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Criar capa para a Revista Eletrônica

William Hsu 9º B

Alice Endo 9º B

Carlos H. Campos 9º B

Rafael Miguel 9º B

Klaus Götz 9º A

Igor Donni 9º B

Carolina Nicoletti 9º B

Lucas Contrera 9ºA


Pesquisar e escrever no caderno: a) Explicar o contexto histórico da abolição da escravatura. Dom Pedro II antes de viajar deu liberdade de tomar qualquer decisão à sua filha Princesa Isabel, e como uma pessoa abolicionista, tomou a decisão de assinar a Lei Áurea em “3 de maio de 1888”, que decretava o fim da escravidão no Brasil, dando a carta de alforria (libertação) aos escravos. Tal decisão foi uma ariscada política, já que a Princesa Isabel sabia que assinando a lei, os fazendeiros que sustentavam a economia na época, se revoltariam, e tirariam o trono. Os fatores da abolição da escravatura foram: - Movimento popular no Brasil a favor da abolição com o apoio de políticos, imprensa, escritores, artistas, etc. - Pressão da Inglaterra: • Os escravos não recebiam salário, portanto não faziam parte do mercado consumidor. • O dinheiro gasto pelos fazendeiros na compra de escravos poderia ser utilizado na compra de produtos industrializados. b) Montar um quadro explicando as leis abolicionistas. Leis Lei do Ventre Livre

Explicação A lei do Ventre Livre foi uma lei abolicionista, promulgada em 28 de setembro de 1871. Essa lei considerava livre os filhos de mulheres escravas nascidos a partir da data da lei. (Essa lei favorecia os fazendeiros, já que crianças não trabalhavam mesmo).

Lei dos Sexagenários

A Lei dos Sexagenários foi uma lei abolicionista, promulgada em 28 de setembro de 1885. Essa lei concedia liberdade aos escravos a partir de 60 anos de idade. (Essa lei favorecia os fazendeiros, já que os idosos não trabalhavam mesmo).

Lei Áurea

A Lei Áurea foi promulgada em 3 de maio de 1888. Essa lei concedia o fim completo da escravatura, desde a data desta lei.

Laura M. C. Ferezin 9º B


Queda da Monarquia no Brasil Tendo como referência os fatos listados na folha sulfite, elaborar na própria folha um parágrafo que explica cada fato. 1) Crise Econômica: * Brasil agrícola; * Latifúndio/escravidão; * Abolição da escravatura; * Fazendeiros revoltados. O Brasil era um país que vivia da agricultura, com mão-de-obra escrava, praticada em grandes terras. Com a abolição da escravatura em 1888, os fazendeiros se revoltaram e pararam de apoiar a monarquia.

2) Crise Religiosa * Brasil, País Católico; * Imperador e políticos faziam parte da maçonaria; * Papa Pio IX condenou a maçonaria; * Igreja Católica contra monarquia. O Brasil era um país católico, porém seu imperador e seus políticos faziam parte da maçonaria. Assim quando o Papa Pio IX proibiu a maçonaria, a Igreja Católica revoltou-se contra a monarquia.

3) Crise Militar * Militares revoltados com a monarquia; * Exército pouco valorizado; * Militares acusam império de corrupção; * Exército contra império. O exército pouco valorizado pela monarquia, se revoltou por causa de falta do pagamento do montepio (indenização pela morte ou mutilação na Guerra do Paraguai). O exército começou a dizer que a monarquia estava praticando a corrupção, assim ficou contra a monarquia.

Fernanda Ripoli Martins 9º B


- Explicar

no caderno a relação entre a insatisfação dos fazendeiros e a queda da monarquia do Brasil.

R:. Para a produção de seus bens, os fazendeiros necessitavam a mão de obra escrava. Com a Abolição da escravatura, gerou-se uma revolta, pois agora os fazendeiros teriam de arrumar mão de obra assalariada. Para aumentar a indignação, os fazendeiros nunca receberam a tão prometida indenização que o governo lhes prometeu. A revolta foi tão grande que o rei perdeu todo o apoio dos fazendeiros. Com os inúmeros protestos e revoltas houve, consequentemente, a queda da Monarquia do Brasil. Caique Bastos n °7

9°B


Ilustrar o fim da monarquia no Brasil

Vitor Pagetti 9ยบ B


Criar uma charge para a crise econômica da monarquia brasileira.

D. Pedro II sentindose pressionado passou a decisão da abolição da escravatura para sua filha a princesa Isabel. Ciro Pieroni 9º A

Valentina Parasmo 9º A


Ilustrar os fatores da crise da monarquia no Brasil.

Mariana Garcia 9ยบ B

Breno Fabbri 9ยบ A


Victoria Vasconcelos 9ยบ A


Crise religiosa

O Brasil era um país Católico, porém, seus políticos e seu imperador faziam parte da Maçonaria. O papa Pio IX proibiu a Maçonaria. O imperador e os políticos brasileiros não acataram a ordem do papa. A Igreja Católica no Brasil revoltou-se contra a monarquia. O país em crise e os políticos na Maçonaria.

Fernanda Martins 9º B


Em forma de texto, responder o exercício 1 da pagina 52 e colar no caderno. 1) Na galeria dos presidentes da República, os militares uniformizados podem ser vistos como representantes do Exército. E os representantes civis, que setores eles representavam? Crise Militar: Militares criam uma revolta, por não serem valorizados, nem receberam o dinheiro após a Guerra do Paraguai. Os jornais começaram a noticiar com entusiasmo a proclamação da República. 1889 a 1930 Predominavam latifundiários, grandes proprietários de terra, poder agrário, coronel. Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto e Hermes da Fonseca eram presidentes militares que representavam a espada (militar) e os representantes civis representavam os latifundiários. Luiza Vendramini 9ºB


Elaborar em forma de texto a reposta para o exercício 1 (página 52). Fazer em folha sulfite, digitada e colar no caderno.

Os jornais do Rio de Janeiro noticiaram com entusiasmo a proclamação da república e o fim da monarquia. Isso foi também considerada América para os americanos (política defendida pelos norte Americano), pois o Brasil era o único que tinha monarquia como organização política. Os valores anunciados como qualidades do novo regime que se instalava no Brasil eram liberdade, democracia, justiça, moderação e não-violência. Os dois primeiros presidentes militares eram representantes do exército (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto). Depois de seu governo a república ficou nas mãos dos presidentes civis que representavam o “povo” ou melhor explicado como latifundiários (normalmente seus interesses eram voltados a minoria do povo,muito conhecida como classe alta). Só em 1910-1914 o Brasil voltou a ter um presidente militar, Hermes da Fonseca. (A transição da espada para o controle das elites civis) Alice Kei 9º B


Elaborar um parágrafo sobre o fim da monarquia no Brasil O Brasil era um país criticado pelos norte americanos porque o Brasil era o único país do continente americano que tinha uma monarquia como organização política. O Brasil foi governado por alguns militares como Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto e Hermes da Fonseca. Rafael Mateus Miguel 9ºB.


Pesquisar e colar no caderno uma notícia atual caracterizando acordos políticos. Relacionar de acordo com o primeiro parágrafo da página 27. Notícia: PT e PMDB fecham acordo por chapa de Dilma Rousseff em 2010 O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Ricardo Berzoini, informou na noite desta terça-feira que PT e PMDB fecharam acordo para comporem a chapa em que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, concorrerá à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O acordo foi selado após jantar entre Lula, Dilma, as cúpulas dos dois partidos e 11 ministros de Estado. O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), é o nome mais provável para ser o vice de Dilma, mas a confirmação oficial só deverá ocorrer no próximo ano. "Formalizamos o compromisso político que tem por objetivo caminharmos juntos em 2010. Isso representa o acúmulo político dos últimos três anos de governo, um período de coalizão mais consistente e programática", disse Berzoini após reunião no Palácio da Alvorada, em Brasília. "Projetamos uma aliança firme em 2010. A chapa majoritária tem composição de PT e PMDB, os dois maiores partidos (da base governista)." De acordo com o dirigente petista, as próximas etapas do acordo confirmado hoje incluirão a proposta de como viabilizar "alianças mais amplas", o apoio dos caciques estaduais em torno do acordo PT-PMDB e eventualmente a reprodução desse alinhamento nos Estados. "Selamos um acordo político que será submetido às convenções de cada partido. Vamos construir um caminho para em 2010 haver as duas homologações (dos partidos em prol da aliança PT-PMDB)", observou Berzoini.

Relação: A relação que ocorre entre o texto e a notícia é que o PT e o PMDB fizeram um acordo para selar uma “aliança” entre os dois partidos com troca de favores como era o clientelismo da República Velha. Vitor Pagetti 9º B


Relacionar o clientelismo da República Velha com os dias atuais. O governo e os partidos aliados conseguiram passar o salário mínimo no valor de R$ 545,00. Houve senadores da base aliada que votaram contra esse valor. O Ministro das Finanças (governo) diz que na haverá punições por parte do governo a estes senadores, que o problema deve ser resolvido internamente. O partido aliado responsável por este senador é quem deverá tomar as atitudes necessárias. A notícia ainda fala que o governo prometeu cargos aos partidos aliados e ainda não deu todos os cargos prometidos e que isso pode ter uma relação com os votos contra! Já na Primeira República havia acordos políticos entre os municípios e o governo central. Em troca dos votos, o governo apoiava os municípios para dirigir os negócios locais e autonomia para nomear os protegidos. Hoje, isso ainda continua como vi na reportagem. O governo se aliou a outros partidos para ganhar a eleição e ter sempre a maioria nas votações do Senado e assim passar qualquer coisa que entrasse em votação (como ocorreu com o salário mínimo), em troca, o governo daria cargos no governo a esses partidos aliados. Na votação do aumento do salário mínimo, alguns senadores de partidos aliados votaram contra e tudo indica que eles fizeram isso porque não receberam os cargos prometidos no governo. Podemos concluir que as alianças entre o governo e partidos ocorrem desde a Primeira República, só o que mudou foi o objeto de barganha. Outra coisa que continua é o clientelismo, o governo tanto municipal como estadual e federal faz coisas para determinada parcela da população para garantir os votos. Gabriela C. Kalili 9º B


Utilizando os dados da última lição (quadro político) e os dados das páginas 32, 33 e 34, elaborar um texto sobre a política da Republica velha. Entre 1889 e 1930 após a proclamação da Republica, iniciou-se a República das Oligarquias que beneficiava latifundiários (grandes proprietários de terra) e os coronéis, que eram quem controlavam as eleições e o governo. Neste sistema foram excluídas as camadas populares como: negros, ex-escravos, trabalhadores e mulheres. Havia a prática do clientelismo que em troca de votos recebia apoio do governo. A articulação entre a União e os estados era chamada de política dos governadores. A política dos governadores unia-se as principais oligarquias dos estados em troca do seu apoio ao presidente da República. São Paulo era o maior produtor de café e Minas Gerais o de leite, houve a união e teve início a República do ”Café com Leite”. Os coronéis eram os líderes políticos dos municípios e também grandes fazendeiros. Os coronéis controlavam o eleitorado no seu município de atuação. Alguns coronéis para conseguir mais votos usavam capangas para intimidar os eleitores (esse tipo de voto utilizando o medo era conhecido como voto cabresto).

