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nº 3 – Ano 0 - Outubro 2007 TEMAS 2

Especial CardSharing Mirage

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Impressoras & Parabólicas

6 A Televisão CRT 11 Recepção Satélite – Truques & Dicas 13 A Biometria 15 Tutorial Photoshop - Assinatura 17 Compatibilidades Florikey 18 Moda e Dicas no Feminino 19 DragMarteladas 20 Comunidade DragTeam Anexo - Manual DragMagazine Manual de Orientação de Antena com Motor

Equipa DragMagazine administração Dragteam Coordenador e editor JeRp

EDITORIAL Caro amigo e membro da Dragteam e Satellites, O Outono já é uma realidade! O tempo mais frio e a chuva convidam a uma vida mais caseira e ao visionamento da televisão no aconchego da família e como não pode deixar de ser, uma participação ainda mais activa na Dragteam e Satellites. A DragMagazine nesta edição propõe-lhe duas mãos cheias de temas interessantes que muito se abordam nos fóruns e suscitam as dúvidas dos nossos membros. Não percamos mais tempo com palavras, que a DragMagazine tem muito para contar este mês.

Coordenador adjunto Kinder__Bueno

Desfrutem,

redacção Use your illusion Honda sophia DragCard Princflowers Prantona51 Devilishangel

JeRp

Design e Arranjos Gráficos The Crow Ilianov Arranjos Linguísticos PTSAT Contactos DragMagazine http://www.dragteam.info/forum/foru mdisplay.php?f=24 Contacto Geral http://www.dragteam.info

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Especial Cardsharing Mirage

Por: DragTeam

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Especial Cardsharing Mirage

Por: DragTeam

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IMPRESSORAS & PARABÓLICAS

Por: fathy-fenomeno

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Bem tudo começou, quando um amigo me deu um pé de uma antena de 1.20m, que se tinha partido com um temporal e, da qual, o motor estava queimado. Este sistema funciona por actuador linear, o qual podemos ver nas imagens. Como o motor estava queimado, tive de o remover, assim como todo o sistema que fazia com que o actuador linear não saltasse fora da rosca. Depois de remover o motor, tive instalar outro, como tinha aqui dois «step motors» (motores passo-a-passo) de uma impressora hp, que tinha desmontado, decidi colocá-los lá. Foi só arranjar maneira de os encaixar no mesmo sítio do outro, mas como era um «step» motor, e não é como um motor normal que só tem o positivo e o negativo, possui um «ground» (terra) e depois, consoante cada ponto magnético, um positivo. O motor passo-a-passo é um motor que é usado quando algo tem que ser posicionado de forma muito precisa. A grande diferença para os ditos motores normais é não terem escovas. Os motores passo-a-passo possuem vários pontos magnéticos, os quais atraem o «roter» e fazem girar o motor.

O meu problema era como controlar o motor. Para o controlar teve de ser com um micro controlador (o que adquiri foi o «pic» 16F877 da «Microchip»), desenhei a placa e o esquema com os programas Isis e Ares, imprimi um acetato com o circuito e fui a casa de um amigo, que tem uma maquina de ultravioletas para placas, para com o positive 20 (produto que acciona as placas para que a luz ultravioleta corroa o cobre) gravar na placa as pistas.

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IMPRESSORAS & PARABÓLICAS

Por: fathy-fenomeno

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Depois da placa feita, soldei todos os componentes e programei o «pic» com o Basic (depois de muitos testes lá acertei com a velocidade do motor para que tenha força). Depois disto tudo tive de arranjar cabo de rede para pôr o controlador dentro de casa e coloquei um botão como se pode ver na imagem para poder afinar a parabólica. Coloquei mais 2 controlos, um para controlar dentro de casa e outro para controlar a partir do botão na caixa do motor. Esse botão serve para afinar a parabólica para os satélites mais sensíveis, que é o caso do «Eurobird 2» nos 28,5E , «Antlantic Bird 3» nos 5W, «Thor» nos 1W. Estes satélites são sensíveis por causa da altura e porque o foco não é apontado directamente para Portugal. Aliás, o intervalo de satélites que o conjunto apanha é dos 28.5 E ao 45 W. Consigo apanhar todos os satélites entre os 45W e os 28,5E, salvo expressões de satélites que são impossíveis de apanhar em Portugal.

E agora, com este motor, tenho a vida muito mais facilitada, pois posso mudar de satélite sem ter de subir à placa e não dava muito jeito fazer isso a noite. Não é que já tentasse alguma vez, mas de «sat» agora já posso mudar, pois por apanhar muitos mais canais desde a «playboy one» aos «Zone», não quer dizer que às vezes arranje algo que interesse para ver. Quando não tenho nada que me interesse num «sat», mudo só clicando num botão, ou para apanhar os canais que dão a liga noutros «sat’s» como no 1W a «Digitv».

Sempre fixa é a antena pequena de 45cm que está obviamente apontada para o Hispasat. A que tem o motor é de 85cm e apanha muitos satélites, mas está normalmente no «Hotbird», «Astra», «Astra 2», «Atlantic Bird 1 e 3», este ultimo por causa dos feeds. Com pouco mais de 25 € arranjam um motor à maneira, enquanto que os comerciais são mais caros. Embora o meu motor tenha os seus limites, prefiro-o a um motor comercial.

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A TELEVISÃO CRT

Por: JeRp

Para muitas pessoas, assistir televisão tornou-se um hábito.

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Tanto no ecrãs das TV, os computadores como as fotos de jornais e revistas contam com essa capacidade que o cérebro tem, de fazer a fusão de pequenos pontos coloridos, para cortar as imagens em milhares de elementos individuais. Num ecrã de TV ou computador, os pontos são chamados de «pixels». A resolução do monitor do seu computador deve ser de 800 x 600 «pixels», ou talvez de 1024 x 768 «pixels», por exemplo.

Por meio desse equipamento, nós temos acesso às notícias, desporto, entretenimento, informações e publicidade. Já se perguntou sobre a tecnologia que torna a televisão possível? Como dezenas ou centenas de canais chegam até à sua casa? Como a televisão descodifica os sinais para produzir uma imagem? Como os novos sinais de televisão digital funcionam? Se você já se perguntou sobre a sua televisão, então leia este artigo.

Coisas impressionantes sobre o cérebro: movimento A segunda característica impressionante do cérebro humano em relação à televisão é que se você dividir uma cena em movimento numa sequência de imagens paradas e mostra a imagem parada numa rápida sucessão, o cérebro vai reagrupar as imagens paradas numa única cena em movimento. Observe as figuras abaixo:

Coisas impressionantes sobre o cérebro: remontagem Vamos começar com uma nota rápida sobre o cérebro. Há dois factos surpreendentes sobre ele que estão relacionados à televisão. Compreendendo-os, conseguirá entender o modo como as televisões são projectadas. Existem dois princípios que fazem a TV possível. O primeiro é que se se dividir a imagem parada num grupo de pequenos pontos coloridos, o cérebro vai reagrupar os pontos numa imagem significativa. O único modo pelo qual podemos ver que isso está realmente a acontecer é ampliar tanto os pontos que o nosso cérebro não possa mais reuni-los (como na imagem abaixo):

1

2

3

4

Cada uma das imagens é um pouco diferente da outra. Se olhar com atenção para o pé esquerdo do bebé, verá que este é levantado nos quatro quadros. O brinquedo também se move um pouco para a frente. Juntando habilmente 15 ou mais diferentes quadros por segundo, o cérebro integra-os numa cena em movimento. Esse é o tempo mínimo possível: qualquer quantidade menor do que essa é vista aos “soluços”. O cérebro integra os pontos de cada imagem para formar as imagens paradas e, depois de integrar as imagens separadas, junta-as numa cena em movimento. Sem essas duas capacidades, a TV convencional não seria possível.

A maioria das pessoas, sentada muito perto de um monitor de computador, não pode distinguir o que mostra esta foto: os pontos são muito grandes para o cérebro processar. Se ficar entre 3 a 4,5 metros de distância de seu monitor, entretanto, o seu cérebro será capaz de reunir os pontos na imagem e você verá claramente que é a carinha do bebé. Ficando à distância, os pontos ficam pequenos o suficiente para que o seu cérebro possa integrá-los, formando uma imagem reconhecível.

O tubo de raio catódico – As televisões Convencionais As TV convencionais contam com um aparelho conhecido como tubo de raio catódico, ou CRT, para exibir as suas

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A TELEVISÃO CRT

Por: JeRp

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

imagens. Os LCD e Tv de plasma também são usadas, mas os CRT são mais comuns, e a abordagem de plasmas e LCD será feita no futuro, sendo possível fazer um ecrã de televisão com milhares de lâmpadas comuns de 60 watts. Poderá já ter visto algo como isso em eventos ao ar livre, como em jogos de futebol.

