Page 1

CDS-PP de V.F.Xira Concelhia

:: Ano 01 :: NĂşmero 01 :: Setembro de 2011 ::

Contamos consigo, e sabe que pode contar connosco!

Cada um de nós tem uma opinião em relação a um novo ordenamento do território, Opine . Pag. 2

Politica: a opção actual para melhorar a vida das pessoas e pugnar por um futuro melhor para todos...

Vamos “descruzar os braçosâ€?! Na actual conjectura do paĂ­s e do mundo, creio que cada pessoa, ainda que inconscientemente, tem apenas duas opçþes a UPN BSi DSV[ BSPTCSBĂŽ PTwĂ˝DBOEPQBTTJWBN FOUF ĂĄ espera de que tudo caia do cĂŠu, ou entĂŁo fazer algo para tentar mudar toda esta situação. Para aquele que optam por fazer algo existem vĂĄrias possibilidades, hĂĄ quem decida ir fazer voluntariado para o meio de Ă frica, e hĂĄ ainda quem acredite que ao dar esmola aos mendigos que vĂŞ na rua estĂĄ a resolver o problema da fome no mundo, e por aĂ­ fora... Claro que todas estas escolhas sĂŁo vĂĄlidas, e por vezes servem de facto para melhorar a vida de algumas pessoas, mas estas escolhas tĂŞm um problema de fundo: sĂŁo pouco abrangentes e pontuais.

N VJUPN BJTFĂ˝DB[ B1PM JUJDB Cresci a ouvir dizer que “os politicos sĂŁo todos uns corruptosâ€? e que sĂł querem “tachosâ€? para viver ĂĄ sombra dos rendimentos dos cidadĂŁos trabalhadores, e em alguns casos atĂŠ acredito que seja verdade, mas felizmente nĂŁo na maioria deles. " RVJBRVFTUĂ? PĂ? BTFHVJOUFTFOĂ? PĂ˝[ FSFTOBEB para mudar o que estĂĄ mal, estĂĄs ,mesmo sem querer, a permitir que aquilo que achas que estĂĄ mal se perpetue. Dizem que os jovens sĂŁo idealistas e utĂłpicos, se calhar atĂŠ ĂŠ verdade mas eu sinceramente acho que ĂŠ isso mesmo que falta ĂĄ maioria ... Continua pag.2

Existe no entanto uma opção a tomar que Ê

Os tempos são sempre de mudança. Ao longo das últimas quatro dÊcadas, tem-se assistido å ascensão e queda das organizaçþes. Os modelos autårquicos, com raízes na organização administrativa desde o impÊrio romano, têm vindo a ser periodicamente aperfeiçoados, se atendermos somente å um sÊculo atrås, as vias de comunicação eram escassas e lentas, acentuado sobretudo na força animal, passado um sÊculo, para alÊm da comunicação física, surgiu a possibilidade de comunicar å distância, sem que as cidades, vilas e aldeias, fossem preparadas e adaptadas a esta realidade. A necessidade de ter alguma forma de representação de proximidade, assenta mais no costume do que na necessidade, vejamos o caso do parlamento Europeu, que nem se situa em Portugal. O poder autårquico conjuntamente com as representaçþes das freguesias, foi incapaz de detectar os sinais de mudança, para não sitar outros, o concelho de Vila Franca de Xira, foi um dos concelhos mais industrializados do país. O poder autårquico, não ocupou o seu lugar de liderança, mas tambÊm de visão, tendo permitido, assimetrias no interior do concelho, no qual em primeiro lugar devemos pensar nas pessoas. Sendo a cÊlula-base da sociedade a família, provavelmente a segunda, serão as organizaçþes complexas, como as sociedades comerciais. O concelho foi perdendo lentamente a capacidade de manter essas organizaçþes societårias, não promoveu o empreendedorismo, não captou investimentos reprodutivos, nem potenciou os existentes, mas as pessoas permanecem e tem necessidades, ... Continua pag.2

CDS-PP na feira! de 30 de Setembro a 9 de Outubro o CDS-PP estarĂĄ presente na feira de Outubro! Visite-nos.


