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PLANO DIOCESANO DE PASTORAL Roteiro de estudos para as Foranias

Orientações para estudo: - A partir da leitura do texto, anotar as observações para futuras correções que o grupo achar necessário. - Na parte III, ao final de cada urgência tem questões para propor passos práticos a serem dados a partir de cada uma. O grupo pode propor as ações e apresentar sugestões de como realizá-las. - As observações e propostas deverão ser encaminhadas à equipe de elaboração do Plano logo após a reunião da Forania em que forem concluídas. - Estas propostas serão levadas para a Assembleia Diocesana que será realizada no dia 03 de Dezembro de 2016 e lá serão votadas para se eleger as prioridades da ação pastoral da diocese. Parte I – Caminhada pastoral da Diocese de Almenara A diocese de Almenara, anteriormente conhecida como “região do boi” da Diocese de Araçuaí, foi desmembrada da mesma, no ano de 1981, pela Bula Pontifícia “Quoniam Omnis” do Papa João Paulo II. Devido às distâncias e péssimas condições das estradas, Dom Silvestre, na época bispo de Araçuaí, deu início ao processo de criação de uma nova Diocese, a Diocese de Almenara, atualmente composta por 17 municípios situados na região do Baixo Jequitinhonha, fazendo limites com o sul e sudoeste do estado da Bahia. Sua superfície é de 15.618 Km², 17 paróquias e aproximadamente 271 comunidades eclesiais de base. Assim que a Diocese foi instalada oficialmente no dia 06 de setembro de 1982, assumiu o governo da mesma como seu primeiro bispo, Dom José Geraldo Oliveira do Valle – C.S.S, de Ribeirão Preto – SP. Antes do Dom José Geraldo a “região do boi” já tinha uma caminhada pastoral animada por diversas lideranças leigas, religiosas e sacerdotes como: Pe. Lídio, que também ajudou o Dom Silvestre na criação da Diocese de Almenara; Pe. Luiz Sandrinni (in memória) grande missionário e animador das CEBs; Mons. Antônio Soares (in memória); Pe. João Pinheiro (in memória), Pe. Silvano; os Irmãos de Nossa Senhora de Lourdes (Ir. Pedro, formador de lideranças e primeiro presidente da Cáritas diocesana e quem ajudou a administrar a construção do Centro Diocesano, hoje conhecido como Centro Diocesano Pe. Luiz Sandrini; Ir. Amado, animador da catequese); as irmãs (Valéria, Bete e Pia), Frei Emiliano - OFM (in memória), fundador do hospital de Jequitinhonha e da Rádio Santa Cruz, principal veículo de comunicação da diocese, até hoje. Com a chegada de Dom José Geraldo, a diocese foi tomando uma identidade própria. Dom José se preocupou principalmente em reorganizar e estruturar a caminhada pastoral da diocese investindo na formação pastoral e conscientização fé e política/social do povo, uma vez que boa parte da diocese era formada por uma forte mentalidade coronelista, mandam os coronéis e obedecem os pobres. Nesta missão, além dos que já estavam, Dom José também pode contar com muitas lideranças leigas daqui e de outras regiões. Algumas delas: Deca, Raeth, Ana Luiza e Cau que ajudaram no desenvolvimento das pastorais sociais como a Cáritas, CPT, e o Sr. Hormínio Botelho (in memória) com os Vicentinos. Junto com esse povo, o bispo Dom José teve a colaboração dos padres diocesanos, Pe. Valdir (in memória), Pe. Otaviano e Pe. João Amaral, ainda seminarista. Com a transferência de Dom José Geraldo em 1988 para a Diocese de Guaxupé – MG, a Diocese de Almenara recebe o seu segundo bispo diocesano, um Franciscano holandês, com muitos anos de Brasil, Dom Diogo Reesink – OFM, conhecido como amigo dos hansenianos, da colônia de Santa Isabel. Nesse período, a Diocese de Almenara se fortaleceu ainda mais com o projeto Bíblia em Comunidade. Bíblia nas mãos de todos. Essa era a ideia do projeto que foi realizado com muito empenho junto a tantas lideranças leigas que o abraçaram de corpo e alma. Com esse projeto, os cultos dominicais foram estabelecidos nas CEBs, nos grupos, nas casas, e o amor à Palavra de Deus foi sendo cultivado através de folhetinhos de círculos bíblicos elaborados pela própria equipe


