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VICTO R PE C O R AR O PA R A W H I P P E T


WHIPPETCOMPANY.COM.BR SHOWROOM: RUA PAMPLONA, 1737 . JARDIM PAULISTA . Sテグ PAULO


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Confira as Edições Online http://issuu.com/dropsmag Fredy Campos fredy@dropsmagazine.com.br

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expediente— DROPS nº49

Publisher Fredy Campos / fredy@dropsmagazine.com.br Editora Rozze Angel / angel@dropsmagazine.com.br

Europa Thais Amormino / europa@dropsmagazine.com.br Conselho Editorial Fredy Campos / Rozze Angel / Dorival Neto /

Tere Salas / Liane Banca / Thais Amormino / Estevão Delgado

Nordeste Simone Farret / simone@dropsmagazine.com.br

RIO DE JANEIRO Liane Banca / liane@dropsmagazine.com.br

Simone Paschoal / drops@behype.com.br Estevão Delgado / estevao@agenciadhaus.com.br Relações Públicas Dorival Neto para DNRP COMERCIAL COMERCIAL

D/Cast Daniel Stanislauskas / Paulo Greca / Ricardo Oliveros / Eliane Peres / Elisa Sassi / Ailton Botelho Luciana Vendramini / Alê Rosa / Adilson Vital / Paula Baraldi / Brunno Santos / Matheus Coutinho Marco Antonio Ferraz / Ana Barros / Cleide Araujo / Tony Correa / Nicolle Lobo / Fabiana Hespanhol Toni Monetti / Douglas Sato / Marcelo Reis / Edu Rodrigues / Felipa Tavares / 40 Graus Models Iago Santbanez / Daniel Wollmer / Luciano Buttendorff /Reury Costa /Thalles Leme /Thiago Reis / Joy Elian Gallardo / Mega Models / Kecya Feliz / Dani Kobert / Richard Bore / Bruna Castanheira Ganzaro & Leo Proença / Leila Turgante / Gabriel Burger / Lucio Almeida / Ford Model / Minha Vó Tinha Godiva Art Studio / Leonardo Di Marino / Paulo Neto / Vanity Cruise / Carla Palmieri / Roberto Maia Jonathan Wolpert / Dário Shoupalwisky / Of The Moda / Leandro Ramos / Yakkos Nasser / Paulo Campos Karen FachD/Fotografia Leonardo Di Marino / Artur Cabral / Maria Martins / João Bettencourt Bacelar Projeto Gráfico Sandro Bianco / www.hyperlocaldesign.com Arte E diagramação Caio Guip / caioguip@gmail.com Internet redacao@dropsmagazine.com.br www.dropsmagazine.com.br

DROPS MAGAZINE | ANO VIII #47 Rua Cônego Eugênio Leite, 225, Jardins - 054414-010 - São Paulo, SP / Tel: (11) 2367.0006 Todos os direitos reservados. A DROPS é uma revista com conteúdo contemporâneo que traz moda, tendências, entretenimento, música, artes, fotografia, tecnologia, arquitetura e decoração, gastronomia e design em geral. Pessoas que não constam do expediente da revista não têm autorização para falar em seu nome ou retirar qualquer tipo de material para produção a não ser que tenham em seu poder uma carta atualizada e datada em papel timbrado, assinada pela editora. Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade dos autores e não refletem a opinião da revista. Fica expressamente proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia.

Nossa Capa EDIÇÃO DE MODA: Ricardo Oliveros FOTOGRAFIA: Daniel Stanislauskas BELEZA: Adilson Vital MODELOS: Alê Rosa CONVIDADA ESPECIAL: Luciana

Vendramini


Daniel Stanislauskas Fotógrafo www.stanislauskasdaniel.daportfolio.com

Paulo Greca Jornalista www.paulogreca.com.br www.eat.tv.br

Leonardo DiMarino Jornalista

Douglas Sato

Eliane Peres

Jornalista

Publicitária

Ricardo Oliveros Editor de Moda

Elisa Sassi Ilustradora www.elisasassi.com.br/site 

Ailton botelho Editor www.vipado.com.br


Uniforme de esgrima acervo pessoal e capa vermelha Alex Cassimiro


all you need is dream EDIÇÃO DE MODA: Ricardo Oliveros

FOTOS: Daniel Stanislauskas


Uniforme de esgrima acervo pessoal e sandรกlias Vivienne Westwood para Melissa.


Vestido Walério Araújo.


Camisa Monica Lins, bolero acervo pessoal e saia MG Coletivo.


Sapatos vermelhos Corso Como.


Camisa João Pimenta, maiô Lygia e Nanny, sapatos Walério Araújo. Camisa João Pimenta, ma


ai么 Blue Man e sapatos Corso Como.


Regata 284, casaquinho Redley, macacão Walério Araújo, sandálias Fernando Pires. Corset de gesso e cera MG Coletivo, Saia Cristine Ban e sapatos Luiza Barcelos.


Máscara Walério Araújo.


Maiô Lygia e Nanny e máscara e sapatos Walério Araújo. Maiô Blue Man e sapatos Capodarte. Vestidos de tule de acervo.


Edição de Moda: Ricardo Oliveros Fotografia: Daniel Stanislauskas BELEZA: Adilson Vital Modelo: Alê Rosa CONVIDADA ESPECIAL: Luciana Vendramini Produção de Moda: Paula Baraldi Assistente de Fotografia: Brunno Santos


D⁄Entrevista

A eterna lolita Entre os obstáculos que Luciana Vendramini enfrentou, os mais desafiadores foram sempre, o de sua própria personalidade. POR: Rozze Angel

e noviça rebelde a advogada lésbica, Luciana Vendramini, 38, viveu os mais diversos papéis em sua trajetória, tanto profissional quanto pessoal. No passado, a fama de ninfeta atrevida, capa de revista Playboy, só serviu para acentuar sua timidez. Depois disso, foram anos se aperfeiçoando no teatro até conseguir chegar ao seu beijo lésbico que gerou tanta polêmica. Afinal, Luciana conseguiu deixar seu lado lolita para trás? Em entrevista exclusiva a DROPS magazine, ela se desnuda de preconceitos e revela sua essência.

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D/ Eu lembro de você como freira no comercial da Wrangler. Foi seu primeiro trabalho? Luciana V./ Eu comecei mesmo com a Xuxa, em 1987. Depois vim para São Paulo com a Ford Models e foi aí que eu fiz milhões de comerciais. Foi minha época mesmo de publicidade. Porque naquela época, as modelos que faziam sucesso não são as modelos de hoje, neste estilo femme fatalle. Eram gatinhas, meninas.

clássico. Meu sonho era teatro. D/ Depois vieram as novelas, com você já mais preparada... Luciana V./ Depois de dois anos com o Antunes, recebi um proposta para fazer “Vamp”. Eu tenho muita paixão por esse arquétipo de vampiro. Aceitei porque achei que seria uma vampira... e não fui. Depois veio Malhação, Rei do Gado, fiz vários Você Decide, fiz alguns seriados de comédia, com Ney Latorraca. E voltei para São Paulo. D/ Quando rolou a Playboy? Luciana V./ Eu tinha 16 anos, mas como eu era emancipada eu podia fazer. E nem fiz contra a vontade dos meus pais. Eles achavam que eu não devia fazer porque diziam: ‘você não é tão moderna quanto você está pensando’.

D/ Depois veio o teatro? Luciana V./ Em 1988 eu já fui para o Antunes Filho. Minha agência quase enfartou porque eu era um dos maiores rendimentos deles (risos). Mas quando eu descobri o Antunes Filho, fiquei alucinada. Estudei com ele por dois anos e depois voltei em 2002. Sou muito grata a ele.

D/ E como foi? Luciana V./ Foi um choque para mim. Essa coisa de lolita, de ninfeta... explodiu de uma maneira que eu não conseguia andar na rua, sabe? E eu sempre fui muito tímida e aquilo me deixou super retraída. Eu ainda era virgem. Não sabia nem pousar para as fotos. Quis desistir... foi um drama. Fazia, chorava e parava... Pensava, não quero tirar a camiseta. Minha mãe estava comigo e ficava dizendo: ‘eu falei que você não seguraria a onda’.

D/ Como você se livrou dos estereótipos? Luciana V./ Com 15 anos você não consegue traçar muito uma estratégia. Dei muita sorte porque ganhei dinheiro com publicidade. Mas eu fazia teatro em Jaú (interior de São Paulo), cidade onde nasci e dava aulas de ballet

D/ Mesmo assim, fez? Luciana V./ Minha mãe até falou: se quiser fazer, faz... senão a gente vai embora. Mas eu fui ficando amiga do (fotógrafo J.R.) Duran, nos três dias em que ficamos numa ilha fotografando e acabamos fazendo.


D/ E estourou? Luciana V./ Sim. Todo mundo apostava muito e eu só pensava: imagina... uma ‘piveta’... com tantas mulheres maravilhosas por aí. E fiquei assustada com o retorno. Nem queria sair de casa. Por isso fui estudar com Antunes. Era minha imersão. Ali eu me protegia da exposição. D/ Foi nesse período que você teve um problema de saúde? Era T.O.C. (Transtorno Obsessivo Compulsivo) não era? Luciana V./ Sim. Um pouco de T. O. C. todo mundo tem, mas ninguém tem coragem de assumir. D/ No seu caso pode ter sido algo ligado a carreira que desencadeou? Luciana V./ Tudo pode. Mas ainda são pesquisas e ninguém sabe muito bem o que desencadeia. O T. O. C. é uma doença que você mascara muito bem, porque como são manias você faz essas suas manias em casa e vai trabalhar. Só que eu cheguei num nível em que eu ficava 24 horas fazendo manias. Então, eu não conseguia mais sair de casa. Fui deixando de trabalhar. Quando eu fui diagnosticada, eu quis me afastar. D/ Quando voltou, fez o monólogo “4.48 Psicose”, justamente sobre doenças psicológicas? Luciana V./ Sim, Nelson de Sá, critico de teatro da Folha de S. Paulo, me chamou para fazer. Foi o maravilhoso. 4.48 se referia ao horário da madrugada em que bate a maior depressão nas pessoas.