Page 2

CDS-PP V.F. Xira

No nosso partido a opinião dos cidadãos conta muito, ela Ê para nós de enorme importância. Cada um de nós tem uma opinião em relação a num novo ordenamento do território, por exemplo como gostaria de ver a freguesia onde vive agrupada, ou como do ponto de vista administrativo acharia que funcionava melhor, DPN PEFWFSJBTFSGFJUPPBQSPOUPýOBODFJSP  que funçþes e competências deveriam ver alargadas ou como deveria ser a governação municipal.

No CDS-PP a opinião dos cidadãos conta muito! Os tempos são sempre de mudança. Continuação da p.1

Estas sĂŁo, entre outras, questĂľes que certamente se colocam a cada um de nĂłs e para as quais seria importante termos respostas.

Maria Filomena-Presidente da Concelhia

EDITORIAL Na edição passada da Feira de Outubro estivemos com um stand neste recinto, tal como agora, mas um ano volvido o trabalho desenvolvido pelo CDS-PP concelhio foi bastante intenso. Em Maio procedemos Ă abertura de uma sede em Vila Franca de Xira. Tal espaço veio a ser essencial para desenvolvermos a nossa actividade partidĂĄria FTFN BJTOĂ? PGPTTFĂ˝DPVDM BSBN FOUF demonstrado logo nas eleiçþes legislativas do passado mĂŞs de Junho onde a nossa votação no concelho subiu 25% sendo que nalgumas freguesias a subida foi tĂŁo acentuada, que QPSFYFN QM POB1Ă˜WPBEF4BOUB*SJBĂ˝DĂˆN PT a sete votos de igualar o principal partido da oposição de esquerda no concelho e no Forte da Casa ultrapassĂĄmo-lo, desta forma tambĂŠm contribuĂ­mos para o aumento do nĂşmero de Deputados eleitos pelo distrito de Lisboa. O que importa agora ĂŠ apontar ao futuro. Todos sabemos e sentimos a situação difĂ­cil a RVFĂ˝[ FSBN DI FHBSPOPTTP1BĂ“ T Como ĂŠ evidente tal situação tambĂŠm se repercute no nosso concelho de Vila Franca de Xira. Mas apesar dos sacrifĂ­cios por todos repartidos, podemos com empenho e saber criar oportunidades e melhorarmos o bem-estar de quem aqui vive.Para isso o importante ĂŠ participar e intervir principalmente em situaçþes que irĂŁo marcar por tempos a vida de todos nĂłs como o novo ordenamento do territĂłrio, que estĂĄ na ordem do dia e ao qual teremos que dar resposta.

Para alĂŠm de estarmos nesta Feira a distribuir um folheto simples de auscultação de opiniĂŁo, gostarĂ­amos de a todo o tempo e antes de ser produzida legislação na Assembleia da RepĂşblica, que nos desse a sua opiniĂŁo, QPSRVFFM B UBM DPN PUFN PTBĂ˝SN BEPQBSBOĂ˜T conta muito. Somos um partido aberto pode por isso contactar-nos pelas diversas vias quando o desejar fazer. O novo ordenamento do territĂłrio vai efectivamente marcar muito os tempos que aĂ­ vĂŞm, sendo que o novo acto eleitoral para as Autarquias em 2013 jĂĄ serĂĄ certamente feito assente nesses novos moldes. Contamos consigo, pode sempre contar connosco. ! por Maria Filomena

“descruzar os braçosâ€? Continuação da pag1 .dos Partidos PolĂ­ticos, idealismo (um idealismo,

não utópico, mas sim um idealismo balanceado com razão) e crença de que Ê possível melhorar o mundo. Por tudo isto escolhi o partido que embora comunmente rotulado de conservador, tem em alguns campos ideias bastante mais liberais do que os restantes. Para mim a escolha obvia foi o CDS-PP. Mais concrectamente o ramo deste Partido mais virado para os jovens a Juventude Popular (JP). Concluindo, toma a tua decisão, age em conformidade e lembra-te que quem nada faz para mudar Ê porque não tem nada de mal apontar.