diocesana (Vera, Ir. Pedro, Ir. Hugo, Ir. Rosa, Ir. Marizé, Ana Luiza, Raeth, Tânia, Lúcia, Hieda, Rosane e tantos outros). Além do Bíblia em comunidade, surgiram com bastante força o Encontro de Revisão Matrimonial com Iraci, Nádia e turma, e o início da Renovação Carismática – RCC, tendo o seu berço em Santa Maria do Salto, sendo o Sr. Zezinho e Rozária, os primeiro incentivadores. Em 1998 Dom Diogo foi transferido para a Diocese de Teófilo Otoni e o Frei Justino, OFM (in memória) assumiu a diocese como administrador diocesano. Nesse período, o Frei Justino comprou o prédio da antiga Telemig e terreno anexo, na rua Araçuaí, para se tornar a cúria diocesana. Nesse período de vacância da diocese, em julho de 1998, foi iniciado o curso de formação teológica para leigos – TAL, que até hoje conta com a assessoria do Pe. Paulo Roberto (teólogo), do clero da Diocese de Leopoldina. Em 1999 a Diocese de Almenara recebe o seu terceiro bispo diocesano, Dom Hugo Maria Van Steekelenbug, OFM, natural da Holanda, também com muitos anos de Brasil, inclusive com algumas passagens pela nossa diocese em Jequitinhonha, como frade. A marca registrada nesse governo de Dom Hugo foi a implantação do projeto das Santas Missões Populares que deu uma alavancada na caminhada desta Igreja em todos os níveis, reacendendo a chama e o ardor missionário das comunidades, e a continuação do TAL. Foram quatorze anos de pastoreio e de muitas conquistas. Ainda nesse período, foi construído o prédio ao lado da cúria, Centro de Pastoral Ir. Amado, com o objetivo de ali funcionarem as pastorais e o arquivo da cúria. Foi criado o novo Seminário Diocesano em Contagem -MG, onde os estudantes de filosofia e teologia passaram a estudar no ISTA, e o propedêutico em Almenara, na paróquia São Pedro. Até então, a formação do clero era nas dioceses de Araçuaí e Diamantina. Com muito afinco, Dom Hugo conseguiu recursos para adquirir uma casa que fosse da própria diocese, comprando dos Irmãos Nossa Senhora de Lourdes, uma casa de formação no bairro Camargos em Belo Horizonte e os estudantes passaram a estudar na PUC Minas de BH. Nesses quatorze anos a diocese que era tão carente de vocações sacerdotais, Dom Hugo pode ordenar oito padres (Nery, Newton, Gilmar, David, Aleandro, Anderson, Cláudio e Rafael), quase todos filhos da diocese. Durante o governo de Dom Hugo e com o projeto das Santas Missões Populares, logo após a terceira faze, as semanas missionárias, a diocese teve um grande avanço pastoral. Sob a coordenação diocesana de pastoral do Pe. João Amaral foi realizado a décima terceira assembléia diocesana, em agosto de 2009. No final da assembleia foi redigido um documento com os seguintes destaques: percebe-se que ao longo da caminhada da diocese, tem uma ampla estrutura de rede de comunidades, onde as pastorais e movimentos se inserem e lhes dão vida e dinamismo; a opção pelos pobres e excluídos é uma característica das atividades pastorais e evangelizadoras da diocese; com as Santas Missões Populares o povo vibrou com entusiasmo com as visitas às famílias, com as caminhadas e espiritualidade forte desse tempo de missão. Mas por outro lado, constatou-se também que com os problemas sociais como o desemprego, a seca, a monocultura do eucalipto, granito, etc... Tem afetado bastante no campo de evangelização com a necessidade de mais empenho e fortalecimento, sobretudo nos movimentos sociais, Cáritas, CPT, a criação de uma Comissão de Direitos Humanos e assim melhorar os três âmbitos da evangelização: promover a dignidade da pessoa, renovar a comunidade e lutar por uma sociedade justa e solidária. Constatouse também a forte necessidade de fortalecer algumas pastorais de importante relevância na evangelização como: Pastoral Familiar, Pastoral da Juventude, Pastoral Catequética, Círculos Bíblicos e a Pastoral do Dízimo como meio de sustentação das paróquias e diocese. A partir dessa assembleia com os desafios apontados, o Plano Diocesano de Pastoral foi elaborado para o triênio de 2009 a 2012. Nesse período muita coisa do que foi proposto e aprovado aconteceu, mas também algumas ficaram pelo caminho, esbarrou em algumas limitações e dificuldades, o que é normal. Agora surge a necessidade de um aprimoramento e elaboração de um novo Plano Diocesano de Pastoral sem excluir os avanços da diocese. Em 2012 o pedido de renúncia de Dom Hugo, por ter completado setenta e cinco anos de idade, é aceito pelo Papa Francisco e Dom Hugo se tornou Bispo Emérito de Almenara. Em 2013 é


