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FLÁVIO HORTA Publisher GABRIELA MANZINI Chefe de Redação MARIA CARVALHAL Gerente de Relacionamento JULIANA RABELO Líder de Relacionamento PAULINHO MOREIRA Projeto Gráfico COLABORADORES Bianca Mello, Bruno Couto, Camila Porto, Denis Chamas, Diego Carmona, Diego Puerta, Eduardo Godoy, Eduardo Paschoa, Felipe Almeida, Gabriela Santana, Isaac Ezra, Juliana Custodio, Kadu Zagatti, Leonardo Pereira Cruz, Leonardo Rocha, Leandro Vieira, Miguel Genovese, Mirko Mayeroff, Neil Patel, Rodrigo Camara, Rodrigo Souto, Taís Cazelato Rui. EMPRESAS MANTENEDORAS Admatic, All iN Marketing Cloud, Apiki, Contentools, CRP UP, Digitalents, +Digital Institute, Dinamize, FecomercioSP, Goobec, HubSpot, IBM, LeadMedia, LinkBrand, Locaweb, Maple Brasil, Media Response, Putz Filmes, PwC, Rakuten Marketing, ReachLocal, Seekr, SEO Marketing, Siegel Press, SharpSpring, ShopBack, Smarkio, Taboola, Twitter, Ve Interactive, Venda e Cia, Video Click, Vitrio, Vtex, Wix, Yahoo e Zanox. EMPRESAS PARCEIRAS Abradi, Buscapé, Digitais Marketing, E-commerce Brasil, , Era Transmídia, IAB, iMasters, Startupi. DIGITALKS Organização MELTING COLOR GRÁFICA E EDITORA Impressão > 1.000 exemplares


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Sabemos como o segundo semestre corre rápido e cheio de compromissos. Isso só nos lembra que o ano está chegando ao fim! Pensando em ajudar comunicadores e marqueteiros a se planejar para 2017, fomos conversar com alguns executivos do mercado de segmentos variados para entender o que temos que ter em mente quando formos nos planejar para o próximo ano. O que era tendência e virou realidade? Quais áreas devem ser mais influenciadas? Teremos uma galinha dos ovos de ouro dentro das estratégias de marketing? Como estará o cenário econômico brasileiro e como devemos nos posicionar diante dele? Com breves depoimentos carregados de experiência, você pode tirar aquela pulga atrás da orelha e seguir com o seu planejamento estratégico! E, para rechear ainda mais a sua cabeça de ideias, a revista traz um mix de tudo que circunda o universo digital hoje e que vale conferir: o quanto você está atualizado sobre temas como Mídia, Comunicação Digital, Mobile, Inbound Marketing e Relacionamento com o Consumidor? Para fechar, uma pitada de dicas para você ampliar suas estratégias e, claro, inspiração para um novo ano que chega logo mais. Você está preparado?

Gabriela Manzini

Gerente de Conteúdo


Sumário

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2017 OPORTUNIDADES & DESAFIOS

30

32

40

#MÍDIA

#cliente

#TECNOLOGIA A revolução do conteúdo mobile

Desmistificando a Mídia Programática

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6 tendências de personalização que estão reinventando a jornada do comprador


su má rio 08

#TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

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#EMPREENDEDORISMO

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#SEO 3 mitos sobre SEO que você precisa parar de acreditar

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#OMNICHANNEL

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#INBOUND

18

Não é mais sobre tecnologia: é sobre pessoas Empreendedor encanta(n)do

A mídia programática sobe ao palco Em meio às mudanças econômicas e políticas, como o Marketing Digital pode ajudar? #VENDAS

Entenda como ações de retargeting são importantes também para os fabricantes

sumário

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#eSTRATÉGIA

36

#RELACIONAMENTO

46

#E-COMMERCE

48

#NEGÓCIOS

50

#COMUNICAÇÃO

55

Guia de Empresas

Cliques x Conversão: entenda por que você não deve focar sua estratégia digital em cliques A difícil missão de conquistar e manter clientes (e mais 4 dicas para fazer isso!) Marketplace: a performance além da performance 7 Táticas para construir seu banco de dados Mais mobile, por favor.

Quer colaborar com o Digitalks? Envie seu material por e-mail: redacao@digitalks.com.br 07


transformaçÃo digital

Por Miguel Genovese

NÃO É MAIS SOBRE TECNOLOGIA: É SOBRE PESSOAS

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transformação digital

Você está correndo no parque. Seu relógio avisa que precisa repor líquidos ao chegar em casa. Neste momento, ele se conecta com a geladeira do seu lar e informa que acabou o isotônico. A geladeira acessa o serviço delivery online do supermercado. Você chega em casa na mesma hora que o entregador com um pacote de isotônicos.

Você sabia que a maior empresa de táxi no mundo não é dona de nenhum carro? Que a maior rede de hospedagens global não tem um só imóvel?

Você sabe que isso não é ficção. Essas tecnologias e serviços são reais e estão prontas para fazer parte da sua rotina.

Saúde, beleza, alimentação, turismo, educação, moda. Não existe mercado que não possa ser transformado, repensado ou reinventado com o uso do Digital.

A vida é mais digital do que imaginamos. E vai muito além da internet. O analógico quase não existe. Essa revolução está transformando as indústrias, os varejos, os serviços. Desde os robôs que ajudam no processo de produção até os aplicativos que facilitam a vida das pessoas que buscam mais qualidade de vida. Tudo está mudando radicalmente. O digital vem transformando o jeito como vemos as coisas, as pessoas, o jeito como nos relacionamos com as marcas e com o mundo. Enquanto surgem aplicativos que parecem resolver de vez nossa vida no trânsito, plataformas de redes sociais trazem à tona muitos gênios, mas, ao mesmo, provocam efeito contrário quando são utilizadas indevidamente. Mas surgem aí grandes oportunidades. Startups viram a bola da vez. Ideias simples viram grandes negócios. Cafés viram escritórios. Todo dia nasce um empreendedor. Os millennials invadem o mundo dos negócios com “aquele” espírito e sangue nos olhos que provoca admiração – talvez um pouco de inveja – em qualquer CEO. O digital fez acontecer a economia colaborativa, compartilhada ou o rótulo que você quiser dar. O digital explodiu de uma maneira avassaladora transformando e criando soluções inovadoras para negócios que estavam estagnados há décadas.

Se a sua empresa é de um ramo consolidado, cuide-se. Agora, o concorrente pode ser qualquer um.

Os negócios mudaram. Esqueça os livros que traçam teorias baseadas no B2C e no B2B. A nova economia é Business to People. O foco é você. Não importa o que a empresa quer, mas, sim, o que você quer. Seus desejos, seu jeito. Esse é o drive dos negócios. Por que é comum a impressão de que, quando surge um problema em um serviço 24h, o atendente está sempre ausente? Por que a pizzaria da esquina sabe exatamente os gostos dos clientes e uma multinacional mal conhece os seus clientes, ainda que venda o mesmo produto para eles há dez anos? Não dá para pensar no sucesso de um negócio se esse negócio não for estruturado para proporcionar a melhor experiência para o usuário. Se a sua ideia genial de startup não atender essa premissa, esqueça. Ela não vai para frente. O digital ajudou a nos repensarmos, a nos descobrirmos e, acima de tudo, a entendermos e exigirmos do mundo melhores experiências em todos os momentos de nossa vida. Agora, o ponto de vista mudou. É o nosso.

Miguel Genovese

Diretor de Criação & Inovação na PwC Brasil

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empreendedorismo

Por Mirko Mayeroff

Empreendedor encanta(n)do

Começo dizendo que, mesmo vivendo em um país “complicado”, ainda estou bem animado. Essa minha animação não tem como fonte nossos políticos, ela vem do nosso povo. Que benção! Nós (e eu me incluo nele) realmente não desistimos nunca: somos insistentes e alegremente, ingenuamente resilientes. Para quem não sabe, resiliência é a capacidade que o indivíduo tem para lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas e voltar ao seu estado normal, como se nada ti-

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vesse acontecido – favor não confundir com “ser sossegado” ou alienado. Venho participando de eventos e palestrando e digo que essa é a melhor forma de devolver aquilo que o mercado me deu, além de me proporcionar grande prazer e alegria. Palestro em faculdades, empresas, eventos e entidades interessadas na troca de conhecimento. Falo muito sobre o mercado digital, sobre a empresa que represento – o Buscapé –, marketing de performance e sobre minha


empreendedorismo

vivência, que não é pouca. Atualmente, miro no mercado empreendedor e no e-commerce, que tem total relevância naquilo que faço, e fico muito feliz quando tenho a oportunidade de trocar informação fora do eixo Rio-SP. Nos últimos dois dias, tive a oportunidade de palestrar para 400 alunos da PUC Campinas e para 60 empresários do Recife, experiência antagônica e impagável. De um lado a novidade, o imediatismo e a vontade de evoluir, de outro, o conhecimento, a experiência, mas a mesma vontade de evoluir. Nas duas situações, uma troca incrível de energia, informação e motivação.

menos “internético”. Comecei a me comunicar: as perguntas fluíam e a troca passou a acontecer.

Palestrei ao lado de um ícone do empreendedorismo, o João Kepler, e se já o admirava, seu conhecimento, humildade e nível de desprendimento ao transmitir a informação me fizeram potencializar essa admiração.

O caso é que parte do processo que envolve ser profissional é, justamente, se profissionalizar. Ou seja: estudar, ver, rever, medir, consultar, insistir, resistir, não desistir, se informar, se estruturar... Tudo regado a muito suor! Nada vem fácil.

A palavra para definir o que senti no mix dos dois eventos é gratidão. É uma experiência ímpar poder conhecer jovens empreendedores, ver o brilho em seus olhos, sentir a garra e a vontade de fazer acontecer. Melhor ainda é assistir ao borbulhar de novas ideias, de visões diferenciadas e poder me deparar com tanta gente inteligente, disposta e esperta (no melhor sentido da palavra). Meu foco é o principiante e o profissional de e-commerce, aquele que quer, de alguma forma, conhecer, entender, ver ou rever algo relacionado à área. E como sempre tive foco em performance, acabo tendo um olhar sempre atrelado a resultados: quero sempre entender quanto o meu conteúdo ajuda as pessoas que me escutam. Durante meus primeiros anos de palestras, achei que falava “para as paredes”. Vivia dizendo “é algo muito novo, as pessoas não estão preparadas para absorver meu discurso”. Mudei minha forma de comunicar, procurei uma linguagem simples e direta, tentei ser

Sempre lutei contra aquilo que chamo de “encantadores de serpentes”, aqueles que vendem o e-commerce e o empreendedorismo como uma coisa simples, algo do tipo “ganhe dinheiro fácil”, “X passos para o sucesso” ou ainda “faça assim e conquiste assado”. Boa parte desses indivíduos prestaram um grande desserviço ao nosso meio, criaram pessoas revoltadas com o e-commerce ou frustradas com o ato de empreender.

Queria, e continuo querendo, entender como tenho ajudado a mudar isso. E, o fato onde encontro maior argumento para provar que eu e muitos outros temos tentado mudar essa visão simplista, no e-commerce e no empreendedorismo, é ver nas palestras, eventos e mercado, gente engajada, comprometida, com conhecimento diferenciado, mas com muita vontade de entender aquilo que ainda não sabe e de interagir com vistas à evolução. A você que está encarando seu projeto de e-commerce (loja virtual) ou que está empreendendo no digital, se dê a oportunidade de aprender, de escutar, de vivenciar pelos olhos de quem sabe onde dói. Tenha certeza que a chance de acerto aumenta. Paramos de dar vazão aos empreendedores encantados e, hoje, vemos empreendedores encantando. Mas ainda temos espaço para melhorar. É como dizem no Recife: bora lá!

Mirko Mayeroff

Diretor de Desenvolvimento de Negócios no Buscapé Company 11


e-mail marketing SEO

Por Leonardo Pereira Cruz

3 mitos sobre SEO que você precisa parar de acreditar Mito 1: SEO é otimização para o Usuário Não, ele não é apenas para o usuário. Sites são feitos para fornecer uma boa experiência para pessoas reais, mas um projeto de SEO é feito para agradar os mecanismos de pesquisa. Você pode se esforçar para criar um site rápido e que forneça uma experiência incrível para usuário, mas não pode ignorar o fato de que muitas das suas atividades são voltadas exclusivamente para os mecanismos de pesquisa. Se você não confia no que estou dizendo, tente criar um site com tudo o que os gurus recomendam, mas sem o que é importante para os mecanismos de pesquisa. Faça um redirecionamento usando JavaScript e não 301 ou 302; não crie um robots.txt ou um sitemap.xml, e crie seus links internos usando como texto âncora “clique aqui” ou “veja mais” e acompanhe seu desempenho 12

no ranking do Google. Nenhum desses itens é feito para o usuário, mas você ainda se preocupa com eles, não é?

