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Ano 3 - Número 14 - Outubro de 2009 - R$ 18,00

LATIN AMERICAN

DOCUMENT www.docmanagement.com.br

media partner

management

Novas tecnologias, processos e soluções para gestão de conteúdo corporativo

Records Management em busca da eficiência

Capture Como escolher o equipamento certo para cada tipo de projeto

Scanners Nesta edição: Guia de Especificação de produtos

AIIM ECM Certification Brasil: Primeiro curso acontece em São Paulo 14_Capa.indd 1

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carta ao leitor

A vez da profissionalização

O

último mês de setembro foi cheio de novidades para a comunidade do ECM no Brasil. Pela primeira vez, o programa de certificação profissional da AIIM - ECM Prationeer Certification, foi apresentado pelo professor, consultor e especialista Walter Koch para a primeira turma de brasileiros do curso. Este foi, sem dúvida, um marco, um divisor de águas, entre

EXECUTIVO DE CONTAS Leandro Premoli leandro@editoraguia.com.br

www.docmanagement.com.br PUBLISHER Eduardo David eduardo.david@editoraguia.com.br DIRETOR Arnaldo David david@editoraguia.com.br DIRETOR EXECUTIVO Rogério Zetune rogerio@editoraguia.com.br EDITORA Susana Batimarchi susana@editoraguia.com.br EDITORA WEB Katia Cecotosti katia@editoraguia.com.br GERENTE COMERCIAL Sandra Mletchol sandra@editoraguia.com.br

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ASSISTENTE COMERCIAL Karina Rodrigues karina@editoraguia.com.br ARTE E DIAGRAMAÇÃO Flávio Della Torre flavio.dellatorre@gmail.com FOTOGRAFIA Josetti Capusso jcapusso@terra.com.br GERENTE ADMINSITRATIVO Jose Carlos Previtali josecarlos@editoraguia.com.br ADMINISTRAÇÃO Lúcia Fernandes lucia@editoraguia.com.br TRADUÇÃO Maria C. Morell Gonzalez macaferro@uol.com.br IMPRESSÃO Copy Press

DOCUMENT MANAGEMENT | Julho / Agosto 09

o que ocorria no passado para formação de profissionais e o que o mercado pode esperar daqui para frente, Durante os últimos dois anos, a revista Document Management vem discutindo por meio de suas matérias junto ao público leitor sobre a importância do conhecimento nos meandros do ECM. E não uma ou mais vezes, nossos articulistas e fontes enfatizaram a importância da formação profissional neste segmento como ponto de partida para construção de projetos eficientes e vencedores. Como ter sucesso neste nosso segmento depende muito dos profissionais que tocam no dia a dia a gestão documental dentro de suas empresas, dos prestadores de serviços, dos consultores e de todo o universo de pessoas que colocam a tecnologia a serviço das boas práticas e do mercado.

Nesta edição, vamos encontrar um pouco mais de conhecimento nas matérias sobre Records Management, onde o leitor poderá identificar o que é Records Managment, como suas empresas estão cuidando e gerenciando seus “registros” . Você sabe como escolher o scanner ideal para o tipo de projeto que está desenvolvendo? Veja qual é a opinião dos especialistas do mercado de como escolher os equipamentos mais adequados para cada situação, quais as dúvidas mais freqüentes dos usuários na hora de optar por um produto ou sistema de captura. A todos uma Boa Leitura!

Susana Batimarchi EDITORA

CONSELHO EDITORIAL

José Guilherme Junqueira Dias de Souza , Wilton Tamane , Walter Koch , Luis Augusto Bellucci , Eduardo Lopes , Rosália Paraíso, Tadeu Cruz , Luiz Alfredo Santoyo , José Roberto de Lazari , Ricardo Monteiro, Roberto Brant, Roberto Prado, Mauricio Alfonso, Paulo Sérgio Carneiro, , Ângelo Volpi, Monica Mancini, Nelson Yassuo Osanai, Daniel Dias Filho, Jose Antonio Galves Jr, Paulo Roberto Oliver, Oerton Fernandes, Sandra Cylke, Cássio Vaquero,Walter Freitas, Cesar Andrade, Bob Larrivee, Alan Pelz-Sharp e Fábio Fischer DOCUMENT MANAGEMENT é uma publicação da Editora Guia de Fornecedores Ltda, editada em português e espanhol e dirigida a executivos dos departamentos de Administração e Finanças, Tecnologia da Informação, Centros de Documentação, Projetos, Marketing e Comercial das 8.000 médias e grandes empresas nos setores: Governo; Bancos e Seguradoras; Saúde; Educação ; Jurídico; Transporte; Engenharia e Construção, Indústria, Serviço, entre outros, no Brasil e mais: Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Colombia, Venezuela e México. Seu editorial aborda as Novas Tecnologias, Processos e Soluções na Gestão de Documentos e Conteúdos Corporativos, sempre numa visão empresarial, contribuindo com o desenvolvimento e crescimento do Mercado, dos Negócios e dos Profissionais. DOCUMENT MANAGEMENT não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios publicados. Os conceitos dos artigos assinados refletem a opinião de seus autores, não necessariamente a da Revista. Todo o conteúdo da DOCUMENT MANAGEMENT é de livre reprodução desde que citada a fonte. Todos os direitos reservados. Assinatura Anual (seis edições). Brasil R$108,00. Outros paises: U$ 140,00. Informações: assinaturas@editoraguia.com.br ou Tel: 55-11-3392.4111

GUIA BUSINESS MEDIA

Rua Anhanguera, 627 - 01135-000 - São Paulo/SP - Brasil Tel/Fax: 5511 3392-4111 - www.editoraguia.com.br

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Setembro/Outubro de 2009 | Edição 14 | www.docmanagement.com.br

nesta edição

Records Como sua empresa está cuidando de seus documentos?

6 Entrevista

34 Cases

Conheça a experiência do Banco BGN ao implantar um processo de BPO com o Grupo TCI com resultados muito positivos

43 Five Minutes O presidente do Conselho Federal do Colégio Notorial do Brasil, José Flavio Bueno Fischer fala sobre certificação digital e o papel dos notários neste processo de pulverização da tecnologia.

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Veja aqui as principais notícias do mercado fornecedor e comprador do setor de ECM

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João Paulo Azevedo das BSA conta sua relação com a música e as atividades como aeromodelista e jipeiro que impactam a sua forma de viver.

41 Eventos

Nesta edição acompanhe um resumo do que serão estes dois grandes eventos: a Infoimagem e o Futurecom 2009

50 AIIM

Bob Larivee diretor da AIIM fala em seu artigo da necessidade de se ter informações precisas on time. Leia também a palavra do vicepresidente da entidade sobre o primeiro curso em português ECM praticioneer

22 Veja na sequência o Guia de Especificação de Scanners que destaca os principais produtos e fabricantes deste mercado

72 Canal Executivo

Saiba um pouco mais sobre a atuação de duas importantes empresas do mercado: a Simpress empresa de outsourcing e a Panini - fornecedora de scanners para cheques

52 Capture

O tipo de sistema de captura determina a escolha adequada dos equipamentos de scaner? Conheça a opinião do especialistas.

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entrevista

José Flávio Bueno Fischer

A pulverização em escala

A revista Document Management traz, nesta edição, uma entrevista especial com o presidente do Conselho Federal do Colégio Notorial do Brasil, José Flávio Bueno Fischer, entidade de reúne os tabeliões brasileiros de notas e protestos, que fala sobre a importância da certificação digital, sua pulverização e a necessidade de normas para os documentos digitais Divulgação

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ção

Document Management - Como o Colégio Notorial percebe hoje o mercado brasileiro com relação a certificação digital? Houve uma pulverização da tecnologia? José Flávio - Em primeiro lugar, o tabelião é o especialista na identificação das pessoas, tanto física quanto documentalmente. Por isso, existe no Brasil a tradição assim como em mais de 76 países do mundo, que professam o mesmo tipo de relação com o notariado, nos quais o tabelião dá a segurança judicial aos contratos e a identidade dos contratantes. A tônica do serviço notarial do tipo latino, que é diferente do americano e anglo saxão, dentro deste contexto, é que o tabelião autentica e reconhece as assinaturas das pessoas. Mas, reconhecer as assinaturas, significa também reconhecer a identidade das pessoas através de documentos e das características físicas das pessoas que os portam, que comprovam esta identidade. Isso transportado para o meio eletrônico, transformou os tabelionatos que também evoluíram junto com a tecnologia disponível, e hoje são muitos no Brasil, para a identificação das pessoas com impressão digital e com a foto digital do usuário, de forma que é possível ter um casamento entre os documentos que as pessoas apresentam, a impressão digital e a foto da pessoa. Tudo em meio eletrônico, com os documentos apresentados no cartório. Isso para o reconhecimento normal de firmas e autentificações. Agora, com a difusão dos meios eletrônicos, nos deparamos com o uso de sistemas de criptografia da mais alta complexidade. Hoje, é mais dificil falsificar uma assinatura digital que uma assinatura manual. As assinaturas manuais podem até ser falsificadas com uma certa facilidade, mas ainda assim se o notário for especializado e sua equipe instruída para fazer o reconhecimento, há amplas condições para verificar a autenticidade e o tabelião assume a responsabilidade por

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“O tabelião é o especialista na identificação das pessoas, tanto física quanto documentalmente“ isso. Transportando esta responsabilidade para a certificação digital, podemos dizer que a certificação que está sendo distribuida no mercado genéricamente, é feita com tecnologia adequada, porém por pessoas que não são formadas para a atividade, portanto não estão preparadas para assumirem a responsabilidade e dar a garantia da autenticidade sobre aquela assinatura. DM - Na sua opinião há necessidade de uma formação específica para atividade de venda da certificação digital? JF - Acredito que sim. O tabelião além de ser formado em Direito, tem uma formação em grafoscopia e seus funcionários precisam ter uma formação e conhecimentos nesta área para atuarem com segurança e devem ser capacitdos e recebem informações periódicamente em sistema de estudos de grafoscopia e avaliação de documentos. Além disso, hoje os tabeliões têm equipamentos que permitem uma análise técnica do espelho das carteiras de identificação das pessoas. Tudo isso, para prevenir e coibir qualquer tipo de falsificação. É nossa função só permitir que os contratos sejam feitos por pessoas autênticas já que é nossa essa responsabilidade. Dentro deste mesmo raciocínio ao se fazer um cadastro de uma pessoa, hoje por norma, recolhemos uma série de documentos, não só os previstos por lei, mas por cautela e segurança, temos todo um cuidade de registrar um perfil deste usuário visando dar segurança a todo o processo. Os mesmos cuidados devem ser tomados no requerimento de uma certificação digital. Tenho certeza que qualquer outro profissional de outra área não fará, pois

este não é seu core business como é o do tabelião. E se em algumas condições este profissionais tiverem todos os treinamentos técnicos e inclusive em grafoscopia, eles não tem o direito, assegurado aos tabeliões pela própria legisação. Isso está na constituição nacional. Hoje vemos que a pulverização para a vendas dos certificados acontece por vários meios empresas de tecnologia, escritórios de serviços de contabilidade etc. Eles recebem uma autorizaç!ão para emitir os certificados, mas ainda assim são empresas privadas. DM - Os tabeliões estão competindo neste mercado de forma equitativa? JF - De acordo como foi disposta a medida provisória que regula o ICP Brasil sim , mas não é obrigatório que o emissor do certificado digital, seja um cartório ou um notário. O que o Colégio prega, entretanto, é que os certificados que nós distribuímos, possuem uma segurança adicional porque tecnologicamente os meios são iguais para todos, o que oferecemos são meios adicionais de segurança desde a identificação inicial feita por especialistas e com fé pública. Isso nos distingue dos demais, porque aquilo que um tabelião afirma, por lei, é a verdade. Lamentavelmente, o que a maioria das pessoas afirma pode se presumir como verdade, infelizmente as pessoas culturalmente, acredito, não estão embuídas de exercerem este seu direito. Então como é da nossa natureza a identificação das pessoas é dar segurança juridical aos documentos, é nosso dever proporcionar esta segurança, pois recebemos do Estado a delegação para exercer esta função . Exatamente o que nós estamos dizendo é que podemos dar uma

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entrevista

José Flávio Bueno Fischer

garantia maior e legal, com fé publica. Assim quem quiser ter estas garantias irá agragar valor à sua certificação. DM -Como fica a legalidade da imagem digitalizada (documento de arquivo), mesmo certificada e assinada na cadeia ICP-Brasil, autenticada por um tabelião com registro no cartório, se o ITI orienta que não deve ser eliminado e a Lei 11.419/2006, e prevê que os documentos digitalizados têm a mesma força probante dos originais? Dessa forma em um processo, um Juiz não pode pedir a apresentação dos originais?? JF - Infelizmente não recomendamos a eliminação do original. A legislação é confusa, o que dificulta a eliminação e a perícia em caso de contestação, que só pode ser feita no documento original, principalmente, com relação as assinaturas manuscritas para saber se de fato foram postas sob aquele documento. Esse foi um dos temas do encontro nacional da nossa entidade. O documento autenticado tem pressunção de autenticidade, entretanto se houver uma dúvida, a pessoa terá que provar que ele é verdadeiro, com o documento original. Se este docuemento for autenticado pelo tabelião, se inverte o ônus da prova, e esta é a grande diferença entre o docuemtno público e o documento privado. Recomendamos que nao se jogue os originais, mas se só existirem os documentos digitalizados, mesmo assim já é possível provar sua autenticidade. Não há norma nestes casos, mas desde que o documento tenha uma assinatura digital, ele deve ser aceito. Existe a possibilidade técnica de se criar um documento inalterável e certificado, desde que se crie uma vinculação ao documento original que seja agregada ao papel e ao se criar um documento digital esta possa se transferir também. Estamos enquanto entidade apoiando e sugerindo aoa legisladores propostas de lei que venham atender estes pontos de forma mais clara e em benefício da população.

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Pulverización en escala La Revista Document Management trae en esta edición una entrevista exclusiva con el presidente del Consejo Federal del Colegio Notarial de Brasil, José Flavio Bueno Fischer, entidad que reúne los notariados brasileros de notas y protestos, que habla sobre la importancia de la certificación digital, su pulverización y la necesidad de normas para los documentos digitales. Document Management - ¿¿Como el Colegio Notarial percibe el mercado brasilero con relación a la certificación digital? ¿Hubo una pulverización de la tecnología y como está la venta de las certificaciones?? Jose Flavio Fischer - En primero lugar el notario es el especialista en la identificación de las personas, tanto física cuanto documentalmente. Por eso, existe en Brasil la tradición así como en más de 76 países del mundo, que tienen el mismo tipo de relación con el notariado, en los cuales el notario da seguridad judicial a los contratos y a la identidad de los contratantes. La dinámica del servicio notarial del tipo latino, que es diferente del americano, dentro de este contexto, es que el notario autentica y reconoce las firmas de las personas. Pero reconocer las firmas significa también reconocer la identidad de las personas a través de documentos y de características físicas de ellas, que comprueban esta identidad. Esto transportado para el medio electrónico, transformo los notariados, que también evolucionaron con la tecnología disponible, y hoy son muchos en Brasil, para la identificación de las personas con huella digital y con la foto digital del usuario, de forma que es posible tener un casamiento entre los documentos que las personas presentan, la huella digital y la foto de la persona. Ahora, con la difusión de los medios electrónicos, nos deparamos con el uso de sistemas de criptografía de alta complexidad. Transportando esta responsabilidad para la certificación digital, podemos decir que la certificación que esta siendo distribuida en el mercado de manera general, es realizada con tecnología adecuada, pero por personas que no son formadas para esa actividad, por eso no están preparadas para asumir la responsabilidad y dar la garantía de autenticidad sobre aquella firma. DM - ¿ ¿Los notariados están compitiendo en este mercado de forma equitativa?? JF- Lo que el Colegio aclara, entretanto, es que los certificados que nosotros distribuimos, poseen seguridad adicional porque tecnológicamente los medios son iguales para todos, lo que ofrecemos son medios adicionales de seguridad desde la identificación inicial hecha por especialistas y con fe pública. Eso nos distingue de los demás, porque lo que un notariado afirma, por ley, es la verdad. Entonces como es de nuestra naturaleza la identificación de las personas y dar seguridad judicial a los documentos, es nuestro deber proporcionar esta seguridad, pues recibimos del Estado la delegación para ejercer esta función.

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Pós-Graduação com Dupla Certificação

Master em Gestão da Informação Digital e do Conhecimento - Brasil Master de Gestion de L’Information et de La Connaissance - França O objetivo principal do curso é proporcionar uma formação teórico-prática em uma perspectiva interdisciplinar que integra conceitos teóricos aplicados às técnicas de documentação, bem como o uso de recursos digitais visando otimizar o desempenho da gestão de informação no setor público e privado.

Informações e inscrições pos.faap.br/mastergestao Os concluintes terão a dupla certificação: Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP - Brasil: Pós-Graduação Lato Sensu em Master em Gestão da Informação Digital e do Conhecimento. Université Paul-Valéry (Montpellier III) - França: Master de Gestion de L’Information et de La Connaissance.


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soluções para document imaging

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comentou Gastelum. A área de soluções em Document Imaging existe na empresa em vários outros países há mais de 15 anos, como no Japão, em Hong Kong, alguns países da Europa e no México. “O crescimento das tecnologias de ECM e a melhoria da eficiência dos processos de negócio especialmente nestes momentos de crise econômica têm se mostrado bastante pertinentes e muito procuradas pelo mercado e neste sentido, a Kodak está oferecendo soluções completas”, explicou. De acordo com o executivo, a empresa está dando um passo a frente neste mercado buscando integrar pessoal altamente qualificado em consultoria para melhorar as ofertas de forma a

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melhorar os processos de captura, como também naqueles de transformação de sistemas analógicos para sistemas digitais. Gastelum informou que a Kodak está realizando estudos aprofundados para levar aos seus potenciais clientes as melhores e mais amplas soluções nesta área de document Imaging. “É importante ressaltar que estaremos levando este novo portfólio de ofertas em conjunto com nossos parceiros que nos dão tanto a expertise quanto a capilaridade necessária para atendermos clientes em todas as regiões”, disse o diretor da Kodak. “Nosssa estratégia é agregar valor ao mercado em conjunto com nossos parceiros, integrando por meios desses parceiros uma gama completa de ofertas

Joseti Capuso

Francisco Gastelum , diretor da América Latina da Kodak na área de Solution for Business, esteve no Brasil como uma missão especial de abrir uma nova área de negócios para o mercado brasileiro oferecendo soluções completas para o segmento de Document Imaging. Segundo o diretor da Kodak vinha estudando nos últimos dois anos e agora devido a aceitação e conhecimento da tecnologia e ao crescimento que o país tem tido neste período, a empresa decidiu implementar esta nova frente de negócios. “Países como o Brasil e o México tem se destacado entre as economia latinas, que apesar do período de crise econômica internacional continuaram a crescer e principalmente a aumentar seu volume de vendas nesta área em especial”,

Francisco Gastelum, da Kodak e levando aos clientes soluções mais completas”, reforça Tatiana Briotto, nova Gerente de Desenvolvimento de Soluções, responsável pela busca e análise dos parceiros na área no país.

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também pode colaborar www.docmanagement.com.br doc2.0 Você

indiCadores Em 2009 as receitas mundiais deverão subir até aos

8,1 milhões de dólares (cerca de 5,6 milhões de Euros) em Open Source. (Fonte IDc)

O mercado mundial de software livre deverá crescer anualmente a uma taxa de

Gatos com TI verde chegam a

22,4% 15%

O Brasil detém

do orçamento de tecnologia em para empresas pesquisadas no mundo.

(Fonte everis)

até 2013.

(Fonte IDc)

(Fonte gartner)

A Wikipedia tem mais de 13 milhões de artigos, sendo que

42,9 milhões de computadores, 45% do total latinoamericano

70% 20% 78% 1,53% Pesquisa mundial sobre uso de BPM mostra que as empresas podem reduzir em até

O mundo deve investir mais em software em 2010, com relação a 2009. O Gartner estima uma leve alta de

os custos operacionais no primeiro ano da implantação.

das empresas pesquisadas no mundo dizem que o BPM é visto como a salvação para a atual crise econômica.

(Fonte gartner)

(Fonte gartner)

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não são de origem inglesa ou americana.

(Fonte gartner)

(Fonte aIIm)

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Nova geração dos discos rígidos para Consumidores Finais e Pequenas Empresas da EMC. Divulgação

A Iomega, uma empresa EMC global em proteção de dados, lançou no Brasil uma nova geração dos discos rígidos portáteis Iomega eGo, que abrange modelos alimentados via USB 2.0, com resistência a quedas, amplo pacote de software de proteção de dados e até 500GB de capacidade. “Os novos discos rígidos são perfeitos para usuários domésticos e profissionais que desejam levar seus arquivos a qualquer lugar com a segurança de um disco rígido portátil robusto e compacto”, diz Jonathan Huberman, presidente da Iomega e da Divisão de Produtos

Jonathan Huberman, presidente da Iomega

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Perto exporta para Índia

Virtualização em rede

Alcançar novos mercados é o objetivo da Perto, empresa brasileira de tecnologia para bancos e varejo que em parceria com a empresa indiana Lipi Data Systems, entregou 825 ATMs ao State Bank of India (SBI). A empresa fechou o ano de 2008 com um faturamento de R$ 170 milhões e está investindo R$ 25 milhões neste ano. Em 2009 o faturamento deve chegar a R$ 250 milhões. Para o gerente de exportações da Perto, Roberto Baur, com esta entrega, a companhia expande sua atuação em um mercado muito diferente e que está economicamente em grande evidência. Os equipamentos da Perto já vêm sendo exportados para bancos da Venezuela, Equador, Peru, Grécia, Costa Rica, Chile, Argentina, Espanha, Alemanha, Uruguai, entre outros.

O data center da Ativas, empresa do Grupo Asamar, é um dos primeiros no Brasil e na América Latina a adotar, desde sua concepção, com uma das tecnologias mais modernas do mundo em termos de conectividade e virtualização de rede. Com investimento da ordem de US$ 2 milhões, a empresa acaba de adquirir a solução Nexus 5000 da Cisco. O novo data center tem previsão de iniciar suas operações no início de 2010. As obras de construção do empreendimento, em Belo Horizonte (MG), já começaram. A tecnologia da Cisco possui a funcionalidade VSS (Virtual Switching System), presente nas camadas do core (núcleo de rede) e de distribuição e processamento compartilhado entre eles.