nomeado o quarto bispo diocesano, Dom José Carlos Brandão Cabral, vindo do clero de LimeiraSP. Dom Cabral está dando continuidade aos trabalhos anteriores com uma nova dinâmica: a divisão da Diocese em cinco setores, chamados também de foranias para facilitar os trabalhos e ter uma melhor participação dos leigos nos conselhos e encontros de formação. Cada pastoral/movimento tem uma coordenação, normalmente formada por lideranças leigas e assessorada por um sacerdote, que segue as orientações da Coordenação Diocesana de Pastoral. O objetivo do Plano de Pastoral é que os trabalhos sejam realizados a partir das bases, começando pelos Conselhos comunitários, paroquiais, regionais, até o diocesano, tendo como fundamento as experiências de cada realidade, comunidade e os documentos da Igreja. Pe. Aleandro Santos Vieira Coordenador Diocesano de Pastoral Parte II – Estrutura Eclesial 2. ESTRUTURA ECLESIAL 2.1. Comunidade: “Teologicamente a comunidade significa a união íntima ou a comunhão das pessoas entre si e delas com o Deus Trindade” (Doc. 100, n.170). A comunidade é o lugar onde as pessoas se encontram para colocarem em comum as experiências vividas, suas alegrias e esperanças. Fazem isto se reunindo ao redor da Palavra para refleti-la e meditá-la, através dos grupos de reflexão, ou círculos Bíblicos, da celebração da Palavra e quando possível da celebração Eucarística. Para orientar os trabalhos da comunidade faz-se necessária a articulação do Conselho de Pastoral Comunitário – CPC. Este Conselho é formado pelos coordenadores das pastorais existentes na comunidade ou por pessoas que exercem papel de liderança na mesma. 2.2. Paróquia O termo Paróquia vem do grego Paroikía que pode ser traduzido por habitação em terra estrangeira e está ligado à acolhida daqueles que estão em peregrinação. “Ela é, portanto, referência, lar, casa e, ao mesmo tempo, hospedaria, estação para os que caminham guiados pela fé em Jesus Cristo” (Doc. 100, n. 163). É rede de comunidades, dentro de um território onde se forma na unidade uma porção do rebanho do Senhor, assistida pelo Pároco em comunhão com o Bispo diocesano. A Paróquia em sua dimensão pastoral deve ser orientada pelo Conselho de Pastoral Paroquial – CPP, formado pelos coordenadores das pastorais e movimentos da paróquia e representantes das comunidades urbanas juntamente com o Pároco. Na dimensão administrativa, a Paróquia é administrada pelo Pároco que é auxiliado pelo Conselho Administrativo Paroquial – CAP. 2.3. Forania Também chamada de Setor Pastoral que é o conjunto de Paróquias de uma determinada região. Tem por objetivo, criar comunhão entre estas Paróquias e dinamizar os trabalhos pastorais da região, descentralizando a realização de encontros, cursos e formações. A Diocese foi dividida em cinco setores/regiões denominadas Foranias: 2.3.1. Forania Centro: Almenara (paróquias São João Batista e São Pedro Apóstolo), Jordânia e Bandeira 2.3.2. Forania Norte: Mata Verde e Divisópolis 2.3.3. Forania Sul: Rubim, Rio do Prado e Palmópolis 2.3.4. Forania Leste: Salto da Divisa, Santa Maria, Santo Antônio do Jacinto e Jacinto


2.3.5. Forania Oeste: Jequitinhonha, Joaíma, Monte Formoso, Felisburgo e Fronteira dos Vales Cada Forania tem os seus trabalhos orientados pelo Conselho Regional de Pastoral – CRP composto por representantes das paróquias e coordenadores diocesanos de pastoral que residem no território da Forania, bem como os padres, religiosos e religiosas. Cada Forania é coordenada por um padre denominado Vigário Forâneo. 2.4. Diocese “A Diocese é a porção do povo de Deus confiada a um Bispo com a cooperação de um Presbitério” (CDC. Cân. 369). É, portanto, como Igreja Particular, sinal de unidade do povo de Deus em torno da figura do Pastor que é o Bispo Diocesano. Em sua dimensão Pastoral, a Diocese tem os seus trabalhos dinamizados pelo CPD que é constituído pelos coordenadores diocesanos das pastorais e movimentos e os vigários forâneos. Os trabalhos do CPD são dirigidos pela Coordenação Diocesana de Pastoral – CDP e o Bispo Diocesano. Parte III– Urgências na ação evangelizadora e perspectivas de ação 3.1. IGREJA EM ESTADO DE PERMANENTE MISSÃO “Não há comunidade cristã que não seja missionária. Se ela esquece a missão deixa de ser cristã”. (doc. 100, n.157) 3.1.1.Comissão Missionária Diocesana – COMIDI “A missão primordial da Igreja é ser missionária.“Fechar-se à dimensão missionária, implica fechar-se ao Espírito Santo, sempre presente e atuante, impulsionador e defensor” (DGAE, 35). Por isso, é importante a criação e a organização de uma comissão missionária na diocese. A Comissão Missionária Diocesana tem como finalidade organizar e realizar a Ação Missionária de: animação, formação, organização e cooperação missionária em todos os níveis da Igreja, para criar uma consciência missionária, como vocação universal de todos os batizados, para que com renovado ardor missionário, anunciem Jesus Cristo e seu projeto, passando de Comunidade Evangelizada à Comunidade Evangelizadora. O COMIDI tem o objetivo de despertar nos batizados a consciência missionária através de cursos e formação e atividades concretas envolvendo as pastorais, movimentos e outros organismos das paróquias da diocese, organizando os Grupos de Animação Missionária nas comunidades (GAMs) e as Comissões Missionárias Paroquiais (COMIPA). Além disso, também atuará na organização, preparação e distribuição dos materiais da Campanha da Fraternidade e Campanha Missionária, no incentivo à dimensão missionária da ação da Igreja com o reavivamento das Santas Missões Populares e outras atividades missionárias. 3.1.2. Comissão Missionária Paroquial– COMIPA A Comissão Missionária Paroquial está fundamentada na Comissão Missionária Diocesana, na verdade é uma extensão da mesma, porém, com atuação na paróquia. Os objetivos são os mesmos da COMIDI, no sentido de levar para a realidade paroquial a missionariedade da Igreja. 3.1.3. Infância e Adolescência Missionária – IAM O nome “Infância e Adolescência Missionária” vem de uma devoção existente então na França: a infância do Menino Jesus. Por isto surgiu com o nome de “Santa Infância”. É missionária porque educa as crianças no crescimento da fé, inserindo-as nas atividades missionárias numa dimensão universal. Pelo compromisso do batismo, vivem concretamente a experiência da partilha da fé e seus bens com todas as crianças do mundo. Tem como finalidade suscitar o espírito missionário universal nas crianças, desenvolvendo nelas o protagonismo na solidariedade e na evangelização e, por meio delas, em todo o Povo de Deus: "Crianças ajudam e evangelizam crianças".


