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www.diocesedeparnaiba.org.br • www.facebook.com/diocese.deparnaiba ANO XIII | Nº 108 | Julho e Agosto de 2017 O INFORMATIVO DA CAMINHADA DO POVO DE DEUS DA DIOCESE DE PARNAÍBA

ANIMAÇÃO BÍBLICA DA VIDA E DA PASTORAL.

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O SACERDOTE É O AMOR DO CORAÇÃO DO SENHOR. Página 05

ENTREVISTA COM O PE. ANTONIO MARCOS DEPIZZOLI Página 06

Romaria Mariana da Diocese de Parnaíba Foto: Rafael Viana

NOVO DOCUMENTO DA CNBB SOBRE A INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ. Página 08

Simpósio Mariano Pe.Vicente Gregório e Coordenação do Simpósio

A Diocese de ParnaíbaPI inspirada no ano nacional mariano e na esteira da celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida pelos pescadores nas águas do rio Paraíba do sul, em são Paulo e da comemoração dos 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, propõe-se a realizar um simpósio teológico mariano com o tema: “Maria, porta para Cristo”. O evento estima acolher 120 pessoas e ocorrerá na sede da Diocese, na cidade de Parnaíba-PI, no centro de pastoral Sagrada Família. O Simpósio deverá ter como público alvo sacerdotes, religiosos(as), leigos(as) e pessoas interessadas em aprofundar estudos na área de mariologia, vez que durante o período de 06 a 08 de outubro de 2017, os especialistas discorrerão sobre fundamentos bíblicos neotestamentários sobre a

Virgem Maria e seu papel na Igreja e na obra da salvação, a importância de Maria na Igreja primitiva a partir dos Santos padres e a espiritualidade mariana. O evento de caráter acadêmico e científico contará com as presenças de especialistas em várias áreas teológicas que abordarão a temática da Mariologia sob vários matizes. Assim, estão confirmados os seguintes conferencistas: Dom Jacinto Brito, arcebispo da Arquidiocese de Teresina-Pi, Pe. Clodomiro, Frei Miguel e Dom Juarez, bispo de Parnaíba-PI. A abertura do Simpósio Mariano será dia 06 de outubro, às 19h. As conferências e atividades seguirão durante o sábado, dia 07/10 e às 10h30 do domingo, dia 08/10 haverá a celebração da eucaristia para encerrar o evento. As pessoas interessadas devem procurar a cúria diocesana pessoalmente ou ligar para o telefone 3322-2358, a fim de realizar sua inscrição. Seja bem-vindo ao Simpósio! Desenho: Lindomar Santos | Design: Jessé Tomaz

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA TEM ATIVIDADES NAS DIOCESES DO BRASIL. Página 02

Romeiros da diocese em caminhada para o Santuário Mãe dos Pobres

Padre Raimundo José Ribeiro

Como programação alusiva ao Ano Santo Mariano Nacional 2017, a Diocese de Parnaíba vivenciou no dia 29 de julho, a Romaria Mariana para o Santuário Nossa Senhora dos pobres e Senhora do Piauí. A romaria teve o seguinte roteiro: Às 8h chegada das caravanas nos locais de catequese (Matriz Santa Ana – Zonal Sul I; Matriz Nossa Senhora de Fátima – Zonal Norte; Matriz Nossa Senhora da Conceição, Ilha Grande – Zonal Sul II). Em seguida foi realizada em cada local de catequese a recitação do Ofício Divino das Comunidades

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para romarias, preparado pela Pastoral litúrgica da Diocese. Após o lanche que foi servido, todos se concentraram nas catequeses formativas onde foi bem trabalhada a dimensão missionária da devoção a Maria com a iluminação bíblica do Evangelho de João “Fazei tudo que Jesus vos disser”. Às 13:30 h, foi celebrada em cada local a adoração ao Santíssimo Sacramento e também os padres ficaram disponíveis para atender as confissões dos fiéis que desejassem. Às 15h todos os romeiros se dirigiram para a capela da comunidade Labino na estrada da Pedra do Sal, e de lá se dirigiram a pé para o santuário. Foi uma caminhada

bonita e um momento muito forte de devoção e de espiritualidade. Ao chegar em Ilha Grande, todos os romeiros tiveram a oportunidade de subir ao santuário para rezar, agradecer e visitar o lugar onde tantos irmãos e irmãs, mesmo da diocese, não conheciam. Às 18h deu-se início a Santa Missa, memória da Virgem Maria. Os sinais visíveis que ficaram da romaria foram os seguintes: a comunhão da Diocese; a alegria dos romeiros, a fraternidade, o amor à Maria, a urgência de uma igreja em saída e a espiritualidade. Que a Virgem Senhora dos Pobres abençoe a todas as nossas comunidades neste Ano Mariano.

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Millenium O informativo da caminhada do povo de Deus da Diocese Parnaíba

Julho e Agosto de 2017

Semana Nacional da Família tem atividades nas dioceses do Brasil

EDITORIAL Mons. Carlos Alberto Seixas de Aquino Vigário Geral e Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Graça.

A Vida dos justos está nas mãos de Deus (Sb 3,1) No dia 10 de agosto de 2013, às 14h20, faleceu na UTI do Hospital São Marcos, em Teresina, aos 87 anos, o bispo emérito de Parnaíba Dom Rufino do Rego, chamado carinhosamente de Bispo do Coração. Pensando sobre sua morte compartilho um pouco de minhas reflexões sobre a Ressurreição. “Que vosso coração não se perturbe: eu sou o Caminho a Verdade e a Vida”. São João resumiu, nesta passagem, a doutrina do adeus. “Não vos perturbeis” – diz Jesus aos que vai deixar. Tenham confiança em mim. Tudo o que lhes disse é verdade, tudo o que prometi há de ser cumprido. Se os deixo, não os abandono. Não os escolhi para relegá-los. É sempre em nosso beneficio que o Senhor se aparta um pouco. E, para suavizar a tristeza da ausência, basta que os discípulos saibam que, de perto ou de longe, na terra ou no céu, Jesus se preocupa com eles. O Pai do céu não nos deu seu Filho por alguns dias, mas para sempre. O Senhor acrescenta: “Quando eu tiver ido, e vos tiver preparado o lugar, voltarei para tomar-vos comigo, a fim de que lá onde esteja, estejais também”. A vida presente não é para nós mais do que uma preparação para a festa da eternidade. Por que haveremos de entristecer-nos, quando Jesus nos diz: “Voltarei para tomar-vos comigo?” Naquele dia, iremos para onde está o Senhor, a compartilhar de seus bens, com a garantia de uma felicidade sem ocaso. “Mas para onde vais, Senhor? Não sabemos nem o caminho!” – interrompe providencialmente Tomé, e provoca a chave de ouro da perícope de São João: “Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida; ninguém vai ao Pai, senão por mim”. Os apóstolos queriam que lhes fosse indicado o caminho. Pois bem, “Eu sou o Caminho” – diz Jesus. Nas páginas do Evangelho, são muitas as passagens que nos colocam diante da morte, ou melhor, em que o mistério da morte nos coloca diante do pensamento de Deus. Cito a filha de Jairo, que Jesus ressuscita; o filho da viúva de Naim, cujo corpo, levado em préstito fúnebre ao cemitério, Jesus chama à vida e o restitui à pobre mãe, dizendo com extrema bondade: “Não chores”. Suave e enternecedora palavra: “Não chores”! É a voz do Pai do céu, que lhes incute esperança e que, na morte, suscita a vida, para que, além do túmulo, nos encontremos todos n’Aquele que disse: “Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim jamais morrerá!” Temos ainda o martírio de João Batista e a palpitante história da enfermidade, morte e ressurreição do amigo Lázaro... tudo isso, para não subirmos ao cimo impressionante do Calvário, onde Deus entrega a sua vida humana para divinizar a nossa vida pecadora. Que o senhor da vida nos conceda a graça da serenidade e da compreensão em face da morte – da nossa e dos outros. Que no-la faça aceitar como consequência, embora dolorosa, do pecado, e como porta de um mundo melhor que nos aguarda. Que nos ajude com sua luz e força a santificar-nos, a ficarmos cada vez mais perto dEle. A única e inconsolável tristeza seria existir eternamente longe de Deus!

