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Devoção Máfia Ties # 3 Fiona Davenport

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Atenção: o romance de Nic & Anna é uma história de três partes, mas não há ganchos externos de relacionamento.


Nic ― Por que o filho da puta ainda não está em minhas mãos, Enzo? Perguntei, mortalmente calmo. Havia passado bem mais de uma semana, desde que aquele merdinha do Darby atirou em Brandon, fazendo com que Carly fugisse. A fofoca nas ruas era de que ele estava muito bem escondido, sendo o covarde que é, estava com medo de ser apanhado, mas eu estava cansado de esperar. Eu sabia que seu próximo alvo seria uma ou ambas das minhas meninas e só por isso, eu queria amarrá-lo, deixando que os meninos o usassem como alvo. Enzo estava na porta do meu escritório no edifício Washington Heights. Ele trocou de pé para pé, visivelmente incomodado, com os braços cruzados sobre o peito, e seus olhos baixos. ― Você está testando minha curta paciência, eu avisei. ― Outra gangue o está escondendo, confessou. Levantei tão rápido que minha cadeira voou para trás, batendo na parede, bem como meu pulso esquerdo que atravessou o drywall. ― Filho da puta! Eu gritei enquanto a raiva acumulava em meu peito. Eu deveria ter esperado por isso. Havia outras organizações em Nova York, embora sejam muito menores do que a dos O'Reillys ou a nossa. Normalmente, eles não se expunham muito,


buscando a nossa proteção, mantendo-se neutros. Com a mudança na liderança, eles estavam observando de perto, procurando pontos fracos e uma abertura para construir e ampliar seu poder. Quem quer que estivesse escondendo Darby viu-o como um teste. Eles estavam tentando descobrir qual a melhor família para se aliar. Cerrei os punhos, ignorando a dor na minha mão ferida, e girei de volta. Apontando para Enzo, olhei fixamente para ele, deixando claro que eu não estava de brincadeira. ― Nós discutimos isso no telefone, eu não quero ver você no meu escritório novamente até que você tenha Pat ou Darby O'Reilly a tiracolo. Ou melhor ainda, ambos. Agora, dê o fora daqui e faça o seu trabalho, porra! Minha calma deu lugar à raiva e no final eu estava gritando. ― Sim, chefe, Enzo grunhiu, seus olhos voltados para o chão novamente. Ele se virou para sair, mas olhou para mim por um momento, e entre o medo em seus olhos, havia um respeito que eu não tinha visto dele antes. ― Papai! O som da voz de Sophia, claramente aterrorizada, tinha-me correndo para fora da porta do meu escritório e pelo corredor. Lágrimas escorrendo pelo seu rosto, ela veio em minha direção atirando-se em meus braços enquanto me inclinei para pegá-la. Seus pequenos braços se enrolaram em volta do meu pescoço, apertando-me enquanto ela chorava em minha camisa. Eu coloquei minha mão na parte de trás de sua cabeça, segurando-a mais perto de mim e beijando seu cabelo. Devon estava bem atrás dela, sua feição normalmente inexpressiva revelava raiva e preocupação. Olhei ao redor buscando Gianna, surpreso que ela não estava com Sophia, mas sabendo que não estaria muito atrás. ― Que diabos está acontecendo? Rosnei. Cada segundo que eu não vi Gianna, meu nível de ansiedade aumentava.


― Eles levaram a minha mãe! Sophia gemeu, e o pânico me deu um soco no estômago com tanta força que quase tropecei para trás. Ao ouvir a minha menina chamar Gianna "mamãe" pela primeira vez deveria ter sido um momento para saborear, como uma família. Gianna tinha perdido isso. Apenas por isso, as pessoas que a levaram iriam morrer. ― Senhorita Martin foi sequestrada, senhor, Devon disse, e seu tom de voz neutro me irritava. ― Linc perseguiu imediatamente os dois homens e pediu reforços, mas perderam o carro na ponte de Queensboro. Temos o nosso melhor homem acessando os satélites e as câmeras de trânsito locais. Ele vai encontrá-la. ― Minha mãe? Perguntei enquanto eu balançava Sophia de lado a lado, controlando minhas emoções para ajudar a acalmá-la. Eu queria ir atrás de Gianna, mas fazê-lo sem informações e um plano definido não me levaria a nada. ― Um dos nossos rapazes a está trazendo até aqui, senhor. Levantei meu queixo, indicando que ele deveria ir para o meu escritório, então caminhei pelo corredor até uma porta marcada "Funcionários Apenas", e teclei um código no teclado ao lado dele. A porta destrancou e eu a abri, cruzando rapidamente até uma mesa solitária que estava na parede mais distante da porta e deslizei minha mão debaixo dela para localizar um pequeno botão. Não foi fácil encontrar, somente acharia se você soubesse onde estava, e uma vez que eu o senti, apertei-o e senti a corrente de ar que surgiu por causa do deslocamento da parede que deslizava aberta. ― Niccolo! Minha mãe entrou na sala fazendo o caminho mais curto entre nós, enquanto eu atravessava a abertura. Ela colocou os braços em torno de nós e Sophia,


cujos gritos tinham acalmado, começou a soluçar mais uma vez, quebrando meu coração com cada lágrima derramada. A parede revelou uma última porta e eu digitei outro código antes de colocar meu olho junto a um scanner, e, finalmente, a porta destrancou. Transferi Sophia para os braços de minha mãe. Eu detestava deixá-la ir, mas estava ciente de que era a melhor opção para o momento. Abrindo a porta, eu entrei em uma sala que se assemelhava muito um estúdio. Eu tinha quartos do pânico como este construídos em cada um dos meus armazéns e edifícios de escritórios, bem como um em minha casa. Eles bloqueavam de forma segura a partir do interior, o scanner e o teclado se tornavam inúteis até que a segurança interna fosse desligada. Meus olhos encontraram os de minha mãe e ela balançou a cabeça, em silêncio, comunicando a sua compreensão do que eu precisava. ― Nós estaremos aqui quando você a encontrar, Niccolo. Agora vá. Salve o seu amor. ― Antônio ou eu a chamaremos quando tivermos notícias. Eu beijei suas bochechas, meus lábios no rosto coberto de lágrimas de Sophia, sussurrando o quanto eu a amava. ― Não vá, papai, ela implorou e quebrou as últimas peças restantes do meu coração partido. ― Eu tenho que ir buscar Gianna, preziosa. Engoli em seco antes de falar uma última vez. ― Vou trazer sua mãe de volta, Sophia. Eu prometo, minha garotinha. Esperei até que ouvi o sistema de segurança clicar os bloqueios no lugar, em seguida, apertei o botão para fechar a parede, e corri de volta para o meu escritório, meus dedos furiosamente digitando um texto no caminho. Eu pressionei enviar quando entrei na sala, vendo Devon em seu telefone, latindo para quem estava do outro lado.


Caminhando para o cofre na parede, atrás da minha mesa, abri-o e tirei minha arma, verificando se ela estava carregada. Então eu peguei um coldre de ombro e vesti-o, colocando a arma nele. A mensagem tinha sido um alerta para os meus homens para reunirem-se e prepararem-se para uma luta. Alguns vieram direto para o meu escritório e outros armaram-se antes de se juntar a nós. ― Enzo ligou, Antônio me informou enquanto entrava no escritório. ― Parece que o contato de Devon localizou o Darby. Eles estão trazendo-o agora. ― Os homens que o estavam escondendo? Perguntei, minha mandíbula apertada em fúria. ― Mortos, ele falou. Eu balancei a cabeça em satisfação. Qualquer filho da puta disposto a se aliar com essa doninha não merecia continuar respirando. ― Leve-o para a parte de trás, eu instruí um par de meus rapazes. Virando-me para Devon, ele não está mais em seu turno, eu lati, ― Pegue dois de seus homens para manter patrulhas em torno desta seção do edifício. Minha mãe e filha estão em um quarto do pânico, mas eu não quero que ninguém chegue perto o suficiente até mesmo para testar a sua segurança. Ele balançou a cabeça e começou a sair. ― Devon, eu chamei e ele parou, olhando de volta para mim. ― Brecken é meu amigo e alguém que eu respeito muito. Essas são as únicas razões pelas quais você ainda está vivo. Se qualquer outra coisa acontecer com a minha família ou se minha noiva estiver machucada, essas razões não vão mais protegê-lo de minha ira. Está claro? Não havia como negar a verdade em minhas palavras, e eu sabia que ele podia vê-lo no meu olhar de aço. Eu faria tudo para proteger a minha família. Nada me impediria.


Ele me estudou por um momento, mas eu não consegui ler nada em sua expressão. Em seguida, ele disse simplesmente: ― Sim, senhor, e saiu da sala. ― Nic. Eu olhei para Antônio quando ele disse meu nome, vi seu rosto sombrio quando ele terminou de ouvir o que um dos meus homens estava sussurrando em seu ouvido. Seus olhos encontraram os meus e como o anjo da morte, ele disse, ― Darby está aqui. Não havia dúvida de que eu enviaria seu traseiro direto para o inferno, depois de obter dele a localização da minha Gianna.


Anna Acordei, para me encontrar deitada em um chão de pedra frio, meus braços amarrados na frente do meu corpo e o capuz negro ainda sobre a minha cabeça, eu tinha apenas uma certeza, Nic viria me buscar e salvar. A escuridão dele, que eu tinha trabalhado tão duro para ignorar, seria a mesma coisa que me salvaria dessa confusão. Fiquei surpresa ao descobrir que as preocupações que eu tinha, sobre o seu estilo de vida tinham sumido. Considerando que esta foi a razão pela qual eu me encontrava naquele chão frio, o momento poderia parecer estranho, exceto por uma coisa: eu sabia que ele nunca iria desistir até que eu estivesse de volta onde eu pertencia. Sempre ao seu lado. Eu escolhi não me concentrar no que poderia me acontecer durante este tempo até que Nic me encontrasse e me salvasse. Ao invés disso, eu refleti sobre o tempo que eu passei com Nic. Eu pensei sobre o porquê eu me apaixonei por ele tão facilmente, a paixão que ele despertou em mim, e em como ele me fez sentir amada, protegida e ... segura. Ele era grande e forte. Assustador às vezes, também. Mas, mesmo quando a sua intensidade me era direcionada, eu nunca senti uma pontada de medo. Quando ele era mandão, uma parte de mim queria obedecer para que eu pudesse ver seu olhar satisfeito de aprovação quando eu dava a ele exatamente o que ele queria. E quando ele ameaçou bater em minha bunda até que ficasse vermelha, eu tremia de necessidade, em vez de alarme. Nic DeLuca me fez sentir mais viva e de tantas maneiras,


como eu nunca havia me sentido na minha vida. Ele me fez sentir excitação e prazer. Ele me fez rir tão frequentemente quanto eu queria gritar de frustração por causa de sua prepotência. Ele simplesmente me fez sentir. Nic era perfeito para mim, mesmo com sua escuridão e tudo. Não era porque ele era lindo de morrer. Não era por causa de sua bela casa ou de sua gorda conta bancária. Não era nem mesmo porque ele era um pai incrível para a menina mais adorável do mundo, bem, talvez tenha sido parcialmente por causa de Sophia e como ele era com ela. Ele era perfeito, simplesmente porque ele me amava tanto quanto eu o amava. Eu finalmente encontrei o homem dos meus sonhos e agora eu estava nas mãos do seu inimigo. Eu lutei contra as lágrimas que teimavam em querer sair dos meus olhos, senti a forte determinação de permanecer forte até que Nic me encontrasse. Recusei-me a acreditar que eu poderia morrer ou achar que isso poderia ser o fim. Eu queria o futuro que Nic tinha me prometido, a minha barriga cheia com seu filho e ambos os seus anéis no meu dedo. Pensando na reação de Nic ao meu mal-estar matutino, vômito incluído, ou o de qualquer manhã desde que eu não tinha certeza de há quanto tempo eu tinha estado assim, eu pensei sobre o que isso poderia significar. Rindo suavemente, eu abri minhas mãos e segurei meu estômago. Minha risada morreu ao som de uma porta se abrindo e fechando. ― Eu não tenho certeza do porque você está rindo. Sua voz chegou mais perto, sinalizando que ele estava se movendo em minha direção. Eu forcei minhas mãos, apertando-as de novo, recusando-me a dar-lhe mais munição contra Nic e eu. Era ruim o suficiente que ele tinha me feito refém, eu só podia imaginar o que ele faria se soubesse que havia uma chance de que eu estivesse grávida de Nic. Ele não precisa de qualquer vantagem adicional.


