. A contratação depende de avaliação de crédito e de risco. Além disso, cada banco decide se a contratação pode ser feita apenas na agência de relacionamento do cliente ou se pode ser feita até mesmo pelo site do banco na internet.


148 Veículo: EcoFinanças Data: 06/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.ecofinancas.com/noticias/mil-escolas-publicas-privadas-brasil-ensinarao-educacaofinanceira

Mais de mil escolas públicas e privadas do Brasil ensinarão educação financeira Objetivo é que instituições trabalhem os temas e conscientizem os alunos que, por sua vez, irão passar informações aos pais Rio - A educação financeira já é realidade em diversas escolas brasileiras. De acordo com levantamento da DSOP Educação Financeira, a empresa de assessoramento econômico implantou somente este ano um programa próprio com material didático em mais de 1.200 escolas públicas e particulares em 20 estados. "Os números são muito positivos, demonstrando um crescimento constante de mais de 100% por ano em escolas privadas. Temos observado que muitas escolas estão procurando esses materiais, indo ao encontro de nossa missão, que é disseminar a educação financeira no país", aponta o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. Como O DIA mostrou na reportagem ′ Lição contra o consumismo ′, publicada na edição deste domingo, na cidade do Rio diversas instituições de ensino públicas e privadas já incluíram no seu currículo ou nas atividades extraclassse aulas e projetos sobre sustentabilidade e consumo responsável. "Cada vez mais as escolas trabalham com esses temas e conscientizam os alunos que, por sua vez, educam os pais", explica Edgar Flexa Ribeiro, presidente do Sindicato dos estabelecimentos de Educação Básica do Município do Rio (Sinepe). De acordo com Reinaldo Domingos, as escolas e prefeituras estão antecipano à Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) e à Lei 171/09, que tramita no Senado, sobre a obrigatoriedade da educação financeira em escolas das redes pública e privada de ensino. Veja alguns fatores que motivam a inserção da educação financeira nas escolas > Um dos grandes desafios globais do século é fazer a sociedade atual repensar hábitos de consumo, substituindo-os por outros mais sustentáveis; > As profundas mudanças nas economias mundiais têm exigido um reaprendizado de como lidar com as finanças , fenômeno que movimenta governos e instituições a adotarem medidas para habilitar as pessoas a fazerem escolhas conscientes de gastos e investimentos; > Cerca de 2 bilhões de pessoas entrarão no sistema financeiro formal nos próximos 20 anos. Mas não se sabe se todas essas pessoas estarão capacitadas a fazer as melhores escolhas financeiras; > Há forte evidência de que lares com baixa educação financeira não planejam a aposentaria, pagam juros mais altos e têm menos bens. E já ficou demonstrado que o nível mais baixo de educação financeira levou as pessoas a ficarem mais inadimplentes;


149 > No Brasil , as mudanças na pirâmide das classes sociais significam, ao mesmo tempo, maior poder de compra de parcela significativa da população, mas também alto endividamento; > Crianças são muito observadoras e, desde cedo, começam a perceber que o dinheiro tem força. Ao mesmo tempo, crianças e jovens estão expostos às mensagens publicitárias, que estimulam o desejo de ter. Portanto, importante ensiná-las, o mais cedo possível, de forma lúdica e prazerosa, o quanto é importante ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém, tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria. Isso é papel que pode ser compartilhado entre pais e escolas; > Escolas são cada vez mais exigidas a oferecer ensino diferenciado e serviços que beneficiem também os pais. Fonte: O Dia - 05/05/2014


150 Veículo: EcoFinanças Data: 06/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.ecofinancas.com/noticias/vale-pena-antecipar-restituicao-imposto-renda-confirataxas-bancos-tire-duvidas

Vale a pena antecipar a restituição do Imposto de Renda? Confira taxas dos bancos e tire dúvidas Contribuinte precisa checar a taxa de juros e se realmente precisa receber o dinheiro antes Após o envio da declaração do IR (Imposto de Renda ), o que os contribuintes têm a fazer é esperar o dinheiro da restituição cair na conta. A . A ordem de pagamento dá prioridade a idosos e portadores de deficiência, física ou mental. Em seguida, vale a regra: quem enviou a declaração antes, recebe primeiro. Por isso, muitos bancos oferecem a seus correntistas a possibilidade de antecipar o valor da restituição. Mas os clientes devem ficar atentos aos juroscobrados e à real necessidade de ter essedinheiro antes (confira ao final as taxas de juros dos principais bancos do País e os limites da antecipação). O diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil , Edmar Casalatina, afirma quevale a pena antecipar a restituição quando é preciso cobrir despesas mais urgentes ou dívidas de custo maior. -Em torno de 60% dos clientes que contrataram a antecipação do Imposto de Renda utilizaram o crédito para liquidar o saldo devedor do Cheque Especial. Nesse caso, a tática é encerrar a dívida do cheque especal e fugir de seus altos juros . O diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças , Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira, reforça que a antecipação compensa quando o consumidor tem uma dívida mais cara, como as de cheque especial ou de cartão de crédito. -Ou ainda se a dívida pode causar algum problema, como a dívida na escola das crianças que impossibilita a matrícula do ano seguinte. Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, é fundamental negociar as contas antes de pagar, reduzindo ao máximo os juros e as multas. -O contribuinte também deve ter em mente que é hora de combater as causas das dívidas e não o efeito, e isso só se faz com educação financeira. Na maioria dos bancos, é preciso ser correntista e ter indicado a instituição para o depósito do pagamento feito pelo Leão. Os clientes que recebem salário no mesmo banco também conseguem valores maiores de limite de restituição.


151 A contratação depende de avaliação de crédito e de risco. Além disso, cada banco decide se a contratação pode ser feita apenas na agência de relacionamento do cliente ou se pode ser feita até mesmo pelo site do banco na internet.


152 Veículo: Consumidor Consciente Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://consumidorconsciente.eco.br/index.php/blogs/reinaldo-domingos/item/1272-semana-deeduca%C3%A7%C3%A3o-financeira.html

Semana de Educação Financeira A minha missão é apenas uma: disseminar educação financeira para o maior número de pessoas Na qualidade de presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira, convido todos a acompanharem as ações que faremos, entre 5 e 9 de maio, em apoio à Semana Nacional de Educação Financeira 2014.

Eu e outros educadores financeiros, entendendo a importância desse evento, iremos ministrar palestras online sobre diversas questões relacionadas à educação financeira, falando de assuntos que envolvam os universos escolar/universitário, empresarial, mercado de investimento, entre outros.

Além dessas, haverá palestra de Educação Financeira presencial, gratuita e aberta ao público, na quinta-feira (8), às 18h, na sede da Abefin, localizada na Av. Paulista, que terá a finalidade de proporcionar aos participantes uma reflexão sobre a situação financeira que se encontram e os caminhos para conquistarem a sonhada independência financeira.


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Para as empresas, a novidade é que os representantes das corporações que se inscreverem durante a Semana poderão solicitar uma palestra de sensibilização grátis. Já o serviço S.O.S Educação Financeira, que será lançado na ocasião, consiste em orientações online sobre o tema feitas por educadores financeiros, baseadas nas dúvidas enviadas pelos internautas por meio do site da Abefin.

Outra ação para colaborar com a Semana vem da parceria com a Editora DSOP, que, durante esse período, disponibilizará todos os seus títulos de Educação Financeira com 50% de desconto. Então, convido todos a participarem de nossas ações. Para mais informações, acessem o site da Abefin: http://www.abefin.org.br/

Essa iniciativa complementa o trabalho que a DSOP já faz em mais de 1200 instituições do ensino básico – particulares e públicas, com o apoio de prefeituras como Goiânia/ GO, Barueri/ SP, Guarujá/ SP, Franco da Rocha/ SP e Vitória da Conquista/ BA – e em diversas empresas – dentre elas, Holcim, Termomecânica, Magazine Luiza e Natura.

Sobre a Abefin

Formada por profissionais de educação financeira, a Abefin é uma das representantes junto a órgãos governamentais no apoio e auxílio no que for de interesse público junto ao tema. A Abefin é uma associação sem fins lucrativos e tem como mantenedora a DSOP Educação Financeira.

Sua missão é promover o desenvolvimento e regulamentação da profissão de educador financeiro, congregando e filiando todos os profissionais, estudantes e organizações financeiras que atuem no Brasil e no mundo, visando fomentar o progresso e a disseminação da educação financeira.


154 Veículo: Infomoney Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/planeje-suas-financas/noticia/3325931/vai-casarveja-como-planejar-vida-financeira-casal


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156 Veículo: R7 Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://noticias.r7.com/economia/vale-a-pena-antecipar-a-restituicao-do-imposto-de-rendaconfira-taxas-dos-bancos-e-tire-duvidas-05052014

Vale a pena antecipar a restituição do Imposto de Renda? Confira taxas dos bancos e tire dúvidas Contribuinte precisa checar a taxa de juros e se realmente precisa receber o dinheiro antes

Contribuintes devem utilizar o crédito apenas para cobrir despesas mais urgentes ou dívidas de custo maiorBrito/Agência Brasília

Após o envio da declaração do IR (Imposto de Renda), o que os contribuintes têm a fazer é esperar o dinheiro da restituição cair na conta. A Receita Federal fará o pagamento em sete lotes, no período de junho a dezembro deste ano. A ordem de pagamento dá prioridade a idosos e portadores de deficiência, física ou mental. Em seguida, vale a regra: quem enviou a declaração antes, recebe primeiro. Por isso, muitos bancos oferecem a seus correntistas a possibilidade de antecipar o valor da restituição. Mas os clientes devem ficar atentos aos juros cobrados e à real necessidade de ter esse dinheiro antes (confira ao final as taxas de juros dos principais bancos do País e os limites da antecipação).