Mito 2: Conteúdo é rei! Uma frase que você já deve ter escutado é “O conteúdo é rei”. Mas como já expliquei no próprio portal do Digitalks – artigo “Conteúdo é rei: será?” –, o conteúdo só é tão importante se estiver dentro de um contexto favorável. Além disso, aqui vai uma informação que é contra o que a maioria do mercado prega: conteúdo duplicado pode ir muito bem no Google, basta que o site tenha uma boa relevância nos mecanismos de pesquisa. Sempre falo da importância do conteúdo de qualidade para meus clientes, então não achem que estou dizendo que criar


SEO

O mercado de SEO no Brasil vem crescendo muito nos últimos anos e várias das pessoas que estão tendo o primeiro contato com técnicas de otimização acabam indo pelo caminho mais fácil: estudar as dicas dos chamados gurus e criar vários assuntos tabus que atrapalham muito o seu desenvolvimento como profissional. Atualmente, por causa dos vícios e dogmas, é mais difícil contratar um bom profissional de SEO do que fazer SEO. Se você é um gestor de um e-commerce ou de um site institucional, ou simplesmente vai começar a estudar a área, é importante descontruir alguns mitos do SEO. Vamos lá?

conteúdo ruim e usar Black Hat é suficiente, porque isso pode te ajudar a ranquear, mas, no fim, você ainda precisa gerar uma conversão. Apenas parem com isso de que conteúdo é suficiente para ranquear no Google, ok?

Mito 3: Links vêm naturalmente Links sempre foram os principais fatores de ranqueamento para os mecanismos de pesquisa. Isso porque eles entendem que, se um site está fazendo uma ligação com outro, é porque existe qualidade nele. O Google pode ter melhorado muito seu algoritmo para achar fraudes, mas gerar links é um dos principais fatores entre o sucesso e fracasso de um projeto de SEO. Se você duvida disso, procure saber mais sobre como a Hearst Media utilizou suas marcas de autoridade como Marie Claire, Elle e Cosmopolitan para apontar links de

rodapé para o site BestProducts.com, ou do caso de um famoso guru indiano pedindo links para alguns dos verdadeiros profissionais de SEO do mercado brasileiro. Mais importante do que acreditar no que estou dizendo é entender que trabalhar com SEO é testar e otimizar constantemente, aferindo resultados e evoluindo nas estratégias, sempre pensando a médio e longo prazo. Fica aqui a provocação para que todos os profissionais da área pesquisem mais, troquem conhecimento e encontrem seu próprio ciclo de otimização. A única regra que deve ser sempre respeitada é que não existem regras eternas no mercado de SEO. Boas otimizações!

Leonardo Pereira Cruz

Coordenador de SEO na Vitrio

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OMNICHANNEL

Por Juliana Custodio

A mídia programática sobe ao palco

“O cliente é o protagonista”. Você já deve ter ouvido essa frase em palestras ou artigos sobre negócios, certo? Mais do que um mantra, ela vem se tornando estratégica dentro das empresas. Hoje, com a competição pela atenção dos consumidores cada vez mais acirrada, as marcas que criam diferenciais e geram valor são aquelas que colocam o cliente no centro de suas decisões. Como todo bom protagonista, esse cliente quer atenção especial e gosta de ser tratado de maneira individual. Essa demanda tem influência direta no posicionamento, cultura e na própria gestão da empresa pois é um modelo horizontal que conta com a participação de todas as áreas, do Atendimento ao Financeiro, do TI à Logística. Mas e quando falamos de Marketing e Vendas, como atuar nesse cenário onde o ator (ou atriz) principal espera uma experiência personalizada e única? A resposta é asser14

tividade. Entregar a mensagem certa, no momento certo, para a pessoa certa. Vamos explorar esse conceito dividindo-o em partes.

>> A mensagem certa Antes de definir o que comunicar ao consumidor, é preciso entender em qual etapa do funil de vendas ele se encontra: se ainda não conhece a marca; conhece, mas ainda não a considera como opção; considera, mas está buscando referências antes de tomar a decisão de compra; ou está propenso a fechar negócio e só precisa de uma boa oferta como incentivo.

>> O momento certo Hoje, a relação entre marcas e consumi-


OMNICHANNEL

dores é omnichannel, ou seja, onipresente. Está em todo lugar, em todos os momentos. Quando acessamos e-mails, conferimos redes sociais ou sites, usamos aplicativos, consumimos conteúdo digital. Todos esses momentos são oportunidades para as marcas se conectarem com seu público, mas que precisam ser aproveitadas com inteligência. Para saber quando e onde fazer isso, é essencial compreender o papel que cada um desses canais têm na vida das pessoas, quais comportamentos e desejos eles despertam. Não basta a empresa estar presente, ela deve agir para criar conexões reais com seus consumidores por meio de uma experiência fluída, orgânica e não-intrusiva.

>> A pessoa certa Muito além de identificar a base de clientes ou potenciais compradores, é importante conhecê-los profundamente como indivíduos, saber quem são de fato. Suas características, preferências, expectativas, perfil demográfico e geográfico, redes de relacionamento e influência. Esse conhecimento é fundamental para aprimorar o relacionamento, descobrir oportunidades de mercado em demandas não atendidas, explorar novos nichos. Bom, mas o grande desafio é como ganhar escala, considerando os milhares (ou milhões) de clientes, prospects e leads que a empresa pode ter – ainda mais quando falamos de negócios digitais ou operações online, nos quais o volume de possibilidades é imenso. Ser capaz de personalizar a comunicação nessa situação exige lidar com uma grande quantidade de dados e variáveis. E isso traz a necessidade de se ter processos automatizados, sistemas de gestão das informações e integração de tecnologias.

É aí que a mídia programática cai como uma luva. Apenas com ela é possível criar e gerenciar de maneira eficiente uma estratégia de múltiplas campanhas altamente customizadas, cruzando todas as informações que vimos acima. Não importa quais (ou quantos) sejam os objetivos da empresa, a programática sempre terá soluções viáveis. Campanhas de branding para gerar leads, retargeting para aumentar conversão, lookalike para prospectar novos consumidores, remarketing para fidelizar a base... tudo ao mesmo tempo, com extrema eficácia e transparência nos resultados obtidos. A cereja do bolo é quando todas essas frentes estão integradas em uma única plataforma e somadas a soluções onsite, que maximizam a performance de tráfego, conversão, engajamento, e abandono de site ou carrinho. Isso dá à empresa a capacidade singular de estar junto com o cliente em todas as situações e, assim, produzir consistentes resultados em otimização de verba. Ou em bom português: enxergar o retorno de cada real investido e extrair o melhor dele. Por tudo isso, a mídia programática tem crescido exponencialmente em vários países, inclusive no Brasil. Segundo o International Data Corporation (IDC), os investimentos devem atingir US$ 60 milhões em 2017 no nosso país. Então, faço o convite para você participar desse espetáculo e levar a melhor experiência ao seu protagonista. Tenho certeza que os resultados (e aplausos) virão. Boas vendas, boas festas, e um ano novo cheio de conquistas!

Juliana Custodio

Managing Director da Ve Interactive na América Latina

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INBOUND

Por Taís Cazelato Rui

Em meio às mudanças econômicas e políticas, como o Marketing Digital pode ajudar?

O fim do ano está chegando e as empresas já começaram a pensar nas estratégias para 2017 e em como recuperar as vendas perdidas nos últimos anos. 2016 foi recheado de incertezas econômicas e políticas, o que resultou em uma grande recessão no mercado. A Fecomércio divulgou que a previsão para este ano é uma queda de 3,5% no PIB brasileiro. Apesar do número assustador, segmentos como o comércio eletrônico apresentaram crescimento no primeiro semestre. Especialistas afirmam que o segundo semestre se encerrará com números ainda melhores e que, em 2017, a população vai voltar a confiar na economia do país e o consumo vai aumentar. Sabendo disso, as empresas devem se preparar para o crescimento da demanda e potencializar seus esforços e investimentos em marketing. Grandes marcas têm apostado cada vez mais na personalização de ofertas, conteúdo – Content Marketing – e omnichannel. Não é você quem diz qual o melhor canal para se comunicar com o cliente: é preciso conhecer o perfil das pessoas que se relacionam com você, quais os canais 16

mais utilizados por eles e os momentos em que eles estão mais propensos a consumir a sua oferta. No marketing digital, as opções para impactar um mesmo cliente são diversas – redes sociais, aplicativos, e-mail marketing, banners, Google, SMS – e todas oferecem alto grau de segmentação, ou seja, é possível selecionar o público e concentrar os investimentos para atingir as pessoas com mais chances de consumir o seu conteúdo, aumentando a conversão e assertividade. Mas, como eu disse anteriormente, saber apenas onde está o cliente não é suficiente, é preciso entender o momento em que ele está para conquistá-lo. Por exemplo: não é todo dia que você compra um conjunto de panelas, portanto, se você for impactado com ofertas de panelas diariamente, a probabilidade de criar aversão àquela marca é grande. Em contrapartida, se você não tiver contato constante, também corre o risco de se esquecer da mesma. E aí, o que fazer? O segredo é o Content Marketing. Crie conteúdos relevantes e exclusivos, mas que não sejam publicidade escrachada da marca. Quanto mais sutil você for, mais recepti-


INBOUND

vo à informação seu público será. O objetivo é o branding e não a venda direta. Ou seja, a ideia é que, quando alguém pensar em adquirir algo que você comercializa, a sua marca seja a primeira a ser considerada. Outro benefício importante da técnica é que, ao oferecer conteúdo relevante e exclusivo, você passe a ter uma imagem de credibilidade e referência no segmento. Sendo assim, se você tem uma marca de panelas, o ideal é criar um blog com dicas para cozinha e receitas, onde a marca apareceria como coadjuvante. Legal! Aí você me pergunta: e quando eu faço a oferta para o meu cliente? No mundo digital, o importante é acompanhar em tempo real o que o seu prospect está fazendo pela internet. Acredite ou não, ele dá indícios de que está interessado ou propenso a comprar algum produto que você tem para oferecer. O Adwords do Google é uma ótima maneira de começar a impactar o possível cliente. Quando ele busca palavras relacionadas ao seu tipo de negócio, é hora de você começar a impactá-lo com banners e remarketing, até que ele veja uma oferta que realmente lhe interessa e acesse o seu site. Pronto, você jogou a rede e o peixe caiu, agora é hora de não deixá-lo escapar.

DICA 1: Um dos formatos de mídia com maior retorno é o e-mail marketing, que, quando bem planejado, chega a alcançar um ROI de 40:1. Mas, para conseguir resultados significativos, é importante ter uma base qualificada e engajada. Muitas marcas utilizam pop-ups, cupons de descontos e benefícios exclusivos para captação de leads. Ou seja, quando o internauta acessa o portal, uma mensagem aparece com algum apelo para que ele se cadastre, seja um desconto ou conteúdo exclusivo.

DICA 2: É muito importante facilitar o processo de cadastro o máximo possível para que o lead não desista. A maioria das empresas estão oferecendo a possibilidade de cadastro por meio das redes sociais ou trabalhando com cadastro progressivo. Ou seja, no primeiro contato, peça apenas os dados que você realmente precisa para iniciar um diálogo – nome, e-mail e gênero, costuma ser suficiente – e, com o tempo, você pede mais dados em troca de benefícios para o cliente. Algumas plataformas, como a da All iN, por exemplo, oferecem esse recurso de forma automatizada.

DICA 3: Depois que você captou o lead, é hora de iniciar a sua estratégia para conversão. O e-mail marketing é grande aliado nessa fase, pois além da segmentação por perfil, você consegue enviar ofertas personalizadas de acordo com o comportamento de navegação e consumo do cliente, além de poder combinar algoritmos de recomendação e aumentar ainda mais a sua taxa de conversão. Um dos principais benefícios do marketing digital é a flexibilidade de mudanças que ele oferece. É possível acompanhar os relatórios em tempo real, fazer ajustes nas estratégias rapidamente e potencializar os resultados. Não espere 2017 para fazer a diferença: comece a se planejar já para a Black Friday e o Natal. Economistas estão apostando que essas duas datas representarão grande parte do crescimento do varejo no segundo semestre.