O gorro foi levantado da minha cabeça e meus olhos instintivamente fecharam. Não havia um monte de luz fluindo através da janela suja que eu vi sobre o ombro de O'Reilly, mas foi o suficiente para enviar cacos de dor na minha cabeça. ― Abra os olhos garota. Precisamos ter uma conversa. Pisquei-los abertos obedecendo ao tom de comando de sua voz. Não seria nada bom irritá-lo mais do que já estava. ― Ah, assim é melhor, agora, O'Reilly murmurou, elevando-se sobre mim. ― Meu nome é Pat O'Reilly. Olhei para o homem, surpresa com o que vi. Se eu estivesse de pé, ele só seria alguns centímetros mais alto do que eu, mas parecia um barril. Seu cabelo vermelho estava manchado de cinza nas têmporas e seu rosto era marcado pela idade. Se este homem era o pai de Carly, então ele deve ter vivido uma vida muito difícil ou a teve quando ele era muito mais velho do que a maioria dos pais. Ou ambos. ― Eu posso ver porque DeLuca queria você para si mesmo, moça. Você tem o rosto de 'um anjo, com olhos como esmeraldas, e as curvas suficientes para manter qualquer homem quente durante a noite. Engoli em seco ao toque de aprovação masculina em seus olhos, encolhendo para longe dele quando ele estendeu a mão para me tocar. Com minhas mãos atadas, não havia como evitá-lo e eu encontrei-me levantada e colocada em uma cadeira no canto da sala. ― E aí está você. Uma vez que ele havia me sentado na cadeira, ele rolou outra cadeira algumas polegadas de onde eu estava sentada e deixou-se cair sobre ela. Ele apoiou os cotovelos sobre os joelhos, enquanto ele me considerou. Seus olhos eram de alguma forma tanto astutos quanto mortos ao mesmo tempo. Seu olhar enviou-me arrepios


correndo até meus braços, mas eles não eram nada como os de Nic Este homem me fez sentir medo, e eu comecei a me perguntar se eu realmente escaparia com vida desta situação. ― Há quanto tempo você está com ele? ― Cerca de um mês. Eu forcei minha resposta mesmo com a garganta seca e lábios rígidos. Ele balançou a cabeça, como se ele já soubesse a resposta e ficou alegre pois não tentei enganá-lo. Então ele estendeu sua mão em seu bolso, e eu endureci em terror. Quando ele puxou uma pequena garrafa de água, soltei a respiração que eu estava segurando em um suspiro profundo. Ele abriu-a e segurou-a aos meus lábios, mas hesitei em tomar um gole, mesmo que eu estivesse mais sedenta do que eu nunca tinha estado antes. ― Eu não tenho que te enganar com água drogada, disse ele, batendo meus lábios com a garrafa e inclinando-o para cima até que eu abrisse minha boca e bebesse com avidez. ― Então agora, ele murmurou, puxando a garrafa vazia, deixando-a cair no chão. ― Estou feliz pois sei que você está disposta a ser racional, porque eu tenho algumas perguntas para você. Ele parecia estar esperando por uma resposta, por isso assenti com cautela. ― Quanto você sabe sobre o negócio do seu homem? ― Nada. Eu não pensei sobre a minha resposta antes de responder, algo que eu rapidamente me arrependi. ― Ah então, é uma pena que eu tenho que ser um pouco áspero para provar meu ponto. Desculpe, minha menina. Isto vai te machucar.


Medo cortou através de mim quando ele recuou e acenou para outro homem. ― Um par de socos, Pat instruiu ― mas não quero nada quebrado ou danificado permanentemente. Ela vai pagar um preço justo. Eu apertei meus olhos fechados e orei, não por mim, mas para a segurança do bebê que eu poderia estar carregando. Quando ouvi o leve estalido do fechamento da porta, abrios novamente, apenas a tempo de ver o punho vindo na direção do meu rosto. Recuseime a dar-lhe a satisfação de ouvir-me gritar, mas com a sensação do meu lábio partido, eu não pude evitar o gemido que escapou. Jurei, que se eu escapasse dessa eu mesma iria matar esses bastardos. Com o próximo soco, o mundo ficou confuso e tudo ficou preto.


Nic ― Se eu não estivesse tão lívido, acharia quase engraçado o fato de que você pensou que poderia se esconder de mim, Darby, eu cuspi. ― Você realmente acredita que você poderia facilmente afastar as pessoas para longe de mim? Darby fez uma careta para mim, mas não falou nada enquanto ele estava sentado, amarrado a uma cadeira, na parte de trás do meu armazém. ― Se você quer esse tipo de poder, deve voltar para Boston e se junte aos Sulistas. Mas aqui em Nova York, os DeLucas mandam nas coisas, e eu acho que é mais do que tempo para lembrar às pessoas disso. Encontrar Gianna e destruir aqueles que a levaram vai enviar uma clara mensagem para não foder com o que é meu. Eu andei para perto e inclinei-me até estar cara a cara com ele. ― Se você me disser onde ela está, eu vou considerar deixar você entregar a mensagem pessoalmente. Minhas próximas palavras estavam cheias de intenção mortal. ― Se você não fizer isso, vamos entregar a mensagem na forma de seu corpo quebrado, sangrando e morto. Olhando fixamente em seus olhos verdes, eu vi o que ele estava se esforçando para esconder. Medo. Eu sorri presunçosamente enquanto eu me afastei. Sem aviso, eu dobrei meu braço e dei um soco em seu rosto, quebrando seu nariz, fazendo-o gritar e


sangue jorrar do seu nariz dele. ― Isso, foi por causa de seu pequeno truque com Brandon e Carly, eu expliquei. ― Desate-o, eu instruí, sem tirar os olhos do pequeno bastardo. Felix, um dos meus executores, pegou uma tesoura e cortou os laços zip. Chegando perto de Darby, mais uma vez, eu passei os dedos de uma mão ao redor de seu pescoço e apertei, levantandoo de seu assento. ― O que é que vai ser? Questionei. Ele lutou para respirar, as mãos agarrando meus dedos quando eles não estavam balançando para fora, tentando me atacar. Eu media 30 centímetros a mais do que ele, e pesava cerca de 22 quilos a mais, impedindo-o de sequer me atingir, muito menos fazer qualquer dano. ― Chefe, alguém chamou a partir da porta de entrada para os escritórios. ― Não agora, rosnei. ― Chefe, é uma entrega. Você vai querer ver. Algo em sua voz me convenceu a largar o filho da puta covarde no chão e me afastar quando ele caiu de joelhos, dobrando, e tentando sugar o ar. Olhando para Felix, eu puxei meu queixo na direção de Darby. ― Ajude-o a tomar uma decisão, enquanto eu cuido disso. Felix balançou a cabeça e fui em direção à porta, satisfeito com o som dos grunhidos quase femininos de Darby, enquanto Darby era incentivado a falar.


Alcancei a entrada, eu peguei o envelope meu homem me entregou, rasgando-o até abri-lo. ― Filho da puta! Gritei, jogando as fotos de Gianna com um lábio arrebentado e olho roxo ao chão, e soquei meu punho na parede de blocos de concreto ao meu lado. Dor irradiava a partir dos ossos todo o caminho até o meu braço, mas eu quase não notei isso. A dor e fúria eram as únicas coisas que mantinham o meu terror sob controle. Voltei imediatamente, caminhei até Felix e Darby, que estava deitado no chão em uma bola encolhida. ― Levante-o, eu ordenei. Felix levantou-o em seus braços e o ajudou a ficar firme em seus pés, antes de se mudar para fora da minha linha de visão. Puxei uma pistola do meu coldre de ombro e aponteia em linha reta em sua testa. ― Onde ela está? Os olhos de Darby desviaram em torno descontroladamente, antes de voltar para o meu olhar e vacilar no cano da arma na cara dele. ― Broo-Brooklyn Heights, ele gaguejou, suas palavras se engasgaram através do sangue e seu rosto que já estava inchando. ― O porão de Flannigan Pub. Ele desfiou um endereço e Felix pegou seu celular, chamando Devon para transmitir a informação. Estendi minha mão livre, silenciosamente exigindo o telefone. Ao sentir o objeto de metal, eu o trouxe à minha orelha. ― Ela foi espancada, leve o Doc. Eu te encontro lá, eu disse, sem rodeios. ― E Devon - fiz uma pausa ― se você chegar antes de mim, ninguém toca no Pat O'Reilly. Mantenha-o lá até que eu chegue. Devon ficou em silêncio por um momento, então perguntou: ― E Darby? Meu dedo se contraiu, de propósito, e o quieto ping do silenciador era o único som enquanto Darby caia no chão.


― Ele está prestes a dar um passeio no East River. Eu espero que você venha comigo Devon. Porque, até agora, eu ainda não decidi se você vai se juntar a ele. *** Eu bati meu ombro em uma porta de madeira frágil, que estilhaçou em vários pedaços, alguns estavam presos nas dobradiças balançando na parede. A pequena sala tinha um pequeno berço e havia uma figura solitária encolhida em uma bola. ― Gianna! Eu corri para a cama e tentei pegar seu corpo mole em meus braços. No momento em que sentiu o meu toque, ela começou a se debater violentamente, suas pernas chutando para fora e um braço oscilante, enquanto o outro ficou enrolado protetoramente sobre seu estômago. Eu estava quebrado quando fui forçado a contêla, abaixei a cabeça para que os meus lábios estivessem perto de sua orelha. ― Gianna. Acalme-se, belíssima, eu disse suavemente. ― É Nic, dolce mia. Eu não sei se foram as palavras ou o som da minha voz, ou ambos, mas de repente ela congelou, seus olhos espremeram bem fechados. Corri a mão pelo cabelo antes de traçar um dedo sobre sua bochecha inchada. Não era a hora de deixar minha raiva assumir, mas eu prometi que aquele que infligiu os socos iria pagar caro. Seus olhos se abriram e os meus ombros caíram com o reconhecimento em seus olhos verdes. Eles se encheram de lágrimas e eu segurei seu rosto suavemente, beijando cada uma, afastando-as enquanto caíam. ― Nic? Ela sussurrou.