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Criança de dois anos receberá R$ 6.600 de restituição do IR Leia mais notícias de Economia e ajuste suas contas O diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil, Edmar Casalatina, afirma que vale a pena antecipar a restituição quando é preciso cobrir despesas mais urgentes ou dívidas de custo maior. — Em torno de 60% dos clientes que contrataram a antecipação do Imposto de Renda utilizaram o crédito para liquidar o saldo devedor do cheque especial. Nesse caso, a tática é encerrar a dívida do cheque especal e fugir de seus altos juros. O diretor-executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel José Ribeiro de Oliveira, reforça que a antecipação compensa quando o consumidor tem uma dívida mais cara, como as de cheque especial ou de cartão de crédito. — Ou ainda se a dívida pode causar algum problema, como a dívida na escola das crianças que impossibilita a matrícula do ano seguinte. Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, é fundamental negociar as contas antes de pagar, reduzindo ao máximo os juros e as multas. — O contribuinte também deve ter em mente que é hora de combater as causas das dívidas e não o efeito, e isso só se faz com educação financeira. Condições Na maioria dos bancos, é preciso ser correntista e ter indicado a instituição para o depósito do pagamento feito pelo Leão. Os clientes que recebem salário no mesmo banco também conseguem valores maiores de limite de restituição. A contratação depende de avaliação de crédito e de risco. Além disso, cada banco decide se a contratação pode ser feita apenas na agência de relacionamento do cliente ou se pode ser feita até mesmo pelo site do banco na internet. Confira as opções a seguir. Seja bombardead@ de boas notícias. R7 Torpedos Moda, esportes, política, TV: as notícias mais quentes do dia


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159 Veículo: ,agregario Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://agregario.com/mais-1200-escolas-publicas-privadas-brasil-ensinarao-educacao-financeira

Mais de 1200 escolas públicas e privadas do Brasil ensinarão educação financeira A educação financeira já é realidade em diversas escolas brasileiras. Isso, pelo menos, é o que aponta dados da DSOP Educação Financeira. Para 2014, a empresa implantou seu programa de educação financeira em mais de 1200 escolas públicas e particulares, em 20 estados brasileiros, com a utilização de seus materiais didáticos. Isso sem contar muitas outras que utilizam os materiais paradidáticos. Para dar sustentabilidade a esses conteúdos, a DSOP desenvolveu matérias próprios para todos os ciclos do ensino, desde o ensino infantil até o fim do ensino médio. "Os números são muito positivos, demonstrando um crescimento constante de mais de 100% por ano em escolas privadas. Mais do que isso, temos observado que muitas escolas estão procurando os materiais da DSOP, assim, a expectativa é que o crescimento seja ainda maior, indo ao encontro de nossa missão, que é disseminar a educação financeira no Brasil", conta o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. Além disso, diversas prefeituras Goiânia/ GO, Barueri/ SP, Guarujá/ SP, Franco da Rocha/ SP e Vitória da Conquista/ BA, dentre outras também utilizarão o material de educação financeira em sua rede pública de ensino. Essas escolas e prefeituras se anteciparam à Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) e à Lei 171/09, que tramita no Senado, sobre a obrigatoriedade da educação financeira em escolas das redes pública e privada de ensino. Porém, o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas se diferencia pela abordagem do assunto (amplia o enfoque estritamente matemático, geralmente dado ao assunto, para uma abordagem comportamental, que trabalha, simultaneamente, capacidades cognitivas, afetivas e sociais, respeitando as potencialidades e expectativas de aprendizagem de cada faixa etária) e porque oferece cursos de capacitação a professores; palestras e outras atividades a alunos, pais e comunidade no entorno da escola. "Nós acreditamos que, para que a educação financeira seja realmente efetiva, é preciso que todos que participam do processo entendam sobre o tema, por isso, vamos muito além da simples abordagem dos alunos: colocamos toda a comunidade no processo", explica Reinado Domingos.


160 Veja alguns fatores que motivam a inserção da educação financeira nas escolas - Um dos grandes desafios globais do século é fazer a sociedade atual repensar hábitos de consumo, substituindo-os por outros mais sustentáveis; - As profundas mudanças nas economias mundiais têm exigido um reaprendizado de como lidar com as finanças, fenômeno que movimenta governos e instituições a adotarem medidas para habilitar as pessoas a fazerem escolhas conscientes de gastos e investimentos; - Cerca de 2 bilhões de pessoas entrarão no sistema financeiro formal nos próximos 20 anos. Mas não se sabe se todas essas pessoas estarão capacitadas a fazer as melhores escolhas financeiras; - Há forte evidência de que lares com baixa educação financeira não planejam a aposentaria, pagam juros mais altos e têm menos bens. E já ficou demonstrado que o nível mais baixo de educação financeira levou as pessoas a ficarem mais inadimplentes; - No Brasil, as mudanças na pirâmide das classes sociais significam, ao mesmo tempo, maior poder de compra de parcela significativa da população, mas também alto endividamento; - Crianças são muito observadoras e, desde cedo, começam a perceber que o dinheiro tem força. Ao mesmo tempo, crianças e jovens estão expostos às mensagens publicitárias, que estimulam o desejo de ter. Portanto, importante ensiná-las, o mais cedo possível, de forma lúdica e prazerosa, o quanto é importante ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém, tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria. Isso é papel que pode ser compartilhado entre pais e escolas; -Escolas são cada vez mais exigidas a oferecer ensino diferenciado e serviços que beneficiem também os pais. Fonte Reinaldo Domingos, educador financeiro e autor do best-seller Terapia Financeira (Editora DSOP)


161 Veículo: Tribuna Popular Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.tribunabm.com.br/1200-escolas-publicas-privadas-brasil-ensinarao-educacaofinanceira/

Mais de 1200 escolas públicas e privadas do Brasil ensinarão educação financeira A educação financeira já é realidade em diversas escolas brasileiras. Isso, pelo menos, é o que aponta dados da DSOP Educação Financeira. Para 2014, a empresa implantou seu programa de educação financeira em mais de 1200 escolas públicas e particulares, em 20 estados brasileiros, com a utilização de seus materiais didáticos. Isso sem contar muitas outras que utilizam os materiais paradidáticos. Para dar sustentabilidade a esses conteúdos, a DSOP desenvolveu matérias próprios para todos os ciclos do ensino, desde o ensino infantil até o fim do ensino médio. “Os números são muito positivos, demonstrando um crescimento constante de mais de 100% por ano em escolas privadas. Mais do que isso, temos observado que muitas escolas estão procurando os materiais da DSOP, assim, a expectativa é que o crescimento seja ainda maior, indo ao encontro de nossa missão, que é disseminar a educação financeira no Brasil”, conta o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. Além disso, diversas prefeituras – Goiânia/ GO, Barueri/ SP, Guarujá/ SP, Franco da Rocha/ SP e Vitória da Conquista/ BA, dentre outras – também utilizarão o material de educação financeira em sua rede pública de ensino. Essas escolas e prefeituras se anteciparam à Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) e à Lei 171/09, que tramita no Senado, sobre a obrigatoriedade da educação financeira em escolas das redes pública e privada de ensino. Porém, o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas se diferencia pela abordagem do assunto (amplia o enfoque estritamente matemático, geralmente dado ao assunto, para uma abordagem comportamental, que trabalha, simultaneamente, capacidades cognitivas, afetivas e sociais, respeitando as potencialidades e expectativas de aprendizagem de cada faixa etária) e porque oferece cursos de capacitação a professores; palestras e outras atividades a alunos, pais e comunidade no entorno da escola. “Nós acreditamos que, para que a educação financeira seja realmente efetiva, é preciso que todos que participam do processo entendam sobre o tema, por isso, vamos muito além da simples abordagem dos alunos: colocamos toda a comunidade no processo”, explica Reinado Domingos.


162 Veículo: MSN Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://dinheiro.br.msn.com/vai-casar-veja-como-planejar-a-vida-financeira-do-casal

Vai casar? Veja como planejar a vida financeira do casal A falta de conversa sobre finanças é uma das principais causas de brigas entre os casais

Muitos casais aproveitam o mês de maio para se casar (getty Images)

SÃO PAULO – Tradicionalmente, maio é considerado o Mês das Noivas. Por isso, muitos casais aproveitam a época para trocar alianças. No entanto, esse é um passo muito importante para os envolvidos. Antes dos preparativos do casamento, o casal precisa se planejar financeiramente, lembra o educador financeiro Reinaldo Domingos. “Decidir como serão organizadas as finanças deve ser um dos primeiros assuntos a ser conversado, visto que essa é uma das principais causas de discussão e até separação, atualmente.” Claro que não existe uma fórmula secreta que irá resolver todos os problemas de adaptação do novo orçamento, mas o primeiro passo é decidir de que forma se organizará, como vai pagar as contas, quanto cada um vai depositar para investimentos, entre outros, além de ter disciplina para cumprir o acordado. “A conversa é o verdadeiro segredo para uma união estável e para evitar que problemas financeiros interfiram na vida do casal”, explica. Também vale fazer uma espécie de diagnóstico da vida de ambos, anotando quanto cada um ganha e quais serão as despesas fixas inevitáveis, quais são os sonhos de curto, médio e longo prazos, tanto individuais quanto do casal, o quanto é necessário poupar para a realização deles e também para se ter uma reserva, em caso de emergências. Planejando o grande dia


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O início de uma vida a dois deve ter uma base sólida para que o relacionamento possa ser duradouro, até porque, as conversas e os objetivos de ambos sempre indicam para o futuro. Sendo assim, o planejamento já deve começar, pelo menos, 24 meses antes do casamento. Em paralelo, já se deve pensar em outros objetivos comuns do casal, como a casa própria, o carro ou ainda a viagem de lua-de-mel. Todos os aspectos de cada sonho devem estar minuciosamente estabelecidos e orçamentados. No caso da moradia, é essencial que se avalie o custo de vida da região escolhida. Depois do casamento outras metas deverão ser traçadas, como, por exemplo, o nascimento do primeiro filho. Nesse caso, o planejamento deve ser feito com antecedência, pois há muitos aspectos a serem relacionados, como gastos com vestimenta, alimentação, escola, transporte, passeios, entre outros. Alcançar a independência financeira e uma aposentadoria tranquila também são objetivos importante e que devem estar na lista dos sonhos de longo prazo.