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FineReader: tranformação de documentos escaneados em arquivos

Microsoft cria sistema wiki de código aberto A Microsoft reescreveu o sistema wiki do CodePlex, que funcionava como um repositório de informações relacionadas aos trabalhos dos desenvolvedores da área de software livre da empresa. O novo engine recebeu o nome de WikiPlex e terá o seu código aberto sob a licença MS-PL (Microsoft Public License). Com isso, será possível a colaboração específica entre usuários da plataforma de desenvolvimento .NET. integrando, uma interface wiki a um aplicativo .NET já existente. O sistema é bastante simples e permite que os usuários hospedem conteúdos de sites, descrições ou comentários próprios, mas as possibilidades são infinitas.

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Divulgação

Transformação tecnológica A EDS, uma companhia HP, finalizou o projeto de atualização da infra-estrutura tecnológica do Grupo Abril. Em apenas seis meses de implementação o projeto proporcionou uma redução de aproximadamente 30% no custo total de propriedade (TCO) e maior agilidade às operações da empresa, além da disponibilidade total de seus sistemas e mais velocidade para o usuário final. Outro objetivo era modernizar o parque tecnológico da Abril e para isso, a EDS, optou pela virtualização e consolidação dos servidores e upgrade de vários softwares e bancos de dados. Como resultado o ambiente de infraestrutura está mais amigável, estável e disponível para a empresa.

Tatiana Briotto,

Francisco Dal Fabbro e Rosano Moraes que ocupavam,

assume a gerencia da nova linha de negócio no Brasil voltada para desenvolvimento de soluções da Kodak - BPS (Business Process Solutions). Silva Graça é a nova gerente nacional de canais do segmento de scanners de documentos da Kodak. reportando-se diretamente para o Cássio Vaquero, gerente de vendas de Document Imaging da companhia.

Raul Goto está a frente da diretoria de Alianças da Dimension Data, multinacional focada em serviços de tecnologia da informação e provedora de soluções de planejamento, desenvolvimento, suporte e gerenciamento de infraestruturas de TI. Armando Morales assumiu como diretor da Divisão SMB/ISD (Small and Media Business/Imaging Supply Division) para a América Latina da Lexmark International, provedora de soluções integradas de impressão.

Márcio Marotti está no comando da diretoria de Enterprise Application Services da CPM Braxis, que reúne a prática de projetos ERP (SAP e Oracle). Javier Rodriguez Molowny é mais um sócio para unidade Brasil da Everis cuja missão é ampliar atuação da empresa na área de outsourcing na América Latina e consolidar expansão

respectivamente, os cargos de diretores de vendas para a América Latina para Governança e Gerenciamento de Serviços, e para Gerenciamento de Infraestrutura e Automação de Carga de Trabalho da CA, passaram a responder aos cargos de vicepresidentes para a América Latina de suas respectivas áreas.

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óptico de caractere (OCR) para computadores Macintosh. A aplicação transforma de maneira precisa documentos impressos e escaneados, arquivos PDF e imagens fotográficas em formatos eletrônicos populares, como: documentos RTF, planilhas XLS, PDFs pesquisáveis e arquivos HTML. O produto combina o melhor conjunto de funções de conversão em um clique, com uma interface altamente intuitiva, sendo a solução ideal para usuários individuais do Mac. “Com essa nova aplicação, o amplo mercado de usuários de Mac poderá aproveitar totalmente as tecnologias do FineReader da ABBYY”, disse Sergey Popov, diretor do departamento de produtos FineReader.

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A ABBYY fornecedora de soluções de reconhecimento de documentos, captura de dados e software de lingüística, anunciou o lançamento do FineReader Express Edition para Mac, nova aplicação de reconhecimento

Carreiras

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ABBYY lança software de OCR para Mac

Elber Mazaro é o novo diretor de marketing para a América Latina da Intel. O executivo está na Intel há mais de 12 anos e desde 2004 ocupava o cargo de diretor de marketing da Intel no Brasil. No marketing para o Brasil responderá o novo diretor CássioTietê.

V.Sankarapandian acaba de ser nomeado pela A Tata Consultancy Services do Brasil (TCS) como diretor de delivery, área responsável por coordenar a entrega de projetos aos clientes no país. Edson Perez assumiu as Contas Globais da T-Systems do Brasil. O executivo será responsável pelo gerenciamento dos clientes globais além do desenvolvimento de novos negócios, fortalecendo assim a padronização e a agilidade nos serviços e produtos oferecidos pela empresa globalmente. Ricardo Uzal Garcia assumiu o recém-criado cargo de diretor de desenvolvimento de novos negócios e preside agora a área de finanças como CFO (Chief Financial Officer) da Crivo. O principal desafio do novo executivo, que também acumula a função de CFO, é organizar a gestão para triplicar o tamanho da companhia.

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proteção de dados

A Iron Mountain anunciou sua participação no PCI Security Standards Council, organização nãogovernamental que tem como objetivo aumentar a segurança das transações realizadas com cartões de crédito. A companhia trabalhará juntamente com o conselho para desenvolver novos padrões de segurança para proteção de dados em pagamentos com cartões. Em uma era de ataques em sistemas cada vez mais sofisticados, aderir ao PCI DSS representa maior proteção de uma entidade contra os criminosos que ameaçam os dados. “Como parceira de mais de 100 mil organizações ao redor do mundo, a Iron Mountain tem como prioridade máxima a proteção das informações dos clientes,” afirma Luis Carlos Cornetta, presidente da Iron Mountain do Brasil.

A Hitachi Data Systems Corporation, fornecedora de Soluções de Armazenamento Orientadas a Serviços, apresenta novas soluções para Proteção de Dados e Recuperação de Desastres para o VMware vSphere 4. Essas soluções, voltadas para áreas críticas dos negócios combinam tecnologias de ponta de parceiroschave da Hitachi como a Brocade, Cisco, CommVault e Symantec com os sistemas e plataformas de armazenamento corporativo, dando às organizações um meio rápido e econômico para otimizar a eficiência operacional e a resiliência de seus ambientes de TI. Além dessa solução a HDS possui uma gama de produtos e ferramentas voltadas para este mercado.

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Certificação digital em Santa Catarina Com o objetivo de ampliar e disseminar o uso das tecnologias relacionadas a certificação digital em Santa Catarina, a Associação de Usuários de Informática e Divulgação

padrão PCI de segurança

Marcelo Brocardo, da BRy

Telecomunicações de Santa Catarina (SUCESU-SC) fechou uma parceria com a empresa catarinense BRy Certificação Digital, especializada em soluções de segurança para documentos eletrônicos. Agora os associados a SUCESU-SC e toda a comunidade de usuários poderão adquirir certificados digitais do tipo e-CPF ou e-CNPJ por meio da entidade. Certificados destes tipos podem ser utilizados para assinar documentos eletrônicos como contratos e declarações, além de documentos legais, conforme assegura Marcelo Brocardo da BRy.

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A Informatica Corporation, fornecedora de soluções de software e serviços para integração de dados, disponibiliza uma nova ferramenta gratuita, a Data Quality Checkup, destinada aos usuários corporativos para avaliar o estado geral dos seus dados. A solução gratuita permite realizar um check-up para desenvolver um Business Case ou fortalecer os argumentos usados nas discussões sobre investimentos em qualidade de dados. Com informações de alta qualidade, portanto, dados completos, consistentes, atualizados é possível às empresas assegurarem eficiência

Divulgação

ferramenta qualifica dados

Guilherme Duarte da Informatica Corporation operacional e conformidade normativa além de reduzir o riscos. Os produtos Informatica Data

Quality contêm funcionalidades de análise, limpeza e identificação de correspondência de dados, processamento de exceções, além de recursos de geração de relatórios e monitoramento que permitem gerenciar a qualidade de dados na empresa como um todo. Para o consultor sênior da empresa, Guilherme Duarte “a alta qualidade de dados assegura a competitividade e a prosperidade da empresa, não importa qual seu porte ou área de atuação. As duas áreas, TI e negócios, precisam colaborar e assumir responsabilidade conjunta pelo seu gerenciamento”.

symantec identifica desafios em ti e no aumento no número de ameaças internas e externas. Só em 2008, a Symantec identificou mais de 1,6 milhão de novos códigos maliciosos – mais de 60 % de todas as ameaças detectadas nos últimos 7 anos – e bloqueou quase 250 milhões de ataques provenientes desses

Enrique Salem, presidente e CEO da Symantec anunciou recentemente em evento da empresa que as necessidades e desafios das empresas de TI hoje estão centradas no crescimento exponencial da informação; na complexidade da infra estrutura – que está se tornando cada vez mais heterogênea

novos códigos. Na América Latina, o Brasil ocupa a primeira posição no ranking dos países como maior atividade maliciosa. “Nosso compromisso é oferecer a tecnologia mais avançada que permita assegurar a informação onde quer que ela se encontre”, reforça o executivo.

Didier Lamouche, presidente mundial do Grupo Bull empresa francesa fornecedora de soluções e projetos complexos e de grande porte, esteve no Brasil acompanhando a delegação oficial da presidência francesa para assinar acordos de Cooperação com o governo brasileiro, especificamente com Marcos Mazoni do Serpro, no âmbito do Software Livre e Governo Eletrônico. Lamouche e Alberto Lemos Araújo Filho, diretorpresidente da Bull América Latina

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acordo de cooperação

Alberto Araújo, Didier Lamouche da Bull e Marcos Mazoni do Serpro discutiram os resultados do Grupo Bull e os planos de expansão da empresa na América Latina. Também devem destacar as ações da Bull na disseminação e no desenvolvimento

de tecnologias sustentáveis e de Código Aberto, além do crescente interesse do mercado brasileiro nos supercomputadores oferecidos pela empresa.

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Parece mesmo que o grande investimento das empresas em publicidade ainda é baseado em mídias impressas. Talvez pelo fato da nossa sociedade ser ainda pautada no papel. Assim como o gerenciamento de conteúdo migrou fortemente nos últimos anos para o digital, as formas de publicidade e reforço das marcas também tomaram mais espaço no meio web. Os leitores do portal DocManagement responderam a uma enquete sobre a divisão dos investimentos em publicidade e o resultado mostra que 75% das

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Arquivo Pessoal

Alcançar resultados

ENQUEtES Sobre a especialização em Gestão de Conteúdo Corporativo: Faltam cursos com um conteúdo mais aprofundado.

empresas ainda não têm uma política clara quanto ao investimento em mídia impressa ou online. Convidamos, você leitor, acessar o Blog da Redação e contribuir com sua opinião sobre o tema. Katia Cecotosti EDITORA WEB katia@editoraguia.com.br

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Conheço os cursos disponíveis no mercado, mas ainda não participei de nenhum.

Não conheço nenhuma especialização em Gestão de Conteúdo Corporativo.

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NEWS Gastos com TI atingirão mais de US$ 200 bi Previsões do Gartner apontam: os gastos com TI na América Latina devem atingir US$ 293 bilhões até 2013. Com esta expectativa, a região se torna o segundo maior mercado emergente em TI, atrás apenas da Ásia. Juntas, as regiões da América Latina, Ásia/Pacífico, Oriente Médio/África e Leste Europeu, devem somar gastos no mesmo período de até US$ 1,34 trilhão, valor equivalente a 36,4% do total de gastos com TI em todo o mundo, estimado em US$ 3,67 trilhões. Leia a reportagem completa:

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blogs e Articulistas Livro fala sobre SPED

Documentar e e-tab

Acompanhe e participe dos blogs do Portal Docmanagement

A IOB, empresa do mercado brasileiro de informações empresariais para as áreas contábil e jurídica, acaba de lançar o livro SPED: Sistema Público de Escrituração Digital, fala sobre as principais dúvidas dos usuários do sistema em suas três vertentes fiscal, contábil e NF-e . O livro de Osmar Reis Azevedo e Paulo Antonio Mariano tem 380 páginas e pode ser adquirido por R$ 80,00. E pode ser adquirido pelo site: www. iobstore.com.br

Com o objetivo de fortalecer seus canais de revendas, a Documentar, desenvolvedora de soluções, selou uma parceria com a e-tab Tecnologia e Gestão, de Novo Hamburgo. Com a união, a e-tab, que até então era focada no mercado de cartórios passa a colocar o pé no mercado corporativo, aumentando sua oferta de serviços e soluções em digitalização e consultoria. A Documentar uma expectativa de crescimento nos próximos anos de até 15%.

Carlos Aggio

Acesse a entrevista completa

Leia a reportagem completa:

http://www.docmanagement.com. br/portal/noticia.asp?cod=2160

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Mídias Sociais: Oportunidades de Negócio 2.0 Gestor de Produto e Mercado da Softexpert para ECM/BPM

Walter Freitas

Estudo sobre Gestão de Contratos Bacharel em Computação (IMEUSP), com MBA em Tecnologia (FIA-USP) e extensão em Administração (FGV-SP)

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capacitação

Walter W. Koch, CDIA+, MIT, LIT, MsC

Uma nova visão do ECM no Brasil parte II Josetti Capusso

Walter W. Koch é diretor da ImageWare. Consultor internacional em gestão documental e TI. Professor dos cursos de pósgradução da FESP e UNIP. Implementou alguns dos maiores projetos do País. Ministra cursos em diversos países da Europa, África e Oriente Médio. Autor do livro Electronic Document Management - Concepts and Technologies publicado em Dubai em 2001 info@imageware.com.br

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a edição passada da revista apresentamos alguns dos itens que estão vindo para o Brasil a bordo do programa de certificação ECM Practitioner da AIIM. Após a realização da primeira turma, onde mais de 50% dos presentes já havia cursado o curso preparatório para a certificação CDIA+, foi possível se notar através dos comentários e avaliações a grata surpresa destes com a nova visão dada ao uso do ECM – Enterprise Content Management. Cabe ressaltar que esta primeira turma tinha representantes tanto de fornecedores/ integradores de soluções bem como de usuários. Entre os pontos que provocaram saborosos debates em classe citamos: - estratégia de implementação de ECM – uma visão holística, com uma estratégia de implementação focada nos objetivos de negócio. A imagem do elefante que precisa ser comido aos bifes. Não só a estratégia em si, mas também de quem é a responsabilidade pela governança da informação. As organizações já têm o CIO (normalmente para informações estruturadas), o CDO (para o acervo não estruturado) e o CKO (para a gestão do conhecimento). Com a unificação de toda a informação – tendência apontada pela AIIM - quem fica com este papel? - a classificação das diferentes tecnologias componentes do mundo do ECM (document management, imaging, workflow, content management, records management, entre outras) segundo os quadrantes alinhamento da informação estratégica de Marchand. Esta pode ter como fatores motivadores a minimização de riscos, redução de custos, agregação de valor ou criação de novas realidades; - o uso de padrões internacionais para a classificação de conteúdo (vis a vis com os requisitos de órgãos públicos brasileiros). Por exemplo, Dublin Core atende aos requisitos do Conarq? - o uso de mapas de sistemas como interface com usuário para a pesquisa de conteúdo (aliás, surpreendente o número de projetos interfaceados com GIS). No que diz respeito à interface com o usuário até Tom Cruise no Minority Report entrou na discussão. Afinal, a interface Microsoft Surface tem algo a haver com a idéia?

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- a evolução da Encontrabilidade com os diversos tipos de pesquisa e de interface existentes. O uso do conceito de “Cheiro da Informação” de Jared Spool provocou boas risadas. Mas, no final todos concordaram que quanto mais fortes as pistas, mais fácil para o usuário encontrar o conteúdo; - a Reproposição de conteúdo com a larga trilha aberta para a personalização e estruturação de conteúdo. Obviamente isto só se torna possível com a separação de apresentação e conteúdo. E aí surgem novas oportunidades como BI em informações não estruturadas; - a evolução do ambiente de trabalho das “Ilhas de Eu” para o “Nós estendido” através da colaboração. E este ambiente de trabalho está em qualquer parte do mundo; - as plataformas de ECM com os prós e contras de cada abordagem. Neste caso, o posicionamento do Microsoft Office SharePoint frente a suítes integradas como as da EMC, IBM, OpenText e Oracle; o papel de soluções de software aberto como Alfresco e Drupal e a tendência de uso de software como um serviço (SaaS). É fascinante poder participar deste crescimento e escutar de provedores de soluções e de usuários como estes estão evoluindo as suas instalações na direção do Enterprise Content Management, da Web 2.0 e do futuro. Talvez o impacto da frase cunhada por William Gibson (autor de livros de ficção científica) - “O futuro já está aqui – só não foi distribuído igualmente” seja o melhor resumo que podemos dar desta primeira turma (ou grande fórum de debate) do AIIM ECM Practitioner.

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records management

Susana Batimarchi

Records Management Como sua empresa cuida de seus documentos?

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ual a competência de sua empresa para cuidar de seus documentos? Mais que uma pergunta retórica, atualmente as empresas precisam adequar-se às novas políticas internacionais, impostas pelo comércio globalizado e também pelas políticas internas. Tudo em nome das boas práticas e, principalmente, para obtenção on-time das informações vitais para os negócios. Porém, antes de falar sobre como cuidar destes documentos, é bom relembrar quais são os elementos essenciais para manutenção de um bom sistema de gestão de documentos ou Records Management (gestão de registros). Conforme conta o especialista Luiz Alfredo Santoyo, atual presidente da ABGD- Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Documentos, a expressão Records Management foi criada nos Estados Unidos há mais de 50 anos para identificar e definir a gestão (Management) dos registros (Records) documentais inativos das empresas americanas. “Com o passar do tempo, aumentaram as exigências sobre os registros devido à fiscalização, além da necessidade de consultas sobre o passado das instituições e o gerenciamento dos arquivos ativos e intermediários passaram a ser uma preocupação entre as grandes empresas, que obviamente geravam mais documentos. A partir dessa fase a guarda pura e simples de documentos inativos passou a ser considerada como armazenamento (Storage)”, explica. Vamos usar, então, uma definição genérica, na qual um registro é um documento eletrônico ou físico ou qualquer outra forma de retenção (áudio ou vídeo) que serve como prova de uma atividade ou operação realizada em uma organização e que precisa ser guardada, por um período de tempo, seja por determinacão legal ou mesmo para

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A expressão Records Management foi criada nos anos 50 nos EUA, para definir a gestão de registros inativos das empresas preservação histórica. A gestão da guarda documental ou Rescords Management System (RMS), em uma empresa, determina quais os tipos de informações devem ser considerados registros, bem como determina como os documentos ativos se tornarão registros que devem ser manipulados enquanto estiverem em uso, e determina como devem ser coletados e descartados. “Uma das experiências mais interessantes que tive como aprendizado sobre Records Management foi em 1998, juntamente com um grupo de diretores de empresas brasileiras, em visita técnica a congêneres americanas. Em uma das empresas visitadas fomos brindados por uma apresentação didática em que nos mostraram como as empresas americanas eram preocupadas com a gestão de seus arquivos. Apesar de estarem localizados à beira de uma estrada em uma região distante de grandes centros empresariais , eles mantinham uma empresa muito bem estruturada com mais de dois milhões de caixas armazenadas e possuíam mais de 10.000 clientes entre pequenas lojas, postos de gasolina , barbearias , etc”, conta Santoyo. Conforme lembra as maiores prioridades dessas pequenas instituições eram, atender prontamente às solicitações do fisco , estarem preparados para eventuais litígios com clientes e fornecedores e também ter informações suficientes para se orientarem estrategicamente. “E tudo isso ainda estava em papel! Hoje Records Management engloba todos os tipos de registro nos vários tipos de mídia existentes, mas infelizmente ainda se usa muito essa expressão para falar de arquivos em papel inativos e com fundamento exclusivamente legal”, analisa o expert.