Nos 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e em todas as dioceses, grupos e comunidades refletiram sobre a missão da família de ser luz para a vida em sociedade. A Semana Nacional da Família deste ano contou com diversas atividades de reflexão e de motivação para a atuação dos cristãos leigos e leigas na transformação da sociedade. Desde sábado, acontecem missas, caminhadas, carreatas e palestras em diversas comunidades pelo Brasil. Nas programações preparadas nas dioceses, foram oferecidas palestras nas escolas e atividades com idosos e grupos de catequese de iniciação a vida cristã. “Vimos os testemunhos e a alegria de quem se colocou a serviço indo ao encontro das famílias, e também a alegria das famílias que receberam este anúncio de viver o amor em família e em comunidade”, afirmou Khátia Stolf, coordenadora nacional da Pastoral Familiar ao lado de seu esposo, Luiz Stolf. No Piauí, a arquidiocese de Teresina promoveu a III Romaria das Famílias ao santuário Santa Cruz dos Milagres. O evento teve a participação do assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, padre Jorge Alves Filho. Base para as reflexões durante esta Semana é o subsídio Hora da Família, com seus encontros de reflexão que poderão ser trabalhados até sábado. Em cada um dos encontros, são propostos compromissos de atuação para evangelização das famílias. “Não basta só refletirmos, mas temos que ser agentes de transformação na sociedade atual”, reforça Khátia. Compromisso social “O nosso desejo é que após

Foto CNBB

essa Semana Nacional da Família os nossos agentes de pastoral, da família e tantos outros, a nossa Igreja em geral, tenham se despertado para essa importância da vida social, não só eclesial, mas da contribuição que cada família pode dar no campo social, sobretudo nesse tempo em que o Brasil precisa realmente de pessoas refletindo, iluminando o caminho”, conta padre Jorge Filho. O assessor ressalta ainda que, embora a Semana Nacional da Família seja um momento em que os agentes se dedicam a orações e reflexões em relação à família, é necessário que seja uma semana que nos desperte para a ação de cidadania: “Um desejo que deveria tornar-se realidade com a conscientização de cada um de nós e de cada família nesse papel importante na transformação social”. E continua: “cada vez que a família restabelece seus relacionamentos e a sua vocação de ser família, ela então desenvolve na sociedade um grande e importante papel, porque a família para nós é tida como Igreja doméstica, mas para a sociedade, ela é o núcleo da sociedade. Então uma família bem vivida com a vocação bem realizada é uma família que pode realmente ser uma luz para a vida em sociedade”. Visando a evangelização mútua das famílias na fé e no amor, a Pastoral

Familiar quer que elas estejam e hajam no mundo, transformando a realidade. “Deste modo como cristão leigos e leigas no mundo assumimos o compromisso sociopolítico transformador, de ser sal e luz”, afirma o casal coordenador nacional. A motivação é para que as famílias sejam anunciadoras de Jesus Cristo, em cada lugar e situação onde se encontram, participando de grupos bíblicos de reflexão, na política, nos conselhos de direitos, nas associações de famílias e de moradores, visando a melhoria de políticas públicas em favor das famílias, das crianças, dos jovens das mulheres e idosos. Congresso No próximo mês, mais de mil agentes estarão reunidos em Cuiabá (MT) para o XV Congresso Nacional da Pastoral Familiar, entre os dias 8 e 10. Padre Jorge Filho espera que o evento possa ser uma continuidade da reflexão iniciada nesta semana, “sobretudo, porque o tema da Semana Nacional da Família está ligado ao tema do congresso”. “Eu creio que este ano nós como família temos muitas possibilidades de refletirmos sobre nossa vida eclesial e social”, diz o assessor. Fonte: CNBB

Jornada de oração pelo Brasil Semana da Pátria 1º a 07 de setembro de 2017

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Vivemos um momento triste, marcado por injustiças e violência. Para construirmos a justiça e a paz, em nosso país, necessitamos muito do vosso amor misericordioso, que nunca se cansa de perdoar. Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Estamos indignados, diante de tanta corrupção e violência que espalham morte e insegurança. Pedimos perdão e conversão. Nós cremos no vosso amor misericordioso que nos ajuda a vencer as causas dos graves problemas do País: injustiça e desigualdade, ambição de poder e ganância, exploração e desprezo pela vida humana. Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Vosso Filho, Jesus, nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Por isso, nós vos pedimos confiantes: fazei que nós, brasileiros e brasileiras, sejamos agentes da paz, iluminados pela Palavra e alimentados pela Eucaristia. Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Vosso filho Jesus está no meio de nós, trazendo-nos esperança e força para caminhar. A comunhão eucarística seja fonte de comunhão fraterna e de paz, em nossas comunidades, nas famílias e nas ruas. Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Neste ano em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, queremos seguir o exemplo de Maria, permanecendo unidos a Jesus Cristo, que convosco vive, na unidade do Espírito Santo. Amém! (Pai nosso! Ave, Maria! Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!) Fonte: CNBB

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“A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída” PALAVRA DO BISPO Dom Juarez Sousa da Silva | Bispo diocesano de Parnaíba