― Sou eu, dolce mia. Peguei-a no meu colo e tomei seu lugar na cama. ― Eu te amo. Eu te amo pra caralho, eu murmurei enquanto eu colocava beijos suaves sobre os olhos, maçãs do rosto, e um deles, com muito cuidado, em seus lábios. ― Sophia? Allegra? Perguntou ela com urgência. ― Elas estão seguras, sãs e salvas. Apenas preocupadas com você, belíssima. ― Eu-eu sabia que você viria me buscar, ela gritou fervorosamente, enterrando o rosto no meu pescoço. ― Eu te amo. Ouvi alguém limpando sua garganta, o que chamou minha atenção para a porta e meus braços instintivamente se apertaram ao redor de Gianna. Devon ficou ali, o rosto inexpressivo, como de costume. ― Pat O'Reilly escapou antes de chegarmos aqui. Um de seus comparsas admitiu que souberam da captura de Darby. Pat não é tão estúpido quanto seu filho. Ele sabia que Darby iria quebrar. Se eu não tivesse Gianna em meus braços, naquele momento, eu teria gasto o próximo minuto no telefone, informando a Brecken que sua equipe tinha um homem a menos. Mas, mesmo que Gianna estivesse ciente do meu lado mais escuro, eu não queria que ela testemunhasse isso. Ela era a minha primeira prioridade. ― Encontre-o, eu falei entre os dentes cerrados. Ele balançou a cabeça e partiu. Segurei ainda mais Gianna, enquanto eu me levantava, em seguida, rapidamente fiz o meu caminho através do porão empoeirado. Ela se agarrou a mim, tornando mais fácil para mim manter a mão sobre sua cabeça, de modo que seu rosto permaneceu enterrada debaixo do meu queixo. Eu não sabia como ela iria reagir aos vários corpos espalhados pelo chão e degraus até o quarto dos fundos do pub.


Um carro preto estava à espera no exterior do edifício e eu entrei nele colocando Gianna no meu colo, sem vontade de deixá-la ir. Eu coloquei a mão em sua barriga plana e imaginei-a, redonda com o nosso filho enquanto afagava nossa outra filha. Isso me aqueceu, e me ajudou a acalmar meu coração acelerado. Eu beijei o topo de sua cabeça, acariciando seus cabelos macios antes de descansar minha bochecha no mesmo local. ― Eu te amo, mia dolce, eu cantava. ― Eu prometo não falhar novamente. Eu sempre vou proteger você e nossos filhos. Você é tudo para mim. Tudo.


Anna Embalada no colo de Nic, ouvindo-o murmurar palavras doces em meu ouvido, eu deixo os meus olhos se fecharem. Senti-o mexer meu cabelo longe do meu rosto e beijar a minha testa, mas eu mantive-os fechados. Sua preocupação comigo foi evidente em sua voz e pela forma como ele me tocou. Sabendo disso, o quão forte é esse homem, e que não tinha problema em me mostrar um lado vulnerável, que ele manteve escondido de todos, era comovente. Mesmo sabendo que ele tinha vindo em meu socorro, que eu estava segura, eu comecei a tremer e soluçar. ― Shhh, belíssima. Eu tenho você, ele sussurrou em meu ouvido. Suas palavras suaves só me fizeram chorar ainda mais. Eu estava tendo uma reação atrasada ao que eu tinha experimentado e nada estava indo para fazê-lo parar. Eu precisava chorar tudo para fora. Ou, pelo menos, é isso que eu pensei até que paramos em frente do hospital. ― Oo-o que estamos fazendo aqui? Eu soluçava em um suspiro. O polegar de Nic suavemente esfregava debaixo do meu olho esquerdo, antes que pairasse sobre meu lábio inferior. Mesmo tocando tão levemente, doeu e eu fiz uma careta de dor. ― Você precisa ser examinada, meu doce.


― Eu estou bem, eu insisti. ― Eu só quero ir para casa. Por favor. Tudo ficará melhor se eu estiver em casa com você. O som de uma tosse suave, que veio do assento do motorista, chamou nossa atenção para Felix, que estava olhando para nós. ― Doc chegou ao pub pouco depois que saímos. Ele está a caminho daqui mas posso avisá-lo para nos encontrar na casa ao invés disso. Eu estava balançando a cabeça descontroladamente, disposta a ir junto com qualquer plano que significava que poderia sair sem ninguém me ver. Eu estava machucada e marcada, com dor, suja e despenteada. Não havia mais nada que eu quisesse do que ir para casa e tentar fingir que isso nunca tinha acontecido. Se isso fizer de mim uma covarde, que assim seja. Mas, Nic não aceitou. Sua mão se mudou para minha barriga e ele olhou para baixo preocupado, antes de me olhar nos olhos novamente. ― Eu preciso que você faça isso, Gianna. Por mim e pelo bebê que você está carregando. Lágrimas escorriam dos meus olhos, mais uma vez, enquanto eu admitia meu maior medo em voz alta. ― Mas, e se tivermos notícias horríveis? Eu tentei manter o nosso bebê seguro, Nic. Eu realmente tentei, mas, e se eu não consegui? ― Nada disso é culpa sua, dolce mia. Ele deslizou as mãos para cima, gentilmente cobrindo meu rosto com as palmas das mãos. ― Eu não vou deixar você pensar que você é a culpada por nada disso. Eu abri minha boca para falar, mas ele deslizou o polegar sobre meus lábios para parar o fluxo de palavras. Eu estremeci de dor, e seus olhos se iluminaram com uma mistura de simpatia e fúria.


― Se houver algo de errado com a gravidez por causa do que você sofreu devido ao meu fracasso em protegê-la, então vamos enfrentá-lo juntos. ― Não seria culpa sua, eu protestei. ― Então, como é que pode eventualmente pensar que seria sua? Por mais que eu quisesse fazê-lo, era impossível discutir com sua lógica. Suspirei e cai contra ele em aceitação. Nic gentilmente me moveu do seu colo, então ele e Felix saíram do carro. Felix abriu a minha porta e permaneceu enquanto Nic me tirou. ― Doc está esperando lá dentro. Ele disse que vai facilitar o caminho, tente limitar o número de perguntas que são feitas. Certifique-se de que ela receberá tratamento VIP, disse Felix a Nic. Descobriu-se que Doc era um milagreiro. Fomos levados até uma sala privada no minuto que Nic me levou para dentro. Uma enfermeira seguiu atrás de nós, colocando a cama na posição horizontal, trazendo em seguida um robe macio que ficou em cima do colchão. ― Posso tomar um banho? Eu perguntei a ela. ― Ainda não. Eu fiz uma careta para a resposta dela, e ela correu para explicar melhor. ― Não vai demorar muito, no entanto. O médico estará aqui em breve para examinála. Assim que ele disser que está tudo bem, eu vou ter certeza que você tomará seu banho. Nic me ajudou a sair das minhas roupas, seus olhos escurecendo quando ele notou os arranhões e hematomas debaixo deles. ― Merda! Ele mordeu fora.


― São apenas alguns arranhões, eu garanti a ele. ― Eles vão pagar por terem marcado sua pele bonita, ele jurou. Ele tinha um brilho assassino em seus olhos, mas eu não era capaz de discutir ainda mais porque o médico entrou na sala. Ele foi seguido por um homem mais baixo e velho que se moveu rapidamente para o lado de Nic e sussurrou em seu ouvido. Nic assentiu com a cabeça em concordância. ― Fique, Doc. O homem corpulento virou seus olhos gentis para mim. ― Contanto que sua linda noiva também concorde? Eu não estava prestes a discutir depois de tudo o que ele tinha feito para garantir que eu estivesse tão bem cuidada pelo hospital. ― Sim, por favor. O médico realizou o seu exame, checando meus sinais vitais e trazendo alguém para tirar meu sangue para exames laboratoriais. Ele também tinha me levado de maca para fazer um raio-X do pulso. Doc ficou comigo para garantir que um avental e colarinho de chumbo fossem colocados em cima de mim durante o teste, para evitar uma possível exposição à radiação, para garantir, caso eu estivesse grávida. Uma vez que todos os testes foram executados e meu pulso torcido tinha sido imobilizado com uma tala, eles finalmente deixaram-me tomar um banho. Nic se recusou a permitir que uma das enfermeiras me ajudasse, insistindo que faria isso sozinho. Despojado de sua cueca, ele lavou cada polegada de mim. Traços suaves de suas mãos na minha pele limparam o sangue, sujeira e suor. Mas, foi a reverência com que ele me tocou que me fez sentir limpa novamente.


Assim que acabei meu banho, Nic vestiu-me em um par de pijamas de seda verdeesmeralda, que tinham aparecido magicamente no meu quarto. Então ele me levou para fora do banheiro e gentilmente me colocou na cama. Meu estômago roncou, ecoando alto no quarto, fazendo-me rir. Nic não participou, com o rosto escurecendo mais uma vez. ― Eles não te alimentaram, não é? ― Não, eu admiti suavemente. Ele caminhou em direção à janela, olhando para fora, enquanto ele pegou seu telefone e ligou para alguém, latindo as ordens para que eles me trouxessem comida. Uma incrivelmente longa lista de meus pratos favoritos. Quando ele acabou de falar. Ele desligou o telefone, mas não se mexeu. ― Você não acha que devemos esperar o médico dizer que está tudo bem para eu comer? Eu sussurrei, hesitante, com medo de perturbá-lo ainda mais. ― Você está com fome, ele respondeu, enquanto caminhava de volta para mim, pegando a minha mão e colocando um beijo suave na parte de trás. ― Isso é algo que eu posso resolver. ― Não precisa se preocupar, disse Doc da porta. ― A comida será boa para ela. Tudo parece estar normal nos resultados de laboratório, com a exceção de uma quantidade residual de sódio tiopental. Senti Nic endurecer ao meu lado, sua mão segurando a minha com mais força. ― Eles drogaram você?


― Sim. A lembrança disto me fez esfregar o local no meu braço, onde eles tinham me injetado. ― Depois que eles me colocaram no carro, eles me injetaram alguma coisa. ― A escolha de qual droga usaram é incomum, mas é uma sorte, considerando que você está grávida. Há muito pouco risco para o bebê com a dose que lhe deram. ― Eu estou grávida? Eu chorei. ― Você está, Doc confirmou. ― Os seus níveis de HCG são apropriados para alguém grávida de quatro semanas. Eu balancei a cabeça, olhando para Nic com os olhos arregalados e corando violentamente. ― Mas isso não é possível.― O que não é, querida? Nic rosnou profundamente em sua garganta quando Doc me chamando de querida. Se eu não estivesse tão perturbada e envergonhada com o que eu precisava dizer, eu poderia tê-lo achado sexy, mesmo estando com ciúmes de um homem velho. ― Eu não posso estar grávida de quatro semanas, porque eu só tive relações sexuais pela primeira vez cerca de duas semanas atrás.― Ahhh, Doc assentiu com a cabeça, como se a minha preocupação fosse

sem sentido. ― Isso realmente alinha-se

perfeitamente desde o desenvolvimento da gravidez é contado a partir do primeiro dia do último período menstrual da mulher, mesmo que o desenvolvimento do feto não comece até a concepção, o que ocorre cerca de duas semanas mais tarde. ― Oh, eu suspirei, entendendo a explicação. ― E o bebê está bem? ― Eu vou acompanhá-lo de perto, mas não há nada nos testes que indique qualquer coisa, que não seja uma gravidez normal, ele me assegurou. ― Obrigada, eu sussurrei em meio a lágrimas, feliz desta vez. A tensão que eu estava carregando dentro de mim aliviou, e eu cai nos braços de Nic. ― Não, eu que agradeço, ele corrigiu.


