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Ano 4 - Número 21 - Dezembro de 2010 - R$ 18,00

LATIN AMERICAN

DOCUMENT www.docmanagement.com.br

media partner

management

Novas tecnologias, processos e soluções para gestão de conteúdo corporativo

BPO O desafio de terceirizar processos

Guia de BPO Conheça as empresas especializadas em outsourcing

Outsourcing de Impressão: Um mercado em plena transformação 21_Capa_1.indd 1

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Novembro / Dezembro de 2010 | Edição 21 | www.docmanagement.com.br

nesta edição

BPO

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6 Entrevista

22 Outsourcing de Impressão

O desafio de terceirizar processos

48 Case

56 Canal executivo

O mercado de outsourcing mudou de paradigma. Saiba o que as empresas estão implementando e como estão conquistando o mercado nacional Qual será o futuro do mercado de ECM? veja na entrevista exclusiva com John Mancini, presidente da AIIM, o que os estudiosos e especialistas de mercado esperam para os próximos anos.

10 UP Front

Veja aqui as principais notícias e novidades apresentadas pelo mercado de fornecedores de ECM

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30 Sustentabilidade

Acompanhe o resultado de uma pesquisa feita pelo Gartner, em parceria com a WWF, mostrando o que as empresas de Tecnologia da Informação têm feito para diminuir os efeitos da emissão do CO2 na atmosfera e consequentemente sua influência no clima do planeta

Saiba como a parceria entre a NDDigital e a Tecprinters tem incrementado o outsourcing de impressão no Sul do País

60 Five Minutes

Alexandre Corigliano é executivo da Disoft, mas também músico. Ele conta como a música e sua Banda ajudam a relaxar e eliminar o stress do cotidiano

Veja como a ABBYY empresa Russa com atuação no Brasil está trabalhando para adequar cada vez mais seus produtos para o mercado brasileiro e latino-americano. Na matéria seguinte dessa seção, o executivo da Diebold, David Melo, mostra como a empresa está alavancando o mercado e abrindo novas frentes

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carta ao leitor

O novo ano e o futuro do ECM O

ano de 2011 está batendo à nossa porta. Muitas foram as conquistas durante 2010 para o mercado de ECM no Brasil. A maturidade do nosso mercado para muitas das tecnologias de IM - Information Management está definida, conforme vários

ASSISTENTE COMERCIAL Katia Ribeiro katia@guiabusinessmedia.com.br

www.docmanagement.com.br PUBLISHER Eduardo David eduardo.david@guiabusinessmedia.com.br DIRETOR Arnaldo David arnaldo@guiabusinessmedia.com.br

ARTE E DIAGRAMAÇÃO Flávio Della Torre flavio.dellatorre@gmail.com GERENTE ADMINISTRATIVO Jose Carlos Previtali josecarlos@editoraguia.com.br ADMINISTRAÇÃO Lúcia Fernandes lucia@editoraguia.com.br

EDITORA Susana Batimarchi susana@guiabusinessmedia.com.br

ASSINATURAS Karina Rodrigues karina@guiabusinessmedia.com.br

DIRETORA COMERCIAL Sandra Mletchol sandra@guiabusinessmedia.com.br

IMPRESSÃO Neoband

EXECUTIVOS DE NEGÓCIOS Andréa Lopes andrea@guiabusinessmedia.com.br Jonatas Vasconcelos jonatas@guiabusinessmedia.com.br

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especialistas independentes e também ligados a vários institutos internacionais de pesquisa. Um bom exemplo para esse fato, foi o grande número de usuários e fornecedores presentes ao ECMShow 2010. Outra demonstração da habilidade do mercado nacional na adoção de novas tecnologias é o crescente interesse pelo tema e o entendimento cada vez maior de sua importância dentro das corporações. Nesta edição trouxemos o que é o início de uma discussão mais profunda do que será o futuro das tecnologias de ECM, tanto no mercado quanto no impacto que essas novas formas de se fazer negócios reservam para o futuro. John Mancini, presidente da AIIM, fala pela primeira vez para o mercado latino-americano sobre

os Sistemas de Negócios Sociais. Nas páginas seguintes dessa edição, os leitores poderão acompanhar também outra discussão que tem se tornado referência nas conversas dos executivos das mais variadas empresas e segmentos da economia: o Business Process Outsourcing e como isso muda a maneira de gerir suas corporações. E por fim, desejamos a todos nossos leitores os melhores votos de saúde, realizações e sucesso para o novo ano que começa.

A todos Boas Festas e uma boa leitura Susana Batimarchi EDITORA

CONSELHO EDITORIAL

José Guilherme Junqueira Dias de Souza , Wilton Tamane , Walter Koch , Luis Augusto Bellucci , Eduardo Lopes , Rosália Paraíso, Tadeu Cruz , Luiz Alfredo Santoyo , José Roberto de Lazari , Ricardo Monteiro, Roberto Brant, Roberto Prado, Mauricio Alfonso, Paulo Sérgio Carneiro, , Ângelo Volpi, Monica Mancini, Nelson Yassuo Osanai, Daniel Dias Filho, Jose Antonio Galves Jr, Paulo Roberto Oliver, Oerton Fernandes, Sandra Cylke, Cássio Vaquero,Walter Freitas, Cesar Andrade, Bob Larrivee, Alan Pelz-Sharp e Fábio Fischer DOCUMENT MANAGEMENT é uma publicação da Editora Guia de Fornecedores Ltda, editada em português e espanhol e dirigida a executivos dos departamentos de Administração e Finanças, Tecnologia da Informação, Centros de Documentação, Projetos, Marketing e Comercial das 8.000 médias e grandes empresas nos setores: Governo; Bancos e Seguradoras; Saúde; Educação ; Jurídico; Transporte; Engenharia e Construção, Indústria, Serviço, entre outros, no Brasil e mais: Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Colombia, Venezuela e México. Seu editorial aborda as Novas Tecnologias, Processos e Soluções na Gestão de Documentos e Conteúdos Corporativos, sempre numa visão empresarial, contribuindo com o desenvolvimento e crescimento do Mercado, dos Negócios e dos Profissionais. DOCUMENT MANAGEMENT não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios publicados. Os conceitos dos artigos assinados refletem a opinião de seus autores, não necessariamente a da Revista. Todo o conteúdo da DOCUMENT MANAGEMENT é de livre reprodução desde que citada a fonte. Todos os direitos reservados. Assinatura Anual (seis edições). Brasil R$108,00. Outros paises: U$ 140,00. Informações: assinaturas@editoraguia.com.br ou Tel: 55-11-3392.4111

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Rua Anhanguera, 627 - 01135-000 - São Paulo/SP - Brasil Tel/Fax: 5511 3392-4111 - www.editoraguia.com.br

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entrevista

John Mancini

Daqui para a frente... Sistemas de Compartilhamento O exercício de vislumbrar o que nos reserva o futuro no mundo da tecnologia não é uma tarefa comum nem tão pouco fácil. Mas conforme relata John Mancini, presidente da AIIM, uma “força-tarefa” composta de estudiosos e fornecedores da indústria, aceitou o desafio. Ter uma visão coerente sobre o futuro das tecnologias e como elas serão desenvolvidas no mundo dos negócios foi o exercício de futuro realizado e é o que ele nos conta a seguir.

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Document Management – Como começou este exercício de análise do futuro do ECM? John Mancini -A AIIM e mais nove empresas líderes no mercado de conteúdo, que atuam no escopo da gestão de informação reuniramse com o autor e pesquisador Geoffrey Moore (NE) e durante três meses esta verdadeira força-tarefa se debruçou sobre o trabalho de desenvolver uma visão coerente do futuro do gerenciamento de conteúdo. Como conclusão a força -tarefa definiu a compreensão da diferença entre dois sistemas identificados com o que estamos chamando de Sistemas de Registro e Sistemas de Comprometimento. Tendo Geoffrey Moore como conselheiro para esse trabalho, não foi nenhuma surpresa fazer uma comparação entre os dois sistemas que se relacionam relativos ao abismo existente entre os pioneiros no uso de produtos (entusiastas da tecnologia e visionários) e a maioria pragmática, e o que isso significa na forma como o mercado vai se desenvolver nos próximos anos. A que abismo o autor se refere? John Mancini – O termo “abismo”, cunhado por Moore está intimamente relacionado com o ciclo de adoção de tecnologia, onde cinco principais segmentos são reconhecidos: inovadores, adeptos iniciais (early adopters), maioria adiantada, maioria atrasada e retardatários. Segundo Moore, o fornecedor deve se concentrar em um grupo de clientes, usando cada um deles como base para a comercialização no próximo grupo. O passo mais difícil é fazer a transição entre os adeptos iniciais e inovadores (maioria jovem). Este é o abismo a que ele se refere. Se uma empresa bem-sucedida criar um efeito de onda, no qual baseia o impulso de compra, o produto torna-se um padrão de fato adotado pelo mercado em geral. DM – E o que são os Sistema de Registro e Sistemas de Comprometimento identificados no estudo? JM – O Sistema de Registro é um fenômeno pós-abismo caracterizado pelo mercado cujo

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“Estamos à beira de uma nova onda de choque massiva nesse mercado, impulsionada primeiro, pelo maior desafio que a economia atravessa nos últimos 50 anos” foco está voltado para as plataformas, para a normalização e na quantificação do ROI. Neste caso, o cliente principal é a TI. Nesse sistema, a minimização de riscos e custos deve acontecer por meio da automatização do processo como preocupações principais. Os Sistemas de Registro se tornaram uma parte necessária da infraestrutura básica para organizações de qualquer dimensão. Este é o mundo de Enterprise Content Management hoje. De outro lado, estão os Sistemas de Comprometimento que se configura claramente como o novo “abismo”. Não há como dirigi-lo. O ROI não é a força motriz nem há intenção de se abordar a questão legal dos documentos. Para os Sistemas de Comprometimento, as questões centrais estão focadas no mundo do compartilhamento. Como faço para compartilhar com meus colaboradores meu conhecimento para projetar e redesenhar processos rapidamente? Como faço para engajar os clientes em um diálogo significativo? Como faço para implementar soluções sociais que sejam rápidas, responsáveis e com finalidade comercial? Este é o mundo dos Sistemas de Negócios Sociais, Sistemas de Compartilhamento. DM – Para se chegar a esses dois modelos que coexistirão foi preciso uma evolução do mercado? Como poderíamos exemplificar? JM – Para isso precisamos voltar no tempo. Entre 1990 e 2000, nos estágios iniciais pré-Sistemas de Registro, o sucesso na comunidade de fornecedores foi conseguido por meio da concentração em determinados processos e pela importância da missão crítica que tinham alguns departamentos dentro das empresas. O cliente era o núcleo

de negócios, muitas vezes, em desacordo com a TI. O resultado foi a criação de silos e departamentos de informação para problemas específicos. Nesses casos, em primeiro lugar, as soluções eram caras e complicadas, mas isso não era importante, porque os problemas específicos eram tão grandes e os benefícios recebidos também; segundo o número de pessoas que precisavam usar as soluções era pequeno e o cliente-alvo eram os departamentos das maiores empresas mundiais (NE: listadas na Global 2000 segundo o ranking da revista Forbes). DM – O que aconteceu na sequência? JM – De 2000 a 2010, com o amadurecimento do mercado, quatro fatos que se sucederam, mudaram a economia e a estrutura do mercado de soluções para os Sistemas de Registro e ajudaram a movimentar esse mercado através do “abismo”. Pela sequência, primeiro houve um aumento dramático de exigências com conformidade e as preocupações se basearam nos riscos (como por exemplo, as conformidades com a Enron, Sarbannes-Oxley, FRCP, etc.), as organizações perceberam que precisavam de melhor controle sobre seus silos de informação. Em segundo lugar, o SharePoint perturbou o mercado, principalmente para as atividades fins. Em terceiro, os usuários perceberam que estavam gastando muito acessando todos os seus silos e, esses mesmos usuários, notaram que só poderiam automatizar todos os seus departamentos se fizessem algo para integrar seus silos de informação. DM – O que aconteceu a partir dessas percepções do mercado? JM – A comunicação de silo para silo foi

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entrevista

John Mancini

de rápida consolidação entre comunidade e fornecedores. Pelo menos em relação as empresas globais, as tecnologias de ECM (que anteriormente nunca tinham sido realmente soluções empresariais, apesar do nome) passaram a ser vistas como a plataforma central das companhias. A frustração do usuário com silos de informações desconectados (que não podiam ser utilizadas ao mesmo tempo, porque estavam executando missão crítica ou processos centrados em documentos) exerceu uma pressão para a criação da CMIS (interoperabilidade entre sistemas). As empresas fornecedoras de ECM lutavam para entrar nesse novo espaço das plataformas ou para se tornarem players de aplicações. O cliente principal de ECM dentro de empresas globais deslocaram-se da TI. A integração das plataformas no mercado criou um campo fértil para o surgimento de soluções de código aberto (open source). DM – O SharePoint impactou realmente o mercado mundial de ECM? JM – A entrada do SharePoint no mercado de tecnologia trouxe a gestão de documentos para as pequenas e médias empresas (PMEs), especificamente no contexto do documento básico e da colaboração (ou seja, como um substituto para os discos compartilhados e outros sistemas de colaboração entre as equipes de projeto). Um novo conteúdo e um novo mercado de documentos se descortinou para as PMEs. O que aconteceu foi muito semelhante ao que ocorria inicialmente no mercado pré-ECM (ou seja, o foco estava centrado no core business e nas aplicações departamentais), com a principal diferença que o cliente central, neste caso também foi TI. Enquanto a consciência do verdadeiro custo e a complexidade do SharePoint têm crescido no mercado das PMEs, uma ruptura ou uma sub-wave (uma subonda) emergiu na forma

de soluções para documentos baseados em nuvem (com o Box.net, Dropbox, o Google Apps entre outras). DM – E o vem pela frente? Como será o mercado a partir de 2010? JM – Estamos à beira de uma nova onda de choque massiva nesse mercado, impulsionada primeiro, pelo maior desafio que a economia atravessa nos últimos 50 anos; segundo pela quantidade de tecnologias de consumo (e as expectativas que eles carregam) para a empresa e terceiro pela proliferação das tecnologias móveis e da maior disponibilidade da banda larga. Segundo o Gartner a maioria das organizações gasta menos hoje em TI do que fazia em 2008. O Gartner acredita que até 2015, a mentalidade da recessão, de pagar pelos futuros investimentos, com a poupança obtida a partir de operações de TI existentes, será mandatória. Os CEOs estão forçando uma mudança nos gastos com TI, longe da automação do núcleo dos processos, com redução dos riscos e com maior rentabilidade para os negócios, evidenciada num envolvimento do cliente nos negócios. DM – Como serão as tecnologias nesse futuro? JM – As tecnologias-chave dos Sistemas de Comprometimento, estão no coração dessa transição, são elas eminentemente de natureza social e colaborativas (Sistemas de Negócios Sociais). Elas são em grande parte pré-abismo em termos de maturidade. Casos de sucesso ainda são incipientes e as organizações estão pressionando pela sua execução não porque o ROI de fazê-lo foi estabelecido, mas porque sentem que podem ter vantagens competitivas se a fizerem mais cedo. Os seus principais clientes estão do lado empresarial, com a TI muitas vezes resistindo à sua aprovação. DM – Como serão os negócios diante dessa nova perspectiva?