Mês da Bíblia Animação bíblica da vida e da pastoral

Todo católico sabe que setembro é o mês dedicado à Bíblia. Sabe por quê? É porque no dia 30 de setembro se celebra a memória de São Jerônimo, o grande tradutor da Bíblia. No ano 382, o então Pe. Jerônimo foi chamado pelo Papa Dâmaso para ser seu secretário particular. Já em Roma, recebeu a incumbência de traduzir a Bíblia do grego e do hebraico, para o latim. Neste trabalho, ele dedicou quase toda sua vida. O conjunto final de sua tradução da Bíblia, em latim, se chamou “Vulgata” e se tornou oficial no Concílio de Trento (1563). Desde 1947 a Igreja Católica, no Brasil, celebra 30 de setembro, como o dia da Bíblia. A celebração do mês da Bíblia teve início, em 1971, em Belo Horizonte (MG). A partir daí a ação espalhou-se por todo o Brasil, como tempo e espaço privilegiado para se aprofundar e rezar um livro ou tema bíblico. Nos últimos anos o tema e o lema são escolhidos à luz do Documento de Aparecida (2007), pela Comissão Bíblico-Catequética da CNBB e o Serviço de Animação Bíblica (SAB). Para este ano o tema é “Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Primeira Carta aos Tessalonicenses” e o lema “Anunciar o Evangelho e doar a própria vida” (cf. 1Ts 2,8). Trata-se de uma epístola seguramente escrita por São Paulo, nos anos de 50 e 51d.C., à comunidade cristã de Tessalônica, por ele fundada, ao norte da Grécia. A comunidade ainda não estava organizada e necessitava de incentivo para não desanimar diante das provações. Paulo, estando em Corinto, escreveu a Primeira Carta aos Tessalonicenses para confirmar e exortar a respeito da fé (1Ts 3,2), com o objetivo de os cristãos conservarem a fé operosa, caridade laboriosa e ter esperança constante no Senhor (1,3). Esta carta, afirmam os biblistas, é conhecida como o escrito mais antigo do Novo Testamento. Nossa Igreja aponta como urgência da sua ação evangelizadora, a animação bíblica da vida e da pastoral (cf. Diretrizes Cap. II). As reflexões deste mês da Bíblia, irão proporcionar às nossas comunidades, pastorais e grupos, um encontro pessoal e comunitário com a Palavra, a partir da Primeira Carta aos Tessalonicenses. Esta nos ensina que a identidade cristã é revelada a partir da fé, da esperança e do amor, virtudes que sustentam a vida pessoal e da comunidade (1Ts 1,2-10); aborda a edificação do trabalho como dignidade para a vida (4,9-12) quando o apóstolo evidencia a importância do sustento humano proveniente das próprias mãos, realizado com honestidade, evitando a ociosidade desnecessária; fala da vinda do Senhor e da fé na ressurreição, elementos que revelam a esperança cristã (4,13–5,11); Por fim, retrata a comunidade cristã, vivida na alegria, em oração e no discernimento (5,12-22). Vamos começar pela leitura e meditação deste texto inspirador do mês da Bíblia (1Ts 2,3-8): 3 Pois a nossa exortação não vinha de ilusão ou más intenções, nem acompanhada de astúcia. 4 Mas Deus nos examinou e aprovou para nos confiar o Evangelho, e é assim que falamos, não para agradar os seres humanos, mas a Deus, que examina os nossos corações. 5 Aliás, sabeis muito bem que nunca bajulamos ninguém, nem fomos movidos por alguma ambição disfarçada – Deus é testemunha. 6 Também não buscamos a glória humana, nem junto de vós nem junto de outros, 7 embora, como apóstolos de Cristo, pudéssemos fazer valer a nossa autoridade. Entretanto, nos tornamos pequenos no meio de vós. Imaginai uma mãe acalentando os seus filhinhos, 8 assim a nossa afeição por vós. Estávamos dispostos, não só a comunicar-vos o evangelho de Deus, mas a dar-vos a nossa própria vida, tão caros vos tínheis tornado a nós! Desejo que a celebração do mês da Bíblia nos proporcione fé operante, caridade laboriosa e esperança constante em nosso Senhor Jesus Cristo (cf. 1,3). “Para que todos tenham vida” (Jo 10,10).

Foto: Celene Fontinele

Pe. Tarciso Júnior Assessor Diocesano do COMIDI

Nos dias 16 e 17 de junho de 2017, aconteceu a primeira Assembleia Diocesana do COMIDI (Conselho Missionário Diocesano), no convento São Sebastião, em Parnaíba-PI. Participaram da assembleia, quarenta missionários (as) de diversas paróquias e áreas pastorais da diocese. Com muita propriedade, diácono Flavio Naílton (assessor do COMIDI da diocese de Campo Maior), explanou o tema: “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída”, que é o mesmo tema da campanha missionária de 2017 e também do Congresso Missionário Nacional, que acontecerá de 7 a 10 de setembro na cidade de Recife. E nesta perspectiva, o Diác. Flávio, apresentou o texto-base do Congresso acima citado. A assembleia iniciou-se às 19 h de sexta-feira (dia 16), com a oração e em seguida teve início o estudo do textobase, onde foi apresentada a necessidade e urgência de uma Igreja em saída. O texto inspira-se na exortação apostólica Evangelii Gaudium (A alegria do evangelho), do Papa Francisco, sendo que a finalidade desta “saída”, é tornar todas as pastorais “em chave missionária”. Para isso, o Papa propõe a escuta da Palavra de Deus; o abandono do imobilismo,

do “fez-se sempre assim”; o ouvir a todos; a saída de si próprio e o concentrar-se no que é essencial. Outro assunto abordado foi a alegria que brota do evangelho. Alegria “que precisa ser anunciada a todos os homens, mulheres e crianças”. Ainda no dia 16, foi também exposto sobre a Sinodalidade e Comunhão, que consistem em “caminhar junto”. “Caminhar junto nas cidades e aldeias, para o mundo urbano e rural e, nesses mundos, para as periferias existenciais e geográficas, para o mundo dos que sofrem, que clamam por justiça e paz, para os mundos da violência e alienação. Caminhar junto para se tornar próximo do cair da beira do caminho. A missa sempre nos introduz em campos de conflitos, e cegueira diante da realidade, de ideologia e de pecado”

(Texto-Base .65). No sábado pela manhã (dia 17), foi abordado o tema do Testemunho e Profetismo, pois os cristãos são chamados a estar do lado dos injustiçados e denunciar as estruturas opressoras, assim como fizeram o Beato Dom Oscar Romero, Irmã Dorothy Stang, Pe. João Penido Burnier, Chico Mendes e tantos outros. Após a apresentação do texto-base, os integrantes do COMIDI, recolheram dos participantes sugestões de como melhor trabalhar o material do mês missionário. Segundo Dom Juarez, não precisamos criar atividades a mais para o mês missionário; podemos trabalhar com o que já temos, disse o mesmo, referindo-se ao material da campanha. Em seguida, falou-se da importância dos COMIPAS na animação e promoção missionária na paróquia. Logo

após, houve a Celebração Eucaristia presidida por Dom Juarez. Após a Santa Missa a assembleia encerrou-se com o almoço fraterno. Faz-se necessário sair, ir ao encontro das pessoas, principalmente aqueles que mais precisam da luz do evangelho. Não podemos mais ficar estacionados à espera passiva das pessoas. Por isso, queremos ser Igreja, que “sabe ir à frente, sabe tomar iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos” (EG 24). Agradecemos aos missionários (as) que participaram com empenho, relatando a positividade da assembleia e que retornaram para a missão com a esperança renovada para anunciar a alegria do Evangelho.