164 Veículo: BOL Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2014/05/05/vai-casar-veja-comoplanejar-a-vida-financeira-do-casal.htm

Vai casar? Veja como planejar a vida financeira do casal SÃO PAULO – Tradicionalmente, maio é considerado o Mês das Noivas. Por isso, muitos casais aproveitam a época para trocar alianças. No entanto, esse é um passo muito importante para os envolvidos. Antes dos preparativos do casamento, o casal precisa se planejar financeiramente, lembra o educador financeiro Reinaldo Domingos. "Decidir como serão organizadas as finanças deve ser um dos primeiros assuntos a ser conversado, visto que essa é uma das principais causas de discussão e até separação, atualmente." Claro que não existe uma fórmula secreta que irá resolver todos os problemas de adaptação do novo orçamento, mas o primeiro passo é decidir de que forma se organizará, como vai pagar as contas, quanto cada um vai depositar para investimentos, entre outros, além de ter disciplina para cumprir o acordado. "A conversa é o verdadeiro segredo para uma união estável e para evitar que problemas financeiros interfiram na vida do casal", explica. Também vale fazer uma espécie de diagnóstico da vida de ambos, anotando quanto cada um ganha e quais serão as despesas fixas inevitáveis, quais são os sonhos de curto, médio e longo prazos, tanto individuais quanto do casal, o quanto é necessário poupar para a realização deles e também para se ter uma reserva, em caso de emergências. Planejando o grande dia O início de uma vida a dois deve ter uma base sólida para que o relacionamento possa ser duradouro, até porque, as conversas e os objetivos de ambos sempre indicam para o futuro. Sendo assim, o planejamento já deve começar, pelo menos, 24 meses antes do casamento. Em paralelo, já se deve pensar em outros objetivos comuns do casal, como a casa própria, o carro ou ainda a viagem de lua-de-mel. Todos os aspectos de cada sonho devem estar minuciosamente estabelecidos e orçamentados. No caso da moradia, é essencial que se avalie o custo de vida da região escolhida. Depois do casamento outras metas deverão ser traçadas, como, por exemplo, o nascimento do primeiro filho. Nesse caso, o planejamento deve ser feito com antecedência, pois há muitos aspectos a serem relacionados, como gastos com


165 vestimenta, alimentação, escola, transporte, passeios, entre outros. Alcançar a independência financeira e uma aposentadoria tranquila também são objetivos importante e que devem estar na lista dos sonhos de longo prazo.


166 Veículo: Yahoo! Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: https://br.financas.yahoo.com/noticias/vai-casar-veja-planejar-vida-115800273.html

Vai casar? Veja como planejar a vida financeira do casal SÃO PAULO – Tradicionalmente, maio é considerado o Mês das Noivas. Por isso, muitos casais aproveitam a época para trocar alianças. No entanto, esse é um passo muito importante para os envolvidos. Antes dos preparativos do casamento, o casal precisa se planejar financeiramente, lembra o educador financeiro Reinaldo Domingos. “Decidir como serão organizadas as finanças deve ser um dos primeiros assuntos a ser conversado, visto que essa é uma das principais causas de discussão e até separação, atualmente.” Claro que não existe uma fórmula secreta que irá resolver todos os problemas de adaptação do novo orçamento, mas o primeiro passo é decidir de que forma se organizará, como vai pagar as contas, quanto cada um vai depositar para investimentos, entre outros, além de ter disciplina para cumprir o acordado. “A conversa é o verdadeiro segredo para uma união estável e para evitar que problemas financeiros interfiram na vida do casal”, explica. Também vale fazer uma espécie de diagnóstico da vida de ambos, anotando quanto cada um ganha e quais serão as despesas fixas inevitáveis, quais são os sonhos de curto, médio e longo prazos, tanto individuais quanto do casal, o quanto é necessário poupar para a realização deles e também para se ter uma reserva, em caso de emergências. Planejando o grande dia O início de uma vida a dois deve ter uma base sólida para que o relacionamento possa ser duradouro, até porque, as conversas e os objetivos de ambos sempre indicam para o futuro. Sendo assim, o planejamento já deve começar, pelo menos, 24 meses antes do casamento. Em paralelo, já se deve pensar em outros objetivos comuns do casal, como a casa própria, o carro ou ainda a viagem de lua-de-mel. Todos os aspectos de cada sonho devem estar minuciosamente estabelecidos e orçamentados. No caso da moradia, é essencial que se avalie o custo de vida da região escolhida.


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Depois do casamento outras metas deverão ser traçadas, como, por exemplo, o nascimento do primeiro filho. Nesse caso, o planejamento deve ser feito com antecedência, pois há muitos aspectos a serem relacionados, como gastos com vestimenta, alimentação, escola, transporte, passeios, entre outros. Alcançar a independência financeira e uma aposentadoria tranquila também são objetivos importante e que devem estar na lista dos sonhos de longo prazo.


168 Veículo: O Dia Data: 05/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-05-05/mais-de-1200-escolas-publicas-e-privadas-dobrasil-ensinarao-educacao-financeira.html

Mais de mil escolas públicas e privadas do Brasil ensinarão educação financeira Objetivo é que instituições trabalhem os temas e conscientizem os alunos que, por sua vez, irão passar informações aos pais Rio - A educação financeira já é realidade em diversas escolas brasileiras. De acordo com levantamento da DSOP Educação Financeira, a empresa de assessoramento econômico implantou somente este ano um programa próprio com material didático em mais de 1.200 escolas públicas e particulares em 20 estados. "Os números são muito positivos, demonstrando um crescimento constante de mais de 100% por ano em escolas privadas. Temos observado que muitas escolas estão procurando esses materiais, indo ao encontro de nossa missão, que é disseminar a educação financeira no país", aponta o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos.

A pequena Camila Alcântara escolhe uma boneca na loja de brinquedos. Para especialistas, a cultura do Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia


169 Como O DIA mostrou na reportagem ' Lição contra o consumismo ', publicada na edição deste domingo, na cidade do Rio diversas instituições de ensino públicas e privadas já incluíram no seu currículo ou nas atividades extraclassse aulas e projetos sobre sustentabilidade e consumo responsável. "Cada vez mais as escolas trabalham com esses temas e conscientizam os alunos que, por sua vez, educam os pais", explica Edgar Flexa Ribeiro, presidente do Sindicato dos estabelecimentos de Educação Básica do Município do Rio (Sinepe). De acordo com Reinaldo Domingos, as escolas e prefeituras estão antecipano à Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) e à Lei 171/09, que tramita no Senado, sobre a obrigatoriedade da educação financeira em escolas das redes pública e privada de ensino. Veja alguns fatores que motivam a inserção da educação financeira nas escolas > Um dos grandes desafios globais do século é fazer a sociedade atual repensar hábitos de consumo, substituindo-os por outros mais sustentáveis; > As profundas mudanças nas economias mundiais têm exigido um reaprendizado de como lidar com as finanças, fenômeno que movimenta governos e instituições a adotarem medidas para habilitar as pessoas a fazerem escolhas conscientes de gastos e investimentos; > Cerca de 2 bilhões de pessoas entrarão no sistema financeiro formal nos próximos 20 anos. Mas não se sabe se todas essas pessoas estarão capacitadas a fazer as melhores escolhas financeiras; > Há forte evidência de que lares com baixa educação financeira não planejam a aposentaria, pagam juros mais altos e têm menos bens. E já ficou demonstrado que o nível mais baixo de educação financeira levou as pessoas a ficarem mais inadimplentes; > No Brasil, as mudanças na pirâmide das classes sociais significam, ao mesmo tempo, maior poder de compra de parcela significativa da população, mas também alto endividamento; > Crianças são muito observadoras e, desde cedo, começam a perceber que o dinheiro tem força. Ao mesmo tempo, crianças e jovens estão expostos às mensagens publicitárias, que estimulam o desejo de ter. Portanto, importante ensiná-las, o mais cedo possível, de forma lúdica e prazerosa, o quanto é importante ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém, tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria. Isso é papel que pode ser compartilhado entre pais e escolas; > Escolas são cada vez mais exigidas a oferecer ensino diferenciado e serviços que beneficiem também os pais.


170 Veículo: blog Finanças em Casa (Infomoney) Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.infomoney.com.br/blogs/financas-em-casa/post/3325558/educacao-financeira-paratodos


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173 Veículo: iG Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/05/02/hora-de-comprar-um-carro

É hora de comprar um carro?

Strada, da Fiat: 13.017 unidades vendidas em março

Vendas de carros caíram 2,1% no primeiro trimestre, a produção de veículos despencou 8%, as exportações continuam em baixa e os juros em trajetória de alta. De longe, esse cenário não parece muito convidativo para quem pensa em comprar um carro novo. De fato, quem estava buscando um financiamento não encontrava as melhores condições. Em março, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, já lamentava. “A maior parte das instituições está restringindo crédito e aumentando juros”, disse. O drama do crédito é tanto que a Caixa Econômica Federal também entrou na dança, promovendo em abril o Salão Auto Caixa, com a participação de 1.470 concessionárias. O crédito estava pré-aprovado para um terço dos clientes e as montadoras precisaram oferecer pequenos benefícios. “Um tapete ou algo assim”, como afirmou Moan na ocasião do lançamento da iniciativa.