Luiza Vendramini -9ºB


Colar no caderno uma imagem que caracterize o processo eleitoral brasileiro dos dias atuais. Explicar. Essa foto caracteriza muito bem o processo eleitoral brasileiro dos dias de hoje pois, nela é mostrada uma urna eletrônica (a urna eletrônica brasileira é um microcomputador para coleta e apuração de votos) e é atraves dessa urna que digigtamos os números dos candidatos que escolhemos. Devido a esse meio de votaçao é possivel obter os resultados mais rapidamente. Relacionar o processo eleitoral com a República Velha, demonstrando sua relação através de uma notícia atual. Boca de urna e propaganda eleitoral já levaram 13 pessoas para a prisão A relação (diferença) que vejo entre o processo eleitoral é que antigamente, a maioria dos votos eram comprados, ninguém votava em seu candidato, era uma eleição manipulada (voto cabresto, currais eleitorais). Já, atualmente não é permitida a compra de votos (o que não é respeitado... o voto muitas vezes continua sendo trocado por promessas, camisetas, cestas básicas...) e também divulgar sobre seus candidatos na porta dos locais onde ocorrem as eleições (Boca de Urna). Com mais de 55 milhões de votos, Dilma vence e é eleita a primeira mulher presidente do Brasil. Outra coisa que se difere bastante é o fato de uma mulher se tornar presidente, coisa que no passado não tinha nenhuma via de acontecer. Rodrigo Ribas 9º B


Com base no esquema de revisão elaborar um texto sobre a política da República Velha.

A política da República Velha era formada: poder dos coronéis (municipal), política dos governadores (estadual) e política café com leite (federal). Com a atuação dos coronéis (líderes políticos dos municípios) foi possível à realização de uma grande articulação na política. Os coronéis tinham a importante tarefa de controlar o eleitorado no seu munícipio, esse controle era feito por meio de prestação de favores, conhecido como clientelismo. Essa prática deu início a currais eleitorais- as pessoas que deviam favores aos coronéis votavam em seus candidatos-, outra forma de controle era a utilização de jagunços (capangas) que intimidavam aos coronéis, esse voto era conhecido por voto cabresto. A época em que Paulistas e Mineiros alternavam na presidência da república ficou conhecida por: Política café com leite. A Política dos governadores deveria fortalecer nacionalmente o Poder Executivo, para isso o governo central (PRP-PRM) aliava-se às oligarquias dominantes dos estados em troca de apoio ao Presidente da República. Ao contrário dos dias de hoje, somente homens brancos alfabetizados e com mais de 21 anos podiam votar.

Giovanna Varotto - 9º B


Coronelismo (oligárquia)

Eleitor: Homens Brancos Alfabetizados +21 Clientelismo (troca de favores)

Federal Estadual

Municipal

Café com leite

Política dos governadores

Curral Fraude Coronel Voto Cabresto Com base no esquema de revisão elaborar um texto sobre a política da república velha. A república das oligarquias beneficiou os grandes proprietários de terra ( coronéis que controlavam as eleições em seu município) e excluiu as camadas populares ( negros, mulheres). As oligarquias eram os latifundiários ligados à agricultura e pecuária. Os grupos oligárquicos preparavam-se para assumir o controle do Estado brasileiro Os municípios tornaram-se peças importantes no cenário político nacional. Havia a prática do clientelismo realizada pelos coronéis. Em troca dos votos, os líderes políticos recebiam apoio do governo central. Os coronéis era normalmente grandes fazendeiros. Eles designavam principalmente os líderes políticos dos municípios. No sistema político criado pelo regime republicano, os coronéis adquiriram a importante tarefa de controlar o eleitorado no seu município de atuação. Uma dessas maneiras era a prestação de favores. Essa prática contribuiu para a formação de verdadeiros currais eleitorais. Todas as pessoas que deviam favores aos coronéis votavam em seus candidatos. Outra forma de controle era a utilização de capangas, ou jagunços, que intimidavam os eleitores para se manterem fiéis às orientações dos coronéis. Esse tipo de voto, obtido pelo medo, ficou conhecido como voto de cabresto. A articulação entre a União e os estados era concretizada pela política dos governadores. Aliava-se às oligarquias dominantes dos estados em troca do seu apoio ao presidente da República. As oligarquias de São Paulo e Minas Gerais estavam dominando o sistema de conchavos e interesses. Paulistas e Mineiros se alternavam na presidência de República, política denominada como política do café com leite. Foi dado esse nome pois São Paulo era o Maior produtor de café e Minas o maior produtor de leite.

Luiz Fernando Segala Gomes - 9º B


Estudo de História • Escravatura Contexto histórico da abolição da escravatura. Dom Pedro II antes de viajar deu liberdade de tomar qualquer decisão à sua filha Princesa Isabel, e como uma pessoa abolicionista, tomou a decisão de assinar a Lei Áurea em “13 de maio de 1888”, que decretava o fim da escravidão no Brasil, dando a carta de alforria (libertação) aos escravos. Tal decisão foi uma ariscada política, já que a Princesa Isabel sabia que assinando a lei, os fazendeiros que sustentavam a economia na época, se revoltariam, e tirariam o trono. Os fatores da abolição da escravatura foram: -Movimento popular no Brasil a favor da abolição com o apoio de políticos, imprensa, escritores, artistas, etc. -Pressão da Inglaterra: •Os escravos não recebiam salário, portanto não faziam parte do mercado consumidor. •O dinheiro gasto pelos fazendeiros na compra de escravos poderia ser utilizado na compra de produtos industrializados. Leis abolicionistas.

Leis

Explicação

Lei do

A lei do Ventre Livre foi uma lei abolicionista, promulgada em 28 de setembro de 1871.

Ventre Livre

Essa lei considerava livre os filhos de mulheres escravas nascidos a partir da data da lei. (Essa lei favorecia os fazendeiros, já que crianças não trabalhavam mesmo).

Lei dos

A Lei dos Sexagenários foi uma lei abolicionista, promulgada em 28 de setembro de

Sexagenários 1885. Essa lei concedia liberdade aos escravos a partir de 60 anos de idade.

Lei Áurea

(Essa lei favorecia os fazendeiros, já que os idosos não trabalhavam mesmo). A Lei Áurea foi promulgada em 13 de maio de 1888. Essa lei concedia o fim completo da escravatura, desde a data desta lei.


• Queda da Monarquia 1. Crise Econômica • Brasil Agrícola • Latifúndio/escravidão • Abolição da escravatura • Fazendeiros revoltados A economia do Brasil era voltada principalmente a atividade agrícola, que era praticada nos latifúndios com a mão de obra escrava. Porém com a abolição da escravatura, os fazendeiros tiveram que ir atrás de mão de obra assalariada. Revoltados os fazendeiros foram pedir ajuda a Monarquia, que negou-se a ajudar, então os fazendeiros pararam de apoiá-la. 2. Crise Religiosa • Brasil país católico • Imperador e políticos faziam parte da maçonaria • Papa Pio IX condenou a maçonaria. • Igreja Católica contra a Monarquia. Antigamente a religião era um assunto de extrema importância no Brasil, que era um país católico na época. Porém existia a maçonaria que foi condenada por Papa Pio IX. A maçonaria é um grupo de diversos tipos de homens ricos e de diversas religiões (dela faziam parte os políticos e o imperador). Com as diversas interferências de D.Pedro II nas decisões religiosas, igreja católica ficou descontente e contra a monarquia. 3. Crise Econômica -Militares revoltados com a monarquia -Exercito pouco valorizado -Militares acusam império de corrupção -Exército contra Império Os militares estavam revoltados com a monarquia, pois eram poucos valorizados, não recebiam o suficiente por seu trabalho. Militares acusaram o império de corrupção, pois estavam devendo a eles um pagamento desde a Guerra do Paraguai. Desde então, passaram a ser contra o Império.


• Republica Velha (1889-1930) Liberdade, democracia, justiça, moderação e não-violência eram valores anunciados como qualidade do novo regime político que se instalava no Brasil. Após um tempo a República Velha, ficou conhecida como Republica Oligárquica, pois a Primeira República passou por uma transição de um regime, nascido sob o signo da espada (militar) para o controle de elites civis (latifundiários), conhecidos como os representantes das oligarquias rurais (Os oligarcas eram os latifundiários, coronéis e grandes proprietários de terras). Outra característica do período foi à exclusão das camadas populares e também dos setores médios urbanos do processo de tomada de decisões. - Política da República Autonomia política e financeira a eles conferida. A política passou a ser decidida nos municípios pela prática do clientelismo (por esse mecanismo os lideres políticos dos municípios, em troca de votos recebiam o apoio do governo Municípios tornaram-se importantes no cenário político nacional, graças à central). A República das Oligarquias (latifundiários ligados a agricultura e pecuária). Beneficiou os grandes proprietários de terras (coronéis que controlavam eleições e governo). Exclusão das camadas populares (negros, mulheres e trabalhadores). Os grupos oligárquicos principalmente ligados ao café preparavam-se para assumir o controle do Estado Brasileiro. Política dos Governadores: A articulação entre a união e os estados era concretizada pela política dos governadores que era o momento em que o Governo Central aliava-se as oligarquias dominantes dos estados em troca do seu apoio ao presidente da República. Política “Café-com-Leite”: Dominando os sistemas de conchavos e interesses estavam as oligarquias de São Paulo (maior produtor de café) e Minas Gerais (maior produtor de leite). A hegemonia de paulistas e mineiros, que se alterava na presidência da republica, isso era denominada Política Café-com-Leite (só os dois estados mais ricos eram beneficiados). O Poder dos Coronéis: No sistema político criado pelo regime republicano, os coronéis, título normalmente dado aos grandes fazendeiros e líderes políticos, adquiriam a importante tarefa de controlar o eleitorado no seu município de atuação. Uma das maneiras era a prestação de favores. Essa prática contribuiu para a formação de verdadeiros currais eleitorais (áreas formadas dentro das fazendas dos coronéis, onde tais prometiam comida e emprego e em troca as pessoas deveriam votar em seus candidatos), ou seja, clientelismo, já que as pessoas que deviam favores aos coronéis votavam em seus candidatos. Outra forma de controle era a utilização de capangas, chamados de jagunços, que intimidavam os eleitores para se manterem fiéis às orientações dos coronéis. Esse tipo de voto, obtido pelo medo, ficou conhecido pelo voto cabresto.


Organização Política da República Velha • Controle dos coronéis (elite agrária) • Clientelismo (municipal) • Política dos Governadores (estadual) • Política do Café – com – Leite (federal) *política caracterizada por conchavos, acordos, eleições controladas e fraudulentas. Voto cabresto e formação de currais eleitorais. Mão de Obra = escravo negro

exploração

humilhação

preconceito

colônia (1500) – império (1888) – república (1889)

1889 - 1930

• pressão interna (LEI) • pressão externa (Inglaterra)

Laura Ferezin - 9º B Giovanna Varotto - 9º B Carlos Campos - 9º B Alice Kei - 9º B Anna Henn - 9º B Fernanda Martins - 9º B

República Velha: • República da Espada • República das Oligarquias (latifundiários) Exclusão popular: mulheres, negros e trabalhadores.


Ler a página 43 e montar um quadro explicando: época, local, causas, consequências e características da Revolta da Vacina. Época Local

Causa

Rio de Janeiro, início do século XX, ano de 1902.

Cortiços habitados por uma população pobre e carente, a falta de saneamento básico e as péssimas condições de higiene transformaram a cidade em um foco de febre amarela, varíola e peste bubônica. Em 1902 Rodrigues Alves assumiu a presidência do país e queria transformar a capital em um carão postal, paralelamente o governo encarregou o médico sanitarista Oswaldo Cruz de combater as epidemias. Ele atacou os mosquitos transmissores, apoiadas pelo governo federal as Brigadas Sanitárias entravam nas casas e vacinavam as pessoas a força e cerca de 50 homens percorriam a cidade espalhando raticidas e removendo lixo. A população se revoltou contra a maneira autoritária com que o governo combatia as doenças endêmicas.

Com a revolta da população a capital federal viveu durante uma semana uma guerra civil. O governo reagiu com violência. Consequência Muitas pessoas morreram e se geriram no conflito mais de mil pessoas foram presas e deportadas para o Acre, as medidas sanitárias continuaram.

A revolta da vacina foi um movimento popular contra as atitudes autoritárias do governo para neutralizar doenças endêmicas. O governo tentava criar um programa de saneamento básico. Acabou com grande número de feridos, Característica mortos e deportados. Com um programa de saneamento e reforma da capital federal o presidente Rodrigues Alves retirou os cortiços do centro da cidade e construiu avenidas fazendo com que a população pobre se refugiasse nos morros e dando origem as favelas.