... isto deve-se, a polĂ­ticas econĂłmicas desadequadas promovidas pelas autarquias geram a necessidade de polĂ­ticas sociais locais ou concelhias, para suprir o mĂ­nimo de existĂŞncia das necessidades das pessoas. A solução passa por promover o empreendedorismo, junto das escolas, estar atento aos investimentos supranacionais e nacionais e captĂĄ-los para o concelho, estabelecer protocolos junto da banca, para o Ă˝OBODJBN FOUPEFTUBSUVQ}T4FHVSBN FOUFRVF muitas irĂŁo fracassar, mas muitas tambĂŠm irĂŁo ĂžPSFTDFS N FM I PSBOEPEFTEFM PHPBTDPOEJĂŽ ĂœFT FDPOĂ˜N JDBTFĂ˝OBODFJSBTEPTQSPN PUPSFT  criando postos de trabalho, catalizando sinergias, criando clusters, diminuindo assimetrias concelhias, permitindo que as freguesias, mais estagnadas se tornem pĂłlos EJOÉN JDPT Ă˝YBOEPPTN BJTDPN QFUFOUFTF dinâmicos no interior do concelho, impedindo a fuga para outros locais, inequivocamente outros concelhos. Como estĂĄ, serĂĄ mais do mesmo. A competitividade, neste perĂ­odo, passa nĂŁo apenas pelas empresas e paĂ­ses, mas tambĂŠm, pelas regiĂľes e municĂ­pios. Esta poderĂĄ ser uma via entre muitas, mas nĂŁo me recordo de nenhum momento dos nossos novecentos anos de histĂłria que os tempos nĂŁo fossem de mudança. por Paulo Branco

Ficha TÊcnica Edição da Concelhia de Vila Franca de Xira do CDS-PP.

Director: Maria Filomena Editor: Oscar Lopes Soares. Distribuição: 4.500 PDF’s e 200 impressos ANO 1 :: NÚMERO 1 :: SETEMBRO 2011

por Marcelo Soares Colaboram neste nĂşmero: Carlos Correia, Marcelo Soares, Maria Filomena, MĂĄrio Pedrosa , Paulo Branco, Rui Filipe,

CDS-PP V.F.XIRA

e Vânia Marto. Concelhia CDS-PP de V.F. de Xira R. Almirante Cândido dos Reis nº.44 – 1º 2600-121 Vila Franca de Xira cdsvfxira@sapo.pt Marcelo Soares - Juventude Popular V.F.Xira

http://cdsppvfx.wordpress.com/


The Local Newspaper

Page 3

CDSVFXIRA@ SAPO.PT TEMPO DE AGRICULTURA

Carlos Correia

A agricultura portuguesa tem registado, em termos evolutivos desde 1980, um decrÊscimo do seu peso relativo no contributo para o Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional. Isto TJHOJýDBRVFBDPOUSJCVJÎ � PEBBHSJDVM UVSB para a formação de riqueza tem diminuído em Portugal, muito por uma maior dinâmica das restantes actividades económicas que caracterizou as últimas dÊcadas. O que urge referir Ê que actualmente a realidade Ê outra, a indústria transformadora e os serviços, que foram o motor impulsionador da economia nacional atÊ à relativamente pouco tempo têm-se mostrado debilitados num momento de crise como o que atravessamos. É o tempo de impulsionar a agricultura e de aproveitar a nossa diferenciação pela qualidade e tradição do produto nacional. E neste contexto empresas como a Companhia das Lezírias S.A. têm um papel fundamental, por um lado, como case studies e exemplos a ter em conta, e por outro, como agente da mudança na realidade agrícola portuguesa. É o tempo da agricultura, e o caminho Ê aproveitar as empresas nacionais em actividade, e principalmente, as empresas detidas por capitais públicos, pois estas últimas terão um papel fundamental como pioneiras na melhoria contínua da competitividade, sendo esta a missão que rege a política agrícola em Portugal.