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O cenário pouco favorável não afeta a todos que plenejam trocar de carro. Este pode ser um momento bem especial para quem já está pronto – leia-se pronto para pagar à vista. Com estoques de 48 dias, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), há montadoras fazendo esforços adicionais para esvaziar os pátios. A GM, por exemplo, já fez dois feirões neste ano, além da chamada operação troca com troco, em que uma parte do valor do veículo usado como entrada volta em dinheiro para o cliente. Também há montadoras oferecendo Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) pago e outros atrativos. Os estoques cheios caracterizam uma das poucas condições em que vale refletir sobre a situação do mercado antes de pensar no melhor momento para o seu bolso. Para Mauro Calil, consultor financeiro e professor da Academia do Dinheiro, vale a pena esperar por momentos como esse, desde que o dinheiro já esteja à mão. “Comprando a vista, você consegue negociações muito mais vantajosas”, ressalta. Além de conseguir preços melhores, os acessórios podem sair bem mais baratos. As vantagens ofertadas podem não compensar o custo dos juros de um financiamento desnecessário. “Só vale entrar em financiamento agora se o indivíduo realmente precisa do carro para gerar renda”, afirma. O especialista da consultoria Carro e Dinheiro, Leandro Mattera, lembra que se o cenário continuar tão ruim para as montadoras, é possível que elevem o tom na disputa por clientes. “Pode ser que fique ainda melhor para o consumidor”, diz. Somado a isso, considerando o momento de queda nas vendas e o ano eleitoral, as montadoras poderão fazer ainda mais pressão para que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não volte a subir em julho, conforme previsto. “Está difícil de acreditar que esse aumento vá se concretizar”, pontua Mattera. Mercado de usados segue aquecido – e sem grandes vantagens No entanto, os benefícios oferecidos pelas montadoras não se repetem no mercado de usados, que vai muito bem, por sinal. As vendas cresceram 9,4% no primeiro trimestre, após uma “reversão de tendência”, nas palavras de Mattera. Para quem tem menos poder de compra, adquirir um usado tem sido uma opção melhor, já que os carros zero ficaram mais caros.


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A preferência pelo pagamento à vista, no entanto, deverá ser mantida. No mercado de carros usados a restrição de crédito é ainda maior, segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). “Ainda não dá para saber como este momento da indústria vai afetar o mercado de seminovos, mas o crédito vai ficar mais caro se os juros continuarem subindo”, aponta Mattera. No entanto, Mattera não esconde que por mais favorável – ou desfavorável – que seja o contexto, o que define mesmo é o seu bolso. “Sempre que ouço essa pergunta, eu lembro que para o consumidor consciente a melhor hora é a hora em que ele definir. As promoções e as condições de mercado são periféricas.” A hora certa é o seu melhor momento Independentemente das condições macroeconômicas e do cenário, não há dúvidas de que o melhor momento para comprar um carro é a hora em que você está pronto para sustentá-lo. Não se trata apenas das parcelas, mas também do seguro, do IPVA, do combustível e até do aumento no seu padrão de vida uma vez que o carro estará à disposição. Nas contas do educador financeiro da DSOP, Reinaldo Domingos, um carro custa mensalmente 2% do valor pago por ele. Isso sem contar o aumento no custo de vida. “Pode considerar um aumento de 10% a 20% nos gastos do dia a dia. O indivíduo acaba viajando mais, saindo mais a noite, enfim, é um bem de consumo e não um investimento”, afirma. Não é um investimento, principalmente considerando a depreciação do veículo, que perde 10% assim que sai da concessionária – mais outros 10% anuais, pela idade do modelo. “Quando você pensa em comprar um carro, precisa saber no que ele vai agregar valor ou qualidade de vida e, principalmente, é necessário definir a urgência”, explica Domingos. Por isso, a regra número um é observar o seu bolso. O IPI reduzido, o feirão de fábrica e a troca com troco não ofertarão grande alívio se as contas mensais não estiverem em dia – no azul e com folga. Se não tiver pressa, junte o dinheiro e fuja do parcelamento. Se não der para esperar, tente dar a maior parcela possível. Se a parcela ficar cara demais, espere o seu momento. Vale tudo para fugir dos juros. “Tem gente que compra carro e não tem casa própria. É preciso acertar as prioridades”, diz. “Dinheiro não aceita desaforo.”


176 Veículo: Alagoas 24 horas Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=200517

É hora de comprar um carro?

Vendas de carros caíram 2,1% no primeiro trimestre, a produção de veículos despencou 8%, as exportações continuam em baixa e os juros em trajetória de alta. De longe, esse cenário não parece muito convidativo para quem pensa em comprar um carro novo. De fato, quem estava buscando um financiamento não encontrava as melhores condições. Em março, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, já lamentava. “A maior parte das instituições está restringindo crédito e aumentando juros”, disse. O drama do crédito é tanto que a Caixa Econômica Federal também entrou na dança, promovendo em abril o Salão Auto Caixa, com a participação de 1.470 concessionárias. O crédito estava pré-aprovado para um terço dos clientes e as montadoras precisaram oferecer pequenos benefícios. “Um tapete ou algo assim”, como afirmou Moan na ocasião do lançamento da iniciativa. O cenário pouco favorável não afeta a todos que plenejam trocar de carro. Este pode ser um momento bem especial para quem já está pronto – leia-se pronto para pagar à vista. Com estoques de 48 dias, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), há montadoras fazendo esforços adicionais para esvaziar os pátios. A GM, por exemplo, já fez dois feirões neste ano, além da chamada operação troca com troco, em que uma parte do valor do veículo usado como entrada volta em dinheiro para o cliente. Também há montadoras oferecendo Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) pago e outros atrativos. Os estoques cheios caracterizam uma das poucas condições em que vale refletir sobre a situação do mercado antes de pensar no melhor momento para o seu bolso. Para Mauro Calil, consultor financeiro e professor da Academia do Dinheiro, vale a pena esperar por momentos como esse, desde que o dinheiro já esteja à mão. “Comprando a vista, você consegue negociações muito mais vantajosas”, ressalta. Além de conseguir preços melhores, os acessórios podem sair bem mais baratos. As vantagens ofertadas podem não compensar o custo dos juros de um financiamento desnecessário. “Só vale entrar em financiamento agora se o indivíduo realmente precisa do carro para gerar renda”, afirma.


177 O especialista da consultoria Carro e Dinheiro, Leandro Mattera, lembra que se o cenário continuar tão ruim para as montadoras, é possível que elevem o tom na disputa por clientes. “Pode ser que fique ainda melhor para o consumidor”, diz Somado a isso, considerando o momento de queda nas vendas e o ano eleitoral, as montadoras poderão fazer ainda mais pressão para que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não volte a subir em julho, conforme previsto. “Está difícil de acreditar que esse aumento vá se concretizar”, pontua Mattera. Mercado de usados segue aquecido – e sem grandes vantagens No entanto, os benefícios oferecidos pelas montadoras não se repetem no mercado de usados, que vai muito bem, por sinal. As vendas cresceram 9,4% no primeiro trimestre, após uma “reversão de tendência”, nas palavras de Mattera. Para quem tem menos poder de compra, adquirir um usado tem sido uma opção melhor, já que os carros zero ficaram mais caros. A preferência pelo pagamento à vista, no entanto, deverá ser mantida. No mercado de carros usados a restrição de crédito é ainda maior, segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). “Ainda não dá para saber como este momento da indústria vai afetar o mercado de seminovos, mas o crédito vai ficar mais caro se os juros continuarem subindo”, aponta Mattera. No entanto, Mattera não esconde que por mais favorável – ou desfavorável – que seja o contexto, o que define mesmo é o seu bolso. “Sempre que ouço essa pergunta, eu lembro que para o consumidor consciente a melhor hora é a hora em que ele definir. As promoções e as condições de mercado são periféricas.” A hora certa é o seu melhor momento Independentemente das condições macroeconômicas e do cenário, não há dúvidas de que o melhor momento para comprar um carro é a hora em que você está pronto para sustentá-lo. Não se trata apenas das parcelas, mas também do seguro, do IPVA, do combustível e até do aumento no seu padrão de vida uma vez que o carro estará à disposição. Nas contas do educador financeiro da DSOP, Reinaldo Domingos, um carro custa mensalmente 2% do valor pago por ele. Isso sem contar o aumento no custo de vida. “Pode considerar um aumento de 10% a 20% nos gastos do dia a dia. O indivíduo acaba viajando mais, saindo mais a noite, enfim, é um bem de consumo e não um investimento”, afirma. Não é um investimento, principalmente considerando a depreciação do veículo, que perde 10% assim que sai da concessionária – mais outros 10% anuais, pela idade do modelo. “Quando você pensa em comprar um carro, precisa saber no que ele vai agregar valor ou qualidade de vida e, principalmente, é necessário definir a urgência”, explica Domingos. Por isso, a regra número um é observar o seu bolso. O IPI reduzido, o feirão de fábrica e a troca com troco não ofertarão grande alívio se as contas mensais não estiverem em dia – no azul e com folga. Se não tiver pressa, junte o dinheiro e fuja do parcelamento. Se não der para esperar, tente dar a maior parcela possível. Se a parcela ficar cara demais, espere o seu momento. Vale tudo para fugir dos juros. “Tem gente que compra carro e não tem casa própria. É preciso acertar as prioridades”, diz. “Dinheiro não aceita desaforo.” Fonte: IG


178 Veículo: Cenário MT Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.cenariomt.com.br/noticia/356778/esta-gravida-preparese-financeiramente-para-achegada-do-bebe.html

Está grávida? Prepare-se financeiramente para a chegada do bebê Educador financeiro conta que cortar supérfluos é o mais importante

Quando ter um filho é um sonho, é comum a futura mamãe pensar nas feições que bebê vai ter, como será sua personalidade, imaginar o quarto e as roupinhas que vai comprar. Muitas esquecem, no entanto, que o planejamento financeiro é essencial para que a chegada do novo membro da família ocorra sem sustos e seja apenas de felicidade. Mais aflitiva ainda pode ser essa situação quando o nascimento não foi planejado. Como tudo na vida essa fase envolve custos, economia e estabelecer metas é necessário, mas por onde começar?