Eu sorri para ele com os olhos turvos. ― Estamos grávidos, eu sussurrei em reverência. ― Eu nunca duvidei nem por um minuto, ele respondeu arrogantemente, transformando minhas lágrimas em riso apenas em cima da hora. ― Mamãe! Você me salvou e, em seguida, papai te salvou. Eu sabia que ele iria. Sophia correu para o quarto e se atirou nos meus braços, Allegra seguia atrás dela, juntamente com vários dos homens de Nic. ― Eu também, murmurei em seu cabelo. Meu coração derreteu ao ouvi-la me chamar de "mamãe" pela primeira vez, enquanto eu ouvia sua tagarelice sobre assistir seus filmes favoritos em uma sala especial, que seu pai a tinha colocado junto com sua Nonna para se certificar de que estavam a salvo, enquanto ele foi me resgatar. Eu olhei para Nic e levantei a sobrancelha, curiosa sobre sua descrição. Ele sorriu misteriosamente e encolheu os ombros. Uma das minhas mãos acariciaram seu cabelo enquanto a outra descansava na minha barriga. Não demoraria muito para eu ter dois filhos para amar. Nic tinha feito mais do que me salvar - ele me deu a família que eu sempre desejei ter.


Nic ― Nic, por favor, implorou Gianna, passando a mão pelo meu torso e tentando espalmar meu pau. ― Não, belíssima. Eu suspirei enquanto eu peguei sua mão e trouxe-a para a minha boca para um beijo suave. Tive de me controlar muito para pará-la. Fazia três semanas desde que eu a tinha trazido para casa, e eu evito fazer amor com ela, assim ela pode se recuperar. Descobri que tenho um autocontrole absurdo, que eu não sabia que eu tinha. Ele surgiu do meu medo de perder minha doce Gianna. E se eu perder o controle, e for muito áspero, e feri-la ou o bebê? Eu só tinha estado com uma mulher, se você pudesse até mesmo classificá-la como uma mulher. Éramos adolescentes, apenas crianças, e realmente não sabíamos o que estávamos fazendo. Depois que ela descobriu que estava grávida, ela se ressentiu comigo. Nosso relacionamento, físico ou não, acabou. Então Sophia nasceu, e nunca mais a vi. O médico disse-me para esperar por um par de semanas antes de retomar "as relações", sua palavra, com Gianna. Eu queria esperar mais um pouco, apenas para garantir. Ela ainda estava cansada e, embora as contusões tivessem desaparecido, ela parecia se


arrastar fisicamente. Eu estava simplesmente substituindo o calor de sua vagina com a água gelada em meus banhos. Estávamos deitados na cama, seu corpo suave envolto em cima de mim enquanto eu a segurava perto. Eu escovei seu cabelo longe de seu rosto e beijei sua testa. ― Você não está bem, meu doce. Ela bufou e empurrou-me, quebrando o meu domínio sobre ela e sentando-se. ― Eu estou perfeitamente bem, Nic. Exceto pela minha necessidade de ser fodida! Ela retrucou. Minhas sobrancelhas se ergueram em uma linha fina por causa de sua utilização de tal palavrão vulgar. Eu amo a delicadeza de Gianna, sua inocência e doçura. Mas, eu tinha que admitir, que quando ela se comportava como uma garota levada, isso me deixava louco de tesão e meu já duro pau acordou, saudando-a. Eu faria de tudo para que esse lado travesso desflorasse mais frequentemente no quarto. Eu sufoquei uma risada, mas, obviamente, não fiz um bom trabalho, porque ela desceu da cama e foi para o banheiro, batendo a porta atrás dela. Deitei-me no colchão, colocando minhas mãos atrás da minha cabeça e tentando baixar meu pau. Minhas orelhas ficaram em pé quando ouvi um som vindo do banheiro, um gemido muito familiar, e eu sai da cama, correndo para a porta, abrindo-a, eu congelei com a visão dela no chuveiro, com a mão entre suas pernas. Ah, porra não. Aproximando-me mais, eu empurrei a porta aberta, agarrei-lhe o pulso puxando-a para mim, trazendo seus dedos na minha boca, eu os lambi, provocando outro gemido.


Satisfeito que eu tinha lambido toda a sua essência, agarrei os dois pulsos e colocandoos atrás de suas costas. ― Ninguém faz você gozar além de mim. Eu rosnei. ― Nem mesmo você. Esses sons, seus gemidos e gritos de prazer, eles pertencem a mim, Gianna. Eles são meus e eu não vou compartilhá-los. Eu olhei para ela com um olhar endurecido, certificando-me que minha advertência era clara. ― Se você precisa gozar, será comigo, ou você vai esperar. Você entendeu? Ela me considerou pensativamente por um momento, mas depois, sabiamente, rendeuse com um aceno. Seus lábios cheios viraram para baixo em um biquinho bonito e a imagem deles enrolando-se no meu pau tinha-me feito endurecer, manchas estavam flutuando na frente dos meus olhos. ― Você está me evitando sempre, ela murmurou. Ocorreu-me, então, eu estava tão focado em não transar com ela que eu não tinha pensado em aliviar a sua carência em outras maneiras. Eu descansei minha testa contra a dela e suspirei. ― Sinto muito, meu doce. Lamento muito tê-la deixado tão necessitada, soltando suas mãos, eu tirei a cueca boxer que estava molhada e joguei-a no chão atrás de mim, antes de eu cair de joelhos. Eu coloquei um beijo reverente sobre o lugar onde nosso bebê estava crescendo e outra em seu osso púbico, antes de envolver minhas mãos em torno de seus quadris. Corri minha língua levemente até seus lábios vaginais de baixo para cima. Em seguida, movi uma mão para descansar acima e mantê-los afastados. Com outra lambida, essa mais profunda, eu gemi com o seu sabor doce.


― Seu gosto é tão fodidamente delicioso, Gianna. Eu tenho fome de seus sucos. Ela gemeu, e eu voltei a comê-la, dando especial atenção para seu clitóris e deixando-a selvagem. ― Goza, meu doce. Goza na minha língua. Quando seus gemidos atingiram uma determinada intensidade, eu chupei seu pequeno broto duro, mordendo-o e lambendo cada gota de seu creme inundando minha boca enquanto ela gozou. Eu me levantei e ela caiu para a frente, saciada e exausta. Pegue-a em meus braços, saindo do chuveiro, coloquei-a suavemente sobre seus pés. ― Segure-se em mim enquanto eu te enxugo, meu doce. Ela obedientemente seguiu minhas instruções, e uma vez que estávamos secos, levei-a até a cama. Eu a saciei completamente, em seguida, subi na cama e estendi a mão para ela. Ela veio de boa vontade para meus braços e deu um beijo em meus lábios antes de fundir sua boca com a minha. Nossas línguas dançaram apaixonadamente, e eu demonstrei cada pedaço do meu amor neste beijo. Ela passou uma perna por cima de mim e começou a deslizar em cima, querendo ficar por cima de mim. ― Belíssima, eu repreendo-a com um rosnado. Ela não disse nada, apenas deixou-se cair ao meu lado, aceitando a derrota, em seguida, virou de lado, de costas para mim. Puxei-a para mim até que ela estava aconchegada de conchinha comigo. Ela murmurou algo sob sua respiração que soava muito como "burro teimoso." Eu enterrei meu rosto em seu cabelo e ri silenciosamente. *** ― Tchau, papai! Sophia vibrou quando ela saiu no meu escritório em casa. Foi maravilhoso vê-la tão saudável. Quando ela chegou a mim, eu a levantei para o meu colo para que ela pudesse beijar minha bochecha.


― Tenha um ótimo dia na escola, preziosa. Eu beijei a testa dela e coloquei-a no chão de novo, com um largo sorriso enquanto ela saia do cômodo. Eu balancei a cabeça em um pouco de temor. Eu tinha a criança mais bonita, a noiva mais sexy, e outro pequeno ser a caminho, que seria certamente o bebê mais doce. Meus lábios mergulharam automaticamente em uma careta quando eu pensei na palavra noiva. Eu queria ter a mulher mais sexy. Gianna estava protelando, por algum motivo. Mudando de assunto quando eu falava em datas. Eu estava perdendo a paciência, e se ela não fizesse em breve, ela iria encontrar-se em um casamento forçado no Tribunal. Meu telefone tocou, me trazendo de volta à realidade e eu peguei meu celular, deslizei a tela, e lati, ― DeLuca. ― Perdemos a trilha, chefe, Enzo respondeu. Eu praticamente podia ouvi-lo fazendo careta. Furioso, eu bati meu punho na mesa. ― Que porra é essa, Enzo? Eu berrei. ― Como é que esse porra consegue escorregar por entre os dedos? ― Achamos que ele está atrás de Carly, admitiu. ― O rumor é, ele a está perseguindo. Mas, a última fonte com quem falamos, teve ordens para enrolá-lo. Falamos ao telefone e marcamos um encontro. Quando chegamos lá, a fonte estava morta. O filho da puta do Pat o esfaqueou com uma faca de cozinha e fugiu. A trilha esfriou daí em diante. Pensando em Carly e a química que eu percebi haver entre ela e Brandon, eu tinha certeza de que ele estava pensando nela. Ele não estava indo só para encontrá-la; ele estava indo para reclamá-la. E ele precisava ser avisado que Pat estava em seu encalço.


― Continuem procurando, eu instruí em seguida, apertei o botão de desligar. Disquei outro número, e coloquei o telefone no meu ouvido. ― Nic, Brandon respondeu com uma voz rouca. Era cheio de tensão e o que eu suspeitava era raiva. ― Há uma boa chance de Pat estar caçando sua mulher. ― Minha mulher? Brandon zombou. ― De jeito nenhum que essa praga chamada Carly seja minha mulher. ― Você continue dizendo a si mesmo isso, eu secamente falei. ― De qualquer maneira, fique esperto e não dê bobeira e fique de olho nas coisas. Alguma ideia de onde ela está? Brandon resmungou aborrecido. ― Eu admito, ela é boa. Mas, eu sou melhor. Ela está me levando a uma perseguição no momento e assim que ela fizer uma pausa, eu vou pegá-la. Eu bufei em diversão, me perguntando se ele reconhecia o seu duplo sentido. ― Vai foder sua mulher e tire sua mente da sarjeta, salte na merda. Toda diversão acabou com o seu comentário. ― Melhor amigo ou não, se você falar sobre Gianna assim de novo, você vai estar cantando como soprano para o resto de sua vida. Brandon riu e eu desliguei o telefone, jogando-o na minha mesa. A porta do meu escritório se abriu de repente, me fazendo virar em choque. Se eu estivesse em pé, a visão diante de mim teria certamente me feito cair de joelhos. Gianna estava na porta, suas mãos acima no umbral da porta, com seus quadris inclinados para o lado. Os seios


dela mal estavam contidos em seu sutiã rosa claro e sua boceta estava muito mal coberta por um pedaço do mesmo tecido. Era isso. Nada mais. Eu estava tão fodido. Ok, escolha errada de palavras. ― Belíssima? Engoli em seco e discretamente ajustei meu pau extremamente duro, que já estava vazando pré gozo enquanto ela lentamente avançava em minha direção. Seus quadris balançando, e seus seios saltando. ― A casa está vazia, Nic, ela disse em uma voz sensual que enviou qualquer sangue restante no meu cérebro correndo direto para o meu pau. ― Eu não aceito um não como resposta. Eu não aguento mais. Seus olhos se estreitaram quando ela me estudou, desafiando-me a discutir, mas minha língua estava presa na minha boca. Quando ela chegou onde eu estava sentado, ela jogou uma perna bem torneada sobre mim e montou meu colo. Ela abaixou-se, e até mesmo através das camadas de roupa, eu podia sentir o calor de sua vagina no meu pau. Ela se inclinou e seu peito esfregou no meu, enquanto ela sussurrou: ― Meus hormônios têm me feito dolorida e desesperada por você o tempo todo, mais do que nunca. Ela gemeu, e minha ereção estava pronta para estourar com minhas calças para chegar até ela. ― Eu preciso de você dentro de mim. O fio de controle que eu tinha me agarrado se desfez e eu assumi, batendo minha boca sobre a dela.