Carlos Henrique Campos - 9º B


•Explicar a formação das favelas no Rio de Janeiro. No início do século XX, o Rio de Janeiro era a capital do Brasil. De um lado da cidade era o Oceano Atlântico, do outro lado eram morros e entre o mar e os morros era onde as pessoas construíam suas casas. Quando Rodrigues Alves assumiu a presidência do Brasil, ele tinha um sonho de transformar o Rio de Janeiro no “cartão postal” brasileiro. Como o centro da cidade era sujo, cheio de cortiços e doenças, o presidente decidiu derrubar tudo para construir avenidas. A população desalojada à força foi obrigada a se refugiar nos morros, formando as favelas cariocas.

•Pesquisar uma notícia sobre a ocupação dos morros do Rio de Janeiro. Explicar o contexto histórico da notícia. Força de Paz ocupa Alemão e Cruzeiro por tempo indeterminado. Atualizada em 07/12/2010 O Complexo do Alemão está ocupado pelas forças de segurança desde o dia 28 de novembro. A tomada do local aconteceu praticamente sem resistência numa ação conjunta da Polícia Militar, Civil, Federal e Forças Armadas. A polícia investiga uma possível fuga de traficantes pela tubulação de esgoto do Alemão antes dos policiais subirem o morro. Na quinta, 25 de novembro, a polícia assumiu o comando da Vila Cruzeiro, na Penha. Ambos dominados, até então, pela facção criminosa Comando Vermelho. As ações foram uma resposta do Estado a uma série de ataques, que começou na tarde do dia 21 de novembro. Em uma semana, pelo menos 39 pessoas morreram e mais de 180 veículos foram incendiados por criminosos nas ruas do Rio de Janeiro. Fonte: www.jb.com.br Desde o dia 28 de novembro o morro do Alemão estava ocupado pela polícia militar, civil, federal e forças armadas, pois procuravam alguns traficantes que provavelmente tinham fugido pela tubulação do esgoto do Alemão no dia 21 de novembro, quando a polícia começou a combater os ataques que geraram mortes e carros incendiados nas ruas do Rio de Janeiro.

Camila dos Santos Pereira - 9º A


•Explicar a formação das favelas no Rio de Janeiro. A formação de favelas no Rio está ligada ao término do período escravocrata, no final do século XIX. Sem posse de terras e sem opções de trabalho no campo muitos dos escravos libertos deslocaram-se para o Rio de Janeiro, pois era a capital federal. O grande número de famílias em busca de moradia e emprego provocou a ocupação informal em locais desvalorizados. Com a Proclamação da República, em 1889, a elite e os administradores do Rio queriam transformar a cidade em um “cartão postal”, com isso decidiram demolir casas de ex-escravos. Sem ter outras opções de moradia os desabrigados foram obrigados a construir suas próprias casas subindo o morro, assim formando hoje as conhecidas favelas.

Resumo da invasão do Complexo do Alemão pelo estado do Rio de Janeiro Em 30 de novembro de 2010 por Ronnie Katz Atos de violência organizada sucederam-se na Região Metropolitana do Rio de Janeiro da noite de sábado, 20 de novembro, até o dia 27 de novembro de 2010, quando bandidos ligados ao narcotráfico tentaram promover um “ato terrorista”. O apoio logístico da Marinha do Brasil foi uma decisão inédita no país em se tratando de combate ao tráfico e aos criminosos nas favelas. Foram enviados oitocentos homens do Exército Brasileiro para auxiliarem a polícia no combate aos ataques, além de dois helicópteros da Força Aérea Brasileira e dez blindados de transporte. Com a chegada dos militares, as operações se desdobraram em novas estratégias. Em 25 de Novembro de 2010, o BOPE, com apoio da Marinha do Brasil, fez uma operação especial para tomar o controle da Vila Cruzeiro. Os traficantes fugiram para o Complexo do Alemão, uma região constituída pelo conjunto de treze favelas . Nesse dia, deu-se a maior ofensiva da Polícia Militar do Rio de Janeiro, com seu Batalhão de Operações Policiais Especiais, (BOPE), atuando ao lado da Polícia Civil e em parceria com a Marinha do Brasil, que disponibilizou oito blindados e um grupo de fuzileiros navais para ampararem a logística da operação, que resultou na tomada da Vila Cruzeiro, região da cidade que até então estava em poder dos traficantes. Segundo o Governo do Estado, o policiamento na área será permanente Opinião Na construção das favelas o governo foi responsável pela destruição dos cortiços. A ocupação do morro no ano passado pela policia garantiu mais segurança para milhares de moradores que são obrigados a subir o morro todos os dias.

Carolina Vaz Riccioppo - 9º A


Escolher quatro respostas corretas do simulado e explicar o contexto histórico de cada um dos fatos citados. 37 – (d) Assinada pela princesa Isabel , a lei áurea concluiu o processo abolicionista , tornando ilegal a escravidão no Brasil. O Brasil vivia um momento onde a monarquia apenas tentava acalmar as discussões sobre a escravidão. Ou seja, não eram efetivas as leis que foram criadas para a diminuição da parte que servia de mão-de-obra (ventre livre e sexagenário) . Quando a princesa, que era abolicionista, assumiu o poder, decretou o fim da escravidão. 38 – (a) 1, 2 e 3. A abolição da escravatura ocorreu no final do século XIX. Assim os donos de fazendas tiveram que contratar mão-de-obra. Nesse mesmo momento, muitos imigrantes europeus chegaram ao Brasil, ocupando o trabalho dos antigos escravos. 40 – (b) Abolisse o tráfico negreiro. Para impulsionar as vendas de máquinas e produtos industrializados, a Inglaterra pressionou o Brasil para que abolisse o tráfico negreiro. 44 – (c) Voto cabresto. Voto cabresto é o voto acompanhado de um jagunço,manipulado.

Daniel Duarte Cotrim - 9º A


37) d) Assinada pela princesa Isabel, a Lei Áurea concluiu o processo abolicionista, tornando ilegal a escravidão no Brasil. R: Don Pedro II viajou e deixou no lugar sua filha, a princesa Isabel, que assinou a abolição dos escravos, sabendo suas consequências. 40) b) Abolisse o tráfico negreiro R: Inglaterra queria que a escravidão acabasse, para vender máquinas aos latifundiários e aumentar mercado consumidor. 42) b) Disputa entre Inglaterra e França pela hegemonia européia R: Com Napoleão Bonaparte, a França queria o domínio sobre a Europa: Bloqueio Continental. 43) b) Questão religiosa, conflito com exército, abolição da escravatura R: A monarquia brasileira sofreu várias crises: econômica, religiosa e crise militar. Crise econômica (com a abolição da escravatura, fazendeiros tiveram de pagar por mão de obra). Crise religiosa (Imperador e políticos praticavam maçonaria, até que o Papa Pio IX condenou a maçonaria, Igreja católica e políticos entraram em conflito). Crise militar (revoltados com a monarquia, pois eram pouco valorizados, não receberam muito por causa da guerra do Paraguai, acusaram Império de corruptos, Políticos x Exército).

William Hsu - 9º B


Utilizando a revista eletrônica elaborar 10 perguntas com respostas sobre Rep. Velha •Relacione o Clientelismo com os acordos partidários atuais. R: O Clientelismo era baseado praticamente na troca de favores “você faz isso para mim que eu te apoio” e a corrupção no Brasil atual baseia-se também em acordos e favores. ���Explique a organização política da Republica Velha. O partido republicano paulista e o mineiro se aliavam as oligarquias poderosas de seus estados para ter o apoio federal, com isso as oligarquias de SP e MG se alternavam na presidência, denominada política café com leite (SP produzia café e MG produzia leite). •Por via do voto cabresto o coronel mandava nas eleições brasileiras. Explique o voto cabresto. Os coronéis assumiram o poder de controlar o eleitorado em seus municípios. Todos que deviam favores, dinheiro e coisas do gênero deveriam votar em candidatos do coronel, caso contrário se “entenderiam” com os jagunços (capangas). •Candidatos atuais oferecem em suas campanhas bonés, camisas e projetos que ajudam o povo de baixa renda. Relacione os currais eleitorais com o enunciado acima. Os currais eleitorais eram locais que o coronel oferecia aos eleitores (emprego, comida e moradia) em troca de sua lealdade eleitoral. Os candidatos atuais oferecem “bolsa família” que simplesmente é o que o coronel fazia na República Velha.


•Contextualize a revolta da vacina. No Rio de janeiro havia cortiços habitados pela população pobre. A falta de saneamento básica neste local trouxe muitas doenças como a febre amarela. Rodrigues Alves assumiu a presidência e começou um programa de saneamento básico no país. O médico Oswaldo Cruz foi contratado para combater as diversas epidemias. As Brigadas Sanitárias entravam na casa das pessoas e as vacinavam a força, o que deixou o povo revoltado (começaram a protestar sobre a maneira autoritária do governo). O governo reagiu com violência, mais de 1000 pessoas foram presas e deportadas para o Acre, mas mesmo assim o governo continuou vacinação. •Como surgiram as favelas no Rio de Janeiro? O presidente Rodrigues Alves mandou derrubar os cortiços para construir novas avenidas. Desalojado, o povo pegou suas coisas e subiu o morro. •Por que República das Oligarquias? E da Espada? Republica das Oligarquias: enquanto o exército acabava com a monarquia e tornava o Brasil um país republicano, os latifundiários se preparavam para assumir o Brasil. República da Espada: Militares assumiram a presidência do Brasil logo após a queda da monarquia.


•Como era o sistema eleitoral da rep. Velha? Rep. Velha: votavam homens brancos e acima de 21 anos e alfabetizados. Não votavam mulheres, negros, mendigos, analfabetos e menores de 21 anos. •Contextualize a frase “a transição de um regime nascido sob o signo da espada para o controle das elites civis” Deodoro da Fonseca assumiu o Brasil (República da Espada), mas os militares no poder deram lugar as elites civis (oligarquias) os latifundiários. •Explique a corrupção na República Velha. O voto era aberto, os chefes políticos indicavam os mesários que controlavam a votação. O voto era queimado caso não favorecesse certo chefe político.

Heitor Silveira - 9º A


Utilizando a Revista Eletrônica, elaborar 10 perguntas (com respostas) sobre a República Velha. Explique a seguinte frase: “A República Velha nasceu no signo da Espada, mas logo deu lugar para a hegemonia das elites civis”. Os militares foram quem conquistaram o fim da monarquia e começo da República no Brasil, mas após dois mandatos de militares na presidência, houveram 10 presidentes civis, que apenas uma vez tiveram sua hegemonia interrompida por um candidato militar. Por que o Brasil era criticado pelos americanos? O Brasil era criticado pela política “América para os americanos”, defendida pelos norte-americanos porque o Brasil era o único país do continente americano que ainda possuía a monarquia como organização política. Quais eram as principais qualidades esperadas pelo povo para a nova República brasileira? A mídia e o povo julgavam que a nova organização política brasileira deveria ser rica nos seguintes valores: liberdade, democracia, justiça, moderação e não-violência; porém essas expectativas não foram totalmente cumpridas por parte dos políticos, que não foram capazes de cumprir principalmente a parte da justiça; pois apenas “queriam saber de si mesmos”. Por que a República Velha Ganhou o apelido de República das Oligarquias? Ela ganhou esse apelido, porque a maiorias dos presidentes dessa época favoreciam os oligarcas (grandes latifundiários) e excluíam das decisões políticas as camadas mais baixas da sociedade brasileira. A política do Brasil e as manipulações das votações também dependiam muito dos grandes fazendeiros.