JM – A chave para a condução de grandes negócios como a destreza e a capacidade de resposta das empresas estão forçando uma maior produtividade e velocidade de decisão entre a camada intermediária de trabalhadores do conhecimento nas organizações. Anteriormente, os gastos com Sistemas de Registro, beneficiaram o top da organização, fornecendo informações consistentes e efetivas e eliminando tarefas para os colaboradores da base da organização, automatizando processos, anteriormente manuais. A maior parte desses investimentos não atingiu os trabalhadores do conhecimento. Com exceção de fornecer largura de banda, hardware e suítes como o MS Office, as organizações fizeram pouco para melhorar a forma como o conhecimento é partilhado entre trabalhadores ou mesmo acelerou as decisões empresariais. O Sistema de Negócios Sociais que acontece dentro do firewall (entre os funcionários) ou através do firewall (com parceiros) tem o potencial de melhorar drasticamente a flexibilidade e a capacidade de resposta e, assim, impulsionar o crescimento empresarial e a inovação. Essa tendência vai cresce muito com a entrada da Geração Y no mercado de trabalho. DM – Como serão implantados os Sistemas de Negócios Sociais? Eles já existem? Sim, o conteúdo social fora do firewall está redefinindo a natureza do relacionamento com o cliente. Muitas vezes, impulsionado pelo marketing, as organizações já estão utilizando redes sociais, como Facebook, Twitter e Linked-In para envolver os clientes, geralmente com pouca ou nenhuma ideia de como isso vai se integrar com os Sistemas de Registro existentes no back-end. Os clientesalvo estarão ao lado do negócio. As soluções são muitas vezes aplicadas no entorno, mais do que pelo departamento de TI.

NE- Nota da Editora: Goffrey Moore é consultor de empresas de alta tecnologia baseado no Vale do Silício (EUA). Como autor de vários best Sellers é dele o desenvolvimento da teoria de que grupos adotam as inovações por diferentes motivos. Early adopters são entusiastas de tecnologia procurando uma mudança radical, onde a maioria quer um início de “melhoria de produtividade”. O último grupo quer um produto completo, onde o grupo anterior só precisa do produto principal, e tem a competência técnica e recursos financeiros para fazer o resto. Entretanto, as teorias de Moore são apenas aplicáveis às inovações disruptivas ou descontínuas. Adoção de inovações contínuas (que não force uma mudança significativa de comportamento por parte do cliente) são ainda o melhor, descritas pelo ciclo de vida original de adoção da tecnologia. A confusão entre a inovação contínua e a descontínua é uma das principais causas de falha em produtos de alta tecnologia como, por exemplo, os de ECM, segundo o autor.

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CNC amplia escopo em ECM

INDICADORES O mercado de segurança nas nuvens crescerá em torno de

US$ 1,5 bi até 2015.

Fonte: Forrester

22%

dos adultos on-line, nos Estados Unidos, acessam suas redes sociais, via telefone celular, pelo menos uma vez ao mês. Fonte: Forrester

O mercado de outsourcing nos Estados Unidos deverá atingir

US$ 17,6 bi

,

O mercado mundial de TI deverá movimentar, em 2010, mais de US$ 1,5 trilhão, número que aponta um crescimento de

5,8% em relação a 2009.

Fonte: IDC

Dentro do mercado brasileiro de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, os gastos devem ser de R$ 32 bilhões e R$ 64 bilhões, respectivamente em 2010. Os mercados de servidores e storage juntos correspondem a apenas

1,5% deste total.

em 2011, e US$ 20,1 bi, em 2014. Fonte: Gartner

Fonte: IDC

A contenção de custos, redução da capacidade de armazenamento no local, associada ao arquivamento e e-discovery são os principais impulsionadores para outsourcing de guarda. Esse segmento deverá crescer

Hoje,

2,0% este ano, e 3,0%, em 2011, nos Estados Unidos.

Fonte: Gartner

O mercado brasileiro de infraestrutura de TI deverá crescer

40,3%

das 330 médias e grandes empresas entrevistadas pela IDC para um estudo sobre Computação nas Nuvens, analisam o assunto. Fonte: IDC

,

2 bilhões

de páginas serão geradas por meio de impressão a partir de dispositivos móveis.

7% 62% Fonte: The Independent

Organizações usam impressões em papel para arquivar

em 2010.

Fonte: IDC

de documentos importantes. Fonte: CNN

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A CNC fechou parceria com o professor Tadeu Cruz, especialista em processos e autor de 17 livros publicados sobre este e outros temas relacionados, também é o criador da metodologia Documentação, Organização e Melhoria de Processos. (Domp). A adoção da metodologia possibilita obter maior rapidez na documentação de processos, maior confiabilidade nas informações coletadas, maior produtividade para a equipe e garantia de qualidade e conformidade para os clientes. A metodologia já foi adotada em dezenas de organizações no Brasil e no exterior, além de ser referenciada em várias universidades. A CNC já vem adotando com sucesso a metodologia na elaboração e execução de grandes projetos, agregando mais valor aos serviços e produtos da empresa para o segmento de ECM.

Impressão em qualquer local A solução Xerox Mobile Print permite que se faça a impressão de forma fácil e segura, como e-mails, apresentações e outros documentos a partir de smartphones ou sistemas de e-mail. A ferramenta Mobile Express e Global Print Drivers são duas soluções Xerox que oferecem flexibilidade à impressão e simplificam a gestão. O driver Mobile Express indica quais as impressoras estão disponíveis para uma impressão mais rápida. Em conjunto com o Global Print Driver, as soluções eliminam a necessidade de proceder ao up-date dos drivers. Com os lançamentos da Xerox, é possível imprimir em qualquer equipamento em rede, independentemente do local e da marca, reduzindo o tempo gasto na gestão dos drivers de impressão para diversos sistemas. O Xerox Mobile Print Solution permite a impressão, a partir de sistemas de e-mail, sem ter de proceder ao download de aplicações ou drivers. Os usuários apenas selecionam o envio do e-mail com o arquivo no seu formato original (Word ou PDF), para um servidor seguro, recebendo de volta por e-mail um código de confirmação que terá de inserir no equipamento onde pretende imprimir.

Proteção de dados em ambientes virtualizados A Hitachi Data Systems apresentou recentemente seus principais aperfeiçoamentos para gerenciamento de dados, a Hitachi Data Protection Suite (HDPS), já disponibilizada no mercado. Desenvolvida pelo reconhecido sistema de gerenciamento e proteção de dados da CommVault, a HDPS é a única suíte de proteção de dados de nível corporativo projetada do zero sobre um único mecanismo baseado no Windows, para auxiliar os clientes a melhorar seus recursos de proteção de dados. Ela pode ser utilizada para recuperação,

replicação contínua e deduplicação de dados, gerenciando-os em ambientes virtualizados. Os novos aperfeiçoamentos da HDPS reduzem custos e melhoram os procedimentos de storage, a eficiência, os níveis de serviço e a continuidade do negócio para clientes de todos os portes. Com diversos recursos novos, a última versão do Protection Suite é capaz de entregar maior virtualização, deduplicação nos equipamentos clientes e gerenciamento da integração das aplicações em redes de storage complexas e heterogêneas. www.docmanagement.com.br

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CARREIRAS

novo diretor de Operações de Terceirização de Infraestrutura de TI (ITO) da TIVIT, empresa da área de serviços integrados de TI e BPO na América Latina. A contratação faz parte dos planos de investimento da empresa para 2010 e de expansão dos negócios a médio e longo prazos.

Alessandra de Paula será responsável por expandir a atuação da D-Link Brasil no mercado corporativo como diretora de Marketing. Especializada no fornecimento de soluções de redes, segurança, armazenamento de dados e vigilância IP, a empresa está expandindo mercado nacional e novos segmentos de atuação. Dante Freitas

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José Eduardo Ometto Alberto é o

foi contratado pela multinacional australiana Recall do Brasil, líder no setor de gerenciamento de informação, como novo diretor de Recursos Humanos. Com mais de 20 anos de experiência na área, Dante Freitas já trabalhou na Nestlé e na Saint-Gobain e assume o cargo com o objetivo de dar continuidade e aprimorar as políticas de RH e, assim, ajudar no crescimento dos negócios da Recall no País.

Carla Marchiori, assumiu a

Taka Nakano foi promovido a vice-presidente das operações para a América Latina da OKI Print Solutions, passando a integrar a equipe de gerência-executiva da companhia. Nakano será responsável pela supervisão das comunicações entre a OKI Data Corporation, matriz da companhia, localizada no Japão, e as subsidiárias dos países da América Latina, especificamente para atender à procura pelos produtos e exigências dos consumidores de cada região.

Rafael Ziggiatti é o novo diretor-financeiro (CFO) da Logica, provedora global de serviços de TI e gestão de negócios. “Meu objetivo inicial será aperfeiçoar os controles, processos e relatórios, estabelecendo um ambiente que favoreça e suporte ainda mais o crescimento esperado pela companhia”, afirma o executivo.

Sean Price é o novo VP global de CanaisExecutivo da SafeNet, que pretende reforçar estratégia global de incentivo às VARs em cem países. Divulgação

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Diretoria de Marketing e Mônica Bryson, passou para a Diretoria Comercial da Inmetrics, empresa especializada em Serviços de Eficiência em Tecnologia da Informação.

O Conselho de Administração da Lexmark nomeou Paul Rooke como presidente e CEO da empresa, assumindo o posto de Curlander. O Conselho de Administração também elegeu Rooke como diretor da empresa. Paul J. Curlander, presidente e CEO, anunciou seu afastamento da companhia em 2011. Como parte de um processo planejado de sucessão para a alta administração, Curlander assume, a partir de agora, a presidência-executiva da empresa, deixando o cargo de CEO que ocupava nos últimos 12 anos.

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ECMSHOW 2011 acontecerá em SP, RJ e DF Com a presença de várias empresas do mercado de ECM a Guia Business Media apresentou um calendário de eventos dirigido ao segmento para 2011. Além das companhias que já participaram este ano do primeiro evento latino-americano sobre ECM, o ECMShow 2010, outras empresas fornecedoras de tecnologia e serviços estiveram presentes ao encontro. De acordo com o diretor-presidente da empresa Eduardo David, “esta é uma oportunidade de reencontrar patrocinadores e amigos e de falar dos projetos da empresa no tocante aos eventos que estamos preparando para o próximo ano”. Na apresentação, além dos números e de uma análise das pesquisas de satisfação tanto dos expositores quanto do público participante, houve um balanço do ECMShow 2010, onde foram apresentadas as principais melhorias para o ECMShow 2011, que passará a contar com uma área de exposição e circulação maior, bem como um aumento na capacidade das salas de apresentação Show

Case. Além disso, a organização do evento espera para o próximo ano um volume de visitantes e participantes, substancialmente maior ao recebido este ano que somou aproximadamente 1,4 mil pessoas. Além disso, durante o encontro foram apresentados os dois ECM Road Shows 2011 que aconteceram nos meses de abril e junho, respectivamente para atender localmente o público de Brasília e do Rio de Janeiro. Concebidos nos mesmos moldes que o ECMShow, os Road Shows terão apresentações de keynotes renomados, oito palestras com convidados especiais e uma exposição de tecnologias e serviços voltados para o Enterprise Content Management, especialmente focadas para executivos C-Level e gestores da informação. O local e as datas de ambos os Road Shows serão divulgados oportunamente. Mais informações e reservas de espaço podem ser feitas pelo telefone: (11) 3392-4111.

SML lança solução de ECM/BPM em SaaS A plataforma de negócios SML e-Content, focada em SaaS (software como serviço), é direcionada a clientes que precisam de solução de ECM e BPM, simples e rápida de ser implantada e utilizada. Em parceria com a Corpflex, empresa provedora de soluções de outsourcing em TI, e NetScan/ Kodak, provedora de equipamento de digitalização (scanner), a plataforma SML e-Content é resultado de investimentos ao redor de R$ 1,3 milhão, totalmente desenvolvida para o ambiente web. Pronto para uso, o SML e-Content tem uma linguagem simples e objetiva atender empresas que buscam inovar na forma de fazer negócios e de se apresentar para seus clientes, mas muitas vezes esbarram no elevado grau de complexidade e custos para pôr seus objetivos em prática. “Clientes que tenham distribuição geográfica ampla, que trabalham com documentos, processos e tenham pessoas e sistemas controlando cada etapa de um processo de negócio são o público desta solução”, reforça o CEO da SML José Roberto De Lazari.

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Cresce mercado de impressoras

Soluções em cloud computing

A IDC América Latina, divulgou os resultados de seu estudo realizado na Argentina sobre o segmento de impressoras. Na Argentina, o mercado de impressão mostrou no segundo semestre de 2010 um forte crescimento. O mercado manteve-se estável ante o trimestre anterior deste ano, com altos volumes de equipamentos de jato de tinta e laser. O instituto afirma que 15% dos embarques foram de impressoras (de função única) e o restante de 85% eram de multifuncionais (MFP). “Os preços baixos, promoções MFP por fornecedores com maior volume no mercado e varejo financiamento impulsionado pela venda do equipamento, uma tendência que já se arrasta por vários meses”, explica Eduardo Dubin Dominguez, analista sênior de dispositivos comerciais, da IDC Argentina. Os dispositivos multifuncionais cresceram 56% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

A Lexmark anunciou a disponibilidade da nova solução SmartSolution Scan to Box, que permite digitalizar e transferir documentos diretamente para a conta da Box.net, utilizando uma impressora multifuncional a jato de tinta da Lexmark com tela sensível ao toque. As soluções SmartSolutions são aplicativos adaptáveis criados para economizar tempo e dinheiro para o cliente ao realizar tarefas comuns e repetitivas. Diversas empresas estão aumentando sua presença em cloud computing, onde as informações são armazenadas em um servidor e podem ser obtidas e compartilhadas pela internet. A Box.net oferece uma variedade de serviços empresariais para a computação em nuvem, incluindo a gestão da transferência de arquivos e colaboração on-line. A nova SmartSolution Scan to Box é integrada com a Box.net, um provedor de conteúdos na nuvem, que ajuda as empresas a gerir e compartilhar seus dados em qualquer lugar e a qualquer momento.