Você se identifica num destes cenários? Avaliando a nossa realidade atual de Records Management no Brasil podemos dividir as empresas em três segmentos: as que desconhecem o assunto , as que já possuem alguma estrutura preliminar e aquelas que se organizaram para atender as novas tendências. Segundo Santoyo, empresas que não se preocupam com seus processos de RM , certamente poderão passar por sérios riscos com relação à continuidade de seus negócios. Entre eles: Dificuldades de localizar arquivos ou documentos com conseqüências financeiras, legais e fiscais; Planos de contingência corporativa exigem processos de RM em função de que a perda da base da informação pode significar problemas na continuidade dos negócios; Eventuais problemas com o tempo de guarda da informação, podendo gerar ou ter gastos desnecessários por armazenamento indevido ou a eliminação de documentos antes de seu prazo de prescrição; Problemas com a preservação física ou digital da base de acesso da informação e depois descobrir que a mesma já não se encontra em maneira acessível; Perda de produtividade e duplicidade nos processos da gestão da informação e Falta de integração dos diversos processos documentais e de arquivos de informação entre as diferentes áreas gerando perda de tempo e falhas de visão estratégica. Em um mundo com base virtual que cada vez mais exige disponibilidade da informação e rápida comprovação documental essas empresas poderão ser menos competitivas

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“No entanto como onde houver riscos (se enfrentados a tempo) sempre podem existir oportunidades, essas empresas com disposição de mudar, poderão ter uma mudança direta em sua administração, influenciando positivamente a imagem externa que passam ao mercado , motivados por maior agilidade nas respostas , processos internos mais rápidos e maior segurança nas informações que geram. Tudo é uma questão de começar”, ensina Santoyo. “Muitas organizações não gerenciam ou gerenciam de maneira ineficiente a única porção do conhecimento da qual poderia ter o total controle, aquele registrado na própria informação (documentação) produzida internamente”, sentencia Paulo Roberto Oliver, consultor na área de gestão de documentos. Num cenário onde nenhum gerenciamento de informações signfica para o consultor, estar fora do tempo, mas ele observa que querer implantar pode ser uma excelente oportunidade de rever processos, trâmites e documentos. “A oportunidade de se fazer uma revolução e colocar a organização no estado da arte em gerenciamento de informações

é excelente, o problema pode ser o custo de implantação e o impacto que uma mudança radical possa provocar nas pessoas com a súbita quebra do paradigma do uso do papel como mídia de armazenamento e transporte de informações”, comenta Oliver e acrescenta: “O que a experiência tem mostrado é que as pessoas estão mais dispostas a enfrentar mudanças pequenas e graduais do que mudanças radicais e rápidas. O projeto tem que ser corporativo, mas a implantação deve ser gradativa iniciando por uma aplicação piloto que dê visibilidade e fomente o crescimento de uso da tecnologia.” Empresas com alguma estrutura de RM “O maior risco para uma empresa que possui apenas algum tipo de RM, é o de estacionarem no meio do caminho por se sentir satisfeita com o que já possui ou por acreditar que não precisa mais de atualizações. Em pouco tempo estas empresas estarão de volta à estaca zero”, observa Santoyo. Conforme explica, a gestão de RM é dinâmica e precisa sempre estar em linha com as novas

mídias e tecnologias, além da preocupação com as mudanças contínuas das exigências legais , fiscais e até mesmo operacionais. “RM é uma questão de continuidade, fato que comprova a necessidade de estar subordinada a uma área específica com visão mais estratégica da atividade fim da empresa”, alerta o presidente da ABGD. Para ele, a grande oportunidade paraessas empresas é que, se começaram bem o caminho, será muito mais fácil e rápido estruturarem sua base de RM, além de se permitirem inovações e soluções que possam melhor atender as suas necessidades específicas. Num segundo cenário, a empresa que já possui uma aplicação departamental de gerenciamento de informações vemos que “as aplicações departamentais são desenvolvidas sem a visão corporativa da organização,

>> Alternativas de redução do impacto Geralmente os especialistas orientam sobre as alternativas que as empresas podem dispor para eliminar seus riscos em relação ao RM. Uma dessas recomendações é desenvolver uma área interna de Gestão da Informação que não tenha uma visão exclusiva legal ou de TI , mas uma visão muito mais abrangente sobre a responsabilidade que o processo de RM tem em uma organização. “Essa área não deve estar subordinada a nenhum setor eminentemente técni-

co ou de retaguarda da empresa, mas setores de base estratégica. Os funcionários dessa área devem ser atualizados através de cursos externos como os de ECM e o CGD da ABGD”, diz Santoyo. Temos hoje no Brasil consultores com vasta experiência e vivência em RM que podem auxiliar na implementação e treinamento de processos exclusivos. A contratação de um deles permitirá uma maior rapidez na implementação de RM, foco nos processos mais importantes e significativos, e

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aplicação da tecnologia mais atualizada. Além disso, a conscientização de toda a organização, começando pela cúpula, da importância da boa gestão de RM . É importante que haja uma análise de todos os processos de documentação/informação que existem na empresa para garantir a integridade da base e também a atualização tecnológica, visando preservar seus arquivos. Essa mesma avaliação poderá suscitar também oportunidades de melhora na produtividade e até mesmo

redução de custos. “As principais empresas de Gestão de Documentos desenvolvem hoje serviços em que toda a cadeia de atividades de gerenciamento da informação pode ser capturada e administrada à distância , com disponibilidade imediata via Web. Elas estão sempre atualizadas e sempre geram redução de custos , otimização dos processos, maior integridade da base, aumento da produtividade, além de diminuição dos tempos de resposta”, conclui Santoyo.

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o que induz a erros graves de definição de espaços e conteúdos provocando duplicidades dentre outros problemas”, alerta Oliver. “A implantação de aplicações departamentais sem uma visão corporativa das necessidades da organização compromete o crescimento de uso e pode acarretar em descrédito da tecnologia perpetuando o poder paralelo do papel. Nesse cenário a extensão de uso da aplicação exigiu um projeto tardio e a migração da aplicação existente para adequá-la ao modelo corporativo”, explica. Empresas alinhadas com RM Infelizmente, hoje no Brasil poucas empresas atingiram este estágio de alinhamento integral e , com poucas exceções adotaram o RM “pela dor”, ou seja porque tiveram experiências negativas que causaram algum tipo de prejuízo . “Após 25 anos neste mercado já vi tantas histórias , aparentemente engraçadas hoje, mas já foram trágicas no passado , que teria dificuldade de identificar quem não teve dificuldades em algum momento por falhas em suas políticas de RM”, lembra o presidente da ABGD. No entanto, esta situação não é um privilégio do Brasil. Santoyo conta que por meio da troca de informações com a PRISM – associação da área de RM nos Estados Unidos, o nosso país é um dos mais avançados em estruturas de RM , certamente o maior na América Latina e talvez até mais do que países do primeiro mundo como França , Japão e Espanha. “Até os EUA ainda estão engatinhando em DMS e não integraram o mesmo às políticas de RM”, enfatiza Santoyo. Para estas empresas o risco é pouco mas ainda existe e está ligado à necessidade de atualizações confiáveis conforme analisa o especialista. “Normalmente o passo seguinte destas empresas é buscar redução de custos e de estrutura interna e otimização dos processos de RM através da terceirização dos serviços com empresas que possuam experiência para tal”, comenta Santoyo.

A grande oportunidade é a de se manterem à frente de seus concorrentes e neste mundo cada vez mais internacional, adquirirem vantagens competitivas quanto à disponibilidade de informações rápidas e seguras Num cenário onde a organização possui um projeto implantado de gestão da informação, essa organização está usufruindo dos louros do sucesso e obtendo satisfatórios índices de qualidade e produtividade. “O mais importante é que os maiores beneficiados são os colaboradores que passam a dispor de eficientes mecanismos de “encontrabilidade” das informações e trabalham de maneira muito mais eficiente e confortável. Mas sempre se pode e deve melhorar continuamente com a adoção de novas tecnologias que não param de surgir”, observa Oliver. Conforme ressalta o consultor, “hoje há softwares de “Gerenciamento de Informações” que disponibilizam acesso até por smartphones e isso é fantástico para pessoal de campo que fica absolutamente livre para acessar informações de qualquer lugar e deixam de carregar fardos de papeis ditos importantes e passam a ter acesso remoto a todo o acervo da organização. E recomenda aos usuários: “A implantação de uma nova funcionalidade como essa, sem dúvida, provoca a revisão do modus operandi simplificando e incrementando produtividade aos processos de trabalho”. Concluindo, a implantação de Gerenciamento de Informações sem um criterioso e eficiente planejamento pode vir a ser um enorme desperdício de tempo e dinheiro e acabar por “eletronizar” um caos”. Outras informações no site da ABGD: www.abgd.org.br

Onde Encontrar Veja no final desta edição as empresas que prestam serviços de Records Management.

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Wilton Tamane

Quadro comparativo de scanner de documentos Josetti Capusso

Wilton Tamane é Administrador de Empresas especializado em sistemas e técnico em Eletrônica Industrial. Consultor na área de scanners e gerenciamento de documentos wiltontamane@gmail.com

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esta edição e até minha memória me permite lembrar, pela primeira vez teremos um quadro amplo e detalhado dos principais recursos e funções dos scanners de documentos disponíveis no mercado nacional. Com isso, fica muito mais claro e muito mais amigável uma comparação entre os mais diversos modelos dos principais fabricantes. A matéria que conta com o depoimento dos fabricantes e distibuidores dá uma boa orientação para quem está elaborando projetos de digitalização e também é uma boa referência a todos os profissionais que de alguma forma necessitam de mais informações sobre os recursos dos scanners. Um fato que torna esta quadro comparativo ainda mais importante, é a constante evolução dos recursos dos scanners. Uma palavra de ordem que aparece em praticamente todos os modelos atende pelo nome de automação. Praticamente todos os principais recursos são para automatizar algum tipo de processamento: detecção automática de cor, auto rotação de imagem, recorte automático, remoção automática de página branca, alinhamento automático, auto brilho etc. Com este quadro fica mais fácil perceber a defasagem tecnológica dos scanners atuais em relação aos modelos de seis ou sete anos atrás. Quem hoje opera scanners mais antigos, tem um custo de operação maior em função da falta destes recursos de automação, ou seja, o custo de propriedade – TCO - ou o custo de utilização do equipamento é bem maior, justificando a renovação do parque de scanners antigos. Um outro ponto onde os fabricantes estão em constante aprimoramento e dão muito foco é no quesito tracionamento do documento. Ou seja, praticamente qualquer documento com gramatura entre um papel de seda até cartões de plástico podem ser tracionados. E mesmo que haja problemas alimentação, sistemas eficientes e inteligentes de detecção de dupla alimentação alertam o operador e caso haja algum indício de enrosco. Alguns scanners mais sofisticados contam com um sistema de transporte que aborta o tracionamento evitando danos maiores ao documento mais frágil. Com todos estes recursos, é de se pensar que qualquer pessoa pode operar um scanner. Na ver-

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dade este é de fato o que se espera dos scanners atuais e onde os fabricantes investem. Porém, vale lembrar que um recurso de automação, não se auto configura ou não se auto habilita. O operador precisa saber que este recurso existe e principalmente, habilitar e configurar de forma adequada. Um bom manual, um suporte adequado e treinamento e capacitação são pontos importantes a se considerar. Alguns softwares de captura que acompanham o scanner, contam com um recurso onde se pode pré configurar os principais recursos do scanner, salvando como perfis de digitalização, de forma a facilitar a configuração dos recursos. Mesmo assim, o operador deve saber escolher o perfil adequado e correto ao trabalho que ira realizar. Softwares de captura especializados em digitalização vão um pouco mais além. O operador ao selecionar um determinado lote de um determinado cliente/serviço, a configuração correta é habilitada, evitando com isso o escolha do perfil errado. Os recursos deste tipo de software são tão diversos e em grande número que já seria motivo para uma outra edição. Um fator importante na escolha do scanner está relacionado à velocidade de digitalização. É comum erros de dimensionamento do parque de scanners ao se considerar uma velocidade real próxima à velocidade nominal. Um scanner de velocidade nominal de 50 ppm pode num determinado tipo de documento, digitalizar a uma velocidade real de 15 ppm. Ou seja, 30% de sua capacidade descrita em catálogo. Em outro caso extremo, pode chegar a 35 ppm ou 70% de sua velocidade nominal. Que fatores contribuem para levar a cenários tão distintos? São vários e podemos citar alguns, como estado de conservação do documento, preparação inadequada do documento, variação muito grande do tamanho e gramatura do documento, rotatividade e treinamento de operador, interface gráfica do software não amigável, entre outros.

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Adriano Chemin

Enterprise 2.0: muito mais que um novo nome Divulgação

Adriano Chemin Vice-presidente de Vendas Indiretas da Oracle para a América Latina contato_br@oracle.com

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CM, sigla que representa Enterprise Content Management (gestão de conteúdo da empresa), tornou-se uma expressão pequena para definir tudo o que este sistema é capaz de fazer. Por isto, preferimos chamá-lo de Enterprise 2.0. Muito mais que modismo ou expressão de marketing, o novo nome traduz um conceito avançado que inclui a intensa colaboração e suporte a multi-tarefas (multi task) promovidos pela web 2.0. A cada semestre milhares de novos estudantes se formam e entram no mercado de trabalho. Esses futuros profissionais já cresceram na era da internet. Este fato criou um novo perfil de usuário já bem disseminado hoje e constatamos essa realidade nas nossas casas, quando acompanhamos o dia a dia das nossas crianças. Elas são capazes de navegar na internet ao mesmo tempo em que  jogam um game compartilhado pela rede, assistem televisão ou trocam mensagens instantâneas ou falam ao telefone, com o outro ouvido ligado em um tocador de MP3.... Tudo isto, enquanto estão fazendo seus deveres de casa. São os chamados indivíduos multitarefas, que conseguem com extrema desenvoltura conduzir diversas ações em paralelo em contextos bastante distintos, mas com tamanha destreza, como se estivessem fazendo uma tarefa de cada vez.  Para explorar este tipo de perfil e torná-lo muito produtivo surgiu o conceito 2.0. Afinal, o que mudou? Até recentemente, o usuário corporativo estava acostumado a trabalhar diante do computador com uma tela aberta fazendo apenas  uma tarefa ou algumas vezes com mais de uma tela  aberta, mas cada uma no seu contexto sem conexão entre elas. Cada uma delas refletia um sistema diferente que, por sua vez, contava com senhas e comandos diversos, que não falavam entre si. O Enterprise 2.0 permite esta mudança, múltiplos contextos, múltiplas tarefas, em paralelo, convergindo para uma única interface que permita ao usuário comandar toda esta gama de  novas funcionalidades.  Os aplicativos envolvidos convergem para o mesmo lugar e interagem uns com os outros. Mas não se trata de outro aperfeiçoamento gráfico ou mera perfumaria que não leva a benefícios tangíveis. Pelo contrário, o que executivos e profissionais têm a partir de agora diante dos olhos um ambiente muito mais produtivo com  informações

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confiáveis em tempo real. Basta imaginar os enormes transtornos vividos pelo departamento de cobrança de uma grande empresa frente a uma greve nos correios, por exemplo. Com o Enterprise 2.0, os dados são atualizados em tempo real, permitindo que os pagamentos efetuados pelos clientes sejam monitorados imediatamente e de forma contínua. Dessa forma, é possível otimizar as atividades de tesouraria, desde o equilíbrio do fluxo de caixa até ações complementares para reforçar a cobrança dos títulos ainda em aberto. Por outro lado, qualquer tomada de decisão pode ser feita na própria tela, atualizada na hora e refletida em todos os demais aplicativos, o que garante mais agilidade e mais consistência da informação junto a todos os participantes do processo dentro da empresa. No mundo em que a concorrência acirrada tornou-se lugar comum, não basta apenas o acesso às informações, mesmo que disponibilizadas de forma organizada e eficiente. É preciso também interagir com esses dados de maneira fácil e eficaz. Quando se lida com atividades em tempo real como é o caso do Internet Banking, num piscar de olhos a sobra de caixa pode se transformar em saldo negativo e viceversa. E sabemos que isso faz toda a diferença entre uma gestão financeira ineficaz e a de sucesso. Assim, em todos os setores da empresa, o ciclo funciona bem se contar com informações precisas, apresentadas no momento certo, da forma adequada e às pessoas corretas. Com possibilidade de ações instantâneas integrando sistemas de gestão com sistetmas de comunicação. Isto se traduz numa integração orquestrada. Começa pelo usuário que amplia o escopo do seu trabalho dinamizando tarefas normalmente operacionais, no diretor que toma as decisões de negócios mais acertadas, pois as informações fluem de forma mais harmônica, consistente e são fornecidas em tempo real. 

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Mônica Mancini

A truncagem de cheques no setor bancário brasileiro Divulgação

Mônica Mancini, Consultora da área de tecnologia e Profa. Dra. cursos de Pós-Grad. Adm e TI do Mackenzie e UMC. Doutorado e Mestrado em Adm (PUCSP), MBA Adm (FGVSP) e Pós-Grad. em Adm (USP). Foco: Governança, Inov. Tecnológica, Gerência de Projetos e Comércio Eletrônico. E-mail para contato: monmancini@hotmail.com

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setor bancário brasileiro foi sempre caracterizado pelas inovações tecnológicas. Há várias décadas, este setor apresenta uma trajetória crescente do uso da TI nos seus modelos de negócios, o que permite uma grande agilidade nos fluxos de informação, eficiência operacional, redução de custos e, sobretudo, agregar valor aos seus clientes. Alguns exemplos são: Internet Banking, ATM´s, Cartões de Débitos, Cartões de Crédito, Biometria, Móbile Banking, Débito Direto Autorizado (DDA), entre tantos. Um dos marcos dessa inovação foi a implantação, em 22 de abril de 2002, do novo Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Seu objetivo é a utilização dos meios eletrônicos para transferência de fundos e liquidação de obrigações em substituição aos instrumentos baseados em papel. Isso possibilita aos clientes, governos, empresas, instituições financeiras possam transferir dinheiro para pagamento ou outras finalidades no mesmo dia, utilizando a Transferência Eletrônica Disponível (TED), sem a espera da compensação tradicional de cheques ou DOC´s. A segunda etapa do SPB está concentrada na modernização dos instrumentos de pagamento de varejo, ou seja, dinheiro e cheque. As mudanças referem-se a redução do volume de papel, padronização dos protocolos de comunicação, integração das redes, segurança e, sobretudo, a truncagem de cheques. Neste cenário, apesar da tendência da diminuição do uso do cheque no mundo e no Brasil (por exemplo: no Brasil, foram processados 2.5 bilhões de cheques em 2002. Em 2008, este número diminuiu para menos de 1.5 bilhão, contra o aumento progressivo de outros meios de pagamento como o cartão de crédito e débito), o cheque continua sendo um importante instrumento de pagamento no Brasil, pois, além da facilidade de uso, o cheque também é utilizado como instrumento de crédito, conhecido como “Cheque Pré-Datado”. Através da Circular 3.118, divulgada em 18 de abril de 2002, o BACEN permitiu aos bancos que firmassem acordos bilaterais para realizar a truncagem de cheques no sistema de compensação bancário brasileiro. No processo atual, quando um cheque é depositado em uma agência, o banco

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receptor transmite eletronicamente os dados para o Banco do Brasil. Por sua vez, este organiza, envia e repassa as informações aos bancos emissores. Paralelamente, o cheque, físico, também faz o mesmo percurso. Por exemplo, o cheque de uma agência de um banco localizado na Av. Paulista for depositado no interior do Ceará, a folha do cheque voltará para São Paulo, a fim de que a compensação seja concluída. Com a implantação da truncagem de cheques na compensação bancária, a trajetória do cheque físico termina quando ele entra na agência. O banco receptor transmitirá a imagem digitalizada dos cheques (envolvendo os aspectos de indexação, qualidade, transmissão e segurança da imagem e dos dados), sem a necessidade de enviá-los fisicamente ao banco emissor. Atualmente, muitos países já aderiram a truncagem de cheques, como os EUA com Check 21 (2004), a França com o Système Interbancaire de Télécompensation (SIT) em 2002, e a Espanha com o Sistema Nacional de Compensación Electrónica (SNCE), desde 1985. A implantação da truncagem de cheques proporciona muitos benefícios aos bancos, entre os quais: maior eficiência operacional, redução de fraudes e roubos de malotes e redução de riscos devido a diminuição no trânsito de documentos, redução de custos de transportes dos cheques, eliminação dos custos de microfilmagem e redução do tempo e custo para a recuperação de documentação. Por outro lado, os benefícios esperados aos clientes são: redução do tempo para a obtenção de cópias, agilidade na entrega de cheques devolvidos ao depositante e aceleração da compensação. Os grupos de trabalho da Febraban têm discutido muito a respeito deste novo modelo e a melhor forma de implantá-lo com segurança e confiabilidade. A expectativa é que a truncagem de cheques seja regra neste setor a partir do 2º semestre de 2010. Desta forma, o setor bancário brasileiro dá novos passos nas inovações tecnológicas rumo a era digital.

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case

Soluções em BPO A TCI implanta soluções de BPO e possibilita ao banco BGN agilizar processos de negócios com rastreamento total das informações de todos os documentos

A TCI

empresa focada em soluções de BPO (Business Process Outsourcing), implementou uma plataforma de serviços para o Banco BGN, para o gerenciamento e controle de documentos referentes aos contratos de empréstimos, além da gestão dos próprios contratos. As soluções de BPO integram a sede do banco, localizada em Recife (PE), com mais de 100 agências, espalhadas em diversas localidades, que trabalham com a venda de aproximadamente 30 mil contratos ao mês, movimentando um volume aproximado de 300 mil documentos. Pelo grande volume de documentos gerados, o Banco BGN percebeu necessidade de identificar um fornecedor de outsourcing para auxiliar na gestão dos documentos, além da guarda, referente ao registro de clientes e contratos. A TCI realiza outros serviços para o banco desde de 2005, e para este projeto implementou soluções que envolveram organização documental dos contratos de empréstimos consignado, pessoal e de pessoa jurídica, seguindo as regras de negócios acordadas com o cliente, oferecendo sua auditoria especializada, com objetivo de identificar possíveis anomalias em cada um dos contratos, disponibilizando relatórios ao cliente via web; digitalização dos contratos de empréstimo de pessoa jurídica, imagens para consulta via web; e guarda dos contratos, com infraestrutura para higienização do material e salas para consulta com ar condicionado, fotocopiadora, telefone, fax, computadores etc. “Tínhamos que resolver um problema nas várias filiais que Divulgação

Alexandre de Araújo Nogueira, do BGN

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eram os contratos consignados. Quando um cliente assina um contrato ele ficava na filial até sua aprovação numa fila de espera para sua aprovação. Isso tomava tempo e um grande número de pessoas em cada filial e dentro da central. Depois de implantado o sistema o tempo de espera foi reduzido de 1 hora para 15 minutos”, conta Alexandre de Araújo Nogueira, diretor executivo de operação do BGN, baseado na matriz de São Paulo. O segundo e não menos importante aspecto desta mudança de processo, segundo ele, foi a segurança que o processo trouxe para a análise destes contratos, com pessoas isentas impossibilitando qualquer tipo de fraude. “O Banco BGN encontrou na TCI uma empresa com knowhow para fazer não só a guarda, mas com expertise e ferramentas para fazer toda a gestão dos documentos e contratos. Por meio de soluções de BPO para inovar os processos de negócios do banco, contribuímos para que ele passasse a exercer total controle sobre o trânsito de informações documentais”, afirma Guilherme Costa Carvalho, diretor de operações da TCI. O executivo informa que, até abril deste ano, a TCI já realizou auditoria e tem armazenados mais de 1,1 milhão de contratos e guarda um volume superior a 11 mil caixas de documentos. Tais resultados e volume de serviços prestados são aferidos constantemente por meio de relatórios de auditoria, padrão ISO. Além dos relatórios de auditoria sobre os contratos de empréstimos para créditos pessoal e consignado, são gerados relatórios sobre o perfil e quantidade de contratos de crédito consignado registrados, além de relatórios acerca da quantidade de dias transcorridos entre o fechamento e o envio do contrato aos cuidados da TCI. Neste projeto, o banco adotou uma série de serviços. Entre eles, uma plataforma tecnológica para digitalização de documentos; implementou uma central de digitação e indexação de contratos; disponibilizou espaço para armazenar os contratos digitalizados, com implantação de ferramenta de consulta via web; e auditoria quantitativa e qualitativa dos contratos. Entre as principais vantagens do atual sistema apontadas por Alexandre Nogueira estão a redução dos custos operacionais das áreas de tecnologia da informação (TI), BackOffice e recursos humanos (RH), melhora da qualidade dos serviços, maior agilidade e flexibilidade na disposição dos contratos e estabelecimento de relação de parceria de negócios com o fornecedor. Entre os objetivos específicos, Carvalho da TCI, também salienta a redução do tempo de atendimento, garantia de se ter informações corretas nos contratos e minimização das atividades de BackOffice nas agências.