Os termos ânodo e cátodo são usados em electrónica como sinónimos para terminais positivos e negativos. Por exemplo: pode referir-se ao terminal positivo de uma bateria como o ânodo e o terminal negativo como cátodo. Num tubo de raio catódico, o cátodo é um filamento aquecido (não diferente do filamento de uma lâmpada normal). O filamento aquecido encontra-se em vácuo criado dentro de um “tubo” de vidro. O “raio” é um fluxo de electrões que naturalmente saem do cátodo aquecido para o vácuo.

Repare no grande eléctrodo preto conectado ao tubo próximo do ecrã: está ligado internamente ao revestimento condutivo

Os electrões são negativos. O ânodo é positivo. Por essa razão, ele atrai os electrões do cátodo. Num tubo de raios catódicos de TV, o fluxo de electrões é focalizado formando um raio (ou feixe) concentrado e acelerado por um dispositivo de aceleração localizado logo após o cátodo. Esse feixe de electrões acelerados viaja pelo vácuo no tubo e atinge a ecrã plana na outra extremidade do tubo. Essa ecrã é revestida de fósforo e brilha quando atingida pelo feixe.

Dentro de um CRT Há um cátodo e um par (ou mais) de ânodos, um ecrã revestida de fósforo e um revestimento condutivo dentro do tubo para absorver os electrões que se acumulam na extremidade do ecrã do tubo. Entretanto, no diagrama em cima, pode ver que não há modo de "direccionar" o feixe, que vai atingir sempre um ponto pequeno no centro do ecrã. Isso acontece porque se olhar dentro de qualquer aparelho de TV, vai descobrir que o tubo possui bobinas.

As bobinas de direccionamento são simples enrolamentos de cobre. Essas bobinas são capazes de criar campos magnéticos dentro do tubo e os feixes de electrões respondem aos campos. Um conjunto de bobinas cria um campo magnético que move o feixe de electrões verticalmente, ao passo que outro conjunto move o feixe horizontalmente. Controlando a tensão das bobinas, podese posicionar o feixe de electrões em qualquer ponto do ecrã.

Bobinas de direccionamento Fósforo As figuras a seguir dão três visões diferentes de um conjunto comum de bobinas de direcionamento:

Fósforo é um material que, quando exposto à radiação, emite luz visível. A radiação deve ser de luz ultravioleta ou um feixe de electrões. Qualquer cor fluorescente é, na realidade, fósforo - as cores fluorescentes absorvem a luz ultravioleta invisível e emitem luz visível numa cor característica.

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A TELEVISÃO CRT

Por: JeRp

No CRT, o fósforo reveste o interior do ecrã. Quando os feixes de electrões atingem o fósforo, ele faz o ecrã brilhar. Numa TV a preto e branco, o fósforo brilha branco quando atingido. Numa TV a cores, existem três fósforos organizados como pontos e linhas que emitem luz vermelha, verde e azul e, também, três feixes de electrões para iluminar as três cores diferentes juntas. Há milhares de fósforos diferentes. Eles são caracterizados pela emissão de cor e pelo tempo de duração da emissão depois de serem excitados.

O sinal da TV a preto e branco Numa TV preto e branco, o ecrã é revestida com fósforo branco e os feixes de electrões "pintam" uma imagem no ecrã movimentando os feixes de electrões através do fósforo uma linha de cada vez. Para pintar o ecrã inteira, os circuitos electrónicos dentro da TV usam bobinas magnéticas para mover os feixes de electrões num padrão de varrimento, através e para baixo do ecrã. O feixe pinta uma linha através do ecrã, da esquerda para a direita, então rapidamente segue de volta (e para baixo) para o lado esquerdo, move-se rapidamente para a direita e pinta outra linha horizontal, e assim por diante, por todo o ecrã deste modo:

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quadro. Os feixes pintam alternadamente as linhas enquanto se move para baixo no ecrã, por exemplo: cada uma das linhas com números ímpares. Então, da próxima vez que ele se mover para baixo, pintará as linhas com números pares, alternando para frente e para trás entre as linhas de numeração par e ímpar em cada passagem. Em duas passagens, a ecrãs inteira é pintada 30 vezes por segundo. A alternativa para o entrelaçamento é chamada varrimento progressivo e pinta cada linha no ecrã 60 vezes por segundo. A maioria dos monitores de computador usa o varrimento progressivo porque ele reduz significantemente o “tremer” da imagem. Como o feixe de electrão pinta todas as 525 linhas 30 vezes por segundo, ele pinta um total de 15.750 por segundo (algumas pessoas podem realmente ouvir essa frequência como um som muito agudo emitido quando a televisão é ligada). Quando sintoniza um canal de televisão ou quando quer ver um filme no seu leitor de DVD, o sinal precisa se compor com os dispositivos electrónicos que controlam os feixes para que a TV possa pintar precisamente a imagem que o canal de TV ou o leitor envia. Depois, o canal de TV ou o leitor de DVD envia um sinal conhecido para a TV que contém três partes diferentes: Informação de intensidade para o feixe pintar cada linha; Sinais de resolução horizontal para informar à TV quando movimentar o feixe de volta para o final de cada linha; Sinais de resolução vertical 60 vezes por segundo para mover o feixe do canto inferior direito para o esquerdo superior. Então, como essa informação é transmitida para a TV?

Sinal de vídeo Nessa figura, as linhas azuis representam linhas que os feixes de electrões estão a pintar no ecrã da esquerda para a direita, ao passo que o tracejado de linhas vermelhas representa os feixes que viajam de volta para a esquerda. Quando o feixe alcança o lado direito da linha inferior, ele tem que voltar para o canto esquerdo superior do ecrã, como o representado pela linha verde na figura. Quando o feixe está a pintar, está ligado, e quando está a voltar, está desligado, para que não deixe uma linha no ecrã. A expressão resolução horizontal é usada para se referir ao movimento do feixe quando volta para a esquerda no final de cada linha, ao passo que a expressão resolução vertical refere-se ao movimento de baixo para cima. Enquanto o feixe pinta cada linha da esquerda para a direita, a intensidade do raio é mudada para criar diferentes tonalidades de preto, cinza e branco no ecrã. Como o espaço entre as linhas é muito curto, o cérebro integra todas como uma única imagem. Um ecrã de TV normalmente tem 480 linhas visíveis de cima até baixo.

A Pintar o ecrã A TV padrão usa uma técnica de entrelaçamento quando pinta o ecrã. Nessa técnica, o ecrã é pintado 60 vezes por segundo, mas apenas metade das linhas é pintada por

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Um sinal que contém esses três componentes informação de intensidade, resolução vertical e resolução horizontal - é chamado de sinal de composição de vídeo. Uma entrada de composição de vídeo num leitor de DVD é normalmente um «plug» RCA amarelo ou uma ficha «scart». Uma linha de um sinal de composição de vídeo comum é parecida com isto:

Os sinais de resolução horizontal são pulsos de 5 microssegundos (abreviado como "ms" na figura) a zero volts. A electrónica dentro da TV pode detectar esses pulsos e usá-los para disparar a resolução horizontal do feixe. O sinal real para a linha é uma onda que varia entre 0,5 volts e 2,0 volts, com 0,5 volts representando o preto e 2 volts representando o branco. Este sinal controla o circuito de intensidade para um feixe de electrão. Numa TV preto e branco, esse sinal pode ocupar cerca de 3,5 megahertz (MHz) da largura de banda, ao passo que em um aparelho colorido o limite é de cerca de 3,0 MHz.

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A TELEVISÃO CRT

Por: JeRp

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Um pulso de resolução vertical é similar ao pulso horizontal, mas dura de 400 a 500 microssegundos. O pulso de resolução vertical é serrilhado com pulsos de resolução horizontal para manter o circuito de resolução horizontal na TV sincronizado.

Adicionando a cor Seguindo esses oito ciclos, uma mudança de fase no sinal de crominância indica a cor a ser exibida. A amplitude do sinal determina a saturação. A tabela a seguir mostra a relação entre a cor e a fase:

Um ecrã de TV a cores é diferente de um ecrã a preto e branco de devido a três motivos: Há três feixes de electrões que se movem simultaneamente pelo ecrã, chamados de feixes vermelhos, verdes e azuis; A ecrã não é revestida com uma simples folha de fósforo como na TV a preto e branco. Ela é revestida com fósforos vermelhos, verdes e azuis organizados em pontos e linhas. Se ligar a TV ou o monitor do computador e olhar bem de perto a ecrã com uma lupa, você vai poder ver os pontos e linhas; Do lado de dentro do tubo, bem próximo ao revestimento de fósforo, há um fino ecrã de metal chamado de máscara de sombra. Essa máscara é perfurada com furos muito pequenos, alinhados com os pontos (ou linhas) de fósforo no ecrã.