D/ Foi todo um amadurecimento que permitiu você deixar de ser a lolita para interpretar uma personagem lésbica ? Luciana V./ Assumi essa personagem que caiu no encanto das pessoas. Todo mundo quer que elas acabem juntas. É uma coisa que acontece. Foi o melhor trabalho de elaboração de personagem, o da Dra. Marcela. Porque ela tinha coisas diferentes de mim. Eu tive que compor, adotar uma característica de voz, do jeito de andar. D/ E foi um dos relacionamentos da novela que mais cativou o público... Luciana V./ Descobri que as pessoas no Brasil já estão mais abertas para isso. Tem manifesto para elas: Marina e Marcela sem censura, no Youtube. Isso foi uma coisa que eu não sabia... que as pessoas precisavam tanto se ver no personagem, sabe? D/ E o beijo? Luciana V./ As pessoas se identificaram super. Me param na rua e dizem: foi lindo o beijo. E eu nem sabia que era o primeiro beijo gay feminino na televisão. Eu achava que já tinha acontecido. Para você vem como eu estava a frente. D/ A Dra. Marcela, seu personagem, está amando... e a Luciana Vendramini? Luciana V./ Tá amando também... (risos). Mas é como o nosso trabalho, você repensa, vai afinando, ajustando. Porque hoje em dia, uma das coisas mais difíceis que eu vejo é relacionamento... As pessoas estão muito intolerantes.


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All you need is love

Dois espetáculos musicais. O primeiro, adulto, explora o clima cabaré. O outro, infantil, envolve as crianças com tecnologia.

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ão sou jornalista nem repórter mas como publicitária, sou uma alma curiosa e tal qual meus gatos, não consigo ver algo e não mexer, revirar, cutucar. E lá fui eu atrás da tão conhecida sigla GLS.

Primeiro descobri no Acronym Finder que a tal sigla tem 217 outros significados além do Gays, Lésbicas e Simpatizantes – sabiam disso? Pois é! E no Wikipedia aprendi que o mundo hoje tá bem mais complicado do que nunca. Parece até que o homossexualismo virou um negócio, um assunto tão controverso que agora existem milhares de associações, de comunidades, de ONGs, de grupos, de tudo, e poucas se conversam e se entendem... um pouco triste isso. E são inúmeras as variantes desta sigla: LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros), LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer), LGBTTQI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros, Transexuais, Queer, Intersexuais) LGBTTIS (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Transexuais, Intersexuais e Simpatizantes) , LGBTTIA (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros, Transexuais, Intersexuais e Aliados) . Ufa! E tem mais: você sabia que existe a Grade Klein, onde com algumas perguntas tenta-se definir se o indivíduo é homossexual ou heterossexual? E tem também a Escala de Kinsey que de 0 a 6 de termina se você é ‘exclusivamente heterossexual’ (0) a ‘exclusivamente homossexual’ (6) ou então ‘assexuado’ (X). Certamente não é de hoje que se trata o homossexualismo como um problema, como uma doença, como algo a ser combatido pela sociedade. A igreja sempre quis punir, sempre quis curar. Antigamente o show business e a política queriam escondê-lo a todo custo e inventavam histórias e casamentos a fim de encobrir seus astros e governantes. Hoje as pessoas estão um pouco, mas só um pouco mais tolerantes, mas sem dúvida há um longo e doloroso caminho pela frente. Todos os meus amigos gays são pessoas maravilhosas, exemplos a serem seguidos. Exemplos como família, como profissionais, ou seja, nada diferente de nenhum outro ser humano que eu admire. Gênero, assim como raça, religião, cor, crença, etc. não faz diferença para mim. Porque tudo que precisamos para fazer dar certo no final das contas, por mais clichê que possa soar, é o amor. Pra que tanta sigla, tantos estudos, tanta briga, tanta discussão... Se é pra ter sigla, que seja GLS = GOTTA LOVE SOME!! All you need is love, people. É tão simples e a gente complica tanto!!! 40 46


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Amar é... EDIÇÃO E ESTILO:

Rozze Angel

utro dia, enquanto eu dirigia, minha mãe, que estava no banco do passageiro, vira e, casualmente, pergunta: minha filha, você saiu do armário?

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-- Oi? Armário? Sobre o que está falando?, perguntei indignada. -- Minhas amigas me disseram que como você anda muito com gays, você deve ser gay também. Fiquei imaginando o teor das conversas: "ela tá solteira, já passou dos 30... só pode ser sapatão”. Eu disse com todas as letras: claro que não, mãe! E acredite, se eu fosse te falaria numa boa. Alguns metros mais a frente, minha indignação virou curiosidade. -- Mãe, eu tenho cara de lésbica? Hum ...Talvez o cabelo curto, talvez eu deva diminuir um pouco o ritmo dos treinos de Jiu-Jitsu... Pensei! Ela virou e me olhou por um longo tempo, depois disse: não, e começou

um outro assunto. Engraçado, mas acho que eu pirei mais com a pergunta do que ela. Percebi que foi um comentário tranquilo, uma evolução. Não tinha nada de repressor, nem questionador. Não tinha a ver com valores e virtudes. Nada de preconceitos. Foi um papo apenas. Fiquei realmente feliz por ela encarar um tema tão dramático com tanta naturalidade. A preconceituosa fui eu, num primeiro momento. E lembrei de outra vez que eu havia sido assim. Quando tinha 20 e poucos anos, conheci uma menina que namorava meninos e meninas. Primeiro com um, depois com outra. Namoro mesmo, não apenas ‘ficantes’. Um dia tive a oportunidade e perguntei: afinal, você gosta mais de meninos ou meninas. -- Eu não escolho por gênero... Eu me apaixono pela pessoa. Foi sua resposta! É... O amor é muito simples. Quem complica tudo somos nós.

"Eu não escolho por gênero... eu me apaixono pela pessoa."


D⁄Fashion D⁄Cult

Cine Jóia Casa de shows inaugura em data cabalística: 11/11/11. POR: Ailton Botelho

vipado.com.br

Pôster da reabertura do Cine Jóia, por Mariana Soares da Silva

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acundo Guerra não pára. Enquanto se prepara para abrir o clube Yatch, prometido ainda para o mês de novembro em sociedade com Bob Yang e Cacá Ribeiro, também sócio do Lions Nighclub, Vegas, Z Carniceria e do bar Volt, anuncia a inauguração do Cine Jóia.

A casa de show que promete agitar ainda mais a já movimentada noite de São Paulo abriu as portas no dia 11/11/2011 com capacidade para 1.700 pessoas e conta com com bares, pista, palco e camarotes. A empreitada com os sócios Lúcio Riberio e Andre Juliani deve levar para o bairro da Liberdade bandas consagradas que apresentarão do rock, rap, funk, disco, punk, disco-punk, jazz ao eletrônico. Os britânicos do Ladytron, que já têm agenda garantida na casa no dia 17 de novembro, o trio americano Deliquent Habits, no dia 03 de dezembro e os noruegueses do Kings of Convinience (ainda sem data definida) deverão se impressionar, junto com o público, com a comunicação visual do lugar. Facundo já informou que usará a base do Mapping, técnica de projeções em 3D que pode criar uma iluminação única ou efeitos de realidade virtual, como nos videogames. Estamos prontos para os shows!


Segunda Pele

FOTO: Matheus Coutinho STYLING: Marco Antonio Ferraz PRODUÇÃO DE MODA: Ana Barros HAIR AND MAKE UP: Cleide Araujo MODELOS: Nicolle Lobo e Tony Correa AGRADECIMENTO ESPECIAL: Fabiana Hespanhol *Os casacos deste editorial são de pele sintética


ARTE: Famiglia Baglione/Thais Beltrame

CABELO: Jefferson Ribeiro e Diego Queiroz BELEZA: Equipe

Jacques Janine

MODELOS: Monicke Garcia e Lis Montibeler AGRADECIMENTOS:

DJ SĂŠrgio


LET LOVE LIVE Vivemos um momento de revolução. Acima de tudo, dos sentimentos e da forma como nos relacionamos com o mundo. Como definir o amor na era virtual? Como visualizar seu futuro em uma sociedade atribulada com o consumo desenfreado e com o dinheiro no foco de todas as trocas humanas? É preciso matar o conceito criado por Hollywood e por novelas da Globo e, com leve influência do movimento hippie, começar novamente a definir como gostamos de alguém (ou de todo mundo). E, quem sabe então, deixar o amor viver, finalmente, de verdade... POR: Tino Monetti