Taís Cazelato Rui

Especialista de marketing na All iN Marketing Cloud 17


vendas

Por Isaac Ezra

Entenda como ações de retargeting são importantes também para os fabricantes

18


vendas

Uma aflição que grande parte dos empresários tem hoje é descobrir como resolver as equações para aumentar o ROI (retorno sobre investimento) de suas ações de marketing. As empresas aplicam importantes parcelas de seus orçamentos em peças de e-mail marketing e outras atividades de divulgação para atrair visitantes ao seu site – o que explica a necessidade e a prática de análises rigorosas para descobrir se o valor investido atingiu a expectativa. Contudo, é uma parcela pequena a dos usuários que se tornam clientes: apenas 2% dos visitantes, de acordo com estimativas do próprio mercado. Em uma época de negócios digitais, essa é uma preocupação constante para o e-commerce brasileiro. A concorrência elevada faz com que os varejistas busquem soluções para atrair, reter e, principalmente, converter vendas a todo momento. A questão é que, na web, esta necessidade não fica restrita apenas às lojas virtuais, mas afeta também a indústria. Apesar de não lidarem com vendas diretas, os fabricantes precisam atuar intensamente para fidelizar e garantir que os clientes escolham seus produtos no momento de concluírem suas compras. Um dos trunfos para isso consiste em retargeting, nome dado às ações de marketing personalizadas de acordo com o perfil do consumidor. A técnica é muito utilizada para aumentar a taxa de conversão no varejo. Quanto mais assertiva a mensagem, maiores as chances de sucesso. Para que isso aconteça, entretanto, existem diferentes níveis de customização da campanha para os anunciantes, passando pela estratégia da campanha e coleta de dados até a recomendação de produtos. No caso das indústrias, que almejam outros objetivos com seus sites, o retargeting ganha contornos e usos diferentes. A principal delas consiste na criação de campanhas futuras. Uma montadora de automóveis, por

exemplo, tem como arrecadar leads para ações de marketing em promoções, feirões, novos modelos e até mesmo recalls. Ela também pode selecionar potenciais clientes para a prospecção de revendedoras concessionárias, de acordo com o perfil mais propenso a comprar um automóvel. Já indústrias eletrônicas conseguem distinguir usuários heavy users que podem receber campanhas de novos lançamentos no futuro. Além de atingir um público que optou por receber a sua mensagem, os fornecedores também descobrem em quais canais os clientes preferem ser abordados. Telefone, e-mail, SMS, Whatsapp ou redes sociais? Um cadastro prévio já fornece informações importantes para essa filtragem, mas é o comportamento de navegação na internet que traz mais detalhes sobre cada perfil e, por isso, é fundamental contar com tecnologias para coleta e análise dos dados. Por fim, o retargeting também permite aos fabricantes identificarem, em tempo real, possíveis compradores até então desconhecidos por meio do cruzamento dos cookies do site com um grande banco de dados de usuários. Assim, é possível criar campanhas inteligentes de atração dos consumidores com leads gerados para os revendedores. Alguns setores da Indústria são mais tradicionais e reticentes à adoção de soluções tecnológicas para campanhas de marketing digital. Contudo, é importante que os empresários estejam atualizados em relação às principais novidades, especialmente em tempos de estagnação econômica, para se aproximar do cliente e, sobretudo, fidelizá-lo.

Isaac Ezra

CEO da ShopBack

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capa

Por Gabriela Manzini

2 0 1 7

oportunidades & desafios

20


capa

O Marketing mudou, nos últimos cinco anos, mais do que nas últimas cinco décadas. E, com o avanço da tecnologia e do leque de marcas no mercado, o caminho não parece diferente. Segundo a edição de 2016 do estudo anual da Nielsen “Mudanças do Mercado Brasileiro”, que estuda os cinco fatores essenciais sobre o consumidor nacional no curto a médio/longo prazo, o brasileiro está hoje mais disposto a trocar de marca – especialmente em razão da crise econômica que o país enfrenta. Apesar disso, ele é conectado e não abre mão do que gosta. E a perspectiva só aumenta quando consideramos aqui a poderosa geração dos Millenials, que já ultrapassa o total da população da Espanha e deve atingir um potencial de consumo de mais de R$75 bilhões até 2019, no Brasil. Ainda segundo o estudo, esse cliente se engaja mais com as marcas – para o “bem” e o “mal” – e usa as mídias sociais para tomadas de decisão de compra. Por mais que devamos levar em conta outras gerações como público-alvo, é importante entender as mudanças que a sociedade vem passando para saber como se comportar enquanto marca. Viagem ao centro... do consumidor Nas empresas, as mudanças antigamente vinham muito de dentro para fora, mas tal movimento começou a mudar de uns tempos para cá. Conceitos como Customer Centric – estratégias centradas no consumidor –, jornada do cliente, personas e funil de vendas passaram a permear o cotidiano dos marqueteiros. Isso fora influências que vieram com a tecnologia e o avanço da sociedade como um todo, levando à criação de termos como

Mobile First, IoT (Internet das Coisas) e Transformação ou Disrupção Digital. Design thinking, UX (User Experience), protótipo e inovação também incorporaram nosso dicionário de jargões. Com a última edição de 2016 desta Revista Digitalks, quisemos saber: o que será realidade e tendência no próximo ano? Quais áreas serão mais influenciadas? Em que devemos focar nossos esforços? Conversamos com executivos e especialistas do mercado a fim de entender para onde seguiremos nos 12 meses subsequentes. Leia o que eles disseram sobre as oportunidades e desafios da área:

Neil Patel, co-fundador da CrazyEgg, Hello Bar, KISSmetrics e um dos 10 melhores profissionais de marketing online segundo a Forbes. Em 2017, eu acredito que os profissionais de marketing digital no Brasil estarão mais focados na criação de conteúdos longos voltados para educação dos seus potenciais clientes. Muitas empresas já estão percebendo que criar um blog e postar o máximo possível de conteúdo é um desperdício de tempo, dinheiro e recursos. Para que um blog atinja o seu objetivo principal – a

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conversão de visitantes em clientes –, é necessário fornecer uma grande quantidade de valor para o leitor. Se os leitores não estão aprendendo ou conseguindo respostas para as suas dúvidas, eles irão para outro lugar. Se você conseguir responder às suas perguntas, você será capaz de convertê-los em clientes fiéis, porque estabelecerá uma relação de confiança.

Denis Chamas, Digital Marketing Services da Unilever. Na minha opinião pessoal, depois de muito trabalho duro, o mercado conseguiu atingir um patamar muito interessante em relação ao marketing digital e, em especial, às suas plataformas. Muitos na indústria hoje são capazes de entregar suas mensagens em diversos tamanhos de telas e mídias, com sucesso e de forma autêntica. Os desafios iminentes me parecem dois: 1) conectar todo esse ecossistema, lidar com os dados gerados e transformar tudo isso em informação relevante para tomada de decisão; e 2) capacitar os profissionais para usar essas novas possibilidades para levar a mensagem ainda mais longe e alavancar vendas.

Kadu Zagatti, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Adobe Brasil. A entrega de conteúdo personalizado, relevante, na hora certa parece uma tarefa clara e importante para o marketing das empresas, mas o mercado, em geral, ainda não se mostra completamente adaptado e preparado para essa necessidade. Dentro da sequência dos objetivos de marketing em relação à jornada do consumidor – atrair, engajar, converter e criar relacionamento –, a personalização de conteúdo no mundo digital ainda se apresenta de forma inconsistente nesta relação marca/cliente.

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As soluções tecnológicas para garantir maior assertividade já existem e é em saber utilizá-las que mora o desafio do marketing. Testar frequentemente a segmentação do público, e não apenas a audiência, e entender o contexto e intenção do consumidor são ações que pavimentam o caminho em direção à entrega de experiências incríveis de consumo e, como consequência, melhores resultados.

Bruno Couto, Head de Marketing e Comunicação do Grupo Netshoes. O frequente desenvolvimento de novas tecnologias e do mundo digital faz com que as tendências se renovem num curto espaço de tempo, mas, para o próximo ano, a Internet das Coisas [IoT] se apresenta como uma grande oportunidade. Com a experiência do consumidor como foco dos investimentos em serviços, tecnologia e inovação, a IoT deve evoluir muito em 2017, aproximando e permitindo cada vez mais interações entre o mundo físico e o digital. Acredito que será um ano importante para que os dispositivos se comuniquem entre si, os datacenters e suas nuvens, transformando de vez a mobilidade e a presença da internet para facilitar e conectar o consumidor e a sua jornada.

Camila Porto, empreendedora, especialista em Marketing Digital, palestrante e autora do livro “Facebook Marketing – Como gerar negócios na maior rede social do mundo”. Para o ano que vem, acredito que o mobile será ainda mais forte, e todas as empresas devem e precisam redirecionar suas forças para suprir as necessidades dos usuários. As pessoas vão usar cada vez mais redes sociais, mas não ficarão escolhendo qual usar, tudo poderá ser incorporado.


capa

Outro ponto forte para 2017 será o uso de vídeos nas redes sociais. Na verdade, os vídeos são o futuro da comunicação, pois são fáceis de serem consumidos, replicados e compartilhados. O próprio Facebook está buscando aumentar mais a base de fãs, investindo em educação online e buscando sedimentar a internet nos mercados emergentes. Outra coisa que vem chamando a atenção é o espaço que o YouTube está cedendo para os influenciadores e a força que eles estão ganhando em todas as mídias. Em termos de relevância, as marcas devem procurar ainda mais estas figuras para reforçar a comunicação com a mídia.

Eduardo Godoy, growth hacker e consultor de Marketing Digital da Linkbrand. O marketing é cada vez mais uma disciplina analítica e baseada em dados, portanto, uma das tendências é a obsessão por testes e experimentos, pois, assim, é possível coletar feedback valioso a cada ciclo, validando o seu ‘product market fit’. Em 2017, presenciaremos também a revolução das transmissões ao vivo, no qual as marcas terão que traçar estratégias muito mais genuínas e espontâneas.

Felipe Almeida, co-founder e CMO da Zup, empresa de aceleração digital. Acredito que uma tendência importante em termos de marketing digital é o shift real entre ações post-mortem e real time. Digo isso, especialmente, em empresas tradicionais que, cada vez mais, oferecem produtos digitais. Já não será mais possível [para] as empresas que desejam sobreviver e prosperar que continuem com uma visão de retrovisor, com um BI que processa informações de tempos em tempos. Um

exemplo fadado à morte é de empresas que demoram meses para agir quando um review negativo aparece na app store. Hoje, os consumidores tendem muito mais a migrar de uma marca para outra em busca de uma melhor experiência. Por isso, será necessário que haja uma visão e atuação de e-commerce, por exemplo, que é um mercado que já entende – muito melhor – como explorar as oportunidades em tempo real. Não há mais tempo para se processar informações.

Diego Carmona, co-fundador e CVO da LeadLovers. Poucas coisas tiveram tanto impacto nos últimos tempos quanto a intensa modificação na forma como as pessoas consomem conteúdo. Hoje, as plataformas mobile são a grande tendência e não há mais espaço para quem não aposta em dispositivos móveis para se comunicar com os clientes. Talvez essa deva ser uma das prioridades de qualquer empresa que deseja continuar conquistando público. O Google também está indo na mesma direção e, hoje, o grande buscador prioriza sites mobile friendly, em resultados de buscas em dispositivos móveis. Ressalto também a utilização do vídeo como a grande aposta para o futuro da comunicação entre empresa e público. Os vídeos auxiliam muito para a geração da autoridade e, além disso, combinam bastante com os dispositivos móveis, em alta nos últimos tempos. Destaco, por fim, a Mídia Programática e a segmentação de audiência para e-mail marketing como outras tendências que vêm se consolidando e que se estabelecerão [no mercado].