Quais são as principais diferenças entre o método de votação atual e o utilizado na República Velha? Na República Velha, os votos eram manipulados pelos coronéis, com a intenção de favorecer seus candidatos (os que lhe ofereciam incentivos fiscais). Os coronéis ajudavam pessoas com suas necessidades primárias (emprego, comida, e moradia) e em troca essas eram alfabetizadas (aprendiam a escrever seu nome) e votavam no candidato indicado pelo coronel. Os jagunços (capangas) do coronel garantiam que estes votariam no candidato correto por meio de ameaças e pelo fato da votação não ser secreta, estes podiam confirmar se o voto foi correto ou não :voto de cabresto. Além disso, os mesários eram escolhidos a dedo pelos políticos; e se esses julgassem os resultados desfavoráveis, queimavam os votos; garantindo a vitória dos civis. Atualmente, o Brasil tem um dos sistemas mais avançados de votação do mundo. A votação é completamente automatizada, garantindo a precisão e a não manipulação das votações. Sobretudo, o voto é secreto e a prática de boca de urna é proibida, garantindo a privacidade dos eleitores. Quem eram os possíveis eleitores? Só podiam votar homens maiores de 21 anos e alfabetizados. Mulheres, soldados, mendigos e menores de 21 anos estavam proibidos de votar. As mesmas restrições se aplicavam a quem quisesse se candidatar a algum cargo político. O que é Clientelismo? É o nome dado à troca de favores entre políticos e e coronéis na República Velha, que ocasionavam as fraudes eleitorais. Hoje é dado nome corrupção a essa troca de favores. Quais eram as três esferas de poder? O poder era dividido em três âmbitos: o federal, o estadual e o municipal. Em cada um prevalecia um método de funcionamento do clientelismo. No âmbito federal, prevalecia à política do café-com-leite, o governo central dominado pelo PRP e pelo PRM (partidos republicanos paulista e mineiro, respectivamente) se aliavam as principais oligarquias desses dois estados, e manipulavam as votações; os dois partidos majoritários alternavam o candidato que deveria vencer as eleições, sendo cada vez o associado de um dos partidos. A articulação da troca de favores entre a União e os estados se concretizava graças à política dos governadores. No menor âmbito, o municipal; a política era dominada pelos coronéis, que formavam currais eleitorais, ajudando necessitados em troca de seus votos no candidato por ele indicado.


Contextualize a Revolta da Vacina. Em 1902, a situação da capital brasileira era crítica: a população pobre habitava cortiços, sem saneamento básico e com péssimas condições de higiene, o que estava transformando a cidade em um grande foco de doenças. Rodrigues Alves, o então presidente, queria transformar a capital em um verdadeiro cartão postal. Iniciou a vacinação da população para combater as doenças e criou o programa de saneamento básico, o que revoltou a população pobre, dando origem a revolta. Rodrigues Alves derrubou os cortiços da orla e a população, sem ter onde se abrigar, subiu o morro (movimento bota abaixo) . A cidade fluminense viveu 10 dias de guerra civil, que acabaram resultando em 1000 pessoas presas e enviadas ao Acre (recém comprado pelo Brasil); as medidas sanitárias continuaram. Qual a origem das favelas no Rio de Janeiro? Rodrigues Alves queria transformar o Rio de Janeiro em cartão postal. A elite estava começando a gostar de ter duas casas, uma na cidade e uma para passar as férias na praia. O presidente se conscientizou que seria melhor para a cidade se ele derrubasse os cortiços na orla em que os pobres moravam e criasse uma avenida, valorizando as praias da capital (movimento bota abaixo). Os pobres, sem ter escolha de onde se instalar, tiveram que levar seus barracos para o alto dos morros da cidade, dando origem as favelas cariocas.

Igor Donni - 9ºB


Montar um quadro explicando os fatos da República Velha

Elite baiana / Canudos

A elite baiana pediu providências do governo para evitar que o “mal” se espalhasse, ou seja, estavam pedindo que Canudos fosse destruído. Ocorreu uma expedição para tentar acabar com Canudos, mas sem sucesso. A tentativa que terminou em sucesso ocorreu só em 1987 logo após ocorrer uma campanha nacional.

Marinheiro João Candido.

O marinheiro João Candido chefiou a revolta da Chibata que ocorreu no Rio de Janeiro contra o trabalho excessivo, os castigos corporais que eles recebiam e dos baixos salários. Os revoltos tomaram o encouraçado de Minas Gerais e alguns navios e ameaçaram bombardear o Rio de Janeiro caso eles e o governo não entrassem em acordo.

Iniciou em 5 de Julho de 1922 sob liderança de capitães e tenentes do exército com o objetivo de depor o presidente da República. Esse movimento ficou conhecido como tenentismo. A mobilização dos tenentes do exército deu origem a Revolta no Forte de uma série de levantes militares. Copacabana Para os tenentes os únicos que podiam salvar o país da degradação moral eram os militares. Também defendiam o ensino fundamental gratuito, punição para os corruptos, diminuição dos gastos públicos e redução do poder das oligarquias.

Ligas Operárias

Movimentos Grevistas

Semana da Arte Moderna

Eram organizações de resistência, com caráter mais combativo e independente. Elas eram a favor da melhoria de salários, diminuição da jornada de trabalho, assistência ao trabalhado, assistência ao trabalhador doente ou acidentado e regulamentação do trabalho feminino. As greves que ocorreram reivindicavam principalmente as melhorias salariais, jornadas de oito horas de trabalho e reconhecimento dos direitos trabalhistas e uma legislação previdenciária. E 1917 aconteceu uma greve geral em São Paulo que teve repercussão no restante do país. Ela se estendeu desde as empresas de tecidos até o ramo de bebidas, comércio e até nos bondes. Os grevistas entraram em choque com a polícia. As Leis trabalhistas só foram criadas em 1943. A semana de arte moderna foi um divisor de águas na cultura brasileira. Ela foi realizada em 1922 e fazia parte da comemoração do centenário da independência. Podemos considerar que o evento foi um manifesto pela independência artística do país. Foi considerado também o marco oficial do movimento modernista do país. Os artistas de 1922 inovaram com uma poesia irregular, linguagem coloquial e vulgar que valorizava o cotidiano. Luta contra o passadismo (tendências artísticas do século XIX) consideradas conservadoras e ultrapassadas.

Vitor Pagetti - (9º B)


Explicar os termos ligados a República Velha -Cangaço O cangaço foi um movimento causado por questões sociais brasileiras e lutas de famílias ou clãs. O movimento ocorreu no nordeste do Brasil. Esses grupos começaram a surgir a partir do final do século XVIII, e com o passar dos anos foram se tornando independentes. Porém independentes ou não, esses grupos tinham o objetivo de assaltar fazendas, seqüestrar coronéis e saquear comboios e armazéns. Eles não tinham moradia fixa, ficavam soltos cometendo crimes e se escondendo. O cangaço foi uma reação contra a miséria,fome,concentração de terras,doenças e secas.

A imagem mostra um coronel tendo sua fazenda roubada


-Contestado Em 1912, depois da destruição dos Canudos, surgiu um grupo conhecido como Contestado. O grupo reunia pessoas pobres (pequenos agricultores expulsos de suas terras devido à construção da estrada de ferro que ligaria São Paulo ao Rio Grande do SUL) de diversas origens, que se instalaram em uma região onde se estabeleceu uma sociedade igualitária e cristã, liderada por Miguel Lucena de Boaventura, ou José Maria, que ganhou fama de milagreiro. Porém ele morreu nos primeiros combates do grupo contra as tropas estaduais. Tiveram vários outros combates, e foi em um deles, o grupo foi totalmente destruído pelas tropas estaduais e pelo Exército. A revolta recebeu este nome porque ocorreu em uma região rica em madeira e era disputada pelos estados do Paraná e Santa Catarina.

A imagem mostra uma “briga” entre o exército e o grupo Contestado


- Canudos Em 1803, no interior da Bahia formou-se um grupo conhecido como Canudos liderado por Antonio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antonio conselheiro. Ele era chamado assim, pois era um líder religioso popular católico, que não mantinha vínculos com a hierarquia da igreja, ou seja, não era padre. Antonio vivia de esmola e em todos os lugares que chegava empenhava-se com seus seguidores em construir e reparar capelas, igrejas e cemitérios. Ficou famoso por suas pregações e por onde passava atraía cada vez mais pessoas que se juntavam a ele. O grupo era formado por aproximadamente 30000 pessoas, onde na maioria eram pobres que se sentiam injustiçadas ou não concordavam com as regras da República. No grupo, cada família mantinha uma roça e uma criação de animais e a terra pertencia a todos, não havendo diferenças sociais. Todas as festas eram religiosas e não era permitido sexo antes do casamento ou bebidas alcoólicas. As autoridades, o clero e os coronéis começaram a ficar incomodados, pois eram os pobres que faziam a maior parte do trabalho, e como conseqüência enviaram grupos para destruir os Canudos. Nenhum deles teve sucesso e por isso iniciou-se uma campanha (apoiada pelo clero, jornal, latifundiários) para pressionar o governo e reforçar o ataque contra Canudos. Até que em 1897 um movimento liderado pelo general Artur Oscar foi enviado à região, e depois de um mês de conflito os Canudos foram finalmente vencidos, e os poucos sobreviventes que restaram foram presos.

A imagem representa Antonio conselheiro contra as autoridades. Valentina Parasmo – (9º A)


Antonio conselheiro e a vida em canudos Em 1903, ás margens do Rio Vaza-Barris, no interior do estado da Bahia, formou-se o arraial de Belo Monte, sob a liderança de Antonio Vicente Mendes Maciel, que ficou conhecido como Antonio Conselheiro. Nessa época, era comum encontrar pelo interior do Brasil líderes religiosos populares católicos que não possuíam vinculo com a hierarquia da igreja. Eram os chamados beatos ou conselheiros. Seu público era formado pelas populações desfavorecidas, cujas necessidades eram esquecidas pelas autoridades, e que encontravam conforto e esperança na religiosidade. Reunindo cerca de 30.000 pessoas a comunidade de canudos viveu uma experiência comunitária cujos princípios morais estavam baseados no catolicismo. A terra pertencia a todas as famílias, e não havia diferenças sociais entre as pessoas. Devido a essas características a vila de canudos diante das autoridades, acabou se tornando um péssimo exemplo para outros povoados. Diante disso a oligarquia local e o clero baiano pediram providencias do governo para evitar que o “mal” se espalhasse. Uma primeira expedição foi feita em 1896 pelo governo estadual porem a expedição falhou. Depois disso o governo do Rio de Janeiro decidiu socorrer a elite baiana. Enviaram, primeiramente, duas expedições para destruir canudos porem novamente as expedições foram falhadas e a única expedição que teve resultado foi sob a liderança do general Arthur Oscar. Os conflitos duraram cerca de um mês e meio até que finalmente canudos foi derrotado.

Matheus Laupman Nascimento - (9º B)

Luiz Henrique Victor - (9º A)


João Cândido: O gaúcho João Candido era o chefe dos marinheiros dos encouraçados de Minas Gerais e São Paulo em 1910 Foi nessa época que ocorreu a revolta da Chibata, realizada pelos Marinheiros chefiados por ele, pois eles se rebelaram contra o trabalho excessivo e os castigos corporais que eles recebiam, ou seja, eles se revoltaram contra o uso da Chibata. Além desses fatores, a situação da marinha brasileira era de comida ruim, salários baixos, trabalho pesado, disciplina despótica e castigos freqüentes. Após as ameaças ao Rio de Janeiro, o governo resolveu ceder às reivindicações dos marinheiros, e João Candido foi preso.


A revolta do forte de Copacabana: Em 5 de julho de 1922, a revolta do forte de Copacabana iniciou-se, com a liderança de capitães e tenentes do exército e alguns da marinha. O objetivo dessa revolta era depor o presidente da república, causados pela redução do poder das oligarquias, a consolidação das instituições republicanas, o fim da corrupção política, a centralização administrativa e o voto secreto e a presença do exército no comando do país.

Os dezoito do forte de Copacabana. Entre os militares, um civil aderiu ao movimento. Enfrentaram as forças do governo e 16 morreram. Breno Fabbri - (9º A)


Obra: A estudante ( artista - Anita Malfatti)

Em suas obras, assim como em A estudante, Anita revela o seu interesse em retratar o estado psicológico dos seus modelos. O uso de certa deformação moderada, fugindo dos modelos clássicos, causou grande alvoroço em Monteiro Lobato e na elite provinciana de São Paulo.