Tomando como exemplo a vida de Jesus e de seus discípulos, a Infância Missionária tem em Maria, a mãe de Jesus, uma fiel testemunha da autêntica ação evangelizadora. Inspira-se também em São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus, Padroeiros das Missões. 3.1.4. Conferência dos Religiosos do Brasil – CRB (núcleo de Almenara) A Conferência dos Religiosos (as) do Brasil é uma organização religiosa de pleno direito canônico, fundada em 1954 e constitui-se como interlocutora qualificada com a Sé Apostólica no que tange à Vida Consagrada no Brasil. Em sua missão, anima, articula e acompanha a Vida Religiosa no Brasil, no seguimento a Jesus Cristo e no seu serviço profético-testemunhal, além de promover a comunhão na diversidade de dons e carismas e incentivar a construção de novas relações intercongregacionais, eclesiais e sociais. Na Diocese de Almenara a CRB trabalha em comunhão com todo o clero e as comunidades. - Alguma observação sobre o texto? - Para sermos uma Igreja verdadeiramente missionária, quais ações concretas podemos assumir nos diversos níveis (comunidades, paroquias, foranias, diocese) e nas ações de cada pastoral ou movimento?

2.2. IGREJA: CASA DA VIDA E DA INICIAÇÃO CRISTÃ “É necessário criar, em nossas comunidades, um processo de iniciação cristã, que conduza ao encontro pessoal com Cristo, no cultivo da amizade com ele pela oração, no apreço pela celebração litúrgica, na experiência comunitária e no compromisso apostólico, mediante um permanente serviço ao próximo”. (Doc.102, n.83) 2.2.1. Pastoral da Catequese É a ação pastoral da Igreja que tem por missão a educação na fé como processo permanente de amadurecimento na fé. Tem como fonte a Palavra de Deus e por isso, é cristocêntrica e deve ser de inspiração catecumenal, ou seja, deve ser uma catequese continuada e não ocasional, não é em função de um sacramento específico, mas formação permanente. Deve ainda ser mistagógica e litúrgica, que leve as pessoas a uma experiência mística da fé, encontro pessoal e frutuoso com Cristo e que este encontro seja celebrado comunitariamente. 2.2.2. Pastoral Familiar Surgiu da necessidade de atuação da Igreja na evangelização das famílias, por causa das grandes mudanças da sociedade e da cultura, que levanta questões sérias sobre os valores da família. A Igreja reconhece e defende a família como base da sociedade e vê na evangelização da família um caminho de libertação. A Pastoral familiar tem como missão ser misericordiosa, acolhedora, integrada, defensora da vida e dos valores cristãos,valorizadora do sacramento do matrimônio e formadora de Igrejas domésticas e comunidades de amor. Abrange todas as realidades de família para colocar-se a serviço delas. Para melhor atuação, seus trabalhos são divididos em três setores: - Setor pré-matrimonial: dedica-se à preparação daqueles que desejam contrair matrimônio, formando-os para a vivência deste sacramento. Acompanha casais de namorados, noivos ou casais que ainda não se uniram sacramentalmente - Setor pós-matrimonial: acompanha os casais já na vivência do sacramento ajudando-os a viver plenamente os valores familiares na relação conjugal, no relacionamento com os filhos e na vida cristã. - Setor casos especiais: dedica-se no acompanhamento de famílias em situações complexas, sendo sinal de misericórdia e acolhida deles na igreja.


