Issuu on Google+

Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewslett Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter vJornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewslette Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter Jornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletterjornalnewsletter

N|2

Distrital de Lisboa

Juventude Popular

Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

| Editorial

Nº2

| Índice Editorial – pág. 2

Nesta segunda Edição fazemos o balanço do final do ano de 2011, bem como apresentamos todas as iniciativas desenvolvidas até então. De iniciativas locais a nacionais, de iniciativas políticas a lúdicas a Distrital de Lisboa da Juventude Popular esteve presente! Fica ainda a certeza de que muito ainda esta para desenvolver . |

2011 na Juventude : uma reflexão - pág. 2

Dias 25 da História de Portugal – pág. 3 Eventos ou Actividades pág. 4 a 9 O Provedor do Militante - pág. 10

Catarina Alves Presidente da Comissão Politica Distrital de Lisboa da JP

| 2011 na Juventude : uma reflexão por Joana Oliveira >>2011

<<

<<

foi decisivo para o país e também para a Juventude Popular:. No país, eleições presidenciais, demissão do Governo, pedido de resgate financeiro às instituições integrantes da Troika, eleições legislativas, aumento no custo de vida, racionalização de recursos, quanto ao país. Na Juventude Popular, também um ano agitado: Conselhos Nacionais atribulados, Congresso concorrido, eleições de Comissões Políticas Concelhias, Distritais e Nacionais, com outros tantos trabalhos a antecederem-nas. A Juventude Popular fez um trabalho extraordinário este último ano, no que concerne às eleições anteriormente referidas: contribuiu para a divulgação da campanha do actual Presidente da República, lançou fortes críticas ao último Governo Constitucional e, por último, contribuiu extraordinariamente para a percentagem de votos obtida para o CDS-PP nas legislativas. Foi, e continua a ser, igualmente significativa a vontade de expansão no nosso país. Em suma, um trabalho com um saldo bastante positivo neste aspecto. Contudo, no plano interno, o saldo foi outro. Está em causa um 2011 com fortes divergências no plano interno. Essas divergências atrasaram consideravelmente trabalhos, quiçá, mais urgentes. É importante retirar destas divergências algumas lições, para que possamos no futuro evitar a situação anterior: transparência é tudo, independentemente do seu contributo para a imagem de actores singulares; a fiscalização, quando funciona, pode significar o salvamento de uma instituição, como quando acontece quando oficiais da Marinha Portuguesa salvam pescadores nos nossos mares. A meu ver, são estas as questões essenciais que podem contribuir para uma Juventude Popular melhor, na qual os seus militantes queriam ser parte. Os militantes concluíram, neste último ano, que precisam de exigir mais da sua Juventude: dos seus núcleos, das suas concelhias, das suas distritais e da sua nacional. A verdade é que exigiram dela mais trabalho, mais seriedade, mais concorrência entre as estruturas, no fundo: mais Juventude Popular. Quanto à actividade interna, a Juventude Popular necessita de militantes com ânsia de militância activa, de dirigentes com força de trabalho e que permitam que os seus militantes contribuam para um associativismo político que distinga esta instituição das demais, sempre pela positiva. Nós, militantes, precisamos de uma contínua transparência, de uma contínua fiscalização, pois a História demonstrou o quão fulcral é o poder moderador. Quanto à actividade externa, é necessária comunicação com o povo, para que ele saiba que, quanto a nós, aspirantes a membros da classe política, que também nós sofremos com a situação económicofinanceira e que, consequentemente, sabemos o que significa a palavra “dificuldade”. Tudo isto contribuirá para uma Juventude melhor! Fotografia de Isabel Santiago Henriques

pág. 2


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

Nº2

| Tiago Curado Vice Presidente da Distrital de Lisboa da JP | Presidente CPC de Oeiras da JP

Dias 25 da História de Portugal! Comummente considera-se que um feito só deve ser concebido como histórico após cinquenta anos do seu acontecimento. Desta forma assegura-se que a maioria da população já não presenciou nem teve uma influência directa no ocorrido e torna-se a história como deve ser interpretada; de forma imparcial. Os exemplos axiomáticos que provam esta regra consuetudinária são os acontecimentos de 1974 e 1975 nos dias 25 de Abril e Novembro. Os 38/37 anos decorridos desde então são ainda insuficientes para haver destas datas uma validação transversal por parte de toda a população. Hoje em dia ainda há quem se recuse a cantar o “Grândola” de Zeca Afonso, a “Liberdade” de Sérgio Godinho ou o “Mudam-se os Tempos” de José Mário Branco, o que para mim é completamente compreensível. Entendo essa rejeita pelo facto de o Partido Comunista, desde a revolução de 1974, ter manipulado até hoje os meios de comunicação numa tentativa de converter estas canções anti-autoritárias quase como hinos do próprio partido. É preciso recordar as gerações mais novas que, tal como eu, se afirmam de Direita e apoiam a Democracia e a Liberdade de Expressão, que aquelas canções são igualmente nossas. É preciso tê-las em mente como um tipo de investida intelectual contra o Estado Novo que visava restabelecer a autoridade à população. A ideologia política que tinham e têm os autores dessas mesmas músicas, é algo que só a eles lhes diz respeito porque, mais uma vez afirmo, não devemos julgar a mensagem (sobre Liberdade e Democracia, que todos concordamos) com a conotação que lhe deram após os anos de censura. Fotografia de Isabel Santiago Henriques