Operação de guerra


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Reinaldo Domingos conta que uma reunião familiar é o primeiro passo a ser tomado. “Normalmente, a gravidez é uma descoberta bacana e muito alegre. Se não estava esperando, todo o cuidado é pouco. Quando não moram juntos, a casa é uma questão a ser discutida e, caso morem, os pais já têm que pensar em outras coisas, como um plano de assistência médica”, aconselha o especialista. O educador financeiro conta que a importância da assistência médica vai além da gravidez e até mesmo do nascimento do bebê. “Além do bebê poder ficar doente, tem a hora do parto que também necessita de acompanhamento médico. Para o cuidado com a saúde da mamãe e do filho que está para nascer, sem contar o pré-natal que é fundamental para a criança que está chegando”, explica Reinaldo. Ou seja, contratar uma assistência pode, e é, muito útil. Ao procurar pelo serviço, conta o especialista, o ideal é levar em conta os gastos a longo prazo. Afinal, o bebê vai crescer e deverá ter cuidados médicos garantidos até ao menos seus 18 anos. Sendo assim, é essencial considerar a renda familiar e estimar um limite de gastos para toda a vida da criança.

empresa


181 Veículo: ACIAM Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.aciam.org.br/noticia/31586.html

Especialistas dão 10 dicas para administrar as finanças da empresa Administrar as finanças da empresa é um desafio quando o empreendedor não domina certos conceitos, como faturamento, lucro, capital de giro e ponto de equilíbrio, segundo especialistas. Quando essa responsabilidade se junta às demais, como a gestão da produção e de funcionários, surge o risco de não dar a atenção necessária a determinados fatores, como dívidas ou necessidades de investimento, o que pode colocar o negócio em risco, afirma o educador financeiro e empreendedor Reinaldo Domingos. A pedido do UOL, Domingos e o consultor empresarial e professor de finanças Irani Cavagnoli, autores do livro Papo Empreendedor - Atinja o Sucesso em seu Próprio Negócio com Sustentabilidade Financeira (Editora DSOP), elaboraram dez dicas para ajudar empreendedores a administrar as finanças da empresa: 1) Educação financeira Mantenha as suas finanças pessoais em dia porque quem não sabe controlar as próprias


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contas terá muita dificuldade para administrar o caixa da empresa. 2) Pró-labore Determine o valor do pró-labore (remuneração do sócio ou gerente) e não faça retiradas extras do caixa da empresa. Nunca misture suas finanças pessoais com as finanças do negócio. 3) Demonstrativo de resultados Tenha bem estruturado o demonstrativo de resultados para, a partir dele, acompanhar a situação financeira e saber quais são as possibilidades do empreendimento. Dessa forma, é possível planejar os investimentos no negócio sem afetar as contas do dia a dia. 4) Conceitos Saiba qual a diferença entre faturamento, lucro, despesas e investimentos. Faturamento é o total arrecadado pela empresa ao longo de um determinado período. Lucro é o saldo positivo do negócio após o desconto de todos os gastos. Despesas são todos os gastos relacionados à manutenção da atividade do negócio (matéria-prima, salários, gastos de escritório etc.). Investimento é o dinheiro que será aplicado para maximizar os lucros da empresa em determinado período. 5) Termos técnicos Esteja familiarizado com termos técnicos, como capital de giro e ponto de equilíbrio. Capital de giro é o recurso disponível para sustentar as operações do dia a dia da empresa e ponto de equilíbrio é o momento em que as receitas da empresa são iguais às despesas, ou seja, a operação começa a se pagar, mas ainda não dá lucro. 6) Riscos Entenda que, muitas vezes, é necessário assumir riscos para chegar ao sucesso, mas é preciso fazer isso com consciência, analisando todos os cenários possíveis para se precaver contra possíveis ameaças. 7) Dívidas


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No caso de dívidas, verifique se o negócio está dando lucro e qual a sua capacidade para pagar as despesas. Se a companhia estiver no vermelho, estabeleça prioridades, considerando o custo de cada dívida e o risco do não pagamento. Se houver corte no fornecimento de algum serviço ou produto que prejudique a atividade do negócio, por exemplo, o melhor a fazer é buscar alternativas para quitar o débito. 8) Orçamento Aprenda que uma dívida pode levar a outra, portanto, é importante fazer um orçamento minucioso, saber exatamente quanto se deve, analisar a capacidade de pagamento e sempre tentar uma renegociação do valor com o credor. 9) Compras Adquira produtos e serviços que são realmente necessários e que estejam no planejamento da empresa. Antes de efetuar qualquer compra, o empresário também deve fazer uma boa pesquisa de preço. 10) Custos Procure reduzir os custos improdutivos, ou seja, aqueles que não se revertem em ganhos ao negócio ou ao cliente, e o desperdício (que pode ser de matéria-prima, de energia etc.). Às vezes, pequenas mudanças geram grandes resultados. Assunto: Destaques Fonte: Do UOL, em São Paulo Publicada dia: 02/05/2014 Por: Larissa Coldibeli


184 Veículo: O Fluminense Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.ofluminense.com.br/editorias/economia/boas-ofertas-no-mercado-de-carros

Boas ofertas no mercado de carros e boas condições para compra 0

Concessionárias driblam a alta nos preços oferecendo condições facilitadas para compradores. Maior dificuldade que consumidor encontra no momento é restrição ao crédito O mercado de compra e venda de carros em Niterói e São Gonçalo não foi diretamente afetado com a alta dos preços dos automóveis – influenciada pela obrigatoriedade do airbag e dos freios ABS, além do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI),que subiu e ainda vai receber novo incremento em julho. O parecer é de dirigentes de estabelecimentos das duas cidades. Para eles, a maior dificuldade que o consumidor encontra no momento é a restrição ao crédito adotada pelas financeiras e bancos, que estabelecem certas condições e altos juros para que façam o empréstimo e/ou a compra do veículo. “Quem precisa comprar um carro usado, por exemplo, não tem a facilidade de financiar como tinha antes. É preciso ter um histórico muito bom, e quando já o tem, ainda pode não ser apto ao crédito por não possuir store suficiente com o banco”, explica o sócio da Buka Automóveis, de Niterói, Welton Cruz. Segundo o diretor comercial da Dicasa Fiat de São Gonçalo, Pedro Costa, a obrigatoriedade do airbag e do ABS não mudou muito os preços dos carros, pois a maioria deles já vinha com esses itens de série. “O IPI ainda tem uma parcela para ser aumentada, ou seja, por enquanto, os carros ainda possuem um subsídio, pois o governo ainda voltou ao índice mais caro, como era antes. Se retirarem a isenção parcial do imposto, o automóvel ficará com preço maior do que está”, prevê Pedro. A Fiat lidera o mercado nacional de automóveis e comerciais leves com 22,57% do total de emplacamentos no ano, seguida de perto General Motors (17,68%) e Volkswagen (17,51%). Completam o ranking, a Ford (9,09%), Renault (6,69%) e Hyundai (6,59%). De acordo com Pedro, os carros mais procurados em Niterói e São Gonçalo nas lojas da Dicasa são os das famílias Palio e Siena, além do Fiat Idea e Punto. Welton também destaca o Palio, além do Mitsubishi ASX, Fiat Doblò e o Ford Focus, além do novo Corolla. “Entre os seminovos, a busca é maior pelos mais populares, como Palio, Gol, Corsa e Fiesta. A maioria dos veículos 1.0 tem custo próximo de R$ 20 mil, mas tenho percebido a procura por carros 1.6 também, com custo em torno de R$ 25 mil a R$ 30 mil. A preferência é por veículos de quatro portas hoje em dia, diferente de um tempo atrás. Além disso, muitos preferem direção hidráulica, em especial, as mulheres. Sem dúvida, é um dos itens mais exigidos entre os zero e os usados, além do ar-condicionado”, aponta Cruz.


185 Montadoras – Welton diz que a procura por carros zero quilômetro é grande na loja, mas reconhece que faltam carros para encomenda nas montadoras. “Nada disso afetou o mercado. Temos tido muita procura de carro zero, mas o problema está na falta dos veículos nas montadoras, onde compramos a preço de tabela, sem qualquer desconto. Isto gera uma valorização maior do que aparece, e a lista de espera é enorme. Cada pessoa tem levado de 30 a 40 dias para receber o seu veículo novo. Temos atendido nossos clientes, vendendo os veículos sem margem de lucro, porque as montadoras não têm feito questão de baixar os valores”, explica Welton. Outra opção para o consumidor é apostar em carros seminovos que, com dois anos de uso, custam até 30% menos do que um zero quilômetro. Promoções – Para driblar a alta dos preços, o comércio oferece uma série de descontos. Nas lojas da Dicasa Fiat em Niterói e São Gonçalo, é possível aproveitar ofertas de taxas de financiamentos promocionais, com longos prazos para pagar. “Trabalhamos com todas as principais financeiras do mercado. Os financiamentos chegam a até 60 vezes sem entrada, dependendo da empresa escolhida pelo cliente”, diz. Já a Buka Automóveis, para os seminovos, tem preços mais em conta em três veículos: Honda Fit LXL, Punto 1.8, 2009, e Zafira 2008. Na compra de carros zero, o cliente ganha tapete para o veículo, aplicação de insulfilm, emplacamento e protetor de carter.

Investimento – O educador financeiro Reinaldo Domingos explica que, antes de fazer a compra, o consumidor deve analisar suas finanças pessoais. Ele destaca que a maioria dos consumidores só pensa nos valores da compra do veículo e das prestações que pagará, esquecendo que isso ocasionará diversos outros custos, como despesas de manutenção, combustível, manutenção, IPVA, seguros, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas. “O custo mensal de um carro equivale, em média, a 3% do valor do veículo, assim, manutenção de um veículo de R$ 20 mil, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais”, explica. Para dar entrada em um financiamento de automóvel, em geral, é necessário carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e comprovante de renda, que pode ser um contracheque ou extrato bancário. Já em uma aquisição à vista, a exigência usual é de carteira de identidade, CPF e comprovante de residência. Bancos – Os principais bancos oferecem variadas condições de crédito para a compra de veículos: no Santander, é possível negociar o valor à vista do carro e financiá-lo na agência. Já o Banco do Brasil financia novos e usados com até 10 anos de fabricação. O prazo é de até 60 meses, incluída a carência promocional de até 180 dias para o pagamento da primeira prestação. O valor também é disponibilizado à vista para a concessionária, as prestações são debitadas em conta-corrente. Em todas as agências do País é necessário ter conta-corrente e limite de crédito para obter o produto.