Anna Eu finalmente tive Nic exatamente onde eu queria, ele estava duro e quente, super perto, e com a sua boca reivindicando a minha. Esse tinha sido um desejo urgente, que me fez agir assim, tão descaradamente, mas se eu não conseguisse fazê-lo perder o controle, eu ia ficar louca. Desde que estamos juntos, ele conseguiu me deixar viciada em seu corpo. Com os meus hormônios da gravidez em fúria, as minhas necessidades só tinham ficado ainda mais forte. Eu tinha tentado flertar, provocar, seduzir e implorar. Nada disso tinha surtido efeito. Tempos de desespero pediam medidas desesperadas, e eu finalmente recorri a tomar o que eu queria. Seu corpo musculoso estava quente, enquanto eu o montei, nossas línguas entrelaçadas enquanto nos beijávamos. Eu desfiz os botões de sua camisa, deleitando-me com a sensação de sua pele sob minhas mãos. ― Monte-me, ele ordenou em um tom estridente. Meus quadris se moveram, lentamente no início. Com meus joelhos pousando em ambos os lados de suas pernas, eu me elevei para cima e para baixo. Minha buceta deslizou sobre sua dureza com cada giro dos meus quadris, fazendo minha calcinha incrivelmente molhada. ― Tem sido um longo tempo. Eu preciso de você, eu soluçava em seu ouvido.


― Eu sempre preciso de você, ele rosnou. Suas mãos agarraram meus quadris, me puxando com força contra sua ereção. ― Eu estive aqui para que você me tomasse o tempo todo. Seus dedos apertaram em meus quadris. ― Porque você é minha. ― Sua, eu soluçava em concordância. ― Minha, ele repetiu, seu olhar vagando por cima do meu corpo. Ele arrastou um dedo no meu peito, fazendo meus seios já sensíveis incharem ainda mais. Eles praticamente estavam saindo da taça que os segurava, e com um estalar de dedos nas minhas costas, meu sutiã se abriu e eles saltaram livres. Nic deslizou as alças pelos meus braços, e meus mamilos se retesaram sob seu olhar escuro. Meu corpo se apertou quando ele fechou a boca sobre um deles. Suas mãos seguraram meus seios perto de sua boca para saboreá-los. Seus dedos puxaram um mamilo, enquanto seus lábios enrolaram-se em torno do outro. Eles estavam excessivamente sensíveis por causa da minha gravidez, e seu leve toque foi o suficiente para me trazer perto da borda. ― Nic. Eu engasguei com a sensação, arqueando as costas para lhe dar melhor acesso. Seus olhos estavam presos nos meus quando ele agarrou meus quadris e levantou-me sobre a mesa, bem onde ele me queria. Ele deslizou o dedo ao longo da borda da minha calcinha, me fazendo tremer. ― Por favor, Nic eu ofegava, espalhando as minhas pernas tão largas quanto eu poderia obtê-los nesta posição. Ele empurrou a pala da minha calcinha para o lado e atacou o meu clitóris com a língua. Então, ele colocou sua língua em minhas dobras, lambendo-me. Minha cabeça caiu para trás, e eu coloquei meus dedos em seu cabelo.


― Nic, eu gemi, meu corpo começando a tremer enquanto ondas de prazer me atingiam. Eu estava tão perto de gozar. ― Não sem que eu esteja enterrado dentro de você, ele rosnou, rasgando minha calcinha pelas minhas pernas. Em seguida, ele desfez o cinto e deslizou seu zíper. Seu pênis saltou para fora, longo e duro. ― Tome o que é seu, meu doce. Sai da mesa e fui para o seu colo, movendo-me para baixo sobre ele, em um lento impulso, para baixo até que eu tinha tomado todo seu comprimento dentro de mim. Agarrando seus ombros, eu aumentei o meu ritmo, montando-o com força. Não demorou muito antes de meu orgasmo estava perto. ― Dê-me sua boca. Inclinei a cabeça, e ele forçou sua língua dentro. Ele me consumiu enquanto me contorcia no seu colo. Quando ele mordeu meu lábio inferior, eu congelei na metade da investida. ― Você precisa de mim para assumir o controle? Ele murmurou, dando minha bunda um tapa leve e fazendo minha buceta apertar em torno dele. ― Sim, eu gemi. Nic segurou meus quadris e começou a me levantar para cima e para baixo em seu comprimento. Ele acertou meu ponto certo, me enviando voando sobre a borda. Eu gozei duro, gritando em voz alta. Seus dedos cavaram em minha pele enquanto empurrava mais algumas vezes, antes de plantar-se profundamente e enchendo-me com seu gozo. Completamente saciada, eu cedi contra ele, meus braços em volta de seus ombros.


― Eu precisava disso, eu suspirei contra seu pescoço. ― Eu também, ele murmurou. ― Precisava demais, caramba. Sua confissão aliviou um pouco o meu desconforto por ter sido rejeitada, pois ele estava negando-se tanto quanto ele tinha me negado. Curiosamente, nunca passou pela minha cabeça que ele não me queria. Mas, não tinha me impedido de ficar um pouco magoada quando ele continuava resistindo aos meus avanços. ― Então, talvez devemos fazer novamente. Senti seu peito tremer por causa de seu riso antes de ouvi-lo. ― Minha menina é gananciosa. Inclinei a cabeça e olhei para ele, dando-lhe a minha melhor carinha de pidona. ― Só porque você me negou por tanto tempo. Seu polegar varreu meu lábio inferior. ― Foi para o seu próprio bem, caramba, e você sabe disso. ― Eu sei porque você fez isso, eu sussurrei. ― Mas agora que eu tenho provado que eu sou mais do que capaz de tomar o que você pode me dar, você não acha que eu mereço mais? ― Caramba, ele assobiou. ― Eu não posso nos negar nossa satisfação por mais tempo. ― Bom, eu disse, dando-lhe um sorriso maroto. Suas mãos apertaram minha cintura, e ele me levantou do seu colo, levantando-se da cadeira em seguida. Ele me levou para o sofá, gentilmente colocando-me no chão, e seguindo até que ele pairava sobre mim. ― Você pode ter me seduzido, mas não se esqueça por um segundo que eu estou no comando aqui.


Minha respiração ficou presa no meu peito com a sugestão de comando em seu tom. ― Você é o chefe. Eu quis dizer isso como uma piada para aliviar o clima, mas seus olhos reluziram de satisfação. ― Em todos os sentidos, ele murmurou. ― E já é mais do que hora de eu te mostrar o que significa possuir esse pequeno e apertado corpo. Esta rodada vai ser lenta e calma até que eu te ouça implorando para deixá-la gozar. Eu tremi diante da promessa escura em suas palavras. ― Sim. ― Prepare-se para dizer “sim” para mim, porque eu vou te fazer grita-lo uma e outra vez. Nic seguiu sua promessa. Nós, literalmente, passamos seis horas fazendo amor e redescobrindo o corpo um do outro no chão de seu escritório. Nós conseguimos nos limpar pouco antes do ônibus escolar de Sophia deixá-la em casa. Eu mal conseguia ficar de pé, muito menos me vestir, quando finalmente Nic se satisfez comigo. Nic teve que correr para nosso quarto e pegar uma roupa, então ele me ajudou a colocá-la. Ele tinha acabado de abotoar minha blusa e colocando-a em minha saia quando Sophia veio correndo em seu escritório. ― Papai! Mamãe! Ela gritou, fazendo meu coração inchar com amor.― Heidi trouxe fotos para a escola hoje, onde ela estava toda vestida em um vestido branco muito bonito, com flores tanto em seu cabelo como em uma cesta. Você sabe por quê? ― Não, por quê, querida? Perguntei, escovando o cabelo do rosto enquanto ela tagarelava. ― Porque ela foi a dama de honra! Ela gritou. ― No casamento de sua tia. ― Uma dama de honra, huh? Nic respondeu, piscando-me um sorriso quando ele levantou uma sobrancelha para cima.


― Sim! Ela respondeu. ― Não é justo. Eu quero ser uma dama de honra e vestir-me como uma princesa, também! ― Você terá a sua chance, logo que sua mãe escolher um dia para casar-se comigo. Os olhos de Sophia cresceram redondos com felicidade e surpresa. ― Eu vou? Ela engasgou. ― Você irá. ― Pode ser amanhã? Ela quis saber. ― E então eu posso levar fotos vestida como princesa para a escola para mostrar a Heidi. ― Amanhã funciona para mim, disse Nic, me colocando numa saia justa com Sophia. Ela colocou os braços em torno de minhas pernas e me olhou com olhos suplicantes. ― Por favor, mamãe. Ajoelhei-me e puxei-a em meus braços, olhando para seu adorável rosto. ― Amanhã é cedo demais. Sua expressão caiu, e eu me apressei para deixá-la mais feliz. ― Porque nós precisamos de um pouco de tempo para encontrar esses vestidos bonitos para você e para mim. ― Quanto tempo? Ela perguntou, desconfiada. Ela estava tão parecida com seu pai naquele momento, eu não podia deixar de abrir um sorriso enorme, enquanto ela derreteu meu coração. ― Eu penso que nós podemos conseguir para este fim de semana. Ela inclinou a cabeça e estreitou os olhos. ― Faltam quantos dias para o final de semana? ― Cinco, Nic respondeu por mim. ― Ou seis, eu interrompi, caso seja necessário até domingo para reunir tudo.


― Cinco é perfeito! Sophia exclamou alegremente, dando a cada um de nós um abraço antes de correr para a porta. ― Eu vou falar com a Nonna que vamos nos casar neste fim de semana. ― Sábado, então. Nic tinha um olhar de satisfação absoluta em seu rosto. ― Você parece um pouco satisfeito consigo mesmo, eu murmurei, cruzando os braços e batendo o pé em irritação. ― Você pode me culpar? Ele perguntou todo cheio de si. ― Eu estou conseguindo tudo o que eu quero. ― Bom, isso significa que eu não preciso de dar-lhe um presente de casamento. Ele começou a abrir a boca, e eu levantei a mão para detê-lo antes de continuar. ― E você não vai ter que me dar nenhum. Ele estreitou os olhos e caminhou em minha direção. ― Eu vou te comprar qualquer presente da porra eu quiser te dar. ― Não é justo! Eu objetei. ― Eu não posso te dar nada tão luxuoso ou caro quanto o que você for me dar. ― Você não precisa me dar um presente de casamento, belíssima, ele murmurou. ― Eu quis dizer isso, quando eu disse que eu já estou recebendo tudo o que eu quero. Você, como minha esposa e outro lindo bebê. ― Você já está me dando exatamente o que eu quero também. Eu esfreguei a palma da mão contra sua bochecha barbada. ― Você como meu marido, Sophia como a minha filha, e um bebê. A única coisa que poderia torná-lo ainda melhor, seria se eu pudesse ser a mãe de Sophia aos olhos da lei, também. ― Considere feito, ele prometeu, beijando-me para selar nosso acordo.


