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Publicação do Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes | Santo André - SP - Ed. 91 - Jan/Fev/Mar - 2019

|Foto: Pixabay Nós sabemos que na Terra é muito vacilante a chama do bem: está sujeita a situações, a transformações. E muitas das criaturas que chegam no porto da vida, cheias de sonhos iluminativos, repletas de boas intenções, ao somar as experiências do pretérito com os destinos do hoje, invariavelmente tropeçam novamente. Numa Terra onde os testes são permanentes, onde os nossos testemunhos têm de ser diários, onde o trabalho de burilamento espiritual tem que ser constante, não podemos apagar o incêndio dos sentimentos inferiores com mais combustível inferior. Temos de ter a pacicação nas resoluções, honestidade

nos nossos objetivos, dignidade na nossa postura, sensatez nas nossas palavras, fé no verbo complacente. Em todos os instantes em que podemos falhar, temos de usar de profunda vigilância, principalmente para conosco, porque, às vezes, tomamos a postura de vigilância para com os outros e, na verdade, temos de usar permanentemente dessa vigilância e dessa disciplina para conosco mesmos. Sempre colocamos os outros como algozes, como perseguidores, e ninguém é mais inimigo de nós do que nós mesmos, porque nós caímos quando queremos, falhamos porque não somos

previdentes, mergulhamos em sombras porque não amamos a luz. E se nós respondêssemos apenas pelas nossas próprias culpas, mas isso não acontece... Em geral arrastamos, em todos os nossos erros, em nossas falhas, cúmplices e vítimas inocentes... Portanto, viver é uma lição diária, é uma aula quotidiana de como aprender prudência! Que o Mestre nos ampare, hoje e sempre! Mensagem recebida por psicofonia pela Médium Shyrlene Soares Campos do livro “O médico de nossas almas”, pelo Espírito Bezerra de Menezes.


Editorial

Direitos Humanos

É difícil, se não impossível, imaginar um mundo sem Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). A conquista só pode ser totalmente apreciada lembrando o contexto histórico do qual ela surgiu. A própria ideia de Direitos Humanos, não se pode imaginar o mundo sem ela. Os homens e mulheres que desejaram a DUDH tinham acabado de sair da terrível Grande Guerra Mundial, que utilizou armas atômicas, causando

grande devastação, destruindo não só patrimônio material, mas, sobretudo, preciosas vidas humanas, animais e vegetação. Isso signica que a guerra nuclear assegura a mútua destruição. Lembramos que o pronunciamento de que a “dignidade inerente e dos direitos iguais e inalienáveis de todos os membros da Família Humana é o fundamento da Liberdade, Justiça e Paz no mundo” pode parecer singular para nós, hoje, mas nunca devemos esquecer que essas palavras foram inscritas no sangue, lágrimas e cinzas de milhões de homens, mulheres e crianças massacrados, mutilados, presos, torturados, aprisionados e expulsos de suas casas e pátrias. Nos 70 anos, desde que foi escrita a DUDH, o planeta foi poupado de uma terceira Guerra Mundial. Em termos doutrinários e numa visão eminentemente espírita, valemo-nos da Codicação, com as obras básicas, notadamente “O Livro dos Espíritos”, que nos instrui e orienta que os direitos humanos são inerentes à vida de cada indivíduo. É uma concessão divina e indiscutível. A rigor, não se deveria sequer discutir o tema. Todos os seres criados por Deus têm o mesmo direito. Todos os seres vivos

Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes

Instituição Amélia Rodrigues

Rua Bela Vista, 125 - Jd. Bela Vista Santo André - SP - Tel.: (11) 4994-9664

Rua Silveiras, 17 - Vila Guiomar Santo André - SP - Tel.: (11) 3186-9788

Reunião Pública e Passes

Reunião Pública e Passes

Segundas: 15h / Quartas: 20h / Domingos: 10h

Sábados: 16h30

Atendimento Fraterno

Cursos

Segundas: 15h30 / Quintas: 20h

Plantão de Passes De Quarta a Sexta: das 14h30 às 16h30

Cursos Segundas: 20h - André Luiz Terças: 20h - Obras Espíritas (autores diversos)