Cor

Fase

Explosão

0 graus

Amarelo

15 graus

Vermelho

75 graus

Magenta

135 graus

Azul

195 graus

Ciano

255 graus

Verde

315 graus

Uma TV a preto e branco filtra e ignora o sinal de crominância. Uma TV a cores retira essa informação do sinal e descodifica a mesma, juntamente com o sinal de intensidade normal, para determinar como modular os três feixes coloridos.

A figura a seguir mostra como a máscara de sombra funciona:

A Receber o sinal Agora conhece um sinal de composição de vídeo padrão. Note que não se mencionou o som. O som e o vídeo são completamente separados em uma TV analógica. Provavelmente, conhece cinco modos diferentes de obter um sinal em seu aparelho de TV: Programação recebida através de uma antena; Vídeo cassete ou leitor de DVD conectados aos terminais de antena; TV por cabo chegando a um descodificador que se liga aos terminais de antena Grandes (1,8288 a 3,6576 metros) antenas de satélite chegando aos descodificadores ligados aos terminais de antena; Pequenas (0,3048 a 0,6096 metros) antenas de satélite chegando aos descodificadores ligados aos terminais de antena.

Quando uma TV a cores precisa criar um ponto vermelho, ela dispara o feixe vermelho no fósforo vermelho. O mesmo acontece para os pontos verdes e azuis. Para criar um ponto branco, os feixes vermelho, verde e azul são disparados simultaneamente - as três cores misturam-se para criar o branco. Para criar um ponto preto, todos os três feixes são desligados enquanto varrem o ponto. Todas as outras cores no ecrã da TV são combinações de vermelho, verde e azul.

os primeiros quatro sinais usam formas de ondas analógicas padrão NTSC. Como ponto de partida, vamos observar os sinais de transmissão comuns tal e qual chegam à sua casa.

Sinal da TV a cores

Um sinal comum de TV, como descrito acima requer 4 MHz de banda larga. Quando acrescenta som, algo chamado banda lateral inferior e um pequeno espaço de armazenamento temporário, a TV necessita de 6 MHz de banda larga. Porém, o FCC aloca três bandas de frequência no espectro do rádio, dividido em faixas de 6MHz, para acomodar os canais de TV:

Um sinal de TV a cores começa exactamente como um sinal preto e branco. Um sinal extra de crominância é acrescentado pela superposição de uma onda sinodal de 3,579545 MHz sobre um sinal padrão preto e branco. Logo depois de um pulso sincronismo horizontal, oito ciclos de uma onda sinodal de 3,579545 MHz são acrescentados como uma explosão de cores.

54 a 88 MHz para os canais 2 a 6 174 a 216 MHz para os canais 7 a 13

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A TELEVISÃO CRT

Por: JeRp

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470 a 890 MHz para os canais UHF 14 a 83 A composição do sinal de TV, descrita nas secções anteriores, pode ser transmitida para sua casa em qualquer canal disponível. A de sinal de vídeo composto é um sinal de amplitude modulada numa frequência apropriada. Já o sinal de som é um sinal de frequência modulada (+/- 25 KHz), separado, conforme mostrado a seguir:

TV Plasma com sintonizador HDTV embutido Os formatos abrangem:

À esquerda da portadora de vídeo fica a banda lateral inferior (0,75 MHz), e à direita está a banda lateral superior (4 MHz). O sinal do som é centralizado em 5,75 MHz. Como exemplo, um programa transmitido no canal 2 tem sua portadora em 55,25 MHz e a portadora de som, em 59,75 MHz. Quando o selector de sua TV está sintonizado no canal 2, extrai o sinal de vídeo composto e o sinal de som das ondas de rádio, que as transmitem para a antena.

Sinal de TV via satélite Grandes antenas de satélite captam os sinais descodificados ou codificados que estão a ser enviados para a Terra pelos satélites. Inicialmente, direcciona-se o prato da antena (parte circular) para um satélite em particular e selecciona-se um canal específico que ele está a emitir. O aparelho receptor descodifica o sinal, se necessário e se tiver condições para esse efeito, e envia-o para um canal específico.

480p - 640x480 «pixels» progressivos 720p - 1280x720 «pixels» progressivos 1080i - 1920x1080 «pixels» entrelaçados 1080p - 1920x1080 «pixels» progressivos Uma TV digital descodifica o sinal MPEG-2 e exibe o mesmo exactamente como um monitor de computador, dando uma incrível resolução e estabilidade. Também há uma grande variedade de descodificadores que podem descodificar o sinal digital e convertê-lo em analógico para exibir em uma TV normal.

Monitores x TV O seu computador provavelmente tem um monitor VGA que parece muito com uma TV menor, tem muito mais «pixels» e uma exibição muito mais nítida. O CRT e a electrónica num monitor são muito mais precisos do que é necessário numa TV. Um monitor de computador precisa de resoluções mais altas. Além disso, a ficha do monitor VGA não aceita um sinal de vídeo composto. Uma ficha VGA separa todos os sinais para que estes possam ser interpretados pelo monitor com mais precisão. Aqui está um típico conector VGA: pino pino pino pino pino pino pino pino pino pino pino pino pino pino pino

Os sistemas de satélite pequenos são digitais. Os programas de TV são codificados em formato MPEG-2 e transmitidos para a Terra. O conversor desempenha um significativo processamento para descodificar o MPEG-2, converte-o em sinal de TV analógico e envia-o para sua TV para um canal específico.

TV digital O equipamento mais recente é a TV digital, também conhecida como DTV ou HDTV (TV de alta definição). DTV usa codificação MPEG-2 exactamente como os sistemas de satélite, mas a TV digital permite uma variedade de formatos de ecrãs maiores.

1 - vídeo vermelho 2 - vídeo verde 3 - vídeo azul 4 - terra 5 - autoteste 6 - terra vermelho 7 - terra verde 8 - terra azul 9 - sem pino 10 - terra digital 11 - reservado 12 - reservado 13 - sincronia horizontal 14 - sincronia vertical 15 - reservado

Essa tabela indica que o sinal para os três feixes e os sinais de sincronismo horizontal e vertical são todos transmitidos separadamente.

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RECEPÇÃO SATÉLITE

Por: use your illusion e Princflowers

Para esse efeito, pode-se encontrar facilmente no mercado um dos modelos de aparelhos que melhor funcionamento oferece, como por exemplo o "Digisat Pro", o qual pode igualmente funcionar como indicador de satélites, ou seja um "Satfinder'.

Os Truques e Dicas da Recepção Satélite são seguramente um tema muito popular e apreciado sobretudo pelos entusiastas mais recentes deste tipo de recepção televisiva, baseado numa tecnologia (melhor, em várias tecnologias) de topo mas cuja aplicação prática resulta, à partida, simples e fácil. Ainda assim, o facto de na recepção satélite estarem envolvidos, simultaneamente, vários conceitos técnicos e práticos, bem como o facto da qualidade e performance conseguidas dependerem de múltiplos condicionalismos, alguns deles não controlados pelo utilizador final fazem com que exista um número apreciável de pequenos "truques" e "dicas" que podem servir como auxiliares preciosos e decisivos para os adeptos das "parabólicas" tirarem o melhor partido do equipamento de recepção e das imagens e sons por ele proporcionados...

Como aumentar a longevidade do LNB Esta é uma solução bastante simples mas que poderá prolongar a vida do LNB. Como acontece por vezes ao fim de algum tempo, a cobertura plástica que cobre o "feed" do LNB, devido principalmente à acção do sol, degrada-se de tal modo que fica quebradiça e deste modo, com acção do vento e da chuva forte, estala e deixa o interior deste artefacto sujeito às intempéries, assim como de outras causas diferentes. Neste caso, aquando da sua instalação basta aplicar uma camada de um produto gorduroso que seque com dificuldade pela exposição ao meio ambiente, como por exemplo a vaselina. Pode-se passar com uma porção deste produto na cobertura plástica do LNB ou LNBs, de modo a evitar os efeitos causados pelos agentes atmosféricos, principalmente pela acção do Sol, como também, quando a instalação está perto do mar, pelo salitre marinho, prolongando deste modo a vida do plástico e por conseguinte do (ou dos) LNB. Convém que o utilizador renove periodicamente a "receita" prescrita.

