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Entre sem fumar Brasil segue o exemplo de mais de 90 países e institui a lei antifumo

Luiza Lins E a inclusão cultural através do cinema

Direto da empresa Aprendizes, um seriado, fraldas de pano e a paixão nacional

Café bem brasileiro O pão de trigo dá energia 1 Revista de Relacionamento da Döhler S/A | N°4 | Inverno | 2011


Índice

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Em Destaque

Uma revista caixeira-viajante

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Viaje Nessa

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Fazendo a Diferença

Carta ao Leitor Editorial Isso é Tendência @Mídias Sociais Crônica da Dedê Acontece Aqui Momento Döhler Novinhas em Folha Balcão Comportamento Sua Casa É de Família O Curioso Viva Bem

Expediente

Estilo d | Revista de relacionamento da Döhler S/A Produção E-mail Jornalista Tiragem

D/Araújo Comunicação | (48) 3332 8000 imprensa@dohler.com.br Fernanda Rebelo (MTB / SC 3751 JP) 11,5 mil exemplares

Döhler S/A Rua Arno Waldemar Döhler, 145 | Distrito Industrial Joinville, Santa Catarina Telefone (47) 3441 1666

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Em busca de novidades nos mais variados assuntos, a Estilo d percorreu lugares comuns, como os consultórios médicos, as baladas, e os destinos não explorados pelo setor turístico, como o Nordeste sem praia de Teresina, a primeira cidade planejada do país. O que encontramos foram belas paisagens e boas histórias de pessoas que cruzaram o nosso caminho. Em Joinville, na sede da Döhler, um senhor simpático e cheio de boas ideias para o meio ambiente conta o que a empresa pensa sobre sustentabilidade e o que ela já coloca em prática, Fazendo a Diferença em seu setor. Também direto da cidade das flores, acompanhamos a evolução do Programa Menor Aprendiz na Döhler, um projeto social que coloca o jovem no mercado de trabalho.

Para quem precisa de uma ajuda para manter a saúde, a editoria Viva Bem traz os benefícios de um café da manhã tipicamente brasileiro, além dos exames rotineiros para todas as idades. Outra opção saudável desta edição é a lei antifumo e seus desdobramentos entre fumantes e não fumantes. Nesta edição, ainda fomos atrás de dicas para você cuidar do seu filho vestibulando. Falando em ambiente familiar, não está na hora de preparar a sua casa para o inverno e deixá-la mais aconchegante? Inspirada nos ambientes rústicos dos hotéis-fazenda, a editoria Sua Casa traz soluções atuais e econômicas para dar aquela repaginada. Esses e outros assuntos você encontra nas próximas páginas. Boa leitura!


Editorial Humanizar é o nosso verbo Não adianta oferecer somente produtos de qualidade com preço justo para fidelizar o cliente. Uma marca que busca reconhecimento precisa ouvir o consumidor, olhá-lo nos olhos e conquistá-lo. E é em busca dessa relação que, em 2011, a Döhler percorre todas as regiões do país mais acertadas. Afinal, se a ideia é humanizar nossas relações comerciais, tanto no marketing, quanto no corpo a corpo com os lojistas, precisamos ouvir as pessoas e suas experiências com a nossa marca.

Carlos Alexandre Döhler Diretor Comercial

No ano passado, tomei a decisão de participar dos principais eventos de relacionamento com consumidores, lojistas e consultores de vendas que a empresa realiza pelo país. Desde janeiro, fui de Belo Horizonte a Teresina, passando por Campo Grande, Volta Redonda e Ribeirão Preto. Depois de alguns meses, tenho a certeza de que minha decisão foi das

No Momento Döhler, buscamos medir a aceitação dos nossos produtos e, mais do que isso, o sentimento que eles proporcionam. Assim, ao receber um abraço, um agradecimento ou uma sugestão de quem já levou nossa marca para casa, a equipe entende a importância do evento e tem a certeza de que o relacionamento da Döhler com o seu público ultrapassa as mídias sociais, os sites institucionais e as ações meramente comerciais. Vender sem conquistar está fora dos nossos objetivos e, para conquistar, temos a difícil missão de conhecer nosso consumidor e as peculiaridades de cada região. Nessa rotina de viagens aprendi que o primeiro passo é saber um pouco mais sobre o local de destino. E ao chegar lá são as pessoas que nos apresentam, em palavras ou costumes, como é esse lugar. Assim, nossos cursos de artesanato gratuitos tornaram-se um

laboratório para a nossa marca. Medimos a presença da Döhler em cada região, ouvimos elogios, sugestões e aceitamos de coração aberto eventuais críticas. E tudo ali, na hora, pois relacionamento de verdade tem que ser baseado em confiança. Esse é o jeito Döhler de se relacionar. É o que norteia nossas ações de marketing e o que estimula nossa equipe a entender os hábitos de consumo de quem opta pelos nossos produtos. Quanto mais convivemos com nossos consumidores, mais nos apaixonamos pelo que fazemos. Ao observar as pessoas no Momento Döhler – bordando, cantando e interagindo com nossa equipe – nos entusiasmamos mais e mais em proporcionar uma experiência diferenciada com a nossa marca, baseada na emoção e não apenas na oferta de produtos. Nas palavras da maior autoridade da administração moderna do mundo, Philip Kotler, “Marketing deixou de ser apenas um processo de vendas e publicidade para ser um conjunto de pro­­cessos em criar, comunicar, transmitir e entregar valor.” É o que a Döhler faz.

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3X4 A arte de transformar A diretora da Mostra Internacional de Cinema Infantil de Florianópolis, Luiza Lins, acredita no poder da sétima arte para fortalecer a cidadania Luiza Lins já mudou a vida de mais de 100 mil crianças. Esse é o número de frequentadores da Mostra Internacional de Cinema Infantil de Florianópolis, idealizada por Luiza, e que visa à inclusão social e à educação por meio da sétima arte. Muitas dessas crianças jamais teriam a oportunidade de entrar numa sala escura de exibição se não fosse pelo evento, que chegou este ano à décima edição. Catarinense de Itajaí, com formação técnica em Artes Cênicas, Luiza usa a sétima arte como instrumento transformador. É com o cinema feito no Brasil – e pensado para as crianças – que ela deseja não só formar público, mas também fortalecer a cidadania e a identidade nacional. Mãe de Catarina, 20 anos, e Antonio, 11, Luiza dribla desafios com persistência, por acreditar no poder da arte e da cultura para tornarem o mundo um lugar onde as diferenças são respeitadas. Ela faz de sua bandeira um exemplo de esperança na humanidade. Os mais de 100 mil sorrisos que ela despertou – e os que ainda despertará – são a força motriz de sua perseverança. Como foi a criação da Mostra de Cinema Infantil?