Sábados: 15h - Manoel Philomeno de Miranda

Evangelização Infantil Sábado: das 17h às 18h Infantojuvenil (de 02 a 12 anos) Pré-mocidade (de 13 a 15 anos) Mocidade (acima de 15 anos)

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Publicação do Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes | Santo André - SP

Publicação Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes (Santo André)

1º Vice-Presidente: Baldir Padilha

Rua Bela Vista, 125 – Jd Bela Vista Santo André – SP - CEP: 09041-360 Tel: (11) 4994.9664 - www.cebezerra.org.br Revisão: Miguel Sardano e Rosemarie Giudilli Jornalista Voluntária: Suzete Botasso Projeto Gráfico e Diagramação: Marco Beller – (11) 4438.8834 Impressão: Lis Gráfica e Editora - (11) 3382.0777

Evangelho no Lar

Segunda a Sexta: das 13h às 16h30 das 19h30 às 21h30 Domingo: das 9h às 11h30

Miguel Sardano: 2º Vice-Presidente |Fonte: Jornal do Advogado, dez/jan. de 2018.

2º Vice-Presidente: Miguel Sardano

Domingo: das 10h às 11h30

Livraria

A convivência entre os diversos tipos de gênero, se os houver, será pacíca, nem haverá questionamento, uma vez que o entendimento, a compreensão, o respeito etc. serão partes integrantes do caráter íntimo de cada criatura humana. Os habitantes da Nova Era não serão seres Angélicos, espíritos puros. Serão criaturas mais espiritualizadas, ainda com limitações, mas sem resquícios de maldade. De nossa parte, devemos promover nossa transformação moral se quisermos fazer parte deste querido planeta regenerado, nossa Terra abençoada e tão maltratada por seus habitantes.

Presidente: Terezinha Sardano

Evangelização Infantil

A equipe auxiliará na implantação do Evangelho em sua casa. Agendar horário na recepcão.

devem ser respeitados. A superioridade na visão espiritual é sempre de natureza moral. O governo interno do universo se caracteriza pela elevação espiritual. No futuro Mundo de Regeneração não haverá qualquer tipo de discriminação, preconceito etc.

Cursos de Espiritismo Entre em contato para vericar os horários disponíveis para iniciantes

Tiragem Gratuita: 5.000 exemplares Copyright Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo deste informativo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da entidade.


Educar para evoluir Por Umberto Fabbri A progressão de nosso planeta só será possível mediante o avanço de seus habitantes, ou seja, quando ouvimos dizer que a Terra está em fase de transição, equivale dizer que seus habitantes passam por um momento de transformação em que buscam sua melhoria. Apesar das manchetes e notícias calamitosas amplamente divulgadas pela mídia, nós progredimos, não só intelectual, mas moralmente também e para que esta era de regeneração avance de forma mais efetiva precisamos investir mais na educação. Segundo Allan Kardec, "é pela educação, mais do que pela instrução que se transformará a humanidade." Podemos citar ainda o educador, pedagogo e lósofo Paulo Freire, que diz que "a educação muda as pessoas e as pessoas mudam o mundo", não bastando nos instruir, mas nos educar moralmente. O sonho dos pais é o de que seus lhos sejam felizes. Hoje entendemos que a felicidade é mais do que ter um bom emprego, constituir uma família, ter sucesso nanceiro e conquistas que nos coloquem em local de evidência na sociedade. Felicidade tem relação com o nosso íntimo, com aquilo que valorizamos e principalmente com a forma com a qual nos relacionamos com o outro, com a vida e conosco mesmos.