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case

Virtualizando o judiciário Três varas do Foro de Execução Fiscal do DF estão digitalizando e operando virtualmente seus processos com a ajuda da CNC Judiciária do Distrito Federal a mais antiga seccional do pais está rumando a eficiência na prestação de serviços judiciais à sociedade com o funcionamento do Sistema Judicial Digital nas varas de Execução Fiscal ( PJD- EF). O projeto teve início ainda em 2007 e veio de encontro a uma iniciativa do governo federal de desmaterializar todo o Sistema Judiciário Nacional. Conforme salienta o Diretor do Foro, juiz federal Marcos Vinícius Reis Bastos, o grande marco deste projeto é a evolução não só da seção judiciária para um sistema mais moderno e ágil mas também da integração as políticas que pretendem imprimir mais seleridade para os trâmites legais no país. O projeto de Digitalização e Virtualização das Varas de execução Fiscal foi desenvolvido no SJDF tendo como gestor o juiz Alexandre Machado de Vasconcelos, titular da 18a. Vara. Essa vara já está em operação por meio exclusivamente digital desde dezembro de 2008. Atualmente está ocorrendo a digitalização da 11a. e 19a. Varas. Para realizar a digitalização foi contratada a empresa CNC – Centro Nacional de Cópias, de São Paulo, reconhecida no mercado pela sua atuação junto a outra entidade federal a EBC – Empresa Brasileira de Correios para qual processa 400 mil documentos/dia. Segundo Malara de Andrade, diretor da CNC, o projeto de digitalização da Justiça Federal foi um marco para a companhia já que representou a entrada em execução das novas ferramentas de gestão eletrônica de documentos , desenvolvidas para o judiciário, focada em grandes volumes de digitalização e workflow. O projeto do SJDF tem a responsabilidade da Divisão de Especificação e Gestão de Projetos de Tecnologia do Foro e envolve oito diferentes etapas que vão desde o recebimento dos processos, preparação, classificação das peças (no caso são 13 indexadores), digitalização, conferência, processamento, remessa dos processos físicos à vara até a disponibilidade dos dados pra controle de qualidade pela vara e pelo sistema do PJD-EF. “Para a CNC este projeto foi pioneiro já que envolve um processo totalmente específico, pois tratam-se de documentos legais que exigem expertise nas várias etapas do sistema dada sua complexidade e que necessitou de um grande número de horas despendidas na fábrica de software da CNC, para que fossem aliadas as ferramentas do sistema e a atuação física dos funcionários especializados, resultando em um serviço com total qualidade”, ressalta Malara, da CNC. Atualmente são executados a digitalização em todas as etapas, que compreendem 90 processos por dia, integrando aproximadamente 100 páginas cada um. Na 18a. vara, por exemplo, foram

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Divulgação

A Seção

Malara de Andrade da CNC, empresa responsável pela digitalização do SJDF

executados 1,7 milhão de imagens contabilizando cerca de 24 mil processos. Ao final da de virtualização as duas Varas ( 11a. e 19a.) serão digitalizadas 4,3 milhões de imagens que já se encontram em 60% de seu total. “O grande desafio deste projeto é a passagem de um mundo analógico para outro totalmente digital”, reforça o diretor do foro, juiz Marcos Vinícius Reis Bastos. Segundo ele, todo o processo está acontecendo sem prejuízo dos trabalhos rotineiros das varas de execução fiscal e a surpreendentemente tem se revelado a melhor opção para modernização do sistema com ganhos qualitativos de tempo e economia com mão-de-obra interna que já ajustada ao novo sistema pode se dedicar a suas funções originais. Embora ainda não haja uma estimativa de quanto em ganho de tempo já se alcançou com este novo sistema, o juiz Reis Bastos acredita que no cotidiano estes efeitos já se sentem e mesmo a mudança de uma sistemática para outra, tem sido muito bem aceita pelos funcionários, juízes e pela população, principalmente pelo aspecto da segurança no manuseio da documentação. Prosseguindo em novas etapas deste trabalho conforme informa o juiz Reis Bastos, o projeto se expandirá para toda a 1a. Região de Execução Fiscal do país que compreende todos os Estados da região Norte e Centro Oeste, além dos Estados do Piauí e Bahia no Nordeste e Minas Gerais, no Sudeste.

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Flavio Della Torre

Gestão Documental Guarda de Digitalização Documentos de Documentos

Microfilmagem Outsourcing de Impressão

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knowledge management

Rui Gilberto Leitzke

Gestão do Conhecimento (você sabe o que é?) Divulgação

Rui Gilberto Leitzke é Consultor em Gestão Documental KRC Serviços e Consultoria krcconsultoria@terra.com.br

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N

os dias de hoje, quando falamos em “gestão” logo nos vem à mente alguma coisa nova, diferente, ousada e talvez impossível de ser alcançada. Mas, o termo gestão não significa nada mais do que “gerenciar, administrar, dirigir” etc. Contudo, é bom lembrar que, nos moldes modernos de administrar é preciso fazê-lo de modo muito mais técnico, seguro e eficiente, objetivando os melhores resultados para a empresa, especialmente em épocas de globalização, onde a competitividade e eficiência administrativa se fazem necessárias. Por estas razões, os atuais administradores, necessitam de uma visão mais abrangente não só da sua empresa como da concorrência, do mercado, seus clientes, situação política global e suas tendências, o que permite que tenham as informações necessárias para as tomadas de decisões estratégicas. Também temos que considerar que a “informação” é o maior patrimônio da empresa, fato que muito administrador não considera na sua essência, pois acha que “está tudo devidamente arrumado”, o que não quer dizer “organizado”, pois há uma grande diferença entre o arrumar e o organizar devidamente. Desta forma surgem os termos Gestão do Conhecimento / Gestão Documental, tão largamente usados em nosso meio profissional, que tem por finalidade dar uma roupagem nova nos tradicionais sistemas de administrar, incluindo novas ferramentas, a fim de permitir uma visão mais ampla, estratégica, utilizando tecnologias disponíveis e acessíveis sob a ótica do custo/ benefício e suporte. Ainda podemos citar que uma eficiente gestão documental envolve o controle de toda a empresa, desde a criação de um documento, objetivo meio e fim, fluxo interno e externo, controles, disponibilidade, acessibilidade e distribuição dentro dos padrões de segurança, até o seu destino final de armazenamento ou descarte oficial, de acordo com os prazos legais de temporalidade para a manutenção dos documentos e arquivos. Assim, a gestão do conhecimento tem uma relação direta com uma eficiente gestão

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documental, pois o conhecimento é composto por conjuntos de informações que estão registradas em documentos (que são os repositórios das informações), que se não estiverem devidamente estruturados e organizados, de nada iriam valer. Por isso, não se assustem quando ouvirem falar em Gestão do Conhecimento / Gestão Documental, porque apenas estamos querendo dizer que é necessária uma maior prioridade nesta questão, para evitar dissabores, justamente pela falta do “conhecimento” e conseqüente descontrole da sua empresa. O que me parece, como consultor da área, é que os players de soluções, se preocupam muito em logo criar slogans e siglas, as quais muitas das vezes não só assustam os possíveis usuários, como os afugentam de aderirem à soluções viáveis. Acho que todos nós, profissionais da área, deveríamos desenvolver esforços voltados a levar às empresas um programa de ampla divulgação para o empresariado, de forma didática com palestras regionais, workshops, seminários, reuniões e apresentações, visando dar uma abordagem mais prática e objetiva sobre a Gestão do Conhecimento e, por conseguinte, um melhor entendimento das inúmeras siglas que envolvem as tecnologias, tais como: ECM, GED, BPO, BPM, Workflow, COLD, etc etc. É necessário irmos mais às empresas visando conscientizar as pessoas da importância em priorizar o controle da Gestão do Conhecimento, antes de oferecerlhes soluções empacotadas com siglas e termos, que, na maioria das vezes são desconhecidas e confundem os dirigentes. É preciso, também, obter o comprometimento dos principais gestores de projetos, a fim de garantir o sucesso da implantação destas tecnologias. Precisamos criar uma maior consciência empresarial, junto aos seus gestores (administradores, gerentes, diretores ) no sentido de que, se a empresa é bem organizada, mantêm controles das informações de forma estruturada, eficaz, isto é, utilizando uma eficiente Gestão do Conhecimento, ela terá muito maior chance de sucesso e, por conseguinte, podemos afirmar que ela está contribuindo e utilizando o maior patrimônio da humanidade - a informação.

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Faça um upgrade na sua carreira AIIM ECM Practitioner Aprenda estratégias, ferrametas e técnicas para capturar, armazenar, gerenciar, preservar e disponibilizar conteúdo. A AIIM – Association for Information and Image Management, maior entidade internacional no mercado do gerenciamento de informações, desenvolveu um ambicioso programa de treinamento em parceria com cerca de 40 organizações usuárias e fornecedoras de soluções. Entre elas vale destacar a CIA, Fujitsu, Gartner, IBM, JPMorgan Chase, Kodak, Oracle, Shell, US Courts. O primeiro treinamento deste programa é o AIIM ECM Practitioner. Este treinamento, tem o objetivo de fornecer uma sólida formação sobre estratégias, métodos e ferramentas para a gestão de conteúdo. Isto inclui tecnologias e as melhores práticas globais para arquitetar informação, digitalização de imagens, metadados, taxonomias, segurança do conteúdo, gestão de processos e automação, localização, entrega e apresentação de conteúdo.

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PÚBLICO-ALVO:

Diretor da ImageWare. Consultor internacional em gestão documental e TI. Professor dos cursos de pós-gradução da FESP e UNIP. Implementou alguns dos maiores projetos do País. Ministra cursos em diversos países da Europa, África e Oriente Médio. Autor do livro Electronic Document Management - Concepts and Technologies publicado em Dubai em 2001

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spurgment

Angelo Volpi e Cinthia Freitas

O documento digital e seu efeito probatório. Divulgação

Angelo Volpi é Tabelião em Curitiba, escritor, articulista e consultor. angelo@volpi.not.br  Cinthia Freitas. Doutora em Informática com ênfase em Análise e Reconhecimento de Documentos Manuscritos almendracinthia@gmail.com

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À

medida em que migramos do papel para o digital torna-se necessário garantir a estes documentos a devida validade jurídica. Todo documento para ter validade necessita de comprovação de autoria. Os documentos digitais podem ter sua autoria comprovada de diversas formas. Em primeiro lugar temos as assinaturas digitais padrão ICP-Br (Infraestrutura de Chaves Públicas-Brasil) regida pela Medida Provisória 2.200. Além disso, podemos também comprovar autoria por titularidade de website, pois se presume que os documentos constantes neste, sejam de autoria do titular do domínio do site. Temos ainda a possibilidade de comprovar autoria por endereço IP, por perícia técnica e por ata notarial. Essa última, produzida por um tabelião de notas e portanto, dotada de fé pública. No universo processual temos basicamente dois tipos de documentos, os particulares e os públicos. Todos os particulares têm presunção de veracidade e os públicos presunção de autenticidade. A diferença é a força probatória, quando apresentado um documento particular num processo, sendo este contestado, cabe àquele que apresentou ,provar sua legalidade. Já quando se apresenta um documento público temos a chamada inversão do ônus da prova, cabendo aquele que contesta negar sua validade. As atas notariais são constatações de fatos e diferenciam-se das escrituras públicas, propriamente ditas, porque nestas o tabelião transcreve a vontade das partes, como faz, por exemplo, numa escritura de compra e venda de imóvel. Já nas atas o notário deve transcrever de forma imparcial aquilo que presencia. Sabemos que a Internet é um ambiente volátil, no sentido de que, o que ali se encontra num dia, pode não estar mais em outro momento. Sabemos também que a prova documental é imprescindível para que um juiz possa ser convencido da verdade dos fatos. Portanto, quando se deseja levar ao processo um documento que está na Web, a melhor ferramenta é solicitar a um tabelião a lavratura deste instrumento que pode ser do conteúdo de um website, email ou redes sociais (Orkut, Twitter, etc). Tendo a ata em mãos, o advogado entra com o processo com uma prova pré-constituída,

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dotada de fé pública. Nela, o tabelião consignará a data e hora que a mesma encontrou-se disponível na Web, poderá indicar o endereço IP e demais dados que eventualmente estejam disponíveis. Mas, as atas não servem somente para casos de processos, podem ser usadas, por exemplo, para troca de emails ou declarar a propriedade de um código fonte de software. Muitas vezes isso é recomendável na comercialização de softwares ou na participação em licitações públicas, quando há a necessidade de se garantir a integridade, origem e propriedade. Existem ainda outras situações em que as atas já foram amplamente usadas, entre elas, o uso de softwares P2P para pirataria. Nestes casos, o tabelião verifica através da utilização do referido software que é possível fazer o download gratuito de material com direitos autorais reservados. Pode-se exemplificar ainda a comprovação de fatos contendo uso indevido de imagens, textos e logotipos, fatos caluniosos e fatos contendo injúrias e difamações. É importante ressaltar que atualmente pode-se solicitar e assinar uma ata sem ir a um cartório, basta possuir uma assinatura digital padrão ICP-Br. O poder certificante do tabelião é uma faculdade que a lei lhe dá para, com sua intervenção, evitar o desaparecimento de um fato antes que as partes o possam utilizar em proveito de seus interesses. Assim, espera-se que de um lado a Internet seja cada vez mais segura e confiável, mas caso isto não venha a se concretizar, sabemos de mecanismos que permitem atestar a autenticidade e legalidade de fatos no Ciberespaço. Outras possibilidades de se apurar o trabalho de um tabelião é na autenticação de documentos digitalizados, desta forma, ao participar de concorrências pode-se enviar cópias de certidões negativas, contratos sociais, cartas de referência e outros documentos. Pela lei brasileira, o documento eletrônico vale tanto quanto o papel, portanto a ninguém, muito menos órgãos públicos, é dado o direito de  negar o recebimento de documentos eletrônicos, principalmente se tiverem a assinatura digital de seu autor ou de um tabelião de notas, reconhecendo a autoria e autenticidade do mesmo.

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eventos

InfoImagem 2009 Nos dias 6 a 8 de outubro, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca, começa a 33a. edição da tradicional InfoImagem. Este ano, o evento promovido pelo Cenadem - Centro Nacional da Gestão da Informação traz como principal atração o congresso que terá entre seus principais temas o tratamento das informações nãoestruturadas como e-mails, imagens, documentos eletrônicos e digitalizados. Segundo Mauricio Ferreira, diretor do Cenadem, pesquisas realizadas pela organizadora do evento mostram que as empresas não tratam adequadamente suas informações não-estruturadas, por isso, a importância de levar ao público uma discussão ampliada sobre este tema. Segundo conta o diretor do Cenadem , a pesquisa foi realizada pelo IPC – Instituto de Pesquisas Cenadem, braço de pesquisa da entidade – em consulta à empresas nacionais entitulada: “Estado da Arte do Mercado de ECM, GED e Tecnologias Correlatas” , em julho de 2008, que revelou, entre muitos outros aspectos, que para 66% das empresas respondentes a pesquisa, o gerenciamento da informação é extremamente importante. Conforme especialistas consultados , as empresas não sabem como gerenciar informações não-estruturadas (documentos eletrônicos, e-mails, conteúdo de internet, documentos digitalizados, imagens), não conhecem soluções para essa área e, quando as tem não encontram argumentos para justificar seus investimentos nestas soluções, visto que são ferramentas que não estão no orçamento anual e nem entre as ações estratégicas das empresas. Tecnologias para Gerenciamento Eletrônico de Documentos e, mais recentemente, ECM – Enterprise Content Management, não são novidade, mas, por questões culturais, não foram difundidas dentro das empresas como um elemento vital para a realização dos negócios. É possível que a explosão das soluções para bancos de dados, as chamadas

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Evento terá como foco o tratamento das informações naão estruturadas

informações estruturadas, tenham assumido maior relevância, porém, atualmente, diante de um volume imenso de documentos eletrônicos, gerados diariamente dentro das empresas, bem como documentos que ainda se imprimem e circulam nas empresas, é urgente que as soluções para o tratamento dessas informações, conteúdos e documentos sejam respeitadas, consideradas e adotadas dentro das organizações, salientam os especialistas do Cenadem. Para este ano, o Congresso do InfoImagem, conta com 46 sessões técnicas. Além disso, o evento terá ainda conferências, cobrindo diversos assuntos no segmento do GED, ECM, Workflow, BPM, Certificação Digital. No espaço da feira haverá uma homenagem ao fundador e idealizador do Cenadem, com o Pavilhão Antonio Paulo de Andrade e Silva, falecido recentemente A feira terá a presença de empresas fornecedoras de soluções, produtos e serviços para esse segmento com demonstrações práticas com os produtos. Entre os expositores que estarão na feira: 2D Tecnologia, ABBYY, AgasSys, Cema, CNC, Doc Finder, Docs TI, DS Doc Solution, Documentar, Do More, EAS, Kodak, Kofax, Novatec, Office Gemini, Pier Doc, Qualisoft, Scansystem, Tec Fort e Tecnoged.

Guia Business Media na InfoImagem Este ano a Guia Business Media estará presente à InfoImagem com seus três pilares de atuação. A Revista Document Management – a primeira revista especializada no mundo do ECM que traz bimestralmente todas as novidades e aprofundamentos dos principais assuntos do mercado e o portal DocManagement. O Guia Eventos que mostrará todas as possibilidades de eventos para empresas, cursos e treinamentos, inclusive, a mais recente introdução do mercado latino americano com o programa de certificação profissional da AIIM, em parceira com a ImageWare E finalmente, a ECM Connection, comunidade social de business, pioneira no mundo do Enterprise Content Management, que reúne profissionais de todos os Estados brasileiros e países latino americanos.

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eventos

Futurecom 2009 O Futurecom 2009, que está em sua 11a. edição, será realizado de 13 a 16 de outubro, em São Paulo, no Transamerica Expo Center e espera reunir mais de 15 mil visitantes. O evento reúnirá os principais players do mercado de Telecom e TI. Além do Seminário Internacional serão mais de 300 palestrantes e painelistas nacionais e internacionais apresentando cases e novidades do setor de Telecom e TI; Sessões Empresariais com tendências, visão e estratégia; Sessões de Marketing e Business que trazem aplicações, serviços e negócios e Sessões de Soluções de Negócios que apresentarão soluções de tecnologia e de processos empresariais. As apresentações são realizadas em 7 auditórios com tradução simultânea

permanente português-inglês-português. Em 2008, participaram nos três dias de seminário, 4.576 profissionais provenientes de 42 países. O Seminário reúne um público diferenciado, em um ambiente adequado à geração de negócios, onde mais de 300 palestrantes e painelistas do Brasil e do exterior, discutem e analisam as tendências tecnológicas, empresariais e de mercado. Um dos destaques do Seminário Internacional são os Painéis Político-Estratégicos. Os visitantes poderão visitar também o Business Trade Show
 exposição que reuniu na última edição do evento, mais de 200 expositores demonstrando seus Serviços, Soluções, Aplicações, Sistemas e Tecnologia em um espaço de 25.000m². 


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João Paulo Azevedo

five minutes

Dedicação, serenidade e prazer João Paulo Azevedo, VP de marketing da BSA, empresa fornecedora de soluções de TI e outsourcing, com forte atuação na consultoria, implementação e desenvolvimento de produtos e soluções personalizadas para o mercado corporativo, conta sua relação de amor com a música e o aeromodelismo

Arquivo pe

JOÃO PAULO AZEVEDO

Quando você descobriu a música como hobby?

Desde muito cedo tive contato com o universo musical. Meu pai tocava violão e acabei me interessando pela bateria. Comecei a estudar o instrumento, ainda menino, e com 18 anos já tocava nos bares da noite.

Onde você toca, você temumgrupo de amigos que o acompanha?

Hoje, ao lado de amigos, sou um dos integrantes da banda Rock Back. Ensaiamos semanalmente e nos apresentamos, mensalmente, em algum bar de São Paulo. É uma reunião de amigos que curtem música. Decidimos retomar a paixão de tocar ao vivo com um repertório que tenha significado na história de cada um de nós. Nosso desafio é conseguir conciliar a atribulada vida corporativa com ensaios e shows. Tenho conseguido equilibrar a rotina, mantendo o lado musical presente em minha vida.

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ssoal

Qual a importância de manter esta atividade paralelamente a sua atividade profissional?

Tocar é algo que me dá muito prazer. Todos os encontros com a banda são uma maneira de dividir meu amor pela música e, ao mesmo tempo, trocar experiências. Costumo dizer que no palco qualquer espécie de problema e preocupação fica em segundo plano. É terapêutico e me traz muita alegria. A música faz parte da minha história.

Soubemos tambémque temuma outra paixão que ocupa o seu tempo livre que é o aeromodelismo. Como isso aconteceu para você e onde você leva seus modelos para praticar?

Pratico aeromodelismo há quase 10 anos. Como aprecio demais a parte da construção dos aeromodelos, posso dizer que este fator me aproximou da atividade, já que eu mesmo desenvolvo e projeto dos modelos. Além disso, é uma forma de me aproximar ainda mais dos meus sobri-

nhos, que já demonstram interesse pelo aeromodelismo. Não tenho rotina fixa, mas costumo praticar aos finais de semana, geralmente em alguma pista fora de São Paulo. Além disso, também sou jipeiro e me aventuro em algumas trilhas.

Oque a música e o aeromodelismo fazem pelo João“pessoa física” que podem repercutir no João“pessoa jurídica”?

Bom, muitas coisas com certeza.Antes de um show começar, por exemplo, é preciso dedicar um tempo, empenho, ser minucioso e apreciar o trabalho em equipe. Levo todas estas experiências para minha atuação como executivo. Diariamente, também busco observar os detalhes, atualizar processos e surpreender o cliente com um trabalho de qualidade. Já em relação ao aeromodelismo, empresto para o meu lado pessoa jurídica a calma, a serenidade e a determinação que a prática deste esporte nos proporciona.

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canais

Divulgação

Há 17 anos no mercado, a AGIS tem se destacado como uma das principais distribuidoras de TI, Telecom e Informática do país, oferecendo a seus clientes produtos das mais renomadas fabricantes do segmento de tecnologia. Para tanto, a Distribuidora apresenta

A AGIS possui uma carteira de 8 mil clientes.