Festa de Nossa Senhora Mãe da Divina Graça A cidade de Parnaíba está celebrando a Festa de Nossa Senhora Mãe da Divina Graça, padroeira da catedral e da diocese. Dia 27 de agosto, foi realizada uma grande carreata que saiu às 17h da paróquia Santo Antônio de Santana Galvão. A abertura do novenário teve início com o hasteamento da bandeira, no dia 29 de agosto. Com o tema: “Maria nos conduz a uma Igreja viva”, a festa vai até o dia 08 de setembro, encerrando com a 11ª Caminhada com Maria. Todos os dias: 11h – Terço; 11h30 – Ofício de Nossa Senhora; 12h – Santa Missa ; 17h50 – Leitura das intenções; 18h10 – Recitação do Terço; 18h30 – Entrada da Imagem de Nossa Senhora da Graça; 18h40 – Novena; 18h50 – Acolhida dos Noitários: 19h – Santa Missa; 20h – Confraternização com comidas típicas, leilões, bingos e música ao vivo. Dia 07 de setembro Sorteio do Bingão às 19h na Praça da Graça. Dia 08 de setembro – Dia da Festa 8h – Santa Missa Solene 16h30 – Missa, em seguida, 11ª CAMINHADA COM MARIA, seguindo o seguinte trajeto: Igreja Catedral ( Praça da Graça) – Rua Oscar Clark – Rua Pe. Castelo Branco – Av. Cel. Lucas – Av. das Normalistas – Av. Chagas Rodrigues – Av. Presidente Vargas – Rua Oscar Clark – Igreja Catedral.

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Julho e Agosto de 2017

II Encontro Família e Escola No âmbito escolar, o Colégio Diocesano, promove os valores que a fé católica nos oferece, como instrumento de promoção humana para formação de uma sociedade mais justa e solidária. Por esta razão, no dia 18 de agosto, realizamos o “II Encontro Família e Escola”, promovido pelo Serviço de Vivência Religiosa (SERVIR), que abordou o tema da Semana Nacional da Família 2017: “Família, uma luz para vida em sociedade”. Neste encontro os pais e alunos presentes, experimentaram uma reflexão sobre os desafios da família em relação à educação dos filhos, no contexto de tantas transformações sociais. Conduziu esta reflexão, a Psicóloga Roseana Siqueira, abordando: “O Papel da Família na formação de uma sociedade mais fraterna e harmoniosa”. Na sequência, o casal Jorge e Marizete, coordenadores do Encontro de Casais com Cristo (ECC) na Diocese de Parnaíba, compartilharam com os presentes dando seu testemunho na formação de uma família em vista de um engajamento e da caminhada no seguimento a Jesus Cristo.

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O Sacerdote é o amor do coração do Senhor Padre Edimar Silva de Lima Reitor do Seminário Propedêutico São João Paulo II

Foto: Tony Ayres

Padre Edimar com os seminaristas propedêuticos da diocese.

Dom Juarez ordena dois novos padres para a diocese de Parnaíba religiosos e religiosas da diocese de Parnaíba e também de outras dioceses. A celebração contou também com a presença dos paroquianos de Piracuruca, Buriti dos Lopes, Paróquia Santa Ana e convidados. Pe. João Paulo vai exercer seu ministério pastoral na paróquia Santa Luzia em Luzilândia, atendendo a Madeiro e Joca Marques, e Pe. Osvaldo na paróquia Santa Ana em Parnaíba. Foto: Leonardo Savir

Foto: Arquivo Pessoal

Estevão Prondi Seminarista - 1º Ano de Teologia

Sou Estevão Prondi Souza da Silva, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição – Ilha Grande – PI. Desde cedo o Senhor me separou para Ele, pois desde criança sempre senti uma forte vontade de servi-lo, mas não sabia como. Quando criança, como de costume meus pais me levavam todos os domingos para a missa, lembro-me que o que mais me chamava atenção na missa era a doxologia (ficava encantado com aquele homem grande de vestes brancas levantando o cálice), se me perguntassem o porquê não saberia explicar. Meus pais me contam que quando criança eu brincava de celebrar a missa, fazia procissões, exéquias, e como paramento pegava uma calça jeans azul do meu pai e colocava sobre o pescoço que me servia de estola, minha assembleia eram meus brinquedos, vizinhos e meu irmão. Chegou-me a adolescência e esqueci um pouco esse chamado ao sacerdócio, vieram as primeiras experiências de namoro, mas mesmo namorando sentia que faltava algo. Depois que recebi o sacramento da Eucaristia me engajei ativamente na comunidade sendo catequista, líder da pastoral da criança e participante do grupo de jovens. Com essas atividades fui percebendo que me sentia realizado e feliz, e queria sempre muito mais. Em julho de 2009 minha diocese se preparava para as santas missões populares e eu recebi o convite para participar de um retiro, a fim de que depois ajudasse em minha paróquia. Sempre tive um espírito missionário e assim fui despertando novamente para vocação sacerdotal. Alguns anos depois me apresentei ao Pe. Vittorio, meu pároco e passei a ser acompanhado pelo grupo vocacional de minha paróquia (organizado por Pe. Francisco Carvalho) e vivia cada momento na expectativa de ingressar no seminário, mas sempre com aquela dúvida básica: “Será que é isso mesmo? Será que fui realmente chamado?” Em Dezembro de 2011 fui convidado a participar de um retiro vocacional, onde me foram apresentadas

Estevão Prondi com sua mãe na formatura do curso de filosofia

todas as vocações, ainda assim me sentia dividido, ora pensava na vocação sacerdotal e ora pensava na vocação matrimonial, daí em minha cabeça e em meu coração criou-se uma grande confusão, a ponto de em certo dia eu perguntar de maneira grosseira para Deus, qual seria a minha vocação, e sabe o que ele me respondeu? – nada! Perguntei outra vez e sabe qual a resposta? Nada! Fiquei um tanto constrangido, pois ainda pensava que se eu perguntasse a Deus, ele com certeza me responderia, assim como respondeu a Samuel, Jeremias, enfim... Depois fui amadurecendo e percebendo que Deus agia em minha vida através das pessoas e que falava muito mais no silêncio, foi então que parei de perguntar e passei a observar os sinais de Deus e fui compreendendo a tamanha obra que Ele realizava em minha vida. Antes de fazer os retiros vocacionais, meus pais já sabiam dos meus planos, já tinha planejado trabalho, queria seguir carreira na área pedagógica, já tinha planejado minha base familiar, enfim, sonhos. E assim, seguiam-se os meus planos, mas o Senhor me mostrou que não era bem esse o plano que Ele queria para mim. Quando falei que iria fazer mais uma experiência e de acordo com essa ingressaria no seminário, meus pais me indagaram se eu estava convicto, me aconselharam e logo depois disseram que me apoiavam e que era uma graça ter um filho padre, isso me ajudou e me fortaleceu a continuar. Alguns dias depois do retiro, participei de uma experiência no seminário, onde pude conhecer um pouco da estrutura e da convivência, com isso fiquei muito animado. Com a viagem de Pe. Vittorio para Itália, passei a ser acompanhado por Pe. Francisco Carvalho, naquela