186 Veículo: CDL Araguari Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.cdlaraguari.com.br/index.php?pg=descricao_noticia&id=1995

Especialistas dão 10 dicas para administrar as finanças da empresa

Administrar as finanças da empresa é um desafio quando o empreendedor não domina certos conceitos, como faturamento, lucro, capital de giro e ponto de equilíbrio, segundo especialistas. "Quando essa responsabilidade se junta às demais, como a gestão da produção e de funcionários, surge o risco de não dar a atenção necessária a determinados fatores, como dívidas ou necessidades de investimento, o que pode colocar o negócio em risco", afirma o educador financeiro e empreendedor Reinaldo Domingos. A pedido do UOL, Domingos e o consultor empresarial e professor de finanças Irani Cavagnoli, autores do livro "Papo Empreendedor - Atinja o Sucesso em seu Próprio Negócio com Sustentabilidade Financeira" (Editora DSOP), elaboraram dez dicas para ajudar empreendedores a administrar as finanças da empresa: 1) Educação financeira Mantenha as suas finanças pessoais em dia porque quem não sabe controlar as próprias contas terá muita dificuldade para administrar o caixa da empresa. 2) Pró-labore Determine o valor do pró-labore (remuneração do sócio ou gerente) e não faça retiradas extras do caixa da empresa. 3)

Nunca

misture suas finanças Demonstrativo

pessoais

com de

as

finanças

do

negócio. resultados

Tenha bem estruturado o demonstrativo de resultados para, a partir dele, acompanhar a situação financeira e saber quais são as possibilidades do empreendimento. Dessa forma, é possível planejar os investimentos no negócio 4)

sem

afetar

as

contas

do

dia

a

dia. Conceitos

Saiba qual a diferença entre faturamento, lucro, despesas e investimentos. Faturamento é o total arrecadado pela empresa ao longo de um determinado período.


187 Lucro é o saldo positivo do negócio após o desconto de todos os gastos. Despesas são todos os gastos relacionados à manutenção da atividade do negócio (matéria-prima, salários, gastos de escritório etc.). Investimento é o dinheiro que será aplicado para maximizar os lucros da empresa em determinado período. 5) Termos técnicos Esteja familiarizado com termos técnicos, como capital de giro e ponto de equilíbrio. Capital de giro é o recurso disponível para sustentar as operações do dia a dia da empresa e ponto de equilíbrio é o momento em que as receitas da empresa são iguais às despesas, ou seja, a operação começa a se pagar, mas ainda não dá lucro. 6) Riscos Entenda que, muitas vezes, é necessário assumir riscos para chegar ao sucesso, mas é preciso fazer isso com consciência, analisando todos os cenários possíveis para se precaver contra possíveis ameaças. 7) Dívidas No caso de dívidas, verifique se o negócio está dando lucro e qual a sua capacidade para pagar as despesas. Se a companhia estiver no vermelho, estabeleça prioridades, considerando o custo de cada dívida e o risco do não pagamento. Se houver corte no fornecimento de algum serviço ou produto que prejudique a atividade do negócio, por exemplo, o melhor a fazer é buscar alternativas para quitar o débito. 8) Orçamento Aprenda que uma dívida pode levar a outra, portanto, é importante fazer um orçamento minucioso, saber exatamente quanto se deve, analisar a capacidade de pagamento e sempre tentar uma renegociação do valor com o credor. 9) Compras Adquira produtos e serviços que são realmente necessários e que estejam no planejamento da empresa. Antes de efetuar 10)

qualquer

compra,

o

empresário

também

deve

fazer

uma

boa

pesquisa

de

preço. Custos

Procure reduzir os custos improdutivos, ou seja, aqueles que não se revertem em ganhos ao negócio ou ao cliente, e o desperdício (que pode ser de matéria-prima, de energia etc.). Às vezes, pequenas mudanças geram grandes resultados.


188 Veículo: Banca de Jornalistas Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.bancadejornalistas.com.br/casamento-como-planejar-a-vida-financeira-do-casal/

Casamento – como planejar a vida financeira do casal Casamento é um passo muito importante, para qualquer casal. Por isso, para tornar o sonho realidade é preciso um planejamento criterioso. Decidir como serão organizadas as finanças deve ser um dos primeiros assuntos a ser conversado, visto que essa é uma das principais causas de discussão e até separação, atualmente. Não há fórmula certa para se seguir, sendo que cada caso tem suas particularidades. O casal apenas deve decidir de que forma se organizará – como vai pagar as contas, quanto cada um vai depositar para investimentos, etc – e ter disciplina para cumprir o acordado. A conversa é o verdadeiro segredo para uma união estável e para evitar que problemas financeiros interfiram na vida do casal. Para tanto, é importante que se faça um diagnóstico da vida de ambos, anotando quanto cada um ganha e quais serão as despesas fixas inevitáveis, que se relacione quais são os sonhos de curto, médio e longo prazos (individuais e coletivos) e, claro, que se poupe para a realização deles e também para se ter uma reserva, em caso de emergências. O início de uma vida a dois deve ter uma base sólida para que o relacionamento possa ser duradouro, até porque, as conversas e os objetivos de ambos sempre indicam para o futuro. Sendo assim, o planejamento já deve começar, pelo menos, 24 meses antes do grande dia – o casamento. Em paralelo, já se deve pensar em outros objetivos comuns do casal, como a casa própria, o carro ou ainda a viagem de lua-de-mel. Todos os aspectos de cada sonho devem estar minuciosamente estabelecidos e orçamentados. No caso da moradia, é essencial que se avalie o custo de vida da região escolhida e, se for necessário, pesquise outros locais. Após esse primeiro momento, outras metas deverão ser traçadas, como, por exemplo, o nascimento do primeiro filho. Nesse caso, o planejamento deve ser feito com antecedência, pois há muitos aspectos a serem relacionados, como gastos com vestimenta, alimentação, escola, transporte, passeios, entre outros. Alcançar a independência financeira também é um objetivo extremamente importante, que deve estar na lista dos sonhos de longo prazo. Com ela, além de garantir uma vida mais estável, é possível planejar uma aposentadoria tranquila.


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Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, autor do best seller Terapia Financeira e dos lançamentos Sabedoria Financeira e Papo Empreendedor.


190 Veículo: Café de Notícias Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.cafedenoticias.com.br/e-hora-de-comprar-um-carro/

É hora de comprar um carro? Bárbara Ladeia Momento só é favorável se o cliente fugir do financiamento Vendas de carros caíram 2,1% no primeiro trimestre, a produção de veículos despencou 8%, as exportações continuam em baixa e os juros em trajetória de alta. De longe, esse cenário não parece muito convidativo para quem pensa em comprar um carro novo. De fato, quem estava buscando um financiamento não encontrava as melhores condições. Em março, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, já lamentava. “A maior parte das instituições está restringindo crédito e aumentando juros”, disse. O drama do crédito é tanto que a Caixa Econômica Federal também entrou na dança, promovendo em abril o Salão Auto Caixa, com a participação de 1.470 concessionárias. O crédito estava pré-aprovado para um terço dos clientes e as montadoras precisaram oferecer pequenos benefícios. “Um tapete ou algo assim”, como afirmou Moan na ocasião do lançamento da iniciativa. Veja os 10 carros mais vendidos em março, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Strada, da Fiat: 13.017 unidades vendidas em março Foto: Divulgação


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Palio, da Fiat: 12.872 unidades vendidas em março Foto: Divulgação

Gol, da Volkswagen, 12.545 unidades vendidas em março Foto: Divulgação

Uno, da Fiat: 10.275 unidades vendidas em março Foto: Divulgação

Fiesta, da Ford: 9.045 unidades vendidas em março Foto: Divulgação


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HB20, da Hyundai: 8.312 unidades vendidas em março Foto: Rafael Munhoz

Siena, modelo da Fiat: 7.716 unidades vendidas em março Foto: Divulgação

O modelo Fox, da Volkswagen: 7.313 unidades vendidas em março Foto: Divulgação

Sandero, da Renault: 6.006 unidades vendidas em março


193 Foto: Divulgação

Chevrolet Prisma: 5.603 unidades vendidas em março Foto: Divulgação O cenário pouco favorável não afeta a todos que plenejam trocar de carro. Este pode ser um momento bem especial para quem já está pronto – leia-se pronto para pagar à vista. Com estoques de 48 dias, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), há montadoras fazendo esforços adicionais para esvaziar os pátios. A GM, por exemplo, já fez dois feirões neste ano, além da chamada operação troca com troco, em que uma parte do valor do veículo usado como entrada volta em dinheiro para o cliente. Também há montadoras oferecendo Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) pago e outros atrativos. Os estoques cheios caracterizam uma das poucas condições em que vale refletir sobre a situação do mercado antes de pensar no melhor momento para o seu bolso. Para Mauro Calil, consultor financeiro e professor da Academia do Dinheiro, vale a pena esperar por momentos como esse, desde que o dinheiro já esteja à mão. “Comprando a vista, você consegue negociações muito mais vantajosas”, ressalta. Além de conseguir preços melhores, os acessórios podem sair bem mais baratos. As vantagens ofertadas podem não compensar o custo dos juros de um financiamento desnecessário. “Só vale entrar em financiamento agora se o indivíduo realmente precisa do carro para gerar renda”, afirma. O especialista da consultoria Carro e Dinheiro, Leandro Mattera, lembra que se o cenário continuar tão ruim para as montadoras, é possível que elevem o tom na disputa por clientes. “Pode ser que fique ainda melhor para o consumidor”, diz. Somado a isso, considerando o momento de queda nas vendas e o ano eleitoral, as montadoras poderão fazer ainda mais pressão para que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não volte a subir em julho, conforme previsto. “Está difícil de acreditar que esse aumento vá se concretizar”, pontua Mattera. Mercado de usados segue aquecido – e sem grandes vantagens No entanto, os benefícios oferecidos pelas montadoras não se repetem no mercado de usados, que vai muito bem, por sinal. As vendas cresceram 9,4% no primeiro trimestre, após uma “reversão de tendência”, nas palavras de Mattera. Para quem tem menos poder de compra, adquirir um usado tem sido uma opção melhor, já que os carros zero ficaram mais caros. A preferência pelo pagamento à vista, no entanto, deverá ser mantida. No mercado de carros usados a restrição de crédito é ainda maior, segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). “Ainda não dá para saber como este momento da indústria vai afetar o mercado de seminovos, mas o crédito vai ficar mais caro se os juros continuarem subindo”, aponta Mattera. No entanto, Mattera não esconde que por mais favorável – ou desfavorável – que seja o contexto, o que define mesmo é o seu bolso. “Sempre que ouço essa pergunta, eu lembro que