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Quando começamos, não tinha nem filme infantil para exibir. Ninguém levantava a bandeira do cinema brasileiro para crianças. Estamos na décima edição, e vamos lançar uma caixa com 33 curtas nacionais! É uma construção. Na época, pensamos em provocar esse debate, para que houvesse a segunda edição da Mostra. E foi acontecendo. Estou indo para cidades do interior de Santa Catarina para divulgar a Mostra e fazer um Cineclube, e as pessoas reclamam que em suas cidades não tem nada. Tudo é uma construção, alguém tem que fazer. Por que é tão importante o cinema infantil e brasileiro? Nos primeiros encontros, as pessoas associavam cinema infantil a cinema social, achavam que eu estava fazendo uma boa ação. É muito mais que isso. É estratégico para o mercado brasileiro. Acredito piamente que estamos formando público para o cinema brasileiro. Se as crianças crescerem habituadas a ver sua cultura na tela, vão consumir cinema quando jovens e adultas. Além disso, é estratégico para a cultura, para a sociedade como um todo, para a nação, para a formação do cidadão, para fortalecer a identidade nacional.

Como assim? A criança que cresce vendo só filme americano não tem familiaridade com a sua cultura, com o Outro brasileiro, com as diferenças. Não é à toa que o Norte Europeu, o Canadá e outros países investem 25% dos recursos de cinema para o cinema infantil. Tem gente que cresceu vendo outra cultura e acha a nossa menor. Diariamente, vemos pessoas, no seu discurso cotidiano, diminuindo o Brasil, porque não se reconhecem enquanto brasileiros. Não conhecem o Brasil. Qual o papel da cultura nesse processo?

Acredito que uma criança sem contato com a cultura não vai ser uma cidadã plena. Educação não se faz só na escola. Essa separação entre escola e cultura é muito danosa. Como superar os obstáculos que aparecem? Acredito muito no que eu faço, e isso me dá muita força. Acredito


na inclusão social através da cultura. Isso me dá muita propriedade. Ao mesmo tempo, fico buscando estraté Luiza Lins vê nas crianças gias para a possibilidade de recomeçar e de fazer um mundo melhor superar a falta de conhecimento da pessoa que está na minha frente. Procuro um meio pelo qual eu possa entrar, com cuidado para não ser uma coisa arrogante. Tem que ter muita paciência para explicar. A gente está formando também essa pessoa, geralmente de cida­ des fora dos grandes centros, e que provavelmente não teve uma formação cultural na infância. Eu venço pelo cansaço, e sou um pouco obsessiva pelo tema. Se não fosse, não conseguiria. Escuto uns quatro nãos, e na quinta vez, eu vou lá e tento de novo. Tenho total domínio do tema, e me emociono, porque o que estou falando é uma verdade. Isso me dá força e me nutre. A Mostra fica maior a cada edição. Por que isso? É difícil fazer um evento diferente todo ano, cada vez maior e melhor, mas tem de ser, para chamar a atenção. Porque se não for assim, vai cair na mesmice e não consigo mais captar recursos para

sua realização. Todo ano tenho que provar que é importante, então é preciso renovação, sempre.

 Fila para entrada da Mostra

Tem que inovar para ser atrativo, é fundamental. Fomos pioneiros em SC. Na época que começamos, não havia o hábito de fazer projetos com inclusão social. Nós levamos crianças de famílias de baixa renda para as salas de cinema, e levamos exibições para cidades onde não há cinema. O evento conta com a participação de atores e diretores, além de oficinas e workshops para as crianças sobre como fazer cinema. Qual a importância de se entender o processo?

A criança tem de entender que tudo tem uma construção. Uma coisa é ver, a outra é fazer. E outra coisa é a atriz principal ou o diretor do filme sentarem e conversarem com ela. Isso tudo amplia o conhecimento, faz entender outras coisas, que aquilo exigiu um certo esforço e, ao desconstruir, ela consegue analisar e pensar sua própria vida. Tornamos o cinema uma coisa  Para algumas crianças, é a primeira vez no cinema muito próxima da criança. Não é tão distante quanto parece. As coisas não aparecem de repente, tiveram uma construção que levou ao produto final. A Mostra tem filmes de vários países do mundo. Por quê? É fundamental conhecer outras

culturas. A gente vê que o mundo é feito de muitas diferenças e isso é o legal. Tenho ido para lugares muito diferentes, como o Irã e a Suécia, por exemplo. Aceitar a diferença é muito legal. A diversidade é a riqueza do mundo. Ter contato com isso nos torna muito mais tolerantes. Por isso digo que a cultura salva. Temos uma compreensão da condição humana muito maior. Ver as crianças de lencinho no Irã me emocionou muito, porque são crianças. Por que você se emociona?

A criança é a possibilidade da gente recomeçar. O mundo não está legal. Temos conflitos, guerras, violência, agressões ao meio ambiente. A criança representa a possibilidade de transformar o mundo num lugar mais justo e sustentável. É como um novo amanhecer. A tua manhã é a possibilidade de um dia melhor. A criança é a possibilidade de tornar um mundo melhor. Currículo Formação: estudou Comunicação na PU-RJ, fez Inglês e cursos de teatro em Nova York, EUA. Trabalhos: atuou no programa infantil Revistinha (TV Cultura) e foi dubladora na Álamo, em São Paulo. Em Florianópolis, fez teatro e apresentou programas de TV. Realizou projetos nas áreas de vídeo e cinema, e recebeu diversos prêmios e homenagens. Em 2002, criou a primeira Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Presidiu a Cinemateca Catarinense entre 2006 e 2008.

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Isso é Tendência A quitanda da moda Estilistas de grandes marcas apresentam releituras do Tropicalismo para colorir a moda do inverno e primavera do Hemisfério Norte

Aqui, brasilidade. No exterior, tropicalismo. Não importa o nome. O fato é que frutas, flores e animais são recriados em estampas e invadiram as passarelas europeias, ditando a tendência das próximas estações. Sejam os limões sicilianos da estilista inglesa Stella McCartney ou as bananas e macacos da italiana Miuccia Prada. Até a primeira-dama norte-americana, Michelle Obama, que já virou a queridinha dos jornalistas de moda, mostrou que a tendência é forte também nos Estados Unidos e desfilou, em recente visita ao Brasil, com estampa de plantas.

inspirado as cole­  Bananas e macacos estilições de 2011. As zados na coleção bananas já esta­ da Prada vam presentes nas roupas de Caetano Veloso e as plantas e flores, nos belos vestidos de Rita Lee. Saindo do Brasil e indo para os Estados Unidos, encontramos nos filmes que retratam a década de 50, mamães vestindo tubinhos com estampas de frutas.

Muito antes, na década de 60, Caetano Veloso ditava moda

Mas o Tropicalismo não é tão novo, pelo menos não por aqui. É só olhar para atrás, lá no final da década de 60, para ver que a moda imita a arte e que as roupas utilizadas pelos artistas da Tropicália podem muito bem ter

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 Os limões sicilianos nas criações de Stella McCartney

A coleção de inverno mal foi lançada na Semana de Moda de Paris e já tem desdobramentos aqui no Brasil. A febre da meia estação é o casaqueto com estampas florais, que também estão nas camisetes, relembrando o estilo Liberty. As frutas já desfilaram na coleção do verão brasileiro e voltam ainda tímidas. Assim, a moda do nosso outono não só reforça as tendências de marcas consagradas do exterior, como também dá aquele toque brasileiro.