Estas pequenas ajudas práticas quando aplicadas criteriosamente, podem resolver à partida algumas das dificuldades mais vulgares que os utilizadores comuns podem encontrar, por exemplo na instalação e manutenção de antenas parabólicas ou na exploração do terminal receptor, deixando o recurso a um técnico especializado para os problemas mais complicados e que exijam de facto a intervenção de um instalador profissional. Finalmente chamamos a atenção para o facto destes comentários aqui descritos (uma selecção dos muitos possíveis) não serem necessariamente soluções de problemas de recepção, mas sim exactamente isso: pequenos "truques" e "dicas", ou seja, sugestões práticas, simples e úteis que podem ajudar o utilizador final da recepção satélite...

Ajuste da co-polarização Na realidade, é das questões mais comuns. O ajuste da co-polarização (um ajuste de grande importância, para que a recepção das duas polarizações - vertical e horizontal, no caso dela ser linear - se faça de forma optimizada, sem perda de intensidade) é uma tarefa muito simples e por conseguinte pouco complicada, desde que seja feita com método. O primeiro passo a fazer é, quando da memorização do primeiro satélite durante a fase de instalação, colocar em memória dois canais seguidos, por exemplo canal 1 e canal 2, tirados de diferentes transponders de polarização diferente. Depois, primeiro vamos por exemplo chamar o canal 1. De seguida, com um "Satfinder" ou mesmo com a barra indicadora do nível de sinal existente no receptor, marca-se o nível máximo. A seguir mudamos para o canal 2 e verificamos qual o nível da barra no ecrã do televisor Se os níveis indicativos de sinal ficam perto do máximo e idênticos, é sinal que este ajuste esta correcto. Se por acaso forem muito diferentes, então vamos junto da antena e rodamos o LNB para um lado ou outro, com movimentos lentos e curtos, até maximizarmos o nível desse canal. De seguida comutamos para o outro e decerto a indicação deverá ser semelhante, pelo que poderemos dar por findo o ajuste.

Auxiliar de pesquisa de satélites em sistemas motorizados Nos sistemas motorizados, será raro o entusiasta da recepção satélite que dispõe de um medidor de campo, equipado com um tubo de raios catódicos para poder ver o espectro radioeléctrico à medida que vai rodando a sua antena. Assim sendo, ele poderá eventualmente passar por satélites alocados em novas posições orbitais sem dar por essas novidades. Um método simples e económico pensado para ajudar a que isso não aconteça e que muitos entusiastas da recepção satélite poderão utilizar será arranjar uma pequena extensão de cabo coaxial e inserir um aparelho tipo "Satfinder" entre o receptor e a antena parabólica, de modo a que quando deslocam a sua antena possam mais facilmente detectar entre o intervalo azimutal dos seus satélites conhecidos a existência de novos satélites.

Como monitorizar um receptor comutador DiSEqC

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Ligação de dois receptores em série utilizando uma só antena Esta é outra questão que provoca alguma confusão a muitos entusiastas da recepção satélite. Um ponto terá de ser entendido, logo à partida: quando se ligam dois receptores em série, e se ambos estiverem em operação, o primeiro que está ligado à antena é que a comanda; o segundo receptor será "escravo" do primeiro e, portanto, só recebe os sinais do satélite na polarização e segmento de banda para a qual o primeiro receptor está programado. Como exemplo temos que se o primeiro receptor estiver a receber a RTPi emitida nos Astra

ligado a um

Para este caso existem vários aparelhos que se poderão considerar de custo pouco elevado, os quais podem estar a monitorizar permanentemente ou sempre que o utilizador tem dúvidas relativamente ao seu desempenho.

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RECEPÇÃO SATÉLITE

Por: use your illusion e Princflowers

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redução do ganho do LNB. Pode-se então disser que, embora na recepção das portadoras emitidas com grande potência, no caso dos “bouquets” digitais (pelo menos da maioria deles), essa performance praticamente não se nota, mas na recepção de portadoras de menor intensidade de sinal, como por exemplo, serviços de notícias ou eventos do tipo ponto-a-ponto onde as potências de emissão são normalmente mais baixas, decerto que essa diferença será bem notada.

posicionados nos 19,2° Este, que emite no segmento de banda baixa do satélite, ou seja nos 1568 MHz, polarização vertical, no segundo receptor só se poderá efectivamente sintonizar todos os canais emitidos naquela polarização e naquele segmento de banda. Para que o segundo receptor, ou seja o que está ligado à ficha "F" correspondente à saída em anel do primeiro receptor, funcione plenamente, é necessário que o primeiro receptor seja colocado em "stand-by".

Protecção dos cabos

Receptor: memorização de canais

A protecção dos cabos reside principalmente, aquando da instalação, em isolar as fichas tipo F que ligarão ao LNB ou aos vários LNBs e comutadores, de modo a não serem agredidos por exemplo pela chuva ou outro tipo de factor potencial causador de dano. Para isso, convém proteger a zona de ligação do cabo com o respectivo artefacto (LNB ou comutador) com fita auto-vulcanizável a qual garante uma protecção eficaz durante muito tempo.

Ainda hoje muitos dos receptores satélite dispõem de espaço para memória limitado. Nesses casos, se se estiver próximo de atingir o limite de canais memorizáveis, a solução passa por prescindir dos eventuais canais já memorizados cuja visualização não é possível ou previsível, por exemplo os canais codificados. Muitos receptores dispõem inclusive da opção de busca e memorização apenas de estações FTA (do inglês "Free-To-Air", designação para canais de acesso livre, não codificado.

Identificação e cuidados a ter com os cabos de transporte de sinal

Equipamentos para alinhar uma antena

Uma acção sempre importante será, em instalações do tipo múltiplo, ou seja com vários LNBs ou antenas, primeiro identificá-los de modo a saber-se sempre a sua proveniência. Outro aspecto a ter em devida conta será nunca dobrar os cabos, ou então enrolá-los com voltas muito apertadas, já que se isso não for feito existe o risco real de, além de se poder partir o condutor interno, se provocar falhas nas malhas dos mesmos, as quais são muito importantes para garantir a respectiva impedância e evitar a entrada de sinais parasitas.

O alinhamento de uma antena é um passo decisivo num sistema de recepção satélite de qualidade. Para ajudar nessa tarefa, nada como recorrer a alguns pequenos auxiliares, que fazem toda a diferença, tanto na comodidade de execução como no resultado final. Os equipamentos indicados para o alinhamento de uma antena são: uma bússola, um inclinómetro (necessário só em certos casos) e um equipamento onde seja possível referenciar o sinal proveniente do satélite, como por exemplo um medidor de campo ou então um aparelho mais simples e mais económico, tipo "Satfinder".

Protecção das partes mecânicas Neste caso, trata-se de cuidados a ter com os diversos componentes que prendem ou possibilitam o ajuste das antenas. Deste modo, tudo o que for considerado como passível de se oxidar deve ser coberto com uma camada de massa consistente, ou produto similar.

Antena parabólica atrás de uma janela Muitos membros perguntam se é possível a recepção de televisão por satélite com a antena posicionada dentro de casa, recebendo os sinais através dos vidros de uma janela. Na realidade, é possível a sua recepção, mas de modo deficiente, visto os vidros funcionarem como um dieléctrico, o que vai distorcer de modo significativo os vectores do campo eléctrico, confundindo de certo modo a discriminação das polarizações. A situação agrava-se se nas janelas estiverem colocados vidros polarizados.

Local de instalação da antena É possivelmente um aspecto bastante importante, mas que muitos descuram por contraste com um local de mais fácil instalação. Contudo, a localização de uma antena é muito importante, na medida em que deve estar longe de obstáculos, ou pelo menos o mais afastado possível. Assim, não deve ser colocada perto de cabos eléctricos, de acessos a chaminés, perto de estendais de roupa ou então junto a beirais, devido ao perigo que pode representar para o instalador ou quando se for efectuar uma acção de manutenção. Por outro lado, o local onde a antena está instalada não deve ser muito acessível a estranhos, por ser evidente o risco envolvido.

Recepção de HDTV (Alta Definição) A recepção de HDTV por satélite só é possível utilizando um receptor que cumpra esta norma. A particularidade é que a recepção de televisão em modo standard já é possível de ser efectuada a partir de um receptor de HDTV o que espelha a vantagem de os entusiastas da recepção satélite poderem começar a trocar os seus receptores de televisão de definição standard por receptores de HDTV.

Passagem de cabos Os cabos de transporte de sinal ou de tensões de alimentação devem ter o percurso mais curto possível, estarem bem esticados e, se colocados no exterior, devidamente fixados às paredes por onde passam. Por outro lado, se o seu percurso coincidir com locais de possível passagem de pessoas (ou animais domésticos), devem ficar ou muito bem colocados ou então devidamente assinalados, de modo a não provocarem acidentes.

