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O universitário John Logan pode ter qualquer garota. Para este astro do hóquei, a vida é um desfile de festas e amantes, mas por trás de seu sorriso matador e charme descontraído ele esconde um crescente desespero sobre o beco sem saída no qual vai se encontrar após sua graduação. Logo, um encontro sexy com a caloura Grace Ivers é exatamente a distração da qual ele precisa. Mas, após um erro impensado a empurrar para longe, Logan planeja gastar seu último ano provando a ela que vale a pena lhe dar uma segunda chance.

Após um primeiro ano na faculdade nada bom, Grace está de volta na Universidade de Briar, mais velha, mais sábia e completamente esquecida do arrogante jogador de hóquei ao qual ela quase entregou sua virgindade. Ela não é um caso de caridade, e também não é mais a tranquila borboleta que era quando eles ficaram pela primeira vez. Se Logan espera que ela implore como todas as outras ‘coelhinhas’, ele pode esperar sentado. Ele a quer de volta? Então vai ter que trabalhar para isto. Desta vez, ela vai ser a única no banco do motorista... E ela planeja dirigir de forma selvagem.


01 LOGAN Abril Desejar a namorada do seu melhor amigo é uma porcaria. Primeiro, há o fator estranho. É realmente muito estranho. Eu não posso falar por todos os homens, mas tenho certeza que nenhum homem quer deixar seu quarto e se chocar com a garota de seus sonhos, depois que ela passou a noite inteira nos braços de seu melhor amigo. Depois, há o elemento de auto aversão. Este é um dado, porque é meio difícil não odiar a si mesmo, quando se está fantasiando sobre o amor da vida do seu melhor amigo. No momento, o embaraço é definitivamente o pior. Veja, eu moro em uma casa com paredes muito finas, o que significa que eu posso ouvir cada gemido ofegante que sai da boca de Hannah. Cada suspiro e gemido. Cada baque da cabeceira batendo na parede. Eu não consigo parar de pensar nela. Momentos de diversão. Estou na minha cama, de costas e olhando para o teto. Nem sequer estou fingindo que estou percorrendo minha biblioteca do ipod. Eu coloquei os fones de ouvido com a intenção de abafar os sons


de Garrett e Hannah, no outro quarto, mas ainda não pressionei o play. Acho que estou com vontade de me torturar, hoje à noite. Olha, eu não sou um idiota. Eu sei que ela está apaixonada por Garrett. Eu vejo o jeito que ela olha para ele e vejo como eles estão juntos. Eles formam um casal por seis meses agora e nem mesmo eu, o pior amigo do planeta, pode negar que eles são perfeitos um para o outro. E inferno, Garrett merece ser feliz. Ele é um filho da puta arrogante, mas a verdade é que ele é um santo maldito. Estou bastante confortável com o meu status de hétero, mas, se eu jogasse pro outro time? Eu não teria apenas fodido Garrett Graham, eu me casaria com ele. Isso é o que torna isto um trilhão de vezes mais difícil. Eu não posso nem odiar o cara que está tocando a garota que eu quero. Não há fantasias de vingança, porque eu não odeio Garrett, nem um pouco. Uma porta range aberta e passos ecoam no corredor e eu peço a Deus que Garrett ou Hannah não batam na minha porta. Ou abram a boca, porque ouvir qualquer uma das suas vozes agora, só vai queimar ainda mais. Por sorte, a batida forte que chacoalha minha porta, vem do meu outro companheiro de casa, Dean, que entra, sem esperar por um convite. —Festa na Phi Omega hoje à noite. Você vem? - Eu saio fora da minha cama mais rápido do que você pode dizer, porque uma festa soa como uma idéia fodástica, porra. Ficar bêbado é uma maneira infalível para me impedir de pensar em Hannah. Na verdade não, eu quero me perder fodendo o cérebro de alguém para fora. Dessa forma, se uma dessas atividades não me ajudar com o meu objetivo nãopensar-sobre-Hannah, o outro pode servir como backup. — Claro que sim - eu respondo já colocando uma camisa.


Deslizo uma camiseta limpa sobre a minha cabeça e ignoro a pontada de dor no meu braço esquerdo, que ainda está dolorido como a merda, da trombada de corpos e de ossos que tomei, no jogo do campeonato, na semana passada. Mas o sucesso valia a pena, pelo terceiro ano consecutivo, a equipe de hóquei de Briar garantiu mais uma vitória no Frozen Four1. Eu acho que você pode chamá-lo de hattrick final2 e todos os jogadores, inclusive eu, ainda estão colhendo as recompensas de serem os campeões nacionais por três vezes. Dean, um dos meus colegas da defesa, chama-os de Três P’s da Vitória: festas, louvor e boceta3. É uma avaliação muito justa da situação, porque estive no fim de recepção de todos os três, desde a nossa grande vitória. — Você vai ser o motorista? - Pergunto depois que jogo um capuz preto sobre minha T-shirt, fechando-o até em cima. Meu amigo bufa. — Será que você realmente me perguntou isso? Eu rolo meus olhos. — Certo. O que eu estava pensando? - A última vez que Dean Heyward-Di Laurentis estava sóbrio em uma festa, nunca. O cara bebe como um peixe toda vez que ele sai de casa e se você acha que afeta seu desempenho no gelo de qualquer forma, então pense novamente. Ele é uma dessas criaturas raras que pode se divertir como Robert Downey Jr. e de alguma forma, ser tão bem sucedido e reverenciado como tal. — Não se preocupe, Tuck será o motorista. - Dean me diz, referindo-se ao nosso outro companheiro de quarto, Tucker. — O idiota ainda está de ressaca da noite passada. Disse que ele precisa de uma pausa. Torneio de Hockey as três vitórias consecutivas de jogo rápidos. 3Na tradução perdeu o trocadilho com as palavras: parties, praise and pussy. 1

2Referência


Sim, eu não o culpo, exatamente. A temporada de treinamento não começará por mais algumas semanas e estamos todos desfrutando por demais um tempo fora. Mas isso é o que acontece quando você está montando um alto Frozen Four. No ano passado, depois que ganhei, eu estava bêbado durante duas semanas seguidas. Força e condicionamento e todo o trabalho duro que é preciso para ficar em forma, é cansativo, mas é ainda mais desgastante quando você está trabalhando em turnos de dez horas, ao mesmo tempo. Não é como se eu tivesse escolha, no entanto. Os treinos preparatórios são necessários para a próxima temporada e o trabalho, bem, eu fiz uma promessa a meu irmão e não importa o quão mal o meu estômago fica, eu não posso renegá-lo. Jeff vai me esfolar vivo se eu não cumprir meu negócio. Nosso motorista designado espera na porta da frente, quando Dean e eu descemos. Uma barba castanho-avermelhado devora todo o rosto de Tucker, dando-lhe uma vibe lobisomem, mas ele está determinado a experimentar este novo visual, desde que uma garota que ele conheceu em uma festa, na semana passada, disse que ele tinha um rosto de bebê. — Você sabe que Yeti4-barba não faz você parecer mais viril, certo? Dean diz alegremente, enquanto caminhamos para fora da porta. Tuck dá de ombros. — Eu estava indo para o tosco, na verdade. Eu dou uma risadinha. — Bem, nem isso Rostinho De Bebê. —Você parece um cientista louco. - Ele dá o dedo médio, enquanto se dirige para o lado do motorista, no meu caminhão. Eu subo no banco do passageiro, enquanto Dean sobe para a caçamba, dizendo que ele quer um pouco de ar fresco. Eu acho que ele só quer que o vento bagunce o cabelo dessa forma desgrenhada e sexy, que as meninas gostam e deixam cair suas calcinhas. Para sua informação, 4Homem

da neve


Dean é nauseante. Mas ele também se parece com um modelo masculino, talvez por isso ele tenha permissão para ser vaidoso. Tucker liga o motor e eu tamborilo meus dedos contra as minhas coxas, ansioso para ir. Um monte de estudantes no sistema grego me irritam com suas atitudes elitistas, mas estou disposto a esquecer por quê... Bem, inferno, porque arremesso era um esporte olímpico? Cada casa de fraternidade e irmandade em Briar teria um medalhista de ouro. Enquanto Tuck dirige para fora da garagem, o meu olhar repousa sobre o jipe preto de Garrett, todo brilhante, em sua garagem, enquanto seu proprietário passa a noite com a garota mais legal do planeta. É o suficiente. Essa obsessão com Hannah Wells está, realmente, começando a mexer com a minha cabeça. Eu preciso ficar com alguém. O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL. Tucker está visivelmente calmo, durante o caminho para a unidade Omega Phi. Ele também pode estar franzindo a testa, mas é difícil dizer, considerando que parece que alguém raspou todos os pelos do corpo de Hugh Jackman e colou no rosto de Tuck. — O que há com o tratamento de silêncio? - Pergunto de ânimo leve. Seu olhar se desloca em minha direção para oferecer um olhar azedo, então muda de volta para a estrada. — Oh vamos lá. É sobre toda a merda que nós estamos dandolhe sobre a barba? - Exasperação atira através de mim. — Porque isso é como o primeiro capítulo de Beards for Dummies5, mano, crescendo como um homem da montanha de barba, seus amigos vão tirar sarro de você. Fim de história. —Não é sobre a barba - ele murmura. Eu enrugo a testa.

5

Barbas para Idiotas.


— Ok. Mas você está chateado com alguma coisa. - Quando ele não responde, eu empurro um pouco mais difícil. — O que está acontecendo com você? - Seus olhos irritados encontram os meus. — Comigo? Nada. E com você? Tanto que eu nem sei por onde começar. - ele amaldiçoa em voz baixa. — Você precisa parar com essa merda, cara. Agora estou realmente confuso, porque tanto quanto eu posso dizer tudo o que fiz nos últimos dez minutos foi querer ir para uma festa. Tucker percebe a confusão no meu rosto e esclarece em um tom sombrio. — Essa coisa com Hannah. Embora meus ombros endureçam, tento manter minha expressão vaga. — Eu não tenho ideia do que você está falando. - Yep, eu escolhi mentir, o que não é nada novo para mim, na verdade. Parece que tudo o que fiz desde que cheguei a Briar, é mentir. Estou totalmente destinado para a NHL. Eu adoro passar o meu verão como um macaco de graxa, na loja do meu pai. É ótimo ter dinheiro no bolso! Eu não estou desejando mais Hannah. Ela está namorando o meu melhor amigo! Mentiras, mentiras e mais mentiras, porque em meio a esses casos, a verdade é uma chatice total e, a última coisa que eu quero é que os meus amigos e companheiros de equipe sintam pena de mim. — Pare com essa besteira para G - Tucker retruca. — E por falar nisso? Você tem sorte que ele está distraído com todo esta coisa de pombinhos-amorosos, porque se ele não estivesse? Ele observaria, definitivamente, a maneira como você está agindo. — Sim, e que maneira é essa? - Eu não posso parar a borda na minha voz ou o endurecimento da minha mandíbula. Eu odeio que Tuck sabe que tenho sentimentos por Hannah. Eu odeio ainda mais que ele, finalmente, decidiu trazer o assunto depois de todos esses meses. Por que ele não pode deixar pra lá? A situação já é de merda o suficiente sem ter alguém me lembrando dela.


— Sério? Você quer que eu liste para você? Tudo bem. - Uma nuvem escura flutua através de seus olhos, quando ele começa a recitar cada coisa do caralho. Eu me senti tão culpado. — Você sai da sala quando os dois chegam. Você se esconde em seu quarto, quando ela fica. Se vocês estão na mesma sala, você olha para ela quando pensa que ninguém está olhando. Você... — Ok - eu interrompo. — Entendi. — Você sempre foi um jogador, mas cara, você ficou com cinco garotas, esta semana. - Tucker resmunga. — Então? — Então, é quinta-feira. Cinco meninas em quatro dias. Faça a porra da matemática, John. Ah Merda. Ele me chamou pelo primeiro nome. Tucker só me chama de John, quando eu realmente o irrito. Só que agora ele está me enchendo o saco, então eu o chamo pelo primeiro nome de volta. — O que há de errado com isso, John? - Sim, nós dois somos John's. Eu acho que nós devemos tomar um juramento de sangue e formar um clube ou algo assim. — Eu tenho 21 anos de idade, - continuo irritado. — Eu estou autorizado a foder. Não, eu deveria estar fodendo, porque é isso que a faculdade é. Divertindo-se e ficando bêbado, ficando fora de si mesmo, antes de ir para fora, no mundo real e sua vida se transformar em merda. — Você, realmente, quer fingir que todos estas transas são apenas algum rito de passagem, na experiência da faculdade? Tucker balança a cabeça, em seguida solta um suspiro e suaviza o tom. — Você não pode foder ela fora de seu sistema, homem. Você pode dormir com uma centena de mulheres esta noite e ainda não faria diferença. Você precisa aceitar que não vai acontecer com Hannah, e seguir em frente.


Ele está absolutamente certo. Estou bem ciente de que eu estive chafurdando na minha própria besteira e ensacando gatas à esquerda e direita, como uma distração. E eu estou igualmente ciente de que preciso parar de festar pra esquecer. Preciso deixar ir o minúsculo pedaço de esperança de que algo pode acontecer e, simplesmente aceitar que não vai. Talvez eu vá começar a fazer isso amanhã, no entanto. Hoje à noite? Eu estou aderindo a meu plano original. Ficar bêbado. Foder. E para o inferno com todo o resto.

Grace Eu comecei o meu primeiro ano de faculdade como uma virgem. Eu estou começando a pensar que vou terminar como uma também. Não que haja algo de errado em ser um membro de carteirinha do Club-V. Então, o que, se estou prestes a completar dezenove anos? Eu sou quase uma solteirona e certamente não vou ser asfaltada e ter penas no corpo por ainda ter um hímen intacto. Além disso, não é como se eu não tivesse oportunidade para perder minha virgindade este ano. Desde que eu vim para a Universidade de Briar, minha melhor amiga me arrastou para mais festas do que posso contar. Caras têm flertado comigo, com certeza. Alguns deles, bem diretos, até tentaram me seduzir. Um deles até me enviou uma foto de seu pênis com o subtítulo "Ele é todo seu, baby." O que era ... Bem, foi super bruto, mas eu tenho certeza que, se eu realmente gostasse dele, eu poderia ter ficado, hum, lisonjeada com o gesto? Talvez? Mas eu não estava atraída por nenhum desses caras. Até esta noite.


Quando Ramona anunciou que estávamos indo para uma festa da fraternidade, eu não tive grandes esperanças de encontrar ninguém. Parece que cada vez que vamos para Row grega, os garotos da fraternidade apenas tentam me falar doce e Ramona em sair. Mas esta noite eu conheci um cara que eu meio que gostei, levemente. Seu nome é Matt, ele é bonito e ele não está emitindo nenhuma vibe idiota. Não, ele só está um pouco sóbrio, mas também fala frases completas e não disse a palavra —broski6— sequer uma vez, desde que começamos a conversar. Ou melhor, uma vez que ele começou a falar. Eu não disse muito, mas estou perfeitamente satisfeita em estar lá e ouvir, porque me dá tempo para admirar seu queixo cinzelado e sua maneira adorável e seus cachos de cabelo louro, sob seus ouvidos. Para ser honesta, é, provavelmente, melhor se eu não falar. Caras bonitos me deixam nervosa. Como com o cérebro - amarrado mau funcionamento total, de nervoso. Todos os meus filtros desligam e, de repente, estou dizendo a eles sobre a vez que fiz xixi nas calças, no terceiro grau, durante uma viagem de campo para a fábrica de xarope de bordo, ou como tenho medo de bonecos e tenho TOC leve, que poderia conduzir-me para arrumar meu quarto, no momento que você vira a cabeça. Então, sim, é melhor se eu simplesmente sorrir e acenar e jogar fora o ocasional - oh realmente? - Para que eles saibam que eu não sou muda. Exceto que, às vezes, isso não é possível, especialmente quando o cara bonito em questão diz algo que requer uma resposta real. —Quer ir lá fora e fumar isso? - Matt puxa um baseado do bolso e o prende na minha frente. — Queria acendê-lo aqui, mas o Senhor Presidente vai me chutar para fora da fraternidade, se eu fizer. Eu respondo, sem jeito. — Ah... Não, obrigado. 6termo

carinhoso para um mano, cara, homem


—Você não fuma maconha? —Não. Quero dizer, fumo, mas eu não faço muitas vezes. Fazme sentir muito ... Louca. Ele sorri e duas covinhas lindas aparecem. — Esse é o ponto da erva. — Sim, eu acho. Mas isso me deixa muito cansada também. Ah e cada vez que eu fumo, acabo pensando na apresentação em Power Point que meu pai me obrigou a assistir, quando eu tinha treze anos. Ele tinha todas essas estatísticas sobre os efeitos das ervas sobre as células do cérebro e como, ao contrário da crença popular, a maconha, na verdade, é altamente viciante. E depois de todos os slides, ele olhava para mim e dizia: você quer perder as células do cérebro, Grace? Matt olha para mim e na minha cabeça há uma voz gritando: Abortar! Mas é tarde demais. Meu filtro interno falhou mais uma vez e as palavras continuam surgindo fora da minha boca. — Mas eu acho que não é tão mau como o que minha mãe fez. Ela tenta ser a mãe legal, por isso, quando eu tinha quinze anos, ela me levou a este estacionamento escuro e tirou um baseado, anunciando que íamos fumá-lo juntas. Era como uma cena de The Wire7 - espera, embora eu nunca tenha, realmente, visto The Wire. É sobre drogas, certo? De qualquer forma, eu me sentei lá em pânico o tempo todo, porque estava convencida de que íamos ser presas. Minha mãe ficava me perguntando como eu estava me sentindo e se eu estava ou não - curtindo a onda. Milagrosamente, os meus lábios finalmente param de se mover. Mas os olhos de Matt já estão vidrados. — Uh, sim, bem. - Diz ele. — Eu vou fumar isso, vejo você mais tarde.

7Um

grupo de policiais liderados pelos detetives Jimmy McNulty, Bunk Moreland e Kima Greggs, sob o comando do tenente Cedirc Daniels tenta combater o mundo do tráfico em Baltimore, liderado pelo perigoso Stringer Bell. Eles tem como principal "arma" no combate as escutas telefônicas.


Eu consigo segurar meu suspiro até que ele se foi, em seguida, solto a respiração pesada e me dou um tapa mental. Droga. Eu não sei por que me preocupei em tentar falar com ele. Eu entro em cada conversa nervosa que vou me envergonhar e então eu acabo me embaraçando porque eu estou nervosa. Condenada desde o início. Com outro suspiro, sigo no térreo e procuro no andar principal por Ramona. A cozinha está cheia de barris e garotos da fraternidade. O mesmo vale para a sala de jantar. A sala de estar é embalada com música muito alta, muito caras bêbados e um mar de garotas seminuas. Eu os parabenizo por sua bravura, porque o tempo lá fora está frio e a porta da frente fica abrindo e fechando a noite toda, fazendo com que o ar frio circule pela casa. Eu estou bem e quentinha, no meu jeans skinny e suéter apertado. Não vejo minha amiga em lugar algum. Como explosões de música hip-hop estão saindo dos auto falantes em volume ensurdecedor, pego meu telefone da bolsa para verificar a hora e descubro que é quase meia-noite. Mesmo depois de oito meses em Briar, eu ainda experimento uma sensação de alegria pequenininha, cada vez que fico depois das onze, que era meu toque de recolher, quando eu morava em casa. Meu pai era um defensor real do toque de recolher. Na verdade, ele é um defensor real de tudo. Eu duvido que ele já quebrou uma regra em sua vida, o que me faz pensar como ele e minha mãe conseguiram ficar casados. Minha mãe com seu espírito é o oposto do meu pai que é rigoroso, mas acho que só prova que todo os opostos se atraem, a teoria tem algum mérito. —Gracie! - Uma voz feminina grita sobre a música e a próxima coisa que eu sei, é que Ramona aparece e joga seus braços em volta de mim, em um abraço apertado. Quando ela puxa de volta, eu dou uma olhada em seus olhos brilhando e as bochechas coradas e sei que ela está bêbada. Ela também está seminua, como a maioria das outras meninas na sala, a saia curta mal cobrindo suas coxas, seu top vermelho revelando uma


séria quantidade de decote. E os saltos de suas botas de couro são tão altos! Eu não tenho nenhuma ideia de como ela pode andar neles. Ela parece linda, e está ganhando uma tonelada de olhares elogiosos, quando liga seu braço no meu. Tenho certeza de que quando as pessoas nos vêem lado a lado, ficam coçando a cabeça e se perguntando como na terra poderíamos ser amigas. Às vezes me pergunto a mesma coisa. No ensino médio Ramona foi a menina má, divertindo-se e fumando cigarros por trás do edifício e eu era a boa menina, que editou o jornal da escola e organizou todos os eventos de caridade. Se não tivéssemos sido vizinhas, Ramona e eu, provavelmente, não teríamos nos conhecido, mas caminhar para a escola juntas, todos os dias, levou a uma amizade de conveniência, que tinha se transformado em uma ligação real. Tão real que, quando estávamos à procura de faculdades, com certeza, nos inscrevemos a todas as mesmas escolas e, quando nós duas entramos em Briar, pedi ao meu pai para falar com o escritório de residência e providenciar para nós sermos companheiras de quarto. Mas, apesar de nossa amizade ter começado forte este ano, eu não posso negar que nós nos afastamos um pouco. Ramona está tão obcecada com transar e ser popular. É tudo que ela sempre fala e, ultimamente, eu estou achando que ela meio que... me irrita. Porcaria. Pensar nisso me faz sentir como uma amiga de merda. — Eu vi você lá em cima com Matt! - Ela sussurra em meu ouvido. — Será que vocês transaram? — Não, eu digo com tristeza. — Eu acho que o assustei. — Oh não. Você disse a ele sobre sua fobia de bonecos, não é? Ela exige, dando um suspiro exagerado. — Babe, você tem que parar, de revelar toda a sua loucura. Sério. Guarde tudo isso para mais tarde, quando você está em um relacionamento com o cara e é mais difícil para ele fugir.


Eu não posso deixar de rir. — Obrigada pelo conselho. —Então você está pronta para ir ou devemos ficar um pouco mais? — Eu olho ao redor da sala novamente. Meu olhar para no canto, onde duas meninas nas calças de brim e sutiãs estão tirando a roupa, enquanto um dos homens Omega Phi filma a exibição, apaixonado, com seu Iphone. A visão me faz sufocar um gemido. Dez dólares que este vídeo vai acabar em um desses sites pornográficos gratuitos. E as pobres garotas, provavelmente não vão descobrir sobre isso até anos, a partir de agora, quando uma delas estiver prestes a se casar com um senador e a imprensa desenterrar toda a sua sujeira embaraçosa. — Eu não me importaria de ir agora - admito. — Sim, eu acho que eu estou bem com isso também. Eu levanto minhas sobrancelhas. — Desde quando você se refresca, saindo de uma festa antes da meia-noite? Uma carranca enruga seus lábios. — Não há muito sentido em ficar. Alguém já esta com ele. Eu não me incomodo de perguntar sobre quem ela está falando, isso é o mesmo cara com quem ela está saindo, desde o primeiro dia do semestre. Dean Heyward-Di Laurentis. Ramona tem sido obcecada com o júnior lindo, desde que ela esbarrou nele, em uma das cafeterias do campus. Está seriamente obcecada. Ela me arrastou para quase todos os jogos em casa do Briar, apenas para assistir Dean em ação. Eu tenho que admitir, o cara é quente. Ele também é um grande jogador, de acordo com a fábrica de fofocas, mas infelizmente, para Ramona, Dean não namora calouras, ou dorme com elas, que é tudo o que ela, realmente, quer dele, de qualquer maneira. Ramona nunca saiu com ninguém por mais de uma semana.


A única razão pela qual ela ainda queria vir para esta festa, hoje à noite, era porque ouviu que Dean estaria aqui. Mas, claramente, o cara não está de brincadeira com a regra de não calouras. Não importa quantas vezes Ramona atira-se para ele, ele sempre sai com outra pessoa. — Deixe-me usar o banheiro primeiro, - eu digo a ela. — Encontro você lá fora? —Ok, mas seja rápida. Eu disse a Jasper que estamos saindo e ele está esperando no carro. — Ela se lança em direção à porta da frente, deixando-me com uma pontada de ressentimento. Porque ela me perguntou se eu queria ir embora, quando ela já tinha tomado a decisão por nós? Mas eu engoli a irritação, lembrando-me de que Ramona sempre fez isso e que nunca me incomodou, no passado. Honestamente, se não fosse por ela tomar decisões, obrigando-me a sair da minha zona de conforto, eu provavelmente, teria passado todo o meu tempo de colegial no escritório do jornal, escrevendo a coluna de conselhos e oferecendo dicas de vida para os alunos, sem ter tentado experimentar a vida sozinha. Ainda ... Às vezes eu desejaria que Ramona, pelo menos uma vez, me perguntasse o que eu pensava sobre algo, antes de decidir o que devemos fazer. O banheiro do térreo tem uma longa fila, então eu teço através da multidão, e para cima onde Matt e eu tínhamos nos falado antes. Estou apenas me aproximando do banheiro, quando a porta se abre e uma linda loira passeia fora. Ela sacode quando me vê e, em seguida, oferece um sorrisinho presunçoso e ajusta o vestido, que só pode ser descrito como indecente. Eu posso realmente ver ela arrumando a calcinha rosa na virilha . Como meu rosto esquenta, eu evito o meu olhar de vergonha, esperando até que ela esteja nas escadas, antes de eu chegar para a


maçaneta da porta. Eu mal coloco minha mão sobre ela quando a porta se abre novamente e alguém sai. Meu olhar se choca com os olhos azuis mais vivos que eu já vi. Leva apenas um segundo para o reconhecimento cair em mim e, quando isso acontece, meu rosto queima mais quente. É John Logan. Sim, John Logan. Mais conhecido como o defensor estrela do time de hóquei. Eu sei isto não só porque Ramona ficou perseguindo seu amigo Dean durante meses, mas porque seu rosto sexy e cinzelado estava na capa do jornal da escola, na semana passada. Uma vez que a equipe teve vitória no campeonato, acabou as entrevistas longas com todos os jogadores e eu não vou mentir, a entrevista com Logan era a única que eu prestei atenção. Porque o cara está fumegando de tão quente. Tal como a loira, ele parece assustado ao me encontrar no corredor e, como a loira, ele se recupera rapidamente de sua surpresa e me pisca um sorriso. Em seguida, ele fecha as calças. Meu Deus. Eu não posso acreditar que ele fez isso. Meu olhar involuntariamente cai para sua virilha, mas ele não parece incomodado com isso. Ele ergue uma sobrancelha, encolhe os ombros, e depois vai embora. Uau. Ok. Isso deveria ter me içado para fora. Esqueça o banheiro, muito óbvia a transa. O zíper se movimentando deveria tê-lo colocado diretamente em território babaca. Em vez disso, sabendo que ele tinha apenas brincado com aquela garota no banheiro, evocou-me uma onda de ciúmes. Eu não estou dizendo que eu quero, ter um aleatória transa em um banheiro, mas…


Tudo bem, eu estou mentindo. Eu quero isso totalmente. Pelo menos com John Logan, eu faço. O pensamento de suas mãos e lábios me desencadeia uma onda de arrepios quentes, que oscila pela minha espinha. Por que não posso brincar com homens em banheiros? Eu estou na faculdade, droga. Eu deveria estar me divertindo e cometendo erros e encontrando-me, mas eu não fiz merda nenhuma neste ano. Eu estive vivendo através de Ramona, vendo minha menina má e melhor amiga assumir riscos e tentar coisas novas, enquanto eu, a boa menina, fico ali agarrando-me à abordagem cautelosa, para a vida que meu pai perfurou em mim, quando eu ainda usava fraldas. Bem, eu estou cansada de ser cautelosa. E eu estou cansada de ser a boa menina. O semestre está quase no fim. Eu tenho dois exames para estudar e um trabalho de psicologia para escrever, mas quem disse que eu não posso fazer tudo isso e ainda ter algum divertimento real lá dentro? Há apenas algumas semanas restantes em meu primeiro ano. E você sabe o quê? Estou pensando em fazer bom uso deles.


02 LOGAN Eu decidi aliviar na festa. E isso não é só porque eu fiquei tão destruído ontem à noite, que Tucker teve que me arrastar por cima do ombro e carregar-me lá em cima para o meu quarto, porque eu estava muito tonto para andar. Embora tenha sido um fator importante no processo de tomada de decisão. Então, agora é sexta-feira à noite, e não só eu recusei uma festa de um dos caras da equipe, mas eu ainda estou bebendo o mesmo copo de uísque por mais de uma hora. Eu também não aceitei o baseado de Dean, que continua empurrando em minha direção. Nós estamos em casa hoje à noite, enfrentando o início de abril frio, nos amontoando no pequeno quintal. Dei uma tragada em meu cigarro enquanto Dean, Tucker e nosso companheiro de equipe, Mike Hollis, passam ao redor da casa. Minha mente continua vagando de volta para minha própria irmã sexy de fraternidade que tinha me atraído para um dos banheiros, no andar de cima e teve seu caminho comigo. Eu poderia estar bêbado e minha memória pode ser um pouco confusa, mas, definitivamente, lembro-me de ter tocado nela até que ela veio toda na minha mão. E eu absolutamente me lembro de receber um boquete bastante espetacular. Eu não planejo dizer a Tuck sobre isso, no entanto. Você sabe, uma vez que, aparentemente,


ele está mantendo um registro das minhas transas. Bastardo intrometido. — Espere, recue. Você fez o quê? A exclamação de Hollis me trouxe de volta ao presente. — Enviei-lhe uma foto de meu pau. - Dean diz isso como se fosse algo que ele faz todos os dias. Hollis engasga para ele. — Sério? Você mandou uma foto do seu pau? O que, como algum tipo de fodida lembrança do sexo? — Naah. Mais como um convite para outra rodad, responde Dean com um sorriso. — Como diabos isso vai fazê-la querer dormir com você de novo? Hollis parece duvidoso agora. — Ela provavelmente pensa que você é um otário. —De jeito nenhum, cara. Gatas apreciam uma boa foto de pau. Confie em mim. Hollis pressiona os lábios como se ele estivesse tentando não rir. — Uh-huh. Claro. Eu bato minha cinza de cigarro na grama e dou outra tragada. — Só por curiosidade, o que constitui uma boa foto de pau? — Quero dizer, é a iluminação? A pose? Eu estou sendo sarcástico, mas Dean responde com uma voz solene. — Bem, o truque é, você tem que manter as bolas de fora. Que recebe um assovio alto de Tucker, que se sufoca ao saborear sua cerveja. — Sério, Dean insiste. - Bolas não são fotogênicas. As mulheres não querem vê-las.


A risada de Hollis transborda, sua respiração saindo em baforadas brancas, que flutuam, no ar da noite. — Você colocou um monte de pensamento para isso, cara. É meio triste. Eu ri também. — Espere, é isso o que você faz quando você está no seu quarto, com a porta trancada? Tira fotos de seu pênis? — Oh, vamos lá, como se eu fosse o único que já tenha tirado uma foto do pau. — Você é o único, Hollis e eu dizemos em juntos. — Besteira. Vocês são mentirosos. - Dean percebe que Tucker não tinha manifestado uma negação e não perde tempo, atacando no silêncio do nosso colega de equipe. — Hah. Eu sabia! Eu arqueio uma sobrancelha e olho para Tuck, que pode ou não estar corando por baixo de sua barba. — Realmente, homem? — Sério? Ele oferece um sorriso encabulado. — Lembra-se da garota que eu estava namorando, no ano passado? Sheena? Bem, ela me mandou uma foto de seus seios. Disse que eu tinha que devolver o favor. O queixo de Dean cai aberto. — Pau para peitos? Cara, você foi jogado. De jeito nenhum são remotamente comparáveis. — O que é o equivalente a peitos, então? - Hollis pergunta, curiosamente. — Bolas! - Dean declara, antes de tomar uma profunda respiração. Ele sopra um anel de fumaça e eu rio de sua observação.


— Você apenas disse que as mulheres não querem ver bolas! Hollis ressalta. — Elas não. Mas qualquer idiota sabe que uma foto do pau requer uma foto frontal completa em troca. Ele revira os olhos. É senso comum. Alguém limpa a garganta da porta de correr, atrás de mim. Em voz alta. Eu me viro para encontrar Hannah de pé lá e meu peito aperta tão forte que me dá dor nas costelas. Ela está usando leggings e um dos moletons de prática de Garrett. Seu cabelo escuro está solto e caindo sobre um dos ombros. Ela parece linda. E sim, eu sou um amigo total idiota, porque de repente eu estou retratando-a em minha camisa. Com o meu número rabiscando-o. Tanto para aceitar e seguir em frente. —Hum... Bem, ela diz lentamente. — Para ter certeza que eu não ouvi mal, mas... Vocês estão falando sobre o envio de imagens de seus pênis para as meninas? - diversão dança em seus olhos, enquanto ela olha em torno do grupo. Dean bufa. —Temos certeza que sim. E não precisa revirar os olhos assim, Wellsy. Você vai mesmo ficar aí e dizer-nos que G não te enviou fotos de seu pênis? — Eu não vou dignificar isso com uma resposta. - Ela suspira e repousa seu antebraço na borda da porta. — Garrett e eu estamos pedindo uma pizza. Você caras, querem? Ah, e nós estamos colocando um filme na sala de estar. É a sua vez de escolher, pois ele, provavelmente, vai escolher algum filme de ação horrível, vocês querem assistir com a gente? Tuck e Dean imediatamente acenam que sim, mas Hollis balança a cabeça com pesar. — Talvez na próxima vez. Minha final é na segunda-feira.


— Eek. Bem, boa sorte. - Ela sorri para ele, antes de liberar o batente da porta e dar um passo atrás. — Se vocês querem uma palavra a dizer sobre coberturas de pizza, é melhor entrarem agora, senão eu vou carregá-lo com legumes. Ah, e que o inferno Logan? Aqueles olhos verdes estreitam para mim. — Eu pensei que você disse que só fuma em festas. Sou eu que vou ter que bater em você agora? — Eu gostaria de ver você tentar, Wellsy. - Meu tom é preenchido com humor, mas no segundo que ela entra, o humor se desvanece. Ficar em torno dela é como um soco no estômago. E o pensamento de ficar sentado na sala de estar com ela e Garrett, comer pizza e assistir a um filme e vê-los todos melosos e no amor ... Cem vezes pior do que um soco no intestino. É uma equipe de hóquei toda batendo-lhe nas placas. — Você sabe o que? Eu acho que eu poderia ir para a festa de Danny, depois de tudo. Eu posso pegar uma carona com você para os dormitórios? - Pergunto a Hollis. — Eu dirigiria, mas eu não sei se vou parar de beber. Dean apunhala o baseado no cinzeiro, em cima da tampa da churrasqueira fechada. — Você não vai acabar bebendo, cara. O inspetor de Danny é um nazista total. Patrulha os salões e faz verificações aleatórias de quarto. Sem brincadeira. — Eu não me importo. Tudo que eu sei é que eu não posso ficar aqui. Eu não posso sair com Hannah e Garrett, não até eu conseguir ter um fim sobre a minha paixão estúpida por ela. — Então eu não vou beber. Eu só preciso de uma mudança de cenário. Eu estive em casa durante todo o dia. — Mudança de cenário, hein? - A expressão nublada de Tucker me diz que ele vê através de mim.


—Sim, digo friamente. — Tem algum problema com isso? Tucker não responde. Rangendo os dentes, eu murmuro minhas despedidas e segui Hollis para o seu carro. Quinze minutos mais tarde estou no corredor do segundo andar de Fairview House e é tão estranhamente quieto que meu espírito despenca ainda mais baixo. Merda. Eu acho que o consultor residente, realmente é um osso duro de roer. Eu não ouvi um som de qualquer um dos quartos e eu não posso nem chamar Danny, para descobrir se a festa foi cancelada, porque na minha pressa de escapar da minha casa, eu me esqueci de pegar o telefone. Eu nunca fui para o dormitório de Danny antes, então eu fico no corredor por um momento, tentando lembrar o número do quarto que ele me mandou, em uma mensagem, anteriormente, 2-20? Ou foi 2-15? Ando, passando a verificação dos números de cada porta e meu dilema se resolve quando percebo que não há uma sala 2-15, apenas 2-20. Eu bato meus dedos contra a porta. Quase imediatamente, ouço os passos de som por trás dela. Alguém está lá, pelo menos. Isso é um bom sinal. Então a porta se abre e me vejo olhando para uma estranha total. Concedido, ela é uma estranha muito bonita, mas uma estranha, no entanto. A menina pisca em surpresa, quando ela me vê de pé, ali. Seus olhos castanho-claros são do mesmo tom que seu cabelo, que pendura em uma longa trança por cima do ombro. Ela está usando calças xadrez soltas e uma camisola preta com o logotipo da universidade, na parte da frente, e do silêncio absoluto na sala atrás dela, é óbvio que eu bati na porta errada. — Oi, eu digo sem jeito. — Então... Sim... Eu acho que esse não é o quarto do Danny. — Hum, não. — Merda. - Eu franzo os lábios. — Ele disse que era o quarto 220.


— Um de vocês deve ter obtido o número errado, então. - Ela faz uma pausa. — Só pra constar, não há ninguém chamado Danny neste piso. Ele é um calouro? — Junior. — Oh. Bem, então ele definitivamente não vive aqui. Este é um dormitório de calouros. - Enquanto ela fala, brinca com a ponta de sua trança mais uma vez é me olha nos olhos. — Merda, murmuro novamente. — Tem certeza que seu amigo disse que era Fairview House? Eu vacilo. — Eu tinha certeza, mas agora... Nem tanto. - Danny e eu não saímos muitas vezes. Normalmente eu o vejo em festas pósjogo, ou ele vem até a minha casa com nossos outros companheiros de equipe. —Eu não tenho ideia, eu respondo, com um suspiro. — Por que você não liga para ele? - Ela ainda não está encontrando o meu olhar. Agora ela está olhando para suas listradas meias de lã, como se fossem as coisas mais fascinantes que ela já viu. — Eu esqueci meu telefone em casa. Foda-se. Quando eu penso sobre as minhas opções, corro a mão pelo meu cabelo. Está crescendo e eu preciso desesperadamente dele curto, mas eu continuo esquecendo-me de cortá-lo. — Esta tudo bem se eu usar o seu? — Hum... Certo. Mesmo que ela parece hesitante, ela abre a porta mais larga e faz gestos para eu entrar. Seu quarto é um típico de dupla, com dois de tudo, mas enquanto um lado é limpo, o outro é um bagunça total. É evidente que esta menina e sua companheira de quarto tem muitas diferenças filosoficas sobre arrumação. Por alguma razão, eu não estou surpreso quando ela caminha para o lado arrumado. Ela, definitivamente, parece que seria a única


a arrumar. Ela vai para a mesa e desconecta um telefone celular do seu carregador, em seguida, me entrega. —Aqui. - Em seguida, ela se arrasta de volta para a porta. — Você não tem que ficar presa aí, eu digo secamente. — A menos que você esteja se debatendo sobre fugir. - Suas bochechas ficam rosa. Sorrindo, eu roubo a tela do telefone e puxo para cima o teclado. —Não se preocupe, linda. Estou apenas usando seu telefone. Eu não vou te matar. — Oh, eu sei disso. Ou pelo menos eu acho que sei ,ela balbucia. — Quero dizer, você parece um cara decente, mas, novamente os serial killers provavelmente parecem muito dignos quando você os conhece. —Você sabia que Ted Bundy foi realmente muito charmoso? Seus olhos se arregalam. — Como é que sei? Imagine que você está andando ao longo de um dia e você atende a esse realmente bonito e charmoso rapaz, oh meu Deus, ele é perfeito, e então você está lá no seu lugar e você encontra um calabouço, com ternos de pele e bonecas Barbie com os olhos arrancados e… — Jesus, Eu corto. — Alguém já te disse que fala muito? - Suas bochechas estão ainda mais vermelhas agora. — Desculpe. Às vezes eu balbucio quando estou nervosa. Eu atiro-lhe outro sorriso. — Eu te deixo nervosa? —Não. Bem, talvez um pouco. Quer dizer, eu não sei você e ... Sim. Estranho, perigo e tudo isso, embora eu tenha certeza que você não é perigoso, ela acrescenta, apressada. — Mas você sabe. — Certo, Ted Bundy. - Eu forneço, lutando arduamente para não rir. Ela agita com sua trança de novo e seu olhar desvia, me dando a oportunidade de estudá-la mais de perto. Cara, ela é realmente bonita. Não é linda de morrer, ou qualquer coisa, mas ela


tem, um olhar garota-da-porta-ao-lado fresco que é seriamente atraente. Sardas no nariz, feições delicadas e pele suave e cremosa de um comercial de maquiagem. — Você vai ligar? Eu pisco, de repente lembrando por que eu vim em primeiro lugar. Eu olho para o telefone na minha mão e agora estou examinando o teclado numérico atentamente, enquanto estava examinando seu rosto, momentos antes. — Aqui vai uma dica, você usa os dedos para teclar e, em seguida, aperta para enviar. Eu ergo minha cabeça e seu sorriso mal contido convoca uma risada da minha garganta. — Grande dica, eu concordo. Mas... - Eu deixo escapar um suspiro melancólico. — Eu só percebi que não sei o número. Ele está salvo em meu telefone. - Merda. É este o meu castigo por, inapropriadamente, fantasiar sobre a namorada de Garrett? Ficar encalhado em uma noite de sexta-feira com nenhum telefone ou carona para casa? Eu acho que mereço. — Foda-se. Eu vou chamar um táxi, finalmente decido. Felizmente, eu sei o número do serviço de táxi do campus, então eu disco apenas para ser colocado em espera, imediatamente. Quando a música de espera toca no meu ouvido, eu sufoco um gemido. — Você está em espera, não é? — Sim. - Eu olho para ela novamente. — Aliás, eu sou Logan. Obrigado por me deixar usar o telefone. — Não há problema. - Ela faz uma pausa. — Eu sou Grace. Um clique soa no meu ouvido, mas em vez da voz do despachante vindo à linha, há outro clique seguido por outra onda de música. Eu não estou surpreso, no entanto. É sexta-feira à noite, a noite mais movimentada para os táxis do campus. Quem sabe quanto tempo eu vou ter que esperar.


Eu afundo na beira de uma das camas e tento lembrar o número para o serviço de táxi em Hastings, a cidade onde a maioria da habitação fora do campus está, incluindo o meu condomínio. Mas eu estou desenhando um espaço em branco, por isso eu suspiro e suporto um pouco mais a música de elevador. Meu olhar deriva para o laptop aberto sobre o outro lado da cama e, quando eu percebo o que está na tela, olho para Grace surpreso. —Você está assistindo Duro de Matar? — Duro de Matar dois, na verdade. - Ela parece envergonhada. —Eu estou tendo uma noite Duro de Matar. Acabei de terminar o primeiro. —Você tem uma queda por Bruce Willis ou algo assim? - Isso a faz rir. — Não. Eu só gosto de filmes de ação antigos. No último fim de semana eu assisti a franquia Máquina Mortífera. A música em meu ouvido para novamente, em seguida, começa de novo, trazendo uma maldição aos meus lábios. Eu desligo e viro para Grace. — Você se importa se eu usar seu computador para obter o número para o serviço de táxi, em Hastings? Talvez eu tenha mais sorte lá. — Claro. - Depois de uma batida de hesitação, ela se senta ao meu lado e pega o laptop. — Deixe-me puxar para cima um navegador para você. Quando ela vai minimizar o vídeo, o pausado é explosões de som saem dos alto-falantes. Quando a cena abertura no aeroporto preenche a tela do computador, eu imediatamente mais perto, para vê-lo. — Oh merda, isso é grande sequência de luta.

retirado e de luta da me inclino como uma

— Eu sei, certo? - Grace exclama. — Eu amo isso. Na verdade, eu amo esse filme todo. Eu não me importo o que alguém diz, isso é incrível.


— Obviamente não tão bom quanto o primeiro, mas, realmente, não é tão ruim quanto às pessoas pensam. - Ela está prestes a pausar o filme, mas eu intercepto sua mão. — Podemos terminar de assistir esta cena? Sua expressão se enche de surpresa. — Hum... Sim, tudo bem. - Ela engole visivelmente, acrescentando: — Se você quiser, você pode ficar e assistir o filme inteiro. - Suas bochechas coram no momento em que ela faz o convite. — A menos que você tenha um lugar, que você precisa ir. Eu penso por um segundo, antes de balançar a cabeça. —Naah, não tenho nenhum outro lugar para estar. - Realmente, qual é a alternativa? Ir para casa e assistir Hannah e Garrett se alimentarem com pizza, um com o outro e esgueirar-se para beijos durante o filme? —Oh. Ok, - Grace diz cautelosamente. —Uh... Legal. Eu rio. —Você estava esperando que eu falasse que não? —Meio que sim, admite ela. — Por que eu deveria? Sério, que cara recusa Duro de Matar? A única coisa que poderia adoçar este negócio é se você me oferecesse alguma bebida. — Eu não tenho nenhuma. Ela para pensar. —Mas eu tenho um saco cheio de ursinhos de goma, escondido na gaveta da minha escrivaninha. —Case-se comigo, eu digo, instantaneamente. Rindo, ela corre até a escrivaninha, abre a gaveta, e, com certeza, tira um enorme saco de doces. Quando eu deslizo para cima da cama e me inclino para trás, na pilha de travesseiros, Grace se ajoelha em frente a mini geladeira, ao lado da mesa e pergunta: — Água ou Pepsi? — Pepsi, por favor.


Ela me dá o saco enorme de ursinhos de goma e uma lata de refrigerante, seguida instala-se na cama, ao meu lado e posiciona o laptop no colchão, entre nós. Enfio um urso de goma na minha boca e concentro meu olhar na tela. Ok, então. Isso, definitivamente, não era a maneira que eu esperava passar esta noite, mas inferno, talvez eu pudesse apreciar isso.


03 GRACE John Logan está em meu dormitório. Não, John Logan está na minha cama. Eu, portanto, não estou preparada para isso. Na verdade, eu estou tentada a mandar um texto, secretamente, para Ramona, com um SOS e implorar por um conselho, porque eu não tenho ideia do que fazer ou dizer. No lado positivo, nós estamos assistindo a um filme, o que significa que eu não tenho que fazer ou dizer nada, exceto olhar para o laptop, rir das adequadas piadas, e fingir que o cara mais gostoso de Briar não está sentado na minha cama. E ele não é apenas fisicamente quente. Ele também tem a temperatura quente. Sério, o calor de seu corpo é como uma explosão de uma fornalha e, desde que eu já estou quente e formigando com sua mera presença, o calor que está irradiando está começando a me fazer suar. Tentando ser discreta, eu mexo em minha camisola e dobro-a ao meu lado, mas o movimento faz com que Logan vire a cabeça em minha direção. Aqueles olhos azuis profundos se concentram em minha blusa apertada, descansando brevemente no meu peito. Oh, Deus. Ele está verificando meus peitos. E mesmo que eu uso um tamanho B, pela forma como a sua expressão arde, ele pensaria que eu tinha um peito de estrela pornô. Quando ele percebe que eu o peguei olhando, ele apenas pisca e volta para a tela.


É oficial: Eu realmente conheci um cara que pode dar uma piscadela. Prestar atenção ao filme é impossível. Meus olhos estão na tela, mas minha mente está em outro lugar. Focada totalmente no cara ao meu lado. Ele é muito maior do que eu pensava. Impossíveis ombros largos, peito muscular, pernas longas que esticam para fora, na frente dele. Eu o vi jogar hóquei, então sei que ele é agressivamente físico no gelo, e ter um corpo poderoso perto de mim dispara uma emoção acima de minha espinha. Ele parece muito mais velho e mais masculino do que os rapazes calouros que eu saí, em todo o ano. Bem, duh. Ele é um júnior. Certo. Mas... ele parece mais velho do que isso também. Ele tem toda essa coisa viril acontecendo, que me faz querer rasgar suas roupas e lambê-lo como uma casquinha de sorvete. Eu jogo um urso de goma na minha boca, esperando que o ato de mascar vá trazer um pouco de umidade, muito necessária, para minha garganta seca. Na tela, a esposa de McClane está no avião, discutindo com o repórter traquina que causou problemas para os McClanes, no primeiro filme e, de repente Logan olha para mim, a curiosidade piscando em sua expressão. — Ei, você acha que você poderia pousar um avião se não tivesse outra escolha? Eu rio. — Pensei que você disse que já viu esse filme. Você sabe que ela não tem que pousar o avião, certo? — Não, eu sei disso. Mas ele fez-me perguntar o que eu faria se estivesse em um avião e eu fosse o único que pudesse pousá-lo. - Ele suspira. — Eu não acho que seria capaz de fazê-lo. Estou surpresa que ele é tão rápido para admitir isso. Outros caras podem tentar agir todos machos e zombar sobre como eles poderiam pousar essa coisa em seu sono ou algo assim. — Nem eu, confesso. — Eu me vejo fazendo o pior. Eu provavelmente, acidentalmente, tocaria o controle errado do avião. Na


verdade não. Tenho medo de altura, então tenho certeza que desmaiaria assim que eu entrasse na cabine e olhasse para fora do pára-brisa. Ele ri, e o som rouco desencadeia uma nova rodada de formigamento. — Eu poderia ser capaz de pilotar um helicóptero, ele brinca. — Isso é provavelmente mais fácil do que um jato, certo? — Talvez? Honestamente, eu não sei nada sobre aviação. - É a minha vez de suspirar. — Não diga a ninguém, mas às vezes eu não tenho certeza se entendo como os aviões até mesmo ficam no ar. Ele ri e então, nós dois nos concentramos no filme de novo, e eu me dou um tapinha mental sobre o que aconteceu. Eu apenas tive uma conversa inteira com um cara bonito, sem balbuciar incoerentemente. Eu mereço uma maldita estrela de ouro por isso. Não me interpretem mal, eu ainda estou nervosa. Mas algo sobre Logan me deixa à vontade. Ele é tão descontraído e além disso, é difícil se sentir intimidada por um cara, quando ele está mastigando ursinhos de goma. Enquanto assistimos o filme, lanço meu olhar em direção a ele a cada poucos segundos, para admirar seu perfil cinzelado. Seu nariz é um pouco torto, como se já houvesse sido quebrado uma ou duas vezes antes. E a curva de seus lábios sexy é ... pura tentação. Eu quero beijá-lo tão mal que eu não consigo pensar direito. Deus, eu sou uma perdedora, porque me beijar é provavelmente a última coisa em sua mente. Ele está aqui para assistir Duro de Matar, não para brincar com uma caloura que ele comparou com Ted louco Bundy, uma hora atrás. Eu me forço a concentrar-me no filme, mas já estou temendo o momento em que terminar, porque, então, Logan vai ter que sair. Mas quando os créditos rolam para cima, na tela, ele não faz um único movimento para se levantar. Em vez disso, ele olha para mim e pergunta: — Então, qual é o seu problema?


Há suor em minha testa. — O que você quer dizer? — É noite de sexta, por que você está sentada, assistindo filmes de ação? A pergunta me faz arrepiar. — O que há de errado com isso? — Nada. - Ele dá de ombros. — Eu só estou perguntando ,por que você não está lá fora em uma festa ou algo assim. — Na noite passada eu estava na festa. Não se lembra, que você me viu? Eu vi você lá, pelo caminho. Ele parece assustado. — Você me viu? —Sim. Na casa Omega Phi. — Huh. Eu não lembro de ter visto você. - Ele me dá um olhar tímido. — Eu não me lembro muito, na verdade. Eu tive bastante merda. - Isto fere um pouco, que ele não se lembra de nosso encontro fora do banheiro, mas eu, rapidamente, me castigo por me sentir insultada. Ele estava bêbado e tinha acabado de transar com outra pessoa. É claro que eu não tinha dado uma boa impressão para ele. — Você se divertiu na festa? - Pela primeira vez, desde que ele entrou no meu quarto de dormitório, seu tom de voz contém uma nota estranha, como se ele estivesse tentando fazer conversa fiada e não está confortável com isso. — Claro, eu acho. - Faço uma pausa. — Na verdade, eu retiro o que disse. Foi divertido até que eu totalmente me humilhei na frente desse cara. O desconforto no rosto dissolve, quando ele ri. — Sim? O que você fez? — Eu balbuciava. Muito. - Eu dou um encolher de ombros. — Eu tenho um mau hábito de fazer isso em torno de caras. — Você não está balbuciando agora. - ressalta.


— Sim, agora. Você se lembra do discurso retórico do serial killer que eu lhe dei, duas horas antes? — Confie em mim, eu me lembro. - Seu sorriso de resposta acelera meu pulso. Deus, ele tem um sorriso sexy. Ligeiramente curvado, e toda vez que ele pisca, seus olhos brilham de brincadeira. — Eu não a torno mais nervosa, não é? Não. Eu estou mentindo. Ele absolutamente me deixa nervosa. Ele é John porra Logan, um dos caras mais populares de Briar. E eu sou a fodida Grace Ivers, uma das milhares de meninas que tem uma paixão por ele. Seu olhar viaja em mim de novo, uma quente leitura, demorando-se, e crepita, ao longo de minha pele, como uma corrente elétrica. Desta vez, não há dúvidas sobre o interesse em seus olhos. Devo fazer um movimento? Eu deveria fazer um movimento, certo? Incline-se para mais perto ou algo assim. Beije-o. Ou talvez pedir-lhe para me dar um beijo? Minhas corridas cerebrais voltam para meus tempos de colégio, tentando identificar como todos aqueles beijos aconteceram, se os caras que eu trancava os lábios davam o primeiro passo, ou se era um mútuo sim-nós-vamos-nos-beijar agora. Exceto que nenhum desses beijos eram com caras nem metade tão lindo como este. — Você quer que eu vá agora? Sua voz rouca me assusta e eu percebo que estive olhando para ele por quase um minuto inteiro, sem dizer uma única palavra. Minha boca está tão seca que tenho que engolir algumas vezes, antes de responder. — Não. Quero dizer, você pode ficar, se quiser. Nós podemos assistir outra coisa, ou… Eu não consegui terminar a frase, porque ele desliza mais perto e toca minha bochecha e minhas cordas vocais congelam, minha frequência cardíaca dispara.


John Logan está tocando minha bochecha. As pontas de seus dedos estão calejadas, um arranhão áspero contra a minha pele, e ele cheira tão bem que me sinto tonta quando inalo o cheiro fraco de sua loção pós-barba. Ele acaricia levemente minha bochecha e eu tenho que parar de ronronar como um gato faminto de afeição. — O que você está fazendo? — Eu sussurro. —Bem, você estava olhando para mim como se quisesse que eu beijasse você. - Suas pálpebras ficam pesadas. —Então, eu estava pensando que eu poderia fazer isso.


04 GRACE Meu batimento cardíaco está fora de controle. Uma batida rápida em meus ouvidos, um martelar frenético contra minhas costelas. Meu Deus. Ele quer me beijar? — A não ser que eu interpretei mal o momento? - Ele pede. Engulo em seco, tentando desesperadamente controlar o meu pulso desordenado. Falar não é uma opção. Minha garganta está apertada e fechada. Apesar do fato de que minhas habilidades motoras não estão operando a plena capacidade, eu consigo balançar a cabeça. Sua risada aquece o ar entre nós. — Isso é um não, para leitura errada do momento, ou um não para eu beijar você? Sou milagrosamente capaz de produzir uma frase inteira em resposta. — Eu quero que você me beije. Ele ainda está rindo enquanto se aproxima, se estende ao meu lado e, gentilmente, me coloca de costas. Cada músculo do meu corpo fica tenso com antecipação quando ele paira sobre mim, e quando ele descansa uma mão no meu quadril, eu tremo forte o suficiente para ele perceber.


A curva do sorriso nos lábios. Lábios que estão ficando cada vez mais perto de meus lábios. Polegadas de distância. Milímetros de distância. E então sua boca escova a minha, e puta merda, eu estou beijando John Logan. Quase imediatamente, minha mente é inundada com tantos pensamentos e é difícil se concentrar em apenas um. Eu ouvi palestras intermináveis de meu pai a respeito de mim mesma e de se comportar corretamente e não ser selvagem na faculdade. E depois há a voz alegre de minha mãe, me mandando se divertir e viver a vida ao máximo. E em algum lugar uma voz animada está gritando.... Você está beijando John Logan! Você está beijando John Logan! Sua boca é quente, os lábios firmes quando ele me beija. Delicadamente no início. A provocação suave, sensual que me faz gemer. Ele lambe meu lábio inferior, belisca levemente antes da ponta da língua tocar a costura dos meus lábios. Ele tem um sabor doce, e por algum motivo, me faz gemer novamente. Quando sua língua finalmente desliza dentro da minha boca, ele deixa escapar um gemido rouco, que vibra através de mim e se instala em meu núcleo. Beijar Logan é a coisa mais incrível que eu já experimentei. Esqueça a família de férias no Egito, quando eu tinha nove anos. A glória das pirâmides e templos, e a maldita Esfinge não são nada em comparação com a sensação de lábios desse cara nos meus. Nossas línguas se encontram e ele faz um outro som baixo e rouco, deslizando uma mão até meu corpo, para segurar meu seio esquerdo. Ah Merda. Meu corpo fica em alerta. Pensei que estávamos indo só para fazer isso, mas agora estamos brincando. Eu não estou vestindo um sutiã debaixo da minha parte superior, por isso, quando o polegar escova o tecido muito fino e pressiona para baixo no meu mamilo, ele envia um raio de calor das pontas dos meus seios direto para baixo, para o meu clitóris. Meu corpo inteiro está quente e dolorido, apertado de emoção. A língua de Logan explora minha boca, enquanto ele esfrega meu mamilo


dilatado, seus quadris se movendo ligeiramente contra o meu quadril. Sua ereção é como uma marca quente no lado da minha coxa e eu estou incrivelmente ligada pelo conhecimento que estou excitando-o. Respirando pesadamente, ele arranca nossas bocas distantes. — Eu deveria estar preocupado que sua colega de quarto vai chegar e pegar nós? — Não, ela não está vindo para casa hoje à noite. Ela foi para algum bar na cidade, e, em seguida, ela está pensando em ficar com Caitlin, do Kappa Beta. Que eu acho que é uma ideia muito ruim, porque a última vez que ela saiu com Caitlin, elas quase foram presas por embriaguez pública, mas, em seguida, Ramona flertou com o policial e… Logan me silencia com outro beijo. — Não teria sido suficiente, ele murmura contra os meus lábios. Então ele pega a minha mão e coloca-a diretamente sobre a protuberância dura, em suas calças. No mesmo fôlego, ele segura meu sexo sobre meus pijamas. Oh droga. Alerta de ação no piso térreo. Eu não estou preocupada com minha resposta à sua mão e um deslizamento lento de sua palma é tudo que leva para uma explosão de prazer a entrar em erupção, dentro de mim. Não, é a minha mão que desencadeia a pressa de nervosismo. A mão que afaga atualmente a ereção, lutando para trás do zíper de Logan. Eu já dei punhetas antes, além de alguns boquetes, que eu sei que foram um enorme sucesso porque... bem, sêmen e tudo isso. Mas eu não tenho experiência suficiente para me considerar uma vaqueira perita em pênis ou qualquer coisa. E todos esses últimos encontros com pênis envolvia, meu namorado do colegial Brandon, que era igualmente inexperiente. Se os rumores que eu ouvi sobre Logan são verdadeiros, então esse cara dormiu com metade das meninas em Briar. Soa como uma estatística insanamente alta, então eu tenho certeza que não é


preciso, mas ele está definitivamente ligado com mais pessoas do que eu. — Está tudo bem? - Ele pergunta, enquanto acaricia entre as minhas pernas. Eu aceno e acaricio-o novamente e um gemido torturado desliza para fora de sua boca. — Foda-se, espere. - Ele se desloca sobre o colchão e meu coração para quando ele tira suas calças. Ele as coloca para baixo apenas o suficiente para libertar a ereção, então puxa a parte de baixo de meu pijama e calcinha. Um segundo depois, sua mão roça meu sexo nu e meus quadris levantam involuntariamente, buscando um contato mais próximo. Logan passa a ponta do seu dedo indicador sobre o meu clitóris. — Melhor? - Diz ele, com a voz grossa e rouca. — Muito melhor. - É tão bom que faz minha cabeça girar, limitando a minha resposta a um murmúrio ofegante. Sorrindo para a minha resposta incoerente, ele se inclina e me beija novamente. Com a mão livre, ele agarra a minha mão direita e traz para sua ereção, envolvendo suavemente meus dedos trêmulos em torno do eixo. Ele é longo e duro, mas suave, carne quente deslizando facilmente dentro da minha mão. Meu corpo está em chamas. Ondas de excitação crescem em meu núcleo e quando ele empurra o dedo médio dentro de mim, meus músculos internos apertam em torno dele, a pressão tão intensa que eu esqueço como respirar. Nós não paramos de beijar. Nem mesmo pra respirar. Estamos um tanto ofegantes, nossas línguas se enredaram e as nossas mãos no trabalho duro. Seu polegar pressiona meu clitóris, enquanto seu dedo se move dentro de mim e o prazer em espiral através de mim reúne em força, um nó apertado de antecipação, que faz com que o movimento dos meus quadris aumentem.


Minutos passam. Ou talvez horas. Eu não tenho ideia, porque eu estou muito presa nas sensações incríveis. Eu acaricio sua ereção, apertando a cabeça e movendo pra cima, até que seus quadris começam a se mover também e um comando duro, deixa sua boca. — Mais Rápido. Eu acelero o ritmo e ele empurra em meu punho com um gemido baixo, sua respiração fazendo cócegas em meus lábios, enquanto ele quebra o beijo. Seus olhos estão fechados, seus traços tensos e seus dentes cavando em seu lábio inferior. — Eu vou gozar, ele murmura. Excitação e ondula entre minhas pernas e eu sei que ele pode sentir o quão molhada estou, porque ele geme novamente e seu dedo mergulha mais fundo, mais rápido. Poucos segundos depois, ele cede em mim, a testa apoiada no meu ombro, enquanto seus quadris flexíonam para a frente ainda uma última vez, antes de ir. Com a umidade jorrando para o meu lado, os olhos lentamente abertos e o prazer sonolento neles tira o meu fôlego. Puta merda. Eu não acho que eu já vi nada mais sexy do que a visão de John Logan logo após ter um orgasmo. Sua respiração ainda é trabalhosa quando ele vê o meu olhar. — Você gozou? Porcaria. Direto. Seu dedo ainda está alojado dentro de mim. Não mais se movendo, mas um lembrete do orgasmo que eu estava prestes a chegar, antes de me distrair com a maneira como ele olhou quando estava gozando, a rotina incansável de seus quadris e os sexy sons que ele fez. Mas eu estou com vergonha de admitir que eu não terminei e uma vez que ele já fez, me sinto-me estranha, pedindo-lhe para continuar. Então eu acenei e disse: — Uh-huh. É claro.


Uma sombra de dúvida passa por seus olhos, mas antes que eu possa piscar, ele senta-se abruptamente e diz: — Eu deveria ir. Eu ignoro a decepção e irritação que apertam minha barriga. Sério? Ele não pode mesmo ficar por alguns minutos de pós-transa e conversa fiada? Que príncipe! É ainda mais estranho agora. Ele pega um lenço de papel da caixa sobre a mesa e se limpa. Eu pretendo ser legal e composta, quando eu puxo para cima as calças e vejo-o fazer o mesmo. Eu até mesmo dou um sorriso casual, quando ele usa o meu telefone para chamar um táxi. Felizmente, ele consegue de imediato, desta vez, o que significa que o constrangimento não dura muito tempo. Eu o levo até a porta, onde ele hesita por um instante. —Obrigado por me convidar para ficar mais, diz ele com a voz rouca. —Eu me diverti. —Uh, sim, com certeza. Eu também. Um momento depois, ele se foi.


05 LOGAN Eu ando para o meu quarto, depois do meu chuveiro da manhã, para ouvir o meu telefone tocando. E uma vez que recebo textos em geral, em vez de chamadas, eu sei exatamente quem é, sem ter que verificar o identificador. — Ei, mãe Eu a cumprimento, segurando a borda da minha toalha e indo para a cômoda. —Mãe? Deus santo. Então é verdade? Quer dizer, eu pensei que dei à luz um lindo menino 21 anos atrás, mas parece ser uma memória distante. Porque se eu tivesse um filho, ele provavelmente iria chamar-me mais do que uma vez por mês, certo? Eu ri, apesar da agulha de culpa que pica meu peito. Ela está certa. Eu tenho sido um péssimo filho ultimamente, muito ocupado com a pós-temporada e provas, ao invés de chamá-la tão freqüentemente como eu deveria. — Sinto muito, eu digo, com remorso genuíno. - Eu sempre fico louco e ocupado no final do semestre. — Eu sei. É por isso que eu não tenho te incomodado. Você está estudando muito para os exames? — Claro. - Sim, certo. Eu nem sequer abri um livro ainda.


Minha mãe vê através da resposta evasiva. — Não engane sua mãe, Johnny. — Tudo bem, eu ainda não comecei, admito. — Mas você sabe que eu trabalho melhor sob pressão. Pode esperar um segundo? — Sim. Eu coloquei o telefone para baixo e soltei minha toalha, então coloquei um par de calças de moletom até meus quadris. Meu cabelo ainda está molhado, polvilhando gotas no meu peito nu, então eu esfrego a toalha sobre a cabeça, antes de pegar o telefone novamente. — Voltei, eu digo a ela. — Então, como vai o trabalho? Como está David? — Bom, e grande. Para os próximos dez minutos, ela fala sobre seu trabalho, ela é gerente de um restaurante em Boston, então me diz como meu padrasto tem sido. David é um contador e ele é tão chato que, às vezes, é doloroso estar ao redor dele. Mas ele também ama a minha mãe com todo o seu coração e a trata como a rainha que ela é, então eu não posso exatamente odiar o cara. Eventualmente, ela pergunta sobre meus planos para o verão, assumindo o tom velado que ela sempre usa quando traz à tona o tema do meu pai. — Então, eu presumo que você está trabalhando com seu pai de novo? — Sim. - Eu faço um esforço para parecer relaxado. Meu irmão e eu concordamos há muito tempo em manter a verdade da mãe. Ela não precisa saber que o pai está bebendo novamente, e eu me recuso a desenterrar a besteira do velho para ela. Ela saiu e ela precisa ficar de fora. Ela merece ser feliz agora e mesmo chato como ele é, David a faz feliz. Ward Logan, por outro lado, a fez miserável. Ele não bateu nela ou abusou dela verbalmente, mas ela era a única que tinha que


limpar suas bagunças. Ela foi a única que teve de lidar com seus acessos de raiva bêbados e visitas constantes para a reabilitação. A quem o arrastou fora do chão, quando ele chegou em casa bêbado e desmaiou no corredor da frente. Porra, eu nunca vou esquecer a época, quando eu tinha oito ou nove anos e o pai ligou casa às duas da manhã. Ele tinha sido pronunciado como um maníaco e pirado, porque ele tinha bebido estúpidamente em um bar, entrou no carro, mas não tinha ideia de onde estava. Tinha sido o auge do inverno, e minha mãe não queria deixar o meu irmão e eu em casa sozinhos, então ela nos reuniu, e ficamos dirigindo por horas, procurando por ele. Com apenas metade de um nome de rua para ir, porque o telefone tinha sido coberto de neve e papai estava bêbado demais para passar por cima e limpá-lo. Depois que o tinha encontrado e puxou-o para dentro do carro, eu lembro de estar sentado no banco de trás, sentindo algo que eu nunca tinha sentido antes, piedade. Eu senti pena do meu pai. E eu não posso negar que fiquei aliviado, quando mamãe enviou-o de volta para a reabilitação, no dia seguinte. — Espero que ele esteja pagando-o acordo, querido - diz a mãe, parecendo chateada. — Você e Jeffrey trabalham tantas horas na garagem. - É claro que ele está nos pagando. O acordo? Porra nenhuma. Eu faço o suficiente para pagar o aluguel e despesas durante o ano letivo, mas definitivamente, não é o que eu deveria estar fazendo para o trabalho em tempo integral. — Bom. - Ela faz uma pausa. — Você ainda pode tirar uma semana de folga para nos visitar? — Eu estou planejando isso, asseguro-a. Jeff e eu já trabalhamos em um cronograma, para que cada um de nós possa ir para Boston passar algum tempo com a mãe. Falamos por mais alguns minutos e então eu desligo e desço ao térreo, para encontrar algo para comer. Eu preparei uma tigela de cereais, Sem-açúcar, farelo de todo-tudo-fest que Tuck nos obriga a


comer, porque, por alguma razão, ele é contra o açúcar. Como eu resolvi comer no balcão, minha mente viaja imediatamente, de volta para o que aconteceu na noite passada. Sair do quarto de Grace cinco segundos após ela ter feito uma punheta em mim, foi um movimento tão imbecil. Eu sei disso. Mas eu tinha que sair de lá. No segundo em que me recuperei do orgasmo, meu primeiro pensamento foi, o que diabos estou fazendo aqui? Seriamente. Quero dizer, sim, Grace foi incrível e sexy e engraçada, mas tenho caído tão baixo que eu estou, agora, aleatoriamente, batendo dedos nas gatas. Eu não sei mesmo? E eu não posso mesmo usar o álcool como uma desculpa desta vez, porque eu estava sóbrio. E a pior parte? Ela nem sequer gozou, porra. Eu cerrei os dentes, para o lembrete. Tinha havido um monte de gemidos, com certeza, mas eu tenho noventa e nove por cento de certeza de que ela não teve um orgasmo, apesar dela me dizer que tinha. Ou melhor, mentindo para mim que ela teve. Porque quando uma mulher deixa cair uma evasiva. — Uh-huh - depois de perguntar se ela teve um orgasmo, então isso é chamado de mentirosa. E essa meia-boca . “Sim, claro, eu também”, - ela me deu algo, sobre se ela se divertiu? Fale sobre contusões no ego de um cara. Não só ela não gozou, mas eu não fiz isso por ela, certo? Eu não sei como me sinto sobre isso. Quer dizer, eu não sou um idiota. Eu não vivo em uma bolha mágica, onde orgasmos caem do céu e da terra na cama de uma mulher, toda vez que ela faz sexo. Eu sei que elas fingem às vezes. Mas eu estou bastante confiante de que, e falo pela maioria dos caras, quando eu digo que eu gosto de pensar que elas não fingem comigo. Droga. Eu deveria ter pego o seu número. Por que diabos eu não obtive seu número? Eu sei a resposta para isso, no entanto. Este mês passado, eu não me importava o suficiente para pedir o número de uma menina,


depois de uma transa. Ou melhor, eu tenho estado muito bêbado antes, durante e após a transa, para me lembrar de perguntar. O baque de passos do corredor me tira dos meus pensamentos e eu olho para cima, a tempo de ver Garrett passar para a cozinha. — Bom dia, - diz ele. Bom dia. Eu enfio uma colher de cereal em minha boca e faço o meu melhor para ignorar o choque imediato de desconforto, ao mesmo tempo odiando-me por ainda sentir. Garrett Graham é meu melhor amigo. Pelo amor de Deus, eu não deveria me sentir desconfortável em torno dele. — Então o que você acabou fazendo ontem à noite? - Ele pega uma bacia do armário, uma colher da gaveta, e se junta a mim no balcão. Eu mastigo antes de responder. — Eu saí com essa garota. Assisti a um filme. — Legal. Alguém que eu conheço? — Naah, eu só conheci ontem. - E provavelmente nunca vou vêla novamente, porque sou um amante egoísta e má companhia, aparentemente. Garrett despeja alguns cereais em sua tigela e estende a mão para a caixa de leite, que eu deixei de fora. — Ei, então você não chamou esse agente ainda? — Ainda não. — Por que não? - Porque não há nenhum ponto. — Porque eu não tive tempo para isso. Meu tom é mais duro do que eu quero dizer para que ele e os olhos cinzentos de Garrett disparam com mágoa. — Você não tem que arrancar minha cabeça. Foi só uma pergunta.