Onça: do luxo ao pop Com Dior, era sinônimo de luxo. Anos mais tarde ganhou cores nas criações de Marc Jacobs e as ruas, em produtos que vestem desde os pés até a cabeça das mulheres Ao lançar o perfume Miss Dior, em 1947, Christian Dior também lançou, consciente ou não, uma tendência que não se esgota – a estampa de onça. Um pouco antes, a estampa aparecia de vez em quando nos looks da cantora Josephine Baker, que adorava tanto onças que tinha uma de verdade como bicho de estimação. Também a eterna bonequinha de luxo Audrey Hepburn teve suas aparições

com acessórios de oncinha. Já na época do perfume de Dior, a estampa não fazia parte do produto, mas ilustrava a campanha publicitária. Foi o suficiente para se transformar em um item de luxo. Da década de 40 para os dias de hoje, a oncinha passou por diversas criações, como as de Saint Laurent, Dolce e Gabbana, Roberto Cavalli e Marc Jacobs. Este último inovou, em 2010, incluindo cores vibrantes

 A meia calça de oncinha é a novidade do inverno

à estampa, nas bolsas da Louis Vuitton. Por aqui, a brasileiríssima onça-pintada, também conhecida por jaguaretê, era referência no Tropicalismo. Com o tempo, ganhou espaço nas linhas de lingerie e de acessórios, até se expandir para todos os itens do vestuário. Para o outono/inverno 2011, as novidades são meias-calças e calças legging com a estampa.

Tendência invade a coleção da Döhler Não dá para ficar de fora da moda. Seja para decorar a sua casa ou embelezar seu artesanato, florais e frutas invadem os produtos da coleção 2011 e são um convite à criatividade Na linha de tecidos para patch­ work, a Döhler confirma que o estilo Liberty nunca sai de moda. As consumidoras também confirmam seu talento no artesanato e vão além, com criações de belos casaquetos de meia-estação em estampas florais. Aliás, o romantismo das flores pode colorir sua casa, com a utilização dos tecidos para decoração da linha Belize e da cortina Elena. A marca também se antecipou com a coleção inspirada na brasilidade e oferece o tecido de patchwork com bananas e abacaxis. Que tal se inspirar no

“bananismo” da estilista Miuccia Prada e criar suas próprias peças?  Casaqueto floral com manga 3/4 é a aposta das consumidoras  Estilo Liberty para decorar a sua casa

 O tecido também é da linha de artesanato e já está nas lojas

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Mídias Sociais

SAC com diálogo O consumidor espera um bom atendimento, além de um produto de qualidade com preço justo. No caminho para conquistar sua confiança está a comunicação, através do SAC ou das ações de marketing, sendo essencial reconhecer o consumidor e estar onde ele está

João está sintonizado na sua rádio preferida quando escuta a propaganda da empresa que fabrica a camiseta que ele adora. Ao abrir seu email, recebe informações de uma promoção da mesma marca e, quando tem uma dúvida sobre como lavar sua camiseta sem estragar a estampa, ele descobre que o Serviço de Atendimento ao Consumidor tem a solução. Mas não foi preciso ligar para o 0800, bastou utilizar o Twitter. A sensação que João tem – e aqui podia ser qualquer outra pessoa – é a de ser reconhecido e prontamente atendido. Apesar da marca ter milhares de clientes, suas ações consideraram a individualidade de João e, assim, ele se transformou em um consumidor satisfeito e a marca da camiseta ganhou um cliente fiel. Foi-se o tempo em que o Serviço de Atendimento ao Consumidor só atendia por demanda. Com a mudança do perfil do consumidor – agora ele sabe dos seus direitos e busca empresas que pensam como ele –, o SAC também mudou. Agora, o canal de relacionamento busca no diálogo a confiança do seu consumidor. Ultrapassa as linhas telefônicas para marcar presença também na internet, aproximando-se com

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pró-atividade. Enfim, o SAC na web monitora e previne eventuais crises, porque na rede mundial de computadores, um comentário ruim pode ganhar grandes proporções. Quando o assunto é reclamar, fica ainda mais fácil mobilizar as pessoas. Através da internet, elas compartilham informações e se mobilizam para pressionar as empresas a cumprirem os seus deveres. Assim, quem quer uma

 Na web, o atendimento requer agilidade e preparo para gerenciar eventuais crises

imagem positiva no meio digital precisa rever seu jeito de corrigir falhas e de atender seu consumidor. A postura passiva, de atender somente solicitações, dá lugar ao monitoramento constante da marca e da pró-atividade para avaliar a sua recepção e para responder àqueles que divulgam sua insatisfação.

Döhler na rede Quando a empresa entrou nas mídias sociais, no final de 2010, viu que o relacionamento com o consumidor na internet era constante e eficiente. Exatamente o que a marca buscava. Além de interagir, através da personagem Dedê, algumas pessoas aproveitam o canal para solicitar informações. O SAC da empresa começa, aos poucos, a oferecer seus serviços na internet. Segundo a coordenadora do setor, Vera Nöthen, a maioria dos contatos ainda é pelo 0800 – mais de 1,7 mil em abril – e por email – 205 solicitações em abril. Porém, há a possibilidade de solicitações através do Skype e do site www.reclameaqui.com.br. Como a empresa possui perfis nas redes sociais e um serviço de monitoramento da marca, o SAC consegue responder as solicitações e corrigir eventuais falhas divulgadas pelos  A equipe do SAC - próprio e em constante capacitação consumidores na internet.


Comportamento

Conexão sem fronteiras Xbox, podcast, URL, Google, chat, WAP, HD, download, Blu-Ray, MSN, Facebook, Web 2.0, iPod, iPhone, 3G, Twitter. Você já fala essa língua? Os jovens são diferentes entre si. Alguns querem mudar o mundo, uns planejam construir uma família e outros não querem saber de nada disso. Mas uma coisa eles têm em comum, no Brasil e no mundo: o consumo no meio digital. Pode ser para buscar informação, música, contatos ou para comprar produtos... Por aqui, 89% dos jovens brasileiros acessam a internet em casa e mais da metade destes faz isso todos os dias e, quando navegam, adoram um bate-papo: 94% curte o MSN, 95% a rede social Orkut, 33% o microblog Twitter e 21% o Facebook. Os dados, no entanto, mudam a cada dia,

pois o tempo ficou obsoleto na era digital. Os dados acima são do Dossiê Universo Jovem, realizado em 2010 pelo canal ícone da cultura jovem no mundo, a MTV. Nas mais de duas mil entrevistas realizadas pelo país, com pessoas entre 12 e 30 anos, quatro palavrinhas definiram o que buscam os jovens quando consomem mídia e tecnologia nos tempos atuais: crescimento, mudança, inovação e rapidez. O que eles e o resto do mundo percebem é que a tecnologia mudou a vida das pessoas, principalmente a internet, por socializar o acesso à informação e ampliar o contato com pessoas de qualquer lu-

gar do mundo. É a sensação de estar entre quatro paredes, mas de não ter fronteiras.