Relação entre ganho de um LNB e figura de ruído Neste momento é normal a utilização de LNB de baixa figura de ruído. No entanto, convém saber que a diminuição da figura de ruído provoca uma pequena

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A BIOMETRIA

Por: nmsalves76

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

O humano é um ser que vive em sociedade, ou seja, não nasce para ser sozinho. No dia-a-dia dependemos uns dos outros para qualquer situação. O problema é que não nascemos programados para nos limitarmos apenas às nossas funções, do mesmo modo que não nascemos para aceitar o mundo da maneira que ele é. No fundo, cada pessoa prioriza os seus próprios interesses e algumas não hesitam em prejudicar os outros para alcançar os seus objectivos. Logo, o humano não é confiável. Assim, há tempos que se faz necessário o uso de mecanismos para restringir o acesso a determinados lugares ou serviços, por exemplo: Como nada é 100% eficiente, a busca pela solução perfeita é contínua. Uma das ideias mais promissoras que surgiu é o uso da Biometria, conceito que será explicado a seguir.

Porquê usar a Biometria?

O que é a biometria? Em poucas palavras, Biometria (do grego Bios=vida, metron=medida) é o uso de características biológicas em mecanismos de identificação. Entre essas características tem-se a íris (parte colorida do olho), a retina (membrana interna do globo ocular), a impressão digital, a voz, o formato do rosto e a geometria da mão. Há ainda algumas características físicas que poderão ser usadas no futuro, como DNA (Deoxyribonucleic Acid) e odores do corpo. O uso de características biológicas para identificação mostra-se como um a ideia viável porque cada pessoa possui as características mencionadas diferentes das outras. Por exemplo, não há ninguém com a voz igual, com a mesma impressão digital ou com olhos exactamente idênticos. Até mesmo entre irmãos gémeos muito parecidos há diferenças.

Até aos dias de hoje, uma das formas de identificação mais usadas é a aplicação de senhas. Por exemplo, o acesso a um «site» de banco requer que o utilizador informe o número da sua agência, o número de sua conta e uma senha. Dependendo da operação a ser feita, outra senha pode ser requerida. Há também o uso de cartões com «chips» ou com dispositivos magnéticos que permitem a identificação de um indivíduo através de uma simples leitura. Isso é comum, por exemplo, em cartões ou em lugares cuja porta só se abre se o cartão lido tiver privilégios para tal. O grande problema desses métodos é que qualquer pessoa pode conseguir a senha ou o cartão. Por exemplo, um funcionário pode esquecer-se do cartão em cima de uma mesa e um outro pode utilizálo para ter acesso a áreas reservadas. Uma pessoa pode ser forçada por um assaltante a fornecer um cartão do banco e a senha da sua conta. Neste caso, para o sistema bancário, o proprietário é que o estará a utilizar. Em resumo, não há como garantir a exclusividade dessas informações de identificação porque qualquer pessoa pode obtê-las. Com a biometria, esse problema é extinto ou, pelo menos, amenizado. Embora nada impeça os dispositivos de identificação biométrica de serem subvertidos, é muito difícil copiar uma característica física e, dependendo do que usado na identificação, a cópia é impossível (como a íris). Tipos de identificação biométrica Impressão Retina Íris Geometria da Mão Face Voz Assinatura

Porquê usar biometria?

Os mencionados são apenas os mais utilizados, podendo, no entanto, a esta lista acrescer outros métodos de identificação biométrica, num futuro

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A BIOMETRIA

Por: nmsalves76

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Curiosidades Ao contrário do que se pensa, a biometria não é um conceito novo. Inédito é apenas a sua aplicação em sistemas de informação. Sabe-se, por exemplo, que os faraós do Egipto usavam características físicas de pessoas para distingui-las: utilizavam, como informação de identificação, cicatrizes, cor dos olhos, arcada dentária, entre outros. No entanto, somente no século XIX é que a biometria ganhou atenção científica, quando as características físicas das pessoas passaram a ser utilizadas para trabalhos de cunho judicial. No século XX, a biometria passou a ser usada em documentos de identidade, como é o caso do AI (Arquivo de identificação) em Portugal.

Conclusão O uso da biometria para a identificação de pessoas já é realidade e é pouco provável que outro conceito a substitua. O constante avanço das tecnologias de comunicação faz com que haja cada vez mais interacção entre as pessoas e aumente a utilização de serviços, principalmente os que estão ligados ao sector financeiro. O facto é que à medida que o acesso à informação aumenta, parece haver a mesma proporção em acessos não autorizados. Além disso, deve-se considerar que a biometria também pode representar uma comodidade ao utilizador, uma vez que se está a tornar insuportável ter uma senha para cada serviço utilizado em nosso quotidiano Por outro lado, há quem acredite que a biometria chegará ao extremo de um sistema conseguir identificar cada acção de uma pessoa, aspecto esse que passa a envolver questões éticas. Apesar disso, é certo que a biometria vai ser cada vez mais parte do dia-a-dia das pessoas. Prova disso é que as tecnologias envolvidas ganham aprimoramentos constantes. Chegará o dia em que você será a sua senha

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TUTORIAL PHOTOSHOP - Assinatura

Por: The Crow

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TUTORIAL PHOTOSHOP - Assinatura

Por: The Crow

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COMPATIBILIDADES FLORIKEY

Por: iznougudpt

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Automático

Acções Necessárias

Envio de Chaves

Dreambox

Sim (com imagem «Gemini»)

Nada

Feito pela Florikey

Head

Sim

Nada

Feito pela Florikey

Neotion

Sim

Nada

Feito pela Florikey

Illusion Kyng

Sim

Nada

Feito pela Florikey

Edision

Sim

Nada

SORH Keyloader

Teka

Sim

Inserir 24680 com comando

Feito pela Florikey

Kaon

Sim

Reiniciar o Deco

KKE+

Clones

Arion, Ferguson, Metronic (Ouralis)

Decos pré-analisados (com os «logs» enviados pelos «users») Golden Interstar BigSat

«Logs» indicam ser possível actualizar esta marca com a Florikey, é necessário implementar o protocolo «Logs» indicam ser possível actualizar esta marca com a Florikey, é necessário implementar o protocolo

Digital, Yamatu MX Series

Se o vosso «Deco» não está nesta lista, é porque ainda não se deram ao trabalho de criar os «logs» que pedi...

Mirage

Não permite o envio de «keys», somente de «Firmwares», Envio é encriptado

FTE

Não permite o envio de «keys», somente de «Firmwares»

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MODA E DICAS NO FEMININO

Por: Princflowers

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DRAGMARTELADAS

Por: Honda, The Crow e Princflowers

Um bêbado entra atabalhoadamente no confessionário, sentouse e não disse nada. O padre, espantado, tossiu discretamente para chamar a atenção e nada. O padre resolveu então bater 3 vezes na parede de madeira que os separava, para ver se o homem começava a falar. Finalmente, o bêbado disse: - Oh! meu amigo, não adianta bater; aqui também não há papel... User: Aromasul Uma loira foi a uma loja de cortinados e disse à empregada: - Olhe eu queria uns cortinados para o meu computador por favor. A empregada muito espantada informou: - Nós não vendemos cortinados para computadores nem é preciso. A loira já um bocado irritada disse: - Daaaaaaa eu tenho windows!!!

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Três amigos, iniciando uma viagem de vários dias a negócios conversam sobre a despedida que tiveram com a esposa: - Essa noite eu fiz sexo três vezes com minha esposa e, antes de sair, pela manhã, ela me jurou amor eterno! - comentou o primeiro. - Só três? - lamentou o segundo. - Eu e minha esposa fizemos sexo cinco vezes essa noite e pela manhã ela me disse que eu era o melhor amante do mundo. Como o terceiro continuava quieto, os outros dois perguntaram: - E você, deu quantas esta noite? - Uma! - Só uma? E o que foi que a sua esposa disse hoje de manhã? - Não pare, por favor! Não pare! User: nartanga

User : Devil

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COMUNIDADE DRAGTEAM

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Drag Consultório Indiana: Gostaria de saber o porque de existir secções privadas aqui no fórum. O que é necessário para aceder a estes tópicos e já agora se são privados talvez não devessem estar expostos de tal forma Cumps P@Z@X: Amigo Indiana aquii esta explicado como é que podes aceder a esses tais tópicos privados: http://www.dragteam.info/forum/showthread.php?t=1089

psvcosta : Boas, em primeiro lugar quero agradecer pelo excelente trabalho da dragteam que tem desenvolvido, sempre á frente ..... Quero no entanto deixar uma pequena sugestão que é o seguinte, por vezes os email recebidos desta grande casa vêem em Inglês, e como o meu inglês é muito fraco, queria pedir se não é possível receber um português. Um abraço Lucas: Logo abaixo na tela tem a opção de escolher a linguagem entre Português e Inglês, pode escolher ali a linguagem que e melhor para você.