2.2.3. ECC - Encontro de casais com Cristo É um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias. É uma experiência de renovação do sentido do matrimônio e de reflexão sobre o papel da família na Igreja e na sociedade, despertando casais para a vivência do sacramento do matrimônio segundo os valores da fé e a dedicarem-se ao serviço à Igreja e à sociedade tendo a família como sementeira de valores. Realiza-se a partir do Encontro de Casais com Cristo, que é um encontro despertar. Neste encontro os casais são motivados a fazer uma caminhada chamada pós-encontro. Nesta etapa eles se preparam para assumir o compromisso da vida cristã na família, igreja e sociedade. Não é uma pastoral, pois não tem uma missão específica, um trabalho direcionado a uma finalidade própria. Também não é um movimento, pois não está em função de si mesmo. Foi definido pelo seu idealizador, Pe. Alfonso Pastore em 1970, como um serviço, pois seu objetivo é despertar casais para assumirem os diversos trabalhos pastorais na igreja, principalmente à Pastoral Familiar. 2.2.3. Setor Juventude É um organismo da diocese que tem a missão de articular, animar e orientar a caminhada das diversas expressões da juventude católica. Também tem por missão organizar os eventos diocesanos voltados para a juventude e oferecer assessoria às paróquias nos eventos paroquiais ou comunitários. É composto por representantes dessas expressões, sendo elas: Pastoral da Juventude, Ministério Jovem da Renovação Carismática, Juventude Vicentina e grupos de jovens sem identidade específica. Esta composição foi formada na última assembleia diocesana de juventude no ano de 2015. Nesta mesma assembleia foram definidas como prioridades da evangelização da Juventude uma melhor articulação deste setor em vista da formação de lideranças jovens bem como a formação de assessores adultos para os grupos de jovens. Estas ações estão em andamento. 3.2.5. Terço dos Homens A missão do Terço dos Homens é resgatar para o seio da Igreja de Cristo, homens de todas as idades, pois a presença masculina na Igreja é imprescindível para a formação da família e de uma sociedade cristã. O Terço dos Homens é um exemplo de fé e devoção. A oração do terço, além de ser uma devoção popular de grande riqueza, nos leva a meditar sobre os principais mistérios da redenção que Cristo nos oferece.Com esta meditação, também lembramos Maria de Nazaré, que assumiu a maternidade divina fazendo a vontade de Deus, dando-nos o Salvador. Este foi o jeito que o Pai escolheu para nos dar seu Filho. 3.2.6. Apostolado da Oração O Apostolado da Oração constitui a união de féis que, por meio do oferecimento de si mesmos, se juntam ao Sacrifício Eucarístico, no qual se exerce continuamente na obra da redenção, uma espiritualidade voltada para a oração pelas as vocações. O Apostolado da Oração tem sua origem em 1884 na França, quando um grupo de estudantes Jesuítas, não podendo exercer o Apostolado fora do convento, dedicou os seus estudos e às orações, com a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Os membros do Apostolado da Oração se reúnem uma vez por semana, nas sextas-feiras para orações e preces. Toda primeira sexta-feira os grupos do Apostolado da Oração celebram o Sagrado Coração de Jesus. 3.2.7 Renovação Carismática Católica A Renovação Carismática Católica (RCC) surgiu no momento em que se começava a procurar caminhos para pôr em prática uma renovação eclesial desejada pelo Concílio Vaticano II. Acredita que a ação do Espírito de Deus não se restringiu apenas a uma época, pois Ele renova sua Igreja diariamente. Teve sua origem em um retiro espiritual realizado, por professores e estudantes, em