|Foto: Pixabay A habilidade de viver em harmonia, vivenciando a paz que decorre do bem-estar das relações equilibradas e saudáveis é algo extremamente desejado. Todavia, para isso, necessitamos de esforço, controle emocional e fraternidade legítima. Um dos nossos grandes desaos é a formação de nossos lhos, dentro da primeira célula da sociedade que é a família, em bases sólidas, com valores morais adequados, onde o respeito, a generosidade, a responsabilidade e a boa vontade imperem. Para isso, precisamos para fundamentar a teoria do bem vivenciar estes mesmos valores. Sendo assim, para educar, precisamos nos educar. E é desta forma que o mundo se transforma... Trabalhar nossos hábitos contraproducentes, automatizados e não reetidos é a chave para a mudança tão necessária, pois nossos lhos terão como referência

o que vivenciaram em seu núcleo familiar, reproduzindo quase sempre os mesmos hábitos. Sempre salientamos a importância de apresentarmos Deus aos nossos lhos. Mesmo que não frequentemos assiduamente uma casa religiosa, podemos ensinar a eles sobre os preceitos de amor e bondade que devem nortear nossos passos e que verdadeiramente nos trazem a felicidade. Se for um mundo novo o que desejamos, precisamos agir de modo diferente. E cada família recebe do Pai a grande oportunidade de empreender esta mudança por meio dos corações pequeninos que recebe na gura dos lhos, pois eles são o futuro e por seu intermédio podemos semear o amor e a paz. Umberto é Prossional de marketing, orador e escritor brasileiro. Fonte: Publicado no jornal Correio Fraterno- edição 484 - nov/dez 2018

Rádio BOA NOVA 1.450 AM Toda 5ª Feira a partir das 15h Apresentação: Miguel Sardano e Vergilio Cordioli Filho

Ouça também pela internet: www.radioboanova.com.br Note Bem|03


A vida gloriosa Por Joanna de Ângelis Nada mais pungente e doloroso do que contemplar-se um corpo sem vida, distendido à nossa frente, em silêncio perturbador. Aqueles olhos que brilhavam e transmitiam expressões variadas, os lábios que enunciavam palavras, os braços operosos e os movimentos com calor irradiante estão agora paralisados pela terrível constrição da morte. O enigmático fenômeno que interrompeu a existência orgânica terminou por triunfar sobre a vida gloriosa, rica de bênçãos e encantamentos, de pensamentos grandiosos que modicaram a estrutura do planeta e facultaram conquistas dantes jamais imaginadas. Agora se apresentam inermes, em processo de decomposição, e logo mais terríveis modicações substituirão o antigo sorriso, a beleza, a vivacidade e o encantamento existenciais. Essa fatalidade de aparência destruidora tem sido a razão de estudos e dramas que esfacelam sentimentos e civilizações. No entanto, constitui um dos mais belos capítulos existenciais, em razão do seu signicado profundo e nem sempre compreendido. É natural que tudo que nasça morra, vibrando durante um ciclo de energia a que denominamos como existência. Não fosse assim, o caráter que se lhe desse de indestrutibilidade constituiria inimaginável desar, em razão da própria transitoriedade do mundo físico. Se, de um lado, a dor da saudade é quase insuportável, a permanência de uma doença irreversível por todo o sempre constituiria uma desgraça imensurável. O envelhecimento natural com a perda das faculdades que constituem os períodos iniciais se transformaria numa carga impossível de ser suportada. A superpopulação dos incapacitados para viver terminaria em tentativas alucinadas de destruição coletiva e

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desvarios de todo porte. Impensável essa hipótese absurda de vida. Desse modo, o fenômeno da morte merece mais acuradas reexões, proporcionando estabilidade emocional e compreensão mental, especialmente se for considerada a realidade da existência do Espírito, que sobrevive ao processo celular depois da atividade que lhe diz respeito na experiência material. ***** Ninguém morre, porque todas as transformações fazem parte do projeto da evolução eterna. O ser humano, de forma alguma, é o corpo de que se utiliza. Criado por Deus simples e ignorante, o Espírito evolve por etapas até alcançar a plenitude a que se encontra destinado. Tudo quanto existe permanece em movimento de transformações, do grosseiro para o sutil em incessantes modicações. O Espírito possui a essência da vida e se desenvolve através de experiências que o fazem alcançar os mais elevados patamares da angelitude. Em razão disso, é importante o processo de crescimento moral e intelectual durante a vilegiatura orgânica. Desde o momento quando adquire a razão, o conhecimento, as emoções, torna-se responsável pelas futuras experiências a que será submetido, passando pelas vicissitudes ou aquisições nobres de que se fez responsável. As Divinas Leis estabelecem os códigos de evolução e cada qual assume a responsabilidade de atendê-las. Mediante o entendimento dessas ocorrências, torna-se fácil e ditoso o esforço de autoiluminação, que constitui a meta a que cada qual está submetido. Sob esse aspecto, a reexão em torno