A solução – que pode ser utilizada sem precisar ligar o computador – permite realizar o upload de documentos para uma pasta selecionada na conta da Box.net e criar vários acessos diretos com nomes únicos para pastas de destinos diferentes, dependendo dos requisitos do usuário. Em questão de segundos, um documento escaneado é convertido em formato digital e seu upload feito para a pasta da Box.net na nuvem.

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Interface em português; Leitura de mais de 22 tipos de Código de barras; Leitura de patches dos tipos (2, 3 e T); Cria arquivos PDF Pesquisáveis sem limites de páginas; Licença perpétua sem limites de digitalização; Integração e comunicação com os principais softwares de gerenciamento da informação como, por exemplo, o SharePoint; Campos de índices ilimitados; Comunicação com os principais softwares de Banco de Dados para aprimorar a etapa de indexação; Aplica assinatura digital nas imagens; Disponível em 3 versões (Captura, Indexação e Auto Import); Compatível com scanners de outros fabricantes; Compatível com Windows 7.

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Captura eletrônica de dados A Simpress, empresa de outsourcing de impressão e gestão de documentos, lançou uma solução para digitalização, reconhecimento e processamento automático de documentos envolvidos em processos de vendas e serviços a clientes. O sistema foi desenvolvido com o objetivo de agilizar o preenchimento cadastral dentro das empresas, por meio da captura e digitalização de informações de documento de maneira totalmente automática, utilizando scanners integrados com a solução de OCR (reconhecimento óptico de caracteres) e OMR (reconhecimento óptico de formulários). A solução da Simpress permite a captura de documentos pessoais, como CPF, RG, comprovantes de renda ou de endereço etc. de maneira totalmente eletrônica, otimizando operações que são geralmente realizadas manualmente. A automatização do processo de preenchimento de dados, além de reduzir custos com cópias, amplia a agilidade das ações, já que cadastros, pagamentos e1 outras operações 11:35 cotidianas Teleform2_novembro.pdf 23/11/10

Paulo teophilo, da Simpress podem ser realizado e enviado para a aprovação de forma mais rápida e eficiente. Essa tecnologia está aliada ao line up de soluções de Gestão Eletrônica de Documentos e Workflow da companhia, permitindo que, após a captura

automática e digitalização, a solução realize o armazenamento eletrônico e o gerenciamento desses arquivos internamente. Além disso, as soluções são baseadas em um sistema totalmente customizado e de rápida implantação, que pode ser facilmente integrado ao ERP das companhias. De acordo com Paulo Theophilo, diretor de Marketing e Negócios da Simpress, essa tecnologia deverá revolucionar o modo como as instituições realizam seus cadastros de pessoal, clientes e fornecedores. “A automatização da captura de dados de forma digital elimina a necessidade de enviar documentos por meio de malotes, reduzindo custos com logística e, ainda, aumentando a segurança das informações, que são processadas e gerenciadas pelo sistema de workflow da Simpress. Além disso, os dados cadastrais apresentam maior nível de qualidade, já que o sistema evita erros manuais e ainda desonera os profissionais para se concentrarem em ações mais importantes”, analisa.

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Tecmach faz investimentos visando ampliar seu mercado

Ricardo collazo, diretor-comercial; anderson conesa, presidente do conselho e mário Rossi, presidente da tecmach Com grande experiência no mercado de outsourcing de impressão, o executivo Ricardo Collazo acaba de assumir a Diretoria Comercial da Tecmach, empresa de Soluções de Gestão de Documentos e Impressão pertencente ao grupo Tecmach composto pelas empresas Tecmach, Supricoph e GedePrint, além das coligadas Cogra e Certant. Anteriormente atuou na Nagem, onde ficou até o fim de setembro e teve forte atuação no mercado corporativo da região Nordeste. Sobre o novo desafio, Collazo declara: “Estou retornando ao mundo de valor, ou seja, o dos serviços que vão além da venda de um produto e estabelece relacionamentos e parcerias duradouras com clientes e parceiros de negócios. Minha passagem pela Nagem foi maravilhosa, aprendi com os melhores profissionais o que o canal e o mercado corporativo do Nordeste buscam em uma parceria”. Ricardo Collazo complementa que o mercado de valor, além de encantador, é uma realidade para quem busca rentabilidade e deveria estar na pauta de todo Distribuidor de Volume que deseja melhorar seu resultado. A Tecmach atua há 19 anos no segmento de impressão e vem se destacando nos últimos anos

no mercado de Outsourcing de Impressão e Gestão de Documentos. Anderson Conesa, presidente do Conselho de Administração, afirma sobre o atual momento da Tecmach: “Estamos investindo forte e sempre pensando em um modelo de crescimento sustentável, para isso trouxemos capital humano qualificado e reconhecido no mercado”. O executivo fala da chegada de Mario Rossi, que assumiu a Presidência da Tecmach, e de Ricardo Collazo, à frente a Diretoria Comercial, e declara: “Queremos ser referência em nosso segmento, para isso estamos investindo forte em tecnologia e gestão de nossos processos”. Ele “deixa escapar” que os investimentos iniciais feitos são da ordem de R$ 1,5 milhão. “Já no começo de 2011 teremos uma nova Tecmach, mais arrojada e fortalecida, para que possamos buscar o crescimento que projetamos de mais de 40%. Estamos desenvolvendo um grande portfólio de soluções e firmando parcerias, queremos ter grandes casos de sucesso no mundo de BPO e Gestão de Conteúdo, que vêm se tornando o grande norte de nosso segmento. além da parceria com fabricantes como Samsung, Lexmark e Ricoh, entre outros”, conclui Collazo.

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agenda

Janeiro

Fevereiro

22/01 e 12/02

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Fundamentos de Digitalização

SharePoint 2010

Neste treinamento você irá aprender as etapas para a elaboração de um projeto de digitalização, desde o dimensionamento das necessidades, passando pela preparação dos documentos, a escolha dos scanners e softwares mais adequados.

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Aprenda a analisar, mapear e modelar processos de negócios. Formação completa com módulo conceitual e prático.

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18/01 a 22/01 SharePoint Design

Este treinamento tem por objetivo ensinar a utilização do Microsoft SharePoint Designer 2010 para a personalização de ambiente de SharePoint, incluindo sites templates, web parts e workflow.

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Este Treinamento apresenta os conceitos básicos, funcionalidades, benefícios, e casos de utilização desta poderosa plataforma.

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08/02 a 11/02 SharePoint Utilização O objetivo desse Treinamento é capacitar o participante para criar sites e subsites de equipe, espaço de trabalho de reunião, espaço de trabalho de documentos, entre outros. Informações: Guia Training - Tel: 011 3392-3898 com Karina Rodrigues (www.guiatraining.com.br )

22/02 a 25/02 SharePoint Administração

O objetivo desse Treinamento é capacitar o participante a estruturar e administrar o Microsoft Office SharePoint. ste treinamento tem por objetivo ensinar a utilização do Microsoft SharePoint Designer 2010 para a personalização de ambiente de SharePoint, incluindo sites templates, web parts e workflow.

Informações: Guia Training - Tel: 011 3392-3898 com Karina Rodrigues (www.guiatraining.com.br )

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22/02 a 23/02

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Treinamento com Certificação Internacional. Aprenda as melhores práticas globais para arquitetar informação, digitalização de imagens, metadados, taxonomias, segurança do conteúdo, gestão de processos e automação, localização, entrega e apresentação de conteúdo.

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produção e vida dos documentos. Como grande provedora de soluções de impressão, a Stoque oferece uma gama de serviços de Outsourcing com modalidades flexíveis às necessidades dos clientes. O grande diferencial da solução é o software de bilhetagem, que permite o controle total do volume de impressão produzido no parque, fornecendo dados concretos sobre a redução de custos pela instituição.

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outsourcing de impressão

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OUTSOURCING DE

IMPRESSÃO Um mercado em plena transformação

Empresas esmeram-se na absorção de novas tecnologias de maneira rápida para difundi-las como diferencial na prestação de serviços. Surge um mercado mais maduro muito longe da venda de commodities

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o mercado de TI, poucos segmentos mudaram tanto as suas feições nos últimos anos quanto o de outsourcing de impressão. A evolução e a convergência tecnológica é um dos fatores por trás da mudança. Soluções cada vez mais sofisticadas que combinam impressão, imagem e computação e são dotadas de alto poder de integração tanto com o legado quanto com a internet têm permitido às empresas usuárias demandar benefícios muito além da redução de custos. Elas agora podem contar com gerenciamento e otimização de todos processos relacionados com fluxo de documentos, desde a captura eletrônica e armazenagem até a distribuição e impressão. Exigem que os serviços sejam prestados por meio de tecnologia de ponta, tenham alta disponibilidade e atendam a todos os requisitos de segurança. Querem controle detalhado de todos os gastos com papel e suprimentos e, de quebra, que sua imagem seja associada a causas nobres, como redução do consumo de papel e prá-

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ticas responsáveis de reciclagem e descarte de material. No outro lado do balcão, as prestadoras de serviços de impressão se revezam no papel de absorver inovações tecnológicas com grane rapidez e difundi-las na forma de serviços, para o maior número possível de clientes corporativos. Com portfólio cada vez mais robusto, muitas dessas empresas já não se consideram meros fornecedores de outsourcing e sim gestores do ciclo de vida dos documentos, atuando em um segmento em plena transformação. “O outsourcing de impressão deverá passar por uma grande virtualização nos próximos dois a três anos, com uso de multifuncionais de última geração como repositórios de documentos para a criação de projetos de GED (gestão eletrônica de documentos)”, arrisca Norberto Tomasini, diretor de Outsourcing de Impressão da CTIS, uma integradora de serviços de impressão que trabalha em parceria com vários fabricantes. Para Tomasini, o mercado consumidor

já enxerga como equivocada a percepção de que a terceirização de impressão é apenas forma de reduzir despesas – ainda que o enxugamento dos custos seja um forte apelo, podendo atingir atraentes 40%. “Projetos de outsourcing de impressão já são avaliados sob uma ótica corporativa de melhoria de controles, segurança e, especialmente, impacto ambiental”, diz o diretor. No prateleira da CTIS, as soluções oferecidas destinam-se, principalmente, a grandes bancos e empresas de varejo. Consistem de infraestrutura para impressão, cópia e digitalização, suporte, manutenção, logística de suprimentos, ferramentas e serviços para virtualizar processos anteriormente baseados em papel. “O cliente pode optar entre alocar o equipamento ou comprar os serviços de impressão, com opções diferenciadas de pagamento”, informa o executivo. Flexibilidade Segundo Aureo Fittipaldi Costa, diretor de Vendas da divisão corporativa Lexmark In-

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outsourcing de impressão

ternational do Brasil, outra percepção que toma corpo nas empresas brasileiras é que os benefícios do outsourcing de impressão se espalham para as mais diversas áreas e processos da companhia. “A governança corporativa, por exemplo, é beneficiada pela utilização de ferramentas de gestão que permite a elaboração de dashboards e de relatórios gerenciais”, ilustra Costa. Outro benefício é a redução do ciclo de vendas de diversas operações que são associadas a documentos externos. “Processos que dependem da apresentação e movimentação via malote de cópias de documentos, como CIC, RG e comprovante de renda, por exemplo, ganharam agilidade com envio eletrônico”, diz. Na Lexmark, as modalidades de outsourcing de impressão são adaptadas às necessidades e orçamento dos clientes. Um contrato pode prever desde o fornecimen-

to e reposição de papel e suprimentos até a distribuição das impressões pessoalmente para os usuários. “Existem casos em que a Lexmark apenas realiza o abastecimento dos equipamentos de propriedade da empresa usuária. Em outros, todo o investimento é feito por nós, e o custo para o cliente é por página impressa e nada mais”, diz o executivo. Os clientes da Lexmark também podem negociar prazos de contrato (de 24 a 60 meses), prazos de pagamento e optar entre custo variável por página ou custo fixo acrescido de custo variável. “A nossa proposta é fidelizar o cliente com a entrega de valor para os clientes, e não apenas preço. Para tanto, utilizamos as melhores práticas no que tange à governança corporativa e metodologias como ITIL e PMI para gestão de contratos”, diz. Mas o primeiro impacto dos projetos é mesmo a diminuição dos custos do ambien-

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te de impressão, queda que gira entre 10% a 20%, segundo Costa. “Pode ser maior, dependendo da maturidade desse processo dentro da empresa usuária”, diz o diretor. Ele destaca, como recurso que impacta muito o custo unitário de impressão, o uso do conceito de poll - que reduz a quantidade de equipamentos, substituindo máquinas pequenas por outras mais robustas capazes de atender a um público maior. “Se considerarmos ainda a impressão duplex, que permite a utilização do verso das folhas, a economia pode ser ainda maior. Isso sem mencionar a economia de energia obtida com a redução de equipamentos”, diz. Com forte presença no setor financeiro, a empresa Lexmark está empenhada em aumentar ainda mais a sua fatia nessa indústria, acrescentando mais contas grandes à sua base De olho no SMB Pequenos e médios negócios estão no centro

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Automação do contas a pagar sCaptura descentralizada sEntrada automática de NF/NFe sIntegração com sistemas ERP sTratamento de divergências

