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O LÁBARO

Junho 2013

Eu Sou a Luz

A serviço da evangelização

Distribuição Gratuita

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O LÁBARO Ano CIV - Edição nº 2.122 - Junho 2013

XV Assembleia Diocesana de Evangelização e Pastoral

CRISTÃO DO SÉCULO XXI E A I M P O R TÂ N C I A D A

T RA N S M I S S ÃO DA F É , P R I N C I PA L M E N T E ,

PELO TESTEMUNHO

Pág. 2

50 anos da Encíclica Pacem in Terris: reler e reencontrar as palavras de alegria e esperança

A Encíclica Pacem in Terris, do Papa João XXIII, completa 50 anos. Publicada em 11 de abril de 1963, foi a última encíclica do Papa João XXIII, que faleceu em 3 de junho de 1963.

Pág. 3

A

conteceu no dia 11 de maio a XV Assembleia Diocesana de Evangelização e Pastoral. Na ocasião, tratou-se de refletir as linhas gerais pela qual a fé e a caridade com que impregnam os

discípulos desta Igreja particular, buscarão consolidar com a graça de Deus o projeto que é de Cristo e da Igreja, de cada cristão missionário: a construção do Reino.

Págs. 10 e 11

Notas da CNBB

Restauração

Avaliação da Campanha da Fraternidade

De 17 a 19 de Maio, o nosso Regional Sul I esteve reunido em Indaiatuba-SP para avaliar a Campanha da Fraternidade 2013. Contando com uma expressiva representação das dioceses do Estado de São Paulo.

Pág. 6

da Igreja do Rosário

santo do mês

Beatificação de Nhá Chica

13 de Junho: Santo Antônio de Pádua

Pág. 12

Maioridade Penal Pág. 16

Uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo Pág. 17

“Eu vivo, mas não eu, é Cristo que vive em mim.” (Gálatas 2,20)

Págs. 14 e 15

Pág. 17

2UJmR2ÀFLDO GD'LRFHVHGH7DXEDWp A serviço da Evangelização

www.dt7.com.br


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A serviço da evangelização

a voz do pastor

CRISTÃO DO SÉCULO XXI

E A IMPORTÂNCIA DA TRANSMISSÃO DA FÉ, PRINCIPALMENTE, PELO TESTEMUNHO

1. Lançando um olhar

circunspectivo o que constatamos? Em nível internacional, constatamos uma crescente agressividade anticristã, a partir de instituições como a ONU, UNESCO e congêneres. Na Europa e em outros países do primeiro mundo, uma postura fortemente hedonista e secularizante. Vendem-se Igrejas, porque faltam frequentadores. Em não poucos países muçulmanos há uma indisfarçável agressão aos cristãos, e o crescimento islâmico, mesmo que mais por instinto procriativo - quer nos parecer - que por zelo missionário, nos faz refletir.

2.

Nos países Latino-Americanos, em geral, e no Brasil, mais concretamente, há um sensível oportunismo, pouco evangélico, das denominações religiosas e de seus adeptos (pentecostais e neopentecostais, mais especificamente). Ademais, como crescem seus pastores. A capacidade evangelizadora da Igreja, mesmo tendo melhorado, não acompanha nossas necessidades sempre mais prementes. Constatamos lacunas em nosso agir pastoral e, por isso, foram apresentadas as urgências do plano (2011-2015 – da CNBB), como resposta pastoral. Sem deixar de louvar sua necessidade – elas precisam ser ainda melhor assumidas por todos.

3.

Nossas paróquias, como instituições, não foram ainda superadas, mas precisam de mais oxige-

exigiu uma definição – “Quem sou eu para vós?” Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo”.. Muito bem, ouviu, ele. É isso mesmo. Mas, quando foi para enviá-los, definitivamente, perguntou a Pedro: “Tu me amas mais que?? Perguntou bem três vezes.. “Tu sabes que te amo.. foi a resposta de Pedro. Apascenta, então, meus cordeiros, e minhas Não nos poderia Cristo ovelhas”, ordenou, então, acusar hoje, como o fez o Ressuscitado. E agora outrora, dizendo?: – “Eu “segue-me” – acrescentou estive drogado e não me ainda. (cf. Jo 21.15 ss) socorrestes... eu estive no submundo dos vícios, e Somos seguidores de não me ajudastes a sair, eu Cristo, ou apenas batizaestava com fome e sede de algo mais na vida e não me dos e ordenados? O amaapresentastes Cristo, como mos mesmo? O que nós – eu – você – poderíamos solução. (cf. Mt 25.31ss) responder a Jesus Cristo, se, hoje, por Ele fôssemos Nossas análises so- interrogados, como Pedro, ciopolíticas podem ser até aquela vez? É preciso parcorretas, e as sugestões tir de Cristo – nós o sabepastorais apresentadas, mos. Mas para Dele partir oportunas. Mas a viabi- é preciso primeiro buscálização destas medidas é -Lo e encontrá-Lo. Saulo morosa e sem o devido foi alcançado por Cristo às dinamismo e entusiasmo. portas de Damasco, mas Somos, como católicos, no ele se tornou Paulo, soBrasil, ainda hegemônicos, mente a partir da experiênem termos quantitativos, cia do deserto (cf. Gl 1,11mas deficientes em termos 18). Faltar-nos-ia então qualitativos ou pastorais. tal experiência? É ali que falhamos? Por que conseAfirmamos sempre mais guimos fazer boas diretria necessidade do partir de zes pastorais, mas os resulCristo. Mas, de que Cristo? tados são, às vezes, pífios? Do Cristo integral, é claro: Por quê? Cada um poderá encarnado, sofredor, cruci- responder até melhor do ficado, morto e ressuscita- que eu. Basta ter coragem do, com a devida acentu- e sinceridade. Não afiração neste último verbete. mou Karl Rahner, que o No entanto, por que senti- cristão do futuro seria mísmos anemia missionária? tico ou nem seria cristão? Falta-nos convicção. O que realmente então nos falta? O quê? Pensemos... Dos Apóstolos, _________________________ diante da crise da Gali- Dom Carmo João Rhoden, scj léia (cf. Jo 6.66 ss), Cristo Bispo Diocesano de Taubaté nação, dinamismo e renovação. A Palavra de Deus não é tão normativa em nossa homilética, nem em nossa ação pastoral, como seria de desejar. Há muito por fazer para que as paróquias se tornem a casa da Palavra (de Deus), do pão (Eucarístico) e da caridade. Então tornar-se-ão comunidade de comunidades.)

6.

4.

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Departamento de Comunicação da Diocese de Taubaté Avenida Professor Moreira, nº 327 – Centro – Taubaté/SP. CEP 12030-070

Diretor: Pe. Leandro Alves de Souza Editor e Jornalista Responsável: ŽŵŶƚŽŶŝŽīŽŶƐŽĚĞDŝƌĂŶĚĂ ĚŝƚŽƌĂdžĞĐƵƟǀĂ͗/ĄƌĂĚĞĂƌǀĂůŚŽͲDdϭϬϲϱϱ Conselho Editorial: WĞ͘ ^ŝůǀŝŽ ŝĂƐ͕ DŽŶƐ͘ DĂƌĐŽ ^ŝůǀĂ͕ ,ĞŶƌŝƋƵĞ&ĂƌŝĂ͕ ŶĂşƐĂ^ƟƉƉ͕ŽŶĞŐŽůĂŝƌ&ŽŶƐĞĐĂ&ĞƌƌĞŝƌĂ WƌŽũĞƚŽ'ƌĄĮĐŽ͗^ŽůDŽƌĂĞƐ

Impressão: <ĂƚƷĚŝƚŽƌĂ'ƌĄĮĐĂ Tiragem: ϱ͘ϬϬϬͮŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽĚŝƌŝŐŝĚĂĞŐƌĂƚƵŝƚĂ Contatos: dĞů͗͘;ϭϮͿϯϲϯϮͲϮϴϱϱͬƌĂŵĂů͗Ϯϭϲ;ZĞĚĂĕĆŽͿ  ĞŵĂŝů͗ŽůĂďĂƌŽΛĚŝŽĐĞƐĞĚĞƚĂƵďĂƚĞ͘ŽƌŐ͘ďƌ As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores, não emitem necessariamente a opinião deste veículo.


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Igreja

50 anos da EncĂ­clica PACEM IN TERRIS:

reler e reencontrar as palavras de alegria e esperança

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ncĂ­clica Pacem in Terris, do Papa JoĂŁo XXIII, completa 50 anos. Publicada em 11 de abril de 1963, foi a Ăşltima encĂ­clica do Papa JoĂŁo XXIII, que faleceu em 3 de junho de 1963. O subtĂ­tulo da encĂ­clica: â&#x20AC;&#x2DC;sobre a paz de todos os povos na base da verdade, justiça, caridade e liberdade: dirigida nĂŁo apenas aos fiĂŠis de todo o mundo, mas tambĂŠm a todos os homens de boa vontadeâ&#x20AC;&#x2122;. Entre os temas da encĂ­clica encontra-se a liberdade de manifestação do pensamento, o direito Ă  informação verĂ­dica sobre os acontecimentos pĂşblicos, os direitos de reuniĂŁo e de associação, o direito de emigração e o direito de participar ativamente na vida pĂşblica. A EncĂ­clica fazia frequentes referĂŞncias aos â&#x20AC;&#x2DC;sinais dos temposâ&#x20AC;&#x2122; e, entre eles, assinalava a gradual ascensĂŁo econĂ´mico-social das classes trabalhadoras, o ingresso da mulher na vida pĂşblica e

o acesso de todos os povos Ă  independĂŞncia, na convicção de que o breve espaço de tempo deixaria de existir â&#x20AC;&#x2DC;povos dominadores e povos dominadosâ&#x20AC;&#x2122;, como acontecia com as colĂ´nias que Portugal mantinha na Ă frica e Timor Leste.

Pacem in Terris que hĂĄ 50 anos assinalou o contraste entre â&#x20AC;&#x2DC;a perfeita ordem universalâ&#x20AC;&#x2122; e a â&#x20AC;&#x2DC;desordem que reina entre indivĂ­duos e povosâ&#x20AC;&#x2122;, contraste que hoje ameaça de novo a paz e a justiça.