ALL IS FULL OF LOVE “Segundo a física quântica, o que nós chamamos de criação é uma espécie de desequilíbrio cósmico, uma catástrofe, ou seja, as coisas existem por erro. Eu afirmo que o único modo de neutralizar isso é assumir este erro e ir até o fim. E nós temos um nome para isso: amor. Não seria o amor precisamente uma espécie de desequilíbrio cósmico? Sempre tive certa repugnância a essa noção de ‘eu amo o mundo’, o amor universal. Eu não gosto do mundo. Basicamente, estou entre ‘eu odeio o mundo’ e ‘sou indiferente a ele’. O amor é um ato extremamente violento. Amor não é ‘eu amo a todos’. Amor significa que seleciono algo, mesmo que seja um detalhe pequeno como uma frágil pessoa individual, e digo ‘eu te amo mais que qualquer coisa’. Neste preciso sentido formal, o amor é maligno”. A afirmação do filósofo e teórico crítico esloveno Slavoj Zizek, ainda que possa parecer forte à primeira vista, é perfeita para ilustrar o amor nos tempos modernos. Doutrinados pela religião, novelas da Globo e comédias românticas de Hollywood por anos, crescemos aprendendo que, basicamente, a formação da família (tradicional: papai, mamãe, filhinhos) é a única razão de toda e qualquer existência humana no planeta. Encontrar alguém que você ame e que te ame de

volta é o objetivo final para 99% da população ocidental, que vive, mata e morre pelo amor romântico. É certo que a procriação chega até a ser solicitada – a natureza chamando – a eterna vontade de seguir em seus descendentes que nos move desde o início dos tempos, o impaciente conatus. Porém este amor obsessivo, unitário, indivisível, este sim é um produto do sistema e muito mais recente do que se possa imaginar. Surge juntamente com o conceito de propriedade, de posse, ‘fecho com uma cerca e isso é meu’, fazendo com que as relações sejam de dominação, onde o papel de subjugado se transfira entre os dois (ou até mais) envolvidos. O sexo era uma necessidade biológica e o casamento (arranjado quase sempre) uma parceria institucional, uma fusão de duas famílias com motivações baseadas sempre no aumento de poder. Com o feminismo e a mulher com uma posição de força na sociedade, esse quadro muda. Este conceito artificial de amor também é criado socialmente. E este amor se tornou não só o motivador de todas as nossas energias hoje, além de símbolo de status social (o ser desejado), como também uma das formas mais egoístas de se relacionar com o outro. Um cinismo amoroso ou um amor de commodity.


LOVE AND OTHER DRUGS Ainda segundo Zizek, “é necessário opor a compaixão budista (ou taoísta) ao amor cristão. A posição budista é, em síntese, a da indiferença – estado no qual todas as paixões são reprimidas –, enquanto que o amor cristão é uma paixão que visa introduzir uma hierarquia na ordem da relação entre os seres. O amor é violência – e não apenas no sentido do provérbio balcânico segundo o qual ‘se ele não me bate, ele não me ama’. A violência do amor resulta em arrancar um ser de seu contexto.” Assim, nada combina menos com o amor contemporâneo do que uma plástica cena romântica fora da realidade onde as pessoas se idiotizam em função do outro e de uma possibilidade de escapar de sua própria existência finita e, muitas vezes, patética. Atualmente, é possível verificar – e sentir – que algo está mudando no planeta. Novas formas de mídia, como Wikileaks e órgãos de imprensa independentes, associadas a uma insatisfação e inconformidade global (vide Primavera Árabe ou o movimento Occupy Together, cada vez mais forte em grandes centros capitalistas) geraram uma sede de transformação crescente, implacável. O amor se transforma com as inovações tecnológicas como todas nossas formas de relação, e a sociedade se reflete nisso. Com o American Way Of Life do pós-Guerra disseminado pelo mundo nos anos 50, moldando as

famílias em uma propaganda feliz de margarina através principalmente da publicidade, o hippismo das décadas seguinte aparece para sacudir esse modelo irreal, pregando o amor livre e a tentativa de uma posição mais honesta e natural ao que somos, antes de tudo: animais mamíferos, com desejo sexual latente e não exclusivo. Mas, então, o yuppismo e a Aids aparecem nos anos 80 para radicalmente mudar o cenário e praticamente tirar o sexo da pauta e colocar, mais que nunca, o dinheiro e o consumo em seu lugar. E, de lá, para cá, só piorou essa sublimação. Ainda que vejamos o marketing e a cultura pop mais sexualizados que nunca, a moral religiosa e social ainda se impõe na outra ponta, levando muitos jovens a uma contradição forçada e uma relação pouco saudável com sua sexualidade. A monogamia é a forma mais fácil de encaixar o amor em um padrão. Não que a poligamia praticada em diversos países do mundo fuja deste conceito, já que só amplia o número de envolvidos, mas os prende no mesmo contexto do núcleo idealizado pelo consumismo. O amor se tornando uma droga, ou a sensação efêmera dela, um ser fora de si, um rizoma infinito que vai permeando todos os espectros da complexa existência de cada um de nós e mudando a ele mesmo e/em seu caminho. O amor como escudo, como bunker, como proteção a tudo que não queremos ver/sentir. O que o amor não vê, o coração não sente, mas o dinheiro compra.


IT'S ALL ABOUT LOVE A diversidade sexual hoje não é diversa, infelizmente. Um conjunto de poucas letras, LGBTT, mesmo se ao final incluíssemos o HT (hétero), nunca será o suficiente para definir 7 bilhões de pessoas. Tudo é muito mais profundo (sem duplo sentido) do que o órgão ou a identidade sexual dos parceiros. Vai muito, mas muito mais além. Se incluirmos de cara os fetiches, as fantasias, os elementos eróticos sublimados, as preferências físicas, as taras mais ocultas e as inúmeras formas de envolvimento romântico em seus mais distintos níveis, já temos que lidar com a verdade de que cada um de nós é um riquíssimo e vasto ambiente carregado eroticamente, possuindo seu próprio DNA sexual, em um universo inconstante de infinitas possibilidades. Talvez a pior falha do movimento gay, tenha sido a traição a si, quando percebeu, que para sua completa aceitação, era necessário adaptar se aos padrões do mundo contemporâneo. E como diria o iluminado filósofo e místico indiano Jiddu Krishnamurti, “não é sinal de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente”. Assim, em nossa antropologia visual, a identidade gay foi pasteurizada, o respeito a transexuais e travestis nunca aconteceu de verdade e as lésbicas ainda caem no infeliz território do fetiche masculino contra sua vontade. Sem contar os bissexuais, cuja existência muitas vezes é negada

dentro e fora da comunidade que o abraçaria. Para completar o quadro desastroso, o pink money foi descoberto pelas corporações, assim como os gays foram “definidos” por suas profissões, forma de falar, de vestir, seus trejeitos, seu tipo de personalidade até, para dar uma ideia do absurdo. Enfileirados em uma mesma assadeira, os homossexuais se viram presos entre abraçar uma “cultura” massificada que não os define ou serem jogados na vala entre o alternativo, o marginal e o transgressor, sem maiores opções de identidade além destas. Ser gay se tornou símbolo de adaptação a uma imagem construída, um estereótipo vazio de experiências, um clichê ambulante, um personagem coadjuvante caricato e mal escrito. Ainda que muitas sociedades legalizem a união civil entre pessoas do mesmo sexo e que no ganho de benefícios a comunidade tenha se “desenvolvido”, muitos gays ainda morrem torturados em países islâmicos por, simplesmente, serem gays. Algo tão medieval quanto uma caça às bruxas na Santa Inquisição. Então, se você é um homem que vive bem com seu marido em um mundo de luxo e ostentação, “tranqüilo e protegido” por leis e câmeras de vigilância, não importa que do outro lado do mundo pessoas estejam sendo assassinadas por ter o mesmo desejo sexual que você? Não seria este, novamente, um amor extremamente individualista, indiferente e nocivo?


PUNCH DRUNK LOVE Se você chegou até esta parte, deve estar pensando que este é um texto pessimista e que pouco tem a ver com o lema LET LOVE LIVE, que norteia esta edição. Como diria Katylene, é exatamente isso, só que ao contrário. A critica a este amor plastificado e egoísta é necessária para sua transformação. É preciso matar este conceito que nos permeou e começar de novo, buscando inspiração no velho “paz e amor”. Juntos. Amor sem paz é guerra sentimental, um palco para a crueldade e para a humilhação alheia. O amor que plantamos é violento, diz Zizek. Precisamos nos livrar do cinismo e do falso moralismo para vislumbrar um novo momento amoroso, uma inédita maneira de nos relacionar sem base no que o outro pode me dar ou, ainda pior, o que as outras pessoas acharão de mim. É necessário fazer pouco uso do mais poderoso bem humano, o cérebro, para entender que algo errado acontece com seu maior aliado, o coração. Em um mundo onde a perfeição inatingível é mostrada como salvação a todos (basta querer e pagar o preço), temos que deixar de lado os rótulos colados em nós ao longo de tanto tempo e sentir, só sentir. O amor é, acima de tudo,

o mais forte e transformador sentimento de toda a vasta gama existente. Quando o deixarmos fluir realmente, saindo de nosso peito e não de nossas definições, de nossas leis ou livros, de nossa idealização impossível, só então ele será próximo do real, próximo a uma sensação de completude e não um mesquinho egoísmo que usamos para enaltecer nosso ego e ocupar nosso tempo livre. Tudo é uma ode ao amor, tudo é sobre o amor, mas sobre o amor natural, não o criado para impulsionar a economia de uma nação. Este amor, talvez, nunca tenha sido experimentado realmente pela humanidade, mas se evoluímos,se existe algo além da criação e da destruição, pode ser que este seja nosso propósito. Um amor maior que a conveniência, que o interesse, que a egolatria... Um movimento de iconoclastia se faz urgente, um grito de socorro de um bom sentimento que se afogou no meio de tantos outros ruins. Precisamos de um amor original, um amor tsunami, que carregue toda nossa demagoga construção histórica e que demande novas formas de pensar, de organizar, de amar. Um amor maior que eu, você e todas as palavras que conformam este texto. Um amor como nunca existiu.