— Desculpe. Eu... desculpe. - Abafando um suspiro, eu tomo outra mordida de cereal. Um breve silêncio se instala entre nós, até Garrett, finalmente, limpar a garganta. — Olha, eu entendi, certo? Você não escrito é uma porcaria. Mas não é como se você está fora das opções. Você é um agente livre agora, e você não está trancado em uma equipe, o que significa que você pode assinar com qualquer um, se eles querem você. E eles estão totalmente querendo você. Ele está certo. Tenho certeza de que há muitas equipes que querem que eu jogue para eles. Tenho certeza de que um deles ainda me querem se eu me inscrever para entrar no projeto. Mas Garrett não sabe disso. Ele acha que eu tenho passado ao longo destes últimos dois anos, e eu mencionei o amigo idiota que eu sou? Eu sinto muito por deixá-lo pensar nisso. Porque tão fodido quanto parece, ter meu melhor amigo acreditando que eu vou queimar no inferno do que admitir que eu nunca vou jogar para os profissionais. Veja, Garrett teve uma escolha de não optar. Ele queria ganhar seu diploma sem a tentação que vem junto. Um monte de jogadores universitários optaram por abandonar a escola no momento em que uma equipe deteve os direitos sobre eles, é difícil quando você tem uma equipe profissional retirando todos os batentes, para persuadi-lo a deixar a faculdade cedo. Mas Garrett é um cara inteligente. Ele sabe que iria perder sua credibilidade NCAA se ele fizesse isso e ele também sabe que assinar um contrato com uma equipe não garante o sucesso instantâneo, ou até mesmo o tempo de jogo. Inferno, ambos vimos o que aconteceu com Chris Little, nosso companheiro de equipe no ano de calouro. O cara fica obstinado, vai pra eles, joga por meia temporada, e depois? Uma lesão no fim de carreira levou-o para fora, permanente. Não só o Little nunca mais pode por o pé sobre o gelo novamente, mas ele gastou cada centavo de seu contrato de


assinatura em suas despesas médicas e a última vez que ouvi, ele voltou à escola para aprender uma profissão. Soldagem, ou alguma merda. Então, sim, Garrett está jogando com inteligência. Eu? Eu sabia desde o início que eu não estaria indo para o profissional. — Quero dizer, Gretzky não teve uma profissão, e olhando para tudo o que ele realizou. O cara é uma lenda. Indiscutivelmente o melhor jogador da história do hóquei. - Garrett ainda está falando, ainda tentando tranqüilizar-me e eu estou dividido entre mandando-o calar a boca e abraçando a merda viva fora do cara, por ser um amigo tão incrível. Eu não faço, escolho acalma-lo em seu lugar. — Vou ligar para o agente na segunda-feira, eu minto. Ele dá um aceno, satisfeito. — Bom. O silêncio retorna. Nós levamos nossas tigelas vazias até a máquina de lavar louça. —Hey, nós estamos indo para a casa de Malone, - diz Garrett. — Eu, Wellsy, Tuck e talvez Danny. Você vai? —Não posso. Eu tenho que começar a estudar para os exames. É triste, mas eu estou começando a perder a contagem de todas as coisas que eu estou mentindo para o meu melhor amigo.

Grace — Me desculpe você pode repetir isso? - Ramona me olha com descrença absoluta, com os olhos tão grandes que parecem dois discos escuros.


Eu dou de ombros, como se o que eu apenas disse a ela não fosse nada demais. — John Logan veio ontem à noite. — John Logan veio ontem à noite, - ela ecoa. — Sim. — Ele veio para o nosso dormitório. — Sim. — Você estava nesta sala e ele entrou, e, em seguida, você estava aqui. Nesta sala. — Sim. — Então John Logan apareceu na nossa porta, e entrou, e estava aqui. Contigo. Aqui. Risos borbulham na minha garganta. — Sim, Ramona. Nós estabelecemos que ele estava aqui. Nesta sala. Sua boca cai aberta. Então fechada. Em seguida, abre-se novamente para soltar um grito que é tão ensurdecedor que estou surpresa que a água no meu copo não agitou, estilo Jurassic Park. — Oh meu Deus! Ela corre até a minha cama e joga os chinelos para baixo. — Conte-me tudo! Ela ainda está vestindo suas roupas de festa da noite passada, um minivestido pequenininho que vai até as coxas quando ela se senta e estiletes de prata, que ela chuta para longe, em um borrão animado de pernas. Quando Ramona entrou no nosso quarto, eu durei três segundos, antes de derramar a notícia, mas agora, com ela olhando para mim com entusiasmo, tenho um gelo relutânte na minha garganta. De repente, estou envergonhada de dizer o que aconteceu ontem à noite, porque... bem... Eu só vou dizer isto: porque era assombroso.


Eu me diverti, assistindo o filme com ele. E eu amei brincar com ele, pelo menos até aqueles momentos-finais, mas o cara gozou e, em seguida, foi embora. Quem faz isso? Não admira que todas as suas transas tem lugar em festas de fraternidade. As meninas estão, provavelmente, bêbadas demais para perceber se eles têm um orgasmo ou não. Bêbadas demais para perceber que John Logan não está vendendo nada, é só propaganda enganosa. Mas eu já abri a minha boca grande, então agora tenho que seguir adiante e dar algo à Ramona. Como ela engasgou para mim, explico como Logan apareceu na porta errada e acabou ficando para assistir a um filme. — Você assistiu a um filme? É isso aí? Eu sinto meu rosto aquecer. — Bem... Outro grito voa para fora de sua boca. — Oh meu Deus! Você transou com ele? — Não, eu sou rápida para responder. — Claro que não. Eu nem sequer o conheço. Mas... bem, nós ficamos. Eu estou hesitante em revelar mais do que isso, mas a revelação é suficiente para iluminar os olhos de Ramona. Ela se parece com um garoto que está recebendo sua primeira bicicleta. Ou um pônei. — Você ficou com John Logan! Eeeeeh! Isso é tão incrível! Ele é um bom beijador? Será que ele tirou a camisa? Será que ele tirou as calças? — Não, eu minto. Minha melhor amiga não pode sentar-se ainda mais. Ela pula da cama e salta ao redor, sobre seus pés. —Eu não posso acreditar nisso. Eu não posso acreditar que eu não estava aqui para testemunhar isso. — Você está em voyeurismo agora? - Pergunto secamente.


— Se eu estou voyeur em John Logan? Hum, sim. Gostaria de ver vocês dois fazer por horas. - Ela suspira de repente. — Oh meu Deus, envie uma mensagem pra ele agora e peça-lhe uma foto do seu pau! — O Quê? Não! — Ah, vamos lá, ele provavelmente vai ficar lisonjeado e - outro suspiro. — Não, convide-o para hoje à noite! E diga-lhe para trazer Dean. Eu odeio chover em seu desfile, mas considerando a maneira como Logan correu, ontem à noite, eu não tenho escolha, vou ter que despejar um balde de água fria na alegria de Ramona. — Eu não poderia, mesmo se eu quisesse, — confesso. — Eu não tenho o seu número. — O que? Ela parece devastada. — O que há de errado com você? Será que você, pelo menos, deu-lhe o seu? Eu balancei minha cabeça. — Ele não tinha o telefone dele e não houve uma oportunidade para dar a ele meu número. Ramona fica em silêncio por um momento. Olhos castanhos afiados concentram-se no meu rosto, estreitando, sondando, como se ela estivesse tentando, telepaticamente, fazer um túnel no meu cérebro. Eu remexo conscientemente. — O Quê? — Seja honesta, diz ela. — Ele estava realmente aqui? Choque bate em mim. — Você está brincando? - Quando ela oferece um pequeno encolher de ombros, meu choque se transforma em horror. — Por que eu iria mentir sobre isso? — Eu não sei... - Ela enfia uma mecha de cabelo escuro atrás de sua orelha, seu desconforto óbvio. — É só que... você sabe, ele é mais velho e quente e vocês não trocaram números...


— Então isso significa que estou mentindo? Eu olho para os meus pés, insultada. — Não, claro que não. - Ela começa a recuar, mas é tarde demais. Eu já estou chateada e indo para a porta. — Onde você está indo? - Ela geme por trás de mim. — Ah, vamos lá, Gracie. Eu acredito em você. Você não tem que sair correndo. — Eu não estou indo para fora. - Lanço-lhe um olhar sobre o meu ombro, em seguida, pego minha bolsa.— Vou me encontrar com meu pai em quinze minutos. Eu realmente tenho que ir. — Sério? - Diz ela, com ceticismo. — Sim. - Eu tenho que me forçar a não fazer uma carranca para ela. — Mas isso não significa que eu não estou super brava com você, agora. Ela se lança mais e joga seus braços em volta de mim, antes que eu possa pará-la, apertando firme o suficiente para impedir o fluxo de ar para os pulmões. É uma das sua marcas registradas. — Por favor, não fique com raiva de mim, ela implora. — Me desculpe, eu perguntei isso. Eu sei que você não faria isso e quando você voltar, eu quero ouvir todos os detalhes, ok? — Sim... bem, - murmuro, não porque eu quero dizer isso, mas porque eu quero sair daqui antes de bater-lhe na cara. Ela puxa para trás, relevo gravado em suas feições. — Maravilha. Então eu vou te ver mais tarde. Eu estou fora da porta antes que ela possa terminar essa frase.


06 GRACE Meu pai ainda não chegou, quando eu entro no café Hut, então peço um chá verde no balcão e encontro duas confortáveis cadeiras, no canto da sala. É sábado de manhã e a cafeteria está deserta. Tenho a sensação de que a maioria das pessoas estão, provavelmente, de ressaca na enfermaria, desde sexta à noite. Assim que eu sento na poltrona de pelúcia, o sino sobre a porta toca e meu pai entra na cafeteria. Ele está usando sua marca registrada: blazer marrom e calças cáqui engomadas, uma roupa que minha mãe se refere como seu olhar - professor sério. — Oi, querida, - ele me cumprimenta. — Deixe-me tomar um café. -Um minuto depois, ele se junta a mim, no canto, olhando mais acelerado do que o habitual. — Desculpe, estou atrasado. Eu parei no escritório para pegar alguns papéis e fiquei encurralado por uma estudante. Ela queria discutir sua nota. — Está tudo bem. Não tinha nada para fazer. - Eu abro a tampa do meu copo e o vapor sobe até meu rosto. Soprei sobre o líquido quente por um momento, em seguida, tomei um gole rápido. — Como foi a sua semana? — Caótica. Eu estava preocupado com a qualidade dos trabalhos, que estavam sendo transformados, então estendi o horário de expediente para os estudantes que tiveram dúvidas sobre o exame. Eu estive no campus até dez horas todas as noites.


Eu franzi a testa. — Você sabe que tem um assistente, certo? Ele não pode ajudar? — Ele faz, mas você sabe que eu gosto de interagir com meus alunos. -1Sim, eu sei disso, e tenho certeza que é por isso que todos os seus alunos o amam tanto. Meu pai ensina biologia molecular de pós-graduação em Briar, um curso que você não pensaria que seria tão popular e ainda há, na verdade, uma lista de espera, para entrar em sua classe. Eu participei de algumas de suas palestras, ao longo dos anos e tenho que admitir, ele tem uma maneira de fazer um material ridiculamente chato, parecer interessante. Meu pai bebe seu café, olhando-me sobre a borda do copo. — Então, eu fiz reservas no Ferro para sexta-feira, às seis e meia. Isso funciona para a aniversariante? Eu rolo meus olhos. Eu não sou uma pessoa de aniversário. Prefiro celebrações discretas, ou, em um mundo perfeito onde não há celebrações em tudo, mas minha mãe é um demônio do aniversário. Festas surpresa, presentes, forçando garçons a cantar em restaurantes ... ela é toda sobre infligir a maior quantidade de tortura possível. Eu acho que ela fica feliz, se embaraçar sua única filha. Mas desde que ela se mudou para Paris, há três anos, eu não tenho sido capaz de passar meu aniversário com ela, então ela recrutou meu pai para assumir funções de humilhação. — O aniversário é da garota, ela só vai concordar em ir se você prometer que ninguém vai cantar para ela. Ele empalidece. — Você acha que eu quero isso? De jeito nenhum, querida. Nós vamos ter um bom jantar tranquilo e, quando você falar com sua mãe sobre isso, mais tarde, você pode dizer a ela que uma banda mariachi veio até a mesa e cantou para você. — Combinado. — Você tem certeza de que está bem, que não estamos tendo jantar no dia do seu aniversário? Se você quiser comemorar na quarta-feira à noite, eu posso cancelar o horário de expediente.


— Sexta-feira é bom, - asseguro-lhe. — Tudo bem, então é um encontro. Oh, e eu falei com sua mãe de novo, ontem à noite, acrescenta. — Ela perguntou se você já reconsiderou a mudança do seu voo para maio. Ela adoraria vê-la por três meses, em vez de dois. Hesito. Estou animada para visitar minha mãe neste verão, mas durante três meses? Mesmo dois está empurrando, e é por isso que eu insisti em voltar na primeira semana de agosto, embora o semestre não comece até o final do mês. Não me interpretem mal, eu adoro a minha mãe. Ela é divertida e espontânea, e assim borbulhante e fomentar o desenvolvimento é como ter seu próprio chefe de torcida pessoal te seguindo, acenando com pom-poms. Mas ela também é... desgastante. Ela é uma menina no corpo de uma mulher adulta, sob todos os seus caprichos, sem parar para considerar as consequências. —Deixe-me pensar sobre isso - eu respondo. — Eu preciso decidir se tenho energia para manter-me com ela. Meu pai dá uma risadinha. — Bem, nós dois sabemos que a resposta para isso, é não. Ninguém tem energia para manter-se com sua mãe, querida. Ele certamente não tinha, mas, felizmente, seu divórcio tinha sido cem por cento amigável. Eu acho que, quando minha mãe lhe disse que queria sair, meu pai estava mais aliviado do que triste. E quando ela decidiu se mudar para Paris, a fim de - encontrar-se e reconectar-se com sua arte - ele tinha sido nada além de apoio. — Eu vou deixar você saber este fim de semana, ok? - Eu peguei meu chá, mas minha mão congela, quando a campainha toca novamente. Um cara de cabelo escuro em um revestimento de hóquei Briar entra e, por um momento de parar o coração, eu acho que é Logan. Mas não era. É outra pessoa. Mais baixo, mais volumoso e não tão devastadoramente lindo.


Decepção vibra através de mim, mas eu afasto. Mesmo que Logan tivesse andado por aquela porta, o que eu realmente espero que aconteça? Ele vir e me beijar? Pedir-me para sair? Ceeerto. Eu fiz o cara gozar, ontem à noite e ele nem sequer ficou por tempo suficiente para me dar um beijo de adeus. Então, sim, eu tenho que encarar os fatos: Eu sou apenas outra garota, em uma longa lista de conquistas de John Logan. E honestamente? Eu estou totalmente bem com isso. Como nada assombroso como ele pode ter sido a obtenção de um... fazer Logan gozar com as mãos é o destaque do meu ano de caloura.

Logan —Teve alguma garota que fingiu um orgasmo com você? - Eu deixo escapar. São oito horas, na segunda-feira de manhã, e eu, nervosamente, toco meus dedos no balcão da cozinha, enquanto olho para meu companheiro de quarto. Dean, que estava em seu caminho para a geladeira, para em seus passos de forma tão abrupta que, se ele estivesse de patins, eu estaria limpando aparas de gelo do meu rosto, agora. — Sinto muito, não ouvi você. O que foi aquilo? Sua expressão é o epítome de inocência, por isso não é até depois que eu me repeti que eu percebo que estou sendo sacaneado. Dean se dobra, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto, ele estremece com o riso. — Eu ouvi da primeira vez - ele engasga. — Eu só queria ouvir você perguntar isso de novo... oh merda... Eu acho que eu poderia me


cagar... - Outro uivo rasga fora de sua garganta. — Você fodeu uma menina e ela fingiu? Eu cerro os dentes até que machucam. O que na terra me fez pensar que confiar em Dean era uma boa ideia? — Não. - eu murmuro. Ele ainda está rindo como um maníaco. — Como você sabe que ela falsificou isso? Ela lhe contou depois? Oh Deus, por favor, diga que sim! Eu olho para minha xícara de café. — Ela não me disse nada. Eu só tenho um sentimento, ok? Dean abre a geladeira e pega uma caixa de JO, ainda rindo de si mesmo. — Isso não tem preço. Grande Garanhão do campus não poderia fazer uma menina gozar. Você, oficialmente, me deu munição suficiente para zoar com você, por anos. — Sim, tenho certeza que fiz. - Ninguém nunca disse que eu era inteligente. E por que diabos eu ainda estou obcecado com isso? Todo o fim de semana eu tenho lutado com a tentação de ver Grace. Obriguei-me a estudar para os exames. Eu joguei umas seis horas de Ice Pro maratona, com Tuck. Eu mesmo limpei o meu quarto e lavei roupa. E então eu abri meus olhos esta manhã e não podia aguentar mais. Eu tenho movimentos, porcaria. As mulheres sabem isso quando elas conectam-se com John Logan, elas vão sair com um sorriso satisfeito no rosto e isso me deixa louco, pensar que Grace poderia ter ficado insatisfeita. Tem sido torturante para mim por dias. Dias, caramba. Você sabe o que? Dane-se. Eu posso não ter o seu número, mas eu sei onde ela mora, e não há nenhuma maneira que eu vou ser capaz de me concentrar em uma coisa maldita hoje, até que eu tenha retificado esta situação profana. Deixar uma menina querendo não é apenas embaraçoso, é inaceitável.


Trinta minutos mais tarde estou de pé, na frente da porta de Grace. Aparecer no dormitório de uma menina, às oito e meia da manhã, pode não ser a melhor maneira de marcar pontos, mas, desde que meu ego estúpido se recusa a deixar-me ir embora, eu respiro e toco meu punho na porta. Grace abre um segundo depois, vestindo apenas um roupão de banho. Seus olhos se alargam quando ela me vê, sua voz saindo em um guincho. — Oi. Engolindo em seco, eu faço o meu melhor, para não insistir no fato de que ela está, provavelmente, nua sob esse manto. O veludo branco trava nos joelhos, o cinto fixado firmemente em torno de sua cintura, mas realçando as melhores partes, ligeiramente, me dando uma visão de seu decote. — Oi. - Minha voz soa rouca, então eu limpo minha garganta. — Posso entrar? — Hum. Claro. Ela fecha a porta atrás de mim, então se vira, um sorriso desconfortável brincando em seus lábios. — Eu não tenho muito tempo. Meu último seminário de psicologia é em uma hora, assim eu preciso me vestir e caminhar até o outro lado do campus. — Tudo bem. Eu não tenho muito tempo também. Grupo de estudo em trinta minutos. - Eu enfiei as mãos nos bolsos para parar de ficar remexendo. Estou nervoso e não tenho ideia do porquê. Eu nunca tive um problema, para conversar com as gatas, antes. — O que foi? Ela, despreocupadamente, agarra a frente de seu roupão, como se tivesse percebido que está perigosamente escancarado. — Você não terminou, não é? A pergunta voa para fora, antes que eu possa pará-la.


Terminar o que… - Ela para, um corar subindo em suas bochechas, quando compreende. — Oh. Você quer dizer...? Eu cerro os dentes e aceno de cabeça. —Bem ... não, - ela confessa. — Eu não. Eu me esforço para manter minha boca em uma posição neutra. —Por que você não me disse? —Eu não sei. Ela suspira. —Você já tinha terminado. E eu acho que eu não queria danificar o seu ego, ou qualquer coisa. Eu estava lendo este artigo no outro dia sobre como os homens são sensíveis sobre esse tipo de coisa. Como desencadeia sentimentos de inadequação, se uma mulher não atingir o orgasmo. Mas você sabia que algo como dez por cento das mulheres não tem um orgasmo durante a atividade sexual? Então, indo por essa estatística, os homens realmente não devem se sentir como… —Você está fazendo essa coisa... balbuciar, novamente. Sua expressão é tímida. —Desculpe. —Eu não me importo. Estou feliz que você está preocupada com o meu ego. - Eu sorrio para ela. — Você deveria estar. Ela parece assustada. —Por quê? —Porque eu estive pensando sem parar sobre como eu não fiz você gozar. - Eu dou de ombros. — E o quanto eu quero mudar isso.


07 LOGAN As bochechas de Grace foram de lírio-branco para pálido rosa em questão de segundos. Ela tem o rosto mais expressivo que eu já vi, tão rápido em exibir tudo o que ela está sentindo. Eu aprecio como é fácil lê-la, caso contrário, seu prolongado silêncio ao meu último comentário poderia ter me preocupado. Mas o brilho de intriga em seus olhos não confirma estar assustada. —Sério? - Ela franze a testa. — Sim. - Meus lábios curvam-se em um pequeno sorriso, quando eu dou um passo em direção a ela. — Então, você vai me deixar ou o quê? Alarme voa em seu rosto. — Deixá-lo fazer o que? — Fazer você gozar. Estou satisfeito de ver o mal-estar em sua expressão derreter em emoção quente. Oh sim, eu não estou a assustando. Ela está ligada. Um... Ela solta uma risada estrangulada. — Esta é a primeira vez que um cara já apareceu na minha porta, me perguntando isso. Você percebe o quão malditamemte louco isso soa, certo? — Você quer falar ser louco? Passei toda a merda do fim de semana fantasiando sobre como fazer isso. - Frustração sobe no meu peito.


—Eu não sou normalmente um idiota, ok? Eu poderia foder, mas eu sempre me certifico que as mulheres tiveram um bom tempo. - Ela suspira. — Eu tive um bom tempo. — Você teria tido um tempo melhor se eu não tivesse despejado minha carga e saido. Agora ela ri novamente, o que me faz suspirar. —Você está me matando aqui, linda. Eu estou falando sobre o quanto eu quero darlhe um orgasmo gritando, e você está rindo de mim? - Eu sorrio. — Será que nós não estabelecemos que o meu ego é frágil? Seus lábios continuam a se contorcer. — Eu pensei que você tinha dito que precisava ir. - ela me lembra. — Leva 10 minutos para chegar à biblioteca, a partir daqui. O que significa que eu tenho vinte minutos. - Meu sorriso se torna absolutamente diabólico. — Se eu não posso fazer você gozar em vinte minutos, então eu definitivamente estou fazendo algo errado. Grace Brinca com uma mecha de cabelo molhado, visivelmente nervosa. Meu olhar abaixa para os lábios, que brilham e como a língua arremessa para fora, para umedecê-los. O desejo de beijar seus lábios faz zumbidos no meu sangue e a antecipação pairando no ar, é grossa o suficiente para apertar minha garganta. Eu dou outro passo. —Então? —Um... você quiser.

Sua respiração estremece com pressa. —Claro. Se

Uma risada sai. —Foda-se, sim eu quero. Mas você quer? —S-sim. - Ela limpa a garganta. —Sim. Me aproximo e seus olhos incendeiam novamente. Ela me quer. Eu a quero também, mas eu pedi ao meu pau, que está endurecendo rapidamente, para se comportar. Isto não é sobre nós, mano. Só ela. Meu pau contrai em resposta, mas não há nenhuma maneira que está tendo qualquer ação agora. Se esta fosse qualquer outra


garota, eu poderia sugerir uma rapidinha, mas a menos que o meu radar-V esteja errado, Grace é, definitivamente, uma virgem. Não só eu não tenho esse tipo de tempo em minhas mãos agora, mas eu também não estou particularmente ansioso para assumir a responsabilidade de ser o seu primeiro. Mas isso... Eu alcanço o cinto do roupão e dou-lhe um puxão lento... isso eu sou mais do que capaz de fazer. E eu estou pensando em fazer o certo, desta vez. Eu não separo o manto completamente. Eu apenas deslizo uma mão através da abertura no veludo e suavemente aliso a carne nua de seu quadril. Ela treme no momento que eu a toco. Seus olhos castanhos claros fixam intensamente no meu rosto e, quando minha mão realiza outra varredura levíssima, ela geme baixinho e se move para mais perto. —Vá para a cama! - Eu digo, gentilmente empurrando-a para trás. Ela se senta na borda do colchão, mas não se deita. Seu olhar permanece focado em mim, como se ela estivesse esperando por mim para emitir outra ordem. Exalando um suspiro, eu me ajoelho em frente a ela e dou ao manto um puxão final, empurrando-o para fora de seus ombros. O oxigênio que eu acabo de soltar, dá uma porcaria de volta para meus pulmões. Puta merda. Seu corpo nu faz meu pau doer. Ela é magra, com minúsculos quadris, pernas longas e lisas e peitos pequenos, com os mais bonitos mamilos cor de rosa. Saliva inunda minha boca, quando eu me inclino para apertar minha língua sobre um mamilo. Eu não posso me ajudar. Eu preciso prová-la. — Oh merda, - eu gemo contra o broto distendido, antes de sugá-lo entre meus lábios. Ela solta gemidos de carência, arqueando as costas e empurrando seu peito mais profundo em minha boca. Jesus, eu quero chupar e brincar com as mamas dela durante todo o dia. Eu


sempre fui um homem de peitos, e o pensamento de ficar aqui mesmo, nesta posição, por toda a eternidade, envia um chiar de calor para a ponta do meu pau. Mas o balanço imprudente dos quadris de Grace me lembra que o tempo é da essência. E maldito, eu não vou sair até que eu a faça gozar. Libero o mamilo com um som molhado e coloco minhas mãos sobre as coxas. Elas tremem sob meus dedos, me fazendo rir. — Você está bem? Ela balança a cabeça em silêncio. Convencido de que ela ainda está a bordo, eu abro as pernas mais largas, deslizo para o chão e levo minha boca para sua boceta. Instantaneamente duro. Porra, eu adoro ir para baixo em uma menina. A primeira vez que fiz isso eu tinha quinze anos e isso me ligou para caralho, muito. Gozei em minhas calças. Eu não sou tão rápido no gatilho mais, mas eu não posso negar que a sensação da lisa boceta quente de Grace sob minha língua faz meu pau mais duro do que nunca. Eu lambo seu clitóris em um golpe lento, provocação que a faz gemer. Ela cai de volta em seus cotovelos e eu espio e descubro que ela fechou os olhos. Seus lábios se separam, seu pulso pulsando visivelmente no centro de sua garganta e isso é todo o incentivo que eu preciso para continuar. Minha língua viaja para baixo para sua abertura. Ela está toda molhada. Inferno. Talvez eu deveria estar preocupado com a repetição do velho fiasco gozando-em-minhas-calças, porque minhas bolas estão tão apertadas que estou perto de desaparecer. Eu aperto minhas nádegas, para controlar o formigamento selvagem na base da minha espinha e me concentro em fazê-la se sentir bem. Eu lambo o meu caminho de volta para o broto inchado, que está implorando por minha atenção, sacudindo minha língua suavemente contra ele, beijando e chupando e avaliando sua resposta, para descobrir o que ela gosta. Lento e macio, eu determino.


Seus gemidos são mais desesperados e balanço seus quadris mais forte para provocá-la. Exceto que provocá-la está me provocando e agora meu pau está pressionado para cima dolorosamente contra minha calça. Maldita coisa, provavelmente vai ter a impressão de meu zíper. Eu coloco a ponta do meu dedo indicador dentro dela e sou, imediatamente, recompensado por um grito gutural. —Bom? - Murmuro, olhando para ela. Suas pálpebras são baixadas. — Mmm-hmmm. Raias de satisfação passam através de mim, me incitando, fazendo-me ainda mais determinado a mandá-la à borda. Eu retomo a minha tarefa. Doce, traços lânguidos para seu clitóris enquanto meus dedos estão cada vez mais fundo, até que esteja, finalmente, prensado dentro dela. Ela é apertada. Realmente apertada. E molhada. Deus. Realmente molhada. E se ela não vier logo, minhas calças estarão prestes a ficar molhadas demais, porque estou tão perto de explodir. — Estou gozando - ela geme. E o inferno, sim, ela está. Seu clitóris pulsa contra a minha língua, enquanto sua vagina aperta meu dedo como uma luva de aço. Ela não é uma gritadora. Não muito de uma gemedora também, mas os sons sussurrados que saem de sua boca são mais quentes do que quaisquer ruídos de estrela pornô que eu já ouvi. Eu monto o orgasmo com ela, acariciando seu canal interno e chupando seu clitóris, enquanto ela estremece calmamente, na cama. Alguns segundos depois, ela começa a rir, se contorcendo, tentando sair do meu alcance. — Muito sensível - ela sufoca. Eu ergo minha cabeça com um sorriso. — Desculpe. —Oh meu Deus, você não está autorizado a dizer isso agora. Não depois de... - Ela suga a respiração. — Isso foi... incrível! - Ela é


lenta para sentar-se, com os olhos nebulosos de prazer. — Eu não tenho ideia do que mais dizer. Obrigada? Risos borbulham na minha garganta. — De nada. Minhas pernas estão invulgarmente fracas quando me levanto. Eu ainda estou ridiculamente duro, mas o despertador na mesa de cabeceira revela que tenho exatamente 11 minutos para percorrer até a biblioteca. Em outras circunstâncias, eu não me importaria sobre estar atrasado, mas este é o último grupo de estudo, antes da comercialização final de amanhã e eu não posso me dar ao luxo de perdê-la. Eu já estou indo para o exame com um D no curso, por isso não ir à classe é uma possibilidade assustadora e um resultado mau, que eu me recuso a deixar acontecer. O curso é um pré-requisito para a minha licenciatura e não tenho nenhum desejo de retomá-la no próximo ano. —Eu preciso ir ou vou me atrasar para o grupo de estudo. - Eu encontro seus olhos. —Posso ter o seu número? —Oh. Um... Sua hesitação me dá uma pontada de ansiedade. Uma das raras vezes em que eu peço o número de uma menina e ela está incerta sobre isso? Depois que eu abalei seu mundo? Jesus. Eu levanto uma sobrancelha, minha voz assumindo um tom de desafio. —A menos que você não queira dar para mim? —Não. Quero dizer, sim, eu dou. - Ela morde o lábio inferior. — Você quer fazer isso agora? Eu forço uma risada que, espero, soe sedutor, em vez de nervoso. —Agora seria bom. - Eu pego meu telefone do bolso de trás e abro uma nova página de contato. —Diga pra mim. Ela recita uma série de números tão rápido, que tenho que fazêla parar e repetir. Eu digito seu nome e pressiono Enter, em seguida, guardo o telefone. — Talvez a gente possa sair de novo, algum dia? Poderíamos assistir a próxima maratona de Duro de Matar... —Sim claro. Isso parece ótimo.


Sério? Outro "sim, claro?" Que diabos tenho que fazer para obter um “Eu adoraria!”,desta garota? — Ok. Legal. - engoli. —Eu acho que eu vou chamá-la, então. Ela não disse nada e no silêncio que se seguiu, estou superando uma onda de desconforto. Então eu mergulho para baixo e faço a coisa mais estúpida que nunca. Que diz muito, porque eu já me envolvi em minha estupidez, ao longo dos anos. Eu beijo sua testa. Não os lábios. Não seu rosto. Sua porra de testa. Realmente suave, mano. Ela olha para mim com ar divertido, mas eu não doulhe a oportunidade de comentar sobre meu movimento idiota. —Eu vou chamá-la, murmuro. E pela segunda vez em três dias, deixo dormitório de Grace com a sensação de ser um idiota.

Grace Minha palestra de psicologia é de três horas de duração e posso dizer, honestamente, que não ouvi uma palavra que o professor disse. Nem uma única palavra. Por 180 minutos, tudo que fiz foi pensar em cada segundo de cada coisa incrível que Logan fez para mim, esta manhã. Você pode nomear a língua de alguém para a santidade? Ou talvez haja um prêmio - dando orgasmo que o Departamento de Sexualidade distribui?


Se assim for, Logan merece ganhar. Eu ainda estou desconcertada que ele apareceu na minha porta e, praticamente, exigiu que eu o deixasse me dar um orgasmo. Eu acho que o seu ego é tão sensível, quanto esse artigo Cosmo disse que seria, mas você sabe o quê? É do tipo charmoso. E estranhamente gratificante que alguém tão confiante como John Logan ficou, realmente, duvidando de suas proezas sexuais. É engraçado. Menos de uma semana atrás eu estava lamentando a falta de emoção na minha vida e agora olho para os jogadores sexys de hóquei, aparecendo na minha porta para excitar o inferno fora de mim. Foda-se. Estou me dando o prêmio. Logan continua dominando meus pensamentos quando me encontro com Ramona e as meninas. para o almoço, juntando-me a elas na nossa mesa habitual, contra a parede de trás da sala de jantar. Carver Hall é o meu lugar favorito no campus. Quem o construiu não deve ter pego a atenção para o resto dos edifícios no campus, no entanto, porque Carver tem um estilo chalé rústico. Os tetos altos, paredes com painéis de madeira e luminárias ornamentadas, que lançam um brilho amarelo suave sobre a sala em vez da iluminação fluorescente que você encontra nas outras salas de refeição. E é apenas dois minutos do meu dormitório, o que significa que eu começo a admirar o seu esplendor, em uma base diária. Eu coloco minha bandeja sobre a mesa e abro minha cerveja, antes de me sentar. — Oi, - Saúdo a todas. — O que estamos falando? -Ramona, Jesse Maya, instantaneamente, se calam, suas expressões assumindo brilhos secretos que me dizem, precisamente, o que elas estavam falando. De mim. Eu estreito meus olhos. — O que está acontecendo? Ramona olha pra cima, timidamente. —Ok, então não fique brava... mas eu disse a elas sobre Logan.


Aborrecimento rola através de mim, mas é principalmente dirigido a mim mesma. Eu não sei por que me preocupar em dizer a Ramona coisas privadas, pedindo-lhe para guardar segredo. É como jogar uma bola e pedir a um cão para não persegui-la. Bem, eu joguei a bola maldita e agora Ramona está correndo em volta com ela. E este ano ela passou a conhecer e se tornar BFFs com duas meninas, que fofocam ainda mais do que ela. Jess e Maya gastam tanto tempo dissecando a vida de outras pessoas, que devem criar um site e dar à Perez Hilton alguma competição. — Então é verdade? - Demanda Jess. — Será que você se encontrou a sério com ele? Eu me sinto desconfortável, discutindo Logan com elas, mas sei que essas meninas não vão me deixar até eu lhes dar algo. Tentando parecer casual, rodo alguns fettuccines ao redor do meu garfo e dou uma mordida. Então olho para Jess e digo: —Sim. —É isso aí? Sim? - Ela olha, horrorizada. — Isso é tudo o que você vai dizer? — Eu disse a vocês, ela está sendo super-ultra-secreta sobre isso. -Ramona sorri. — Obviamente, precisamos lembrar Grace sobre a regra número um da amizade. Ou seja, não poupar os detalhes, quando você fez algo com o cara mais gostoso do campus. Eu mastigo minha massa. — Eu não beijo e digo. Maya fala, uma nota de zombaria em sua voz. — Você sabe, considerando a completa falta de detalhes, pode-se pensar que nem sequer aconteceu. Alguém poderia pensar? Minha cabeça gira em direção a Ramona. Inacreditável. Deixar as pessoas acreditarem que eu sou alguma mentirosa patológica louca? Ramona é rápida para se defender, contra a minha acusação não dita. — Ei, nós esclarecemos isso, lembra? Eu acredito totalmente que você brincou com ele, baby.


— Duas vezes. - A confissão desliza para fora, antes que eu possa pará-lo. Droga. A mandíbula de Ramona cai aberta. —O que você quer dizer duas vezes? Eu dou de ombros. — Ele veio de novo, esta manhã. Isso me deixa dois suspiros, seguido por dois agudos gritos de Jess e Maya. Ramona permanece estranhamente quieta, mas quando eu estudo sua expressão, é impossível de decifrar. — Oh meu Deus. Ele fez? - Exclama Jess. — Quando foi isso? - Ramona pergunta. Seu tom é demasiado educado para não criar mais polêmica. — Logo depois que você saiu para a classe. Ele não ficou muito tempo, no entanto. Seus olhos escuros ficam fechados. — Será que você, pelo menos, obteve o seu número, desta vez? — Não - admito. — Mas ele tem o meu, agora. —Então você ainda não tem nenhuma maneira de alcançá-lo. — Não é uma pergunta. Não é nem mesmo uma declaração particularmente agradável. Há uma borda na sua voz e, quando eu olho sobre a mesa, não há nenhuma falta de sorriso no rosto de Maya. Elas não acreditam em mim. Ramona pode negá-lo até que esteja azul e recuar, até que ela esteja em outro estado, mas a minha melhor amiga ainda acha que eu estou inventando. E agora ela está recrutando nossas amigas para duvidar de mim, também. Nossas amigas? A voz de desprezo levanta um bom ponto e quando eu penso sobre isso, de repente, eu não posso pensar em uma única pessoa que eu sai este ano que Ramona não me apresentou. A única vez que eu convidei algumas garotas da minha aula de Literatura Inglêsa para vir, Ramona riu e conversou com elas durante toda a noite, disse-lhes


que as adorou e, em seguida, depois que elas saíram, me informou que elas eram chatas e que eu não tinha permissão para trazê-las, quando ela estava por perto. Droga, por que eu a deixei ditar minha vida assim? Eu aguentei na escola porque... inferno, eu nem sei por que eu a tolero. Mas não estamos mais na escola. Esta é a faculdade e eu deveria ser capaz de passar tempo com quem eu quiser. sem me preocupar com o que Ramona vai pensar sobre eles. — Não - eu respondo com os dentes cerrados. — Eu não tenho nenhuma maneira de chegar a ele. Mas não se preocupe, eu tenho certeza que o meu parceiro-transa imaginário vai entrar em contato comigo, mais cedo ou mais tarde. - Ela franze a testa. - Benevolência — Estou voltando para o dormitório para trabalhar no meu papel. Meu apetite desapareceu. Eu pego minha bandeja com a metade do jantar comido e me levanto. — Vejo você mais tarde. Talvez eu seja ingênua, mas pensei que a faculdade seria diferente. Eu pensei que toda a fofoca e traição e mentira deixaria de existir, uma vez que deixei a escola, mas acho que meninas médias podem ser encontradas em qualquer nível do sistema de ensino. É como visitar uma fazenda, ir para lá não esperando ver pilhas de bosta de vaca em toda parte, então você tem um despertar rude. E há uma boa pergunta esperando para você. A escola é para garotas más como as fazendas são de merda. A resposta para isso é uma merda. Ramona corre até mim, no momento em que saio para fora, seus saltos clicando sobre a entrada de calcário, apressando-se em minha direção. — Grace, espere. Meu queixo fica tenso, quando me viro. — E agora? Pânico ilumina seus olhos. — Por favor, não fique chateada comigo. Eu odeio quando você está com raiva de mim. — Pô, eu sinto muito que você está chateada, Ramona. O que posso fazer para fazer você se sentir melhor?


Seu lábio inferior treme. — Você não tem que ser sarcástica. Eu vim até aqui para pedir desculpas. - Pelo amor de Deus, se ela lança em todo o seu ato lágrimas de crocodilo, eu poderia, realmente, perder minha merda. — Eu não estou tendo essa conversa com você de novo - digo, com voz fria. — Eu não me importo se você acha que estou mentindo. Eu sei que eu não estou e isso é tudo que importa para mim, ok? Só sei que acho incrivelmente insultante que minha melhor amiga, desde que eu tinha seis anos de idade, acredita que eu... —Eu estou com ciúmes - ela deixa escapar. Eu paro de falar. — O Quê? Seu rosto desmorona quando nossos olhares se encontram. Ela abaixa a voz, em seguida, repete a si mesma. — Eu estou com ciúmes, tudo bem? O inferno deve ter congelado. Não há outra explicação para o que eu estou ouvindo. Porque em 13 anos de amizade, Ramona nunca admitiu estar com ciúmes de mim. — Eu tenho tentado obter Dean todo o ano - lamenta. —Toda a porra do ano e ele não sabe que eu existo e você fica com seu melhor amigo, sem sequer tentar. - Um olhar estranhamente vulnerável suaviza suas feições. — Eu tenho agido como uma cadela total e sinto muito. Eu estava insegura e o levei para fora em você e isso não era justo, mas por favor, não fique com raiva de mim. É seu aniversário na quarta-feira. Quero comemorar com você e quero que estejamos bem novamente, e eu... Eu interrompo com um suspiro. — Nós estamos bem, Ramona. — Nós estamos? A raiva que eu estava sentindo flui livremente, através de minhas veias, dissipando-se, ao ver sua expressão esperançosa. Esta é a Ramona. Eu investi 13 anos da minha vida nela. A garota que me escutou balbuciar durante horas sobre minhas paixões do ensino médio, que trouxe minhas atribuições de casa, sempre que eu estava


doente, que me ensinou como passar maquiagem e ameaçou chutar o traseiro de alguém, que sequer olhasse para mim de maneira errada. Ela pode ser auto-absorvida às vezes, mas ela também é ferozmente leal e incrivelmente gentil, quando deixa cair essa cadela menina má. Todas as besteiras com Jess e Maya ainda me incomodam, mas eu não posso jogar fora anos de amizade com algo tão trivial. — Nós estamos bem, - asseguro. — Eu prometo. Um sorriso brilhante preenche seu rosto. —Bom. - Ela atira os braços em volta da minha cintura e me dá um abraços de urso. — Agora vamos para casa para que você possa me dizer cada coisa suja que John Logan fez com você, esta manhã. Em detalhe explícito.


08 LOGAN Eu dirijo a Munsen na quarta-feira de manhã, o meu nível de entusiasmo está firme no seu lugar habitual, na escala superdivertido-feliz: zero. É raro ser forçado a ir para casa durante o ano letivo, mas, às vezes, eu não tenho escolha. Geralmente isso acontece se o mecânico que trabalha em tempo parcial, na loja do meu pai, não pode cobrir para ele, quando meu pai precisa ir ao médico. Hoje é um desses casos, mas eu me assegurei que posso lidar com um par de horas de mudanças de óleo e verificação, sem perder minha mente. Além disso, isso vai ser um bom aquecimento para o verão. Eu tendo a esquecer o quanto odeio trabalhar na garagem, por isso, no primeiro dia de volta, é como estivesse sendo enviado para as linhas de frente de uma zona de guerra. Meu estômago cai e o medo esmurra em mim, quando percebo como será minha vida, nos próximos três meses. Pelo menos, se eu mergulhar meus dedos do pé hoje, eu posso obter algum do pânico fora do caminho. A Van de Jeff já se foi, quando estaciono na frente de Logan and Sons Auto Repair. O nome é meio irônico, visto que a loja já foi chamada assim, muito antes de meus pais terem filhos. Meu avô construiu o lugar antes de meu pai assumir e eu acho que ele estava esperando para procriar uma grande quantidade de prole masculina. Ele só gerou um, por isso, tecnicamente, o lugar deveria ser chamado de Logan e Filho.


A loja é composta por um edifício pequeno, no interior do qual apenas tem lugar para dois elevadores. Mas a metragem quadrada escassa, realmente, não impactou o negócio, uma vez que não está, exatamente, crescendo. L & S faz bem o suficiente para cobrir as despesas, as contas do meu pai e da hipoteca de nosso bangalô, que fica na parte de trás da propriedade. Quando eu estava crescendo, odiava que nossa casa era tão perto da loja. Nós costumávamos ser acordados, no meio da noite pelos clientes, batendo à nossa porta porque seu carro quebrou nas proximidades, ou por chamadas de telefone da empresa de reboque, dizendo que eles estavam trazendo um veículo. Desde o acidente de meu pai, a proximidade tornou-se realmente conveniente, porque isso significa que ele pode ir a partir de casa para o trabalho em menos de um minuto. Não que ele passe muito tempo na garagem mais. Jeff é o único que faz todo o trabalho, enquanto meu pai bebe estúpidamente na sala de estar. Vou até a porta de metal amolgado, que é fechada e trancada. Um pedaço de papel alinhado adere a ele, com uma faixa irregular de fita adesiva e eu, instantaneamente, reconheço a letra de meu irmão. VOCÊ ESTÁ ATRASADO. Três palavras, todos os tampões. Merda, Jeff estava chateado. Eu uso o meu conjunto de chaves para destrancar a porta lateral, então passo para dentro e aperto o botão que faz a enorme porta mecânica subir. Ainda está frio lá fora, mas eu sempre mantenho a porta aberta, não importa como o clima é frio. É minha única exigência para trabalhar aqui. Depois de um tempo, o odor insuportável de escape de óleo e carro, me faz querer me matar. Jeff deixou-me uma lista de tarefas, muito longa. O modelo mais antigo, um concreto, precisa de uma mudança de óleo Muito fácil. Eu visto um macacão azul com

mas, felizmente, não é Buick estacionado no e um farol substituído. o logotipo de L & S na


parte de trás, giro o dial do rádio para a primeira estação de metal que eu encontro e vou direto para o trabalho. Uma hora passa, antes de eu tomar a minha primeira pausa. Eu engulo água da pia, no escritório, em seguida, vou pra fora para um cigarro rápido. Eu apenas fui para fora, quando o som de um motor cantarola na distância. Meu peito aperta quando eu vislumbro o pára-choque dianteiro de cor branca da Van do meu irmão, através das árvores que alinham o caminho longo. Como um covarde, eu corro de volta para dentro e vou para o capô levantado do Buick. Curvo e finjo dar uma verificada no local, ao mesmo tempo fingindo que estou muito concentrado no meu trabalho, para notar as portas do carro batendo e a voz áspera do meu pai, quando ele diz algo para o meu irmão. Eu ouço dois conjuntos de passos, um lento e trabalhoso, levando para longe da estrada de terra, o outro um baque irritado rápido quando Jeff corre para dentro da garagem. —Você não pode vir e dizer olá a ele? - Meu irmão mais velho demanda, irritado. Eu me endireito e fecho o capô. — Desculpe, eu estava terminando. Eu vou passar na casa, antes de ir. — É melhor, porque ele só me disse merda e eu não sou aquele que não quer dizer olá! - As sobrancelhas escuras de Jeff se reúnem em uma careta descontente. Parece que ele quer me repreender um pouco mais, então eu, rapidamente, mudo de assunto, antes que ele fale. —Então, o que o médico disse? Jeff responde com uma voz plana. — Ele precisa parar de beber ou vai morrer. Eu não posso ajudar, mas bufo. — Grande chance de ele parar.


— É claro que ele não vai parar. Ele está bebendo até morrer. Jeff balança a cabeça com raiva. — Antes do acidente, era um vício. Agora eu acho que é um propósito. Jesus. Eu nunca ouvi falar de uma avaliação mais deprimente, na minha vida. Eu não posso discutir, no entanto. O acidente, realmente, foi o divisor de águas que tinha empurrado meu pai direto, fora do vagão e muito apagado por todos esses anos de sobriedade. Bons anos, caramba. Três anos inteiros de ter um pai novamente. Quando eu tinha quatorze anos, a última restrição do pai o tinha preso numa clínica de reabilitação milagrosamente. Ele tinha estado sóbrio por um ano inteiro, antes de a mamãe divorciar-se, que foi a única razão que ela concordou em nos deixar ficar com ele. Durante o divórcio, tivemos uma escolha sobre qual dos pais queríamos viver e, desde que Jeff não queria mudar de escola e se recusou a deixar sua namorada, ele escolheu ficar com nosso pai. E eu escolhi ficar com o meu irmão mais velho. Não só porque eu o idolatrava, mas porque, quando éramos pequenos, nós dois fizemos uma promessa para sempre cuidar um do outro. Papai tinha ficado sóbrio por mais de dois anos, após isso, mas eu acho que o universo decidiu que a família Logan não tinha permissão para ser feliz, porque, quando eu tinha dezesseis anos, meu pai esteve envolvido em um acidente de carro, em seu caminho na volta de Boston, onde foi ver nossa mãe. Ambas as pernas foram esmagadas, ele teve sorte de escapar sem ficar paralisado. Ele estava em uma tonelada de dor, mas os médicos hesitavam em prescrever analgésicos para um homem com uma história destrutiva de vício. Eles disseram que ele precisava ser monitorado 24/7, então Jeff deixou a faculdade, para voltar para casa e me ajudar a cuidar dele. O novo marido da mãe ofereceu-se para tomar um empréstimo, a fim de contratar alguém para cuidar do papai, mas temos certeza que David poderia lidar com isso. Porque no momento, nós, honestamente, acreditávamos que podíamos. As


pernas do meu pai se curaram e ele foi para a terapia física, como os médicos haviam instruído, então ele poderia ser capaz de caminhar normalmente, um dia. Mas, novamente, o universo teve outro foda-se para os Logans. Papai estava em tanta agonia que ele começou a beber para adormecer a dor. Ele também não terminou a terapia física, o que significa que suas pernas não curaram da maneira como elas deveriam. Então agora ele tem uma dor constante e dois filhos, que se resignaram ao fato de que eles estarão cuidando dele até o dia de sua morte. —O que vamos fazer?, Pergunto severamente. —A mesma coisa que sempre fizemos. Nós somos homens e podemos cuidar de nossa família. Frustração torce meu intestino, enredando com culpa. Por que é o nosso trabalho sacrificar tudo por ele? Porque ele é seu pai e ele está doente. Porque a sua mãe teve que fazê-lo por 14 anos e agora é a sua vez. Outro pensamento, um que eu tive antes e que me faz querer vomitar, toda vez que entra na minha mente. As coisas seriam muito mais fáceis se ele morresse. Como bile queima minha garganta, bani a egoísta noção repugnante. Eu não quero que ele morra. Ele pode ser uma bagunça, ele pode ser um bêbado e um idiota, às vezes, mas ele ainda é meu pai, caramba. Ele é o homem que me levou á prática do hóquei, chova ou faça sol. Quem me ajudou a memorizar a tabuada e me ensinou a amarrar meus sapatos. Quando estava sóbrio, ele era, realmente, um bom pai, o que apenas faz toda esta situação muito pior do caralho. Porque eu não posso odiá-lo. Eu não o odeio.


—Escute, eu estive pensando... - Eu paro, também com medo da reação de Jeff. Tossindo, eu pesco outro cigarro do maço e aponto para a porta. —Vamos conversar lá fora por um segundo. Um momento depois, eu dou uma profunda tragada no meu cigarro, esperando que a nicotina vá me trazer uma dose muito necessária de confiança. Jeff olha com desaprovação, antes de liberar um suspiro derrotado. —Dê-me um desses. Quando ele acende, eu exalo uma nuvem de fumaça e forço-me a continuar. —Eu tive algum interesse de um agente, em Nova York. Este agente de esportes é realmente grande. - Eu hesitei. —Ele acha que não terá problemas para assinar com uma equipe, se eu testar livre-arbítrio. O rosto de Jeff endurece instantaneamente. —Isso poderia significar um bônus de assinatura decente. E um contrato. Dinheiro, Jeff. - O desespero aperta minha garganta. — Poderíamos contratar alguém para trabalhar na garagem e uma enfermeira em tempo integral para o pai. Talvez até mesmo pagar a casa, se o contrato for grande o suficiente. Meu irmão late uma risada irônica. —Quão grande será o contrato que você pode realmente ter, John? Vamos ser sérios aqui. Ele balança a cabeça. — Olha, nós conversamos sobre isso. Se você queria ir para o profissional, você deveria ter sido primeiro um Junior. Mas você queria o diploma universitário. Você não pode ter as duas coisas. Sim, eu escolhi o grau. Porque eu sabia muito bem que, se eu pegasse a alternativa, eu nunca deixaria a liga e isso significaria estragar tudo para meu irmão. Eles teriam que elevar esse taco de hóquei fora de minhas mãos inoperantes frias para me impedir de jogar. Mas agora que o tempo para Jeff e eu pegar o lugar no comércio está se aproximando, eu estou apavorado.


— Pode ser um monte de dinheiro, - murmuro, mas a minha fraca tentativa de convencê-lo não funciona, Jeff já está balançando a cabeça. — De jeito nenhum, Johnny. Nós tínhamos um acordo. Mesmo se você assinasse com uma equipe, você não iria ficar com todo esse dinheiro na frente, e levaria tempo para obter tudo aqui em ordem. Eu não tenho tempo, ok? No segundo que você tiver esse diploma na mão, eu estou fora daqui. — Oh vamos lá. Você espera que eu acredite que você está indo fugir da cidade? — Kylie e eu estamos indo para a Europa, em maio, - Jeff diz calmamente. —Nós vamos um dia após sua graduação. Surpresa bate em mim. — Desde quando? — Nós estivemos planejando isso há muito tempo. Eu já lhe disse, queremos viajar por um par de anos, antes de nos casarmos. E então nós queremos passar algum tempo em Boston, antes de procurar um lugar em Hastings. - Meu pânico se intensifica. —Mas isso é ainda o seu plano, certo? Viver em Hastings e trabalhar aqui? Esse foi o acordo que tínhamos feito, depois que eu terminasse o ensino médio. Jeff equipa o forte enquanto eu estou na faculdade, e então eu assumo por alguns anos, antes dele e sua noiva se estabelecer nesta área, ele vai assumir a loja de novo e eu vou ser livre. Concedido, eu também vou ter vinte e cinco anos então e as chances de jogar hóquei profissional não serão tão favoráveis. Sim, eu poderia pousar no AHL em algum lugar, mas eu não sei como muitos times da NHL estariam interessados em me levar, nesse momento. —Este ainda é o plano - ele me assegura. — Kylie quer viver em uma cidade pequena e criar nossos filhos aqui. E eu gosto de ser um mecânico. Eu não me importo de cuidar do pai. Eu... - Ele respira pesadamente. — Eu só preciso de uma pausa, ok?


Minha garganta está apertada, fechada, então eu me contento com um aceno de cabeça. Guardo meu cigarro e forço um sorriso, finalmente encontrando minha voz. — Eu ainda preciso mudar esse farol. É melhor voltar para ele. Nós andamos pra dentro, Jeff indo para o escritório, enquanto eu ando de volta para o Buick. Quinze minutos mais tarde, coloco meu macacão em um dos ganchos, na parede, dou um adeus apressado e, praticamente, corro para minha picape. Esperando como o inferno que meu irmão não perceba que não disse olá para nosso pai.


09 LOGAN Tudo que eu quero fazer hoje à noite é deitar no sofá e assistir o primeiro jogo da temporada. Eu não me importo, mesmo que Boston não está jogando, eu vou assistir a qualquer jogo que você colocar na minha frente durante a pós-temporada. Nada recebe o seu sangue e o coração vai correr mais do que o hóquei. Dean, no entanto, tem outros planos. Ele espera por mim no corredor quando eu saio do banheiro após meu banho, seus olhos verdes se estreitaram em impaciência. — Jesus Cristo, mano, o que diabos você estava fazendo lá? Depilação das pernas? As meninas de treze anos de idade, tomam banhos mais curtos do que isso! — Eu estava literalmente lá por cinco minutos. Eu passo por ele e entro no meu quarto, mas ele me segue. Nenhum senso de limites, presente. — Apresse-se e vista-se. Nós estamos indo para o cinema e eu não quero perder as pré-estreia. Eu fico olhando para ele. — Você está me convidando para um encontro? Ele levanta um dedo médio. — Você deseja. — Não, você deseja aparentemente. - Eu pego uma cueca da gaveta de cima e atiro-lhe um olhar aguçado. — Você se importa? —Sério? Eu vi seu pênis centenas de vezes no vestiário. Obtenha já vestido. - Ele cruza os braços sobre o peito e bate o pé.


— Vá embora. Eu estou assistindo o jogo Red Wings hoje à noite. — Ah, vamos lá, você nem mesmo gosta de Detroit. E é metade do preço o bilhete a noite no cinema, eu estava esperando como uma semana para ver este filme de Statham apenas para que pudéssemos ir hoje à noite. Agora estou de boca aberta para ele, porque ele é de verdade? — Ei, idiota, você está podre de rico. Se alguém deveria estar pagando o preço total para ingressos de cinema, é você. — Eu estava sendo agradável, imbecil. Esperando pelo dia barato para que você fosse capaz de pagá-lo. - Então, ele pisca seu sorriso marca registrada, o que faz cair calcinha das gatinhas e mergulhar em seu pau. — Não me dê o seu sorriso sexo. Isso está me assustando. Sua boca fica congelada na posição sexual sorriso. — Eu vou parar de sorrir se você concordar em ser meu encontro hoje à noite. —Você é a mais irritante pess... O sorriso se alarga, e ele ainda joga uma Dez minutos mais tarde, nós estamos fora da porta.

piscadela.

O cinema em Hastings tem apenas três telas e carrega uma nova versão de uma semana, o que realmente limita a seleção. Felizmente para Dean, o filme de Jason Statham. Dean é um grande fã de Statham. Se alguém me dissesse que ele está na frente de seu espelho falando com sotaque britânico e finge transportar as coisas ao redor de seu quarto? Eu acreditaria. Eu ainda não estou com vontade de ver um filme, mas depois de Dean torcer meu braço, eu percebi que sair da casa pode não ser a pior idéia. Hannah geralmente vem depois do trabalho às quartasfeiras, por isso espero que ela e Garrett já vão estar dormindo no momento em que Dean e eu chegarmos em casa. E sim, eu sei seu horário de trabalho, perdedor, patético, triste que eu sou. Pelo lado positivo, eu não tenho sido obcecado por ela, tanto como de


costume. A pessoa que monopolizou os meus pensamentos todo fim de semana não era Hannah, mas Grace. Quando eu me masturbei na noite passada, foi à memória da companhia de Grace, coxas cremosas e quentes, apertadas.... —Logan. Hey. Eu pisco em confusão quando Grace entra na minha linha de visão. Por um segundo, eu me pergunto se minha mente suja de alguma maneira evocava a imagem dela, mas não tinha. Ela está, na verdade, aqui, de pé cinco pés a partir do caixa. —Hey! - eu cumprimento. Ela sorri, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. Ela está em um suéter apertado, calças de yoga pretas, e um blusão azul descompactado, parecendo que ela pisou fora das páginas de um catálogo Abercrombie & Fitch. Eu meio que gosto de toda a aparência confortável-mas-quente, que ela tem em curso. Eu ouço um suave AHAM e percebo que há alguém em pé ao lado dela. Uma garota de cabelos negros cheio de curvas em uma saia de couro marrom e macio top vermelho. E ela está me encarando. Como, mandíbula-raspando-o-chão escancarado. Alguém me cutuca por trás. — Cara, - Dean disse, irritado. — Mantenha o plano. Você, bilhetes. Eu, pipoca. Eu empurrei a nota de vinte dólares na minha mão. — Mudança de planos. Vou pegar os lanches. Ele revira os olhos, em seguida, poupa um olhar de admiração nos peitos da amiga de Grace antes de ir pegar os ingressos. —O que vocês estão aqui para ver?, - Pergunto a Grace. Ela sorri. —O que você acha? - Ela levanta dois bilhetes e eu rio quando eu vislumbro o título do filme de Statham. Claro. Eu esqueci que ela é fã de ação.


— Isso é o que nós estamos assistindo também. Todos nós devemos sentar juntos. Sua amiga faz outro ruído estridente. Na verdade, é mais de um suspiro, com um pouco de chiado jogado lá. Grace aponta para a amiga. — Esta é a Ramona. Ramona, este é Logan. A amiga olha de cima a baixo. — Eu sei quem ele é. Aw, inferno. Eu já vi esse olhar antes. Muitas, muitas vezes, nos rostos de muitas, muitas mulheres. Como se ela está imaginando-me nu e dentro dela. Pena que eu não estou interessado em cumprir essa fantasia. Estou totalmente focado em Grace, e o desfile de imagens perversas piscando na minha mente. Tal como a forma em que seus olhos ficaram vidrados quando minha língua toquei primeiro o clitóris. E os ruídos ofegantes, que ela fez quando gozou. E— É o aniversário de Grace, - a amiga anuncia. Características de Grace vincam em desconforto. — Ramona. —Merda, é? - Eu sorrio para ela. — Feliz aniversário, linda. Eu não sinto falta do jeito mandíbula de seu amigo afrouxa novamente, ou como Grace desloca em constrangimento visível. — Obrigada. - Seu lábio inferior se projeta melancolicamente. — Eu faço dezenove anos hoje.

para

fora

Eu dou uma risadinha. — Acho que você não é uma pessoa de aniversário? — Absolutamente não. Minha mãe me marcou para a vida. Sua amiga de repente bufa. — Ei, lembre-se do ano na feira de primavera? Quando sua mãe subiu no palco durante o show da banda de folk e realizou um rap de aniversário para você?


— Você quer dizer que eu me lembro do dia que eu pesquisei como me emancipar dos meus pais? - Grace responde em uma voz seca. —Vividamente. Ramona me lança um olhar conspirador. — Eu queria convidar algumas pessoas para o dormitório para comemorar, mas ela ameaçou cortar meus dois braços e me alimentar com eles, se eu fizesse. Então, nós optamos por ir ao cinema. Somos interrompido por Dean, que franze a testa quando vê as minhas mãos vazias. — Pelo amor de Deus, eu tenho que fazer tudo? - Em seguida, como se lembrasse que ele está na presença de duas meninas muito bonitas, ele irrompe em um sorriso. — Além disso, você vai me apresentar ou o quê? — Esta é a Grace e… - o nome da amiga, Merda, eu já esqueci. — Ramona, - ela fornece, e aquele olhar faminto focam na Dean agora. Ela pode cobiça-lo tanto quanto ela quer, mas posso praticamente garantir que o momento que ele descobrir que ela é uma caloura, Dean não vai admirar ela de volta. Mesmo com toda sua vadiagem, o cara tem uma regra estrita sobre não foder calouras. Eu não tenho certeza se eu posso culpá-lo, considerando o nosso pequeno incidente assediador no início do ano. Dean tinha enganchado com uma caloura, que, depois de uma noite de paixão requintada, decidiu que eles estavam loucamente apaixonados. Ela então começou a aparecer em nossa casa em todas as horas do dia e da noite, às vezes vestindo roupas, outras vezes não, geralmente armada com flores e cartas de amor e, meu favorito, uma foto emoldurada de si mesma vestindo camisa de hockey de Dean. Às vezes quando eu estou caindo no sono, eu ainda posso ouvi-la gemendo 'Deeeeeeeeean' fora da minha janela. Escusado será dizer que, Dean tem evitado calouras desde então. Ele as chama de nível dez agarrados.


Os quatro de nós paramos no balcão assim Dean pode pedir sua pipoca, e poucos minutos depois, entramos na sala escura, onde os previews estão apenas começando. O cinema está lotado. Há uma chance melhor de Jason Statham aparecer para oferecer comentários sobre o filme do que nós encontrarmos quatro assentos juntos. Mas de onde eu estou, vejo vários blocos de dois lugares disponíveis. As meninas estão andando à frente de nós, por isso eu me inclino mais perto de Dean e sopro, — Se importa se nos separarmos? Quero sentar com Grace. É aniversário dela. Seu olhar repousa sobre inegavelmente grande bunda de Ramona. — Eu posso viver com isso. Ambas Grace e Ramona acenam de acordo quando sugiro sentar separado. Ramona liga instantaneamente o braço em Dean e sussurra em seu ouvido algo que o faz rir, e então eles andam no escuro para procurar lugares. Grace e eu fazemos o mesmo. Nós encontramos dois lugares vazios até a metade do cinema, à direita no corredor, e uma vez que está resolvido, ela desliza mais perto para sussurrar, —Você tem certeza que seu amigo está bem sentado com Ramona? Porque ela absolutamente vai bater nele o tempo todo. Seus lábios estão praticamente no meu ouvido, e ela cheira incrível. Eu não posso nomear aromas florais para salvar a minha vida, mas o dela é doce e feminino, e quando ela passa a mão pelo cabelo, um sopro dele flutua em minhas narinas. —Não se preocupe. Dean pode manipular a si mesmo, - eu sussurro de volta com um sorriso. Nós voltamos para a tela, que está mostrando uma visualização que cativa imediatamente Grace. É algum pornô explosivo com grandes estrelas e armas ainda maiores, e sua expressão animada me faz querer beijá-la pra caralho. Seu amor por filmes de ação é um grande incentivo.


Antes que eu possa me parar, eu chego e pego a mão dela. Ela empurra em surpresa, então relaxa e olha com um sorriso antes de reorientar a sua atenção na tela. Eu ainda não consigo entendê-la. Ela é doce, mas ela não parece ingênua. Ela emite uma vibração inocente, mas ela também parece incrivelmente segura com ela mesma. Ela não me barra com perguntas ou paquera. Inferno, ela nem sequer trouxe o fato de que eu jogo hóquei, que é geralmente a primeira coisa que as gatas fazem quando estou por perto. É louco como eu quase não sei nada sobre ela, mas eu tinha o meu rosto entre suas pernas um par de dias atrás, e - oh merda, agora eu estou pensando sobre a sua boceta. Maravilhoso. E agora eu tenho um tesão de proporções monstruosas. Eu desajeitadamente mudo no meu lugar, resistindo à vontade de deslizar a mão dentro das minhas calças e fazer alguma reorganização discreta. Ou talvez deslizar minha mão para baixo suas calças e dar-lhe um presente de aniversário para lembrar. Eu não faço nenhum. Os sons de trituração de pipoca e embalagens de doces ecoam em torno de nós, um lembrete gritante que estamos rodeados de pessoas. Eu tento concentrar-me nos créditos de abertura que piscam na tela, mas dez minutos no filme, e o meu tesão ainda continua forte. Quanto tempo a ereção tem que durar antes que seja considerada má notícia? Três horas? Quatro? Este filme demora muito tempo? Deus, eu espero que não, porra.


10 GRACE Pela primeira vez em sempre, eu não estou brava com Ramona por me convencer a sair, no meu aniversário. Eu queria evitar toda a fanfarra e simplesmente ficar em casa, mas ela balançou Jason Statham debaixo do meu nariz, como uma pequena cenoura britânica. Nós somos amigas de longa data, o suficiente para que Ramona conheça todas minhas fraquezas e explore-as a todo custo. Mas eu devo muito à ela por usar Statham como moeda de troca, esta noite, caso contrário não estaria sentada ao lado de Logan, no momento. Com isso dito, eu ainda não sei como me sinto sobre ele. Ele não fez a melhor primeira impressão quando correu para fora do meu dormitório, na primeira noite, mas não posso negar que sua segunda impressão foi um sucesso orgasmo gritante. Então eu acho que ele tem uma marca de seleção em ambos os prós e contras no momento. Faço duas marcas de verificação profissional no departamento, porque no meio do filme, ele me beija. Não um beijinho. Não é uma carícia prolongada de seus lábios. É um beijo quente de língua, que faz meu coração bater mais forte e mais alto do que as explosões ensurdecedoras e detonações da tela. Eu me perco nele, no curso hábil de sua língua e o calor de sua mão, que ele enrola em torno do meu pescoço.


Não é até que eu ouvi risadas dos caras, do outro lado de mim, aí me lembro onde estamos. Eu, conscientemente afastei-me e o olho de pálpebras pesadas de Logan repousa sobre minha boca, que está molhada e inchada de seus beijos. Ele se inclina mais perto. — Em uma escala de um a dez, quanto você se importa de perder alguns minutos do filme? - Eu acho que acabou. — Dois? — Obrigado Deus. Ele me puxa para os meus pés. Uma vez que estamos no corredor, não temos ninguém para nos atrapalhar, poupando, assim, a nós mesmos e todos ao nosso redor, com o horrível “desculpa-me”, que o público odeia. Ainda de mãos dadas, nas pontas dos pés, saímos. Eu localizo as cabeças de Dean e Ramona, na primeira fila, mas nenhum deles percebe nossa fuga. — Para onde estamos indo? - Eu sussurro. Tudo que eu vejo em resposta é um sorriso maroto. Ele me leva para o corredor escuro, em direção às portas do auditório, mas ao invés de passar por eles, ele muda de direção à esquerda e gira a maçaneta de uma porta que eu nem tinha percebido que estava lá. Nós estamos em um armário. É escuro como breu e cheira à material de limpeza, mas de repente, o corpo de Logan pressiona contra mim e tudo que eu posso sentir é o cheiro dele. Eu suspiro, quando sua boca cobre a minha, porque eu não vi o beijo vindo. Eu não posso ver nada, na verdade. Mas eu, com certeza, posso sentir. Os músculos rígidos do peito de Logan esticam debaixo de sua camisa de manga comprida. A persuasão sedutora de sua língua, quando ele desliza através dos meus lábios entreabertos e enche minha boca. Eu envolvo meus braços em volta do seu pescoço e ansiosamente devolvo o beijo. Num piscar de olhos, ele me apóia na parede, empurrando sua coxa musculosa entre minhas pernas. O


contato inesperado desencadeia uma sacudida instantânea de excitação em espirais para o meu núcleo. Ele me beija como se ele não se cansasse, sugando minha língua como se ela fosse feita de doces. Então ele segura minha bunda e me puxa para mais perto, moendo nossos sexos juntos. —Eu gostaria de poder transar com você aqui mesmo. - Ele rosna as palavras contra o meu pescoço, antes de afundar seus dentes nele, trazendo um aguilhão da dor que ele, imediatamente, acalma com a língua. Eu não tinha percebido que meu pescoço possuía tantas terminações nervosas sensíveis. Estou pegando fogo, cada polegada de pele formigando com consciência, formigando cada vez que seus lábios viajam sobre minha carne febril. Meu clitóris incha, dói e a tensão entre as minhas pernas cresce e cresce até que estou, descaradamente, moendo contra a sua coxa, em uma tentativa desesperada para aliviar a dor. Eu nunca tive amassos em público antes e a noção de que qualquer um poderia entrar e pegar a gente agora, é tão emocionante que meus quadris se movem mais rápido, desejando mais atrito. — Oh merda, continue fazendo isso, baby -, ele murmura. — Esfregue sua boceta contra mim. Oh. Deus. Conversa suja é... diferente. E emocionante. E eu estou tão ligada que já não posso formular pensamentos coerentes. Ele beija um caminho de volta para minha boca, sua língua mergulhando profundamente, imitando os movimentos de seus quadris. Se alguém me dissesse há uma semana que John Logan estaria querendo transar em um armário do cinema, eu teria rido como uma tola. Mas aqui estamos e é malditamente incrível. Meu clitóris pulsa a cada vez que a costura de sua braguilha pressiona contra mim e estou interpretando mal, completamente, o formigamento selvagem


em meu núcleo, ou... eu poderia realmente gozar desta maneira. Completamente vestida, com ninguém menos que sua coxa como contato, esfregando meu... oh Deus, sim, eu estou prestes a gozar. Lágrimas e um ruído desesperado sai da minha boca, mas engoli imediatamente, com outro beijo de Logan, cujos quadris balançam mais forte, mais rápido, até que o nó de prazer explode, em uma corrida de pura felicidade, que varre através de mim, enrolando meus dedos do pé. A cabeça de Logan cai na curva do meu pescoço e ele solta um grunhido baixo. Respirando com dificuldade contra a minha pele, todo seu corpo treme. —Porra. Isso foi tão quente - ele geme, alguns segundos mais tarde. Seus braços envolvem em torno de mim, segurando-me firmemente contra o peito duro, tentando recuperar nossa respiração difícil e os nossos batimentos cardíacos, martelando em uníssono. Um minuto inteiro passa antes que ele me liberte e dê um passo de distância. Meus olhos se adaptaram à escuridão, e eu o vejo chegar para uma pilha de guardanapos de papel, em uma prateleira próxima. Sua mão mergulha dentro de suas calças antes de amassar o guardanapo e jogá-lo no lixo, perto da porta. Então ele está de volta, sua voz rouca, quando ele traz a sua boca na minha orelha. — Feliz aniversário. Eu começo a rir. Eu não tenho ideia por que, mas foi tão surreal que me encontro tremendo em diversão, o que provoca uma risada profunda dele. —Obrigada! - eu respondo, entre risos. Seus lábios roçam nos meus, por um momento fugaz e então ele pega a minha mão e me leva até a porta. Ele faz uma pausa na frente dele, inclinando-se galantemente, antes segurá-la aberta para mim. —Depois de você, linda.