Directas do Fórum Nova Área Feminina

Promoções

Já sabemos que muitos de nós somos casados, temos namoradas, e elas não param de encher a cabeça com "Passas muito tempo na Dragteam", pronto aqui temos a Solução uma área dedicada para elas. E como temos muitas Meninas/Senhoras no nosso fórum assim tem mais um cantinho onde podem participar.

Mod de secção cardsharing

E como moderadora a nossa querida e recente promovida Princflowers

use your illusion

Dragunder

Mod sat Jerp

Membro Silver: Nova Secção: http://www.dragteam.info/forum/forumdispla y.php?f=301

arruda

[Moderadora] Princflowers ########################################## [Florikey Member] mkbm Thempra

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COMUNIDADE DRAGTEAM

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Comunicado sobre novo Forum A Dragteam informa que devido a problemas de servers mesmo com a BD resolveu criar um novo fórum de raiz. Desta forma os users tem que fazer um registo novo no endereço a indicar. Por muito mais que esta situação possa complicar a vida dos users , não foi tomada de animo leve mas sim, para melhorar a navegação pelo fórum, pois no actual fórum já era quase impossível visitar em dias de muitos users online. Esta migração já esta a ser feita a algum tempo mas por fases a partir de hoje começam os users normais a poderem efectuar o registo no novo fórum. Entretanto alguns pontos que temos que focar: 1º- O user tem que fazer o registo com o nick que usava aqui e não pode criar nick diferente se a solução for detectada o user é banido para sempre do fórum. 2º- Cada user só tem direito a criar uma conta nova, se for detectado contas duplicadas o user será banido para sempre do fórum. 3º- Não comecem a pedir acessos VIP a Florikey no novo server porque os acessos ainda não estão abertos, e só estarão daqui a 1 semana , mas serão avisados no sitio certo. O que fazer antes de criar novo registo ? Muitos dos emails por politica dos "Host providers email" vão para uma pasta chamada Spam & Junk & Lixeira & Correo no deseado que não esta acessível através do outlook só indo a webpage do seu Email ex: www.hotmail.com e vai encontrar lá essa pasta e o email encontra-se ai. Existe é um problema que as vezes temos as opções por defeito nessa pagina para esvaziar a pasta Lixeira/Spam automaticamente e assim não podem ver o email o email de activação quando pedirem novo registo por isso desliguem isso e só aí criem então o registo na Dragteam. Aqui fica algumas FAQ que possam surgir: Mas posso usar na mesma a minha assinatura pessoal no novo fórum? Sim pode e deve, e para meter é da mesma maneira no painel de controlo. As minhas PMs do fórum antigo posso trazer para aqui, ou já estão aqui? Não as PM não estão aqui, e aconselhamos a guardar as do fórum antigo, pois daqui a algum tempo o fórum antigo não vai estar disponível. Os meus posts dá para recuperar e o meu numero de posts? Não, se quiser pode ir ao fórum antigo e copiar /criar / colar os posts antigos para o fórum novo. Então vou começar do zero ? Sim praticamente é do zero mas sabemos na mesma quem é user activo ou não pois temos acesso a Base de dados Antiga. Posso criar um nick que na Altura não estava Disponível? Não. Só pode criar igual ao seu nick original que tinha na Dragteam.org, caso seja detectado que criou outro nick a sua conta será removida, e deixara poder ter acesso a DRAGTEAM nem com o nick velho e novo que queria. Quanto tempo vai estar este fórum online? 1º- O antigo fórum a partir dessa data deixa de se poder criar tópicos, só vai estar funcional a sua leitura e esta secção vai estar aberta onde os users podem pedir ajuda em caso de não estarem a conseguir fazer registo no novo fórum e duvidas sobre o mesmo. Desta Forma os users podem copiar os seus melhores posts para Dragteam.info

Novo Domínio: www.dragteam.info

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Por: Prantona51

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Pag. 1

Outubro de 2007 Prantona51

MANUAL DRAGMAGAZINE

Manual de Orientação de Antena com Motor


MANUAL DRAGMAGAZINE

Índice

Preparação ______________________________________________________________ 3 Elementos necessários: ________________________________________________________ 3 Eleição do local de instalação ___________________________________________________ 3 Montagem do suporte ou mastro ________________________________________________ 4 Montagem dos elementos ______________________________________________________ 4

Por: Prantona51

Prólogo _________________________________________________________________ 3

Conexão do conjunto motor + antena ao receptor ___________________________________ 5

Orientação, sintonia e busca dos satélites ____________________________________ 6 Coordenadas de algumas cidades Portuguesas ______________________________________________ Coordenadas de satélites _______________________________________________________________ Canais e satélites de referência para a orientação ____________________________________________ A orientação por bússola ________________________________________________________________ Outras ajudas para a sintonia dos satélites __________________________________________________

7 7 7 8 8

Sintonia e busca dos satélites ___________________________________________________ 9 A programação automática – com a função USALS ___________________________________________ 9 A programação manual – com a Função DiSEqC. ___________________________________________ 10

Correcção de erros de sintonia. Ajuste fino _______________________________________ 11

Nota final ______________________________________________________________ 12

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

As coordenadas da orientação __________________________________________________ 6

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Preparação Elementos necessários:

Eleição do local de instalação

Pag. 3

Seleccionar um local de modo a que não haja nenhum objecto, (telhado, árvore, etc.) que se interponha entre os satélites desejados e a antena. Também devemos ter em conta que a rotação do motor/parabólica esteja livre de obstáculos quer para um quer para o outro lado. Em geral, uma parede sem obstáculos virada a Sul será ideal. Devemos ter também em atenção que o local escolhido não traga potenciais riscos de danos pessoais numa eventual queda da antena. Para além do mais é pertinente que esse local seja o mais acessível possível a fim de facilitar as nossas afinações ou ajustes. Evidentemente o local ideal será o chão ou uma varanda, com a orientação para o sul o que permitirá acessos fáceis e rápidos para uma instalação simplificada. No entanto, caso seja num telhado ou chaminé, usar todos os cuidados inerentes ao risco de quedas.

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Motor DiSEqC 1.2. Parabólica (pelo menos de 80cm de diâmetro) Dispositivo de fixação com mastro, Ø mínimo recomendado: 40mm Braço offset 1 LNB (de preferência de 0,3dB ou menos) Receptor TV 4 tomadas F Cabo de satélite Abraçadeiras TV Receptor

Por: Prantona51

Depois de instalarmos a nossa 1ª antena simples, a antena fixa, é natural que prossigamos na senda de novos horizontes. Após conquistarmos o nosso primeiro satélite - para nós os Ibéricos é invariavelmente o Hispasat, começamos a ouvir falar doutros que, por esta ou aquela vantagem, nos continuam a “aguçar” o nosso apetite!... A etapa seguinte é montar mais de que uma parabólica, adaptar um comutador diSEqC e ter 3, 4 ou mais satélites dos mais populares disponíveis. Por último na tentativa de mitigar essa sede do desconhecido, nada melhor do que tentar apanhar a maior parte dos satélites. Obviamente, acabamos por sonhar com montagem da antena parabólica com motor. Em Portugal os satélites mais populares são o Hispasat, o Hotbird e o Astra 1 (recentemente apareceu o Eurobird 9) e colhem-se bem com 2 antenas relativamente pequenas. No entanto, há mais outros 20 ou 30 satélites com interesse que é inflaccionado fortemente pelos tempos de crise de floricultura. Podiamos juntar mais umas quantas parabólicas mas a solução mais prática e barata é sem dúvida a montagem de uma antena com motor. Proponho-me então apresentar-vos a metodologia de conseguir a captura de satélites através duma antena motorizada. Naturalmente que não me vou preocupar demasiado com as montagens e ligações do motor à respectiva antena pois cada caso é um caso e, cada antena, marca de motor têm o seu modo de ligar, atendendo às suas características específicas. Para além do mais, todos trazem um manual. O motor usado nesta descrição é um modelo acreditado no protocolo DiSEqC 1.2. Tentarei descrever na forma mais simples possível, socorrendo-me a imagens visuais para que a compreensão seja fácil e eficaz, ou seja, de acordo com a máxima: “...uma imagem vale mais do que mil palavras...”.