PARA LER OUVINDO: Eliza Doolittle – Money Box Mayer Hawthorne – Your Easy Lovin’ Ain’t Pleasin’ Nothing Ellie Goulding – Heartbeats The Radio Dept. – A Token Of Gratitude Elvis Presley – Are You Lonesome Tonight? Wet Wet Wet – Love Is All Around


D⁄Fashion

New Faces

POR: Estevão Delgado


DANIEL WOLLMER / Mega Models


IAGO SANTBANEZ / Mega Models


LUCIANO BUTTENDORFF / Elian Gallardo


REURY COSTA / Elian Gallardo


THALLES LEME / Joy


THIAGO REIS / Joy


D⁄Cult

Eu não sou pet de luxo de ninguém! POR: Ricardo Oliveros


Hoje acordei com a sensação que ser gay nunca esteve tão em evidência. Existem poucos seriados e novelas na TV que não tenham um personagem homoAFETIVO nos seus enredos. Sim porque não é homosSEXUAL, já que não beijam, não transam, salvo exceções. Já reparou como todo mundo fala “pajubá” a torto e a direito? “Adooorrrooooo”. Se por um lado, isso me tira do lado escuro da sociedade, como disse uma vez Lou Reed (“Walk on the wild side”), por outro, os holofotes podem trazer tantas distorções sobre quem sou, o que faço, o que desejo. A onda do “politicamente correto” deu origem às novas palavras que, todavia, continuam encobrindo os velhos preconceitos. Os mesmos viados, sapatões, bichas, homossexuais, lésbicas, gays (entre milhares de outros substantivos e adjetivos) agora são homoafetivos. Vamos combinar que nunca foi a palavra que fez diferença. É sempre o tom que importa. Se um amigo meu me trata de bicha, não vou reclamar, mas se alguém, na rua grita do carro: bichaaaaa, isto é que é ofensivo. Sinceramente? Parece uma manobra para tornar mais aceitável perante a lei e a sociedade o pacto de união civil, já que casamento pressupõe que depois vai haver lua-de-mel e nesta hora, bem na noite de núpcias, ele é consumado. Um fato que mesmo para heterossexuais é coisa do século passado. Mas para quem vota as leis que regem este país, fingir que homens e mulheres não fazem sexo com pessoas do mesmo sexo, é melhor ou no mínimo mais confortável. E o imposto que as bichas e as sapatas pagam, é diferente? Então, qual é a diferença? O que Deus aceita? Pelo que eu me lembre, nunca ouvi Deus falar para nenhum profeta ou santo que ser homossexual era errado. Eu li interpretações, traduções, escritos feitos por HOMENS que isso poderia ser pecado. Já o Deus que acredito, jamais perderia Seu precioso tempo com isso. Infelizmente sem esta lei, no caso de morte de um parceiro ou parceira do mesmo sexo, famílias que nunca aceitaram a condição dos filhos homossexuais se sentem no direito de pegar tudo o que os casais batalharam por tanto tempo e deixar quem ficou de mãos abanando! Sabe porquê? Porque dinheiro não tem sexo. O que mais me incomoda em pleno século XXI é ainda ter que pensar sobre estas coisas, de ter que conviver com a violência explicita como os casos de agressão na Paulista. Para estas pessoas, só tenho a dizer que eu não sou saco de pancadas para suas frustrações e nem remédio para mentes doentias. O que me incomoda em pleno século XXI são as agressões silenciosas ante o desconforto de algumas pessoas que não sabem como lidar com a sexualidade do outro. Para estas pessoas, só tenho a dizer que o que eu faço na cama não deveria ter tanta importância assim. Como dizia Nelson Rodrigues, se as pessoas soubessem o que fazemos entre quatro paredes, ninguém se olharia na cara. O que me incomoda em pleno século XXI, é que por ser gay- por consequência lógica da cabeça distorcida de alguns- sou divertido e tenho bom gosto, portanto, nome bom para estar nas festas em geral. Nesta hora, é que vem a armadilha: você vira a atração exótica para os convidados. Para estas, ao recusar tais convites, só tenho uma frase para dizer: Eu não sou pet de luxo de ninguém! Eu vou voltar a dormir e só me acordem quando o século XXI começar de verdade, por favor! Neste momento, serei igual aos outros na minha diferença, e é só!


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POR: Douglas Sato


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C

onhecida mundialmente como a capital do cinema, onde vivem muitos astros da sétima arte, o condado de Los Angeles, o segundo mais populoso dos Estados Unidos, tem ainda mais á oferecer. Além das belas praias de Malibu, o luxo dos hotéis, mansões e cassinos de Beverly Hills e todo o entretenimento da famosa Hollywood, há uma pequena cidade dedicada exclusivamente ao público GLS! West Hollywood, situada exatamente entre Hollywood e Beverly Hills, não é apenas a “cidade gay” de Los Angeles, mas também uma das melhoras áreas para se viver. Não apenas pela sua privilegiada localização, mas também pela qualidade de vida oferecida. A cidade que cresceu em torno da famosa “ROUTE 66”- conhecida também como Santa Monica Boulevard, foi fundada em 1984, e desde então ficou conhecida como a “capital

gay” de Los Angeles, e a elevou como cenário de diversos filmes e seriados. Ao longo dessa avenida pode-se encontrar: Bares, boates, restaurantes e lojas voltados especialmente para o público GLS, mas há também estabelecimentos voltados ao público heterossexual. Outra área de Los Angeles que vem seguindo o exemplo de West Hollywood é Silver Lake. Com sua grande maioria de moradores composta por artistas e músicos, o local oferece bares, restaurantes e boates direcionados a um publico mais criativo e relax, composto por várias etnias. E ainda no mesmo target, seguem as cidades de Hollywood e Downtown, que estão oferecendo cada vez mais entretenimento para o público GLS.


Onde ficar: Caso você esteja planejando conhecer Los Angeles, as melhores áreas para hospedar-se são: West Hollywood, Hollywood e Beverly Hills, essa três cidades estão localizadas ao longo da Santa Monica Boulevard uma ao lado da outra. Além de terem os principais destinos turísticos de L.A..

Transporte: Apesar de ser uma metrópole, o sistema de transporte público ainda é bem precário e não oferece grandes opções. O sistema metroviário é pequeno e não cobre toda a cidade. Alugar um carro ou taxi é a melhor opção. Vale lembrar que por ser uma cidade muito grande e alto fluxo de trânsito, a escolha pelo taxi pode sair cara.

Onde comer: Com diversidade gastronômica, oferece opções para qualquer paladar. Restaurantes asiáticos, italianos, americanos, franceses e etc... Além de comidas exóticas e também restaurantes especializados em comida orgânica. Existe um local chamado “Farmers Market”, que para nós seria como um Mercado Municipal. Lá você encontra várias opções de restaurantes, inclusive um brasileiro. E o que é ainda melhor, está localizado ao lado do The Groove, um Shopping Center ao ar livre onde além das famosas grifes, se encontra a segunda maior loja da Abercrombie & Fitch, com três pisos.


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dedica um Determinada boate/bar s por um público alvo. ida div são es gel An se jogue! As baladas em Los que mais te agrada e ões. Procure o público oferecem algumas opç

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D⁄People

Marcelo Reis O ator no espelho POR: Rozze Angel

G

alã, todo mundo quer ser . Mas o desafio mesmo é inter pr etar um per sonagem que se difer e totalmente da essência do ator . Mar celo Reis viveu essa exper iência. Par a constr uir o maléfico Couto, o policial vivido em Amor e Revolução, - novela do SBT, que ter á o fim de sua tr ama no final do mês de novembr o - ele teve que buscar o seu pior lado. E não foi o suficiente! Conver sou com militar es que vivenciar am a época r etr atada na novela, visitou o Museu da Resistência, antiga sede do DOPS e lá, pôde ouvir gr avações de pessoas que for am tor tur adas. Tr ocou a sua ‘fala mansa’, por uma pr onuncia mais dur a. “O ator busca mil ar tifícios palpáveis par a fazer um per sonagem, mas no meu caso, ele vem na essência, meio espir itual”. Couto er a mal, homofóbico, sem escr úpulos. Mar celo é do bem! Mesmo com todo o mer gulho no univer so da ditadur a, foi quando gr avou a pr imeir a cena do per sonagem, que Mar celo sentiu r ealmente o peso de Couto. Ele e par te do elenco passar am em tor no de cinco hor as gr avando a tor tur a de Stela Lir a, inter pr etada por J oana Limaver de. Mesmo pr epar ado, o impacto foi devastador . “Saímos exaustos da gr avação. Um clima pesado no ar . Era muita maldade e a gente mal acreditava que aquilo era nosso”. O que incomodava não er a a cena em si, mas saber que aquele per sonagem, um dia foi r eal. Ainda tinha br iga, ação... Tanto, que até fisicamente a tr ama deixou escor iações em todos os ator es. “Quando ter minamos de gr avar a novela, eu continue com alguma coisa r uim daquele per sonagem. Só consegui limpar , um mês depois, quando mudei o visual”. O ator finalmente fez as pazes com o espelho e se sente pr onto novos desafios.