fevereiro de 1967, na Universidade de Duquesne (Pittsburgh – Pensylvania – Estados Unidos). Oravam uns pelos outros, clamando: “Vem, Espírito Santo!”. A partir daí, entre 1970 e 80, houve uma explosão de manifestações de Deus na vida de muitos grupos que oravam, pedindo a renovação no Espírito Santo, no mundo inteiro. Atualmente, no Brasil, está presente em 268 Dioceses, sendo 60.000 Grupos de oração, alcançando cerca de 8.000.000 de pessoas. O Grupo de Oração é o principal serviço e expressão da RCC. Promove a “Experiência de Pentecostes”, vivenciando um “encontro pessoal” com Cristo Vivo e Ressuscitado. Esta experiência leva as pessoas a uma “vida nova”, encarnada na Fé, comprometida com a prática dos valores evangélicos transmitidos por Jesus, na força e no poder do Espírito Santo, testemunhando, com a própria vida, o Projeto do Pai e procurando em tudo ouvir e obedecer à voz do Pastor, o Bispo Diocesano. Assim, o movimento está inserido na Diocese de Almenara, com 13 Grupos de Oração, presentes em diversas paróquias, a serviço da Igreja em tudo aquilo que ela necessita. - Alguma observação sobre o texto? - Quais a linhas de ação os grupos citados acima podem assumir, em particular e em conjunto, a fim de contribuir para edificarmos uma Igreja preocupada com a evangelização contínua e permanente? 2.3. IGREJA: LUGAR DE ANIMAÇÃO BÍBLICA DA VIDA E DA PASTORAL “A animação bíblica é indispensável para que a vida da Igreja seja, ainda mais, uma escola de interpretação ou conhecimento da Palavra, escola de comunhão, evangelização e proclamação da Palavra. Visa à aproximação das pessoas à Palavra de Deus, para conhecê-la e interpretá-la corretamente; entrar em comunhão com a Palavra de Deus por meio da oração; evangelizar e proclamá-la como fonte de vida em abundância para todos”. (DGAE n.93). 2.3.1. TAL - Teologia ao alcance dos leigos O TAL – Teologia ao Alcance do Leigo é realizado em quatro etapas, denominadas de módulos, num período de dois anos, coincidindo com as férias escolares, janeiro e julho. Já são dezoito anos de caminhada sempre contando com a assessoria de um teólogo, Pe. Paulo Roberto, diocese de Leopoldina, e outros assessores que o acompanham. Já são seis turmas formadas, totalizando uma média de quarenta pessoas por turma, mais de 200 lideranças leigas de diversas comunidades da nossa diocese já passaram por essa formação. O TAL tem como finalidade formar lideranças leigas para os diversos ministérios na Igreja dentro da realidade de cada comunidade. Essa formação é acadêmica e espiritual, onde os cursistas ficam uma semana, de segunda a sexta, para essa experiência. 2.3.2. SAB - Serviço de Animação Bíblica Tomar a Palavra de Deus como fonte iluminadora de toda caminhada de fé na diocese. Motivar para que as pessoas façam experiência de um verdadeiro encontro pessoal com Cristo, Palavra eterna do Pai, de modo que aconteça interação entre fé e vida. Ou seja, cuidar da pessoa e da comunidade, mas também, olhar e atuar na sociedade. Em nossa diocese este serviço acontece em diversas comunidades através dos grupos de reflexão, que se reúnem para partilhar a vida à luz da Palavra de Deus. É também uma oportunidade de conhecer melhor a Bíblia e encontrar nela um instrumento de libertação. “O discípulo missionário é convidado a redescobrir o contato pessoal e comunitário com a Palavra de Deus como lugar privilegiado para o encontro com Cristo” (Doc.102, n.49) 2.3.3. Pastoral Litúrgica “A Igreja, casa da Palavra, valoriza a Liturgia como âmbito privilegiado onde Deus fala à comunidade”. (DGAE n.94)