MANUAL DRAGMAGAZINE

Prólogo


Montagem do suporte ou mastro Montar o suporte ou mastro perfeitamente na vertical. Devemos investir o tempo e meios que forem necessários para garantir que a antena vai girar sobre um suporte perfeitamente na vertical. Em caso contrário podemos não ser suficientemente eficientes, correndo o risco, mais tarde de ter de refazer tudo para conseguir o êxito. Um quarto de grau de inclinação (desvio de 0,5cm por cada metros de altura) produz desvios inaceitáveis. O eventual tempo perdido e o stress produzido por esta situação, são bons argumentos para que não facilitemos nesta importante tarefa. Um bom nível ou um fio de prumo ajudar-nos-ão a conseguir esse objectivo. Usar também acessórios de qualidade e adequados a suportar a carga, por exemplo, buchas e parafusos – os de aço inox tem vantagem pois além de resistentes permitem serem apertados e desapertados as vezes necessárias.

Pag. 4

Montar conjunto antena+motor no suporte ou mastro - por último monta-se o conjunto antena+motor no suporte ou mastro. Caso a antena possua escala de elevação, procurar o valor de ajuste do ângulo de elevação da antena, na respectiva tabela do manual do motor (que nós reproduzimos aqui, ver a Tabela Coordenadas de algumas cidades Portuguesas). Este ângulo poderá ser modificado de acordo com as

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Embora a montagem física dos elementos que compoem uma antena motorizada possa ser efectuada de muitos modos, aconselho a que alguns dos trabalhos sejam feitos num lugar próprio, por exemplo, numa bancada e não necessariamente no local onde vai ser instalada. Por outro lado sugiro que seja seguida a seguinte sequência: Montar a antena – Seguir o manual e desenhos correctamente e apertar definitivamente os parafusos. Poderemos deixar a montagem do Lnb para o fim. Fixaçar a escala e ajustar a inclinação do motor – colocar as abraçadeiras para a fixação ao mastro na escala de elevação do motor. De seguida fixamos a escala ao motor através de 2 parafusos situados na parte superior. A escala está graduada em graus e permite regular a elevação do motor. Muitas vezes há uma graduação dupla uma de cada lado, uma define a latitude geográfica a outra o valor complementar, isto é, a elevação do motor (por exemplo, se a latitude for de 41º, a elevação é igual a 90º-41 = 49º). Para encontrar o valor da latitude, do lugar onde nos encontramos, poderemos consultar as próprias tabelas do manual do motor, mas para maior precisão, é conveniente obter esse valor a partir calculadoras ou sites, por exemplo, o Google Earth, ou este: http://www.dishpointer.com/ O nosso local geográfico que adoptamos como exemplo neste manual, está a 41,34º Norte. Ajustamos então na escala este valor com o máximo rigor possível e apertamos então as porcas definitivamente, pois se não houver enganos não será necessário mexer. Montar o motor à antena – em 1º lugar vamos ter a ceteza que a rotação do motor está a 0º (ver na escala do motor). Depois faremos a montagem do motor à antena. Esta deverá ser efectuada de acordo com os desenhos e métodos do manual que o acompanha. Ajustar com o máximo de rigor a marca do centro do tubo do motor com as marcas do meio das braçadeiras (feitas previamente) que ligam o motor à antena. Ver figura ao lado. Depois deste ajuste, fixar as abraçadeiras, apertando todos parafusos. Caso tudo estiver bem ajustado, como é suposto estar, não mais vai ser preciso desapertar.

Por: Prantona51

Montagem dos elementos

MANUAL DRAGMAGAZINE

A escolha do suporte da antena também deve ser criteriosa, ou mais propriamente, deverá ser suficientemente forte, de forma adequada à parede, esquina de chaminé, etc.


MANUAL DRAGMAGAZINE

necessidades futuras no ajuste fino. Apertar apenas o suficiente as porcas das abraçadeiras de fixação do conjunto ao mastro, pois em breve poderá ser necessário mexer para os ajustamentos finais.

Conexão do conjunto motor + antena ao receptor

Não esquecer: Escolher um local livremente virado para o SUL. Ajustar perfeitamente o mastro na vertical. Ajustar o ângulo do motor exactamente a 0º.

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Deste modo temos a antena montada e pronta a capturar os satélites desejados. Resta-nos a tarefa de direccionar e sintonizar alguns dos canais desses mesmos satélites.

Por: Prantona51

Conectar todos os cabos: Lnb-motor e motor receptor, de acordo com a figura abaixo. Ligar o receptor para que lhe forneça a energia e verificar se o led do motor acende.

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Eurobird 9º

A Cintura de Clark O conjunto antena-motor deverá estar ajustado para efectuar uma trajectória de acordo com a Cintura de Clark onde estão situados os satélites. Para esse ajustamento é necessário que o conjunto antena-motor esteja prefeitamente Sul bem afinado entre si e que a parábola esteja correctamente direccionada, em termos das seguintes coodenadas: latitude do lugar onde nos encontramos, Este Oeste que se parametriza através do ajustamento na vertical da parábola ( elevação ); longitude do lugar que é onde nos encontramos que se parameteriza através do direccionamento lateral da da parábola ( rotação Este-Oeste).

Para a latitude, temos as escalas (elevação do motor e antena) que nos ajudam bastante a conseguir o alvo à primeira; relativamente à longitude nada temos no conjunto motor e antena que nos ajude nessa tarefa. Portanto, o problema parece equacionar-se da seguinte forma: saber onde nos encontramos: a latitude e a longitude; saber para onde queremos virar a nossa antena, isto é, pretendemos orientar em 1º lugar.

a direcção relativa do satélite que

Para o efeito, para sabermos a nossa latitude e longitude, bem como da direcção relativa do satélite que pretendemos orientar em 1º lugar, nada mais fácil e eficiente do que nos socorrer de sites vocacionados nestes temas, tais como, o Google Earth, ou este: http://www.dishpointer.com/

Direcção Satélite NILESAT 7ºE

As nossas coordenadas

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Coordenadas do Nilesat

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Direcção Norte Sul

Por: Prantona51

As coordenadas da orientação

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Orientação, sintonia e busca dos satélites


Satélite

Posição

Canal

TP (freq./SR/pol)

1

Nilesat

7º Oeste

Dubai TV

11785 / 27500 /Vert

2

Hot Bird

13º Este

ZDF

11054 / 27500 / Hor

3

Astra 1

19,2º Este

RTP Int

11567 / 22000 / Vert

4

Eurobird 9

9º Este

Viva

11766 / 27500 / Vert

5

Hispasat

30º Oeste

TV Galícia 11811 / 27500 / Vert

Notas: - os valores de referência foram validadas aquando da redacção desta nota, pelo que não podemos assegurar da sua perenidade. È conveniente colocar previamente no receptor uma lista com estes (ou mais) canais/satélites, principalmente se for a primeira vez. Se não o tiver feito, terá de fazer uma procura manual depois de lhe acrescentar o transponder correspondente.

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Canais e satélites de referência para a orientação As cadeias (transponders) indicadas no quadro abaixo servir-nos-ão, como uma primeira referência para orientar a parábola para o satélite que desejamos. Para outros satélites, podemos ir buscar os canais de referência a este excelente site: http://pt.kingofsat.net/satellites.php

Por: Prantona51

Coordenadas de satélites Outro assunto do qual temos necessidade de saber é as coordenadas dos satélites. Na tabela seguinte estão representados alguns dos satélites mais populares para a Europa.

MANUAL DRAGMAGAZINE

Coordenadas de algumas cidades Portuguesas Embora não aconselhe muito, também podemos obter a latitude e longitude aproximada do nosso lugar através de tabelas, tal como a que apresento a seguir.


MANUAL DRAGMAGAZINE

A orientação por bússola Para além do método da foto aérea - ver uma das páginas anteriores, (que eu vivamente aconselho), também nos podemos socorrer de uma bússola para sabermos a verdadeira orientação do satélite para onde queremos direccionar a nossa parabólica, desde tenhamos a longitude corrigida do satélite. Podemos servir deste site: http://www.diesl.com/web/index.php?page=acimut O Nilesat será o nosso objectivo para o nosso desenvolvimento, pois é um satélite central, ou seja estratégico, e a partir deste encontraremos os restantes, conforme veremos mais à frente. Na figura abaixo, está uma explicação ilustrada da orientação através da Bússola.

Por: Prantona51 O Norte da Bússola não coincide com o Norte Verdadeiro ( ou Geográfico ). Há necessidade de se levar em conta essa diferença de ângulo existente. Por exemplo, para as coordenadas do nosso lugar “adoptivo”: - latitude = 41,344º Norte (41º 20’) - longitude = - 8,557 (-8º 33’, ou 8º 33’º Oeste, para Oeste convencionou-se que tinha sinal negativo e positivo para Este). A declinação magnética é igual a 3° 46' Oeste (3,77º Oeste).