Câmera de documentos A TES, distribuidora brasileira especializada em soluções audiovisuais para ambientes educacionais, corporativos e governamentais, introduziu em seu portfólio Câmeras de Documentos da marca Lumens. Um dos modelos, a DC 133, é portátil e ideal para capturar imagens de todos os ângulos, com funções que eliminam possíveis reflexos ou queimaduras. Segundo o gerente de desenvolvimento comercial e de marketing da TES, Edson Bucci, Com resolução XGA, a Lumens DC 133 possui saída analógica para TVs, VCRs e conexão USB para todos os tipos de computador, além de armazenamento interno de imagens para a reprodução slideshow JPEG, em tela cheia. 

um leque de opções de produtos que atendem do mercado SMB às grandes corporações. Em impressão, a Distribuidora acaba de anunciar parceria com a Epson, que vem somar-se a marcas já disponíveis em seu portfólio, como Samsung, Lexmark, Xerox e HP. Para a oferta de computadores pessoais, traz uma linha completa de modelos em desktops e notebooks e, ligada às últimas tendências do mercado, está preparada para atender à demanda por netbooks com equipamentos das linhas LG, HP, Asus e Acer. Com uma carteira formada por oito mil clientes ativos, a Distribuidora investe na capacitação dos canais como estratégia de crescimento. Com uma carteira formada por oito mil clientes ativos, a Distribuidora investe na capacitação dos canais como estratégia de crescimento.

Clariant fecha com Asyst Sudamérica Incrementar a qualidade na área de suporte tecnológico, oferecendo aos colaboradores atendimento ágil e eficiente. Com esses objetivos a Asyst Sudamérica, multinacional brasileira especializada em gestão e operação de TI, passa a gerenciar o departamento de service desk da Clariant, considerada uma das maiores corporações internacionais no segmento químico. Para o projeto, a companhia montou uma equipe de 28 profissionais, que são responsáveis pelo atendimento de 1º nível aos 2.200 colaboradores, divididos nas unidades da Clariant na América Latina (Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Guatemala, México, Uruguai e Venezuela).

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D-Link fecha parceria com Alpha A D-Link, fornecedora de soluções de redes, segurança, armazenamento de dados e vigilância IP, anunciou a Alpha Telecom como distribuidora de produtos e soluções de alta tecnologia, como seu novo DRP (D-Link Reseller Partner) Master. Com filiais em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, a Alpha Telecom terá atuação em seus Estados, atendendo ao mercado corporativo com a linha completa da unidade de negócios Business Solutions da D-Link. Segundo Sandro Nóbrega, gerente de canais da D-Link para a unidade Business Solutions, a parceria oferecerá a melhor relação custo x benefício do mercado, oferecendo aos clientes uma solução completa de voz e dados. Segundo o levantamento anual entre seus distribuidores, da Digitech Systems , empresa internacional de ferramentas

Divulgação

AGIS sela novas parcerias

Sandro Nóbrega da D-Link de ECM- em 2009 para o segmento de SaaS e Enterprise Content Management, foram identificadas algumas tendências do mercado norte-amercicano. De acordo com o estudo mais usuários de tecnologia estão interessados em TI verde - entre 1 a 25% dos usuários finais estão usando o ECM para este fim.

Canais da Business Objects

Revenda nacional

Os parceiros de negócios para a venda de soluções SAP BusinessObjects na América Latina são agora também membros do SAP Partner Edge. As companhias fazem parte do programa para canais desenvolvidos pela SAP. O processo de integração dos ecossistemas é mais uma etapa bem sucedida após a conclusão do alinhamento das áreas de vendas, operações e produtos da SAP. As soluções da Business Objects incluem ferramentas tecnológicas que dão visibilidade em todas as operações do negócio paa a tomada de decisão adequada, além da adminsitração de riscos e atualização das regulações. Atualmente a Business Objects se transformou em uma linha de negócios dentro da SAP.

A Magic Software Brasil, provedora de soluções tecnológicas para o desenvolvimento e integração de aplicações de negócios, acaba de nomear a ADD Technologies como a sua primeira revenda no território nacional, como parte de sua estratégia de crescimento e ampliação do suporte às tecnologias Magic em mercados que registram forte crescimento no número de projetos de integração e desenvolvimento de aplicações. A empresa nacional será responsável pela prospecção de novos clientes para a comercialização das ferramentas iBOLT, para integração baseada em SOA/BPM, e uniPaaS, para desenvolvimento de aplicações RIA e Mobile, além de todo o apoio e treinamento necessários para os projetos.

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sustentabilidade

Xerox do Brasil aumenta família de impressoras ecológicas Nova multifuncional de cera sólida possui alto rendimento e reduz ainda mais o impacto ao meio ambiente fortmês ou que façam uso frequente de cor. Muito fácil de usar e com poderosos recursos, a Phaser 8860MFP permite cópia, impressão, fax e digitalização avançada, onde os documentos podem ser digitalizados pelas duas faces simultaneamente e armazenados em pastas digitais protegidas por senha no próprio equipamento, com acesso conveniente através do navegador web do usuário. Com rede, gerenciamento inteligente de energia, seleção automática de voltagem, e desempenho de até 30 páginas por minuto em preto e branco ou cor, é um equipamento perfeito para escritórios ou grupos de trabalho. “A Phaser 8860MFP une a conveniência multifuncional, custo de impressão muito reduzido e sustentabilidade – imprimir apenas se for realmente necessário, com o menor custo e sem impactar o meio ambiente”, disse Luis Henrique Alves, gerente de produtos da unidade Office da Xerox do Brasil. “A tecnologia de cera sólida da Xerox quebra o paradigma com relação aos custos e benefícios da cor por oferecer excelente qualidade com custo de impressão extremamente baixo”, completou. A tecnologia de cera sólida não usa cartucho, as ceras são aquecidas e transferidas para o papel sem poluir o meio ambiente. O uso é muito simples e seguro podendo ser manuseado por qualquer pessoa, já que não gruda na roupa e nem na pele.

características

Divulgação

As multifuniconais Xerox com cera sólida tem forte apelo ecológico

A Phaser 8860MFP possui um processador de 750MHZ, memória de 512MB, disco rígido com 40 gigabytes, PostScript3 da Adobe, ciclo máximo 120 mil páginas mês rede e USB 2.0 padrão. O cliente pode ainda adquirir softwares – Scan to PC Desktop Professional Small Business Edition ou Scan to PC Desktop SE Small Business Edition – que permitem que os usuários digitalizem diretamente para o desktop ou e-mail. Para Alves, o lançamento desta nova tec-

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Divulgação

A Xerox do Brasil apresentou sua nova multifuncional com tecnologia de cera sólida, a Phaser 8860MPF. O equipamento permite que empresas de todos os tamanhos produzam documentos com qualidade profissional ao mesmo tempo em que o fluxo de trabalho apresenta menor impacto ao meio ambiente, resultando em uma redução de mais de 90% em resíduos gerados em relação a equipamentos a laser comum. O equipamento proporciona custo de impressão extremamente reduzido em preto e branco ou cor além de permitir total controle de uso e contabilização sem necessidade de softwares adicionais. A impressora multifuncional Xerox Phaser 8860MPF utiliza a mais avançada tecnologia de cera sólida. As novas ceras foram desenvolvidas para durar ainda mais. Ao aumentar o número total de páginas coloridas que as ceras são capazes de produzir, a Xerox conseguiu reduzir drasticamente o preço da impressão colorida. A Phaser 8860MFP foi desenhada para atender empresas que apresentam volumes de impressão a partir de 2. mil páginas por

A cera sólida não usa cartuchos e tem um impacto ambiental zero

nologia vem de encontro a vários estudos da companhia em introduzir no mercado produtos cada vez mais sustentáveis, de baixo impacto ambiental, que atendam com qualidade às expectativas do mercado quanto a impressão. “Devemos lembrar que são vários os aspectos envolvidos num produto que preza pela sustentabilidade como a impressão consciente, redução do consumo de energia e a necessidade de processos industriais que também respeitem o meio ambiente”, analisa. Conforme explica o gernte de produtos da Xerox, o mercado ainda não está acostumado a selecionar seus produtos pelo apelo ambiental, “mas certamente dentro de pouco anos esse será o fator decisivo para escolha de produtos e com certeza neste aspecto estamos saindo na frente”, conclui.

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ecm

Alan Pelz-Sharpe

Lições de como escolher um fornecedor de ECM Divulgação

Alan Pelz-Sharpe é analista-chefe do CMS Watch, autor e avaliador de produtos para o CMS Watch E-mail Archiving Report e para o CMS Watch ECM Suites Report aps@csmwatch.com

Discuta esse assunto em www.ecmconnection.com.br

P

ara dar um pequeno cenário a esta história, e ao mesmo tempo protegendo a confidencialidade do cliente e de outros inocentes (isto é, se há partes inocentes), vamos passar aos detalhes deste caso. O cliente em questão é um bem estabelecido editor. Vamos chamá-lo de Empresa Acme. O orçamento que tinham para um projeto de ECM girava em torno de aproximadamente US$ 2 milhões somente para softwares, como a Acme lida com centenas de milhares de documentos, com talvez 300 mil de uma vez circulando pelo workflow da empresa. Resumindo é uma situação típica de volume de documentos em ECM (nada grandiosa). A Acme escreveu uma excelente RFP; concisa, focada nos cenários da empresa. De fato um representante veio e disse: “esta é a melhor RFP que já vi… a vida seria bem melhor se todos fizessem o mesmo”. E eles fizeram direitinho mesmo; sem as centenas de páginas de check-lists que não agregam valor a ninguém. A Acme inicialmente foi além provendo detalhes que orientavam como desejavam que as demonstrações ocorressem. Isso incluiu uma agenda precisa e detalhes minuciosos dos vários cenários da empresa (sem PPTs). A empresa não poderia ter se esforçado mais para detalhar sua necessidade, neste caso. Mas depois, os dias de demonstrações que se seguiram foram um desastre. O representante da empresa A fez uma apresentação bombástica, mostrando em sua introdução que conhecia bem as necessidades da empresa e pelas três horas seguintes, os gerentes da Acme assistiram a plataforma de serviços morrer lentamente no palco, apresentando soluções via Web que não foram solicitados e irritando-se na frente dos compradores. O representante da empresa A tinha a melhor tecnologia para este caso, entre todos os que se apresentaram, mas ninguém da Acme quer saber deles novamente. Lição 1: Grandes representates não estão acostumados com o cliente dando as ordens. Eles ainda possuem o hábito de tentar influenciar através de velhos conhecidos em situações fora do ambiente do trabalho e fazem apresentações “enlatadas”. Mas isso é culpa dos próprios compradores que consentiram com esta situação durante muito tempo.

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Lição 2: Se o representante da empresa A, com a melhor tecnologia, não pode entender suas necessidades durante um dia inteiro de demonstrações, como vai ser este relacionamento depois na fase de instalação do projeto? O representante da empresa B não apresentou a melhor apção, mas seguiu os cenários indicados pelo pessoal da Acme. Outra vez foram apresentadas soluções proprietárias que apareceram em momentos inoportunos, e de novo a confusão quanto a complexidade do modelo de BPM, além de apresentar uma conta adicional de US$ 150 milhões. Lição 3: Sempre tenha certeza de alinhar a tecnologia à proposta, e continue a fazer isso durante todo o processo de seleção. As linhas de produtos dos representantes são complexas e o seu pessoal de vendas frenquentemente não compreende a maioria das soluções, infelizmente Por fim, o representante da empresa C que seguiu as necessidades da empresa de perto e avançou fazendo uma demosntração mais impressionante. Infelizmente, a aplicação carecia de aperfeiçoamenteo, tinha muitos “furos” e simplesmente depois de uma hora parecia que estava fora do páreo. Lição 4: Há uma razão para se construir uma demonstração com casos reais e fazer os representantes falarem sobre elas. Isso possibilita mostrar as soluções em testes reais, e permite ao comprador fazer comparações com plataformas mais complexas e comparar maçãs com maças e laranjas com laranajas. Para a Acme, todo esse sofrimento não foi em vão e puderam ter uma imagem clara do trabalho que teriam pela frente. Hoje eles têm uma compreensão mais profunda das diferentes tecnologias – embora de acordo com o Magic Quadrant todas estejam posicionadas lado a lado. Acme também tem hoje uma compreensão muito mais profunda de suas necessidades e capacidades. O processo de seleção para eles ainda não terminou, pois continuarão a testar cuidadosamente as opções antes de investir. Apesar da semana de sangue, suor e lágrimas das apresentações, as chances de sucesso na escolha de um fornecdor adequado, depois destas experiências, sejam altas.

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aiim

Bob Larrivee

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S

de construir um novo e radical processo “perfeito” *Corrigir e melhorar processos antes de automatizá-los * “Estandartizar” processos que permeiam todo o negócio sempre que possível * Habilitar mudanças contínuas Flavio Della Torre

erá que algum dia já teremos um dispositivo Wi-Fi ligado no nosso relógio de pulso, alertando sobre informações que precisamos para tomar decisões apresentadas no seu monitor individual como a lente de um óculos? Estas informações estariam ligadas às soluções do seu BPM – Business Process Management que estarão a disposição e que permitirão que você trabalhe em qualquer lugar a qualquer hora. Isso tudo pode parecer improvável, talvez a parte do relógio de pulso (por enquanto). O BPM pode e ajuda as organizações de todos os tipos e tamanhos a automatizar e gerenciar seus processos de negócios. Notem que eu disse gerenciar. Isso é importante de uma perspectiva cultural, pois não estamos preparados para abrir mão do mundo físico em função do digital quando gerenciamos a carga de trabalho e empregados. Poderia ser a falta de experiência e de entendimento? Talvez, mas felizmente isso nos ajudará a esclarecer as coisas para vocês. Simplesmente estabelecido, o BPM tem implícito o estudo, a identificação, a mudança e um monitoramento dos processos de negócios. Esta combinação de tecnologias e métodos permitem que você identifique, documente e mude os processos existentes, alinhando-os com a expectativa e o desejo de implementar os negócios no futuro. Muitos pensam que o BPM como tecnologias de automação manual dos processos, quando de fato você pode implementar os processos sem as tecnologias iniciais ( Business Process Improvement ou BPI) e em certos casos, automatizar níveis existentes de tecnologia. Isso tudo dependerá de quanto se deseja implementar para alcançar resultados futuros. Os princípios do BPM são claros e fáceis de entender: *Organizar resultados e não tarefas *Estabelecer processos e atribuir a propriedade *Melhorar processos existentes, ao invés

Bob Larrivee é diretor da AIIM International e reconhecido expert na aplicação de tecnologias e gerenciamento de processos. blarrivee@aiim.org e no Twitter como BobLarrivee

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comoduma prática Em alguns casos, a simples identificação, mapeamento e correções de processos alinham a empresa ao seu objetivo e será o suficiente para cumprir seu objetivo. Em outros, você pode querer aplicar a tecnologia e automatização aos processos. As tecnologias comummente associadas ao BPM são: BPM e Workflow ECM (Enterprise Content Management) ERP (Enterprise Resource Planning)/ Business Applications O ponto de partida é que o BPM muda as coisas. Como um especialista em BPM você precisa de autoridade, vontade e habilidade de mudar as coisas; isso significa que apoiar aqueles cujo dia-a-dia de trabalho e atividades você irá mudar, assim como dar suporte ao gerenciamento que pertence sobretudo ao processo. Se você não tem certeza por onde começar, você deve considerar AIIM BPM Certificate Program, que está disponível on line e mesmo através de cursos presenciais. O que você me diz? Você implementou o BPM? Você tem uma história para nos contar? Desejo saber e aprender o que vocês e suas empresas estão fazendo.

Programa de Certificação Educacional em ECM da AIIM agora disponível no Brasil A AIIM está orgulhosa em anunciar que a nova parceria com a ImageWare do Brasil para formação educacional está pronta para realizar a primeira rodada de cursos do Programa de Certificaçãoem ECM no Brasil e em português. De acordo com o vice presidente da AIIM, Atle Skjekkeland,:“Isso significa um avanço monumental para a AIIM Education, já que esta é a primeira vez, que o nosso material de treinamento foi totalmente traduzido e disponibilizado em outra língua, além do Inglês. Vemos esta parceria com a ImageWare como o começo do nosso planejamento de trazer outras ofertas para o Brasil, assim como para a América Latina, visto que as traduções do nosso programa de ECM em breve estarão disponíveis também em espanhol. A AIIM já realizou mais de 15 mil cursos para 10 mil profissionais da indústria, nos últimos três anos, e estamos ansiosos para estabelecer o programa de certificação de ECM como um padrão de educação profissional para toda a América Latina”.

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capture

Susana Batimarchi

Centralização ou Descentralização? C Como escolher o equipamento ideal de captura

omo escolher o equipamento correto para um tipo de serviço já é em si um grande desafio para qualquer projeto. Agora se esta captura deve ser centralizada ou descentralizada, dependendo do projeto também aflige muitos dos envolvidos em projetos de gestão de documentos. O Capture como ensina o consultor e especialista em Document Imaging, Wilton Tamane: “É a porta de entrada para soluções de Gestão Documental”. E como porta de entrada sua importância é muito grande, pois a de maneira geral, seria onde se define como os documentos seriam organizados e indexados, quais documentos seriam “capturados” e de que forma. E essa discussão vai além da simples constatação de que o documento é digital ou analógico (papel) convertido para digital, a questão está em como a gestão de documentos impacta os processo de negócios das organizações. O importante é lembrar que Document

Imaging, Capture, Digitalização de documentos, sistemas de captura centralizada ou descentralizada, são partes e ferramentas de uma política de Gestão de Documentos como um todo, isto é, as soluções de captura centralizadas ou descentralizadas, influenciam diretamente na escolha do equipamento pelo usuário pelos seguintes motivos, como explica Nelson Yassuo Osanai, diretor de Vendas da Fujitsu do Brasil. “O modelo de captura centralizado, geralmente pressupõe um processamento diário de grande volume de documentos, além de uma infraestrutura de TI única, com uma solução de software e de controle centralizado”, explica. Além disso, segundo o especialista, há uma demanda de equipamentos de maior capacidade, geralmente de produção, de maior durabilidade e com mais recursos, bem como operadores com mais conhecimento dos recursos dos equipamentos; uma logística mais complexa e eficiente de coleta de documentos, ensina Osanai. Ele acrescenta

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que a centralização garante maior controle do processo e talvez até maior qualidade, maior segurança porém um tempo de processamento total maior devido a logística dos documentos físicos. Do outro lado da linha temos os sistemas de captura descentralizados que também, conforme o diretor da Fujitsu, trazem vantagens para os usuários, pois envolvem volumes menores de documentos em cada local. “Para isso, podem ser utilizados scanners de menor capacidade, porém mais amigáveis e com mais recursos automáticos”, orienta, “E estes scanners devem ser confiáveis devido a distribuição descentralizada e a infraestrutura de TI também deverá ser mais complexa, (rede, web, segurança, etc), assim como a solução de integração. É imprescindível que haja, nestes casos, um logística de documentos mais flexível, já que o tempo de processamento menor e uma solução de software de captura bem amigável, pois geralmente operador não é especialista”. Para Carlos André Rabello, Country

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capture

Category Manager da HP do Brasil, o tipo de sistema não é o único fator de decisão, mas sem dúvida, um dos principais. “Depende muito do mercado com o qual o usuário está lidando. No caso do segmento corporativo, esta certamente é a resposta que precisa estar muito clara, pois dependendo dos requisitos do projeto, o cliente necessitará mais do que somente o equipamento e sim de um pacote de soluções e funcionalidades que permitirão o controle e gerenciamento dos pontos de captura, padrões de configuração das digitalizações, indexação e organização do material capturado com sistema de armazenamento centralizado ou não, entre outros. No caso de uso doméstico, as exigências e necessidades se concentram mais no equipamento mesmo”, reforça o executivo. As grandes diferenças entre os sistemas centralizado e descentralizado, como reforça o Sales Manager da área de Document Imaging da Kodak do Brasil, Cássio Vaquero é a quantidade de documentos e o tempo de processamento que é necessário para manipulálos. “Para sistemas centralizados são utilizados scanners de produção desenhados para suportar um alto volume de digitalização. Para este sistema o scanner de produção deve oferecer um robusto sistema de transporte de papel, com sensores de detecção de múltipla alimentação, facilidade na troca das peças de consumo tais como roletes e guias e princi-

Nelson Yassuo Osanai diretor de vendas da Fujitsu Brasil

palmente um processamento (tratamento) de imagens que não afete na velocidade do scanner. Existem situações que necessitam reconhecer códigos de barras ou texto (OCR), neste caso, a velocidade na digitalização a 300 dpi deve ser igual a 200 dpi. Ou seja, o scanner consegue gerar uma imagem por meio de aplicativos com mais detalhes sem perder velocidade de digitalização”, pontua o executivo da Kodak. Vaquero alerta para o fato de que muitas empresas iniciam seu sistema descentralizado utilizando equipamentos multifuncionais, mas isso irá depender muito do volume de papel e consequentemente a ação de digitalizar através das multifuncionais não é, portanto, a melhor escolha. “Sabemos que são raros e caros os multifuncionais que possuem uma velocidade razoável de digitalização (pois utilizam mais a mesa digitalizadora e não o ADF), pouquíssimos equipamentos possuem tratamento de imagens durante a digitalização, tais como auto-crop, auto-deskew, compactação e rotação automática. Além disso, a maioria não possui interface amigável para auxiliar os usuários na ação de digitalização”, reforça Vaquero. Assim, segundo o especialista da Kodak, estes pontos (velocidade, tratamento de imagem e facilidade de uso) fazem dos scanners produtos especificos para digitalização de documentos, sendo a melhor escolha para

Cássio Vaquero, Sales Manager da área de Document Imaging da Kodak do Brasil

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sistemas descentralizados. “É bom lembrar que o porte dos equipamentos se altera, bem como sua produtividade devido o sistema escolhido. Quanto maior o volume, mais robusto tem de ser o processo de captura. Quanto falamos em centralização a tendência dos volumes de processamento é que sejam maiores se comparados com o sistema descentralizado”, reforça Eduardo Carlos R. Buck da Gerência de Vendas daDivisão Grandes Contas da Canon do Brasil.