Embora a liturgia não esgote toda a atividade da Igreja, ela é o cume e a fonte de toda ação pastoral da mesma. Nenhuma pastoral se realiza sem passar pela liturgia (cf. Puebla 927). Desta forma, tendo em vista a retomada litúrgica por ocasião dos 50 anos de publicação da Sacrosanctum Concilium e os apelos da realidade de nossa Igreja local, queremos, em comunhão com toda Igreja nos abrir à possibilidadede estruturação e formação de uma pastoral litúrgica diocesana, onde seus agentes possam participar das atividades litúrgicas de maneira nova, consciente e comprometida. 2.3.4. Pastoral Vocacional ou Serviço de Animação Vocacional – PV/SAV A PV/SAV é um trabalho pastoral da Igreja que visa despertar os fieis para a vocação humana, cristã e eclesial, discernir os sinais indicadores do chamado de Deus, cultivar os germes de vocação e acompanhar o processo de opção vocacional consciente e livre. 2.3.5. Pastoral Presbiteral A Pastoral Presbiteral deve ser compreendida numa perspectiva teológica, pois o seu fundamento é, antes de tudo, a sacramentalidade do ministério, a comunhão de ordenação e missão (cf. LG 28,3). Portanto, ela se afirma em vista da missão, da colegialidade ministerial ou da “forma comunitária” do ministério ordenado (cfPdV 17) e da co-responsabilidade que deve existir no inteiro povo de Deus, fomentando o sentido de fraternidade presbiteral, promovendo a comunhão entre os padres. Na realidade, aquele que cuida de tantas pessoas e situações precisa também ser cuidado e procurar cuidar de si mesmo como nos recomenda o apóstolo: “Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos estabeleceu como guardiães, como pastores” (At 20,28). Portanto, a Pastoral Presbiteral deve ser entendida como uma ação conjunta e planejada da Igreja Particular, sobretudo a partir do Bispo e do Conselho Presbiteral, em favor do presbitério, sua pessoa, vida e missão. Deve ser um espaço de integração e intercâmbio, que leve o presbítero a cultivar a alegria e o prazer de ser padre, superando obstáculos e dificuldades. 2.3.6. Ministérios não ordenados O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão é um leigo a quem é dada permissão de distribuir a Comunhão aos fiéis na missa ou em outras circunstâncias. É extraordinário por se distinguir do ministro ordinário, ou seja, que recebeu o sacramento da Ordem (diácono, padre ou bispo). É extraordinário também porque só será chamado a exercer seu ministério em caso de necessidade. Os ministros extraordinários da comunhão, escolhidos em suas respectivas comunidades, devem ser pessoas idôneas e com boa prática cristã. Os candidatos, antes de assumirem as suas funções, recebam uma formação própria que lhes permita exercer o ministério com a máxima dignidade e decoro. Ao fim de tal formação, sejam admitidos pelo bispo às funções para qual foram escolhidos. Normalmente, este ministério é conferido por um período determinado, que pode ser renovado, a critério do pároco. O Ministro extraordinário da comunhão pode ser também Ministro da Palavra e das Exéquias, a formação para ambos os ministérios, é a mesma. Mas aquele que recebeu a formação somente para Ministro da Palavra e para tal foi instituído, não pode exercer a função de Ministro Extraordinário da Comunhão. As principais funções dos Ministros Extraordinários da Comunhão são de distribuição da comunhão na missa ou na celebração da Palavra, levar a comunhão aos doentes, administrar o viático, celebrar exéquias e expor o Santíssimo Sacramento para adoração e recolhê-lo quando não houver a benção. 2.3.7. Pastoral do Dízimo É preciso trabalhar a consciência de que o dízimo é devolução a Deus aquilo que já é de Deus. Dízimo é uma experiência de fé. Não pagamos nada pela vida. Somos eternamente agradecidos pelo dom de viver. É pelo dízimo que devem ser sustentados todos os trabalhos pastorais da Igreja. O dízimo é uma atividade pastoral que segue uma proposta de renovarão da estrutura da Igreja, onde


todos se sintam responsáveis pela sustentação financeira dos trabalhos de evangelização, tanto da paróquia como também da diocese. 2.3.8. Pastoral da Comunicação – PASCOM A Pastoral da Comunicação nasceu da necessidade da Igreja Católica comunicar-se, sobretudo neste tempo de avanço dos meios de comunicação. A principal função da PASCOM dentro da Igreja é comunicar. A comunicação que a PASCOM visa trabalhar acontece nos diversos níveis da vida paroquial. Ela se dá de diversas formas: desde a comunicação entre os grupos até a elaboração de meios de comunicação como boletins e páginas na internet, ou ainda nos meios de comunicação sociais já existentes, como rádio, por exemplo. Na ação desta pastoral o fiel torna-se também um comunicador. - Alguma observação sobre o texto? - Quais propostas podemos assumir para que a animação bíblica e pastoral seja realidade em nossa Igreja? 2.4. IGREJA: COMUNIDADE DE COMUNIDADES “O discípulo missionário de Jesus Cristo, necessariamente, vive sua fé em comunidade em íntima união ou comunhão das pessoas entre si e com o Deus Trindade” (Doc. 102 n. 55). A fé na Trindade nos revela um Deus não isolado em si mesmo, mas plena comunhão de amor, um Deus comunidade perfeita. Tão perfeita que mesmo sendo comunidade não deixa de ser Uno. A Igreja é chamada a ser ícone da Trindade. Ou seja, se inspirar nela para dela ser sinal de amor neste mundo tão dilacerado por discórdias e divisões. Comunidade é o lugar da vivência da comunhão fraterna, onde formamos a nova família daqueles que fazem a vontade do Pai, como discípulos missionários do Filho, animados e fortalecidos pelo Espírito Santo. A Diocese de Almenara sempre buscou valorizar a dimensão comunitária de ser Igreja. Temos consciência que nossa realidade nos aponta necessariamente para uma eclesiologia de pequenas comunidades com seus desafios, vitórias e esperanças. Não outro jeito de ser Igreja aqui senão a partir das pequenas comunidades. A maioria de nossas paróquias tem boa parte de sua população na área rural. Lá, este povo já está organizado em comunidades onde se reúnem para celebrar a Palavra e, não com a mesma frequência, a Eucaristia; também para refletirem, meditarem e estudarem esta Palavra através dos grupos de reflexão; há ainda uma prática devocional, fundada na religiosidade popular que é uma grande riqueza e em muito contribui para a manutenção da fé. O povo das cidades também procura viver os mesmos valores, apesar dos desafios da cultura urbana. Também nas cidades a eclesiologia de pequenas comunidades deve ser fomentada e valorizada. Dentre as diversas experiências de vivencia da fé a partir de pequenas comunidades, destaca-se em nossa Diocese as CEBs - Comunidades Eclesiais de Base. Em sua definição fundamental, nada se distingue do conceito de comunidade citado acima. As CEBs não são um movimento, mas a própria estrutura da Igreja. São o jeito normal da Igreja ser. “São também presença eclesial junto aos pobres, partilhando suas alegrias e angústias e se comprometendo na construção de um sociedade justa e solidária” (Doc 102 n. 104) Com os olhos voltados para a realidade, à luz da fé e inspiradas pela Palavra de Deus, as CEBs são uma forma de celebrar a vida e as esperanças do povo tendo como método pastoral o ver-julgaragir-celebrar e assim se tornam instrumento de libertação do povo oprimido a partir do protagonismo do próprio oprimido a serviço do Reino de Deus. O Papa Francisco em sua carta dirigida ao13º Intereclesial das CEBs, Em Juazeiro do Norte-CE reforça a missionariedade das Comunidades Eclesiais de Base convocando os participantes a serem “discípulos missionários que caminham com Jesus, anunciando e testemunhando com os pobres a profecia dos „novos céus e da nova terra‟”. (Papa Francisco)