Hå outra dimensão da vida e o mundo precisa de valores espirituais, de busca de um outro sentido, de um pouco mais de poesia. Talvez por isso alguÊm disse que esta Ê de novo a hora dos SHQVDGRUHVGRV¿OyVRIRV e dos poetas. Esta Ê tambÊm a hora de reler e reencontrar as palavras de alegria e esperança do Papa João XXIII.

nir a relação da Igreja com o mundo moderno, designado como â&#x20AC;&#x2DC;o mundo deste tempoâ&#x20AC;&#x2122;. Pacem in Terris marcou uma evolução GRSHQVDPHQWRFDWyOLFR Proclamava direitos KXPDQRVIXQGDPHQWDLV conjugando liberdades, direitos econĂ´micos, sociais e culturais. Ao mesmo tempo sublinhava o respeito pela consciĂŞncia individual e O Papa JoĂŁo XXIII de- valorizava, nĂŁo apenas o monstrava acreditar nos direito de participação na homens, crentes ou nĂŁo YLGDS~EOLFDPDVDSUySULD crentes. Falava tambĂŠm da democracia. vocação do homem como sujeito criador de fraternidaEntre os direitos humanos de e solidariedade. O Papa citamos como exemplo o teve uma grande preocupa- que se refere ao respeito pela ção em enunciar e funda- consciĂŞncia dos homens. O mentar um conjunto de di- Papa JoĂŁo XXIII escreve: reitos humanos em termos â&#x20AC;&#x153;Todo o ser humano possui que marcaram as decisĂľes o direito natural ao devido posteriores do ConcĂ­lio Va- respeito pela sua pessoa, Ă  ticano II e, particularmente boa reputação, Ă  liberdade a Gaudium et Spes, a cons- para procurar a verdadeâ&#x20AC;?. tituição pastoral Alegria e (n.52). Esperança, que viria a defiĂ&#x2030; fundante o princĂ­pio de

que cada ser humano Ê pessoa, isto Ê, natureza dotada de inteligência e vontade livre. Por essa razão possui em si mesmo direitos e deveres que emanam direta e simultaneamente de sua natureza. De direitos e deveres universais, inviolåveis e inalienåveis. Estas palavras da Encíclica Pacem in Terris constituíram uma verdadeira revolução moral e cultural. E são outra vez neste tempo em que os poderes que comandam o mundo esquecem que os seres humanos são pessoas e não mercados. Nestes nossos dias crispados, Ê preciso de novo uma mensagem de alegria e de esperança. E por isso devemos reviver as palavras do Papa João XXIII como um guia para a ação, porque não podemos adiar para um amanhã incerto a construção de um mundo mais livre, mais justo e mais fraterno. _________________________ Prof.JosÊ Pereira da silva


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vocação

O Encontro com Jesus Cristo como processo de renovação e de amadurecimento do futuro presbítero ao Pai, escolhido por Jesus sobre esta terra. A oração torna-se continuação, na terra, do louvor do Filho ao Pai, pela salvação da humanidade inteira. A vida comunitária é a demonstração que, no nome do Senhor, podem-se ligar YtQFXORVPDLVIRUWHVGRTXH aqueles que provêm da carne e do sangue. O exercício pastoral nas diversas comunidades é o anúncio apaixonado daquele TXHIRLFRQTXLVWDGRSHORPHVWUH

O

tema do encontro com Jesus Cristo é uma prioridade do discipulado missionário segundo a Conferência de Aparecida. O candidato ao presbiterado que deseja seguir os passos de Jesus Cristo e vir em seu seguimento deve estabelecer um encontro pessoal com Ele, um encontro que faça surgir, antes de tudo, um verdadeiro cristão, e, depois, por meio de uma íntima comunhão com Ele, possa de fato ser um discípulo autêntico e um missionário convicto. Encontro que não aconteça apenas por uma decisão ética ou por uma grande ideia, mas que produza um acontecimento, um relacionamento pessoal, uma orientação para a vida inteira e para a realização do próprio ministério. Esse encontro deve ser verdadeiramente um encontro de fé com a pessoa de Jesus Cristo para que, fascinados pelo Mestre, se deseje permanecer com Ele. O seminário e as casas de formação devem ser de fato uma escola de discípulos e missionários. Assim como os apóstolos foram formados na escola de Jesus Cristo, assim também os candidatos ao presbiterado, ou seja, os formandos, devem se sentir inseridos no

processo de formação para o seguimento de Jesus Cristo. De certo modo, a vida do presbítero é como uma escola em que cada um é chamado a frequentar para toda a vida. Sabemos que esta escola se inicia no tempo do seminário. Com efeito, ter em si os sentimentos de Cristo é colocar-se cada dia na sua escola, para aprender com Ele a ter um coração manso e humilde, corajoso e apaixonado. É deixar-se educar por Cristo, Verbo eterno do Pai, ser cativado por Ele, coração e centro do mundo, e escolher precisamente a sua forma de vida. A formação presbiteral deve educar e formar Educar para a verdade e formar para a liberdade do dom de si, segundo o modelo da Páscoa do Senhor. Na formação presbiteral, o candidato ao sacerdócio deve aprender progressivamente a ter em si os sentimentos de Cristo e a manifestá-los numa vida sempre mais conforme a Ele, no âmbito individual e comunitário, na formação inicial e permanente. Desse modo, o exercício do presbiterado é expressão do estilo de vida essencial e completamente abandonado

A partir do Encontro com Jesus Cristo, o futuro presbítero vai vivenciar um processo que norteará e fortalecerá toda a sua vida. Por isso, é vivenciando elementos preliminares nesse processo que ele se tornará discípulo-missionário convicto e capaz de abraçar os ideais de um autêntico ministro da Igreja e de Jesus Cristo na vida e na missão. É no encontro com Jesus Cristo que o futuro presbítero se renova e amadurece, desenvolvendo capacidades e potencialidades para o futuro exercício do ministério; desenvolvendo, assim, uma espiritualidade da vocação a partir do encontro com Jesus Cristo para sustentar as etapas do processo formativo. No encontro com Jesus Cristo, a formação torna-se aprendizado para se viver os mesmos sentimen-

tos de Cristo e vivê-los em toda a nossa existência, tornando-se, assim, testemunha, a fim de que o dom recebido atinja a todos. Cristo, com efeito, “não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente” (Fl 2, 6), não reteve nada para si, mas partilhou com os homens a própria riqueza de ser Filho. O tempo da formação presbiteral é essa oportunidade de se partilhar da intimidade do Cristo-mestre. Isso significa que o testemunho deverá ser nítido e inequívoco, claro e compreensível a todos, para mostrar, assim, que a vida sacerdotal pode ser uma possibilidade para encontrar-se com Cristo e deixar-se seduzir por Ele, tornando-se um consagrado, ou seja, todo Dele e Ele todo em nós. Para que essas realidades aconteçam, há elementos essenciais para a renovação e o amadurecimento do processo formativo. Dentre outros, busca-se destacar alguns: a conversão e a comunhão como método nesse mesmo processo formativo; a Palavra de Deus, a Eucaristia e a Virgem Maria como lugares de vitalidade no processo formativo do futuro presbítero; o Espírito Santo como o protagonista daqueles que querem deixar-se formar na escola do Mestre Jesus Cristo. _________________________ Pe. Leandro dos Santos Reitor do Seminário Diocesano Cura d’Ars

Investir no espiritual é qualidade de vida Temos Bíblias, livros, cartões, lembranças de batismo, comunhão e crisma, camisetas e baby-looks, terços, imagens e presentes em geral. Em breve, novidades. Av. José Felipe Cursino de Moura, 343 - Vila Aparecida - Taubaté - SP CEP:12052-090 moradadosenhor@yahoo.com.br (50 m da Casa do Construtor e próx. Supermercado Semar)


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Diocese em foco

Profissão dos votos religiosos de Irmãs Sacramentinas N o dia 24 de maio, sexta-feira, às 16h, três irmãs sacramentinas fizeram sua profissão religiosa: duas temporariamente e uma perpetuamente. Dom Carmo foi o presidente da celebração e, além do padre reitor, dois outros sacerdotes – um de Jacareí e outro dos padres dehonianos – concelebraram a santa missa. O seminário fez questão de estar presente, já que foi convidado com muito carinho pelas religiosas. Sem dúvida, tratou-se de um momento ímpar na vida da Igreja: três jovens moças se consagraram ao serviço do Senhor com maior intensidade de coração e de adesão no compromisso para com o Evan-

gelho. Parabenizamos às irmãs professas, desejando-lhes felicidade e força em suas caminhadas, e pedimos a Deus que não cesse de nos enviar mais jovens disponíveis ao serviço ao Reino. “És o Senhor da Messe, ouve esta nossa prece: põe sangue novo na tua Igreja!”

Corpus Christi no Seminário

N

o dia 30 de maio, quinta-feira, toda a Igreja celebrava a Solenidade do Corpo de Cristo. Também a comunidade do Seminário Diocesano Cura d’Ars vivenciou com fé e piedade esse importante momento do ano litúrgico. Às 17h,

o Santíssimo Sacramento foi solenemente exposto, seguindo uma pequena procissão pelo claustro do Seminário. Após a procissão, foi dada a benção do Santíssimo Sacramento. Em seguida, houve a solene celebração eucarística. Estiveram presentes alguns fiéis leigos, entre eles jovens membros do Movimento Shalom. Os propedeutas, bem como os seminaristas que atuam na Pastoral Vocacional Diocesana também se fizeram presentes. As cerimônias foram oficiadas pelo Revmo. Pe. Hugo Bertonazzi e concelebradas por Pe. Leandro dos Santos, reitor da casa.

Confraternização e Missa em Caçapava N

o dia 31 de maio aconteceu a Festa da Visitação de Nossa Senhora. Os seminaristas aproveitaram da emenda do feriado de Corpus Christi para um dia de confraternização. Como pede o plano de formação dos futuros presbíteros, momen-

tos de construção de vínculos amigos e vivências comunitárias devem ocorrer sempre que possível. Não se trata, portanto, de um simples dia de descontração: antes, é uma oportunidade de enriquecimento das já existentes relações fraternas entre

os formandos. Sem dúvida, foram manhã e tarde muito agradáveis. À noite, todos participaram da abertura da trezena em honra a Santo Antônio, no santuário entregue a seu patrocínio, em Caçapava. Padre Décio,

reitor daquela casa de oração, convidou o seminário para esse momento por nutrir especial estima pela formação sacerdotal e por conhecer o padre reitor, que com ele trabalhou como vigário antes de assumir os trabalhos na formação


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Diocese em foco

Avaliação da Campanha da Fraternidade De 17 a 19 de Maio, o nosso Regional Sul I esteve reunido em IndaiatubaSP para avaliar a Campanha da Fraternidade 2013. Contando com uma expressiva representação das dioceses do Estado de São Paulo, o encontro foi muito frutuoso e pertinente. Os palestrantes abordaram temas relevantes à nossa juventude, sempre na perspectiva de acolher todos os jovens nesse tempo de mudança de época.

SEXTA FEIRA, na abertura dos trabalhos, contamos com a presença do Sr. Carlos Signorelli, que fez uma análise do nosso contexto atual, mostrando a repercussão desse mundo globalizado e individualista na vida de todos, principalmente na dos jovens. Uma sociedade que preza pelo consumo, vivendo uma verdadeira idolatria do EU. SÁBADO na parte da manhã, padre Caio, da Arquidiocese de Campinas, abordou o tema: Juventude e Missionariedade. Reforçou a necessidade de uma catequese que eduque nossos jovens e crianças para uma ação missionária.

Uma catequese comprometida com a vida, uma espiritualidade que envia em missão. Caso contrário, desenvolve-se uma espiritualidade intimista, focada somente no individual, não gerando comprometimento.

Segundo o padre, “não há VHJXLPHQWRVHPXPDSURIXQGD experiência de Jesus. Não somos discípulos de um conjunto de normas e regras, mas sim de uma pessoa concreta, Jesus Cristo”.

No período da tarde, refletimos sobre a juventude e a sua relação com as mídias. Foi destacado que as redes sociais são um profícuo ambiente de evangelização dos nossos jovens. Podemos e devemos recorrer a esse mundo digital para anunciarmos a Boa nova do Ressuscitado. Logo após, a reflexão girou em torno da juventude e políticas públicas, trabalho conduzido pelo jovem Rodrigo Crivelaro. Salientou que os jovens têm necessidades específicas, e por isso, devem ter políticas públicas voltadas para esse público. Destacou a importância da participação dos nossos jovens nos conselhos e demais ações voltadas para eles. No período noturno, tivemos uma apresentação de Hip Hop com uma dupla da cidade de Guarulhos, mostrando que é possível evangelizar nossos jovens por meio da música, aproveitando dos vários estilos musicais para anunciar Jesus Cristo. No DOMINGO, logo após a santa missa, encerramos nossa ava-

liação apresentando os avanços e as dificuldades encontradas na realização da CF nas nossas dioceses e paróquias. Propomos ainda sugestões para a próxima campanha. Para concluir nosso encontro, tivemos um breve resumo da próxima temática da campanha, que tem como tema: Fraternidade e Tráfico Humano. Lema: “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1).

Diocese faz 105 anos com Plano de Evangelização e Portal na internet A

Diocese de Taubaté, que completou 105 anos no dia 7 de junho último, marcou a data com o lançamento de seu portal na internet. O objetivo é unificar todos os veículos de comunicação da Diocese num só endereço, para ficar mais acessível à população, ampliando, assim, a condição de evangelização.