Semana de arte moderna (1922) A Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, ocorreu em São Paulo no ano de 1922, nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal. Cada dia da semana foi dedicado a um tema: respectivamente, pintura e escultura, poesia, literatura e música. A Semana de Arte Moderna representou uma verdadeira renovação de linguagem, na busca de experimentação, na liberdade criadora da ruptura com o passado e até corporal, pois a arte passou então da vanguarda, para o modernismo. O evento marcou época ao apresentar novas ideias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, que antes era só escrita; a música por meio de concertos, que antes só havia cantores sem acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos. O adjetivo "novo" passou a ser marcado em todas estas manifestações que propunha algo no mínimo curioso e de interesse. Participaram da Semana nomes consagrados do modernismo brasileiro, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Víctor Brecheret, Plínio Salgado, Anita Malfatti, Menotti Del Pichia, Guilherme de Almeida, Sérgio Milliet, Heitor Villa-Lobos, Tarsila do Amaral, Tácito de Almeida, Di Cavalcanti entre outros, e como um dos organizadores o intelectual Rubens Borba de Moraes que, entretanto, por estar doente, dela não participou.

Juliana Luz - (9º B)


Explicar o significado e importância da semana da arte moderna (contexto histórico) - A semana de Arte Moderna, reuniu uma inovação dos artistas, quando estes substituíram a linguagem formal pela poesia irregular, linguagem coloquial e vulgar. Os artistas tinham como objetivo recuperar as raízes nacionais, aproveitando as pinturas estrangeiras e os avanços industriais. A semana da arte Moderna foi uma comemoração dos 100 anos de independência do Brasil. O evento foi realizado em São Paulo, no Teatro Municipal e é considerado como o início do movimento modernista. As obras mais conhecidas foram: Pau-brasil (Oswald de Andrade) ; Macunaíma (Mário de Andrade); Martim Cererê (Cassiano Ricardo). Justificar a frase sublinhada na página 49 A semana de Arte Moderna foi sem dúvida um divisor de águas na cultura brasileira. Foi sim um divisor de águas, pois mudou completamente o cenário da cultura e da arte brasileira. Passou da linguagem completamente formal e da gramática normativa para uma linguagem coloquial, informal, diferente. A arte moderna brasileira ficou uma coisa muito mais gostosa de se ver e ler, pois agora se assemelhava mais ao cotidiano da população. Caique Bastos - (9º B)


 Revolta da Vacina – 1904 Revolta da Vacina Época Local

Causa

Consequências

Características

Início do século XX - 1904 Rio de Janeiro Cortiços habitados por população pobre. Falta de saneamento básico. Péssimas condições de higiene. Foco de doenças (varíola, febre amarela e peste bubônica). Rodrigues Alves presidente do Brasil desejava transformar a capital do Brasil (RJ) em ''cartão postal''. Brigadas Sanitárias subiam o morro e vacinavam as pessoas à força. Com a revolta da população a capital federal viveu durante uma semana uma guerra civil. O governo reagiu com violência. Muitas pessoas morreram e no conflito e mais de mil pessoas foram presas e deportadas para o Acre. As medidas sanitárias continuaram. A Revolta da Vacina foi um movimento popular. O governo tentava neutralizar as doenças. Criação de saneamento básico. Rodrigues Alves demoliu os cortiços do centro e da orla. A População pobre subiu o morro (formação das favelas).


Reública Velha:  Cangaço: Final do século XVIII. Origem: lutas entre famílias, com formação de

bandos armados. O movimento era a reação à miséria que vivia a maior parte dos sertanejos e contra as atitudes do governo e da igreja. OBS.: combatiam a concentração de terras, fome, doenças e as secas. O cangaceiro de maior destaque foi “Lampião”, que invadia latifúndios e distribuía aos pobres.  Região do Contestado: Região disputada entre agricultores de Santa Catarina (SC) e Paraná (PR), devido à fartura de madeira. A região foi ocupada por trabalhadores sem-terra que montaram acampamentos. Os acampantes enfrentaram conflitos com os operários responsáveis pela construção da ferrovia, que ligava o Rio Grande do Sul (RS) á São Paulo (SP)/(RJ) Rio de Janeiro, e com os madeireiros da região. Os acampantes foram violentamente derrotados.  Antônio Conselheiro: Ele era um peregrino do sertão, vivia de esmolas, vestia um camisolão azul, reformava capelas, pregava ensinamentos divinos, era líder do movimento de Canudos e responsável pela organização dessa comunidade no interior da Bahia.  Vida em Canudos: A comunidade liderada por Antônio Conselheiro era formada por uma população pobre e esquecida pelo governo, ex-escravos que buscavam na religiosidade uma esperança de vida. No Arraial do Belo Monte, a terra pertencia a todos, cada família tinha uma roça de subsistência, era proibida a prostituição, o sexo antes do casamento, o jogo e a bebida alcoólica. Por concentrar quase 30 mil pessoas, era uma comunidade própria que incomodava a elite agrária.  Elite Baiana / Canudos: A elite agrária tinha medo que o exemplo de canudos, “comunidade independente e com leis próprias” se espalhasse pelo Nordeste: medo de perder o poder político, de uma revolta popular e falta de mão de obra.  Marinheiro João Cândido e Revolta da Chibata: Foi líder da Revolta da Chibata realizada na Marinha Brasileira. Os objetivos eram: acabar com os castigos corporais, com a tortura e o uso da chibata. Exigiam melhores condições de trabalho e o fim do preconceito. Ameaçaram bombardear o Rio de Janeiro. Consequência: Acordo com o governo federal, marinheiros acabaram com a rebelião, governo federal voltou atrás com o acordo e marinheiros foram presos, executados e muitos enviados para a Amazônia. O uso da chibata continuou.


 Revolta no Forte de Copacabana: Iniciou em 5 de Julho de 1922. Sob a liderança de capitães e tenentes do exército e alguns da marinha com o objetivo de depor o presidente da república. O movimento defendia o fim da corrupção, administração dos gastos públicos, ensino fundamental gratuito, proteção das empresas nacionais e o exército no comando do país. O movimento foi terminado / abafado. No Forte de Copacabana 300 militares estavam rebelados. A maioria optou pela rendição (dos 3oo rebelados 17 saíram do forte em protesto. Um civil juntou-se ao grupo. 16 foram mortos).  Movimento Grevista: As greves foram o maior instrumento de resistência dos trabalhadores que reivindicavam salários e jornadas justas. Em 1917 ocorreu a Greve Geral partindo de São Paulo: grevistas em choque com a polícia. A greve teve como consequência um aumento salarial e promessa de atendimento a outros pedidos.  Ligas Operárias: Faltava legislação trabalhista, existiam péssimas condições de trabalho e baixos salários. Cansados da exploração os trabalhadores se organizaram em atividades de classe – ligas operárias e organização de sindicato (reivindicações de leis trabalhistas).  Semana de Arte Moderna: Ocorreu em 1922. Foi um divisor de águas na cultura brasileira, onde artistas inovaram com poesias irregulares que valorizavam o cotidiano. Fez parte das comemorações do centenário da Independência do Brasil, então pode ser considerado um manifesto pela independência artística do Brasil. OBS: o objetivo era “separar” a cultura brasileira das tendências artísticas européias consideradas conservadoras e ultrapassadas (recuperar as raízes nacionais).

Laura Manfredini Ferezin - 9º B


Fazer os exercícios 5, 6, 7, 8 da pág. 52 do Livro 5) Quais as principais reivindicações do movimento tenentista? Reflita sobre as principais reivindicações do movimento e depois responda em seu caderno. Quais grupos sociais eram os principais beneficiados por essas propostas? As principais reivindicações do movimento tenentista foram: em 1922, sob a liderança de capitães e tenentes do exército e alguns da Marinha, formou-se o tenentismo, com o objetivo de depor o presidente da República, Epitácio Pessoa; a mobilização dos tenentes do Exército brasileiro deu origem a uma série de levantes militares, esses jovens oficiais reivindicavam o poder das oligarquias, a consolidação das instituições republicanas, o fim da corrupção política, a centralização administrativa, o voto secreto e a presença do Exército no comando do país. 6) Compare o movimento de Canudos com o do Contestado e estabeleça semelhanças e diferenças entre eles. Em Canudos, não havia nenhuma diferença social entre as pessoas, a terra era de todos e cada família tinha de plantar e criar animais que sustentava a comunidade, já na região do Contestado, era um grupo de pessoas pobres e sem terra, e envolvia empresas estrangeiras. Tanto a comunidade de Canudos como a região do Contestado, foram destruídos. Os dois movimentos mostraram o problema da concentração de terras,da exclusão social e da repressão. 7) A figura de João Cândido, líder da Revolta da Chibata, inspirou uma canção de João Bosco e Aldir Blanc, intitulada “ O mestre-sala dos mares”. Procure conhecer a música e a canção. Depois, escreva em seu caderno os trechos em que os autores fazem referência ao marinheiro rebelde. Os trechos que fazem referência ao marinheiro rebelde são: “Conhecido como o navegante negro”; ” Jorravam das costas dos santos entre cantos e chibatas”; “Inundando o coração do pessoal do porão”; “Salve o navegante negro”.


8) Observe a imagem a seguir.

Analise a pintura, realizada em 1933 pela artista brasileira Tarsila do Amaral. Que elementos presentes nesta obra representam a situação socioeconômica e cultural do Brasil nas primeiras décadas do século XX? O Brasil, com o passar dos anos foi evoluindo e começou a possuir cidades grandes, começou a ter uma grande diferença social, pessoas riquíssimas e pessoas super pobres; no Brasil, passou a ter uma grande diversidade de povos e culturas, italianos, portugueses, negros, brancos, etc. As chaminés das fábricas fazem referência a industrialização e os diferentes rostos significam as diferentes origens do operariado brasileiro.

Giuseppe Mazagão - 9º A


A figura de João Cândido, líder da Revolta da Chibatada, inspirou uma canção de João Bosco e Aldir Blanc, intitulada “O mestre-sala dos mares”. Escreva em seu caderno os trechos em que os autores fazem referência ao marinheiro rebelde. O mestre-sala dos mares Há muito tempo nas águas Da guanabara O dragão no mar reapareceu Na figura de um bravo Feiticeiro A quem a história Não esqueceu Conhecido como Navegante negro Tinha a dignidade de um Mestre-sala E ao acenar pelo mar Na alegria das regatas Foi saudado no porto Pelas mocinhas francesas Jovens polacas e por Batalhões de mulatas Rubras cascatas jorravam Das costas Dos santos entre cantos E chibatas Inundando o coração, Do pessoal do porão Que a exemplo do feiticeiro Gritava então Glória aos piratas, às Mulatas, às sereias Glória à farofa, à cachaça, Às baleias Glórias a todas as lutas Inglórias Que através da Nossa história Não esquecemos jamais Salve o navegante negro Que tem por monumento As pedras pisadas do cais. Carolina Vaz - 9°A


1) De acordo com o capítulo 2 :Montar um quadro explicando a Doutrina Monroe, Diplomacia do Dólar e Política do Big Stick. Doutrina Monroe: Foi feito por um presidente americano chamado James Monroe. Tal documento era contra a interferência dos países não-americanos nos recentes Estados da América. A Doutrina Monroe se opunha aos interesses europeus que usavam da política imperialista.

Diplomacia do Dólar: Foi um dos fatores que estabeleceu a base da relação entre EUA e países latinos. Os países latinos eram conquistados através de empréstimos e vantagens (somente para a América Central), porém, isso dava o direito do governo americano “se meter” quando julgasse necessário.