da existência física e da sua temporalidade prepara o Espírito para o momento inevitável da desencarnação. Cada qual desencarna conforme experienciou a existência, prosseguindo de acordo com os hábitos que foram cultivados no corpo físico. Somente a matéria se transforma, cedendo lugar a novas experiências evolutivas no processo de crescimento para Deus. Em todas as épocas da Humanidade a Vida ofereceu informações sobre a imortalidade do ser, nos variados cultos e através dos missionários do bem, que


|Foto: Pixabay se encarregaram de anunciar a perenidade do existir. Dentre todos, Jesus foi quem melhor demonstrou essa realidade, voltando do túmulo para confortar os amigos que caram na retaguarda, assim conrmando os seus enunciados. Vive, portanto, com a certeza da tua indestrutibilidade, laborando com alegria e vencendo, etapa a etapa, os desaos existenciais. A morte não interromperá os teus projetos, que continuarão após o decesso celular.

Vive com a tranquila segurança de que continuarás conforme os padrões da tua evolução. ***** Diante da morte de um ser querido, permanece conante no Amor de Deus. Não deplores, portanto, aqueles seres amados que a morte arrebatou dos teus sentidos físicos, porque eles continuam estuantes de vida, esperando por ti, ajudando-te ou não conforme as possibilidades que os caracterizam. Acarinha as emoções da saudade, ternura e gratidão, lembrando-te de Jesus

retornando da morte em ressurreição luminosa para demonstrar-nos com o Seu exemplo a grandeza do Amor do Pai Celestial. Aguarda a oportunidade de comunicar-te com o ser amado, fazendo todo o bem que te esteja ao alcance e, em sua memória, ama a tudo e a todos, tornando-te digno do reencontro feliz.

Mensagem de Joanna de Ângelis, Espírito, psicografada por Divaldo Pereira Franco, em 01/09/17, no Rio de Janeiro.

Note Bem|05


José da Galileia E projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: – José lho de David, não temas receber a Maria. Mateus:1,20 Em geral, quando nos referimos aos vultos masculinos que se movimentam na tela gloriosa da missão de Jesus, atendemos para a precariedade dos seus companheiros, xando, quase sempre, somente os derradeiros quadros de sua passagem no mundo. É preciso, porém, observar que, a par de beneciários ingratos, de ouvintes indiferentes, de perseguidores cruéis e de discípulos vacilantes, houve um homem integral que atendeu a Jesus, hipotecando-lhe o coração sem mácula e a consciência pura. José da Galileia foi um homem tão profundamente espiritual que seu vulto sublime escapa às análises limitadas de quem não pode prescindir do material humano para um serviço de denições.

Ergue-te gigante

|Foto: Pixabay Já pensaste no cristianismo sem ele? Quando se fala excessivamente em falência das criaturas, recordemos que houve tempo em que Maria e o Cristo foram conados pelas Forças Divinas a um homem. Entretanto, embora honrado pela solicitação de um anjo, nunca se vangloriou de dádiva tão alta. Não obstante contemplasse a sedução que Jesus exercia sobre os doutores, nunca abandonou a sua carpintaria. O mundo não tem outras notícias de

suas atividades senão aquelas de atender às ordenações humanas, cumprindo um édito de César e as que no-lo mostram no templo e no lar, entre a adoração e o trabalho. Sem qualquer situação de evidência, deu a Jesus tudo quanto podia dar. A ele deve o cristianismo a porta da primeira hora, mas José passou no mundo dentro do divino silêncio de Deus. Livro: Levantar e Seguir. Espírito Emmanuel, psicograa de Chico Xavier