O novo sítio tem o endereço DT7, onde estarão as notícias dos diversos orgãos que compõem a Diocese, como a Fundação Dom Couto, a Rádio Cultura, o jornal O Lábaro, o Museu de Arte Sacra e outros. No endereço, DT significa Diocese de Taubaté e o 7 evoca o dia da criação da Diocese, 7 de junho. Durante o lançamento do portal, na Mitra Diocesana, o coordenador diocesano Padre Leandro Alves de Souza, falou sobre a missão evangelizadora da igreja e as formas com as quais se desenvolverá essa tarefa. O bispo Dom Carmo João Rhoden mostrou ex-

através do Secretariado Diocesano de Pastoral. Com 50 páginas, o livreto tem a apresentação e as palavras finais escritas pelo Bispo Dom Carmo. No primeiro texto, Dom Carmo diz: “As paróquias com suas comunidades, repito, devem estudar o plano para conhecê-lo e implemantá-lo, amorosa e integralmente. Podemos fazer algo Evangelização Durante o lançamento do portal a mais, não a menos”. Já nas pana internet, o Padre Leandro Al- lavras finais, ele frisa: “Defendo, ves de Souza fez a apresentação do não tanto a quantidade dos fiéis, Plano Diocesano de Evangeliza- quanto a qualidade dos mesmos. ção e Patoral, para o triênio 2013- No entanto, preocupa-nos a perda 2015. O plano está contido em de irmãos. Temos nisso nossa resum livreto impresso pela Diocese, ponsabilidade. Por isso, bom uso do Plano!”. pectativa positiva em relação a essa nova ferramenta para a comunicação da igreja com os fiéis e afirmou que a Igreja é um organismo vivo que pode estar sempre em renovação, principalmente pela resposta dos jovens à sua missão evangelizadora.


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Diocese em foco

Pastoral da Juventude A

Pastoral da Juventude é uma ação organizada dos jovens que são Igreja junto com seus pastores e com toda comunidade para aprofundar a vivência de sua fé e evangelizar outros jovens, com opção evangélica e consciente pelos jovens das classes populares e pelos jovens marginalizados, em vista da construção de um mundo mais fraterno e justo, a fim de que se transformem em novos homens e novas mulheres, sendo, pois, agentes da construção da nova sociedade, guiados pelos critérios do Evangelho. A missão da Pastoral da Juventude traz como eixo inspirador o

texto de Lucas 4,18-22, convencida de que tem como sua missão anunciar e testemunhar o Reino de Deus, movida pela proposta libertadora de Jesus Cristo e animada pelo Espírito Santo, buscando concretizar a “civilização do amor”. A PJ tem como objetivo despertar os jovens para a pessoa e a proposta de Jesus Cristo, e desenvolver com eles um processo global de formação a partir da fé para formar líderes capacitados para atuarem na própria PJ e em toda a Diocese, comprometidos com a libertação integral do homem e da sociedade, levando uma vida de

Infância e Adolescência Missionária (Iam) comemora 170 Anos

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o dia 19 de maio, a Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária (IAM), completou 170 anos de vida. Desde sua fundação em 1843, ela vem ajudando crianças do mundo inteiro, através de seu carisma: Oração, Sacrifício e Solidariedade. Nossa Diocese não poderia ficar de fora dessa festa que é co-

memorada em mais de 130 países de nosso planeta. E para festejar, aconteceu na Paróquia Menino Jesus, em Caçapava, uma missa de comemoração pelos 170 anos da IAM e consagração das crianças que pertencem a grupos da IAM naquela paróquia. _______________________________ Fátima / Paulo Coord. IAM

Por uma Evangelização Integral dos Jovens

Comunhão e participação. Visando uma melhor evangelização e participação da juventude, a Coordenação Diocesana passa por uma mudança. A mudança de coordenação faz um elo com os trabalhos que estavam sendo realizados para uma melhor caminhada tendo em foco o protagonismo jovem. Deixa a Coordenação Diocesana Matheus Silva da Paróquia Nossa Senhora D’Ajuda do Decanato de Caçapava e passa a assumir Pâmela Santos, da Paróquia Santo Antônio de Lisboa, do Decanato Taubaté I. As mudanças fazem-se necessárias para que o

processo da Pastoral aconteça e que a melhor evangelização dos jovens prevaleça. Portanto, querendo dar continuidade ao processo, realizaremos a primeira atividade sob nova coordenação: a Ampliada Diocesana. Contamos com a participação e colaboração de todos. Maiores informações sobre a atividade e inscrição pelo endereço www.pjtaubate.org/ampliada2013 _______________________________ Pamela Santos Coordenadora Diocesana da Pastoral da Juventude


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Diocese em foco

Aniversário de sua Excelência Reverendíssima Dom Carmo

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o dia do natalício de nosso bispo diocesano, 16 de maio, houve almoço na residência teológica Cura d’Ars. Além dos seminaristas, padres de diversas paróquias se fizeram presentes para celebrar essa data tão especial. Sem dúvida, comemorar

AJUDE ESTA OBRA

Casa de Recuperação “Filhos de Maria”

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Taubaté - SP

sta será nossa tentativa de colocar no cotidiano a oportunidade que recebemos do nosso Mestre Maior, o aprendizado sobre a maior das virtudes necessárias: A CARIDADE. A Casa de Recuperação “Filhos de Maria” é uma entidade sem fins econômicos, com duração por tempo indeterminado, que acolhe gratuitamente pessoas maiores de idade do sexo masculino, e vem trabalhando através da providência Divina, com sede à Av. Imaculada, 1770 – Fonte Imaculada - Taubaté –SP. A Casa de Recuperação “Filhos de Maria” tem por objetivo a recuperação e reinserção social de pessoas abandonadas pela família e/ ou pela sociedade através de Abordagem de Rua. Pretende oferecer além de assistência social, espiritual, encaminhamento para assistência médica (gratuita), fazendo-os recuperar a saúde física e a auto-estima, para que se sintam de novo, cidadãos. A Casa de Recuperação “Filhos de Maria”, oferece: cama, 2 (dois) banhos diários, 4 (quatro) alimena vida do pastor diocesano é dar tações diárias, doação de roupas e graças a Deus que não cessa de calçados, já que todos chegam sochamar trabalhadores para sua vi- mente com as roupas do corpo e em nha e de cuidar de Seu povo através péssimo estado. dos pastores que vocaciona. Que o A Casa de Acolhimento “FiSenhor abençoe a Dom Carmo e o lhos de Maria” tem como objetivo conserve firme em seu importantís- reintegrá-los ao ambiente familiar, simo ministério eclesial! e a inserção à sociedade através de

uma oportunidade de emprego em empresas parceiras, utiliza-se ainda de trabalhos na área de assistência espiritual (ex. Orações e Partilhas) e laborterapias, onde os pares tem participação diária efetiva e rotativa de limpeza, cozinha, horta, paisagismo e etc. A Casa de Recuperação “Filhos de Maria” na dedicação de suas atividades nelas previstas configura-se mediante a execução direta de projetos, programas, por meio de doação de recursos físicos, humanos e financeiros, prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins econômicos e a órgãos do setor público que atuem em áreas afins. Caro amigo (a), a Casa de Recuperação Filhos de Maria, em parceria com a Mitra Diocesana, de Taubaté está construindo a sua nova sede no bairro Pinheirinho, e para realizarmos este trabalho precisamos de ajuda, por isto viemos pedir a sua colaboração; com seu gesto de Caridade poderemos continuar nossos trabalhos. DOAÇÕES pelo telefone (12) 9164-5832 ou pelo e-mail carfimsobriedade@hotmail.com Desde já, agradecemos a sua colaboração e que DEUS lhe abençoe. ________________________________ Marcos Aurélio Bento Diretor Presidente “Missão Enxugando as lágrimas de Cristo”


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Diocese em foco

Paróquia Santo Antônio de O Encontro de Casais em 2ª União Lisboa realiza Retiro Paroquial e Situaçþes Especiais foi um sucesso e atingiu seu objetivo

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Pastoral Familiar da Paróquia São Cristóvão agradece a presença de todos que compareceram e ajudaram a realizar o Encontro de Casais em 2ª União e Situaçþes Especiais, que aconteceu dia 26 de Maio de 2013 das 8hs às 18hs no salão paroquial. Durante o evento foram utilizados dinâmicas, músicas, palestras e momento de adoração ao Santíssimo, proporcionando um encontro com Jesus. O Encontro foi um sucesso atingindo os objetivos esperados. A Pastoral aproveita para agradecer o apoio do Padre Sebastião CÊsar Moreira, Padre Lelis, pastorais, movimentos, comunidades e presença dos Palestrantes: Diåcono Elias, Diåcono Francisco, Padre Sebastião CÊsar Moreira e Diåcono João Bosco; que explanaram com louvor.

J

ĂĄ faz parte da vida da ParĂłquia Santo AntĂ´nio de Lisboa realizar um retiro mensal sempre no primeiro domingo do mĂŞs, das 8h Ă s 12h numa ChĂĄcara do Residencial Paduan. No Ăşltimo dia 05 de maio p.p., coube ao seminarista e estagiĂĄrio pastoral Kleber Santos Junior - 4Âş ano de Teologia de nossa Diocese â&#x20AC;&#x201C; pregar o mesmo. Na dinâmica da vida pastoral da Igreja, a partir do Documento de Aparecida, com base na prioridade do discipulado-missionĂĄrio, o tema foi exatamente o encontro pessoal com Jesus, dado essencial para a vida do discĂ­pulo, que o alimentando â&#x20AC;&#x201C; o encontro com Jesus -, torna-se discĂ­pulo â&#x20AC;&#x201C; no encontro com os irmĂŁos. A ĂŞnfase foi dada Ă  vida de oração, aos momentos de intimidade com Deus atravĂŠs da leitura orante da BĂ­blia e da adoração silenciosa ao SantĂ­ssimo Sacramento. Foram dois momentos em que se abordou

a relação com o mestre atravĂŠs da amizade verdadeira e a amizade com a causa do mestre, a construção do reino de Deus, na vida comunitĂĄria, junto aos irmĂŁos. O texto norteador foi Jo 15, 12-17: â&#x20AC;&#x153;NĂŁo vos chamo servos, mas amigos!â&#x20AC;? Ao tĂŠrmino do mesmo, constatou-se que ĂŠ preciso fascinar-se pelo mestre, desejar um relacionamento estĂĄvel com Ele que precisa ser alimentado sempre. Como bem disse Santo InĂĄcio de Loyola: â&#x20AC;&#x153;Ă&#x2030; preciso viver a prĂ��pria oração e orar a prĂłpria vidaâ&#x20AC;?, num relacionamento Ă­ntimo, prĂłximo, de verdadeira amizade. Percebeu-se a necessidade de se dedicar Ă  vida de oração, antes da vida pastoral, ou melhor, junto dela. Ă&#x2030; preciso testemunhar a fĂŠ de modo concreto, sem, no entanto, deixar de rezĂĄ-la, de tirar um tempo diĂĄrio a ser empregado nesta causa, para que abastecidos em nosso encontro Jesus, levemos outros para o mesmo encontro.