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Como usar Big Data para barrar fraudes na internet? Big Data é um dos assuntos mais quentes no mundo dos negócios atualmente, e isso não acontece à toa. Vivemos em um mundo cada vez mais conectado e inteligente e geramos a cada dia um volume elevadíssimo de dados, que podem ser captados, analisados e transformados em insights por empresas dos mais diversos gêneros: varejo, marketing e publicidade, serviços on-line de filmes, redes sociais... No entanto, Big Data pode ajudar empreendedores e lojistas em uma função ainda pouco debatida, especialmente no Brasil: detectar compras fraudulentas on-line, que resultarão em prejuízo para quem vende pela internet. Hoje em dia, a tentativa de fraudes no e-commerce brasileiro é de 3,83%: ou seja, a cada 26 pedidos que chegam a uma loja virtual, ao menos um é feito por algum criminoso utilizando cartões de crédito clonados. Estas transações, se não barradas a tempo, serão contestadas pelo dono legítimo do cartão clonado e caberá ao comerciante eletrônico estornar aquele valor ao cliente. Durante muito tempo a análise de fraude era feita a partir da validação de informações cadastrais do cliente que realizava a compra. Se nome, CPF e endereço de entrega conferiam, inferia-se que a pessoa que fez o pedido era de fato a portadora daquele cartão. Mas muitos anos se passaram desde então: a internet evoluiu, o consumidor evoluiu e a fraude evoluiu ainda mais. E este método, por si só, se tornou ultrapassado. Nos dias de hoje há milhares de dados que podem auxiliar na análise de risco na internet. Por exemplo: Quantos minutos durou a navegação do comprador até o fechamento do pedido? Qual a frequência de compra daquele cliente? Qual a última vez que o cartão de crédito usado na compra foi “visto” no seu sistema? Ele já esteve atrelado a outras contas ou até a outros dispositivos ou computadores? O produto é visado por fraudadores? O CEP de entrega já possui histórico de fraudes? Estas são apenas algumas das muitas variáveis que podem ser analisadas por um sistema para calcular o risco de fraude de uma compra feita pela internet. É justamente quando o Big Data entra em ação: os algoritmos são capazes de receber, processar e analisar milhões de dados em uma fração de segundos, ao mesmo tempo em que aprende com estas informações e gera cada vez mais insights – com a velocidade e a precisão que um cérebro humano jamais alcançaria. Os sistemas de Big Data Analytics detectam padrões de comportamento de usuários em um site de e-commerce e são capazes de identificar uma fraude no exato momento em que o pedido é realizado. Com isso, o lojista obtém em tempo real um parecer sobre cada transação e envia somente as mais suspeitas para um agente humano realizar uma verificação mais detalhada. Todos esses benefícios permitirão uma análise extremamente mais precisa, reduzirão os índices de fraude do negócio e melhorarão a operação da empresa. Muitas das maiores empresas do planeta já utilizam Big Data a seu favor. Facebook e Google fazem uso dos dados para melhorar a experiência de seus usuários e potencializar a exibição de anúncios publicitários. Serviços de inteligência também analisam estas informações para evitar ou barrar ataques. E você, por que não usar este artifício tão eficiente para proteger um negócio on-line, melhorar a operação e combater a fraude?


estratégia

cliques VS. conversão Por Gabriela Santana

Entenda por que você não deve focar sua estratégia digital em cliques 26


estratégia

Você já deve ter lido ou ouvido o quanto é importante anunciar na web e manter estratégias consistentes e constantes em Marketing Digital. Afinal, quem não é visto não é lembrado, não é mesmo? Então, quanto mais anúncios e palavras-chave eu aderir, mais cliques eu terei, logo, mais sucesso vou garantir em meus negócios. Correto? Errado. Infelizmente o Marketing Digital não é constituído por essa matemática tão simples assim. De nada adianta milhares de cliques, se sua carteira de cliente não está crescendo. Não estamos dizendo que cliques não são importantes, eles são. Mas não devem ser o seu foco principal: cliques são apenas o primeiro contato de um cliente em potencial com seu anúncio ou site. Se a sua campanha de Marketing Digital possui muitos cliques, porém não possui interações, tais como o preenchimento de um formulário, o envio de um e-mail, uma ligação telefônica, então você não está tendo retorno sobre o seu investimento. Sem essas interações, você não sabe quão efetivas estão sendo suas ações de marketing. Sua empresa pode estar perdendo leads valiosos, com potencial de investimento e fidelização da marca, por ausência de monitoramento e gestão do que acontece após o clique. Para que isso não aconteça o seu foco inicial deve ser a conversão! A conversão consiste em uma interação em seu site, seja por meio do envio de um formulário, de um e-mail, de um chat, de interação no carrinho de compras ou de uma ligação. Cada site ou loja virtual tem sua estrutura, e a conversão varia de acordo com as ações existentes em cada um.

Mas como posso fazer para ter certeza que minha campanha de Marketing Digital está direcionada para conversão?

A primeira impressão é a que fica Antes de você revisar as estratégias de campanhas, você não pode se esquecer de avaliar se a sua casa está em ordem. Como andam as atualizações do seu site? Quando o cliente é direcionado ao seu site ele deve encontrar um site amigável, adaptado para todas as dimensões de telas (smarthphones, tablets e desktop), com um design aderente à marca, rico em textos e imagens que deixem claro o que a sua empresa oferece, e ainda como você pode ajudá-lo a suprir necessidades e desejos de seus potenciais clientes. Lembre-se de sempre ter suas informações de contato visualmente fáceis de serem localizadas para que você evite perder uma possível conversão só porque o lead não conseguiu encontrar seu formulário de contato, telefone ou e-mail em seu site. Se coloque no lugar do cliente: como você gostaria de ser atendido, quais tipos de sites e informações são essenciais para uma tomada de decisão? Não adianta ter uma estratégia de campanha aderente se o seu site não fornece uma experiência positiva após o clique.

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estratégia

Entenda o perfil do seu consumidor e escolha as palavraschave corretas É muito importante que você entenda o comportamento do consumidor que você atende para saber quais termos eles podem pesquisar nos buscadores (como Google, Yahoo, etc..) ao procurar seus produtos ou serviços. Para entender esse perfil e otimizar os resultados da sua campanha, você deve analisar as interações dos potenciais consumidores para entender o que lhes interessa, como realizam suas buscas e, assim, refinar sua estratégia de campanha priorizando palavras-chave específicas e variações que atendem essa demanda latente. Em paralelo, observe o custo das palavras-chave que contemplam sua campanha, equilibre seu investimento de palavras específicas (relacionadas a seus produtos, serviços, geolocalização, etc) com palavras amplas (relacionadas ao seu mercado de atuação). Quanto mais segmentada sua estratégia e mais seleto for o seu grupo de palavras-chave, melhor será a qualidade dos leads. Não é aconselhável investir somente em palavrats-chave amplas e caras, pois pouco convertem e são altamente competitivas no leilão dos buscadores com o Google. Ou mesmo trabalhar somente com palavras-chave muito específicas com pouquíssima busca, pois diminui muito a sua possibilidade de conversão. É essencial que haja um equilíbrio.

Tecnologia e inovação fazem a diferença Uma forma de garantir que você está trabalhando com palavras-chave que dão resultado, ou seja, Retorno sobre o Investimento (ROI), é trabalhar com ferramentas que otimizam com base em conversões. Hoje, existem empresas com ferramentas próprias que trabalham especificamente com isso. É claro que você não pode deixar de avaliar os profissionais por trás da sua campanha, os feedbacks que você recebe com cada ajuste de campanha, possibilidades de melhoria, atendimento exclusivo, atenção única nas suas estratégias e posicionamentos mercadológicos, e disponibilidade de tecnologia. Essas características certamente são ingredientes fundamentais para atingir e tangibilizar resultados pertinentes ao seu negócio e mercado, entendendo e gerindo o seu ROI em Marketing Digital de forma prática e tecnológica. Agora você entende por que o seu foco deve ser em conversões e não em cliques?

Gabriela Santana

Marketing Manager LATAM da ReachLocal 28


mídia

Por Eduardo Paschoa

Desmistificando a Mídia Programática Ainda existe muito mistério sobre o que, na prática, significa mídia programática. Uma explicação mais precisa é que mídia programática é o uso da tecnologia para automatizar as compras de mídia no ambiente digital.

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mídia

A sofisticação tecnológica proporcionada pelos algoritmos, deep learning e big data transformou as possibilidades de comunicação dentro do mercado publicitário. Se anteriormente contávamos com uma publicidade feita com base em feeling, pesquisas tradicionais e estatísticas que tinham como objetivo alcançar o target, hoje, além de uma vasta gama de opções de targets, também existem inúmeras plataformas, fornecedores e siglas (DSPs, SSPs, AdNetworks, Redes, Publishers, DMPs e outros) atuando no mercado e oferecendo soluções semelhantes para os seus clientes. Esse fator permitiu uma mudança na dinâmica do mercado publicitário dentro do ambiente digital, fazendo com que o anúncio agora encontre o usuário utilizando parâmetros como hora, formato, apelo e tornando-se parte do conteúdo que ele está disposto a consumir dentro da internet. Porém, nos enganamos ao imaginar que o processo de automação de compra de mídia substituiu o fator humano. Afinal, conhecimento das ferramentas de mídia programática não são o suficiente para rodar uma campanha de sucesso e existem inúmeras variáveis (objetivos, criativos, filtros) que devem ser analisados continuamente para que uma campanha possa ser exibida e modificada, caso o resultado atingido não seja o esperado. Isso explica que o trabalho em mídia programática não é focado apenas na maestria da ferramenta, mas também em áreas de expertise que são exclusivas do fator humano, como planejamento, acompanhamento e otimização. Por isso os players do mercado justificam a arbitragem, oferecendo serviços que mostram conhecimento do negócio e vão muito além do preço do bid. Diferente da mídia tradicional, quando a entrega do material significa o fim do processo do anúncio dentro da agência, na publicidade digital, o trabalho pesado começa quando a campanha vai ao ar. Os gestores de mídia programática devem trabalhar três elementos que atuam de forma sinérgica: tecnologia, pessoas e negócios.

Este último, tratando-se justamente da busca pelo resultado dentro dos objetivos propostos pela campanha. O processo todo tem como base a compra em modo de leilão e, nesse processo, o controle está compartilhado com todos os interessados nos mesmos inventários. Isso significa que, quanto mais procurados, mais caros eles são. A lei da oferta e procura é quem define melhor os preços e todo e qualquer intermediário tem seu custo adicionado. Quanto maior a cadeia, maior o custo. Dentro desse modelo de compra, temos o processo de arbitragem, que é a diferença entre o preço de compra e a venda. Essa margem é bem mais frequente do que se imagina e bem mais saudável e justa do que tabelas de preços inflacionadas. Por isso que a tecnologia sozinha não vai resolver o problema do cliente. Mesmo com todos os avanços que virão no futuro, ela não substituirá a mão de obra especializada e esta, por sua vez, se não tiver a visão do negócio, também não vai gerar os resultados esperados. É inevitável que no futuro os anunciantes demandem impactar seus targets com anúncios mais relevantes e precisos, o que obrigará outros meios como TV aberta e fechada, OOH, revistas, jornais e rádios a comercializarem seus inventários de mídia através do processo programático, modelo que nos EUA já se encontra em fase de testes de vendas. Isso fará com que os gestores de suas respectivas áreas não apenas se especializem no uso das ferramentas que permitam processos programáticos, mas também analisem como os seus conhecimentos de campanha conseguirão oferecer soluções eficientes para os clientes dentro desse mercado em expansão.

Eduardo Paschoa Fundador e CEO da Maple Brasil

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cliente

Por Rodrigo Souto

Seis tendências de personalização que estão reinventando a jornada do comprador 32


cliente

Se pensarmos em relações entre compradores e marcas, a lealdade dos clientes é resultado (em parte) da formação de um relacionamento entre uma marca e o comprador por meio de lembranças bem planejadas. Por exemplo: conhecer suas preferências, ou fazer recomendações de produtos ou serviços de acordo com o seu gosto. Hoje, um dos maiores desafios que as empresas enfrentam é criar a mesma experiência para os compradores online. Em essência, esse ato é o que chamamos de personalização ou marketing personalizado. Mas chegaremos lá. A geração de demanda, em vez de leads, trata-se do respeito ao consumidor e de não apressá-lo a tomar uma ação desejada. Ela trata cada interação com cuidado e consideração para agregar valor à jornada do comprador e para ajudar os compradores a cumprir suas metas. Leve isso em consideração: o cliente médio passa, pelo menos, por cinco pontos de contato antes da conversão. Os consumidores ficam tão inundados com conteúdo, que criá-lo e distribuí-lo não é mais o suficiente para fechar conversões. Tornou-se muito mais difícil se conectar com os compradores.

Marketing personalizado ao resgate Marketing personalizado é uma forma extrema de marketing direcionado. Seu objetivo é atingir públicos com a solução exata para aquilo que estão procurando e falar mais diretamente com cada comprador individual, criando uma experiência pessoal. Para tratar o público com tal precisão e detalhamento, o marketing personaliza-

do exige muitos dados a respeito de um cliente específico ou grupo de clientes. Esses dados devem então ser convertidos em ações de marketing. Como há muitas informações, converter dados em ação é excessivamente mais complexo, exigindo diferentes tecnologias de marketing. O que nos leva ao tópico do dia: as tendências de personalização que estão reinventando a jornada do comprador.

Marketing programático A publicidade paga é a maneira mais poderosa de atingir clientes no mercado atual, que é bagunçado e saturado. O problema é que os profissionais de marketing lutam para converter todos os dados que coletaram em um anúncio que sirva para a pessoa certa, no momento certo, no local certo. O marketing programático é uma plataforma que conecta os profissionais de marketing ao suprimento de mídia mundial e usa software e tecnologia para automatizar e otimizar a compra e a colocação de anúncios em tempo real. Em outras palavras, o marketing programático pega todas as informações que pode reunir sobre um comprador e converte essas informações em ação: a compra e exibição do anúncio certo, no momento certo, no lugar certo. Os profissionais de marketing podem definir parâmetros específicos para guiar o processo e integrar dados de CRM para fornecer um nível de personalização ainda maior. Impacto: ser bombardeado com anúncios online irrelevantes é extremamente irritante para o consumidor ocupado. Usando a programação, os compradores recebem anúncios baseados em seus desejos, necessidades, preferências e muito mais. O que isso significa para a jornada geral do 33


cliente

comprador? Ela se torna mais relevante e, dessa maneira, mais valiosa em cada ponto de contato.