Aw, inferno. Essas quatro palavras transformaram meu coração de sólido em líquido. Uma pilha quente, grudenta de mingau, no meu peito. Bem, pelo menos eu descobri como me sinto sobre ele.

Logan Na noite seguinte estou lutando contra Tucker até a morte, em um jogo intenso de gelo Pro, quando Dean vagueia na sala de estar, sem camisa e descalço. Ele arrasta a mão pelos cabelos loiros espetados, antes de se acomodar na poltrona, ao lado do sofá. — Escute, eu preciso falar com você sobre a caloura. — A caloura? - Tucker fala alto, mesmo quando seus olhos se mantém colado ao ecrã. Eu também fiz o mesmo. — Você quer dizer a Grace? - Digo, distraidamente. Minha equipe está detonando Tuck, provavelmente porque o idiota se recusa a jogar com qualquer outra pessoa em Dallas, que foi eliminado da disputa do playoff, o quê, em um milhão de anos? Eu, é claro, jogo exclusivamente como Boston, porque essa é a equipe que eu cresci torcendo e onde eu me imaginava jogando, um dia. —Sim, quero dizer Grace. A menos que haja outra caloura que você levou para o cinema e chupou o rosto o tempo todo! - O comentário de Dean exala sarcasmo. Eu pauso o jogo para tomar um gole da minha Coca-Cola. Yup, Coca-Cola. Eu ainda estou fazendo um esforço para recusar a festas. Bem, meu primeiro exame é amanhã e eu não quero ficar de ressaca. — Eu não a levei ao cinema - respondo. — Nós nos encontramos com elas lá, lembra?


— Oh, eu me lembro. Lembro-me também da parte da sucção do rosto dela. Sério, mano, cada vez que eu virei, você estava indo para ela como se fosse uma estrela pornô. Foi bom que eu não contei a ele o que fizemos no armário. Provavelmente teria um dia de campo como esse. — Espera você está saindo com uma caloura? - A expressão de Tuck é ilegível, mas tenho certeza que ouvi um acorde de alívio, em sua voz. — Naah, não estamos saindo. —Bom.. - diz Dean, balançando a cabeça energicamente. — Esses filhotes mais jovens trazem muito drama para a mesa. Dou uma risadinha para Tucker. — Drama? É isso o que estamos chamando o incidente Bethany, agora? Porque isso não foi drama, cara. Ela estava te perseguindo. — Foi uma dor na bunda, isso é o que foi, - murmura Dean. — E muito obrigado por me lembrar disso. Agora eu vou ter pesadelos esta noite. Imbecil. Eu rolo meus olhos. —Não se preocupe, Grace não é assim. Nenhum drama com ela. - Que é uma das razões pelas quais estou tão atraído por ela. Ela é a garota mais simples que já conheci. Além disso, quando estou com ela, eu não penso sobre Hannah, que é: Então você a está usando, para não pensar em Hannah? A acusação voa em minha cabeça como um time de hóquei na ofensiva. Não. É claro que eu não a estou usando. Eu estou? Não. Isso é loucura. Eu realmente gosto de Grace, eu amo porra, sair com ela. Mas... ela é uma grande distração de toda besteira sobre Hannah.


Uma grande distração? Jesus Cristo. Eu sou um filho da puta. A culpa inunda meu estômago, de repente eu compreendo a merda irrefutável que eu fiz. E nesse momento, percebo que não posso ver Grace novamente. Como eu posso, quando uma parte de mim quer vê-la como uma distração? Quando eu ainda sinto um terrível aperto no meu intestino, cada vez que vejo Garrett e Wellsy juntos? Quando eu ainda estou consumido pela inveja e ansiedade e muita auto aversão? Antes, eu mandei uma mensagem para o meu número de Grace e estava pensando em perguntar se ela queria sair amanhã à noite, mas não há nenhuma porra de maneira que eu posso fazer isso agora. Eu posso ser um idiota por não perceber que estava, intencionalmente, usando-a como diversão, mas agora que estou consciente do meu engano, eu me recuso a deixar isso continuar. Não seria justo com Grace. — Nenhum drama? - Dean ecoa, sacudindo-me dos meus pensamentos conturbados. — Sim, desculpe, mas o trem do drama já saiu da estação. Isso é o que eu vim até aqui dizer-lhe. Eu franzi a testa. — O que você está falando? —Você sabe a Piper? Tucker bufa. — Será que você realmente só perguntou isso? Nós todos sabemos quem é Piper. Minha carranca se aprofunda, porque se Piper Stevens está envolvida em qualquer coisa que Dean está prestes a me dizer, então ele com certeza, não vai ser bom. Piper é o coelho diabrete de todos os coelhos Diabretes. Ela também é quente pra caralho, é por isso que metade dos caras da equipe já dormiu com ela. Que, por sinal, é uma realização que ela é incrivelmente orgulhosa e feliz em anunciar. Eu não tenho nenhum problema com isso, no entanto. Toda vez que ouço alguém se referir a ela como uma puta, eu ameaço dar uma surra, porque, que porra é essa? A maioria dos caras que eu conheço têm fodido seu caminho através da faculdade, e ninguém bate um


olho, quando eles fazem isso. Então, não, eu não estou prestes a julgar Piper por sua vida sexual muito ativa. Não, o que eu tenho é um problema com o fato dela ser uma cadela total, que espalha boatos desagradáveis e fofocas mais do que um tablóide de Hollywood. —Eu estava esfriando com Niko esta tarde e ele me disse que Piper vem dizendo tudo sobre a sua caloura, - Dean diz, categoricamente. Minha coluna enrijece. — O Quê? —Sim, aparentemente, a irmãzinha de Piper é amiga de Grace e eu acho que Grace disse a ela sobre vocês dois transarem. Exceto por alguma razão, a irmã mais nova acha que ela está inventando? — Você está me perguntando ou dizendo? - Eu resmungo. — Ambos... Eu não sei. Eu já desisti de tentar compreender as complexidades das mulheres. — Pregando para o coro, - Tuck diz, solenemente. Dean faz um barulho exasperado na parte traseira de sua garganta. — Tudo o que sei é que Piper está espalhando em torno que alguma caloura patética está mentindo sobre isso, o que, obviamente, é besteira, desde que eu tinha um lugar na primeira fila para a sua transa, ontem à noite, você sabe, quando sua língua se sacudiu, na parte de trás de sua garganta? — O cinema estava lotado de estudantes Briar. Se você nos viu, então eu tenho certeza que outras pessoas também o fizeram. — Oh, eles viram você, cara. — Então por que é que alguém ainda compra besteiras de Piper? Eu não estava tentando esconder que estávamos indo para lá. — Ei, se você disser merda com confiança, as pessoas vão acreditar. - Ele dá de ombros. — De qualquer forma, achei que você deve saber que Piper está sendo Piper novamente. Ela está twittando


sobre isso também, disse Niko. Ela fez-se alguma hashtag8 maliciosa sobre sua menina. O Quê? Pego meu telefone na mesa de café e abro o app Twitter. — Qual é a hashtag? — Não sei. Tenho certeza que você pode encontrá-lo, se você ir na conta de Piper. Eu rapidamente digito o nome de Piper na caixa de pesquisa, clico em seu perfil e dou uma lida na primeira dúzia de tweets, na página. Cada um faz com que a raiva no meu intestino queime e borbulhe e deixe ferver, até que, finalmente, ele ferve e me envia trôpego para os meus pés, com indignação pura. Oh inferno, não.

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11 GRACE Você sabe aqueles sonhos de ansiedade onde você está andando pelo corredor na escola, ou levanta-se no palco do auditório, para dar um grande discurso e de repente, você percebe que está totalmente nu e todo mundo está olhando para você? E então todos esses pares de olhos ficam maiores e maiores e parecem lasers quentes chatos em sua pele? Atualmente, estou vivendo esse sonho. Claro, estou totalmente vestida, mas apesar dos numerosos protestos de Ramona que ninguém está olhando para mim, eu sei que não estou imaginando os olhares curiosos e vendo os sorrisos dos meus colegas. Droga. Maya Stevens, para o inferno. Aquela vadia fez o impossível, ela me fez ter medo de andar em Carver Hall, o meu lugar favorito no campus. É realmente bastante impressionante que, mesmo limitado por cento e quarenta caracteres, a irmã de Maya conseguiu girar um belo conto lamentável, cujo anseio feroz para um determinado jogador de hóquei leva-a a fabricar um caso de grande amor cheio, queimando lombos e paixão sem fim. Em outras palavras, Piper me chamou de mentirosa. — Isto é tão humilhante, - murmuro, colocando o frango refogado no meu prato. — Será que podemos ir embora?


O queixo de Ramona sobressai em uma pose obstinada. — Não. Você precisa mostrar às pessoas que você não dá a mínima sobre o que Piper está dizendo. Mais fácil falar do que fazer. Meu cérebro sabe que eu não deveria me preocupar com alguns asnos no Twitter, mas meu estômago não recebeu o memorando. Toda vez que as palavras "#GracelessLiar" piscam na minha cabeça, o meu interior torce em um pretzel e fico mortificada. O que diabos está acontecendo com as pessoas? É irritante como elas se concedem o direito de dizer o veneno doloroso que elas querem, sem dar a mínima para a pessoa que está sofrendo. Na verdade, você sabe o quê? Eu não estou mesmo chateada com os boatos. Estou chateada com quem inventou a Internet e entregou aos idiotas no mundo uma plataforma na qual possam vomitar seu veneno. Porra de Internet. Minha melhor amiga trata o meu silêncio como um convite para se manter balbucio. — Piper é uma vadia, certo? Você sabe como ela é possessiva sobre os jogadores de hóquei. Ela age como se cada um deles pertencesse a ela, o que é uma besteira total. Ela, provavelmente, está consumida, com ciúme que você conseguiu pousar num dos jogadores da estrela, que, por caminh... - Ramona abaixa a voz a um passo conspiratória — ela estava correndo atrás desde o primeiro ano, mas ele continua fechando-a para baixo. Doce mãe de Moisés. Agora estamos fofocando sobre Piper? Há algum adulto maduro nesta universidade filha da puta? — Podemos por favor, não falar sobre ela? - Eu cerro os dentes, o que torna difícil para tomar uma mordida do macarrão. —Tudo bem, ela cede. — Mas sei que eu tenho suas costas para isso, querida. Ninguém fala merda sobre minha BFF e vive para contar a história. Eu não decidi salientar que Piper não teria falado merda, em primeiro lugar, se alguém não tivesse sido implícita à Maya que eu tinha feito tudo.


— Se você quiser, podemos falar sobre a minha miséria, - diz ela, com tristeza. — Como o fato que Dean não pediu meu número, após o filme de ontem à noite. Ramona pára de falar quando soou passos atrás de nós. Meus ombros ficam tensos, e depois relaxam, quando percebo que as pegadas pertencem a Jess. Em seguida, ficam tensos tudo de novo, porque é Jess. Adorável. Vamos a mais uma rodada de tortura. —Hey, - Jess me cumprimenta, os olhos inundados com simpatia. —Eu sinto muito sobre essa besteira do Twitter. Maya não deveria ter dito nada à sua irmã. Ela é uma fofoqueira. Se eu tivesse um dicionário comigo, eu abriria na letra H, passaria para Jess, e a forçaria a ler a definição de hipócrita. Felizmente, o meu telefone vibra antes de eu desistir e lançar uma réplica mal-intencionada em seu caminho. Quando eu vejo o nome de Logan na tela, meu coração faz uma alerta involuntário. Estou tentada a saltar para cima, sobre a mesa e agitar o celular por perto, para provar a todos em Carver que, ao contrário do que Piper Stevens tem postulado, John Logan é consciente da minha existência. - Mas eu resisti à vontade, porque ao contrário de algumas pessoas, eu não preciso de um lembrete do dicionário, já sei o significado de fútil. A mensagem de Logan é curta. Ele: Onde vc está?

Eu digito rapidamente de volta: praça de alimentação. Ele: Qual deles? Eu: Carver.

Sem resposta. Ok, então. Eu não tenho certeza qual é o ponto da conversa, mas seu conseqüente silêncio tem um efeito amortecedor sobre a minha já batida auto-confiança. Eu estava morrendo vontade de falar com ele, desde a noite passada, mas ele não ligou, mandou


uma mensagem, ou tentou fazer planos. E, finalmente, ele entra em contato e este é o resultado? Duas perguntas seguidas de nada? Estou horrorizada ao perceber que eu estou à beira das lágrimas. Eu não tenho certeza com quem estou mesmo chateada... com Logan? Piper? Ramona? Eu mesma? Mas isso não importa. Recuso-me a chorar no meio da praça de alimentação, ou dar a alguém a satisfação de ver-me sair correndo, cinco minutos depois que cheguei aqui. As meninas, na mesa vizinha, não pararam de sorrir, desde que eu sentei e eu ainda posso senti-las me observando. Eu não posso ouvir uma palavra de sua conversa silenciosa, mas quando eu olho para elas, todas as cinco afastam rapidamente seus olhares. Ignore-as. Embora o meu apetite tenha desaparecido, junto com minha auto-estima, eu me forço a comer o jantar. Dou a última mordida, empurrando na minha garganta, enquanto finjo me importar com a conversa de Ramona e Jess, que felizmente, mudou para um tema que não me envolve. Quinze minutos. Isso é quanto tempo eu duro, antes que desmorono. Meus olhos estão piscando, para estancar o fluxo de lágrimas que ameaça cair. Estou prestes a empurrar minha cadeira para trás e dar a minhas amigas uma desculpa sobre a necessidade de estudar, quando ambas se calam. Jess, literalmente, pára de falar no meio da frase. A mesa ao lado de nós passou suspeitosamente tranqüila, também. Ramona parece que está lutando contra um sorriso, enquanto ela espia sobre meus ombros, na direção da porta. Franzindo a testa, eu mudo na minha cadeira, viro a cabeça e encontro Logan parado lá. — Hey -, diz ele, facilmente. Estou tão surpresa ao vê-lo que tudo o que posso gerir é um olhar estupefato. Como estou sentada e ele paira sobre mim, parece ainda maior do que o habitual. Uma camisa da Briar, de hóquei, veste


seus ombros enormes, seu cabelo escuro soprado pelo vento e rosto corado com esforço, como se ele tivesse acabado de sair para uma corrida. Nossos olhares se cruzam por um momento de parar o coração, e em seguida, ele faz a última coisa absoluta que eu esperava. Ele se inclina e me beija. Na boca. Com língua. Bem ali, na praça de alimentação. Quando ele puxa para trás, estou gratificada, ao saber que Ramona e Jess estão de queixo caído e também estão as meninas na mesa ao lado. Não estão se sentindo tão faladoras mais, não é? Eu ainda estou aquecendo no brilho da vitória, quando Logan me pisca aquele sorriso torto que eu amo tanto. — Você está pronta para ir, linda? Nós não temos planos. Ele sabe disso e eu sei disso, mas eu não estou prestes a deixar ninguém saber disso. Então eu joguei junto, respondendo: — Sim. - Eu começo a levantar-me. — Deixe-me trazer de volta esta bandeja. — Não se preocupe com isso, eu vou fazê-lo. - Ele arranca a bandeja para fora das minhas mãos, diz, — Prazer em vê-la novamente, Ramona.. - e em seguida, planta outro beijo nos meus lábios, antes de caminhar em direção ao retorno da bandeja, no balcão. Cada fêmea na sala admira a maneira como suas calças cargo preto abraçam o seu bumbum espetacular. Eu incluída. Saindo do meu transe e olhando de soslaio seu bumbum, voltome para minhas amigas, que continuam a olhar, atordoadas. — Desculpe por comer e correr, mas tenho planos para esta noite. -Logan volta um momento depois, e eu dou o sorriso mais


brilhante que eu posso reunir, quando ele pega a minha mão e me leva para fora da praça de alimentação. O segundo seguinte no banco do passageiro de sua caminhonete, a barragem que eu tinha lutado para manter intacta, toda a noite, quebra em pedaços. Quando as lágrimas transbordam, faço uma tentativa frenética de enxugá-las com as mangas, antes que ele perceba. Mas é tarde demais. — Ah, hei, não chore. - Ele atinge rapidamente dentro da console central e tira um pacote de lenços. Porra, eu não posso acreditar que estou chorando na frente dele. Eu fungo, quando ele me entrega o pacote. —Obrigada. —Sem problemas. —Não, não apenas para os lenços. Obrigada por aparecer e me resgatar. Este dia inteiro foi tão humilhante, - murmuro. Ele suspira. —Eu acho que você viu que o Twitter alimentou. Meu constrangimento triplica. — Só para você saber, eu não tenho ido ao redor, dizendo a todos sobre nós. A única pessoa que sabe que nos encontramos é Ramona. — Óbvio. Ela estava lá no cinema. - Seu sorriso é reconfortante. —Não se preocupe, você não me parece o tipo de B & B. Eu ofereço um olhar vazio. — Cama e café da manhã? Ele dou uma risadinhas. — Não. Bolsa e se gabar. — Bolsa e se gabar? - Eu estou rindo, através das minhas lágrimas, porque a frase é tão absurda. — Eu não sabia que isso era uma coisa. — Confie em mim, é. Os puck bunnies distinguem-se assim. Sua voz suaviza. —E você sabe quem é a garota que começou a


besteira no Twitter? Puck bunnies enorme. E ela ainda está chateada comigo porque eu a rejeitei no ano passado. — Por que você fez isso? - Eu conheci a irmã de Maya, e ela é linda. — Porque ela é insistente. E uma espécie de irritante, estou sendo honesto. - Ele vira a chave na ignição e me dá um olhar de soslaio. —Você quer que eu te leve para casa? Porque eu estava pensando em levá-la em outro lugar, em primeiro lugar, se você estiver interessada. Minha curiosidade é aguçada. — Onde? Seus olhos azuis brilham, maliciosamente. — É uma surpresa. — Uma boa surpresa? —Existe algum outro tipo? — Hum, sim. Eu posso pensar em uma centena de surpresas ruins, em cima da minha cabeça. — Nomeie um, - ele desafia. — Ok você está configurado em um encontro às cegas e você aparece no restaurante e Ted Bundy está sentado à mesa. Logan sorri para mim. — Bundy é o sua resposta para tudo, né? — Parece que sim. — Bem. Bem, ponto feito. E eu prometo, é uma boa surpresa. Ou, no mínimo, é neutra. —Tudo certo. Surpresa, então. Ele puxa para fora do estacionamento e se vira para a estrada que leva longe do campus. Como eu olho pela janela e vejo as árvores, um suspiro pesado deixa meu peito. — Por que as pessoas, às vezes,são idiotas? — Porque elas são, - ele diz, simplesmente. — Honestamente, não vale a pena ficar com raiva de novo. Meu conselho? Não


desperdice o seu tempo obcecada com as ações estúpidas de pessoas estúpidas. — É meio difícil quando elas estão difamando meu bom nome.— Mas eu sei que ele está certo. Por que se preocupar e gastar toda a energia mental sobre valentões como Piper Stevens? Três anos a partir de agora, eu não me lembrarei do nome dela. — Sério, Grace, não se estresse. Você sabe o que dizem, que odeiam-estar odiando, e cadelas reclamando. Eu ri novamente. — Isso vai ser meu novo lema. — Bom. Deveria ser. Passamos o sinal azul-celeste com as palavras — Bem-vinda a Hastings! - Esparramada sobre ele, e eu olho pela janela, novamente. —Eu cresci aqui, - digo a ele. Ele parece surpreso. —Você é de Hastings? —Sim. Meu pai foi professor em Briar por vinte anos. Passei toda a minha vida aqui. Em vez de virar para o núcleo da baixa, Logan vira na direção da rodovia. Nós não permanecemos nela por muito tempo, no entanto. Algumas saídas passam e, em seguida, ele sai na direção de Munsen, a cidade mais próxima. Um inquieto sentimentos está sobre mim. É tão estranho como uma pitoresca cidade de classe média como Hastings é igual em distância, tanto para o campus de uma universidade da Ivy League e uma cidade que meu pai, um homem que não amaldiçoa se ele pode evitar, refere-se como uma caixa de merda. Munsen consiste em edifícios gastos, em desesperada necessidade de reparos, um punhado de shoppings e bangalos degradados com gramados descuidados. A loja geral por onde passamos ostenta um sinal de néon piscando, com metade das lâmpadas queimadas e um edifício que ainda não está dilapidado é


uma pequena igreja de tijolos, com um cartaz com letras enormes, que dizem — Deus castiga os pecadores. O povo de Munsen, realmente, sabe como implantar um tapete de boas-vindas. — Este é o lugar onde eu cresci, - Logan diz, rispidamente. Minha cabeça gira em direção a ele. — Sério? Eu não sabia que você era local, também. — Sim. - Ele me dá um olhar auto depreciativo, antes de se concentrar na estrada cheias de buraco, à frente de nós. — Não á muito a olhar, não é? Confie em mim, é ainda mais feio na luz do dia. A picape salta,quando nos dirigimos ao longo de um buraco particularmente profundo. Logan fica mais lento, estendendo a mão para o meu lado do pára-brisa. — A loja do meu pai é nesta rua. Ele é um mecânico. — Isso é legal. Será que ele te ensinou muito sobre carros? — Sim. - Ele bate no painel de instrumentos com orgulho. — Você ouviu esse ronronar sexy, saindo desse bebê? Eu reconstruí o motor no verão passado. Estou realmente impressionada. E meio que ligada, porque eu aprecio um homem que trabalha com as mãos. Não, quem, realmente, sabe como usar as mãos. Na semana passada, o cara que vive ao fundo do corredor, bateu na minha porta e me pediu para ajudá-lo a trocar uma lâmpada. Eu não estou dizendo que sou Handy McHanderson ou nada, mas eu sou capaz de mudar uma maldita lâmpada. Enquanto nos dirigimos através de uma área residencial, uma explosão de apreensão se apaga dentro de mim. Ele está me levando para sua casa de infância? Porque eu não tenho certeza que estou pronta para isso. Não, nós estamos em outra estrada de terra agora, dirigindo longe da cidade. Mais cinco minutos e chegamos a uma grande clareira. Há uma torre de água na distância, com o nome da


cidade gravada em seu lado e parece brilhar na luz do luar, um farol branco austero destacando-se no meio da paisagem escura. Logan estaciona cinqüenta jardas da torre, e meu pulso acelera quando percebo que é para onde estamos indo. Minhas mãos tremem quando eu o sigo, em direção a uma escada de aço que começa na base da torre e se estende para cima, tão alto que não consigo ver onde termina. — Nós vamos até lá? - Eu deixo escapar. — Se assim for ... não, obrigada. Tenho medo de altura. — Ah, merda. Eu esqueci. - Ele morde o lábio por um segundo, antes de me dar um olhar sério. — Enfrente seu medo por mim? Eu prometo, vai valer a pena. Eu fico olhando para a escada e posso sentir toda a cor drenando do meu rosto. — Uh... — Vamos lá, - ele persuade. — Você pode subir primeiro. Vou ficar aqui o tempo todo e pegar você, se você cair. Palavra de escoteiro. — Cair? - Eu guincho. —Eu nem estava pensando sobre a queda. Oh meu Deus e se eu cair? Ele ri baixinho. — Você não vai. Mas como eu disse, eu vou estar aqui para te pegar, fora chance que acontece. — Ele flexiona os braços como se fosse um fisiculturista que acabou de ganhar a coroa. — Olhe para estes braços, linda. Você realmente acha que eu não posso pegar todos os 50kg de você? — 55 kg, muito obrigada. — Ha. Eu levanto você no meu sono. Meu olhar deriva de volta para a escada. Alguns dos degraus estão cobertos com ferrugem, mas quando eu passo mais perto e enrolo meus dedos em torno de um, parece robusto o suficiente. Eu tomo uma respiração calmante. Ok. É uma torre de água, não o


Empire State Building. E eu tinha me prometido que eu iria tentar coisas novas, antes do meu primeiro ano acabar. — Tudo bem, - murmuro. — Mas Deus me ajude se eu cair e você não me pegar... e se, por algum milagre, eu sobreviver e ainda tiver a utilização de meus braços? Eu vou bater em você até a morte. Seus lábios se contorcem. — Combinado. Eu inspiro outra respiração vacilante, e então eu começo a subir. Um pé depois do outro. Um pé depois do outro. Eu posso fazer isso, totalmente. É apenas uma pequena torre de água pequenininha. Apenas meu estômago cai quando eu cometo o erro de espreitar para baixo, perto da metade da prova. Logan espera, pacientemente, embaixo. Um caco de luar enfatiza o incentivo, brilhando em seus olhos azuis. — Você tem isso, Grace. Você está indo muito bem. Eu continuo. Um pé depois do outro, um após o outro. Quando eu chego à plataforma, alívio varre através de mim. Puta merda. Eu ainda estou viva. —Você está bem?, - grita, a partir do solo. —Sim, - eu grito de volta. Ao contrário de mim, Logan sobe a escada em questão de segundos. Ele se junta a mim na plataforma, em seguida, pega a minha mão e me leva mais longe para baixo, onde a passarela de metal alarga, oferecendo uma agradável segurança. — Segure e sentese. - Ele alerta para baixo e permite que suas pernas oscilem ao longo da borda, sorrindo para a minha relutância muito óbvia em fazer o mesmo. — Ah, não se acovarde agora. Você já chegou até aqui... Ignorando o espremer enjoado do meu estômago, eu sento ao lado dele e, cuidadosamente, posiciono as pernas como a dele. Quando ele lança um braço em volta do meu ombro, eu,


desesperadamente, fujo mais perto dele, tentando não olhar para baixo. Ou para cima. Ou em qualquer lugar. — Você está bem? — Mmm-hmmm. Enquanto eu continuar olhando para as minhas mãos, eu não tenho que pensar sobre despencar 200 pés para minha morte. — Esta torre, definitivamente, não tem 200 pés de altura. — Bem, é alta o suficiente para que minha cabeça rache como uma melancia, quando ela atingir o solo. — Eita. Você realmente precisa trabalhar em sua técnica de Romance. Eu bocejo para ele. — Isto é suposto ser romântico? Espere, você tem um fetiche por meninas vomitando em cima de você? Ele começa a rir. — Você não vai vomitar. - Mas para meu alívio, ele aperta em volta do meu ombro. O calor de seu corpo é uma boa distração da minha situação atual. Assim é a sua loção pós-barba. Ou é colônia? Seu aroma natural? Puta merda, se é o seu cheiro natural, então ele precisa engarrafar essa picante fragrância, chamá-la Orgasm, e vendê-la para as massas. — Está vendo aquela lagoa ali?, - Ele pergunta. — Não. - Eu apertei meus olhos fechados, então tudo que eu posso ver é o interior de minhas pálpebras. Ele me cutuca nas costelas. — Seria bom se você abrisse os olhos. Vamos lá, olhe. Eu ergo meus olhos abertos e sigo a ponta do seu dedo para onde ele está apontando. — Isso é uma lagoa? Parece que é um pântano de lama.


— Sim, ela fica barrenta na primavera. Mas no verão, há realmente água lá dentro. E no inverno, ela congela e todo mundo vem aqui para patinar sobre ela. - Ele faz uma pausa. — Meus amigos e eu jogávamos hóquei lá, quando eu era criança. — Foi seguro para patinar? — Ah, sim, o gelo é sólido. Ninguém nunca caiu por ela, tanto quanto eu sei. - Há outra pausa, mais longa e cheia de tensão. — Eu adorava vir aqui. É estranho, no entanto. Parecia muito maior quando eu era criança. Como se eu estivesse patinando em um oceano. Então, quando fiquei mais velho, percebi o quão pequeno, merda, que realmente é. Eu posso patinar de uma extremidade à outra em cinco segundos. Eu cronometrei. — As coisas sempre parecem maiores para um garoto. — Eu acho. - Ele se desloca, para que ele possa ver o meu rosto. — Você tem um lugar como aquele em Hastings? Em algum lugar você fugia, quando você era mais jovem? — Claro. Você sabe o parque atrás do mercado do agricultor? Aquele com o gazebo bonito? Ele balança a cabeça. — Eu costumava ir lá o tempo todo e ler. Ou, para falar com as pessoas, se alguém estava por perto. — As únicas pessoas que eu já vi nesse parque são os povos antigos da casa de repouso, ao virar da esquina. Eu ri. — Sim, a maioria dos que eu conheci tinham mais de sessenta anos. Disseram histórias legais sobre os 'velhos tempos'. Eu mastigo no interior da minha bochecha, quando algumas histórias não-tão-legais vêm à mente. — Na verdade, às vezes as histórias eram incrivelmente tristes. Eles conversaram muito sobre as suas famílias que não vêm visitar. — Isso é muito deprimente. — Sim, - eu murmuro.


Ele deixa escapar uma respiração irregular. — Eu seria um deles. — Você quer dizer, não recebendo visitas de sua família? Ah, eu não acredito nisso. — Não, eu seria o membro da família que não visita, - ele responde, com uma voz tensa. —Bem, isso não é inteiramente verdade. Eu definitivamente, visito minha mãe. Mas se meu pai estava em casa? Eu, provavelmente, não iria pisar lá dentro. Uma onda de tristeza lava sobre mim. — Vocês não se dão bem? — Na verdade, não. Ele se dá melhor com uma caixa de cerveja ou uma garrafa de bourbon. Isso só me faz mais triste. Eu não posso imaginar não estar perto de meus pais. Tão diferentes quanto suas personalidades são, eu tenho uma forte ligação com cada um deles. Logan fica em silêncio novamente, e eu não me sinto confortável, empurrando para mais detalhes. Se ele queria me dizer mais, ele teria feito isso. Em vez disso, eu preencho o vazio estranho, deslocando o assunto de volta para mim. — Eu acho que conversar com os idosos foi deprimente, às vezes, mas eu não me importava de ouvir. Eu acho que isso é tudo o que eles realmente queriam, de qualquer maneira. Alguém para ouvir. - Eu franzo os lábios. —Foi nessa época em que eu decidi que queria ser uma terapeuta. Eu percebi que tinha talento para ler as pessoas. E ouvindo-as, sem julgar. — Você é uma grande psicóloga? — Eu serei. Eu não declarei um importante este ano porque eu não conseguia decidir se eu queria ir na rota da psicologia ou a psiquiatria. Mas eu decidi que eu não quero ir para a escola de medicina. Além disso, a psicologia abre muitas portas que a psiquiatria não. Eu poderia ser uma terapeuta, assistente social, conselheira de orientação. Isso soa muito mais gratificante do que prescrição de pílulas. - Eu inclino minha cabeça em seu ombro,


enquanto nós olhamos para fora, na pequena cidade que se estende para além da torre. Ele está certo, em Munsen não há muito para olhar. Então, eu me concentro na lagoa, em vez disso e imagino Logan como um garotinho. Seus patins que voam através do gelo, seu olhos azuis iluminados com admiração, enquanto patina, na certeza de que a lagoa é um oceano. Que o mundo é grande e brilhante e repleto de possibilidades. O tom torna-se pensativo. —Então, você tem um talento para a leitura de pessoas, hein? Você pode me ler? Eu sorrio. — Eu não percebi bem você, ainda. Sua risada rouca aquece o meu rosto. — Eu não tenho muito que me descobrir, tampouco.


12 GRACE — Confiança, - declara Ramona. Eu estou ostentando um olhar dúbio ao vê-la rolar uma meia preta até sua coxa. Eu tinha acabado de lhe perguntar o que acha que é o maior estímulo para eles, quando se trata de sexo e, ao invés da resposta bruta que eu estava esperando, ela me pegou de surpresa com sua sinceridade. — Sério? — Oh sim. - Ela balança a cabeça rapidamente. — Os homens apreciam uma mulher que está confiante e segura com sua sexualidade. E uma atitude de maior responsabilidade não faz mal, também. Eles gostam quando você dá o primeiro passo. — Eu chupei, ao fazer o primeiro movimento, - resmunguei. Ela vai para seu armário e vasculha o fundo, em seguida, surge com um par de saltos pretos. — Olha, você gosta dele, certo? — Claro. — E você quer ter relações sexuais com ele? Desta vez eu sou mais lenta para responder. Eu quero fazer sexo com ele? Sim? Eu não sou contra a ideia e não é como se eu ainda fosse virgem, porque estou me guardando para o homem que eu vou me casar, ou até mesmo o amor da minha vida. Eu sei que o sexo é um marco monumental para algumas meninas, mas, pessoalmente,


eu não acho que perder minha virgindade vai ser a coisa mais importante que eu farei na minha vida. Eu me sinto atraída por Logan, sim, e se nós acabarmos fazendo sexo hoje à noite, ótimo. Se não o fizermos, tudo bem também. Depois da maneira como ficamos conectados na torre de água, na outra noite, eu estou mais interessada em sair com ele do que ficar nua. Apesar de ficar nua, ou pelo menos parcialmente nua, está, definitivamente, na agenda para hoje à noite. Eu mandei uma mensagem para ele há uma hora, pedindo-lhe para vir e Ramona já concordou em deixar-me ter o quarto para a noite. Apesar do fato de que ela ainda está de ressaca de ontem, ela prometeu ficar fora até meia-noite. São apenas sete agora, o que dá a Logan e eu muito tempo para sair. E talvez ter relações sexuais. Ou talvez não ter relações sexuais. Eu decidi jogá-la pela orelha. — Grace? Eu saí dos meus pensamentos. — Sim, eu acho que quero dormir com ele. Se o momento é certo. — Então você tem que separar-se da multidão. Eu enruguei a testa. — O que quer dizer? — Oh, vamos lá, você percebe com quantas garotas ele dormiu? Um harém maldito. E ele é John Logan, baby. Aposto que ele tem movimentos loucos. Você não quer ser apenas outra garota em que ele bateu esses olhos azuis bebê e as faz em parafusos e tolas. Você quer ser confiante e sexy e assumir o controle. Mostre-lhe que ele encontrou seu jogo. Eu mordo meu lábio. Confiante e sexy não é meu estilo. E tomar o controle? Eu sempre fui mais confortável sentada no lado do passageiro, enquanto alguém toma a rédea. — Ah, e você precisa mostrar-lhe como você é bizarra. Que você está pronta para qualquer coisa.


Riso nervoso faz cócegas na minha garganta. — Uh-huh. Como é que eu vou fazer isso? — Eu não sei. Enfiar o dedo em sua bunda, quando você está chupando-o. Eu quase engasgo com minha língua. — O Quê? Ramona pisca um sorriso insolente. — Oh Deus, você é realmente uma virgem, não é? Jogo de bunda pode ser muito divertido. — Eu não quero ninguém perto da minha bunda, muito obrigada. E eu tenho certeza que ele não quer perto dele. — Ha. Você não tem ideia do quão difícil um cara sai de uma boa massagem de próstata. Sério, ele vai estar chegando como ninguém. — Eu não estou lhe dando uma massagem de próstata, - eu digo, afetadamente. Nós olhamos um para o outra, por um momento, então começamos a rir, e é bom rir com ela, novamente. Eu nem me importo mais que ela plantou a semente que Maya e Piper então usando, para crescer uma árvore de besteira. Ramona é minha melhor amiga e eu a conheço desde que tinha seis anos de idade. Ela é egoísta às vezes? Sim. Será que ela fofoca demais? Absolutamente. Mas ela também é doce e leal e ela está sempre lá para mim, quando eu preciso dela. — Tudo bem, sem dedo em sua bunda, - ela cede. —Mas eu falo sério sobre a confiança. Ele vai levá-la selvagem. — Eu vou fazer o meu melhor. Ela estreita os olhos, dando à minha roupa uma profunda olhada de cima a baixo. — Você está mudando antes que ele chegue aqui, certo? -Eu olho para os meus jeans apertados e top branco reduzido. — O que há de errado com o que estou vestindo? Na verdade, não responda a isso. Estou confortável e eu não vou mudar a maneira como me visto, por causa de um cara.


— Tudo bem, mas deixe o sutiã. - Ela balança as sobrancelhas. — Então ele vai ser capaz de ver os seus estreitamentos através de sua camisa e ele vai ficar quente e incomodado desde o início. — Vou levar isso em consideração. Ramona dá um beijo na minha bochecha, em seguida, solta um guincho. — Oh meu Deus. Eu não posso acreditar que você vai ter sexo pela primeira vez esta noite. — Se o momento é certo, eu a lembro. — Babe, é John Logan, diz ela, com um sorriso. —Não há nada de errado com isso.

Logan Vem hoje à noite? Eu estive olhando a mensagem de texto de Grace, desde que eu saí do chuveiro. O que era, oh, 38 minutos atrás. Espera...eu olho para o despertador. Faz 39 minutos. Eu, realmente, deveria mandar uma mensagem de volta. Eu não tenho falado com ela desde quinta-feira. Com certeza, isso não é uma quantia obscena de tempo, considerando que é sábado e ela tinha planos para o jantar com seu pai, ontem. Então, tecnicamente, eu a tenho evitado por um dia e meio. Ela não sabe que eu a estou evitando, no entanto. Se ela soubesse, não teria me convidado de novo. Da maneira que eu vejo, tenho três opções. Opção 1: Ignorar o convite.


E se ela mandar textos novamente, ignorar isso também. E, em seguida, continuar ignorando-a até que ela receba a mensagem que eu não estou interessado. O que é uma mentira colossal, porque eu estou interessado. Eu me divirto com ela, e se não estivesse tão fodido da cabeça sobre essa coisa de Hannah, eu continuaria vendo Grace, absolutamente. Cristo, eu não deveria ter permitido que o encontro surpresa de quinta-feira acontecesse. Não é justo conduzí-la assim. O que me traz a opção 2: Mensagem de volta, recusar o convite, e dizer a ela que eu não posso vê-la novamente, por causa de (inserir desculpa aqui). Exceto... bem, eu tenho escovado através de texto antes e uma merda. Assim, me deixa a opção 3: Vá até lá e fale com ela pessoalmente. Isso é o curso de ação madura, o que eu deveria assumir, definitivamente. Mas o pensamento de vislumbrar sequer um pingo de mágoa ou decepção em seus olhos, me faz mal ao meu estômago. Porra. Eu acho que é hora de puxar para cima as minhas calças de menino grande. Seja um homem, esfregue um pouco de terra nele e toda essa merda. Após a nossa noite no torre de água, Grace merece muito, inferno mais do que um texto de recusa. Abafando um suspiro, deixo cair a toalha que tenho usado para os últimos... 42 minutos agora. Eu pego um par de boxers limpos e jeans, e jogo em um suéter preto que minha mãe me levou para o Natal. É mais apertado do que as camisas que eu normalmente uso, mas é a primeira coisa que encontrei em meu armário e eu estou com muita pressa para mudar. Eu peguei meu telefone da cama e escrevi um texto para Grace. Eu: Quando? Ela: Agora, se você quiser.


Ela pontua o se, com um rosto sorridente. Merda. Eu: Vou.

Dez minutos mais tarde, eu desligo o motor no estacionamento atrás dos dormitórios e corro para Fairview House. Quando eu chego à sua porta, estou espantado com minha hesitação. E um importante caso de nervos. Eu tomo uma respiração profunda. Foda-se, não é como se eu estivesse a quebrando. Nós não somos mesmo um casal. Estou, simplesmente, deixamdo-a saber que eu não estou em um bom lugar para continuar as coisas, no momento. O que não significa que é sempre sobre. É só que ... agora acabou. Agora acabou? Brilhante, homem. Você está indo para impressioná-la, com sua prosa lírica. Eu bato, armado com o meu discurso de despedida não muito impressionante, mas quando a porta se abre, eu não tenho a chance de abrir minha boca. Na verdade, nada disso, eu não tive a chance de expressar quaisquer palavras. Minha boca está aberta, porque Grace me puxa para seu quarto escuro e me beija e se a minha boca estava fechada, então como é que a sua língua entrou dentro dela? O beijo é completamente inesperado e mais quente do que qualquer coisa que eu já experimentei na minha vida. Ela envolve seus braços em volta do meu pescoço e me apóia na porta ainda aberta. Fecha-se quando meus ombros encostam e, de repente, estou preso entre a porta e o corpo macio e quente de Grace. Seus lábios provocam os meus até que eu não consigo ver direito e então ela facilita a volta, ofegante. —Eu queria fazer isso o dia todo. - Ela se inclina novamente. Oh merda. Não a deixe te beijar novamente. Não... Minha língua emaranhada com a dela, em outro duelo quente. Droga. Eu planto minhas mãos nos quadris, com a intenção de empurrá-la suavemente para longe, mas eu já não tenho controle


sobre meus próprios dedos. Elas deslizam mais baixo e cavam em sua bunda firme, puxando-a para mais perto, em vez de distância. Com a boca ainda trancada com a minha, ela agarra a parte inferior da minha camisa e puxa. De alguma forma eu encontro a força de vontade para quebrar o beijo. —O que você está fazendo? - Eu coaxo. —Tirando sua roupa. Ah Merda. Merda, merda, merda. A única razão de eu deixá-la remover minha camisa é porque o material está agora travado em torno de meu queixo e pescoço e eu preciso da minha boca, a fim de falar com ela. A fim de parar com isso. Mas então ela joga o tecido de lado e toca meu peito nu e meu cérebro dá curto-circuito. Ela acaricia delicadamente a ponta dos dedos sobre o meu abdômen e faz um som ofegante, meio-gemido, meio-suspiro e tão sexy, que envia um chiar de luxúria direto para meu pau. Minhas bolas apertam e doem, quando seus dedos encontram a fivela do meu cinto. —Grace, eu ... - Em vez de terminar essa frase, eu gemo alto, porque santa merda, ela não desliza minhas calças somente. Ela desliza de joelhos, quando ela faz isso. Eu tenho certeza que acabei de me garantir um lugar no inferno, por isso. Eu vim hoje à noite para acabar com isso e, em vez disso, eu estou empurrando meu pau em sua boca quente e úmida. Puta que pariu quem inventou boquetes. Eles são muito, muito bons e eles fazem coisas terríveis para a sua mente, drenando todo o pensamento lúcido. Não consigo me concentrar em outra coisa senão a sucção apertada ao redor da cabeça do meu pau. O caminho exploratório da língua de Grace, enquanto ela lambe o seu caminho para cima e para baixo do meu eixo, antes de chupar a ponta, novamente. Minha mão, instintivamente, emaranha em seu cabelo, tremendo, quando eu seguro a parte de trás da cabeça dela, para


trazê-la para mais perto. Ela geme e o som vibra através de mim, uma promessa sedutora que me envia oscilando, mais perto da borda. Cristo. Eu não tenho nenhuma ideia de quanto tempo ela se ajoelha lá chupando, mas, de repente, eu estou consumido com a necessidade de tocá-la. Para executar minhas mãos por todo o corpo e levá-la tão louco quanto ela está me deixando agora. Com um ruído estrangulado, eu puxo para fora da boca e a coloco de pé. Então vou beijá-la novamente, arranhando freneticamente suas roupas, até que ela esteja nua. Oh, doce Jesus, ela está nua. Como o inferno, no espaço de cinco minutos, fui deixar isso ficar tão fora de controle? Mas eu não posso, caralho, parar. Eu não consigo parar de beijá-la. Eu não posso parar de apertar os peitos dela. Eu não posso impedir-me de levá-la para a cama e abaixar meu corpo em cima dela. Meu pau fica preso entre nossos corpos, um peso pesado em seu estômago plano, moendo a base contra seu clitóris, quando nós nos beijamos tão profundamente, tentando engolir um ao outro. Pare com isso, uma voz aguda me repreende. Inferno, eu não posso. Eu a quero demais. Pare. Isso. Opa, essa voz é a minha consciência, tentando me impedir de cometer um erro grave. Então, por que eu não posso ouví-la? Por que não posso... Grace quebra o beijo e olha para mim com olhos castanhos nebulosos, e, de repente, toda a sua bravata está desaparecida. A confiante, mulher sexy que me feriu na porta se transformou em uma garota tímida, corando, que diz: —Hum, então... ouça... Eu nunca tive relações sexuais antes. Oh, merda Essas cinco palavras quebram meu coração em dois.


Filho da puta. De jeito nenhum. Não há absolutamente nenhuma maneira que eu posso fazer isso com ela. Brincar com ela, quando eu sei que vou acabar com ela? Repreensível. Mas tomar sua virgindade? Imperdoável. Ah, e meu lugar no inferno? Ainda solidamente fixado. O silêncio se estende entre nós, eu me esforço para dizer as palavras certas. Que é malditamente difícil, quando estamos nus. Quando meu pau está tão duro, que poderia cortar um diamante no meio. Ela solta um suspiro trêmulo. — Isso é um problema para você? Abro a boca. E digo: — Sim. Grace parece assustada. — O Quê? — Quero dizer, não. Não há nada de errado em ser uma virgem. Mas... não podemos fazer isso. - Eu tropeço fora da cama com tanta graça, como um potro recém-nascido. Sério, minhas pernas estão tremendo em todo o lugar e eu coloco minhas calças apressadamente. Eu posso sentí-la me observando. Seus olhos me perfurando. Eu não quero olhar para cima, porque sei que ela ainda está nua, mas eu não consigo parar de espiar por uma brecha e sua expressão de dor rasga meu peito. — Sinto muito - eu digo mais ou menos. — Eu não posso fazer isso. Esta é a sua primeira vez, e você merece algo, alguém, muito melhor do que eu para sua primeira vez. Ela não disse uma palavra, mas, mesmo na escuridão, eu posso ver o profundo rubor em suas bochechas. E ela está mordendo o lábio inferior como se ela estivesse tentando não chorar. Seu silêncio se aprofunda, a culpa correndo em minhas veias. — Eu estou em um lugar fodido agora. Eu tenho um monte de diversão com você, mas... - Eu engulo. — Eu não posso te dar nada sério.


Ela finalmente fala, sua voz firme e atada com embaraço. — Eu não estou pedindo para você se casar comigo, Logan. — Eu sei. Mas o sexo... sexo é sério, ok? Especialmente para uma virgem. - Eu tropeço nas palavras, sentindo-me como um idiota total. — Você não quer fazer isso comigo, Grace. Eu estou ferrado na cabeça, e eu acho que eu venho tentando me distrair de toda a besteira na minha vida, e tentar esquecer de alguém mais, e.. — Alguém mais? - Ela interrompe e agora há um fio de raiva em seu tom. — Você está interessado em outra pessoa? — Sim. Não - eu digo rapidamente. Então eu gemo. — Eu pensei que eu estava, e talvez ainda esteja. Eu não sei, está bem? Tudo o que sei é que esta menina tem me amarrado em nós há meses e não é justo para você se... faça isso... quando eu... - Eu paro, muito confuso e desconfortável para ir adiante. Evitando meus olhos, Grace sai da cama e pega uma T-shirt da parte de trás da cadeira. — Você estava me usando para esquecer outra pessoa? - Ela puxa a camisa sobre a cabeça. — Eu era sua distração? — Não. Eu juro, eu gosto muito de você. - Eu me assusto com a nota de súplica na minha voz. —Eu não estava intencionalmente usando você. Você é tão incrível, mas eu… — Oh meu Deus, não - ela corta. — Por favor... cale a boca, Logan. Eu não posso lidar com discurso, agora. - Ela arrasta ambas as mãos pelos cabelos, sua respiração tornando-se superficial. — Oh, Deus. Este foi um grande erro. — Grace… Ela interrompe novamente. — Você poderia me fazer um favor? É difícil falar, após o nó enorme apresentado na minha garganta. — Qualquer coisa. — Saia.


O nó próximo dum raio me sufoca. Eu inspiro profundamente, ignorando a sensação de queimação na minha garganta, a dor em meu peito. — Eu quero dizer isso. Basta sair, está bem? - Ela encontra o meu olhar de frente. —Eu realmente, realmente quero que você vá agora. Eu deveria dizer algo mais. Pedir desculpas novamente. Tranqüilizá-la. Confortá-la. Mas eu tenho pavor que ela poderia me dar um tapa, ou pior, quebrar se me aproximar dela. Além disso, ela já está caminhando para a porta e abrindo-a. Ela não olha para mim, enquanto espera. Espera por mim para sair. Porra. Eu estraguei tudo tão mal. Meu coração dói, fisicamente, eu cambaleio até a porta. Faço uma pausa no limiar, encontro coragem para enfrentar os olhos de novo. — Sinto muito. — Sim, você deve sentir. A última coisa que eu ouvi, que eu passo para o corredor, é o som da porta batendo atrás de mim.


13 LOGAN Eu sempre me recusei a usar o álcool como uma muleta. Se eu estou triste ou chateado ou machucado, eu o evito a todo custo, porque fico aterrorizado que eu poderia confiar demais, um dia. Que eu poderia tornar-me um viciado. Mas porra, eu poderia realmente usar uma bebida agora. Lutando contra a vontade, ignoro o armário de bebidas, na sala de estar e corro para a porta de correr, na cozinha. Cigarros. Igualmente hábito destrutivo, mas é o menor de dois males, no momento. Eu só vou inundar minhas veias com nicotina, talvez isso vá ajudar com a enorme bola de culpa que se instala na boca do estômago. — Tudo certo? Jogador de hóquei resistente grande que eu sou, eu salto três pés no ar, ao som da voz de Hannah. Eu giro ao redor e a vejo em pé na pia, um copo vazio na mão. Eu estava tão fora de mim, que devo ter passado direto por ela, durante minha corrida até a porta. Cristo, ela é a última pessoa que eu quero ver, no momento. E parece que está vestindo a camisa do Garrett, novamente. Apenas exibindo-o na minha cara, não é?


— Sim, está tudo bem - murmuro, afastando-me da porta. Mudança de planos. Overdose de nicotina não será necessário. Pretendo ficar escondido em meu quarto. — Logan. - Ela se aproxima de mim com passos cautelosos. — O que está acontecendo? — Nada. — Besteira. Você parece chateado. Você está bem? Eu mexo, quando ela toca meu braço. — Eu não quero falar sobre isso, Wellsy. Eu realmente não sei. Seus olhos verdes procuram meu rosto por tanto tempo que eu mudo em desconforto e quebro o contato visual. Eu tento dar mais um passo, mas ela me para novamente, bloqueando meu caminho com um gemido de frustração. — Você sabe o quê? - Ela anuncia. — Eu não posso mais agüentar isso, porra. Eu pisco de surpresa. —O que você está falando? Em vez de responder, ela agarra meu braço com tanta força, que é um milagre que permaneça em seu soquete. Então ela me arrasta para a mesa da cozinha e forçosamente me empurra em uma cadeira. Eita. Ela é assustadoramente forte, para alguém tão pequena. — Hannah ... - Eu começo, inquieto. —Não. Eu estou na ponta dos pés, em torno disso. - Ela puxa uma cadeira e senta-se ao meu lado. — Garrett vive me dizendo que você vai superar isso, mas só está ficando pior e eu odeio esse constrangimento entre nós. Você costumava sair com a gente e chegar a Malone e assistir filmes e agora você não faz e eu sinto falta de sair com você, ok? - Ela está tão chateada que seus ombros estão visivelmente tremendo. —Então, vamos limpar o ar, tudo bem? Vamos lidar com isso de frente. -Ela respira fundo, depois me olha diretamente nos olhos e pergunta: —Você tem uma coisa por mim? Aw, inferno.


Por que, por que eu não fui direto para meu quarto? Cerrando os dentes, eu raspo minha cadeira para trás. — Bem, isso foi divertido, mas eu acho que vou lá para cima e me matar, agora. —Sente-se! -diz ela, com firmeza. Minha bunda paira sobre a cadeira, mas a nitidez do seu tom de voz me lembra muito do treinador Jensen, quando ele está nos cortando para fora e meu medo da autoridade vence. Eu deixo cair de volta para baixo e solto um suspiro cansado. — Qual é o ponto de falar sobre isso, Wellsy? Nós dois sabemos a resposta para essa pergunta. — Talvez, mas eu ainda quero ouvir você dizer isso. Aborrecimento aperta minha garganta. — Tudo bem, você quer ouvir? Eu tenho uma coisa para você? Sim, eu acho que eu tenho. Choque enche a expressão dela, como se ela realmente não esperava que eu fosse responder. O silêncio fica cada vez mais longo. Como encontrar uma corda e amarrá-la em torno do meu pescoço e me pendurar? Porra, quanto mais tempo ela permanece quieta, mais patético me sinto. Quando ela finalmente fala, me joga para um loop. — Por quê? Minha testa vinca. — Porque o que? — Por que você está tendo algo por mim? Se ela pensou que estava esclarecendo, ela está absolutamente errada, porque eu ainda estou perplexo. Que tipo de pergunta é essa? Hannah balança a cabeça como se ela também está tentando fazer sentido. — Cara, eu vi as meninas que você leva para casa ou flertam com você, no bar. Você tem um tipo. Alta, magra, geralmente loira. E elas estão sempre penduradas em cima de você, regando-o com elogios. - Ela bufa. — Considerando que eu o insulto o tempo todo. -


Eu não posso deixar de sorrir.. — E você gravita para os que estão à procura de algo temporário. Você sabe, um tempo divertido. Eu não sou uma garota divertida. Eu gosto de relacionamentos sérios. - Ela franze os lábios, pensativa. — Eu nunca tive a sensação de que você estava interessado em relacionamentos. - A acusação levanta polêmica. — Por quê? Porque eu sou um jogador? - Indignação faz meu tom mais áspero do que eu pretendia que fosse. — Você já pensou que talvez seja porque não encontrei a garota certa ainda? Mas não, eu não poderia querer alguém para abraçar e assistir a filmes, alguém que use minha camisa e me aplauda nos jogos e cozinhe o jantar comigo do jeito que você e Garrett fazem. Sua risada me faz parar. Eu estreito meus olhos. — Do que você está rindo? Num piscar de olhos, o riso morre e seu tom fica sério. — Logan... durante todo esse discurso? Você nenhuma vez disse que queria fazer essas coisas comigo. Você disse alguém. - Ela sorri. — Eu só tenho isso. Bem, bom para ela, porque eu não tenho ideia do caralho do que ela está tagarelando. — Este tempo todo eu pensei que você estava olhando para mim por gostar. Mas você estava olhando para nós. - Ela ri novamente. — E todas aquelas coisas que você listou, agora, são coisas de Garrett e eu, juntos. Cara, você não me quer, você quer eu e Garrett. Alarme voou através de mim. — Se você está insinuando que eu quero ter um trio com você e meu melhor amigo, então eu posso assegurar que não. — Não, você só quer o que nós temos. Você quer a ligação e a intimidade e todo o material pegajoso do relacionamento. Minha boca se fecha. Ela está certa?


Quando suas palavras afundam, meu cérebro confuso corre, rapidamente, através das fantasias que eu tive sobre Hannah, nestes últimos meses, e... bem, se eu estou sendo honesto, a maioria deles não foram sexuais. Quero dizer, alguns foram, porque eu sou um cara e ela é quente. E ela é também o tempo todo, portanto, forneceu-me com imagens facilmente disponíveis para o meu banco de memórias. Mas, além de algumas fantasias nuas, eu costumo imaginar cenários. Como eu vê-la e Garrett se aconchegarem no sofá e queria que fosse eu, em seu lugar. Mas... eu estou desejando que eu estou no lugar dele com ela, ou em seu lugar, em geral? — Olha, eu gosto de você, Logan. Eu realmente gosto. Você é engraçado e doce e você é um idiota sarcástico, que é uma qualidade. Acontece que eu amo um cara. Mas você não... - Ela parece desconfortável. — Faz meu coração bater, acho que é a melhor maneira de colocar. Não, nem isso. - Sua voz assume uma nota distante. — Quando estou com Garrett, todo o meu mundo ganha vida. Eu estou tão cheia de emoção que sinto como se meu coração fosse transbordar e eu sei que isso vai soar como um exagero ou talvez tipo obsessão, mas às vezes eu acho que preciso dele mais do que preciso de alimento ou oxigênio. - Ela olha nos meus olhos. —Você precisa de mim mais do que o oxigênio, Logan? Engulo em seco. — Eu sou a última pessoa sobre quem você pensa, quando você vai para a cama e a primeira que você pensa, quando acorda? Eu não respondo. — Sou? - Ela empurra. —Não. - Minha voz sai rouca. — Você não é. Puta que pariu. Ela pode estar certa. Todo esse tempo eu tenho me sentido culpado por querer a garota do meu melhor amigo, mas acho que o que eu realmente queria era a relação do meu melhor amigo. Alguém


para passar o tempo. Alguém que me liga e me faz rir. Alguém que me faz feliz... Como Grace? A zombaria faz fatias em minha mente, como um sabre de luz maldito. Merda. Sim, alguém como Grace. Alguém exatamente como Grace, com seus violentos Ted Bundy e sua presença calmante e Olá, ironia. Eu terminei com ela para evitar entrar em um relacionamento sério e agora verifico que é o que eu queria o tempo todo. — Caramba. Eu... ferrei. - Eu esfrego os olhos, gemendo baixinho. — Isso não é verdade. Nós estamos bem, Logan. Eu prometo. — Não, eu não estraguei com a gente, eu terminei com uma ótima menina esta noite, porque eu estava tão confuso sobre tudo isso. — Ah, merda. - Ela me olha com simpatia. —Por que você não a chama e diz que você mudou de ideia? — Ela me chutou para fora. - Eu gemo novamente. —Não há nenhuma maneira que ela vá atender o telefone, se eu chamar. Somos interrompidos pela voz de Garrett, a partir do hall. — Sério, Wellsy, quanto tempo você leva para pegar um copo de água? Preciso mostrar-lhe como usar a pia, porque se assim for, isso é apenas triste - Ele sai falando no segundo que ele me viu. — Oh hey, cara. Eu não sabia que você estava em casa. Eu, rapidamente, deslizo fora da cadeira e pulo para os meus pés, mas isso não faz nada para aliviar a desconfiança, nos olhos de Garrett. O que desencadeia uma nova onda de culpa. Jesus, ele pensa que algo aconteceu entre nós? Será que ele acredita, honestamente, que eu faria um movimento em sua garota? O fato de que eu estou mesmo pensando, me diz que o estado da nossa amizade é ainda mais precário do que eu pensava. Engolindo em seco, eu vou até ele. — Escute ... Me desculpe, eu fui um babaca ultimamente. Eu estava distraído ...


— Confundido - ele ecoa, com ceticismo. Eu aceno. Ele continua olhando para mim. — Minha cabeça está no lugar agora. Honestamente. Garrett espreita atrás de mim e, embora eu não possa ver o rosto de Hannah, tudo o que passa entre eles faz com que seus ombros largos relaxem. Em seguida ele sorri e me dá um tapa no braço. — Bem, Graças a Deus. Porque eu estava pensando seriamente em promover Tuck para o número um de melhor amigo. — Você está brincando? Grande erro, G. Ele é um terrível braço direito. Você já viu a barba? — Eu sei, certo? E assim, estamos bem novamente. Sério, gatas precisam tirar uma lição de caras, quando se trata de fazer as pazes. Sabemos a nossa merda. — De qualquer forma, eu preciso fazer uma chamada - digo a ele. —Noite, pessoal. Eu já estou puxando para cima o número de Grace, quando saio fora da cozinha e vou para as escadas. Mensagem não é uma opção. Eu quero que ela escute a minha voz. Eu quero que ela saiba como estou agoniado sobre tudo o que aconteceu esta noite. Para minha frustração, vai para o correio de voz. A segunda vez que eu chamo, ele vai direto para o correio de voz, que me diz que ela, provavelmente, apertou o botão ignorar. Porcaria. Com uma sensação de esmagamento de derrota, eu abro uma nova mensagem e atiro-lhe um texto, perguntando se poderíamos conversar. Então eu vou lá para cima e espero.


14 LOGAN É meia-noite e ainda nenhuma palavra de Grace. Mandei uns três textos já, e agora estou deitado em cima da minha colcha, olhando para o teto e lutando bravamente com o desejo de enviar uma quarta. Três mensagens beiram o desespero. Quatro seria apenas patético. Porra, eu gostaria que ela me enviasse o texto de volta. Ou chamar. Ou qualquer coisa. Neste ponto, eu ficaria encantado se um pombo-correio batesse seu bico na minha janela e entregasse uma carta escrita à mão, feita na caligrafia perfeita. Ela não está chamando você, homem. Lide com isso. Sim, eu acho que ela não está. Eu acho que, realmente, fodi. E eu acho que, porra, mereço. Eu não apenas deixei-a excitada. Eu a levei até o ponto onde ela queria perder a virgindade comigo e então joguei a oferta de volta em seu rosto e lhe disse que estava interessado em outra pessoa. Inferno, eu estou surpreso que não estou experimentando dores aleatórias no meu corpo, agora. Você sabe, a partir de agulhas afiadas, Grace está picando em seu boneco de vodu. O meu telefone vibra e eu me lanço na mesa como um saltador em altura olímpica. Ela mandou uma mensagem de volta. Oh, graças


a foda. Isso significa que ela não me vê como o anticristo. A mensagem não é de Grace. Ele vem de um número desconhecido, e leva-me um sólido 10 segundos antes que eu ser capaz de registrar o que estou lendo. Não, o que eu estou fervendo por cima. Ei, é Ramona. Ouvi o que aconteceu com você e Grace. Precisa de mim para ir te confortar? ;) Piscou o olho. Ela, na verdade, porra, me piscou o olho. Eu deixo cair o telefone como se fosse um carvão quente. Como se a mensagem fosse contagiosa e o simples ato de tocar o dispositivo me transformou em uma pessoa tão desprezível como aquela que escreveu essas palavras. Por que diabos a melhor amiga de Grace, está dando em cima em mim? Quem faz isso? Eu estou tão chateado que eu pego o telefone e transmito a mensagem de Grace, sem parar para questionar minhas ações. Eu adiciono um subtitulo “pensei que você deveria ver isto”. E então, desde que eu já estou nessa profunda, eu envio um outro que diz: Será que podemos falar? Ela não responde a qualquer um. Não agora e não em nenhum momento, três da manhã, rolo ao redor, que é quando eu finalmente arrasto meu traseiro patético debaixo das cobertas e caio em um sono agitado.

Grace


Eu acordo às cinco e meia da manhã. Não por escolha, mas porque minha mente traidora decide que é hora de me chafurdar na miséria mais um pouco e me obriga em consciência. A humilhação de ontem à noite me dá um tapa na cara, no momento que eu abri meus olhos. As roupas que eu usava ainda estão espalhadas no chão. Eu não tinha me incomodado em pegá-las e nem Ramona, que chegou em casa à meia-noite. — Não aconteceu. Ele gosta de outra pessoa. Essa foi toda a informação que lhe dei na noite passada e ela deve ter visto a devastação no meu rosto, porque pela primeira vez em sua vida, ela não me importunou para mais detalhes. Ela, simplesmente, me deu um abraço, um aperto simpático no braço e subiu na cama. Agora ela está dormindo pacificamente, seu rosto pressionado contra o travesseiro, um braço do outro lado do colchão. Bem, pelo menos uma de nós vai se sentir descansada hoje. Apesar do meu melhor julgamento, eu verifico meu telefone. Com certeza, há duas mensagens não lidas que piscam na tela. Que traz a contagem final para cinco. Logan deve, realmente, querer falar comigo. Eu acho que a culpa transforma alguns caras em tagarelas reais. Uma pessoa inteligente teria excluído as mensagens, sem lê-las. Ou apagar o seu número da lista de contatos. Mas eu não estou me sentindo muito inteligente agora. Sinto-me estúpida. Então estúpida. Por convidá-lo, durante a noite passada. Por desenvolver sentimentos por ele. Por ler as mensagens que ele me envia. Que inferno! Eu pisco. Uma vez. Duas vezes. Três e quatro e cinco vezes, mas ele não traz clareza para o que estou vendo.


Ei é Ramona. Apenas ouvi o que aconteceu com você e Grace. Precisa de mim para ir te confortar? ;) Minha cabeça gira em direção à cama de Ramona. Ela ainda está fora como uma luz. Mas isso é sem dúvida seu número de telefone, ao lado do carimbo de tempo do texto. 00:16, aproximadamente 20 minutos depois de ter chegado em casa, ontem à noite. Encaro sua forma adormecida, esperando a fúria por vir. Para meu interior apertar e meu sangue ferver, com um sentimento de traição branco quente. Mas nada acontece. Estou com frio. E dormente. E assim louca, esgotada, parece que alguém recheou de areia os meus olhos. Meus dedos tremem, quando eu abro a próxima mensagem. Podemos, por favor, falar? Não, nós não podemos. Na verdade, eu não quero falar com ninguém, no momento. Não Logan, e certamente não Ramona. Eu chupo uma respiração instável em meus pulmões. Então eu me levanto e rastejo em direção à porta. Entrando no salão, eu cedo contra a parede, antes de deslizar para o chão e colocar meus joelhos para cima. Meu telefone repousa sobre meu joelho, e eu olho para ele por alguns segundos, antes de entregá-lo e acessar minha lista de contatos. Pode ser muito cedo para chamar meu pai, mas em Paris, minha mãe vai estar bem acordada e, provavelmente, almoçando agora. A dormência não vai embora enquanto eu disco o número dela. Se alguma coisa, fica pior. Eu não posso nem sentir meu coração batendo. Talvez não esteja. Talvez cada parte maldita de mim foi desligada. —Querida! - A voz da minha mãe, muito feliz, enche meu ouvido. —O que está fazendo acordada tão cedo? Eu engulo. —Ei Mãe. Eu ... uh, vou ter uma aula mais cedo. —Você tem classe aos domingos? - Ela parece confusa.


—Oh. Não, eu não. Eu quis dizer que eu tenho um grupo de estudo. -Merda, meus olhos estão começando a arder, e não porque eu estou cansada. Droga. Tanta coisa para ser insensível, estou segundos de distância de irromper em lágrimas. —Escute, eu queria falar com você sobre a minha visita. Minha garganta fecha-se e eu tomo outro fôlego, esperando para soltá-lo. —Eu mudei de ideia sobre as datas. Eu quero ir mais cedo. —Você quer? - Diz ela, em delírio. — Oh, sim! Estou tão feliz! Mas você tem certeza? Você disse que pode ter planos com seus amigos. Eu não quero que você chegue mais cedo por minha causa — Os planos foram cancelados. E eu quero ir mais cedo, eu realmente quero. - Pisco em rápida sucessão, tentando parar as lágrimas que estão transbordando. — Quanto mais cedo melhor.


15 GRACE Maio As pessoas dizem que a primavera em Paris é mágica. Eles estão certos. A cidade tem sido a minha casa para as últimas duas semanas, e uma parte de mim deseja que eu poderia ficar aqui para sempre. Apartamento da minha mãe está em uma área conhecida como — Velha Paris.— O bairro é lindo, estreitas e sinuosas estradas, prédios antigos, bonitinhas lojas e padarias em cada esquina. É também conhecido como um distrito gay da cidade, e seus vizinhos no andar de cima e em baixo são os dois casais homossexuais, que já nos chamaram para jantar duas vezes desde que cheguei aqui. O apartamento tem apenas um quarto, mas o sofá-cama na sala de estar é muito confortável. Adoro acordar para a luz do sol a partir das portas francesas da pequena varanda com vista para o pátio interior do edifício. Os traços de tinta a óleo persistente na sala de estar faz lembrar-me de minha infância, de volta quando minha mãe passava horas trabalhando em seu estúdio. Ao longo dos anos, ela pintou cada vez menos, e ela admitiu em mais de uma ocasião que a perda de sua arte foi uma das razões que ela se divorciou do meu pai.


Ela sentiu como se tivesse perdido contato com quem ela era. Que estar sendo uma dona de casa na pequena cidade de Massachusetts não era o que ela estava destinada. Poucos meses depois de eu completar dezesseis anos, ela me sentou-se e levantou uma séria questão que eu preferiria ter uma mãe que era infeliz, mas por perto, ou feliz e longe? Eu lhe disse que queria que ela fosse feliz. Ela está feliz em Paris, não há como negar isso. Ela ri o tempo todo, seus sorrisos realmente chegam a seus olhos, e as dezenas de telas brilhantes que transbordam no canto que ela está usando como seu estúdio provam que ela está fazendo o que ela ama de novo. —Bom dia! - Mamãe valsa fora de seu quarto e me cumprimenta com uma voz que contém o trinado alegre de uma princesa Disney. —Bom dia - eu digo, grogue. O quarto tem um piso plano aberto, para que eu possa ver cada movimento dela quando ela vagueia até o balcão da cozinha. —Café?Ela grita. —Sim por favor. Sento e me estico, bocejando pego meu telefone da mesa do café para verificar a hora. Mamãe não mantém os relógios na casa porque ela afirma que o tempo pesa a mente para baixo, mas o meu TOC não permite-me nunca relaxar a menos que eu saiba qual é a hora. Nove e meia. Eu não tenho ideia o que ela tem planejado para nós hoje, mas espero que não envolva muita caminhada porque os meus pés ainda estão doloridos a partir de ontem e as cinco horas de visita ao Louvre. Estou prestes a desligar o telefone quando ele toca na minha mão, e eu estou irritada ao ver o nome de Ramona na tela. São duas e meia da manhã em Massachusetts ela não tem nada melhor para fazer do que ficar me assediando? Você sabe, como dormir.