A Diocese de TaubatĂŠ convida todos para assistir Ă  palestra Ă&#x2030;tica: DiĂĄlogo e Compromisso GH1LOR$XJXVWLQL 3URIHVVRU3HVTXLVDGRU &RQIHUHQFLVWDH(VFULWRU

no dia 22/06 Ă s 15h. $VLQVFULo}HVSRGHPVHUIHLWDVQR blog culturaemdialogo.blogspot.com Local: Mitra Diocesana

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XV Assembleia Diocesana de Evangelização e Pastoral

“Sentir com Cristo e a Igreja”

O

lema episcopal de nosso Bispo, Dom Carmo João Rhoden, sintetiza em muito a sensibilidade que o Espírito Santo tem despertado em toda a Igreja, e por isso também, nesta Diocese. Esta sensibilidade consiste em ‘olhar’ para Cristo e ‘olhar’ para a Igreja, os passos que antecedem, que criam condições para uma sadia forma de compreender o mundo, ver-se nele, e assim atuar, ser protagonista. Também o lema tomado para a XV Assembleia Diocesana de Evangelização e Pastoral, “Por causa de tuas palavras lançarei as redes” (Lc 5,5), dão conta de expressar estes movimentos fundamentais do ser cristão. Partir de Cristo é deixar-se interpelar por sua Palavra, atentos a Ele mesmo, para a realização do seu querer, que não é senão “que todos tenham vida e vida em plenitude” (Jo 10, 10). Foi em função desse imperativo cristão, que no dia 11 de maio, sua Excelência Reverendíssima Dom Carmo João Rhoden, o Coordenador Diocesano de Pastoral Padre Leandro Alves e o clero diocesano, assim como coordenadores e líderes de comunidades, reuniram-se

no Seminário Diocesano de Teologia Cura D’Ars, para alimentar a identidade própria do ser cristão, ser ‘discípulos e missionários’ – com a expressiva contribuição do Pe. José Adalberto Vanzella e Pe. Osmar Cavaca. Na ocasião, tratou-se de refletir as linhas gerais pela qual a fé e a caridade com que impregnam os discípulos desta Igreja particular, buscarão consolidar com a graça de Deus o projeto que é de Cristo e da Igreja, de cada cristão missionário: a construção do Reino.


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O caminho não poderia ser avesso ao de Cristo Mestre. Donde a necessidade de partir de Cristo, de seus princípios, de suas opções, como afirmou Pe. Osmar Cavaca. O que no contexto pastoral poderia ser compreendido pela luz das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE), pela preferencia pelas urgências da ação pastoral, que são cinco. A constar; 1- Igreja em estado permanente de missão, 2- como casa da iniciação à vida cristã, 3- como lugar de animação bíblica da vida e da pastoral, 4- como comunidade de comunidades, 5 - a serviço da vida plena de todos. É a partir destas urgências que os participantes da Assembleia discorreram sobre as perspectivas de ação cabíveis nesta Diocese, nas paróquias nela existentes, e nas pastorais e movimentos que nela presentes. Em breve, teremos em mãos a redação das Diretrizes da Ação Pastoral e Evangelização frutos desta Assembleia. Enquanto esperamos, seria interessante ‘visitar’ ou ‘revisitar’ as “Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011-2015) e o “Documento de Aparecida”, que são as bases de toda a ação da Igreja no Brasil atualmente. Mas, como bem exortou Sua Excelência Reverendíssima Dom Carmo: “Sei, e muito bem, que não bastam, apenas, bons planejamentos pastorais. Estes são, certamente, um pressuposto indiscutível, porém, o que conta mesmo é o que estamos dispostos a assumir nas paróquias e comunidades de ora em diante, a partir do espírito de comunhão e participação, inspirador de nossa ação eclesial”. Devemos alimentar sempre mais nossa “fé-amor-esperança”, virtudes teologais que nos unem a Deus, que nos pede, como aos primeiros discípulos, para lançar as redes mais uma vez. O grande legado decorrente desta Assembleia Diocesana se realiza, além das pistas de ação, na consciência crescente e revitalizada de que a ação da

Igreja, uma vez atenta a Palavra de Cristo, há de colher os seus frutos em tempo próprio. Consciência de que os desafios próprios desta ‘época de mudanças e mudança de época’ não se enfrentam sozinhos.

Assim, este artigo se encerra ecoando as palavras de Dom Carmo ao concluir as atividades da Assembleia, que uma vez dita por Cristo não perdese no tempo, que não cessa ao desligar os sons dos PLFURIRQHV É a fé e a experiência feita pelos verdadeiros discípulos e missionários. A da fidelidade que decorre da promessa de Jesus. “Não tenhais medo, eu estou convosco”! (cf. Mt 28, 19-20).


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reflexĂŁo

O Papa e a maturidade cristĂŁ

Ă&#x20AC;

ĂŠpoca da renĂşncia do Papa Bento XVI, no Brasil, um filĂłsofo escreveu que ele tinha a coragem de falar sĂŠrio para um mundo infantilizado, quando outros â&#x20AC;&#x153;formadores de opiniĂŁoâ&#x20AC;? falavam coisas apenas para agradar o pĂşblico. Referindo-se aos comentĂĄrios sobre o afastamento do Papa e a escolha de seu sucessor, no mesmo artigo, esse filĂłsofo afirmava que nĂŁo se queria de fato um papa, mas â&#x20AC;&#x153;um consul-

De novo, espantosa a capacidade de dizer coisas de modo objetivo e direto, revelando um pensamento claro e distinto. Segundo ele mesmo confessa em seu artigo, essas sĂŁo qualidades suas aprendidas num colĂŠgio jesuĂ­ta. O filĂłsofo citado ĂŠ Luiz Felipe PondĂŠ. Toda segunda-feira sai um artigo seu, no caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo. Em seus artigos ele costuma colocar em evidĂŞncia que ĂŠ necessĂĄrio ter coragem de ouvir e, depois, pensar e refletir. Sem essa coragem nĂŁo serĂĄ possĂ­vel mudar, crescer, amadurecer. Em vĂĄrios artigos meus, publicados nesse periĂłdico, tor de sucesso espiritualâ&#x20AC;?. chamei a atenção para essa Achei a expressĂŁo formidĂĄ- caracterĂ­stica dos tempos vel porque muita acertada. atuais: a imaturidade. Verdade dita com coragem em pouquĂ­ssimas palavras. Muita gente se VHQWHOLYUHSDUDID]HU 0DLVDIUHQWHHOH e dizer o que bem escreve: â&#x20AC;&#x153;a maioria das entende, porĂŠm, pessoas quer apenas nĂŁo quer assumir a comprar, divertir-se, ter responsabilidade pelos uma autoestima alta, seus atos. Menos ainda, gozar livremente, nĂŁo quer pagar a conta, isto sentir culpa alguma; ĂŠ, nĂŁo quer arcar com HQÂżPWHUXPDYLGD as consequĂŞncias do moral de criança de dez TXHID]HGL] anos de idadeâ&#x20AC;?.

Em vez de se dar ao trabalho de agir como pessoa adulta e responsĂĄvel, prefere lançar mĂŁo de subterfĂşgios, buscam um bode expiatĂłrio ou tentam uma saĂ­da na base do â&#x20AC;&#x153;jeitinho brasileiroâ&#x20AC;?. Tentam entorpecer a consciĂŞncia em vez de enfrentar os prĂłprios pecados. Tem aqueles ainda, que querem ter um pĂŠ na estrada do mundo materialista, hedonista e egoĂ­sta e outro, ao mesmo tempo, no caminho do Reino de Deus. Desconsideram a mĂĄxima evangĂŠlica que diz ser impossĂ­vel servir a dois senhores (cf. Mt 6,24, a propĂłsito, vale refletir a passagem sobre o jovem rico, Mt 19,16-26). HĂĄ tambĂŠm, os que insistem nos seus direitos, mas, ressentem-se quando sĂŁo cobrados de seus deveres religiosos. PondĂŠ, que nĂŁo afirma ser um fiel da Igreja, apenas simpatizante, aponta, contudo, um ponto crucial da espiritualidade cristĂŁ. Ou enfrentamos corajosamente a verdade sobre os nossos pecados, sobre a moralidade

de nossos atos, ou nĂŁo vamos crescer espiritualmente. RestarĂĄ, entĂŁo, seguir uma espiritualidade infantilizada, a toda hora pedindo colo para Deus, fazendo bico quando ĂŠ contrariado em seus desejos que se opĂľem aos princĂ­pios evangĂŠlicos ou mostrando carinha de coitadinho esperando que o papai passe a mĂŁo na cabeça dando aval para que continue a cometer livremente e sem culpa os pecados que pratica. No evangelho ĂŠ fĂĄcil identificar Jesus acolhendo os pecadores. Contudo, lĂĄ estĂĄ tambĂŠm, esse mesmo Jesus despedindo o pecador perdoado dizendo-lhe â&#x20AC;&#x153;vai, e de agora em diante nĂŁo peques maisâ&#x20AC;? (Jo 8,11). E quantas vezes ele devolveu a pergunta quando, sabidamente, o interlocutor queria apenas justificar seus atos, eximindo-se da culpa, para continuar em seu erro sem ter que â&#x20AC;&#x153;pagar a penaâ&#x20AC;? por isso. _________________________ Pe. Silvio JosĂŠ Dias

beatificação

Dia 4 de Maio de 2013 - Beatificação de Nhå Chica Beatificação de Francisca de Paula de Jesus, carinhosamente chamada pelo povo de Nhå Chica, no såbado, 4 de maio de 2013, na cidade mineira de Baependi. O reconhecimento pela Igreja da santidade de Nhå Chica, passado pouco mais de cem anos de sua morte, confirma a importância de se colocar em relevo o exemplo de sua vida Conferência Nacio- de fidelidade a Cristo e ao nal dos Bispos do seu Evangelho. Brasil, com toda a Igreja, A Beatificação de Nhå louva e bendiz a Deus pela Chica Ê uma mensagem de

A

extraordinĂĄrio significado e importância para nossa Igreja. Filha e neta de escravos, analfabeta, ĂłrfĂŁ ainda criança, viveu no escondimento, na pobreza e na simplicidade. Devota de Nossa Senhora da Conceição, consagrou seu tempo e consumiu sua vida, como leiga que testemunha a fĂŠ, servindo Ă s pessoas, especialmente na nobre tarefa de escutar e aconselhar. Seu cuidado com os mais pobres rendeu-lhe o belo tĂ­tulo de â&#x20AC;&#x153;MĂŁe dos pobresâ&#x20AC;?. Aos

que lhe atribuĂ­am favores especiais, respondia com a verdade de quem crĂŞ: â&#x20AC;&#x153;Isso acontece porque rezo com fĂŠâ&#x20AC;?. A biografia de NhĂĄ Chica revela sua vida de intimidade com Deus e nos estimula a buscar o ideal proposto por Cristo, como nos lembra SĂŁo Paulo: â&#x20AC;&#x153;A vontade de Deus ĂŠ esta: a vossa santificaçãoâ&#x20AC;? (1Ts 4,3). O testemunho de nossa mais nova Beata torna-se, portanto, convite irrecusĂĄvel a viver intensamente o

encontro com Jesus Cristo que â&#x20AC;&#x153;implica necessariamente amor, gratuidade, alteridade, unidade, eclesialidade, fidelidade, perdĂŁo e reconciliaçãoâ&#x20AC;? e leva cada discĂ­pulo-missionĂĄrio a se tornar â&#x20AC;&#x153;fonte de paz, justiça, concĂłrdia e solidariedadeâ&#x20AC;? (cf. DGAE, 16). Que a Beata NhĂĄ Chica alcance de Deus graças e bĂŞnçãos para todo o povo brasileiro e nos ensine a trilhar o caminho da santidade, vivendo na simplicidade e na pobreza evangĂŠlicas.