P


D⁄People

Alê Rosa Ela é a toda poderosa das portas da The Week, do The Society e da Hot Hot, alguns dos points GLS mais badalados de São Paulo. Do alto de seu quase 1,80 metro, sempre de salto alto, a hostess Ale Rosa controla o acesso dos convidados VIPS. Promoter há 10 anos (foi da Lov.e e do Vegas, casas frequentadas por descolados), há três se dedica a festas GLS. “Eu prefiro, eu gosto”. Ela diz que eles são mais tranqüilos e que, sem dúvida, mais afetuosos. O assédio também é diferente. “Nas festas que freqüento com o meu marido, sou eu que protejo ele”, brinca. Ale ainda dá a dica: “para entrar VIP, tem que ser amigo do dono, não meu (risos)”. POR: Rozze Angel


D⁄Editorial

Between Words POR: Liane Banca

FOTO: Edu Rodrigues

“Sempre me senti menina, desde pequena. Ter a coragem de mudar veio com o tempo!”


A

new face da 40 graus Models, chega ao mundo da moda em um momento mais que especial, onde toda a beleza e gêneros são bem vindos, ainda que tudo isso mesclado em um único ser. De beleza delicada e expressões marcantes, Felipa Tavares revelou traços dos mundos em que habita, através das lentes de Edu Rodrigues. A modelo mostrou toda sua leveza e sensualidade andróginas no ensaio Between Words, onde o fotógrafo buscou capturar imagens entre o mistério da união dos gêneros, deixando partes do corpo propositadamente fora do quadro, traduzindo o feminino extraído do masculino. Felipa confessa que sempre se encantou com o universo da moda e, sendo alta e magra, sempre conviveu com perguntas do por que ela não era modelo. Mas apesar do sonho, não

se sentia confortável para ir atrás de sua realização, não imaginava poder entrar neste mercado de trabalho. E então após ver Isis King, uma transexual americana, participando do America´s Next Top Model, começou a pensar em tal possibilidade. “São muitos preconceitos e barreiras a serem quebradas. No começo de minha transformação eu trabalhava em um restaurante, foram tempos difíceis. Agora temos a Lea T, que veio abrindo um grande espaço na moda, mostrando que podemos sim, ser modelos”, conta a new face. Recebendo incentivo do exnamorado, criou coragem e se inscreveu no workshop de Sergio Mattos, onde foi a revelação, e chegando ao final do curso, uma grande surpresa para todos; quando recebeu o diploma com seu nome de registro: Felipe!

MODELO: Felipa Tavares / 40 graus Models STYLING: Kecya Felix / BEAUTY: Dani Kobert PHOTO: Edu Rodrigues / ASSISTENTE: Richard Bore


D⁄Around

Bares

Lugares & Cia

Inaugurada há mais de 40 é parada obrigatória no cen e chão em madeira é tomba principalmente pela classe fazem dali seu ponto de en encontrar os bonitões e as receptividade e simpatia d e os preços extremamente jaca e comer até quase exp 3 pessoas. Não deixe de pro Filé à Mesquita - linguado c para ir com os amigos ou co

Cantina D´Amico Piolin – (11) 3256-93

TEXTO E FOTOS POR: Paulo Greca jornalismo@paulogreca.com.br

Se você gosta de boa gastronomia na montanha, dê uma passadinha no Frontenac Hotel em Campos do Jordão (SP) para desfrutar do novo cardápio do restaurante Charpentier, assinado por Murilo Carvalho. Docente da Le Cordon Bleu, o jovem chef chega com uma proposta de valorização da técnica francesa, numa apresentação tipicamente contemporânea. Ao escolher seu prato você ainda terá a oportunidade de conhecer o carismático maitre e super atleta Oswaldo Silveira que com 81 anos de idade, foi o vencedor da Maratona de New York (42 Km!) no ano passado e já se prepara para repetir a façanha em 2011. Hotel Frontenac – Charpentier - (12) 3669-1000 - www.frontenac.com.br

Para os amantes do turismo de aventura, uma excelente opção é o Ecoparque Pesca na Montanha, localizado no alto da Serra da Mantiqueira, entre Campos do Jordão e São Bento do Sapucaí (SP). Dentro de 220 mil metros quadrados de área verde, o parque idealizado pela empresária Mônica Simonsen oferece uma infinidade de atividades para todos os gostos e confortáveis chalés, além do delicioso The Tavern: um restaurante especializado em trutas criadas no próprio local. Vale conferir o Polpetone de Truta ao Molho de Beterraba com Legumes, entre outras delícias feitas no fogão de lenha ao melhor estilo da fazenda. Ecoparque Pesca na Montanha – (12) 9716-5017 - ecoparque@pescanamontanha.com.br

Neste mês o contemporâneo Di Bistrot apaga mais uma velinha e completa 11 anos de idade, mas quem ganha o presente é você, pois a chef Mariana Fonseca usa e abusa da criatividade para agradar aos mais exigentes paladares. Aqui vai minha dica: começe com Escargots Bourguignonne, passe pela Salada de Tangerina com Ovas de Peixe e Folhas Verdes ou vá direto ao Polvo Grelhado com Cogumelos Eryngui Trifolati ao Aroma de Pimentão, mas não deixe de pedir o Creme de Mascarpone com Morangos Marinados e Chocolate Branco para a sobremesa. Simplesmente sensacional! Di Bistrot – (11) 3079-9098 - www.dibistrot.com.br


anos por José Alves de Godoy - o “Mosquito” - a Cantina Piolim ntro da cidade de São Paulo. O casarão com pé direito bem alto ado pelo patrimônio histórico e possui clientela cativa formada e artística que depois dos espetáculos nos teatros da região, ncontro. Se você faz a linha tiete, a cantina é o lugar certo para s gatas das novelas. Um dos pontos altos do restaurante é a da proprietária Regina, filha de Mosquito. A fartura dos pratos convidativos fazem a alegria dos que gostam de meter o pé na plodir, pois um único prato pode ser dividido tranquilamente por ovar os drinks ou sucos da casa para acompanhar o imperdível com abacaxi e camarões - meu preferido. Enfim, um ótimo lugar om a família para se divertir e apreciar a culinária italiana.

356 - www.cantinaepizzariapiolin.com.br

O pecado da gula já pode ser perdoado com uma rápida passada na La Vie En Douce. Sob o comando da talentosa chef Carole Crema, a nova unidade do Itaim Bibi oferece deliciosos cupcakes: bolinhos fofos, assados em formas de papel e decorados com muitas cores, além de outras delicias que vão fazer você morrer de raiva por não conseguir se conter, como por exemplo, o Caramelo de Macadâmia Envolto em Chocolate com Bolo Chiffon, perfeitos para acabar com aquele famoso apetite de formiga. La Vie en Douce Itaim Bibi – (11) 3078-1110 - www.lavieendouce.com.br

A Boutique das Bolachas é uma pequena loja no estilo casinha de bonecas, que produz bolachas e doces caseiros deliciosos. A decoração rica em detalhes e o sabor incomparável fazem com que o mais bronco dos mortais se lembre de seu tempo de infância, no melhor estilo Ratatouille. São mais de 180 tipos de bolachas, com destaque para as de frutas cristalizadas e o Nhoque Gaúcho: um biscoito de queijo parmesão em forma de nhoque que serve como decoração comestível nas mesas das festas da criançada. Boutique das Bolachas - (11) 3796-8400 - glaurapiva@hotmail.com

Essa é literalmente quente. Vem aí o café de produção industrial com toque e alma totalmente artesanais. Após minuciosa pesquisa para avaliar o terroir, tipo de poda, melhor época para a colheita dos grãos, secagem, tipo de torrefação e moagem, o Café Pilão apresenta no mercado sua nova linha Safra Especial. Antes do lançamento oficial do produto, eu e algumas consumidoras - donas de casa apaixonadas por café - fomos convidados a participar de uma degustação oficial de pré lançamento para comparar e avaliar a qualidade do novo produto. Sinceramente, o resultado foi bastante satisfatório. Vale aguardar a chegada da Safra Especial às gôndolas para desfrutar dessa novidade. Café Pilão - www.pilao.com.br

Um excelente varietal de Cabernet Franc pode ser encontrado com ótimo preço na seleta carta da Ana Import (SP). Produzido pela Gillmore Winery & Vineyards na região do Valle del Loncomilla, no Chile, este tinto da linha Hacedor de Mundos é fruto do trabalho da jovem engenheira agrônoma Daniella Gillmore com o enólogo Andrés Sanchez. Afinado em barricas de carvalho francês por 18 meses, apresenta elegantes notas de especiarias, complexos aromas de frutas e toques de menta. Na boca é bastante equilibrado, expressivo, aveludado, com final longo e elegante. Eu recomendo. Ana Import/SP – (11) 3951-4333 – www.anaimport.com.br

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THE

DEVIL

IN US FOTOS: Bruna Castanheira (Abá MGT) DIREÇÃO DE ARTE E STYLING: Ganzaro & Leo Proença BELEZA: Leila Turgante (Abá MGT) MODELO: Gabriel Burger (Ford) ASSISTENTE DE FOTOGRAFIA E FILME: Lucio Almeida


AGRADECIMENTOS: FORD MODELS & MINHA VÓ TINHA PRODUZIDO E EDITADO POR GODIVAARTSTUDIO.COM


MAD


DRID


D⁄Around

¡De Madrid al Cielo! Madri é uma das grandes capitais da Europa, e isso é indiscutível para os que lá estiveram e passearam por suas ruas. A Madri cosmopolita, capital da Espanha, respira arte, sensualidade, elegância, liberdade e cultura. POR: Leonardo DiMarino