Rangendo os dentes, eu largo o telefone celular na cama e deixo tocar. Mãe me Olha do balcão. —Quem? O namorado ou a melhor amiga? —Ramona - murmuro. —Quem, aliás, eu não me importo de discutir, visto que ela já não é a minha melhor amiga, do mesmo jeito que Logan não é meu namorado. — E ainda assim eles continuam chamando e enviando mensagens de texto, o que significa que ambos ainda se preocupam com você. Sim, bem, eu não me importo que eles se importam. Ignorar Logan é muito mais fácil do que ignorar Ramona, no entanto. Eu conheço ele para um total impressionante de oito dias. Eu a conheço há 13 anos. É quase patética a maneira como tudo aconteceu. Você pensaria que uma amizade de décadas acabaria com um estrondo, mas o meu confronto com Ramona era nada mais do que um fiasco choramingando. Ramona tinha acordado, viu o meu rosto, e percebeu que Logan tinha me transmitido a sua mensagem. Em seguida, ela estalou em modo de controle de danos, mas nenhum de seus truques habituais havia trabalhado em mim. O Perdoe-me abraçar? As lágrimas de crocodilo? Ela pode muito bem ter puxado as amarras emocionais de um robô. Eu só estava ali como uma estátua até que ela finalmente compreendeu que eu não estava comprando a merda que ela estava tentando vender. E no dia seguinte, eu me mudei de volta para casa, dizendo a meu pai que o dormitório foi muito alto e eu precisava um lugar calmo para estudar para os exames. Eu não tenho visto Ramona desde então. —Por que você não a ouve? - O tom de minha mãe é cauteloso. —Eu sei que você disse que ela não tinha uma boa explicação antes, mas talvez isso mudou. Uma explicação? Gee, como explicar a traição de seu amigo mais próximo? Curiosamente, Ramona não tinha sequer oferecido


uma desculpa. Não, eu estava com ciúmes, não, eu estava bêbado e não estava pensando. Tudo o que ela tinha feito era sentar-se na beirada da cama e sussurrar: — Eu não sei por que eu fiz isso, Gracie. Bem, não era bom o suficiente para mim, então, e com certeza não é bom o suficiente agora. — Eu já te disse, eu não estou interessada em ouvi-la. Ainda não de qualquer maneira. - Eu deslizei para fora da cama e caminhei até o balcão, estendendo a mão para a caneca que ela me entrega. — Eu não sei se algum dia vou estar pronta para falar com ela novamente. — Ah, querida. Você realmente vai jogar fora tantos anos de amizade por causa de um menino? — Não é sobre Logan. É sobre o fato de que ela sabia que eu estava sofrendo. Ela sabia que eu estava humilhada sobre o que aconteceu com ele, e em vez de me apoiar, ela esperou até que eu estava dormindo e em seguida, faz uma proposta a ele. É bastante claro que ela não dá a mínima para mim ou meus sentimentos. Mamãe suspira. — Eu não posso negar que Ramona tem sido sempre um pouco... auto absorvida. Eu ronco. — Um pouco? — Mas ela também tem sido sua maior defensora, - Mamãe me lembra. — Ela sempre esteve lá para você quando você precisava dela. Lembre-se que quando menina desagradável fez bullying para você na quinta série? Qual era o nome dela de novo, Brenda? Brynn? —Bryndan. —Bryndan? Senhor, qual é o problema com os pais nos dias de hoje? -Mamãe balança a cabeça com espanto. — De qualquer forma, lembre-se quando Bryn não, eu não posso mesmo dizer isso, é tão estúpido. Quando essa garota fez bullying a você? Ramona era como um pit bull, rosnando e cuspindo e pronta para protegê-la de seu último suspiro


É a minha vez de suspirar. — Eu sei que você está tentando ser útil, mas podemos por favor não falar sobre Ramona mais? —Ok, vamos falar sobre o garoto, então. Porque eu acho que você deveria chamá-lo de volta, também. —Concordo em discordar. —Querida, ele obviamente se sente mal com o que aconteceu, caso contrário ele não estaria tentando entrar em contato com você. E... bem, você estava indo para, ah... dar-lhe a sua flor... Eu cuspo literalmente meu café que escorre embaixo do meu queixo e pescoço, e eu rapidamente pego um guardanapo para enxugá-lo antes que ele manche meu pijama. — Oh meu Deus. Mãe. Nunca mais diga isso de novo. Eu imploro a você. — Eu estava tentando ser mãe, - diz ela afetadamente. —Há parental, e então há a Inglaterra vitoriana. — Tudo certo. Você estava indo para foder ele.. — Isso não é parental! - Um vendaval de riso voa para fora, e leva um segundo antes de eu ser capaz de falar sem rir. — Mais uma vez, eu sei que você está tentando ajudar, mas Logan esta fora da mesa também. Sim, eu estava pensando em ter relações sexuais com ele. Não, isso não aconteceu. E isso é tudo que ela escreveu. Há nuvens de aflição na sua expressão. — Tudo bem, eu não vou incomodá-la sobre isso. Mas com o que disse, eu me recuso a deixar você passar o resto do verão de mau humor. — Eu não tenho estado de mau humor - eu protesto. — Não do lado de fora. Mas eu posso ver através de você, Grace Elizabeth Ivers. Eu sei quando você está sorrindo de verdade, e quando você está sorrindo para o show, e até agora você me deu duas semanas de mostrar sorrisos. - Ela se endireita, um conjunto determinado a seus ombros. — Eu acho que é hora de fazer você sorrir de verdade. Eu queria que a gente fosse até o canal hoje e caminhasse ao longo do rio, mas você sabe o quê? Mudança de


itinerário de emergência. - Ela bate palmas. —Precisamos fazer algo drástico. Porcaria. A última vez que usou a palavra —drástica— em conjunto com um passeio, fomos a um salão de beleza em Boston e ela tingiu o cabelo de rosa. — Como o quê? - Pergunto cautelosamente. — Estamos pagando uma visita a Claudette. — Quem é Claudette? — Meu cabeleireiro. Oh, Deus. Eu vou ter cabelo rosa. Eu só sei isso. Mamãe sorri para mim. — Confie em mim, não há nada como uma boa reforma para animar uma menina. - Ela pega a caneca da minha mão e a coloca sobre o balcão. — Vista-se enquanto eu faço a chamada. Nós vamos nos divertir muito hoje!


16 LOGAN Junho Eu estou 33 dias em meu limite de tortura em Logan and Sons quando eu tenho o meu primeiro encontro com o meu pai. Eu estive esperando por isso, de alguma forma doente, mesmo olhando para a frente, mas a maior parte do tempo, papai me deixou sozinho desde que me mudei de volta para casa. Ele não me perguntou sobre a escola ou hóquei. Não me deu as viagens habituais de culpa sobre como eu não me importo o suficiente para visitar. Tudo o que ele fez foi reclamar sobre sua dor e trazer cervejas em minha direção enquanto implora — Beba uma cerveja com seu velho, Johnny. Certo. Como isso nunca vai acontecer. Eu aprecio que ele não foi no meu caso, no entanto. A verdade é que eu estou muito exausto para lutar com ele agora. Eu tenho acompanhado o rígido programa off-temporada de treinamento que o treinador projetou para nós, o que significa levantar-se no raiar do dia para malhar, trabalhar na garagem até oito horas, trabalhando outra vez antes de dormir, e, em seguida, cair para a noite e fazer tudo de novo no dia seguinte.


Uma vez por semana eu vou a arena de ínfima qualidade de Munsen para trabalhar no disparo e patinação com Vic, um dos nossos assistentes técnicos que conduz ao longo de Briar para me certificar de que ficar afiado. Eu o amo por isso, e estou ansioso para o tempo de gelo, mas, infelizmente, hoje não é um dia de pista. O cliente que estou lidando no momento é o capataz da equipe de construção na cidade. Bernie é o seu nome, e ele é um cara decente, bem, se você ignorar suas tentativas constantes de me convencer a juntar-se a liga de hóquei do verão Munsen, que eu não tenho vontade de fazer. Bernie apareceu há cinco minutos com um prego de duas polegadas encravado no pneu dianteiro de sua caminhonete, deu-me o discurso habitual sobre como eu preciso participar do campeonato, e agora estamos a discutindo as opções para seus reparos. — Olha, eu posso facilmente corrigir - digo a ele. —Eu vou puxar o prego, consertar e encher o pneu. Que é definitivamente a opção mais barata e mais rápida. Mas seus pneus não estão na melhor forma física, Bernie. Quando foi a última vez que você substituiu-os? Ele esfrega a barba. —Há cinco anos? Talvez seis? Eu me ajoelho ao lado do pneu dianteiro esquerdo e dou-lhe outro exame rápido. — Os quatro pneus estão começando a se desgastar. Não é baixo para 1/16 de polegada ainda, mas está ficando bem perto. Mais alguns meses e pode não ser seguro para dirigir mais. — Ah, garoto, eu não tenho o dinheiro para substituí-los agora. Além disso, a equipe de trabalho tem um grande trabalho em Brockton. - Ele dá o capô um baque saudável. —Eu preciso deste bebê comigo todos os dias desta semana. Basta fazer o conserto para agora. — Tem certeza? Porque você vai ter que voltar novamente quando o piso estiver desaparecendo. Eu recomendo fazer isso agora.


Ele rejeita a sugestão acenando uma mão carnuda. — Nós vamos fazer isso da próxima vez. Eu aceno de cabeça, sem argumento. Primeira regra de serviço? O cliente tem sempre razão. Além disso, não é como se os pneus estão indo para explodir nas próximas horas. Ainda vai ser um longo tempo antes de a banda de rodagem ser completamente desgastada. — Tudo certo. Eu vou fazer isso agora. Ele só deve demorar cerca de dez minutos, mas eu tenho que terminar o alinhamento neste jetta primeiro. Então, mais como meia hora. Você quer esperar no escritório? — Não, eu vou andar por aí e fumar. Tenho alguns telefonemas para fazer. - Ele olha para mim. — E, pelo amor de Deus, precisamos de você no gelo quinta-feira a noite, garoto. Pense nisso, ok? Concordo com a cabeça novamente, mas nós dois sabemos o que a minha resposta vai ser. Todos os anos, os mineiros de Munsen estendem um convite, e todos os anos eu rejeito. Honestamente, é muito deprimente para sequer considerar. É apenas um lembrete de que no próximo ano eu vou estar indo de uma equipe I Divisão para os mineiros Munsen. Yup, eu vou ser o jogador estrela de uma liga amadora, em uma equipe que ainda não é conhecida e está nomeando esta cidade. Não existem minas em Munsen e nunca existiram. Menos de um minuto depois Bernie vagueia fora, meu pai sai do escritório e manca para mim. Suas mãos estão abençoadamente desprovido de quaisquer recipientes alcoólicos. Pelo menos ele tem mais sentido do que beber na frente dos nossos clientes. — Que diabos foi isso? - Ele exige. Tanto para proteger os clientes de que ele está enrolando como um louco e balançando em sua bengala, e de repente eu estou contente que ele está escondido no escritório todo o dia, fora da vista. Eu abafo um suspiro. — O que você está falando? — Onde estava a venda? - Suas bochechas são liberadas em afronta, e mesmo que eu estou de volta em casa há mais de um mês,


eu ainda estou espantado pela forma como ele esta magro. É como se toda a pele do rosto, braços e torso decidiu se mudar para seu estômago, formando uma barriga de cerveja incrivelmente pouco lisonjeira que se projeta debaixo de sua T-shirt esfarrapada. Fora a barriga, ele é magro como um trilho, e isso me deixa triste vê-lo desta forma. Eu vi fotos dele quando ele era mais jovem, e eu não posso negar que ele costumava ser bonito. E eu tenho memórias de quando ele estava sóbrio. Quando ele foi rápido para sorrir, sempre armado com uma piada ou uma risada. Eu sinto falta daquele homem. Cristo, eu realmente sinto muito falta dele às vezes. — Um trabalho de remendo, em vez de quatro pneus novos? Ele resmunga. — O que diabos está errado com você? Eu me esforço para controlar meu temperamento. — Eu recomendei pneus novos. Ele não queria colocar eles. — Você não recomenda. Você empurra sobre eles. Você enfia goela abaixo a sua porra. Eu dou uma espiada preocupado na direção de Bernie, mas felizmente ele é todo o caminho na parte da frente da garagem, fumando um cigarro enquanto fala em seu telefone. Jesus. E se ele tivesse ao alcance da voz? Será que o meu pai tem sido capaz de conter-se de dizer esse tipo de merda na frente de um cliente fiel? Eu honestamente não sei. É apenas uma e meia da tarde e ele é impressionante em seus pés como se tivesse consumido todo o estoque de uma loja de bebidas. — Por que você não volta para casa? - Eu digo suavemente. —Você está tropeçando um pouco. Suas pernas estão machucadas? — Eu não estou ferido. Eu estou chateado! - Ele diz que está chateado. - Maravilha. Ele está tão bêbado que ele está balbuciando agora. — O que você está fazendo aqui, se você estiver indo jogar dinheiro fora como ele cresce em árvores? Você disse que os pneus


não são seguros. Você não fica em torno e fala sobre o seu time de hóquei porra! — Nós não estávamos falando de hóquei, pai. — Besteira. Ouvi isso. - O homem que costumava vir a todos os meus jogos de hóquei da nona série e sentar-se atrás do banco casa torcendo seus pulmões para fora ... agora ele sorri para mim. — Pense que você é uma grande estrela do hóquei, idiota, Johnny? Mas naah, você não é. Se você é tão bom, por que ninguém chama você? Meu peito aperta. — Pai... - O aviso tranquilo vem de Jeff, que limpa suas mãos cobertas de graxa com um pano e marcha até nós. — Fique fora disso, Jeffy! Eu estou falando com seu irmão mais velho. Meu pai pisca. — Novo irmão, eu quero dizer. Ele é o mais jovem, certo? - Jeff e eu trocamos um olhar. Merda. Ele esta realmente fora de si. Normalmente um de nós monitora-o durante todo o dia, mas temos estado ocupados desde o segundo que abrimos a loja esta manhã. Eu não tinha estado muito preocupado porque meu pai estava no escritório, mas agora eu me amaldiçôo por ter esquecido uma regra importante no manual alcoólatra: sempre tem bebida na mão. Ele deve manter um estoque escondido no escritório. Da mesma forma que ele escondeu o álcool quando ele e minha mãe ainda estavam juntos. Uma vez, quando eu tinha doze anos, o lavabo entupiu, então eu subi para corrigi-lo, e quando eu levanto a tampa, eu encontrei um garrafa de vodka flutuando no tanque. Apenas mais um dia na casa Logan. — Você parece cansado - diz Jeff, segurando firmemente o braço de nosso pai. — Por que você não volta para a casa e tira uma soneca? - Ele pisca novamente, confusão eclipsando a raiva. Por um momento, ele se parece com um pequeno garoto perdido, e de repente


eu me sinto como gritando. É momentos como estes quando eu quero agarrar seus ombros e sacudi-lo, pedir-lhe para me fazer entender por que ele bebe. Minha mãe diz que é genética, e eu sei que lado do pai da família tem um histórico de depressão, bem como o alcoolismo. E foda, talvez seja isso. Talvez estas realmente são as razões que ele não pode parar de beber. Mas uma parte de mim ainda não pode aceitar plenamente. Ele teve uma boa infância, dane-se. Ele tinha uma esposa, dois filhos que fizeram tudo o que podiam para agradá-lo amado. Por que não poderia isso ser suficiente para ele? Sei que ele é um viciado. Eu sei que ele está doente. É tão difícil colocar nesse quadro na mente, naquele lugar onde uma garrafa de bebida é a coisa mais importante em sua vida, tanto assim que você está disposto a jogar fora tudo o resto para ele. —Eu acho que eu estou um pouco cansado - murmura meu pai, seus olhos azuis ainda nublado com confusão. — Eu vou, ah... ir dormir agora. - Meu irmão e eu olhamos quando ele manca fora, e, em seguida, Jeff vira para mim com um olhar triste. — Não dê ouvidos a ele. Você é bom. — Sim, claro. - Eu aperto minha mandíbula e vou de volta para o elevador, onde o Jetta desportivo que eu tenho trabalhado me espera. — Eu preciso terminar. — John, ele não sabe o que está falando. — Esqueça - murmuro. — Eu já fiz. Eu fecho mais tarde do que o habitual. Muito mais tarde do que o habitual, porque quando oito horas chegou, eu não podia tolerar o pensamento de ir para a casa para o jantar. Jeff pisou em torno de nove para me trazer um pouco de bolo de carne de sobra, e silenciosamente me informou que meu pai estava - um pouco sóbrio O que é ridículo, porque, mesmo se ele parar neste exato momento, há tanto álcool fluindo em suas veias que levaria dias para ele para sair de seu sistema.


Agora é 10:15, e eu estou esperando que o pai vai estar dormindo quando eu entrar por aquela porta. Não, eu estou rezando. Eu não tenho energia para lidar com ele agora. Deixo a loja pela porta lateral, parando para deixar cair as chaves do Jetta para a pequena caixa de correio pregado na parede. O seu proprietário, uma morena bonita que leciona na Munsen Elementary, era para supostamente pegar o carro hoje à noite, e eu já estacionei fora para ela na área designada. Eu verifique o cadeado na porta da garagem, em seguida, voltei para a casa apenas quando faróis cortam as árvores e um táxi acelera a entrada de automóveis. Um homem mais velho se senta atrás do volante, olhando-me com cautela enquanto a porta de trás do táxi abre e Tori Howard pula para fora, suas botas de salto alto levantando uma nuvem de poeira quando se encontram a sujeira. Ela acena quando ela me vê, então faz gestos para o motorista que está tudo bem para ir. Um segundo depois, ela balança seus quadris curvilíneos no meu caminho. Tori está em seus vinte e poucos anos e absolutamente linda. Ela se mudou para Munsen um par de anos atrás e traz seu carro para ser reparado algumas vezes por ano, e, acreditem, esse carro não é a única coisa que ela quer manutenção. Ela da em cima de mim toda vez que eu a vejo, mas eu não tenho levado para cima suas ofertas muito flagrantes porque Jeff esta geralmente em torno quando ela aparece e eu não quero que ele pense que estou dormindo com os clientes. Mas esta noite é só nós dois, sem Jeff à vista. Um sorriso levanta os cantos de sua boca enquanto ela se aproxima de mim. — Hey. —Hey. - Eu aceno. — Você deveria ter me dito que você não tinha uma carona. Jeff ou eu poderia ter te pegado. — É mesmo? Eu não tinha ideia este foi um serviço completo ela brinca.


Eu dou de ombros. — Nosso objetivo é agradar. Seu sorriso se alarga, e eu percebo quão desprezível que o comentário despreocupado tinha soado. Eu não estava tentando flertar, mas seus olhos estão brilhando sedutoramente agora. De repente noto que eles são quase o mesmo tom de marrom como olhos de Grace. Exceto que Grace nunca olhou para mim como se quisesse me devorar. Tinha havido algo sério sobre seu olhar. Havia calor, com certeza, mas não foi calculado e ostensivo como a maneira que Tori está olhando para mim agora. E merda, eu realmente preciso parar de pensar sobre Grace. Eu não posso nem contar quantas vezes eu a chamei este verão, mas seu silêncio continuou me dizendo tudo que eu preciso saber. Ela não quer ouvir as minhas desculpas. Ela não quer me ver novamente. No entanto, eu não posso lutar contra a esperança de que talvez ela vá mudar de ideia. — Você sabe, você está mais bonito a cada vez que te vejo, - Tori arrasta. Eu duvido. Se qualquer coisa, eu fico mais cansado. E eu tenho certeza que há um traço de óleo na minha bochecha no momento, mas Tori não pareceu se importar. Ela faz beicinho. — O que, você não está indo para retornar o elogio? -Eu não posso deixar de sorrir. — Tori, você é linda e você sabe disso. Você não precisa de mim para dizer isso. — Não, mas às vezes é bom ouvir isso. Eu não sei como me sinto sobre onde o sentido dessa conversa vai, então eu mudo de assunto. — Você recebeu a minha mensagem, certo? Expliquei tudo o que fizemos para o carro, mas eu posso correr com ele outra vez com você, se você quiser. — Não há necessidade. Parece que vocês foram bastante detalhistas. -Ela inclina a cabeça. — Então. Você tem grandes planos para esta noite?


— Não. Vou tomar um banho e dormir. Tem sido um longo dia, e vai ser até mais longo amanhã. — Um chuveiro, hein? Você sabe - diz ela casualmente, — Eu só tenho um segundo chuveiro instalado no meu banheiro. - E não há nada casual sobre esse comentario — Eu sempre vi no cinema, estes chuveiros incríveis parecendo com um milhão chuveiros, e eu pensei, por que não posso ter isso? E então eu percebi, eu posso absolutamente. - Ela sorri. —Então eu chamei um encanador e ele veio na semana passada e instalou-o. Eu nem consigo descrever o quão fantástico é. Água jorrando em você na frente e atrás? É glorioso. Eeeeeee meu pau está semi-duro agora. Eu não estou prestes a obter todo a auto-julgamento, embora, porque um, eu não tive relações sexuais em quase três meses, e dois, quando uma bela mulher está falando sobre seu chuveiro, há algo errado com você, se seu cérebro não evocar a imagem dela em seu chuveiro. Nua. Com água que pulveriza sua frente e atrás. — Você deve vir e checar em algum momento - diz ela, e ela e a piscadela é tão sutil como um tapa na bunda. Hesitação sobe no meu peito. Em qualquer outro momento, eu estaria em seu chuveiro em um piscar de olhos. Mas eu ainda estou me segurando na esperança que Grace pode... pode o quê? Um texto para mim? Aceitar minhas desculpas? Mesmo se ela fizer, isso não significa que ela vai querer sair comigo. Inferno, por que ela iria? Ela queria transar comigo e eu a rejeitei. Como meu silêncio arrasta, Tori solta um suspiro. — Eu ouvi os rumores sobre você, Logan, e eu tenho que dizer, estou desapontada que eles não são verdadeiros. Eu estreito meus olhos. — Que rumores? —Você sabe, que você é o sexo em uma vara. Acima de qualquer coisa. Bom na cama. - Ela me dá um sorriso petulante. — Ou talvez tudo isso é verdade, e você não está apenas em mulheres mais velhas.


Mas eu vou ter que, você sabe, eu sondei alguns amigos e todos eles concordaram que uma diferença de idade de seis anos não faz de mim um puma. Uma risada sai. — Você definitivamente não é um puma, Tori. — Então eu acho que eu não sou seu tipo. Meu olhar vagueia ao longo dos seios alegres debaixo de sua camisa apertada e as pernas bem torneadas. Não é meu tipo? Sim certo. Ela é exatamente o tipo de mulher que eu normalmente sou atraído. Então, o que diabos está me parando? Grace? Porque depois de meses de silêncio, talvez seja hora de eu finalmente tomar a dica. — Naah, isso não é verdade - eu digo com indiferença. — Você geralmente me pega quando estou distraído. — Hmmm. Bem, você está distraído agora? — Não. Na verdade... - Meu olhar grudado em seu peito novamente antes de encontrar seus olhos. — Eu poderia realmente ir para um banho.


17 LOGAN Julho Garrett me surpreende ao aparecer na garagem em uma noite de quinta-feira com pizza e um pacote de cerveja. Eu não vejo muito dele durante o verão, o que comigo vivendo em casa e ele trabalhando sessenta horas por semana em uma empresa de construção em Boston. Nós mandamos texto aqui e ali, geralmente sobre os playoffs da NHL. Nós nos reunimos para assistir ao jogo Stanley Cup todos os anos, o que fizemos no mês passado. Mas para a maior parte, a nossa amizade vai em hiato até que eu volte para Hastings em setembro. Estou feliz em vê-lo, no entanto. Eu provavelmente estaria mais feliz se ele não tivesse trazido a cerveja, mas hey, como é que Garrett deveria saber que meu pai tinha jogado uma lata de cerveja na minha cabeça esta manhã? Yup, merda obtida real hoje. Meu pai jogou uma lata em um acesso de raiva, o que me acertou e quase que dou um balanço nele. Jeff, é claro, partiu-se e jogou defensor da paz, antes de arrastar para casa a bunda bêbada do meu pai. Quando eu apareci para almoço, o velho estava bebendo Bud light na sala de estar e assistindo


infomerciais, cumprimentando-me com um sorriso que me disse que ele já tinha esquecido o que tinha acontecido. —Hey. - Garrett caminha até a Hyundai cuja pastilhas de freio acabei de substituir e me dá um macho homem-abraço que envolve muitos tapas nas costas. Em seguida, ele olha para outro lado da sala para o meu irmão. — Jeff, meu homem. Há muito tempo. —G! - Jeff estabelece a chave de soquete e divaga sobre a apertar a mão de Garrett. — Onde diabos você tem se escondido neste verão? — Boston. Passei as duas últimas semanas escravizado em um telhado com o sol batendo na minha cabeça. Eu sorrio quando percebo a queimadura em seu nariz, pescoço e ombros. E porque eu sou um burro, eu me inclino e aperto a mancha vermelha de sua pele em seu ombro esquerdo. Ele estremece. — Caralho. Isso dói. — Pobre bebê. Você deve pedir a Wellsy para esfregar aloe em seus ombros. - Ele dá um sorriso de lobo. — Oh, acredite em mim, ela tem. Que já faz dela de uma maneira melhor companheira de quarto do que você. - Colega de quarto? Ah, certo. Eu esqueci completamente que Hannah está morando em nossa casa para o verão. O que me lembra que os caras e eu provavelmente deveríamos falar sobre o que vai acontecer no outono. Se o planejamento de Hannah é mover-se oficialmente. Eu sou totalmente a favor, e sim, eu amo sua companhia, mas eu também adoro a dinâmica que temos, apenas nos rapazes. Injetar uma dose de estrogênio no sistema pode ter um curto-circuito ou algo assim. — Você pode fazer uma pausa? - Garrett pergunta. — Você também, Jeff. Há pizza suficiente para três. Hesito, imaginando a reação do meu pai se ele vagueia fora e me vê conversando com meu amigo em vez de trabalhar. Porra. Eu não estou com vontade de jogar para baixo com ele novamente.


Jeff, no entanto, responde antes. — Não se preocupe. John está feito para a noite. Olho de surpresa. — Sério, eu tenho isto - meu irmão me diz. — Eu vou terminar aqui. Você fica com G ao redor e relaxa. — Tem certeza ? Jeff repete-se, o seu tom firme. — Eu tenho isto. Concordo com a cabeça em agradecimento, em seguida, retiro meu macacão e saio da garagem com Garrett na minha cola. Nós caminhamos para baixo o caminho que conduz à casa, mas logo antes de chegar ao bangalô, eu desvio em direção à clareira gramada na borda mais distante da propriedade. Anos atrás, Jeff e eu tínhamos criado uma fogueira lá fora e cercado com um semi-círculo de cadeiras. E nos bosques além da clareira, há uma casa na árvore que construímos quando éramos crianças, que qualquer inspetor iria condenar graças à sua obra de má qualidade e fachada instável. Garrett coloca a caixa de pizza na mesa de madeira frágil entre duas das cadeiras, em seguida, pega o six-pack, puxa uma lata fora do anel de plástico e atira para mim. Eu pego, mas não abro. — Certo, eu esqueci - Garrett diz secamente. — A cerveja é para maricas. - Ele revira os olhos. — Não há filhotes ao redor, homem. Você não tem a pretensão de ser todo sofisticado. Sofisticado? Ha. Meus amigos sabem que eu não bebo cerveja a menos que seja a única opção disponível, mas eu sempre reivindico que minha antipatia por ela decorre do fato de que a cerveja é fraca e tem gosto de merda. A verdade? O cheiro serve como um lembrete deprimente da minha infância. O mesmo acontece com o sabor de bourbon, bebida de backup do meu pai uma vez que ele fica sem cerveja.


— Só não me sinto com vontade beber agora. - Eu coloco a lata sobre a sujeira e aceito a fatia da pizza carregada bacon ele me dá. — Obrigado. Garrett balança na cadeira e pega uma fatia. — Então, o quão louco é sobre Connor? Primeiro escolha redonda que tem que ser bom para seu ego. Há um sentimento agridoce sobre mim. O rascunho da entrada de NHL teve lugar um par de semanas atrás, e eu estava emocionado ao saber que dois jogadores Briar fez o corte. Os Reis abocanhou Connor Trayner na primeira rodada, enquanto os Blackhawks redigiu um dos nossos homens D, Joe Rogers, no quarto. Estou muito orgulhoso dos meus rapazes. Eles são ambos alunos do segundo ano, ambos os jogadores talentosos que merecem estar na liga. Mas, ao mesmo tempo, é mais um lembrete de que eu não vou estar na liga. — Connor ganhou essa primeira rodada. O garoto é mais rápido do que um relâmpago. Garrett mastiga devagar, um vislumbre pensativo em seus olhos. — E sobre Rogers? Acha que ele vai fazer a lista Hawks? Ou são enviados para baixo para a equipe da fazenda? Eu medito sobre isso. — A equipe da fazenda - eu respondo, embora com relutância. — Eu acho que eles vão querer desenvolve-lo mais antes de colocá-lo solto no mundo. — Sim eu também. Ele não é o melhor manipulador de pau. E muitos de seus passes não dão liga. Continuamos a falar de hóquei e nós devoramos toda a pizza, e, eventualmente, eu abro a cerveja, embora eu só tome um gole ou dois. Eu não estou olhando para uma noite soprando. Na verdade, eu não me senti como festas em tudo ultimamente. Se eu estou sendo honesto, meu humor tem estado no lixo desde aquela noite com Tori no mês passado. — Então, o que Wellsy esta planejando fazer no outono? - Eu pergunto a ele. — Ela está se movendo ou o quê?


Garrett é rápido para sacudir a cabeça. — Não. Em primeiro lugar, eu teria perguntado a vocês se era legal antes de fazer esse tipo de decisão. Mas ela não quer, de qualquer maneira. Fazia sentido para o verão, pois o nosso lugar é tão perto de seu trabalho, mas ela e Allie estão definitivamente dividindo o quarto juntas novamente quando o semestre começar. — Ela sabe ainda o que ela quer fazer após a graduação? — Nenhuma pista. Ela tem um ano inteiro para descobrir isso, no entanto. - Garrett fica em silêncio por um instante. — Ei, você sabe da Meg amiga da Wellsy? Eu aceno, retratando o drama principal passado, bonita, eu me lembro, tem um namorado que é uma espécie de ducha. Sim. Ela está saindo com aquele cara Jimmy, certo? — Jeremy. E eles se separaram. - Garrett hesita novamente. — Hannah perguntou se talvez você queria que ela defina vocês dois. Divertimento de Meg. Você pode gostar dela. Eu mudo na minha cadeira, desconfortável. — Obrigado pela oferta, mas eu não estou interessado. Ele ilumina. — Isso significa que a caloura que você está obcecado finalmente decidiu perdoá-lo? Depois do jogo Stanley Cup, eu havia confessado a Garrett sobre toda a situação Grace, o uísque que eu tinha consumido soltando a língua e fazendo-me dar-lhe uma sórdida descrição da Noite-V, que é o que eu estou chamando essa transa. Agora eu lamento dizer-lhe, porque falando sobre ela traz uma dor no meu peito. — Ela ainda não esta falando comigo - eu admito. — Acabou, cara. — Merda. Isso é péssimo. Então, eu suponho que você está de volta para a perfuração de qualquer coisa em uma saia?


— Não. - Minha vez de fazer uma pausa. — Eu quase dormi com essa garota mais velha, há algumas semanas. Ele sorri. — Quanto mais velha? — Ela tem... vinte e sete anos, eu acho? Ela é professora aqui na cidade. Quente. — Legal. É você… espere, o que quer dizer, quase? Eu desajeitadamente saboreei minha cerveja. — Não foi possível passear com ela. Ele parece assustado. — Por que não? — Porque... foi... - Eu me esforço para encontrar o adjetivo certo para descrever aquela noite desastrosa com Tori. — Eu não sei. Fui para o seu lugar, com a intenção de foder seus miolos, mas quando ela tentou me beijar, eu só corri. Parecia... vazio, eu acho. —Vazio - ele repete, parecendo confuso. — O que isso significa? Foda-se se eu posso explicar isso. Desde que eu comecei a faculdade, eu não passei muitas oportunidades para transar. A maneira que eu vi, eu poderia muito bem viver no momento e tirar todo o prazer que pude obter, porque amanhã eu vou ser um mecânico maldito, vivendo uma existência oca na merda que é Munsen. Mas a noite que eu fui para Tori foi ... igualmente oca. Eu levanto a cerveja aos lábios de novo, mas desta vez eu bebo até a metade da lata. Cristo, tudo sobre a minha vida deprime a merda fora de mim. Garrett me observa, profunda preocupação gravada em seu rosto. — O que está acontecendo, cara? — Nada. — Besteira. Você parece que seu cão acaba de morrer. - Ele abruptamente olha ao redor da clareira. — Oh merda, o seu cão morreu? Você tem um cachorro? De repente eu percebi que eu não sei nada sobre sua vida aqui.


Ele está certo. Esta é apenas a segunda vez que ele esteve aqui, nos três anos que o conheço. Eu sempre fiz questão de manter minha vida em casa separada da minha escola. Não que Garrett não seria capaz de se relacionar. Quero dizer, seu pai não é exatamente um príncipe, qualquer. Uma parte de mim ainda está chocado que o pai de Garrett batia nele. Phil Graham é realeza hóquei em torno destas peças, e eu o idolatrava-o enquanto estava crescendo, mas desde então Garrett me contou sobre o abuso, não posso sequer ouvir o nome do homem sem querer enfiar um patim em seu peito e torcer. Difícil. Então sim, eu acho que eu poderia ter compartilhado minha própria educação de baixa qualidade quando Garrett compartilhou a sua. Eu poderia ter dito a ele sobre a bebedeira do meu pai. Mas eu não tinha, porque não é algo que eu gostaria de falar sobre. Mas agora? Estou cansado de manter tudo dentro. — Você quer saber sobre minha vida aqui? - Eu digo sem rodeios. — Duas palavras, é uma porcaria. Garrett descansa sua cerveja em seu joelho e encontra os meus olhos. — Como assim? — Meu pai é um alcoólatra em fúria, G. Ele assobia uma respiração. — Você está falando sério? Eu aceno. — Por que você não me contou isso antes? - Ele balança a cabeça, olhando chateado. — Porque não é um grande negócio. - Eu dou de ombros. — É assim que as coisas são. Ele cai dentro e fora do vagão. Ele faz bagunças e nós limpamos. — É por isso que você e Jeff estão praticamente correndo seu negócio por ele?


— Sim. - Eu respiro. Dane-se. Se é hora confissão, então não há nenhum ponto meia assiná-lo. — Eu vou estar trabalhando aqui em tempo integral no próximo ano. — O que você quer dizer? - A boca de Garrett enruga em uma carranca. —Espere, por causa do projeto? Eu já te disse... Eu interrompo. — Eu não fiz inscrições. Choque e mágoa se misturam em seus olhos para criar uma nuvem escura. — Você está falando sério? Eu aceno. — Por que diabos você não disse nada? — Porque eu não queria que você tentasse mudar minha mente. Eu sabia que no dia em que aceitei a bolsa de estudos para Briar que eu não estaria indo para o profissional. — Mas... - Ele está cuspindo agora. — E quanto a toda essa conversa sobre você e eu em Jerseys Bruins? — Basta falar, G. - Meu tom é tão miserável quanto o meu futuro. — Jeff e eu fizemos um acordo. Ele trabalha aqui, enquanto eu estou na escola, e então nós desligamos. — Isso é besteira, - diz Garrett novamente. Veementemente este tempo. — Não, é vida. Jeff fez o seu tempo, agora é a minha vez. Alguém tem que, ou então o meu pai vai perder seu negócio, e a casa, e... — E isso é problema dele, - Garrett interrompe, seus olhos cinza ardente. — Eu não quero parecer insensível, mas é verdade. Não é sua a responsabilidade de cuidar dele. — Sim. Ele é meu pai. - Arrependimento aperta minha garganta. — Ele pode ser um bêbado, e um total idiota às vezes, mas ele está doente, G. E ele entrou em um acidente de carro há alguns anos atrás


e fodeu as pernas muito ruim, então agora ele tem dor crônica e mal consegue andar. - Eu engoli, tentando conter a tristeza. — Talvez nós vamos ser capazes de levá-lo de volta para a reabilitação um dia. Talvez não. De qualquer maneira, eu preciso intensificar e cuidar dele. Não vai ser para sempre. — Quanto tempo depois? — Até Jeff receber o bichinho das viagens fora de seu sistema eu digo fracamente. — Ele e sua namorada estão indo para passar alguns anos viajando pela Europa, e, em seguida, eles estão voltando e se estabelecendo em Hastings. Jeff vai dirigir a garagem de novo, e eu vou ser livre. Descrença pinga de voz de Garrett. — Então, você está colocando sua vida em suspenso? Por anos? — Sim. O silêncio que se segue só aumenta o meu desconforto. Eu sei que Garrett desaprova meus planos, mas não há nada que eu possa fazer sobre isso. Jeff e eu tínhamos um acordo, e eu não tenho escolha, a não ser cumpri-lo. — Você nunca teve qualquer intenção de chamar esse agente. — Não. - eu confesso. Sua mandíbula aperta. Em seguida, ele deixa escapar um suspiro pesado. Ele passa uma mão sobre o couro cabeludo. — Eu queria que você me contasse tudo isso antes. Se eu soubesse, eu não teria assediado você sobre isso todo o ano. — Diga-lhe que o meu futuro é tão sombrio quanto uma pena de prisão? Não, que é praticamente uma sentença de prisão? Eu não gosto nem de pensar nisso, G. Eu olho para a frente para nada em particular. O sol já se pôs, mas ainda há um pouco de luz no céu, dando-me uma vista perfeita do imóvel. O bangalô desatualizados e gramado crivado de leão.


O plano de fundo para a vida que eu vou levar depois de me formar. — É por isso que você está festejando como se não houvesse amanhã? -exige Garrett. — Porque você acredita, literalmente, que não há um amanhã? — Olhe ao seu redor, homem. - Faço um gesto para a grama bronzeada pelo sol e pneus velhos espalhados sobre a terra. — Este é o meu amanhã. Ele suspira. — Então, o que, você sabia que não estava indo para ter a experiência NHL para que pensei, hey, pode muito bem tirar proveito do menor status de celebridade de faculdade e desfrutar deste fluxo constante de fácil boceta? - Garrett parece que ele está tentando não rir. —Por favor, não me diga que você está jogando hockey com o único propósito, para que você possa conseguir. Eu olho feio para ele. — Claro que não. Isso é apenas um privilégio. — A vantagem, hein? Então o que você está fazendo desejando um relacionamento? - Ele arqueia a sobrancelha. —Sim, ela me disse. — O que exatamente estamos discutindo aqui, G? Minha vida sexual? Porque eu pensei que nós estávamos falando sobre o meu futuro. Que, por sinal, é uma porra de brincadeira, certo? Eu não tenho absolutamente nada de olhar para frente. No hóquei, há meninas, não há escolhas. — Isso não é verdade. - Ele faz uma pausa. — Você tem um ano. Um vinco escava em minha testa. — O Quê? — Você tem um ano inteiro, John. Seu último ano. Por mais um ano, você tem opções. Você tem hóquei, e seus amigos, e se você quer uma namorada, você pode ter isso também. - Ele bufa. — Mas isso significa manter o seu pau fora das meninas de festas que têm o QI de uma vara de hóquei.


Eu mordo o interior da minha bochecha. — Você quer meu conselho? - Sinceridade brilha em seus olhos. — Se eu soubesse que tinha mais um ano antes de eu, eu estava prestes a dizer tinha, mas eu afirmo que você não tem que fazer nada. Você escolhe, mas o que quer, você fez sua escolha. Mas se eu soubesse que tinha que colocar a minha vida em suspenso a partir do próximo ano, eu faria a maior parte do tempo o que tinha deixado. Pare de fazer coisas que fazem você se sentir vazio. Divirta-se. Faça as coisas direito com aquela garota, se é isso que vai fazer você feliz. Saia do mau humor e aproveite ao máximo o seu último ano. — Eu não estou de mau humor. — Sim, bem, você não está fazendo nada de produtivo, tampouco. Eu mastigo na minha bochecha até que eu tenha tirado sangue, mas eu mal noto o sabor acobreado que enche minha boca. Eu tenho vindo a tratar neste próximo ano como uma sentença de morte, mas talvez Garrett esteja certo. Talvez eu precise começar a ver isso como uma oportunidade. Mais um ano para desfrutar a minha liberdade. Para jogar o jogo que eu amo. Para sair com os amigos que eu tenho sorte de ter e, provavelmente, não mereço. Liberdade, hóquei, e amigos. Sim, todas essas coisas fazem a lista. Mas o número um? Isso é um acéfalo. Eu preciso fazer as coisas direito com Grace.


18 LOGAN Agosto Há mais de uma semana antes do início do novo semestre, e eu estou finalmente vendo a luz no fim do túnel. Embora se eu estou sendo honesto, o final do verão não foi uma merda. Passei uma semana em Boston para visitar a minha mãe, não tive quaisquer grandes desentendimentos com o meu pai, e eu ainda acabei chamando Bernie e jogando alguns jogos com os mineiros. Acontece que os jogadores são realmente bastante decentes. A maioria deles são na casa dos trinta, alguns estão em seus quarenta anos, e eu, sendo o único vinte e um anos de idade, eduquei todos e cada um deles sobre o gelo. Mas foi bom ser parte de uma equipe novamente. A única mancha escura em um registro de verão de outra forma na maior parte indolor é que Grace não tinha chamado. Depois da minha conversa com Garrett, eu deixei uma mensagem de voz de voz pedindo desculpas novamente e pedindo outra chance. Sem resposta. Ainda assim, ela não pode me evitar para sempre. Eu sou obrigado a correr para ela no campus, ou... Eu sempre posso acelerar o processo por flertar com o estudante de graduação quente no gabinete de habitação para descobrir qual dormitório Grace estará.


Meu último recurso seria chamar - Ramona - mas eu me recuso a fazer isso a menos que seja absolutamente necessário. Mas tudo o que posso fazer é esperar. Tenho a tarde de folga hoje, e os meus espíritos são altos quando eu dirijo para Hastings. Minha força e condicionamento programada requer um maior peso da formação agora, mas desde que eu tenho a pior seleção de pesos em casa, Jeff concordou em cobrir para mim duas vezes por semana para que eu possa usar a sala de peso em nossas instalações da equipe no campus. Dean tem feito marcação junto comigo, e quando eu puxo para cima na frente de nossa casa, ele está esperando por mim na garagem. Sr. GQ está sem camisa, vestindo um jeans baixo, montando Adidas, acaba arrancando as calças e corre pelo lugar como um idiota. Sorrindo, eu pulo para fora do caminhão e caminho até ele. — Hey. Mudança de planos - diz ele. — Wellsy vai sair do trabalho mais cedo, então vamos correr em seu lugar. Eu enrugo meu nariz. — Você e eu? — Você, eu e Wellsy - ele esclarece. — Ela e eu estamos correndo a cada noite. Às vezes G vem se ela não está muito batida. Mas ela tem planos com os pais dela hoje à noite. — Legal. Seus pais estão na cidade? - Eu sei que Hannah não consegue vê-los tão frequentemente como ela gostaria, então eu imagino que ela deve estar emocionada. Eu também sei que a razão de ela não vê-los é... seu próprio negócio maldito. Mesmo que ela disse a Garrett que estava tudo bem para confiar em mim sobre a agressão sexual em seu passado, ele se sente inadequado para trazêlo para cima. Se ela queria falar sobre isso comigo, ela faria. — Eles estão hospedados no Inn on Main, - responde Dean. — De qualquer forma, esta é a única vez que ela pode correr hoje. Como se na sugestão, Hannah aparece na varanda da frente, vestido com uma folgada camiseta e calça de lycra que vão até os


joelhos. Seu rabo de cavalo em torno de como ela se apressa para me dar um abraço. — Logan! Eu me sinto como se eu não te vi em meses! — Isso é porque você não viu. - Eu ajusto o final de seu rabo de cavalo. — Como o seu verão está indo? — Bom. Você? Eu dou de ombros. — Tudo bem, eu acho. — Então você está vindo correr com a gente? — Aparentemente eu não tenho uma escolha no assunto. - Eu já estou usando tênis, calças de pista e uma camiseta velha, então eu não preciso mudar, mas eu passo em casa para esconder a minha carteira e chaves antes de encontrá-los do lado de fora novamente. Apenas a tempo para ouvir Hannah xingar Dean sobre seu traje de corrida. — Sério, cara, coloque uma camisa. — Ei, você sabe o que eles dizem,- Dean fala devagar. — Se você tem isso, ostente-o. — Não, eu tenho certeza que eles dizem para colocar uma camisa quando você vai para uma corrida, você narcisista arrogante. Seu queixo cai. — Narcisista? Mais como realista. Olhe para este abdomem, Wellsy. Na verdade, toque-os seriamente. Vai mudar a sua vida. Ela bufa. — O quê, você está muito intimidada por toda esta beleza masculina? - Ele bateu a mão sobre o apertado pacote. — Você sabe o quê? -, Diz ela docemente. — Eu adoraria tocar no seu tanquinho. Num piscar de olhos, Hannah foge para baixo e agarra algo do plantador ao lado da garagem. Um punhado de terra. Que ela


prossegue para manchar sobre ele, deixando uma frase do seu umbigo até o topo de sua cintura. E já que é quente como o inferno fora e Dean já está suado, os bolos de terra para sua pele como uma máscara de lama. — Pronto? - Ela silva. Dean olha furioso para ela. — Eu sei que você acha que eu vou entrar e limpar aquilo. Mas adivinhe eu não vou. — É mesmo? Você vai correr pela cidade assim? - Ela inclina a cabeça em desafio. — De jeito nenhum. Você é muito vaidoso. Eu dou uma risadinha, mas acontece que eu sei que ela não está dando Dean crédito suficiente. Tanto quanto seu ego provavelmente odeia que seu abdomen imaculado esteja sujo, Dean também passa a ser um jogador de hóquei teimoso e foda que não vai permitir que uma pequena como Hannah chegue até ele. — Nuh-uh, boneca. Eu estou vestindo esta sujeira como um distintivo de honra. Ele olha para ela Regozijando. Ela olha de volta. Irritada. Eu limpo minha garganta. — Estamos correndo ou o quê? Eles pulam fora de seu olhar para baixo e nós três decolamos em um ritmo acelerado pela calçada. — Nós geralmente corremos a mesma rota, - Dean me diz. —Abaixo para o parque, bateu a trilha lá, em seguida, voltamos pelo outro lado. Sabendo que eles tenham corrido juntos muitas vezes o suficiente para ter uma rota traz uma pontada estranha de ciúme. Tenho saudades dos meus amigos, dane-se. Eu odeio quão isolado estive em Munsen, com ninguém para conversar, além de Jeff e meu pai perpetuamente embriagado. Nós só tínhamos corrido por alguns minutos quando Hannah começa a cantarolar. Suavemente no início, mas, eventualmente, ele se transforma em um completo canto. A voz dela é bonita, doce e


melódica com um arremesso gutural que Garrett diz que lhe dá arrepios. Enquanto ela canta Take Me to Church, de Hozier não posso deixar de voltar-se para sorrir para Dean. — Ela canta quando ela está correndo, - diz ele com um suspiro. — Sério. Ela faz isso o tempo todo. Garrett e eu tentamos explicar que mexe com seu controle da respiração, mas— Juro por Deus, - ela interrompe, — se eu tiver que ouvir mais uma palestra sobre meu controle da respiração, vou socar você. Todos vocês. Eu gosto de cantar quando eu corro. Lide com isso. Eu realmente não me importo. A voz dela é uma boa trilha sonora para as batidas dos nossos tênis batendo na calçada, mesmo que sua escolha de músicas é um pouco deprimente. Quando chegamos à entrada do parque, eu avisto o teto do gazebo espreitar por entre as árvores, e eu de repente lembro da noite na torre de água com Grace. Ela me disse que este era o seu local infância. Meus ombros ficam tensos, quase como se eu estou antecipando para encontrar Grace no gazebo. Que é estúpido, porque é claro que ela não está. Puta merda, ela está. Eu vejo uma menina na escada. A longa trança e... decepção surge através de mim. Espere. Não é a Grace. É uma loira em um vestido verde a luz solar da tarde pega em sua trança dourada como ela inclina a cabeça para ler o livro no colo. Em seguida, levanta a cabeça, e puta merda de novo, porque eu estava certo da primeira vez, é ela. Eu tropeço para uma parada, esquecendo completamente de Dean e Hannah, que continuam correndo. De seu poleiro na escadaria, Grace olha na minha direção, e, embora cerca de trinta jardas nos separam, eu sei que ela me reconhece. Nossos olhares trancam, e uma carranca estraga seus lábios.


Merda, talvez Dean tenha algo. Talvez eu não devesse estar vestindo uma camisa agora. Gatas são muito mais receptivas quando elas estão olhando para um peito rasgado, certo? Jesus, e isso é triste, pensando que a visão do meu peito nu vai fazê-la esquecer tudo o que aconteceu entre nós. — Logan. Yo, que o inferno? Mantenha-se, mano. Meus amigos finalmente perceberam que eu não estou com eles, e eles vêm movimentando-se para trás. Hannah segue meu olhar, em seguida, suspira. — Oh. É a Grace? Por um segundo, eu estou surpreso que ela sabe o seu nome, até eu perceber que Garrett deve ter dito a ela. Estou em choque. Ao meu lado, Dean aperta os olhos no gazebo para dar uma olhada melhor. —Naah, que não é ela. Sua caloura é uma morena. E ela não tem pernas que vão sobre e foda, essas pernas estão quentes. Desculpe-me, eu acho que vou ir lá e me apresentar. Eu agarro seu braço antes que ele possa dar outro passo. — É Grace, idiota. Ela, obviamente, tingiu o cabelo. E se você olhasse para o rosto dela e não as pernas, você iria vê-lo. Ele aperta os olhos novamente, e em seguida, seu queixo cai. — Merda. Você está certo. Grace abaixa o olhar de volta para seu livro, mas eu sei que ela é consciente da minha presença, porque os ombros são mais rígidos do que os postos na entrada do gazebo. Ela provavelmente está esperando por mim para fugir, mas isso não vai acontecer. Eu não estou fugindo, não desta vez. — Vocês vão na frente - eu digo rispidamente. — Eu vou alcançar. Ou eu poderia apenas acompanhar de volta para a casa. Dean continua a olhar a Grace, até que Hannah finalmente empurra para forçá-lo a segui-la. Quando eles encabeçam para o caminho, eu movo em outra direção, meu coração bate mais rápido e mais rápido quanto mais me aproximo.


Não é só a cor do cabelo que é diferente, eu percebo. Ela também está usando mais maquiagem do que eu a vi antes, esfumaçada sombra de olho verde que faz os olhos parecerem maiores. Foda-se, ela é sexy. Especialmente combinada com as sardas que nenhuma quantidade de maquiagem pode encobrir. Meu peito aperta quando algo me ocorre. Ela está usando um vestido. E maquiagem. Em uma tarde de quinta-feira. Ela está esperando por alguém? Minhas mãos estão úmidas enquanto eu me aproximo dela. Eu não posso tirar meus olhos dela. Jesus. Suas pernas são realmente fenomenais. Porcaria lisa e bronzeada e ..., eu estou imaginando-os em volta da minha cintura. Seus saltos cavando na minha bunda com eu fodendo o inferno fora dela. Eu limpo minha garganta. — Oi. — Oi, - ela responde. Eu não posso ler seu tom. Não é casual. Não é rude. É ... neutro. Acho que posso trabalhar com isso. — Eu... - Os nervos obtêm o melhor de mim, e eu acabo por deixar escapar a primeira coisa que vem à mente. — Você não me ligou de volta. Ela encontra os meus olhos. — Não. Eu não liguei. — Sim... Eu não culpo você. - Eu desejo que minhas calças de trilha maldita tivesse bolsos, porque eu estou experimentando o inconveniente velho problema de o que diabos eu faço com minhas mãos? Elas estão balançando ao meu lado, e eu estou lutando arduamente para não incomodar. — Olha, eu sei que você provavelmente não quer ouvir uma palavra que eu tenho a dizer, mas podemos falar? Por Favor? Grace suspira. — Qual é o ponto? Eu disse tudo o que eu precisava dizer naquela noite. Foi um erro.


Concordo com a cabeça. — Sim foi. Foi um grande erro, mas não pela razão que você pensa. Irritação inunda suas feições. Ela fecha o livro e se levanta. — Eu tenho que ir. — Cinco minutos - eu imploro. — Apenas me dê cinco minutos. Apesar de sua relutância visível, ela não quer ir embora. Mas também não quer sentar-se, mas ela ainda está de pé na minha frente, e, cinco minutos na vida de um jogador de hóquei? Mais do que tempo suficiente para marcar alguns pontos. — Sinto muito sobre como tudo correu para baixo, - eu digo em voz baixa. — Eu não deveria ter terminado isso assim, e eu definitivamente não deveria ter nos deixado chegar tão perto de ter relações sexuais quando eu estava tão ferrado, mesmo antes de eu vir. Mas todas as coisas que eu disse sobre querer alguém? Eu estava errado. Eu não percebi até que eu cheguei em casa que eu já estava com a pessoa com quem eu queria estar. Zero reação em seu rosto. Zip. Nada. Uma parte de mim se pergunta se ela está mesmo a ouvir-me, mas eu me forço a continuar. — A garota que eu disse a você sobre ... ela é a namorada do meu melhor amigo. -Um lampejo de surpresa atravessa sua expressão. Então, ela está escutando. — Eu me convenci de que eu tinha uma coisa para ela, mas percebi que não era realmente a ela que eu queria. Eu queria o que ela e Garrett tem. Um relacionamento. Grace me olha e dúvida. — Uh, sim. Desculpe, mas eu realmente não compro isso. — É verdade. - Minha garganta está apertada com embaraço. — Eu estava com ciúmes do que eles têm. E eu estava insistindo sobre outras coisas também, coisas de família, e hockey. Eu sei que soa como se eu estou dando desculpas, mas é a verdade. Eu não estava em um bom lugar, e eu estava muito confuso e amargo sobre a minha


vida para apreciar o que eu tinha. Eu realmente gostei de você. Ficar com você, - eu altero apressadamente. Deus, eu me sinto como um maldito pré adolescente. Gostaria que ela oferecesse algum pingo de incentivo, uma pitada de entendimento, mas sua expressão permanece em branco. — Eu estive pensando sobre você durante todo o verão. Eu continuo me chutando pela maneira como agi, e desejando que eu pudesse fazer isso direito. — Não há nada para fazer direito. Nós mal nos conhecemos, Logan. Estávamos apenas brincando, e honestamente, eu não estou interessada em começar de novo. — Eu não quero brincar. - Eu expiro em uma corrida. — Eu quero levá-lo para sair em um encontro. Ela parece divertida. Maldição. divertida. Como se eu apenas disse a ela uma danada de uma piada. — Eu quero dizer, - Eu insisto. — Será que você gostaria de ir a um encontro comigo? A Grace fica quieta por um momento, então diz: — Não. Como decepção aperta no meu estômago, ela enfia seu livro em sua bolsa de ombro e dá um passo de distância. — Eu tenho que ir. Meu pai e eu vamos sair para o almoço em breve, e ele está esperando por mim em casa. — Eu vou levá-la, - eu digo instantaneamente. — Não, obrigado. Eu posso fazer isso sozinha. - Ela faz uma pausa. —Foi bom vê-lo novamente. Oh, inferno não. Não há nenhuma maneira eu estou deixando ela terminar desse jeito, tudo frio e impessoal, como se não fossemos nada mais do que conhecidos que esbarramos na rua.


Quando eu caio no passo ao lado dela, ela resmunga em aborrecimento. — O que você está fazendo? Eu lhe disse que eu não preciso de você para me levar para casa. — Eu não estou levando você para casa, eu respondo alegremente. —Acontece que eu estou indo nessa direção. Ela aponta para a trilha. — Seus amigos foram dessa caminho. — Sim. E eu estou indo por este caminho. Suas bochechas ecoam como se ela estivesse rangendo os dentes, e então ela murmura algo sob sua respiração. Parece que, — um dia eu me esqueço de trazer o meu iPod. Perfeito. Isso significa que ela não pode ignorar-me por ouvir música. — Então você está almoçando com seu pai? É por isso que você está toda vestida assim? Ela não responde prontamente e pega seu ritmo. Eu alongo os meus passos para manter-me. — Ei, nós já estamos caminhando na mesma direção. Há mal nenhum em passar o tempo fazendo conversa. Ela me poupa um olhar superficial. — Eu estou vestida, porque minha mãe gastou muito dinheiro com este vestido, e meu cérebro paranóico acha que, se eu não usá-lo de alguma forma ela vai ser capaz de sentir, mesmo que seja todo o caminho em Paris. — Paris, hein? Ela responde em um tom rancoroso. — Passei o verão lá. — Então sua mãe vive na França? Isso significa que seus pais são divorciados? — Sim. - Então ela fecha a cara para mim. — Pare de me fazer perguntas. — Sem problemas. Você quer me perguntar alguma coisa? — Não.


— Entendido. Eu vou continuar sendo a questão consulente então. — Você acabou de dizer okay? — Sim. Foi adorável o suficiente para mudar de ideia sobre essa data? - Seus lábios se contorcem, mas o riso que eu estou esperando não vem. Em vez disso, ela fica em silêncio novamente. E anda ainda mais rápido. Nós estamos em uma rua paralela ao núcleo da baixa Hastings, passando por várias lojas pitorescas antes que a área vai do comercial para residencial. Eu espero pacientemente que Grace fique cansada do silêncio e diga algo, mas ela é mais teimosa do que eu pensava. — Assim que há com o cabelo? Não que eu não gosto da nova cor. Ele combina com você. — Também culpa da minha mãe, murmura a Grace. — Ela decidiu que eu precisava de uma reforma. — Bem, você está ótima. - Eu tiro-lhe um olhar de soslaio. Cristo, ela parece mais do que ótima. Eu tenho andado com um semi tesão desde que deixamos o parque, incapaz de parar de admirar a maneira como seu vestido vibra em torno de suas coxas com cada passo que ela toma. Chegamos a um sinal de parada e ela vira para a direita, seu ritmo acelerado quando nós voltamos para uma rua larga alinhada com carvalhos imponentes. Droga. Sua casa deve estar perto. — Um momento, - Exorto suavemente. — Por favor, Grace. Dême uma chance de mostrar que eu não sou um idiota total. Ela olha para mim, incrédula. — Você me humilhou. Culpa de quatro meses de bate em mim. — Eu sei. — Eu estava pronta para fazer sexo com você, e você não se limitou a rejeitar-me, você me disse que estava me usando como uma distração. Então você não tem que pensar sobre a pessoa com quem você realmente queria ter relações sexuais! - Suas bochechas ficam


vermelhas brilhantes. —Por que eu iria querer sair com você depois disso?— Ela está certa. Não há absolutamente nenhuma razão para ela me dar outra chance. Meu estômago dói quando ela escova, passando-me. Ela se dirige para o gramado da frente de uma casa bonita com uma ripa branca e envolvente na varanda exterior, e me sinto ainda enjoado quando noto um homem de cabelos grisalhos na varanda. Ele está sentado numa cadeira de vime branco, um jornal em seu colo enquanto ele nos observa por trás de um par de óculos de aros de arame. Merda, isso é provavelmente o pai de Grace. Rastejando em frente de uma platéia é ruim o suficiente, mas fazê-lo na frente de seu pai? Porra brutal. — O que sobre tudo antes disso? - Eu chamo atrás dela. Ela se vira para mim. — O Quê? — Antes daquela noite. - Eu abaixo a minha voz quando eu a alcanço. — Quando nós fomos ao cinema. E a torre de água. Eu sei que você gostava de mim, então. Grace libera uma respiração cansada. — Sim. Eu fiz. — Então vamos nos concentrar nisso, - eu digo mais ou menos. — Sobre as partes boas. Eu ferrei tudo, mas eu prometo que vou fazer isso para você. Eu não quero mais ninguém. Tudo que eu quero é mais uma oportunidade. Ela não responde, e uma dor de desespero se apodera do meu peito. Nesse ponto, eu ficaria emocionado ao receber um — sim, claro — dela. O silêncio me destrói, desbastando o impulso de confiança que ela me deu quando ela admitiu a gostar de mim antes da V-noite. — Desculpe, mas não - ela diz, e o último pedaço de minha confiança despenca. — Olha, se você quiser o perdão, então tudo bem, você tem isso. Aquela noite foi embaraçoso como o inferno, mas eu tinha o verão inteiro para superar isso. Eu não guardei rancor, ok? Se nós colidirmos uns com os outros no campus, eu não vou sair


correndo e gritando na outra direção. Talvez nós vamos mesmo tomar um café um dia. Mas eu não quero sair com você, pelo menos não agora. - Porra. Eu realmente pensei que ela diria que sim. Derrota esmaga para baixo no meu peito, seguido por uma onda de esperança, porque, tecnicamente, ela não disse não. Ela disse: — Não agora. Posso absolutamente trabalhar com isso.


19 GRACE

É o primeiro semestre do meu segundo ano. O que significa que eu sou Grace agora Estudante Universitária do 2º ano. Novata Grace, que Deus a tenha, deixou sua melhor amiga tomar decisões por ela e caras andam em cima dela, mas Grace Estudante Universitária do 2º ano? Ela não vai fazer tal coisa. Ela não vai ser capacho de Ramona ou distração de Logan. Não. Grace Estudante Universitária do 2º ano é despreocupada de dezenove anos de idade, que passou o verão vagabundeando na França. Será que ainda contam como vagabundear quando você faz isso com sua mãe? Claro que faz, eu me garanto. Vagabundear é vagabundear não importa com quem você está. De qualquer maneira, um novo ano é igual a um novo eu. Ou melhor, uma versão melhorada do velho eu. No momento, a nova/velha eu está fazendo a cama no meu novo quarto do dormitório e esperando desesperadamente que a minha companheira de quarto não seja uma cadela, uma psicopata, ou uma psico-puta. Eu tentei convencer a mulher no escritório da habitação para me dar um único, mas aqueles são reservados para veteranos, então eu estou presa saindo com alguém chamado Daisy.


Quando meu pai me ajudou a mover minhas coisas para Hartford House ontem, a equipe de Margarida da sala tinha estado vazio, mas voltei do almoço de hoje para encontrar caixas e malas de viagem em todo o lugar. Então agora eu estou esperando por ela para mostrar-se porque eu quero começar o encontro agradável para fora do estranho do caminho. O fato de que eu estou começando com uma nova companheira de quarto traz uma pontada de tristeza indesejada. Eu não falei com Ramona desde abril, quando eu informei a ela que eu estava saindo. Talvez nós vamos sentar e conversar um destes dias, mas agora, eu estou ansiosa para começar meu segundo ano sem ela. Com exasperante reformas de emboscada da minha mãe eram, ela me ensinou várias lições valiosas neste verão. Em primeiro lugar, estar confiante. Segunda ser espontânea. Terceiro, a única opinião que importa é a sua própria. Estou pensando em incorporar o conselho de mãe em meu Plano Estudante Universitária do 2º ano, que envolve a se divertir, fazer novos amigos, e sair mais vezes. Ah, e não pensar em John Logan. Isso é um componente crítico no plano, porque desde que eu encontrei com ele no parque na semana passada, eu não tenho sido capaz de tirá-lo de minha mente. Estou orgulhosa de mim mesma por bater o pé, no entanto. Eu era surpreendentemente livre de raiva quando eu o vi, mas isso não significa que eu estou disposta a confiar nele novamente. Além disso, eu sou Grace Estudante Universitária do 2º ano agora. Eu não estou mais facilmente deslumbrada. Se Logan é sério sobre nós sairmos, eu preciso muito mais do que um pedido de desculpas brusco e um sorriso torto. Ele vai ter que fazer seu jogo, isso é certo. A porta se abre, e os meus olhos se voltam quando eu viro o rosto para a minha nova colega de quarto para o primeiro encontro. Ela é ... adorável. Só que eu estou bastante certa de que não só é adorável a última palavra que outras pessoas usariam para


descrevê-la, mas isso se ela me ouviu dizer isso, ela chutaria a minha bunda. No entanto, é o primeiro adjetivo que vem à mente, porque ela é um pequeno duende de uma menina. Bem, se duendes tinha cabelo preto com franja rosa, uma multidão de piercings e usava vestidos amarelos bonitos emparelhados com Doc Martens. — Oi - diz ela alegremente. — Então você é Grace, hein? — Yep. E você é Daisy...? Ela sorri enquanto ela fecha a porta atrás dela. — Eu sei. O nome não combina comigo. Eu acho que quando eles me chamaram, meus pais pensaram que eu ia crescer pra ser um Belle do sul como a minha mãe, mas muito a sua decepção, eles conseguiram isso. — Ela aponta para si mesma da cabeça aos pés, em seguida, dá de ombros. Eu escuto um traço do Sul em sua voz, porém, um sotaque muito sutil que contribui para sua atitude descontraída. Eu gosto dela já. — Eu espero que você não se importe de todas as caixas. Que viajei de Atlanta cedo esta manhã e não tive a chance de desfazer as malas ainda. — Não se preocupe. Você precisa de ajuda para desembalar? Eu ofereço. Gratidão enche os olhos. — Eu adoraria isso. Mas vai ter que esperar até esta noite. Eu só apareci para pegar o meu iPad, e agora eu estou indo para a estação. — A estação? — Estação de rádio Campus - explica ela. — Eu sedio um show de rock indie, uma vez por semana, e produzo dois outros. Eu sou uma radialista difusão e produtora. — Oh, isso é legal. Eu estava realmente indo para verificar se existem trabalhos para estudantes disponíveis lá, - eu confesso. — Eu estava pensando em juntar o jornal da escola, mas o cara que eu falei disse que sua lista de freelancer é uma milha de comprimento. E eu


não tenho um osso atlético ou musical no meu corpo, por isso esportes e música estão fora, e todos os outros clubes que eu olhei são incrivelmente chatos. Ou loucos, você sabe o grupo ativista ambiental no campus passa seus fins de semana acorrentando-se a árvores para protestar todos os desenvolvimentos do condomínio que estão sendo construídos em Hastings? E no ano passado uma garota foi atingido por um raio, porque ela se recusou a desencadear-se durante uma tempestade - eu paro abruptamente, sentindo meu rosto esquentar. —Por uma questão de divulgação completa, você deve saber que eu sou uma tagarela. Daisy começa a rir. — Notável. — Você pode achar que é cativante, um dia, - eu digo solícita. — Não se preocupe, eu sou a bordo com o balbucio. Contanto que você prometem ser a bordo com os meus terrores noturnos. Sério, é brutal. Eu acordava gritando meus pulmões e brincadeira, Grace. Sua risada está fora de controle agora. — Deus, você deve ter visto o olhar em seu rosto. Eu prometo, não há terrores noturnos. Mas eu tenho dito que eu falo no meu sono, às vezes. Eu dou uma risadinha. — Isso é bom. Vou balbuciar durante as horas de vigília, você vai balbuciar nas horas de sono. Casamento feito no céu. Daisy descompacta uma das malas de viagem em sua cama e remexe ao redor dentro até que ela pega um iPad rosa brilhante. Ela enfia-a no saco de lona verde que é pendurada no ombro e olha para mim. — Ei, se você é sério sobre a coisa extra-curricular, realmente estão procurando pessoas para ajudar na estação. Há um par de slots de hospedagem abertas, mas eu não acho que você vai querer é no turno da noite. E se o material no ar não é o seu estilo, precisamos também de um produtor para um dos talk shows. — O que eu tenho que fazer?


— É um conselho mostra ligue. Segunda-feira a noite e tardes de sexta-feira. Você faria a triagem das chamadas, fazendo a pesquisa para os anfitriões se eles planejam falar sobre um tópico específico, esse tipo de coisa. - Ela me dá um olhar sério. — Você sabe o que? Por que você não vem comigo agora? Vou apresentá-la a Morris, o gerente da estação, e vocês podem conversar. Eu penso sobre isso, mas não demoro muito para chegar a uma decisão. Daisy parece legal, e não faria mal para falar com a gerente da estação. Além disso, eu queria fazer novos amigos, certo? Poderia muito bem começar agora.

Logan É bom estar em casa. Não é para arrancar Dorothy nem nada, mas realmente não há lugar como ele. A ironia não me escapa, embora tecnicamente a minha casa era a que eu fiquei em todo o verão e só a deixei na noite passada. Mas nunca fui tão metade feliz em Munsen como quando eu estou aqui em Hastings, na casa que eu só estive alugando por dois anos. Minha primeira manhã de volta, e eu estou em um humor tão fantástico que eu começo o dia com o pé direito por explodir Nappy Roots na cozinha enquanto eu devoro alguns cereais. As cepas altos de — Bom Dia - chamam os outros de seus quartos, e Garrett é o primeiro a aparecer, vestido com boxers e esfregando os olhos. — Bom dia, luz do sol-, ele murmura. — Por favor me diga que você fez um pouco de café. Eu aponto para o balcão. — Enlouquecedor.


Ele derrama-se um copo e estatela-se em um dos bancos. — Será que desenhos animados de esquilos vestiram você esta manhã? Ele resmunga. — Você é assustadoramente bem humorado. — E você é assustadoramente mal-humorado. Sorria, cara. É o nosso dia favorito do ano, lembra? AKA o primeiro dia de eliminatórias abertas para calouros que não foram recrutados fora da escola. Os veteranos falham a cada ano ao espaço para fora o talento em potencial, porque, infelizmente, perder jogadores talentosos é um fato da vida quando você joga hóquei Briar. Caras de pós-graduação, caem fora, vão para o pro. E desde que a lista da equipe muda a cada ano, estamos sempre ansiosos para verificar os calouros. Esperemos que haverá algumas pérolas sobre o gelo hoje, porque a equipe está em um mundo de problemas. Perdemos três dos nossos melhores avançados-Bird e Niko, que se formaram, e Connor, que assinou com os Reis. Nossa defesa perdeu Rogers para Chicago, e dois dos nossos defesa sênior de graduação, o que significa que Dean e eu provavelmente vamos estar jogando turnos mais longos, pelo menos até alguns dos mais jovens homens obter a sua merda juntos. Mas o maior hit que tomou? Perder o nosso goleiro. Kenny Simms era ... magia. Pura magia fodendo em vinco. Ele era um calouro quando o treinador chamou-lhe de motor de arranque, apesar do fato de que dois goleiros de alto nível já no plantel-the guy eram tão boa. Agora que ele se formou, o destino de nossa equipe está nas mãos de um idoso chamado Patrick, a menos que essa cultura calouros de alguma forma produza outro Kenny Simms. —Nós deveríamos ter subornado Simms 'profs a falhar com ele, - diz Garrett com um suspiro, e eu percebo que não sou o único preocupar com a partida de Simms'.


— Nós vamos ficar bem, - eu respondo em vez, de forma pouco convincente. — Não, não vamos, - vem a voz de Dean, e então ele entra na cozinha e se dirige para a cafeteira. — Eu duvido que vamos mesmo fazê-lo para a pós-temporada. Não sem Kenny. — Vós homens de pouca fé, - Tucker repreende, valsando pela porta. —Puta merda,- eu deixo escapar. — Você raspou a barba. - Eu olho para Garrett. — Por que você não me contou? Eu teria feito uma festa. Dean da uma risadinha. — Você quer dizer-lhe dado uma festa. — Não, ele nos quer dizer, - Garrett responde por mim. — Somos os únicos que tiveram a olhar para aquela coisa medonha por meio ano. - E bater a bunda de Tuck como ele sentado no meu banquinho. — Bem vindo de volta, Baby. — Foda-se, - ele resmunga. Sim, é bom estar em casa. Uma hora mais tarde, eu descanso meus braços em meus joelhos, aperto as mãos juntas, e para a frente para analisar o tiro de batida de um calouro encorpado com cabelo vermelho encaracolado que pica para fora a parte de trás do seu capacete. — Isso não é ruim, - comento. — Quem? Mullet Man? - Hollis chama a partir do final da linha arquibancada nós congregada no. — Naah, ele não me impressionou ainda. Para baixo sobre o gelo, o treinador está executando um simples broca skate e dispara com os aspirantes dos calouros, que estão vestidos com tanto jérseis da prática preto ou prata. E sim, eu sei que é apenas um dia, mas até agora, eu não estou muito mal impressionado.