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juventude

QUEM AMA NĂ&#x192;O ENVELHECE

F

az tempo que eu venho comando bonito e eficiente pensando sobre isto. do nosso querido irmĂŁo PaPor um lado ĂŠ que eu nĂŁo dre Cleber Sanches, scj. â&#x20AC;&#x153;cresciâ&#x20AC;? por dentro. Ainda Estando monsenhor me sinto bem â&#x20AC;&#x153;jovemâ&#x20AC;? e, (XJrQLRHPIpULDV talvez erroneamente - porneste seu â&#x20AC;&#x153;ano que hĂĄ muito jovem maduVDEiWLFR´HXÂżTXHL ro e equilibrado apesar da como administrador pouca idade - eu extravaso temporĂĄrio do SantuĂĄrio esta minha â&#x20AC;&#x153;juventudeâ&#x20AC;? inde Santa Teresinha e terior com brincadeiras, pia- em conversa com meus dinhas, malĂ­cias atĂŠ o que â&#x20AC;&#x153;paresâ&#x20AC;? lĂĄ, tomamos a decepciona uns e escandaliiniciativa de celebrar za outros. Tenho pago caro, WRGD~OWLPDTXLQWDIHLUD muito caro este â&#x20AC;&#x153;estereĂłtiGRVPHVHVGH poâ&#x20AC;? que criei para mim. atĂŠ a Jornada de Julho, O Salmo 138 diz que Ele uma missa solene e me conhece mesmo antes especial, Ă s 22 h, no de ter criado todo o unisantuĂĄrio, convidando verso, e como sei que ĂŠ Jepadres especiais, que sus quem chama quem Ele DWUDHPRVÂżpLVHVmR quer, e Ele me chamou (vou por eles queridos, fazer trinta anos de padre entre tantos e entre no final deste ano) eu fico outros, para virem meio que, tranquilo, porque â&#x20AC;&#x153;agitarâ&#x20AC;? nossa juventude afinal de contas, eu tenho QDTXHODSDUyTXLD procurado dar o mĂĄximo Temos lĂĄ alguns grupos de mim para fazer jus a este de jovens fantĂĄsticos: o chamado e tenho procurado J.A.C. (Jovens amigos do usar o meu jeito de ser pra Cursilho), o SĂŁo Marcos, o me aproximar ao mĂĄximo JUST, os coroinhas e outros das pessoas, e mostrar-lhes que circulam por lĂĄ. Apao amor de Jesus, inclusive rentemente Santa Teresinha para os jovens. parece uma comunidade Os jovens tem sido o alvo de toda a preocupação ou priorização da Igreja neste Ano da FĂŠ, principalmente no Brasil. A Campanha da Fraternidade versou sobre este tema, o Papa vem para se encontrar com os jovens no Brasil nesta prĂłxima jornada de Julho, no Rio e todo o trabalho bonito que o Setor Juventude desenvolve em nossa diocese, sob o

Santa, fomos nĂłs mesmos, os padres do santuĂĄrio que presidimos com os jovens, a cerimĂ´nia do Lava-PĂŠs e as posteriores vigĂ­lias e oraçþes. Em Abril veio padre Rodrigo Natal. Em Maio veio padre JoĂŁozinho Almeida. Foi maravilhosa a celebração. Na penumbra, com todos os jovens â&#x20AC;&#x153;apinhadosâ&#x20AC;? em torno do Altar, Padre JoĂŁozinho celebrou com eles a festa do Corpus Christi. Foi uma benção.

Ainda teremos a Ăşltima missa, antes da jornada em 28/6... estamos preparando uma grande surpresa para toda aquela juventude de idade e de coração. Como prova da alegria de Jesus com esta promoção de nossos jovens, houve uma alteração, de Ăşltima hora, no roteiro da Cruz da Jornada e do Ă­cone de Nossa Senhora, e, assim que eles chegaram na base aĂŠrea do ExĂŠrcito, ao invĂŠs de irem aos presĂ­dios, padre Cleber nos trouxe a cruz e o Ă­cone para o SantuĂĄrio de Santa Teresinha, e lĂĄ fitradicional e â&#x20AC;&#x153;das antigasâ&#x20AC;&#x2122;, cou conosco por umas boas mas vivendo lĂĄ, a gente se horas. depara com jovens maraviNosso vigĂĄrio-paroquial lhosos que dĂŁo um ânimo presidiu uma celebração aquele quase centenĂĄrio belĂ­ssima onde aqueles templo. Eles organizaram mesmos jovens puderam tudo e vieram em Janeiro, cantar e louvar os sĂ­mboo prĂłprio padre Cleber, scj; los do amor de Cristo e da em Fevereiro, o padre Luiz Igreja para com eles. Foi Gustavo, da MissĂŁo Sede emocionante. O Jornal Santos, em Março, como â&#x20AC;&#x153;O LĂĄbaroâ&#x20AC;? noticiou este a Ăşltima quinta-feira coin- evento e ele estĂĄ marcado cidiu com a Quinta-Feira em nosso coração. PorĂŠm,

quando a gente chega, todos os dias para abrir aquele mesmo santuĂĄrio e vemos â&#x20AC;&#x153;um monteâ&#x20AC;? de jovens, tomados pelo ĂĄlcool, pelas drogas, mormente pelo â&#x20AC;&#x153;crackâ&#x20AC;? ali, deitados nas escadarias do santuĂĄrio e nĂŁo temos como falar com eles ou fazĂŞ-los sentir-se parte desta Igreja que os ama e que os quer sadios e santos a nos ajudar a viver este seguimento da Cruz de Cristo, como fez Maria (por isso que o Ă­cone da MĂŁe acompanha a Cruz do Filho) nĂłs ficamos extremamente decepcionados e tristes. A tristeza e a ansiedade sĂŁo maiores naqueles jovens que se reĂşnem em nosso centro de pastoral e nĂŁo conseguem fazer quase nada para aqueles outros que estĂŁo por ali.... entre eles, inclusive um sobrinho meu, de trinta e poucos anos que deixou mulher e filhos e se foi para â&#x20AC;&#x153;este mundoâ&#x20AC;?. Vejo o sofrimento de meu irmĂŁo ao vĂŞ-lo sair.... Ă s vezes ele volta, abrimos as portas e coração, meu irmĂŁo vibra e â&#x20AC;&#x153;o pega no coloâ&#x20AC;?, mas o apelo do mundo ĂŠ maior do que o amor da famĂ­lia sofrida e desta Igreja que nunca serĂĄ completa ou plena enquanto um desses jovens ainda nĂŁo estiver conosco.

minho (como na parĂĄbola do â&#x20AC;&#x153;bom samaritanoâ&#x20AC;?) se deixem ajudar e ouçam o que Jesus disse e diz: â&#x20AC;&#x153;vai, desfaze-se de tudo isto que estĂĄ te fazendo sofrer, vem e segue-meâ&#x20AC;?... Era preciso que eles voltassem, como voltou o â&#x20AC;&#x153;filho prĂłdigoâ&#x20AC;?.... e nĂłs que estamos na â&#x20AC;&#x153;casa do Paiâ&#x20AC;?, somos como os irmĂŁos mais velhos que precisamos convencĂŞ-los a voltar e entrarmos com eles, definitivamente para o banquete do Pai, que dĂĄ o Seu prĂłprio Filho para ser o nosso banquete de amor e de eternidade. Confesso que nĂŁo tenho sido capaz... tomara que o Papa Francisco venha e nos ensine, com sua simpatia e fidelidade, a os trazer de volta e, juntos, possamos â&#x20AC;&#x153;reconstruirâ&#x20AC;? a Igreja de Jesus. Eu preciso que minha â&#x20AC;&#x153;juventudeâ&#x20AC;? interior fosse, agora, madura e fiel e fizesse todos estes jovens, pelo menos estes que estĂŁo ao redor de Santa Teresinha, a â&#x20AC;&#x153;eterna jovem nas mĂŁos do Senhorâ&#x20AC;? tambĂŠm amadurecer, crescer e se plenificar no mandamento do Amor, que â&#x20AC;&#x153;nĂŁo passa nuncaâ&#x20AC;?, que nĂŁo deixa envelhecer... que plenifica... que dĂĄ o cĂŠu! AmĂŠm!

_________________________ Pe. Fred Administrador ParoIsto me lembra a histĂłria quial da ParĂłquia Nossa Sedo jovem rico, que se apli- nhora do RosĂĄrio - SantuĂĄrio ca aqui: ĂŠ preciso que estes Santa Teresinha e CapelĂŁo do jovens caĂ­dos Ă  beira do ca- ColĂŠgio Idesa


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IGREJA DO ROSÁRIO Em agosto de 2011 a empresa Concrejato, a título emergencial, após identificação das patologias existentes, interveio junto a edificação com ações emergenciais e imediatas:

‡ 5HPRomR GH HQWXOKR do revestimento acumulado nos pisos, para acompanhamento e verificação de novos desplacamento;

‡([HFXomRGHDUJDPDVVD externa, de base cal, para ‡ 5HSDUR GDV FDOKDV GD recomposição dos pontos Igreja sanando as infiltra- sem revestimento na taipa, ções que nelas tem sua ori- para proteção da mesma; gem; ‡ ,GHQWLILFDomR H WHVWHV ‡ 5HSDUR H FRPSOHPHQ das tubulações existentes tação das calhas do edifício na fachada, com a removizinho, sanando o derra- ção da tubulação obsoleta mamento de água pluvial ou danificada; na parede de taipa; ‡ 7DPSRQDPHQWR GH ‡)HFKDPHQWRGRYmRGH frestas na calçada externa, caixilho aberto na fachada em pontos onde é possível lateral; a entrada de água junto à parede;

A

Igreja Nossa Senhora do Rosário, de Taubaté, é uma construção do século XVIII, concluída no século XIX, edificada em taipa de pilão com paredes que superam um metro de espessura. Possui sua cobertura em estrutura, forro e pisos de madeira e telha de cerâmica. Sua implantação corresponde a aproximados 609 m², divididos entre a Nave Principal, Altar Mor, corredores laterais e salas de apoio. A Igreja foi tombada pelo Decreto municipal 8.209 de 14 de dezembro de 1995, em reconhecimento da relevância Cultural que tem para todo o Vale do Paraíba. Em setembro de 2010 foi interditada pela Defesa Civil de Taubaté haja vista a precariedade da edificação, medida essa corroborada com a Diocese de Taubaté, por primar pela

APOIO :

segurança física dos transeuntes e fieis frequentadores da Igreja. Desde então a Diocese, por meio da Fundação Dom Couto, busca meios de viabilizar o Restauro da Igreja do Rosário. Em 2.011 protocolou junto a Secretaria de Cultura no Programa de Ação Cultural – Lei Nº 12.268/06 (PROAC) o projeto de Restauração da Igreja do Rosário, a fim de conseguir subsidio pela Lei de Incentivo Fiscal/ICMS. Em fevereiro de 2012 foi publicado em DO sua aprovação. Desde então busca-se junto à iniciativa privada meios que viabilize a realização dos projetos que culminarão no restauro da Igreja. Ressalta-se acerca do orçamento do Proac: Projeto Cultural de Restauração restauro foi aprovado em R$499.988,30, compreendendo à aprovação

do projeto Cultural os projetos complementares como estrutura, Bombeiros, acessibilidade, elétrica, hidráulica, serviços esses que são específicos de engenheiros e não de arquitetos, ainda o projeto de restauro no valor de R$ 65.000,00. Todos os itens e valores foram aprovados pela Secretaria de Estado da Cultura através do PROAC e o índice de referência adotado foi da CPOS boletim 156, este foi disponibilizado ao presidente e representantes da ACIST, bem como ao diretor do Sindicato dos Engenheiros e é um documento Público. No mais o projeto Cultural prevê por Lei a divulgação da Secretaria de Cultura do Estado – Proac bem como das empresas patrocinadoras e apoiadoras, as quais desde já somos eternamente gratos.