A onipresença da rede Enquanto assiste à TV, Felippe Corrêa programa o churrasco com os amigos e com a namorada, pela internet no celular. Mas no colo também está o laptop, para escolher as músicas que vão embalar a festa. Ele participa de tudo e está em todos os lugares, virtualmente falando. É assim quase todo o fim de semana. Felippe tem 22 anos, faz faculdade, trabalha na prefeitura da sua cidade e mora com os pais.

no celular, mas adora ter a possibilidade de enviar um email quando está na rua ou de bater papo no MSN quando pega o ônibus para Florianópolis. Já a sua namorada, Sabrina Filipini, de 21 anos, “é meio por fora dessas facilidades”. Ela gosta mesmo é de ter bônus de SMS para mandar suas mensagens. Como ela, 96% dos entrevistados pelo Dossiê da MTV têm no SMS a função mais utilizada no celular.

Em casa, ele utiliza o wireless, pois ainda é caro ter internet

“Torpedo é barato e uma forma rápida de se comunicar, mas tem

um problema: a gente nunca sabe direito se a pessoa está falando sério ou não. Por isso, algumas coisas eu prefiro falar ao vivo”, conta Sabrina. Essa vontade de interagir pessoalmente não se perdeu com o avanço das mídias sociais. Pelo contrário, até para navegar na internet, os jovens gostam da companhia dos amigos. Assim, alguns estudiosos do comportamento na era digital gostam de dizer que quando os jovens se trancam nos seu quartos não é para se isolar, mas para interagir com o seu mundo.

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Acontece Aqui Uma oportunidade para mudar vidas A Döhler é umas das empresas parceiras do Menor Aprendiz, que proporciona inclusão social e profissional a jovens maiores de 15 anos A tímida Daiane Damario, de 17 anos, chegou à Döhler com muitas dificuldades. Era complicado se expressar por palavras e até mesmo falar ao telefone. Mas, depois de dois meses na empresa, ela percebe que a primeira experiência profissional trará competências para o trabalho e lições para a vida. Na empresa, ela auxilia as atividades da secretária da diretoria comercial, Dieyd Zolet. Entre suas tarefas diárias, a jovem já escolheu a sua preferida – organizar as viagens dos gestores. “Estou muito feliz por iniciar minha carreira profissional em uma empresa do porte da Döhler. Essa oportunidade me incentivou ainda mais e pretendo prestar vestibular no final do ano”, revela nossa jovem aprendiz. O contato com os colegas de trabalho e com as atividades administrativas da empresa deixaram Daiane mais confiante. Ela conta que em dois meses muita coisa mudou. “Minha dificuldade de escrita e a timidez prejudicavam o meu desempenho no trabalho. Era difícil até falar ao telefone. Aí a Dieyd percebeu isso e me indicou a leitura para melhorar minha ortografia. Segui seu conselho, fui à biblioteca da Döhler e já sinto a diferença depois de ler dois livros”. Fora do trabalho, a jovem continua seus estudos de Serviços Adminis-

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 Daiane (à direita) desenvolve as tarefas sob a tutela de Dieyd

trativos, no Centro Educacional Dom Bosco, em Joinville. Como Daiane, outros jovens, a partir de 15 anos, podem participar do programa Menor Aprendiz na Döhler. As histórias de superação já se espalham pelos corredores da empresa. Para o diretor comercial da empresa, Carlos Alexandre Döhler, o projeto traz benefícios para

o jovem e para a empresa, pois dá aos colaboradores a chance de repassar seus melhores valores – pessoais e profissionais. “O programa está em consonância com as crenças sociais da Döhler, pois tira o menor de um ambiente muitas vezes inseguro e sem referências, para um local onde a ética norteia deveres e direitos e as relações interpessoais”, ressalta o diretor.

O programa pelo país Mais de 500 empresas brasileiras são parceiras de uma entidade que, desde 1979, capacita jovens para o mercado de trabalho. Um dos projetos dessa entidade não governamental chamada Associação de Ensino Social Profissionalizante (Espro) é o programa Menor Aprendiz. Nele, a Espro alia-se a instituições de ensino e a empresas para dar oportunidade a jovens de várias cidades brasileiras. Desde 2000, a instituição os encaminha para empresas em diversas regiões do país. Segundo a entidade, são 13 mil jovens capacitados todos os anos.


Produtos da Döhler compõem cenário na TV O primeiro seriado de comédia da HBO Brasil, gravado em Porto Alegre (RS), traz itens da linha de cama da marca Para agradar os homens ou por pura esquisitice, a personagem Graça tem a mania de copiar a personalidade dos homens com quem se envolve. Com o fumante, ela fuma. Com o atleta, ela malha. Suas aventuras em busca de um amor foram exibidas

com muito bom humor no seriado Mulher de Fases, transmitido em 13 capítulos, nos meses de abril e maio, pela HBO Brasil. Em parceria com a produção da série, gravada em Porto Alegre, a marca levou para a televisão

uma mostra dos seus produtos. No quarto da protagonista, toda a roupa de cama era Döhler. Com essa ação, que dá continuidade aos estudos da marca sobre o universo feminino, a empresa consolida o relacionamento com a mulher brasileira de classe média.

Paixão nacional As fraldas de pano voltaram Depois do Flamengo, Döhler traz itens de outros clubes brasileiros

Há quase um século, a Döhler produz fraldas e, agora, com um empurrãozinho de um ícone da TV, a marca comemora seu retorno

Torcedor que é torcedor não veste só a camisa do time, mas se cobre com as cores do clube e leva o timão à praia. Após lançar a linha de licenciados para os flamenguistas – a maior torcida do país, a Döhler traz ao mercado produtos de mais seis clubes e está em fase de amostras com outros cinco.

É certo que muitas mães e avós nunca deixaram de lado as fraldinhas de pano que dão mais conforto ao bebê e são a opção para quem preserva hábitos sustentáveis. No entanto, com a criação das fraldas industrializadas e a correria do dia a dia, muitas optaram pela praticidade do material plástico descartável.

 Para o torcedor dormir e acordar com o seu time

Já estão disponíveis para venda as colchas de solteiro de Gorgurão e as toalhas de praia Velour com as cores e os brasões do Atlético Paranaense, Atlético Mineiro, Botafogo, Coritiba, Cruzeiro e Vasco.

 Fraldas de pano na cor branca e com estampas intantis

Depois de algum tempo esquecido pelo mercado, o produto retorna às prateleiras e ganha adeptos famosos. Afinal, o custo é menor – dá para comprar em metro ou em pacotes com várias unidades –, não são descartadas após o primeiro uso e, dependendo da qualidade do material, resistem a muitas lavagens. Na Döhler, as fraldas de pano são fabricadas há quase 100 anos na cor branca e em várias estampas infantis, para meninos e meninas, com 100% de algodão. Para reforçar a tradição centenária da empresa, a Döhler presenteou a neta da apresentadora Ana Maria Braga com um kit do produto. E recebeu um agradecimento especial, ao vivo, durante o programa da Rede Globo, Mais Você.