época, vigário paroquial. Aprendi muito com Pe. Francisco, ele sempre foi muito atencioso e me ensinou muito do que sei, foi ele quem me enviou para o seminário. No ano seguinte participei mais uma vez de um retiro e de uma experiência no seminário, me aprimorando mais um pouco e buscando corresponder a esse chamado, após um momento único diante do Santíssimo Sacramento, resolvi ingressar no seminário, redigindo então minha carta a Dom Alfredo, até então, bispo de minha diocese, a fim de que fosse aceito. Depois que escrevi a carta conversei com o reitor, Pe. Eduardo Furtado e apresentei o meu desejo de ingressar no seminário, de imediato ele me acolheu e pediu que eu o procurasse na cúria diocesana para que resolvêssemos o dia do ingresso. No dia 21 de Janeiro de 2013 ingressei no Seminário Menor e Propedêutico São João Paulo II, onde passei um ano de formação, descoberta e confirmação do meu SIM. Como quando ingressei já tinha concluído os estudos, entrei como propedeuta, onde tinha muito tempo paras as missões e viagens. Junto comigo entraram 11 jovens que juntos convivemos e formamos uma família. O corpo formativo era composto por Pe. Eduardo Furtado (reitor), Pe. Antonio Oliveira (Vice-reitor) e Pe. Francisco Carvalho (Diretor Espiritual). Assim como os outros, estudei no Colégio Diocesano, assistindo aulas específicas para o vestibular do ICESPI (Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí), a prova do vestibular aconteceu no dia 13 de Dezembro, dia em que se faz memória a Santa Luzia. Sendo aprovado, em Janeiro de 2014 ingressei no Seminário Maior Interdiocesano Sagrado

Coração de Jesus, indo morar na casa da filosofia “Dom Edilberto Dinkelborg”. Na Casa da Filosofia fui acolhido por Pe. Jonilson Torres, naquela época reitor e junto comigo mais três seminaristas de minha diocese. Conosco ingressaram mais 12 jovens chegando ao fim da filosofia apenas 09. Então, na Casa da Filosofia passei três anos de formação. Anos felizes e d e s a f i a d o r e s ! Ti v e a oportunidade de conhecer bons amigos, de conhecer de fato, aqueles que me ajudam a vencer a mim mesmo a cada dia. Pe. Jonilson permaneceu apenas um semestre, em seguida foi convocado a ser diretor de estudos do ICESPI. Na reitoria ficou Pe. Aerton Marcos a quem tenho muito apreço e estima, Pe. João Paulo, vice-reitor a quem também sou grato pela confiança depositada e a Pe. Gilberto, diretor espiritual que teve a difícil missão de me ajudar a compreender o mistério do encontro com Jesus que se dá na Palavra, na Eucaristia e no encontro com o próximo. Enfim, tendo concluído o curso me formei em dezembro de 2016 (que alegria... primeiro curso...) Tive a alegria de receber meus pais e amigos no seminário para comigo desfrutarem desta alegria. Em fevereiro de 2017 ingressei na Casa da Teologia, aqui passarei quatro anos de formação teológica para no fim, se da Graça de Deus, ordenado diácono e depois sacerdote. Caros amigos benfeitores sou grato pela contribuição e oração de cada um de vocês. Tenham certeza de que são pedras fundamentais para a nossa formação. Para finalizar, uma coisa é certa: não me arrependo um só momento de ter deixado todos os meus planos pessoais e ter escutado o que Deus colocava em meu coração. Sou muito feliz no seminário e a cada dia carrego no meu coração a esperança de ser formado segundo o Coração de Jesus, a fim de atender às necessidades do povo de Deus. Costumo dizer a meus amigos que o SIM é diário, e às vezes ouso dizer que o SIM é de minuto a minuto. E a história continua... Deus nos ajude nesta bela trajetória.... Disse Jesus: “Siga-me e eu farei de vós pescadores de homens”. Mt 4,19.

Seja um Amigo Benfeitor do Seminário São João Paulo II Maneiras de nos ajudar: • Inserindo novos amigos; • Fazendo doações de alimentos e materiais de higiene pessoal; • Rezando todos os dias pelas vocações Sacerdotais.

O bispo emérito Dom Alfredo Schaffler, padre Osvaldo, o bispo diocesano Dom Juarez Sousa e padre João Paulo na celebração de ordenação presbiteral

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Pegadas na Areia “Sois como barro na mão do oleiro” Jr 18,5b

Todo sacerdote é o amor do coração do Senhor. Ele é chamado a exercer a missão de santificar. É chamado a exercer uma vocação santa. A vocação é sempre um chamado de Deus. É Deus quem chama, porém é na liberdade do coração humano que o chamado vai se tornando realidade. Deus chama e na liberdade o homem responde. Neste sentido, começamos nosso segundo semestre formativo, acreditando que todos os que estão no seminário são sempre chamados por Deus a assumir uma vocação santa. Nosso objetivo no seminário é ajudar os jovens a responder no amor o chamado de Deus, a crescerem na fé e nas dimensões formativas, a serem, de fato, o amor do coração do Senhor. Esse semestre, contamos com nove vocacionados dos quais quatro são de Parnaíba: Ernandes, Guilherme Carvalho, Wellysson e Teofilo; Onofre, de Joca Marques; Reginaldo, de Batalha; Francisco, de São José do Divino; Edmundo, de São João da Fronteira e Guilherme, Cunha da cidade de Barras e diocese de Campo Maior. Dentro da caminhada formativa no seminário propedêutico São João Paulo II, buscamos ajudar os jovens a crescerem nas dimensões: humana-afetiva, comunitária, intelectual, pastoral e espiritual. Todo esse processo é necessário para que o jovem faça, de fato, um perfeita experiência de Deus e possa corresponder com o seu amor. Nesse itinerário formativo é de fundamental importância a oração e a ajuda dos irmãos e irmãs das diversas paróquias de nossa diocese. Por isso, louvamos e agradecemos a Deus pela generosidade de todos os amigos benfeitores de nosso seminário, é graças à generosidade de cada um que podemos formar os futuros padres de nossa diocese. Que a graça e a benção de Deus se derramem sobre todos aqueles que rezam e ajudam as vocações.