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No dia 22 de abril de 2013, a empresa Concrejato iniciou na Igreja do Rosário, novas intervenções de emergência e necessárias que precedem as medidas protetivas no entorno da Igreja, seja com tapumes ou telas. ‡ 2V WUDEDOKRV YLVDP j UHPR ção dos revestimentos com risco de queda em toda sa fachadas da Igreja, refazimento dessas áreas com argamassas de e cal, compatível com revestimento existente;

Ressalta-se que essas intervenções são necessárias, mas preliminares. Somente após a elaboração e aprovação dos Projetos de Restauração e os complementares é que poderão ser realizadas atividades relativas à execução de serviços de intervenção, restauração e revitalização da Igreja do Rosário. Atualmente patrocinam o Projeto Cultural da Restauração da igreja as empresas Campo Limpo e Viapol e contamos com o apoio do Ciesp, Formarte, Concrejato, Sindicato dos Engenheiros de Taubaté. Espera-se que, brevemente, seja aumentado o número de patrocinadores e apoiadores ao Projeto Cultural de Restauração para o quanto antes se realizar o sonho de ter a Igreja do Rosário restaurada,

‡5HYLVmRJHUDOQDVFDSWDo}HVGH águas pluviais a fim de conter os problemas relativos a infiltrações ocorridas. ‡ 5HPRomR GDV WXEXODo}HV QR interno da taipa, colocação de novas tubulações com devidos tamponamentos, ficando estes externamente; ‡5HPRomRGHHQWXOKRGRUHYHV timento acumulado nos pisos para acompanhamento e verificação.

afinal por meio de nossos patrimônios históricos deixamos viva a memória de um povo. _________________________ Lílian Mansur Diretora Executiva- FDC Diocese de Taubaté OAB/SP:300.400

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nota da CNBB

Maioridade Penal

A ConferĂŞncia Nacional dos Bispos do Brasil divulgou uma nota sobre a redução da maioridade penal, na quinta-feira, 16 de maio, durante apresentação do balanço da reuniĂŁo do Conselho Episcopal Pastoral (CONESP). $&1%%ÂłUHDILUPD que a redução da maioridade nĂŁo ĂŠ a VROXomRSDUDRILP da violĂŞnciaâ&#x20AC;?. Assim, a â&#x20AC;&#x153;Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando IDYRUHFLGRHPVHXV direitos bĂĄsicos e pelas oportunidades GHIRUPDomRLQWHJUDO nos valores que GLJQLILFDPRVHU humanoâ&#x20AC;?. â&#x20AC;&#x153;Bem-aventurados os que promovem a o adolescente com penalipaz, porque serĂŁo FKDPDGRVILOKRVGH dades no âmbito carcerĂĄrio seria maquiar a verdadeira 'HXV´ 0W

causa do problema, desviando a atenção com resdebate sobre a redu- postas simplórias, inconseção da maioridade pe- quentes e desastrosas para nal, colocado em evidência a sociedade. mais uma vez pela comoção provocada por crimes A campanha sistemåbårbaros cometidos por tica de vårios meios de adolescentes, conclama- comunicação a favor da -nos a uma profunda re- redução da maioridade peflexão sobre nossa respon- nal violenta a imagem dos sabilidade no combate à adolescentes esquecendoviolência, na promoção da -se de que eles são tambÊm cultura da vida e da paz e vítimas da realidade injusta no cuidado e proteção das em que vivem. Eles não são novas geraçþes de nosso os principais responsåveis país. pelo aumento da violência

O

A delinquência juvenil Ê, antes de tudo, um aviso de que o Estado, a Sociedade e a Família não têm cumprido adequadamente seu dever de assegurar, com absoluta prioridade, os direitos da criança e do adolescente, conforme estabelece o artigo 227 da Constituição Federal. Criminalizar

que nos assusta a todos, especialmente pelos crimes de homicĂ­dio. De acordo com a ONG Conectas Direitos Humanos, a maioria dos adolescentes internados na Fundação Casa, em SĂŁo Paulo, foi detida por roubo (44,1%) e trĂĄfico de drogas (41,8%). JĂĄ o crime de latrocĂ­nio atinge 0,9% e o de homicĂ­dio, 0,6%. Ă&#x2030;,

das socioeducativas, mas tambÊm o investimento para uma educação de qualidade, alÊm de políticas públicas que eliminem as desigualdades sociais. Junta-se a isto a necessidade de se combater corajosamente a praga das drogas e da complexa estrutura que a sustenta, causadora de inúmeras situaçþes que levam os adolescentes à violência.

ĂŠ a solução para o fim da violĂŞncia. Ela ĂŠ a negação da Doutrina da Proteção Integral que fundamenta o tratamento jurĂ­dico dispensado Ă s crianças e adolescentes pelo Direito Brasileiro. A Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus direitos bĂĄsicos e pelas oportunidades de formação integral Adotada em 42 paĂ­ses de nos valores que dignificam 54 pesquisados pela UNI- o ser humano. CEF, a maioridade penal aos 18 anos â&#x20AC;&#x153;decorre das NĂŁo nos cansemos de recomendaçþes internacio- combater a violĂŞncia que nais que sugerem a exis- ĂŠ contrĂĄria ao Reino de tĂŞncia de um sistema de Deus; ela â&#x20AC;&#x153;nunca estĂĄ a serportanto, imoral querer in- justiça especializado para viço da humanidade, mas a duzir a sociedade a olhar julgar, processar e respon- desumanizaâ&#x20AC;?, como nos repara o adolescente como se sabilizar autores de delitos cordava o papa Bento XVI fosse o principal responsĂĄ- abaixo dos 18 anosâ&#x20AC;? (UNI- (Angelus, 11 de março de vel pela onda de violĂŞncia CEF). Reduzi-la seria â&#x20AC;&#x153;ig- 2012). Deus nos conceda a norar o contexto da clĂĄu- todos um coração materno no paĂ­s. sula pĂŠtrea constitucional que pulse com misericĂłrdia â&#x20AC;&#x201C; Constituição Federal, art. e responsabilidade pela pesO Estatuto da Criança HGR$GROHVFHQWH (&$  228 â&#x20AC;&#x201C;, alĂŠm de confrontar a soa violentada em sua adoConvenção dos Direitos da lescĂŞncia. Nossa Senhora ao contrĂĄrio do que se Criança e do Adolescente, Aparecida proteja nossos propaga injustamente, as regras MĂ­nimas de Bei- adolescentes e nos auxilie ĂŠ exigente com o DGROHVFHQWHHPFRQĂ&#x20AC;LWR jing, as Diretrizes para Pre- na defesa da famĂ­lia. com a lei e nĂŁo compactua venção da DelinquĂŞncia Juvenil, as Regras MĂ­nimas com a impunidade. _________________________ para Proteção dos Menores Ele reconhece a CNBB Privados de Liberdade (Reresponsabilização do Dom JosĂŠ BelisĂĄrio da Silva adolescente autor de ato gras de Riad), o Pacto de Arcebispo de SĂŁo LuĂ­s do MaLQIUDFLRQDOPDVDFUHGLWD San JosĂŠ da Costa Rica e ranhĂŁo, Presidente da CNBB o Estatuto da Criança e do na sua recuperação, Adolescenteâ&#x20AC;? (cf. Declara- em exercĂ­cio por isso propĂľe a ção da CNBB contra a re- Dom Sergio Arthur Braschi aplicação das medidas dução da maioridade penal Bispo de Ponta Grossa, Vicesocioeducativas que -Presidente da CNBB em exervalorizam a pessoa e lhe â&#x20AC;&#x201C; 24.04.2009). cĂ­cio IDYRUHoDPFRQGLo}HV O Conselho Episcopal Dom Leonardo Ulrich Steiner de autossuperação para Pastoral da ConferĂŞncia Bispo Auxiliar de BrasĂ­lia, Seretornar a sua vida normal Nacional dos Bispos do cretĂĄrio Geral da CNBB na sociedade. Brasil (CNBB), reunido Ă&#x20AC; sociedade cabe exigir em BrasĂ­lia, nos dias 14 a do Estado nĂŁo sĂł a efetiva 16 de maio, reafirma que a implementação das medi- redução da maioridade nĂŁo


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nota da CNBB

UniĂľes estĂĄveis de pessoas do mesmo sexo

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santo do mĂŞs

13 de Junho

Santo AntĂ´nio

Na quinta-feira, 16 de maio, foi divulgada uma nota sobre uniĂľes estĂĄveis de pessoas do mesmo sexo, diante da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispĂľe sobre a â&#x20AC;&#x153;habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversĂŁo de uniĂŁo estĂĄvel em casamento, entre pessoas de mesmo sexoâ&#x20AC;?.

De acordo com a entidade, â&#x20AC;&#x153;o matrimĂ´nio natural entre o homem e a mulher bem como DIDPtOLDPRQRJkPLFD constituem um princĂ­pio IXQGDPHQWDOGR'LUHLWR Naturalâ&#x20AC;?.

competĂŞncias, pois orienta a alteração do ordenamento jurĂ­dico, o que nĂŁo diz respeito ao Poder JudiciĂĄrio, mas sim ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo 2011). A famĂ­lia, assim Congresso Nacional, a 1yVELVSRVGR&RQVHOKR constituĂ­da, ĂŠ o âmbito quem compete propor e adequado para a plena re- votar leis. Episcopal Pastoral da &RQIHUrQFLD1DFLRQDOGRV alização humana e o desenvolvimento das diversas Unimo-nos a todos Bispos do Brasil-CNBB, geraçþes, constituindo-se o que legĂ­tima e democrareunidos em BrasĂ­lia-DF, maior bem das pessoas. ticamente se manifestam nos dias 14, 15 e 16 de contrĂĄrios a tal ResoluPDLRGHGLULJLPR Ao dar reconhecimenção. Encorajamos os fiĂŠis QRVDWRGRVRVÂżpLVH to legal Ă s uniĂľes estĂĄveis e todas as pessoas de boa pessoas de boa vontade como casamento civil vontade, no respeito Ă s SDUDUHDÂżUPDURSULQFtSLR entre pessoas do mesmo diferenças, a aprofundar GDLQVWLWXLomRIDPLOLDU sexo em nosso paĂ­s, a Ree transmitir, no seio da Desejamos tambĂŠm solução interpreta a decifamĂ­lia e na escola, os varecordar nossa rejeição sĂŁo do Supremo Tribunal lores perenes vinculados Ă  Ă  grave discriminação Federal de 2011 (cf. ADI instituição familiar, para o contra pessoas devido 4277; ADPF 132). Certos bem de toda a sociedade. Ă  sua orientação sexual, direitos sĂŁo garantidos Ă s PDQLIHVWDQGROKHVQRVVR pessoas comprometidas Que Deus ilumine e SURIXQGRUHVSHLWR por tais uniĂľes, como jĂĄ ĂŠ oriente a todos em sua voprevisto no caso da uniĂŁo cação humana e cristĂŁ! iante da Resolução do civil. As uniĂľes de pesConselho Nacional soas do mesmo sexo, no BrasĂ­lia-DF, 16 de maio de Justiça (CNJ), que dis- entanto, nĂŁo podem ser de 2013 pĂľe sobre a â&#x20AC;&#x153;habilitação, simplesmente equiparacelebração de casamento das ao casamento ou Ă  facivil, ou de conversĂŁo de mĂ­lia, que se fundamen- ________________________ uniĂŁo estĂĄvel em casamen- tam no consentimento CNBB to, entre pessoas de mesmo matrimonial, na compleDom JosĂŠ BelisĂĄrio da Silva sexoâ&#x20AC;? (n. 175/2013), re- mentaridade e na reciprocordamos que â&#x20AC;&#x153;a diferença cidade entre um homem Arcebispo de SĂŁo LuĂ­s do Masexual ĂŠ originĂĄria e nĂŁo e uma mulher, abertos Ă  ranhĂŁo, Presidente da CNBB mero produto de uma op- procriação e Ă  educação em exercĂ­cio Dom Sergio Arthur Braschi ção cultural. O matrimĂ´nio dos filhos. Bispo de Ponta Grossa, Vicenatural entre o homem e a Com essa Resolução, -Presidente da CNBB em exermulher bem como a famĂ­lia o exercĂ­cio de controle cĂ­cio monogâmica constituem um princĂ­pio fundamental administrativo do CNJ Dom Leonardo Ulrich Steiner do Direito Naturalâ&#x20AC;? (Nota sobre o Poder JudiciĂĄrio Bispo Auxiliar de BrasĂ­lia, Seda CNBB, 11 de maio de gera uma confusĂŁo de cretĂĄrio Geral da CNBB