Mas quais são as dúvidas mais frequentes dos usuários? Conforme explica Osanai da Fujitsu, uma grande parcela dos usuários ainda não distingue os recursos que são exclusivos dos scanners daqueles que são de softwares agregados. “Por exemplo ainda é bastante comum perguntarem se o scanner reconhece código de barras ou se o scanner faz OCR, quando estes atributos são exclusivamente do software”. Segundo ele, outro desconhecimento diz respeito ao ciclo diário recomendado pelos fabricantes. “O ciclo diário, não significa um limite de produção, mas é um número de referência diretamente relacionado ao MTBF (tempo médio entre falhas). Alguns ignoram totalmente esta referência e consideram somente a velocidade”, recomenda o especialistas e exemplifica: “Se um equipamento que faz 60 folhas por minuto e tem ciclo diário

Carlos André Rabello, Country Category Manager da HP do Brasil

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recomendado pelo fabricante de 5 mil folhas, certamente somente pela velocidade, o usuário teria condições de de produzir mais de 20 mil documentos por dia, porém com certeza neste cenário, o risco do equipamento apresentar um desgaste prematuro e um maior número de falhas é muito maior”, alerta. Diante de um número muito maior de fabricantes, tipos de scanners, tecnologias e recursos entre outros, muitos usuários não conseguem comparar de forma adequada um tipo de equipamento de outro. Por isso, o diretor da Fujitsu faz uma recomendação importante. “Se considerarem somente a velocidade e o preço, correm o risco de comprometer todo o projeto adquirindo equipamentos não adequados às necessidades específicas da solução. Devemos sempre lembrá-los de que a escolha do scanner e a especificação correta e detalhada deve ser feita com critérios, e até mesmo com ajuda de profissionais, pois são de equipamentos de uso profissional, com diversos recursos tecnológicos,  que deverão ser integrados a uma solução corporativa, onde se espera eficiência, confiabilidade e segurança”, diz o executivo. Outra dúvida comum conforme lembra Cássio Vaquero, para sistemas descentralizados é o uso de multifuncionais ao invés de scanners específicos para documentos, onde a quantidade de documentos e qualidade de

imagens esperada são os pontos fundamentais para a escolha do equipamento correto. “Entre as opções de scanners de documentos, é muito importante saber qual é o tipo de documentos (tamanho, estado de conservação, conteudo da informação), volume (quantidade de folhas)  a ser digitalizado. Com estas informação o usuário poderá encontrar no mercado scanners com acessórios especificos para cada tipo de documento. Por exemplo, scanners com mesa digitalizadora A4 ou A3, impressora para endossar os documentos, software de captura orientado à documentos ou lotes de documentos, recursos para reconhecimento de OCR ou códigos de barras”, exemplifica Vaquero. Outro ponto muito importante, orienta Vaquero, é  a assitência técnica para estes equipamentos pois diferentemente de multifuncionais ou impressoras que utilizam papel “novo”, os scanners documentos manipulam papel já usados que trazem junto com o papéis amassados, grampos e clips, poeira ou pó de tonner. Devido a estes pontos, os scanners de documentos podem necessitar de uma limpeza interna ou trocar de guia de imagens e roletes. Ou seja, os usuários devem atentar às opções de assitência técnica e peças de reposição dos fornecedores de scanners disponíveis no mercado”, reitera. Buck da Canon, concorda com esta perspectiva “Os usuários querem saber quem e Encontre os fornecedores de SCANNERS na seção “Onde Encontrar” na página 66 desta edição.

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como se fará a manutenção do sistema.” Rabello da HP, entretanto relaciona às dúvidas quanto a escolha dos equipamentos quanto a sua forma de aplicação, ou seja, para uso doméstico ou corporativo. “O corporativo está mais preocupado com a velocidade, tipos e tamanhos de papel suportados, o ciclo diário de trabalho, se possui rede integrada ou não, e software de gerenciamento remoto. O mercado doméstico e de pequenos escritórios geralmente quer saber se o equipamento suporta adaptador de negativos, a resolução, as capacidades do software de edição de imagens”. Mas além de analisar as necessidades técnicas, ter um grande portfólio e ouvir o cliente, Eduardo Buck da Cannon também ressalta que ter um parceiro que entenda todas estas necessidades e que colabore na montagem de projetos, baseados na visão do cliente, é mais do que necessário.

O scanner ideal

“Muitas pessoas pensam que scanner “É tudo igual”. Infelizmente hoje existem grandes diferenças entre os fornecedores. Resalto três pontos importantes que devem ser levados em conta na escolha do scanner:  os recursos de tratamento de imagem disponíveis no driver do scanners (tais como: auto-brilho, rotação automática de imagem, ajuste independe para frente e verso); a velocidade dos scanners com todos estes recursos de tratamento habilidade (muito importante) e as opções de software de captura para agilizar e facilidade a ação da digitalização. Portanto para entender e analisar  as grandes diferenças entre os scanners do mercado, sugerimos sempre homologar ou testar o equipamento antes de adquirir. Com esta ação o usuário saberá exatamente quais são os recursos e benefícios que estão adquirindo”, recomenda Vaquero. O importante a se dizer é que atualmente é possível trabalhar com ambos os sistemas, pois o grande facilitador da escolha por cada uma das opções será mesmo o desenho do projeto de captura idealizado para cada tipo de necessidade e o mercado disponibiliza tanto de hardware (scanners) quanto de softwares para tipo específico de uso.

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Colorido

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Duplex

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Duplex

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Tamanho Máximo do Documento ADF (Milimetros)

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297 x 420 A3

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216 x 914,4

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Tamanho Mínimo do Documento ADF (Milimetros)

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Tamanho Máximo do Documento Mesa (Milimetros)

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AVISION

Categoria

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Modelo

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216 x 297

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Tamanho Mínimo do Documento Mesa (Milimetros) Veloc. de Digitalização ADF 200 DPI Mono

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60 ppm / 120 ipm

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40 ppm / 80 ipm

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Veloc. de Digitalização ADF 200 DPI Color

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90 ppm / 180 ipm

90 ppm / 180 ipm

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40 ppm / 80 ipm

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Veloc. de Digitalização Mesa 200 DPI Mono (1 A4 em segundos)

0,9 segundos

1,7 segundos

1,7 segundos

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Veloc. de Digitalização Mesa 200 DPI Color (1 A4 em segundos)

0,9 segundos

1,7 segundos

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Capacidade do ADF Papel 75gm2

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SANE

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SANE

SANE

SANE

SANE

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SANE

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USB 2.0 Ultra SCSI (Half-pitch 50 pinos)

USB 2.0 Ultra Wide SCSI

USB 2.0 Ultra SCSI, Ultra Wide SCSI

USB 2.0 Ultra SCSI

USB 2.0 Ultra SCSI Ultra Wide SCSI

USB 2.0 Ultra SCSI

USB 2.0 Ultra SCSI

USB 2.0 Ultra SCSI

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

768

1024

768

768

768

64

256

256

64

64

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600

600

1200

1200

1200

1200

302 x 203 x 213

Outros Drivers Interface

USB 2.0

Memória MB Resolução Ótica DPI

600

Resolução Interpolada DPI Dimensões (mm)

ScanSnap Manager

ScanSnap Manager

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

16

32

16

32

600 x 600

600 x 600

600 x 600 1200

690 x 500 x 342

540 x 540 x 500

690 x 500 x 342

641 x 432 x 300

641 x 432 x 300

399 x 225 x 193

301 x 160 x 158

301 x 567 x 229

301 x 160 x 158

301 x 567 x 229

293,5 x 130 x 166

332 x 445 x 179

284 x 95 x 77

292 x 159 x 158

302 x 203 x 213

4,2kg

8,8kg

4,2kg

8,8kg

2,7kg

5,5kg

1,4kg

3kg

5Kg

Peso

4,0 Kg

35kg

50kg

35kg

17kg

17kg

8,5kg

Ciclo de Digitalização Diário

3000

20000 folhas

100000 folhas

20000 folhas

20000 folhas

20000 folhas

5000 folhas 5000 folhas 5000 folhas 3000 folhas 3000 folhas 800 folhas

800 folhas

20000

10000 horas 20000

20000

20000

6000

5000

MTBF

600 x 600 1200

2000

2000

2000

2000

4000

10000 horas

Correcão Desvio da Folha

l

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Deteccao automatica de tamanho da pagina

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Remocao de Pontos

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CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

Detec. Multi Alimentação por Ultra-som

l

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l

Detec. Multi Alimentação por Comprimento

l

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l

l

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l

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l

Detec. Multi Alimentação por Infra Vermelho Detec. Multi Alimentação Ultra-som inteligente Sistema Operacional

CCD

CIS

CCD

CCD l

l

l

1200

4000

Remocao de Borda

Tecnologia de Captura

5kg

1000 folhas 1800

CCD l

l

l

l l Windows,

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

Windows,

Windows,

Windows,

Windows, Mac OS

l Windows, Mac OS

Opcionais

ADF Caminho Reto

l

l

ADF Caminho Curva Alimentação ADF Detec. de Atolamento

l

l

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l Contínua l

Contínua l

Em Lote l

Contínua l

Contínua l

Contínua l

56   Document Management | Setembro / Outubro 09

14_Tabela_Scanner_Páginas.indd 56

l

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l Contínua l

Contínua l

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Contínua

l Contínua

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25.09.09 23:31:30


Producao

Producao

Producao

Producao

Producao

Producao

Producao

Producao

Producao

Producao

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Mono

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Simplex

Simplex

Simplex

Duplex

Duplex

Simplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

215 x 863

215 x 863

215 x 863

215 x 863

215 x 863

215 x 863

297 x 432

297 x 432

297 x 432

297 x 432

297 x 432

305 x 860

305 x 860

305 x 860

305 x 860

305 x 860

305 x 860

305 x 860

305 x 860

50 x 63

50 x 63

50 x 63

50 x 63

50 x 63

50 x 63

64 x 89

89 x 64

89 x 64

89 x 64

89 x 64

64 x 64

64 x 64

64 x 64

64 x 64

64 x 64

64 x 64

64 x 64

64 x 64

30ppm / 60ipm

20ppm / 40ipm

45ppm / 90ipm

60ppm / 120ipm

45ppm / 45ipm

60ppm / 60ipm

40ppm / 40ipm

40ppm / 80ipm

60 ppm / 120ipm

60 ppm / 60ipm

75ppm / 150ipm

80ppm / 160ipm

80ppm / 160ipm

100ppm / 200ipm

120ppm / 240ipm

90ppm / 180ipm

115ppm / 230ipm

130ppm / 260ipm

160ppm / 320ipm

30ppm / 60ipm

20ppm / 40ipm

30ppm / 60ipm

40ppm / 80ipm

30ppm / 30ipm

40ppm / 40ipm

40ppm / 40ipm

40ppm / 80ipm

60 ppm / 120ipm

60 ppm / 60ipm

75ppm / 150ipm

80ppm / 160ipm

100ppm / 200ipm

120ppm / 240ipm

90ppm / 180ipm

115ppm / 230ipm

130ppm / 260ipm

160ppm / 320ipm

75

50

75

75

75

75

150

150

150

150

150

500

500

500

500

500

500

500

500

l

l

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l

Conexão de Rede

WIA

WIA

WIA

WIA

WIA

Sane

Sane

Sane

RJ45

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

Fire Wire

Fire Wire

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

FireWire

FireWire

FireWire

FireWire

FireWire

FireWire

FireWire

FireWire

Scanner i780

Scanner i610

Scanner i1840

Producao

ADF

Scanner i750

Scanner i160 Depart.

ADF

Scanner i730

Scanner i150 Depart.

ADF

Scanner i660

Scanner i1310 Plus Depart.

ADF

Scanner i640

Scanner i1210 Plus Depart.

ADF

Scanner i620

Scanner i1320 Plus Depart.

ADF

Scanner i1440

Scanner i1220 Plus Depart.

ADF

Scanner i1410

Scanner i1120 Workgroup

ADF

Scanner i1420

Scanner de Rede SS500 Depart.

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

300 x 300

300 x 300

600 x 600

600 x 600

600 x 600

300 x 300

300 x 300

300 x 300

300 x 300

300 x 300

300 x 300

300 x 300

300 x 300

75 600

75 1200

75 1200

75 1200

75 1200

75 1200

75 600

75 600

75 600

75 600

75 600

100 400

100 400

100 400

100 400

100 400

100 400

100 400

100 400

208 x 349 x 381

148 x 301 x 157

330 x 162 x 246

330 x 162 x 246

330 x 162 x 246

330 x 162 x 246

547 x 300 x 236

547 x 300 x 316

547 x 300 x 316

547 x 300 x 236

547 x 300 x 316

610 x 770 x 400

610 x 770 x 400

610 x 770 x 400

610 x 770 x 400

610 x 770 x 400

610 x 770 x 400

610 x 770 x 400

1270 x 830 x 2180

10,5kg

2,7kg

5,5kg

5,5kg

5,5kg

5,5kg

8,9kg

10,4kg

10,4kg

8,9kg

10,4kg

38,6Kg

38,6kg

38,6kg

38,6kg

38,6kg

38,6kg

38,6kg

218kg

3000

1000

3000

5000

3000

5000

3000

3000

12000

12000

15000

80000

80000

100000

120000

90000

115000

130000

ILIMITADO

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

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l

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l

CCD

CCD

CCD

l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

CCD l

l

CCD l

CCD l

l

l

l Windows,

l Windows,

Mesa Digitalizadora A3 ou A4

l Contínua l

Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows,

l Windows,

Mesa Digita- Mesa Digita- Mesa Digita- Mesa Digitalizadora A3 lizadora A3 lizadora A3 lizadora A3 ou A4 ou A4 ou A4 ou A4

l Contínua l

l Em Lote l

l Contínua l

www.docmanagement.com.br

14_Tabela_Scanner_Páginas.indd 57

l Contínua l

l Contínua l

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows, Linux

l Windows,

l Windows,

l Windows,

l Windows,

l Windows,

l Windows,

l

l

Windows,

Windows,

Mesa Digita- Mesa Digita- Mesa Digitalizadora A3 lizadora A3 lizadora A3 ou A4 ou A4 e A4

l Contínua l

l Contínua l

l Contínua l

l Contínua l

l Contínua l

l

l

l

l

l

l

l

l

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

l

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l

l

l

Setembro / Outubro 09 | Document Management   57  

25.09.09 23:31:30


Mesa Digitalizadora Modular A3

ScanFront 200 / 220 P

DR 4010C

CR-180

DR 2580C

DR 2050C

DR 5010C

DR 3010C

DR 3080CII

DR 1210C

DR 2010C/2510C

KM-1820LA

KM-2810

KM-2560

Depart.

Depart.

Workgroup

Producao

Workgroup

Depart.

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Depart.

ADF

Mesa

Mesa

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF com Mesa

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF com Mesa

ADF

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

Colorido ou Mono

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Mono

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Modo

Duplex

Simplex

Simplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Simplex

Duplex

Simplex

Duplex

Duplex

Tamanho Máximo do Documento ADF (Milimetros)

305 x 860

216 x 355,6

304 x 431

218 x 355

231,14 x 116,84 Cheques

216 x 355

216 x 355

299 x 431

216 x 356

216 x 355

215,9 x 355,6

210 x 1000

Oficio

Oficio

A3

Tamanho Mínimo do Documento ADF (Milimetros)

64 x 64

50,8 x 53,9 50,8 x 70

53 x 71

119,38 x 60,96 Cheques

54 x 72

54 x 72

54 x 72

50 x 53,9

55 x 70

47,32 x 99,06

48 x 215

A5

A5

A5

280 x 360

216 x 356

280 x 432

140mm x 220mm

14mm x 22mm

140mm x 220mm

Tamanho Máximo do Documento Mesa (Milimetros)

210 x 297

DR-X10C

Mesa Digitalizadora Modular A4

Producao

Tipo

Scanner i1860

Categoria

Modelo

297 x 420

215.9 x 297.2

Tamanho Mínimo do Documento Mesa (Milimetros) Veloc. de Digitalização 200ppm / ADF 200 DPI Mono 400ipm

26ppm / 35ipm

100ppm / 200ipm

42ppm / 84ipm

Veloc. de Digitalização 200ppm / ADF 200 DPI Color 400ipm

16ppm / 16ipm

100ppm / 200ipm

42ppm / 84ipm

180cpm

25ppm / 50ipm

20ppm / 40ipm

50ppm / 100ipm

30ppm / 60ipm

32ppm / 64ipm

12ppm

25ppm / 50ipm

18spm

20spm

50spm

13ppm / 26ipm

7ppm / 12ipm

50ppm / 100ipm

30ppm / 60ipm

10ppm / 20ipm

12ppm

25ppm / 50ipm

4.8spm

7spm

15spm

Veloc. de Digitalização Mesa 200 DPI Mono (1 A4 em segundos)

8ppm / 8ipm

7 ppm / 7ipm

18spm

20spm

50spm

Veloc. de Digitalização Mesa 200 DPI Color (1 A4 em segundos)

8ppm / 8ipm

7 ppm / 7ipm

4.8spm

7spm

15spm

150

Capacidade do ADF Papel 75gm2

500

Driver Twain

l

l

Criver Isis

l

l WIA

WIA

USB com Força Elétrica

USB com Força Elétrica

Outros Drivers Interface

FireWire

157

175

157

180

150

150

150

209

145

120

135

50

50

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l SMB/WIA

Memória MB

LAN10 Base T / 100 Base TX

USB 2.0 / SCSI-III

USB 2.0 SCSI-III

USB 2.0 SCSI-III

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0 SCSI-III

USB 2.0

USB 2.0 SCSI-III

USB 2.0

USB 2.0

512

Resolução Ótica DPI

300 x 300

1200 x 1200

600 x 600

Resolução Interpolada DPI

100 400

75 1200

75 1200

Dimensões (mm)

1270 x 830 286 x 476 x 2180 x 159

438 x 711 x 159

Peso

218kg

10,8kg

Ciclo de Digitalização Diário

ILIMITADO

3,7Kg

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

96

256

64

600 x 600

600 x 600

600 x 600

240 x 240

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

300 x 300

600 x 600

600 x 600

1200x1200

600 x 600

310 x 158 x 234

528 x 563 x 375

185 x 317 x 276

399 x 242 x 272

82 x 305 x 168

199 x 298 x 99

291 x 397 x 313

310 x 292 x 197

190,5 x 342,9 165,1 x 469,9 447 x 535 x 279,4 x 381 x 671

500 x 420 x 450

495 x 411 x 368

569 x 620 x 767

6,08kg

39kg

6kg

6,3kg

2,5kg

2,5kg

12kg

2,9kg

17,8lb

6,1kg

15kg

75kg

3000 digitalizacoes

4500 digitalizacoes

400 digita- 2000 digilizacoes talizacoes

1000 digita- 60000 digi- 5000 digilizacoes talizacoes talizacoes

20000 digi- 1000 digitalizacoes talizacoes

700 digita- 6000 digilizacoes talizacoes

600 x 600

USB 2.0 RJ45

12kg

500 digita- 500 digita- 500 digitalizacoes lizacoes lizacoes

MTBF Correcão Desvio da Folha

l

l

l

l

Remocao de Borda

l

l

l

l

Deteccao automatica de tamanho da pagina

l

l

l

l

Remocao de Pontos

l

l

l

Tecnologia de Captura Detec. Multi Alimentação por Ultra-som

CCD

CCD

CCD

CIS

l

Detec. Multi Alimentação por Comprimento

l

l

l

l l

l

CIS l

l

l

l

CIS

CIS

l

CIS

l

CIS

l

CIS

l

CIS

l

l

CIS

l

l

l

CIS

CIS

l

l

CCD

CCD

CCD

l

l

l

l

l

Detec. Multi Alimentação por Infra Vermelho Detec. Multi Alimentação Ultra-som inteligente Sistema Operacional

l Windows,

l Windows, Linux

Windows, Linux

Windows,

l Windows,

l Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

l Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Opcionais

ADF Caminho Reto ADF Caminho Curva Alimentação ADF Detec. de Atolamento

l l

l l

l

l

l

l l

l l

l

l

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

58   Document Management | Setembro / Outubro 09

14_Tabela_Scanner_Páginas.indd 58

Contínua l

l Contínua

l Contínua

l

l

www.docmanagement.com.br

25.09.09 23:31:31


KM-2820

KM-5050

KM-1650

KM-2050

KM-8030

KM-3060

TASKalfa 250ci

TASKalfa 300ci

TASKalfa 400ci

TASKalfa 500ci

KM-C3225E

KM-C3232E

KM-C4035E

Microtek ArtixScan DI2010

Microtek ArtixScan DI4020

Microtek ArtixScan DI2020

Microtek ScanMaker SM5950

Depart.

Workgroup

Depart.

Depart.

Depart.