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Em Destaque Lei antifumo: a liberdade de um e o direito do outro Restaurantes com mesas para fumantes, pistas de dança enfumaçadas, bares cheios de cinzeiros nos balcões. Essas cenas estão virando coisa do passado, tanto quanto fumar nos escritórios, prática comum há duas décadas e abolida nos últimos anos. Um dos motivos para essas mudanças de comportamento é a lei antifumo, que se espalhou pelo país e que proíbe o consumo do cigarro em locais públicos e fechados. A oncologista Senen Hauff, do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon) de Santa Catarina, lembra que essas medidas seguem um tratado internacional. Uma lei nacional está tramitando no Congresso, em Brasília.   – A próxima geração terá um modelo de comportamento mais saudável a seguir, e teremos um percentual cada vez menor de fumantes entre a população.   Em Florianópolis, onde a lei está em vigor desde maio de 2010, foi observada a redução de 10,5% nas internações por infarto, o que Senen associa à redução do fumo. No entanto, há o outro lado da moeda: e o direito do fumante de fazer sua própria escolha, como fica?   A médica do Programa de

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Tabagismo da Unimed Grande Florianópolis, Silvia Cardoso Bittencourt, reconhece que, por um lado, os fumantes se sentem pressionados. Ao mesmo tempo, afirmam que a medida tem estimulado para que eles fumem menos. – Ao sair para fumar, esse ato se torna mais consciente. Assim, não acendem o cigarro apenas por hábito, mas sim quando realmente sentem vontade de fumar – destaca Silvia.   O jornalista Fábio Bianchini, que não fuma, considera a lei autoritária. Ele entende que seria mais simples se proprietários de estabelecimentos optassem por permitir ou não o fumo, e os frequentadores escolheriam em que locais ir.    – Se tantos reclamam da fumaça, acredito que prefeririam um lugar assim, sem ter que impedir os outros de fumar enquanto bebem suas cervejas no balcão ou na pista de dança – argumenta.   Para não perder a clientela, os estabelecimentos tiveram de se adaptar. Alguns abriram espaços ao ar livre, outros modificaram o sistema de cobrança para permitir a saída dos fumantes.   Em princípio, empresários dos setores de bares, hotéis e restaurantes eram contra a medida,

segundo o diretor de relações governamentais da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), Bernardo Meyer. Havia o temor da perda de clientes, o que não se confirmou. – Ninguém deixou de sair ou frequentar restaurantes por isso, ao contrário. Aumentou o número de pessoas, porque não precisam conviver


com a fumaça. Os ambientes estão mais saudáveis, tanto para os clientes quanto para os funcionários e os próprios empresários – observa Meyer.   Garçons e garçonetes não precisam mais voltar para casa com cheiro de cigarro nas roupas, e deixaram de ser fumantes passivos.

Bianchini lembra que há outros hábitos que incomodam mais do que o cigarro: falta de educação em filas, gente briguenta e, pior ainda, pessoas que dirigem alcoolizadas. Em todo o caso, vale usar o bom senso e pensar que todos são livres, desde que a liberdade de um termine onde começa a do outro.

NO MUNDO

1,2 bilhão de fumantes • 4,9 milhões de mortes por ano (10 mil por dia)

NO BRASIL

38 milhões - 200 mil mortes por ano • 1 milhão de hospitalizações no sistema público de saúde (SUS) em 2007 • R$ 1,5 bilhão gastos com essas hospitalizações

ONDE A LEI PEGOU

São mais de 90 países, entre eles: Austrália, Nova Zelândia, Vietnã, Taiwan, Butão, Cazaquistão, Turquia, Síria, Estônia, Letônia, Noruega, Suécia, Finlândia, Holanda, Reino Unido, Irlanda, França, Espanha, Islândia, Uruguai, Colômbia, Canadá, México Fontes: Sistema Único de Saúde (SUS), Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, site www.queroparardefumar.com.br

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Momento Döhler Multiplicar o bem Um evento que aproxima consumidores e consultores de vendas também leva a solidariedade para as cidades brasileiras “Muito obrigada pelo empenho e carinho de todos”, “Agradecemos o seu apoio”, “Que o trabalho de vocês possa ser partilhado entre os mais carentes”. A Döhler guarda com orgulho essas e outras manifestações de agradecimento e se engrandece ao saber que um evento que começou há um ano, tímido, mas cheio de expectativas, já se consolida nacionalmente. Unir arte e ação social, em um ambiente descontraído só podia mesmo dar certo. Em um ano de Momento Döhler, mais de dez destinos foram visitados, com cerca de 5 mil consumidores participantes e, aproximadamente, 2,5 mil consultores. O evento promovido pela Döhler ganha corpo e até dezembro de 2011 vai percorrer as regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sul e Sudeste. Por onde passa, o Momento

Döhler leva informação e alegria, além de compartilhar com os participantes os valores da empresa. Um deles, a responsabilidade social, mobiliza cada cidade a ajudar uma instituição local, com doações de alimentos e outros itens de necessidade básica. O convite à solidariedade é aceito pelos participantes e é possível arrecadar mais de uma tonelada de alimentos a cada evento. Até maio, com o evento em Ribeirão Preto, São Paulo, 16 entidades que cuidam de jovens em situação de risco, idosos e pessoas enfermas foram beneficiadas. Em janeiro, as instituições de Belo Horizonte (MG), Leuceminas e Lar Teresa de Jesus – casas de apoio para pessoas carentes portadoras de câncer – dividiram uma tonelada de alimentos arrecadados no

Retorno que nos engrandece “Gostaríamos de agradecer pelas doações que nos foram encaminhadas. Somamos ao todo 319 kg de alimentos não perecíveis, o que muito nos ajudará na manutenção das cestas básicas levadas, mensalmente, aos nossos assistidos. Que o trabalho de vocês possa ser sempre abençoado por Deus e partilhado com os mais pobres.” Centro Social Dom Bosco, de Campo Grande

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“O Lar Teresa de Jesus e demais pessoas acolhidas pela instituição agradecem o recebimento da doação de alimentos, que foram arrecadados durante a realização do evento Momento Döhler. Muito obrigada pelo empenho e carinho de todos! Aqui estamos sempre em oração por todos que nos ajudam nesta caminhada.” Diretoria do Lar Teresa de Jesus, de Belo Horizonte

evento. Em abril, o Centro Social Dom Bosco e Casa da Criança Peniel, de Campo Grande (MS), receberam mais de 300 kg de alimentos para auxiliar as famílias assistidas pelos projetos. Além desses locais, a Döhler, junto com os amantes do artesanato ajudou, até maio deste ano, a Casa de Assis e a Unidade Familiar (São José dos Campos – SP), o Lar Infantil Sol Amigo e o Cajema (Curitiba – PR), a Associação de Amigos da Criança com Câncer (Cuiabá – MT), o Abrigo São Vicente de Paulo e o Vida Serena (Ilhéus – BA), a Casa do Excepcional Santa Rita de Cássia e o IE – Dias da Cruz (Porto Alegre – RS), o Abrigo São Lucas (Teresina - PI), o Centro Educacional Infantil Monte do Carmo (Palmas – TO), o Lar e Escola Recanto das Crianças (Volta Redonda – RJ) e o Corassol (Ribeirão Preto – SP).


Viaje Nessa Uma cidade em homenagem à Imperatriz Coloca a chulipa e alonga os cambitos pra embarcar nessa viagem pelo interior do Piauí, na primeira capital planejada do país A crença dos índios, as características étnicas dos negros e os traços linguísticos dos portugueses compõem a singularidade do povo de Teresina. Uma capital no interior, longe das atrações praianas do resto do Nordeste, encanta pelo planejamento de seu território, com avenidas arborizadas, praças e parques para o passeio em família. Os menores índices de criminalidade entre as

capitais do país, aliados à vocação para o trabalho, completam a capital que traz em seu nome uma homenagem à Imperatriz Teresa Cristina.