Dois de cada vez, os caras precisam patinar passando a linha azul, tomar um tiro na net, em seguida, viram-se para a pista externa e patinam duro através da zona neutra, onde uma das ACs libera um passe que os patinadores precisam se conectar. Não é complicado em tudo, mas eu estou vendo a forma como muitos passes caiu para o meu gosto. Os goleiros são decentes, pelo menos. Eles não estão exalando qualquer um a magia Simms, mas eles param mais discos do que eles deixam entrar, o que é promissor. Ao meu lado, Garrett assobia baixinho. — Claro que sim, que é o que eu estou falando. O próximo na linha skater decola, e doce mãe de Deus, ele é rápido. A raia estonteante de preto contra um pano de fundo branco como ele rasga em direção à rede. E o tiro que ele libera perfeitamente cronometrado, perfeitamente executada, perfeitamente perfeito. — Ele poderia cansar facil, - adverte Tucker, mas vinte minutos depois, o garoto ainda está balançando a prática como a merda de Ozzy Osbourne em um anfiteatro lotado. — Quem é esse? - Exige Garrett. Hollis espia em cima do assento de longe. — Nenhuma pista. Pierre, um canadense que se juntou a nós na última temporada, se inclina a partir da fileira atrás de nós e bate no ombro de Garrett. —Hunter algo assim. Ele é um garoto rico de Connecticut, grande estrela em sua equipe da escola preparatória. — Se ele é tão bom, então por que ele não foi recrutado? Tucker pergunta na dúvida. — O que ele está fazendo nos testes abertos? — Metade das faculdades do país tentou recrutá-lo, - Pierre responde. — Mas, aparentemente, ele queria sair do hóquei. Treinador torceu o braço e convenceu-o a praticar hoje, mas mesmo se ele fizer o corte, há uma boa chance de que ele não vai querer se juntar à equipe.


— Oh, ele está se juntando à equipe, - Dean declara. — Eu não me importo se eu tenho que chupar o pau dele para levá-lo a concordar com isso. O riso irrompe à sua volta. — Chupar pau agora, não é? -, Eu pergunto agradavelmente. Um brilho mal ilumina os olhos. —Você sabe o que? Eu não vou apenas sugá-lo, - diz ele lentamente. — Eu vou chupa-lo. Você sabe, dar-lhe um orgasmo. Ha outra troca caras de mistificada aparência, mas olhar zombeteiro de Dean me diz exatamente onde ele está indo com isso. Asno. — Eu não tenho certeza se todos sabem disso, mas um orgasmo é o ponto de conclusão no processo do prazer. - Dean me dá um sorriso inocente. — Homens e mulheres podem alcançá-lo de diferentes maneiras. Por exemplo, quando uma mulher atinge a conclusão, ela pode gemer ou suspirar ou… — O que diabos você está falando? - Garrett interrompe. Sr. inocente bate seus olhos baby-Verdes. — Eu pensei que vocês podem precisar de um curso de reciclagem em orgasmos. — Eu acho que nós somos bons, - diz Tuck com um bufo. — Tem certeza? Ninguém tem dúvidas? - Ele está sorrindo para mim quando ele expressa a pergunta, e quando os rapazes voltam sua atenção de volta para o gelo, eu espeto-lhe as costelas. Difícil. — Eita, John, eu estou tentando ser útil. Você poderia aprender muito de mim. Nenhuma mulher jamais foi capaz de resistir ao meu charme natural. — Você sabe quem mais tinha charme natural? - Eu respondo. — Ted Bundy. Dean veste um olhar vazio. — Quem?


— O assassino em série. - Oh Jesus, eu já entrei na onda Bundy. Eu estou me transformando em Grace. Ótimo. E agora eu estou pensando sobre Grace. Eu estive forçando-me a não pensar desde que ela atirou em mim na semana passada, mas não importa o quanto eu tente, não consigo tirá-la da minha cabeça. É uma coisa do ego? Eu continuo me perguntando se é, porque eu honestamente não me lembro a última vez que eu fiquei obcecado duro sobre uma garota. Estou interessado apenas porque ela não está interessado em mim? Eu gosto de pensar que eu não sou tão arrogante, mas eu não posso negar as picadas de rejeição. Eu quero outra chance. Eu quero mostrar a ela que eu não sou um idiota sem coração que estava apenas usando-a por um pouco B & B, mas não tenho ideia de como mudar sua mente. Flores talvez? Um grande rastejar público? — Hey, burro de chapéus! Nós parafusamos para os nossos pés quando voz de comando do treinador Jensen se encaixa em direção às arquibancadas. O nosso destemido líder, o único membro do corpo docente Briar que pode ir longe com estudantes chamando de —Babacas— encara para nós do gelo. — Existe uma razão que seus traseiros preguiçosos estão nesses lugares quando tudo que você deve estar na sala de musculação? Ele prospera. — desistiram de perseguir a minha prática? - Em seguida, ele se volta para cara feia para o trio de calouros que estão por trás de suas costas dando risadinhas. — Do que vocês senhoras estão rindo? Andem depressa! Os jogadores aceleraram para a frente como se o gelo atrás deles estivesse quebrando em pedaços. Nas arquibancadas, os rapazes e eu apressamos tão rápido quanto.


20 GRACE

Quando a primeira semana do semestre chega ao fim, eu finalmente escuto de Ramona novamente. E depois de meses de ignorá-la, eu finalmente pego o telefone. É hora de vê-la em pessoa. Eu não estou particularmente entusiasmada com a reunião para o café, mas eu não posso congelála para sempre. Há muita história entre nós, muitas boas lembranças, e eu não posso fingir que não está lá. Mas isso é para fins de compensação somente, eu me asseguro ao atravessar campus. Nós não vamos ser melhores amigas novamente. Não tenho certeza de que podemos ser depois do que ela fez. Não é sobre ela mandar mensagem para Logan. É sobre o que a mensagem indica, seu flagrante desrespeito aos meus sentimentos e seu desprendimento frio da nossa amizade. Um amigo de verdade não faz proposta para o cara que machucou sua melhor amiga. Um amigo de verdade coloca seus próprios desejos egoístas de lado e lhe oferece apoio. Trinta minutos depois de se desligar o telefone, eu entro no Hut Café e me junto a Ramona em uma mesa perto da janela. —Oi. - Ela me cumprimenta timidamente. Medo, quase. Ela parece exatamente a mesma da última vez que a vi, cabelo preto solto


ao redor de seus ombros, corpo curvilíneo envolto em roupas apertadas. Quando ela percebe o meu cabelo, seus olhos se arregalam. — Você ficou loira, - ela chia. — Sim. Minha mãe me convenceu. - Eu afundo na cadeira em frente à dela. Uma parte de mim está tentado a abraçá-la, mas eu luto contra o desejo. — Isso é para você. - Ela aponta para um dos cafés na mesa. — Eu só tenho este, por isso ainda está quente. — Obrigado. - Eu enrolo as duas mãos em torno do copo, o calor do isopor ondulando em minhas palmas. Eu só caminhei pelo campus pouco tempo, mas de repente eu sinto frio. Nervoso. Um silêncio constrangedor se estende entre nós. —Grace... - Sua garganta mergulha com um gole visível. — Sinto muito. Eu suspiro. — Eu sei. Uma lasca de esperança espreita através da nuvem de desespero nos olhos dela. — Isso significa que você me perdoa? — Não, isso significa que eu sei que está arrependida. - Eu abro a tampa de plástico e tomo um gole do café, em seguida, faço uma careta. Ela esqueceu o açúcar. Não deveria me incomodar tanto quanto ele faz, e ainda assim é simplesmente um sinal de que a minha melhor amiga está em sintonia com nada sobre mim. Não meus sentimentos, nem mesmo as minhas preferências de café. Eu pego dois pacotes de açúcar a partir da bandeja de plástico a pouco, abro e despejo seu conteúdo no copo. Como eu uso o bastão de madeira fino para agitar o líquido quente, eu assisto a mudança de expressão de Ramona de um pouco de esperança para decididamente virado. — Eu sou uma amiga de merda, - ela sussurra. Eu não ofereço nenhum argumento.


— Eu não deveria ter enviado a mensagem. Eu nem mesmo sei por que fiz... - Ela pára abruptamente, vergonha avermelhando suas bochechas. — Não, eu sei porquê. Porque eu sou, uma cadela insegura e ciumenta. Mais uma vez, nenhum argumento lá. — Você realmente não entende, não é? - Ela deixa escapar quando eu permaneço em silêncio. — Tudo vem tão fácil para você. Você começa da reta, sem sequer tentar, você pousa o cara mais gostoso do campus sem... — Facil?— Eu interrompo, uma vantagem para minha voz. — Sim, eu tenho as notas, mas isso é porque eu estudo pra caramba. E caras? Lembre-se de high school, Ramona? Não é como se eu tivesse uma agenda social em expansão naquela época. Ou agora, para esse assunto. — Porque você é tão insegura quanto eu sou. Você deixou seus nervos obter o melhor de você, mas, mesmo quando você está nervosa e falando, as pessoas ainda gostam de você. Eles gostam de você desde o momento em que eles passam a conhecê-la. Isso não acontece para mim. - Ela morde o lábio inferior. — Eu tenho que trabalhar tão duro para isso. A única razão que ninguém sequer reparou em mim na escola era porque eu era a menina má. Eu fumava maconha e vestia merdas e caras sabiam que, se eles me convidassem para sair, eles tinha que fazer isso para, ter pelo menos, a segunda base. — Você não tentava exatamente desencorajar isso. — Não. Porque eu gostei da atenção. - Seus dentes cavam mais difícil em seu lábio. — Eu não me importava se era boa ou ruim a atenção, eu só gostava de ser notada. E isso me deixa realmente muito patética, né? Tristeza sobe pela minha espinha. Ou talvez seja pena. Ramona é a pessoa mais confiável que eu já conheci, e ouvi-la ter pena de si mesma isso me faz querer chorar. — Você não é patética.


— Bem, eu não sou uma boa amiga, - diz ela rigidamente. — Eu estava com a porra de ciúmes de você, Grace. Eu sempre fui aquela que sai com os gatos e pede seu conselho, e de repente você está falando comigo sobre fazer sexo com John fodido Logan, e eu estava tão consumida com ciúme que eu queria gritar. E quando a coisa Logan explodiu em seu rosto... - culpa aparece nos olhos. — Isso me fez sentir... aliviada. E tipo de presunçosa, eu acho. E então eu tenho isso na minha cabeça que, se eu era a pessoa a se juntar com ele, não há nenhuma maneira ele teria me rejeitado, e... sim, então eu enviei mensagens para ele. Jesus. Essa última coisa que eu disse sobre ela não ser patética? Grave que a partir do registro. — Eu era estúpida e egoísta, e eu sinto muito, Gracie. - Ela me implora com os olhos. — Você pode me perdoar? Podemos, por favor começar de novo? Eu tomo um longo gole de café, olhando-a por cima da borda do meu copo. Então eu coloco para baixo e digo: — Eu não posso fazer isso agora. Linhas de socorro sua testa. — Por que não? — Porque eu acho que precisamos de uma pausa. Nós gastamos a cada hora acordando juntas desde o primeiro grau, Ramona. Frustração aperta dentro de mim. — Mas nós estamos na universidade agora. Devemos estar ramificando-se e formando conexões com novas pessoas. E honestamente, eu não posso fazer isso quando você está por perto. — Nós podemos fazer isso juntas, - ela protesta. — Não, nós não podemos. Os únicos amigos que fiz no ano passado foram Jess e Maya, e eu nem mesmo gosto delas. Eu só preciso de espaço, ok? Eu não estou dizendo que nós nunca vamos conversar novamente. Você foi uma grande parte da minha vida por tanto tempo, e eu não sei se eu quero jogar tudo isso fora por uma


mensagem de texto estúpido. Mas eu também não posso voltar para a forma como as coisas costumavam ser. Ela fica em silêncio, mastigando tão duro com o lábio estou surpresa que não começou a jorrar sangue. Eu posso dizer que ela quer discutir, para forçar uma reconciliação, empurrar sua amizade em mim, mas pela primeira vez em sua vida, Ramona adia para mim. — Podemos ainda... Eu não sei, trocar textos? Tomar um café algum dia? - Ela soa como uma menina que acaba de ser dito o cão da família foi levado para a fazenda. Depois de uma batida, eu aceno. — Eu estou bem com isso. Começando lentamente. Sua expressão esperançosa retorna em pleno vigor. — Que tal um café, então? Nós podemos nos encontrar aqui novamente. Apesar da minha resistência persistente, eu ofereço um outro aceno de cabeça. Alívio inunda seu rosto. — Você não vai se arrepender. Eu prometo a você, eu não vou levá-la para baixo nunca mais. Eu vou acreditar quando ver. Por enquanto, eu fiz todas as incursões que estou disposta a fazer com ela. Trocamos um breve e incrivelmente desajeitado abraço, e depois que ela sai, dizendo que ela precisa ir para a aula. Estou muito triste para me mover, então eu simplesmente sento-me ali, distraída mexendo o palito no meu café. Eu me sinto como se eu tivesse acabado de terminar com alguém. Em certo sentido, eu fiz. Mas eu quis dizer cada palavra, eu preciso de uma pausa a partir dela. Ela estava me segurando no ano passado. Novata Grace era um pássaro confinado que só tem a subir quando Ramona decidiu deixá-la fora da gaiola. Bem, Grace Estudante Universitária do 2º ano vai voar por todo o lugar. A tristeza no meu peito dispersa, substituída por uma


pontada de emoção. Eu já me sinto como se eu estivesse subindo. Eu amo minha companheira de quarto nova, eu estou me divertindo com minhas aulas até agora, e eu estou ansiosa para o meu novo trabalho na estação de rádio do campus. Morris, o júnior que me deu o trabalho de produzir no local quando Daisy e eu entrarmos no início da semana, e a partir de próxima segunda-feira, eu vou estar trabalhando em um programa de aconselhamento hospedado por um garoto de fraternidade/equipe garota fraternidade que eu já fui avisada são —burros como portas. - As palavras de Margarida, não minha. Além disso, Morris parece um cara muito legal. E ele é ridiculamente quente, fato que certamente não me fugiu quando me encontrei com ele. O sino ao longo dos dings da porta bate com força, e minha cabeça involuntariamente gira em direção a ela, logo em seguida gira para trás. Meu palpite sobre, esperando que meu cabelo vá proteger a minha face de vista dos recém-chegados. Os recém-chegados sendo Logan e quatro de seus amigos. Porcaria. Talvez ele não me note. Talvez eu possa fugir antes que ele veja. Eu não quero chamar a atenção para mim mesma, por isso que eu não me levanto imediatamente. Logan e seus amigos se aproximam do balcão de pedidos, e todos os olhares na casa de café pairam sobre todos os seus movimentos. Algo sobre esses caras mudam o ar na sala em um nível molecular. Eles são maiores que a vida, e não apenas porque eles são todos altos jogadores de hóquei. É a confiança com que eles andam, de boa índole que atiram para trás, os sorrisos fáceis que piscam para as pessoas. Eu sei que eu deveria estar me escondendo fora, mas eu não consigo desviar o olhar. É quase criminoso quão atraente ele é. Concedido, eu só estou olhando para a parte de trás de sua cabeça, mas é uma volta muito sexy da cabeça. E é tão fácil de dizer que ele é


um atleta. As longas pernas e músculos tonificados sob suas calças de cargo e T-shirt confortável criam um pacote de baba digno que meus dedos coçam para desembrulhar. Argh. Eu preciso arrastar a minha cabeça fora da bunda. Cobiçar sobre ele está muito perto de gostar dele, e eu não estou pronta para abrir a porta ainda. Se alguma vez eu for. Mas o senso comum vem tarde demais, porque Logan agora está se movendo para longe do balcão e marchando em minha direção. — Ei, linda. - Ele desliza no assento em frente a mim e coloca um muffin de chocolate em cima da mesa. — Eu tenho um muffin. Porra, eu acho que ele tinha me notado quando ele entrou. — Por quê?, - Eu pergunto em suspeita e, sem dizer oi. —Porque eu queria te dar alguma coisa, e você já tem café. Então o muffin. Eu levanto uma sobrancelha. — Você está tentando comprar o seu caminho em minhas boas graças? — Sim. E excelente trocadilho, por sinal. — Eu não estava fazendo trocadilhos. Meu nome só acontece de ser um homônimo. Seus olhos azuis brilham quando ele francamente arde em mim. — Eu adoro quando você fala homônimos para mim. — Uh-huh. - Eu engasguei uma risada. — Eu aprecio o gesto, mas você realmente acha que um muffin vai me ganhar? — Não se preocupe, eu vou te comprar uma refeição completa quando estivermos em nosso encontro. - Ele pisca. — Qualquer coisa que você quiser do menu. Maldito seja ele e seus poderes sedutores. — Falando de, quando vamos fazê-lo? Eu olho para ele com cautela. — Fazer o que?


— Ir sair. - Sua cabeça se inclina em uma pose pensativa. —Eu estou livre esta noite. Ou qualquer noite, realmente. Minha agenda está aberta. Deus, esse cara é incorrigível. E também extremamente lindo para seu próprio bem. Seu queixo talhado é coberto com barba de horas, como se ele não raspou em poucos dias, e minha língua formiga com o desejo de lamber um caminho ao longo da linha forte de seu queixo. Esta é a primeira vez que eu quero lamber restolho de um cara. Qual é o problema comigo? — Parabéns em sua programação totalmente aberto, - eu resmungo. — Mas eu não vou sair com você. Logan sorri. — Hoje à noite, ou em geral? — Ambos. Somos interrompidos pela chegada de um dos seus amigos. — Pronto? - Pergunta o homem a Logan como ele vira o topo de sua xícara de café. — Vá embora, G. Estou cortejando. Seu amigo dá uma risadinhas, então se vira para mim. — Hey, eu sou Garrett. Certo. Como se eu não soubesse quem ele é. Garrett Graham é uma lenda nesta escola, pelo amor de Deus. Ele também é incrivelmente bonito, o tipo de boa aparência que traz um blush para minhas bochechas apesar do fato de que eu não estou mesmo interessada no cara. — Eu sou Grace.. - eu respondo educadamente. — Eu não queria interromper. - Ele está a bordas de distância, há um sorriso mal contido em seus lábios. — Eu vou esperar lá fora por isso o meu menino pode manter, ah, cortejar. — Não há necessidade. Estamos acabando aqui. - Eu raspo minha cadeira para trás e pulo para os meus pés. — Nós certamente não estamos, - resmunga Logan.


Divertido, Garrett olha de mim para Logan. — Eu tomei um seminário obrigatório de resolução de conflitos de volta na escola. Vocês precisam de um mediador? Eu pego meu café. — Bem, o taquígrafo que me segue está em uma pausa para o almoço, mas eu posso te pegar se não tiver problema. Logan me convidou para sair, e eu resolvi o conflito por respeitosamente declínio. Lá. Eu fiz todo o trabalho para você. Garrett ri alto o suficiente para atrair a atenção de todos ao nosso redor, incluindo os três jogadores de hóquei que vagueiam ao longo do balcão. — O que é tão engraçado? - Dean pergunta curiosamente. Ele me percebe e oferece um sorriso encantado. — Grace. Muito tempo. Estou amando o cabelo. Estou surpresa que ele ainda se lembra do meu nome. — Obrigado. - Eu ando polegadas mais perto da porta. — Eu tenho que ir. Vejo você por aí, Logan. E, uh, vocês também, amigos de Logan. Estou a meio caminho da porta quando eu escuto chamar, — Você esqueceu o seu muffin. — Não, eu não fiz, - eu respondo sem me virar. Risos faz cócegas na minha espinha quando a porta se fecha atrás de mim.

— Aqui está o que você vai fazer. Pegue uma garrafa de vinho, convide-o para o seu lugar, e certifique-se de alguns velha escola Usher esteja jogando quando ele entrar. Então, você tira todas as suas roupas e você sabe o que, bebê? - Pace Dawson fala para o microfone na sexta-feira à tarde. — Esqueça o vinho e Usher. Basta


ficar nua quando ele aparecer e não há nenhuma dúvida em minha mente que ele estará pronto para ir para a zona do osso. O Co-anfitrião do Pace, Evelyn Winthrop, ecoa de comum acordo. — Nua nunca falha. Caras como ele surtam quando você está nua. Na privacidade da cabine de produtor, eu faço o meu melhor para não vomitar. Através do vidro que separa a minha cabine do principal, vejo Pace e Evelyn sorrindo um para o outro como se tivessem apenas dispensado conselhos Dr. Phil digno para o calouro que tinha chamado para dicas de - sedução. É minha primeira semana na estação, e o segundo segmento de —Necessidade — que eu ouvi Pace e Evelyn. Até agora, eu não estou deslumbrada com o calibre da sabedoria que eles estão distribuindo, mas de acordo com Daisy, o conselho show bi-semanal fica com mais ouvintes do que todo os outros estudantes mostram combinados. — Tudo bem, próxima chamada, - Evelyn anuncia. Que é a minha sugestão para tomar a chamada em espera e colocá-lo no ar. Uma das minhas outras tarefas está a analisar as chamadas para assegurar que as pessoas chamam se tiver dúvidas reais e/ou não são Cuco-bananas. — Hey, visitante, - diz Pace. — Diga-nos o que você precisa. O estudante de segundo ano que está esperando na linha não perde tempo começar a trabalhar. — Pace, meu homem, - ele cumprimenta o anfitrião. — Eu queria ouvir seus pensamentos sobre depilação masculina. Em seu assento de pelúcia, o garoto de fraternidade rugby bufa. — Cara, totalmente contra isso. Lá embaixo é a preparação para gatas e maricas. Evelyn fala-se como se ela estivesse deixando um comentário em um post de blog. — Discordo fortemente.


Quando os anfitriões começam a discutir sobre os prós e contras de pêlos pubianos masculino, eu engulo o riso e me concentro no monitoramento do tempo. Cada chamada é permitido cinco minutos, no máximo. Este ainda tem quatro dos cinco alocado. Meu olhar deriva para a outra janela na cabine, e eu vejo como Morris organiza uma pilha de CDs em frente ao muro maciço da música. Prazo de validade após prateleira detém centenas e centenas de álbuns, o que é uma visão estranha de se ver. Não me lembro a última vez que eu ouvia um CD real. Eu imaginei que eles eram tão obsoleto como videocassetes e fitas cassete até agora. Mas a estação é a antiga escola e por isso é Morris. Ele já confessou ter um toca discos e uma máquina de escrever Underwood raro em seu dormitório, e ele também está balançando um senso de moda retro, que acho sexy como o inferno. Parte do moderno, parte Newsie, parte punk, parte poderia continuar para sempre, na verdade. Há um pouco de tudo no estilo do cara. Ele combina com a sua personalidade peculiar, no entanto. Eu só o conheci a uma semana, mas estou descobrindo rapidamente que Morris não pode ir de uma hora sem fazer uma piada seca, uma piada suja, ou pelo menos um gemido digno. Eu também estou bastante certa de que ele tem uma coisa para mim, se o seu flerte constante e elogios prontamente disponíveis são qualquer indicação. Eu acho que eu estaria aberta a ele, se ele me convidasse para sair, mas cada vez que eu considero, uma parte de mim levanta um protesto e me incentiva a sair com Logan outra vez. Eu não vou mentir muffin de conluio tinha sido ... encantador. Atrevido, claro, mas adorável o suficiente para que eu não conseguisse parar de sorrir durante toda a caminhada de volta para o meu dormitório. Mas isso não significa que eu estou lhe dando uma segunda chance.


Eu mudo meu olhar de volta para a cabine principal e forço a me concentrar no programa de rádio. Para os próximos 35 minutos, eu luto muito para não rir quando ouço muito possivelmente as duas pessoas mais idiotas do planeta dar conselhos. Sério, se seu QI combinado está em casa dos dois dígitos, eu vou comer o meu chapéu. Chapéu proverbial, é claro, já que eu não posso na vida usar chapéus. Minha cabeça se recusa a ficar bonita. Uma vez que os anfitriões dão o sinal, eu ligo o mix de rap que Morris me deu para usar como um espaço reservado enquanto o próximo dj configura. Seu nome é Kamal, e ele é um fã de hip hop raivoso que reproduz as faixas obscuras que quase ninguém nunca ouviu falar, eu incluído. Quando eu saio da cabine e entro na sala principal, Morris divaga sobre com um sorriso torto. — Você estava ouvindo essa chamada depilação masculina? — Como eu não poderia? Ele foi um dos debates mais ridículas que eu já ouvi. - Faço uma pausa, em seguida, sorrio de volta. — Mas eu gostava quando Evelyn disse que se ela queria ver folhagem, ela tomaria caminhadas ou jardinagem. Ele ri e passa uma mão pelos cabelos, puxando meu olhar para os fios indisciplinados escuros. Ele tem a aparência mais interessante. Pele de mel, cabelo preto, olhos castanhos dourados. Eu honestamente não tenho ideia do que seu fundo é. Asiatico talvez? Misturado com ... nenhuma pista. Tal como o seu estilo de moda, suas características são uma coleção de elementos únicos que eu acho incrivelmente atraente. — Você está olhando para mim. - Seus lábios se contorcem com humor. — Há algo em meus dentes? — Não. - Minhas bochechas aquecem. — Eu só estava me perguntando sobre sua origem étnica. Desculpe. Você não tem que responder que, se você não quer.


Ele parece muito divertido pela pergunta. — Meu rosto é como um caldeirão de bondade étnica, hein? Não se preocupe, me perguntam isso o tempo todo. Minha família é como os Estados louco Unidos. Minha mãe nasceu na Zâmbia, a mãe dela era negra, seu pai era um médico branco que dirigia uma clínica lá. E meu pai é meio japonês, meio italiano. — Uau, isso é um monte de cultura. — E você? — Não é tão interessante. A família Ivers praticamente fundada em Massachusetts, e nós temos algumas raízes escocesas e irlandesas, eu acho. Um riso estridente soa atrás de nós, e nos voltamos para ver Pace e Evelyn tornando-se contra a parede. No meu primeiro dia aqui, eu perguntei Evelyn quanto tempo eles estão namorando, e ela olhou para mim como se eu tivesse acabado de descer de uma nave espacial, em seguida, informou-me que eles só fazem na estação, porque - o rádio é tão chato . Como Morris e eu trocamos olhares divertidos, Pace avista nós e sorri sobre o ombro esbelto de Evelyn. — Yo, Morrison, - ele grita, mesmo enquanto a loira continua a mordiscar seu pescoço. — Kegger no Sigma hoje à noite. Fat Ted tem um novo jogo que ele quer ver você tentar bater. Você deve vir também, Gretchen. Mesmo se eu quisesse corrigi-lo, Pace já não está prestando atenção em nós, porque a língua está na boca de Evelyn novamente. — Por que ele chama você de Morrison, e o que na terra é Fat Ted? - Perguntar em voz seca. Morris ri. — Ele me chama de Morrison, porque ele acha que é o meu nome, não importa quantas vezes eu digo-lhe que não é. E Fat Ted é um dos seus irmãos da fraternidade. Ele é um gamer hardcore, e nós meio que temos esta competição acontecendo. Sempre que um de nós recebe um novo jogo e bate-o, nós passamos para o outro e


vemos se eles podem fazê-lo melhor. Esta noite será incrível, pois você vai encontrá-lo na festa de Ted. Eu tenho que rir. — Quem diz que Gretchen está mesmo indo para aquela festa? — Morrison diz isso. Ele queria perguntar a Gretchen desde que a conheceu. Eu coro no sorriso travesso que ele me atira. — Portanto, este será um encontro? - Pergunto lentamente. — Se você quer que ele seja. Se não, então ele vai ser dois amigos indo a uma festa juntos. Morrison e Gretchen, tomando sobre o mundo. - Ele ergue uma sobrancelha. — Faça sua escolha, encontro ou saída de amigos. A escolha é sua. Logan esta na minha cabeça, fazendo-me hesitar. Exceto em seguida, isso me deixa louca, porque Logan não deve ser parte da equação. Nós não estamos juntos. Nós não estávamos juntos antes. E Morris é um cara muito legal. — O que você diz, Gretch? Sua voz travessa convoca uma risada de mim. Eu encontro seu cintilantes olhos escuros e digo: — Vamos torná-lo um encontro.


21 LOGAN Eu não estou com vontade de ir a um kegger esta noite, mas Garrett me informa que, se ele tem que ir, então eu tenho que ir, porque, e cito, - melhores amigos sofrem juntos ou não em todos. Eu educadamente saliento que podemos sempre escolher a opção - não em todos -, o que me rendeu uma carranca escura e um ameaçador você vai dedo e ponto. Pelo menos ele é o condutor designado hoje à noite, para que eu possa voltar a arriscarem um tiro ou dois. Mas não transar. Não. Tenho uma nova regra estrita sobre festas de transas, e eu pensando e aderindo a ela. Sem boquetes mais sem sentido em banheiros ou fodas apressadas em quartos que não pertencem a mim. John Logan está oficialmente no modo de relacionamento. — Eu não entendo por que você está em uma fraternidade quando você odeia claramente ser um membro, - Hannah comenta. Ela está no banco de trás do jipe de Garrett, porque eu não acredito na regra espingarda automática de namoradas e, portanto, chamamos espingarda antes que ela pudesse. Dean e Tucker pegaram uma carona com Hollis mais cedo, então nós três estamos reunidos na casa Sigma. Estou com ela sobre a coisa de fraternidade. Garrett é um membro da Sigma Tau, no entanto, ele não vive na casa, assistir às reuniões, ou frio com um único de seus —irmãos—. Sua única


contribuição para a fraternidade está sendo fazer aparições nas festas, e mesmo assim, ele mal permanece mais de uma hora. — Eu sou um legado, - ele responde, seus olhos cinzentos focados na estrada escura. — Eles foram obrigados a deixar-me entrar, e meu pai me forçou a promessa. — Espere, então você passou por todo o processo trote?, - Ela pergunta. — Não. Eles me queriam, você sabe, porque eu venho de hóquei royalty que eles praticamente me deram um passe livre durante a semana. Eles gritavam bem alto quando os outros candidatos estavam ao redor, pediram-me para limpar o banheiro com uma escova de dentes ou uma merda, e depois um deles me puxou para o lado e sussurro, 'Saia daqui, garoto. Vá dormir um pouco.' Hannah começa a rir. — Uau. A corrupção no sistema grego. Estou chocada, - eu lhe digo. Garrett se transforma em Row grego, que é com carros abarrotado. Nós acabamos no estacionamento várias casas para baixo do Sigma e caminhando para a casa de fraternidade maciça, onde Dean, Tucker e Hollis esperam por nós no gramado, passando em torno de um baseado. Dean entrega para mim, e eu tomo uma batida profunda, enchendo meus pulmões, em seguida, exalando uma nuvem no ar da noite morna. — Adivinha quem acabou de aparecer, - murmura Dean. — Sua caloura. Bem, eu acho que ela seria o seu segundo álbum agora. Meu pulso acelera. — A Grace é aqui? Ele balança a cabeça. — Sim, mas... ela é, uh, está com alguém. Que porra é essa? Com quem? E é muito bom não ser algum Sigma imbecil bêbado cujo único objetivo é entrar em suas calças.


Eu não tinha intenção de atirar para baixo hoje à noite, mas se algum mofo viscoso tanto como olha Grace errado, ele vai estar deixando esta festa em uma maca. Mas Dean é rápido para aliviar minhas preocupações. — Tipo moderno - diz ele. — Definitivamente não um Sigma. De repente, estou ansioso para entrar, então eu reúno meus amigos para a porta da frente, que me recebe um olhar perplexo de Garrett. — Acho que estamos cortejando novamente hoje à noite?, - Ele diz ironicamente. Isso mesmo, nós estamos. A casa está mais lotada do que nossa arena durante um jogo em casa, e eu não localizo Grace quando eu digitalizo o mar de rostos. O dubstep ensurdecedor explodindo nos auto falantes torna impossível manter uma conversa, gesto para Garrett que eu vou olhar a Grace, e então eu estou sendo engolido pela multidão quando eu arrisco mais fundo na sala de estar. Várias meninas atraentes sorriem quando eu passo por elas, mas elas não estão no meu radar. A Grace é longe de ser encontrada. Eu me pergunto se talvez Dean fez a coisa toda. Grace em um encontro em uma festa da fraternidade. Soa meio improvável, quanto mais eu penso sobre isso. Eu vou para a cozinha e procuro no grande grupo que se reuniu em torno da ilha em granito. Sem Grace. Mas uma dos filhotes sorvem uma Corona perto da pia separa-se do pacote e escapule em meu caminho. — Logan, - ela ronrona, envolvendo seus dedos ao redor dos meus bíceps nus enquanto se inclina para mais perto. — Ei, Piper, - murmuro, e eu estou tentado a empurrá-la para longe antes que seus lábios possam pastar minha bochecha.


Piper Stevens é inegavelmente bonita, mas a campanha do Twitter de difamação contra a Grace foi ela que começou não foi esquecido. Quando o beijo aterrissa na minha bochecha, e embora ela se afasta depois, ela ainda está pressionado contra mim, a mão presa ao meu braço como uma fita de hóquei. — Então, é nosso último ano, diz ela. — Sabe o que isso significa? Eu não posso nem fingir estar interessado. Estou ocupado olhando na porta da cozinha em busca da Grace. — O Quê? — Isso significa que o nosso tempo está se esgotando. Lábios quentes escovam o lado da minha garganta, e eu recuo e dou um passo de distância. Ela franze a testa. — Você jogou duro para conseguir por três anos, - ela acusa. — Não é sobre o tempo que você nos deu o que queríamos? -Um bufo desliza para fora antes que eu possa pará-lo. — O que você quer, Piper. Eu já lhe disse cem vezes, eu não estou interessado. Sua boca vermelho-batom forma um beicinho. — Pense em quão bom ele será. Toda essa animosidade reprimida entre nós? - Ela fica na ponta dos pés e sussurra em meu ouvido, seu cabelo escuro fazendo cócegas no meu queixo. — O sexo seria porra explosivo. Eu desenrolo os dedos do meu braço. — Tentador, - eu minto. — Mas eu vou passar. Ei, se você quer, nós temos algo de novo na equipe. Esse garoto Hunter pode ser o seu beco certo. Seus olhos brilham. — Foda-se. Não tente me por para fora a seus companheiros de equipe. — Eu não estou pondo para fora, querida. Basta dar-lhe um boquete. Vejo você por aí, Piper. Eu posso sentir seus punhais gritantes nas minhas costas enquanto eu saio da cozinha, mas eu não dou a mínima. Estou farto


de sua constante vir e total desrespeito para o fato de que eu não estou fodendo interessado. Eu passo pelo andar principal novamente, verificando todos os quartos duas vezes antes de desistir. Talvez ela esteja fora. É hoje à noite louca, por isso o partido é tanto um assunto interno e externo, o que significa que é hora de ampliar meu perímetro. Eu decido começar na frente. Quando eu entro na sala, triunfo atira através de mim, porque eu pegar um vislumbre da Grace na escada em caracol. Ela está sozinha, e meu pulso acelera como eu admiro a forma como o tecido elástico de sua saia preta abraça sua bunda. Seu cabelo longo flui pelas costas, ondulando como uma cortina de ouro a cada passo que ela toma. Merda, ela está em movimento. Ela atinge o patamar do segundo andar e desaparece ao virar da esquina, e a perda de contato visual me impele à ação. Sem perder o ritmo, eu passo em direção às escadas e corro atrás dela.

Grace No banheiro no andar de cima, eu lavo minhas mãos, depois seco-as com uma toalha New England Patriots que me faz sorrir. Merchandising de esportes sempre me pareceu uma indústria tão lucrativa para mim. Tapa um logo do time em qualquer item antigo e milhões de pessoas irão comprá-lo, não importa o que é. Eu verifico o meu reflexo no espelho, satisfeita ao descobrir que graças à meus pesados creme de controle de frizz, meu cabelo sobreviveu a umidade sufocante que suportou na caminhada para


Row grego. Morris havia me retirado no meu dormitório, e embora nós conversamos sem parar até aqui, não temos falado muito desde que viemos para dentro. A música é muito alta, e Morris é demasiado absortos no jogo de tiro em primeira pessoa que eles estão jogando no den. O momento em que chegamos, Fat Ted ordenou Morris a plantar sua bunda no sofá e deu um tapa um controlador de jogo na mão. Eu não me importo, no entanto. Eu tenho me divertido assistindo Morris bater o recorde de Ted em cada nível. Cada vez que ele faz isso, os garotos de fraternidade torcem como se eles estão testemunhando o touchdown final do Super Bowl e importunam Fat Ted sobre a obtenção de sua batida bunda. Fat Ted, pelo caminho? Não muito. Às vezes eu realmente não entendo apelidos. Quando eu saio para o corredor, eu experimento o sentido mais agudo de déjà vu. Só que desta vez, em vez de Logan saindo de uma casa de banho e eu esperando no salão, é o contrário. Um barulho surpreso guincha para fora da minha garganta quando eu o avisto. Eu não tenho visto ou falado com ele em três dias, e não desde o incidente muffin. — Boa noite, linda. - Ele sorri para mim. — Eu estou babando totalmente nesta saia. Seus olhos azuis realizam uma varredura lenta de minhas pernas nuas, e eu amaldiço-o Daisy por me convencer a vestir uma saia curta esta noite. Eu, então, me amaldiço-o por permitir que seu olhar sensual desencadeie uma onda de formigamento quente, a maioria dos quais corre abaixo e se reúnem entre as minhas pernas. Eu suspiro. — O que você está fazendo aqui? — Participando de uma festa. - Ele revira os olhos. — Por quê? O que te trás aqui? Eu respondo com os dentes cerrados. — Eu estou em um encontro.


A confissão não o faz menor. — Sim? Onde está o seu encontro? Você deve apresentar-me. — Não vai acontecer. Logan chega mais perto, e seu aroma picante me envolve como uma névoa espessa. Sua grande armação domina o meu espaço pessoal. Ombros largos e pernas longas e um baú que está tão rasgado eu posso ver cada músculo esticando indivíduo sob sua Tshirt. Eu quero deslizar minhas mãos por baixo da camisa e correr minhas mãos sobre cada cume duro. E, em seguida, deslizá-las na direção oposta, deslizá-las dentro de suas calças e envolver meus dedos ao redor.. Pressão fora dela. Eu tento respirar para regular minha respiração, mas ele está vindo para fora em explosões rasas. Da forma como a respiração engata, eu sei que Logan sente a mudança no meu corpo, a intensificação do meu pulso. A consciência sexual aquecer o ar entre nós. — Há quanto tempo você está indo para continuar lutando? Sua voz é rouca. Atada com desejo. — Eu não estou lutando com nada. - É um milagre que consigo falar quando meu coração está batendo mais difícil do que a linha de baixo da pista de dança no térreo. — Eu já deixei claro que eu não estou interessada em sair com você. E eu não quero reacender transas do ano passado, qualquer um. Tivemos um pouco de diversão e agora seguimos em frente. — Rimas sólidas, Dr. Seuss. - Ainda assim implacável, ele elimina mais duas polegadas de espaço, estando tão perto que eu posso sentir o calor do seu corpo. — Então você não está atraída por mim em tudo mais? -Eu não respondo. Eu não posso responder. O desejo tem entupido minha garganta.


— Porque eu sou atraído por você. - As pálpebras pesadas caindo sobre meu corpo. — Ou qualquer coisa, eu acho que eu quero ainda mais. Eu sei o que ele quer dizer. A atração parece mil vezes mais forte. É quente e feroz e eu posso senti-la pulsando no fundo do meu sexo. Meu olhar é colado à boca, com a curva sensual de seu lábio inferior. Eu sinto falta de beijá-lo. Eu sinto falta do impulso ganancioso de sua língua, e a maneira como ele gemeu quando ele rodou contra a minha. Distância. Eu preciso recuar, aço contra o seu apelo sexual palpável e meu bumbum bate na parede. Porcaria. Não há nenhum outro lugar para ir. Não há forma de correr a partir da consciência incinerando todo o oxigênio em torno de nós. — Beije-me. - Seu comando rouco é quase inaudível sobre as batidas do meu coração. Sua cabeça se inclina, a sua boca polegadas da minha. Estou fascinada por ela. Pelo crescimento da barba sombreando sua mandíbula e a forma como a língua arremessa para fora para umedecer o lábio superior. Um beijo não seria o fim do mundo, certo? Eu só posso tirá-lo do meu sistema. Tirá-lo do meu sistema. Ele levanta a mão, as pontas dos dedos ásperos roçam meu rosto. Eu tremo. — Beije-me, - ele murmura novamente, e meus controle estala. Eu agarro a parte de trás de sua cabeça e trago sua boca com a minha, beijando-o como se estivesse possuída. Quando ele geme contra meus lábios, eu sinto o som estrangulado no meu clitóris. Oh, Deus. Não consigo respirar. Não consigo me concentrar em nada, mas a língua na minha boca com fome e à rápida batida do meu coração. Ele se abaixa e segura minha bunda, apertando meu corpo inferior ao seu e girando seus quadris. — Eu estive fantasiando sobre isto durante todo o verão. - Seu sussurro agonizado aquece meu


pescoço antes de sua boca travar, sugando com força suficiente para me fazer gozar. Eu me apego a seus ombros largos. Impotente para parar com isso. Ele beija um caminho de volta para os meus lábios, brinca com a costura da minha boca com a língua antes de mergulhar dentro de novo. Seus quadris mantém o balanço. Então, fazem o meu. Estou dolorida para ele e ele sabe disso. Ele rosna baixinho, em seguida, desliza uma mão debaixo da minha saia, seus dedos fazem cócegas na minha coxa, deslizando mais pra cima, aproximando-se do local que está implorando por seu toque. Milímetros. Isso é o quão perto ele está. Eu quero gritar para que ele me tocasse já, mas ele está tomando seu tempo. Esfregando minha coxa com o polegar. Lentamente. Lento demais. Ele quebra o beijo e olha nos meus olhos, enquanto sua mão facilita mais perto da virilha da minha calcinha. Seus dedos tremem. Sua respiração cresce difícil. E então ele puxa sua mão, sua expressão tão torturada que você acha que ele foi abordado em água por três dias seguidos. — Não, porra, - ele grasna. — Isso não era o que eu queria. — O-o quê? - Eu gaguejo ainda atordoada daqueles beijos de ponto de fusão da mente. — Eu só queria um beijo. Não uma transa. - Ele faz uma respiração profunda. — Eu quis dizer o que eu disse no outro dia. Eu quero levá-la em uma encontro. — Logan... - Eu paro com cautela. Passos ecoam das escadas, e Logan passa rapidamente de volta, seu olhar mudando para o intruso. Quando Morris arredonda o canto, meu coração pula para minha garganta. Ah Merda. Morris. Eu esqueci completamente sobre Morris.


— Aí está você, - diz ele, seu sorriso desconfortável. — Eu estava preocupado que você pode ter se perdido em seu caminho para o banheiro. Eu inspirei profundamente, desejando que o meu ritmo cardíaco se estabilize. Rezando para que minha expressão não parece muito culpado. Ou pior, excitada. — Não, eu achei, - eu respondo. —Eu parei para um amigo... no meu caminho. As narinas de Logan incendeiam. — Este é Logan, - acrescento eu, então gesto para ele como se Morris não poderia descobrir isso por si mesmo. Meu encontro acena para o cara que eu estava apenas fazendo. — Prazer em conhecê-lo. - Ele olha para mim. —Pronto para se juntar à festa? Não. Sim. Eu nem sei mais. O que eu sei é que eu vim para esta festa com Morris, que acontece de ser uma pessoa fantástica, e eu não estou prestes a abandoná-lo por um outro cara, não importa o quão tentador seja. — Claro. - Eu faço apenas o montante mais breve de contato visual com Logan como murmuro: — Eu vou te ver por ai. - Então eu sigo Morris no térreo e não volto a olhar por cima do meu ombro. Mas eu posso sentir os olhos de Logan em mim o tempo todo.


22 LOGAN É uma vergonha que os duelos não desempenham um papel no mundo moderno mais. Porque agora, eu totalmente poria para baixo no rosto de Morris Ruffolo e desafiando-o a um. Que raio de nome é esse, afinal? Morris Ruffolo. Eu sou muito suspeito de pessoas que têm sobrenomes para os primeiros nomes. E Ruffolo? Ele é italiano? Ele não olhou para ele. E sim, eu sei o nome do cara que Grace chegou à festa a noite passada. Depois que ela me abandonou lá em cima, eu perguntei ao redor e descobri tudo o que eu precisava saber. Seu nome, seu representante, e, claro, seu dormitório. Que passa a ser o meu local atual. Eu apenas bati na porta do cara, mas ele está tomando seu doce tempo para trazer sua bunda. Eu sei que há alguém lá dentro, embora, porque eu posso ouvir o som abafado de uma televisão de dentro do quarto. Eu bato uma segunda vez, e uma voz agravada chama, — Um segundo! Bom. Ele está em casa. Eu gostaria de tirar isso do caminho rápido para que eu possa desfrutar o resto do meu sábado. Quando ele abre a porta e me encontra lá de pé, uma carranca profunda torce a boca. — O que você quer?


Ok, então. Fiquei me perguntando se Grace contou-lhe sobre o beijo, e sua hostilidade visível responde a essa pergunta. — Eu vim aqui para declarar as minhas intenções em direção a Grace, - eu anuncio. — Puxa, quão honrado você é. - Morris bufa. — Mas a coisa verdadeiramente honrada teria sido para não estragar com o meu de ontem à noite. Deixei escapar um suspiro arrependido. — Essa é a outra razão pela qual eu estou aqui. Desculpar-me. Apesar da carranca em seu rosto, ele abre mais a porta e dá um passo relutante para trás, um convite para entrar. Eu o sigo para dentro, poupando um rápido olhar para a sala cheia de lixo antes de começar a trabalhar. — Me desculpe, eu me movi em seu encontro. Foi uma violação total de código de manos, e para isso, eu estou oferecendo-lhe um balanço livre para mim. Apenas certifique-se de ficar longe de meu nariz, porque eu quebrei dessa forma o filho da puta muitas vezes e eu estou com medo, um dia, não vai curar direito. Riso atado descrença voa para fora de sua boca. — Cara, você não pode estar falando sério. — Claro que eu estou. - Eu amplio a minha postura. — Continue. Eu prometo que não vou bater de volta. Morris balança a cabeça, parecendo surpreso e irritado. — Não, obrigado, eu vou passar. Agora diga qualquer outra coisa que você quer dizer, e então vá. — Faça como quiser. Essa foi uma oferta única, a propósito. Eu dou de ombros. — Ok, próxima. Você deve saber que, enquanto você e Grace não são exclusivos, não vou parar de tentar reconquistála. -Arrependimento corre através de mim, e minha voz treme um pouco. —Nós estávamos juntos em abril, e eu estraguei tudo muito mau.


— Sim, ela me disse. — Ela fez? Ele balança a cabeça. — Em nosso caminho de casa a partir da festa da noite passada. Ela não ofereceu muitos detalhes, mas ela deixou bem claro que você estragou a merda. — Sim, - eu digo com tristeza. — Mas eu estou indo para corrigi-lo. Eu sei que provavelmente não é o que você quer ouvir, mas eu percebi que eu deveria avisá-lo, porque você pode estar vendo muito mais de mim. Você sabe, se você sair com Grace novamente. Eu pinto uma sobrancelha. — Você vai sair com ela de novo. — Talvez. Talvez não. - Ele inclina sua fronte. — De qualquer forma, isso não é da sua conta. — É justo. - Eu enfio as mãos nos bolsos. — De qualquer forma, isso é tudo que eu queria dizer. Espero que fique sem ressentimentos sobre a noite passada. Eu não apareci planejando beijá-la, ele só aconteceu e santa merda, você está jogando Mob patrão? - Meu olhar pousou na imagem congelada na TV que está montado na parede em frente à cama. Suspeita escurece os olhos. — Você sabe sobre este jogo? Ninguém que eu conheço sabe sobre isso, ou já ouviu falar dele. Ando até o armário sob a TV e pegar o case do jogo de vídeo. Sim, eu tenho um idêntico em casa. — Cara, eu sou todo este jogo, - digo a ele. — Um dos meus companheiros de equipe é viciado nele, esse cara Fitzy. Bem, o nome dele é Colin Fitzgerald, mas nós o chamamos Fitzy. Ele é um jogador sério, desempenha uma tonelada de merda, estranho ninguém saber sequer existe. Ele, na verdade, faz os comentários dos jogos para o blog- Briar — Você está brincando comigo? - Morris exclama. — Você realmente conheçe F. Gerald? Eu sou obcecado com seus comentários. Espera ele é seu companheiro de equipe?


— Sim, Fitzy usa um apelido para o blog. Ele não quer gatas sabendo que ele é um nerd hardcore. - Eu sorrio. — Como jogadores de hóquei, temos uma certa reputação a defender. Morris balança a cabeça com espanto. — Eu não posso acreditar que você é amigo de Gerald F.. Ele é uma porra de lenda na comunidade do jogo... Ele trilha e nossa discussão surpreendentemente animada alcança conclusão, um silêncio constrangedor rastejando para tomar seu lugar. Suspirando, eu gesto para a tela e aconselho, -salvar a munição. - Seus olhos se estreitam. — O Quê? — Você continua falhando este nível, certo? Com maior cansaço, ele concorda. — A mesma coisa aconteceu comigo. Eu tinha que fazer isso todo o caminho até o fim, mas então eu não seria capaz de matar Don Angelo, porque eu estaria sem munição e não há caixas de munição de merda no armazém. - Eu ofereço uma sugestão útil. — Há um canivete nas docas. Pegue isso e use-o em aplicadores de Angelo, então busque para fora do AK quando você chegar ao armazém. Você pode morrer nas primeiras vezes, mas eventualmente você vai se acostumar a matar com a faca. Confie em mim. — O canivete, - diz ele, em dúvida. — Confie em mim, - repito. — Você quer que eu passe isso para você? -Foda-se. Vou passá-lo eu mesmo. - Ele chega para o controlador, depois suspira e olha o meu caminho. — Então, onde está a faca? Eu balanço ao lado dele. — Ok, ele está escondido no canto do estaleiro, perto do gabinete do chefe do cais. Apenas continue desse jeito e eu vou mostrar-lhe quando você chegar lá. Morris aperta reiniciar.


Grace A primeira coisa que faço depois de marchar para fora do prédio de mídia na segunda-feira à noite é enviar uma mensagem de texto muito curto para um John Logan. Eu: tá em casa? Ele: Yup. Eu: me envie o seu endereço. Eu estou chegando.

É quase um minuto inteiro antes que ele responde. Ele: E se eu não quiser que você visite? Eu: Serio? Depois de todo o seu — cortejar — você está vai realmente dizer não?

Sua mensagem seguinte aparece em um momento. É o endereço dele. Ha. Isso foi o que eu pensei. Meu próximo curso de ação é para chamar um táxi. Normalmente eu não me importo ser trinta minutos a pé para Hastings, mas eu tenho medo que minha raiva possa multiplicar a um nível assustador se eu permitir ter trinta minutos inteiros para apodrecer. Sim, eu estou com raiva. E irritada. E completamente espantada. Eu sabia que Morris não estava feliz com o que aconteceu na festa Sigma, mas ele não tinha me dado qualquer indicação de que ele era um quebrador de acordos. Se qualquer coisa, ele parecia incrivelmente compreensivo quando eu expliquei a minha história com Logan durante o passeio de volta pra casa. O que torna o que aconteceu apenas uma centena de vezes mais desconcertante.


Eu remexo impaciente durante o passeio de cinco minutos de táxi, e quando chegamos ao nosso destino, eu dou uma nota de dez dólares para o motorista e abro a porta traseira do carro antes mesmo que ele pare de se mover. É a minha primeira visita à casa de Logan, mas eu não dou ao redor mais de uma inspeção superficial. Gramado puro, alpendre branco, e uma porta da frente eu bato imediatamente meu punho contra. Dean atende a porta vestindo nada além de um par de shorts de basquete, seu cabelo loiro espetado em todas as direções. — Hey. Ele me cumprimenta com surpresa. — Oi. - Eu defini meu queixo. — Estou aqui para ver Logan. Ele gesticula para eu entrar, em seguida, aponta para a escada à nossa esquerda. — Ele está em seu quarto. Segunda porta à direita. — Obrigada. Essa é a extensão da conversa. Ele não indaga qual o motivo de minha visita, e eu não ofereço uma explicação. Eu simplesmente marcho no andar de cima do quarto de Logan. A porta está aberta, então eu tenho uma visão clara dele deitado em uma cama de casal, os joelhos encolhidos e um livro aberto equilibrado contra eles. Há um sulco profundo em sua testa forte, como se ele estivesse concentrado no que ele está lendo, mas seu olhar atira para a porta quando ele ouve os meus passos. — Merda. Você chegou aqui rápido. - Ele joga o livro de lado e pula a seus pés. Eu sigo para dentro e fecho a porta atrás de mim, exigindo privacidade para a bronca que estou prestes a dar-lhe. — O que está errado com você? - Eu digo, em vez de saudação. — Você foi para o dormitório de Morris e declarou as suas intenções? Ele oferece um leve sorriso. — É claro. Foi a coisa mais nobre de se fazer. Eu não posso estar perseguindo a garota do outro cara sem o seu conhecimento.


— Eu não sou sua garota, - eu estalo. — Fomos em um encontro! E agora eu nunca vou ser sua garota, porque ele não quer sair comigo de novo. — Que diabos? - Logan parece assustado. — Estou decepcionado com ele. Eu pensei que ele tinha mais de um espírito competitivo do que isso. — Sério? Você vai fingir ser surpreendido? Ele não vai me ver de novo, porque você idiota disse que ele não poderia. Admiração enche os olhos. — Não, eu não fiz. — Sim, você fez. — É isso o que ele te disse? - Demanda Logan. — Não com tantas palavras. — Entendo. Bem, qual foram as palavras que ele realmente usou? Eu cerro os dentes tão duro que doi minha mandíbula. — Ele disse que ele está recuando, porque ele não quer ficar no meio de algo tão complicado. Fiz notar que não há nada complicado sobre ele, vendo como você e eu não estamos juntos. - Minha raiva aumenta. — E então ele insistiu que eu preciso lhe dar uma chance, porque você é a… -eu com raiva cito as palavras de Morris — -‘cara de uma noite que merece outra chance. Logan irrompe em um sorriso. Eu esfaqueio o ar com o dedo. — Não se atreva a sorrir. Obviamente você colocou essas palavras em sua boca. E o que diabos ele estava tagarelando sobre quando ele me disse que você e ele eram —família? Toda a descrença que eu senti durante a minha conversa com Morris vem espiral de volta, fazendo-me andar pelo quarto em passos apressados. — O que você disse a ele, Logan? Queria fazer uma lavagem cerebral nele ou algo assim? Como você está na família? Você não nem conhecem uns aos outros!


Riso estrangulado sai da direção de Logan. Eu giro ao redor e nivelo um olhar furioso escuro para ele. — Ele está falando sobre a família comum que criamos no Mob Boss. É este jogo role-playing onde você é o Don de uma família da máfia e você está lutando contra um grupo de outros chefes da máfia para território e raquetes e outras coisas. Nós jogamos quando eu fui lá, e eu acabei ficando até as quatro da manhã. Sério, foi intenso. Ele dá de ombros. — Somos o sindicato do crime Lorris. Estou pasma. Meu Deus. Lorris? Como em Logan e Morris? Eles porra tinham Brangelina a si mesmos? — O que está acontecendo? - Eu explodo. — Vocês são os melhores amigos agora? — Ele é um cara legal. Na verdade, ele é ainda mais frio no meu livro agora para deixar o cargo como aquele. Eu não pedi, mas claramente ele agarra o que você se recusa a ver. — Sim, e o que é isso?, - Murmuro. — Que você e eu somos perfeitos um para o outro. Sem palavras. Não há palavras para transmitir com precisão o que eu estou sentindo agora. Horror talvez? Insanidade absoluta? Quero dizer, não é como eu estou loucamente apaixonado por Morris nem nada, mas se eu soubesse que beijar Logan na festa levaria a ... isso, eu teria me amarrado em uma maldita mordaça. Eu desenho uma respiração calmante. — Você me usou, - Eu o lembro. Seus traços vincam com pesar. — Sem querer. E eu estou tentando compensar isso. — Como? Por me convidar para sair? Ao comprar-me bolos e me beijando em festas? - Eu estou tão atrasada eu mal posso pensar em linha reta. — Eu não estou mesmo convencida de que você realmente


gosta de mim, Logan. Essa coisa toda parece que está centrado em seu ego. A única razão que você mesmo me viu novamente depois que primeira noite foi porque você não poderia lidar com isso eu não tive um orgasmo. E na festa, quando você descobriu que eu estava em um encontro com outra pessoa, era como se você saiu a sua maneira de marcar uma posição ou alguma merda. Suas ações gritam, e não sentimentos genuínos só seu ego para mim. — Isso não é verdade. E quanto à noite, cheguei à sala de jantar? Como isso beneficiaria o meu ego? - Sua voz é rouca. — Eu gosto de você, Grace. — Por quê? - Eu desafio. — Porque você gosta de mim? — Porque... - Ele arrasta a mão pelo cabelo escuro. — Você é divertida de estar ao redor. Você é inteligente. Doce. Você me faz rir. Ah, e só a visão de você me deixa duro. Eu engulo uma risada. — O que mais? Cores Constrangimento suas bochechas. — Não tenho certeza. Nós não nos conhecemos muito bem, mas tudo o que eu sei sobre você, eu gosto. E tudo o que eu não sei, eu quero descobrir. Ele soa tão sincero, mas uma parte de mim ainda não confia nele. É a dor e humilhada Grace, que quase teve relações sexuais com ele em abril. Que lhe disse que era virgem e depois assisti-lo correr fora da cama como se estivesse coberto com formigas. Quem ficou lá nua enquanto ele disse que não podia dormir com ela porque ele estava preso a outra pessoa. Como se sentindo minhas dúvidas, ele se apressa em voz suplicante. — Me dê outra chance. Deixe-me provar a você que eu não sou um burro egocêntrico. Hesito. — Por Favor. Diga-me o que vai convencer você a sair comigo, e eu vou fazê-lo. Eu farei qualquer coisa. Bem. É interessante.


Eu não sou o tipo de jogar jogos. Eu realmente não sou. Mas eu não posso lutar contra essa desconfiança chata, a voz cínica na minha cabeça me avisando que suas intenções podem não ser puras. No entanto, eu também não posso trazer-me a dizer não outra vez, porque outra parte de mim, aquela que adora passar tempo com esse cara, quer que eu diga sim. Deus, talvez eu preciso dele para provar isso para mim. Talvez eu preciso dele para me mostrar o quão sério ele é sobre mim namorando. Uma ideia perde na parte de trás da minha mente. É louco, ultrajante, mesmo. Mas hey, se Logan não pode enfrentar alguns obstáculos simples, então talvez ele não mereça outra chance. — Qualquer coisa? - Eu digo lentamente. Seus olhos azuis brilham com firmeza. — Qualquer coisa, linda. Absolutamente tudo.


23 LOGAN

— O que rima com insensível? - Eu bato minha caneta na mesa da cozinha, além frustrado com a minha tarefa atual. Quem sabia que era difícil pra caralho rimar? Garrett, que corta cebolas no balcão, olha por cima. — Sensível, - diz ele solícito. — Sim, G, eu vou ter a certeza de rimar insensível com sensível. Estrela de ouro para você. Do outro lado da cozinha, Tucker termina de carregar a máquina de lavar louça e se vira para franzir a testa para mim. — O que diabos você está fazendo aí, de qualquer maneira? Você está rabiscando em um bloco de notas nesta última hora. — Estou escrevendo um poema de amor, - eu respondo sem pensar. Então eu bato meus lábios, percebendo o que eu fiz. Silêncio morto cai sobre a cozinha. Garrett e Tucker trocam um olhar. Um extremamente longo olhar. Então, perfeitamente sincronizados, as suas cabeças deslocam na minha direção, e eles olham para mim como se eu tivesse acabado de escapar de uma instituição mental. Eu posso muito bem ter. Não há outra razão por que eu estou voluntariamente escrevendo poesia no momento. E isso não é mesmo o item mais louco na lista de Grace.


Está certo. Eu disse isso. Lista. A pirralha me mandou uma mensagem não um, não dois, mas seis tarefas para completar antes de ela concordar em um encontro. Ou talvez gestos é a melhor maneira de expressá-lo. Eu obtive, no entanto. Ela não acha que eu estou falando sério sobre ela e ela está preocupada que eu vou estragar tudo novamente. Inferno, ela provavelmente acredita que esta lista dela vai me assustar e não vai mesmo chegar à parte namoro. Mas ela está errada. Eu não tenho medo de seis gestos românticos míseros. Alguns deles vão ser difíceis, com certeza, mas eu sou um cara engenhoso. Se eu posso reconstruir o motor de um Camaro '69 usando apenas as partes encontrados em ferro-velho de ínfima qualidade de Munsen, então eu certamente posso escrever um poema sentimental e produzir — uma colagem de qualidade que apresenta os traços de personalidade da Grace de que eu acho mais fascinante. — Eu só tenho uma pergunta, - Garrett fala. — Sério?, - Diz Tuck. — Porque eu tenho muitas. Suspirando, eu coloquei a minha caneta para baixo. — Continue. Tirem-me de seus sistemas. Garrett cruza os braços. — Isto é para uma garota, certo? Porque se você está fazendo isso para diversão então isso é simplesmente estranho. — É para Grace, - eu respondo com os dentes cerrados. Meu melhor amigo balança a cabeça solenemente. Então ele ri alto. Idiota. Eu faço uma carranca quando ele agarra seu lado, as costas largas estremecendo a cada risada berrando. E mesmo quando acalmou com o riso, ele consegue puxar seu telefone do bolso e começar a digitar. — O que você está fazendo? - Eu exijo. — Mensagem à Wellsy. Ela precisa saber disso.


— Eu te odeio. Estou tão ocupado olhando para Garrett que eu não percebo o que Tucker vai fazer até que seja tarde demais. Ele arrebata o bloco de notas da mesa, estuda-o, e ri alto. — Puta merda. G, ele rimou idiota com Cutelo. — Cutelo? - Garrett bufa. — Como a espada? — O carro, - murmuro. — Eu estava comparando os lábios para este Cutelo vermelho-cereja eu era fixado quando eu era criança. Com base na minha própria experiência, esse tipo de coisa. Tucker balança a cabeça, exasperado. — Você devia ter comparado as cerejas, idiota. Ele está certo. Eu deveria ter. Eu sou um terrível poeta e eu sei. — Hey, - eu digo como inspiração grave. — E se eu roubar as palavras de—Maravilhosa Grace? Eu posso mudá-lo para ... um ... Formidável Grace. — Sim, - Ri Garrett. — O ouro puro ali. Formidável Grace. Eu pondero a próxima linha. — Que doce... — Sua bunda - Tucker fornece. Garrett bufa. — Mentes brilhantes no trabalho. Formidável Grace, quão doce o seu traseiro. - Ele digita em seu telefone novamente. — Jesus Cristo, você vai parar de ditar essa conversa para Hannah? - Eu resmungo. — Manos antes das gatas, cara. — Chame minha namorada de gata mais uma vez e você não vai ter um irmão. Tucker ri. — Sério, por que você está escrevendo poesia para essa garota? — Porque eu estou tentando reconquistá-la. Este é um de seus requisitos.


Que chama a atenção de Garrett. Ele se anima, telefone pronto na mão como ele pergunta: — Quais são os outros? — Não é da sua porra de negócio. — Golly Gee, se você fizer metade de um trabalho tão bom como aqueles em que você está fazendo com este poema épico, então você vai tê-la de volta em nenhum momento! Eu dou-lhe o dedo. — O sarcasmo não é apreciado. - Então eu pego o bloco de notas da mão de Tuck e vou para a porta. — PS? Da próxima vez que qualquer um de vocês precisar marcar pontos com suas senhoras? Não me peçam por ajuda. Imbecis. Seu riso selvagem me segue todo o caminho lá em cima. Eu paro no meu quarto e chuto a porta, em seguida, passo a próxima hora digitando até a desculpa mais triste para a poesia no meu laptop. Jesus. Estou colocando mais esforço neste poema maldito do que para minhas aulas reais. Eu ainda tenho cinqüenta páginas para ler para o meu curso de economia, e um plano de marketing para delinear, mas estou fazendo alguma dessas coisas? Não. Pego meu celular e texto Grace. Eu: Qual é o seu endereço de e-mail?

Ela responde quase que instantaneamente: Grace_Ivers@gmail.com Eu: enviando.

Desta vez, ela toma seu tempo doce de mensagens de volta. Quarenta e cinco minutos para ser exato. Tenho trinta páginas em minha tarefa de leitura quando meu telefone vibra. Ela: Não para seu trabalho do dia, Emily Dickinson. Eu: Ei, vc não disse que tinha que ser bom. Ela: Touché. D- no poema. Mal posso esperar para ver a sua colagem. Eu: Como vc sente sobre brilho? E fotos de pau?


Ela: Se há uma foto de seu pau nessa colagem, eu estou fotocópia-la e passá-la ao redor do centro de estudante. Eu: Má ideia. Você vai dar a todos os outros caras um complexo de inferioridade. Ela: Ou um impulso no ego.

Sorrindo, eu rapidamente escrevo outra mensagem: Estou recebendo esse encontro, linda.

Há um longo atraso, então: Boa sorte com #6. Ela está tentando entrar na minha cabeça. Ha. Bem, boa sorte com isso porra. Grace Ivers subestimou tanto a minha tenacidade e minha desenvoltura. Mas ela vai descobrir isso em breve.

Grace Estou rindo para mim enquanto eu me sento na minha mesa e releio o poema horrível que Logan me enviou. Suas rimas me racham principalmente as comparações de carro ou de hóquei seu esquema de rima está em todo o lugar. É abab? Não, não há uma terceira rima lá. ABACB? Deus, isso é de nível épico ruim. E ainda o meu coração não vai parar de fazer golfinhos felizes. — O que é tão engraçado? - Daisy valsa em nosso quarto, de volta da hora show que ela hospeda na estação. Ela está em jeans rasgado, um top minúsculo, e seus Docs marca registrada, mas a franja é agora roxa. Ela deve ter tingido-los quando eu estava na aula de hoje, porque ela ainda estava rosa quando eu saí esta manhã.


— Amei o roxo, - digo a ela. — Obrigado. Agora me mostre sobre o que você está rindo. - Ela vem atrás de mim e olha para a tela. — É o vídeo do bebê coala Morris que encaminhado a todos mais cedo? Porque isso foi tão adorável Grace? - Ela grita em desespero. — Oh, Deus. Eu ainda quero saber? Suponho que uma pessoa melhor teria minimizado a janela antes que ela pudesse ler o poema de Logan, mas deixei. É muito divertido. Sua risada ecoa pela sala enquanto ela lê o poema. — Oh wow. Isso é um desastre. Pontos para as referências do hóquei, apesar de tudo. -Daisy levanta uma mecha do meu cabelo e examina-o. —Ei, isso meio que é o mesmo tom que essas camisola Bruins reminiscência dos anos sessenta. Eu embasbaco com ela. — Como na terra você sabe o com o que se parece? — Meu irmão tem um. - Ela sorri. — Eu costumava ir a todos os seus jogos do ensino médio, que me transformou em uma fã relutante. Ele joga para North Dakota agora. Eu estou surpresa que meus pais não nos renegou tanto que te praticamente rejeitado tudo sobre o Sul e para o norte a primeira chance que temos. - Seu olhar se desloca de volta para a tela. — Então você tem um admirador secreto? — Admirador, sim. Secreto, não. Sabe aquele cara que eu estava te falando? Logan? — O jogador de hóquei? Eu aceno. — Eu estou fazendo-o saltar através de alguns aros antes de eu sair com ele. Daisy olha intrigado. — Que tipo de aros? — Bem, este poema, por exemplo. E ... - Eu dou de ombros, em seguida, peguei o meu telefone e puxei para cima o texto que enviei-lhe ontem à noite, aquele que contém a lista mais absurda que eu já escrevi.


Ela pega o telefone. No momento em que ela fez a leitura, ela está rindo ainda mais difícil. — Oh meu Deus. Isso é loucura. Rosas azuis? elas ainda existem? Eu dou uma risadinha. — Não na natureza. E não na loja de flor em Hastings. Mas ele pode ser capaz de pedir algumas de Boston. — Você é, uma mulher má, - ela acusa, um sorriso largo esticando sua boca. — Eu amo isso. Quantos é que ele fez até agora? — Apenas o poema. — Eu não posso acreditar que ele vai junto com este. - Ela pula em sua cama, em seguida, franze a testa e olha para o colchão. — Você fez a minha cama? — Sim, - eu digo timidamente, mas ela não parece chateada. Eu já tinha avisado a ela que meu TOC pode elevar sua cabeça incrivelmente arrumando de vez em quando, e até agora ela não piscou um olho quando isso aconteceu. Os únicos itens em que nãotoque-ou-foda-se NÃO FAZEM na lista são os sapatos e sua biblioteca de música iTunes. — Espera, mas você não dobrou a minha roupa? - Ela zomba com suspiros. — Que diabos, Grace? Eu pensei que nós éramos amigas. Eu mostro a minha língua. — Eu não sou sua empregada doméstica. Dobre sua própria lavanderia. Os olhos de Daisy brilham. — Então você está me dizendo que você pode olhar para essa cesta transbordante doce de roupas secas, ela aponta para a cesta em questão — e você não vai estar tentada a dobrá-las? Todas essas shirts... formando rugas como nós falamos. Meias solitárias... com saudade de seus pares... — Vamos dobrar a sua roupa - eu deixo escapar. Um vendaval de riso ultrapassa seu pequeno corpo. — Isso foi o que eu pensei.


24 LOGAN Uma semana inteira passa antes de eu ser capaz de assinalar outro item da lista. Até agora, eu completei quatro dos seis, mas estes dois últimos são uma cadela de adquirir. As rodas estão em movimento em relação a #6, mas #5 é foda duro. Eu tenho procurado alto e baixo para ele, mesmo contemplando comprá-lo online, mas essas coisas são muito mais caras do que eu pensava que seria. É terça-feira à tarde, e eu estou com Garrett e nosso amigo Justin. Estamos pegando Hannah, Allie, e a namorada de Justin, Stella, no edifício e, em seguida, os seis de nós é suposto dirigir ao restaurante em Hastings para o almoço. Mas no momento em que entramos no auditório cavernoso onde as meninas nos disseram para encontrá-las, meu queixo cai e mudo nossos planos. — Puta merda, é um veludo vermelho chaise na sala? Os caras trocam um olhar que-porra-é-essa. — Hum... certo? diz Justin. — Porque… Eu já estou correndo em direção ao palco. As meninas ainda não está aqui, o que significa que eu tenho que agir rápido. —Pelo amor de Deus, venha aqui—, eu chamo por cima do meu ombro. Seus passos ecoam atrás de mim, e no momento em que subo no palco, eu já batido minha camisa e estou chegando para o meu


cinto de fivela. Eu paro para pescar o meu telefone do meu bolso de trás e lançá-lo em Garrett, que pega-o sem perder uma batida. — O que está acontecendo agora? - Justin explode. Eu deixo cair a blusa, chutar meu jeans a distância, e mergulho para a cadeira de pelúcia vestindo nada além de meus shorts pretos de pugilista. — Rápido. Tire uma foto. Justin não para de balançar a cabeça. Uma e outra vez, e ele está piscando como uma coruja, como se ele não consegue entender o que ele está vendo. Garrett, por outro lado, sabe melhor do fazer perguntas. Inferno, ele e Hannah passaram duas horas construindo corações do origami comigo no outro dia. Seus lábios se contorcem incontrolavelmente enquanto ele coloca o telefone na posição. — Espere. - Faço uma pausa em seus pensamentos. —O que você acha? Armas, ou dois polegares acima? — O que está acontecendo? Nós dois ignoramos exclamação do perplexo Justin. — Mostre-me os polegares para cima, - diz Garrett. Eu dou a câmera um sorriso de lobo e cumpri os meus polegares. Bufo do meu melhor amigo salta fora das paredes do auditório. — Veto. Faça os braços. Definitivamente os braços. Ele leva dois tiros e um com flash, um sem e só assim, outro gesto romântico está no saco. Como eu rapidamente coloquei minhas roupas de volta, Justin esfrega as têmporas com tanto vigor, é como se seu cérebro implodiu. Ele embasbaca quando eu puxar minha calça jeans até meus quadris. Embasbaca mais difícil quando eu caminho ao longo de Garrett para que eu possa estudar as imagens.