TRABALHADORES DO MEU PAĂ?S

OscarLopes LopesSoares Soares Oscar

Crescemos a ouvir dizer, e dizemos que os trabalhadores portugueses da diĂĄspora, sĂŁo dos melhores do mundo, senĂŁo mesmo os melhores. Tal facto, resulta e baseia-se essencialmente, na capacidade que possuĂ­mos, de nos desenrascarmos, quer em estruturas organizadas, as quais permitem que os seus trabalhadores, possam unicamente preocuparse em exercerem bem as suas funçþes laborais, atingindo nĂ­veis de produtividade de topo, mas tambĂŠm em estruturas informais ou no empreendorismo. Estes factos sĂŁo um motivo de orgulho para todos nĂłs, pelo que custa a compreender que. um dos principais problemas intrĂ­nsecos ao tecido econĂłmico nacional seja o da baixa produtividade. Se o trabalhador portuguĂŞs tem estas capacidades, porque ĂŠ que nĂŁo consegue replicĂĄ-las em Portugal, quando se sabe, que ĂŠ competente? Com a actual crise chegou a hora de nĂłs, trabalhadores portugueses, invertermos este ciclo e mostrarmos que cĂĄ dentro, fazemos UĂ? PCFN DPN M ĂˆGPSB*TUPĂ? BĂ˝OBM FN 1PSUVHBM  tambĂŠm conseguimos ser produtivos e desta GPSN BBUSBJSJOWFTUJN FOUPFDPOĂ˝BOĂŽ B Quero acreditar que com esta nova atitude tambĂŠm o tecido empresarial darĂĄ a sua contribuição, e que nĂłs trabalhadores acompanharemos tal intenção.

por Carlos Correia por Oscar Lopes Soares

APOSTAR NA JUVENTUDE, APOSTAR NA INOVAĂ‡ĂƒO

MĂĄrio Pedrosa

" PM POHPEPUFN QPGPN PTWFSJĂ˝DBOEP RVFOP Concelho de Vila Franca de Xira a aposta na sua juventude foi-se desvanecendo. Temos WFSJĂ˝DBEPRVFPTWĂˆSJPTFYFDVUJWPTDBN BSĂˆSJPT QPVDPUĂ?N GFJUPQBSBQSPN PWFSBĂ˝YBĂŽ Ă? PEF jovens no Concelho, nĂŁo permitindo, que estes possam aproveitar todas as potencialidades da nossa terra. O futuro estĂĄ nos jovens, trazendo inovação, investigação e alma nova ao Concelho. Na nossa Ăłptica ĂŠ da responsabilidade da Câmara atrair empresas na ĂĄrea da investigação e das novas tecnologias, pois assim permitiria a criação de emprego para jovens licenciados, que nĂŁo seriam obrigados a abandonar o Concelho ou atĂŠ o PaĂ­s. Assim, daria tambĂŠm maior visibilidade ao concelho, N BJTJOWFTUJN FOUPFĂ˝YBSJBN BJTQPQVM BĂŽ Ă? P jovem nas nossas freguesias. Um ponto fulcral ĂŠ a formação, quer seja FM BQSPĂ˝TTJPOBM PVVOJWFSTJUĂˆSJB BM HPQBSBP qual temos vindo a alertar hĂĄ algum tempo. A criação de um pĂłlo de ensino superior no Concelho contribuiria para que os nossos jovens nĂŁo necessitassem de sair da terra para dar continuidade Ă sua formação. Seria importante, que esse pĂłlo tivesse cursos adaptados Ă  realidade das nossas empresas e assim fomentar o crescimento da mĂŁo-de-obra especializada e a diminuição do desemprego M PDBM QPJTDBEBWF[ N BJTWFSJĂ˝DBN PTRVF PTFN QSFTĂˆSJPTQSPDVSBN QSPĂ˝TTJPOBJT especializados. 1PSĂ˝N N BTOĂ? PN FOPTJN QPSUBOUF B criação de um programa cultural dedicado Ă  JUVENTUDE, com a realização de Festivais de VerĂŁo, Workshops de dinamização cultural e artĂ­stica, encontros entre associaçþes juvenis, promover a nossa gastronomia, cultura e produção do Concelho e tambĂŠm motivar os jovens Ă  prĂĄtica desportiva com a realização de saraus, festivais e alguns campeonatos desportivos nas prĂŠ-ĂŠpocas com clubes de renome. por Mario Pedrosa