Complexo Turístico Mirante Ponte Estaiada – construída sobre o rio Poti, é uma das atrações mais recentes da cidade. Tem um mirante a 95 metros de altura, com capacidade para 100 pessoas. O complexo inclui playground, lanchonetes e quiosques de artesanato com produtos típicos da cidade.

Judiciário. Tem 15 salas para exibição e 2 mil peças que contam a história do Piauí.

Parque Ambiental Encontro dos Rios – é onde os rios Poti e Parnaíba se encontram. Há trilhas, áreas para pesca, produtos artesanais, um monumento à lenda do Cabeça de Cuia, dois mirantes, restaurante flutuante e central turística. Abriga o Museu dos Rios. Museu do Piauí – sobrado em estilo colonial que foi sede do Governo da Província e do Poder

Nas cantigas e poesias, a história da região é contada. O Boi Bumbá de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha canta a festa genuína do estado, o Bumba-meu-boi. “Ê, boi/ ê, boi/ ê, boi do Piauí. Quem não dançar

 Teresina foi a primeira cidade planejada do Brasil, fundada em 1852

esse boi/ não pode sair daqui”. Olhar para a frente, sem esquecer o passado é a filosofia que o povo de Teresina segue. A cidade ganha torres envidraçadas, fruto do aquecimento da construção civil, mas mantém seus espaços arborizados, o que lhe rendeu o apelido de Cidade Verde. Para quem ainda não matou a charada do título, chulipa é tênis e cambito é perna fina.

 A Ponte Estaiada tem um mirante a 95 metros de altura, de onde se observa boa parte da cidade

Centro de Artesanato Mestre Dezinho – feira de artesanato na Praça Pedro II, abriga a Escola de Música de Teresina e a Escola de Balé. É um ótimo lugar para comprar lembrancinhas. Saiba mais sobre turismo no Piauí no site: www.teresina-pi-gov.com.br Crédito fotos: Secretaria de Comunicação de Teresina  No Parque Encontro dos Rios, a principal atração natural é a foz do Rio Poti, que deságua no Rio Parnaíba

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Fazendo a Diferença Ser sustentável é ir além Seja nos processos produtivos ou nas ações com colaboradores e com a comunidade, os valores ambientais da empresa estão presentes, multiplicando o objetivo de conquistar uma produção ainda mais moderna e sustentável Cumprir diretrizes ambientais é pouco para uma empresa que, já na década de 1980, quando o conceito de responsabilidade ambiental era pouco difundido no país, inaugurava sua estação de tratamento de efluentes e, anos mais tarde, o primeiro aterro industrial próprio do Sul do país. A Döhler se orgulha do pioneirismo ambiental e de oferecer os seus produtos – todos os cinco mil itens – com selos de qualidade e com certificações ambientais internacionais. Agora, a empresa quer ir além, inovando nos processos para conquistar uma produção eficiente e com a utilização de menos recursos naturais ou químicos. “Precisamos repensar os modos tradicionais de produzir para investir em processos que utilizem, por exemplo, menos energia e menos água (ou que não a utilize); que trabalhem com produtos químicos diferenciados e mais seguros; que fechem um ciclo com menos perdas”, defende o coordenador do Sistema de Gestão da Qualidade Ambiental (SGQA), Ricardo Döhler. Para manter um ambiente ecologicamente correto, não basta distribuir lixeiras para a coleta seletiva. É preciso investir em maquinários de última geração, já fabricados para garantir a eficácia

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dos processos com uso racional de recursos, e na conscientização dos colaboradores, que são multiplicadores dos valores da empresa e de novos hábitos sustentáveis. Dentro e fora do trabalho. “O sistema de gestão de qualidade trabalha com todo o ambiente de uma empresa, des-

de a organização dos setores, até a promoção de hábitos ambientais dentro e fora do trabalho. Assim, para atingir todos os colaboradores, é preciso contar com o esforço de supervisores e gerentes para multiplicar nossas ações”, explica o coordenador do SGQA da Döhler.

 A estação de tratamento de efluentes possibilita a reutilização de quase um terço da água no processo produtivo

A responsabilidade ambiental do papel As empresas possuem diretrizes legais para atuarem de maneira ambientalmente responsável. Em 1981, uma mudança na legislação ambiental brasileira deu início ao conceito de responsabilidade objetiva, no qual os danos causados pela atividade industrial não poderiam ser partilhados com a comunidade. Para a lei, conhecida como Política Nacional do Meio Ambiente, não há mais dano ambiental tolerado, sendo o poluidor sujeito a multas. Após essa mudança conceitual, outras normas, inclusive internacionais, foram introduzidas na rotina das empresas, como o conjunto de ISOs. Assim, antes de abrir as portas e começar seus trabalhos, o setor produtivo cumpre regras. No entanto, algumas empresas vão além e buscam ser referência ambiental em seus setores.


Novinhas em Folha Memória de elefante Para quem quer se lembrar de tudo em apenas um clique, o Evernote salva notas de imagem, texto, áudio e links e as armazena em uma grande memória digital Onde está o papelzinho com as dicas de filme? O que o palestrante falou sobre gestão? Perdi o link com as informações da viagem! Qual era mesmo o nome daquele vinho que tomamos na festa? Quem já não se deparou com essas situações e ficou pensando em uma maneira de anotar tudinho para não se esquecer? É isso que oferece o aplicativo para computadores, tablets e

celulares chamado Evernote. Ele armazena diversos arquivos – de texto, imagem, som, links de internet – e você pode organizá-los em pastas e salvar as notas com palavras-chave para facilitar sua busca. O aplicativo tem uma versão gratuita e uma Premium, com mais recursos, podendo ser usado no sistema Windows e Mac. O ideal é instalá-lo no computador de casa, no laptop e no celular; no entanto, se for

Vai viajar a negócios? Guarde bilhetes de avião e números de confirmação, contas de hotel e recibos para os seus relatórios de despesas. Dá para tirar fotos desses comprovantes ou salvar o link da internet com essas informações.

Provou um vinho e gostou? Com o aplicativo no seu celular é possível tirar uma foto da embalagem para, na próxima ida ao supermercado ou ao restaurante, você não se esquecer de comprá-lo.

preciso acessá-lo fora dos seus aparelhos, basta acessar o Evernote pela internet. Já que para a neurociência, a capacidade de armazenamento do nosso cérebro ainda é um enigma, é melhor não sobrecarregar a memória com tanta informação. Já basta memorizar senhas bancárias, telefones importantes, compromissos, horários de medicamentos, aniversários e planos. Saiba como utilizar Tudo o que você captura pelo aplicativo é automaticamente processado, indexado e pesquisável.

Está em reunião? Grave o que achar interessante em reuniões e palestras e tenha o áudio de momentos importantes da sua carreira.