Enquanto o povo de Ismael convulsiona E o sosmo tripudia sobre a igualdade, a liberdade e a fraternidade Tudo tornando miséria, anarquia e maldade Uma luz serena do alto verde impulsiona O cruzeiro símbolo da redenção Não ícone de vantagens impermanentes Mensageiro da suprema riqueza entrementes Conclama ao sacrifício da grande união Se tens delidade e ampara-te do Cristo os braços Caminharás com ternura e seguros passos Enxergarás com olhos de ver Serve a pátria amada da eterna luz Obedece aos exemplos e renúncias de Jesus Envolvendo-te na certeza de que o evangelho há de vencer Auta de Souza Médium Marcelo Nazareth

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Amor aos animais Por Divaldo Franco Em um governo do passado, um dos seus ministros conduziu, oportunamente, um cão ao veterinário em carro ocial. Surpreendido por um repórter, este advertiu-o sobre a irregularidade que estava cometendo, e o mesmo respondeu enfático: – Os cães também são gente! Acredito, pessoalmente, que o Sr. Ministro quis dizer que os animais também merecem o tratamento dado às criaturas humanas. De imediato, foi ironizado e tornou-se motivo de troça. Se ainda estiver reencarnado, ele poderá esclarecer que os animais estão sendo mais bem tratados do que os seres humanos. O amor aos animais demonstra uma grande conquista pela sociedade, em razão do respeito à vida em todas as suas expressões. Os animais merecem as mais carinhosas expressões de ternura e cuidados na condição em que estagiam. Francisco, o santo de Assis, assim o fez, inclusive ao então terrível lobo de Gúbio. Entretanto, forçoso é considerar, como ocorre em todas as ideias que se transformam em tendência, isto é, se fazem voga, que nelas surgem comportamentos extravagantes. Os animais, quando domesticados, tornam-se excelentes companheiros de pessoas enfermas, solitárias, portadoras de conitos, inclusive depressão, autismo, Síndrome de Down e outros problemas.

|Foto: Pixabay dos invisíveis, que se tornam desagradáveis, desprezados e, não raro, perseguidos. É compreensível que, através do amor, que deve viger entre as criaturas, este se expanda aos animais, aos vegetais, à natureza que nos mantém vivos e que, ingratamente, a destruímos.

A solidão também requer muito o amor dos animais, tornando-os verdadeiros amigos e companheiros.

Substituir o afeto de um ser humano pelo de um animal é lamentável, porque os dois não são incompatíveis. Pode-se amar o gênero humano e também o animal, com o mesmo calor emocional e cuidado.

No entanto, em uma civilização na qual a miséria moral é muito grande, dela decorrendo a miséria socioeconômica, os excessos nos cuidados aos animais tornam-se uma afronta ao sofrimento

Algumas pessoas, sofridas e solitárias, referem-se que preferem amar aos inocentes animais do que aos indivíduos conscientes, que traem, magoam e são indiferentes aos seus padecimentos.

Não me parece feliz a troca afetiva, porque o instinto de preservação da vida também se encontra nos animais e, graças ao instinto, em algumas vezes sucedem graves acontecimentos entre esses e os seus cuidadores. É inegável que tentar transformar um animal em um ser humano, por mais se cuide de trabalhar esse requisito, jamais se conseguirá. Entretanto, o amor que lhe seja dedicado é um passo gigantesco na afetividade que um dia será dirigida às criaturas humanas. A evolução é inevitável e a força do amor invencível. Divaldo é Professor, médium e conferencista. Fonte: Artigo publicado no jornal A Tarde, da Bahia, coluna Opinião, de 29/nov/2018.

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Dicas de Livros

Ampliando os Horizontes

Déjà Vu

É Vencer... Ou Vencer!

Lucy Dias Ramos Gênero: Espiritismo R$ 32,00 Editora: EBM

Um Convite Para o Despertar

Álvaro Basile Portughesi - Espírito: Euzébio Gênero: Romance R$ 35,90 Editora: CLAREON

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Sandra Carneiro - Espírito: Lucius Gênero: Romance R$ 46,90 Editora: VIVALUZ

Profile for C. E. Dr. Bezerra de Menezes

Note Bem 91 - Lições de Prudência  

Note Bem é um Informativo trimestral produzido pelo Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes de Santo André

Note Bem 91 - Lições de Prudência  

Note Bem é um Informativo trimestral produzido pelo Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes de Santo André

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