Se analisarmos a letra do hino do CDS-PP e da JP e imaginarmos que sejam músicas “clandestinas” durante o Estado Novo, cantá-las-iam? Tal como as canções de Zeca Afonso, Sérgio Godinho, entre outros, apenas transmitem uma mensagem de Liberdade, Democracia, Igualdade, União, etc. Existe um exemplo europeu semelhante quanto a esta dicotomia ideológica no que toca às músicas revolucionárias; Itália. Após 69 anos da queda de Benito Mussolini, devido ao poder de manipulação do Partido Comunista Italiano, há quem se recuse a cantar a “Bella Ciao”, uma canção lindíssima de autor desconhecido, símbolo ímpar da resistência ao nazismo e ao fascismo em Itália. Na minha opinião devemos, cada vez mais, desmistificar e pragmatizar a história portuguesa ocorrida a meio da década de 70 do século passado. A revolução de 25 de Abril, quer se concorde ou não com a forma como foi feita e com as pessoas que o protagonizaram, foi algo peremptório e fundamental na defesa dos direitos da população. O que precedeu esta data foi uma tentativa (felizmente) falhada de tornar Portugal em algo entre uma república invariavelmente socialista e uma extensão da então URSS. Após dezanove meses de Processo Revolucionário Em Curso (PREC), sucedeu-se o 25 de Novembro dando origem a uma crescente estabilidade permitida pelo reforço do pluripartidarismo da Assembleia Constituinte e que permitiu a elaboração da Primeira Constituição realmente democrática em 1976. Em suma, creio que ao se celebrar apenas Abril ou Novembro, trata-se de um erro. Nos dias que correm a maioria da população desconhece o acontecimento em Novembro de 1975 e não tem a consciência do que ocorreu em Portugal durante dezanove meses, mais uma vez fruto da manipulação mediática da Extrema-esquerda ao longo dos anos que não quis admitir as falhas do PREC. “As portas que Abril abriu” foram as da Liberdade apenas, pois só em Novembro do ano seguinte se completou a plena Democracia. São duas datas que estão inevitavelmente relacionadas, e devem ser igualmente celebradas por quem defende o Estado de Direito. É necessário reter estes conceitos, não só para nos sabermos defender cada vez melhor enquanto JP, como para dar à História a devida imparcialidade e a Portugal a devida grandeza. Viva a JP. Viva Portugal! pág. 3


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

Nº2

Aqui fica o balanço de todas as actividades desenvolvidas desde a última edição, correspondente ao final do ano de 2011, bem como ao inicio do ano corrente. |

25 de Novembro | Jantar Comemorativo do 25 de Novembro Como habitual, no último dia 25 de Novembro a Concelhia da Amadora do CDS-PP organizou, em colaboração com a Secretaria-Geral, o tradicional jantar comemorativo do 25 de Novembro de 1975. O jantar contou com a presença do Presidente do Partido, Dr. Paulo Portas, com representantes do CDS, da JP Distrital de Lisboa, da JP Amadora e também do PSD Amadora. Neste jantar em que a nova comissão política do CDS Amadora tomou posse, presidida pelo Dr. José Manuel Pessanha Marques. CPC à qual a JP Amadora deseja um óptimo mandato com esperança que possamos vir a trabalhar em conjunto com vista a melhorar o nosso concelho. Por João Simões

27 de Novembro | I Rally Turístico Concelhia de Sintra O I Rally Turístico teve lugar em Odrinhas, Sintra. Este Rally foi organizado pela Juventude Popular de Sintra e os participantes não pertenciam só à JP e ao CDS-PP, compareceram “amantes” de carros e da natureza. Foi um rally com roadbook e com postos de controlo de tempo. No final, enquanto se faziam as contagens para ser declarado um vencedor, os participantes puderam visitar o Museu Arqueológico de Odrinhas.