Está pesquisando na internet? Acesse sites de seu interesse e capture essas páginas diretamente do seu navegador. É possível também guardar informações do microblog Twitter, através do @myEN. www.evernote.com

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Balcão Promova relações amigáveis A interação saudável com os colegas de trabalho influencia o dia a dia da empresa e o desempenho do grupo capacitação profissional ou recompensas financeiras. Para quem está no comando da equipe, vale uma reflexão das atitudes profissionais e adoção de uma postura mais humanista. - Seja flexível: não há uma fórmula milagrosa que sirva para todos. Descobrir o que motiva cada funcionário traz resultados positivos para o grupo.

Conviver com a diversidade dos outros não é fácil para algumas pessoas, principalmente no ambiente de trabalho. No entanto, para qualquer rotina profissional dar certo e ser prazerosa, é preciso investir no bom relacionamento entre as pessoas. Para isso, duas palavras são essenciais: compreensão e cooperação. O ambiente organizacional de hoje é muito dinâmico, com intensa interação com as pessoas e com mudanças, sejam de processos, cultura ou até mesmo de lideranças. Assim, as empresas que querem acompanhar as transformações

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- Dê feedback positivo: é preciso reconhecer os acertos mais do que os erros e destacar os pontos fortes  Relação interpessoal melhora de cada um. Mesmo no ambiente de trabalho erro, as críticas precisam do mercado de trabalho preci- ser construtivas. sam investir em um ambiente - Conquiste a confiança: cobre que possibilite o crescimento pessoal de seus funcionários bons resultados, prazos e metas, e que valorize a qualidade de mas não se esqueça de cumprir vida. Para quem comanda uma o que prometeu. equipe de vendas e quer alcançar melhores resultados, com - Seja pé no chão: trabalhe com um grupo disposto e unido, a metas de acordo com a realidadica dos especialistas em treina- de do mercado. Não transforme mento é humanizar as relações. esses números em uma frustraA própria psicologia, em seus ção para sua equipe de vendas. conceitos, define o ser humano - Participe: não apareça apenas como um animal social, sendo as interações saudáveis entre es- para cobrar ou para agradecer. ses seres, o caminho para desen- Estar presente para orientar e dar volver nossas habilidades. Assim, assistência à equipe é importanestimular o convívio da equipe é te para entender por que as coitão importante quanto oferecer sas estão ou não funcionando.


Viva Bem Prevenir com moderação Uma consulta aqui, um exame ali, uma autoavaliação acolá e a sensação irreal de proteção Aos 63 anos, Mauro Pereira tem uma saúde invejável. Caminha, come frutas e verduras, não fuma e faz suas consultas médicas de rotina. “Não fujo de médico. Quero viver mais de 100 anos”, brinca. Mauro faz parte de um grupo pequeno de brasileiros que investem na prevenção de problemas de saúde. É isso o que mostra a pesquisa Philips Index, que avaliou, em 2010, o estado de saúde e bem-estar das pessoas, nos Estados Unidos, na China e no Brasil. Entre os brasileiros, apenas 46% afirmaram fazer o checkup anual de saúde. Não só a frequência da avaliação é importante, mas também os ti-

pos de exames, já que para cada idade, rotina e histórico familiar, há um checkup diferente. Para Mauro, agora é hora de prevenir doenças da próstata, manter a pressão sanguínea saudável e os ossos fortes. “Como tenho histórico de problema cardíaco na família, também faço exames do coração, mas às vezes são tantos procedimentos, que fico me perguntando se é mesmo necessário”, questiona. A dúvida dele é pertinente, pois ao contrário do que muitos pensam, procedimentos desnecessários podem trazer riscos à saúde, já que alguns utilizam radiação, sedação ou equipamentos invasi-

Informe-se sobre as prescrições médicas antes de realizar os exames

vos. Mas isso não quer dizer que você deve travar uma batalha com o médico a cada requisição de exame. O ideal é relatar ao especialista os casos de doenças na família e questionar a relevância das prescrições médicas. Siga o exemplo do Seu Mauro: “sempre que recebo um exame novo, pergunto como ele é feito e por que é importante eu fazer, para não ter surpresas na hora.”

Café da manhã bem brasileiro O duo pão francês com café, acompanhado de banana, dá energia para encarar um dia de trabalho Quando os imigrantes europeus chegaram ao Brasil, no século XIX, trouxeram o hábito de tomar café da manhã logo após o sol nascer. O tradicional café colonial europeu, com pães, queijos e carnes, dava a energia necessária para um dia de trabalho no campo. O brasileiro incorporou esse hábito e o modificou ao longo dos anos. Há quem goste de cereais com frutas, mas o café da manhã ti-

picamente brasileiro é o pão de trigo – ou d’água, cacetinho, pão francês, depende da região do país – acompanhado de café com leite. Essa combinação é bem vista também pelos especialistas em Nutrição. Sendo o café da manhã responsável por 20% das calorias de um dia, essa receita bem brasileira inclui o carboidrato do pão, a proteína e o cálcio

do leite e, acrescentando uma fruta, vitaminas e minerais.

A ciência explica. Durante uma noite de sono, o corpo diminui seu ritmo, mas continha queimando energia, mais ou menos 80 calorias por hora. Sem uma reposição ao acordar, o corpo não ativa completamente todas as suas funções.

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Sua Casa

Inverno aconchegante Cores neutras ou tons de terra, tapetes entrelaçados, pisos de madeira, tecidos crus e rústicos, como o linho. Tudo para trazer o aconchego do campo ao meio urbano Nem sempre é possível escapar da correria do dia a dia para usufruir da tranqui A Döhler lidade do cam- produz Chenille oito cores para po, mas dar um em compor diversos toque bucólico ambientes e roupas a sua casa na cidade é possível, sim. O primeiro passo é apostar nos materiais naturais (ou que pareçam naturais). Uma cortina de linho, na

 Cortina Döhler em linho e poliéster com estampa floral

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cor crua ou com estampa floral, por exemplo, em conjunto com sofás e almofadas de Chenille – tecido encorpado e sofisticado – são boas opções para esquentar Para os móveis, a pátina envelhecida dá um ar rústico ao ambiente. Pode ser feita tom sobre tom, para resgatar a cor original de madeiras e de peças de metal, ou em cores diferentes. Uma boa dica para não deixar o ambiente escuro demais é trabalhar com essa técnica de artesanato em pequenos móveis do quarto, como em um criado mudo, ou em peças da sala de estar, como cristaleiras e mesinhas de centro. Espaços maiores podem utilizar a pátina em móveis feitos com madeira de demolição, como os armários mineiros. Os hotéis-fazenda costumam compor ambientes temáticos com essas peças.

a sala de estar. Aliás, quem quer ousar, pode trabalhar com a aplicação desse tecido na parede, dando um ar ainda mais aconchegante para a casa.

 Pátina envelhecida em peça de madeira


É de Família Vestibulando à beira de um ataque de nervos É hora de preencher a inscrição do vestibular e decidir o futuro. Os próximos meses serão de estudos e de muita ansiedade. Aos pais cabe ajudar e não atrapalhar Uma dica às famílias de jovens que estão estudando para o vestibular: a última coisa que seu filho precisa é de alguém o pressionando. É claro que os pais sofrem junto e querem mostrar o melhor caminho, mas o importante para o jovem é ter autonomia e, junto com ela, a responsabilidade pela sua escolha. Assim, nada melhor do que manter um diálogo aberto e franco dentro de casa. Por que o seu filho escolheu essa profissão? Ele conhece as dificuldades do mercado de trabalho? Quais as suas expectativas profissionais? O adolescente, apesar de inexperiente, merece ser ouvido e suas opiniões, consideradas.