Producao

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

Colorido

Colorido

Colorido

Mono

Mono

Mono

Mono

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Simplex

Duplex

Duplex

Simplex

A3

Oficio

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

216 x 356 e 216 x 356 longos até Ofício e 635 longos até 635

216 x 356 Ofício e longos até 635

216 x 355,6 Oficio

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

105 x 150

70 x 70

70 x 70

105 x 150

297 x 432

216 x 356

297 x 432

A3

A3

297 x 432

297 x 432

280 x 432

A3

A3

A3

A3

A3

A3

A3

216 x 297 A4

216 x 356 OfÌcio

216 x 356 OfÌcio

216 x 297 A4

148,5mm x 14mm x 210mm 22mm

148,5mm x A5 210mm

A5

148mm x 210mm

148mm x 210mm

140mm x 220mm

A5

A5

A5

A5

A5

A5

A5

70mm x 70mm

70mm x 70mm

50spm

20spm

50spm

25ppm

80ppm

80ppm

50spm

50ipm

50ipm

75ipm

75ipm

32ipm

32ipm

40ipm

20ppm / 20ipm

40ppm / 66ipm

20ppm / 35ipm

5ppm / 5ipm

25spm

7spm

25spm

15spm

50ipm

50ipm

75ipm

75ipm

32ipm

32ipm

35ipm

10ppm / 10ipm

26ppm / 33ipm

10ppm / 12ipm

2ppm / 2ipm

50spm

20spm

50spm

25spm

7spm

25spm

200

50

200

l

l

l

25ppm

25ppm

KM-6030

KM-4050

IMPORTADOR

25ppm

80ppm

80ppm

105mm x 150 mm

50spm

10s

15spm

50

50

100

100

150

100

100

l

l

SMB/WIA

SMB/WIA

SMB/WIA

SMB/WIA

SMB/WIA

WIA

WIA

l

100

50

50

50

50

100

100

50

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

USB 2.0 SCSI-II

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0 SCSI-II

600 x 600

600 x 600

600 x 600

4800x2400

2400

65.535

WIA

Scanner File Scanner File Scanner File Utility Utility Utility

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

USB 2.0 RJ45

512

256

512

64

64

64

64

64

2048

2048

2048

2048

768

768

768

600 x 600

1200x1200

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600 x 600

600x600

600x600

600x600

600x600

600x600

600x600

600x600

N/A

N/A

N/A

N/A

N/A

N/A 599 X 645 X 744

495 x 411 x 368

599 X 645 X 744

574 X 553 X 503

574 X 553 X 503

680 x 780 x 680 x 780 x 569 x 620 1190 1190 x 767

605 x 680 x 605 x 680 x 605 x 680 x 605 x 680 x 605 x 668 x 605 x 668 x 605 x 668 x 498 x 292 x 550 x 300 x 533 x 292 x 495 x 292 x 745 (LPA) 745 (LPA) 745 (LPA) 745 (LPA) 745 (LPA) 745 (LPA) 745 (LPA) 165 (LPA) 150 (LAP) 152 (LAP) 130 (LPA)

85kg

18kg

85kg

45kg

53kg

188kg

105kg

188kg

75kg

500 digita- 500 digita- 500 digita- 500 digita- 500 digita- 500 digita- 500 digita- 500 digita- 3330 digilizacoes lizacoes lizacoes lizacoes lizacoes lizacoes lizacoes lizacoes talizações N/A

105kg

105kg

98kg

98kg

101kg

4330 digitalizações

5330 digita- 6660 digilizações talizações

105kg

3000 digitalizações

3330 digitalizações

5000 digita- 1.000 a lizações 2.000

N/A

N/A

N/A

N/A

N/A

N/A

5,6kg

6,1kg

l l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

6,1 Kg

4,6kg

2000 folhas 2000 digitalizações

l

l

l

l

l

1.000 digitalizações

l l

CCD

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

CCD

l

l Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua l

www.docmanagement.com.br

14_Tabela_Scanner_Páginas.indd 59

Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua l

Windows,

l Contínua

Windows,

l

Windows,

l

Contínua l

Windows, Mac OS

l Contínua

l

l

Windows, Mac OS

l Contínua l

Windows, Mac OS

l Contínua l

CCD

l

CCD

l

l

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

05 teclas atalho frontais e Cabo USB incluso

3 Botões de Cabo USB atalho Incluso e 03 teclas frontais Programáveis

l Contínua l

l

l Contínua l

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS 07 teclas de atalho/ Software Dual versão Standard e Professional

l

l

Contínua

Contínua

l

Setembro / Outubro 09 | Document Management   59  

25.09.09 23:31:31


modelo

Microtek ArtixScan DI3010C

Scanner Microtek ArtixScan DI 4020

Scanner Microtek ScanMaker i 800

Scanner Microtek ScanMaker S 480

Scanner Microtek ScanMaker S 450

Scanner Microtek ArtixScan F1

Scanner Microtek ScanMaker 1000 XL

Scanner Microtek ScanMaker 9800 XL

Scanner Bˆwe Bell+Howell Sidekick 1200

Scanner HP Scanjet N8460

HP Scanjet N9120

HP Scanjet N6350

PL 2546

Ps 286

A320

A300

PL7000

IMPORTADOR

categoria

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Depart.

Workgroup

Depart.

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

tipo

ADF com Mesa

ADF com Mesa

Mesa

Mesa

Mesa

Mesa

Mesa

Mesa

ADF

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF

Mesa

Mesa

ADF com Mesa

colorido ou mono

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

modo

Simplex

Duplex

Simplex

Simplex

Simplex

Simplex

Simplex

Simplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Simplex

Duplex

Simplex

Simplex

tamanho máximo do Documento aDF (milimetros)

216 x 356 e 216 x 356 longos até 635

216 x 356

216 x 356 Oficio

297.2 x 431.8

8.5 x14 in

216 x 356

216 x 356

220 x 355.6

tamanho mínimo do Documento aDF (milimetros)

70 x 70

70 x 70

148 x 148

70 x 148

13.2 x 13.2

13.2 x 13.2

minimo90 x 114

tamanho máximo do Documento mesa (milimetros)

216 x 143

216 x 356

216 x 356 Oficio

297.2 x 431.8

tamanho mínimo do Documento mesa (milimetros)

70mm x 70mm

148 x 148 mm

sem minimo

12,7mm x 12,7mm

Veloc. de Digitalização aDF 200 DPI mono

40ppm

40 ppm / 66 ipm

23 ppm / 42 ipm

35 ppm / 70 ipm

50 ppm/100 50 sec ipm

25 ppm / 46 ipm

28ppm / 28 ipm

71ppm

Veloc. de Digitalização aDF 200 DPI color

30ppm

26 ppm / 33 ipm

8 ppm / 14 ipm

50 ppm/100 50 sec ipm

7 ppm / 7 ipm

8ppm / 8ipm

36ppm

216 x 356

216 x 297

216 x 297

216 x 356

305 x 432

305 x 432

Veloc. de Digitalização mesa 200 DPI mono (1 a4 em segundos)

8.5 x 11.5 in

35 ppm / 70 ipm

Veloc. de Digitalização mesa 200 DPI color (1 a4 em segundos) capacidade do aDF Papel 75gm2

100

100 paginas

Driver twain

l

l

criver Isis

l

l

l

l

l

l

l

l

outros Drivers

304.8 x 431.8

25 ppm / 46 ipm

8ppm

7 ppm / 7 ipm

8ppm

304,8 x 431,8

210 x 297

120 folhas

100

75

75

50

50

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

VRS

Interface

216 x 297

Simplex

80

WIA

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0 FireWire

USB 2.0 FireWire

USB 2.0 SCSI III

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0 RJ45

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

600 x 600

600 x 600

9800 x 4800

9800 x 4800

9800 x 4800

9800 x 4800

6400 x 3200

3200 x 1600

600

600 x 600

600 x 600

2400 x 2400

1200 x 1200

600 x 600

1600x1600

600 x1200

600x600

65535

65535

65535

65535

25.600

12800

19,200

14400

memória mB Resolução Ótica DPI Resolução Interpolada DPI Dimensões (mm)

300 x 297 x 156

1600

550 x 300 576 x 297 x 150 x 118

457 x 248 457 x 248 567 x 385 628 x 376 628 x 376 350 x 320 625 x 415 x 57 x 57 x 158 x 181 x 130 x 241 x 265

692 x 558 x 338

588 x 248 x 547

481 x 327 x 263 x 127,5 632 x 400 203(LPA) x 148 (LPA) x 133

623 x 133 x 400

468 x 325 x 195

2,45 kg

7,7 Kg

5.5 kg

5000 digitalizacoes

6000 digitalizacoes

Peso

6,26kg

6,1 kg

ciclo de Digitalização Diário

3.000 Digitalizações

2000 páginas

6,4 kg

2,3 kg

12 kg

12 kg

14,51 kg

8,5 kg

15 kg

37kg

8.21 kg

4.5 kg

1.66kg

4000 digitalizações

1.500 páginas

5000 páginas

500 páginas

1500 digitalizacoes

1500 digitalizacoes

l

l

l

7.5kg

mtBF correcão Desvio da Folha

l

l

l

l

Remocao de Borda

l

l

l

l

Deteccao automatica de tamanho da pagina

l

l

l

l

Remocao de Pontos

l

tecnologia de captura

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CCD

CIS

CCD

Detec. multi alimentação por ultra-som Detec. multi alimentação por comprimento

CCD l

l

l

CCD l

l

l

l

l

l

l

CIS

CIS

l

l

l

CCD

CCD

CCD

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

l

l

l

l

Detec. multi alimentação por Infra Vermelho Detec. multi alimentação ultra-som inteligente

l

Sistema operacional

Windows, Mac OS

opcionais

Mesa Digitalizadora para Documentos e fotos

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows,

l Windows,

l Windows, Mac OS

alimentação aDF Detec. de atolamento

60

l l Contínua l

l

l

l

l

l

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

l

l

l

l

l

Document management | Setembro / Outubro 09

14_Tabela_Scanner_Páginas.indd 60

Windows,

Adaptador de Transparências)

aDF caminho Reto aDF caminho curva

Windows,

Contínua

l Contínua

www.docmanagement.com.br

25.09.09 23:31:33


PL1500

PL806

PS281

Documate 632

Documate 765

Documate 510

Documate 515

Documate 520

Documate 150

Documate 250

Documate 152

Documate 162

Documate 252

Documate 262

Documate 752

Documate 262i

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Depart.

Depart.

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Workgroup

Depart.

Workgroup

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF

ADF com Mesa

ADF

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF com Mesa

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

ADF

Mesa

ADF

ADF com Mesa

ADF

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Simplex

Simplex

Simplex

Simplex

Duplex

Duplex

Simplex

Simplex

Simplex

Simplex

Simplex

Duplex

Duplex

Duplex

Duplex

Simplex

Duplex

Duplex

235 x 355.6

220 x 355.6

220 x 355.6

216 x 356

215,9 x 368,3

297 x 864

216 x 356

215,9 x 355,6

216 x 356

215,9 x 368,3

215,9 x 355,6

215,9 x 368,3

216 x 915

215,9 x 355,6

216 x 356

216 x 355,6 297,2 x 431,8

215,9 x 355,6

90 x 114

90 x 114

90 x 114

13.2 x 13.2 88,9 x 50,8

116,8 x 142,2

127 x 178

88,9 x 50,8 51 x 89

88,9 x 50,8

51 x 89

101,6 x 114,3

88,9 x 50,8

216 x 297

210 x 297

210 x 297

216 x 297

216 x 297

30ppm

15ppm

8ppm

15ppm

Até 80 ipm Até 65 ppm 110 ipm

Até 120 ipm

Até 76 ppm frente e verso

4ppm

5ppm

Até 80 ppm frente e verso

15 ppm

50,8 x 88,9 76 x 102

216 x 297

88,9 x 50,8 51 x 64

Xerox 7600

Travel Scanner 100

PL3000 Workgroup

216 x 297

Até 10 ppm Até 15 ppm Até 20 ipm Até 18 ppm

Até 22 ipm

Até 30 ipm

25 ppm/50 ipm

Até 50 ipm

Até 33 ppm / 66 ipm

Até 6ppm

Até 71 ppm frente e verso

30ppm

15 ppm

80

50

50

50

100

175

50

50

50

50

50

50

50

50

50

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

l

WIA

WIA

WIA

WIA

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

l WIA

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

WIA

WIA

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

l

l

120

50

l

l

l

l

WIA

WIA

WIA

WIA

WIA

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1

USB 2.0 Compatível com USB 1.1 N/D

1200 x 1200

1200

600

600

600

600

600 x 1200

600

600 x 1200

2400

2400

2400

600

600

600 x 1200 600

600 x 1200

600 x 1200

1200 x 1200

600

600

600 x 1200

468 x 325 x 195

468 x 347 x 175

468 x 347 x 175

263 x 127.5 528,3 x 361,9 669,8 x 513,8 445 x 303 x 248,9 x 178 x 148 x 234,9

444,5 x 304,8 254 x 330,2 04,8 x 142,7 330 x 165 x 190,5 x 444,5 x 155,5 x 162

304,8 x 142,7 309 x 160 x 266,7 x 141

330,2 x 152,4 317,5 x 336,6 257 x 378 x 311,1 x 431,8 x 35

290 x 38 x 50

669,8 x 513,8 330,2 x 177,8 x 248,9 x 203,2

5.5 kg

4.8 kg

4.8 kg

1.66 Kg

10,3 kg

4,9 kg

2,985 kg

3,9 kg

0,3 kg

19,9 kg

3000

1500 digitalizacoes

1000 digitalizacoes

1500 digitalizacoes

5000 10000 2500 2500 2500 2500 3000 2500 2500 3000 3000 páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia páginas/dia

500 páginas/dia

5000 5000 páginas/dia páginas/dia

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CCD

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CCD

5,2 kg

5,1 kg

2,94 kg

3,69 kg

2,76 kg

4,14 kg

1,52 kg

4,30 kg

l

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CCD

20,2 kg

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CIS

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CCD

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CIS

CIS

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CCD

CCD

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l Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows, Mac OS

Windows,

Windows,

Windows,

l Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

Windows,

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Windows,

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Em Lote

Em Lote

Em Lote

Em Lote

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Em Lote

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Setembro / Outubro 09 | Document Management   61  

25.09.09 23:31:34


scanners de cheque

Produtos Especiais A seguir, os leitores podem encontrar os principais scanners para cheques produzidos e disponibilizados no mercado nacional.

C

om uma perspectiva de aceleração de crescimento para os próximos o mercado de scanners especiais para cheques está realmente aquecido. Com a introdução do sistema de truncagem no mercado brasileiro estas expectativas se justificam, visto que os bancos e suas inúmeras agências espalhaddas pelo nosso território de dimensões continentais, se já não estão equipadas, certamente estão em planejamento para ampliarem a compra de novos produtos. A seguir,

os leitores poderão identificar e conhecer as principais especificações técnicas das emrpesas fornecedoras de scanners para cheques. São 31 características técnicas especiais de cada tipo de produto, dos principais fabricantes do mercado, que irão ajudar os responsáveis pela identificação, especificação, licitação e compras destes equipamentos a identificarem os modelos mais adequados à suas necessidades e dentro das espectativas de seus projetos de captura.

Modelo

SmartScanA4

I:DEAL

VISION X AGP

Tecnologia de Captura

CIS

CIS

CIS

CIS

CIS

Automático

Semi Automático

Automático

SemiAutomático

Automático

Colorido ou Mono

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Colorido

Tamanho máximo do documento

220 x 300mm

106 mm x 235 mm

106 mm x 235 mm

106 mm x 235 mm

106 mm x 235 mm

Tamanho mínimo do documento

50mm X 80mm

54 mm x 100 mm

54 mm x 80 mm

54 mm x 80 mm

54 mm x 80 mm

Velocidade de Digitalização

atÈ 60 dpm

Semiautomático

50, 75 e 100 dpm

AtÈ 50 dpm

50, 75 ou 100 dpm

Capacidade do Alimentador

50

1

10

1

100

Detecção de Dupla (Roletes) Detecção de Dupla (Ultrasónico)

roletes

roletes

roletes

Ultrasónico

Ultrasónico

Ultrasónico

IR

IR

IR

stampa fixa

Inkjet Gráfico de 4 linhas

Inkjet

Inkjet

10 documentos

100 documentos

100 documentos

100 documentos

Ultrasónico

Detecção de Dupla (Infra Vermelho) Impressao

Inkjet

Capacidade do Escaninho de Saída Driver Twain

TWAIN

Driver API Nariva

ISIS

ISIS

ISIS

ISIS

ISIS

Conectividade USB

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

USB 2.0

RS 232

RS 232

RS 232

Resolução (DPI)

Até 300 dpi

300 dpi

300 dpi

300 dpi

300 dpi

Dimensões

180 x 280 x 230mm

201 x168 x 81 mm

264 x 138 x 175 mm

264 x 138 x 175 mm

264 x 138 x 175 mm

Peso

3 Kg

1,5 Kg

2,5 Kg

2,5 Kg

2,5 Kg

Atualização

Via Firmware

Software

Upgrade de Software

Software ou Hardware

Upgrade por SW

Leitura de Tarja Magnética IQA

l

Classificação física

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l

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l

l

l

l

l

l

Endosso Virtual

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Diagnóstico Automático de presença.

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100~240V

100 a 240V

100 a 240 v

100 a 240 v

100 a 240 V

l

l

l

Leitor Magnético

CMC7/E13B

CMC7/E13B

CMC7/E13B

CMC7/E13B

CMC7/E13B

Código de barras

OCR

OCR, Bidimensional

OCR, Bidimensional

OCR, Bidimensional

OCR

Sistema Operacional

Windows,

Windows, Linux

Windows, Linux

Windows, ,Linux

Windows, Linux

power_suply Chave de Hardware

Duplex ou Simplex? Duty Cicle: a informacao do fabricante é real? Qual a importancia do MTBF? Quais funções adicionais sao necessarias?

VISION X

Configuração de Alimentação

Conectividade RS232

Aprenda a identificar as caracteristicas que influenciam na escolha do scanner ideal para sua empresa.

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Estas e outras perguntas serao respondidas neste curso online exclusivo com Wilton Tamane, um dos maiores especialistas em scanners do Brasil.

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26.09.09 02:52:24


certificaçãoaiim

Primeiro curso AIIM ECM Certification no Brasil O curso ECM Practitioner foi realizado em São Paulo e contou com profissionais de várias localidades brasileiras, sob a coordenação do professor Walter Koch. Pela primeira vez no Brasil, o programa da AIIM ECM Certification organizado e realizado pela ImageWare e Guia Business Media teve sua primeira turma certificada. Os participantes, de vários estados brasileiros estiveram em São Paulo entre os dias 22 e 23 de setembro e concluíram o curso ECM Practitioner. A AIIM – Association for Information and Image Management, maior entidade internacional no mercado do gerenciamento de informações, desenvolveu este programa de treinamento em parceria com cerca de 40 organizações usuárias e fornecedoras de soluções. O programa de cursos certificados foram revisados e atualizados pela entidade, que baseou-se nas mudanças da indústria com novos tipos de conteúdo, soluções e melhores práticas, e também incorporou os comentários feitos pelos milhares de alunos que já fizeram os cursos, de forma online ou presencial. Atualmente a AIIM já entregou mais de 10 mil de certificados em vários países e agora formou a primeira turma brasileira. Vejam o que disseram os participantes do curso: Guilherme Drumont da 2D Tecnologia de Belo Horizonte/MG – “ Este é o primeiro curso que participei. Além da integração com outros profissionais que enfrentam os mesmos desafios, o fato de o mercado estar despertando para a importância de se tratar as informações adequadamente para posicionar os negócios. Como venho da área de tecnologia a idéia de um approach baseado na gestão da informação é muito relevante. Pesoalmente participar de um programa de formação profissional é um diferencial competitivo bastante grande”. Fabiano dos Passos da Gol Transportes Aéreos – “ Trabalho na área de qualidade da emrpesa e tivemos recente-

O professor Walter Koch durante um dos módulos do curso ECM Practioneer.

mente um certificação chamada IOSA e foi necessário revermos todos os processos da empresa e documentá-los e com isso precisamos repensa o modelo de gestão documental e seu conteúdo. Fiz o curso de CDIA e agora estou complementando os conhecimentos da area de imaging com os da área de conteúdo. O curso me deu uma série de insights para desafios que tenho na empresa e para resolvê-los. O melhor de tudo foi o nível dos participantes e o alto nível dos debates. A troca de conhecimentos foi muito boa”. Alex da Silva da Consultar GDI de Maceio/AL – “Para mim o programa está me ajudando a subir algus degraus de conhecimento na gestão de conteúdo. Assim ao entrar num cliente você poderá identificar que determinadas aplicações podem estar mais próximas da solução dos problemas entre tantos outros diferenciais que um curso deste nível pode agregar ao nosso trabalho”.