Redirecionamento Redirecionamento é um tipo de marketing programático que usa tecnologias de cookies para seguir compradores, conforme eles se movem de um recurso para outro. Por exemplo, quando um comprador visita seu website, um pequeno cookie é colocado em seu navegador. Esses cookies armazenam dados sobre sua visita, como quais páginas eles visualizaram novamente e seu tempo de permanência. Quando eles saem para visitar outro site, o cookie dispara um software programático e o cliente é redirecionado com um anúncio pertinente às informações com as quais ele interagiu na sua página. Impacto: quando feito corretamente, o redirecionamento leva a personalização a um outro nível, oferecendo anúncios aos compradores que não só são pertinentes às suas necessidades e desejos, como também seu comportamento e sua intenção, de acordo com o estágio correto da jornada do comprador em que se encontram. Dessa forma, se mantém soluções potenciais na frente do comprador, agindo como lembretes poderosos enquanto eles investigam outras opções.

Marketing de conteúdo de propriedade do consumidor Uma abordagem relativamente nova em discussão atualmente é o uso de conteúdo de propriedade do consumidor para marketing personalizado. Em outras palavras, servir ao comprador um conteúdo que contenha uma de suas fotos no Insta34

gram, ou referências a uma publicação do Facebook ou Twitter feita por ele. Por um lado, ver conteúdo tão distinto e alinhado com a marca pessoal do comprador chamaria muito a atenção. Por outro, isso levanta outra questão: quando a personalização é pessoal demais? Impacto: ainda não há um veredito se essa prática de marketing é aceitável, mas ela significaria uma experiência familiar e com marca pessoal na jornada do comprador. Conteúdo e anúncios poderiam ser criados apenas para o comprador, dependendo daquilo que eles disseram, viram, curtiram e mostraram em seus canais sociais. Outro jeito de olhar para essa questão: o comprador ajuda a criar seus próprios anúncios.

Websites personalizados Websites personalizados usam sistemas de otimização de conteúdo para fornecer conteúdo dinâmico aos visitantes. O conteúdo é gerado exclusivamente em tempo real, baseando-se nas informações específicas sobre um visitante, como onde está registrado seu endereço IP (geograficamente), se essa é a primeira visita, ou o que seu comportamento de navegação releva. Os profissionais de marketing criam regras para determinar qual conteúdo é servido e quando essas regras são cumpridas; o visitante recebe uma exibição única, apenas para ele. Impacto: websites personalizados encurtam a jornada do comprador atendendo mais diretamente às especificidades da posição do consumidor no ciclo de venda. Eles criam também uma experiência inimitável ao usuário, dependendo dos detalhes sobre seus desejos e necessidades. Com uma mensagem precisa, ele enxerga mais valor na visita, sem perder tempo.


cliente

Mecanismos de recomendação de produtos Amazon, Netflix, Facebook (e seu recurso “pessoas que você pode conhecer”). Todos eles usam mecanismos de recomendação para sugerir produtos (ou pessoas) que eles acreditam que um visitante específico possa achar úteis ou interessantes. Os mecanismos de recomendação de produtos funcionam de várias maneiras: Métodos de filtragem colaborativa coletam e analisam conjuntos amplos de informações sobre comportamento de prospects, atividades ou preferências para prever produtos ou serviços que eles possam gostar. A filtragem baseada em conteúdo usa palavras-chave sobre as compras passadas de um prospect para recomendar produtos similares. A filtragem híbrida combina os métodos colaborativo e baseado em conteúdo, e, naturalmente, tendências para melhor desempenho. Impacto: os mecanismos de recomendação de produtos mudam a jornada do comprador para ajudá-los a perceber produtos ou serviços que poderiam adorar, mas que talvez não sabiam que existiam. Ao mostrar produtos que possam ser interessantes ao comprador ou novos produtos pertinentes às suas preferências, o relacionamento entre cliente e marca pode ser ampliado além de uma simples compra e as marcas podem atender melhor os clientes como conselheiros sobre novos interesses.

cia dessas ações) com a sua empresa, ele ou ela receberá um e-mail personalizado. As informações usadas para determinar esses disparadores incluem: idade, local histórico de visita do site ou interações específicas com um produto ou serviço. Impacto: seja para confirmar que uma ação é compreendida por uma marca, educar ou divertir, e-mails disparados por comportamentos fornecem informações relevantes exatamente quando o comprador precisa delas. E como os e-mails disparados por comportamentos são contextuais, eles são mais valiosos ao comprador do que uma explosão de e-mails genéricos. Essas tendências de personalização ajudam a modelar o futuro do marketing, mas os profissionais da área precisam se lembrar que quase todos os consumidores estão preocupados sobre como utilizamos seus dados para personalização. O que damos em troca aos compradores para que eles forneçam cada vez mais informações precisa ser um benefício significativo para a pessoa. Portanto, em vez de dar a eles o que você quer que eles vejam, dê aos compradores o que eles querem e seja recompensado por isso.

E-mails disparadospor comportamentos E-mails disparados por comportamentos envolvem o uso de software especializado que permite criar perfis individuais para cada assinante. Dependendo das ações executadas por um indivíduo (ou a ausên-

Rodrigo Souto

Gerente de Marketing da HubSpot

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relacionamento

Por Rodrigo Camara

A difĂ­cil missĂŁo de conquistar e manter clientes

(e mais 4 dicas para fazer isso!) 36


relacionamento

Acho que diversas analogias se enquadram nesse cenário, mas vou me ater a uma na qual tenho mais experiência. Comparo a arte de conquistar e manter clientes ao jogo de sedução iniciado desde o primeiro flerte até o dia do sonhado casamento. Mas e depois da conquista? Vender um produto ou serviço que você conhece bem é uma missão relativamente fácil: você já conhece os principais argumentos para exaltar as qualidades e também para desviar a atenção dos possíveis defeitos. Você sabe o que tem de melhor. Sabe como ficar mais fotogênico nas fotos, sabe como extrair o melhor de si. Você pode ficar esperando o seu cliente aparecer, como o famoso “foi o destino” das histórias de amor, ou você pode montar estratégias para encontrá-los. Na conquista de seus possíveis amores, você pode sair em lugares que tenham o seu perfil, se relacionar com grupos de pessoas e amigos que possuam mais afinidades com você, até mesmo usar aplicativos de paquera, dentre milhares de possibilidades. No caso dos clientes, pode-se definir formas de atrair, se relacionar e engajar, focando nos que se encaixam no seu perfil de negócio.

Casa de ferreiro, espeto de pau? Claro que não. Hoje, podemos usar Google, Facebook, Instagram, ferramentas de automação e inbound, dentre outras, para atingirmos nossas metas. A melhor maneira de apresentar uma proposta ao seu cliente, é utilizando você mesmo como case de sucesso.

No entanto, vender o famoso “peixe” é fácil, vemos isso aos montes no mercado. Empresas que prometem resultados inacreditáveis, taxas de conversão absurdas em tempo recorde, enfim, milagres do marketing digital. Argumentos que nós, profissionais sérios, não ousaríamos utilizar como “speach” de venda, sabendo que não são verdadeiros. O problema é que isso acaba atrapalhando todo o processo. Os clientes ficam confusos ao verem propostas com estimativas de 0,5% de taxa de conversão em uma empresa e 10%, em outra – eu também fico –, e se tornam muito menos suscetíveis não só a aceitar a sua proposta de trabalho, mas a, principalmente, pagar o que você pede. A famosa “pechincha” está cada vez mais em prática. O problema não é a negociação, são os argumentos utilizados. Não são contrapropostas para aumentar o valor da remuneração caso se alcancem os objetivos, ou comissões mais agressivas caso se superem as metas, são argumentos como o de que a concorrência cobra bem menos, ou que o trabalho inicial é grande, mas depois você não vai fazer mais nada e continuar recebendo... E por aí vai. Nosso trabalho hoje é de profundo estudo e avaliação e isso se inicia a partir do momento de prospecção. Pode ter certeza: o nosso maior investimento não é em mí37


relacionamento

dias pagas. É em tempo! Temos que, muitas vezes, realizar um pré-planejamento mesmo antes de fecharmos negócio com o cliente. Temos que investir na venda, sem mesmo ter a certeza de que ela será efetivada. Mas é a realidade. Hoje temos muitos recursos e pesquisas para validar nossas ideias de trabalho. Mas é necessário conhecimento e tempo. Meus critérios de conduta são esses que vou listar abaixo. Talvez vocês se identifiquem com alguns, ou se não, espero que eles sirvam para reflexão:

1- Não venda por vender: entenda o cliente, suas necessidades e avalie se sua empresa pode atender e, principalmente, se quer atender. Muitas vezes, ganhar um cliente acarreta em prejuízo.

2 - Fique atento e seja rápido, mas sua empresa não é uma prancha de surf.

4 - Motive sua equipe a sempre manter contato com o cliente. A maior falha de uma empresa, principalmente as que possuem clientes mensais, é simplesmente fazer o trabalho e esquecer o cliente. Muitas vezes, o trabalho está sendo bem feito ou dentro do contrato, mas, se o cliente não souber disso ou se sentir esquecido, a hora que as coisas apertarem você será o primeiro a ser lembrado. Só que como custo.

5 - Lembram da analogia ao casamento? Pois é: não caia na rotina. Apimente a relação. Sempre leve uma novidade ao seu cliente, ofereça algo fora da caixa, claro que se for pertinente. Dê atenção ao seu cliente para que esta parceria seja feliz e duradoura.

Não siga conforme as ondas, siga o seu planejamento. Avalie sim as mudanças do mercado, mas que essa avaliação sirva para realizar um novo planejamento. Se acreditar que errou, dê um passo atrás e recomece. Já fizemos isso diversas vezes.

3 - Capacite sua equipe em todas as funções. Eu acredito que todos têm que saber de tudo, tem que saber o que a empresa faz. Tem que saber o que cada um faz na empresa. Não confunda “saber” com “fazer”! Cada um tem a sua função e deve ser o melhor no que faz. 38

Rodrigo Camara

Publicitário e sócio-diretor Goobec Brasil


tecnologia

Por Leandro Vieira

A revolução do conteúdo mobile 40


tecnologia

Está em curso uma explosão mobile relevante e, com ela, uma revolução para com os conteúdos em plataformas móveis em três grandes distribuidoras de conteúdo: Facebook, Google e Apple. O primeiro por meio da sua grande e influente rede social; a segunda, do seu buscador largamente utilizado e responsável por boa parte do tráfego de inúmeros publicadores de conteúdo, e a terceira, mas não menos importante, influenciando mais com o seu universo poderoso e repleto de usuários espalhados pelo globo. O consumo de informação há tempos é pauta de várias discussões, mas, atualmente, a que ganha muita atenção é o consumo de informações através dos dispositivos móveis. No Brasil, por exemplo, há mais aparelhos do que habitantes e alguns comportamentos vêm ganhando força e sendo representativos.