― E um gatinho, eu sussurrei contra seus lábios quando ele levantou a cabeça. ― Você quer um gatinho? ― Não é para mim, eu ri. ― Para Sophia. Ela me disse que queria um no primeiro dia em que a conheci. ― Mais uma razão pela qual ela tem sorte de ter você como sua mãe, ele murmurou, os olhos iluminados com apreciação. ― Isso é um sim para o gatinho? Ele respondeu com uma gargalhada e um aceno de cabeça. ― Bom, ele precisa ser branco ou cinza e super fofo. ― Eu acho que pode ser arranjado. E foi ... no dia seguinte. Sophia nomeou Snowball. Era o nome perfeito para o pequeno gatinho branco, e muito fofo.


Nic ― Don, você é a porra do advogado da família DeLuca. Não é como se você não está acostumado a fazer coisas escusas. Eu agarrei meu celular tão duro, que estou surpreso que não quebrou. Após o jantar na noite anterior, eu tinha feito uma chamada para o advogado da família sobre como obter o processo de adoção de forma rápida. Eu queria ser capaz de apresentá-los para minhas meninas como presente de casamento. Nós tínhamos discutido o que era necessário, e eu enviei por e-mail todos os documentos necessários. Ele prometeu resolver tudo no tribunal no dia seguinte e ter toda a papelada acelerada. Ter uma reputação notória e funcionários do governo em seu bolso definitivamente compensava em tempos como esses. A próxima chamada foi para os pais de Gianna. Preocupei-me que Livy insistisse em um longo período de tempo para que ela pudesse montar uma festa de casamento. Eu estava preparado para bater o pé, exigindo pressa e me preparei contra a decepção de Gianna e, estremeci ao pensar, que lágrimas podiam ser derramadas. Eu odiava quando ela chorava. No entanto, Livy tinha gritado com alegria e começou a tagarelar sobre todas as coisas que precisavam de ser feito antes do grande dia. Gianna parecia um pouco sobrecarregada, e eu sabia que a coisa galante a fazer teria sido sofrer junto. Infelizmente, eu não era um cavaleiro branco e escapei para a sala de


estar com uma cerveja e um jogo de beisebol para assistir. Eu senti seu olhar queimando nas minhas costas enquanto eu saia, sabendo que eu ia pagar por isso mais tarde. Na parte da manhã, eu fui a um dos meus escritórios no centro da cidade para reuniões. Pouco depois de ter chegado, Don me ligou para informar que não importava cujos bolsos eu subornasse, não podiam concluir o processo sem a "mãe" (concedendo-me esse termo, era besteira) dando permissão ou ter seus direitos de mãe cassados. Eu poderia ter pedido pela separação anos atrás, mas eu nunca tinha pensado nisso, porque ela não importava em nossas vidas. Eu nunca esperei que minha doce Gianna fosse surgir em meu mundo e mudar tudo. Gianna conseguiu acender cada espaço escuro, e vendo-a com Sophia, isso me fez amá-la ainda mais. Elas mereciam ser mãe e filha aos olhos de todos, não apenas em seus corações. Eu estaria ferrado se eu não pudesse fazer isso acontecer. ― Coloque Thomas nisto. Não me importa o que você tenha que fazer, ou quem você tem que quebrar. Encontre-a. Ou você responderá por isso, eu ameacei, antes de lançar o telefone na parede. O som dele quebrando não me fez sentir melhor. Eu não tenho tempo para esta merda. Eu tinha trabalho se acumulando e eu tinha um homem a menos com Brandon na caça de Carly. Felizmente, Antônio tinha ajudado bastante, assumindo algumas tarefas extras. ― Nic? A voz suave de Gianna veio da porta do escritório, e eu olhei para cima para vê-la olhando, de olhos arregalados, para o meu telefone quebrado.


Porra. Ela nunca tinha me visto perder a paciência, e eu não estava feliz que ela tivesse testemunhando agora. Contudo, eu não poderia dizer que eu não gostei de vê-la aqui. Como de costume, sua presença me acalmou, me enchendo de felicidade e contentamento. ― Vem cá, meu doce, eu incentivei, estendendo a mão para ela. Fiquei aliviado ao ver que não havia hesitação quando ela se aproximou de mim. Puxei-a, de modo que ela estava sentada de lado no meu colo, e beijei-a profundamente. Quando eu levantei minha cabeça, ela tinha um olhar sonhador no rosto, e eu não podia deixar de sorrir arrogantemente. O incidente com o telefone foi aparentemente esquecido. ― Eu sempre fico feliz em te ver minha linda menina, mas o que te traz até esta área? Perguntei, enterrando meu rosto em seu pescoço, acariciando-o, e respirando seu aroma fresco e doce. Eu nunca me cansaria da minha doçura, seu amor era uma droga intoxicante e eu ficava cada vez mais viciado todos os dias. ― Eu estou à procura do vestido de casamento, ela disse com um toque de rosa nas bochechas. Eu passei um dedo sobre sua pele corada. ― Você é tão bonita, Gianna, eu sussurrei com admiração. Às vezes, eu não podia acreditar que ela era minha. E, no entanto, eu não deveria me surpreender, porque eu nunca, nunca iria deixá-la ir. ― Eu amo como você pode ser sedutora e ousada no quarto, então corar inocentemente para as coisas mais simples. Eu sorri e beijei seus lábios, antes de sussurrar, ― Isso me deixa com tesão.


O pequeno rubor transformou-se em vermelhidão intensa, quando ela olhou para a porta aberta para o meu escritório. Não era como quando estávamos em casa. Qualquer um podia entrar, a qualquer momento. ― Allegra e minha mãe estão trazendo Sophia para o centro, para que possamos escolher seus vestidos. Então, depois nós vamos jantar, você quer se juntar a nós? Ela perguntou indiferente. Eu olhei para ela com desconfiança e perguntei: ― Será que o seu pai estará lá? ― Hum, não, ela admitiu. ― Mas― Sem mas, belíssima. Eu fiz uma careta com o pensamento de jantar com quatro mulheres em modo de casamento. ― Você pode fazer um desfile de moda quando chegar em casa. Estou particularmente interessado no que você vai usar debaixo de seu vestido. Eu mexi meus olhos sugestivamente. O queixo dela subiu e ela respirou com altivez.― Você não conseguirá ver nada até o dia do casamento, senhor. Ela estreitou os olhos e fez uma careta para mim, ― e não tente usar a minha filha para me convencer do contrário. Eu já a subornei para mantêlo no escuro. Eu queria rir, ela estava tão fodidamente bonita. Mas, suas palavras me fizeram lembrar da razão da minha irritação quando ela chegou. Eu debati se deveria ou não dizer a ela, mas ela sabia que tipo de ligações que eu tinha. Se demorasse muito tempo, eu teria que dizer a ela de qualquer maneira, e nesse ponto, eu arriscaria sua ira por não ter sido honesto em primeiro lugar. ― Belíssima, eu comecei com cautela, ― Nós precisamos conversar.


Os lábios dela caíram em uma careta, e eu quase gemi em agitação. Era o meu trabalho para fazê-la sorrir, sempre. Não deveria ser o motivo de sua tristeza. ― Está tudo bem? Ela perguntou, cobrindo meu rosto com as mãos e olhando nos meus olhos com seus próprios olhos preocupados. Eu coloquei minhas mãos sobre a dela e virei minha cabeça para beijar uma das suas palmas. ― Estará. Eu só preciso que você seja paciente e confie em mim. ― Eu confio em você. Não havia nem mesmo uma pitada de incerteza em sua voz, e isso me humilhou, seu amor incondicional por mim. ― Tivemos um contratempo na adoção de Sophia. Corri para esclarecer, quando seus olhos se encheram de lágrimas. ― Eu vou trabalhar nisso, doçura. Você será a mãe em todos os sentidos da palavra. Pode demorar um pouco de tempo, isso é tudo. Ela fungou e piscou os olhos lacrimejantes rapidamente, tentando dissipar a umidade antes de cair. ― Por quê? O que aconteceu? Eu trouxe as duas mãos aos lábios e beijei delicadamente cada uma. A culpa elevou sua cabeça feia e, de repente, eu desejei ter sido o cavaleiro branco e pudesse-o ser naquele momento. ― A mulher que deu à Luz Sophia, ela não tinha desejo de ser mãe. Ela nem sequer quis vê-la após o parto. Depois que ela teve alta ela simplesmente desapareceu, antes


mesmo que eu pudesse levar Sophia para casa, expliquei. ― Nós não vimos e nem tivemos notícias dela desde então. Os olhos verde musgo de Gianna estavam cheios de desespero, e isso quase me matou. Eu farei o que for preciso para resolver essa questão, o mais rápido possível. Se eu tivesse que usar toda e qualquer conexão escura, cobrar cada favor, que assim seja. ― Ela abandonou Sophia! Eles não podem acusá-la de alguma coisa? Suspirei, ― Sim, a partir do que o meu advogado me disse hoje, é mais do que provável que pudéssemos provar que ela é culpada de abandono de criança em segundo grau. Uma vez que não éramos casados, à mãe é dado a preferência sobre a custódia. Então, por fugir e não apoiar Sophia por um período especificado de tempo, sem uma desculpa legal, ou renunciar seus direitos para mim, ela basicamente cometeu um crime. As sobrancelhas de Gianna franziram em confusão. ― Eu não entendo, se ela é culpada disso, por que ela não perdeu seus direitos?" Este é o lugar onde a culpa começou a se acumular. Eu deveria ter resolvido esta situação, desde o dia que eu soube que iria manter Gianna para sempre. ― Como ela estava comigo, Sophia nunca entrou no sistema. Assim, o Estado não tinha nenhuma razão para ir atrás da mulher que lhe deu à luz. Para que isso aconteça, meu advogado tem de reunir as provas e apresentá-las a um juiz. Mesmo com a minha capacidade de acelerar as coisas, o processo leva tempo. Eu sinto muito, belíssima. Eu deveria ter começado isto há muito tempo. Gianna sorriu suavemente, embora a tristeza ainda permanecesse. ― Não é culpa sua, Nic. Como você poderia saber que as coisas acabariam assim com a gente?