Política do Big Stick: Com o poder de intervenção, o governo americano aproveitou da situação pra realizar visitas armadas na América Latina. A intenção era por ordem, defender os interesses das empresas dos Estados Unidos e de banqueiros no Caribe. 2) Caracterize os países latino-americanos até o final do século XIX. Os países latino americanos viveram tempos de influência americana extrema, porém no final do século XIX, passaram por sua própria revolução industrial que gerou um aumento nas urbanizações. 3) De acordo com a página 63, explique o título “Desafios para a América Latina”. Os desafios que a América Latina tem são duros de romper, e o principal deles é se livrar da influência estrangeira que hoje em dia abrange todas as classes sociais em vários termos. Ana Flavia Fonseca - 9º A


Tendo como referência o capítulo 2: a) Escrever as características dos países da América Latina no final do século XIX e início do século XX. Durante o século XIX, os países latinos – americanos conviviam com governos autoritários. No final do mesmo século, os países da América Latina começaram um processo de industrialização, acompanhados por um grande crescimento das atividades urbanas. O fim do século XIX e o começo do século XX, foi marcado pela modernização e uma crescente desigualdade social. Diante desse quadro, houve uma insatisfação que gerou organizações de greves operárias e manifestações urbanas. b) De acordo com a página 63, explicar os desafios para a América Latina. Sempre existiram nos estados americanos grandes desigualdades entre índios e brancos o que levou a várias rebeliões em muitos lugares da América. A influência estrangeira, em especial dos Estados Unidos, é visível na sociedade latino americana até os dias de hoje, inclusive no Brasil.

Beatriz Nogueira - 9º B


Tendo como referência o esquema passado no caderno, explicar o cenário europeu antes da 1º Guerra Mundial. A revolução Industrial ocorreu em meados do século XVIII, com a intenção de transformar a matéria prima em produto através da indústria. A conseqüência foi à classificação econômica em países desenvolvidos, que foram os que tinham capital para investir no mercado. Os países subdesenvolvidos eram os que não possuíam capital suficiente para investir no mercado industrial. Após a revolução industrial os países desenvolvidos adotaram o imperialismo, que foi a ocupação de terras fora das fronteiras originais (países subdesenvolvidos), em busca de matéria prima, mão de obra barata e mercado consumidor. Fatores que deram origem a 1º Guerra Mundial: - Clima de hostilidade (rivalidade) - Disputa por terras - Sem acordo diplomático As características principais foram: - A Paz Armada, que �� o nome usado para descrever o período da 1º Guerra Mundial, que foi um momento de corrida armamentista (em tempo de paz,preparação para a guerra), quando a Triplica Aliança (Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália) ampliavam sua capacidade bélica e a Tríplice e Entente (Rússia, França e Inglaterra) buscava equipar-se. - A Política de Aliança foi o nome usado para descrever o fato em que países se aliavam por causa de interesses. (acordos militares entre potências industrializadas visando proteção e interesses comuns). - A Indústria Bélica, que cresceu por intensa busca das Tríplices em armas (produção intensa de armamentos). Nicholas Martin - 9º B


Ler a página 76 e explicar os tratados de paz feitos pelos países vencedores da primeira guerra mundial em 1919. Tratado de Versalhes- Assinado no dia 28 de junho de 1919. A Alemanha foi obrigada a assinar este tratado de paz que a punia como responsável pela guerra. Tratado de Saint-Germain - Assinado em 1919 tirou o Império Austro-Húngaro e tirou a saída por mar da Ástria. E também forçou a reconhecer a independência da Tchecislováquia, Húngria, Polônia e Iugoslávia, dando a esses novos países grande parte de seu território. Tratado de Trianon, Tratado de Neuilly, Sévres e de LausanneTratados assinados com os outros Estados derrotados. Explicar o significado histórico da figura 8 da página 77 A figura mostra o medo dos meninos (com média 14 anos de idade) de serem convocados ao exército, sabendo que teriam que enfrentar guerras ou pequenas batalhas, convivendo com mortes e tristeza. O Tratado de Versalhes deixava claro que um novo conflito iria ocorrer...

Carolina Vaz - 9°A


•Primeira Guerra Mundial: •Relações entre: Rev. Industrial; Imperialismo; 1ª Guerra: -Cenário europeu antes da 1ª Guerra: A Revolução Industrial ocorreu em meados do século XVIII, com a intenção de transformar a matéria prima em produto através da indústria maquinaria. Houve a classificação econômica em países desenvolvidos (aqueles com capital para investir no mercado industrial – ricos) e países subdesenvolvidos (aqueles sem capital para investir no mercado consumidor – pobres, porém ricos em matéria prima; mão de obra barata; mercado consumidor). Após a Rev. Industrial, os países desenvolvidos adotaram o Imperialismo, que foi o nome dado a época em que esses países ocupavam terras fora das fronteiras originais, ou seja, países subdesenvolvidos, em busca de matéria prima, mão de obra barata e mercado consumidor. Consequentemente houve o início da 1ª Guerra Mundial, que decorreu antes de tudo, das rivalidades políticas e das disputas por áreas coloniais. Ou seja, houve a falta de acordo diplomático em relação à ocupação de terras por parte dos países industrializados (desenvolvidos). -Consequência: Início da 1ª Guerra, na qual a Europa encontrava-se preparada para o confronto, pois já existiam acordos militares por interesse (Política de Aliança) e pesados investimentos na Indústria Bélica, que colocou no mercado tudo o que tinha de equipamentos e armamentos para a guerra. -Política de Aliança: Bismarck idealizou a Tríplice Aliança (Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália), com o objetivo de colocar em prática o princípio do isolamento francês. Foi idealizada a Tríplice Entente (Rússia, França e Inglaterra), que era o adversário da aliança idealizada por Bismarck. - Indústria Bélica: houve um grande crescimento e colocou no mercado tudo o que havia de mais moderno na época, em equipamentos e armamentos. Isso aconteceu por consequência da Paz Armada, que foi o momento em que as tensões e as rivalidades entre as principais potências mundiais, levaram os países a iniciar a corrida armamentista.


•Trincheiras: - Após quase um ano de guerra de movimento de tropas, o confronto acabou se firmando em uma guerra de posições – guerra de trincheiras, como ficou mais conhecida. Formaram-se mais de 500 km de trincheiras, onde os soldados aguardavam o inimigo; tinham o objetivo de sobreviver; conviviam com a fome, morte, doenças e depressão.

•Brasil na Guerra: - Os brasileiros apoiavam a Tríplice Entente, enviando remédios, suprimentos e indivíduos que prestavam ajuda humanitária aos feridos. Os brasileiros participavam do patrulhamento do Atlântico, onde navios brasileiros transportavam tropas norte-americanas para a Europa. A guerra influenciou o surgimento de indústrias nacionais.

•EUA na Guerra: - Em 1917 houve a saída da Rússia e a entrada dos EUA na guerra, que circulavam pelo Canal da Mancha com o objetivo de levar suprimentos para a Inglaterra, por navios norte-americanos, que foram atacados por submarinos alemães. Desde então o governo dos EUA declarou guerra a Alemanha. -> Em 1918 o presidente dos EUA, Thomas Woodrow Wilson, apresentou uma proposta conhecida como Os 14 Pontos de Wilson, com base nos ideais liberais e no direito de um povo ter seu próprio Estado, livre do domínio estrangeiro. Contudo, a proposta foi recusada por não apresentar vencidos e vencedores. E em 11 de novembro de 1819, a recém-fundada República Alemã assinou um armistício encerrando a guerra, e assim houve um tratado de paz (Tratado de Versalhes) em 1919, em que os países vencedores determinaram fatores. Laura Ferezin - 9º B


1 Ler a página 76 e explicar os tratados de paz feitos

pelos países vencedores da 1º Guerra Mundial em 1919. 2 Explique o significado histórico da figura 8 (página 77) 1- 1919, representantes dos países vencedores reuniram-se em Versalhes,na França, para elaborar um tratado de paz.Foi uma tarefa difícil devido à natureza das questões a serem resolvidas e ao grande número de aspirações que deveriam ser harmonizados. Em 28 de junho de 1919 a Alemanha foi obrigada a assinar o Tratado de Versalhes, cujos termos se ignorava completamente a proposta de paz do presidente Wilson e se punia a Alemanha como responsável pela guerra.Esse tratado estabeleceu inúmeras restrições à Alemanha. Algumas dessas restrições era que, como as minas de carvão da França foram destruídas,a Alemanha tinha que ceder a França à sua propriedade inteira de minas de carvão. A Alemanha teria que reconhecer a completa independência da Polônia e respeitar a independência da Áustria,proibida de manter exército e indústria bélica,devolver áreas ocupadas e pagar indenizações. As forças militares da Alemanha não deveriam compreender nenhuma aviação nem naval. O tratado era humilhante e injusto para a Alemanha porém ela não teve outra alternativa, tinha que concordar com os termos. Para a Itália , as condições de Versalhes não foram satisfatórias, na medida em que não atenderam às suas pretensões imperialistas. Ao fim a responsabilidade pela guerra foi depositada para a Alemanha ( que começou a 1º Guerra e a 2º Guerra). 2-Essa Imagem mostra uma caricatura do Tratado de Versalhes:uma criança, que se tornará soldado em 1940 chora pelo destino que lhe espera. Yuri Casseb nº 32 9ª A


Pesquisar e elaborar 3 parágrafos sobre a atual crise econômica do E.U.A. Identificar fonte. Na última semana, o presidente Barack Obama vem se reunindo com os líderes dos partidos dos Republicanos e Democratas para resolver a questão de crise econômica até 2/8/2011. Se não resolvesse seria dado o calote. Eles estão tentando achar meios de resolver este problema porque o governo começaria a ter dificuldade de honrar parte de sua dívida, sem elevação desse limite para novos empréstimos, a partir desta terça-feira. Crise que Washington impôs ao resto dos Estados Unidos e ao Mundo. Na noite de domingo, o presidente Barack Obama anunciou um acordo que promete encerrar meses de disputas entre os dois principais partidos e tirar o país da rota do que poderia ser um calote nunca visto. Republicanos e Democratas preveem cortes nos gastos governamentais e a elevação do teto da dívida pública americana, atualmente em US$ 14,3 trilhões. O acordo permitirá evitar o default (suspensão de pagamentos) e o governo começaria a ter dificuldades de honrar parte de sua dívida, sem elevação desse limite para novos empréstimos, a partir 02/08. O acordo preliminar eleva o teto da dívida, atualmente em US$ 14,3 trilhões, em cerca de US$ 2 trilhões permitindo, assim, que o governo tome novos empréstimos e continue financiando sua dívida até, pelo menos, 2013. O acordo deve passar sem dificuldade pelo Senado, mas enfrentará um caminho mais difícil na Câmara de Representantes, onde integrantes do movimento Tea Party já se disseram insatisfeitos com o que foi negociado na noite de domingo. Há oposição também de outros grupos. Dos US$ 14,3 trilhões da dívida americana, um total de US$ 4,6 trilhões está nas mãos do próprio governo, emprestados de fundos de Seguridade Social. Os US$ 9,7 trilhões restantes são devidos a investidores em títulos da dívida, que podem ser tanto pessoas físicas quanto empresas, governos, bancos e fundos de pensão. Cerca da metade desse montante está em poder de credores estrangeiros. Segundo dados divulgados pelo Departamento do Tesouro relativos a maio, o Brasil é o quinto maior credor estrangeiro da dívida americana, com US$ 211,4 bilhões (cerca de R$ 330 bilhões, ou quase dois terços das reservas internacionais) aplicados em títulos do governo. O maior credor estrangeiro é a China, com US$ 1,16 trilhão, seguida por Japão, Grã-Bretanha e um grupo de países exportadores de petróleo. Uma das principais exigências dos democratas é que o novo prazo para revisão do teto não caia no ano eleitoral de 2012.Os republicanos querem que o governo faça cortes no déficit público que podem chegar a US$ 2,4 trilhões ao longo da próxima década. Segundo as negociações, esses cortes seriam feitos em duas etapas e poderiam exigir a criação de um comitê no Congresso que seria responsável por propor as áreas de onde sairiam os recursos. Em um primeiro momento, os cortes para os próximos 10 anos ficariam em torno de US$ 900 bilhões. A quantidade cortes ainda precisa ser determinada. O acordo afasta o risco de suspensão imediata de pagamentos da dívida, mas não descarta que a avaliação dos títulos da dívida pública americana seja revista para baixo do atual patamar de nota máxima.