Principais benefícios sRedução de custos operacionais e de gestão sSimplificação e padronização e dos processos sAumento da produtividade e confiabilidade

outsourcing de impressão

das atenções da Reis Office, segundo Rodrigo Reis, gerente de Negócios e sócio-proprietário da empresa. “Muitos desses clientes ainda não conhecem o outsourcing de impressão e estão carentes de serviços de qualidade”, avalia o executivo. Os argumentos de vendas são inúmeros. Ele destaca agilização de processos por meio de digitalização via e-mail, recebimento e envio de fax direto no computador e incremento na gestão de documentos. “A digitalização de documentos em PDF e o arquivamento com recursos de indexação, direto do equipamento e por meio do SharePoint do Windows, agiliza significativamente essa gestão”, diz o gerente. Na briga por mais fatias de mercado, uma das estratégias da Reis Office é oferecer consultoria gratuita, sem compromisso da parte do cliente. “O consultor avalia o parque junto aos usuários da empresa, propõe o melhor equipamento no que diz respeito a custo/benefício e oferece o pacote completo com equipamentos, suprimentos, assistência técnica e peças”, diz Reis. Os prazos de pagamento são negociados caso a caso, mas sempre na modalidade pós-pago. “O cliente utiliza o serviço e, após um mês, é coletado o numerador do equipamento para a fatura,

sempre comparando o que é usado com as necessidades efetivas dos usuários, para aperfeiçoamento dos processos”, explica Reis. A fornecedora mantém um portal de relacionamento integrado com o próprio ERP, por meio do qual o cliente pode executar diversas tarefas, como abrir chamados online, solicitar suprimentos, verificar volume de páginas produzido e faturas pagas e obter relatórios diversos de impressão, além de poder identificar qual técnico vai atendê-lo. “Nossos profissionais recebem chamados online em smartphones, o que agiliza o atendimento”, informa Reis. adaPtaÇão Eduardo Conesa, gerente de Marketing da Tecmach, destaca a aceleração da evolução tecnológica e a permanente necessidade de adaptação como dois dos principais fatores que caracterizam o mercado atual de impressão. “Preocupadas com o pioneirismo, empresas buscam novos serviços e novas possibilidades de cobrir toda a ‘questão papel’ dentro dos clientes, isso em um contexto em que informações e tecnologias nos chegam facilmente e em grande velocidade, diferen-

eQuÍVocoS maIS comunS no outSouRcIng De ImPReSSÃo Com muitos anos de experiência no mercado de impressão, e tendo acompanhado inúmeros projetos de terceirização nessa área, os executivos Aureo Fittipaldi Costa, diretor de Vendas da Divisão Corporativa Lexmark International do Brasil, José Mário Cardoso, diretor Comercial da Alldora Tecnologia, e Rodrigo Reis, gerente de Negócios e sócio-proprietário da Reis Office, relatam o que consideram alguns dos principais equívocos que colocam em risco o sucesso desse tipo de iniciativa. Para Costa, é equivocada – e rotineira – a busca pela redução de custos no curto prazo, unicamente. “A maior preocupação está em reduzir o custo direto, que será alcançado imediatamente junto com a implementação do serviço. Muitas empresas não levam em conta, por exemplo, a origem dos suprimentos e demais insumos utilizados, o consumo de energia, a geração de carbono e o impacto ao meio ambiente”, diz. Costa relata que, na busca por uma redução imediata de custos, muitas vezes alguns itens do escopo são retirados, o que afeta diretamente a qualidade do serviço que foi contratado. Do ponto de vista técnico, ele avalia que os erros ocorrem no dimensionamento do escopo da

solução e na definição dos SLAs contratados. “Muitas vezes não estão aderentes às necessidades de negócio do cliente”, diz. “Mas o maior risco está em realizar um ‘casamento’ de alguns anos para, depois de alguns meses, concluir que a opção escolhida não foi a melhor”, alerta o executivo, referindo-se à escolha do parceiro de terceirização. José Mário Cardoso, da Alldora Tecnologia, também considera um erro comum a análise excessivamente centrada em custos, sem a correta definição de todos os parâmetros-chave da prestação do serviço (atualização tecnológica, gestão, padronização e integração de funções entre outros.) e na escolha do fornecedor. Já para Rodrigo Reis, da Reis Office, as empresas usuárias cometem erro ao agirem como se todos os fornecedores fossem iguais, comparando apenas preço, e não o serviço prestado. “Muitas prestadoras de outsourcing não possuem o mesmo treinamento técnico qualificado dos autorizados dos fabricantes. Além disso, muitas utilizam suprimentos remanufaturados para diminuir custos, o que eleva a incidência de problemas e reduz a qualidade de impressão”, alerta.

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temente de há dez anos”, diz Conesa. Some-se a esse cenário uma concorrência crescente e se tem ideia do desafio que os provedores de serviços de impressão enfrentam na tarefa de conquistar a receptividade dos potenciais clientes. No caso da Tecmach, a ordem investir em boas parcerias e focar individualmente cada cliente, de modo que a solução oferecida seja talhada para suas necessidades, sem que a implementação e prestação do serviço interfira no dia a dia dos funcionários. “Nosso departamento de tecnologia trabalha em cima de processos do cliente. Não nos preocupamos apenas em entregar as máquinas, e sim em oferecer soluções inteligentes que irão facilitar os processos e proporcionar a tão sonhada redução de custos”, diz Conesa. Gestão na nuvem Segundo José Mário Cardoso, diretor-comercial da Alldora Tecnologia, outra característica do mercado atual é que sai de cena a postura rígida e punitiva quanto ao uso dos recursos e entra a abordagem de gestão aprimorada dos mesmos, com reflexos positivos na produtividade dos usuários. Os benefícios da terceirização, aliada a essa nova abordagem e a tecnologias avançadas, são incontáveis e cobrem

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os mais variados processos de um negócio, segundo Cardoso. No que se refere à gestão de documentos impressos e eletrônicos, por exemplo, ele destaca a possibilidade de integração do processo em um único fornecedor e em uma única plataforma tecnológica. Outro grande avanço nesses serviços deu-se no campo da segurança da informação. “Produtos de última geração permitem impressão identificada, impressão confidencial e criptografia na digitalização de documentos, entre muitos outros recursos”, exemplifica Cardoso. Na Alldora, os prazos para prestação de serviços de outsourcing de impressão variam de 36 a 48 meses. Cardoso avalia esse prazo como adequado para que o contratante usufrua de todo o ciclo de vida da infraestrutura disponibilizada. Ele considera que a modalidade mais justa e transparente para gestão das partes envolvidas no contrato de terceirização é aquela que permite projetar o retorno do investimento inicialmente realizado e que possibilita total flexibilidade, de acordo com a sazonalidade de produção dos documentos. Antenada com as tendências no mundo da TI, a Alldora agora se vale do modelo de cloud computing para disponibilizar os seus serviços de gestão.

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sustentabilidade

Gartner e WWF avaliam liderança ambiental Analistas mostram o impacto da emissão de carbono na indústria de TIC em 2010

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s resultados de uma avaliação global em 28 prestadores de serviços de informações e comunicação (TIC), pelo Gartner e WWF revelou que a indústria de TIC vê a mudança climática e de sustentabilidade como uma oportunidade emergente. Enquanto os organismos identificaram o surgimento de um grupo de formadores de opinião no mercado e segundo o estudo a indústria como um todo sofreu uma leve queda e teve de fazer as alterações visando as modificações climáticas e de sustentabilidade como parte do seu core business. “Entre 2009 e 2010, vimos um rápido progresso na maturidade dos fornecedores de TIC, tanto em termos de seus programas internos de meio ambiente como no desenvolvimento de um conjunto de ofertas do mercado com baixa emissão de carbono”, disse Simon Mingay, vice-presidente de pesquisas do Gartner. “Nós temos agora um grupo de formadores de opinião no mercado constituído por IBM, Cisco, Ericsson, HP, Fujitsu e SAP que acreditamos estão começando a construir um forte bloco nesse sentido. Contudo, nesta fase, eles realmente não têm tomado as questões associadas com as mudanças climáticas e de sustentabilidade no núcleo do negócio e suas estratégias, e eles continuam a lidar com isso dentro do espírito de melhoria de curto prazo.” Gartner e WWF convidaram 28 empresas globais, relacionadas à TIC e prestadoras de serviço para fazer parte desta pesquisa. Dezenove escolheram participar, fornecendo as informações necessárias. Entre essas empresas estão: Accenture, Alcatel-Lucent, BT, CSC, Cisco, Dell, Deutsche Telekom, Ericsson, Fujitsu, HP,

IBM, Lenovo, Microsoft, SAP, Sun Microsystems, TCS, Verizon, Wipro e Xerox. A pesquisa, a segunda do tipo, analisou o compromisso de prestadores de TIC para gerir os aspectos ambientais de suas operações internas e de sua cadeia de abastecimento. Muito importante, também são exploradas suas potencialidades na promoção de soluções nos mercados de baixo carbono e de desenvolvimento de produtos e serviços que vão ajudá-los e aos seus clientes a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa ou aumentar a sua eficiência energética. A IBM, Fujitsu, HP, Cisco e BT estão classificadas entre as cinco primeiras posições, enquanto outras, como a Verizon e a Lenovo não pontuaram muito bem, e mantiveram o 19º. e 17º. lugares, respectivamente. Mingay afirmou que a Microsoft, classificada na posição 13a. posição,

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em geral, está fazendo um progresso razoável, mesmo tendo iniciado o trabalho posteriormente. A pesquisa revelou que os prestadores de serviços e software têm melhorado suas posições a partir de 2008, mas permanecem imaturos em termos de programas internos, bem como as suas ofertas de mercado. Analisando os números de 2008, quando Gartner e WWF Brasil realizaram sua primeira avaliação, houve uma evolução grande e mais ações entre 2009 e 2010. Ao olhar o próprio impacto das TIC, e o foco no 2% delas nas emissões de CO2, tornou-se evidente que os fornecedores de hardware, como HP, Ericsson e Fujitsu estão cada vez mais focados na eficiência energética dos seus equipamentos e isso está se tornando um aspecto de seu core business, enquanto o mesmo não acontece entre as organizações de software e serviços. Poucos fornecedores estão pensando sobre a desmaterialização de qualquer maneira sistemática real, embora a Xerox seja uma das poucas exceções no que diz respeito a reutilização e reciclagem de peças. Coletivamente, a indústria de TIC tem melhorado seu desempenho em termos de fornecimento de soluções em outras áreas, por exemplo, transportes e edifícios, para ajudar a reduzir a 98% das emissões globais de CO2 que não são geradas pelas TIC, mas que podem ser reduzidos com a ajuda das TIC inteligentes. “A gestão do lixo eletrônico e metais pesados rapidamente está se transformando em um grande desafio global e com o crescimento dos mercados emergentes, a indústria terá de dar muita atenção para a reciclagem, desmaterialização e longevidade.”, conclui o analista do Gartner.

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BPO

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O desafio de terceirizar processos

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Legar a outra empresa uma parte do seu processo interno de trabalho, tem sido uma alternativa interessante e atraente no mundo dos negócios, transformando despesas em receitas

ngana-se quem pensa que economia aquecida significa céu de brigadeiro para as empresas brasileiras. Pelo contrário. A dinâmica do mercado e a proliferação de oportunidades faz aumentar a pressão dos acionistas por estratégias que resultem em modernização tecnológica, foco no core business, aperfeiçoamento dos processos de negócio e incremento nos resultados financeiros. A ordem é agarrar todas as oportunidades e, se possível, ainda reduzir os custos fixos do negócio. A receita usada para enfrentar esse desafio varia de empresa para empresa, mas um dos ingredientes usados ultimamente é a terceirização de processos de negócio, ou business process outsourcing (BPO). Trata-se de tendência consolidada em todo o mundo e em aceleração no Brasil. Os últimos números da IDC dão ideia desse universo. Em 2009, cerca de US$ 508 bilhões foram movimentados no mundo em projetos de BPO. No Brasil, a cifra chegou a US$ 7,9 bilhões. A modalidade ainda está longe de atingir o mesmo nível de penetração e maturidade da terceirização de infraestrutura, por exemplo, mas as taxas de crescimento refletem o ritmo de sua popularização. Segundo a IDC, o mercado de BPO no Brasil crescerá 16% este ano, acima da previsão global de 12%. Na avaliação de Fábio Fischer, vice-presidente do Conselho Administrativo da TCI, pioneira nesse mercado, os empresários brasileiros e do mundo sofisticaram sua visão acerca do BPO. “A modalidade deixou de ser

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vista apenas como instrumento de redução de custo. Passou a ser identificada como ferramenta para transformação do negócio. Com ela, as empresas deixam de se preocupar com a retaguarda (back office) e passam a focar exclusivamente no seu negócio. Ganham agilidade para o crescimento e inovação e transformam investimento em despesa variável, atendendo aos preceitos da SOX e Basileia, além de garantirem rastreabilidade das atividades realizadas”, resume o gestor. Fischer vê vasto campo a ser explorado para além das atividades onde o uso de BPO ainda é mais expressivo, como call center. A gestão de documentos e conteúdo empresarial, abrigada sob o conceito de ECM (enterprise content management), é uma dessas searas promissoras. “Acredito no imenso potencial de crescimento do uso de BPO em processos de ECM no Brasil, mas não arrisco fazer projeções, pois a expansão desse mercado tem superado as previsões mais otimistas”, diz o vice-presidente, acrescentando que a TCI já provê algum tipo de BPO relacionado com ECM para cerca de 75% da sua base de clientes. O executivo avalia que a terceirização de processos de ECM no Brasil ainda está restrita à digitalização de processos, ativos e inativos e à formalização de processos de cadastro, vistos por ele apenas como ferramentas para o BPO pleno de ECM. “Ressalte-se que o ECM é uma ferramenta do BPO. As tecnologias de tratamento da informação são insumos para o processo de negócio terceirizado”, explica.

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Como dica para quem quer parceiros nessa área, ele aconselha a busca por empresas com visão de inovação, que aceitem novos desafios e mudanças repentinas de rumo. “Acima de tudo, que sejam flexíveis para se adaptarem às necessidades dos seus clientes”, diz. Avanços democráticos Na Tecnoset, especializada em soluções nas áreas de BPO de gestão documental, networking e segurança digital, a percepção é que o Brasil está apenas no início de uma promissora onda de BPO em ECM. “A busca pelo controle, gerenciamento, segurança e disponibilização das informações está se tornando uma questão de sobrevivência para as empresas”, diz Marcel Santos, diretor-comercial da Tecnoset, grupo que mantém em sua prateleira desde outsourcing de impressão até pequenas automações de processos com tecnologias embarcadas, além de automação do processo de informação integrando ferramentas de BPM, GED e workflow, entre outras.

De acordo com Santos, os avanços nessa área são democráticos, ou seja, beneficiam empresas de todos os portes e segmentos econômicos. Isso porque as soluções estão cada vez mais escalonáveis e flexíveis, adaptando-se aos mais variados orçamentos. Considerando toda a base de clientes de outsourcing de impressão da Tecnoset, Santos calcula que 10% deles têm projetos implantados de BPO nas áreas de faturamento, fiscal, RH, jurídica e logística. “Em alguns cases, o investimento do projeto se pagou em três meses, devido ao aumento da produtividade e à redução de custo registrados nos departamentos de faturamento e logística, entre outros benefícios”, exemplifica. Há na Tecnoset a visão de que tecnologias como GED, BPM, ECM e CLM (gestão de contratos) estão cada vez mais presentes nas listas de prioridades das empresas brasileiras, embora em muitas delas as inovações ainda esbarrem em resistências culturais. Esse cenário pode configurar uma boa oportunidade para projetos de BPO. Segundo Santos, a escolha

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da melhor solução que suporte uma estratégia bem-sucedida de BPO em ECM começa com a escolha de parceiro que se envolva efetivamente no processo de negócio do cliente. “Com planejamento e entendimento profundo do cliente é possível descomplicar esses projetos’”, afirma. O aquecimento do mercado de BPO também é sentido na rotina da Celebroni, empresa de consultoria especializada em processos de negócio (business process management BPM). Segundo o consultor Marcelo Celebroni, essa modalidade de terceirização se firma como tendência principalmente nos processos da cadeia de valor de suporte, relacionados com as áreas de RH, fiscal e financeira, entre outras. “São processos que não geram receitas para a empresa e, portanto, aptos a serem transferidos para um escritório de BPO como parte de uma estratégia de redução de custos”, diz Celebroni. Para empresas que planejam investir em BPO, Celebroni lembra que o primeiro passo é o mais óbvio, embora nem sempre implementado adequadamente: entender a complexidade do negócio e documentá-lo na linguagem de BPM. “Qualquer implementação de BPO com integração a GED e ECM pressupõe a utilização de práticas de BPM”, afirma o consultor. Além do entendimento da complexidade do negócio e da documentação dos processos que serão executados pelo BPO, o consultor destaca como essencial a análise da aderência desses processos com o ambiente de execução do parceiro contratado. São três os aspectos básicos que integram essa análise, segundo ele. O primeiro, refere-se ao capital humano, ou seja, pessoas com as competências necessárias para executarem os processos que serão absorvidos. O segundo aspecto diz respeito à tecnologia empregada. “É importante saber se a infraestrutura disponível comporta execução de processos que até então eram feitos nos sistemas legados do cliente”, diz o consultor. Por fim, ele destaca a análise de aderência do fluxo do processo ao ambiente atual de execução no BPO.