http://cdsppvfx. wordpress.com/


Page 4

CDS-PP V.F. Xira

Violência DomÊstica por Vânia Marto

O CDS-PP ĂŠ um partido que apoia incondicionalmente as vĂ­timas de violĂŞncia domĂŠstica, numa altura em que se dĂĄ mais destaque ao agressor do que Ă vĂ­tima. Copyright

Margarida Espinho

Ministra da Agricultura no Ribatejo Vila Franca de Xira acolheu no passado dia 17de Agosto a Ministra da Agricultura, Dra. Assunção Cristas aquando da sua visita å Lezíria Grande mais concretamente å Herdade da Esperança, situada no nosso Concelho.

A concelhia do CDS-PP de Vila Franca de Xira vem, atravÊs deste jornal, esclarecer que tipos de violência domÊstica existem e demonstrar como as vítimas podem fazer as suas queixas/denúncias. A violência domÊstica não Ê um fenómeno de hoje, nem de ontem, têm muitos anos e vêm atravessando o tempo atÊ aos nossos dias. Pode ser enquadrada num contexto onde se manifestam comportamentos antisociais, que afectam as sociedades modernas e esses comportamentos vão afectar tanto a vítima como o agressor, tornando a violência domÊstica numa dimensão estruturada da sociedade onde as relaçþes sociais são a base deste fenómeno social.

Esta visita foi enquadrada no âmbito do desbloqueio de verbas do PRODER, programa comunitårio este que Ê destinado a apoio e incentivos à agricultura nacional para manutenção e desenvolvimento da actividade agrícola em Portugal.

" WJPM �ODJBEPN � TUJDBGPJJEFOUJýDBEBDPN PVN QSPCM FN BTPDJBM FN  Portugal nos anos 80, onde atÊ essa data era encarado como um problema do foro íntimo e privado da família. Este tipo de agressão Ê imposto sobretudo às mulheres, crianças e idosos, mas, actualmente tambÊm sobre os homens.

Consegue-se assim com esta iniciativa e outras mais, no âmbito dos Fundos Comunitårios entregar apoios a quem merece e trabalha a terra, colhendo frutos do seu trabalho e impulsionando a economia nacional, ao invÊs de se devolver esses fundos a Bruxelas, para isso o Estado Português tem de cumprir os seus compromissos a tempo e horas.

É muitas vezes a detenção do poder no seio familiar, como a divisão das tarefas que causam grandes tensþes e desencadeiam a violência. Assim, a família alÊm de ser um espaço de afectividade, intimidade, carinho e solidariedade Ê tambÊm o espaço privilegiado para a opressão, obrigação e ocorrência da violência domÊstica.

Os jovens empreendedores e agricultores responsåveis por esta FYQM PSBÎ � P) PSUÓ DPM B7JM BGSBORVFOTFWJSBN BTTJN DPOýSN BEBTBTTVBT pretensþes depois de se terem candidatado a este mesmo Programa.

A violĂŞncia domĂŠstica tornou-se num dos fenĂłmenos sociais mais evidentes das sociedades modernas.