― Eu sabia Gianna, eu senti que você seria minha antes mesmo de eu ter colocado meus olhos em você. Eu era contra uma mulher jovem, solteira como babá para Sophia. Eu não queria lidar com paixões, ou periguetes gananciosas, à procura de se dar bem por causa do meu dinheiro e notoriedade. Não era meu ego inflado que trouxeram esses pensamentos, e sim, experiência. Eu já tinha passado por isto antes e estava cansado de rechaça-las. ― Então, a agência ligou, e a mulher me convenceu a, pelo menos, te conhecer. Eu estava tão chocado quanto qualquer um quando eu concordei. Fiz uma pausa e olhei em suas piscinas verdes, querendo que ela visse a profundidade da minha sinceridade. ― Então você vê? Você era minha antes mesmo que você entrasse em minha casa. Um sorriso doce enfeitou seu rosto e ela se inclinou para escovar os lábios sobre os meus. ― Eu te amo, ela sussurrou. Ela começou a se afastar e eu persegui os lábios, selando nossas bocas juntas, aprofundando o beijo até que nós dois estávamos tremendo de necessidade. Eu estava quase pronto para embrulhar suas pernas em volta de mim e tomá-la contra a parede quando fomos interrompidos por uma batida na minha porta. Amaldiçoei e rasguei meus lábios longe, para olhar quem tinha acabado de colocar sua vida em perigo. Enzo desviou os olhos, claramente desconfortável e cauteloso com a minha reação. Homem inteligente. ― O quê? Eu lati. Seus olhos correram para Gianna, antes de olhar para mim. Eu suspirei pesadamente e agarrei seus quadris para levantá-la fora do meu colo, e ambos levantamos. Com um


olhar meu, Enzo foi para o corredor para que eu pudesse dizer adeus a minha noiva em privacidade. ― Divirta-se, doçura, murmurei através de um outro beijo. ― E, quando você estiver comprando, não se esqueça sobre a noite de núpcias. Eu pisquei e ri quando ela corou mais uma vez. ― Na verdade, tenha certeza de obter o suficiente para toda a lua de mel. Mudei minha cabeça para o lado, deslizando nossas bochechas juntas, enquanto eu trouxe meus lábios em seu ouvido. ― Você deve comprar várias lingeries extras porque eu posso garantir que vou arruinar algumas delas até o final de nossa viagem. Um pequeno tremor atravessou sua estrutura pequena, e eu senti seu pequeno sorriso. Mmmm, uma semana inteira com a minha mulher sedutora e impertinente. Eu não podia esperar.


Anna A semana passou voando, mas de alguma forma tudo parecia cair perfeitamente no lugar para que Nic e eu tivéssemos uma bela, mas pequena festa de casamento. Sentada em uma mesa na sala privada no The Modern, um belo restaurante no centro da cidade, rodeada pela minha família, eu não poderia imaginar as cordas que Nic tinha puxado para fazer tudo isso acontecer, muito menos como ele conseguiu garantir que o padre de sua igreja realizasse a cerimônia. Cada prato servido, desde o risoto de abóbora com as vieiras e o filé mignon assado, fora além de incrível. Eu nunca tive uma refeição melhor do que essa. Eu tinha comido tanto que meu estômago quase doía. Mas, isso não me impediu de provar as sobremesas, que o garçom colocou sobre a mesa. Deliciosos bolos franceses amanteigados, donut de chocolate derretido e cheesecake de crème fraîche, eles eram impossíveis de resistir. ― Apresse-se e termine a sua sobremesa, querida, minha mãe pediu. ― Eu quero tempo suficiente para passar com você em sua última hora antes de voltar para casa. ― Sem festa de despedida de solteira, Nic rosnou, olhando para ela. ― Não é como se eu dissesse que estava levando-a para ver strippers masculinos, ela bufou.


― Eu sou sua mãe pelo amor de Deus, e ela não pode sequer beber, porque ela está grávida. Que tipo de problemas você acha que eu vou levá-la? ― Tenho certeza que seus homens apreciariam a oportunidade de levá-lo para sair, enquanto Anna está ocupada, meu pai ofereceu, empurrando a cabeça para onde vários dos caras de Nic estavam sentados do outro lado da sala. Eles tinham sido capazes de desfrutar da refeição, separadamente da família, enquanto Devon e sua equipe estavam em alerta no exterior. Meu coração bambeou ao pensar no tipo de problema que Nic e os caras poderiam arranjar, enquanto eu estivesse na casa com meus pais. Eu não acho que ele faria qualquer coisa errada, mas eu ainda não gostava da ideia dele em uma discoteca, ou Deus nos livre, em um clube de strip. Nic era muito quente para não atrair a atenção de qualquer mulher em sua vizinhança. Olhos femininos seguiam-no onde quer que fosse, eu mesma tinha visto isso. ― Anime-se, belíssima, Nic murmurou em meu ouvido. ― Eu não tenho nenhuma necessidade de ter uma despedida de solteiro. A única pessoa que eu quero para celebrar minha núpcia esta noite é a minha corada noiva. Abaixei minha cabeça em seu peito, sem me importar com quem estivesse assistindo. ― Mas todos estão esperando que haja a tradicional despedida de solteiro, não é mesmo? Eu murmurei em sua camisa. ― As expectativas deles não me preocupam, Gianna. O que nós queremos é a única coisa que importa.


― Eu quero voltar para casa com você, eu admiti suavemente. Eu sabia que meus pais estavam ansiosos para honrar a tradição e me levar de volta para sua casa para a noite antes do meu casamento, mas sua casa não era a minha. A minha casa era com Nic e Sophia. ― Isso é o que eu quero, também, ele respondeu. ― Pode ser o seu presente de casamento para nós. ― Eu pensei que não estávamos fazendo a coisa toda de presente de casamento. Minha resposta foi quase inaudível, já que eu estava relutante em lembrar-lhe que ele não tinha sido capaz de realizar o que eu lhe pedi para fazer para o meu presente. ― Sobre isso, ele falou, puxando um envelope do bolso interno do paletó. ― Isso acabou por ser mais simples do que o meu advogado esperava. Com os dedos trêmulos, eu puxei a papelada para fora e olhei para ele com lágrimas escorrendo pelo meu rosto. ― Como? ― Meu investigador descobriu que ela morreu de uma overdose de drogas, há quatro anos. Ele forneceu ao meu advogado uma cópia de sua certidão de óbito, que acrescentou a sua petição aos tribunais. Eu provavelmente deveria ter sentido tristeza ou pena da mulher que nunca conheceria Sophia, mas eu só senti alívio e uma esmagadora felicidade que nós superamos este obstáculo tão facilmente. ― Por que você está chorando, mamãe? Perguntou Sophia, saindo de sua cadeira e rastejando para o meu colo. ― Porque papai me deu a melhor notícia de todas, querida. Estes papéis aqui - Eu agitei o envelope ― dizem que eu sou oficialmente sua mãe.


― Vocês são tão bobos, ela riu. ― Eu já sabia que você é a minha mãe. Com essas palavras inocentes, eu estava quebrada, mas da melhor maneira possível. Enquanto eu chorava lágrimas felizes com Sophia no meu colo, senti Nic nos puxar em seus braços e ouvi meu pai falando com a minha mãe. ― Esqueça sobre seus planos para a noite, Olivia. A nossa menina tem sua família para cuidar. Nós vamos encontrá-la na igreja de manhã. *** Eles não apenas me encontraram na igreja a tempo para o casamento. Minha mãe passou duas horas agitando sobre mim, certificando-se de que meu cabelo e maquiagem estavam perfeitos antes de ajudar-me a vestir meu vestido. Relutantemente, ela me deixou ir sentar quando meu pai veio me buscar. De pé no final do corredor, com a mão em seu cotovelo, eu estava feliz por ter minha família comigo neste dia especial. Mas, eu só tinha olhos para uma pessoa, e ele estava em pé na frente do altar esperando por mim. ― Pronto, menina? Perguntou meu pai. ― Sim Papa. Estou pronta. Ele me guiou pelo corredor, permitindo-me a não prestar atenção aonde eu estava andando, enquanto eu mantive meus olhos fixos em Nic. Parecia que demorou demais para alcançá-lo, e depois o meu pai colocou minha mão nas de Nic, para que pudéssemos virar o rosto para o padre que iria nos casar.


― Estamos reunidos aqui hoje para celebrar um dos maiores momentos da vida, a união de dois corações, começou ele. ― Hoje nós testemunhamos a união de Niccolo DeLuca e Gianna Martin em casamento. Nic apertou minha mão, seu polegar roçando meus dedos enquanto o padre continuou. ― Se há alguém aqui presente que saiba de algo que impeça este casal de unir-se, fale agora ou cale-se para sempre. Nic enrijeceu ao meu lado, e eu olhei para cima para encontrá-lo olhando para o padre e, em seguida, voltando o olhar feroz para o público, como se ele realmente acreditasse que alguém poderia se atrever a interferir em nosso casamento. ― Fique à vontade, Niccolo, o padre murmurou. ― É apenas uma formalidade. ― Prossiga, Nic grunhiu, me fazendo corar com a forma como ele estava falando com o padre em sua própria igreja. O padre riu, aparentemente acostumado com os modos de Nic, e voltou sua atenção para os nossos pais. ― Quem dá este homem e esta mulher para se casar hoje? ― Nós fazemos, todos eles murmuraram. ― Viemos juntos para testemunhar a união dessas duas vidas. Para Niccolo e Gianna, o extraordinário aconteceu. Eles se conheceram, se apaixonaram e estão finalizando-o com este casamento. É seu desejo de amar um ao outro para toda a vida e é isso que estamos celebrando aqui hoje. Lágrimas escorriam dos meus olhos. Extraordinária foi uma subavaliação quando ele falou sobre o quanto eu amava Nic. Olhei para o homem incrível ao meu lado, incrivelmente grata que ele tinha se apaixonado por mim, assim como eu por ele. O padre continuou com a abertura da cerimônia, bem como a leitura de Primeiro Coríntios.


Eu estava tão ocupada olhando para Nic, em reverência enquanto falava seus votos, que eu não percebi quando o padre me disse para repetir depois dele. ― É a sua vez, doçura, Nic cutucou. ― Oh, eu engasguei. ― Desculpa. Todos na igreja riram, me fazendo corar e gaguejar um pouco quando eu comecei. ― Eu, Gianna Martin, te aceito, Niccolo DeLuca, para ser meu marido, meu parceiro na vida e meu verdadeiro amor. Eu vou acalentar nosso relacionamento e te amar hoje, amanhã e para sempre. Vou confiar em você e honrá-lo. Rir com você e chorar com você. E, eu vou te amar fielmente através do melhor e do pior, na doença e na saúde e na riqueza e na pobreza. O que quer que pode vir, eu sempre estarei lá. Como eu te dou minha mão para segurar, por isso dou-lhe a minha vida para manter. Olhei para uma lágrima solitária arrastando-se pelo rosto de Nic através das orações para os fiéis, as minhas caindo abundantemente enquanto nós repetimos o nosso 'Eu Aceito' e ouvimos outra leitura das escrituras. E então, Nic estava deslizando seu anel no meu dedo. Uma vez que ele estava no lugar, eu me virei para o lado e me inclinei para sussurrar no ouvido de Sophia. Ela sorriu para mim, desatando uma fita no lado de sua cesta, que tinha levado as pétalas de rosa que ela tinha atirado quando ela caminhou pelo corredor. ― Aqui está o anel de papai, mamãe, ela disse docemente, segurando-o para mim. ― Obrigado, minha menina.