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A Revista DOCUMENT MANAGEMENT lança em 2011 Guia de

FORNECEDORES DE

ECM A GUIA BUSINESS MEDIA, editora da Revista DOCUMENT MANAGEMENT, está preparando para lançar no inicio de 2011, o primeiro grande levantamento sobre a indústria de ECM no Brasil. Trata-se do GUIA DE FORNECEDORES DE ECM, uma edição anual de referência, apresentando os produtos e serviços de toda cadeia de fornecimento para a Gestão de Conteúdos Corporativos, com os dados de contato de seus respectivos Fornecedores.

“Eventualmente, parceiros têm de fazer ajustes na sua solução de BPO para atender às necessidades específicas de clientes”, explica. Alessandro Rosa, líder de Vendas da Accenture na América Latina, é outro que enxerga forte potencial de integração entre os conceitos de BPO e ECM. “Porque a maior parte dos negócios hoje em dia é baseada em troca de informações, e porque os processos de ECM estão ligados a ganhos de eficiência e redução de custos”, argumenta. Os desafios de terceirizar processos relacionados com ECM são similares aos de qualquer outro projeto, segundo Rosa. Para começar – ele diz, é preciso desenvolver um business plan que justifique a decisão por BPO. E no que concerne a ECM é preciso se certificar de que a tecnologia empregada se adequa às regulamentações e requerimentos legais e fiscais exigidos e se gera a produtividade esperada. Economia de escala Sobre o que deve ou não ser repassado a terceiros, o especialista da Accenture diz que cada negócio tem a sua própria estratégia de BPO, que varia de acordo com a maturidade de gestão atingida. “Quanto mais maturidade, mais a empresa se concentra no seu core”, diz. Mas adianta que um dos critérios mais usados para tomada de decisão sobre terceirização é a economia de escala trazida

pelo parceiro estratégico. Outro critério é a comparação entre os riscos envolvidos e os benefícios prometidos, sejam mensuráveis ou não. Muitas empresas também buscam em parceiros um conhecimento que é crítico para o seu negócio, mas que não dispõem internamente. “Quando esses três critérios são observados e atendidos, em geral o BPO se justifica. Caso contrário, depende do quanto a empresa está disposta a correr riscos”, diz. Tendo por base a experiência da Accenture, que mantém em todo o mundo centrais de BPOs horizontais (finanças, RH, compras etc.) e verticais (seguros, bancos, óleo e gás etc.), Rosa orienta as empresas a observarem o que considera cuidados básicos na hora de desenvolver um business plan sólido. O passo inicial seria uma pesquisa sobre o potencial parceiro e sua atual situação financeira e operacional. “Vale analisar a importância do BPO no quadro de ofertas do parceiro”, diz o consultor, ressaltando que, no caso da Accenture, essa modalidade integra um dos pilares fundamentais de crescimento da consultoria nos próximos anos. A empresa contratante deve despender todo o tempo que for preciso para pensar um modelo de negócio que mitigue riscos e alavanque benefícios. Com uma base de clientes composta por grandes empresas, a Accenture não divulga quantos deles têm contratos de terceirização de

Será um grande documento de consulta do mercado que facilitará a identificação de “ quem é quem “ no fornecimento de ferramentas e soluções para ECM. A participação de sua empresa no GUIA DE FORNECEDORES DE ECM – Edição 2011, dará direito a participar da versão digital no portal: www.guiaecm.com.br Para incluir os dados de sua empresa no GUIA DE FORNECEDORES DE ECM – Edição 2011, entre em contato com a Kátia no tel 11-3392-4111 ou envie-nos um e-mail para publicidade@guiabusinessmedia.com.br.

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processos. “São diversos cases em diferentes fases de estruturação de BPO, tanto horizontal quanto vertical”, diz o executivo. No que se refere especificamente a processos relacionados com ECM, as perspectivas do especialista são otimistas. “É um mercado que vai crescer. Veja, por exemplo, a truncagem de cheques nos bancos, que vai reduzir expressivamente o trâmite de documentos em processos de back office. Vislumbro o aumento do uso de tecnologia de ECM porque elas são fundamentais para que várias iniciativas estratégicas das corporações se concretizem nos próximos anos”, diz. Da sua parte, Geuma Campos Nascimento, sócia da Trevisan Outsourcing, orienta as empresas que decidirem investir em BPO a se debruçar sobre um plano que detalhe todas as fases e sujeitos envolvidos: documentação oficial, registro do processo completo do negócio, análise dos ativos, avaliação dos riscos e gerenciamento dos ativos tangíveis e intangíveis envolvidos. “Superada esta fase, deve ser iniciado o processo de escolha do prestador de serviços”, diz a executiva.

O passo seguinte, segundo Geuma, envolve a preparação de solicitação de proposta (Request For Proposal, ou RFP). Essa etapa deve ser tratada como um subprojeto liderado por quem conhece o projeto maior de terceirização, conforme a especialista. “Neste momento, é imperativo que seja definido o nível de serviços (SLA) ofertado e esperado de ambas as partes”, acrescenta. Por onde começar Em relação a quais e quantos processos devem ser terceirizados, Geuma diz que depende da análise e da estratégia adotada pela empresa. “Uma coisa é certa, os ganhos são mais expressivos, tanto para o prestador quanto para o comprador desses serviços, quando há escala, ou seja, quando a terceirização se dá no maior ou no mais completo processo da organização”, diz. Por outro lado, começar a terceirização a partir de uma unidade de baixo desempenho e com alto custo pode ajudar a justificar outros projetos, dependendo dos benefícios obtidos – avalia a executiva. Já Fábio Fischer, da TCI, diz que não há uma fórmula para uma empresa ingressar no mundo da terceirização de processos. Segundo ele, muitos usuários intensos de BPO optaram por começar com os processos mais problemáticos, enquanto outros escolheram os mais simples. Mas há unanimidade quanto à recomendação de que apenas um processo por vez deve ser migrado. “É a alternativa considerada mais consistente”, diz. Inicialmente – ele alerta, ocorrerão erros e o prazo de estabilização pode ser longo. “Mas uma vez estabilizada a operação, a migração dos processos seguintes ocorrerá em prazos cada vez menores”, finaliza.

O que a empresa ganha com BPO l Foco no core business, deixando a execução de processos de apoio para o parceiro l Aumento de eficiência e melhoria contínua na execução dos processos de negócio l Liberação de recursos internos para assuntos estratégicos l Redução dos investimentos em capital e em treinamento na execução dos processos l Transformação de investimento em despesa variável l Garantia de rastreabilidade das atividades realizadas l Obtenção de maior flexibilidade interna l Controle e redução de custos operacionais l Atualização tecnológica l Absorção de conhecimento/expertise antes deficiente na empresa Fonte: Kpmg e especialistas consultados

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Administrativos / Gestão de Documentos Admissão / Demissão Análise de conteúdo ( manual e sistêmico) Análise e Redesenho de processos Arquivamento de Documentos Certificação Digital Consultoria técnica especializada Desenvolvimento de Aplicativos Digitalização Distribuição Segura das Informações Elaboração de Orçamentos Gestão de estoque Gestão de Processos de Negócios Gestão de Suprimentos - Supply Chain Gestão eletrônica de documentos – GED Gestão Patrimonial Guarda Física de Documentos Guarda Gerenciada de Documentos Hospedagem Inventário Manutenção de Aplicativos Organização e Armazenagem de documentos Preparação para Folha de Pagamento Processamento e Transformação de documentos Processos de Impressão - Outsourcing SaaS Segurança Biológica Telecom Atendimento ao Cliente Aquisição e Conquista Atendimento Eletrônico Call Center Help Desk Offshore Recuperação de Créditos e Ativos Service Desk Backoffice - Finanças e Contabilidade Análise e Liberação de Crédito Cobrança Contas a pagar Contas a receber Gestão / Adm. de Riscos Gestão Contábil, Financeira, Fiscal Gestão de Caixa Backoffice - Recursos Humanos Administração da folha de pagamento Gestão de Recursos Humanos. Gestão dos benefícios Bancos - Gestão de Cadastros PAC - Processo e abertura de conta Registro de Novos clientes Financeiras Formalização de Contratos Formalização de Crédito Consignado Formalização de Crédito Imobiliário Formalização de Crédito Pessoal Serviços de TI Armazenamento Digital - Storage Certificação e assinatura digital Infra-estrutura de TI e Comunicação -TIC Integração de sistemas Segurança Digital

Add Solution

Serviços de BPO

Acervo

Empresas

Arket

Conheça a seguir as principais empresas que oferecem serviços de BPO em ECM

Arquivar

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As informações apresentadas neste guia são de responsabilidade das empresas participantes.

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Tivit

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Walter W. Koch

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Walter W. Koch é diretor da ImageWare. Consultor internacional em Gestão Documental e TI. Professor dos cursos de pósgradução da Fesp e Unip. Implementou alguns dos maiores projetos do País. Ministra cursos em diversos países da Europa, África e Oriente Médio. Autor do livro Electronic Document Management - Concepts and Technologies publicado em Dubai em 2001. Responsável pelo Treinamento da AIIM no Brasil info@imageware.com.br

Discuta esse assunto em www.ecmconnection.com.br

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o ECMShow 2010 tive a honra de conduzir o Talk-Show sobre fatores críticos de sucesso na implementação de sistemas de ECM. Baseado nos depoimentos dos executivos presentes e na minha experiência pessoal acabei por listar alguns dos fatores críticos que mais se aplicam à realidade brasileira: Conceituação do mercado – o mercado brasileiro continua com problemas para ter uma visão clara do processo evolutivo e, consequentemente das definições e conceitos por trás de: DI – Document Imaging - tecnologia para a digitalização de documentos físicos, popularizada na década de 80; GED – tradução de Electronic Document Management empregada no Brasil da década de 90 para designar as tecnologias de DI, Document Management, workflow e COLD; ECM – gestão do conteúdo corporativo introduzido em meados de 2000 para atender aos requisitos crescentes da web; EIM – gestão da informação corporativa integrando as informações não estruturadas com as informações estruturadas. Torna-se cada vez mais importante a evangelização deste mercado para que os projetos partam de premissas verdadeiras. Aplicabilidade – para muitos ainda não está claro onde se encaixam as tecnologias de ECM/ EIM. É fundamental que haja o entendimento que o objetivo não é a eliminação do “arquivo morto”, nem a criação de uma realidade de “paperless office”. No primeiro caso existem argumentos suficientes do ponto de vista de custo e legislação para descartar esta abordagem; no segundo caso ainda estamos muito longe da eliminação total do papel, inclusive por questões legais. Talvez seja mais apropriado se falar em “less paper”. De qualquer forma, o foco da aplicabilidade é a minimização de riscos, criação de novas realidades, minimização de custos obtida através do aumento da produtividade e melhor atendimento ao cliente. Legislação – apesar de mais de 15 anos de história (o primeiro projeto apresentado pelo senador Sebastião Rocha é de 1996), o Legislativo brasileiro ainda não conseguiu chegar a um consenso sobre uma lei para a conversão de documentos físicos em imagens digitais. Apesar de toda a bagagem com documentos digitais adquirida com o Projeto de Lei 2200 para documentos digitais,

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o mercado brasileiro continua armazenando em meios físicos para obter amparo legal no caso de documentos criados em papel. Infraestrutura de TI – o decréscimo contínuo do custo das mídias de armazenamento vem ajudando sobremaneira a expansão das bases instaladas de ECM. Hoje em dia, ninguém se assusta mais quando se fala em comprar GB ou TB, diferentemente de poucos anos atrás. E a evolução contínua das redes, nos permitindo colocar um documento em qualquer parte do mundo, com os aumentos de banda e redução de custos constitui a outra perna necessária para se colocar os sistemas de ECM em pé. Outros fatores mencionados foram: As Ilhas do Eu - falta da cultura de colaboração, fazendo com que cada usuário se sinta dono de suas informações não compartilhando-as; Cultura – necessidade de gestão da mudança face à natural resistência à introdução de novas formas de fazer; Governança Documental – nas organizações as informações estão divididas normalmente entre os responsáveis pelo arquivo ativo e inativo, a área de TI e/ou as áreas usuárias, dificultando uma visão holística e custos de hardware, software, serviços x ROI (Retorno do Investimento) que ainda têm sido bastante incipientes, impedindo que as organizações tenham ganhos passíveis de ser obtidos rapidamente. A Perda – perdemos Carminda Nogueira de Castro Ferreira, que se tornou uma referência no mercado brasileiro da biblioteconomia desde 1964. Como consultora em assuntos documentais orientou organizações como Itaú, Duratex, TAM, ONU e Unesco. Doutora pela Universidade de Coimbra com diversas condecorações internacionais, soube como ninguém construir pontes entre conceitos de gestão documental do ponto de vista da biblioteconomia e arquivística com o mundo digital. Carminda, sentiremos falta de suas divertidas provocações ao mundo híbrido.

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Qual música dita o ritmo da sua empresa?

assim como na música, suas informações precisam fluir em harmonia. com os instrumentos certos sua empresa pode contar com um aumento de produtividade e acelerar seu ritmo, tornando-se mais competitiva. consulte-nos e saiba como compor esta música.

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Modelo Consolidado A Wickbold e a Ipiranga utilizam um sistema totalmente digital para emissão de NF-e da Config desenvolvido para atender às necessidades e exigências do setor e totalmente integrado ao ERP da companhias.