64   Document Management | Setembro / Outubro 09

14_Certificação AIIM.indd 64

Maurício Nobre da Micromídia Rio de Janeiro/RJ – “ O importante de um curso como este é poder enxergar o ECM como o mercado o vê e depois entender como a AIIM entende o ECM e sensação de poder estar integrado junto a maior associação do mundo neste campo. Entender os caminhos e tendências do mercado e mais ainda poder ter uma certificação que antes não existia no mercado brasileiro. Esta é uma formação pineira e é um trabalho que vai crescer e vai tomar lugar privilegiado no mercado. É bom ser pioneiro de um mercado em ascensão”. A palavra do mestre “A maioria dos alunos são profissionais que tem bagagem profissional, padrões de mercado e experiência com o uso das tecnologias. Na avaliação que fiz com eles duas coisas foram relevantes: o conteúdo do curso e a troca de experiências entre eles. As discussões, em diferentes tipos de organização onde atuam seja ela pública ou privada, enfim a troca de experiências é muito enriquecedora para eles e para o curso”. www.docmanagement.com.br

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9

onde encontrar A seguir veja a classificação das empresas presentes nesta edição por área de atuação. Este é um serviço da revista Document Management aos leitores a fim de facilitar a busca por produtos e soluções que são bimestralmente ofertados por uma gama selecionada de fornecedores que encontram-se entre os mais conceituados no mercado. ARMARIOS/ARQUIVOS • CNC

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P.16 P.75 P.16 P.15 P.15

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P.16 P.16 P.15 P.15 P.15

ETIQUETAS • H PRINT

P.15

• REIS OFFICE

P.15

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CANON CNC COGRA H PRINT PANINI REIS OFFICE SIMPRESS SPUR

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P.75 P.16 P.69 P.15 P.76 P.15 P.45 P.10 P.75 P.16 P.15

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P.29 P.16 P.15 P.53 E 67 P.26 P.15 P.49

SCANNERS - PAPEL • • • • • • • • • • • •

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P.29 P.25 P.75 P.16 P.51 P.15 P.53 E 67 P.76 P.47 P.15 P.49 P.10

SOFTWARE - BPM / WORKFLOW • • • •

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ABBYY CANON CNC ESTEC KODAK MACROSOLUTION P3IMAGE PANINI PRODIMAGE SCANSYSTEM SML

SOFTWARE - ECM SUITE • • • • •

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P.29 P.75 P.16 P.12 P.53 E 67 P.26 P.33 P.76 P.47 P.49 P.14

CANON CNC MACROSOLUTION RECALL SML

CNC ESTEC RECALL SML

66

P.16 P.12 P.42 P.14

• CNC • ESTEC • P3IMAGE

SOFTWARE - GER. DE EMAIL • ESTEC

P.16 P.12 P.33 P.12

SOFT. - GESTÃO ATIVOS DIGITAIS • ABBYY • PRODIMAGE • SML

P.29 P.47 P.14

SOFT. - GESTÃO DE DOCUMENTOS • • • • • • • • • •

ABBYY CANON CNC ESTEC H PRINT P3IMAGE PRODIMAGE RECALL SCANSYSTEM SML

P.29 P.75 P.16 P.12 P.15 P.33 P.47 P.42 P.49 P.14

SOFT. - GESTÃO DE IMAGENS (DI) • • • • • • • •

ABBYY CNC ESTEC H PRINT P3IMAGE PRODIMAGE RECALL SML

P.29 P.16 P.12 P.15 P.33 P.47 P.42 P.14

SOFT. - GESTÃO DOCUMENTAL (RM) • • • • • • • •

ABBYY CNC ESTEC H PRINT P3IMAGE RECALL SCANSYSTEM SML

SOFTWARE - HCR • ESTEC

SOFTWARE - ICR • • • • • • •

ABBYY CANON CNC ESTEC MACROSOLUTION PRODIMAGE SML

SOFTWARE - OCR • • • • • • • •

ABBYY CANON CNC ESTEC MACROSOLUTION PANINI PRODIMAGE SML

SOFTWARE - OMR • • • •

CANON PA ARQUIVOS RECALL REIS OFFICE

P.29 P.16 P.12 P.15 P.33 P.42 P.49 P.14 P.12 P.29 P.75 P.16 P.12 P.26 P.47 P.14 P.29 P.75 P.16 P.12 P.26 P.76 P.47 P.14 P.75 P.35 P.42 P.15

DOCUMENT MANAGEMENT | Setembro / Outubro 09

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P.16 P.21 P.02 P.31 P.33 P.42 P.45 P.14

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P.29 P.16 P.21 P.67 P.02 P.31 P.35 P.42 P.45 P.65

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ABBYY ARCHIVUM CNC OR INFO P3IMAGE RECALL SIMPRESS STORE

CONSULTORIA • • • • • • • • • • • • • • • •

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P.29 P.11 P.16 P.31 P.33 P.42 P.45 P.65 P.29 P.11 P.16 P.21 P.18 P.12 P.67 P.02 P.31 P.33 P.35 P.47 P.42 P.15 P.45 P.14

DATACENTER • ARCHIVUM

P.11

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P.11 P.16 P.67 P.53 E 67 P.02 P.31 P.33 P.35 P.42 P.65

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P.29 P.25 P.11 P.16 P.21 P.51 P.15 P.67 P.53 E 67 P.26 P.02 P.31 P.33

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PA ARQUIVOS PANINI RECALL REIS OFFICE SIMPRESS STORE

P.35 P.76 P.42 P.15 P.45 P.65

DIGITALIZAÇÃO DE IMAGENS • • • • • • • • • • • • • •

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FÁBRICA DE SOFTWARES • • • • • • •

ABBYY CNC CTIS OR INFO PA ARQUIVOS PRODIMAGE SML

P.29 P.25 P.11 P.16 P.21 P.67 P.02 P.31 P.33 P.35 P.76 P.42 P.45 P.65 P.29 P.16 P.21 P.31 P.35 P.47 P.14

FORMALIZAÇÃO DE CONTRATOS • • • • • • • •

CTIS METROFILE OR INFO P3IMAGE PA ARQUIVOS RECALL SIMPRESS STORE

GESTÃO DE DOCUMENTOS • • • • • • • • • • • • • •

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P.21 P.02 P.31 P.33 P.35 P.42 P.45 P.65 P.11 P.16 P.21 P.15 P.02 P.31 P.33 P.35 P.42 P.15 P.45 P.14 P.65 P.37 P.11 P.16 P.02 P.31 P.33 P.35 P.42 P.65 P.11 P.16 P.21 P.02 P.33 P.35 P.42 P.45 P.65 P.09 P.71 P.29 P.11 P.16 P.21 P.12 P.33 P.47 P.42 P.14

MICROFILMAGEM • • • • • • • • •

ARCHIVUM METROFILE P3IMAGE PA ARQUIVOS SCANSYSTEM CNC KODAK OR INFO STORE

P.11 P.02 P.33 P.35 P.49 P.16 P.53 E 67 P.31 P.65

ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS • • • • • • • • • • •

ARCHIVUM CNC CTIS INFOMANAGER METROFILE OR INFO P3IMAGE PA ARQUIVOS RECALL SIMPRESS STORE

P.11 P.16 P.21 P.67 P.02 P.31 P.33 P.35 P.42 P.45 P.65

OUTSOURCING DE IMPRESSÃO • • • • • •

CANON CTIS REIS OFFICE SIMPRESS SPUR TECMACH

P.75 P.21 P.15 P.45 P.10 P.37

PROCESS. DE FORMULARIOS • • • • • • • •

ABBYY CTIS ESTEC OR INFO P3IMAGE RECALL SIMPRESS STORE

RECONHECIMENTO - ICR • • • • • • • • • • •

ABBYY CNC CTIS ESTEC METROFILE OR INFO P3IMAGE PA ARQUIVOS RECALL SIMPRESS STORE

P.29 P.16 P.21 P.12 P.02 P.31 P.33 P.35 P.42 P.45 P.65

RECONHECIMENTO - OCR • • • • • • • • • • • • •

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RFID

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P.11 P.67 P.02 P.33 P.35 P.65

TAXONOMIA • • • • • •

P.29 P.11 P.16 P.21 P.12 P.02 P.31 P.33 P.35 P.76 P.42 P.45 P.65 P.42 P.31

SALA COFRE • • • • • •

P.29 P.21 P.12 P.31 P.33 P.42 P.45 P.65

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P.21 P.02 P.35 P.42 P.45 P.65

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Setembro / Outubro 09 | DOCUMENT MANAGEMENT

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26.09.09 01:10:22


BPM

Tadeu Cruz

Uma pergunta recorrente Josetti Capusso

Tadeu Cruz Prof. M.Sc. é formado em Administração de Empresas; especialização em Engenharia de Sistemas e em Análise & Modelagem de Processos de Negócio. Mestre em Engenharia de Produção. Membro-pesquisador do GEACTE-FEA-USP e do SAGE-COPPE-UFRJ. e da Escola de Engenharia Universidade Mackenzie

Discuta esse assunto em www.ecmconnection.com.br

C

om frequência, há uma pergunta recorrente nas minhas aulas, palestras, conferências e conversas: como fazer as pessoas trabalharem baseadas em processos, se a estrutura organizacional de 99% das organizações é hierarquizada? Esta estrutura que abomino, chamada estrutura hierárquica, é uma aberração que já deveria ter sumido. Ela existe desde a Revolução Industrial, herdada que foi da Igreja Católica, para por ordem nos aglomerados que acabavam de ser criados, para produzirem têxteis. Sim, as primeiras indústrias foram têxteis, e ninguém sabia como organizar e administrar aquela horda de gente humilde, faminta e sem qualquer instrução, que de uma hora para outra, foram parar nas fábricas de tecidos para trabalhar e terem o que comer. Cinco anos antes de falecer, Peter Drucker vaticinou a morte desta aberração: “Dentro de mais uns 20 anos a estrutura hierárquica desaparecerá”. A estrutura hierárquica não serve para outra coisa, a não ser exacerbar certos comportamentos que já deveriam ter desaparecido, do tipo: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, ou “faça o que eu digo, não o que eu faço”, ou ainda, “quem manda aqui sou eu”. Quanta bobagem! Eu costumo dizer que neste tipo de estrutura quem está em cima finge que manda e quem está em baixo finge que obedece. E tudo fica por isto mesmo! Mas...qual é a solução? A solução chama-se RESPONSABILIDADE! As pessoas deveriam trabalhar baseadas nas responsabilidades a elas atribuídas e não porque tem alguém “em cima delas”, que as obriga a fazerem isto ou aquilo. Isto vale inclusive para instituições militares, as mais hierarquizadas que existem. Senão vejamos. Quando uma guarnição da ROTA (grupo de elite da PM de SP) combate bandidos na alta madrugada, expondo a própria vida, correndo todos os riscos, eles assim agem por que, já que no máximo a maior patente numa guarnição destas é um Tenente? Ou, quando na guerra os soldados de uma patrulha combatem o inimigo, eles assim o fazem por quê, já que os generais encontram-se longe do teatro de guerra? A resposta é uma só: os militares assim agem porque assumiram a responsabilidade de fazê-lo e não porque tem algum superior de alta patente os mandando fazer no momento alguma coisa, espe-

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cialmente altas madrugadas, ermas e perigosíssimas. Quando tais militares deixam de lado as responsabilidades que assumiram dão-se os desvios de conduta e ocorrências que nem quero mencionar aqui. Logo, nas organizações civis, a idéia de atribuir e trabalhar por responsabilidades deveria ser fortemente encorajada e assumida. Mas por que não é? De novo a resposta é simples Porque, a maioria das organizações ainda não documentou processos de negócio de forma a permitir que tais responsabilidades sejam conhecidas, atribuídas e assumidas. A maioria das organizações ainda desconhece o poder de uma documentação detalhada dos seus processos e, não raro, caem no “conto do vigário” e acreditam que fluxogramas documentam processos e que estes lhes darão tais possibilidades. Somente o mapeamento, a modelagem, a implantação e o gerenciamento de processos de negócio podem atribuir as responsabilidades que cada funcionário tem que assumir em qualquer organização. Responsabilidades estarão claramente definidas no detalhamento de cada procedimento, em tarefas de cada atividade existente em cada processo de negócio, além, é claro, das regras de negócio quando e onde existirem tarefas criticas ou que não possam ser executadas de qualquer maneira. O que move o mundo é responsabilidade e o que destrói o mundo é a falta desta. Não poderia ser diferente nas organizações, já que são parte de um sistema maior. Responsabilidade é o que deveria pautar nossa conduta dentro e fora das organizações. As pessoas trabalhariam menos, melhor e seriam mais felizes se, em vez de fazerem o que fazem porque alguém pensa que as mandam fazer, fizessem porque são suas responsabilidades.

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canal executivo

Nicola Aliperti

Ampliando fronteiras Como surgiu a Panini no cenário mundial?

Divulgação

A empresa foi fundada em 1945 em Turim, na Itália e tem uma história bem sucedida de oferecer soluções que permtiam aos clientes equiparem-se para as mudanças no mercado de processamento de pagamentos. O objetivo da Panini é ser um fornecedor de serviços e soluções para seus clientes, tanto em hardware para captura distribuída de imagens quanto de softwares para sistemas de pagamento avançado. Nestes 60 anos, a empresa se tornou referência internacional como partner de soluções para o processamento de documentos por imagens, em vários países do mundo.

Nicola Aliperti CEO da Panini

Como começou a trajetória internacional da empresa?

Após alguns sucessos iniciais, ao longo dos anos, a Panini foi a primeira empresa italiana a produzir e implantar sistemas para processamento centralizado dos documentos, com desenvolvimento de hardware

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e software para grandes empresas financeiras na Itália. A partir daí, da introdução do sistema de truncagem na Itália, a companhia expandiu suas atividades pela Europa e mais amplamente em outros países , especialmente, com a abertura da filial nos Estados Unidos, nos anos 90. Com isso, foi possível estabelecer, a partir desta filial, uma rede de revendedores e distribuidores qualificados que contribuíram para difundir a nossa tecnologia e soluções em todo o mundo.

Como a Panini é reconhecida hoje neste segemnto do mercado?

Posso dizer que com o lançamento em 2004 da linha de scanners My Vision X, a Panini foi reconhecida pelo mercado, principalmente por grandes empresas financeiras internacionais, pela qualidade de seus produtos e já atingimos, com esta linha, cerca de 300 mil dispositivos instalados. As soluções de captura e toda a gama de possibilidades de seleção processamento distribuído, são a marca registrada da Panini nesta área, incluindo os sistemas de captura em ATM, no comércio, em empresas, cash vault, na substituição de microfilmes e no processamento de remessas. Na nossa visão, a Panini possui um portfólio de produtos completos e soluções escaláveis, oferecendo soluções confiáveis em áreas críticas, tais como qualidade de imagem, a leitura MICR e manuseio de documentos. A empresa desenvolveu uma extensa rede de revendedores, distribuidores e parceiros de software. Vários parceiros integram seus software com as plataformas da Panini para processamento de cheques, a fim de criar uma solução integral para os clientes na indústria de serviços financeiros. Temos também um conjunto abrangente de serviços

de apoio para assegurar a implementação bem sucedida no cliente e o retorno sobre o investimento. Estes serviços incluem treinamento, suporte técnico, gerenciamento de projetos, serviços de implementação, gestão de peças, serviço de depósito e de troca de unidades avançadas.

Quais os diferenciais dos produtos da sua marca?

Disponibilizamos scanners compactos, robustos e com baixo custo operacional para cheques, que permitem a captura digital de imagens que possibilita às instituições financeiras tirarem total proveito da truncagem. Os cheques podem ser escaneados diretamente no caixa, na retaguarda das agências ou em ambos os locais. As imagens são transmitidas eletronicamente para o centro de processamento de dados e também podem ser utilizados nas agências bancárias para reduzir o tempo gasto nas transações e para reduzir o número de fraudes.

Qual a expectativa da Panini quanto aos mercados brasileiro e latino americano?

As melhores possíveis. Com a contagem regressiva para introdução do sistema de truncagem no Brasil, nossa intenção é disponibilizar todo nosso know how para o mercado brasileiro através de nossas soluções. Estar próximo deste mercado faz parte da nossa estratégia de negócios, daí a importância que nos leva a participar todos os anos de importantes eventos como o Ciab que acontece em São Paulo. Nossa expectativa é de nos tornarmos uma marca conhecida e reconhecida pela sua qualidade e competência neste segmento, junto aos clientes brasileiros, atestadas pela nossa grande experiência.

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Desenvolver Talentos e Formar Líderes é uma fórmula de sucesso das empresas de grande desempenho... Apenas 20% dos colaboradores das corporações manifestam sua excelência diariamente, segundo importante pesquisa do Instituto Gallup divulgada no livro instigante “Descubra seus Pontos Fortes”! Imagine se pudéssemos apenas duplicar a quantidade de pessoas que expressam seus talentos e sua excelência diariamente? E se fosse possível triplicar o tamanho desse grupo de pessoas altamente satisfeitas com sua performance, seus desafios e suas contribuições para o sucesso dos empreendimentos? O maior paradoxo é que, de acordo com nossos sistemas de reconhecimento e premiação profissional, a ascenção profissional ocasionalmente distancia o funcionário da oportunidade de exercer suas melhores competências! Pois costumamos promover os melhores profissionais, ignorando que desta forma, possivelmente, eles deixarão de fazer aquilo que fazem de melhor! O IDPH é uma empresa de treinamento, coaching e consultoria empenhada em identificar e desenvolver os talentos de líderes e colaboradores, treinar competências e gerenciar deficiências com a finalidade de elevar o potencial de inovação e alavancar a produtividade pessoal e profissional de empreendedores e executivos.

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canal executivo

Vittorio Danesi

Outsourcing em ascensão O senhor pode contar em linhas gerais a história da Simpress?

Divulgação

A Simpress, nasceu em 2001 e é focada na oferta de soluções de impressão e gestão de documentos. Atualmente, possui mais 1mil contratos em vigor, 80 mil equipamentos instalados no Brasil, cerca de 1300 funcionários e filiais no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Goiás e Salvador. Além disso, a companhia conta ainda com 140 revendas autorizadas e 1 mil técnicos especializados em todo o território nacional. Todas suas soluções de impressão implantadas nos clientes são feitas sob a plataforma dos equipamentos RICOH, a qual a Simpress é a distribuidora oficial no Brasil. Esta parceria mostrou a combinação perfeita entre a melhor oferta solução/ serviço de impressão promovido pela Simpress, somado a entrega da melhor tecnologia disponível hoje no mercado, a Ricoh. Temos registrado um crescimento intenso ano a ano e no último ano,

Vittorio Danesi presidente da Simpress

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nosso faturamento foi da ordem de R$ 265 milhões, um crescimento de 30% em relação a 2007.

Qual a expectativa real de crescimento deste mercado, em sua opinião?

Institutos de pesquisa apontam para um crescimento de 10% a 12% no mercado de outsourcing neste ano. Acreditamos que as empresas estão mais maduras quanto à necessidade de implantação de projetos de outsourcing de impressão e dos benefícios que se pode conquistar, principalmente em períodos de crise como a que estamos passando. Por isso, apesar da queda nos negócios entre o fim de 2008 e o primeiro semestre deste ano, já obtivemos uma nova retomada dos contratos, com companhias que vêem a terceirização como uma aliada no que diz respeito à redução de custos, agilidade aos negócios, entre outros atributos, permitindo às empresas que se foquem cada vez mais em seu próprio core business.

Quais os diferenciais em serviços que a empresa tem focado?

O outsourcing de impressão encontra-se agora em sua plena maturidade e o nosso foco principal passa a ser a gestão de documentos e a análise dos negócios dos clientes, observando as ferramentas de seus portfólios para criar soluções pró-ativas e serviços cada vez mais inovadores. Por isso, investimos em novidades, como a customização da oferta para determinados segmentos de atuação; na solução de suíte de gestão, capaz de oferecer aos clientes uma interface integrada e um acompanhamento detalhado dos serviços prestados pela empresa. Além disso, a Simpress tem focado em melhorias constantes em sua rede de revendas, com aprimo-

ramento em sua política nacional de canais, além de treinamentos e certificações exclusivas, novas ofertas de soluções, entre outros.

Em que áreas a Simpress está investindo visando ampliar seu market share?

A Simpress está concentrando seus investimentos basicamente em três áreas: treinamento e desenvolvimento de Recursos Humanos, para a qual estamos destinando R$ 800 mil; a área de capex, responsável pelos ativos e equipamentos da empresa, com cerca de R$ 44 milhões; e também na implantação de um novo sistema de ERP da companhia, que prevê um investimento total de R$ 7 milhões.

O mercado latino americano e brasileiro entende e aceita bem o conceito de outsourcing na sua opinião? Acredito que é importante separar o Brasil de toda a América Latina. O Brasil é claramente o país que mais se desenvolveu no mercado de outsourcing e certamente está na vanguarda em terceirização. Hoje, já estamos na terceira fase do outsourcing enquanto os outros países ainda estão na fase inicial desse processo. Até mesmo os mais desenvolvidos, tecnologicamente falando, como o México e a Argentina, se mostram bastante atrasados em relação ao Brasil. E isso se deve não somente ao fato do tamanho do mercado brasileiro, que é maior que os outros, mas também na qualificação de fornecedores e clientes. Com o amadurecimento do mercado, a relação cliente/fornecedor já está numa fase mais desenvolvida e os clientes já sabem identificar as empresas capazes de oferecer as melhores opções de outsourcing.

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É PRECISO MUITA INTEGRIDADE PARA GERENCIAR OS DOCUMENTOS DE UMA EMPRESA. E MAIS AINDA PARA TER O NOSSO SELO DE QUALIDADE.

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Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Documentos

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reflexões “Muitas organizações não gerenciam ou gerenciam de maneira ineficiente a única porção do conhecimento da qual poderia ter o total controle: a informação” Paulo Roberto Olivera - Consultor

” Até os USA ainda estão engatinhando em Document Management Systems e não integraram-se às políticas de Records Management” Luiz Alfredo Santoyo - Presidente da ABGD

“O importante de um curso como este é pode ter a visão a AIIM sobre o ECM e ao mesmo tempo estgar na vanguarda do mercado. ë bom ser pioneiro” Maurício Nobre - Micromídia /RJ Aluno da primeira turma do curso AIIM ECM Practioneer

“O mercado de outsourcing de impressão, em especial, está numa fase bastante madura. Tanto as empresas que buscam a terceirização de impressão já sabem o que querem como também quem são os fornecedores mais bem preparados para atendê-los” Vittorio Danesi - Diretor presidente da Simpress

crônica

É analógico ou... A que caminhos nos levam os bits? Ao “virtual” com certeza, mas...Onde mesmo começa este e termina o outro aquele, Real? É possível separá-los, em bens corpóreos (átomos) e bits? Certamente não. E talvez aí, encontre-se a raiz das dificuldades em se legislar e entender essa mutação tecnológica. Se nosso sagrado dinheiro já virou bit faz tempo - aquele que nem a banca da esquina quer mais receber, pois “estão falsificando muito doutor...” – dá para chamá-lo de “virtual”. Se nossos computadores e mídias estão sempre requerendo mais espaço, da para dizer que o documento é virtual? (Em seu sentido de abstração física) Da Second Life à Real Life, that´s de question, caro leitor. Tudo muda, tudo mudou, tudo mudará amanhã, ou na próxima hora... pensando bem, neste mesmo segundo. Nada do que era ontem ainda é hoje. “À velocidade do pensamento” atestam aqueles que são criadores e criados dessa Era dos bits. O problema é que, se tudo isso soa natural para uma geração que foi mimada por babás eletrônicas, têm seus bichos de estimação virtuais e vivem rodeados de aparatos eletrônicos, ao mesmo tempo assombra a outra, justo aqueles que decidem os rumos do país. São magistrados, deputados, autoridades, que não são “nativos digitais.” Assistimos todos o circo sobre o debate da nova legislação eleitoral. Blog pode, web site só do candidato, twitter idem, debate? “Só com presença de todos” sugeriu uma “to-

ridade” no assunto...mas o que é “presença” na web vossa excelência? Vamos controlar...Mas como? Como impedir que o poder econômico faça a diferença nas urnas, apoderando-se de todas as possibilidades das novas mídias? No judiciário o processo esta virando bits, mas teve ministro do STJ que decidiu: “As informações prestadas via internet têm natureza meramente informativa, não possuindo, portanto, caráter oficial.” Detalhe, o mesmo referia-se ao site do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. E a parte que acompanhava o processo e perdeu o prazo, porque o site falhou perdeu também o processo! Tem outra decisão que determina cobrança de ICMS sobre software de prateleira e ISS sobre aqueles baixados pela web. Supostamente um é mercadoria e o outro não! Decidir algo neste universo tomando por parâmetro os tempos antigos é muito perigoso e há sempre o risco de se cair no absurdo. O “virtual” de antes não o mesmo de hoje. São fantasticamente novas tecnologias, novos paradigmas,novos sentidos. Muita calma nessa hora minha gente, analogia não serve para tudo. Aliás, com o perdão do trocadilho, não tem mais nada analógico é tudo digitológico...

Ângelo Volpi

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Revista Document Management - 14  

Edição número 14 da Revista Document Management

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