• Mensageiros mobile: os aplicativos de mensagens são utilizados por 43% da população; • Vídeos no mobile: 35% da população consumem vídeos em seus dispositivos; • Games no mobile: os jogos vêm ga-

nhando cada vez mais jogadores no ambiente móvel, sendo estes 21% da população atual;

• Banco no celular: as transações bancárias já são realizadas por mais de um quarto da população (28%); • Serviços de mapas mobile: os apli-

cativos de mapas ganham cada vez mais adeptos, com 33% da representação atual. Consumir informação em tamanhos de telas variados, conexões à internet instáveis e uma impaciência sem tamanho por parte dos usuários exigiu um esforço – e um

aproveitamento de mercado – de gigantes do setor para melhorar a experiência dos seus usuários ao consumirem informações em dispositivos móveis a partir do seu ambiente. Elas perceberam que eles querem ter acesso ao conteúdo instantaneamente, querem uma experiência centrada na informação, sem firula, sem demasiados anúncios e pop-ups para lhes convencerem a serem leads do canal em questão. Publicadores de conteúdo que adaptam suas plataformas para fazerem uso de novas tecnologias ganham maior relevância por parte dos algoritmos desses sistemas e maior engajamento por parte dos seus usuários, uma vez que o conteúdo carrega rápido e a informação é disposta sem distração e vai direto ao ponto, algo essencial para pessoas que consomem cada vez mais e mais informações espalhadas pela internet. O Facebook adota o Facebook Instant Article (FBIA), aplicado exclusivamente em seu aplicativo mobile. O Google encabeçou uma iniciativa Open Source através do Acelerated Mobile Pages (AMP) utilizado em seu mecanismo de busca e outros serviços, e foi acompanhado por outras relevantes plataformas como Twitter, LinkedIn e Pintenteret, por exemplo. Já a Apple, em uma atualização do iOS, substituiu o aplicativo Newsstand pelo News, originando o Apple News, dispo41


tecnologia

níveis em aparelhos iPhone e iPad. As três plataformas apresentaram soluções iguais em conceito, mas cada uma tem o seu propósito e formato. Todas transformam conteúdos de blog ou notícias de portais, por exemplo, em conteúdos estáticos que são carregados extremamente rápidos em dispositivos móveis e com uma experiência “app-style” dentro do resultado de buscas do Google, se adotado o AMP, e no aplicativo do Facebook, se aplicado o FBIA, ou no aplicativo News da Apple e, por conseguinte, em sua grande massa de smartphones e tablets. Todas as tecnologias são implementadas nas páginas web através da adição de tags no cabeçalho das páginas para que os mecanismos possam reconhecer e se beneficiar do conteúdo. Elas também informam e direcionam o comportamento dos robôs que leem e consomem os dados – faça aqui um paralelo às diretivas do robots.txt, que instrui os robôs de busca. E, uma vez implementado, é necessário se inscrever em seus programas e submeter os conteúdos – faça um paralelo, por exemplo, ao envio do sitemap do seu site através do Google Search Console. Conquistar um alcance orgânico dentro da maior rede social do mundo tem sido cada vez mais um grande desafio e, quanto mais conseguirmos que os conteúdos sejam compartilhados, maior nossa probabilidade de alcançar mais pessoas. Conteúdos publicados dentro do ambiente do Facebook que adotam o FBIA oferecem uma facilidade maior para que seus usuários compartilharem as informações consumidas e, por conseguinte, um engajamento mais efetivo com as suas publicações. Alcançar as melhores posições no Google é o desejo incansável de publicadores de conteúdo, uma vez que a busca orgânica 42

tem uma representação significativa em seus tráfegos. E o Google já está beneficiando páginas com o AMP implementado. Ter uma combinação de bom posicionamento, experiência centrada no usuário e um CTR relevante nas páginas exibidas no resultado de busca é garantia de tráfego, conversões e uma audiência crescente. O mundo Apple é fechado e vem se abrindo ao longo do tempo de forma tímida, mas não podemos desconsiderar o potencial que é atingir o universo de usuários de iPhone e iPads em todo o mundo. Considerar a publicação dos conteúdos no Apple News é mais uma alternativa de alcance de audiência e de estar mais próximo dos leitores. Considere implementar em suas páginas web as tecnologias das três gigantes: Facebook, Google e Apple, e forneça para a sua audiência uma experiência cada vez melhor de leitura e consumo da sua informação, independentemente da plataforma de preferência dos seus usuários e momentos de uso – sejam estes junto aos amigos, na busca por informação, na cama com a luz dos aparelhos refletindo sobre seus rostos antes de dormir ou pela manhã, quando acordam em busca de se atualizarem.

Leandro Vieira

Evangelista de Wordpress, fundador e CEO da Apiki


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ecommerce

Por Leonardo Rocha

Marketplace:

a performance além da performance Grandes lojas como Americanas.com, Submarino e Shoptime passaram a permitir a venda de itens de terceiros. Assim, dos pequenos lojistas aos grandes varejistas, todos podem anunciar seus produtos dentro dos sites. A cada venda, os sellers – como são chamados os que estão integrados às lojas – pagam uma pequena comissão, apenas sobre o que for vendido. É semelhante a um canal de performance, onde o investimento é baseado em um sistema de Custo Por Aquisição do cliente, o famoso CPA, ou seja, os varejistas só pagam se houver retorno. Naturalmente, o marketplace acabou se mostrando um rentável canal de performance.

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ecommerce

Tanto é que uma pesquisa de 2015, promovida pela Sieve, empresa pioneira em inteligência de preço e que monitora oito mil lojas virtuais por dia, indicou que 19% das ofertas de produtos dos maiores varejistas da web já eram ocupados por sellers do marketplace. O crescimento tem uma explicação: o canal que beneficiava tanto os lojistas como os consumidores dava resultados e passou a atrair a atenção de varejistas, fabricantes, distribuidores de produtos e até as agências de marketing que esperam apresentar resultados certos para seus clientes.

Um sistema de anúncios dentro dos marketplaces Além de já operarem em modelo CPA, os marketplaces passaram agora a oferecer um sistema de anúncios como uma espécie de “Google Adwords”, porém dentro dos marketplaces. Eles dão maior visibilidade ao lojista e pouco diferem de um sistema de leilão de links patrocinados baseado em CPC (Custo Por Clique). A plataforma trabalha com lances por produto, com a possibilidade de definição de um orçamento diário e com a configuração de datas de início e término da campanha. O B2W Ads, por exemplo, criado pela B2W que detém a Americanas.com, Submarino e Shoptime, é um exemplo desse tipo de performance dentro dos canais de marketplace. Esses ads impulsionam o marketing feito pelas agências e varejistas porque ele trabalha amparado pela estrutura eficiente do marketplace, que já interage com as necessidades do consumidor no momento em que ele está interessado em comprar, e ainda valoriza a visibilidade que o lojista terá dentro daquele canal. Como a exibição do anúncio é segmentada pelo perfil de navegação do cliente, as chances de ele ser impactado são muito grandes. O único ponto de atenção deste tipo de

anúncio dentro dos marketplaces é que, por enquanto, apenas os sellers que conquistarem a buy box – por bom preço, boa avaliação dos clientes, frete, e outros fatores – poderão ativar a exibição dos anúncios. Por isso, os marketplaces que utilizam os ads travam a exibição do anúncio caso o lojista ainda não apareça ou perca sua posição orgânica na buy box. Com os relatórios de impressões, cliques, taxa de conversão, ROAS (retorno sobre o investimento em publicidade), receita e custos, é possível acompanhar resultados com as campanhas nos marketplaces e melhorar estratégias. Também é possível gerenciar o faturamento pela plataforma ads dos marketplaces. Ele, na verdade, é baseado em um sistema de créditos que pode ser gerado via pagamento de boleto ou por uma conversão do saldo que o varejista tem a resgatar no canal em que anuncia. Então, se o lojista tem a receber um saldo de R$5.000, por exemplo, ele pode decidir aplicar algo como R$500 em ads e receber o restante em dinheiro. Claro, os valores dos anúncios são personalizáveis, já que não há preços fixos e nem quantia mínima a ser investida. Para quem trabalha em agências, os anúncios são um recurso adicional, que irá amplificar os resultados, já positivos, que os marketplaces oferecem. Quando as agências adicionam o ads à estratégia definida, elas conseguem colocar os lojistas em uma posição ainda mais destacada nesses canais de venda, o que aumenta o alcance dos produtos anunciados por eles e tende a resultar em ainda mais conversões. É a performance do ads impulsionando a performance do marketplace – uma combinação que, ao que promete, será o futuro do varejo virtual.

Leonardo Rocha

Co-fundador e Head da Admatic 47


negócios

Por Bianca Mello

7 Táticas para construir seu banco de dados Novos consumidores são a alma de quase todos os negócios. Sem eles, você seria obrigado a depender unicamente da rentabilidade de crescimento de clientes já existentes, o que tornaria difícil aumentar o seu lucro de maneira a satisfazer investidores externos e acionistas internos. Neste artigo, você verá dicas de estratégias e táticas de como aumentar sua lista para a construção de seu banco de dados, por meio de inúmeras formas pelas quais as pessoas interagem com empresas no mundo multicanal de hoje.

1. Construa seu banco de dados através de Webinars Webinars são eventos online virtuais es-

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sencialmente usados por profissionais de marketing B2B (de empresa para empresa) para nutrir contatos existentes e se divulgar a potenciais clientes. Muitos dos processos utilizados em eventos presenciais são aplicáveis a Webinars. Construa cuidadosamente um processo de promoção que lhe permita divulgar o Webinar em outros sites além do seu para aumentar a visibilidade do evento.

2. Desenvolva estudos de caso Todos nós amamos ler histórias sobre firmas ou indivíduos e aprender como eles mudaram ou melhoraram usando um produto, serviço, processo ou abordagem distinta. Artigos desse tipo são fantásticos para sindicalizar ou colocar em outros sites.


negócios

Em relação à estratégia de postagem em blogs, assegure-se que você possui um link para a página de opt-in em seu site inserido dentro desse artigo ou PDF, para que obtenha o contato das pessoas que atraiu com o artigo.

gens no final de seus vídeos que inclua o endereço da página de opt-in.

3. Empregue QR codes onde fizer sentido

No mundo vasto da internet de hoje, existem muitos lugares onde você pode disponibilizar conteúdos além do seu próprio site e blog. Investigue e pesquise os melhores lugares fora os seus próprios, onde os seus visitantes em potencial podem ir atrás de artigos, dicas e sugestões. Posteriormente, faça um plano para inserir seu próprio conteúdo nesses sites. No final do artigo, normalmente existe um espaço para uma pequena biografia ou uma descrição da companhia.

Os códigos QR são outra boa maneira de capturar nomes adicionais para o seu banco de dados, já que você pode imprimir em quase tudo – mas isso não significa que você deva (vide ônibus e cartazes), pelo contrário: considere a inclusão de códigos QR em sinais em sua loja ou em seu estande, na embalagem de produtos e artigos promocionais, por exemplo.

4. Troque sua conexão de Wi-Fi gratuita por endereços de e-mail Se você possui uma localização física, considere oferecer conexão Wi-Fi gratuitamente. Você pode configurá-la para ser aberta ou incluir uma senha que venha no recibo de compras. Como parte do processo de cadastro, você pode incluir um opt-in.

5. Use o poder do YouTube Com seu foco dedicado a vídeos, o Youtube oferece um local único para espalhar a notícia sobre seus produtos e serviços. E, como nas outras redes sociais, você deve criar um canal para a sua empresa e/ou marca. Nesta página, você pode fornecer um link aos visitantes para que se cadastrem para receber sua newsletter ou se cadastrem em seu banco de dados. Uma forma simples de fazer isso é criar uma descrição na área “sobre” de cada vídeo publicado. Considere inserir um link para seu opt-in nesta área. Você também pode adicionar uma página para mensa-

6. Considere postagens em blogs e outras formas de inserção de conteúdos

7. Crie competições Competições são uma forma excelente de inspirar sua audiência potencial a se mexer. E, às vezes, um pequeno incentivo, não importa o quão pequeno seja, pode favorecer novos contatos a se registrarem para receber suas mensagens. Se você possui lojas físicas, considere integrar o Foursquare nas suas táticas. Desenhe um concurso no qual pessoas sejam incentivadas a realizar check in na loja. Você pode utilizar tecnologia de marketing baseada em localização para auxiliá-lo a gerenciar a competição e determinar o vencedor. Espero que essas dicas possam ajudar você a construir um database de qualidade e cada vez maior!

Bianca Mello

Latin America Marketing Operations Specialist para IBM Marketing Cloud 49


comunicação

Por Diego Puerta

Mais mobile, por favor. Vamos pensar nas maiores invenções da humanidade? Ferramentas, roda, telescópio, lâmpada, relógio. São alguns dos itens que figuram em praticamente qualquer lista que se faça sobre o assunto. E essas listas, via de regra, possuem dois itens com cadeira cativa: telefone e internet. Sem dúvida, são duas invenções que mudaram definitivamente o nosso comportamento e a maneira como nos comunicamos. E, assim, mudaram o mundo. Isso dá a dimensão da influência que o mobile exerce na vida de qualquer pessoa, pois quando estamos falando de mobile, estamos lidando com a interação de uma pessoa com um smartphone. E o smartphone, amigos, é simplesmente o telefone e a internet unidos em uma única invenção. Por 50

isso ele mudou tanto o nosso comportamento. Quando a internet se popularizou, nós nos sentávamos diante de um computador e nos conectávamos. Dedicávamos, então, um tempo específico para todo tipo de interação que a internet permite. O smartphone rompeu essa lógica. O aparelho que carregamos no bolso, nos mantém conectados o tempo todo. Vivemos online. Esse é o maior ponto de mudança de comportamento. Tudo aquilo que fazíamos em um espaço de tempo determinado enquanto estávamos conectados, passamos a fazer de maneira fragmentada, em intervalos de tempo livre, ou em momentos em que aquele assunto se torna prioridade. E esses momentos são imprevisíveis, po-