No último dia 05 de agosto, às 19h, na Catedral Nossa Senhora da Graça, em Parnaíba, pela imposição das mãos de Dom Juarez Sousa da Silva, bispo diocesano, os diáconos João Paulo Leite Rocha e Osvaldo dos Santos, foram ordenados presbíteros da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Além de Dom Alfredo Schaffler, bispo emérito, estiveram presentes presbíteros, diáconos,

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Se preferir faça sua doação diretamente na Cúria Diocesana ou na seguinte conta: Caixa Econômica Federal – OVS Agência: 030 Operação: 003 Conta Corrente: 443-8


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Escola de Catequese Diocesana Aconteceu nos dias 17 a 22 de julho, o 3º bloco da Escola de Catequese Diocesana. A Escola contou com 80 participantes vindos das diversas paróquias da diocese e com a participação dos seminaristas maiores. Tivemos a graça de iniciarmos com a celebração eucarística celebrada por nosso Bispo Diocesano Dom Juarez e um momento de espiritualidade Mariana orientado por Pe. Edimar que tão bem nos falou de Maria, mãe de Deus e nossa. Dia 18, a assessoria ficou por conta da Equipe de Catequese de Joinville – Santa Catarina, na pessoa de Cristiane Rosá que nos apresentou como trabalhar o Processo de Iniciação a Vida Cristã em cada tempo e como organizar os tempos. Foram dois dias de muito dinamismo e aprendizagem. Dia 20 foi a vez do seminarista James apresentar “Os Marcos da catequese no Brasil”, foi um dia muito proveitoso onde descobrimos nos documentos da Igreja a preocupação com a caminhada da Catequese. Dias 21 e 22 tivemos a graça de recebermos o Assessor Nacional da catequese Pe. Antonio Marcos Depizzoli que com muita simplicidade apresentou o documento 107 da CNBB para todos nós. E fizemos um belíssimo estudo sobre cada capítulo do mesmo. “A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”, que vivenciamos durante esta semana. Sabemos que as mudanças são lentas, mas sentimos muita disposição entre os catequistas e os padres em realizar esta missão da IVC. Aproveito para parabenizar todos os/as Catequistas que com muito empenho e dedicação ao Projeto de Deus assumem a missão de Evangelizadores em nossas comunidades. Parabéns pela bela missão realizada! Deus os recompense. Um abraço! Fraternalmente, Francisca Enos Foto: Celene Fontinele

ENTREVISTA Padre Antonio Marcos Depizzoli Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da CNBB

“Somos convidados a refletir o amor de Deus, e se devemos ser especialistas, é na arte de amar.”

CATEQUISTA: No Processo de iniciação à vida cristã, qual espaço a pessoa com deficiência tem nesse processo novo de evangelização da Igreja? PE. ANTONIO MARCOS: A catequese é um direito de todos e nesse todos está incluída a pessoa com deficiência. Uma coisa interessante para pensar nossos projetos da iniciação, em tudo o que diz respeito à nossa comunidade em função da geração, do cuidado com os novos cristãos, não podemos deixar de lado as pessoas com deficiência, que são muitas vezes pessoas da nossa família ou nossos vizinhos. Basta abrirmos os olhos para identificar, vamos encontrar muitas pessoas em situação assim perto de nós. Elas têm o direito de estar conosco na catequese, na Igreja. Se elas escutam ou não, enxergam ou não, se andam como nós ou não, se elas raciocinam como nós ou não, se elas tem complicações das mais diversas ou não, todas têm o direito de serem incluídas. Nesse processo, temos muito a aprender com elas. No processo de aprendizagem ensinamos e aprendemos, e uma coisa que elas podem nos ensinar na vida de comunidade é a real interdependência que todos nós temos. Todos nós! “Eu preciso de você, você precisa de mim, nós precisamos de Cristo até o fim”. Convivendo com elas temos a obrigação de buscar algumas formações específicas para atendê-las. Se ela enxerga pouco, vamos escrever grande. Se ela não escuta, vamos aprender libras para falar em sinais. Se não damos conta de aprender, vamos chamar alguém que sabe para traduzir e dar acesso para essa pessoa. Se ela não consegue ler, vamos gravar para que ela escute, vamos fazer a autodescrição durante a celebração, durante a catequese. Vamos procurar os recursos e criar uma relação de inclusão com essas pessoas. Guardemos bem a palavra que está na primeira carta de São João: “Deus é amor”. Somos convidados a refletir o amor de Deus, e se devemos ser especialistas, é na arte de amar. Para

avaliar esse processo e entender como as coisas estão evoluindo, basta observar se a pessoa com deficiência dá sinais de que está feliz e crescendo, e a comunidade melhorando com a presença dela. Quando faltam pessoas com deficiência nos nossos grupos, estamos carecendo desse sinal evidente de inspiração catecumenal que é comunidade lugar de todos na nossa caminhada cristã.

só os catequistas, mas a comunidade, vamos nos tornando convictos, vamos crescendo nesse amor à nossa fé, temos a alegria, o santo orgulho de ser católicos, respeitando os demais, mas com convicção da identidade que nos deixa felizes por sermos membros da Igreja, temos uma identidade que nos revela dessa forma. Trabalhemos para que isso aconteça.

SEMINARISTA: Fale um pouco sobre as novas luzes, os horizontes para esse novo estilo de catequese com inspiração catecumenal.

C AT E Q UI S TA : D e n t r o d a s u a experiência na catequese, o que o senhor nos diria sobre o querigma? Como o senhor recebeu esse primeiro anúncio?

PE. ANTONIO MARCOS: Estamos em um processo de continuidade, isso deve ser bem claro. Não quer dizer que tudo o que aconteceu até aqui não era bom e agora temos que renovar, começar do zero e assim por diante. Não é assim. Estamos em um processo de aperfeiçoamento, de crescimento, de continuidade. Nós estamos aqui. Recebemos a fé que nos foi transmitida. Hoje, por exigência dos tempos, da mudança de época, temos que desenvolver um estilo de catequese que seja pautado na realidade atual, só assim daremos conta de tocar o coração das pessoas dessa geração. Uma das perspectivas pela qual devemos rezar e trabalhar bastante é a de que não só a catequese, mas a comunidade seja envolvida. Podemos ser iluminados por algumas perguntas básicas: Já temos as comissões em nossas comunidades? Nós catequistas fazemos reuniões para preparar as celebrações com a equipe de liturgia? Como temos ido às outras realidades de nossa comunidade? Estou mergulhando meu coração, minha mente, meu ser, nesse Mistério? Estou feliz por caminhar assim? Cresce em mim a convicção, o meu amor pela Palavra? Nos meus encontros, nas minhas visitas a um doente, deixei lá o conforto de sentir que a Igreja o visitou? Precisamos ser agentes animadores da leitura orante, da intimidade com a Palavra de Deus. Ao envolver não

PE. ANTONIO MARCOS: Meus pais fizeram bem esse serviço de introdutores. Foram também catequistas. Escutamos muito na linguagem eclesiástica que os pais são os primeiros catequistas. Pelo menos precisam ser. A gente orienta os pais cristãos que sejam os primeiros catequistas. Talvez a gente possa dizer aqui que os pais são os primeiros introdutores e a catequese vai fazer o seu serviço de aprofundar o anúncio que nos foi feito dentro de casa. Eu treinava a leitura em uma bíblia que tinha na minha casa, uma bíblia ilustrada que ficava guardada, a gente só via quando minha mãe ou meu pai ficavam junto dela, nós crianças podíamos acompanhar olhando as imagens. Meus pais nos pediam para ler um trecho para ver se sabíamos ler. De alguma forma íamos treinando a leitura naquela bíblia. Olhando para isso, posso dizer que na minha vida, o primeiro anúncio e a repetição dele, dita de tantas formas diferentes, foi acontecendo assim. Quem cuida de modo especial do primeiro anúncio é o introdutor, mas todo cristão deve ser missionário por natureza. Se fazemos o encontro real com Cristo, nós vamos anunciá-lo.