Do tradicional

modelo nota eletrônica na empresa. O maior desafio em era cumprir o cronograma da Sefaz e ser a papel, a nota fiscal, instrumento fiscal que garante primeira empresa a emitir uma NF-e em São as transações comerciais, evoluiu para o formato Paulo, meta que foi cumprida. Os trabalhos eletrônico. Esse processo passou por alguns ajustes começaram em outubro de 2005 e a primeira ao longo do tempo até chegar o modelo atual nota saiu em abril de 2006, ainda experimencom uma interface direta com a Secretaria da talmente. Em setembro de 2007, o sistema Fazenda de São Paulo (Sefaz). A fabricante de pães entrou oficialmente em produção. A Wickbold Wickbold inovou também ao adotar desde 2006 utiliza um software de gestão comercial deo modelo de NF-e, no que poderíamos chamar de senvolvido pela Config. A empresa preferiu early adopter da tecnologia. evoluir lentamente, permitindo que seus clienUma das primeiras empresas a emitir uma tes se adaptassem às novas regras e a partir nota fiscal eletrônica (NF-e) com validade jurídica, daí 100% das notas fiscais são eletrônicas. a Wickbold decidiu ir além do projeto proposto Para atender à nova exigência do Fisco em repelo governo. A Config incorporou à sua solução lação à obrigatoriedade da emissão de nota fiscal de emissão de nota fiscal móvel a funcionalidade eletrônica (NF-e), uma das principais premissas do para emissão de NF-e, para atender uma necessiprojeto era que nenhuma interface a mais poderia dade da Wickbold caso ela viesse a solicitar à seser inserida no sistema de faturamento utilizado. faz-SP. A ideia era permitir que a Wickbold emitisse Wilson Alves Silva, da Config “Por empregar uma interface web, o a nota fiscal eletrônica enquanto seus caminhões Triangulus NF-e atendeu a essa necessidade, estivessem fazendo as entregas. pois é uma ferramenta efetivamente pronta, Conforme conta Wilson Alves da Silva, diretor-geral da Config Informática, madura”, afirma o executivo. a experiência foi fundamental para a maturidade do processo. Assim desenvolveu, testou e apresentou o seu protótipo de NF-e móvel à Ipiranga Combustíveis Sefaz, pois o considerava pronto para uso tão logo os coordenadores do Segunda maior distribuidora de combustíveis no País, com uma rede projeto nacional lançassem oficialmente a NF-e, em janeiro de 2007. de 5,5 mil postos em todo o território nacional, a Ipiranga, também é A Config assumiu um compromisso com a Wickbold para a construção usuária do sistema. de uma solução que atendesse as definições do projeto Piloto da NF-e e A ferramenta realiza a conferência de validade e autenticidade desenvolveu Triangulus NF-e. Esse software interage com o ERP e cria um das mais de 3,5 mil notas fiscais mensais recebidas digitalmente pela arquivo XML de acordo com o layout definido no Manual de Integração Ipiranga de acordo com as normas da Sefaz, evitando o recebimento do Contribuinte e gera a assinatura digital utilizando o certificado digital de uma NF-e irregular, com erros de preenchimento, cancelada ou ICP-Brasil. A solução faz o envio do arquivo à Sefaz, consulta a autorizaincompatível com o estabelecido no Manual do Contribuinte. Tudo isso ção de uso de NF-e e imprime o Documento Auxiliar de NF-e (DANFe) e o é feito de forma segura e automática, sem a necessidade de interferênConhecimento de Transporte (CT-e) cia humana. Resolvidas as questões relativas à emissão e à gestão das Hoje a Wickbold emite cerca de 100 mil notas fiscais eletrônicas por NF-e, a Ipiranga, está investindo agora em sistemas de recebimento meio do Triangulus NF-e. A migração do papel para o formato eletrônico automático e escrituração eletrônica. ocorreu de forma gradativa. Com a mudança a empresa, ganhou já que Até o final deste ano, mais de 1 milhão de empresas enquadrauma nota eletrônica sai 20 centavos mais barato que em papel, levandodas em 557 códigos da Classificação Nacional de Atividades Econôse em consideração o custo de produção e de armazenamento. “O micas (CNAE) precisarão emitir eletronicamente as suas notas fiscais. interesse da Wickbold em ter a implantação da NF-e no País sempre foi Desde 2006, quando o programa de NF-e nacional teve início no grande, uma vez que é inegável a geração de economia e agilidade com a Brasil, mais de 237 mil empresas aderiram ao sistema. Juntas, elas troca do papel para o modelo eletrônico”, diz Silva. foram responsáveis pela emissão de mais de 1,2 bilhão de documenA Config Informática foi responsável pela implementação da tos e transações que somam R$ 38,2 trilhões.

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Ganhando mercado com outsourcing A Tecprinters nasceu na Região Sul do País e está ganhando mercado com a introdução de ferramentas que permitem uma gestão mais precisa dos serviços aos seus clientes

Especializada

em sário inserirmos uma ferramenta que proporsoluções cionasse regular o que era utilizado, fornecesse de imagem e impressão, a Tecprinters buscava relatórios variados e dessa forma possibilitasse uma solução de tarifação (Gestão de Impresum sistema de gestão baseado em dados presão – Bilhetagem) que englobasse também o cisos”, explicou gerenciamento de suprimentos e contabilização Ele destacou ainda que “os principais befísica das suas impressoras e multifuncionais, nefícios obtidos pelos clientes foram justamenalém da centralização dos dados em data cente na automatização do processo de reposição ter e um diferencial de mercado em relação aos de suprimentos, extração remota de contabisoftwares accounting existentes. A ferramenta lização física e monitoramento, o que trouxe deveria permitir, ainda, a redução e maior conuma grande redução nos custos operacionais.” trole do custo de impressão, com segurança e Com a Tecprinters também alavancou seus eficácia. A NDDigital, que atua com soluções negócios passando de 1,7 milhão de páginas / de alta tecnologia e foco em softwares para mês para 10 milhões páginas/mês, após quatro soluções  de impressão e redução de custo anos de atuação com a implementação do em documentação eletrônica, atendia esses software da NDDigital. requisitos, foi escolhida para oferecer essa O executivo acrescentou que entre os infraestrutura. Sua equipe comercial, de sudesafios que também cercaram os projetos de Carlos Diel, gerente da porte e desenvolvimento entrou em ação para outsourcing está a homologação da gestão de Outsourcing da Tecprinters implantar a solução de n-Billing, nas versões cópias em multifuncionais e trocas de supriData Center e Professional. No início a implanmentos em equipamentos de um grande fabritação começou em 20 clientes da Tecprinters que, um ano depois, já cante. “A realidade do dia a dia dos clientes usuários de outsourcing somam 29 ativos e mais três em homologação. Com cerca de 200 de impressão foi alterada e assim tivemos de adotar uma nova poscolaboradores, sede em Curitiba e atuação nos estados do Paraná, tura e um novo ritmo no processo de trabalho, tudo sem impacto no Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a Tecprinters adotou a solução ambiente de impressão”, explica. de tarifação da NDDigital para tornar o processo de controle da Ele conta que para um alto aproveitamento dos recursos da cadeia de suprimentos mais dinâmico e inteligente, em mais de solução, foi utilizada uma metodologia fundamentada no geren140 localidades do Brasil, em que a empresa tem clientes. O projeciamento de projetos do Project Management Institute (PMI) e to incluiu o Data Center que a NDD disponibiliza juntamente com a cerca de 40 profissionais da empresa participaram do processo. ferramenta de tarifação, onde são armazenadas as informações da “A NDD é uma parceira atuante e proativa. Por isso, à medida empresa, possibilitando todo o controle e gerenciamento on-line, que novos contratos são inseridos no nosso portfólio de vendas, através de administração pela web. as diversas soluções da NDDigital são sugeridas e homologadas O gerente de Outsourcing de Impressão da Tecprinters, Carlos para posterior implantação.” Diel, conta que a empresa se especializou na oferta de serviços de De acordo com Francisco Furtado, gerente-comercial da NDDiimpressão com a marca HP, identificou que a maior dificuldade dos gital, a empresa está amplamente focada em soluções para supriclientes era organizar seu parque de impressão e ao mesmo tempo mento, faturamento, gestão de hardware e monitoramento voltadas ter tarifas justas pelo que era utilizado entre seus usuários. “Na para automação da gestão de outsourcing e processos de impressão. grande maioria dos clientes onde prestávamos serviços, ele não tinha “Tecnicamente nosso portfólio possui características únicas e cujo a menor ideia por que gastava mais ou menos, qual era seu perfil de apelo principal é exatamente a facilidade de integração, que proporconsumo e para que pudéssemos desenvolver um projeto era necesciona maior rapidez na implantação dos projetos”, ressalta.

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identidade

Angelo Volpi e Cinthia Freitas

Robôs Criminosos? Divulgação

Angelo Volpi é tabelião em Curitiba, escritor, articulista e consultor. angelo@volpi.not.br  Cinthia O. de A. Freitas Professora Titular da PUCPR e Doutora em Informática. almendracinthia@gmail.com

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T

emos visto em várias feiras de tecnologia as maravilhas realizadas por robôs, um dos mais importantes eventos ocorreu em outubro deste ano em Taiwan, chamado de Taipei International Robot Show. Desde demonstrações prosaicas como jogar tênis de mesa e dançar, mas que revelam uma fantástica tecnologia, até um robô que imita expressões faciais de seres humanos; a cada ano o espanto e incredulidade são maiores. O filme Eu Robô repete a fórmula já meio surrada de Franskenstein, Pinóquio, Blade Runner, 2001 Uma Odisseia no Espaço e outras tantas em que a criatura assume feições humanas e em alguns casos o que esses têm de pior. À luz do contexto, a possibilidade de robôs virem a fazer cópias de autógrafos é algo que assume contornos de realidade num futuro não muito distante e causanos preocupação, visto que ambos dependemos, em nossas profissões (tabelião e perita), da verificação de autenticidade em assinaturas manuscritas. Já em 2003, o artigo apresentado pelos pesquisadores Franke, Schomaker e Penk, na 11th Conference of the International Graphonomics Society (IGS’2003) relata e discute o uso de assinaturas produzidas por robôs em estudos relacionados à análise de autenticidade de documentos. Mais especificamente, o artigo trata de sistemas computacionais de apoio à análise forense de manuscritos. Neste âmbito, são importantíssimos os elementos dinâmicos da escrita, visando-se identificar a autoria de um material manuscrito. Os autores comentam que muitas vezes, a análise de documentos sob suspeita está restrita à inspeção visual (mesmo com aparelhamento óptico) dos elementos gráficos e estáticos. O exame das características dinâmicas, a exemplo do ritmo de distribuição da tinta e a estrutura interna do traçado, podem ser decisivos para associar uma assinatura como autêntica ou proveniente de um mesmo punho escritor. E, ainda, que a combinação de métodos de captura on-line (adquirida dinamicamente, ou seja, por processo de mesa digitalizadora, papel eletrônico ou caneta óptica) e off-line (é adquirida estaticamente, ou seja, digitalizada do papel ou por câmera) podem melhorar o desenvolvimento de sistemas computacionais de apoio à identificação de autoria em documentos manuscritos.

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No método on-line o sinal é constituído de informação temporal, dinâmica e uniforme. O escritor é parte do processo e trabalha como um supervisor da escrita, pois pode identificar e corrigir eventuais erros. Por outro lado, no método off-line o escritor é ausente. O sinal obtido é bidimensional (uma imagem ou matriz de pontos), não contém informação temporal e o traçado possui espessura variável. Tendo-se em vista essas considerações, os pesquisadores realizaram a coleta por método offline de um espécime de assinatura de dez autores diferentes. O sinal adquirido, contendo todas as características do autor/assinatura, foi repassado para um programa computacional CAD/CAM, o qual pode gerar uma codificação contendo a especificação a ser transferida para um robô-escritor nas três direções (largura, comprimento e altura). Assim, o robô pode reproduzir essas assinaturas. Pode, então, um robô ser um fraudador? Como identificar esse tipo de fraude? As respostas para esses questionamentos devem ser analisadas considerando-se dois aspectos: técnico e grafotécnico. A rigor, o que ocorre no robô é que a simulação da força da caneta é realizada por meio de um apoio elástico e de uma mola com força conhecida. Nos experimentos realizados foi observada uma diferença de 2% em relação ao desvio-padrão médio do nível de pressão das assinaturas geradas pelo robô. O que é muito pouco considerando que ninguém assina duas vezes da mesma forma. Atualmente esse tipo de experimentação cabe somente a pesquisadores, pois esse robô ainda não está disponível para comercialização e seu custo é alto. Entretanto, com certeza chegará o dia em que será acessível, e cada vez mais eficiente. Sendo assim, fazendo um exercício de futurologia, podemos imaginar que mais uma vez as assinaturas manuscritas estão com sua confiabilidade abalada e podem estar com seus dias contados e que será necessário buscar outras formas de subscrição no papel... mas pensando bem, se ainda existir documento em papel.