Fonte:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/08/eua-votam-hoje-acordo-que-evita-calote-1.html http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110801/not_imp752620,0.php http://cursinhopoliusp.blogspot.com/2009/04/entenda-crise-nos-eua.html http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/07/110720_entenda_dividaeua_ac.shtml http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/07/110719_obama_divida_negociacao_ac.shtml Juliana Luz - 9B


Crise dos Estados Unidos A crise atual dos Estados Unidos tem como suas causas a crise de 2008, com a bolha imobiliária e problemas no sistema financeiro, como a quebra de bancos (Lehman Brothers); a sua dívida gigantesca devido à grande importação de petróleo, sua principal matéria prima e a elevação de gastos públicos. Como conseqüência terá a instabilidade econômica mundial, altos índices de desemprego e o aumento do teto da divida, que irá para 19 trilhões de dólares, sendo que o máximo permitido pelo Banco Central e 14 trilhões. Essa ultima medida foi adotada para evitar o calote que poderia dar no mundo, evitando crises em outros países (efeito dominó).

Wendel Augusto - 9º A


a) Montar um quadro justificando a situação europeia e dos Estados Unidos após a primeira guerra mundial.

b) Explique a expressão: euforia norte americana. Com a crise na Europa, os Estados aumentaram a produção e o consumo de bens industriais, como geladeiras, rádios e automóveis. Além disso, os cidadãos fizeram aberturas de poupanças individuais e industriais com um ‘objetivo’: todo cidadão devia ser bem sucedido. c) Escrever as causa da crise de 1929. As causas da crise foram: a grande produção industrial (produtos demais e população sem dinheiro para comprar), recuperação da economia europeia, diminuição das exportações norte americanas, e a tecnologia levou muitas pessoas ao desemprego. Breno Biselli Fabbri - 9A


Crise de 1929 Montar um quadro sobre a crise de 1929, explicando:

EUA maior nação Após o fim da 1ª Guerra, os Estados Unidos passou a ser credora: considerado a maior nação credora do mundo, e um dos motivos foi por fornecer os produtos para a Europa e empréstimos com altos juros.

Redução da capacidade produtiva da Europa:

Após a 1ª Guerra Mundial, a Europa estava destruída e passou por uma redução de capacidade produtiva ocasionada pela destruição de grande parte dos meios de produção, e perda de grande parte da força de trabalho. Estimulando assim, a produção em outros países do continente que passaram a fornecer artigos para os europeus.

Estilo americano O “Estilo americano de vida” (American Way Of Life) pode ser de vida (American relacionado com o “American Dream”. Way Of Life): Os americanos viviam com aparelhos de ultima geração e acreditavam que a prosperidade iria durar para sempre, e que todo o cidadão poderia ser bem-sucedido, até a quebra da Bolsa de Nova York.

Crise de superprodução:

A crise de superprodução ocorreu nos EUA em 1929. Ocorreu pois a população não tinha mais condições, ou seja dinheiro para absorver a grande quantidade de mercadorias que eram produzidas. Assim, como a oferta era maior que a procura, os preços dos produtos caíram, e conforme o preço caia, os investidores despejavam as ações das empresas do mercado (todos queriam vender, porém ninguém queria comprar).


A Europa adquiriu o nacionalismo econômico, ou seja, Nacionalismo ela decidiu que iria passar a consumir somente o que seu país econômico: poderia oferecer e iria sobreviver com aquilo, deixando assim de receber fornecimento de matérias dos Estados Unidos. Houve a quebra da Bolsa de Nova York, e com ela, toda Consequências a economia dos Estados Unidos (pessoas perderam seus da crise: patrimônios investindo em títulos e ações que deixaram de ter valor). Como consequência da crise também houve a redução da produção norte-americana, alto número de desempregados, e com a falta de credito fácil houve a redução de investimento e consumo interno dos norte-americanos. O Brasil e a Crise:

O Brasil era um país totalmente agrícola, sua economia era baseada na venda do café, e vendia apenas para os EUA. Em 1929, no ano da crise, o Brasil passou pela maior safra de café, os estoques ficaram cheios, porém não tinham para quem vender, pois os EUA haviam falido e não tinham dinheiro para comprar. O preço do café despencou, porém mesmo assim não havia compradores. Para não ter mais prejuízo ainda, a solução foi queimar toda a produção de café dessa safra.

Giovanna S. Varotto

9ºB


1.Quadro justificando situação europeia e norte-americana após a 1ª guerra. 2.Justificar euforia norte-americana. 3.Identificar causas da crise de 1929.

1)Destruição material / grande número de mortos e mutilados: A 1ª Guerra Mundial foi “a era dos massacres” devido aos avanços tecnológicos e aos equipamentos bélicos de ultima geração. Os soldados eram capazes de exterminar cidades inteiras apenas com seus equipamentos ( aviões, tanques, metralhadoras e submarinos ). Desemprego e inflação: Devido aos grandes gastos com materiais bélicos durante a guerra, a Europa passou a imprimir mais dinheiro. Com isso veio a inflação. Crises financeiras e a destruição de fábricas deixaram muitos europeus desempregados. Os mutilados na guerra tiveram muitos problemas para ingressar no mercado de trabalho. Alguns desses problemas atingiram os Estados Unidos após a crise de 1929. O centro das decisões mundiais passou a ser os Estados Unidos: Durante a guerra, a Tríplice Entente acumulou muitas dívidas com os Estados Unidos. Essas somente seriam pagas caso a Entente se sagrasse vencedora. Para garantir essa vitória, os Estados Unidos entraram na guerra. No final, a Tríplice Entente foi consagrada e pagou as dívidas com os Estados Unidos. A Europa estava destruída e os Estados Unidos se mantiveram poderosos e muito mais ricos que o Velho Continente.


2) Enquanto a Europa estava em crise econômica (queda na produção, desemprego e inflação), os Estados Unidos estavam em plena euforia econômica às custas das crescentes dividas com altos juros dos países europeus. A produção agrícola, considerada a mais mecanizada do mundo, nunca havia atingido números tão elevados. A sedução das mercadorias alimentava a sociedade de consumo e abundância. Reservas pessoais de vidas inteiras eram investidas à Bolsa de Valores de Nova Iorque. Crença de que todo americano poderia se tornar bem-sucedido – o “sonho americano”. A euforia acabou com o início da Grande Depressão 3) A Europa estava em crise e dependia muito de empréstimos e mercadorias dos Estados Unidos. Enquanto isso, a economia americana estava muito centralizada num seleto grupo de capitalistas que tinha uma renda cerca de 630 vezes maior que a dos pobres que não tinham dinheiro para consumir. Com o Nacionalismo Europeu e diminuição das importações, houve uma crise de superprodução. Eram produzidos mais produtos do que consumidos (oferta maior que a procura). As empresas passaram a diminuir os preços das mercadorias e o número de empregados (desemprego). Com mercadorias baratas, passou-se a vender mais ações que comprar, até que em determinado momento, a bolsa ficou com investimentos mais baixos.

Bruno Donni. - 9º ano B


Folha sulfite: montar um quadro explicando os fatos ligados aos regimes totalitários. Totalitarismo: Na 1ª Guerra Mundial, houve muita destruição material, grande número de mortos e mutilados, desemprego e inflação. Esse declínio na Europa gerou diversas reações na população; como a descrença na democracia, o que levou a adoção de regimes totalitários de extrema direita. São considerados totalitários os Estados centralizados e militarizados, estruturados em torno de um líder e seus burocratas, todos ligados a um mesmo partido, apoiado nas forças armadas e exercendo controle da sociedade sob grupos paramilitares, milícias (espionagem), a polícia secreta, a censura e a exaltação do líder através de propagandas. Elementos do Totalitarismo: Elementos do

Nazismo na Alemanha

Totalitarism o

Marcha sobre Roma

Totalitarism o

Raça Ariana eo Espaço Vital

Golpe da Cervejaria Hitler no Poder

Totalitarismo

Estado Militar

Propaganda

Partido Único

Domínio da População

Indústria Bélica

Milícias (espionagem)

Idolatria do Líder


Marcha sobre Roma: Fundado em 1921, o Partido Nacional Fascista contava com o apoio da burguesia, dos ex-combatentes, dos desempregados e de outros setores temerosos com o avanço da esquerda que elegeram uma maioria absoluta no senado italiano. Todavia, eles obtiveram o poder supremo, e para tal, 40 000 militantes fascistas chamados de “Camisas Negras [devido a suas vestimentas]”, realizaram uma passeata para pedir a nomeação de 1º ministro a Mussolini. O rei Vittorio Emanuele III, com medo da passeata se tornar uma revolta, demitiu o 1º ministro e deu o cargo ao líder do Partido Nacional Fascista. Posteriormente, Mussolini aplicou um golpe e assumiu o poder absoluto da Itália. Nazismo na Alemanha: O Tratado de Versalhes foi injusto com Alemanha. Culpou-a inteiramente pela guerra e fê-la sofrer punições severas e humilhantes. A Alemanha foi proibida de investir em exércitos e na indústria bélica, o que aumentou os sentimentos revanchistas e nacionalistas na Alemanha. Enquanto isso, as consequências da 2ª Guerra Mundial, como a destruição material, o grande número de mortos e mutilados, o desemprego e a inflação, geravam uma descrença na democracia. Havia duas contrárias propostas que supostamente reergueriam a Alemanha; a de esquerda, comandada pelo partido SocialDemocrata e o Comunista Alemão; e a de (extrema) direita, comandada pelo Partido Nazista (Nacional-Socialista). Raça Ariana e o Espaço Vital: Os nazistas se consideravam membros de uma raça superior a todas as outras, proveniente da Baviera. Isso justificava a intenção de subjugar os outros povos – conquistando um “espaço vital”. Golpe da Cervejaria: Em 1923, Hitler deu um tiro no teto de uma cervejaria proclamando uma revolução – no dia seguinte ocorreria um golpe que colocá-lo-ia no poder da Alemanha de forma ilegal. Ele ganhou o apoio de representantes do governo que ele havia assegurado postos no novo regime. Contudo, quando foi por seu plano em prática, junto a seu exército pessoal, todos morreram, exceto o próprio. Os representantes do governo que haviam concordado com Hitler contaram ao presidente sobre o plano, quem alertou a guarda. Hitler foi preso. Hitler no Poder: Diante do crescimento eleitoral da extrema direita, o presidente Hindenburg atendeu à pressão da elite (latifundiários e alta burguesia) e dos setores médios da sociedade e indicou Adolf Hitler para chanceler, em 1933. Em 1934, com a morte do presidente, Hitler também assumiu a presidência – adquirindo o poder absoluto. Bruno Donni - 9º ano B


REGIMES TOTALITARIOS: CAUSAS DO TOTALITARISMO: Depois da Primeira Guerra Mundial, a Europa lidou com grande destruição material, milhares de mortos e mutilados, desemprego e inflação, greves, revoltas e mobilizações contra a ordem capitalista. Essa situação de crise contribuiu para o surgimento de regimes totalitários de extrema direita. ELEMENTOS DOS REGIMES TOTALITARIOS: São considerados totalitários: os Estados centralizados e militarizados, que seguem um líder e seus burocratas ligados a um mesmo partido, com o apoio de forças armadas, exercendo o controle da sociedade por meio de espionagem, polícia secreta, censura e exaltação do líder por meio da propaganda. MARCHA SOBRE ROMA: O Fascismo é uma doutrina totalitária. O movimento fascista foi fundado por Mussolini,ao explorar os medos perante o capitalismo numa era de depressão pós-guerra ("Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado"), aproximadamente uma década antes da chegada de Adolf Hitler ao poder. A Marcha sobre Roma foi uma passeata, com característica de golpe de estado, ocorrida em 27 de outubro de 1921 na capital da Itália, na qual quarenta mil militantes fascistas reivindicavam o poder, exigindo o fim das agitações sociais. Este evento representou a ascensão ao poder do Partido Nacional Fascista (PNF) e o fim da democracialiberal, pela nomeação de Benito Mussolini como 1o ministro. NAZISMO NA ALEMANHA: A derrota na Primeira Guerra Mundial deixou a Alemanha com uma crise econômica e sérios problemas políticos. Surgiram então, duas propostas contrárias para solucionar a crise alemã: uma, apresentada pelo Partido Comunista Alemão, e outra, pelo Partido Nacional-Socialista (Partido Nazista). Tanto os grandes capitalistas, quanto a pequena burguesia apoiaram a solução de extrema direita, o nazismo, liderado por Adolf Hitler.