Concordo com a cabeça em aprovação. — Droga. Eu deveria virar modelo. — Você fotografa muito bem, - Garrett concorda com uma voz grave. —E cara, seu pacote parece enorme. Foda-se, totalmente faz. Justin arrasta as duas mãos pelo seu cabelo escuro. — Eu juro por tudo que é sagrado se um de vocês não me dizer o que diabos acabou de passar por aqui, eu vou perder minha merda. Eu rio. — Minha menina queria que eu enviasse um foto de mim em um chaise de veludo vermelho, mas você não tem ideia do quão difícil é encontrar um maldito salão com chaise de veludo vermelho. — Você diz isso como se fosse uma explicação. Não é. - Justin suspira como o peso do mundo repousa sobre seus ombros. — Vocês jogadores de hóquei são fodidos. — Naah, não, somos apenas bocetas como você e sua torcida de futebol, - Garrett diz docemente. — Nós possuímos o nosso apelo sexual, cara. — O apelo sexual? Essa foi a coisa menos elegante que eu já…. não, você sabe o quê? Eu não vou participar, - Justin resmunga. — Vamos encontrar as meninas e almoçar.

Grace Meu Deus. Ele realmente fez isso. Olho para o meu telefone, dividido entre rir, gemer, e corro para a sex shop mais próxima para comprar um vibrador, porque maldição quente, John Logan tem o corpo mais sexy do planeta.


Parado no meio da estação de rádio com a minha língua de fora, provavelmente, não é a conduta de trabalho adequado, mas tecnicamente não estou trabalhando hoje. Eu só vim para atender Morris para o almoço. E eu não me importo mesmo que eu estou babando em público a imagem é deliciosa. Peito nu de Logan me insulta a partir da tela do telefone, músculos tonificados mel e elegantes, o pó de cabelo entre seus peitorais perfeitamente formados, seu abdômen ondulado. Jesus, e o seu short de pugilista é tão apertado contra sua virilha e coxas que eu possa ver o contorno de seus…— Bem, foda-se um pato, - vem a voz encantada de Morris. Eu pulo de surpresa, em seguida, giro ao redor para encará-lo está escondido atrás de mim. A julgar pela diversão dançando em seus olhos, é óbvio que ele espiou por cima do meu ombro e teve um vislumbre da foto que eu estava babando em cima. — Eu queria saber como ele iria puxar essa fora, - observa Morris, ainda sorrindo como um tolo. — Não deveria ter duvidado dele, no entanto. Esse cara é uma força imparável da natureza. Eu estreito meus olhos. — Ele lhe disse sobre a foto? — Sobre toda a lista, na verdade. Nós saímos na ultima noite, Lorris está perto de assumir Brooklyn, pelo caminho, e ele estava gemendo e gemendo sobre não ser capaz de rastrear um sofá de veludo vermelho. - Morris dá de ombros. — Eu me ofereci para jogar um cobertor vermelho no sofá da minha sala comum e tirar algumas fotos, mas ele disse que iria considerar uma fraude e privá-lo de seu amor. Abafando um suspiro, eu enfiei meu telefone na minha bolsa, em seguida, caminhei ao longo do mini-frigorífico do outro lado da sala e peguei uma garrafa de água. Eu torci fora a tampa, fazendo o meu melhor para ignorar o puro prazer de Morris que está ficando fora desta. — Eu desejava ser gay, - ele diz com tristeza.


A risada saiu. — Uh-huh. Continue. Eu estou disposto a seguilo para baixo nesse buraco de coelho e ver onde ele leva. — Sério, Gretch, eu o amo. Tenho um tesão por ele. - Morris suspira. —Se eu soubesse que ele existia, eu não teria te convidado para sair em primeiro lugar. — Gee, obrigado. — Oh, cale a boca. Você é incrível, e eu bateria em um segundo. Mas eu não posso competir com esse cara. Ele está operando em um nível totalmente diferente quando se trata de você. - É engraçado após nossa breve, incursão malfadada em namoro, Morris e eu nos tornamos amigos ainda mais perto. Às vezes, a culpa persistente sobre o beijo de Logan na festa Sigma ainda surge, mas Morris não vai me deixar pedir desculpas por isso. Ele insiste que um encontro com sarampo não conta como um relacionamento, ou o cometimento de adultério, e eu acho que ele quis dizer isso. Eu também acho que é provavelmente melhor que nós não começamos nada, porque eu já comecei a perceber a forma como ele olha para Daisy, e eu tenho certeza que ela é a única que ele realmente quer. Quanto a mim? Eu quero esse encontro com Logan mais do que qualquer outra coisa neste mundo, e eu lamento tudo isso, porque, honestamente, ele me conquistou no segundo ele me enviou esse poema. E claramente que ele quer este encontro, tanto quanto eu faço, caso contrário ele não teria colocado tanto esforço para a colagem mais foda que eu já vi. E os corações do origami. E encharcou as rosas ate quase a morte no corante alimentar que ele usou para ficar azul. E agora a foto boudoir? Sua determinação é absolutamente inspiradora. — Você sabe o que, - eu digo lentamente. — Eu me sinto mal fazendo-o fazer todas essas coisas quando nós dois sabemos que eu estou dizendo sim para o encontro. Eu acho que eu deveria dizer a ele para não se preocupar com o último item.


— Não, - diz Morris instantaneamente. Minha testa franze. — Por que não? — Razões puramente egoístas. - Ele ri. — Estou curioso para ver o que ele vem. Eu pressiono meus lábios juntos para combater uma risada. — Honestamente? Eu também.

Logan Dois dias depois do salão de veludo vermelho o destino favorece minha vida, eu dirigo em alta velocidade fora da rampa da estrada e em direção a Hastings, com Garrett sentado calmamente no banco do passageiro. Nenhum de nós disse muito durante a viagem de volta de uma hora de Wilmington, embora nós provavelmente temos diferentes razões para o nosso silêncio. Eu não consigo parar de pensar na arena, nós dirigimos o nosso caminho para o restaurante. Não era nada como o esplendor da TD Garden. Apenas um grande, edifício comum, semelhante a qualquer arena de idade que você pode encontrar na Nova Inglaterra. E ainda assim eu venderia minha alma ao diabo para ter a porra de uma chance de acordar todas as manhãs e praticar lá. Eu puxo em nosso caminho, mas deixei o motor a trabalhar quando eu olho para Garrett. — Obrigado por fazer isso, homem. Devo-lhe muito. - Faço uma pausa. — Eu sei que você não gosta de depender de conexões do seu pai. Ele dá de ombros. — Mikey meu padrinho. Eu estava usando minhas próprias conexões. - Mas eu sei que ele odiava fazer essa chamada. Padrinho ou não, a lenda da NHL Mikey Hanson ainda é o


melhor amigo de Phil Graham, e Garrett passou a maior parte de sua vida tentando separar-se da sombra de seu pai idiota. — Você tem falado com ele ultimamente?, cautelosamente. — Seu pai, eu quero dizer?

-

— Não. Ele chama a cada poucas semanas, simplesmente pressiono ignorar. Você tem falado com seu?

Pergunto mas

eu

— Alguns dias atrás. - Eu tenho vindo a fazer um esforço para checar papai e Jeff, e mamãe e David, porque logo começa outra vez a pré-temporada e nossa rotina de treino se torna mais intensa, eu vou estar vivendo em uma bolha de hóquei e provavelmente vou esquecer de chamar a minha família. Garrett fica em silêncio por um instante, em seguida, olha pensativo. —Será que ela vale a pena tudo isso, mano? Eu não pergunto sobre o que é - ela. Eu simplesmente concordo. — Não é apenas para o sexo? Meu sorriso é triste. — Nós não tivemos o sexo ainda. Surpresa pisca através de seus olhos. — Sério? Eu assumi que você transou com ela de volta de abril. — Não. Os cantos de sua boca puxar para cima. Ou eu estou imaginando-o, ou ele realmente parece orgulhoso de mim. — Bem, então que apenas responde à minha pergunta sobre ela valer a pena. - Ele me bate no ombro, em seguida, estende a mão para a maçaneta da porta. — Boa sorte. Verdade seja dita, eu não tenho certeza se eu preciso de sorte. Toda vez que eu entrego um dos meus presentes servilmente românticos na porta de Grace, eu sou recompensado com um sorriso brilhante, que iluminava todo o seu rosto. E quer que eu estava imaginando, ou ela ficava olhando para minha boca, tão maldita


atentamente, como se ela estivesse morrendo de vontade de me beijar. Eu não faço um movimento, no entanto. Não quero forçar muito rápido. Mas eu tenho um sentimento que eu poderia estar recebendo esse beijo esta noite. Eu bato na porta de Grace vinte minutos mais tarde, ordenando-me a manter o exultante a um mínimo. Mas maldição, estou me sentindo muito foda sobre a maneira que eu tenho cumprido com êxito todas as suas demandas. É realmente uma pena que as pessoas não compreendem o teimoso filho da puta eu sou. E Grace não olha surpresa ao me ver quando ela abre a porta. Provavelmente porque eu mandei uma mensagem para que ela soubesse que eu estava vindo. Eu não contei a ela o porquê, mas ela tem um olhar para a minha cara e suga a respiração. — Você não... - Eu estendo minha cela em triunfo. — Seu endosso de celebridades, minha senhora. — Ok, entre aqui. Eu tenho que ver isso. - Uma mão agarra o telefone enquanto o outro me puxa para dentro do quarto. Sua companheira de quarto Daisy esta com as pernas cruzadas sobre a cama, e ela sorri quando ela me vê. — Se não for o próprio Sr. romance. O que você tem para nós esta noite, garotão? Eu sorrio de volta. — Nada especial, apenas— Ei, Grace,- uma voz fala do alto-falante do telefone. Grace carregou o vídeo e apertou o play com uma velocidade impressionante, e sua companheira de quarto congela ao ouvir o som da saudação masculina alegre. — Shane Lukov aqui, - o cara de cabelos escuros na tela continua. — Puta merda! - Daisy guincha. Ela mergulha para fora da cama e corre ao longo de Grace, enquanto eu fico na frente delas sorrindo o sorriso de todos os sorrisos.


— Venho para você de Wilmington com uma mensagem importante, - anuncia o segundo ano a estrela Bruins. Lukov levou o campeonato pela tempestade com seu explosivo ano de estreia, e as pessoas estão salivando para ver o que ele faz esta próxima temporada. Aos vinte anos de idade, já está sendo comparado com Sidney Crosby, e honestamente, eu não acho que seja longe da marca. — Eu conheço Logan um longo tempo. - Lukov pisca para a câmera. — E por muito tempo, eu quero dizer cinco minutos inteiros, mas o que é o tempo, realmente? Do que eu posso dizer, ele é um cara bom. Fácil sobre os olhos. Há rumores de que ele é um brigão total do gelo. Isso é tudo que eu preciso saber para dar-lhe o meu apoio. Então, saia com ele, querida. - Um sorriso largo enche a tela. — Meu nome é Shane Lukov e eu aprovo esta mensagem. O vídeo termina. Daisy está ocupada pegando seu queixo do chão. Grace está olhando para mim como se ela nunca tivesse me visto antes em sua vida. — Então. - Eu pisco inocentemente. — A que horas eu deveria vir buscá-la amanhã à noite?


25 GRACE Hastings tem vários bons restaurantes, mas se você está buscando sofisticados, em seguida, Ferro é o caminho a percorrer. O bistrô italiano tem paredes com painéis de carvalho lindo escura, cabines isoladas, toalhas de linho vermelho sangue. E à luz de velas. Montes e montes de velas. Ele exige uma reserva pelo menos uma semana de antecedência, e ainda de alguma forma Logan conseguiu uma mesa em menos de vinte e quatro horas. Quando ele me disse onde estávamos indo, eu pensei que talvez ele tivesse feito uma reserva na semana passada, em antecipação de completar os itens na minha lista, mas na unidade sobre ele admite que pediu um favor para obter uma mesa. Eu mencionei que ele está vestindo um terno? Ele parece espetacular em um terno. O casaco preto nítido se estende por seus ombros largos, e ele decidiu renunciar a gravata, então eu tenho a visão mais delicioso de sua forte garganta espreita do botão aberto topo de sua camisa branca. O garçom nos leva ao nosso estande, e Logan espera eu deslizar em primeiro lugar, em seguida, senta-se ao meu lado. — Nós somos do mesmo tapume? - Eu chio. — Isso é ... Intimidante. É o tipo de disposição dos assentos reservados para


casais super em amor que não conseguem manter suas mãos longe um do outro. Logan casualmente estica o braço ao longo da parte de trás da cabine, seus dedos descansando em meu ombro nu. Ele acaricia levemente. Provocando. — Isso é...? - Ele pede. — Perfeitamente bom para mim,- eu termino, e ele dá uma risada cúmplice. Sua coxa está pressionada contra a minha, uma laje dura de carne que demonstra como ele é forte. Meu vestido preto curto amontoou um pouco, e eu espero que ele não note os arrepios subindo em minhas pernas nuas. Eu não estou com frio. Exatamente o oposto, na verdade. Sua proximidade e o calor de seu corpo, faz-me febril. — Posso te perguntar uma coisa? - Ele aproxima, após o garçom recitar os especiais e nos derramar dois copos de água com gás. — Claro. - Ângulo o meu corpo para que possamos realmente olhar um para o outro. Essa coisa do mesmo lado não foi projetado para o contato de olho. — Como é que você não me pergunta sobre o hóquei? - Eu congelo, que ele obviamente sente o desconforto, porque ele se apressa em quase se desculpando. — Não que eu me importe. É realmente tipo refrescante. A maioria das meninas me pergunta sobre nada além de hóquei, como elas acham que é o único tópico que eu sou capaz de falar. É apenas estranho que você nunca tocou no assunto, nem sequer uma vez. Pego meu copo de água e tomo um muito, muito longo gole. Não é a tática de retardamento mais brilhante, mas é o único que eu posso pensar. Eu sabia que isso viria eventualmente. Se qualquer coisa, eu estou surpresa que não veio mais cedo. Mas isso não significa que eu estava ansiosa para isso.


— Bem. Hum. A coisa é... - Eu inalo, em seguida, continua com a velocidade de disparo rápido. — eunãosoufãdehóquei. Uma ruga aparece em sua testa. — O Quê? Eu repito, lentamente desta vez, com pausas reais entre cada palavra. — Eu não sou uma fã de hóquei. Então eu prendo a respiração e espero a reação dele. Ele pisca. Pisca novamente. E de novo. Sua expressão é uma mistura de choque e horror. — Você não gosta de hóquei? Eu balanço a cabeça pesarosamente. — Nem um pouco? Agora eu dou de ombros. — Eu não me importo com o ruído de fundo — Ruído de fundo? — Mas eu não vou prestar atenção a ele se ele estiver ligado. Eu mordo meu lábio. Eu já estou neste, posso muito bem dar o golpe final. — Eu venho de uma família do futebol. — Futebol, - diz ele estupidamente. — Sim, meu pai e eu somos grandes fãs Pats. E meu avô era um jogador de linha ofensiva para os ursos. — O futebol. - Ele pega sua água e toma um gole profundo, como se ele precisa para reidratar depois da bomba. Eu sufoco uma gargalhada. — Eu acho que é incrível que você é tão bom no que faz, no entanto. E parabéns por ganhar no Four Frozen. - Logan olha para mim. — Você não poderia ter me dito isso antes de eu te convidar para sair? O que estamos fazendo aqui, Grace? Eu nunca posso me casar com você agora, seria uma blasfêmia.


Seus lábios espasmos deixam claro que ele está brincando, e o riso que venho lutando transborda. — Ei, não vá para o cancelamento do casamento ainda. A taxa de sucesso para os casamentos inter esportes é muito maior do que você pensa. Nós poderíamos ser uma família Pats-Bruins. - Faço uma pausa. — Mas não há Celtics. Eu odeio basquete. — Bem, pelo menos temos isso em comum. - Ele embaralha mais perto e dá um beijo na minha bochecha. — Está tudo bem. Nós vamos trabalhar através deste, linda. Pode precisar de aconselhamento de casais, em algum momento, mas uma vez eu te ensinar a amar hóquei, vai ser um bom velejar para nós. — Você não vai ter sucesso, - eu aviso. —Ramona passou anos tentando me forçar a gostar. Não funciona. — Ela deu-se muito facilmente, então. Eu, por outro lado, nunca vou desistir. Não, ele certamente não faz. Se ele fizesse, não estaríamos neste restaurante incrivelmente romântico agora, aninhado juntos no mesmo lado da cabine. — Ei, ligeiramente.

falando

de

Ramona.

-

Sua

expressão

escurece

— O que está acontecendo com vocês duas? Tensão escorre pela minha espinha. — Você quer dizer desde que ela passou pelas minhas costas e se ofereceu para confortá-lo depois do Dia-V? Ele sorri. — Você chama-o Dia-V? Eu estive chamando Noite-V. Nós começamos a rir, e uma parte de mim encontra consolo peculiar em que, sendo capaz de rir de uma noite que me deixou sentindo tão humilhada. Então rejeitada. Mas é no passado. Logan tem ido acima e além de provar o quanto ele lamenta o que aconteceu e como ele é sincero sobre começar de novo. E eu não estava mentindo naquele dia no parque quando eu lhe disse que não guardo rancor. Ambos os meus pais perfurando a importância do perdão para


mim, de expulsar a amargura e raiva em vez de deixar essas emoções negativas me consumir. — Encontrei-me com ela no dia que te vi no Hut Café, - eu admito. — Nós conversamos, ela se desculpou. Eu lhe disse que estava disposta a dar a amizade outra oportunidade, mas que eu quero fazer isso no meu próprio ritmo, e ela concordou. Ele não diz nada. — O Quê? Você não acha que eu deveria? Logan parece pensativo. — Eu não sei. Bater em mim foi um movimento realmente de merda da parte dela. Não vai exatamente colocá-la na corrida para o amigo do Ano. - A carranca toca os lábios. — Eu não gosto da ideia de que ela poderia te machucar novamente. — Eu também não, mas cortando-a parece ... errado. Eu a conheço toda a minha vida. — Sim? Eu assumi que você duas tinham sido atribuídas ao mesmo dormitório. — Não. Nós somos amigas desde a infância. Eu explico como Ramona e eu éramos vizinhas de porta, e a partir daí, a conversa muda para o que era crescer em Hastings, em seguida, para o que era para ele crescer em Munsen. Estou surpresa com a completa falta de silêncios constrangedores. Há sempre pelo menos um em um primeiro momento, mas Logan e eu não parecemos ter esse problema. A única vez que paramos de falar é quando o garçom leva nossos pedidos, e depois novamente quando ele entregar o cheque. Duas horas. Eu mal posso acreditar quando eu espreito o tempo no meu telefone e percebo quanto tempo nós estivemos aqui. A comida foi sensacional, a conversa divertida, e a empresa absolutamente incrível. Depois que nós colocamos fora nossa sobremesa um pedaço de tiramisu decadente que Logan insiste compartilharmos, ele nem sequer permitir-me olhar para a conta. Ele


simplesmente dobra um maço de dinheiro na carteira de couro do garçom, em seguida, desliza para fora da cabine e estende a mão. Eu levo-a, balançando levemente em meus calcanhares, ele me ajuda a ficar em meus pés. Eu sinto meu joelho fraco e vertiginoso. Eu não consigo parar de sorrir, mas estou satisfeita de ver que ele está ostentando o mesmo sorriso bobo. — Isso foi bom, - ele murmura. — Sim foi. Enlaço nossos dedos e prosseguimos para mantê-los assim todo o caminho até o carro, onde ele relutantemente solta para que ele possa abrir a porta para mim. No momento em que ele está no banco do motorista, nossos dedos se entrelaçam de novo, e ele dirige com uma mão todo o caminho de volta ao campus. Não é até que estamos do lado de fora da minha porta que seu comportamento descontraído vacila. — Então, como foi que eu fui? Pergunta rispidamente. Eu dou uma risadinha. — Você quer uma revisão de desempenho detalhada do nosso encontro? Ele puxa o colarinho de sua camisa, mais nervoso do que eu já vi. —Mais ou menos. Eu não estive em um encontro em ... foda, anos. Desde o primeiro ano, eu acho. Meu olhar surpreso voa para o seu. — Sério? — Quero dizer, eu já sai com meninas. Jogando na piscina no bar, em festas, mas um encontro de verdade? Pegá-la e jantar e, em seguida, leva-la à sua porta? - Os mais adoráveis manchas vermelhas colorem suas bochechas. — Ah, sim, já não faço isso há algum tempo. Deus, eu quero jogar meus braços em torno dele e espremer toda a fofura fora dele. Em vez disso, eu pretendo meditar sobre isso. — Ok, bem, sua escolha de restaurante? Dez perfeito. Cavalheirismo


... você abriu a porta do carro, de modo que é um dez também. Conversação proezas ... nove. — Nove? - Ele explode. Eu piscar um sorriso travesso. — Eu estou tomando um ponto para a conversa de hóquei. Isso foi um pouco triste. Logan estreita os olhos. — Você foi longe demais, mulher. Eu ignoro-o. — Os níveis de afeição? Dez. Você teve seu braço em volta de mim e segurou minha mão, o que foi doce. Ah, e o último beijo de boa noite. No entanto, para ser classificado, mas você deve saber, você está começando a menos um, porque você pediu a revisão em vez de fazer a sua jogada para o desempenho. -Seus olhos azuis cintilantes. — Sério? Estou sendo penalizado por tentar ser um cavalheiro? — Menos dois agora, - eu insulto. — A sua abertura está ficando mais estreita e mais estreita, Johnny. Logo você não… Sua boca captura a minha em um beijo escaldante. Pertencente. É a única maneira de descrever a adrenalina requintada da sensação que lava em cima de mim. Seus lábios pertencem aos meus. Calor inunda meu núcleo como seu grande mãos segura minhas bochechas, polegares acariciando meu queixo enquanto ele me beija com um contraste chocante de ternura e fome. Sua língua desliza sobre a minha, um golpe doce, em seguida, outro, antes que ele leve a sua boca longe. — Você me chamou de Johnny, - diz ele, sua respiração fazendo cócegas em meus lábios. — Isso não é permitido? - Eu provoco. Seu polegar suavemente escoriações meu lábio inferior. — Meus amigos me chamam de John, por vezes, mas só a minha família me chama Johnny. - Seu olhar arde com intensidade. — Eu gostei. Meu pulso acelera como sua boca escova sobre a minha de novo. A menor quantidade de contato, como uma pluma faz cócegas


em meus lábios. Ele desliza ambas as mãos pelos meus braços nus, deixando arrepios na sua esteira, em seguida, descansa-os no meu quadril, quase casual, exceto não há nada casual sobre a forma como o seu toque me faz sentir. — Você vai sair comigo de novo? Ele é tão alto, eu tenho que inclinar minha cabeça para olhar para ele. Uma parte de mim está tentada a fazê-lo suar, mas não há nenhuma parada na resposta rápida, inequívoca que escapa a minha boca. — Absolutamente.


26 GRACE Em nosso segundo encontro, Logan e eu vamos a uma festa, que em circunstâncias normais, eu não estaria nervosa. Ramona me arrastou para uma tonelada merda de festas do campus no ano passado, por isso, qualquer coisa, eu deveria ser um pro velho agora. Mas essa festa acontece de ser na casa de Beau Maxwell. O quarterback maldito da equipe de futebol do Briar. A torcida do time de futebol me assusta. Seus partidos são barulhentos e tendem a se desligar pelos policiais com mais freqüência do que não. E a maioria dos jogadores são altos e arrogante e caminham em torno de como eles são um dom de Deus para o mundo. O que é irônico, porque no ano passado a equipe colocou-se no pior recorde Briar visto em 25 anos. A última vez que encontrou o futebol na multidão, ele estava em uma festa da fraternidade de Ramona e eu fui, onde eu tive que apartar uma briga entre o minha melhor amiga e uma groupie do futebol que tentou arrancar os olhos de Ramona fora para fazer com um dos da linha ofensiva. E eu tive que fazê-lo em meu próprio, porque os jogadores não eram de nenhuma porra de ajuda. Tinham acabado de formar um círculo em torno das meninas e lamentou a Meow!- O tempo todo sendo idiotas. — Beau é um cara legal, - Logan assegura-me quando nós vamos para fora do banco de trás do táxi depois que ele paga o motorista. — Sério, querida. Ele é gente boa.


— Como é que ele esta mesmo ainda em Briar? Ele não era um sénior no ano passado? — Tecnicamente ele é um sênior do quinto ano. Ele está de camisa vermelha no primeiro ano. — Bom, então que lhe dá mais um ano para obter a sua merda juntos—, eu resmungo. — Seu desempenho no ano passado foi decepcionante. Você estava lá no jogo onde ele jogou cinco interceptações e de zero TDs? Que diabos foi isso? Logan abana o dedo para mim. — Que vergonha, Ms. Critica Futebol. Rasgando em um cara por ter um dia de folga? Isso é duro. Eu suspiro. — Bem. Eu acho que pode dar-lhe alguma folga. Quer dizer, nem todos podem ser tão bom como Drew Baylor, certo? calor dispara em seus olhos. — Seu conhecimento de quarterbacks da faculdade é estranhamente excitante. — Eu acho que tudo é um incentivo para você, - eu respondo, revirando os olhos. — Sim. Muito bonito. Chegamos à porta da frente, e a música ensurdecedora vibrando por trás dele traz uma pontada de inquietação. Eu agarro seu braço. — Se ficar muito louco, promete que nós podemos deixar? — Mas estas são as suas pessoas, lembra? Por que você nunca quer deixar o seio de sua família doce de preciosa futebol? Seu sorriso maroto me faz rir silenciosamente. — Hey. Só porque eu gosto de vê-los jogar não significa que eu quero que eles me joguem. Logan mergulha para baixo e planta um beijo na minha testa. — Não se preocupe. Sempre que você quiser ir, diga a palavra e nós estamos indo. — Obrigado. Um momento depois, ele abre a porta sem bater, e damos um passo para a cova do leão, onde imediatamente explodiu com uma


onda de calor de corpos. Deus, há tantas pessoas dentro da casa que o ar está pegando fogo. O cheiro de cerveja, perfume, água de colônia e suor é tão forte que faz minha cabeça girar, mas Logan não parece incomodado com isso. Ele pega a minha mão e me leva mais profundamente na multidão. No canto da sala de estar, um jogo de alto astral do pong da cerveja está em andamento, e as meninas que estão em uma extremidade da mesa estão em vários estados de nudez. Ok, isso é um jogo de alto astral com cheiro de cerveja. Do outro lado da sala, a pista de dança improvisada está repleto de corpos girando e cercado por móveis cobertos com embriagadas, e sujas meninas seminuas dançando. Nós chegamos tarde porque Logan tinha prática de hóquei, mas ainda assim, é só dez horas, o que parece muito cedo para que todos possam já estar neste estado. — Eu vou dar-lhe vinte dólares se você dançar em uma dessas mesas, -Logan fala no meu ouvido. Eu soco seu braço. Ele pisca seu sorriso torto e finge esfregar seus bíceps doloridos. — Quer uma bebida? - Ele levanta a voz para ser ouvido sobre a música. — Claro, - eu grito de volta. Nós vagamos até a cozinha, que está igualmente lotada e igualmente alta. Logan rouba uma garrafa de rum do balcão, derrama dois copos de plástico, em seguida, despeja coca neles para adoçar o negócio. Eu saboreio a bebida e faço uma cara. Deus, sua receita rum e coca precisa de algum trabalho. É praticamente apenas rum. O álcool queima na minha garganta e aquece minha barriga, subindo a temperatura do meu corpo ainda mais. Eu estou vestindo um colante vestido curto, o que significa que não posso sequer tirar quaisquer itens de vestuário para combater o brilho de suor subindo na minha pele.


— Como você está de amigos com esta multidão? - Pergunto quando conseguimos sair da cozinha. — Meu pai me disse que o hóquei e jogadores de futebol desta universidade tem uma rivalidade secular. — Não mais. Ela terminou á três anos, quando o salvador chegou no Briar. — Uh-huh. E quem foi o salvador? — Dean, - ele responde com um ronco. — Eu tenho certeza que você já sabe disso, mas ele persegue qualquer coisa em uma saia. Eu finjo um suspiro. — Oh meu Deus. Você está falando sério? Ele ri. — De qualquer forma, uma vez que ele correu para longe das coelhinhas no ano de calouro, ele não tinha escolha além de mergulhar na piscina groupies do futebol. Ele acabou em uma das festas do Beau, os dois reconheceram o homem puta um no outro, e eles têm sido amigos desde então. - Logan atira um braço em volta de mim enquanto andamos por um corredor cheio de pessoas. — Dean arrasta a mim e os caras para algumas partes e nos demos bem com as tolinhas também. E sim, a vingança de sangue foi colocado para descansar. Eu não tenho ideia para onde estamos indo, mas Logan parece conhecer a casa como a palma da sua mão. Ele ignora várias portas fechadas antes de me levar por uma porta que se abre para uma espaçosa cova. Dois sofás de couro enormes ajustados em forma de L ocupam o centro da sala, de frente para um centro de entretenimento que está piscando destaques ESPN. Há uma mesa de bilhar atrás do sofá maior, e um cara com barba espessa esta estudando atentamente o feltro verde, enquanto seu adversário provoca ele sobre como ele vai perder o tiro. Estou surpresa com o quão vazia a cova está. Apenas um punhado de caras perto da mesa de sinuca, alguns casais na parede do fundo, e duas pessoas se agarrando no sofá, Dean e uma ruiva


com peitos enormes. Beau Maxwell, quem está esparramado em uma poltrona, assiste-os com uma expressão quase entediado. O quarterback levanta a cabeça na nossa entrada. — Logan, ele fala. — Como você está, cara? Logan se instala no sofá ao lado de Dean e me puxa para seu colo como se fosse a coisa mais natural do mundo. Como os braços vêm volta da minha cintura, eu aviso a cintilação de interesse nos olhos azuis de Beau. Na verdade, ele se parece muito com Logan, eu percebo, agora que eu estou vendo ele de perto e não a partir das arquibancadas do estádio de futebol. Ambos são enormes, com cabelo escuro, olhos azuis e feições. Mas há uma grande diferença Beau não faz meu coração bater a maneira que Logan faz. Dean e a ruiva se separam, os rostos coram quando eles olham para nós. — Hey, - diz Dean com uma piscadela. — Quando vocês chegaram aqui? — Só agora, - Logan responde. Beau ainda está me olhando com curiosidade. — Quem é sua amiga?, - Ele pergunta Logan. — Esta é a Grace. Meu encontro Grace, Beau. O olhar do quarterback faz uma varredura completa sobre as minhas pernas nuas. E coxas, porque a forma como Logan me posicionado no colo fez o meu vestido subir, e Beau definitivamente notou. — Prazer em conhecê-la, querida, - diz Beau, um sorriso nos lábios. —Tenho que dizer que esta é a primeira vez que eu vi Logan mostrar-se para uma festa com um encontro. — Acostume-se a isso, - Logan atira de volta. — Eu não planejo sair de casa sem ela. - Em seguida, ele beija meu pescoço, e um arrepio corre através de mim. Sua mão é um peso sólido no meu quadril, me mantendo apertado em seu corpo, e ... sim, eu não estou


imaginando-há um outro peso sólido debaixo de mim. Sua ereção muito perceptível contra a minha bunda. Às vezes ainda me surpreende que eu sou o único transformando-o. Todo o meu primeiro ano, tudo o que eu ouvia era rumor após boato sobre John Logan. Ele dorme ao redor, ele é um grande leigo, ele não faz relacionamentos. Então o que diabos ele está fazendo me namorando? E por namoro, eu quero dizer a namorar. Nós ainda não tivemos o sexo, pelo amor de Deus. Como eu maravilho-me sobre o conhecimento que de alguma forma eu consegui pousar, ou talvez domar é a melhor palavra? Um cara como Logan, a conversa continua em torno de mim. Logan e Beau entram em um debate animado sobre testes de drogas em esportes da faculdade, embora eu não tenho certeza de como chegar a esse tópico. Estou muito ocupado apreciando a forma como os dedos de Logan passam no meu quadril por cima do meu vestido e distraidamente causam um acidente vascular cerebral. Deus, eu gostaria que ele estivesse tocando a minha pele nua. Eu gostaria que ele tivesse feito mais do que me beijar a outra noite. Eu sofro por esse cara. Toda a porra do tempo. — Aí está você. - Uma menina em um vestido verde colante e botas de combate pretas passeia na cova e lidera o caminho de Beau. — Eu estava procurando em todos os lugares por você. — Alto demais lá fora, - ele suspira. — Eu acho que estou me transformando em um homem velho, Santo Deus, baby, me faça sentir jovem novamente. Por Favor. Ela ri e se inclina para escovar os lábios sobre sua bochecha. — O prazer é meu, menino grande. Eu faço um esforço para não olhar muito para ela, mas é difícil não olhar. Ela tem pele morena tonificada, seus fundos olhos escuros e cabelo castanho espesso que conecta para baixo suas costas, e ela é impressionante. Eu não jogo essa palavra em torno de um lote, mas não há outra maneira de descrever esta menina. Impressionante. Já


para não falar ridiculamente sedutora. Sério, ela está escorrendo Scarlett sex appeal de nível Johansson, da maneira como ela olha para Beau para o jeito que ela move seus quadris como ela pousa no braço da cadeira. Sua expressão escurece quando ela percebe Dean no sofá. — Richie, - diz ela friamente. — Sabrina, - responde Dean, um brilho zombeteiro em seus olhos verdes. — Eu percebi que você realmente se preocupou aparecendo para a classe esta manhã. - Sabrina sorri. — Você percebeu que o TA é um cara, hein? Pobrezinho. Não pode foder seu caminho em uma passagem de grau neste semestre. — Foda-me, Sabrina. Ela ergue uma sobrancelha. — Sim? Retirá-lo, garotão. Dean levanta uma sobrancelha de sua autoria. — Eu deveria. Talvez ter algo em sua boca vai finalmente calar sua boca. Sabrina joga a cabeça para trás e ri. — Oh, Richie, você realmente acha que vou me calar? - Ela pisca para Beau. — Diga a ele o tipo de barulhos que eu faço quando seu pau está na minha boca. Eu não tenho nenhuma ideia do que está acontecendo agora. A animosidade entre Dean e essa garota Sabrina está poluindo o ar, mas ela desaparece no momento em Beau transporta a morena linda a seus pés. — Desculpe-nos, - diz ele, e o brilho de excitação em seus olhos revela exatamente por que ele está arrastando Sabrina distância. Uma vez que eles se foram, Olho para Dean com um olhar interrogativo. — Por que ela o chama de Richie? — Porque ela é uma puta, - é a sua resposta, que não é nenhuma resposta em tudo.


— Ah, você está chateado, - murmura a ruiva para ele. — Deixeme ajudar com isso. Na próxima respiração, eles têm as suas línguas na boca um do outro novamente. Viro-me para Logan. — O que aconteceu? — Sem ideia do caralho. - Sorrindo, ele planta um beijo em meus lábios, então se levanta e puxa-me com ele. — Vamos, vamos nos misturar. Eu acho que vi Hollis e Fitzy por aqui em algum lugar. Nós deixamos o Dean para reinserimos a terra do alto e desperdiçar, onde Logan me apresenta a mais algumas pessoas antes de seguir para baixo alguns de seus companheiros de equipe. Eu não estou tendo um mau momento. Não tenho um grande momento, qualquer um, mas isso não é por causa de qualquer coisa que Logan diz ou faz. É porque como a festa se desenrola, eu começo a notar algo que me faz sentir... espinhosa. As garotas. Lotes e lotes de meninas. Montes e montes de garotas que não têm nenhum problema flertando descaradamente com meu encontro. A atenção Logan recebe é desconcertante. É realmente irritante. É uma coisa alguém vir e dizer olá a ele. Mas essas meninas não param com Olá. Eles arrastam suas unhas bem cuidadas ao longo de seu braço nu. Batem seus cílios com máscara de espessura para ele. Chamam-no de — baby e mel. Uma mesmo beija sua bochecha. Cadela. Eu tento muito não deixá-lo chegar até mim. Eu sabia indo para essa que ele era popular. Eu também sabia que enganchar-se tinha sido um esporte para ele antes de ele me conhecer. Mas isso não significa que eu gostar de ter a evidência de seus antigos dias de jogador bater-me na cara a cada dois segundos.


Até o momento a nona vadia, sim, eu estou mantendo contagem valsa até ele e ela fica namoradeira, eu já tive o suficiente oficialmente. — Eu preciso usar o banheiro feminino, - eu estalo. Logan pisca no meu tom afiado. — Ah ... tudo bem. Use o andar de cima que geralmente é menos lotado. O fato de que ele não me perguntar se estou bem ou oferecer para me acompanhar no andar superior é um pouco grande. Rangendo os dentes, eu espreito para fora da sala de estar. No corredor, eu passo um grupo de rapazes, esquivo de um indivíduo e da menina que estão gritando insultos e acusações para o outro, e marcho até a escada. Acabei chegou ao topo quando eu ouvir a voz de Logan por trás de mim. — Grace. Espere. Eu relutantemente viro. — O que foi? — Você me diz. - Os olhos azuis preocupado procurando meu rosto. — Você literalmente cortou Sandy no meio da frase e saiu. — Oh não, pobre Sandy, - murmuro. — Dê-lhe as minhas desculpas. Suas sobrancelhas atiram para cima. — Ok. O que diabos está acontecendo? — Nada. - Eu estou atingido com uma onda de constrangimento, porque meus olhos estão ardendo que eu poderia realmente chorar. Eu giro sobre os calcanhares e caminho na direção do banheiro. Droga. Ele está certo, o que diabos está acontecendo? Eu não sei por que estou tão chateada. Não é como se ele estava flertando de volta. Para seu crédito, ele estava tentando afastar-se sempre que uma dessas garotas chegou perto o suficiente para tocá-lo.


— Grace. - Suas mão aterram no meu ombro, me puxando para encará-lo. — Fale comigo, - ele ordena. — Por que você está chateada? —Porque... - Eu mordo o interior da minha bochecha. Hesitando. Então eu lanço um gemido alto. — Você dormiu com todas as garotas nesta escola? Logan parece ferido. — O Quê? — Sério, John, que diabos? Nós não podemos andar dois pés sem uma garota que vem até você acariciando e dizendo, ooooh, eu tinha um bom tempo com você no ano passado, seu grande garanhão, devemos fazer isso de novo, piscadela, piscadela, cotovelada. Sua boca cai aberta. Então compreensão ilumina seu rosto, e um sorriso lento se estende a boca. — Espere, isso é sobre você estar com ciúmes? Eu nego. — Não. — Nuh-uh. Você está com ciúmes. Meu queixo define em uma linha tensa. — Eu só não aprecio todas essas meninas que batem em você quando eu estou de pé porra bem ao seu lado. É rude e desrespeitoso e… — Faz com que você inveje, - ele termina, e eu sinto como bater aquele sorriso estúpido de seu rosto. — Isso não é engraçado.— Eu tentar tirar a sua mão do meu braço. Mas não só ele segura mais apertado, ele traz sua outra mão em jogo, plantando tanto na minha cintura quando ele me apóia na parede. Então eu tenho 1.90 cm de 90 kg do mais sexy jogador de hóquei me prendendo no lugar. Sua mina de lábios escova em um beijo suave antes de ele olhar nos meus olhos, sério, surpreendido. — Você não tem nada para ter ciúmes delas, - diz ele com uma voz rouca. — Todas aquelas meninas que vieram até nós? Eu nem me lembro como elas se parecem. Não me lembro de metade de seus nomes. Você é a única que eu quero ver


hoje à noite, a única que eu vejo sempre. - Aqueles lábios quentes tocam os meus novamente, firme e tranqüilizadora. — PS? Eu nunca fiquei com Sandy. — Mentiroso, - eu resmungo. — É verdade. - Ele sorri. — Ela joga para o outro time. Eu estreito meus olhos. — Sério? — Oh sim. Ela e sua namorada vieram a uma festa no nosso lugar no semestre passado e brincavam no sofá o tempo todo. — Você está apenas dizendo isso para me fazer sentir melhor? — Não. É verdade. Dean pensou que ele tinha morrido e ido para o céu. Uma risada saiu. Encontro-me a relaxar, meus músculos tensos anteriormente agora solto e formigamento da sensação de seu corpo duro pressionado contra o meu. Deus, eu não gosto de me sentir desse jeito lá embaixo. Espinhosa e irritada, pronto para lutar contra qualquer menina que olhou para Logan. — Mas isso é ainda mais quente do que assistir Sandy e sua menina fazer fora a noite toda. - Uma nota sedutora engrossa a voz. — O que é mais quente? — Você. Ciumenta. - Aqueles olhos azuis estão derretidos e quentes. — Eu nunca estive com alguém que está ficando toda possessiva sobre mim. Eu gosto. Ele não está brincando. Sua ereção está picando em minha barriga, e a sensação de que ele envia uma seqüência de satisfação através de mim. Eu movo meus quadris, apenas o suficiente para minha pélvis esfregar o cume duro, e as pálpebras ficam pesadas. — Isso me excita ainda mais—, ele murmura. Eu escondo um sorriso. —Sim? —Oh sim. Confie em mim, baby, você é a única mulher que eu quero. O único que me deixa ir.


Levantando as sobrancelhas, eu alcanço para cima para travar as minhas mãos em volta do pescoço. —Eu não sei ... Eu ainda estou com ciúmes. Eu acho que você pode precisar me tranquilizar um pouco mais. Rindo, ele inclina a cabeça para a porta ao lado de nós. —Quer que eu faça você gozar no banheiro? - Minhas coxas apertam visivelmente, e ele ri novamente. — Isso é um sim? — Deus, não. - Eu me inclino até mordiscar seu pescoço. — É um inferno sim.


27 LOGAN Pela quarta vez esta semana, eu ando de patins fora do gelo após a prática querendo bater meu punho através de uma parede. A pura falta de habilidade e senso comum porra eu estou vendo a partir de algumas das outras defesas é chocante. Eu estou disposto a cortar os calouros precisam de alguma folga, mas não há nenhuma desculpa para a maneira como os juniores tem jogado esta semana. Brodowski literalmente ficou imóvel na zona defensiva procurando alguém para passar, e Anderson arremessou passe após passe para coberto para a frente em vez de correr a passagem para mim ou transportar o disco para que os atacantes tivessem tempo para conseguir abrir. As peças de articulação que iam foram um desastre. Os calouros patinam em câmera lenta. Os veteranos cometeram erros estúpidos. Está tornando-se dolorosamente óbvio que o nosso plantel é fraco. Tão fraco que as chances de fazê-lo para a pós-temporada estão ficando mais fraco e mais fraco e nós ainda não jogamos o nosso primeiro jogo. Quando eu vou tirar meu equipamento no vestiário, eu percebo que eu não sou o único que está frustrado. Demasiados rostos carrancudos me cercam, e até mesmo Garrett está surpreendentemente silencioso. Como capitão da equipe, ele tenta oferecer incentivo após todos os treinos, mas ele está claramente


começando a ficar desanimado pelo estado deplorável da nossa equipe. O único cara que está realmente sorrindo é o novo garoto Hunter, que recebeu elogios tanto de treinador por seu desempenho hoje que ele vai sair cagando pirulitos e gatinhos durante semanas agora. Eu não tenho nenhuma ideia de como Dean conseguiu convencer o cara para se juntar à equipe, tudo o que sei é que meu amigo arrastou Hunter ao bar uma noite após as eliminatórias, e na manhã seguinte, o garoto estava a bordo. Deve ter sido uma noite fora. — Logan. - O treinador aparece na frente de mim. — Venha falar comigo depois de seu chuveiro. Merda. Eu rapidamente procuro no meu cérebro para qualquer coisa que eu poderia ter feito de errado no gelo, mas eu não estou sendo arrogante quando digo que joguei bem. Dean e eu éramos os únicos que sequer tentamos lá fora. Quando eu entro no escritório do treinador 30 minutos mais tarde, ele está em sua mesa, vestindo um olhar sombrio que aumenta minha agitação. Porra. Era o passe que caiu no início da prática? Não. Não pode ser. Nem mesmo Gretzky que poderia ter o lugar de 200. Mike Hollis pegaria o disco no lugar que estava nas placas. — O que está acontecendo? - Eu me sento, tentando não revelar como sacudido estou. — Vamos direto ao ponto. Você sabe que eu não gosto de perder tempo com preâmbulos. - Treinador Jensen se recosta na cadeira. — Eu falei com um amigo na organização Bruins esta manhã. Cada músculo do meu corpo congela-se. — Oh. Quem? — O assistente GM. Meus olhos quase pulam fora de suas bases. Eu sabia que treinador tinha conexões é claro que ele faz, ele estava em Pittsburg por sete temporadas, por causa de merda, mas quando ele disse — amigo—.


Achei que ele significava um assecla de nível inferior na sede. Não o assistente de gerente geral. — Olha, não é nenhum segredo que você esteve no radar de cada escuteiro desde sua carreira colegial. E você já sabe que eu tive perguntas sobre você antes. De qualquer forma, se você estiver interessado, eles querem que você entre e pratique com a Providence Bruins. Jesus Cristo. Eles me querem para praticar com a equipe de desenvolvimento para a porra Boston Bruins? Eu mal posso envolver minha cabeça em torno dele. Tudo o que posso fazer é olhar para o treinador. — Eles me querem para Providence? — Talvez. Quando eles estão interessados em dar uma olhada em você, eles não costumam colocá-lo no gelo com os meninos grandes. Eles testam para fora com a equipe menor em primeiro lugar, veêm como faz. - Seus anéis de voz com intensidade eu raramente ouvir fora do gelo. — Você é bom, John. Você está realmente bom pra caralho. Mesmo que eles escolham para desenvolvê-lo em Providence primeiro, não vai demorar muito para você ser chamado para cima e jogando no plantel que você merece estar. Cristo. Isso não pode estar acontecendo. Estou no Jardim do Éden porra, salivando para a maçã maldita. A tentação é tão forte que posso saborear a vitória. Este não é apenas um time pro segurando a maçã é a equipe. O que eu cresci torcendo para, o único que eu fantasiava sobre o jogo desde que eu tinha sete anos de idade. Treinador estuda meu rosto. — Com isso dito, eu queria verificar se você reconsiderou seus planos após a graduação. Minha garganta vai mais seco do que o pó. Meu coração dispara. Quero gritar sim! Eu reconsiderei! Mas eu não posso. Eu fiz uma promessa ao meu irmão. E tão grande de uma oportunidade


como esta é, não é grande o suficiente. Jeff não vai ficar impressionado se eu anuncio que vou estar jogando para uma equipe da fazenda. Nada menos do que um contrato de ameixa com o Bruins vai convencê-lo a deixar-me ter isso, e mesmo assim, ele provavelmente ainda se recusaria. — Não, eu não tenho. - Ele mata-me dizê-lo. Ele mata-me. A partir da frustração sombreando olhos do treinador, posso dizer que ele sente isso. — Olha. John. - Ele fala em um tom medido. — Eu entendo porque você não pode optar. Eu realmente sei. Diferente do meu irmão, e agora Garrett, o treinador é a única pessoa que sabe do porque eu não entro no projeto. Nesse primeiro ano elegível, eu fingi que eu tinha perdido o prazo para declarar, o que levou o treinador me arrastando para este ofício e gritando comigo por 45 minutos sobre o idiota irresponsável eu sou e como eu estou perdendo meu talento que Deus deu. Uma vez que ele se acalmou, ele começou a murmurar sobre como chamar em favores para tentar me fazer elegível, momento em que eu não tinha escolha a não ser dizer a ele a verdade. Bem, alguma da verdade. Eu disse a ele sobre o acidente do meu pai, mas não a bebida. Desde então, ele não me assedia sobre isso, até agora. — Mas este é o seu futuro que estamos falando, - ele termina com a voz rouca. — Se você passar por cima disto, você vai se arrepender para o resto de sua vida, garoto. Eu garanto. Sim, não há garantia necessária. Eu sei que vou me arrepender. Inferno, eu já me arrependo um monte de coisas. Mas a família vem em primeiro lugar, e minha palavra significa algo. Para mim, a Jeff. Eu não posso ir para trás agora, não importa o quão tentador é isso. — Obrigado por me avisar, treinador. E por favor, agradeça o seu amigo por mim. - Eu engoli um pedaço de desespero quando eu subi lentamente para os meus pés. — Mas a minha resposta é não. ****


— Tem certeza que isso é o que você quer? A voz suave de Grace e a expressão tímida fazem o meu peito doer. Eu não sei por que ela se incomodou pedindo, porque, obviamente, esta é a última coisa que eu quero fazer. É o que eu tenho que fazer. Embora eu fui direto para seu dormitório depois do treino e não perdi tempo dizendo a ela sobre minha conversa com o treinador, agora eu estou meio desejando que eu o tivesse mantido a mim mesmo. Eu disse a ela sobre os meus planos para o futuro alguns dias depois que começamos a namorar, mas mesmo que ela não disse isso em voz alta, eu sei que ela não concorda com eles. — Eu não queria dizer não, - eu digo mais ou menos. — Mas eu tenho que dizer. Meu irmão me espera voltar para casa no momento em que eu me formar.— E o seu pai? O que ele espera? Eu me inclino a minha cabeça contra a pilha de almofadas decorativas em sua cama. Elas cheiram como ela. Doce e feminino, uma fragrância calmante que relaxa um pouco da tensão encravado no meu peito. — Ele espera que eu ajude-o a executar o seu negócio, porque ele não pode fazer isso sozinho. Isso é o que a família faz. Você se lança dentro quando você é necessário. Você cuida uns dos outros. Ela franze a testa. — À custa dos seus sonhos? — Se ele se resume a isso, sim. - Toda essa conversa é muito sombria, então eu puxo-a para mim. — Vamos, vamos colocar o filme. Eu preciso de algumas explosões e tiroteios para me distrair da minha miséria. -Grace agarra seu laptop e começa o filme, mas quando ela tenta colocar o computador entre nós, eu o transfiro para o meu colo então não há nenhuma barreira para evitar ela se aconchegando ao meu lado. Eu adoro segura-la. E brincar com seu cabelo. E inclinarme para beijar seu pescoço sempre que o desejo bate. Eu não estive em um relacionamento desde o colegial, mas estar com Grace é diferente do que era com as minhas antigas namoradas.


Ela se sente ... mais madura, eu acho. Naquela época, nós acabamos de falar besteira trivial, e preenchendo os silêncios brincando. Mas a Grace e eu realmente falamos. Falamos sobre os nossos dias e nossas aulas, nossas infâncias, nossos futuros. Falar não é tudo o que fazemos, no entanto. Eu a vi quase todos os dias desde o nosso primeiro encontro, e nós brincamos a cada momento. Cristo, no banheiro na festa do Beau? Fora desta merda de mundo e ela ainda não tinha me tocado. Eu tinha arrancado quando eu estava de joelhos comendo seu boceta, e doce Jesus, eu não me lembro de ter vindo tão difícil na minha própria mão. Mas não tivemos sexo ainda, e eu não me importo mesmo. Eu costumava ser tudo sobre a gratificação rápida para mim foder e sair. Como um jogo de hóquei no ensino médio, apressadamente jogando entre a escola de tempo solto e quando minha mãe me chamava para o jantar. Com Grace, é como três períodos de hóquei real. A expectativa e emoção do primeiro período, o acúmulo escalada do segundo, e então a pura intensidade do terceiro que resulta em que o conhecimento de euforia de ter alcançado algo. Uma vitória, uma derrota, um empate. Não importa. Ainda é o sentimento mais poderoso do mundo. Se eu tivesse que identificar, eu diria que estamos no segundo período agora. O acúmulo. Sessões Hot que me deixam doendo, mas nenhuma pressão do terceiro período para selar o negócio. Vinte minutos de filme, ela se vira para mim de repente. — Hey. Pergunta. Eu clico no botão para pressionar pausa. — Bata em mim. —Eu sou sua namorada? Eu dou-lhe o meu olhar mais assustador. — Eu não sei, baby, você quer ser? Dança diversão em seus olhos castanhos. — Bem, agora eu não sei.


Sorrindo, eu inclino-me sobre a borda da cama para definir o laptop no chão, em seguida, mudo de posição e ataco ela. Ela grita quando eu levo ela de costas, meu corpo colado ao seu lado enquanto eu apoio-me num cotovelo e espreito ela. — Mentirosa, - Eu acuso. — Claro que você quer ser minha namorada. E pra sua informação? Você é. Sua expressão cresce pensativa por um momento, e então ela assente. — Eu posso viver com isso. — Ah, quão generoso de você, baby. Devemos imprimi-lo em camisetas correspondentes ‘eu-posso viver com isso’. Sua risada flutua para cima e faz cócegas meu queixo. Eu amo vê-la rir. É tão porra genuíno. Tudo sobre ela é genuína. Eu transei com muitos filhotes que jogam jogos, que dizem uma coisa e outra, significam que mentem ou manipulam para conseguir o que querem. Mas não Grace. Ela é aberta e sincera, e quando ela está chateada ou irritada, ela me diz. Eu aprecio isso. Eu mergulho a cabeça para beijá-la, e quando nossas línguas se encontram, um choque de prazer fecha para baixo para o meu pau, que engrossa contra sua perna. Eu cutuco meus quadris para a frente, e apenas essa pequena quantidade de atrito me faz gemer. Deus. Eu quero ir. Ela está me chegado lá duas vezes esta semana. Uma vez me masturbando, da outra vez usando a boca. Nas noites que o orgasmo não estava sobre a mesa, eu empurro no chuveiro, imaginando que eu estou transando com ela, em vez de meu punho, mas a autogratificação é nada comparado com o que ela está fazendo agora, quando ela abre o zíper minhas calças e passa os dedos em torno de mim. Meus olhos rolam para o topo da minha cabeça naquele primeiro golpe suave. — Quando é que Daisy está voltando para casa? - Murmuro. — Pelo menos não em uma outra hora. - Ela esfrega um lento círculo ao redor da cabeça do meu pau. Pré sêmen reveste os dedos,


tornando mais fácil para deslizar o punho para cima e para baixo no meu eixo. Eu empurrei meus quadris para beijá-la, uma mão viaja até seu estômago para um pequeno copo, peito firme. Ela não está vestindo um sutiã, e os mamilos estão contra o algodão macio de sua parte superior do peito. Eu esfrego a palma da mão sobre o botão apertado, provoco com a ponta do meu polegar, em seguida, pressiono para baixo sobre ele, puxando um ruído ofegante de seus lábios. Eu sou tão forte que eu não consigo pensar direito. É insuportável, esta necessidade de liberação. Minha respiração se torna superficial como eu deixei ir de seu peito e deslizei a mão mais baixo, avançando em direção a cintura de suas calças de ioga. Ela quebra o beijo, endurecendo sob meu toque. — Uh... - Cor mancha suas bochechas. — Eu estou fechada para o negócio hoje à noite. É minha hora de lua. Eu engasgar uma risada. — Seu tempo de lua. — O quê?, - Diz ela na defensiva. — Parece muito mais extravagante do que eu estou menstruada. Eu tremo, imediatamente transportado de volta para esses momentos difíceis em sala de aula de educação sexual. — Está vendo?, - Ela se alegra. — Meu caminho é melhor. Então ela esmaga minha mão longe de sua virilha e plantas ambas as mãos no meu peito, me dando um leve empurrão. — Deite-se. Eu quero mexer com você um pouco. Cristo. Provoca-me o que ela faz. Ela arrasta a minha camisa para cima e explora cada polegada do meu peito com a boca. Macio lábios plantam beijos fugazes ao longo da minha clavícula, depois dançam sobre o meu peitoral esquerdo, pairando acima de meu mamilo e trazendo arrepios na minha carne. Sua língua se lança para fora para um gosto, e eu sinto que minúsculo movimento no meu mamilo todo o caminho em meu pau. Ele palpita dolorosamente, e eu estou próximo dum raio se contorcendo. Eu quero sua boca em mim


novamente. Eu quero que ela chupe a ponta, apenas uma dica de sucção e, em seguida, o redemoinho de sua língua. Eu quero... Jesus, ela está beijando seu caminho pelo meu estômago, dando-me exatamente o que eu quero. Eu juro, esta menina pode ler minha mente. Seus lábios se fecham em torno de mim, sua língua executa esse redemoinho sexy, que eu estava fantasiando sobre. Devo ter feito algum tipo de ruído, porque ela espia-se com um sorriso satisfeito. — Você está bem ai em cima? — Porra. Sim. Estou mais do que bem. —Só perguntando... -, diz ela, e agora eu estou sorrindo também, porque eu adoro quando ela faz isso. Anuncia que está prestes a fazer uma pergunta em vez de apenas perguntar. Eu respondo com meu padrão, — bata me. — Como você se sente sobre a sua bunda? Minha testa franze. — Significado? — Ou seja, se eu fizer isto... As pontas do dedo sobre um ponto que eu não estava esperando que ela toque em — Você vai surtar, ou ir com ele? Ela faz isso de novo, e eu estou chocado quando um choque de prazer anda pela minha espinha. — Vá com isso, - eu coaxo. — Definitivamente vá com ele. Os olhos de Grace tremem com partes iguais surpresa e intriga. Em seguida, ela abaixa a cabeça e me suga profundo em sua boca, outro movimento inesperado que borra minha visão. Jesus doce. Eu estou completamente cercado por calor apertado, molhado. Minha cabeça sem corte pica o fundo de sua garganta, e meus quadris se mover antes que eu possa pará-los, retirando-se uma polegada, dois, antes de deslizar de volta. Seu gemido reverbera em torno de mim. Seu dedo continua a me atormentar. Gentil e exploratório, persuadindo uma dor estranha de prazer que eu não esperava.


Jesus, isso é uma foda intensa. E ela não pára. Ela me tortura com a língua, lambendo meu eixo, lentamente, cuidadosamente, como se ela fosse um cartógrafo maldito que está planejando para mapeá-lo mais tarde. E esse dedo. Esfregando, provocando. Minhas bolas apertam, minha garganta tão seca que mal consigo dizer uma palavra. Mas eu consigo duas. — Estou perto. Então mais duas. — Muito próximo. A última vez que ela fez isso, ela não quis ficar comigo até o fim. Desta vez, ela grampeou os lábios em torno de mim, seus longos cabelos fazendo cócegas nas minhas coxas enquanto sua cabeça se move sobre mim. Lançamento é iminente. Pulsando no meu sangue. Mas ainda fora de alcance, um pulsar provoca tensão que me faz gemer com impaciência. Quero isso. Eu preciso disso. Ela desliza o dedo para dentro, e puta merda, eu não vou mentir. É tão bom pra caralho. Ela dá meu pau um longo, chupar duro, empurra o dedo mais profundo, e eu gozo para fora como uma granada. Eu suspiro para o ar, meus quadris que disparam para fora da cama enquanto eu venho para os sons de seus gemidos e minhas calças rasgadas. Sua garganta funciona quando ela engole, cada pequena contração da ordenha da mais prazer ao meu corpo até que eu não sou nada, mas uma palpitante, bagunça sem sentido sobre a cama. Grace rasteja-se e se aninha ao meu lado, colocando a mão na minha barriga, uma pequena âncora, quente que me impede de flutuar para longe. — Isso foi... - eu chupo em uma respiração. — Sensacional. Sua risada aquece a dobra do meu pescoço. — Eu vou fazer uma nota disso. Bunda travessuras, fenomenal. Travessuras regulares... o que você chamou na última hora? A incrível, eu acho. —Tudo o que você faz para mim é tanto incrível e fenomenal, eu corrigi, enfiando os dedos pelos cabelos. Eu não acho que eu já senti tão contente na minha vida. — Hey. Pergunta.


— Bata em mim. Eu sorrio na inversão de papéis, em seguida, digo: — Meu primeiro jogo de pré-temporada é amanhã à noite. Eu sei que você não gosta de hóquei, mas ... você vai? — Ah, eu faria se eu pudesse, - ela responde, parecendo genuinamente arrependida. — Mas eu vou me encontrar com esse cara da minha aula de psicologia. Eu mudo para o meu lado e estreito os olhos para ela. Algo estranho e desconhecido passa através de mim. Estou surpreso ao perceber que é ciúme. — Que cara? Ela dá uma risadinha. — Acalme-se, menino. Ele é apenas um colega de classe. Nós estamos emparelhados em uma missão juntos, essa coisa de estudo de caso. Eu vou estar vendo-o um bando todo o próximo par de semanas. — Um grupo inteiro, não é? - Faço uma pausa. — Ele é bonito? — Ele está bem, eu acho. Realmente magro, mas algumas meninas são para isso. Algumas meninas? Ou uma em particular? Quando ela percebe minha expressão, ela ri ainda mais difícil. — Ha. Quem está com ciúmes agora? — Eu não, - eu minto. — Você totalmente não. - Ela chega mais perto e planta um sonoro beijo em meus lábios. — Não seja. Eu tenho um namorado, lembra? — Certo maldição que você tem. Foda-se, agora eu sei como ela se sentia na festa na outra noite. O aperto possessivo no meu peito... é novo. Eu não gosto dele, mas eu não posso parar com isso, tampouco. Eu tenho jogado o campo desde que eu comecei a Briar, mas havia algumas fodas que durou mais de


uma noite. Meninas que eu vi dentro e fora, não a sério, mas muitas vezes o suficiente para desenvolver alguns sentimentos por elas. Nenhuma dessas disposições foram exclusivas, no entanto. Eu estava bem ciente de que elas estavam vendo outros caras também. E eu não me importei. Desta vez eu me importo. A ideia da Grace com outro cara é inaceitável. Eu não vou tão longe como a dizer que ela é minha, mas... bem, ela é minha. Minha de segurar e minha a beijar e minha para rir comigo. Sim, minha. — Que horas são? - Ela pergunta. — Eu estou com muita preguiça para levantar a minha cabeça. Eu levantei meu pescoço para obter um melhor olhar para o despertador. — Dez e trinta e dois. — Devemos terminar de assistir o filme? — Claro. - Eu me inclino para pegar o laptop, que toca em voz alta o momento em que eu o pego. — Uh ... alguém chamando você no Skype, eu acho. Ela espreita para a tela, em seguida, dispara-se em pânico. — Oh não. Coloque as calças! Eu enrugo a testa. — Por quê? — Porque essa é a minha mãe! Se eu ainda tinha uma ereção, seria esvaziar como um balão no momento. Eu apressadamente arranco minhas calças para os meus quadris e ergo quando Grace define o computador no colo. Seus dedos pairam sobre o espaço, e então ela olha para mim. — Mova dez polegadas para a esquerda, se você não quer que ela o veja. — Você não quer que ela me veja? Grace revira os olhos. — Eu estou bem se ela fizer. Na verdade, ela sabe tudo sobre você, então você deve totalmente dizer oi. Mas eu entendo se você não quiser fazer todo o conhecer pais agora.


Eu dou de ombros. — Eu estou bem com isso. — Ok, então. Prepare-se. Ela está prestes a nos ensurdecer um tanto - Um grito de prazer. O mais alto louco 'gritar no planeta. Felizmente, sua voz reduz a um decibel gerenciável quando ela fala. — Querida! Yay! Você respondeu! A caixa de chat de vídeo preenche a tela, revelando uma loira muito atraente que parece muito jovem para ser a mãe de uma moça de dezenove anos de idade. Sério, a mãe de Grace parece que ela tem trinta. Se isso. — Ei, mamãe! - diz Grace. — Eu ainda quero saber por que você está acordado às cinco e meia da manhã? O sorriso vindo de sua mãe é absolutamente diabólico. — Quem disse que eu mesmo fui para a cama? Grace me disse que sua mãe é borbulhante e atos impulsivos e muito bonita como uma adolescente, e eu posso ver agora que ela não tinha exagerado. A minha namorada geme. — Por favor, me diga que você ficou acordada pintando e não... fazendo outras coisas. — Eu tomo a Quinta. — Mamãe. — Eu tenho 44 anos de idade, querida. Você espera que eu viva como um monge? Quarenta e quatro? Uau. Totalmente não parece. Além disso, eu não posso parar o riso que saia em sua resposta ventosa, o que faz com que seus olhos castanhos estreitem. — Grace Elizabeth Ivers, há um homem sentado ao seu lado? Eu pensei que era um grande pedaço do seu cobertor, mas isso é o ombro de alguém! - A mãe dela suspira. — Identifique-se, senhor.


Sorrindo, eu fui mais próximo para que a câmera possa ver meu rosto. — Boa noite, Sra Ivers. Ou dia, eu acho. — Senhora Ivers vive na Flórida. Chame-me Josie. Eu engulo uma risada. — Josie. Sou Logan. Outro suspiro. — O Logan? — Sim Mãe. O Logan, - Grace confirma com um suspiro. Josie olha de mim para Grace, em seguida, coloca um rosto severo. —Querida, eu gostaria de um momento a sós com o Sr. Logan. Vá dar um passeio ou algo assim. Meu olhar alarmado voa para Grace, que parece que ela está tentando não rir. — Ei, você disse que tudo bem -ela murmura. Em seguida, ela planta um beijo na minha bochecha. — Eu tenho que fazer xixi, de qualquer maneira. Vocês dois, conversem. Pânico enche meu intestino como minha namorada pula para fora da cama e literalmente me abandona. Deixando-me à mercê de sua mãe. Puta que pariu. Eu deveria ter me escondido quando tive a chance. No momento que Grace sai da sala, Josie diz: — É ela foi? — Sim. - Eu engoli. — Bom. Não se preocupe, garoto, eu vou ser rápida. E eu só vou dizer isto uma vez, então é melhor você ouvir atentamente. Gracie me disse que ela estava lhe dando outra chance, e eu apoio plenamente a decisão. - Josie olha para a câmera, a expressão dela brilha com ameaça. — Com o que disse, se você quebrar o coração da minha filha, eu vou pegar o primeiro avião para fora daqui, mostrar-me em sua porta, e vencê-lo até a morte com uma fronha cheia de barras de sabão.- Apesar do tremor aterrorizado evocado pela ameaça, eu não posso parar a risada que voa para fora da minha garganta. Jesus. Essa é uma forma muito específica de violência. Mas quando eu respondo, o humor se foi e minha voz é rouca. — Eu não vou quebrar seu coração. - Eu prometo.


— Bom. Ainda bem que está resolvido. E eu juro, esta mulher tem múltiplas personalidades, porque em um piscar de olhos ela é Suzie luz do sol novamente. — Agora diga-me tudo sobre si mesmo, Logan. Qual é o seu principal? Quando é seu aniversário? Qual é sua cor favorita? Engoli uma outra onda de risadas, eu respondo perguntas aleatórias, que ela cospe em fogo rápido. Eu não me importo, no entanto. A mãe de Grace é divertida, e leva apenas alguns segundos para descobrir onde Grace tem seu senso de humor e tendência a balbuciar incoerentemente. Três minutos de chat, o telefone de Josie toca. Ela diz que ela precisa atender e promete que ela vai nos ligar de volta, em seguida, a tela fica preta. Estou prestes a colocar o laptop, mas quando ouço passos se aproximando da porta, de repente eu tenho uma ideia. Tenho o retorno perfeito para deserção de Grace. Assim como a porta se abre, eu olho fixamente para a tela e ajo como se eu ainda estivesse conversando com sua mãe. —E ela enfiou o dedo na minha bunda quando ela estava me chupando, estava fodidamente incrível. Eu nunca pensei que eu ia gostar de ter qualquer coisa lá em cima, mas... Grace grita de horror. — Oh meu Deus! - Ela mergulha em cima da cama e pega o laptop. — Mãe, não escute! Ele esta apenas brincando… - Ela pára abruptamente, piscando na tela antes de se virar para me encarar. —Você é um idiota. Eu rolo de tanto rir, o que só faz ela mais irritada, e logo ela está batendo em mim com os punhos pequeninos, como se eles fossem realmente fazer qualquer dano.


— Você é o pior! - Ela grita, mas ela está rindo mesmo quando ela bate aqueles punhos fúteis para mim. — Na verdade, eu pensei que você disse a ela! — Esse foi o ponto. - Eu uivo de rir, em seguida, rolo tanto sobre o que ela está em sua volta e eu estou inclinado sobre ela. — Desculpe. Não poderia me ajudar. Grace atinge-se e movimenta minha testa. — Empurrão. Meu queixo cai. — Você acabou de passar rapidamente de mim? Ela me passa rapidamente de novo. — Você acabou de me apertar de novo? Agora ela é a única uivando, porque eu estou fazendo cócegas a merda fora dela. E enquanto ela se contorce na cama e tenta escapar de meus dedos implacáveis, eu chego a várias conclusões. Um, eu nunca tive mais divertimento com uma menina em toda a minha vida. Dois, eu nunca quero que isso acabe. E três ... Eu acho que poderia estar me apaixonando por ela.


28 GRACE

— Ele simplesmente apareceu no meio de sua sessão de estudo? - Ramona parece muito divertida enquanto ela pega seu café. Esta é a primeira vez que eu a vi uma vez a partir do nosso estranho encontro no início do mês, e eu estou surpresa pela forma como ela se sente confortável. Não houve quaisquer atrasos na conversa, sem amargura da minha parte, e ela parece genuinamente interessada no que está acontecendo na minha vida. — Sim, - eu respondo. — Fingiu que ele estava caindo fora do café para mim, mas nós dois sabíamos que era besteira. Ramona sorri. — Então John Logan é do tipo ciumento. Honestamente? Não é um choque. Jogadores de hóquei são ligados com a agressão. Eles são esses grandes caras alfa, indo todo homem das cavernas quando alguém tenta roubar o disco a partir deles. — Eu sou o disco nesse cenário? — Praticamente, sim. Eu rolo meus olhos. — Bom porque eu sou a única que deve ser ciumenta. Você percebe quantas garotas se jogam para ele? Isso acontece o tempo todo, mesmo quando estou com ele. Tivemos uma incrivelmente satisfatória corrida, no entanto. — Faço uma pausa para o efeito. - Nós nos deparamos com Piper no teatro em Hastings.