A

capital espanhola mistura tradição e modernidade, é uma cidade cheia de arte, onde reside um verdadeiro paraíso gastronômico, por onde pisam artistas do mundo inteiro e que nunca para. É uma das capitais da Europa onde o turismo é massivo, e que tolera as diferenças como nenhuma outra cidade do mundo. Logo, listamos apenas seis motivos bem convincentes para você ir à Madri: 1) Educação, tolerância e respeito. Um dos grandes pontos positivos de Madri é a educação dos seus habitantes, que entendem o que é tolerância e respeito. Quando visitar a cidade poderá encontrar pessoas andando com roupas bem extravagantes, punks (aliás, só em Madri ainda existem punks, pois nem na Inglaterra eles existem mais), gays e lésbicas beijando-se no meio da rua, abraçando-se, andando de mãos dadas e vivendo a sua sexualidade de uma forma livre, sem preconceitos e nenhum tipo de agressão física ou verbal. A população madrilenha é daquelas que jamais vira o pescoço para ver um traseiro feminino, ou criticar a uma travesti que resolveu sair com lantejoulas em pleno meio-dia! Em Madri todo mundo se respeita e se aceita! Pode-se perceber isso ao ver que a Espanha (em 2005) foi o terceiro país do mundo em legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo (logo atrás da Holanda e da Bélgica), por isso a capital espanhola é um desses maravilhosos lugares onde pecar é não amar e não se respeitar! Em Madri as pessoas vivem no sentido real da palavra, sem hipocrisias e sem julgamentos! Dicas: Sabe aquela roupa que você nunca teve coragem de usar no Brasil? Tire do armário e USE-A em Madri! Ou então aquela viagem romântica? Em Madri você com certeza poderá conquistar a pessoa que amas sem medos ou castrando-se! Infalível!

2) Madri é gay! Uma cidade onde tem como símbolo um urso que há pouco tempo soube-se que na verdade é uma ursa, já provoca imensa dualidade. Mas isso é apenas uma curiosidade, na verdade Madri respira sensualidade, e poderás paquerar nos lugares mais inusitados, desde o Metrô ao Parque del Retiro, em uma livraria ou mesmo na fila de um banco! Lógico que aonde a paquera mais acontece é no bairro gay da cidade: Chueca (nome este dado em homenagem ao famoso compositor de Zarzuelas Federico Chueca) que está localizado ao lado da Gran Vía (Avenida que completou 100 anos em 2010), entre as ruas Fuencarral (a rua da moda alternativa e de marcas conhecidas internacionalmente) e Barquillo. O bairro é único no mundo, que nos desculpem Le Marais em Paris, o Bairro Alto em Lisboa, Chelsea em Nova York, o Soho em Londres e Nollendorfplatz em Berlim, mas um bairro como a Chueca não existe em nenhum outro lugar do mundo! A Chueca é quase como uma Gaylândia, e nele poderás encontrar: livrarias (algumas com quase 20 anos de existência), cafés, bares, saunas, academias de ginástica, restaurantes, hotéis, padarias, galerias de arte, lojas de roupas (algumas frequentadas inclusive pela princesa Letizia), discotecas, além do belíssimo mercado de San Antón que foi reformado há menos de 1 ano. Dicas: Plaza de Chueca e Calle de Hortaleza, os emblemáticos lugares do bairro.


3) Transporte Madri tem um sistema de transporte eficaz, confortável e higiênico. O Metrô da cidade é um dos mais modernos do mundo (e também um dos mais antigos, mas que se renova a cada ano – diferente do londrinense que continua arcaico), com a totalidade de 300 estações divididas entre 13 linhas. Através dele poderás chegar desde o aeroporto de Barajas (que contem 4 terminais) e divertir-se por toda a cidade. O sistema de trens também é confortável e acaba de inaugurar uma linha desde o aeroporto, que faz com que o usuário chegue ao centro da cidade em apenas 20 minutos por apenas 2,15 euros! A cidade conta também com ônibus e os tradicionais táxis que normalmente cobram em média 30 euros até o centro da cidade. Isto é, em Madri movimentar-se é fácil e dificilmente (para não dizer impossível) ficarás parado em algum engarrafamento! Dicas: Planeje sua viagem através do site do Metrô, já sabendo as estações que deves sair etc, ganharás tempo podendo curtir ainda mais a cidade!

4) Há pa um pa o já para os seus familiares). Essas datas são as promoções. E não é como no Brasil que o pre reais, é desconto de 50 a 70%, logo poderás e de marca por um preço inacreditável (ne promoções são como na Espanha). A moda com uma qualidade invejável. A marca mais clientes desde atores, toureiros, jogadores de grandes empresários. Mas se o seu orçament de luxo não deixe de conferir as marcas: D Mango, Purificación Garcia, Custo Barcelona, entre outras. Dicas: Las Rozas Village (outlet tem ônibus de hora em hora saindo da Plaza de Versace, até Armani ou Loewe). Calle d Kenzo, Abercrombie & Fitch etc) e também a Tiger, Mango, Adolfo Dominguez, Desigual e Fuencarral).

5) Museus e Arte Na capital espanhola está situado o terceiro Museu mais importante (perde somente para o British Museum e o Museu do Louvre). A coleç visitante entenda e admire, desde a antiguidade até o século XIX, a Museu do Prado há obras de enorme valor artístico, como por exemplo: o “A Anunciação” de Fra Angelico, muitos dos quadros de Goya, Botticel ou mesmo as magníficas obras de Velásquez. Já no Museu Reina Sofia obras do século XX, desde Picasso (com o surpreendente quadro “Guern Gris etc. Outro Museu é o Thyssen-Bornemisza que exibe uma das ma do mundo, com pinturas que farão o visitante ficar boquiaberto ao sa a uma pessoa só! Também vale a pena visitar ao Museu Sorolla, a Fun Encendida. Isto é: Madri é uma cidade que fará o turista obter um pouc ver maravilhosas obras de arte! Dicas: O Museu do Prado é gratuito todo Reina Sofia todos os domingos!


) Compras á duas datas maravilhosas ara fazer compras em Madri, ma é em agosto e a outra a artir do dia 7 de janeiro (após dia de reis quando todos á compraram os presentes s chamadas “rebajas”, isto é: eço diminui apenas 20 ou 30 encontrar peças maravilhosas em em Paris ou Londres as espanhola é muito criativa e luxuosa é a Loewe, onde tem e futebol (e suas esposas) até to não der para adquirir peças Desigual, Adolfo Dominguez, , Diez Diez, David Delfín, Gük, t localizado fora de Madri que a de España, nele encontrarás de Ortega y Gasset (Chanel, Calle de Fuencarral (Onitsuka e o maravilhoso Mercado de

do mundo: o Museu do Prado ção está organizada para que o arte espanhola e universal. No o “Jardim das Delícias” de Bosch, lli, Rubens, Tintoretto, El Greco, a coleção está organizada com nica”), Salvador Dalí, Miró, Juan aiores coleções privadas de arte saber que tudo aquilo pertence ndação Caixa Forum e La Casa co mais de cultura e emoção ao os os dias após as 18h e o Museu

6) Gastronomia A comida espanhola é uma das mais saborosas do mundo, e há uma tradição gastronômica de séculos. Tanto que na cidade está o restaurante mais antigo do mundo (Botin – 1725), e poderá degustar durante toda a sua viagem o maravilhoso Jamón de Pata Negra (a um bom preço)! Como toda grande cidade, o número de restaurantes de cozinha internacional é gigantesco e variado! Como por exemplo, o maravilhoso Thai Gardens (que existe em São Paulo e que nasceu primeiramente em Madri), ou mesmo restaurantes árabes e indianos localizados no bairro de Lavapiés, gregos etc. Sobre a culinária espanhola vão alguns pratos que deverá experimentar: o pão com tomate no café da manhã, a paella valenciana, o cozido madrilenho, a fabada asturiana, o gaspacho andaluz, as patatas bravas, os huevos revueltos, o pulpo a la gallega, as croquetas, as tapas tão conhecidas pelo mundo, as azeitonas de todos os tipos e sabores, o pimiento de padrón (bem picante), o chorizo, os vinhos de qualidade que não pagarás mais de 40 reais! Dicas: O Mercado de San Miguel oferece ao cliente um verdadeiro orgasmo gastronômico! Lá além de degustar alguns pratos, poderá comprar produtos e ingredientes para arrasar quando fizer algum jantar ou almoço no Brasil! La Terraza del Casino, onde terás a oportunidade de comer deliciosos pratos dos Chefs mundialmente famosos: Ferran Adriá e Paco Roncero. Já o Museo del Jamón irá fazer com que proves a enorme variedade deste presunto divino!

Somente por esses motivos, já podemos dizer que pisar em Madri será mais do que um prazer! Conhecer a capital da Espanha tão filmada por Pedro Almodóvar, aclamada pelo poeta Federico García Lorca, ou mesmo habitada pelos seus maravilhosos habitantes, será inesquecível...