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gestores

Daniel Dias Pinto

O Arquiteto da Informação Divulgação

Daniel Dias Pinto é bacharel em Sistemas de Informação e Consultor da smartGED.com com dez anos de experiência na área de gestão de documentos

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inda uma novidade, ao menos em terras tupiniquins, pouco se fala a respeito do CKO, sigla para chief knowledge officer, ou no tradicional diretor do conhecimento. Inexistente e desconhecido na grande maioria das corporações, de qualquer tamanho, esse profissional deve responder pelos procedimentos internos no que se refere à Informação, principalmente a não estruturada. Se tirarmos o status de chief desse cargo, temos o arquiteto da informação. Exatamente a mesma função, o mesmo objetivo, mas um profissional um pouco mais operacional, e um pouco menos pomposo. O arquiteto da informação, dentro de uma organização, é responsável por intermediar a definição de procedimentos internos, estruturando a maneira com as informações pertinentes a esses processos serão criadas, capturadas, armazenadas, recuperadas e descartadas. Não por acaso com as capacidades da tecnologia de ECM (Enterprise Content Management). O escopo de informação para esse arquiteto abrange principalmente, as informações não estruturadas, que podem ser formulários, documentos, e-mails, material de marketing, notícias, relatórios e registros físicos, por exemplo, podendo ficar de fora os dados estruturados, como aqueles gerenciados por sistemas e, normalmente, armazenados em tabelas de bancos de dados. Analisando fase a fase, em primeiro lugar define-se a criação da informação. Neste ponto, o arquiteto da informação deve obter onde, de que maneira e por quem a informação será gerada. Com isso, pode-se sugerir o melhor suporte para esse processo, como formulários impressos ou eletrônicos, por exemplo. Um ponto importante na utilização de formulários é a definição dos layouts a ser utilizados. Com uma visão ampla da cadeia de informação da empresa, o arquiteto de informação deve ser o responsável por gerenciar (ou mesmo fazer) a criação dos modelos de formulários, atentando-se à padronização, classificação, versionamento, disponibilização e semiótica do documento. A captura de um documento não é apenas a digitalização de papéis. Abrange também a varredura de pastas locais de usuários, upload de documentos por sistemas web, recepção e armazenamento de físicos e até o gerenciamento de caixas de e-mail. Esta definição baseia-se na origem e no destino das informações, os repositórios utilizados e as necessidades de negócio. É muito comum uma organização abrigar uma

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série de diferentes repositórios de documentos no seu parque tecnológico. File Systems, múltiplas ferramentas de ECM e servidores de e-mail são bastante comuns. Essa diversidade reflete a ausência de uma política de gestão da informação, o que por sua vez reflete a falta de um profissional dedicado. Quando centralizamos o conhecimento da informação em um profissional, ou departamento, permitimos que o armazenamento das informações seja centralizado, unificado, seguro, otimizado e eficiente. A partir da utilização de repositórios unificados, cabe ao arquiteto da informação fornecer suporte aos administradores dos sistemas, ou no cenário ideal, do sistema de ECM, sobre as políticas de segurança, indexação, taxonomia, correlação das informações e da interface usuário-repositório para tornar a recuperação das informações simples e eficiente. Na era do gerenciamento de registros, ou Records Management, a função do arquiteto da informação é aplicar as políticas de retenção e descarte das informações, atentando às regulamentações (compliance), requisitos de negócio, otimização do uso de recursos (storages, arquivo físico, etc.), garantindo que as informações estejam disponíveis somente pelo tempo necessário, definido pelo fator mais importante para cada ocasião. Na leitura deste artigo, percebe-se a recorrente utilização da palavra ou suas derivações, eficiência. Ter um profissional responsável pelo gerenciamento de informações em uma organização não é apenas dar cumprimento aos requisitos, organização de procedimentos, suporte a departamentos ou qualquer outra atividade alheia ao negócio. É sim prover capacidade de melhorar processos e procedimentos a fim de torná-los mais ágeis e seguros e, ainda, despendendo a menor quantidade de recursos possíveis. Isso é ser eficiente. A função primordial do arquiteto de informação é tirar a responsabilidade de tarefas que envolvem a estruturação de informações de profissionais que não devem tê-la, e tratá-las como ferramentas de suporte às operações e procedimentos. Isso é possível com a definição de uma equipe apta e exclusiva, conscientização das áreas, determinação de políticas e, principalmente, visão, por parte do corpo diretivo, dos benefícios que um trabalho bem realizado, com a sinergia das equipes, com certeza trará.

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Tadeu Cruz

Uso e desuso de workflow Josetti Capusso

Tadeu Cruz professor M.Sc., formado em Administração de Empresas; especialização em Engenharia de Sistemas e em Análise & Modelagem de Processos de Negócio. Mestre em Engenharia de Produção. Membro-pesquisador do GEACTE-FEA-USP e do Sage-Coppe-UFRJ e da Escola de Engenharia Universidade Mackenzie

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uando nos dispomos a investigar e a estudar porque as organizações param de usar softwares de Workflow, não imaginamos encontrar as dificuldades que tivemos de vencer. Essas dificuldades estiveram diretamente ligadas ao enfoque dado à pesquisa; de conhecer e entender o fracasso dos projetos de implantação de Workflow ou BPMS. Por exemplo: tivemos contato com um banco brasileiro que há dez anos adquiriu um software de Workflow americano e o implantou num processo de aprovação de crédito e durante esse período, jamais atualizou as versões e menos ainda, o próprio processo. Ninguém nesse banco quis nos receber para uma entrevista. Tentamos conhecer a situação por meio de um dos analistas que haviam participado do projeto e quando perguntamos como um processo podia ficar dez anos sem ser atualizado, ele nos respondeu que “o trabalho tinha sido bem realizado e que, por isso, nunca mais precisaram atualizá-lo” (sic). Nas organizações estudadas, salvo raríssimas exceções, encontravam-se em dois extremos quando decidiram implantar o software de Workflow. Num extremo estão aquelas que desconhecem as reais utilidades do software e as necessárias mudanças de cultura organizacional para sua implantação. No outro extremo aquelas que esperam mais do software do que este efetivamente pode realizar. Creio que se fosse observar outro grupo de empresas agora, é possível que o fenômeno se repita, pois a introdução do software chamado BPMS pode ter mudado o referencial já adquirido pelas organizações sobre sistemas de Workflow e introduzido novas dúvidas e preocupações. Frequentemente, também, os responsáveis por projetos de Workflow confundem-no com softwares de gerenciamento eletrônico de documentos (GED). O GED não faz parte do modelo referencial Workflow, WfMC (1995); portanto não é Workflow, mas ambas as tecnologias podem e deveriam trabalhar integradas. Alguns “fabricantes” de Workflow incluíram nos seus produtos módulos para gerenciamento eletrônico de documentos o que, a meu ver, confunde os usuários e dificulta a percepção de que essas tecnologias são únicas, mas complementares. Como resultado, vimos que sempre que dois ou mais softwares de Workflow são avaliados, os que têm módulos de GED levam vantagem sobre os que são somente Workflow; uma vez que todo comprador quer sempre “levar mais por menos” Entretanto, o maior desconhecimento detectado por parte das organizações é sobre o que são processos de

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negócio e, consequentemente, sobre o trabalho árduo, mas imprescindível, de mapeá-los, analisá-los, organizá-los e detalhá-los para que possam ser “programados” no software de Workflow. Essa imprescindibilidade coloca os sistemas de Workflow num patamar diferente de necessidades diante de qualquer outro software. Numa empresa onde estive envolvido em um projeto para implantação de Workflow, durante uma reunião para planejarmos sua implantação, cinco profissionais da área de análise e modelagem de processos discutiram entre si durante quase uma hora sobre qual era o evento que dava inicio a um determinado processo sem chegar a qualquer conclusão. Concluímos, então, que caso o projeto viesse a ser executado a equipe de mapeamento, análise e modelagem teria de ser treinada nos fundamentos de processos de negócio e numa metodologia para trabalhar com eles. O que efetivamente foi feito. Há, também, o problema da inoperabilidade inicial do software por falta absoluta de elementos que nos permitam executá-lo, em outras palavras a ausência de dados históricos impede que sistemas de Workflow possam ser implantados; como o são outros softwares. Por exemplo, quando uma empresa implanta um mesmo software de ERP ela incrementa os novos bancos de dados com dados oriundos dos arquivos históricos, migrados dos sistemas existentes até então. Com um software de Workflow isso não é possível porque, salvo raríssimas exceções, não há dados históricos sobre processos se não tiver sido feita, até então, a análise e a modelagem desses. Por isso, o custo de implantação de softwares de Workflow envolve elementos que geralmente não estão obrigatoriamente presentes nas implantações de outros tipos de softwares. Entre as causas apontadas pela nossa pesquisa sobre uso e desuso de Workflow duas foram recorrentes nas organizações estudadas: falta de cultura para trabalhar dentro do conceito Computer-Supported Cooperative Work (CSCW) e falta de aplicação de metodologias adequadas para mapeamento, análise e modelagem de processos de negócio. Conclusão, as organizações ainda não conseguem se beneficiar das potencialidades de sistemas de Workflow, ou de sua versão mais atual, Business Process Management Systems (BPMS). Processos de negócio são, ainda, mal compreendidos e pior ainda mapeados, analisados, modelados, implantados e gerenciados. Sem esse trabalho nenhuma tecnologia da informação serve.

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canal executivo

Elena Pospelova

A ABBYY já é bastante conhecida na área de Capture por suas ferramentas. Como a senhora poderia analisar a atuação da empresa no Brasil? O Brasil é um território-chave para a ABBYY, devido ao seu mercado em rápido desenvolvimento. As atividades da empresa aqui são muito bem-sucedidas, considerando que a ABBYY está diretamente no País há pouco tempo. Neste período, conseguimos provar a confiabilidade e funcionalidade de nossos produtos, conquistamos grandes contratos em bancos, universidades e órgãos do governo e planejamos que o nosso desenvolvimento cresça ainda mais e se solidifique. A ABBYY Brasil é considerada um centro de competência tecnológico capaz de lidar com todos os produtos da empresa.

Como a senhora vê o potencial para seus produtos no mercado brasileiro e latino-americano?

A ABBYY é uma das poucas empresas internacionais nascidas na Rússia, que demonstrou a capacidade de se adaptar perfeitamente às necessidades do mercado latino-americano, em geral, e do brasileiro, principalmente. Vemos o interesse de empresas em nossos produtos e tentamos oferecerlhes a solução ideal por preços acessíveis. Nossos projetos de sucesso no Brasil com várias empresas de ponta provam que estamos na direção certa, por exemplo em bancos para tratar documentos financeiros e não financeiros, integradores de sistemas, BPOs para digitalização de leis e periódicos, universidades com formulários de pesquisa e exames, em tribunais para digitalização de processos etc.

A empresa está investindo em novos produtos para ampliar

seu market share?

A maioria das empresas que entram nos mercados estrangeiros e não consideram o problema da “barreira de idioma” e assumem ser suficiente representar seus produtos, sites e publicidades apenas em inglês. A base linguística da ABBYY permite que seus produtos sejam disponibilizados em vários idiomas. A finalidade da interface em português do Brasil do FineReader é melhorar a experiência do usuário com o produto e consequentemente aumentar seu “market share”. Por isso, ao entrar no mercado latinoamericano, a ABBYY prestou muita atenção a essa questão. Adaptamos nossos produtos aos consumidores da América Latina, tentando entender e resolver todas as necessidades desse mercado. Um excelente exemplo disso é o nosso trabalho no Brasil e o lançamento da versão brasileira dosoftware FineReader 10 Edição Brasil, especialmente criado e adaptado para este país. Conhecendo a popularidade do Linux no Brasil e sua preferência pelo governo brasileiro, a ABBYY criou projetos especiais para esta plataforma.

Como analisa hoje a competitividade com tantas ofertas diferentes?

Atualmente a situação em praticamente todos os setores é que o mercado oferece sempre mais que a sua demanda. O mercado de software não é uma exceção a essa regra. No entanto, em nossa área de alta tecnologia de aplicativos de software inteligente que podem reconhecer textos manuscritos, não existem muitas empresas tão capacitadas. Existem apenas uma ou duas que fazem o mesmo em um patamar comparável com a ABBYY. Além disso, demonstramos a nossa capacidade aqui no Brasil por meio do desenvolvimento de produtos voltados especifi-

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Divulgação

Foco no usuário

Elena Pospelova CEO ABBYY 3A

camente para o mercado nacional.

Na sua opinião, o mercado latino-americano está maduro para as tecnologias de ECM?

As tecnologias de ECM são relativamente novas, mas já são amplamente utilizadas em todo o mundo. Entendemos que o mercado latinoamericano, sobretudo o brasileiro, já está maduro para soluções de ECM. A digitalização do Sistema Judiciário é um exemplo disso. Para qualquer companhia, a transição de sistemas ou processos parece ser sempre difícil e, em muitos casos, há uma tendência em deixar tudo como está. Por isso, nós propomos uma transição “suave” para tecnologias de ECM, oferecendo treinamentos aos nossos clientes e estando sempre abertos a sugestões e necessidades especiais.

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canal executivo

David Melo

Como fornecedor tradicional de sistemas para automação bancária como a Diebold se posiciona no mercado nacional e latino-americano hoje?

No mercado de automação bancária, a Diebold é líder nas Américas e vem ampliando sua atuação levando produtos e ideias tipicamente brasileiros, como os correspondentes bancários ou os terminais de pagamentos de contas que aceitam dinheiro e devolvem troco, para os demais países da região. No Brasil, nosso share é próximo de 60% e nossa atuação é muito diversificada, incluindo, por exemplo, a fabricação das urnas eletrônicas. Além dos equipamentos de autoatendimento, temos soluções para desenvolvimento de software, PCs, servidores, serviços de manutenção e infraestrutura, sistemas de segurança, sistemas de gestão de documentos e uma área especializada em suporte de software e integração. São mais de 25 anos de experiência em integrar sistemas bancários, migrar bases de dados, realizar roll outs de agências e ambientes de missão crítica, além de uma grande variedade de produtos de TI.

A truncagem impulsionou a empresa para abrir novas frentes de negócios quanto à gestão de documentos?

Sim. A truncagem abriu caminhos para a automação de depósito, por exemplo, mas os bancos e as empresas estão buscando uma gestão de conteúdo mais radical. Tivemos dois adventos que impulsionaram a Diebold a estruturar uma oferta completa: o processo de regulamentação da truncagem no Brasil e a aquisição de uma empresa de ECM pela nossa matriz nos Estados Unidos. Esta empresa,

que chamamos Diebold Eras, é especializada na gestão de conteúdo, mas no formato de prestação de serviços. Nosso principal produto de ECM é o Diebold ImageWay®, que é uma solução de software para atender às demandas de gerenciamento eletrônico de cheques e de outros documentos. Existe um número muito grande de bancos pequenos nos Estados Unidos que se utilizam do serviço de clearing da Diebold Eras. Essa mesma plataforma de software agora está disponível para o mercado brasileiro e já foi tropicalizada.

Que setores estão no target da empresa além do financeiro? Como o senhor avalia o crescimento nestas novas áreas?

Praticamente, todas as empresas deverão partir para o ECM, uma vez que existem ganhos de produtividade e eficiência no tratamento das informações. Isso sem falar nas vantagens ambientais com a economia de papéis e transporte de documentos entre as filiais da empresa. Nesse contexto, estamos preparados para atender outros setores onde já temos atuado, como o da saúde pública e saúde suplementar.

Quais os investimentos previstos para essa expansão? Quais os novos produtos inseridos no portfólio visando atender essas áreas?

Os investimentos se deram, sobretudo, na localização da plataforma Image Way, incluindo o desenvolvimento de alguns componentes que foram incorporados ao sistema para atender às nossas demandas legais. Também investimos constantemente no aperfeiçoamento de nossas ATMs com auto-

58   Document Management | Novembro / Dezembro 10

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Divulgação

Eficiência no tratamento das informações

David Melo, gerente de Marketing da Diebold

mação de depósito, que contarão com tecnologia de captura de imagem e reconhecimento de caracteres. Temos alguns diferenciais importantes no nosso offering: a tarifação por volume de documentos, e a expertise da comercialização no modelo de sistemas integrados (outsourcing), juntamente com o fornecimento de uma cesta completa de produtos e serviços.

O Content Management já é uma realidade para a companhia?

Sem dúvida. Estamos incorporando novos módulos ao sistema de acordo com as necessidades do mercado. Temos também um projeto para uso interno que eliminará o tráfego de papéis em nossa área financeira.