Ramona suspira. — Oooh. Merda. O que ela disse? Satisfação surge através de mim. — No início, ela foi super doce, mas isso é provavelmente porque ela não percebeu que eu estava lá. Ela flertou com ele, mas era óbvio que ele não estava alternativo, então ela começou a falar sobre o hóquei em vez disso, e então de repente ela percebeu que eu estava com ele, e não apenas de pé perto dele, e era como se ela tivesse entrado em um calabouço do serial killer. Horror puro. Dou uma risadinha para Ramona. — Logan me apresentou como sua namorada, e eu juro que ela parecia prestes a me matar. - Eu sou vingativa alegremente como eu conto a história. — Então ela xingou fora e foi se juntar-se com seus amigos. — Com quem ela estava? —Algumas vadiazinhas que eu não reconheci. - Faço uma pausa. — E Maya. Quem, aliás, nem sequer disse Olá para mim. Isso não parece surpreender Ramona. — Maya pensa que você odeia ela, - admite ela. — Você sabe, por seu papel em toda essa coisa de Twitter. — Eu não odeio ela. - Dando de ombros, eu tomo uma mordida de meu muffin de chocolate com banana. — Mas eu não tenho vontade de sair com ela, também. Não temos nada em comum. Eu não sinto falta do jeito Ramona estremece como se a acusação tinha sido dirigido a ela. Mas essa não era minha intenção. Nós duas tivemos muita diversão juntas. Uma vez na escola, tínhamos ficado conversando por uma noite inteira. Eu nem me lembro o que falamos, só que ele foi para sempre. Sinto cordas de tristeza ao redor de minhas entranhas. Eu sinto falta disso. Diferente de Daisy, eu não tenho nenhum amigo do sexo feminino neste semestre, e embora Daisy e eu estamos perto, estamos longe de ser tão perto como Ramona e eu costumávamos ser. Como se estivesse lendo minha mente, sua voz suaviza. — Eu sinto falta de você, Gracie. Eu realmente sinto sua falta.


Meu coração aperta. — Eu sinto falta de você também, mas ... Mas o que? Eu não confio em você? Eu não te perdoei? Eu não sei como me sinto sobre a nossa amizade, e eu não estou pronto para dissecá-lo ainda. — Mas eu acho que é melhor se nós continuarmos fazendo a coisa devagar, - eu terminei. Então eu colo um sorriso encorajador. —Então o que você tem feito? Como são as suas aulas? Ela passa alguns minutos me contando sobre seus cursos de teatro e alguns partidos que ela foi, mas há uma sombra em seus olhos que me preocupa. Sua voz não tem o tom despreocupado eu estou acostumado a audiência, e até mesmo sua aparência se sente um pouco ... fora. A maquiagem dos olhos é mais espessa. Seu top é mais apertado do que o habitual, seios praticamente pendurado fora dele. Terrível que pareça, ela parece lavado e inútil. No passado, ela poderia retirar desprezível sem nenhum problema e torná-lo sexy, porque ela tinha a confiança necessária para apoiá-la. Mas agora, sua arrogância é visivelmente ausente. A conversa muda para nossas famílias, e acabamos ficando no Hut café por mais de 40 minutos, pegando uns aos outros sobre o que nossos pais foram até e rindo sobre suas palhaçadas. Quando eu anuncio que eu preciso para ir para a aula, seu sorriso desaparece, mas ela simplesmente balança a cabeça e se levanta. Nós lançamos nossos copos vazios no caixote do lixo, abraço de despedida, e seguimos nossos caminhos separados. Observá-la a pé, com os ombros curvados e as mãos nos bolsos de sua calça jeans, parte meu coração. Eu sou uma amiga de merda para continuar a mantê-la à distância? Eu honestamente não sei mais. Eu debato a questão enquanto eu caminho ao longo do caminho de paralelepípedos em direção à sala de palestras do curso de teoria do cinema que eu estou tomando como eletiva este semestre. Estou subindo os degraus do edifício coberto de hera quando meu telefone toca. É Logan. Eu abafo um suspiro quando pressiono o botão de responder, esperando que ele não está ligando para pedir desculpas novamente


para o café dublê de ontem. Eu ainda não decidi se sua exibição durante a minha sessão de estudo com o meu parceiro foi irritante, bonito, ou ambos. Ele acabou voltando mais tarde naquela noite e tivemos uma longa conversa sobre confiar um no outro, e acho que conseguimos chegar a um entendimento sobre limites. — Ei, linda. Bom, que eu peguei você antes de ir para a aula. O som de sua voz rouca me faz sorrir. — Hey. O que está acontecendo? — Eu queria correr algo por você. Acontece que Dean e Tuck estão indo para um concerto em Boston sábado à noite e eles decidiram fazer um fim de semana fora, recebendo um quarto de hotel por algumas noites e tudo isso. E Garrett vai ficar com Hannah até domingo, então... Ele faz uma pausa, e eu posso praticamente encarar o blush nas bochechas. Uma coisa que eu nunca esperava? Logan fica vermelho quando ele está nervoso, e é malditamente adorável. — Eu pensei que talvez você gostaria de passar o fim de semana comigo. Excitação ondula através de mim. Nervos, também, mas não uma quantidade louca. Temos sido um casal — oficial — por quase três semanas, e nenhuma vez Logan empurrou-me para ter relações sexuais. Ele nem sequer tocou no assunto, na verdade, o que eu acho tanto desconcertante e reconfortante. E ele é rápido para oferecer garantias mais uma vez, acrescentando: —Não tem expectativas, pelo caminho. Eu não estou convidando você para, tipo, uma coisa de três dias ou Festa Foda. - Eu ronco. Meu namorado, sempre o hábil nas palavras. — Eu vou mesmo jogar fora todas as camisinhas em casa, se quiser. Você sabe, para eliminar a tentação. Eu engulo uma risada. — Isso é muito gentil de sua parte. Sua voz engrossa. — Eu só quero dormir com você. E acordar com você. E ir para baixo em você, se você estiver no modo para um orgasmo John Logan.


O riso voa para fora, e ele dá uma resposta que desliza para dentro da minha orelha e faz-me tonta. — Eu gostaria de ficar durante este fim de semana, - Eu digo com firmeza. — Oh. Mas eu só me lembro. Eu tenho o jantar com meu pai na noite de domingo. Você seria capaz de me deixar em sua casa por volta das seis? — Não tem problema. - Há uma batida. — Você não está indo para dizer-lhe onde você passou o fim de semana, não é? Eu sílvo. — Deus. Claro que não. Eu não quero dar-lhe um ataque cardíaco. Ele ainda tenta amarrar meus sapatos para mim às vezes. -Logan ri. — Eu estou batendo até o supermercado amanhã. Existe alguma coisa especial que você quer pegar? Snacks? Sorvete? — Oooh, sim. Sorvete. Pedaços de chocolate com hortelã. — Feito. Algo mais? — Não, mas eu vou mandar um texto para você se eu pensar em alguma coisa. - Meu coração dispara mais rápido do que deveria, considerando que estamos falando apenas de uma visita de fim de semana. Não é como se nós fossemos fugir, pelo amor de Deus. No entanto, todo o meu corpo está crepitando com antecipação, porque três dias ininterruptos com Logan parece o paraíso absoluto. — Então, eu vou correr e agarrá-la após a sua última aula amanhã? Você estará pronta em torno das cinco, certo? — Sim. — Okay. Mando um texto quando eu estiver no meu caminho. Mais tarde, linda. — Logan? - Eu deixo escapar antes que ele possa pendurar. — Sim? Eu tomo uma respiração profunda. — Não esqueça os preservativos.


29 GRACE É sexta-feira à noite. Logan e eu estamos emaranhados juntos em seu sofá da sala, prestes a assistir a um filme de terror que ele escolheu do canal de filmes em sua TV. Quando voltamos do jantar no local peixe e fritas em Hastings, eu descobri que tínhamos que ir lá para cima e rasgar as roupas um do outro. Você sabe, para que eu pudesse dar-lhe a minha flor, como diria minha mãe. Em vez disso, ele me surpreendeu ao sugerir um filme. Eu suspeito que ele está tentando não parecer ansioso demais, mas os olhares aquecidos ele continua lançando em meu caminho me dizem que ele quer tanto quanto eu quero. Ainda assim, eu não sou contra tomá-lo lento. Deixando a construir a tensão, e ferver antecipação. — Eu não posso acreditar que isso é o que você escolheu, - eu reclamo quando os créditos de abertura piscam na tela. — Você me disse que eu poderia escolher, - ele protesta. — Sim, porque eu achei que você ia pegar algo de bom.— Eu olho para a televisão. - Eu já posso dizer é que isto vai me fazer ficar com raiva. — Espere, com raiva? - Ele me lança um olhar perplexo. — Eu pensei que você estava reclamando porque você não queria ter medo. — Medo? Por que eu ficaria com medo?


Risos borbulha fora de sua garganta. — Porque é um filme de terror. Um fantasma está matando as pessoas de maneiras terríveis, Grace. Eu rolo meus olhos. — Os filmes de terror não me assustam. Eles me irritam porque os personagens são sempre tão malditos idiotas. Eles fazem as piores decisões possíveis, e que é suposto sentir muito por eles quando eles morrem? De jeito nenhum. — Talvez esses personagens vão ser inteligentes, adultos sensatos que fazem tudo certo, mas ainda serão mortos, - ele ressalta. — Há um fantasma na casa e eles optam por ficar lá. A resposta sensata? Deixe. Ele puxa uma mecha do meu cabelo, o tom assumindo uma nota castigada. — Apenas você espera aí, vai ser uma boa razão para que eles não possam sair da casa. Eu aposto com você cinco dólares. — Você está. Nós voltamos para o filme, Logan em suas costas, e me aconchegou-se ao lado dele com a minha cabeça no peito dele. Acaricia meu cabelo quando a primeira cena enche a tela. É uma abertura fria incrivelmente não assustadora envolvendo uma loira peituda, uma força malévola invisível, e um chuveiro e queimaduras. A loira encontra seu fim terrível, queimando viva, o espírito maligno, é claro, tem fantasmas a temperatura da água. Logan tenta me dar um cumprimento depois da cena de morte, que eu me recuso a retribuir porque eu realmente me sinto mal pela menina. Muitos elogios para ela, a única decisão que ela faz é tomar um banho, e quem pode culpá-la por isso? O filme se desenrola da maneira mais previsível. Um grupo de estudantes universitários realizam experimentos paranormais na casa fantasma, e, em seguida, bam o primeiro morre. — Aqui, é disso que se trata, - eu digo alegremente. — A razão sensata por que eles tem que ficar em casa. — Assista, o fantasma não vai deixá-los sair, - Logan adivinha.


Ele adivinha errado. Na tela, os personagens discutem sobre se eles devem ir, e uma das meninas anuncia: — Estamos fazendo um trabalho importante aqui, rapazes! Estamos provando a existência de entidades paranormais! A ciência precisa disso. Ciência precisa de nós. Comecei a rir, estremecendo contra o peito duro de Logan. — Você ouviu isso, Johnny? A ciência precisa deles. — Eu odeio você caralho, - ele resmunga. — Cinco dólares... - Eu digo com uma voz cantante. Sua mão desliza para baixo para apertar a minha bunda, fazendo-me guinchar com surpresa. — Vá em frente e tripudie. Você ganha a batalha, obtendo cinco dólares de mim, mas eu ganho a guerra. -Sento-me. — Como você sabe? — Porque você ainda tem que sentar-se com o resto do filme, e você vai odiar cada segundo dela. Eu, por outro lado, estou gostando muito. O idiota está absolutamente certo. A menos que ... Como ele focaliza sua atenção no filme, eu aninho perto de novo, só que desta vez eu não descanso minha mão no meio do peito. Eu planto-a mais baixo, meras polegadas da cintura das calças de moletom que ele mudou depois do jantar. Ele não pareceu notar. Ele está muito absorto no filme. Ha. Ele não vai ser por muito tempo. Com a maior indiferença, eu arrasto o meu lado para onde a bainha de sua branca batedora de mulher tenha subido ligeiramente. Então eu caio meus dedos abaixo dela e levemente aliso o plano duro de seu estômago e sua respiração engata. Lutando contra um sorriso, eu achato palma da minha mão e paro de movê-lo. Depois de um momento, ele relaxa. Na tela, a trupe idiota de paranormal —especialistas— tenta gravar a voz do espírito, usando engenho igual aos de Ghostbusters. Eu fujo e beijo o pescoço de Logan.


Ele fica tenso, e depois uma risada escapa de seus lábios. Baixo e zombeteiro. — Não vai funcionar, baby... — O que não vai funcionar? - Pergunto inocentemente. — O que você está tentando fazer agora. — Mmm-hmmm. Eu tenho certeza que não vai. Eu provoco-o com beijos suaves na lateral do pescoço, dobrando meu corpo para que ele tenha a certeza de sentir o calor da minha boceta contra sua coxa. Deus. Boceta. Eu estou até começando a pensar como ele agora. Ele está me corrompendo com as palavras sujas, ele sussurra quando brinca, e eu gosto disso. Eu gosto da emoção de ser ousada e devassa, e eu amo o jeito que sua carne quente treme quando eu o provoco com a minha língua. Sua cabeça está voltada para a tela, mas eu sei que ele não está prestando atenção ao filme. A protuberância em sua calça de moletom cresce, endurece em um cume longo, grosso que empurra para cima contra o tecido. Eu beijo sua garganta, sentindo os fortes tendões tensos, seu pomo de Adão vibra sob os meus lábios. Quando ele fala, sua voz é tão rouca ele envia um arrepio através de mim. — Você quer ir lá em cima? Eu ergo minha cabeça e olho em seus olhos. Eles são de pálpebras pesadas, obscuro. Eu aceno. Ele não desliga o filme. Ele simplesmente pula de pé, puxa-me com ele, e me leva lá em cima, segurando minha mão o tempo todo. Seu quarto está muito mais arrumado do que a última vez que eu vi. Na noite em que apareci para gritar com ele para esse conluio com Morris. Deus, parece uma vida atrás. Nós estamos dois pés afastados. Ele não se move. Não me toca. Ele simplesmente fica olhando, com o que só pode ser descrito como maravilha brilhando em seus olhos. —Você é tão bonita.


Dificilmente. Eu estou vestindo jeans desbotados e uma camisa listrada solta que continua caindo sobre um dos ombros, e meu cabelo é uma bagunça porque era insanamente ventoso fora mais cedo. Eu sei que eu não sou bonita, mas a forma como ele está olhando para mim ... Eu sinto isso. Eu chego para a parte inferior da minha camisa, em seguida, puxo-a sobre a minha cabeça e deixo-a cair no chão. Suas narinas se abrem quando o meu sutiã de estilo biquíni sumário é revelado. Segurando seu olhar, eu trago minhas mãos atrás das costas e desfazer o pequeno fecho, e em seguida, o sutiã cai também. Logan suga a respiração. Ele viu meus seios antes. Ele ja me viu nua, na verdade. Mas a fome em seus olhos, a admiração brilhando ... é como se ele estivesse olhando para mim pela primeira vez. Eu mexo para fora da minha calça jeans e calcinha, e aproximo dele com a confiança que me assusta. Eu deveria estar nervosa, mas eu não estou. Minhas mãos estão firmes quando eu puxo sua camisa fora dele. Deus, seu peito nu nunca deixa de me fazer a cabeça leve. É esculpido. Masculino. Então, porra perfeito. Ele não diz uma palavra quando eu alivio sua calça de moletom para baixo. Ele não está vestindo boxers. Sua ereção se projeta para fora, duro e imponente, e quando eu enrolo meus dedos em torno dele, ele faz um ruído desesperado na parte de trás de sua garganta. Mas ele ainda não me toca. Seus braços permanecem rebocados para os lados, e ele fica completamente imóvel. Eu não acho que ele sequer pisca. — Existe uma razão porque suas mãos não estão em cima de mim agora? - Eu provoco. — Eu estou tentando ir devagar, - diz ele miseravelmente. — Se eu tocar em você, eu não vou ser capaz de parar, e então eu vou estar dentro de você e… Eu calo ele com um beijo firme, fechando minhas mãos na nuca atrás de seu pescoço. — Isso é uma espécie de ponto. Você ficar


dentro de mim. - Então eu mordisco o lábio inferior, e só assim, o segmento de controle que ele estava agarrado se encaixa como um elástico. Rosnando contra os meus lábios, ele me apóia em direção à cama, seu corpo forte apertado ao meu, sua ereção presa entre nós. Minhas panturrilhas batem na borda da estrutura da cama, e eu caio para trás com um grito, puxando-o para baixo comigo. Pousamos na cama com um baque que nos faz rir. As folhas de cheiro como detergente de limão da lavanderia, limpo e convidativo, e a fragrância, misturada com o cheiro inebriante masculino dele, consegue nebulizar meu cérebro. Seu corpo ondula com urgência quando ele me beija novamente. Ele tinha razão para me avisar, ele não para de me beijar, nem mesmo para subir para o ar. Não para de me tocar. Em todos os lugares. Ele explora avidamente meu pescoço, meus seios, minha barriga, e, em seguida, ele está entre as minhas pernas, sua língua lambendo sobre o meu clitóris, quente e ganancioso. Eu costumava ser tão auto consciente quando meu namorado colegial fazia isso comigo. Era sempre muito íntimo, me fazia se sentir exposta, mas com Logan eu estou muito consumido com prazer para importar quão vulnerável esta posição me faz. Meus quadris esforçam para encontrá-lo, ansiando por mais, e ele ri e me dá o contato que eu desejo. Ele envolve os lábios em volta do meu clitóris e é uma porcaria, e se eu não tivesse deitada, eu teria tombado por cima. Prazer dispara acima de minha espinha e surge através de minha corrente sanguínea, e quando ele empurra um dedo longo dentro de mim, minha mente fragmenta em milhões de pedaços. Gozo mais rápido do que eu esperava. Mais rápido do que ele espera, e ele geme como eu convulsiono contra seu rosto, sua língua e dedo a trabalhar através do orgasmo. Quando eu bato de volta à Terra, ele levanta a cabeça com uma maldição suave. — Eu adoro fazer você gozar, - ele murmura. — É tão gostosa. - Seu dedo desliza para fora, em seguida, de novo, e um


tremor de prazer chia através de mim. — E você é tão foda molhada. Eu choramingo quando seu dedo desaparece, mas a decepção é substituído por pulsante excitação, porque ele está chegando na gaveta de cima na mesa de cabeceira para pegar um preservativo. Engolindo em seco, eu vejo rolar para baixo o comprimento do seu eixo. Habilmente. Deus, ele provavelmente rolou em um milhão de preservativos em sua vida. Ele é praticamente um expert em sexo. E se eu chupar a sexo? Meu coração galopa a uma velocidade vertiginosa quando ele abaixa seu corpo forte sobre a minha. Seus lábios escovam minha testa. Suavemente. Docemente. — Você tem certeza disso? - Ele sussurra. Eu olho para ele, minhas preocupações desaparecendo. — Sim. Suas características são tensas na concentração quando ele traz sua ereção na minha abertura. Ele cutuca a frente, e eu fico tensa involuntariamente. A intrusão é apenas um milímetro de profundidade, mas a pressão é intensa. Seu pênis é muito maior do que o dedo que ele tinha dentro de mim. — Você está bem? - Sua voz é rouca, atado com preocupação. —Sim, - eu digo novamente. Calor desfralda em meu núcleo, e meu clitóris pulsa no tempo para um meu batimento cardíaco rápido. Logan facilita em meia polegada, onde ele encontra resistência. É uma sensação estranha, mas não desagradável. Gotas de suor pontilham sua testa, e os tendões de seu esforço no pescoço, como se ele estivesse lutando pelo controle. Antecipação faz fronteira com temor hospedado em meu peito. É provavelmente a pior comparação possível agora, mas isso me lembra da primeira vez que minha mãe me levou para o salão de beleza para


ter minhas pernas depiladas. Deitada lá enquanto a cera quente foi aplicado a minha pele, observando o aperto do esteticista quando tira a cera quente, antecipando a dor como eu esperei por ela para rasgálo fora. — Eu acho que nós precisamos tirar o Band-Aid disso, - eu deixo escapar. — Esqueça lento. Basta fazê-lo rápido. Ele engasga uma risada. — Eu não quero te machucar. - Na verdade, ele parou de se mover por completo, sua ereção nem mergulha nem recua. Apenas... lá. — Qual é o problema, Johnny? Apavorado? Desafio chama em seus olhos. — Zombando um cara não vai obtê-lo colocado, baby. — Parando não vai, também. - Eu sorrio para ele. — Vem cá Neném. Deflora-me. Logan mantém uma mão no meu quadril, mas levanta o outro na minha boca, dando o meu lábio inferior uma pitada para castigar. — Não me apresse, mulher. - Seu olhar suaviza quando ele varre sobre o meu rosto. —Você tem certeza? —Sim… Que uma mísero sílaba quase não sai da minha boca antes que ele mergulhe profundamente. Eu suspiro, o choque de dor levando-me de surpresa. Ele é todo o caminho para dentro, e do trecho apertado de suas características, eu sei que ele está forçando-se a permanecer imóvel. — Você está comigo?, - Ele murmura. Eu aceno. A dor já está diminuindo. Eu timidamente movo meus quadris, e seus olhos rolam para o topo da sua cabeça. — Jesus Cristo! - ele grasna. Deus, por que não é ele esta em movimento? Eu me sinto tão completamente cheia, mas estranhamente vazia.


Ele mais uma vez verifica o meu estado mental, emocional e físico. — Como vai você? Eu rolo meus olhos. — Ótimo. E quanto a você? — Eu estou morrendo aqui. - Finalmente, finalmente, ele faz algo diferente de deitar imóvel em cima de mim. Suas polegadas de ereção para fora, apenas ligeiramente, em seguida, desliza para trás e dentro. Prazer atira através de mim. — Oh, faça isso de novo. — Tem certeza? Eu estou tentando dar-lhe tempo para se ajustar. — Eu estou bem. Eu juro. Sua boca encontra minha em um doce, terno beijo, e, em seguida, seus quadris começam a se mover. Empurrando e recuando em um ritmo preguiçoso que desenha um ruído instável da minha garganta. Eu seguro firme, cavando meus dedos em sua parte traseira forte. — Enrole suas pernas em volta de mim... Eu faço, e o ângulo muda imediatamente, contato mais profundo, fechando nossos corpos mais apertado do que antes. Ele enche-me, uma e outra vez, cada curso longo intensificando a dor dentro de mim, até que cada polegada quadrada da pele é quente e apertada e gritando por socorro. Eu preciso de mais. Meu clitóris está inchado, pulsando. Eu chego entre nós e esfrego-o, e a estimulação extra é gloriosa. Cotovelos de Logan descansam em ambos os lados da minha cabeça enquanto ele aumenta o ritmo, seus quadris tirando a frente, os lábios travados nos meus como se ele não pudesse suportar não estar me beijando. Quando ele atinge um ponto no fundo, a tensão explode em um orgasmo tão intenso que eu nem sequer fiz um som. Eu arco


minha espinha e bato os olhos fechados, a respiração presa na minha garganta, meus lábios colados aos dele. — Oh merda. - Ele bate em mim uma última vez. Suas costas, molhadas de suor, treme sob as palmas das minhas mãos enquanto ele grunhe em sua liberação. Seu coração martela contra os meus seios, e eu me sinto quase presunçosa, porque eu fiz isso com ele. Fiz-lhe xingar e gemer e oscilar como se o mundo sob seus pés houvesse desaparecido. Eu o fiz gozar distante. E ele fez a mesma coisa maldita para mim. Depois disso, deitamos em nossos lados, de frente para o outro. Eu sou mole e saciada, preguiçosa demais para me mover. Mas não muito preguiçosa para admirar o corpo masculino bonito estendido ao meu lado. Ele é longo e poderoso, nem um pingo de gordura sobre ele, só músculo grosso esticado contra osso. Seus braços estão deliciosamente rasgado, suas coxas maciça. — Você é enorme, - comento. — Você me chamando de rechonchudo? - Ele exige, mas ele está sorrindo como ele diz isso. — Não se preocupe, eu gosto de estar na cama com um grande, jogador de hóquei viril. - Eu preguiçosamente aliso seus bíceps. — Mas, falando sério, você é enorme. Peito grande, pernas grandes, grande mãos… — Grande pau, - ele fornece. — Não se esqueça sobre o pau grande. — Você quer dizer essa coisa pequenina? - Meus dedos viajam para sua virilha, correndo sobre sua dureza acetinado. Eu não tenho nenhuma ideia de como ele ainda está duro depois do que acabamos de fazer. — Espere, - eu digo a ele. — Deixe-me encontrar uma lupa para que eu possa dar uma olhada melhor.


— Cala a boca, mulher. - Rindo, ele me vira então eu estou presa sob o corpo muscular que eu estava apenas admirando. Ele se inclina para beijar meu pescoço, o idiota não beija. Ele funde uma boca e assopra6 alto que me faz gritar de prazer. — O que você estava dizendo sobre o meu pau?— 6Gíria Um som de escárnio ou desprezo feita pela vibração da língua estendida e os lábios enquanto exala. — Nada, - eu guincho. — É o tamanho perfeito para as minhas necessidades. Ele dá uma risadinha, em seguida, rola por isso estamos cara a cara novamente e desliza uma perna entre ambas minhas. — Eu não fiz isso antes, ele admite. — Você sabe, deitar nu com uma garota, apenas conversando. — Eu não fiz a parte nua, mas o meu namorado do colegial e eu fiz o que encontra-se em torno de falar coisa o tempo todo. — O que você falava? — Tudo. Escola. Vida. Programas de TV. O que quer que lhe vinha à mente. — Por que vocês se separaram? —Brandon conseguiu uma bolsa de UCLA, eu tenho uma para Briar, e nós não queremos ter um relacionamento de longa distância. Aqueles nunca funcionam. — Eles fazem às vezes, - ele discorda. — Eu acho. Mas nenhum de nós queria até tentar, então... - Eu suspiro. — Então, evidentemente, nós não tivemos um romance. — Como é que você nunca teve relações sexuais? - Logan pergunta curiosamente. — Eu não sei. Apenas não aconteceu. E não ajuda que quase nunca tem que estar sozinha. Meu pai tinha uma regra estrita sobre eu deixar minha porta do quarto aberta, e os pais de Brandon foram ainda mais rigorosos. Nós não estávamos mesmo autorizados a ir no


andar de cima. Tinha que ser na sala de estar, com sua mãe nos espiando da cozinha. Ele franze a testa. — Acho que é difícil acreditar que você não poderia encontrar algum tempo sozinho em quanto tempo estavam juntos? — Seis meses. E sim, obviamente, houve momentos, mas como eu disse, ele só não aconteceu. Uma mão grande cobre meu peito, apertando suavemente. — Você está dizendo que ele nunca tentou seriamente conseguir um pedaço disso? Talvez ele fosse gay? — Confie em mim, ele não era. Ele está realmente casado agora. A mandíbula de Logan desce aberta. — Sério? Ele era mais velho do que você? — Não, mesma idade. Aparentemente, ele caiu de cabeça sobre os saltos no amor com uma garota no primeiro dia de faculdade, e eles se casaram neste verão. Sua mãe disse ao meu pai tudo sobre ele. Eu tremo quando a ponta do polegar fazem escoriações no meu mamilo, mas ele não parece estar começando qualquer coisa. Seu rosto fica encostado no travesseiro, suas feições relaxaram enquanto ele distraidamente me acaricia. — Você teve uma namorada no colégio? - Pergunto. Ele balança as sobrancelhas. — Eu tive muitas. — Oooh, o que é um garanhão. — Havia duas namoradas sérias, no entanto. A primeira foi no ano de calouro. Eu perdi minha virgindade com ela. — Quantos anos você tinha? Quinze? — Quatorze. - Ele pisca para mim. — Eu comecei cedo. É por isso que eu sou tão bom nisso.


Eu rolo meus olhos. — E tão humilde, também. - Eu paro para pensar nisso. — Quatorze parece muito jovem para ter relações sexuais. — Eu não sei se você poderia até chamar que fizemos sexo, - ele responde com um ronco. — A primeira vez que durou cerca de três segundos, se tanto. Sério, eu entrei, gozei, sai. As vezes depois disso, foi dez segundos. Se isso. Eu era um tal tesudo eu não conseguia me controlar quando tirava a roupa dela. — E sobre a segunda namorada? —Isso é quando eu era júnior. Nós namoramos por cerca de um ano. Ela era uma menina grande, tipo de estrago, mas eu não me importei, porque eu gostava de mimá-la. - Ele franze a testa. — Ela me traiu com um cara mais velho. Na verdade, eu acho que ele foi para Briar. — Ah, eu sinto muito.— — Quebrou a porra do meu coração. - Ele dá um gemido exagerado de dor, em seguida, pega a minha mão e coloca-a em seu peito. — Esperei anos para alguém para mostrar-se e colocá-lo novamente. Eu gemo também. A partir da pura claudicação dessa declaração. — Você deveria ter colocado essa linha em seu poema. — Vou escrever-lhe outro, - ele promete. — Oh, Deus. Por favor, não. - Um bocejo toma conta de mim, e eu torço ao redor para olhar para o relógio alarme, surpresa ao descobrir que é só 10:15. — Por que estou tão cansada? — Eu usei-a, hein? - Ele sorri presunçosamente. — Eu estava com medo que eu poderia ter perdido meus movimentos durante a minha CS, mas eu ainda tenho isso.


— CS? - Suas abreviaturas deixam-me louca, às vezes. Estou orando que um dia desses eu vou ser capaz de entendê-los por conta própria. — O celibato estiramento, - explica ele. — Faz apenas três semanas, tesudo. — Na verdade, tem sido ... seis meses? Minhas sobrancelhas sobem. — Você não teve o sexo em seis meses? — Não. - Um olhar tímido preenche seu rosto. — Não desde que eu conheci você. — Besteira. Agora ele parece ferido. — Você acha que eu estou mentindo? — Não... claro que não... - Minha mente se esforça para digerir a informação. Mesmo antes de conhecer o cara, eu estava bem ciente de sua reputação eu testemunhei em primeira mão quando ele tropeçou fora dessa casa de banho na festa da fraternidade. E ele e eu estávamos separados todo o verão. Será que ele está seriamente me dizendo que ele não brincou com alguém sequer uma vez durante esse tempo? Concedido, eu também não, mas eu não sou John Logan, o mulherengo que dormiu com metade das meninas em Briar. — Eu quase fiz, - acrescenta ele, suas feições de dor. — Foi no início do verão, e você ainda estavam ignorando minhas mensagens. Eu fui ao lugar desta garota, com a intenção de dormir com ela, mas quando ela tentou me beijar... Eu saí. Simplesmente não parecia certo. - Estou em choque. Totalmente pasmada. —Mas isso... - Ele se inclina mais perto e pressiona suavemente sua boca contra a minha no beijo mais doce imaginável. — Isso... Outro beijo. — sinto... - E um outro. — Certo.


30 LOGAN

Melhor. Fim de semana. De todos os tempos. Eu honestamente não me lembro a última vez que eu sorri tanto. Ou ri tanto. Ou fodi tanto. Grace e eu fomos indo para lá como coelhos desde sexta-feira à noite, e cada vez é ainda melhor do que a última. Agora é domingo de manhã, e nós ainda estamos indo para lá, enrolando nos lençóis quando meu pau mergulha em seu calor apertado. Eu tenho sido diligente sobre perguntando a ela se ela está dolorida, mas ela continua alegando que ela não esta. E se ela é dura, então ela está alimentando através dele como um campeão. Como um jogador de hóquei que se enfaixa-se, joga em suas almofadas, e bate o gelo, porque o jogo é tão importante para ele. Eu acho que eu sou tão importante para ela. Ou talvez ela só gosta da ridículo quantidade de orgasmos que eu dei a ela. E ela está prestes a começar outro. Eu fui para baixo nela durante trinta minutos antes de que eu não agüentava mais, precisando desesperadamente de estar dentro dela, e sua boceta ainda está molhado e inchado das ministrações de minha língua. Ela me agarra como um vício maldito, enquanto seu corpo esbelto flexiona contra o


meu, o seu arqueamento da coluna para atender cada investida apressada. Ela é estreita. Eu memorizei suas respostas, os ruídos que ela faz e a forma como seus músculos internos ondulação em torno de meu pau, quando seu orgasmo é iminente. — Oh. - Ela engasga quando eu giro meus quadris, e seus olhos vidrados. — Sente-se... tão... bom. Bom nem sequer começar a descrevê-lo. É ... porra divina. Puro céu, aqui nesta cama. Eu adoro a sua boceta. Eu adoro ela. A base dos meus arrepios na espinha, o prazer de apertar meus músculos. Eu cubra minhas mãos sob sua bunda e cavom meus dedos em sua carne firme, nos bloqueando mais apertado, transando com ela mais difícil. Eu gozo em primeiro lugar, a minha mente dispersão, nebulosa e incoerente. Ela está bem atrás de mim, apertando o inferno fora do meu pau como ela faz um barulho ofegante, feliz que me deixa louco. Toda vez que depois de termos feito sexo neste fim de semana, eu quase deixo escapar que eu a amo. E cada vez, tenho preso meus lábios juntos para parar as palavras de escapar, porque eu estou com medo de dizê-lo muito em breve. Eu a conheço desde abril, mas nós não estávamos namorando então. Agora estamos e está se aproximando da marca de um mês, mas eu não tenho certeza do que a etiqueta de eu-amo-voce é. Eu disse a minha primeira namorada que a amava após duas semanas de namoro. Minha segunda, depois de cinco meses. Então, talvez eu deveria dividir a diferença e dizer a Grace... no ponto de três meses. Sim. Isso parece uma quantidade adequada de tempo. Assim que se recuperar de nossos respectivos orgasmos, decidimos finalmente arrastar-nos para fora da cama. É quase meiodia e não temos comido desde que acordei, e meu estômago ronca como o motor de um carro. Nos jogamos em algumas roupas, porque não importa quantas vezes eu tento convencê-la, Grace se recusa a


andar nua em caso de meus companheiros de quarto voltarem para casa. Eu estive brincando com ela sem piedade sobre sua modéstia injustificada, mas estou descobrindo rapidamente que Grace tem uma característica extremamente irritante, ela esta sempre certa. Acabamos de entrar na cozinha quando passos ecoam a partir do hall de entrada. — Veja!, - Ela se alegra em mim. —Eles teriam nos pego! — Confie em mim, os caras me viram nu em várias ocasiões, eu respondo secamente. — Bem, eles nunca vão me ver nua, não se eu puder ajudá-lo. De repente eu imagino Dean cobiçando seus peitos nus, e a raia quente de ciúme provoca me faz perceber o quanto sou grato que ela decidiu vestir roupas. Mas não é Dean, que caminha a passos largos para a cozinha um minuto depois. É Garrett, com Hannah em sua cauda. Embora pareçam assustados ao encontrar Grace no balcão, eles cumprimentam com sorrisos antes de voltar a sorrir para mim. Bastardos presunçosos. Eu sei exatamente o que está acontecendo através da sua cabeça, provocação monótona. Lo-gan tem uma namooooraaaada. — Hey. - Eu estreito meus olhos. — Eu pensei que vocês estavam caindo no dormitório neste fim de semana. — Aposto que você fez, - zomba Garrett, seus olhos cinzentos brilhando. — Sim, porque isso é o que você me disse, - eu digo intencionalmente. Hannah vai até Grace e fura para fora sua mão. — Oi. Nós não fomos formalmente apresentados. Eu sou Hannah. — Eu sou Grace.


— Eu sei. - Hannah parece que não consegue limpar o sorriso grande, estúpido fora de seu rosto. — Logan fala sobre você o tempo todo. Grace olha para mim. — Você faz? — Todo o dia, - Garrett confirma, mostrando seu sorriso grande, estúpido. — Ele também escreve longo, varrendo poemas sobre você e recita-os na sala de estar todas as noites. Hannah bufa. Eu dou-lhe o dedo. Oh, eu sei sobre os poemas, - Grace diz a minha melhor amiga. —Eu já apresentei o que ele me enviou para uma antologia de imprensa em Boston. Eu viro para olhar para ela. — É melhor estar brincando sobre isso. Garrett dá uma gargalhada. Não importa se ela esta Porque agora eu vou tratar de enviá-lo. — Eu me sinto deixada de fora, - Hannah anuncia. — Por que eu sou a única que não leu esse poema? — Eu vou enviá-lo para você, - oferta Grace, que traz um inferno de um rosnado de meus lábios. — Então o que estamos comendo? - Garrett marcha até a geladeira. —Estou morrendo de fome, e alguém não queria parar na lanchonete para o lanche.— — Eu estou lá quatro dias por semana, - sua namorada protesta. — É o último lugar que eu quero ir em meus dias de folga. Ele pega duas caixas de ovos. — Vocês querem omeletes? Estamos todos de acordo, então Garrett fica ocupado quebrando ovos enquanto Hannah e Grace picam legumes no balcão. Meu trabalho é pôr a mesa, o que leva todos trinta segundos. Sorrindo, eu pulo para baixo em um banquinho e vejo-os trabalhar.


— Você está fazendo pratos, - Hannah adverte quando entrega a Garrett uma prato de corte em carga com pimentas verdes. Eu estou bem com isso. Eu me inclino meus cotovelos no balcão e pergunto: — Então por que vocês voltaram mais cedo? — Porque Allie e Sean estão atualmente empenhados em uma luta épica. - Ela olha para Grace. — Minha companheira de quarto e seu namorado. — Prestes a ser ex partir dos sons disso, - observa Garrett do fogão. —Eu não acho que eu já ouvi duas pessoas gritarem uns com os outros como eles antes. Hannah suspira. — Às vezes, eles realmente trazem para fora o pior um do outro. Mas no outro lado, eles também trazem para fora o melhor de si. É por isso que eles continuam quebrando-se e voltam a ficar juntos. Eu tinha certeza de que iria ficar desta vez, mas quem sabe. Um aroma dar água na boca começa flutuando pela cozinha. Garrett não é o melhor cozinheiro, mas ele faz maldita boa omelete. Dez minutos mais tarde, ele nos da, bondade macia dourada carregada com queijo, cogumelos, pimentões e serve os quatro de nós se contentam em torno da mesa. Ela se sente como um encontro duplo, que é surreal como o inferno. Até o ano passado, Garrett não estava interessado em namoradas, e até o mês passado, nem fui eu. Eu gosto dele, no entanto. Hannah e Grace estão se entendendo. A conversa é animada. Nós rimos muito. Eu não me lembro da última vez que me senti tão em paz, e pelo tempo que terminei de comer, eu não me importo mesmo que eu estou preso aos pratos para lavar. Grace tem pena de mim e me ajuda a limpar a mesa, então me segue até a pia, onde eu rapidamente lavo cada prato antes de colocálos na máquina de lavar.


— Eu posso ver porque você queria-a. - Sua voz é quase inaudível, mas melancólico o suficiente para que ele faça meus ombros ficar rígido. Quando percebo que ela está olhando para Hannah, culpa espeta meu coração, trazendo uma dor aguda. Eu não tinha mencionado o nome de Hannah quando eu disse a Grace sobre ela em abril, mas eu tinha admitido gostar namorada do meu melhor amigo. Claramente Grace colocar dois e dois juntos. — Ela é engraçada. E realmente bonita, - Grace diz sem jeito. Eu seco as mãos com um pano de prato e agarro-lhe o queixo, atraindo o olhar para o meu. — Eu não queria ela, - murmuro. eu desloquei a cabeça de Grace na direção da mesa de novo. — Eu queria isso. - Garrett apenas puxou Hannah em seu colo embrulhou o braço ao redor dela enquanto ele planta um beijo na ponta do nariz. Os dedos de sua mão livre tece através de seu cabelo escuro, e ela se inclina mais perto para sussurrar algo em seu ouvido que o faz rir. A forma como eles olham um para o outro ... a reverência com que ele a toca ... eles são repugnantemente apaixonados, e ninguém pode vê-lo. Incluindo Grace, que se volta para mim com um sorriso. — Sim. Quem não iria querer isso? Uma vez que a cozinha é completamente limpa, desaparecemos no andar de cima de novo, mas não temos relações sexuais. Nós mal dormimos neste fim de semana, graças à nossa foda-a-thon, não reclamando, pela forma como assim nós decidimos tirar um cochilo. Eu defino o alarme para se certificar de não adormecer de mais, porque eu tenho que dirigir Grace a casa de seu pai as seis. Subimos debaixo das cobertas e eu arranco seu corpo quente para mim, aconchegando por trás dela. Um suspiro de satisfação desliza para fora, mas certo como eu começo a divagar, sua voz me provoca de volta a um estado de alerta. — John? - Ela murmura.


Meu coração aperta. Eu não sei por que ele faz isso toda vez que ela usa o meu primeiro nome. Ela me chama de Logan também, e Johnny quando ela está tirando sarro de mim, mas é apenas John que inunda meu peito de emoção como este. — Mmmm? — Você quer vir para o jantar? Eu endureço, e ela não perca a resposta. Ela solta uma risada suave e acrescenta: — Você está autorizado a dizer que não. Mas ... eu quero dizer, você já conheceu o tipo de minha mãe, e só assim você sabe, meu pai não é muito assustador. Se qualquer coisa, você pode achá-lo chato. Ele fala muito sobre ciência. Certo. Ela tinha mencionado que ele era um professor de biologia. Isso não é o que me preocupa, no entanto. A última vez que eu conheci os pais de uma menina, eu estava no colégio, e não foi um grande negócio na época. Se qualquer coisa, era inevitável, considerando a minha namorada e eu vivemos com nossos pais. E sim, eu já falei no Skype com a mãe de Grace, mas que não se sentia como um encontro oficial ou qualquer coisa. Tinha sido divertido e casual, não é grande coisa em tudo. Mas o pai em reunião de Grace a pessoa se sente como um grande negócio. Diz o cara que é apaixonado por ela. Bom ponto. Inferno, eu aventuro em território GRANDE COISA o momento eu percebi como me sinto sobre ela. — Será que ele vai se importar se eu for? — De modo nenhum. Mamãe já lhe disse que eu tinha um namorado, então ele está realmente me incomodando sobre conhecer você, - ela confessa. — Ok, então tudo bem. - Meu braço aperta em torno dela. —Eu adoraria.


Grace É uma noite agradavelmente quente, então o pai decide que devemos comer no pátio. Ele assa até alguns bifes na churrasqueira, enquanto Logan e eu cuidamos do resto do jantar. Eu estou no comando das batatas assadas, Logan lida com a salada. Mas vendo a enorme concentração com a qual ele corta aqueles tomates, você pensaria que ele estava disputando uma vaga no Top Chef. — Relaxe, Johnny, - Eu provoco. — Sua experiência na preparação salada não tem nenhuma influência sobre se ele vai gostar de você ou não. Além disso, eu acho que meu pai já gosta dele. Ele não interrogou Logan como eu esperava que ele fosse, e acho que ele estava secretamente aliviado quando Logan fez uma piada durante suas apresentações. Meu pai sempre pensou Brandon foi completamente desprovido de personalidade, sim, Sr. Eu ensino biologia molecular, na verdade, me sentei um dia e me informou que meu namorado era chato. Que totalmente não era o caso. Brandon era tímido, não chato. Quando ficamos sozinhos, o menino tinha se dobrado de tanto rir. Mas papai nunca tem que ver isso, e não há como negar que Logan possui muito mais confiança do que Brandon já teve. Dentro de cinco minutos de conhecê-lo, Logan deu meu pai uma bem-humorada reprimenda por criar-me para —ódio— de hóquei, e papai que traz de novo uma vez que estamos sentados na mesa de vidro no convés. — Aqui está a coisa, John, - ele diz, enquanto corta em seu Tbone.


—Gracie é suficientemente inteligente para reconhecer o nível chocante inferior de habilidade que demonstra hóquei. - Seus olhos brilham de brincadeira. Logan suspira zombando. — Como você se atreve, senhor. — Enfrentá-lo, garoto. O futebol exige um outro nível do atletismo. Olhando pensativo, meu namorado mastiga uma mordida de sua batata cozida. — Tudo o cenário pouco direita, para você. Você pega todo cara no plantel Bruins, jogar futebol arte sobre eles e coloque-os no campo. Eu garanto que eles desempenham uma sólida de quatro trimestres de futebol e chutam alguns traseiros sério. - Ele sorri. — Agora pegue os Pats, coloque em alguns patins e almofadas, e coloque-os no gelo pode me dizer honestamente que eles seriam capazes de jogar um total de três períodos, e fazê-lo bem? Pai estreita os olhos. — Bem não. Mas isso é porque muitos deles provavelmente não sabe como andar de patins. O sorriso de Logan é triunfante. — Mas eles estão operando em um nível superior de atletismo, - ele lembra o meu pai. — Por que não podem patinar? Papai suspira. — Touché, Sr. Logan. Touché. Eu dou uma risadinha. O restante do jantar vai da mesma forma, as discussões animadas que terminem com um ou ambos rindo. Eu não posso conter a explosão de alegria no meu coração. Ao vê-los se dar bem é um alívio. Agora foi o aceno de aprovação de ambos os meus pais, cujas opiniões importa profundamente para mim. Pai traz a minha mãe como os três de nós limpar a mesa. — Está previsto que sua mãe vai chegar a Hastings na Ação de Graça. — Sério? - Estou animada com a notícia. — Será que ela vai ficar na pousada, ou aqui em casa?


— Aqui, é claro. Não faz sentido gastar dinheiro em um quarto de hotel quando ela tem a sua escolha de quartos aqui. - Pai equilibra o prato e a tigela de salada em uma mão para que ele possa abrir a porta de correr. — Eu estava pensando em tirar alguns dias de folga e dirigir-me para Boston com ela. Existem alguns amigos em comum que nós estávamos falando sobre a visita. Qualquer outra criança de divórcio poderia ter obtido suas esperanças de ouvir seus pais pode tomar uma viagem juntos, mas esse navio navegou a muito tempo atrás para mim. Eu sei que meus pais nunca vão voltar a ficar juntos, eles são muito mais feliz separados mas eu amo que ainda está tão perto. Melhores amigos, mesmo. É realmente tipo de inspirar. Para minha surpresa, depois que nós agradecemos meu pai pelo jantar e subimos na picape de Logan, o relacionamento dos meus pais é a primeira coisa Logan comenta. — É muito legal que seus pais continuaram amigos após o divórcio. - Eu aceno. — Eu sei certo? Agradeço a minha estrela da sorte por isso todos os dias. Eu odiaria se eles estivessem lutando o tempo todo e me usando como um peão ou algo assim. - Então ele fica tenso, percebendo que talvez as conseqüências do divórcio de seus pais é exatamente o que eu acabei de descrever. O Logan não fala muito sobre isso, e eu não empurro por detalhes, porque é óbvio que ele prefere não discutir sua família. Especialmente seu pai. Mas esse é um assunto que eu definitivamente não abro, não por causa dele, mas a minha própria. Porque eu tenho pavor de revelar meus verdadeiros sentimentos sobre o assunto que eu acho que Logan está cometendo um grande erro deixar o hóquei após a graduação. Ele insiste que a execução do negócio e cuidar de seu pai é o que é melhor para a família, mas eu discordo. O que é melhor para Ward Logan é uma longa temporada na reabilitação seguido por uma


extensa terapia de vício, mas hey, o que eu sei? Um ano de aulas de psicologia não me fazem uma psicóloga. — Seu pai é impressionante. - O olhar de Logan é colado no pára-brisa, mas não há nenhuma tristeza em sua voz. — Ele parece o tipo de homem que sempre estaria lá para você. Você sabe, como, ele não iria abandoná-la no hospital se você quebrou seu tornozelo ou algo assim. Seu exemplo é tão assustadoramente específico que me faz franzir a testa. — Será que... isso aconteceu com você? — Não. - Ele faz uma pausa. — Para a minha mãe, apesar de tudo. A carranca se aprofunda. — Seu pai a abandonou no hospital? — Não, não realmente. Ele…você sabe o quê, não se preocupe com isso. Longa história. Sua mão repousa sobre a alavanca de câmbio, e eu chego mais para cobri-la com a minha. — Eu quero ouvi-la. — Qual é o ponto?, - Ele murmura. — É passado. — Eu ainda quero ouvir isso, -eu digo com firmeza. Ele deixa escapar um suspiro cansado. — Foi o que aconteceu quando eu tinha sete ou oito. Eu estava na escola, então eu não sei como ela caiu, mas eu ouvi sobre isso de minha tia depois. Na verdade, toda a vizinhança ouviu falar sobre isso, isso é o quão alto ela estava gritando, quando o meu pai finalmente arrastou a bunda para casa. — Ainda não me diz o que aconteceu... Ele mantém os olhos na estrada. — Era inverno, o clima era uma merda, e minha mãe escorregou em um pedaço de gelo ao trabalhar com pá a entrada de automóveis. - Linhas de amargura no seu tom. —Papai estava lá dentro, não bêbado, mas ele tinha alguns. Não poderia mesmo ser incomodado para fazer o trabalho com pá, ou, pelo menos, ajudá-la. De qualquer forma, ela fodeu seu tornozelo


muito ruim, praticamente quebrado, e ele a ouviu gritando por socorro e correu para fora. Ele não queria mover ela, porque eles não tinham certeza de como o dano foi mau, o que ele fez foi jogar um cobertor sobre ela enquanto esperavam pela ambulância. Os ombros de Logan são definidos em uma linha apertada, tão inflexível como sua mandíbula. Eu não tenho certeza se quero ouvir o resto da história. — Assim, a ambulância apareceu, mas meu pai não foi com ela. Ele disse a ela que iria segui-la no carro, de que maneira ele seria capaz de me pegar e Jeff da escola. E essa foi a última vez qualquer um de nós viu ele por três dias. Logan com raiva balança a cabeça. — Ele entrou no carro e arrancou. Eu não tenho ideia para onde ele foi. Tudo o que sei é que ele não foi para o hospital, onde sua esposa tinha que ter duas cirurgias para corrigir o tornozelo. E ele não foi para a escola, porque Jeff e eu esperamos por horas e ele não apareceu. Um dos professores finalmente percebeu que ainda estávamos lá, fez algumas chamadas, e nos levou para o hospital, e minha tia veio de Boston e se hospedou conosco enquanto a mãe estava se recuperando, porque o pai tinha sumido - Eu chupo em uma respiração. — Por que ele fez isso? — Quem sabe porra? Eu acho que ele percebeu que teria que intensificar e cuidar dos filhos e da casa e ela, e a pressão assustou-o. Ele foi em um dobrador de três dias e não visitou-a no hospital uma vez. Indignação em nome de Logan apreende meu peito e faz com que minhas mãos tremem. Que tipo de marido faz isso? Que tipo de pai? Logan leu meus pensamentos, porque ele vira a cabeça com um olhar suave. — Eu sei que você está odiando ele agora, mas você precisa entender algo. Ele não é um homem mau, ele tem uma doença. E confie em mim, ele odeia a si mesmo por ela. Mais do que você ou eu jamais poderíamos odiá-lo. - Sua respiração sai cambaleante. — Quando estava sóbrio, ele era realmente um realmente bom pai. Ele me ensinou a andar de patins, me ensinou


tudo o que sabe sobre carros. Nós fixamos este doce GTO um verão. Horas que passamos juntos na garagem. — Então por que ele começou a beber de novo? — Eu não sei. Eu acho que nem ele sabe. É o tipo de coisa que ... como se você estivesse estressado, você pode ter um copo de vinho, certo? Ou uma cerveja, um uísque, algo para acalmá-lo. Mas ele não pode ter apenas um. Ele tem dois, ou três, ou dez, e ele simplesmente não consegue parar. É um vício. Eu mordo meu lábio. — Eu sei disso. Mas por quanto tempo ele consegue manter-se usar o vício como uma desculpa para suas ações? Acho que chega um ponto em que você tem que parar permitindo que ele. — Já arrastamos ele para a reabilitação antes, Grace. Ele não se cura a menos que ele escolha para fazê-lo sozinho. — Então, talvez, você precisa cortá-lo. Deixe-o no fundo do poço então ele vai escolher ficar melhor. — E, o que, faço dele um sem-teto? - Logan diz suavemente. — Já há cobradores batendo em sua porta e os homens aparecendo na sua casa? Deixo seu negócio bater e queimar? Eu sei que você não entende isso, mas não podemos ignorá-lo. Talvez se ele bater a merda fora de nós ou tratar-nos como pedaços de lixo, então pode ser mais fácil de fazer isso, mas ele não é abusivo, ele é auto-destrutivo. Nós podemos encorajá-lo a ficar sóbrio, podemos ajudá-lo a manter as coisas à tona, mas não vamos abandoná-lo. — Você está certo. Eu não entendo, - eu admito. — Eu não entendo onde essa lealdade inabalável está vindo. Especialmente quando você considera o exemplo que ele deu para você, onde está sua lealdade? Onde está seu altruísmo? Logan vira a palma da mão — Essa é a outra razão pela qual exemplo que ele estabeleceu. Se melhor do que ele. Então eu sou

sobre laços e seus dedos nos meus. eu estou fazendo isso. Por causa do eu abandoná-lo, então eu não sou egoísta, e isso é algo que eu nunca


quero ser. Às vezes eu o odeio tanto que eu quero chutar seus dentes, às vezes eu ainda me encontro desejando que ele morra, mas não importa o quão frustrante ele seja, ele ainda é meu pai, e eu o amo. Sua voz fica engasgada. — Eu o trato da maneira que eu gostaria de ser tratado se eu estivesse em sua posição. Com paciência e apoio, mesmo quando ele não merece isso. Logan fica em silêncio, e meu coração contrai, então incha, transbordando de emoção. Este indivíduo continua a surpreender-me. Para me impressionar. Ele é uma pessoa melhor do que eu, melhor do que ele mesmo dá o crédito, e se eu não tinha certeza sobre isso antes, então eu estou muito bem certa disso agora. Eu amo ele.


31 LOGAN

— Cervejas em Malone? - Dean pede à medida que sai da arena após o que poderia possivelmente ser o pior jogo de toda a minha carreira de hóquei. Eu cerro os dentes. — Eu tenho planos com Grace. E mesmo que eu não tivesse, eu não estaria comemorando no bar maldito esta noite, homem. Ele passa a mão pelo seu cabelo loiro úmido do chuveiro. — Sim, foi difícil lá fora. Mas está feito. Fim de jogo. Nenhum ponto de me deter sobre ele. Tempos como estes, eu me pergunto por que ele ainda joga hóquei. Pelas bocetas, talvez? Porque a partir do dia em que ele se juntou à equipe, Dean tem mostrado uma falta de intensidade sobre o nosso esporte, que é uma vergonha, porque ele passa a ser um jogador fantástico. Mas ele não tem interesse em jogar hóquei após a faculdade, pelo menos não profissionalmente. — Sério, cara, saia dessa carranca, - ordena Dean. — Venha para o bar com a gente. Eu defini o calouro com uma identidade falsa, então eu estou lhe mostrando alguns movimentos esta noite. Eu poderia usar meu braço direito. O - calouro, é claro, é Hunter, que Dean tomou sob sua asa e está bem em seu caminho para corrupção.


— Naah, eu vou passar. Grace e eu estamos tendo uma noite de cinema. — Chato. A menos que seja nu noite de cinema. Então, eu aprovo. Eu estou meio que esperando que ela estará nua na noite de cinema. Eu preciso desesperadamente para liberar toda a tensão reprimida que tem me assolado uma vez pesadamente no vestiário depois que do apito final, deixando o cheiro azedo de um marcador para 0-5 na nossa esteira. Concedido, é apenas um jogo de pré-temporada, não conta para as nossas posições, mas se estamos a tomar qualquer coisa de perda de hoje à noite, é esta: estamos nem perto do jogo pronto e nosso primeiro é na porra da próxima semana. Além disso, nós fomos excluídos por St. Anthony, que só me irrita mais, porque a equipe do St. Um tem uma lista de imbecis e babacas. Eu ainda estou estufado sobre o jogo quando eu ando através da porta de Grace um pouco mais tarde, e ela cacareja em simpatia quando ela vê meu rosto. — Não vai bem, hein? - Ela surge e envolve seus braços em volta de mim, seus lábios macios escovam um beijo suave na base da minha garganta. — A equipe ainda não está no gelo - eu respondo, agravado. — O treinador continua a reorganizar as linhas, tentando encontrar um bom ajuste, mas ele poderia muito bem só atolar as peças do quebra cabeças aleatórios juntos. É frustrante, especialmente desde que Dean e eu somos uma máquina bem lubrificada quando jogamos na mesma linha. Mas também somos os melhores homens no plantel, então o treinador dividir-nos na esperança de que nós vamos ajudar as outras linhas, o que é tão difícil. Eu estou emparelhado com Brodowski agora, que precisa de tanto trabalho que eu estou praticamente equipando nossa zona defensiva sozinho.


— Eu tenho certeza que ele vai ficar melhor, - ela me assegura. — E eu prometo, eu vou estar torcendo por você nas bancadas na próxima semana. Eu sorrio. — Obrigado. Eu sei o que é grande sacrifício para você. Grace suspira. — A maior. - Ela rouba uma T-shirt do chão e joga na cesta de lavanderia. — Eu só quero terminar de arrumar, e então nós podemos colocar o filme. Tudo bem? — Claro. Eu chuto meus sapatos e tiro o meu casaco, observando como ela vagueia em torno de arrancar itens aleatórios de roupas para todos os que pertencem a sua companheira de quarto, eu percebo. Deus, Daisy deve amá-la. Impressionante companheira de quarto e camareira cheias de TOC, tudo em um pacote bonito. Grace se agacha para pegar uma meia que está encravada entre mesa e cama de Daisy, e a visão de sua bunda redonda que se projeta me faz gemer. Ela olha por cima do ombro. — Você está bem? — Oh sim. Fique nessa posição por um minuto. Essa posição exata. — Pervertido. — Você está certa. Como ouso apreciar a vista da bunda sexy da minha namorada furando acima no ar? - Minha garganta seca. — Quero transar com você desse jeito hoje à noite. Sua respiração pega. — Eu posso viver com isso. Eu rio da resposta a provocação. — Em seguida, deitada na cama. Nua. Agora. Orgasmos de bônus pela velocidade. Ela se livra de suas roupas, calças e calcinha em tempo recorde, e eu dou uma risadinha como eu alcanço meu zíper. — Eita, alguém poderia pensar que eu não tenho conseguido satisfazer as suas necessidades. -Seu olhar rastreia o movimento dos meus dedos


enquanto eu arrasto minha braguilha para baixo. Eu amo o jeito que ela me olha. Fome e apreciativo, como se ela não pudesse obter o suficiente. Um minuto depois, eu estou nu e coberto com um preservativo. Sem preliminares necessários para mim esta noite, estou duro como uma rocha e ansioso para ir, mas isso não me impede de jogar com ela um pouco. Eu rastejo entre as pernas e beijo suas coxas. Sua pele é lisa, sedosa sob a minha língua, e quando eu lambo o meu caminho até seu clitóris, seus dedos no meu cabelo emaranhado me pegam lá. Rindo, eu dou a ela o que ela quer. Suaves, lentas lambidas e beijos suaves, até que ela está se contorcendo no colchão. Eu não a deixo terminar, no entanto. Seu primeiro orgasmo é sempre o mais intenso, e eu quero sentir apertando meu pau e ouvi-la gemer meu nome quando ela vem. Eu planto um último beijo, aperto, em seguida, seus quadris se enrolam. — Toda de quatro, baby. Traga essa bunda doce para mim. É o que ela faz. Seu traseiro firme da solavancos na minha virilha então eu subo de joelhos atrás dela, e então ela esfrega contra o meu eixo, o envio de um raio de calor acima de minha espinha. Dois meses juntos e ela ainda está me deixando louco. Derretendo meu cérebro maldito com o prazer que ela me traz. Eu puxo minha ereção para orientá-lo para o vinco da bunda dela, deslizando para baixo até cutucar sua abertura. Antecipação aquece o ar. Este é o meu momento favorito, a dica de sucção em torno de minha ponta, o conhecimento de que em breve ela vai estar segurando-me firmemente, me cercando com o calor de sua boceta. Ela está tão molhada, eu deslizo para a direita em com o meu primeiro impulso, enchendo-a ao máximo. Eu transo com ela lentamente no início, querendo prolongá-lo, mas cada golpe profundo embaralha meu cérebro mais e mais, e logo o ritmo lento se transforma em um ritmo rápido, implacável que me faz gemer com abandono. Mas apesar de toda a minha conversa sobre enroscando-a por trás, essa posição se sente muito... impessoal. Eu arranco-a para


que ela esteja de volta e nivelada contra meu peito, e eu encho minhas palmas com as mamas dela, provocando os mamilos para eu dar um impulso para cima. Sua cabeça descansa para o lado, e eu aproveito, pressionando meus lábios para seu pescoço. Eu respiro, chupo seu peito, a carne perfumada quando eu dirijo meu pênis dentro dela. Estocadas rápidas, rasas que fazem ambos ofegar. Eu passo uma mão pelo corpo dela, pastando as mamas dela, dançando sobre sua barriga, até que eu encontre o clitóris e esfregue-o com o meu dedo indicador, círculos suaves que contrastam as pancadas rápidas de meu pau. Temos sido bons em sincronismo de nossas respostas, a sincronização de nossos corpos para estremecer na liberação ao mesmo tempo. Nós entramos em colapso em um emaranhado suado dos membros, respirando com dificuldade dos orgasmos, beijando freneticamente até mesmo quando nós descemos da altura eufórica. Depois disso, ela pega seu laptop, e nos abraçamos sob o cobertor e começa o filme. É sua escolha, então naturalmente estamos assistindo um velho Jean-Claude Van Damme que é obrigado a colocar-nos em histeria. Estamos a apenas cinco minutos, no entanto, quando o celular de Grace toca. Ela olha por cima do meu peito para verificar o visor, mas não atende a chamada. — É Ramona, - ela diz quando eu oferece um olhar interrogativo. — Não estou no humor para falar com ela agora. Vamos continuar assistindo. O telefone toca novamente. Grace faz um barulho frustrado e aperta ignorar. Eu não tenho certeza se eu a culpo. Dean me disse que ele correu para Ramona no bar algumas vezes, mas eu não a vi desde o semestre passado. E eu particularmente não quero. — Ela provavelmente só quer sair, - diz Grace, em seguida, passa o telefone para vibrar.


Ela está prestes a descansar a cabeça no meu peito, mas ela mal faz contato antes de um zumbido alto sacode o colchão. — O-kay então, acho que eu deveria ter escolhido em silêncio em vez de vibrar. - Ela senta-se novamente, arrebata a célula, e congela. —O que há de errado? - Eu tento espreitar o telefone. Ela vira-o para que eu possa ver a tela. SOS é tudo o que diz. Enviado por-quem mais? -Ramona. Talvez eu seja um canalha cínico, mas isso cheira a manipulação para mim. Grace não estava respondendo, assim Ramona decidiu fazer sua resposta. — Eu tenho que chamá-la de volta. Eu abafo um suspiro. — Baby, ela está provavelmente tentando assustá-la para liga.. — Ela não faz isso. - A expressão de Grace é atingida. —Nós não abusamos do SOS. Nunca. Em todos os anos que fomos amigas, demos apenas SOS' duas duas vezes. Eu fiz isso quando eu pensei que estava sendo seguido por alguém em Boston este tempo, e ela fez isso quando ela desmaiou em uma festa sênior de e acordou com nenhuma ideia de onde estava. Isso é real, Logan. Mesmo se eu quisesse argumentar, ela já está pulando para fora da cama e fazer a chamada.

Grace Estou realmente com medo. Palmas suadas, batida de coração, os pulmões queimando. Mas eu acho que essa é a resposta adequada para descobrir o sua amiga está sendo retida contra a vontade dela por um bando de bandidos. Quando ela teve que esgueirar-se para o


banheiro para ligar para você, porque os bandidos em questão tentaram confiscar o telefone dela depois que ela anunciou que ela queria sair. No lado do passageiro do caminhão de Logan, eu tamborilo meus dedos contra minhas coxas em um ritmo ansioso. Eu quero pedir-lhe para dirigir mais rápido, mas ele já está acelerando. E ele não vai parar de latir fora perguntas para mim, perguntas para as quais eu não tenho nenhuma porra de respostas, porque Ramona desligou na minha cara há cinco minutos e já não está pegando o telefone. — O que os jogadores de hóquei? - Logan exige, pela terceira vez em dez minutos. Caras da Briar ? — Pela última vez, eu não sei. Eu lhe disse tudo o que ela me disse, Logan, então por favor pare de me assediar. — Desculpe, - ele murmura. Nós dois estamos no limite. Nenhum de nós sabe o que vai encontrar quando chegar ao motel, e como corremos em direção a Hastings, minha conversa com Ramona vibra em minha mente como um enxame de abelhas. — Eu pensei que não haveria outras pessoas aqui, mas é só os jogadores. E eles não me deixam sair, Gracie! Eles prometeram me dar uma carona para casa e agora eles estão dizendo que eu deveria bater em seu quarto, e eu não quero, e eu nem sequer tenho minha bolsa comigo! Só o meu telefone! Eu não tenho dinheiro para um táxi, e ninguém vai vir me buscar... e... Nesse ponto, ela começou a chorar, e medo havia inundado meu estômago. Conheço Ramona um longo tempo. Eu sei a diferença entre suas lágrimas de crocodilo e suas reais. Eu sei que quando ela é falsa-pânico, ou em pânico, foda-se. Eu sei o como ela soa quando ela está calma, e como ela soa quando ela está apavorada. E agora, ela está apavorada.


A viagem para a cidade é grossa com a tensão. Meus músculos estão enrolados tão apertado, meu corpo realmente se sente ferido no momento em que chegamos ao motel. O edifício de tijolo em forma de L está localizado nos arredores de Hastings, e embora longe de ser tão bom quanto o Inn ou Main Street, que não é uma merda de pulgueiro qualquer. Quando Logan puxa para o estacionamento, seus olhos azuis escurecem imediatamente. Eu segui seu olhar e perceber o ônibus vermelho brilhante estacionado na calçada. — Isso é o ônibus de Santo António, - diz ele com uma voz cortante. —Eles estarão jogando na Faculdade de Boston amanhã, então eu acho que faz sentido para eles para ficar aqui para a noite. — Espere, este é o time que você jogou contra esta noite? Ele balança a cabeça. — Eles são idiotas, todos e cada um deles, comissão técnica incluído. Minha preocupação se agrava. Eu ouvi Logan chamar adversários de inútil em conversa antes, mas mesmo quando ele faz isso, eu posso dizer que há um nível de respeito lá. Como a rivalidade com Harvard-Logan vai pesado sobre isso, mas você nunca vai pegá-lo dizendo que os jogadores de Harvard são putos, ou atacando seu caráter do jeito que ele acabou de fazer com estes caras de Santo Antônio. — Eles são realmente tão ruins assim?, - Pergunto. Ele desliga o motor e retira o cinto de segurança. — O velho capitão foi suspenso na última temporada para quebrar o braço de um jogador Briar. Nosso cara não tinha sequer o disco quando Braxton chocou-se contra ele. Seu novo capitão é um idiota, intitulado de Connecticut que cuspiu sobre os caras em nosso banco hoje à noite toda vez que ele patinou por eles. POS desrespeitoso. Nós pulamos para fora da caminhonete e marchamos até ao quarto 33, que foi um dos poucos detalhes que eu tinha conseguido


erguer fora de Ramona enquanto ela estava soluçando. Logan agarra meu braço e me move atrás dele em um gesto de proteção. — Deixe-me lidar com isso, - ele ordena. O brilho mortal em seus olhos é muito aterrorizante para discutir com ele. Ele bate com o punho na porta, tão duro que ele balança o batente da porta. Barulho e música explodem dentro do quarto, junto com o riso estridente masculino que transforma minhas veias em gelo. Parece que eles estão tendo uma festa furiosa lá. Um momento depois, um rapaz alto, de cabelos escuros e um cavanhaque aparece no limiar. Ele dá uma olhada na jaqueta de Briar de Logan e enrola os lábios em um sorriso de escárnio. — Que porra é essa que você quer? — Eu estou aqui para pegar Ramona, - Logan se encaixa. Explosões de música Rap da porta aberta, a linha de baixo de vibração debaixo dos meus tênis. Eu espreito por trás ombros largos de Logan, tentando ver o que está acontecendo dentro do quarto. Tudo o que posso fazer de fora é olhar uma parede de corpos grandes, volumosos caras. Quatro, talvez cinco deles. Turbilhões de terror em minha barriga. Oh, Deus. Onde está Ramona? E por que diabos ela acha que foi uma boa ideia vir para a festa com esses caras sozinha? — Vá para casa, seu babaca. - Sorrisos jogador do St. Anthony. — Ela acabou de chegar aqui. Ela não precisa de uma carona. A mandíbula de Logan vira pedra. — Saia do meu caminho, Keswick. - A música morre de repente, substituída por um momento de silêncio, então o baque ameaçador de passos pesados como companheiros de Keswick vir atrás dele. O gigante loiro com olhos azul gelo dá Logan um sorriso zombeteiro. — Awww, que doce. Você bater o nosso pós festa, Logan? Sim, eu entendo. Você quer um gostinho do que é como ser um campeão,


hein? - Respondendo a risada de Logan é sem humor. — Sim, eu estou tão com inveja de você para ganhar um jogo de pré-temporada, Gordon. Agora mova-se de lado para que eu possa ter certeza de que Ramona está bem, ou Deus me ajude, eu vou… — Você o quê? - Outro jogador vaia. — Bater-nos para baixo? Vá em frente e tente, amigo. Nem mesmo um brigão como você pode assumir cinco caras ao mesmo tempo. — A menos que for na bunda - , alguém vá para cima. — Eu aposto que ele gosta até a bunda. Os outros jogadores relincham alto, mas Logan é imperturbável. Ele abre um sorriso agradável e diz: — Por mais tentador que é vencer a merda fora de você, e todos vocês, eu acho que eu prefiro ficar fora da prisão esta noite. Mas estou feliz de bater em cada porta maldita neste lugar até que eu encontrar a sala do treinador Harrison, e então eu vou soprar o apito que esta pequena festa que você está tendo e deixá-lo lidar com você. Keswick é presunçoso. — Ele provavelmente vai se juntar a nós. O treinador não da a mínima se nós ficarmos perdido depois de um jogo. — Sim? Bem, eu tenho certeza que ele vai dar a mínima para o que você está empurrando para cima do nariz. Logan dá um passo adiante, e eu instintivamente fico tensa, esperando ele dar um soco. Mas o que ele faz é tocar Keswick no lado do nariz. Chamar minha atenção para os pontos brancos que estão endurecidos sob as narinas de Keswick. Logan descobre seus dentes em um sorriso cruel. — Seu coque está mostrando, imbecil. Agora caia fora do meu caminho. Fique aqui, Grace. Ele entra no quarto, e eu estou à esquerda fora, forçado a um olhar baixo com quatro muito chateado jogadores de hóquei. Que, aparentemente, são todos putos sobre a cocaína. Pânico foge para


cima e para baixo a minha espinha, rápido e incessante, e ele não alivia até Logan reaparece menos de um minuto mais tarde. Para meu alívio esmagador, Ramona esta ao seu lado. Suas bochechas são mais brancos do que o pó no rosto de Keswick, com os olhos mais vermelhos do que o ônibus estacionado atrás de nós, e ela corre para meus braços do momento que ela me vê. — Oh meu Deus, - ela choraminga, apertando-me ao ponto de asfixia. — Estou tão feliz por você estar aqui. — Está tudo bem. Você está bem agora. - Eu gentilmente acaricio o seu cabelo. — Venha, vamos. Eu tento levá-la embora, mas ela pára, seus olhos desesperados atirando em direção à porta. — Meu telefone, - ela balbucia. — Ele tomou. Ela aponta para o jogador que Logan se referiu como Gordon, e um grunhido rasga fora da boca de Logan como ele cobra de volta para a porta. — Você tomou seu maldito telefone? Por quê? Então ela não seria capaz de pedir ajuda enquanto você filhos da puta estupram ela? Eu nunca vi Logan tão enfurecido. Seus olhos azuis são selvagens, os ombros largos tremendo. — Me dê o telefone. Agora. Os idiotas na porta fazem um pouco de embaralhar ao redor antes que um deles finalmente puxe iPhone de Ramona do bolso de trás. Ele lança-o em Logan com velocidade relâmpago, mas o meu namorado tem reflexos rápidos, e ele pega a caixa de plástico antes que lhe de um tapa na cara. — Entre no carro, - ele nos diz, sem se virar. Estou apreensiva em deixá-lo, mas Ramona está tremendo como uma louca, então eu me forço a ir. Eu mantenho o meu olhar fixo no quarto do motel todo o tempo, observando como Logan se move para mais perto e sussurra algo que eu não posso fazer para fora. Seja o que for, faz com que cada jogador do St. Anthony fazer uma cara de assassinato sangrento para ele, mas nenhum deles age sobre seus


impulsos voláteis. Eles simplesmente vão de volta para dentro e batem a porta atrás deles. Eu deslizo sobre o assento no meio e Ramona se instala em meu lado, pressionando o rosto contra meu ombro. — Eu estava tão assustada, - ela geme. — Eles não me deixaram ir para casa. Eu coloco-a no cinto de segurança, em seguida, enrolo o meu braço em volta dos ombros. — Será que eles te machucaram?, - Eu pergunto silenciosamente. — Forçaram você...? Ela balança a cabeça fervorosamente. — Não. Eu juro. Eu estava lá apenas por cerca de uma hora, e eles foram muito ocupado cheirando cocaína e bebendo vodka direto da garrafa. Não era até bem antes de eu chamar você de que eles começaram me arranhando e tentando me convencer a retirar para eles. E quando eu lhes disse que queria sair, eles trancaram a porta e não me deixaram sair. Desaprovação endurece meu queixo. — Deus, Ramona. O que você estava fazendo, mesmo com esses caras? Por que você concorda em sair com eles em seu próprio juízo? Outro soluço voa para fora de sua boca. — Eu não deveria estar em meu próprio. Jess e eu corremos para eles depois do jogo e eles nos convidaram para o motel, mas Jess teve que encontrar-se com seu revendedor em primeiro lugar, mas ela me deu algum dinheiro para o táxi e disse que ela iria me encontrar lá. Mas cinco minutos depois que cheguei aqui, ela mandou uma mensagem a dizer que ela não estava vindo. Meu braço sente molhado, e eu percebo lágrimas de Ramona estão molhando através da minha manga. — Eu confiei nela e ela me deixou sozinha com eles. Que tipo de amiga faz isso? Uma egoísta. Eu mordo minha língua e esfrego seu ombro, e uma parte de mim não pode ajudar, mas me sinto responsável pelo que aconteceu com ela esta noite. Eu sei que é estúpido pensar isso, mas eu também


sei que eu poderia ter evitado isso se eu tivesse sido mais de uma presença em sua vida. Ramona e eu tínhamos um equilíbrio ..., eu acho. Ela me incentivou a ser impulsiva e parar de me questionar, e eu a incentivei a não ser impulsiva e começar a questionar-se. Eu me forço a banir a culpa. Não. Recuso-me a assumir a responsabilidade por esta quase catástrofe. Ramona é uma adulta. Ela tomou a decisão de ir a festa com esses caras, e ela teve a foda de sorte que eu ainda sinto algum resquício de lealdade para com ela e vim em seu socorro. Esse último pensamento me dá uma pausa, como se de repente ocorre-me que o que eu fiz esta noite é a mesma coisa que eu venho criticando Logan de fazer ajudando alguém que pode não merecer. Permitindo anos de história e persistente lealdade para me levar a fazer algo que eu não necessariamente queria fazer, mas senti que eu tinha que fazer. Eu empurro quando a porta do motorista arremessa aberta, mas é Logan, deslizando ao volante com um olhar de pedra. Quando se dirige Ramona, no entanto, seu tom é infinitamente gentil. — Você está bem? Eles te machucaram? — Não, - ela diz com voz fraca. — Eu estou bem. - Ela levanta a cabeça, e o olhar que ela nos dá é a natação com vergonha. — Obrigado por terem vindo me pegar. Me desculpe se eu arruinei sua noite. — Você é bem-vinda, - Logan responde. — E você não se preocupe com a porra da nossa noite, Ramona. A única coisa que importa agora é que conseguimos sair de lá antes de merda ficar fora de controle. Suas palavras rudes circulam meu coração e enchem com o calor. Deus, eu amo esse cara. Eu sei que sua opinião sobre Ramona não é exatamente positiva, mas ele ainda veio em sua ajuda esta noite, apesar disso, e eu o amo ainda mais por isso.