Por Artur Alves

1 de Dezembro e 9 de Fevereiro | Acções de Voluntariado o

2 de Dezembro | Lançamento da Campanha Solidária A convite da Distrital de Lisboa do CDS a nossa equipa juntou-se a este esforço solidário. Recolhendo material escolar, roupas e brinquedos !

pág. 4


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

Nº2

Aqui fica o balanço de todas as actividades desenvolvidas desde a última edição, correspondente ao final do ano de 2011, bem como ao inicio do ano corrente. |

3 de Dezembro | Jantar Nacional em Sintra No Jantar Nacional do CDS-PP contámos com a presença do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas; da Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas e do Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, entre outras figuras ilustres do CDS-PP. Estiveram presentes mais de 300 pessoas, nesta homenagem à memória de Adelino Amora da Costa.

3 de Dezembro | Convívio no The Absolut Como a política também não é só trabalho e como são construídas várias amizades ao longo dos tempos de “jota”, a CPD achou por bem organizar um convívio no The Absolut. Este convite era extensível a todos que quisessem fazer parte da iniciativa, não sendo restrito a membros da CPD. A iniciativa correu da melhor forma, proporcionando momentos de descontracção que também são necessários, depois de uma semana de trabalho.

6 de Dezembro | Debate “Ética e Valores” A Distrital de Lisboa, organizou através do seu Gabinete de Estudos o Debate “Ética e Valores na Política”. A iniciativa teve lugar na sede da concelhia de Sintra, em Queluz. A defender o “Sim” estiveram Frederico Duque dos Santos, Francisca Sampaio e Pedro Moreira. Pela equipa do “Não”, Samuel de Paiva Pires, Jorge Teixeira e Joana Oliveira. É ainda de salientar o excelente trabalho na conduta do debate por parte da Maria do Carmo Cunha Passo e da Andreia Guimarães.

12 de Dezembro | Eleição Novos Órgãos Concelhios de Torres Vedras No dia 12 de Dezembro decorreram as eleições para os órgãos concelhios da Juventude Popular de Torres Vedras, tendo sido eleita como nova presidente da concelhia, Maria Miguel Bogalho. As eleições foram levadas a efeito pelo Secretário da Distrital de Lisboa, Frederico Duque dos Santos. pág. 5


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

Nº2

Aqui fica o balanço de todas as actividades desenvolvidas desde a última edição, correspondente ao final do ano de 2011, bem como ao inicio do ano corrente. |

12 de Dezembro | Jantar da JP Tomar

Foi com muito gosto que a Distrital de Lisboa compareceu no Jantar de Tomada de Posse da Juventude Popular de Tomar. Foi com orgulho e perante uma sala cheia que vimos o Francisco Tavares e toda a sua equipa apresentarem ideais e projectos para a juventude do concelho!

13 de Dezembro | Tomada de Posse O concelho de Odivelas recebeu no dia 13 de Dezembro o Jantar que assinalava a Tomada de Posse da Distrital de Lisboa. É certo de que uma Distrital toma posse no próprio Congresso onde é eleita, no entanto não poderíamos passar sem assinalar esse momento com um jantar que contou com cerca de quarenta amigos, militantes e simpatizantes. Agradecemos também a presença do Presidente e do Secretário Geral da Juventude Popular, Miguel Pires da Silva e José Miguel Lello, do Secretário Geral do CDS-PP António Carlos Monteiro, bem como dos deputados José Lino Ramos, Adolfo Mesquita Nunes e João Gonçalves Pereira.

14 de Dezembro | Missa de Natal JP Lisboa

Existem coisas que são esquecidas durante o ano, devido ao ritmo de vida do nosso quotidiano. Ainda que não seja suficiente, é bom que no Natal se faça algo pelos mais desfavorecidos e, quem sabe, conquistam-se adeptos para as causas solidárias. A Missa de Natal teve lugar na Igreja de S. Nicolau, em Lisboa. Através desta iniciativa lembraram-se os valores que são uma parte importante da doutrina do CDS-PP e da JP e foi realizada uma recolha de bens alimentares, para famílias carenciadas.

pág. 6


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

Nº2

Aqui fica o balanço de todas as actividades desenvolvidas desde a última edição, correspondente ao final do ano de 2011, bem como ao inicio do ano corrente. |

15 de Dezembro | Jantar de Natal CDS Lisboa

6 de Janeiro | Jantar Oeste – Torres Vedras

21 de Janeiro | Eleições JP Vila Franca de Xira

O dia 21 de Janeiro foi um dia muito importante para o Distrito de Lisboa. Foi eleita uma nova concelhia da Juventude Popular - Vila Franca de Xira! Marcelo Calçada Soares assume a liderança da equipa, aqui deixamos o desejo de um excelente mandato. O Distrito de Lisboa a crescer através do empenho e da dedicação!