D

N

este dia, celebramos a memĂłria do popular santo â&#x20AC;&#x201C; doutor da Igreja â&#x20AC;&#x201C; que nasceu em Lisboa, em 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de PĂĄdua, na ItĂĄlia, em 1231, por isso ĂŠ conhecido como Santo AntĂ´nio de Lisboa ou de PĂĄdua. O nome de batismo dele era Fernando de BulhĂľes y Taveira de Azevedo. Ainda jovem pertenceu Ă  Ordem dos CĂ´negos Regulares, tanto que pĂ´de estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, atĂŠ ser ordenado sacerdote. NĂŁo encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligĂŞncia e memĂłria formidĂĄveis, acompanhadas por grande zelo apostĂłlico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, AntĂ´nio conheceu a famĂ­lia dos Franciscanos, que nĂŁo sĂł o encantou pelo testemunho dos mĂĄrtires em Marrocos, como tambĂŠm o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que tambĂŠm queria testemunhar Jesus com todas as forças. Ao ir para Marrocos, AntĂ´nio ficou tĂŁo doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do â&#x20AC;&#x153;Pobre de Assisâ&#x20AC;?, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as ciĂŞncias que nĂŁo atrapalhassem os irmĂŁos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo AntĂ´nio nĂŁo fez muito, pois seu maior destaque foi na vivĂŞncia e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, alĂŠm de auxiliar no combate Ă  Seita dos CĂĄtaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo AntĂ´nio serviu sua famĂ­lia franciscana atravĂŠs da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto atĂŠ morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna. Santo AntĂ´nio, rogai por nĂłs! _________________________ fonte: santo.cancaonova.com/


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Diocese de Taubaté recebe imagem Peregrina de N. Sra. Aparecida

Os Motociclistas de Nossa Senhora Aparecida, com a Imagem Peregrina Oficial do Santuário Nacional de Aparecida, visitaram as Paróquias e as Comunidades da Diocese de Taubaté

N

o dia 06 de Maio, o Padre Aluisio, Dehoniano do Sagrado Coração de Jesus, mas de coração Mariano celebrou a Santa Missa votiva à Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, em grande estilo. Todas as leituras foram dirigidas especialmente à Maria, a Mãe de Jesus. Apesar de seus setenta e seis anos de vida, Padre Aluisio transmitiu uma jovialidade sem igual. A Partir do Evangelho de Lucas, sobre a Visita de Maria à sua prima Isabel, Padre Aluisio fez uma analogia sobre a importância da Visita Peregrina da Imagem de Nossa Senhora Aparecida saindo da cidade de Aparecida do Norte e vindo ao encontro das Comunidades vizinhas, levando o Amor de Deus a todos os

seguidores de seu Filho Jesus. Ao final da celebração, Padre Aluisio, com muito Amor e carinho à Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe fez questão de tirar algumas fotos para reportagem de sua Paróquia. Os Coordenadores da Peregrinação sentiram grande emoção pela acolhida que receberam desde a primeira Comunidade que visitaram nesta Peregrinação iniciada no dia 02 de Maio e pediram a interseção de Maria Santíssima pelos Padres que acolheram a Imagem Peregrina com devoção e carinho filial. A imagem de Nossa Senhora visitou outras comunidades, como: Marlene Miranda, São João Batista, Catuçaba, São Pedro e residências.

O ATO PENITENCIAL DA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA

O

tema que abordaremos neste mês diz respeito ao Ato penitencial da Missa a partir de seu aspecto litúrgico. Para tanto, transcrevemos o texto da Instrução geral sobre o missal romano que discorre sobre “estrutura, elementos e partes da missa”, especificamente sobre o “Ato Penitencial”. Interessantíssimo perceber que a estrutura deste texto assim se apresenta: III. AS PARTES DA MISSA A) Ritos iniciais nº 29 – Ato penitencial nº 30 – Senhor, tende piedade Ou seja, a estrutura deste rito é dupla: o ato penitencial em si num primeiro momento e o “Senhor tende piedade” num segundo momento, a menos que o “Senhor tende piedade” já tenha sido rezado no próprio ato penitencial, como afirmará o texto da Instrução nº 30. Feita esta introdução, passemos agora para o próprio texto normativo da Introdução do Missal: Ato penitencial 29. Após a saudação do povo, o sacerdote ou

outro ministro idôneo poderá, com breves palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia. Em seguida o sacerdote convida ao ato penitencial, realizado então por toda a comunidade por uma confissão geral, sendo concluído com a absolvição dada pelo sacerdote.

Senhor tende piedade 30. Depois do ato penitencial inicia-se o “Senhor tende piedade”, a não ser que já tenha sido rezado no próprio ato penitencial. Tratando-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é normalmente executado por todos, participando dele o povo e o grupo de cantores ou o cantor. Via de regra, cada aclamação é repetida duas vezes, não se excluindo porem, por causa da índole das diversas línguas ou da música e das circunstâncias, um numero maior de repetições ou a intercalação de algum tropo. Se o “Senhor, tende piedade” não for cantado, seja recitado. Primeira grande consequência do estudo destes

dois números da Instrução Geral: o ato penitencial não precisa necessária, muito menos obrigatoriamente se identificar com o “Senhor tende piedade”. É muito conveniente, por exemplo, utilizar-se de outras possibilidades celebrativas no momento do ato penitencial sem se prender à exigência da aclamação “Senhor, tende piedade de nós” – que poderá ser rezada ou cantada pela assembleia após a absolvição dada por aquele que preside. Quais seriam, portanto, as possibilidades deste momento celebrativo? Inúmeras. Citaremos algumas. Partindo das sugestões oficiais contidas no Missal Romano (as 3 primeiras), apresentaremos ainda algumas outras propostas celebrativas: ‡ $ IyUPXOD FRQKHFLGD pelas suas primeiras palavras: “Confessemos os nossos pecados...” seguida da absolvição e do “Senhor tende piedade”; ‡2GLiORJRHQWUHRVDFHU dote que preside e a comunidade: Pres: Tende compaixão de nós, Senhor.

Todos: Porque somos pecadores. Pres: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia. Todos: E dai-nos a vossa salvação. Seguida da absolvição e do “Senhor, tende piedade”, (há uma versão cantada deste diálogo, o que facilitaria a sua execução. Em todo caso, tanta a primeira quanto a segunda sugestão poderão ser projetadas pelo data-show da comunidade, bastando apenas que a equipe de celebração se organize com o padre que preside a missa). ‡25LWRGDEHQomRHDV persão com água. Este rito é próprio para as celebrações dominicais e encontra-se no apêndice do missal romano, pág. 1001. O rito prescreve ainda como possibilidade a mistura do sal na água. Em ambos os casos preveja-se um canto específico referente à aspersão. ‡1RPRPHQWRGDPRQL ção inicial do rito penitencial, quando o sacerdote convida os fiéis à penitencia, o mesmo poderá propor um significativo tempo de silêncio e recolhimento como exame de consciên-

cia. A postura corporal poderá ajudar, sobretudo nos tempos penitenciais da Igreja, ficando todos de joelhos e voltados para o crucificado. Conclui-se este rito com o canto do “Senhor, tende piedade”. ‡ (QWRDU FDQWRV SHQLWHQ ciais que não apresentem o “Senhor tende piedade”, mas que se harmonizem bem com a celebração. Exemplo: o canto “Ó Pai dai-me um puro coração e renova teu Espírito em mim” poderia ser uma proposta para a festa de Pentecostes ou celebração da Crisma por ser um canto curto e eminentemente bíblico, fazendo menção ao Espírito e à conversão. Após o canto e a absolvição dada pelo presidente, o coro pode cantar o “Senhor tende piedade” ou o próprio padre poderá recitá-lo junto com a assembleia, antes do Hino de louvor. Quais deverão ser as características melódicas do canto “Senhor tende piedade”? Sobre isso iremos discorrer no próximo mês. _________________________ Pe. Roger Matheus dos Santos


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orientações jurídicas

É

Sua Comunidade e o Patrimônio

sabido de todos o conceito “Quem não registra não é dono”, ou seja, em termos de igreja, se o imóvel não estiver registrado em nome da Mitra Diocesana de Taubaté, algo está errado. Mitra Diocesana de Taubaté é a personificação jurídica da Diocese de Taubaté, é ela quem responde civilmente por tudo que diz respeito ao aspecto material da Diocese. Em nossa diocese, um imóvel (terreno, casa ou templo) que pertença à Igreja deve estar registrado em nome da Mitra Diocesana de Taubaté. Se nos registros se observa que está em nome de paróquia, igreja, capela, santo ou invocação católica, a coisa está irregular e precisa passar por um processo de retificação dos documentos, para tanto, consulte um advogado ou preferencialmente o departamento jurídico da Mitra Diocesana. É de se lembrar que escritura re-

Aniversários auxiliares paroquiais

gistrada é aquela onde se observa o número da matrícula do imóvel. Escritura sem registro, contrato de compra e venda, contrato de comodato, não garantem a propriedade do imóvel. Leia atentamente os documentos referentes ao imóvel de sua comunidade, saiba onde está arquivado, certifique-se de uma cópia está no arquivo da Mitra Diocesana e, se ocorre alguma falha na documentação, não deixe a solução por conta do próximo administrador, resolva já. Somente depois de regularizar a documentação do terreno é que a comunidade deve se preocupar com as construções e esse assunto “construção” vai merecer uma atenção especial na próxima edição. ________________________________ Amadeu Pelóggia Filho advogado da Mitra Diocesana de Taubaté

Aniversários: Bispos, Padres e Diáconos junho Ordenação

JUNHO 03 Leila (Par. São Bento) 05 Mônica (Par. N. Sra. D’Ajuda – Caçapava) 08 Pérsia (Par. Senhor Bom Jesus – Tremembé) 10 Edilene (Par. Sta. Cruz – Redenção) 10 Andreza (par. N. Sra. da Natividade) 15 Cássia (Par. N. Sra. Assunção – Pinda)

Natalício 1 - Pe. Roger Matheus dos Santos 2 - Pe. Luís Paulo de Aquino Cunha 8 - Pe. José Fernandes de Oliveira, scj 9 - Diác. Carlos Alberto de Carvalho da Silva 10 - Frei Rogério Rodrigues Dias, OFMcap 12 - Pe. Edgar Delbem, sjr 13 - Pe. Edson Carlos Alves Rodrigues 14 - Diác. Antônio Donizete dos Santos 14 - Pe. Narciso Ferreira, sdb 15 - Pe. José Vicente 20 - Pe. João Justino Sobrinho, sjc 24 - Pe. Joaquim Ferreira Xavier Júnior, sjr 29 - Pe. Moacir Francisco Pedrini, scj 30 - Pe. Celso Batista de Oliveira, sjc

3 - Frei Simão Esteves Figueredo, OFMcap 7 - Pe. Ederson Carlos Alves Rodrigues 8 - Diác. Antonio Caninéo 8 - Diác. Guilherme Leite Machado Filho 8 - Diác. Geraldo Aiello 9 - Pe. José Bonifácio Itou 20 - Côn. Elair Fonseca Ferreira 25 - Pe. Alan Rudz de Carvalho Rebelo 25 - Pe. Edson Joaquim dos Santos 28 - Frei Joaquim Dutra, OFMcap 29 - Pe. Narciso Ferreira, sdb 29 - Frei Rogério Rodrigues Dias, OFMcap 29 - Pe. Aloísio Wilibaldo Knob, scj 29 - Pe. Augusto César Pereira, scj 30 - Pe. Marlon Múcio Corrêa Silveira 30 - Côn. Pedro Alves dos Santos 30 - Diác. Edvaldo dos Santos

DIOCESE DE TAUBATÉ D/dZ/K^EdhdͲEW:ϳϮ͘Ϯϵϯ͘ϱϬϵͬϬϬϬϭͲϴϬ ǀĞŶŝĚĂWƌŽĨĞƐƐŽƌDŽƌĞŝƌĂ͕ŶǑϯϮϳ͘ĞŶƚƌŽͲdĂƵďĂƚĠͲ^W WϭϮϬϯϬͲϬϳϬ džƉĞĚŝĞŶƚĞ͗Ğ^ĞŐƵŶĚĂĂ^ĞdžƚĂͲĨĞŝƌĂ͕ĚĂƐϴŚăƐϭϮŚĞĚĂƐϭϰŚăƐϭϴŚ͘ dĞůĞĨŽŶĞ;ϭϮͿϯϲϯϮͲϮϴϱϱ