Estou tentada a inclinar-me e sussurrar em seu ouvido. Basta dizer a ele o quanto eu o amo, mas a coragem me escapa. A verdade é que eu estou esperando que ele diga isso primeiro. Eu não sei, talvez seja insegurança que tenham ficado desde o que aconteceu em abril. Logan me rejeitando, e eu tenho tanto medo de que isso aconteça novamente. Eu tenho medo de ser vulnerável, dando-lhe meu coração, só para vê-lo jogá-lo de volta na minha cara. Então, eu fico quieta. Então Ramona e Logan fazem a viagem de volta para o campus silencioso.


32 LOGAN Três dias antes de nosso primeiro jogo, a equipe finalmente clica. É como se alguém apertou um botão de oh Deus vamos jogar para nós podermos ter uma possibilidade. Eu ainda não acho que estamos cem por cento lá ainda, mas temos mostrado melhora durante nossas práticas nesta semana, e o treinador não está gritando com nós, como muitas vezes, então ... progresso. Este Semestre está em pleno andamento, Grace e eu não temos visto um ao outro em poucos dias, mas nós estamos tomando uma pausa de estudar para jantar com ela esta noite e seu pai. E porque eu tenho prática, ela entrou num taxi para Hastings com Ramona, que está visitando seus próprios pais. Eu ainda não tenho certeza de como eu me sinto sobre elas reacenderem sua amizade, mas Grace continua insistindo que ela não vai deixar Ramona chegar muito perto de novo, e eu acho que tenho que aceitar isso. Além disso, depois de acontecer o ataque sexual-de espera para-noite de sexta-feira, eu estou sentindo muito mais simpatia em direção a Ramona. Já para não falar muito mais raiva em direção a Santo Antônio. Eu mencionei que estamos enfrentando-os na abertura da temporada? O treinador não vai gostar disso, mas estou bastante certo de que vou passar muito tempo no banco naquela noite. Eu verifico meu telefone quando eu saio da arena. Há uma mensagem de Grace, dizendo que ela está bem com seu pai.


E uma mensagem de Jeff, me pedindo para chamá-lo o mais rápido possível. Merda. Jeff não costuma jogar em torno de ASAPS a menos que seja sério, então eu não perco tempo chamando-o de volta. Leva cinco toques antes de ele responde, e quando o faz, ele soa agitado. — Onde diabos você esteve na última hora?, - Ele exige. — Prática. O treinador não deixa trazer nossos telefones no gelo. O que está acontecendo? — Eu preciso que você vá casa e veja como está o pai. — Por quê?, - Eu digo, inquieto. — Porque eu estou no hospital com Kylie, e eu não posso fazer isso sozinho porra. — O hospital? O que aconteceu? Ela está bem? — Cortou a mão fazendo o jantar. - Jeff sons em pânico. - O médico ER disse que não é tão ruim quanto parece ela vai apenas precisar de alguns pontos. Mas Jesus, eu nunca vi tanto sangue, Johnny. Levaram-na agora, então eu estou fora na sala de espera andando como uma pessoa louca. — Ela vai ficar bem, - asseguro-lhe. — Confie nos médicos, está bem? Mas eu sei que Jeff não vai relaxar até que ele e Kylie estejam andando fora da sala de emergência. Os dois têm sido loucamente apaixonado desde que tinham 15 anos de idade. — O que isso tem a ver com o papai?, - Pergunto. — Eu estava em cima da Kylie, e ele chamou quando estávamos indo para o ER. Ele estava enrolando e resmungando e, Eu não sei, ele poderia ter caído? Eu não conseguia entender a porra de uma palavra do que ele estava dizendo, e eu sou apenas uma pessoa do caralho, John. Eu não posso lidar com duas emergências de uma só vez, ok? Então, por favor, apenas vá para casa e tenha certeza que ele está bem.


Compotas de relutância batem em minha garganta como um maço de goma. Cristo. Eu não quero fazer isso. De todo. Exceto não há nenhuma maneira que eu posso comprar uma briga com Jeff agora, não quando ele está pirando sobre sua namorada estar no hospital. — Eu vou cuidar dele, - eu digo mais ou menos. — Obrigado. - Jeff desliga sem outra palavra. Com uma respiração irregular, eu mando um para texto Grace para que ela saiba que eu vou me atrasar para o jantar, e depois sigo para o estacionamento. Eu bato meus dedos no volante durante toda a unidade para Munsen. Pavor reúne dentro de mim, crescendo e enroscando nas minhas entranhas até que se torne um nó apertado que traz uma onda de náusea a minha garganta. Não me lembro a última vez que eu tinha que limpar uma das bagunças do meu pai. High school, eu acho. Uma vez que eu deixei para ir a Briar, Jeff se tornou o único aspirador superior. Eu desligo o motor fora do bangalô e me aproximo do alpendre o modo como essas especialistas paranormais em que o filme de merda se aproximou da casa fantasma. Cauteloso, lento, com trepidação. Por favor, deixe-o estar vivo e bem. Sim, para todas as minhas orações egoístas sobre querer o meu pai morra, eu não posso tolerar o pensamento de andar para a casa e encontrar seu corpo. Eu uso a minha chave para abrir a porta, em seguida, entro no hall de entrada escurecido. — Pai? - Eu chamo fora. Sem resposta. Por favor, deixe-o estar vivo e bem. Eu caminho em direção à sala de estar, o meu coração correndo a mil por hora. Por favor, deixe-o estar…


Oh, Graças a Cristo. Ele está vivo. Mas ele não está bem. Não por uma possibilidade remota. Meu aperto no peito é tão forte que eu estou surpreso que eu não quebrei uma costela ou duas. Papai está esparramado no tapete, de bruços e sem camisa, seu rosto descansando em uma poça de vômito. Um braço é arremessado para o lado, o outro está escondido perto dele embalando-a porra de uma garrafa de bourbon como se fosse um bebê recém-nascido. Jesus, será que ele tentou proteger seu precioso álcool durante sua queda embriagada para o chão? Eu não sinto nada como eu vejo a cena deplorável na minha frente. Um odor acre flutua em direção a mim. Eu enrugo meu nariz, quando percebo que o odor que sinto é urina. Urina e álcool, a fragrância da minha infância. Uma parte de mim quer se virar no meu calcanhar e dar no pé. Vá embora e não olhe para trás. Em vez disso, eu dou de ombros para fora da minha jaqueta, atiro na poltrona, e me aproximo cuidadosamente de meu pai desmaiado. — Pai. Ele mexe, mas não responde. —Pai. Um gemido agonizado ondulações de sua garganta. Cristo, as calças são embebidos com mijo. E vazamentos de bourbon da garrafa, manchando o tapete bege. — Pai, eu preciso verificar se qualquer coisa esta quebrada. - Eu corro minhas mãos sobre seu corpo, a partir de seus pés e se movendo para cima, certificando-se de que ele não quebrou nenhum osso quando ele caiu. Meu exame sacode-o de sua neblina. Suas pálpebras abrirem, revelando as pupilas dilatadas e um olhar triste fratura um pedaço do


meu coração dolorido, a parte de mim que se lembra de idolatrá-lo quando era criança. Ele geme em pânico. — Onde está sua mãe? Não quero que ela me veja assim. Crack. Lá se vai mais um caco de meu coração. A este ritmo, meu peito será uma caverna oca quando eu sair daqui. — Ela não está em casa, - asseguro-lhe. Então eu coloco minhas mãos sob as axilas para que eu possa sustentá-lo em uma posição sentada. Ele parece atordoado. Eu honestamente não acho que ele sabe onde está ou quem eu sou. — Ela foi fazer compras de supermercado? - Ele pergunta. —Sim, - eu minto. — Ela não vai estar em casa durante horas. Muito tempo para limpar você, ok? Ele está balançando como um louco, e ele não está nem mesmo em seus pés. O fedor combinado de vômito, álcool e urina faz meus olhos lacrimejarem. Ou talvez não é por isso que eles estão molhando. Talvez eu estou à beira de lágrimas, porque eu estou a ponto de transportar o meu próprio pai e ajudá-lo a tomar um banho. E então eu vou vesti-lo como se ele fosse uma criança maldita e guardá-lo na cama. Talvez por isso os meus olhos estão ardendo. — Não diga a ela sobre isso, Jeffy. Ela vai ficar tão brava comigo. Não quero ela para fique com raiva de mim. Não quero acordar Johnny... -Ele começa a murmurar incoerentemente. É difícil de respirar quando eu levanto o fedorento confuso, chorando, que é meu pai em meus braços e levo-o ao banheiro no final do corredor. Apenas um pensamento atravessa minha cabeça. Meu irmão é um santo. Ele é um santo maldito. Ele vem fazendo isso, dia após dia, desde que deixei para ir a Briar. Ele está limpando o vômito do meu pai, e correndo a loja, e tendo o cuidado de merda sem uma única queixa.


Deus, o que há de errado comigo? Foda-se a NHL. Jeff merece a chance de sair por um tempo. Para viajar com sua namorada e viver uma vida normal que não envolva descascar seu próprio pai nu e levá-lo para o chuveiro. Meus pulmões estão queimando agora, porque a realidade fria afundou em mim. Jesus Cristo. Este é o meu futuro. Em menos de um ano, este será o meu trabalho de tempo integral. Eu nunca tive um ataque de pânico antes. Eu não tenho certeza do que eles envolvem. Batimento cardíaco fora de controle é que um sintoma? Mãos úmidas frias que não vão parar de tremer? A traquéia que não vai deixar um único aumento repentino de ar através? Porque todas essas coisas estão acontecendo comigo agora, e isso está assustando a merda fora de mim. — Johnny? - Papai pisca como a água quente pulveriza sua cabeça, reboco seu cabelo escuro na testa. — Quando você chegou aqui? - Ele cambaleia na tenda de azulejos, seu olhar correndo em todas as direções. — Deixe-me te dar uma cerveja. Tenha uma cerveja com seu velho. Eu quase vomito. Ok, sim. Eu acho que poderia estar tendo um ataque de pânico. Eu chego com três horas de atraso para pegar Grace. O meu telefone morreu quando eu estava na Munsen, e eu não tenho o número dela memorizado porque ele esta armazenado no meu telefone, então eu não poderia mesmo chamá-la a partir do telefone fixo para que ela soubesse que eu estaria atrasado. Meu pânico diminuiu. Um pouco. Ou talvez eu tenha ficado dormente. Tudo o que sei é que eu preciso ver minha namorada. Eu preciso segurá-la e tirar o calor de seu corpo, porque maldito, eu me sinto como um bloco de gelo no momento.


A luz da varanda esta acesa quando eu estaciono na garagem de seu pai, mas o brilho amarelo inflama apenas uma centelha de culpa. É passado dez horas. É tão tarde, e ela teve que esperar por horas. Prática, a provocação de voz cínica. Por todas as vezes que ela vai ter de fazê-lo no próximo ano. Meus pulmões aproveitam. Jesus. É verdade. Quantas vezes será algo como isso acontecer uma vez que estou em Munsen de tempo integral? Quantos planos que será tarde para ir ou ter que cancelar por completo? Quanto tempo antes que ela despeje a minha bunda para ele? Eu deixo de lado a noção de medo quando eu toco o sino. O pai de Grace atende a porta, uma carranca franzindo a boca quando ele me vê. — Oi. - Minha voz é rouca, alinhado com pesar. — Me desculpe, eu não pude chegar para o jantar, senhor. Eu teria chamado, mas meu telefone morreu e eu... - Não. De jeito nenhum estou dizendo-lhe o que eu fui forçado a suportar esta noite. — De qualquer forma, eu estou aqui para tomar Grace de volta para casa. — Ela já deixou, - Sr. Ivers diz com tristeza. — A mãe de Ramona levou-as de volta.. Decepção bate em mim. — Oh. —Gracie esperou tanto tempo quanto podia por você... - Um outro olhar severo, uma repreensão clara. — Mas ela precisava ir para casa e estudar. Vergonha afunila na minha garganta. É claro que ela esperava. E, claro, ela deixou. — Ah... tudo bem. - Eu engulo. — Eu acho que eu vou pra casa, então. Antes que eu possa ir, Sr. Ivers pergunta: — O que está acontecendo, John? A dor em meu peito fica pior. — Nada. Não é nada, senhor. Eu, uh... tive uma emergência familiar. Ele parece preocupado. — Está tudo bem?


Eu aceno. Então eu balancei minha cabeça. Então eu aceno novamente. Cristo, torna-se a porra da sua mente. — Está tudo bem, - eu minto. — Não, não está. Você está branco como um lençol. E você parece exausto. - Ele suaviza o tom. — Diga-me o que está errado, meu filho. Talvez eu possa ajudar. Minha cara desmorona. Ah Merda. Oh merda, por que ele tem que me chamar de filho? A picada em meus olhos é insuportável. Minha garganta aperta fechada. Eu preciso sair daqui. —Por que você não entra? - Ele insiste. — Vamos sentar. Vou fazer um café. - Um sorriso irônico levanta seus lábios. — Eu oferecerlhe-ia algo mais forte, mas você ainda é menor de idade, e eu tenho uma regra estrita sobre a doação de álcool que… Eu perco. Eu apenas. Porra. Perco isso. Yup, eu choro como um bebê honesto a Deus, ali mesmo na frente do pai de Grace. Ele congela. Apenas por um momento, e então ele salta para frente e coloca os braços em volta de mim. Ele me aprisiona em um abraço. Eu não posso escapar, uma parede sólida de conforto eu encontro-me em flacidez. Eu estou assim tão envergonhado, mas eu não posso lutar contra as lágrimas mais. Segurei-as de volta em Munsen, mas o pânico está de volta, e assim é o medo, e o pai de Grace me chamou de filho, e santo inferno, eu sou uma bagunça. Eu sou uma porra de bagunça total.


33 GRACE O momento que eu terminei de escrever meu intercalar Abnormal de Psicologia, eu corro para fora do salão de leitura como se eu estou tentando superar um incêndio florestal. Meu pai não é o tipo de homem que exagera ou brinca no melodrama. Ele é incrivelmente equilibrado e irritantemente simples, mas ele tem a tendência irritante para minimizar a crise em vez de admitir quando a merda atingiu o ventilador. Então, quando ele me telefonou esta manhã e casualmente sugeriu que eu deveria checar meu namorado hoje, eu soube imediatamente que algo estava errado. Na verdade, eu sabia, mesmo antes do telefonema. O texto apologético que Logan me enviou ontem à noite tinha provocado a minha preocupação, mas quando eu o empurrei, ele insistiu que tudo estava bem, alegando que ele teve que ficar com seu pai mais do que tinha previsto. Ele também tinha a certeza de reiterar que ele estava realmente arrependido por não poder jantar ou ser capaz de me levar para casa. Fui para a cama incapaz de lutar contra a suspeita que roia de que algo ruim tinha acontecido, e agora, combinado com as informações vagas do meu pai, estou certa disso. Eu escolho o táxi para ir a casa de Logan, em vez de caminhar ou tomar o ônibus. Eu quero vê-lo o mais rápido possível, antes que a preocupação de


esmagamento que estou sentindo comece a piscar os piores cenários na minha cabeça. Quando eu me jogo no banco de trás do táxi, eu puxo meu telefone e mando um texto a Logan. Eu: eu estou no meu caminho para o sua casa.

Quase um minuto passa antes que ele responde com: Não sei se isso é uma boa ideia, querida. Eu estou em um humor péssimo. Eu: Bem. Então eu vou torcer vc. Ele: Não tenho certeza se vc pode. Eu: Ainda vou tentar.

Enfio meu celular longe e mordo o lábio, desejando que eu soubesse o que estava acontecendo com ele. Obviamente, ele tem algo a ver com sua visita em casa ontem à noite, mas o que diabos tinha acontecido? Uma explosão de raiva se apega dentro de mim. Eu estou correndo fora de simpatia para com o pai de Logan. Eu realmente estou, e ela está me fazendo questionar o quão bom de uma terapeuta que eu vou ser. Concedido, eu não planejo especializar em problemas de dependência, mas o que isso diz sobre mim que eu não posso sentir qualquer compaixão pelo pai alcoólatra de Logan? Foda-se, e agora não é o momento de questionar minha carreira. Eu só estou equipada para lidar com uma crise de cada vez. O motorista tem que parar no meio-fio em frente à casa de Logan, porque a calçada está cheia. Picape de Logan e Jeep de Garrett estão lado a lado, com desportivo de Dean e o emprestado Toyota de Hannah por trás deles. Quando eu toco o sino, não é Logan que me deixa entrar, mas Tucker. Uma ranhura de desânimo escava em sua testa quando ele fecha a porta atrás de mim. — Vocês estão em uma briga ou algo assim? - Ele pergunta, em voz baixa.


— Não - de repente eu sinto frio. — Ele disse que estávamos? — Não, mas ele tem sido rude e mal-humorado durante toda a manhã. Dean pensou que talvez vocês dois estavam brigando. — Nós não estamos, - eu digo com firmeza. Então um pensamento enervante me ocorre. — Será que ele andou bebendo? — Claro que não. É uma e meia da tarde. - Tucker soa confuso. — Ele está lá em cima. Última vez que verifiquei, ele estava trabalhando em seu trabalho de marketing. Sua resposta me alivia, mas eu não sei por que. Logan me disse em várias ocasiões que ele não bebe quando ele está chateado. Sei que ele está com medo de ter herdado tendências viciantes de seu pai, e de repente eu me sinto como um idiota por perguntar a Tucker essa pergunta em primeiro lugar. — Eu vou para cima falar com ele. Talvez ele vá me dizer o que está incomodando ele. Deixo Tucker no corredor da frente e vou de cabeça até o quarto de Logan, onde eu experimento uma outra onda de alívio. Ele parece bem. Cabelo curto e escuro parece o mesmo. Olhos azuis estão alerta. Sexy músculos ondulando sob seus suores e Tshirt. Não há sinais externos de ferimentos, mas quando nossos olhares bloqueiam, há um mundo de dor em sua expressão. — Hey, - eu digo baixinho, caminhando para lhe dar um beijo. — O que está acontecendo? Minha boca escova seus lábios, mas o beijo não tem o seu calor habitual. — Seu pai ligou para você, hein? - Ele diz ironicamente. — Sim. Uma sombra cruza seus olhos. — O que ele disse? — Quase nada. Ele me disse que você parou ontem à noite, que ele tem a sensação que você estava chateado, e que eu deveria verificar você. -Eu procuro seu rosto. — O que aconteceu em Munsen?


— Nada. — Logan. — Não foi nada, querida. - Ele deixa escapar um suspiro cansado. — Ou, pelo menos, nada fora do comum. Tomo sua mão. Deus, é como gelo. O que quer que aconteceu ontem à noite, ele ainda está exibindo os efeitos dela. — Sente-se. - Eu tenho que puxar forçosamente seu poderoso corpo ao meu lado na cama, mas mesmo depois que ele alega, ele olha para a frente em vez de encontrar meus olhos. — Por favor me diga o que aconteceu? — Jesus. O que isso importa? — Porque importa, John. - Eu começo a me sentir mal. — É claro que você está chateado com isso, e eu acho que vai ajudar se você falar sobre isso. Seu riso amargo ecoa entre nós. — Falar sobre isso não vai conseguir uma maldita coisa. Mas tudo bem. Você quer saber o que aconteceu ontem à noite? Eu vi meu futuro, isso é o que aconteceu. Eu vacilo na nitidez de seu tom. — O que você quer dizer? — Quer dizer, eu vi a porra do meu futuro. Eu viajei para a frente no tempo, recebi uma visita do Fantasma do Natal Futuro quanto mais você quer que eu fale, Grace? Minha coluna enrijece. — Você não tem que ser sarcástico. Entendi. — Não. Você não entendeu. Eu não tenho nenhuma vida depois de me formar. Sem futuro. Mas eu estou fazendo isso para o meu irmão, porque Jeff tem lidado com isso por quase quatro anos. E agora é a minha vez, e eu não vou foder com ele, mas eu vou engolir e voltar para casa, porque ele é meu pai maldito e ele precisa da minha ajuda. - Suas palavras racham meu coração em dois. — Eu sei o que ele vai fazer comigo, - continua ele, soando cada vez mais desanimado. — Eu sei que vai me fazer miserável e eu


provavelmente vou continuar a odiar o meu pai, e eu finalmente vou perder você. — O quê? - Eu interrompo em estado de choque. — O que faz você pensar que você vai me perder? Ele olha o meu caminho, seus olhos azuis cheios de pesar. — Porque você vai acordar um dia e perceber que você merece melhor. Você não vê? A noite passada foi uma prévia do que vai ser assim. Nós vamos ter planos, mas eu vou acabar tendo que trabalhar até mais tarde, ou meu pai vai ficar perdido e cair da escada, e então eu vou ter que cancelar com você, ou pior, mantê-la esperando como eu fiz na última noite. Quanto tempo você acha que vai colocar-se com isso? Descrença choca através de mim. — Você honestamente acha que eu vou terminar com você, porque você pode chegar tarde algumas vezes? Logan não responde, mas sua expressão pétrea me diz que sim, ele acredita nisso. — Não, seu irmão tem uma namorada como ele tem feito sempre? - Eu aponto. — Kylie, - ele murmura. — Bem, Kylie rompeu com ele? Não, ela não o fez. Porque ela o ama, e ela está disposta a apoiá-lo, não importa o quê. - Eu estou com raiva agora. Tanta raiva que eu tiro para os meus pés, lutando contra o desejo para bater algum sentido para ele. — Então, o que faz você pensar que eu não vou ficar do seu lado? Seu silêncio irrita a merda fora de mim. — Você sabe o quê, John? Foda-se. - Eu me esforço para controlar a minha respiração. — É claro que você não me conhece em tudo se você acha que eu sou o tipo de pessoa que iria desistir de um relacionamento no momento em que atinge alguns obstáculos. Ele finalmente responde, sua voz baixa e mal-humorado. — Podemos por favor, não mais falar sobre isso?


In-porra-crível. Eu olho para ele, incapaz de entender o que eu estou ouvindo. E incapaz de ouvi-lo nem por um segundo a mais. — Você está certo. Não vamos mais falar sobre isso. - Eu pego minha bolsa de onde eu o deixei cair no chão e coloco a alça por cima do meu ombro. — Porque eu vou embora. O que recebe sua atenção. Franzindo a testa, ele lentamente se levanta. — Grace... Eu o interrompi. — Não. Eu não estou ouvindo essa merda mais. Vou deixá-lo para o seu mau humor, e talvez quando você estiver acabado sozinho com a sua festa de pena, nós podemos realmente ter uma conversa racional. - Eu estou cuspindo louca quando eu marcho em direção à porta. — E no caso de minha reação à sua idiotice não deixar claro onde eu estou com a gente, então deixe-me explicar isso para você. - Eu viro a cara feia para ele. — Eu te amo, estúpido e idiota. Então eu saio como uma tempestade fora de seu quarto e fecho a porta atrás de mim.

Logan Leva-me muito, muito mais do que deveria para tirar do transe chocado em que eu caí. Minha boca continua abrindo e fechando, minhas pálpebras piscando em um ritmo rápido que quando eu olho para a porta Grace apenas rasgou fora. Ela está absolutamente certa. Eu sou um idiota. E eu duvidei de seu compromisso com a nossa relação. E… Espere. Ela me ama?


Minha boca se abre novamente. E fica aberta. Engasgo, de fato, porque as últimas palavras dela finalmente registram em meu cérebro extremamente idiota. Ela me ama. Mesmo depois de eu indiciado ela por um hipotético futuro quebrado e praticamente lhe disse que ela estava indo para me abandonar quando as coisas ficarem difíceis, ela ainda me disse que me amava. E eu deixei ela ir embora. Qual diabos é o problema comigo? Eu parafuso fora do meu quarto e desço as escadas de dois em dois. Não há nenhuma maneira de que Grace poderia ter chamado um táxi ou chegou ao ponto de ônibus, no entanto, o que significa que ela esta, provavelmente, na varanda da frente ou se aproximando do final da rua. O que significa que eu ainda posso pegá-la. Eu derrapo para o corredor da frente como um personagem de desenho animado maldito, só para congelar quando eu encontro Garrett na porta. Então eu ouço um motor de carro a partir do exterior, e meu coração bate no chão como um saco de tijolos. — Hannah está levando-a para casa, - Garrett diz calmamente. Eu amaldiçôo em frustração, escancarando a porta a tempo de ver as luzes traseiras em retirada do carro de Hannah. Droga. Eu giro ao redor e corro de volta no andar de cima, onde eu pego meu telefone e disco o número de Grace. Depois ele vai direto para o correio de voz, eu disparo um texto rápido. Eu: Baby, por favor, volte. Eu sou tão burro. Preciso fazer isso direito.

Há uma longa demora. Cinco segundos. Dez. E então ela manda um texto de volta. Ela: Eu preciso de algum tempo para digerir sua estupidez. Vou ligar para vc quando eu estiver pronta para falar.


Droga. Eu arrasto as duas mãos sobre meu couro cabeludo, lutando contra a vontade de estrangular-me a morte. Por que eu sempre estrago tudo quando se trata desta menina? Passos ecoam no corredor, é quando Garrett aparece, eu sufoco outra maldição. — Eu não posso lidar com uma palestra agora, cara. Eu realmente não posso. — Não estou indo lecionar para você. - Ele dá de ombros. — Só queria ver se você está bem. Eu afundo na beirada da cama, balançando minha cabeça lentamente. — Nem um pouco. Ferrei tudo novamente. — Certo maldição que você fez. - Meu melhor amigo apoiou seu cotovelo contra a parede e suspirou. — Wellsy e eu ouvimos a conversa. — Eu acho que toda a vizinhança ouviu, - vem a voz de Tucker. Ele entra em meu quarto e se inclina contra a cômoda. — Exceto, talvez, Dean, mas isso é porque ele esta duro com as bolas profundas em uma coelhinha abaixo na sala de estar. Eu gemo. — Sério? Porque ele não pode nunca foder em seu quarto? — Será que realmente quero discutir a vida sexual desse pervertido? - Contrapõe Tuck. — Porque eu não acho que deveria estar no topo de sua lista de prioridades no momento. Ele faz um bom ponto. No momento, a minha única prioridade é consertar as coisas com Grace. Cristo, eu não deveria ter vomitado tudo o que é besteira. Eu nem sequer quis dizer isso, pelo menos não a parte sobre ela terminar comigo. Esse foi o meu medo falando. E ela está certa, eu estava tendo uma festa de piedade. Eu estava tão assustado com tudo o que aconteceu com meu pai ontem à noite, para não mencionar tudo o que aconteceu depois. Quando eu chorei nos braços de seu pai.


Eu chorei nos braços de seu pai. Deixei escapar outro gemido. — E se eu a perdi de vez desta? Garrett e Tucker agitam instantaneamente suas cabeças. — Você não fez, - Garrett me assegura. — Como você pode ter tanta certeza disso? — Porque ela disse que ela te ama. — Você é estúpido idiota, - Tucker acrescenta com um sorriso. Eu te amo, você estúpido idiota. Não as palavras que um homem quer ouvir. Os três primeiros, com certeza. Os últimos três? Passe. — Como faço para corrigir isso? - Eu pergunto, suspirando. — Rápido. Faça-lhe um outro poema, - Garrett sugere. Eu olho feio para ele. — Eu, não acho G, - diz Tuck. —Eu acho que a única maneira de salvar este é colocar para fora outro grande gesto. O que mais estava em sua lista? — Nada, - eu gemi. — Eu fiz tudo na lista. Tucker dá de ombros. — Em seguida, vêm-se com outra coisa. Um gesto grandioso? Eu sou um cara, porra. Eu preciso de direção. — A Wellsy vai voltar aqui? - Pergunto a Garrett. Ele sorri para o meu tom de súplica. — Mesmo que ela vá, eu não vou deixar você usar seu cérebro. Você vai ter que corrigir isso tudo do seu próprio jeito. Há uma pausa, e então ... — Você idiota estúpido, - meus amigos dizem em uníssono.


34 GRACE

Eu ainda estou furiosa quando eu ando para o meio de construção de várias horas depois de sair fora da casa do Logan. Normalmente eu não fico com raiva por muito tempo, mas desta vez eu estou tendo problemas para expelir a energia volátil correndo dentro de mim. Eu não posso acreditar que ele realmente acha que eu vou jogá-lo uma vez que ele está em Munsen em tempo integral. Que eu vou jogá-lo fora como um velho brinquedo estragado e encontrar algo brilhante e novo para jogar. Babaca. Quando eu irrompo na estação, vejo Morris no estande do produtor, equilibrando o aparelho de telefone em seu ombro enquanto ele anota algo em um bloco de notas. Eu franzi a testa, percebendo que Pace e Evelyn já estão em seus assentos em outro estande. Pace estala os fones de ouvido sobre o boné de beisebol para trás em sua cabeça, enquanto Evelyn se inclina sobre uma folha de papel em concentração. Eu estou atrasada? Olho para o relógio na parede oposta. Não. Estou cedo, na verdade. Então porque é que Morris está no meu estande?


Dou um passo para a frente, apenas para parar quando Daisy vagueia fora do corredor de volta. Ela empurra a franja da testa elas estão neon azul agora e sorri timidamente quando ela me vê. — Hey, - eu saudo minha companheira de quarto. — O que você está fazendo aqui? - Ela não costuma sair na estação a menos que ela deveria receber ou produzir, e eu sei do fato que ela não está programada para fazer nada hoje. — Hey. - Por alguma razão, ela parece quase ... culpada. — Eu só apareci para deixar o café para todos.— — Desde quando você é a estação de gofer? - Eu estreito meus olhos. —Sua camisa está de dentro para fora. - Faço uma pausa. — E para trás. Ela olha para sua parte superior da camisa, fazendo uma careta quando ela percebe a etiqueta saindo de sua clavícula. Então seus olhos vão em direção a estande do produtor. Eu sigo o seu olhar, ofegando quando eu encontro Morris sorrindo para nós. — Puta merda. Você e Morris estão juntos? Daisy suspira. — Talvez. Minha raiva em Logan é momentaneamente eclipsado por suas notícias. Nossos horários são tão agitados que Daisy e eu quase nunca estamos na nossa sala, ao mesmo tempo, que funciona bem para quando eu quero privacidade, mas também significa que eu perco a conversa da menina e todas as fofocas. — Desde quando? - Eu grito de excitação. — Um par de semanas agora? - Ela encolhe os ombros. — Eu não disse a você, porque nós estivemos ambas tão ocupadas. Você é legal com ele, certo? — É claro. Por que não estaria? — Você sabe, porque você e Morris saíram. Eu ri. — Uma vez. E o meu comportamento não justificava exatamente um segundo encontro. Eu acho que isso é incrível. Você


totalmente só fez o meu dia e confia em mim, meu dia foi uma merda, ele realmente precisava disso. — Oh não. O que aconteceu? Meu mau humor retorna como uma erupção indesejada. — Eu entrei em uma briga com o Logan. E isso é tudo que eu estou dizendo sobre o assunto, porque se eu falar sobre isso agora, ele só vai me irritar novamente e então eu vou estar distraída demais para produzir Dumb and Dumber show. Nós dois olhamos no estande principal, onde Evelyn está usando a reflexão sobre seu copo de água para verificar sua composição, delicadamente esfregando a sombra do olho. Pace está absorto com seu telefone, sua cadeira inclinada para trás tão longe que eu prevejo um desastre muito alto no futuro próximo. — Deus, eu amo eles, - diz Daisy com uma risadinha. — Eu não acho que eu já conheci mais duas pessoas auto absorvidas. Morris passeia para fora da cabine e divaga sobre a nós. Ele percebe a camisa de Daisy e diz: — Querida, nós estamos no trabalho. Mostre algum decoro. — Diz o cara que arrancou esta camisa no armário de abastecimento. - Revirando os olhos, ela dá um passo de distância. — Eu estou indo para me fazer apresentável no banheiro. Eu faria isso por aqui, mas estou com medo Dumber pode tirar uma foto e postá-lo em um site pornô. - Espere, os nomes Dumb and Dumber correspondem efectivamente a cada um deles? - Diz Morris, surpresa. — Eu pensei que era mais uma coisa geral. Qual deles é mais mudo? A segunda questão deixa sua boca, um acidente abafado reverbera a partir da cabine, e todos nós voltamos para ver Pace enroscado no chão. Sim, o cara que passou uma hora me regalando sobre seus dias-derrubada da vaca volta em Iowa? Derrubado-se à direita. Por trás do vidro, Pace salta de pé, percebe olhando-o, solta, — Eu estou bem!


Morris suspira. — Eu retiro a pergunta. Quando Daisy deixa para arrumar sua camisa, Morris casualmente me segue até a porta da cabine. — Primeira chamada já está em espera, ele me diz. — Eu rabisquei e escrevi-lhe informações sobre a folha. Minha testa cria vincos. — Será que você abriu as linhas antes de eu chegar aqui? Ele usa um olhar tímido. — Não de propósito. Eu estava chamando meu pai e apertei o botão errado, e então o telefone tocou e eu já estava lá por isso, tomei informações da chamada. Ela tem uma questão urgente G-spot para Evelyn, então isso deve ser interessante. — Não é sempre? - Eu digo com um sorriso. Eu levo meu assento e conduzir o pré-show de seleção. As luzes piscando no telefone me dizem há mais chamadores à espera de ser atendidos. Eu converso com o primeiro, verifico seus motivos, então mando de volta em espera. Estou prestes a ter o próximo quando Pace e Evelyn lançar o show. — O que há, Manos! - Pace cumprimenta o público de rádio. — Você está ouvindo O que cê Precisa com Pace & Evelyn. Encolhendo-se, Evelyn se inclina em seu microfone. — Antes de começarmos, eu gostaria de pedir a todos que falem em suas vozes interiores hoje, porque eu estou atualmente ostentando uma brutal ressaca. - Ela olha para seu co-anfitrião. — Eu estou falando com você, babaca. E assim começa. — Vamos conversar com o nosso primeiro interlocutor, - Pace diz alegremente. — Quem esta falando agora? Desde que eu não estou ansiosa para ouvir falar sobre Evelyn G-spots, eu me inclino para a frente para atender outra chamada, só para congelar na minha cadeira quando uma voz familiar sopra do alto-falante sobre a porta.


— Ei, isso é Logan. Meu pulso acelera. Oh, Deus. Que diabos ele está fazendo? — Diga-nos o que você anda precisando, meu homem. Meu namorado audivelmente pigarreia. — Bem, aqui está a coisa, Pace. E Evelyn ei, Evelyn, opinião feminina definitivamente apreciada. Eu estou esperando que vocês possam me dar alguns conselhos sobre como ganhar a minha garota de volta. Pace ri no microfone. — Ooooh menino. Alguém encontrou-se na casa de cachorro? — Grande tempo, - confirma Logan. — O que você fez para chatear sua senhora? Precisamos dos detalhes antes de dispensar a sabedoria. Cada polegada de mim fica tensa enquanto espero a resposta do Logan. Deus. Eu não posso acreditar que ele está prestes a expor a nossa roupa suja neste campus num espetáculo estúpido. — Em uma longa história curta? Eu projetei os meus próprios medos e inseguranças sobre ela, e fiz algumas presunções que eu provavelmente não deveria... — Pode parar ai mesmo, mano, - diz Pace, esfregando o crescimento da barba desalinhado em desânimo. — Você só jogou em torno de um monte de grandes palavras. Que tal se você falar para nós, quero dizer, para espreitadelas que pode não ser bom com o idioma Inglês. Grito para fora a todos os nossos ouvintes ESL lá fora! Um riso arranca da minha garganta. Oh, Pace. Nunca mude. Logan parece que ele está tentando não rir quando ele reformula a si mesmo. — A linha inferior? Estraguei tudo. Eu disse alguma coisa estúpida. Eu não queria, isso a irritou, e ela triunfou desligando.


Pace suspira. — Cadelas podem ser loucas. — Hey, Logan? Evelyn fala baixinho. — Sim? — Você parece quente. Tem certeza de que quer mesmo essa garota? Porque eu sou livre hoje à noite se você estiver interessado. Uma tosse estrangulada preenche as ondas de rádio. — Hum. Uh, obrigado pela oferta. Mas sim, eu quero ela. - Ele faz uma pausa. — Eu estou apaixonado por ela. Meu coração sobe como uma pipa ao vento. Ele é apaixonado por mim? Em seguida, ele afunda como uma pedra. Espere. E se ele só está dizendo isso porque eu disse que o amava? — Eu estive apaixonado ela por alguns meses agora, - ele continua, e seu rouca confissão re-infla meu coração. — Eu não disse a ela porque eu não queria assustá-la, dizendo isso muito cedo. — Cara, você deveria ter dito a ela. Eu estou assustada com a resposta sincera de Pace. Tocado, mesmo. Pelo menos até ele terminar a frase. — Se você diz isso logo de cara, elas deixam de lado suas calcinhas super-rápido. Significa que você não tem que colocar tanto trabalho em ensacamento-os. — Uh-huh, - diz Logan como se ele está de acordo, mas eu o conheço o suficiente para ser capaz de pegar em seu sarcasmo. — De qualquer forma, essa garota... ela é o amor da minha vida. Ela é inteligente e engraçada e incrivelmente compassiva. Ela perdoa as pessoas mesmo quando eles não merecem isso. Ela… — Boa transa? - Pace interrompe. — Oh sim. O melhor. Deus, minhas bochechas estão pegando fogo agora. — Mas o sexo é apenas congelamento, - Logan diz suavemente. — É tudo o que mais importa.


Uma sombra passa pela minha visão periférica. Viro a cabeça à espera de ver Daisy ou Morris, do outro lado da porta de vidro. Minha respiração engata quando meu olhar bloqueia com Logan. Ele está em seu telefone celular, vestindo jeans desbotados e sua jaqueta de hóquei, e seus olhos azuis brilham com sinceridade. Nossos anfitriões estimados notaram ele também, e um suspiro ecoa no ar. — Espera. Estivemos conversando com John Logan? - Evelyn grita. — Espera você está falando de Gretchen? - Pace exclama, lançando seu olhar como uma bola de pingue-pongue de mim para Logan. — Não, eu estou falando sobre Grace, - diz Logan, sorrindo para mim através do vidro. — Grace Elizabeth Ivers. A mulher que eu amo. Eu não sei se eu levanto da minha cadeira e grito — Eu também te amo, ou se me escondo debaixo da mesa em embaraço. Grandes, demonstrações públicas me assustam. Se eu pudesse ter um manto de invisibilidade, eu usaria cada vez que um aniversário ou algum outro grande evento rolasse em torno, porque eu odeio, odeio, odeio ser o centro das atenções. Mas eu não posso tirar meus olhos de Logan. Eu não posso respirar, ou mover, ou formar um único pensamento que não seja Ele me ama. — De qualquer forma, eu vou desligar agora, - diz Logan aos anfitriões. — Eu tenho certeza que eu posso levá-lo a partir daqui. A linha corta, e eu tiro um olhar de pânico no painel. Merda. O show ainda está no ar. Eu tenho que colocar na próxima chamada. Para meu alívio, Morris aparece, dando Logan um baque amigável no braço quando ele se apressa no estande do produtor. — Vai, - ordena Morris. — Eu vou cobrir o resto do show.


— Você tem certeza? Ele sorri. — Esse sempre foi o plano. Quem você acha que rastreou a chamada, Gretch? - Ele aponta para a porta. — Vá. Eu não preciso que diga duas vezes. Corro para fora da cabine e jogo meus braços em volta dos ombros fortes de Logan. — Eu não posso acreditar que você fez isso, eu deixo escapar. O riso faz cócegas em cima da minha cabeça, os braços deslizam para baixo para os meus quadris, mãos grandes enrolando em volta da minha cintura. — Eu imaginei nada menos que um grande gesto iria convencê-la como a merda que eu sinto sobre o que aconteceu antes. Eu puxo para trás, desviando a cabeça para encontrar seus olhos lindos. — Você deve sentir uma merda, - eu castigo. — Eu não posso acreditar que você disse todas essas coisas. Eu não planejo estar terminando com você. — Bom. Porque eu nunca estou terminando com você. - Ele traz uma mão na minha bochecha, acariciando-o com ternura infinita. — Na verdade, eu acho que eu vou me casar com você um dia. Solavancos de choque através de mim. — O Quê? — Um dia, - ele repete quando ele vê a minha expressão. — Eu quero dizer isso, Grace, eu estou neste para o longo curso. Você ainda tem mais dois anos em Briar, e eu vou estar em Munsen durante esse tempo, mas eu prometo a você, eu vou vê-la tão frequentemente quanto eu posso. Cada segundo que eu tenho disponível será seu. — Sua voz engrossa. — Eu sou seu. Eu engoli um pedaço de emoção. — Será que você realmente quer dizer o que você disse a Pace só agora? — Você quer dizer ... que eu te amo? Eu aceno.


— Eu quis dizer cada palavra maldita, linda. - Ele hesita. tragando visivelmente. — Hannah estava tentando descrever o amor para mim no último semestre. Ela disse que se sente como o seu coração está prestes a transbordar, e que quando você ama alguém, você precisa deles mais do que qualquer outra coisa no mundo, mais do que comida, água ou ar. É assim que eu sinto por você. Eu preciso de você. Eu não posso suportar a ideia de ficar sem você. -Ele libera uma respiração instável. — Você é a última pessoa que eu penso antes de eu ir dormir, e a primeira pessoa que eu penso sobre quando eu abro os olhos na parte da manhã. Você é isso para mim, baby. As palavras sinceras desencadeiam uma enxurrada de calor dentro de mim, mas, apesar disso, não posso deixar de olhá-lo com profunda tristeza. — E sobre tudo o que você disse antes ... sobre o seu futuro, e como você vai ser infeliz e odiar sua vida ... - Eu mordo meu lábio inferior. — Eu não quero que isso aconteça, Logan. Eu não quero que você fique amargo e odioso, e ... - Eu paro. Seus dedos tremem contra a minha bochecha. — Eu não vou. Ou pelo menos, eu vou tentar não ficar. Vou engolir, Grace. Nós dois sabemos disso, mas eu prometo não deixar, ou nos destruir. - Sua voz oscila — E não vai ser para sempre, apenas até que Jeff volta e assuma novamente. Os próximos anos, provavelmente vou me sentir como se eu estivesse andando em um túnel escuro como breu, mas há uma luz no fim do mesmo. E enquanto você está comigo, vai haver uma luz dentro dele, também. Sem você, ele vai ser apenas escuridão. Comecei a rir, e uma expressão de dor preenche seus olhos. — Você acha isso engraçado?, - Ele diz com tristeza. — Não, eu estava pensando que é uma pena que você não colocou tudo o que você acabou de dizer no poema que você escreveu. A tentativa de sorriso levanta a boca. — Você gostou, hein? — Eu adorei. - Meu coração contrai. —Eu amo você. O sorriso se alarga. — Mesmo depois de eu agir como um idiota estúpido hoje?


— Sim. — Mesmo que eu provavelmente vou agir como um idiota estúpido de novo? Porque eu não posso prometer que não vou. Aparentemente, eu estou despreparado quando se trata de relacionamentos. — Não, você não é. - Eu subo na ponta dos pés e beijo o canto de sua mandíbula. — Você é um pouco inepto, com certeza. Mas você também é ridiculamente talentoso quando se trata de gestos românticos, por isso, se você estragar de novo, eu tenho noventa por cento certeza que você vai ser capaz de me recuperar. — Só noventa por cento? - Ele parece chateado. — Bem, isso depende quão mal você estragar. Quero dizer, se ele está escolhendo uma luta comigo como você fez hoje, então, obviamente, nós vamos ser capazes de trabalhar com ele. Mas se eu estou em cima da sua casa e que eu vá até o porão e encontrar um covil serial killer? Sem promessas. — Jesus Cristo, qual é a sua obsessão com assassinos em série? - Ele sorri. — Ei, isso deve ser sua especialidade. Analisando perfis assassinos. Droga. Não é uma má ideia. Eu decidi colocar um pino em que, em seguida, coloquei meus braços ao redor de seu pescoço novamente. — Pergunta. Seus olhos brilham. — Bata em mim. — Podemos beijar agora, ou você ainda está rastejando? — Depende se a minha namorada requer que eu rasteje mais. — Não. Eu exijo isso. - Eu puxo sua cabeça e arranco sua boca para baixo na minha. O beijo é ... mágico. É sempre mágico quando estamos juntos. Enquanto nossas línguas se encontram em um emaranhado imprudente, minha mente e meu corpo gira e canta.


— Amo você, Johnny, - murmuro em seus lábios. Sua risada aquece o meu rosto. Em seguida, ele esfrega a boca sobre a minha e sussurra: — Eu também te amo, linda.


35 LOGAN

Na manhã seguinte, eu acordei com Grace aconchegando-se ao meu lado, e é o melhor sentimento do caralho em todo o mundo da porra. Ela dormiu na minha casa ontem à noite, e ficamos até quatro horas, alternando entre fala, carinho, e ter relações sexuais. E não o, tipo sentido oca. Eu estive entregando-me desde que eu comecei a faculdade. Sexo com Grace significa algo. Não faz-me sentir vazio, mas cheio. Cheio de emoções que eu não posso nem dar rótulos. Grace se mexe nos meus braços, e eu distraidamente brinco com uma mecha de seu cabelo, girando-a em torno de meus dedos. — Bom dia, - diz ela, bocejando enquanto ela levanta a cabeça. — Bom dia. — Que horas são? — Dez e trinta. — Oh não. Dormimos? Você não tem prática? — Não por algumas horas. — Oh, ok, bom. Nós ficamos até muito tarde na noite passada. Ela pula da cama e começa a procurar suas roupas. Eu sorrio, porque eu sou o único responsável do porque suas calças estão


arremessadas em cima da cômoda e por sua calcinha rendada está amassada em uma bola do outro lado da sala. Então me processe. Rastejar faz-me com tesão. — Seria legal se eu convidar Morris e Daisy para o jogo de amanhã? - Ela coloca a calcinha para cima em suas suaves, pernas nuas, e eu estou tão distraído pela visão que eu esqueço o que ela pediu um nanosegundo depois ela pergunta. Meu pau endurece debaixo dos lençóis, como se estivesse tentando chamar a atenção de Grace. Ela suspira quando ela percebe o parque de campismo na cama. — Eu juro, você tem sexo no cérebro a cada segundo do dia. — Praticamente, - Eu concordo, então sacudo minhas sobrancelhas. —Por que você se vestiu? Você não gostaria de vir aqui e sentar-se no meu pau? Ela revira os olhos. — Claro, se você quiser me ver fazer xixi em cima de você. - Quando eu abro a minha boca, ela levanta a mão em sinal de advertência. — E não se atreva a dizer que você quer, porque eu não estou incorporando xixi em nossa vida sexual. Eu fracasso para o meu lado e rir histericamente. — Relaxe, - eu gaguejo entre risadas. — Chuva dourada não me tiram. Grace da uma risadinha. — Graças A Deus. Depois ela vai para o corredor para usar o banheiro, eu relutantemente me arrasto para fora da cama e pego um par de calças de moletom. Estou pensando em sugerir o jantar para o pequeno almoço. Depois das escapadas extenuantes de ontem à noite, eu poderia realmente ir para um enorme prato gorduroso de bacon e linguiça e o treinador vai me matar se eu mostrar-se para a prática lento e deixando de funcionar com uma alta de gordura. Maluco regime de nutrição na temporada. Eu ando ao redor enquanto eu espero por Grace para sair do banheiro, porque agora eu sou o único que precisa mijar como um cavalo de corrida. Meu telefone zumbido serve como uma distração da


minha bexiga prestes a explodir, mas quando número do meu irmão pisca na tela, o meu bom humor da manhã desaparece. — Hey,- diz Jeff depois que eu pegar. — Você pode vir hoje? Eu abafo um gemido. — Eu tenho prática à uma e meia, cara. — Venha, então. Nós vamos ter feito muito antes disso. — Feito o quê?, - Pergunto cautelosamente. — Sem ideia. O pai diz que ele tem algo importante a dizer-nos, mas ele não vai me dar mais detalhes do que isso. Marty da cobertura para mim na loja agora, então traga seu traseiro aqui. Não vai demorar. Eu desligo sentindo-se ainda mais ansioso do que antes. Ele tem algo importante a dizer-nos? Que diabos poderia ser? Nós não tivemos uma reunião de família em ... nunca. Meu pai nunca sentou conosco para uma conversa, sério ou não. Eu ainda estou franzindo a testa quando Grace reaparece, e preocupação traz vincos instantaneamente suas feições. — Tudo certo? Eu balancei minha cabeça lentamente. — Meu pai quer sentar comigo e Jeff hoje. — Hoje? Mas você tem prática. — Ele disse que não vai demorar muito. Ele só precisa de nos dizer alguma coisa. — Te dizer o que? — Eu não sei. Ela fica em silêncio por um momento. — Você quer que eu vá com você? Estou tocado pela oferta, mas eu balancei minha cabeça novamente. — Eu não acho que ele vai querer mais ninguém lá.


— Obviamente, - diz ela com um sorriso. — Eu percebi que eu poderia esperar no carro. Dessa forma, se é algo ruim, você vai ter alguém para conversar sobre a viagem de volta. Hesito. Eu não tenho certeza se quero assumir o risco da Grace correndo para o meu pai. Mas eu também não quero ficar sozinho. — Ok, - eu respondo, liberando uma respiração. — Mas só se você ficar no carro. Eu não sei que tipo de Estado em que ele estará quando chegarmos lá. Nós dois estamos sombrios quando nós saímos de casa 15 minutos mais tarde, e o tempo corresponde a nossas expressões pressentimento. O céu está nublado, o cheiro metálico insinuando no ar a uma chuva torrencial. Meu desconforto cresce quanto mais nos aproximamos de Munsen. Até o momento eu chego ao final da longa entrada e Paro em frente do bangalô, meus nervos formaram, uma bola de bens sólido na boca do estômago. — Eu já volto, - digo a Grace, inclinando-se para beijar sua bochecha. Ela balança a cabeça. — Leve o seu tempo. - Abrindo sua bolsa de lona, ela puxa um livro de psicologia e começa a ler. — Eu vou ficar bem aqui, eu prometo. Portanto, não tente apressar na minha conta, ok? Eu exalo trêmulo. — Ok. Um minuto depois, eu ando pela porta da frente sem bater, vacilo quando o cheiro familiar de cerveja envelhecida enche minhas narinas. Eu juro, é como se as paredes nesta casa estão embebidas em álcool, liberando lentamente o odor azedo no ar. — John? - A voz do meu irmão deriva através do hall. — Estamos na cozinha.


Eu mantenho meus sapatos, um hábito que sobraram da infância. Eu pisei em demasiadas poças nos pisos e carpetes da casa e encharcado minhas meias. Poças que não eram sempre do alcoólatra variedade de bebidas. Eu sei que algo está acontecendo no segundo que eu entro na cozinha. Jeff e papai estão na mesa de carvalho resistida, sentado na frente do outro. Jeff bebe um café. Meu pai tem uma garrafa longneck de Bud em frente a ele, ambas as mãos ao redor da base. — Johnny. Sente-se, - diz o pai. A cerveja não é um sinal promissor, mas pelo menos ele parece e soa relativamente sóbrio. E por sóbrio, eu não quero dizer desmaiou em uma piscina de seu próprio vômito. Eu afundo na cadeira mais próxima sem uma palavra. Estudando o rosto de meu pai. Espera. Estudando o rosto de Jeff. Espera. — Chad Jensen veio me ver ontem. Minha cabeça gira para trás em direção ao meu pai. — O Quê? Você está falando sério? - Por que diabos iria o treinador falar com o meu pai? Acenos do pai. — Ele chamou à frente, perguntou se ele poderia parar para um bate-papo. Eu disse que sim, por que não, e ele veio ontem à noite. Eu ainda estou lutando contra o meu choque. Treinador Jensen vem para Munsen e se reuniu com o meu pai? — Eu não sabia sobre isso, - Jeff fala-se apressadamente, obviamente interpretando a minha expressão. — Eu estava em cima da Kylie, quando ele parou, e meu pai só me disse sobre ele esta manhã. Ignoro as palavras de Jeff. — O que ele queria?, - Pergunto, desconfiado.


Bochechas de papai ecoa como se ele estivesse rangendo os dentes. — Para discutir possíveis soluções. — Soluções para o quê? — Para o próximo ano. - Seu olhar permanece bloqueado com os meus. — Ele me assegurou que não estava tentando ser desrespeitoso ou ultrapassar seus limites, que ele entendeu o acidente de carro foi difícil para mim e minha família, e por que você é necessários na loja após a graduação. - As mãos de meu pai apertam em torno a garrafa de cerveja. — Mas ele estava esperando poder haver alguma maneira de você jogar hóquei no próximo ano, enquanto ainda ajuda sua família. - Minhas mãos enrolam em punhos, e eu pressiono firmemente à mesa, tentando controlar meu temperamento. Eu sei que o treinador quer meu bem, mas o que o inferno? — Ele também me perguntou por que eu não fui sobre a deficiência, se os meus ferimentos do acidente foram ruins o suficiente para me impedir de trabalhar. Jensen porra. Ele absolutamente ultrapassou seus limites. — Seu treinador não tem ideia do que eu sou um bêbado, não é? -Murmura meu pai, e agora ele já não está olhando para mim. Ele está olhando para as mãos. — Não, ele não faz, - murmuro de volta. — Eu só disse a ele sobre o acidente. E isso foi só porque eu precisava dizer a ele algo assim ele saia do meu caso de não entrar no projeto. Pai levanta o olhar para os meus novamente. — Você deveria ter me dito que você não declarou. — Que diferença teria feito? — Uma enorme, - ele fala. — É ruim o suficiente que eu acordei no outro dia de manhã vestindo roupas íntimas limpas e colocado na cama como uma criança de merda, com o conhecimento que o meu filho de vinte e um anos de idade, é o único que me colocou lá. - Sua


cabeça se desloca para Jeff. — E que meu outro filho está executando o meu negócio, porque eu sou uma bagunça para fazer isso sozinho. Mas agora você está me dizendo que você está passando a oportunidade de jogar para os Bruins malditos para que você possa cuidar da minha bunda? - Ele está respirando com dificuldade, com as mãos tremendo tão violentamente a garrafa está perto de tombar. Ele levanta-a aos lábios e toma um gole apressado antes de batê-lo sobre a mesa. Jeff e eu trocamos um olhar cauteloso. Ao vê-lo beber traz carrancas idênticos aos nossos rostos, o que provoca o pai a gemer em agonia. — Puta que pariu isto, não olhe para mim assim. Eu tenho que beber esta merda, porque a última vez que eu tentei parar eu acabei no hospital com convulsões. Eu engulo uma respiração chocada. O mesmo acontece com Jeff. Pai olha de mim para o meu irmão, então se dirige a nós com uma voz que soa com desespero. — Eu vou voltar para a reabilitação. O anúncio é recebido com silêncio. — Estou falando sério. Falei com alguém na instalação eu fui a última vez e pedi para ser colocado na lista de espera, mas disseramme uma vaga abriu cinco minutos antes que eu liguei. - Ele bufa. — Se isso não é intervenção divina, eu não sei o que é. Meu irmão e eu permanecemos em silêncio. Nós ouvimos esse discurso antes. Muitas vezes antes. E nós aprendemos a não ter esperanças mais. Sentindo os nossos receios, pai aguça seu tom. — Eu vou ficar este tempo. Eu vou me certificar disso. Há uma batida, e depois Jeff pigarreia. — Quanto tempo é o programa? — Seis meses.


Minhas sobrancelhas voar para cima. — Esse tempo? — Com a minha história, eles pensam que seria melhor. — Interno-paciente? - Jeff pergunta. — Sim. - Características do papai crescer de dor. — Duas semanas para a desintoxicação. Cristo, eu não estou ansioso para essa parte. - Em seguida, ele balança a cabeça, como se agarrando-se fora dela. —Mas eu vou fazê-lo. Vou fazê-lo, e vou ficar. Você sabe por que? Porque eu sou seu pai. Vergonha derrama fora dele em ondas palpáveis. — Meus filhos não deveriam estar tomando conta de mim. Eu deveria estar cuidando de vocês. - Ele me dá um olhar duro. — Você não deveria estar desistindo de seus sonhos por causa de mim. - Ele se vira para Jeff. —E você também não deveria. — Isso está tudo bem, - diz Jeff, parecendo cansado. — Mas o que dizer da garagem? Mesmo que o programa de certo, você ainda não será capaz de trabalhar por causa de suas pernas. Você pode lidar com as coisas administrativas, com certeza. Mas não o trabalho. — Vou candidatar-me a deficiência. - Pai faz uma pausa. — E eu vou vender o negócio. Meu irmão não parece contente com isso. E, eu ainda estou recuperando tudo o mais que ele está apenas nos dizendo. — Kylie e eu s�� estamos viajando para um par de anos, - diz Jeff infeliz. — Eu quero trabalhar aqui quando voltarmos. — Então nós vamos contratar alguém para executá-lo até que você esteja pronto para voltar. Mas esse alguém não vai ser o seu irmão, Jeffrey. E não vai ser você, se você não quer que ele seja. - Ele desliza sua cadeira para trás e cuidadosamente chega a seus pés, em seguida, pega a bengala encostada à parede. — Eu sei que vocês meninos já ouviram isso antes. Eu sei que vai demorar muito mais do


que algumas promessas para provar que eu estou falando sério sobre isso. Ele está certo sobre isso. — O centro irá me pegar em uma hora, - diz ele bruscamente. — Eu tenho que ir embalar as coisas. Jeff e eu olhamos um para o outro novamente. Filho da puta. Ele está realmente indo para a reabilitação. — Eu não espero um abraço de adeus, mas seria bom se vocês rapazes me chamarem de vez em quando, deixe-me saber como você está fazendo. - Ele olha para Jeff. — Vamos falar sobre a loja quando eu terminar de embalar. Não tenho certeza se devemos fechar enquanto eu estiver fora, ou se você quiser ficar por mais algum tempo. Se nós fecharmos, eu agradeceria se você pudesse terminar as ordens de trabalho atuais para esta semana. Olhando um pouco atordoado, meu irmão administra um aceno de cabeça. — E você... - Os olhos injetados de sangue de meu pai param em mim. — É melhor fazê-lo para que a prática Providence. Jensen disse que é praticamente um tentativa, por isso não estrague tudo. Eu estive em silêncio por tanto tempo que me leva um momento para encontrar a minha voz. — Eu não vou, - eu digo com voz rouca. — Bom. Eu espero que você me diga sobre isso quando eu chamá-lo em duas semanas. Você provavelmente não vai ouvir de mim antes disso. Não durante a desintoxicação. - Sua voz é igualmente rouca. — Agora saia daqui, John. Seu irmão diz que você tem merda a ver hoje. Jeffrey, vamos falar em breve. Um momento depois, ele se foi, e ouvimos seus passos trabalharem no corredor, indo em direção a seu quarto. De repente me sinto atordoado como Jeff parece, e mais uma vez, embasbaco para o outro por um longo momento. — Você acha que é de verdade? - Jeff pergunta.


— Claro que ele parece. - Velhas dúvidas influência em, trazendo uma nota cautelosa a minha voz. — Acha que ele vai conseguir ficar no vagão dessa vez?— — Porra. Espero que sim. Sim eu também. Mas eu fui queimado pelo meu pai muitas vezes no passado. Enganado por suas promessas e sua suposta determinação. O cínico em mim pensa que nós vamos ter essa mesma conversa em um ano ou dois ou cinco, e talvez nós o faremos. Talvez ele vai ficar sóbrio, chegar em casa em seis meses, e começar a beber novamente. Ou então não. De qualquer maneira, estou livre. As batidas de realização em mim com a força de um maremoto, quase me batendo para fora da minha cadeira. Eu não vou ter que viver aqui em maio. Não terei que trabalhar aqui. Pai vai ser sobre a deficiência, a garagem ou será vendida ou administrada por outra pessoa até que Jeff esteja pronto para assumir, e eu estarei livre. Eu atiro para os meus pés, assustando meu irmão. — Eu tenho que ir. A minha namorada Está esperando por mim no carro. Ele pisca. — Você tem uma namorada? — Sim. Vou apresentá-lo outra vez. Eu realmente tenho que ir. — John. - Sua voz me parar antes de eu chegar à porta. — Sim? — Você vai me dar uma camisa autografada quando você fizer parte da equipe, certo? Um sorriso se estende por todo o meu rosto. — Certo de maldição que eu vou. Deixo a cozinha com o som do riso do meu irmão nas minhas costas e corra para fora da casa. A partir da varanda, eu vejo Grace na picape, com os pés levantados no painel e seu nariz enterrado em seu livro. Sua visão periférica deve ter pego a porta da frente aberta voando, porque ela levanta a cabeça em direção a varanda, e eu ainda


devo estar sorrindo como um tolo, porque um pouco curvas sorriso seus lábios sensuais. Eu rapidamente desço os degraus da varanda e faço o meu caminho para o caminhão. É ainda sombrio por fora. As árvores estão balançando ameaçadoramente. As nuvens são uma, massa escura sobrecarga ondulante de espessura. O céu é mais negro do que cinza. E ainda o meu futuro nunca pareceu mais brilhante.


EPÍLOGO GRACE Dois Anos Depois Cara, essa suíte executiva no TD Garden é a fantasia. Sinto-me como uma rainha reinando sobre o seu reino, quando eu inclino para a frente em minha cadeira de couro de pelúcia e varro o meu olhar sobre a enorme arena. Milhares de fãs gritando, hóquei preenche os lugares, um infinito mar de rostos, um borrão de preto e amarelo, ocasionalmente quebrado pelo branco e turquesa dos fãs dos Sharks que acontecem de estar presentes. — Isso é tão intenso, - Hannah sussurra em meu ouvido, e eu sei que ela está tentando manter a voz baixa para que as três esposas-bebericando cerveja em pé cinco pés de distância não provoque-nos novamente sobre o nosso estado inicial. Ou a minha, pelo menos. Esta é a primeira temporada de Logan com Boston, ele jogou na AHL por um ano depois da faculdade, até que o Bruins finalmente decidiu que estava pronto e assinado com ele. Desde Garrett teve uma temporada de estréia impressionante no ano passado, eu percebi que Hannah seria um pro velho agora, mas quando estávamos sendo levados para a suíte privada, ela confessou que tinha sentado nos assentos do clube no ano passado porque ela tinha sido intimidada demais para sentar-se aqui sozinha.


Nós não deixamos de estar maravilhadas desde que chegamos. O bar privado em toda a sala. O spread gourmet no balcão de granito. Os assentos. A vista. Nenhum detalhe foi perdido. Eu estou esperando que nós íamos aprender a nos restringir depois tivemos alguns jogos sob o cinto, mas eu não tenho certeza que vou me acostumar a este tipo de luxo. — Uma parte de mim continua esperando um segurança aparecer e nos expulsar, - eu sussurro de volta. — Eu nunca me senti tão fora do lugar. Ela ri baixinho. — Eu também. Mas eu tenho certeza que vamos nos ajustar. - Seus olhos verdes se concentram na pista abaixo de nós. Os jogadores ainda estão se aquecendo, e eu sei que o momento seu olhar aterra sobre Garrett, porque todo o seu rosto se ilumina. Tenho certeza que a mesma coisa acontece comigo quando eu olho para Logan. — Você acha que vai ter um monte de tempo de jogo? Eu acho que acabou. — Logan... provavelmente não. Garrett... absolutamente. Ele e Lukov eram uma força imparável da natureza na última temporada. — Pensando de Shane Lukov traz um sorriso ao meu rosto. Quando eu o conheci pessoalmente pela primeira vez este verão, ele passou 10 minutos me provocando impiedosamente sobre o ‘endosso’ que ele deu, e como ele credita a si mesmo por meu relacionamento com seu novo companheiro de equipe. — Ok, eu preciso te perguntar uma coisa, e não me sacaneie. Hannah se inclina perto novamente. — Você realmente ama o hóquei agora, ou é que apenas a linha que você está alimentando Logan? Eu pressiono meus lábios para não rir. — Bem, eu não odeio ele. E eu definitivamente não acho tão chato mais, mas... - eu abaixo a minha voz - ...Eu ainda prefiro assistir ao futebol. Ela bufa. A mulher de cabelos escuros que deslizam para o assento ao meu lado não acha tão divertido. — Que vergonha, Grace Ivers, - a mãe de Logan repreende. —Eu pensei que tínhamos conseguido converter você.


— Desculpe, Jean, ainda não. Ela suspira. — Bem, eu estou encorajada pelo 'ainda'. Significa que ainda há esperança de que você vai ver o erro de seus caminhos. Hannah e eu rimos. Deus, eu adoro a mãe de Logan. Ela é doce e engraçada e tão maldito apoio de seus filhos. Seu marido David, por outro lado, é um dos homens mais interessantes que eu já conheci na minha vida, mas ele é tão bom para Jean que eu não posso ajudar. E se eu estou sendo honesta, pai de Logan está crescendo em mim também. Ele está sóbrio há quase dois anos agora, e ele parece determinado a mantê-lo assim. Embora às vezes é difícil conciliar o homem encantador que eu comecei a conhecer com a bagunça bêbado Logan costumava ter que raspar do chão. Desde Jean ainda se recusa a ter contato com Ward, os pais de Logan concordaram em alternar as visitas a seus jogos. Mesma regra se aplica às suas visitas ao nosso apartamento, que está localizado a meio caminho entre Hastings e Boston, fazendo apenas uma viagem de trinta minutos para cada um de nós. Uma vez que eu me formar este ano, estamos planejando encontrar um lugar na cidade. Garrett e Hannah já vivem aqui, em um triplex lindo, eu ajudei Hannah decorar. — É tão engraçado, - Hannah comenta. — Garrett disse-me que ele e Logan falaram sobre a dois deles em camisas dos Bruins já desde o primeiro ano. E agora está realmente acontecendo. - Ela sorri. — Eu acho que alguns sonhos realmente se tornam realidade. Eu sigo o seu olhar, um sorriso tocando meus lábios enquanto eu assisto o homem que eu amo com o uniforme que ele ama, voando através do gelo para o rugido da multidão. — Sim, - eu respondo suavemente. — Eu acho que eles fazem.

fim


Elle kennedy off campus #2 the mistake