Transcrição e adaptação: Celene Fontinele Foto: Celene Fontinele

Santa Missa no Centro de Treinamento Sagrada Família durante a Escola de Catequese

CINE FOTO IRMÃOS VIEIRA Rua Riachuelo, 495 - Centro - Parnaíba - PI 86 3322.3148 | 99983-1349

Catequistas e seminaristas da diocese participando de um workshop com o Pe. Antonio Marcos Depizzoli


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FORMAÇÃO

Novo documento da CNBB sobre a iniciação à vida cristã Em 04 de Maio de 2017, no transcurso da 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em Aparecida/SP, foi aprovado por unanimidade, pelo episcopado brasileiro, um novo documento sobre a grande urgência da Igreja hoje: a Iniciação à Vida Cristã. O documento, que durante a Assembleia teve a condição de Tema Central, foi publicado na série azul da Conferência Episcopal, como palavra e orientações oficiais de nossos bispos sobre esse tema para toda a Igreja no Brasil. Recebeu o título de: Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários. Na longa tradição da Igreja, a iniciação das pessoas ao mistério de Cristo Jesus e seu Evangelho, acontecia, inicialmente, pelo catecumenato e, depois, pela catequese. Desde o final do séc. XIX a catequese vem sendo continuamente renovada em vista de uma maior eficácia na transmissão e educação da fé. Durante séculos ela foi marcada quase exclusivamente pela dimensão doutrinal, como era exigido pela situação de uma sociedade bastante cristã. Apesar de muita renovação, esse modelo de catequese que chegou até nós não correspondia mais às necessidades de nossa época de intensas mudanças. Desde o Concílio Vaticano II vem sendo sugerida, não só a renovação da catequese, mas de todo o processo de Iniciação à Vida Cristã, conforme o catecumenato que tantos frutos deu nos primeiros séculos de vida da Igreja. Assim, hoje, em vista de uma verdadeira formação de discípulos missionários, a própria catequese, sobretudo com adultos e/ou afastados da Igreja, é considerada a serviço da Iniciação à Vida Cristã ou uma catequese com dimensão catecumenal. Isso implica o querigma e, sobretudo a mistagogia, ou seja, uma transmissão e educação da fé impregnada de Sagrada Escritura, celebrações, símbolos, sinais, dimensão orante, ritos que proporcionem aos catequizandos um maior contato e vivência dos conteúdos da fé. É uma mudança radical de paradigma, para a qual as comunidades e, sobretudo os catequistas precisam estar preparados e com muita coragem para assumir. Tendo presente muitas experiências já realizadas nessa direção, documentos já escritos, como o Estudo 97 da CNBB (2009), e tantos estudos já realizados, o novo documento está estruturado em 4 capítulos. O primeiro, apresenta o belo e profundo diálogo entre Jesus e a Samaritana, levando-a à descoberta do mistério de sua Pessoa humana e divina: é o exemplo ou ícone de toda Iniciação à Vida Cristã. O segundo mostra como a história da Igreja sugere muitos elementos que podem ser resgatados para a transmissão da fé hoje; analisa também a atual situação da iniciação. Já o terceiro capítulo procura esclarecer os conceitos e ideias mais importantes para a transmissão da fé através da mistagogia, do catecumenato. Entre outras coisas, reflete sobre a importância da união entre Liturgia e Catequese, sobretudo pelo conhecimento e prática do Ritual de Iniciação Cristã de Adultos (RICA). Fala também da necessidade de uma maior união dos três Sacramentos da Iniciação à Vida Cristã. Finalmente, o último capítulo é muito rico em propostas e sugestões para que os processos de Iniciação à Vida Cristã sejam implantados eficazmente em nossas comunidades. O novo documento sobre a Iniciação à Vida Cristã é mais uma esperança para que a Igreja realize sua missão de Evangelizar numa sociedade cada vez mais pluralista, através da transmissão e educação da fé das pessoas. A mistagogia, bem entendida e realizada por toda comunidade e pelos catequistas, terá como fruto a formação de cristãos conscientes, atuantes e inseridos na comunidade, vivendo no mudo como autênticos discípulos missionários de Jesus Cristo. Pe. Luiz Alves de Lima, sdb, assessor para a redação do novo documento. Colaboração: Pe. Antonio Marcos Depizzoli

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GIRO PELAS PARÓQUIAS

Reunidos num grande mutirão!

Juciene Maia

Motivados pelo apelo da Diocese de Parnaíba, a Área Pastoral Nossa Senhora do Rosário, Murici dos Portelas, realizou a festa das inscrições em toda área pastoral. A festa

ocorreu no mês de agosto após a missão nas comunidades, tendo como destaque a do Murici, que ocorreu no nosso Centro Catequético Padre Eduardo Furtado. Um dos pontos marcantes foi o cantinho da leitura bíblica, desenho e pintura. As crianças

Abertura da semana da familia Foto: Arquivo Paroquial

vibraram e aproveitaram o momento de diversão. O momento foi enriquecido pela presença dos pais que na ocasião, participaram de uma palestra tendo como tema: A Iniciação Cristã processo de crescimento e amadurecimento da fé. “Cristão não se nasce,

Frades capuchinhos realizam Indulgência Plenária Lucileido Ramos Pessoa

Francisco de Assis M. de Araujo

Uma carreata marcou a abertura da Semana da Família, na paróquia Sagrado Coração de Jesus, que é realizada todos os anos. Com início no final da tarde do dia 13 de agosto de 2017, todos saíram da Capela São Leopoldo, no Bairro Frei Higino, percorrendo as principais ruas da

Paróquia. O ponto de chegada da carreata foi a matriz paroquial, sendo finalizada com uma celebração eucarística, presidida pelo Pároco, Pe. Paulo Roberto. Durante toda a semana aconteceram catequeses ministradas pelas equipes da Pastoral Familiar nas comunidades, que refletiram sobre o tema deste ano: “Família, uma luz para a vida em sociedade”.

cristão se torna” (Tertuliano). A mobilização catequética se dá pelo anseio de uma mudança de renovação no processo de evangelização, assumindo a “Iniciação Cristã, sua responsabilidade na Igreja, no mundo e na história” (D. Ap n. 289).