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30.11.10 12:39:47


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De bem com o meio-ambiente

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Alexandre de Menezes Corigliano

“My guitar gently weeps”

Quando começou a se interessar por música?

A música para mim é mais do que um hobby. Faz parte da minha vida, desde criança. Em todos os momentos em que era possível ouvir música eu estava ouvindo. Daí até aparecer a vontade de querer aprender e estudar música foi um passo bem curto que começou quando eu tinha uns 13 ou 14 anos. Isso sem contar que naquela época todo mundo queria tocar guitarra e comigo não foi diferente. O tempo passou rápido e já são quase 30 anos. Essa escolha me permitiu a oportunidade de fazer grandes amigos e dar muita risada... graças à música.

De que forma estrutura seu dia para ter tempo para manter o contato com a música e com o pessoal da banda?

Procuro estruturar a minha agenda para não ter de desmarcar os ensaios e sempre que agendamos shows a data é definida em consenso com todos os integrantes da banda. A comunicação acontece por e-mail, MSN e celular. A tecnologia encurtou bastante a distância e otimizou o tempo, mas às vezes acontecem imprevistos, claro. Por exemplo, marcamos um show para uma determinada data e depois recebi o convite para um casamento no mesmo dia. Aí não tem o que fazer e passamos o show para uma outra banda.

Vocês tocam em bares ou se reúnem com pessoas com a mesma paixão por música? Tocamos a cada dois meses em bares

como Rhino Pub (www.rhinopub.com. br) , All Black (www.allblack.com.br) e Mercearia do Jockey (www.merceariasaoroque.com.br). E a cada duas semanas nos encontramos para ensaiar. Costumo dizer que tem gente que paga terapia, eu prefiro encontrar com o pessoal da banda, ensaiar, descontrair, dar umas risadas. É muito mais legal e sem dúvida mais barato (risos).

Como analisa a sua experiência e a influência que essa experiência tem sobre a sua vida profissional? Na vida profissional você depende de pessoas motivadas para que os objetivos sejam atingidos. Esse é o trabalho do líder: estar atento e cuidando da sua equipe para garantir essa motivação. Se apenas uma dessas pessoas falhar, eventualmente, a equipe inteira pode falhar. Na banda também aprendemos que um depende do outro para que o resultado final agrade ao ouvido do público. Se, por acaso, a guitarra errar um tempo ou uma nota, pode desconcentrar os outros e atrapalhar o resultado final.

Você acredita que executivos como você devam ter atividades não profissionais e hobbies, sejam eles quais forem, por quê?

Sou suspeito para recomendar porque tenho dois hobbies que considero superimportantes para equilibrar a vida – a música e a culinária. Os dois me ajudam a reunir os amigos e a família para conversar, comer e beber sempre embalados por um bom fundo musical faz muito bem à saúde.

60   Document Management | Novembro / Dezembro 10

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Divulgação

Para o executivo da Disoft, Alexandre de Menezes Corigliano, o interesse que nasceu na adolescência hoje está integrado à sua vida adulta e permite um “tempo” na exaustiva rotina de trabalho de diretor-executivo de uma grande empresa de TI

Alexandre Corigliano: depois de 30 anos a guitarra ainda faz parte da sua vida

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guia ECM A seguir veja a classificação das empresas presentes nesta edição por área de atuação. Este é um serviço da revista Document Management aos leitores a fim de facilitar a busca por produtos e soluções que são bimestralmente ofertados por uma gama selecionada de fornecedores que encontram-se entre os mais conceituados no mercado. ARMÁRIOS/ARQUIVOS

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ARCHIVUM CNC DOMORE ESTEC FAST SCAN GSS - OUTSOURCING INFUSED MACTRON METROFILE P.A ARQUIVOS P3 IMAGE PRODIMAGE READSOFT REIS OFFICE SIMPRESS SML STOQUE STORE TECMACH WINSDATA

P.37 P.29 E 59 P.2 P.64 P.38 P.29 E 59 P.20 P.28 P.67 P.2 P.53 P.39 P.25 P.47 P.45 P.64 P.29 E 59 P.20 P.13 P.67 P.2 P.14 P.53 P.39 P.68 P.47 P.45 P.64 P.37 P.29 E 59 P.53 P.39 P.68 P.64 P.37 P.29 E 59 P.65 P.16 P.64 P.20 P.28 P.67 P.2 P.14 P.53 P.55 P.26 P.57 P.39 P.25 P.21 P.68 P.47 P.64

CINCOM CNC REIS OFFICE STOQUE TECMACH XEROX

P.38 P.29 E 59 P.57 P.21 P.47 P.11

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21_Guia ECM.indd 62

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P.51 P.2 P.14 P.53 P.57 P.39 P.21 P.68 P.45 P.64

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ARCHIVUM CNC GSS - OUTSOURCING TECNOSET FAST SCAN IMPRENSA OFICIAL METROFILE P.A ARQUIVOS P3 IMAGE REIS OFFICE SIMPRESS STOQUE STORE TECMACH WINSDATA

P.37 P.29 E 59 P.20 P.45 P.64 P.19 P.2 P.14 P.53 P.57 P.39 P.21 P.68 P.47 P.64

EDUDAÇÃO

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ENCADERNADORAS

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ENVELOPADORAS

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P.27 P.63 P.29 E 59 P.21 P.29 E 59

ETIQUETADORAS

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P.67 P.57

ETIQUETAS

• REIS OFFICE

FABRICA DE SOFTWARE

• • • • •

CNC P.A ARQUIVOS PRODIMAGE SML STOQUE

P.57 P.29 E 59 P.14 P.55 P.25 P.21

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FORMALIZAÇÃO DE CONTRATOS

• • • • • • • •

CINCOM GSS - OUTSOURCING KEEPERS METROFILE P.A ARQUIVOS SIMPRESS STORE TECMACH

P.38 P.20 P.13 P.2 P.14 P.39 P.68 P.47

FRAGMENTADORES PAPEL

• REIS OFFICE

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GESTÃO DE DOCUMENTOS

COPIADORAS

• • • • • •

P.29 E 59 P.53

• • • • • • • • • •

P.37 P.38 P.29 E 59 P.64 P.9 P.20 P.18 P.19 P.13 P.15 E 65

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ARCHIVUM CINCOM CNC FAST SCAN GSS - OUTSOURCING IMPRENSA OFICIAL KEEPERS MACTRON METROFILE P.A ARQUIVOS P3 IMAGE SIMPRESS STORE TECMACH TECNOSET

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P.37 P.38 P.29 E 59 P.64 P.20 P.19 P.13 P.67 P.2 P.14 P.53 P.39 P.68 P.47 P.45

P.37 P.29 E 59 P.20 P.13 P.2 P.14 P.68 P.29 E 59 P.49 P.5 P.9 P.18

DOCUMENT MANAGEMENT | Setembro / Outubro 10

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INDEXAÇÃO

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P.67 P.57 P.31 P.21 P.47 P.45 P.11 P.37 P.38 P.29 E 59 P.13 P.14 P.39 P.68 P.47 P.64

INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS

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P.37 P.38 P.29 E 59 P.16 P.28 P.53 P.55 P.25 P.21

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MULTIFUNCIONAIS

• • • • • • • • • •

CNC COGRA HPRINT MACTRON REIS OFFICE SIMPRESS STOQUE TECMACH TECNOSET XEROX

P.65 P.28 P.64 P.29 E 59 P.57 P.29 E 59 P.15 E 65 P.2 P.14 P.53 P.61 P.21 P.68 P.29 E 59 P.15 E 65 P.61 P.21 P.29 E 59 P.49 P.18 P.67 P.57 P.39 P.21 P.47 P.45 P.11

ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS

• • • • • • • • • • •

ARCHIVUM CNC IMPRENSA OFICIAL KEEPERS METROFILE P.A ARQUIVOS P3 IMAGE SIMPRESS STOQUE STORE WINSDATA

P.37 P.29 E 59 P.19 P.13 P.2 P.14 P.53 P.39 P.21 P.68 P.64

OUTSOURCING DE IMPRESSÃO

• • • • • • •

HPRINT MACTRON REIS OFFICE SIMPRESS STOQUE TECMACH TECNOSET

PAPEL

• CNC

PROCESSAMENTO DE FORMULARIOS

• • • • • •

ESTEC KODAK P3 IMAGE SML STORE WINSDATA

RECONHECIMENTO - ICR

• • • • • • • • •

CNC ESTEC KEEPERS METROFILE P.A ARQUIVOS P3 IMAGE STORE TECNOSET WINSDATA

P.18 P.67 P.57 P.39 P.21 P.47 P.45

P.29 E 59

P.16 P.15 E 65 P.53 P.25 P.68 P.64 P.29 E 59 P.16 P.13 P.2 P.14 P.53 P.68 P.45 P.64

RECONHECIMENTO - OCR

• • • • • • • • • •

ARCHIVUM CNC ESTEC KEEPERS METROFILE P.A ARQUIVOS P3 IMAGE STORE TECNOSET WINSDATA

P.37 P.29 E 59 P.16 P.13 P.2 P.14 P.53 P.68 P.45 P.64

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ARCHIVUM IMPRENSA OFICIAL KEEPERS METROFILE P.A ARQUIVOS STORE

P.37 P.19 P.13 P.2 P.14 P.68

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SCANNERS - PAPEL

• • • • • • • • • • • • • • • • •

CNC EPSON FAST SCAN FUJITSU HPRINT KODAK MACROSOLUTION MACTRON P3 IMAGE PRODIMAGE REIS OFFICE SCANSYSTEM SAMSUNG STOQUE TECNOSET XEROX WINSDATA

P.29 E 59 P.64 P.15 E 65 P.57 P.61 P.29 E 59 P.5 P.64 P.9 P.18 P.15 E 65 P.51 P.67 P.53 P.55 P.57 P.61 P.31 P.21 P.45 P.11 P.64

SOFTWARE - BPM/ WORKFLOW

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P.38 P.29 E 59 P.65 P.16 P.20 P.28 P.67 P.26 P.17 P.25 P.21 P.45 P.64

SOFTWARE- DIGITALIZAÇÃO

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CINCOM CNC ESTEC FAST SCAN MACROSOLUTION MACTRON P3 IMAGE PRODIMAGE READSOFT SML STOQUE TECNOSET WINSDATA

P.38 P.29 E 59 P.16 P.64 P.51 P.67 P.53 P.55 P.26 P.25 P.21 P.45 P.64

SOFTWARE - ENTERPRISE APLICATION INTEGRATION

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P.16 P.64 P.20 P.28 P.67 P.53 P.55 P.26 P.61 P.25 P.21 P.45 P.64

SOFTWARE GESTÃO IMAGENS (DI)

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P.29 E 59 P.16 P.20 P.51 P.53 P.55 P.25 P.45

SOFTWARE - GESTÃO DO CONHECIMENTO (KM)

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SOFTWARE - GESTÃO DOCUMENTAL (RM)

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CINCOM CNC DOMORE ESTEC GSS - OUTSOURCING INFUSED OPEN TEXT SCANSYSTEM STOQUE TECNOSET

SOFTWARE - ICR

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SOFTWARE - OCR

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SOFTWARE OMR

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SOFTWARE PROCESS FORMULÁRIOS • • • • • • •

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SOFTWARE - RECONHECIMENTO DE VOZ P.51

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Setembro / Outubro 10 | DOCUMENT MANAGEMENT

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reflexões “As tecnologias-chave dos Sistemas de Comprometimento, estão no coração do futuro do ECM são elas eminentemente de natureza social e colaborativas “ John Mancini, Presidente da AIIM

“Acredito no imenso potencial de

crescimento do uso de BPO em processos de ECM no Brasil”

Fábio Fischer, VP do Conselho Administrativo da TCI

“Qualquer implementação de BPO com integração a GED e ECM pressupõe a utilização de práticas de BPM” Marcelo Celebroni, Consultor em BPM

“A maior parte dos negócios hoje em dia é

baseada em troca de informações, e porque os processos de ECM estão ligados a ganhos de eficiência e redução de custos”

Alessandro Rosa, líder de vendas da Accenture na América Latina

“O mercado brasileiro continua com problemas para ter uma visão clara do processo evolutivo e das definições e conceitos por trás de Document Imaging, ECM e EIM.” Walter Koch , professor, especialista e Consultor da Imageware

crônica

Ângelo Volpi

O Ministério da Saúde adverte...

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avegar na web pode ser prejudicial à sua saúde e pode causar algumas novas doenças, cujas características estão relatadas abaixo, e também outras que são bem conhecidinhas... Hipocondria digital ou “cybercondrísse”. Foram constatados vários casos de pessoas que estão se automedicando e abusando de remédios, após consultarem sites de busca. Isso sem falar no já conhecido distúrbio da ansiedade causado pelo excesso de informações, que pode desencadear a síndrome do pânico, entre outras. Era só o que faltava, o Dr. Google substituindo os doutores de carne e osso. E esses, por sua vez, também devem estar sofrendo de ansiedade e raiva, porque com pacientes tão bem informados eles ficam metade da consulta ouvindo-os discorrerem sobre seu mal e tudo o que leram na web. E a outra metade tentando convencer o dito-cujo de que ele sabe mais do que o próprio! Vício wébico ou transtorno de dependência da internet. Caracterizado por angústia quando em lugar onde não existe a possibilidade de acesso à web, e obsessão na busca por atividades que são desenvolvidas on-line. E ainda, perda da noção do tempo quando conectado e lapsos de relacionamento fora da internet.

Pesquisando sobre a palavra mais buscada na web descobre-se que é “sexo”! Então será que podemos concluir que uma boa parte dessa turma é também viciada “naquilo”? Na China o governo usou choque em 3 mil jovens que tinham obsessão por internet, mas em 2009 a medida foi proibida, visto que o governo admitiu não ser uma opção realmente efetiva... Não constava a localidade onde os choques eram aplicados... Photoshopia. Caracteriza-se pela alteração da imagem real por uma fantasiosa. Na Europa estão discutindo leis que obriguem os meios de comunicação a avisar quando a foto foi manipulada. Tudo começou porque monsieur Sarkozy queria ficar mais bonito que Carla Bruni e mandou encolher sua barriga na foto. A justificativa para a lei é que as fotos mostram um padrão inatingível de beleza causando “infelicidade” no povo, em geral, e nas manequins, em especial (já com severas tendências à anorexia e bulimia). Aqui em nossas plagas a Hortência usou e abusou e até aí tudo bem. Mas Juliana Paes precisava? Bom, se até a Angelina é usuária contumaz! O Ministério da Saúde adverte: Photoshop faz mal á saúde (do próximo) podendo causar depressão e distúrbios psicológicos gravíssimos...

Em 2011 o mundo do ECM estará ainda mais perto de você

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DOCUMENT MANAGEMENT | Setembro / Outubro 10

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