194 para o consumidor consciente a melhor hora é a hora em que ele definir. As promoções e as condições de mercado são periféricas.” A hora certa é o seu melhor momento Independentemente das condições macroeconômicas e do cenário, não há dúvidas de que o melhor momento para comprar um carro é a hora em que você está pronto para sustentá-lo. Não se trata apenas das parcelas, mas também do seguro, do IPVA, do combustível e até do aumento no seu padrão de vida uma vez que o carro estará à disposição. Nas contas do educador financeiro da DSOP, Reinaldo Domingos, um carro custa mensalmente 2% do valor pago por ele. Isso sem contar o aumento no custo de vida. “Pode considerar um aumento de 10% a 20% nos gastos do dia a dia. O indivíduo acaba viajando mais, saindo mais a noite, enfim, é um bem de consumo e não um investimento”, afirma. Não é um investimento, principalmente considerando a depreciação do veículo, que perde 10% assim que sai da concessionária – mais outros 10% anuais, pela idade do modelo. “Quando você pensa em comprar um carro, precisa saber no que ele vai agregar valor ou qualidade de vida e, principalmente, é necessário definir a urgência”, explica Domingos. Por isso, a regra número um é observar o seu bolso. O IPI reduzido, o feirão de fábrica e a troca com troco não ofertarão grande alívio se as contas mensais não estiverem em dia – no azul e com folga. Se não tiver pressa, junte o dinheiro e fuja do parcelamento. Se não der para esperar, tente dar a maior parcela possível. Se a parcela ficar cara demais, espere o seu momento. Vale tudo para fugir dos juros. “Tem gente que compra carro e não tem casa própria. É preciso acertar as prioridades”, diz. “Dinheiro não aceita desaforo.”


195 Veículo: Edufin Data: 02/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.edufin.com.br/edunews/2014/05/02/abefin-promove-diversas-acoes-durante-asemana-nacional-da-educacao-financeira-abefin/

Abefin promove diversas ações durante a Semana Nacional da Educação Financeira – Abefin

Em apoio à Semana Nacional de Educação Financeira, uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), a Abefin promove, de 5 a 9 de maio, diversas atividades para disseminar ainda mais este importante tema. A associação, em parceria com a DSOP Educação Financeira e a Editora DSOP, apresenta uma série de ações. Uma delas é o lançamento do serviço S.O.S. Educação Financeira, que visa passar orientações aos usuários do site da Abefin que tenham dúvidas relacionadas à temática, sempre respondidas por educadores financeiros. O presidente da Abefin, Reinaldo Domingos, ministra palestra presencial na quinta-feira, dia 8, às 18 horas, sobre o tema “Educação Financeira – uma tendência mundial.


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Além dessa, acontecerão diversas palestras online ao vivo, ministradas gratuitamente por educadores financeiros, sendo um deles o presidente da Abefin e da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. A semana também inclui as empresas: os representantes das corporações interessados durante a Semana podem solicitar uma palestra de sensibilização grátis*. Saiba mais: http://www.abefin.org.br/noticias/59-abefin-promove-diversas-acoes-durante-asemana-nacional-da-educacao-financeira


197 Veículo: a escolha certa Data: 02/05/2014 Editoria: Livro Site: http://www.aescolhacerta.com.br/site/noticia/13940

Educação financeira começa com a mesada A Educação Financeira para as crianças deve começar desde cedo. Assim, além da escola, os pais possuem um papel fundamental nesse processo. Mas, como os pais podem fazer isso? São várias as formas, uma delas é a mesada. Para os pais que ainda não disponibilizam esta ferramenta, é necessário planejar e começar a falar com os filhos sobre o tema o quanto antes, sendo importante sempre ter em mente algumas questões. A primeira dúvida em relação a esse tema é a idade com que a criança deve iniciar o contato com o dinheiro. “Isso dependerá de cada caso, entretanto, a partir dos três anos, quando a criança começa a demonstrar desejos próprios, já é o momento de iniciar a analisar a melhor forma de inserir a educação financeira (não a mesada), mostrando o processo de troca do dinheiro por produtos”, diz Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP. Segundo ele, a mesada efetivamente deve ser pensada por volta dos sete a oito anos, quando os jovens já estiverem acostumados com o contato com o dinheiro. Contudo, cuidados devem ser tomados para que esse artifício realmente atinja a sua finalidade. “Um deles é definir o valor da mesada. É simples: logo que volte as aulas, durante um mês, sem que a criança perceba, anote todo o dinheiro que dá para ela, inclua lanche escolar, passeios, compra de jogos, enfim, todos os gastos da criança”, explica Domingos. Com esse número em mãos, chegou a hora de chamar a criança para uma conversa franca. Diga a ela que, por já estar crescendo, chegou o momento de ela mesmo controlar seu próprio dinheiro e que começará a dar uma mesada. A dica de Domingos que os pais dêem apenas apenas 50% do valor total dado a ela no mês e informe que a criança terá que se organizar com esse valor. Ela, com toda a certeza, ficará feliz, pois achará o montante bastante alto. Mas reforce que esse dinheiro terá que dar para os próximos trinta dias. “E fale mais: por ser um ótimo filho ou filha, os pais resolveram realizar alguns desejos e peça que ela relacione no mínimo três desses, um de curto prazo, até três meses, um de médio, até seis meses e um de longo, até um ano. Explique que o mesmo valor que receberá da mesada também terá para os desejos e sonhos. Com isso, ela saberá que todo o dinheiro que ela receber, deverá ser separado metade para desejos e metade para o consumo (doces, passeios, lanches)”, ensina o especialista. Domingos lembra que see tiver mais de um filho, para cada um deles, a decisão do valor e a conversa deve ser feito individualmente, adequando à realidade dos mesmos, assim como a idade


198 de cada um deles. “Lembre-se: as crianças são semelhantes, mas nunca iguais, quando o assunto é dinheiro. É fundamental também mostrar aos jovens a importância de conquistar os valores que recebem e garantir que o acordo é separado para cada um dos integrantes da família”, lembra o especialista. DESEMPENHO ESCOLAR NÃO É NEGOCIÁVEL O educador financeiro Reinaldo Domingos alerta que não é interessante associar esse dinheiro ao desempenho escolar, pois o estudo deve ser incentivado pela importância que ele terá para a vida. Uma criança que só estuda para garantir a mesada no fim do mês poderá ter um rendimento muito baixo e, se, por algum motivo, a família deixar de ter condições de oferecer, isso afetará o desenvolvimento intelectual. Outro ponto relevante é que não se deve complementar com frequência a falta de dinheiro ocasionada pela má administração da mesada. Muitas crianças e adolescentes gastam além da conta e passam a recorrer sistematicamente aos pais para conseguir mais dinheiro. Se os pais cedem aos pedidos, não ensinarão a controlar os impulsos, criando a ilusão de que pode gastar sem limites. A consequência disso será na fase adulta, quando utilizarão o crédito fácil como complemento salarial. “Chamo atenção para um ponto imprescindível que é o de, desde o primeiro mês de vida da criança, junto com a certidão de nascimento, já se deve abrir uma previdência privada Junior para essa criança, com a qual se garantirá projetos de vida”, diz ele. MATÉRIA FALTA EM GRADE CURRICULAR DE ESCOLAS Está mais do que provado que, para garantir uma sociedade mais consciente e sustentável no futuro, é imprescindível investir em Educação. Uma das maneiras de começar é inserindo Educação Financeira na grade curricular de escolas públicas e privadas de todo o país, do Ensino Infantil ao Médio. É o que defende Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin). “Saber lidar com o dinheiro da forma correta passa por um processo comportamental de aprendizado, o que explica a necessidade de acrescentar o assunto como disciplina já para as crianças. Assim, elas terão muito mais chances de crescer e ter bons hábitos com relação ao uso dos recursos, sabendo realizar um planejamento financeiro”, explica ele. Em sala de aula, o tema esclarece a importância de se priorizar os sonhos ao invés das despesas, ensinando os pequenos a terem o costume de anotar os gastos diários, saber qual o valor desses sonhos, quanto conseguirão guardar por mês e, claro, como poupar para realizá-los. Mas o grande diferencial de inserir Educação Financeira nas escolas – ambiente que promove constantemente o aprendizado – é conseguir, de uma só vez, abranger alunos, família, corpo docente e comunidade em geral. Os professores também são beneficiados, já que são capacitados para transmitir o conhecimento e, com isso, têm a oportunidade de adotar essa nova postura em sua vida pessoal. Os pais e parentes mais próximos das crianças que possuem essa disciplina no colégio também acabam adquirindo certo conhecimento sobre o assunto, uma vez que auxiliam os filhos nas atividades diárias. Domingos lembra que há outros dois bons motivos para falar de Educação Financeira nas escolas: a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), implementada pelo governo federal, com base na proposta de ensino de instituições financeiras nacionais e do Banco Mundial; e o projeto