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Diocese de TaubatĂŠ

Decanatos | Decanos | ParĂłquias | PĂĄrocos HorĂĄrio de Missas DECANATO TAUBATĂ&#x2030; I

DECANATO TAUBATĂ&#x2030; III

Decano: Mons. Marco Eduardo 3632-3316

Decano: Pe. JosĂŠ Vicente 3672-1102

PARĂ&#x201C;QUIA DA CATEDRAL DE SĂ&#x192;O FRANCISCO DAS CHAGAS

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DO BELĂ&#x2030;M

PARĂ&#x201C;QUIA SANTĂ?SSIMA TRINDADE

Mons. Marco Eduardo 3632-3316

Pe. Celso Luiz Longo 3621-5170

CĂ´n. Paulo CĂŠsar 3621-3267

SĂ BADO

12h Â&#x2021; 16h

DOMINGO

Matriz Nossa Senhora do BelĂŠm DOMINGO 9h30 Â&#x2021; 19h30

7h Â&#x2021; 9h Â&#x2021; 10h30 Â&#x2021; 18h30 Â&#x2021; 20h ...................................................... Convento Santa Clara

PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O VICENTE DE PAULO

SĂ BADO

Pe. Ă&#x2030;derson Rodrigues 3621-8145

DOMINGO

Matriz: SĂŁo Vicente de Paulo DOMINGO 7h Â&#x2021; 10h Â&#x2021; 17h Â&#x2021; 19h30

19h30

7h Â&#x2021; 9h Â&#x2021; 11h Â&#x2021; 17h30 Â&#x2021; 19h30 ...................................................... SantuĂĄrio da Adoração PerpĂŠtua (Sacramentinas) DOMINGO 8h30 ..................................................... Igreja de Santana DOMINGO 9h30 (Rito Bizantino) PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DO ROSĂ RIO

DECANATO TAUBATĂ&#x2030; II Denaco: Pe. SĂ­lvio Menezes, sjc 3686-1864

PARĂ&#x201C;QUIA SAGRADA FAMĂ?LIA Pe. ArcemĂ­rio, msj 3681-1456

Matriz: Sagrada FamĂ­lia DOMINGOKÂ&#x2021;KÂ&#x2021;KÂ&#x2021;K

Mons. JosĂŠ EugĂŞnio 3632-2479

PARĂ&#x201C;QUIA SANTA LUZIA

DOMINGO

Matriz: Santa Luzia DOMINGOKÂ&#x2021;K

Matriz SantuĂĄrio de Santa Teresinha

Pe. Ricardo Cassiano 3632-5614

6h30 Â&#x2021; 8h Â&#x2021; 9h30 Â&#x2021; 17h Â&#x2021; 19h

SĂ BADO

19h

PARĂ&#x201C;QUIA MENINO JESUS Pe. Vicente, msj 3681-4334

PARĂ&#x201C;QUIA SANTO ANTĂ&#x201D;NIO DE LISBOA CĂ´n. Elair Ferreira 3608-4908

Igreja de Santo AntĂ´nio de Lisboa (Vila SĂŁo JosĂŠ) DOMINGO 8h Â&#x2021; 20h PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O JOSĂ&#x2030; OPERĂ RIO

Matriz Imaculado Coração de Maria DOMINGO 8h Â&#x2021; 11h Â&#x2021; 19h PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA MĂ&#x192;E DA IGREJA

PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O PEDRO APĂ&#x201C;STOLO Pe. FĂĄbio Modesto 3633-5906

Matriz: SĂŁo Pedro ApĂłstolo DOMINGO

8h Â&#x2021; 9h30 Â&#x2021; 17h Â&#x2021; 18h30 Â&#x2021; 20h

PARĂ&#x201C;QUIA SAGRADO CORAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE JESUS Pe. AloĂ­sio Wilibaldo Knob, scj 3621-4440

Matriz: Sagrado Coração de Jesus SĂ BADO 17h DOMINGO 7h Â&#x2021; 9h30 Â&#x2021; 17h30 Â&#x2021; 19h30 PARĂ&#x201C;QUIA SENHOR BOM JESUS Pe. JosĂŠ Vicente 3672-1102

Matriz: BasĂ­lica do Senhor Bom Jesus DOMINGO 7h Â&#x2021; 8h30 Â&#x2021; 10h Â&#x2021;17h Â&#x2021; 18h30 Â&#x2021; 20h Igreja SĂŁo SebastiĂŁo Missa:18h (Rito Bizantino)

Pe. SĂ­lvio Menezes, sjc 3686-1864

Matriz: Nossa Senhora da Conceição (Quiririm) SĂ BADO 19h DOMINGO 8h Â&#x2021; 18h PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O SEBASTIĂ&#x192;O Pe. Rodrigo Natal 3629-4535 DOMINGO 8h Â&#x2021; 10h Â&#x2021; 19h

CĂ´n. JosĂŠ Luciano 3652-1832

Matriz: Nossa Senhora da Esperança DOMINGO 10h Â&#x2021; 19h PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O PIO X Frei Deonir AntĂ´nio, OFMConv 3653-1404

Matriz: SĂŁo Benedito DOMINGO

6h30 Â&#x2021; 9h30 Â&#x2021; 11h Â&#x2021; 18h Â&#x2021; 20h

Pe. Luiz Carlos 3653-5903

Matriz: SĂŁo JosĂŠ (Jardim Santana) SĂ BADO 18h30 DOMINGO 7h30 Â&#x2021; 10h30 Â&#x2021; 19h30 PARĂ&#x201C;QUIA ESPĂ?RITO SANTO Pe. AntĂ´nio Barbosa, scj 3602-1250 DOMINGO 10h Â&#x2021; 19h

DOMINGO

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIĂ&#x2021;Ă&#x192;O

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DA ESPERANĂ&#x2021;A

Pe. Alan Rudz 3672-3836

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA Dâ&#x20AC;&#x2122;AJUDA

KÂ&#x2021;KÂ&#x2021;KÂ&#x2021;K

Matriz: SantuĂĄrio Santo AntĂ´nio de PĂĄdua DOMINGO 7h Â&#x2021; 9h Â&#x2021; 19h .................................................... Comunidade de SĂŁo Pedro: Vila Bandeirante DOMINGO 17h

PARĂ&#x201C;QUIA DO MENINO JESUS

DECANATO CAĂ&#x2021;APAVA

Matriz: SantuĂĄrio SĂŁo Benedito

Pe. DĂŠcio Luiz 3652-6825

PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O JOSĂ&#x2030;

Pe. Octaviano, scj 3411-7424

Pe. LuĂ­s Lobato 3633-2388

Matriz: SĂŁo JosĂŠ OperĂĄrio SĂ BADO 12h Â&#x2021; 18h. DOMINGO 7h Â&#x2021; 10h30 Â&#x2021; 18h Â&#x2021; 20h

Matriz: Nossa Senhora das Graças DOMINGO 7h Â&#x2021; 9h Â&#x2021; 10h30 Â&#x2021; 19h

PARĂ&#x201C;QUIA SANTO ANTONIO DE PĂ DUA

Decano: Pe. SĂ­lvio Dias 3652-2052

Matriz: Menino Jesus DOMINGO 6h30 Â&#x2021; 10h Â&#x2021; 19h PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DAS DORES Matriz: Nossa Senhora das Dores DOMINGO 8h Â&#x2021; 19h

DECANATO PINDAMONHANGABA

3652-2052

CĂ´n. Luiz Carlos 3642-2605

Pe. Kleber Rodrigues da Silva 3653-4719

Matriz: SĂŁo JosĂŠ Operario SĂ BADO 19h DOMINGO 9h Â&#x2021; 19h

Matriz: SĂŁo Benedito DOMINGO 7h Â&#x2021; 9h30 Â&#x2021; 18h Â&#x2021; 19h30 .................................................... Igreja Nossa Senhora Rainha dos ApĂłstolos (Cidade Jardim) DOMINGO 8h Â&#x2021; 19h30

Matriz: SantuĂĄrio Nossa Senhora do Bom Sucesso DOMINGO 7h Â&#x2021; 9h Â&#x2021; 11h Â&#x2021; 18h PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O VICENTE DE PAULO CĂ´n. Geraldo 3637-1981

Igreja Matriz: SĂŁo Vicente de Paulo (Moreira CĂŠsar) DOMINGO 7h Â&#x2021; 9h Â&#x2021; 19h30

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIĂ&#x2021;Ă&#x192;O Pe. Antonio Claudio 3677-4152

Matriz: Nossa Senhora da Conceição - Natividade da Serra (Bairro Alto) DOMINGO 10h (2Âş e 4Âş Domingos do mĂŞs) PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O LUIZ DE TOLOSA Pe. Ă lvaro (Tequinho) 3671-1848

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DO ROSĂ RIO DE FĂ TIMA CĂ´n. Francisco 3642-7035

Matriz: Nossa Senhora do RosĂĄrio de FĂĄtima DOMINGO 7h30 Â&#x2021; 9h Â&#x2021; 19h

Matriz: SĂŁo Luiz de Tolosa (SĂŁo Luiz do Paraitinga) DOMINGO 8h Â&#x2021; 10h30 Â&#x2021; 19h

DECANATO SERRA DA MANTIQUEIRA Decano: Pe. Celso, sjc 3662-1740

PARĂ&#x201C;QUIA SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS

PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O MIGUEL ARCANJO (ARARETAMA)

Pe. Celso, sjc 3662-1740

Pe. JoĂŁo Miguel 3643-6171

Matriz: SĂŁo Miguel Arcanjo DOMINGO 8h Â&#x2021; 19h PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O BENEDITO (Moreira CĂŠsar) Pe. JosĂŠ JĂşlio 3641-1928

Matriz: SĂŁo Benedito (Vila SĂŁo Benedito) DOMINGO 8h

PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O CRISTĂ&#x201C;VĂ&#x192;O Cidade Nova Pe. SebastiĂŁo Moreira, ocs 3648-1336

Igreja Matriz: SĂŁo CristĂłvĂŁo DOMINGO 7h Â&#x2021; 19h

Decano: Pe. Celso AloĂ­sio 3642-1320

Decano: Pe. SĂ­lvio Dias

PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O JOSĂ&#x2030; OPERĂ RIO

Pe. Celso AloĂ­sio 3642-1320

Pe. Gracimar Cardoso 3978-1165

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO

Matriz: SĂŁo JoĂŁo Batista DOMINGO 6h30 Â&#x2021; 9h30 Â&#x2021; 11h Â&#x2021; 18h30

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DA ASSUNĂ&#x2021;Ă&#x192;O

DECANATO SERRA DO MAR Decano: Côn. Amâncio 3676-1228

Igreja Matriz: Santa Terezinha do Menino Jesus (AbernĂŠssia) DOMINGOKÂ&#x2021;KÂ&#x2021;K PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O BENEDITO Pe. Vicente Batista, sjc 3663-1340

Matriz: SĂŁo Benedito (Capivari) DOMINGO KÂ&#x2021;K

PARĂ&#x201C;QUIA SĂ&#x192;O BENTO DO SAPUCAĂ? Pe. Ronaldo, msj 3971-2227

Matriz: SĂŁo Bento DOMINGOKÂ&#x2021;KÂ&#x2021;K

PARĂ&#x201C;QUIA SANTO ANTONIO DO PINHAL Pe. Edson Alves 3666-1127

Matriz: Santo AntĂ´nio DOMINGOKÂ&#x2021;KÂ&#x2021;K

PARĂ&#x201C;QUIA SANTA CRUZ CĂ´n. Amâncio 3676-1228

Matriz: Santa Cruz (Redenção da Serra) DOMINGO 8h Â&#x2021; 18h30

PARĂ&#x201C;QUIA NOSSA SENHORA DA NATIVIDADE CĂ´n. Joaquim 3677-1110

Matriz: Nossa Senhora da Natividade (Natividade da Serra) DOMINGO 9h30 Â&#x2021; 19h

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Jornal O Lábaro - Junho de 2013