O momento que eu vi o anel de trindade na Cartier, eu sabia que tinha de dá-lo por Nic. As três bandas entrelaçadas perfeitamente representavam Nic e eu, juntando-se em casamento com um de nossos filhos ao nosso lado e outro em minha barriga. ― Tome esta aliança como sinal do meu amor e fidelidade em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. O padre começou a falar de novo, mas havia mais uma coisa que eu precisava fazer antes que pudesse terminar a cerimônia. ― Posso ter um momento, por favor? ― Claro que sim, minha querida. Voltei-me para Sofia e caí de joelhos. ― Posso ver sua cesta, querida? Ela assentiu com a cabeça, e eu enfiei a mão na parte inferior do mesmo para o saco de veludo que eu tinha garantido a ele com uma fita diferente naquela manhã. Puxei o cordão na parte superior do saco, e retirei o colar de ouro no interior. Levantando-me, eu deslizei sobre seu pescoço. ― É tão bonito, ela suspirou, levantando-a para espiar o medalhão ligado à corrente. ― Hoje é um dia especial para nós, Sophia. ― É mesmo? ― De agora em diante, não só sou a sua mãe, mas eu também tenho o mesmo sobrenome que o seu. Sophia sorriu para mim, mas foi rapidamente distraída por seu colar. Quando me virei para Nic, amor e adoração transbordavam de seus olhos. ― Obrigado, doce Gianna. ― De nada, eu sussurrei de volta quando ele puxou minhas mãos na dele. Eu mal ouvi o padre enquanto ele fazia a oração do casamento, meus olhos fixos no anel do dedo


de Nic. Em seguida, essas mãos estavam se movendo para cima, pegando em minhas bochechas enquanto sua boca devorava a minha. Ouvi vagamente o padre dizendo a Nic que ele podia beijar sua noiva, enquanto ele já estava devorando minha boca. Eu tinha assistido a vários casamentos em igrejas antes, mas nenhum dos casais tinha beijado tão fervorosamente como nós. Quando Nic finalmente levantou a cabeça, eu estava ofegante e corada violentamente. O padre simplesmente riu antes de continuar. ― Eu gostaria de apresentar o casal feliz. Com a declaração do padre, eu era a Sra Nic DeLuca, esposa da máfia.


Nic ― Nic! Gianna engasgou de indignação. ― Aqueles eram o meu último par de calcinhas! ― Eu avisei para não usá-las, esposa. Eu rosnei, jogando o tecido ofensivo no lixo. ― Elas estavam sempre no caminho. Eu andei para frente, forçando-a a recuar até que ela estava apoiada contra a porta de vidro do nosso bangalô, em uma praia particular no Caribe. ― Agora você não precisa se preocupar que eu as destrua mais. Minhas mãos deslizaram até as coxas de seda por baixo da saia dela, uma indo ao redor para agarrar sua bunda, e a outra se aprofundando nas dobras de sua vagina. ― Encharcada, murmurei, mergulhando meu dedo dentro dela ― Você está sempre molhada para mim, belíssima. Se eu não tivesse as arruinado, você teria. Ela estremeceu e exalou um pequeno gemido. Porra, minha esposa era sexy pra caralho. Esposa. Eu me sinto cheio de orgulho cada vez que eu a chamo assim, e eu faço constantemente. Sua língua lambeu os lábios, e de repente eu estava desesperado para tê-los em volta do meu pau. Agarrando sua bunda com as duas mãos, eu a levantei e guiei suas pernas em volta da minha cintura. Calor pulsava de sua vagina e eu resmunguei, andando com dificuldade até a cama, meu pau já endurecido ao ponto de dor.


No final da cama, eu gentilmente a deitei, e baixei suas pernas. ― Ande um pouco, doçura. Ela rapidamente obedeceu e enquanto ela se movia, eu mantive a sua saia para que ela deslizasse para fora dela. Eu rapidamente removi a calça que eu tinha usado para o jantar e ignorei os botões da minha camisa, escolhendo tirá-la passando pela cabeça, sem desabotoar. Nu, eu coloquei o joelho na cama e debrucei-me sobre a minha linda esposa. Ela estava olhando para meu pau, avidamente. ― Você quer isso na sua boca, belíssima? Seus olhos corriam até os meus, um blush rosa bonito aparecendo enquanto ela balançou a cabeça timidamente. Eu pisquei para ela. ― Vamos levá-la nua em primeiro lugar, sim? Sentindo-me um pouco animalesco, agarrei os dois lados da blusa e rasguei-a, os pequenos botões perolados voando para longe. Os seios dela tinham crescido um pouco por causa da gravidez, algo que eu tinha adorado e eles eram grandes demais para seu sutiã. As bordas escuras dos mamilos escapavam por cima do laço, e meu pau vazou apenas pela vista desse espetáculo. Eu balancei a cabeça em aprovação ao ver o fecho na frente do sutiã, desde que eu tinha exigido que ela só use esse tipo no futuro. Eu precisava de fácil acesso aos meus petiscos favoritos. Torcendo o pequeno fecho, o sutiã abriu e seus seios ficaram livres. Ela gemeu, e eu tive que me controlar para não empurrar nela logo em seguida. Mas, eu queria sua boca pela primeira vez. Eu usei minhas mãos em suas coxas para espalhá-las o máximo possível. Ajoelhado entre elas, eu abaixei-me para lamber lentamente sua vagina, gemendo com o gosto de seu creme na minha língua. Ela se retorceu e gemeu, as pernas começam a fechar ao redor da minha cabeça. ― Não! Eu lati dando um leve tapa em sua vagina. ― Mantenha-as abertas. Seus olhos se arregalaram um pouco em estado de choque, mas quando eu voltei a lamber, ela


estava ainda mais encharcada. Quanto mais eu assumia o controle, mais quente e necessitada ela ficava, e eu sabia que a minha menina impertinente gostava de ter sua buceta espancada. Movendo-me, eu suavemente beijei sua barriga, em seguida, segui para seus seios dando a cada mamilo uma lambida. Suas costas arquearam, e eu escorreguei minhas mãos por baixo para incentivá-la a chegar ainda mais alto. ― Mantenha-as levantada, Gianna, eu instruí. Vindo todo o caminho, eu fiquei de joelhos e montei seu peito. Baixando, eu escorreguei meu pau entre seus seios perfeitos. ― Mantenha suas tetas juntas, belíssima. Espremaos e mantenha-as apertadas em volta do meu pau. Vou fode-las primeiro, e depois a sua boca. Seus olhos verdes incendiaram e ela balançou a cabeça, lambendo os lábios em antecipação. Ela fechou meu pau no casulo quente entre seus seios, e eu lentamente comecei a me mover. ― Ah, porra, eu grunhi enquanto meus quadris bombeavam para a frente e para trás. Ela gemeu e seu aperto afrouxou. Descendo, eu enfiei os dedos pelos cabelos e puxei com força suficiente para causar tensão, mas não dor. ― O que eu lhe disse? ― Apertar em torno de seu ... pau. Ao ouvir essas palavras da boca dela, simplesmente perdi o controle e me mudei com mais velocidade. ― Abra, eu exigi, meu tom áspero do esforço que estava fazendo para me conter. Seus lábios separaram e no meu próximo impulso para cima, entrei no quente e molhado recesso de sua boca. ― Sim, belíssima. Merda, sua boca é o céu. Eu entrava e saía algumas vezes, apreciando a fricção entre seus seios, a minha pica vazando pré gozo em sua boca.


Eu empurrei mais longe da próxima vez, atingindo o fundo da garganta. ― Sugue-o, Gianna-Oh, sim! Foda-se! Antes que eu pudesse terminar meu comando, ela fechou os lábios em torno do meu pau e chupou, suas bochechas esvaziaram e antes que eu percebesse, eu estava gozando tão forte que eu vi estrelas. Segurei a cabeceira da cama e fodi sua boca enquanto meu gozo era derramado em sua garganta. Quando finalmente eu me senti vazio, me puxei para fora e empurrei o meu corpo para baixo para cobrir o dela, dedos do pé juntos, peito a peito. Beijei-a com força, a minha língua varrendo dentro e enredando com a dela. Levantando minha cabeça, eu olhei em seus vítreos, olhos de musgo-verde. ― Obrigado, meu doce. Ela sorriu e piscou para mim, me fazendo rir. ― A qualquer hora, marido. ― Droga, eu te amo, eu respirei. Ela estendeu a mão e agarrou meu pau, me fazendo ofegar de prazer. Ela apertou e levantou uma sobrancelha. ― Já? Eu sorri com arrogância. ― Belíssima, estou sempre pronto para você. Eu tenho andado por aí com meu pau duro desde o dia em que te conheci. Para provar meu ponto, tirei a mão, alinhei meu pau, e mergulhei profundamente em sua vagina, o encaixe foi perfeito, meu pau batendo no colo do seu útero. Ela gritou e estremeceu debaixo de mim enquanto eu pegava um ritmo rápido e duro. ― Sim, oh, Nic! Sim!


― É isso aí, meu doce, eu incentivei fervorosamente com os dentes cerrados. ― Chame meu nome, não há ninguém além de mim para ouvi-la gritar. Os tremores aumentaram até que de repente ela ficou tensa, prendendo a respiração. Eu alcancei entre nós e pressionei seu clitóris ao mesmo tempo a minha boca fechou num de seus mamilos excessivamente sensíveis. Dirigindo-me novamente, ela gritou e eu não podia fazer nada, mas olhar para a beleza na minha frente. Assistir Gianna gozar era incrível, e ainda mais sabendo que eu era o único que ela teve ou nunca iria experimentar outro. Quando ela desceu do seu orgasmo, eu comecei a empurrar com toda minha força, batendo a cama na parede com força. Os olhos de Gianna arredondaram quando ela percebeu que eu estava fodendo-a mais uma vez. Em seguida, ela se perdeu no ritmo, clamando por mais, cada vez que meus quadris se moviam para dentro dela. ― Goze mais uma vez, dolce mia. Eu quero a sua boceta estrangulando a porra do meu pau quando eu gozar dentro de você. Suas paredes me estrangularam com as minhas palavras, e eu grunhi em meus esforços para manter o controle. Quando eu atingi um pico, eu me segurei até ter certeza de que Gianna estava gozando comigo. Ela se perdeu e gozou chamando meu nome, e eu joguei minha cabeça para trás com um rugido. ― Fodaaaaa! Sim!

*****


A brisa suave soprou o cabelo longo de Gianna em seu rosto e eu o reuni, puxando-o para um lado de seu pescoço. Fomos relaxar numa espreguiçadeira que ficava na varanda de nosso bangalô, apreciando a brisa da noite que esfriava nossa pele ainda aquecida. Depois de horas fazendo amor, precisávamos de comida e decidi pedir serviço de quarto, em seguida, chamaríamos Sophia para dizer boa noite. Estávamos no quinto dia de nossa lua, e nossa viagem estava incrível. Parte de mim não queria ir embora, mas sentíamos muita falta de nossa menina e não podíamos esperar para segurá-la novamente. Gianna inclinou a cabeça para trás e seus olhos verdes brilhavam ao luar. ― Eu amo você, Nic. Eu sorri, completamente feliz e escovei meus lábios em sua testa. ― Eu também te amo, minha doce mulher. Minha esposa doce.

Meu celular tocou, quebrando a atmosfera romântica e Gianna olhou para mim. Eu tinha concordado em não trabalhar na nossa lua de mel, mas eu secretamente trouxe um celular, que apenas uma pessoa tinha o número. Eu beijei levemente seus lábios e deilhe os meus melhores olhos de cachorrinho. ― Sinto muito, belíssima. É Brandon. Sua boca formou um pequeno O de surpresa e ela balançou a cabeça, apontando para que eu atendesse a ligação. Peguei o celular e atendi. ― Brandon? ― Eu a encontrei.


Alívio me inundou. ― Ótimo, eu vou mandar…. ― Não! Ele estalou, me cortando. ― Ela é minha.


Perseguição Máfia Ties # 4 A história de Brandon & Carly começa ...


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