GOLPE DA CERVEJARIA: O golpe da cervejaria foi uma tentativa frustrada de Adolf Hitler de assumir o poder no governo alemão a partir de um golpe de estado. Ele se aliou aos principais representantes do poder alemão, que sabidamente se reuniam em uma importante cervejaria alemã, e resolveu usá-la como símbolo desse golpe. Os aliados, no entanto, mudaram de ideia e no dia seguinte, em vez de cumprirem o planejado, revelaram o plano ao governo, que mandou Hitler ser preso. A prisão, porem, acabou revertendo em um aprendizado benéfico a Hitler, que entendeu a importância da popularidade, propaganda e apoio das massas e ainda escreveu um livro. Esses elementos seriam importantes para a sua ascensão apos sua liberdade. NAZISMO: Raça Ariana E Espaço Vital: Os nazistas se consideravam parte de uma raça superior as outras, a raça ariana. Isso justificava a intenção do sub-julgamento dos outros povos, que no seu ponto de vista eram inferiores (conquistando seu “espaço vital”). PERSEGUICAO AOS JUDEUS Segundo o ideal nazista, as raças “sem pátria” eram consideradas um problema. Quanto mais rica essa raça era, maior o problema. Desta forma, os judeus foram considerados o inimigo número um, uma vez que tinham bens comerciais, fortunas e participação relevante na economia alemã. Para combater esse problema, a solução dada por Hitler foi eliminar os judeus, colocando-os em campos de concentração e realizando execuções e massacres. DIFERENCAS ENTRE FACISMO E NAZISMO Fascismo foi um regime totalitário, liderado por Mussolini, na Itália, que defendia a soberania do Estado sobre o individuo. Nazismo foi um regime totalitário, liderado por Hitler, na Alemanha, que pregava a supremacia da raça ariana sobre as demais.

Lucas Contrera 9º A


Com relação a 2° Grande Guerra, montar um quadro explicando: Pactos Assinados: Pacto Anti-Komintern: Assinado entre Japão, Alemanha e Itália, tal pacto ia contra a URSS e tinha o objetivo de impedir a entrada de idéias comunistas na Europa e Ásia. Pacto Polonês: Polônia, Inglaterra e França se uniram com a promessa de proteger a Polônia de um possível ataque alemão. Pacto Germano-Soviético de Não-Agressão: Tal pacto foi dividido em duas partes principais: 1°. Caso a Inglaterra e França declarassem guerra contra a Alemanha após invadir a Polônia, a URSS deveria se manter longe dos conflitos por 5 anos. 2°. A Polônia tinha duas áreas de influencia, uma alemã e outra soviética.

Origem da Guerra: O sentimento da guerra e seus princípios vieram após o Tratado de Versalhes ser assinado, rebaixando os perdedores. Entretanto o estopim desta segunda guerra (como já era esperado) foi a invasão da Polônia em 1° de setembro de 1939 por parte dos alemães. Graças ao pacto Polonês os franceses e ingleses aderiram a guerra.

Atitudes Nazistas: Em 1935 os alemães quebraram com o Tratado de Versalhes, instituindo assim o serviço militar obrigatório e o rearmamento do país. A intenção inicial da Alemanha era de reconquistar áreas que estavam sob seu poder durante a 1° Grande Guerra e que eram ricas em matéria-prima. Seu próximo passo seria conquistar áreas com fontes de matéria-prima como o petróleo romeno e caucasiano, carvão e ferro siberiano alem do trigo da Ucrânia.

Alianças: De um lado estavam Japão, Alemanha e Itália, conhecidos como o eixo. Do outro tínhamos todos os países democratas capitalistas.

Política da Solução Final: Os judeus se tornaram alvos nazistas quando tais eram bem-sucedidos enquanto a Alemanha passava por uma grande crise após a 1° Grande Guerra. Além disso, os judeus não eram considerados da “raça pura” * e controlavam meios que trabalhavam com idéias comunistas. A solução encontrada foi o extermínio aos judeus e outras minorias como homossexuais, militares de esquerda, ciganos e deficientes. Para tal ação foram criados compôs de concentração onde os prisioneiros realizavam trabalhos forçados ou eram mortos. Alguns meios de matança eram: Câmaras de gás, fuzilamento em massa, experiência genética (Josef Mengele) ou ate mesmo bombardeio em cidades abertas.

Ana Flavia Fonseca 9º A


Explicar os termos relacionados a Segunda Guerra Mundial: Pactos assinados: Pacto Anti-Komintern: Foi o avanço do fascismo foi reafirmado em 1936 pela assinatura do pacto AntiKomintern entre a Alemanha, o Japão e a Itália. O acordo era contra a União Soviética. O termo Komintern era a sigla da Internacional Comunista, que propôs a formar uma barreira contra os países fascistas, na Europa e na Ásia. Mussolini aderiu ao pacto, selando o compromisso bélico dos três países no chamado Eixo BerlimRoma- Tóquio. Pacto Polonês: O desrespeito alemão ao acordo de Munique levou os governos britânico e francês a selarem um acordo com a Polônia, comprometendo-se a protegê-la de uma agressão alemã. Esse compromisso incluía a Romênia e a Grécia. Pacto Germano-Soviético de Não-Agressão: Foi um acordo entre Berlim e Moscou que deixou toda a Europa assombrada. O pacto de não-agressão e neutralidade, com duração de cinco anos, estabelecia que se a Grã-Bretanha e a França decretassem guerra à Alemanha os soviéticos deveriam ficar afastados do conflito. Outra cláusula dividia o território polonês em duas zonas de influência, a alemã e a soviética. Origem da Segunda Guerra Mundial: Ao final da Primeira Guerra Mundial, a tentativa de paz imposta pelos vencedores foi transformada em severas e humilhantes punições aos países derrotados. As determinações dos tratados, especialmente o Tratado de Versalhes, acirraram os sentimentos revanchistas e nacionalistas, na Alemanha e Itália, principalmente. No dia 1 de setembro de 1939 o exército alemão invadiu a Polônia, dando início à Segunda Guerra Mundial. Atitudes Nazistas: No ano de 1935, Adolf Hitler rompeu as cláusulas do Tratado que diziam respeito a Alemanha, declarou que o novo governo entendia que o pagamento das dívidas de guerra já tinha sido efetuado, autorizou o treinamento militar e a volta do funcionamento das indústrias bélicas. A Alemanha também iniciou seu rearmamento e instituiu o serviço militar obrigatório. Hitler retomou a Renânia, região alemã sob ocupação francesa. Hitler defendia a ideia de que os alemães deveriam estar prontos para se recuperar dos prejuízos da Primeira Guerra Mundial. A política do líder nazista era clara. Num primeiro momento, tratava-se de recuperar regiões antes que pertenciam à Alemanha, ricas em matérias primas. Opasso seguinte era conseguir o controle de fontes de matérias-primas: o petróleo, o carvão e o ferro. Alianças formadas:Eixo Berlim-Roma-Tóquio (aliança entre Alemanha, Itália, e Japão). Aliança ente GrãBretanha e França que depois foi anexado outros países como Rússia, Estados Unidos, Canadá, China, México, Venezuela e outros países capitalistas democráticos. A Política da Solução Final: A invasão e a conquista da Polônia, não assinalou apenas o início da Segunda Guerra Mundial. O episódio marcou também o acirramento da perseguição dos judeus que tinham um papel importante na economia alemã, dirigiam instituições financeiras,comerciais e também grupos comunistas. A Solução Final foi o fuzilamento de civis, trabalhos forçados, assassinatos em massa, experiências genéticas e centros de extermínios.

Rafael Mateus Miguel 9º B


Explicar a entrada da União soviética (URSS) e EUA na Segunda Guerra mundial A URSS entra na guerra em 1941, pois sofre a invasão alemã em seus territórios, a chamada Operação Barbosa. Essa invasão tinha como objetivo conquistar simultaneamente Leningrado (norte), Moscou (centro), Stalingrado (sul). Os Estados Unidos entram na guerra em 1941, após o ataque japonês a Pearl Harbor, onde o presidente Franklin Roosevelt entregou ao Congresso dos Estados Unidos uma mensagem anunciando seu desejo de declarar guerra ao Japão, o que foi prontamente aceito. Os norte-americanos tomaram conhecimento da decisão do governo por meio de um pronunciamento do próprio Roosevelt, transmitido pelo rádio.

Justificar: 1942, ofensiva dos aliados. O ano de 1942 assistiu em uma série de vitórias do Eixo e a insucessos estratégicos ainda mais importantes. Depois da vitória decisiva em Stalingrado, os soviéticos esmagaram os alemães na batalha de Kursk (julho de 1943), afastando qualquer perspectiva de uma retomada da ofensiva hitlerista. A ofensiva dos aliados começou com o desembarque de tropas norte-americanas e britânicas no norte da África, resultando na expulsão das forças alemãs e italianas na região.

Explicar de que maneira agiram “a resistência” nos países ocupados pela Alemanha. Nos países ocupados pelo Reich, uma parcela combativa da população civil organizou-se para combater as forças invasoras, chamados de partisans ou maquis. Os movimentos de resistência representavam duas tendências: uma composta por comunistas, socialistas e demais grupos de esquerda e outra que agrupava setores nacionalistas e liberais. Os métodos de ação usados pelos grupos de resistência eram variados: assassinavam soldados e oficiais nazistas, publicavam jornais e panfletos clandestinos, sabotagem a bases nazistas, forneciam informações secretas a órgãos de inteligência aliados entre outros. Laura Ferezin 9º B


Montar um quadro explicando as batalhas: Inglaterra, Stalingrado e Dia D. As tentações do Reich voltaram-se contra a Grã-Bretanha, o Inglaterra único país que ainda lutava contra as forças do Eixo da Europa. Os ataques alemães como alvo o moderno sistema de radar e as bases aéreas da Grã-Bretanha. Sem sucesso, começou o bombardeio a cidade de Londres. O governo britânico reagiu ordenando um violento ataque a Berlim, o coração da Alemanha. Apesar dos sucessivos bombardeios, a Inglaterra resistia. Em setembro, as pesadas baixas impostas à Luftwaffe obrigaram os alemães a suspender a operação e adiar a conquista da Inglaterra. Terminara uma das maiores batalhas da história. Dos 250 mil Stalingrado solados restavam cerca de 100 mil em péssimas condições de saúde. A batalha de Stalingrado significou o ponto mais alto da Segunda Guerra Mundial, ao mesmo tempo em que significou a virada definitiva da maré. As iniciativas passariam definitivamente para as mãos do exército soviético. Essa batalha significou o inicio do fim do Reich de mil anos de Hitler e do grande capital alemão. A abertura da segunda frente contra alemães que ficou conhecido como Dia D, aplicou o golpe mortal às forças nazistas Dia D na frente oeste. A capital alemã foi ocupada pelos soviéticos em 1º de maio. Nos dias 7 e Alemanha rendeu-se incondicionalmente aos aliados.

Bruna Pero e Carolina Riccioppo 9º A


Revista Eletrônica 9° ano