Os frades capuchinhos e a família franciscana, participaram no dia 2 de agosto de 2017, na matriz de São Sebastião, da Indulgência Plena do Perdão de Assis. O rito contou com confissão sacramental, adoração e benção do Santíssimo, além da celebração da Santa Missa. O perdão de Assis é baseado em uma experiência espiritual que São Francisco de Assis teve e que surgiu a partir do testemunho de Bartolomeu de Pisa. E por isso, a família franciscana celebra a data no mundo inteiro todos os anos. Segundo Bartolomeu, Francisco em dado momento de oração e contemplação na igrejinha de Porciúncula no

ano de 1216 perto da Cidade de Assis, de repente aquele pequeno templo encheu-se de luz, e assim Francisco viu Jesus Cristo sobre o altar e à sua direita, Mãe Santíssima, rodeados por uma legião de anjos. Em silêncio e prostrado no chão, Francisco adorava ao Senhor. Durante conversa, São Francisco fez o pedido de perdão para todos os que, arrependidos e confessados, fossem visitar a igreja. O Senhor lhe disse: “Ó Irmão Francisco, o que me pede é algo de grandioso, mas você é digno de coisas maiores e as obterá: acolho, portanto, seu pedido, com a condição de pedir tal indulgência, da parte minha, ao meu Vigário na terra, o Papa.”. (A Origem da Indulgência - Rádio Vaticano. Foto: Gilmar Filho

Emoção marca primeira missa do Padre João Paulo Foto: Tony Ayres

Padre Osvaldo preside primeira missa em Piracuruca A primeira missa do padre Osvaldo dos Santos, aconteceu no último dia 06 de agosto de 2017, na Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo, em Piracuruca. Estiveram presentes alguns padres da diocese, familiares e amigos do neo sacerdote, que em clima festivo relembraram sua trajetória

até a realização do sonho de ser padre. Após a missa, padre Osvaldo recebeu o carinho dos paroquianos e amigos, em seguida, houve um jantar de confraternização na casa paroquial. Padre Osvaldo será vigário da paróquia Santa Ana, em Parnaíba. Foto: Nezinha Sousa

Estely Teles

João Paulo é o primeiro jovem de Santa Ana, enquanto Paróquia instituída a se tornar padre. Por isso, centenas de fiéis se reuniram em sua paróquia, no dia 06 de agosto, para a celebração da primeira missa deste neo sacerdote, momento que marcou o início de sua vida sacerdotal. A celebração contou com a presença de parte do clero diocesano, companheiros do seminário, além de familiares e amigos das comunidades que o

novo padre conheceu durante sua formação. Na oportunidade, o presbítero falou um pouco sobre os oito anos no seminário, fez alguns agradecimentos sem conseguir conter suas emoções. Com voz trêmula, Pe. João Paulo arrancou algumas lágrimas da assembleia presente. A missa, já programada, aconteceu um dia após Dom Juarez Sousa da Silva, bispo da Diocese de Parnaíba, ter ordenado dois novos presbíteros. Entre eles: Pe. Osvaldo e Pe. João Paulo.


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Millenium O informativo da caminhada do povo de Deus da Diocese Parnaíba

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PROJETO SOCIAL

DÍZIMO

XIX Capacitação Pedagógica Karla Janice C. Veras Coordenadora Pedagógica

No dia 28 de julho, a equipe do Projeto Social realizou a XIX Capacitação Pedagógica. O evento é direcionado para os voluntários inseridos nos Centros Sociais, que este ano teve como tema “Maria, Exemplo Pedagógico de Amor e Doação”. O encontro marcado também por momento de espiritualidade, acontece com

o intuito de que os Centros Sociais mantenham um ambiente de trabalho viável e em clima de cooperação, levando em conta a importância da comunicação interna para a eficiência no trabalho e harmonia do grupo. Outro objetivo da capacitação pedagógica é manter os voluntários próximos à Igreja e com o papel de “ajudar as crianças a compreender e amar a Deus e zelar pela Igreja e pelo próximo”. Foto: Francisca | Voluntária do Projeto

EXPEDIENTE Jornal Millenium: É um informativo de publicação bimestral produzido pela Pastoral da Comunicação da Diocese de Parnaíba. Propriedade: Diocese de Parnaíba; Conselho Editorial: Dom Juarez Sousa, Mons. Carlos Seixas, Padre Eduardo Furtado, Pe. Evandro Alves, Celene Fontinele; Depto. Comercial: Vanuza Silva. Endereço: Rua Josias Moraes, 676 - CEP 64.200-970 - Parnaíba - PI. Tel.: (86) 3322-2358. Site: www.diocesedeparnaiba.gov.br E-mail: pascom@diocesedeparnaiba.org.br Diagramação: Fabrícia Lopes; Impresso: Gráfica e Editora Sieart. Tiragem: 10.000 exemplares.

Foto: Júnior França

É tempo de evangelizar, é tempo de partilha! Lia Araújo

Com intuito de fortalecer a caminhada da Pastoral do Dízimo nas paróquias, agentes da Pastoral do Dízimo da Diocese de Parnaíba se reuniram nos dias 05 e 06 de agosto, no Centro de Treinamento Sagrada Família, em Parnaíba. O encontro contou também com a presença de

alguns sacerdotes, como Pe. Cícero (Oeiras) e Pe. Siqueira, assessor diocesano do Dízimo. Na ocasião, aconteceram momentos de testemunhos e troca de experiências entre todos os participantes. O objetivo do evento foi discutir a importância do dizimo na Igreja, colocando-o como instrumento de evangelização eficiente.

COMUNICAÇÃO

Diocese promove curso de comunicação A Diocese de Parnaíba, visando aprimorar suas práticas comunicativas, realizou de 25 a 27 de julho no Centro de Treinamento Sagrada Família, o curso PASCOM: Diagnóstico e Planejamento da Comunicação, com assessoria do jornalista Jessé Barbosa. Na manhã do dia 25, aconteceu uma reunião com a equipe do Informativo Millenium, a fim de discutir as rotinas de produção, layout e estratégias de distribuição. À tarde, iniciando as atividades, os agentes fizeram uma análise da missão da Pascom sob a ótica de quatro eixos do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil: formação, articulação, produção e espiritualidade.

Durante o curso, os comunicadores fizeram um diagnóstico sobre as práticas de comunicação realizadas na Diocese. Foram determinados os grupos de interesse com as quais a diocese precisa se comunicar e elaborado o plano operativo para o segundo semestre de 2017. Na ocasião, foi definida a Coordenação Diocesana da Pascom, assim estruturada: Pe. Evandro Alves (Padre Referencial), Celene Fontinele (Coord. Diocesana), Francisca Brito e Isabel Galeno (Coord. Zonal Norte), Mayke Monteiro (Coord. Zonal Sul I) e Antônio César (Coord. Zonal Sul II). Dom Juarez, bispo diocesano, esteve presente em todos os dias de formação. Ao

Foto: Leonardo Savir

Pe. Evandro Alves, assessor diocesano da Pascom e o jornalista Jessé Barbosa no Curso de Comunicação

final, agradeceu a participação de expressivo número de leigos e seminaristas, e incentivou

a equipe diocesana, que tem como missão a comunicação para a transformação social.

Edição nº 108 julho e agosto 2017  
Edição nº 108 julho e agosto 2017  
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