comunicação

dem ser a qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer circunstância. É isso que chamamos de micro momentos. Nós olhamos para a tela do celular, em média, 150 vezes por dia. Para saber as horas, responder uma mensagem, ver os e-mails, acessar as redes sociais. Mais do que isso, olhamos para o celular para tirar uma dúvida, aprender a chegar em algum lugar, ver o preço de algo que queremos muito comprar. Em resumo, são centenas de micro momentos de tomada de decisão. Momentos muito ricos em intenção, de alta expectativa, em que a pessoa espera que as empresas entreguem o que ela está procurando, na hora, sem margem de erro. Diante disso, é lógico pensar que nosso desafio é desenvolver estratégias para atender nosso público durante tais micro momentos. Esse é o ponto chave que pode definir o sucesso ou o fracasso de uma marca no mundo digital. Agora, vamos refletir. Será que estamos fazendo isso? Já vimos como o nosso próprio comportamento mudou em função do aparelho que carregamos no bolso, então por que não mudamos a maneira como pensamos e a nossa estratégia de marketing digital? Se você ainda vai até a sua agência aprovar o key visual da próxima campanha, na tela retina de mais de 30 polegadas que o cara da criação usa para trabalhar, algo está errado no seu processo. Aquela peça linda e enorme que você está vendo, vai impactar no máximo 30% do público, que a campanha vai atingir. Dependendo do plano de mídia, esse número não chega a 15%. O restante vai chegar na sua campanha pela tela de um smartphone. Esse deveria ter sido o primeiro formato avaliado para aprovação ou não da campanha. Na reunião de apresentação das

peças para a diretoria, esqueça a tela led de 80 polegadas da sala de reunião. A sua peça não vai ocupar tanto espaço, você só precisa mostrar algo que caiba na tela de um celular. Se você acha difícil aprovar uma campanha assim, comece a repensar sua estratégia. Planejar uma campanha sob o conceito de Mobile First tem muitas vantagens. A primeira delas e principal é que a campanha estará alinhada ao requisito básico do mercado. Nunca é demais lembrar que Mobile First não é mais uma tendência, e sim uma exigência dos consumidores. O número de acessos mobile já superou o desktop desde 2015. Isso é muito tempo no mundo digital. Outra vantagem é que uma campanha pensada primeiro para o mobile precisa de poucos ajustes para funcionar bem no desktop. O contrário não é verdadeiro. Quando se projeta algo apenas para desktop, a adaptação para dispositivos móveis consiste em remover elementos que não vão caber na tela de um celular. Isso não faz sentido. No conceito de Mobile First, todos os problemas de espaço, velocidade de internet e usabilidade são resolvidos no início do projeto. Depois disso basta pensar em como enriquecer a experiência para o desktop. Essa lógica leva a uma outra grande vantagem: o Mobile First reduz gastos. Todos os recursos são alocados em resolver os principais pontos de sucesso da campanha no início do projeto. No final, poucos ajustes serão necessários e a performance da campanha já estará garantida.

Diego Puerta

Fundador e Diretor de Operações da CRP UP 51


guia de empresas

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guia de empresas

OFERECIMENTO A IBM, uma das maiores empresas de tecnologia da informação do mundo, é líder em soluções completas de TI, que envolvem serviços, consultoria, hardware, software e financiamento. Em 2015 lançou no mercado o Cognitive Business, a evolução natural da jornada tecnológica que alia Cloud, Analytics, Watson e sistemas de engajamento. Entramos na Era Cognitiva em que a IBM emerge como uma empresa de soluções cognitivas e plataforma em nuvem. SITE: www.ibm.com/br E-MAIL: levyj@us.ibm.com (Judith Levy) TELEFONE: 11 2132-3122

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 157 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por 11% do PIB paulista - aproximadamente 4% do PIB brasileiro - e gera 5 milhões de empregos. SITE: www.fecomercio.com.br E-MAIL: relacionamento@fecomercio.com.br TELEFONE: 11 3254-1700

O PWC Digital Experience Center atende todos os setores construindo uma ponte entre os mundos físico e virtual. Nosso objetivo é criar uma jornada que olhe para as mudanças no mundo, observando, aprendendo e colaborando. Tudo para entregar a experiência que vai transformar a vida das pessoas e impulsionar a transformação dos negócios de nossos clientes. SITE: www.pwc.com.br/digital E-MAIL: sergio.alexandre@pwc.com TELEFONE: 11 3674-2620

O Twitter é uma plataforma aberta que permite o compartilhamento de conteúdo em tempo real entre seus 300 milhões de usuários em todo o mundo. Por meio de dispositivo móvel ou computador, qualquer pessoa pode se conectar ao Twitter e descobrir o que está acontecendo ao seu redor em texto, fotos e vídeos. Pessoas, instituições, entidades, governos, celebridades, imprensa e marcas estão no Twitter. SITE: www.twitter.com E-MAIL: ads.br@twitter.com TELEFONE: 11 3033-2900

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AFILIADOS Como a maior rede de afiliação da Europa e do Brasil, a zanox possibilita o seu sucesso online com base nos programas de afiliados. Anunciantes e afiliados podem encontrar a parceria perfeita no marketplace da Zanox e assim, estabelecer um relacionamento de sucesso. Oferecemos todo o suporte para que nossos clientes encontrem as melhores estratégias para o seu benefício. SITE: www.zanox.com/br E-MAIL: service.br@zanox.com TELEFONE: 11 3142-3400

AGÊNCIAS E CONSULTORIAS DE MARKETING DIGITAL & E-COMMERCE Nós, da CRP UP, somos obstinados em entregar resultados. Para isso, há mais de 14 anos mergulhamos no mundo digital e nos especializamos em buscar a solução ideal para cada cliente, com criatividade, inteligência e um atendimento que vai te surpreender. Websites, e- commerce (Vtex), hotsites, landing pages, social app, mobile app, e-mail marketing, banners. Somos apaixonados pelo que fazemos! SITE: www.crpup.com.br E-MAIL: atendimento@crpup.com.br TELEFONE: 11 4083-8917

A Digitalents, fundada por Sandra Turchi, é focada no uso de Estratégias Digitais para transformar empresas e profissionais, gerando melhores resultados no cenário atual, através de Consultoria, Palestras, Treinamentos in company ou Cursos abertos.

SITE: www.digitalents.com.br FACEBOOK: Digitalents.br E-MAIL: contato@digitalents.com.br TELEFONE: 11 2539-2531 e 11 2539-2534

O Digitais do Marketing é um portal colaborativo onde profissionais de Marketing Digital de todo o Brasil e do exterior se reúnem para aprender, compartilhar seus conhecimentos, discutir ideias e experiências, além de fazer novos contatos profissionais. SITE: www.digitaisdomarketing.com.br E-MAIL: contato@digitaisdomarketing.com.br

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Formada por experientes instrutores e consultores, a Goobec oferece cursos AdWords, Analytics e de Mídia Programática baseados nas melhores práticas de marketing de busca do mercado. É o principal parceiro do Google para treinamentos presenciais na América Latina. A Goobec possui uma divisão de consultoria Google, coordenada por uma equipe de instrutores que buscam resultados através de planejamento e estudo completo do negócio do cliente. SITE: www.goobec.com.br E-MAIL: treinamento@goobec.com.br TELEFONE: 11 3266-6105 | 11 3263-1078

LeadMedia é um grupo francês, líder em soluções de tecnologia de mídia para marketing digital. A operação brasileira contempla divulgação por e-mail marketing para bases segmentadas do Busca Descontos, retargeting por e-mail com a ferramenta LiveTarget e soluções para o e-commerce como o Black Friday <blackfriday.com. br>, Cyber Monday <cybermondaybrasil.com.br> e Brasil Game Day <brasilgameday.com.br> SITE: www.leadmedia-group.com E-MAIL: comercial@leadmedia.com.br TELEFONE: 11 4305-0355

Você realmente quer obter resultados com o marketing da sua empresa? Com mais de 15 anos de atuação, a LinkBrand é uma consultoria de marketing com foco digital e atuação growth hacking que descomplica o seu marketing e amplia a sua visão de negócio. Para isso, fazemos uma imersão no seu negócio, definimos as suas ações-chave de crescimento e orientamos a sua empresa na execução do projeto. SITE: www.linkbrand.com.br E-MAIL: contato@linkbrand.com.br TELEFONE: 11 5087-8969

A ReachLocal é uma multinacional que, há mais de 12 anos, oferece todas as soluções de marketing digital e possui uma tecnologia própria que atrai mais clientes para seu site. Elaboramos a estratégia ideal para sua empresa, com soluções de presença online, anúncios pagos e um software de gestão e conversão de leads. Estamos presentes em todas as etapas que o consumidor percorre, desde a primeira pesquisa até a decisão de compra. SITE: www.reachlocal.com.br E-MAIL: vendas@reachlocal.com.br TELEFONE: 11 3081-0777

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marketing

the missing piece

Fundada em 2007, a SEO Marketing é uma agência digital cujo objetivo é gerar, cada vez mais, negócios para seus clientes por meio de ferramentas como o Google e as redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin, entre outras). Ao longo dos anos, a SEO tornou-se uma agência parceira, antenada e que está sempre em busca de novidades e melhorias, para que o trabalho possa ser feito sempre da melhor maneira possível. Pesquisas, estudos e acima de tudo, comprometimento com os resultados. SITE: www.seomarketing.com.br E-MAIL: contato@seomarketing.com.br TELEFONE: 11 5681-1888

A Siegel Press é uma agência de comunicação que utiliza o conhecimento e a vivência da equipe para atuar com propriedade na relação entre cliente, mídia e público-alvo. Desenvolve trabalhos de Assessoria de Imprensa, Produção de Conteúdo, Mídias Sociais, Parcerias Estratégicas e Media Training. SITE: www.siegelpress.com.br E-MAIL: contato@siegelpress.com.br TELEFONE: 11 3628-4780 | 11 3230-1717

A Ve Interactive é uma empresa global líder em performance que oferece uma plataforma completa para impactar o consumidor em todos os pontos estratégicos da jornada de compra. Trabalhando desde a prospecção com mídia programática até a recuperação de carrinhos abandonados e pós-venda, a tecnologia da Ve gera aquisição de tráfego qualificado, aumento do engajamento e crescimento das conversões. SITE: www.veinteractive.com/br E-MAIL: info.br@veinteractive.com TELEFONE: 11 4561-9585

Agência Digital que oferece uma solução full service com foco em Performance. Nossos serviços são planejados e executados com base em métricas, atuando na geração de resultado com Links Patrocinados, Mídia de Performance, Comparadores de Preços, SEO, E-Mail Marketing e Mídias Sociais e no aumento da conversão do site através Testes, Eye-Tracking e UX. Não busque um fornecedor. Busque um parceiro! SITE: www.vitrio.com.br E-MAIL: comercial@vitrio.com.br TELEFONE: 11 4106-3925

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associações e empresas que desenvolvem o setor Associação Brasileira dos Agentes Digitais - é uma entidade independente, sem fins lucrativos, que tem como missão representar os interesses dos agentes digitais Brasileiros. A ABRADi trabalha de forma central e também através de suas Entidades Regionais pelo desenvolvimento, normatização, consolidação, aculturamento e profissionalização do mercado de comunicação digital no Brasil. SITE: www.abradi.com.br E-MAIL: abradi@abradi.com.br TELEFONE: 11 2667-5026

O E-Commerce Brasil é um projeto com o objetivo único de fomentar o mercado de comércio eletrônico no Brasil. São mais de 100 atividades anuais, entre elas: portal online atualizado diariamente, revista bimestral, congressos técnicos e segmentados, o terceiro maior evento de e-commerce do mundo (Fórum E-Commerce Brasil), treinamentos e conferências, além de participação em pesquisas de mercado, painel de Vagas para profissionais do setor, catálogos de lojistas e Guias técnicos. SITE: www.ecommercebrasil.com.br E-MAIL: redacao@ecommercebrasil.com.br TELEFONE: 11 3063-5941

Associação EraTransmídia, sediada em São Paulo, reúne voluntários pelo mundo todo apaixonados por transmídia, fenômeno narrativo em multiplataformas de mídia sejam elas tradicionais ou novas mídias em um ambiente colaborativo de pesquisas, discussões e realizações gerando valor para o mercado e para academia.