29 de Janeiro | Conferência sobre “ Ambiente” A iniciativa foi lançada pela concelhia de Cascais, que desafiou todos os seus militantes e simpatizantes a participarem numa conferência sobre ambiente. David Sousa foi o orador convidado para fazer uma abordagem introdutória ao tema que tanto se discute actualmente.

pág. 7


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

Nº2

Aqui fica o balanço de todas as actividades desenvolvidas desde a última edição, correspondente ao final do ano de 2011, bem como ao inicio do ano corrente. |

11 de Janeiro | Tomada de Posse Distrital Setúbal

4 de Janeiro | Eleições JP Amadora Decorreram neste dia as eleições para os órgãos concelhios da Juventude Popular da Amadora. João Simões foi assim reeleito para mais um mandato à frente da concelhia. Aqui ficam os Parabéns a toda a equipa, com o desejo de bom trabalho!

12 de Janeiro | Eleições JP Oeiras

No dia 12 de Janeiro tiveram lugar as eleições na concelhia de Oeiras. Para além dos delegados ao XIX Congresso da Juventude Popular, foram realizadas todas as eleições para os órgãos concelhios. Parabéns ao Tiago Curado e a toda a equipa que agora se apresenta à frente deste concelho!

25 de Fevereiro| XIX Congresso da JP em Coimbra

pág. 8


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

| 17 de Março

Nº2

Jornadas Autárquicas 1ª Edição - Cascais O concelho de Cascais recebeu no dia 17 de Março as Jornadas Autárquicas da Distrital de Lisboa da Juventude Popular. Através do seu gabinete autárquico, a Distrital de Lisboa, organizou a primeira edição de um leque de iniciativas a desenvolver no âmbito do desafio eleitoral que se aproxima. Do painel de formação fizeram parte três temas, “Reforma Administrativa do Poder Local, imposição da Troika”, “O papel do Jovem Autarca” e “ Autonomia e Sustentabilidade financeira do poder local”, apresentados respectivamente pelo Deputado do CDS-PP Adolfo Mesquita Nunes, pelo Presidente da Juventude Popular Miguel Pires da Silva e pelo Presidente da Junta de Freguesia e do CDS-PP de Cascais, Pedro Morais Soares. Agradecemos ainda a visita do Ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares no decorrer dos nossos trabalhos, bem como ao Presidente da Distrital de Lisboa do CDSPP, Telmo Correia, que encerrou a iniciativa.

pág.9


Edição número 2 :: Março de 2012 :: Newsletter :: Distrital de Lisboa da Juventude Popular:: :: jpdistritallisboa@gmail.com

Nº2

“O Provedor do Militante”

Isabel Cunha Passo Militante da Concelhia e Lisboa

Ana Raquel Ferreira Os nossos avaliadores Desde que o processo do pedido de resgate se iniciou, que fiquei surpreendida com o enorme número de fiscalizações pelos quais iríamos passar. Não ouvia falar de outra coisa que não fosse “A Troika “ vem verificar o nosso trabalho em Julho, Setembro, Novembro… Pensei na altura que, se calhar, seria uma boa forma de começarmos a gerir bem as nossas contas! Ora qual não é o meu espanto quando, de todas as vezes que a “Troika” veio a Portugal verificar a forma como aplicávamos, ou não, o memorando, se fazia representar por gestores de quem nunca ouvimos sequer falar e que nem sei se fizeram parte da equipa que negociou o memorando. Estará correcto que estas verificações periódicas sejam feitas desta forma? Afinal de contas estamos a falar de um país e da sua população. É verdade que os vários representantes da Troika, que vieram a Portugal não são conhecidos do público em geral. Já Fernando Ulrich, presidente executivo do Banco BPI, referiu isso mesmo numa das reuniões! Esperemos que nada disso venha a por em causa a correcta aplicação do memorando, mas isso, só o tempo nos dirá!

Militante da Concelhia e Lisboa

Estado Novo e o 25 de Abril ensinado nas escolas portuguesas Há algum tempo perguntava: “Porque razão, nos manuais escolares, falam do Estado Novo e de Salazar como se fosse o bicho papão?”. Agora a minha pergunta é: “Para além dos manuais darem impressões erradas aos alunos sobre o Estado Novo, porque é que agora os professores opinam nas aulas sobre a ditadura em que viveram e na felicidade que o 25 de Abril lhes deu?” Tanta felicidade trouxe, que agora dizem querer um Salazar a cada esquina... Cada um tem a sua opinião sobre esse tema e até acho que já não há grande coisa a fazer em relação aos manuais escolares mas, em situações como esta, cada opinião deve ficar para si mesmo para evitar situações desagradáveis. Os alunos, não sabendo da história ao certo, ficam com uma ideia errada e, ao contrário do que supostamente deveriam ficar a conhecer sobre o nosso país, ficam na completa ignorância afirmando que vivemos uma época de fascismo quando nunca o houve (houve sim salazarismo). Chega-se à conclusão que a liberdade, que dizem, que antes faltava, hoje há em demasia sem que associada à mesma esteja a responsabilidade.

pág.10


Segunda edição do Jornal/Newsletter da Distrital de Lisboa da Juventude Popular