D⁄Cult


The Green POR: Paulo Neto

Michael deixa sua vida cosmopolita em Nova York e mudase para uma pequena cidade de Guilford, no estado vizinho de Connecticut. Lá, dá aulas de Artes Dramáticas numa escola particular e leva uma vida pacata e doméstica com seu namorado Daniel, enquanto se prepara para escrever seu primeiro livro. O mundo dos dois vira de cabeça para baixo quando o professor é acusado de "conduta inadequada" por um de seus alunos. Com seu emprego, relacionamento e liberdade postos em jogo, Michael precisa confrontar a suspeita de seus vizinhos e colegas de trabalho, a homofobia latente à sua volta e até mesmo a desconfiança do namorado, depois que um fato inesperado de seu passado vem a tona. O drama "THE GREEN" é dirigido por Steven Williford, famoso pela série de tv "All My Children". O filme é levado com segurança, através de uma narrativa sólida, que trata do tema da homofobia com propriedade. O roteiro mostra que mesmo uma cidade que fica localizada entre Nova York e Boston pode ter uma população ainda repleta de preconceito e homofobia. O ritmo do filme é por vezes acelerado para dar um ar de thriller policial e o tema nos faz lembrar de "Dúvida" (Doubt), no qual Phillip Seymour Hoffmann também era acusado de ter molestado sexualmente um garoto. Michael é interpretado pelo ator Jason Butler Harner, que tem carreira na tv (em séries como "Law & Order" e "The Good Wife") e pequenos papéis em filmes como "A Troca" (The Changeling) e "O Sequestro do Metrô 123" (The Taking of Pelham 123). O namorado, Daniel, é vivido pelo astro da Broadway Cheyenne Jackson, que esteve em musicais como "Finian's Rainbow", "Hair", "West Side Story" e recentemente, "Xanadu". O ator protagonista, homossexual também na vida real, declarou oficialmente sua opção sexual em 2010, quando divulgou no twitter fotos de seu casamento com o companheiro Monte Lapka. Julia Ormond (que venceu ano passado o Emmy de Atriz Coadjuvante pelo telefilme da HBO "Temple Grandin" ) interpreta a advogada que defende o professor. Vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival de Connecticut, o filme vem participando de inúmeros outros festivais. Ainda sem previsão de estreia no Brasil, é um bom título e uma ótima dica para a distribuidora que queira lançá-lo.


D⁄Editorial

dropspreview FOTÓGRAFO: Leandro Ramos STYLING: Yakkos Nasser MAKE & HAIR: Paulo Campos (Capa MGT)


Top Amir Slama / Colete Fernanda Yamamoto / Brinco lulu Souto


Colar Otavio Giora / Brinco Flavia Caldeira / Saia de Tricot Cavendish


Biquini Limonada / Colar Lais Liarte


Biquini Lanรงa Perfume / Brinco Eslela Geromini


Mãos Ocupadas

Em tempos de socialização nos clubes, a vodka e o energético deveriam se tornar um drink só. POR: Ailton Botelho vipado.com.br

O

s vipados, que nã o dispensam um drink nos clubs e têm a vodka e o energé tico como as bebidas preferidas na hora da balada, já devem ter questionado a forma de como elas são servidas no Brasil. Socializar! O verbo tão em alta na noite nacional, vem tendo sua prática atrapalhada pelo desconforto de ter que segurar uma lata e um copo, ao mesmo tempo em que você quer abraçar, beijar ou apenas pegar na mão de um amigo ou namorado. E na hora de fazer uma foto? O “segura pra mim, por favor?”, tornou-se regra. Daí vem a pergunta: “Porque os fabricantes de energético não produzem uma lata menor, ou os clubs não servem o drink (vodka + energético) já preparado? O Vipado fez essa pergunta à Burn, e segundo Luciano Luccas, Gerente de Marketing do energético da CocaCola, a máquina post-mix, comum em

alguns países – onde o consumidor mistura e prepara seu próprio drink -, nã o tem autorizaç ão para funcionar por aqui. Luciano esclarece também, que os clubes não podem abrir a embalagem do energético e mantêlo aberto atrás do balcão. “Perdese a qualidade, o gás e ainda existe o risco da oxidação. O fabricante não pode se responsabilizar por essa manipulação”. Ainda segundo o executivo, os fabricantes até pensam em produzir uma lata em tamanho menor, mas a demanda é do consumidor final e não do dono do bar ou do clube. “A forma como a bebida está inserida no mercado é a mais lucrativa para quem vende nos clubes e festas”. Em resumo, até que seja liberado o uso da máquina post-mix no país, ou as indústrias repensem as embalagens, continuaremos com as mã os ocupadas. Ou você vai deixar de pedir a dupla perfeita?


D⁄Fashion D⁄Cult

ACQUAPLAY! Festa produzida por André Almada promete levar milhares de pessoas para um parque aquático.

O

Parque Viva, localizado em Juquitiba, pertinho de São Paulo, será mais uma vez palco para a uma das festas mais aguardadas e comentadas do ano na cena eletrônica: Acquaplay.

Em sua segunda edição, André Almada e sua trupe de colaboradores prometem uma festa única com uma programação de tirar o fôlego mesmo para os que escolherem não molhar os pés nas águas do parque aquático. O americano Abel é o grande destaque no line up que conta ainda com o inglês Pagano e os residentes de ouro da casa: Flávio Lima, Grá Ferreira, Morais, Paulo Pacheco, Renato Cecin e Vlad. Nem pense em não ir ou viajar para outro Estado no dia 14 de novembro, véspera de feriado. Vai todo mundo para Juquitiba.


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D⁄Fashion D⁄Around

Vanity cruise A MOB Produções coloca no mar o primeiro cruzeiro friendly vipado. POR: Ailton Botelho

vipado.com.br

M

esmo depois de Boy George ter cancelado sua turnê pela América Latina, que incluía uma apresentação em São Paulo no dia 27 de fevereiro - no HSBC Brasil, os Vipados fãs do cantor, não ficarão “a ver navios”.

O Vipado explica: O eterno ex-vocalista da banda Culture Club, é um dos principais destaques na programaç ão do Vanity Cruise, o cruzeiro friendly que irá zarpar de Santos no dia 30 de março de 2012 com destino à Búzios. 2.400 Vipados viajarão a bordo do navio Vision of the Seas, estes contarão com a “expertise” da MOB Produções e ainda curtirão Abel, Chris Cox, SuperMartX, Hugo Sanches e Nalaya, Marc Vedo, Nacho Chapado, Boss in Drama, Ana Paula, De Polainas, Mau Mau, Sergio Amorim, Johnny Luxo, Roque Castro, Jeff Valle, Fernando Moreno, Leo Janeiro e Ingrid. As vendas das cabines já foram abertas. É melhor você correr para não ficar em terra!


VIPADO

NORDEST


POR: Ailton Botelho


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Nordeste brasileiro deixou, há muito, de ser um local apenas pra se pegar uma praia ou descansar da vida conturbada das grandes capitais. Quem conhece a região apenas pelos atrativos turísticos do dia, precisa estar mais atento no que acontece na cena noturna das grandes cidades nordestinas. Das inúmeras opções de Fortaleza às festas mensais badaladas de Teresina, dos homens bonitos de Recife à energia dos lindos potiguares em Natal, a cena noturna em lugares que usualmente se destacam por sua programação diurna cresce em ritmo exponencial. Nós, do Vipado, estamos antenados e próximos desse ‘boom’ e aproveitamos para dar dicas sobre o que fazer “lá em cima”... Há aproximadamente 10 anos, a cena noturna/eletrônica de Fortaleza tem saltado de comum para excepcional. A quinta maior cidade do país conta com aproximadamente 10 estabelecimentos comerciais voltados pro público GLS e ainda muito mais para os que não gostam de rótulos mas adoram uma boa house-music – é definitivamente a noite mais agitada do Nordeste brasileiro, tanto em número de pessoas quanto em número de opções. O destaque especial vai para nossa parceira, Meet Music & Lounge – um point refinado no meio da área nobre da cidade que recebe mensalmente os grandes nomes da e-music nacional em festas vipadíssimas

sob o comando de Monah Monteiro. Outras boates como a Unique e o Club20, que abrem respectivamente aos sábados e às sextas, também são destinos vipados da capital cearense. E não podemos esquecer do restaurante Louvre, palco de festinhas mais intimistas como a Champs, de Leo Montenegro, que acontece todo mês e sempre reúne o crème de la crème ‘alencarino’ – vale a pena conferir: o que não falta em Fortaleza é gente com vibe e bonita! Próximas a Fortaleza (relativamente, em um país de dimensões continentais), outras duas maravilhosas opções de turismo noturno são Natal e Teresina. No Piauí faltam clubs fixos de peso, mas sobram opções itinerantes. A Devassa, festa mensal organizada pela produtora/DJ Dani Jales é um sucesso que se supera a cada edição – a festa acontece com estrutura e organização que surpreende os piauienses e sempre recebe convidados do eixo Rio/SP e das boates mais badaladas do Ceará, Pernambuco e Bahia. Natal, por sua vez, tem a tradicional Vogue (boate com filiais em João Pessoa e Campinha Grande, na Paraíba) que sempre conta com um bom público, mas que há algum tempo não é mais a única preferência da cidade. Há menos de 3 anos, um grupo de baladeiros sob o comando do promoter Toskano Jr. tem feito festas itinerantes nos principais clubes e hotéis HT potiguares. Os eventos tem um porte considerável, com uma média