199 de Lei 171/09, que estabelece a obrigatoriedade da educação financeira em escolas públicas e privadas. “ CARTILHA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1. Para educar financeiramente os filhos, é fundamental que, antes de tudo, seja educado; então, procure conhecer o tema e aplicar em sua vida; 2. A partir dos dois anos, quando a criança começa a demonstrar desejos próprios, já é o momento de iniciar a educação financeira, mostrando o processo de troca do dinheiro por produtos; 3. Reserve as datas especiais (como Natal e aniversário) para dar brinquedo à criança. Isso evitará que ela queira tudo o tempo todo; 4. Quando observar um maior entendimento da criança, faça com que ela participe de reuniões sobre o tema juntamente com toda a família. Lá, todos deverão definir seus sonhos de curto, médio e longo prazos. 5. É importante que as crianças entendam as diferenças sociais existentes, bem como o seu real padrão de vida e os limites financeiros; 6. Os cofrinhos são ótimas opções de mostrar a importância de guardar o dinheiro e, por serem baratos, podem ser dados entre os presentes; 7. Hoje, já é possível encontrar no mercado diversas obras de educação financeira para crianças. É interessante presentear os filhos com estas, bem como ler em conjunto, explicando as dúvidas que encontrar; 8. Conheça o desejo ou sonho da criança; procure mostrar a ela que tudo tem um valor e demonstre quanto ela terá que guardar de dinheiro para conseguir com que esse sonho seja realizado. Quando chegar a esse valor, acompanhe-a na compra, que será uma conquista, e ela entenderá que, para comprar, tem que poupar; 9. Explique para seu filho, por meio de conversas, jogos e brincadeiras, que nem tudo o que ele quer ou assiste na TV é para ele comprar. Estimule-o a refletir e pensar sobre como utilizar o dinheiro; 10. Analise, desde bem cedo (por volta dos 8 anos), a possibilidade de dar a mesada. Inicie esse processo com muito cuidado e converse sobre o valor do dinheiro e o que ele irá representar em toda a sua vida; 11. Para definir o valor da mesada, analise por trinta dias tudo o que a criança gasta e dê, aproximadamente, 50% do valor mais os valores para realização dos sonhos. Assim, ela reduzirá o que gasta para atingir os objetivos; 12. Na hora de realizarem as primeiras compras com o dinheiro que seu filho guardou, converse com antecedência com o vendedor ou gerente da loja, alertando da importância do momento e


200 que necessita de uma ajuda, que pode ser realizada com a concessão de um desconto na compra à vista; 13. Procure fazer com que a criança anote onde e no que gasta o dinheiro que recebe. Também mostre que, antes das compras, é bom realizar pesquisas em, pelo menos, três lugares, para ensiná-la que sempre existe diferença de preço entre as lojas, desde um chocolate, lanche até brinquedos; 14. Abra uma previdência privada ou poupança para seu filho, ensinando que ele deverá separar parte da mesada, mostrando as conquistas que poderá ter se guardar parte do dinheiro que ganha.


201 Veículo: UOL Data: 02/05/2014 Editoria: Livro Site: http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2014/05/02/especialistas-dao10-dicas-para-administrar-as-financas-da-empresa.htm#fotoNav=1

Especialistas dão 10 dicas para administrar as finanças da empresa

Administrar as finanças da empresa é um desafio quando o empreendedor não domina certos conceitos, como faturamento, lucro, capital de giro e ponto de equilíbrio, segundo especialistas.


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"Quando essa responsabilidade se junta às demais, como a gestão da produção e de funcionários, surge o risco de não dar a atenção necessária a determinados fatores, como dívidas ou necessidades de investimento, o que pode colocar o negócio em risco", afirma o educador financeiro e empreendedor Reinaldo Domingos. A pedido do UOL, Domingos e o consultor empresarial e professor de finanças Irani Cavagnoli, autores do livro "Papo Empreendedor - Atinja o Sucesso em seu Próprio Negócio com Sustentabilidade Financeira" (Editora DSOP), elaboraram dez dicas para ajudar empreendedores a administrar as finanças da empresa: 1) Educação financeira Mantenha as suas finanças pessoais em dia porque quem não sabe controlar as próprias contas terá muita dificuldade para administrar o caixa da empresa. 2) Pró-labore Determine o valor do pró-labore (remuneração do sócio ou gerente) e não faça retiradas extras do caixa da empresa. Nunca misture suas finanças pessoais com as finanças do negócio. 3) Demonstrativo de resultados Tenha bem estruturado o demonstrativo de resultados para, a partir dele, acompanhar a situação financeira e saber quais são as possibilidades do empreendimento. Dessa forma, é possível planejar os investimentos no negócio sem afetar as contas do dia a dia. 4) Conceitos Saiba qual a diferença entre faturamento, lucro, despesas e investimentos. Faturamento é o total arrecadado pela empresa ao longo de um determinado período. Lucro é o saldo positivo do negócio após o desconto de todos os gastos. Despesas são todos os gastos relacionados à manutenção da atividade do negócio (matéria-prima, salários, gastos de escritório etc.). Investimento é o dinheiro que será aplicado para maximizar os lucros da empresa em determinado período. 5) Termos técnicos Esteja familiarizado com termos técnicos, como capital de giro e ponto de equilíbrio. Capital de giro é o recurso disponível para sustentar as operações do dia a dia da empresa e ponto de equilíbrio é o momento em que as receitas da empresa são iguais às despesas, ou seja, a operação começa a se pagar, mas ainda não dá lucro.


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6) Riscos Entenda que, muitas vezes, é necessário assumir riscos para chegar ao sucesso, mas é preciso fazer isso com consciência, analisando todos os cenários possíveis para se precaver contra possíveis ameaças. 7) Dívidas No caso de dívidas, verifique se o negócio está dando lucro e qual a sua capacidade para pagar as despesas. Se a companhia estiver no vermelho, estabeleça prioridades, considerando o custo de cada dívida e o risco do não pagamento. Se houver corte no fornecimento de algum serviço ou produto que prejudique a atividade do negócio, por exemplo, o melhor a fazer é buscar alternativas para quitar o débito. 8) Orçamento Aprenda que uma dívida pode levar a outra, portanto, é importante fazer um orçamento minucioso, saber exatamente quanto se deve, analisar a capacidade de pagamento e sempre tentar uma renegociação do valor com o credor. 9) Compras Adquira produtos e serviços que são realmente necessários e que estejam no planejamento da empresa. Antes de efetuar qualquer compra, o empresário também deve fazer uma boa pesquisa de preço. 10) Custos Procure reduzir os custos improdutivos, ou seja, aqueles que não se revertem em ganhos ao negócio ou ao cliente, e o desperdício (que pode ser de matériaprima, de energia etc.). Às vezes, pequenas mudanças geram grandes resultados.


204 Veículo: blog Lições de Bolso (Diário de Pernambuco) Data: 01/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://blogs.diariodepernambuco.com.br/licoesdebolso/educacao-financeira-em-casa-comoreduzir-os-gastos/

Educação financeira em casa: como reduzir os gastos

Crédito: Fábio Cortez/DN/D.A Press.

Quando se fala em educação financeira, a maioria das pessoas já afirma imediatamente: “Com o que eu ganho, não tenho como economizar!”. Mas pesquisas já mostram que isto não é totalmente verdade, uma vez que apontam que, em média, 20% dos gastos dentro de casa são excessos. Para que isso ocorra, antes, se deve convocar uma reunião familiar para discutir quais os objetivos da família e o que pode ser feito para que essas reduções realmente ocorram. Para mostrar melhor essa questão, irei comentar sobre sete pontos que acredito que sejam práticos e do cotidiano das pessoas. Uma das contas que mais apresenta desperdício é com a energia elétrica (basta lembrar que, no estado, a Celpe aumentou as faturas em 17,75%, em média). Quase tudo dentro de casa depende dela: chuveiro elétrico, computador, televisão, geladeira, micro-ondas, etc. É muito fácil cometer excessos, deixando as luzes ligadas desnecessariamente, a geladeira aberta sem querer, demorar no banho. É preciso estar atento a esses detalhes e verá que dá para diminuir consideravelmente.


205 Telefone é outra despesa que pode ser reduzida. Hoje, há planos interessantes de celular que podem substituir o telefone fixo. Claro, é importante fazer uma análise das suas necessidades, para escolher a que mais se adequa, pois não adianta se encantar com tantos serviços oferecidos que, no final das contas, você nem sequer irá usar. Com relação às compras de supermercado, uma boa ideia é fazer uma lista com tudo o que necessita antes de sair de casa e, se possível, anotar quanto gastou em cada item na última vez. Assim, se evita comprar produtos por impulso, só porque estão em promoção ou porque se ganha algum tipo de brinde, e também se consegue pesquisar, para pagar sempre menos. Uma atitude que pode ser repensada é a de utilizar o carro em todas as ocasiões. Muitas vezes, vamos à padaria a dois quarteirões de distância e é automático pegarmos o carro. Mas, andar, além de fazer bem à saúde do corpo, faz à saúde financeira, porque se economiza combustível e se evitar desgastar peças do automóvel. É importante também ter as revisões em dia, para que não haja um problema maior e tenha que gastar mais. Ou seja, há diversas formas de evitar o desperdício dentro de casa, reduzindo os gastos no orçamento financeiro mensal. E a educação financeira não para por aí, porque não adianta economizar e não redirecionar esse valor para algum sonho. Pensem nisso!


206 Veículo: Gazeta AM Data: 01/05/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.gazetaam.com/educacao-financeira/



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