A ComissĂŁo Concelhia de VFX do CDS-PP acompanhou a Sra. Ministra EVSBOUFFTUBWJTJUB FWFSJĂ˝DPVUFSTJEPDPODSFUJ[ BEPPBQPJPSFDFCJEP para esta Herdade, traduzido na aquisição de uma moderna colhedora EFUPN BUF PRVFQFSN JUFVN BN BJTSĂˆQJEBFFĂ˝DJFOUFBQBOI BEFTUF produto, sendo que cerca de 90% das toneladas colhidas destinam-se Ă exportação, dando assim um precioso contributo Ă  nossa economia. Vila Franca de Xira tem potencial e tradição agrĂ­cola pelo que ĂŠ importante ouvir e apoiar estes industriais e empresĂĄrios, pois eles sĂŁo uma força impulsionadora da economia nacional. O CDS-PP atravĂŠs da Concelhia de VFX apoia os empresĂĄrios que aqui investem. Estamos atentos Ă s realidades locais e procuramos incentivar quem se esforça e trabalha arduamente no sentido de ajudar a desenvolver o nosso Concelho. por Rui Filipe

4FĂ˝[ FSN PTVN BSFUSPTQFDUJWBBPQBTTBEPWFSJĂ˝DBN PTRVFEFTEFI Ăˆ muitos anos e atĂŠ mesmo sĂŠculos sempre existiram algumas formas de violĂŞncia. Nas mudanças e desenvolvimento das nossas civilizaçþes sempre esteve presente a violĂŞncia, manifestando-se atravĂŠs das guerras e repressĂľes de grupos sociais diferentes e mais fracos. Torna-se importante dizer que o ser humano, pelo prĂłprio facto de o ser, vive absolutamente em sociedade, sendo este um animal, racional, socializado. O Homem e a sociedade nĂŁo vivem separados, sendo que o Homem nĂŁo se opĂľe Ă sociedade e ĂŠ ele uma das suas formas de existĂŞncia. Normalmente, a casa ĂŠ o palco escolhido onde se desencadeia este tipo de abuso, que por muitas vezes ĂŠ mortal para a vĂ­tima, que maioritariamente sĂŁo mulheres. Este tipo de violĂŞncia desenvolve episĂłdios de abusos a vĂĄrios nĂ­veis, sejam eles abusos de poder, psicolĂłgicos, verbais ou sexuais, sendo que na maioria das vezes ĂŠ “silenciosaâ€?. Este fenĂłmeno social tem um reconhecimento legal, no qual os nos 2 e 3 do art.Âş 152Âş do CĂłdigo Penal revistos na lei nÂş 7 de 2000 a 27 de Maio assumiu uma natureza pĂşblica, onde as forças policiais sĂŁo obrigadas a fazer a denĂşncia, e tambĂŠm qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma situação de violĂŞncia (maus tratos) o pode fazer. Neste artigo sĂŁo abrangidos as agressĂľes, ameaças, injĂşrias, desconsideraçþes, humilhaçþes etc‌ onde a violĂŞncia praticada contra o progenitor ou de descendente comum sĂŁo punidos. A ViolĂŞncia domĂŠstica pode ser: PsicolĂłgica e verbal (maus tratos psĂ­quicos; ameaças-coacção; difamação - injĂşrias) e FĂ­sica (violação; homicĂ­dio; maus tratos fĂ­sicos). A vĂ­tima pode contactar directamente os Serviços do MinistĂŠrio PĂşblico para apresentar queixa criminal, dirigir-se a uma esquadra da PolĂ­cia de Segurança PĂşblica (PSP) ou posto da Guarda Nacional Republicana (GNR). Pode ainda contactar a Associação Portuguesa de Apoio Ă  VĂ­tima (APAV) atravĂŠs do telefone 21 358 79 00 do gabinete de apoio Ă  vĂ­tima, das 10h-13h e 14h-17h dias Ăşteis, ou ainda a Linha Verde de Apoio Ă  Vitima de ViolĂŞncia DomĂŠstica 800 202 148.

Jornal Concelhia Vila Franca Xira - edição 1  

Jornal da Concelhia de Vila Franca de Xira do CDS - Número 1

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you