Para os pais que querem participar desse momento, a especialista em psicopedagogia escolar e clínica, Priscila Pasqualini, lista algumas ações importantes e ressalta que a base da relação nesse período é a conversa sem pregação; no entanto, os pais não podem esquecer que apoiar também inclui dar limites ao jovem e acompanhar sua rotina de estudos. - Estabeleça horário para os estudos, o lazer e as atividades da casa e procure não alterar a rotina do jovem. - Proporcione ao seu filho um ambiente favorável ao estudo. - Acompanhe o horário de es-

tudos fora da escola. A preparação inclui dedicação, mas não o isolamento. Por outro lado, não cumprir o cronograma de estudos diários também é um problema. - Incentive a prática de esporte. Isso contribui para aliviar o estresse e os problemas de postura causados pela rotina de estudos. - Deixe claro que não passar no vestibular não é o fim do mundo. O importante é escolher com calma a profissão e dar o melhor de si nas provas. - Se o jovem está em dúvida sobre sua escolha, leve-o a um profissional da área de Orientação Vocacional.

Confiança em primeiro lugar Para o jornalista Dorva Rezende, pai de Cleo Theodora, a convivência no período de estudos da filha não foi difícil. Aprovada para o curso de Educação Física, na Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc, Cleo tem apenas 17 anos, mas seu histórico como aluna e filha não deixou o pai preocupado. “Confiei que a

Cleo estava fazendo a coisa certa, pois ela sempre foi dedicada e, apesar da pouca idade, muito madura para decidir o que queria. Deixei-a livre para escolher a sua profissão, sem pressioná-la, mas sabia que Educação Física seria uma das opções, pois desde criança ela pratica – e adora – esportes”, conta Dorva.

Pai e filha comemoram a aprovação na universidade, em um curso que sempre fez parte de sua vida. “Cleo está bem entusiasmada, gosta bastante do curso e se surpreende com as boas notas, principalmente os dois 10 em Anatomia, pois no ensino médio ela tinha dificuldades com as matérias de Biologia.”

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O Curioso Quando a toalha era status social De gregos a ingleses, a toalha de mesa representava riqueza, bom gosto e até mesmo estado civil Ao que tudo indica foram os romanos, lá no século I d. C., que usaram toalhas de mesa pela primeira vez. No entanto, eram diferentes das atuais e lembravam tapetes, pois eram grossas e pesadas. Serviam para decorar, absorver líquidos e amortecer ruídos. Já na Idade Média, o item foi ganhando o aspecto atual. As toalhas de mesa eram um item de

luxo, brancas e banhadas em perfume, com pinturas de pássaros ou flores. Nos banquetes dos séculos XV e XVI elas tinham um papel importante. Eram trocadas durante as refeições, em um ritual que surpreendia os convidados. Eram três peças utilizadas nos banquetes, a primeira toalha “recebia” os convidados, a segunda revelava a refeição principal e a terceira, apresentava a sobremesa.

Com o tempo, a toalha ganhou bordados e rendas, chegando ao século XIX com cores diferentes, estampas com motivos geométricos, além de desenhos de frutas e de flores. Esse item também causou polêmica com a Rainha Vitória, da Inglaterra, que impôs aos ingleses, até o século XX, toalhas escuras e lisas para representarem sua viuvez.

Um país cheio de criatividade Para quem acha que o único inventor brasileiro é Santos Dumont, O Curioso separou outras criações do nosso país para você compartilhar com os seus amigos Cartão Telefônico Um tanto esquecido nos dias de hoje, o cartão feito de PVC foi uma criação do engenheiro Nélson Guilherme Bardini, em 1978, quando trabalhava na empresa Telebrás. No entanto, só foi implementado oficialmente no país em 1992. Copo Americano Copo conhecido por quem frequenta um tradicional botequim. Criado pela designer

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Nadir Figueiredo, em 1947, tem cinco modelos: dose, multiuso, long drink 300 ml, long drink 450 ml, e rocks. Em 1999, o copo americano multiuso foi eleito "O Melhor Copo para Cerveja". Dez anos depois, o Museu de Arte Moderna de Nova York passou a vendê-lo como produto típico do Brasil. Urna Eletrônica O primeiro terminal de votação por computador, instalado em Brusque, Santa Catarina, foi em caráter experimental, nas eleições de 1989. O “pai” do projeto é o

juiz Carlos Prudêncio, que com o apoio do seu irmão, da área de informática, conseguiu colocar sua criação nas eleições de 2000. Terço Eletrônico Para os fiéis não perderem a conta na hora das orações, Josué Corrêa de Lacerda criou, em 2000, o terço eletrônico. O terço é um aparelhinho à pilha que contém um chip eletrônico. Através dos botões, o fiel programa o texto das orações e conta cada reza feita. Fonte: Guia dos Curiosos.


Blog Dedê e Zezo, o início de tudo www.blogdadede.com.br Entra você primeiro, vai, Suely Regina! Eu estou suando tanto, mas tanto que não vai sobrar incenso nem vela acesos até eu chegar na mesa da Madame Zú. Tem certeza de que dá para confiar? Ah, claro, se o anúncio estava no mural de classificados do mercadinho do Cebola é algo acima de qualquer suspeita. Ô, prima, prestenção, fui! Vou sair de costas pra fingir que estou entrando e... Oi, Madame Zú! Linda esta sua bola de cristal, viu? Deixa que eu explico pra ela, Suely Regina! Nós viemos aqui saber se a senhora consegue ver se... Vou-arrumar-namorado-logo. Pronto, falei! Paga aí, prima, porque, afinal, é invenção sua. Entendido. Primeiro, mentalizar. Tic tac, tic tac. Nada ainda, madaminha do meu coração? Também, a senhora vai me desculpar, mas com a fumaceira que está vindo desses seus incensos – cof! cof! – vamos ficar com uma catinga de patchouli que nem gambá vai querer chegar perto.

tem nada melhorzinho no fundo dessa bola. Aceita uma lanterna?

Naquele mesmo dia, na Recreativa da Döhler, a previsão se cumpriu, quem diria, e eu conheci o Zezo, meu maridão há 13 anos. Cutuquei a Suely Regina quando na minha frente ele apareceu, recém-saído de uma partida de futebol, naquele campo encharcado pelo temporal que desabou. Como é que eu sabia que era ele? Meninas, o coitado estava
num estado tão deplorável que não dava mesmo para arriscar descrever fisicamente
aquele ser. Era a própria visão da Madame Zú. Kkkkk. Fui, mas volto na próxima edição.

Um vulto!? Viva! Um homem... Moreno? Não. Loiro, Não? Negro? Oriental? Também não!? Sei. E nem baixo, nem alto. Nem gordo, nem magro. Nem feio, nem bonito. Cruzes, que sujeito mais sem graça! Dá uma olhada com mais carinho aí, e vê se não

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Estilo D N4  

Revista Estilo D

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