- Alguma observação sobre o texto? -Quais caminhos precisamos percorrer para que as nossas comunidades possam ser sinal da Comunidade Trinitária neste mundo tão dividido? 2.5. IGREJA A SERVIÇO DA VIDA PLENA PARA TODOS “A Igreja no Brasil proclama com vigor que as condições de vida de muitos abandonados, excluídos e ignorados em sua miséria e dor, contradizem o projeto do Pai e desafiam os discípulos missionários ao maior compromisso a favor da cultura da vida”. (Doc. 102 n. 62) A Igreja particular de Almenara sempre se sensibilizou com a luta em favor dos pobres e excluídos, caminhando ao lado dos movimentos sociais a partir da atuação profética e transformadora das diversas pastorais sociais, bem como na ação conscientizadora das Comunidades Eclesiais de Base. 2.5.1. Comissão Pastoral da Terra Promove encontros e monitoramentos da luta do povo do campo, buscando ser uma presença solidária, profética, ecumênica, fraterna e afetiva, que presta um serviço educativo e transformador para estimular e reforçar o seu protagonismo. Tem por objetivo contribuir com o fortalecimento das comunidades rurais vulneráveis para que lutem pela garantia de seus direitos fundamentais e melhorem suas condições de vida. Atua ainda nas comunidades quilombolas organizadas e encaminhando os processos reconhecimento e regularização fundiária dos territórios. Tem presença atuante também na luta pela reforma agrária e no apoio ao MST. 2.5.2. Caritas Diocesana É um organismo que atua na promoção dos direitos humanos e diversos setores formando e possibilitando os povos pelos quais tem comunicação direta, sobre o controle social das políticas públicas. De forma mais específica tem atuado na luta pelo acesso a água em quantidade e qualidade. Ainda na motivação de grupos comunitários no incentivo à agroecologia e não aos agrotóxicos e adubos químicos. Também se faz presente nos espaços de comunicação democratizando e estimulando informações. Promove ainda debates nos espaços ligados à educação no campo na conscientização sobre os direitos humanos, principalmente do homem do campo. 2.5.3. Pastoral da Criança É um organismo de ação social da CNBB, alicerça sua atuação na organização da comunidade e capacitação de líderes voluntários que assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também de suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político. É uma experiência muito positiva, reconhecida por diversos institutos pelos seus serviços prestados em favor das crianças e situação de risco, sobretudo risco nutricional, acompanhando desde a gestação até os seis anos de idade. Sua missão é promover o desenvolvimento das crianças à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação. 2.5.4.Pastoral da Sobriedade É a ação concreta da Igreja frente ao flagelo das drogas. É um trabalho conjunto para defender a vida, que busca a sobriedade através da pedagogia do Jesus Libertador. Ela atua partir de cinco dimensões: prevenção, intervenção, recuperação, reinserção familiar e social e atuação política.


2.5.5. Pastoral Carcerária Tem por objetivo a evangelização e promoção da dignidade humana por meio da presença da Igreja nos cárceres. Atua acompanhando os detentos buscando atender as suas necessidades pessoais e familiares, na defesa da vida de dignidade promovendo os direitos básicos e denunciando quando são violados. Isso se realiza nas visitas às penitenciárias bem como em encontros e celebrações com os presos. Atua ainda na conscientização dos que se encontram do lado de fora. - Alguma observação sobre o texto? - Quais ações concretas devem ser assumidas para que a nossa Igreja seja sempre mais sinal profético de opção pelos pobres?

Equipe de elaboração Pe. Aleandro Santos Vieira Pe. Cláudio Eduardo Cordeiro Ir. Josina Van de Ven Ir. Manoela Nunes Pereira

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Plano Diocesano de Pastoral 2017-2020  

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