SITE: www.eratransmidia.com E-MAIL: dimas.dion@eratransmidia.com TELEFONE: 11 9 9297 5487

O IAB integra uma rede internacional de associações, que conta com representações em mais de 43 países. Nossa missão é incentivar, desenvolver e orientar o uso dos meios interativos para comunicação e marketing por meio de eventos, cursos, guias e pesquisas. Contamos com mais de 230 filiados, entre sites, portais, empresas de tecnologia, agências e desenvolvedoras Web, líderes em seu segmento no país. SITE: www.iabbrasil.net E-MAIL: josiane@iabbrasil.org.br TELEFONE: 11 2533-6108

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O iMasters congrega uma comunidade extremamente segmentada e fidelizada de profissionais de TI, desenvolvimento e criatividade digital. Somos uma comunidade aberta de 300 mil profissionais, com publicação diária de conteúdo no Portal e no Fórum. Além dos canais online, o iMasters publica uma Revista impressa trimestral e organiza os maiores eventos para desenvolvedores do Brasil, como InterCon, PHP Experience, Android Conference e E-Commerce Dev. SITE: www.imasters.com.br E-MAIL: faleconosco@imasters.com.br TELEFONE: 11 3063-5941

E-MAIL MARKETING Líder nacional em serviços de E-mail Marketing e orquestração de campanhas cross-channel. Eleita como a melhor ferramenta de Marketing Digital do Brasil pela ABComm, a plataforma da All iN foi desenvolvida para planejar, personalizar e otimizar a conversão das suas campanhas de e-mail marketing, social e mobile. São mais de 40 recursos comportamentais como Abandono de Carrinho ou Navegação, Redução de Preços, Inativos e Fidelidade, que permitem que sua marca construa relacionamentos saudáveis e rentáveis com os seus clientes. Venha para a All iN e faça como as + de 1.200 empresas que tratam seus clientes como únicos. SITE: www.allin.com.br E-MAIL: comercial@allin.com.br TELEFONE: 11 3544-0499

Com 16 anos de mercado, 18 mil clientes, cerca de mil canais autorizados e 8 filiais em todo o Brasil, a Dinamize é líder absoluta em e-mail marketing e possui um dos softwares de social media mais relevantes do país. Os principais diferenciais estão na qualidade da tecnologia empregada nos softwares e em um atendimento único, personalizado através de gerentes de contas, franquias e canais em cada região do Brasil. SITE: www.dinamize.com.br E-MAIL: comercial@dinamize.com TELEFONE: 11 4007-1251

MONITORAMENTO E MÍDIAS SOCIAIS As empresas estão sendo desafiadas a rever suas práticas e processos para se adequar a clientes e mercados cada vez mais conectados. Essa Transformação Digital é um caminho sem volta. O diagnóstico da +Digital identifica onde a empresa está perdendo em relação à transformação digital – seja em processos, negócios e até mesmo em recursos humanos – e onde há oportunidades de melhoria no uso da tecnologia. SITE: www.plusdigitalinstitute.com/home E-MAIL: francisco@plusdigitalinstitute.com TELEFONE: 11 2626-7057

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A Seekr é uma plataforma multicanal baseada na metodologia da Jornada Social que segue o processo de Monitorar, Atender (SAC 2.0), Relacionar e Analisar. É possível acompanhar o que falam sobre a sua marca e mercado, gerenciar crises, identificar oportunidades, atender e se relacionar com agilidade com os usuários nas mídias sociais obtendo os resultados tão desejados para seu negócio. SITE: seekr.com.br E-MAIL: contato@seekr.com.br TELEFONE: 47 3209-6628

SITES, HOSPEDAGEM E PLATAFORMA DE E-COMMERCE Só fazemos uma coisa, tudo em WordPress. Somos a parceria ideal para sua agência, uma produtora web especializada em WordPress e pronta para implementar soluções que se adaptam ao seu bolso de forma ágil e definitiva. Nosso trabalho é tornar o seu projeto real, desenvolva com a gente. SITE: apiki.com E-MAIL: atendimento@apiki.com TELEFONE: 33 3278-1002

A Locaweb é uma das protagonistas da história da internet no Brasil e, desde 2011, é líder em hospedagem de sites no País. Com uma moderna e segura infraestrutura e um time de funcionários e parceiros alinhados com seus objetivos, oferece um portfólio completo de serviços de internet e atendimento especializado com foco no sucesso dos seus clientes. SITE: www.locaweb.com.br E-MAIL: institucional@locaweb.com.br TELEFONE: 11 3544-0444

A Vendaecia.com veio para atender clientes de pequeno e médio porte em e-commerce e preencher um espaço que precisa no mercado, ao aliar conhecimento e tecnologia. Buscando o aculturamento digital, juntamos plataforma e ferramentas a uma operação estruturada. Focamos em logística, experiência de compra, usabilidade, performance, marketing digital, com uma linguagem simples e focada em resultado. Mais que uma plataforma, somos parte do negócio digital, somos parte do seu sucesso! Marketplace, Plataforma, Aculturamento, Internacionalização e Gamificação em um único lugar! SITE: www.vendaeciaweb.com.br e www.vendaecia.com (MarketPlace) E-MAIL: contato@vendaecia.com TELEFONE: 83 3506-0772

Desde 2000, a VTEX se destaca por ter em seu DNA o comprometimento com o aumento de lucratividade dos seus clientes. Única plataforma PCI DSS Certified com presença em 16 países de 4 continentes e mais de 1800 clientes, a empresa VTEX tem em seu portfólio marcas como Ambev, Electrolux, O Boticário, Brastemp, Sony, Alpargatas entre outros. SITE: www.vtex.com E-MAIL: vendas@vtex.com

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Em 2006, o Wix nasceu, mudando para sempre a maneira como as pessoas criam a sua presença online. Com mais de 85 milhões de usuários em 190 países, realmente todo mundo tem total liberdade para criar sua própria presença online. Crie seu próprio site original que reflete você ou sua marca, e esteja online hoje mesmo. Cuidamos de toda a parte técnica para garantir que a sua experiência seja simples, agradável e sem códigos complicados. Temos a única plataforma de criação de sites do tipo “arraste-e-solte” que oferece recursos em HTML5, centenas de templates prontos, hospedagem profissional, Apps inovadores e muito mais - tudo grátis. SITE: Wix.com E-MAIL: brasil@wix.com TELEFONE: não temos telefone no Brasil

TECNOLOGIA PARA MARKETING E PERFORMANCE Admatic é um software de gestão para campanhas de marketing de performance. Uma solução para otimizar e automatizar ações em comparadores de preços, retargeting, shoppings online e afiliados. Gerencie campanhas de performance em um único dashboard que integra facilmente com todos os canais de marketing, pausa anúncios e gera relatórios completos. SITE: www.admatic.com.br E-MAIL: contato@admatic.com.br TELEFONE: 11 3454-3274

O Buscapé Company é uma plataforma digital completa que reúne marcas envolvidas nas diversas etapas de uma compra digital, englobando serviços de comparação de preços, agregadores de cupons de descontos, curadoria de conteúdo, fonte de pesquisas sobre e-commerce e ferramentas de publicidade contextualizada. Tudo com um único objetivo: potencializar as relações de consumo proporcionando a melhor experiência de compra. SITE: www.buscape.com.br E-MAIL: talentounido@buscapecompany.com TELEFONE: 11 3848-8700

A Contentools oferece a primeira Plataforma de Marketing de Conteúdo do Brasil: um sistema completo para a gestão de toda a produção de conteúdo de empresas e agências. A plataforma unifica toda a produção, time, estratégia e fluxos de trabalho de uma equipe multidisciplinar, além de proporcionar publicação automática em diferentes mídias. SITE: www.contentools.com.br E-MAIL: contato@contentools.com TELEFONE: 48 3204-9153

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Fundada em 2006 e contando com mais de 15 mil clientes em 90 países, a HubSpot fornece um poderoso software de Inbound Marketing que auxilia marcas a atraírem visitantes, convertê-los em leads e transformá-los em clientes. O software inclui importantes recursos - como e-mail marketing, automação, social media marketing, analytics, seo, produção e administração de conteúdo, entre outros. SITE: br.hubspot.com E-MAIL: hubspotbrasil@husbpot.com TELEFONE: +1.844.225.8528

A Programática que tira a problemática das campanhas. Com seu HR em Israel, a Maple Brasil entrega soluções de marketing, com alta capacidade de segmentação online no Facebook, YouTube, Twitter, Google Search, GDN e GSP. Para tanto, utiliza tecnologias proprietárias avançadas, com algoritmos complexos, equipe especializada, gerenciamento de performance, tudo em tempo real com Painel de controle. SITE: www.maplebrasil.net E-MAIL: eduardo@maplebrasil.net TELEFONE: 11 9 9529-8866 | 11 9 7462-6112

O Grupo Media Response é formado por empresas que trabalham de forma segmentada para as agências de publicidade e anunciantes da América Latina, México, EUA e Europa; simplificando o trabalho e operação de projetos digitais: HOTWords/Contextual Display, Webzodes/Vídeo Delivery Advertising, Efficient Target/Data Driven Advertising, CanalMail/E-mail Marketing Leader e Efficient Mobile/Data Driven Mobile Advertising. SITE: www.mediaresponse.com E-MAIL: contato@hotwords.com.br TELEFONE: 11 3178-2500

Rakuten Marketing é líder global em marketing omnichannel e em conduzir a omniexperience. Oferece estratégia integrada que combina ações focadas no consumidor e expertise em e-commerce, para inspirar um marketing melhor. Seus serviços incluem Afiliados, Display, Atribuição e Social Media. A RM faz parte do grupo Rakuten, uma das maiores empresas globais de serviços de internet. SITE: marketing.rakuten.com.br E-MAIL: marketing@rakutenmarketing.com.br TELEFONE: 11 3080-8680

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Automação de Marketing simples e acessível para agências de marketing e pequenas e médias empresas. Um conjunto de ferramentas poderosas para automatizar, analisar e otimizar seus esforços de marketing. Dirija mais leads, converta os leads em vendas e prove o ROI. Descubra porque centenas de agências e pequenas e médias empresas em todo o mundo escolheram a SharpSpring como software de Automação de Marketing. SITE: sharpspring.com.br E-MAIL: contato@sharpspring.com.br TELEFONE: 47 3054-1617

ShopBack

Utilizada pelos maiores ecommerces do Brasil e por mais de 300 clientes, A ShopBack é uma multi-plataforma “SaaS” única que usa tecnologia de big-data, recommendation e personalização para reter, re-engajar e recapturar. Tecnologia avançada facilmente ativada em 5 minutos e presente em mais de 350 sites pelo mundo, a Shopback aumenta a taxa de conversao em até 35%. SITE: www.ShopBack.com.br E-MAIL: ie@shopback.com.br TELEFONE: 11 3476-9859

A SMARKIO oferece serviços de otimização na captação, enriquecimento e processamento de leads, com o objetivo de aumentar a performance das operações em canais digitais. Parte integrante de um grupo multinacional com sede na Europa e escritórios em São Paulo e Itajubá, alia alto conhecimento de mercado e forte estrutura tecnológica para desenvolver ações e soluções únicas.

SITE: smark.io E-MAIL: hello@smark.io TELEFONE: 11 4371-5300

Taboola é a plataforma líder global de descoberta, servindo mais de 300 bilhões recomendações para mais de 750 milhões de visitantes únicos por mês nos sites editores mais inovadores da net, incluindo USA Today, Business Insider, Bloomberg e FOX Sports. Publicadores, anunciantes e agências utilizam Taboola para manter os usuários em seus sites, monetizar o seu tráfego, e distribuir seu conteúdo para engajar um público de alta qualidade. Leia mais em www.taboola.com SITE: www.taboola.com/pt E-MAIL: lais.k@taboola.com

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guia de empresas

Veículos O STARTUPI é um portal de mídia sobre o mercado de Startups, inovação, investimentos, empreendedorismo e tecnologia. Criado em 2008, foi pioneiro no segmento de Startups no Brasil e colaborou para a construção do ecossistema brasileiro, informando e educando o mercado sobre o que eram as ditas “Startups” e como elas viriam a se tornar tão importante. Em 2015 o STARTUPI integrou-se à DEMO Brasil e BEATS Brasil e tem como desafio ganhar capilaridade nacional e internacional. SITE: www.startupi.com.br E-MAIL: contato@startupi.com.br

O Yahoo é um guia que torna os hábitos diários dos usuários cada vez mais inspiradores e divertidos, criando experiências altamente personalizadas e mantendo-os conectados com o que mais importa, por meio de diversos dispositivos no mundo. O Yahoo, com sede em Sunnyvale (CA), permite aos anunciantes se conectarem com os públicos mais estratégicos para seus negócios. SITE: br.yahoo.com

Vídeos para digital A Putz Filmes é uma empresa especializada em solucionar problemas através da criação de vídeos, tornando-os uma prática recorrente e acessível. Buscamos produzir com qualidade e com o compromisso de atender aos objetivos de cada cliente, transmitindo clareza em todas as etapas do processo e proporcionando a melhor experiência em atendimento. SITE: www.putzfilmes.com E-MAIL: atendimento@putzfilmes.com TELEFONE: 33 3021-3577

Transformar qualquer conteúdo em vídeo requer responsabilidade, profissionalismo e muito amor. Produtora especializada em vídeos para web, transmissões ao vivo, motion, video email, vídeos virais, institucionais, ensino a distância, video-commerce e muito mais. A Video Click trabalha para grandes marcas na internet gerando conteúdo relevante e de qualidade. SITE: www.videoclick.com.br E-MAIL: kadu@videoclick.com.br TELEFONE: 11 3653-6426

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Revista Digitalks - Edição 12  

2017 - Oportunidades & Desafios

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