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Outras ajudas para a sintonia dos satélites Para além bússola outras ferramentas auxiliares ser-nos-ão de grande utilidade, tal como um satfinder, a orientação será ainda mais facilitada pois aquele dispositivo faculta-nos a medição da intensidade do sinal, que pode ser lida numa escala ou por emissão de sinal sonoro. Uma ajuda a ter em conta e que por vezes substitui a bússola e o satfinder, é através duma característica dos receptores: muitos receptores possuem a aptidão de indicar a potência e qualidade do sinal.

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Se quisermos montar uma antena direccional e, tendo já colhido as necessárias informações, através de cartas geográficas, de sites ou programas para determinação de orientação, não esquecer de verificar qual é a declinação do Norte Magnético para a sua região. Deixo um site que nos permitirá calcular a declinação magnética em função das coordenadas do lugar onde nos encontramos: http://gsc.nrcan.gc.ca/geomag/index_e.php


Estamos próximos da meta e chegados aqui, é conveniente estabelecermos os seguintes pré-requisitos:

O nosso local “adoptivo” é: latitude = 41,34º Norte; longitude = 8.56º Oeste. Temos o mastro perfeitamente na vertical. Temos a antena direccionada para o SUL (geográfico), ajustada com uma bússola. O ângulo do tubo do motor está exactamente a 0º. O eixo da parabólica, incluindo LNB, está bem alinhado com o eixo do motor. O LNB está a 0º. A elevação do motor está conforme a latitude do nosso lugar (41,34º). A elevação da antena está conforme o manual do motor (ex.: ± 23,6º ou 6.4º, conf. tabelas).

A programação automática – com a função USALS

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Ir ao menu de [Nível de Sinal] e verificar se atinge os valores esperados de potência e qualidade; caso não os atinja, o que se verifica a maior parte das vezes, procurar mover todo o conjunto e/ou a

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Para maximizarmos os nossos resultados vamos apontar, em 1º lugar para um satélite Nilesat 101/102. Com o sistema antena+motor+lnb, conformes os pré-requisitos enunciados acima, a seguinte sequência deverá ser seguida (o nosso receptor experimental é um Ouralis 3, sendo a metodologia é muito similar para a maioria dos receptores.): Caso não o tenha já, meter no receptor uma lista de canais em que tenha pelo menos os canais que estão na Tabela dos Canais e satélites de referência; se não o quiser fazer deste modo, poderá fazê-lo rastreando canal a canal o que será mais difícil, através da adição do transponder e busca de canais. Em 1º lugar, ligar o receptor no canal de referência do Nilesat, no nosso caso é o canal Dubai TV. Ir ao menu de [Configuração da Antena], seleccionar a opção de motor [USALS] e introduzir as coordenadas geográficas do local (no nosso ex.: Latitude = 41,3 e Longitude = 8,6º O). O tubo do motor deslocar-se-á automáticamente para os valores teóricos de deslocamento lateral: Este - Oeste.

Por: Prantona51

A maioria dos receptores dispõe de duas funções de programação, permitindo igualmente 2 metodologias de procura dos satélites: A programação automática – com a função USALS (ou outra equivalente) A função USALS (caso do Ouralis, Teka, Ferguson, Mvsions, etc.) ou função do mesmo tipo a programação é enormemente facilitada, ou seja basta sintonizar com qualidade um satélite para que os restantes sejam localizados de um modo automático, isto é, o receptor fará as contas por nós, pelo que aconselhamos vivamente o seu uso. A programação manual – com a Função DiSEqC. Neste caso temos de fazer algumas contas, rodar o motor manualmente e gravar satélite a satélite. Só usaremos se não tivermos a função automática.

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Sintonia e busca dos satélites


A programação manual – com a Função DiSEqC. Se resolvemos optar por esta opção e temos um receptor compatível com DiSEqC, a metodologia é a seguinte: Ir ao menu de [Configuração da Antena], seleccionar a opção de motor [DISEqC] e introduzir as coordenadas geográficas do local (no nosso ex.: Latitude = 41,3 e Longitude = 8,6º O). Rodar manualmente o motor para a posição certa de cada satélite desejado, aconselhando pelos factos já explicados, por começar pelo Nilesat, para uma posição angular dada pela seguinte fórmula:

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elevação da antena, até obter os valores meta (notar que, com uma antena de 80cm e no Nilesat, os valores de qualidade dificilmente passarão dos 70%). Para os restantes satélites proceder de modo idêntico, excepto no último ponto, o qual reservamos para uma sintonia fina, a qual explicaremos num capítulo mais à frente.

Posição na escala motor = (Posição do satélite - Longitude geográfica) x 1,15 ==» Para este cálculo, o sinal para as posições Este é negativo e para as pos ições Oeste é positivo. ==» Nota: alguns manuais não aparecem com a constante 1,15.

Longitude 13º E Latitude = 41,3º N; e Longitude = 8,6º O [(-13º) - ( +8,5)] x 1,15 = - 24,8º ( 24,8º Este ) Longitude 7º O Latitude = 41,3º N; e Longitude = 8,6º O [(+7º) - ( +8,5)] x 1,15 = - 1,8º ( 1,8º Este )

Por: Prantona51

Exemplo I: Satélite Hotbird: Nosso “local adoptivo”: Cálculo: Exemplo II: Satélite Nilesat : Nosso “local adoptivo”: Cálculo: Exemplo II: Satélite Hispasat: Nosso “local adoptivo”: Cálculo:

Longitude 30º W Latitude = 41,3º N; e Longitude = 8,6º O [(+30º) - (8,5)] x 1,15 = 24,8º ( 24,8º Oeste )

No final e principalmente se atingiu os objectivos, não esquecer de apertar definitivamente todas as porcas.

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Para os restantes satélites proceder de modo idêntico, gravando satélite a satélite. No entanto, deixar a sintonia geral para uma sintonia fina, a qual explicaremos num capítulo mais à frente.

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Ir ao menu de [Nível de Sinal] e verificar se atinge os valores esperados de potência e qualidade; caso não os atinja, o que se verifica a maior parte das vezes, procurar mover todo o conjunto e/ou a elevação da antena, até obter os valores meta (notar que, com uma antena de 80cm e no Nilesat, os valores de qualidade dificilmente passam dos 70%).


Uma vez finalizada a instalação, verifica que o sistema não capta todos os satélites desejados, poderá realizar algumas correcções. Recomenda-se aqui o uso de um satfinder. O procedimento é o seguinte: a) Procurar um satélite que se encontre no extremo Este. b) Girar o motor na direcção Oeste, na procura do satélite seguinte e, se necessário altere a elevação da antena até o encontrar. c) Repetir o processo em mais alguns satélites até completar a rotação até ao Oeste. d) Anotar os resultados obtidos, num modo gráfico para melhor interpretação e compare-os com os casos erróneos possíveis:

Diagnóstico: A antena está muito “alta” em ambas as posições extremas. Solução: Baixar a antena ligeiramente – diminuindo o seu ângulo de elevação.

E

O

E

O

E

O

Trajectória dos satélites; Trajectória errónea do motor

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Diagnóstico: O satélite a Este demasiado “alto” e a Oeste está demasiado “baixo”. Solução: Rodar ligeiramente o conjunto motor-antena para Oeste, à volta do mastro.

O

nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

Diagnóstico: O satélite a Este demasiado “baixo” e a Oeste está demasiado “alto”. Solução: Rodar ligeiramente o conjunto motor-antena para Este, à volta do mastro.

E

Por: Prantona51

Diagnóstico: A antena está muito “baixa” em ambas as posições extremas. Solução: Elevar a antena ligeiramente – aumentando o seu ângulo de elevação.

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Correcção de erros de sintonia. Ajuste fino


Este trabalho é fruto da aprendizagem obtida nos fóruns que frequento. Queria agradecer a todas as pessoas que, dum modo ou outro, contribuíram para que este pequeno manual viesse à luz do dia. Deixo aqui duas ou três dicas, resultante da minha experiência entretanto adquirida: - Adquirir ferramenta de boa qualidade, tal como um nível de precisão – aquele que eu tinha inicialmente, apresentava um erro não aceitável. - Devemos investir bastante no planeamento da fase de fixação da antena – gastei umas 8 horas a esburacar a parede e acertar a vertical do mastro; e demorei apenas umas 4 horas a realizar o restante. Sem dúvida que não ganhava para a bucha!... - È necessário bastante paciência; mas se gostamos, é um desafio ainda mais motivante! Apesar da minha preocupação no rigor, é bem possível que haja alguma inexactidão no conteúdo apresentado.

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Nota final

Por: Prantona51 nº 3 – Ano 0 – Outubro 2007

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Outubro de 2007 Prantona51

DragMagazine 03  

Edição 3 da Dragteam

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