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Geração D – Desapegada Jovens apresentam estilo de vida cada vez mais “descartável” Edison Júnior


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SOM DA GERAÇÃO Antônio Júnior


Via de m達o dupla


REBELDIA OU CARÊNCIA? Como se comportam os adolescentes da Geração Y

Por: Cássia Ramiro

diante da ausência dos pais?

E

m meio à divulgação de inovações tecnológicas cotidianas, os filhos da web 2.0 despertam cada vez mais a atenção de profissionais da saúde. Acontece que esta geração, é representada em sua maioria por filhos de pais quase sempre envolvidos, e muito, com o mercado de trabalho. E não são poucos os psicólogos que fazem um alerta sobre os possíveis danos que podem aparecer na personalidade destes jovens devido à falta de presença dos pais.

A globalização e a ascensão das mulheres fizeram com que muitos jovens da chamada “Geração Y” – nascidos após os anos 80 até 2000 – não possua uma relação familiar adequada, pois, além dos pais, as mães também saíram de suas casas em busca de independência. Segundo uma pesquisa realizada pela Pew Research Center em agosto de 2009, pelo menos 48% dos pais americanos entrevistados afirmaram que passam mais horas com os filhos do que seus pais passavam com eles.


Mas se o contato aumentou o porquê esse assunto deve ser visto de forma cautelosa? De acordo com a psicóloga Anna Marques, esse laço que os pais dizem manter com os filhos é muito superficial, pois na maioria das vezes é feito em ambientes externos, onde há muitas interrupções e distrações durante a fala. Embora alguns pais se desdobrem para dedicar um tempo agradável aos filhos, isso é feito durante almoços, passeios ao shopping, idas ao supermercado, situações que não permitem uma observação real do comportamento dessa geração. A professora Maiza Rabello assume que nem sempre passa o tempo que realmente gostaria com a filha de 16 anos. - Meu tempo com a Larissa é muito curto, pois trabalho o dia todo e chego do serviço constantemente cansada. Tento minimizar essa distância durante o fim de semana quando saímos para passear - contou.

A mãe ainda diz que em certos momentos sente dificuldade de conversar com a filha, pois não se sente à vontade e a adolescente às vezes a rejeita agindo de forma agressiva. “É ruim dizer isso, mas às vezes não sei como conversar com minha própria filha. Isso pra mim é completamente estranho, pois lido com vários tipos de adolescentes e suas diversas personalidades, mas quando é a minha vez parece que não funciona”, desabafa. Ainda segundo Anna Marques, esse reconhecimento dos pais de que são ausentes é o melhor passo para que a situação seja revertida. Para a psicóloga, mesmo com o stress do cotidiano, as famílias devem se sentar a mesa pelo menos duas vezes por semana para compartilharem de sua vida com aqueles que moram na mesma casa. “Isso para o jovem é essencial, pois mesmo diante da vida conturbada dos pais, eles podem contar com um porto seguro, caso precisem de algum tipo de apoio”, finalizou.


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Facilidade de informação na internet inibe jovens a buscarem outras fontes de conhecimento.

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