de 700-800 pessoas – um número impressionante para eventos em Natal – e sempre conseguem reunir fervidos de Mossoró, Fortaleza, João Pessoa e outras cidades próximas de grande porte. O Camarote Vipado estará presente no “Selecta Weekend” que acontece durante o CARNATAL nos dias 1,2,3 e 4 de dezembro. Outras cenas dignas de nota, você pode encontrar em um passeio por Recife e Salvador. Recife, inclusive, tem investido bastante no turismo GLS nos últimos anos. Além de treinamento para profissionais de turismo, o governo local instituiu um selo para os locais friendly da cidade e a iniciativa tem sido um sucesso. Por outro lado, infelizmente Recife não é uma opção de diversidade em baladas – comparada a Fortaleza e a Salvador, falta um número considerável de clubs para uma população tão grande. No quesito qualidade, aí sim a capital pernambucana tem destaque. A boate Metrópole, por exemplo, é sinônimo de tradição e folia em uma das cidades mais agitadas do Nordeste. A dona e promoter, Maria do Céu, é uma figura bem famosa da cena local e além de guiar uma equipe de excelentes profissionais (nomes famosos na região como a Dj Adriana Pax, o Dj Junior Bruxo e a performática Las Bibas From Vizcaya), consegue manter a linha de um grande club que sempre se renova há mais de 15 anos. Salvador, por sua vez, conta com o San Sebastian, clube vipado que transformou a cena local e

recebe um público refinado e que conquistou os soteropolitanos pelo excelente som e pela estrutura maravilhosa que eles têm por lá. A San, assim como a Off - club tradicional e com um público mais democrático - mantém um intercâmbio ótimo com DJs de outras capitais nordestinas, o que movimenta a cena eletrônica da região e serve para criar um universo completamente independente do eixo Rio/ SP com nomes que, apesar de não serem conhecidos no Sudeste, não deixam nada a dever para os tops paulistas e cariocas. Claro que grandes nomes nacionais e internacionais também estão presentes. Aliás, nomes como Diego Baez (CE/BA), Roberta Twiggy (CE/RN), Anne Louise (BA), Adriana Pax (PE), Marcelo Novotny (RN), Dani Jales (PI), entre outros vão ficando cada vez mais conhecidos pelo resto do país por conta do sucesso que tem alcançado com seus sets por onde passam. São opções de sets diferentes do que estão acostumados os paulistanos e fluminenses e, com certeza, merecem uma atenção maior dos produtores de festas do resto do país. Quem quer fazer um tipo de turismo mais urbano, mais nortuno e pensa que não há vida pulsante fora da noite sudestina, há que abandonar os clichês de praia-sol-e-água-de-côco do Nordeste e conhecer mais de perto o universo boêmio de lá. Há muito que o turista que visita não só as cidades citadas por aqui, mas também outras, como: São Luiz, Maceió e Aracaju; tem encontrado ambientes incríveis e ideais pra badalar fora do ciclo social das grandes metrópoles – mas nem por isso menos vipados.

CAMAROTE VIPADO NO CARNATAL Do Norte ao Sul, projeto do Vipado conquista o Brasil. O nosso portal viajou o Brasil em 2011 com o projeto Camarote Vipado e continua na estrada, ou melhor, no ar por mais algumas capitais até o Papai Noel chegar. São Paulo, Campo Grande, Salvador, Brasília, Goiânia, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza são capitais que já receberam nosso selo VIP – algumas delas mais de uma vez - que agora fará seu début em Natal/RN, no festival “Selecta Weekend” que acontece durante o CARNATAL em dezembro. Antes, voltamos para Goiânia. Recife também já está na nossa agenda, mas para 2012. A capital pernanbucana receberá o Camarote Vipado nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril. O Vipado desembarca antes em Fortaleza e Brasília. Ivete Sangalo bem que podia emprestar seu jatinho para a nossa redação, né?! Os melhores clubes e festas que contaram com o Camarote Vipado tiveram noites memoráveis e aproveitamos nosso espaço aqui na Drops para agradecer os vipados que marcaram e marcarão presença e os produtores pela receptividade em cada uma das cidades.


D⁄Around

Carnatal, faz de Natal a capital da folia em dezembro POR: Simone Farret

ma das maiores micaretas do Brasil, o Carnatal ganha novos rumos depois de 20 anos. O local onde por tantos anos circularam os trios elétricos e abrigou o Corredor da Folia, está em obras para dar espaço à Arena das Dunas, estádio principal da Copa 2014, em Natal.

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Dentro das atrações do Carnatal, o Camarote Skol promete ser o must da temporada. Com visão privilegiada, grandes atrações, conforto, open bar e muitas celebridades será o espaço mais diferenciado, com uma estrutura nunca vista no evento, conforme informações de Fábio Faria.

E como não poderia deixar de ser, o Carnatal acompanha essa etapa de desenvolvimento tão importante para o Rio Grande do Norte. Assim, a festa ganha "um novo jeito”. O percurso foi adaptado, o trajeto alterado, mas sem mexer na alma da festa: a alegria. “O evento servirá ainda de piloto para as festividades realizadas durante o Mundial em Natal, seguindo o modelo da Fan Walk da Cidade do Cabo, na Copa do Mundo de 2010”, disse Roberto Bezerra, diretor da Destaque Promoções.

Prepare-se para curtir uma festa inesquecível entre os dias 1 e 4 de dezembro, quando Natal vai se transformar na capital da folia. A animação é garantida para um milhão de foliões entre moradores e turistas. Você pode escolher entre a folia dos blocos (com a participação de alguns dos maiores artistas da música baiana como Chiclete com Banana, Ivete Sangalo, Asa de Águia, Tomate, Banda Eva, Netinho, Cláudia Leitte) ou o conforto dos camarotes. Ou melhor ainda, curtir os dois.

www.carnatal.com.br


D⁄Around

Jericoacoara POR: Carla Palmieri

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A pequena vila de Jijoca de Jericoacoara, ou Jeri, como é chamada por todos, não possui uma magnífica iluminação, as ruas são de areia e não existe nada ao seu redor por pelo menos 15km. O que faz então deste um lugar fora do comum? Sua magnificência visual é que faz toda a diferença: paradisíacas e longas praias cercadas de dunas e lagoas de água doce. Além disso, Jeri é considerada um dos lugares mais bonitos do planeta também porque reúne um conjunto de belezas naturais com uma atmosfera única. E vale a visita, mesmo que para isso o visitante tenha que encarar pela frente, após chegar a Fortaleza, 300 quilômetros de uma estrada ruim,

transporte rústico e milhares de carnaúbas e coqueiros que se intercalam com outras tantas pequenas vilas. Ir para lá e não apreciar o final do dia na Duna do Pôr-do-sol, trilhar o caminho até a Pedra Furada (cartão postal de Jeri, a 3 km do centro da vila) e não visitar a Praia do Preá, que atualmente é considerada a Meca do Kitesurfe, é cometer erros irreversíveis e sem precedentes. Outros passeios indispensáveis são as Lagoas Paraíso e Azul. Estes lugares de águas transparentes estão cercados de muito verde e possuem uma infra-estrutura de pousadas e restaurantes para todos os gostos e bolsos.


Tatajuba também é um ponto obrigatório, e está localizado a 72km da vila. Esta pequena aldeia foi coberta pela ação das dunas ao longo dos anos e reconstruída na outra margem do rio. Até chegar nesta pequena cidade você passará pela Praia do Mangue Seco, e também vai atravessar o Rio Guriú com embarcações para lá de curiosas. E depois de uma maratona de dunas, você poderá curtir um banho maravilhoso na linda Lagoa da Torta. Quase tudo que desejar, você poderá encontrar em Jeri, desde massagens a alta gastronomia. Você encontrará nos diversos restaurantes locais pratos regionais com certa liberdade criativa, que se traduzem em uma mistura saborosa de ingredientes, priorizando os frutos do mar em companhia da alimentação indígena e os temperos de origem africana. O vilarejo oferece aos visitantes uma vasta oferta gastronômica que impressiona. Os restaurantes que conheci foram todos fascinantes, e o mais importante: foi um prazer visitá-los. Não deixe de comer uma das melhores tortas de banana do mundo, a da Tia Angelita; a maravilhosa paçoca nordestina (carne de sol com banana, purê de abobora e arroz ao leite) do restaurante Na Casa Dela; os crepes crocantes e bem temperados do Naturalmente; os deliciosos ceviches da Cevicheria Bar; a comida trabalhada com traços marcantes da cultura amazônica do bistrô Chocolate; e os irresistíveis pães de chocolate e banana

da padaria Santo Antônio (o lugar abre somente após as 2h da manhã). E para os viajantes que não vivem sem uma compra durante as férias, eu sugiro um lugar pelo qual você irá se apaixonar assim que colocar seus pés: Jeri Arte. Lá você vai encontrar artesanatos super legais e bem diferentes, souvenires, roupas, acessórios, etc. Tudo com a cara e as cores do Nordeste. Também conheci um lugar perfeito para os amantes de especiarias, o Exótica, de Silvia Lima Verde. Neste espaço perfumado e curioso você encontrará muitos temperos regionais, azeites, vinagres, geléias e velas aromáticas. E posso jurar que vai ser difícil escolher o que levar para casa, por isso eu sugiro que, se puder, leve tudo! E claro, eu jamais me esqueceria dos camaradas fashionistas. Por lá eu encontrei uma flagship digna dos Jardins, chamada Bogainvile, que fica no Beco Doce. Nesta loja fofa você encontrará peças e acessórios de estilistas cearenses. Destaque para as pinturas em porcelana com propostas lúdicas de Ivna Mourão. A loja é literal e simplesmente de cair o queixo. É impossível sair de lá sem uma sacolinha… Impossível! Ao voltar de Jijoca de Jericoacoara posso garantir ao viajante duas sensações: espírito aberto e sentidos despertos. O lugar é mágico, e toda a sua movimentação e sua energia podem ser resumidas em uma só palavra: Paz!


//LOVE IS BLIND

Roberto Maia por Jonathan Wolpert Edição de moda: Dário Shoupaiwisky Of The Moda - www.ofthemoda.com


#49 Vendramini e Ale Rosa