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A aurora dos tempos Delírios de um mar revolto ou As dores de parto da natureza pela criação


Capítulo I A BISSEXUALIDADE E A HOMOSSEXUALIDADE Com idéias reformadas de assuntos adjacentes

Podemos pensar na diversidade como grupos, cada um representando uma cor de um arco-íris composto por nove cores, fúcsia, vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul claro, azul escuro, roxo e rosa choque; apesar de essas cores formarem o mesmo arco-íris celestial, infelizmente, às vezes, um grupo pode ter preconceito contra os demais. Os grupos e os “supostos” preconceitos de cada um são: fúcsia, grupo dos travestis, geralmente com seu jeito específico de expressar o gênero do qual se vê, às vezes pode pensar que é o grupo que todos gostariam de ser e os que não são, é porque ainda não tiveram coragem para isso; os travestis não são homossexuais e sim heterossexuais, pois se atraem pelo gênero oposto ao qual se sente pertencendo. Vermelho, o grupo dos transexuais, geralmente com seu jeito familiar, pode fechar-se num ambiente heterossexual ou até mesmo ter preconceito contra a homossexualidade em si; os transexuais também são heterossexuais. Alaranjado, grupo dos andrógenos, geralmente com uma seriedade melancólica e futurismo punk, pode se fechar em um ambiente alternativo e considerar os outros grupos como antiquados e cafonas. Amarelo, grupo dos efeminados engraçados pode pensar que os outros grupos são “sem graça”, se considerar o grupo mais brilhante, sempre querer ser o centro das atenções e às vezes se colocar em uma situação de vítima por pensar ser o grupo que mais sofre preconceito; existe também na versão feminina. Verde, grupo dos bissexuais pode pensar que é o grupo com vida mais completa, pois além de poder dar preferência para outros bissexuais ou fazer uma “ponte” entre as demais sexualidades, pode ter vida familiar como os heterossexuais, com esposa e filhos; pode pensar que os demais grupos têm pouca experiência social ou que são ingênuos; ás vezes, quando um homem está casado com uma mulher ele se sente obrigado a omitir sobre sua bissexualidade e no caso da mulher acontece o mesmo; a bissexualidade não é uma mistura de homossexualidade com heterossexualidade, ela é em si uma sexualidade própria, com códigos e configurações únicas. Azul claro, grupo dos gays clássicos geralmente com sua moda impecável e cheia de personalidade pode pensar que seu grupo é o mais sóbrio, intelectual, inteligente, culto e humanizado. Azul escuro, grupo formado por aqueles que “não parecem ser” às vezes pode preferir deixar sua homossexualidade em oculto, ou mantida sem propagandas por pensar que isso não é da conta de ninguém ou que assumir-se seria o mesmo que “dar a cara a tapa”, uma burrice que levaria a ser alvo de preconceito em ambientes subdesenvolvidos. Violeta ou roxo, grupo que faz o casal do “bofe” com a “boneca” pode adquirir mente fechada para os demais grupos por acreditar que é uma regra lembrar aspectos da heterossexualidade onde um deve ser “ativo” e masculino enquanto o outro deve ser “passivo” e efeminando. Rosa choque, grupo das “Barbies” é formado por homens muito masculinos que fazem o casal do


“fortão” com outro “fortão”; é mais comum em ambientes ricos e desenvolvidos; pode pensar que é o grupo que possui os únicos gays de verdade ou que os outros grupos são efeminados, reprimidos ou que lhes invejam; fora isso expressa atitude libertadora à “causa” e o fato de não possuir desvio de gênero mostra que homossexualidade e desvio de gênero são assuntos diferentes; também existe na versão feminina. Também é possível uma pessoa ter características de mais de um grupo. A amizade entre as pessoas não deve ser somente por conta do estilo de vida ou aspectos externos, mas por outras afinidades interiores e complexas. Todas as três sexualidades são de primeira categoria, normais, comuns, saldáveis, naturais, oficiais, originais, autênticas, reais, verdadeiras, legítimas, perfeitas e etc.; contudo, parece que a homossexualidade e bissexualidade causam uma maior felicidade e também elevação; parece que eles tocam as estrelas ou nasce uma fada madrinha toda vez que eles chegam ao clímax juntos. Em várias atividades da sociedade, existem demonstrações de um tipo de homossexualidade oculta e em potencial onde através de uma consciência maior, nos recorremos a atitudes simbólicas para saciar das vontades que não temos, de forma consciente, liberdade ou meios reais para executá-las. Porque a homossexualidade ocorre exatamente “naquela” pessoa e não em “outra” e qual a sua maravilhosa origem? Essa pergunta nos induz a criar várias suposições erradas sobre aquele homossexual em questão; a sexualidade não está relacionada ao “Ser” de uma pessoa, mas vem das profundezas da mente, quanto mais nos aprofundamos na mente, mais saímos de nós mesmos e de nosso domínio para entrar em contato com algo maior, como por exemplo, a vontade de Deus; portanto a homossexualidade “naquela pessoa”, não existe por conta de absolutamente nada que venha da vida, história ou da personalidade dela; não vem do gene, das taxas hormonais, da educação recebida, e nem de algum tipo de aprendizado; Tanto não importa, quanto não adianta procurarmos, é algo vindo do inconsciente e está ligado aos mistérios da vida. A homossexualidade não necessita da matéria para existir; as orlas celestiais estão repletas de anjos homens, bonitos e másculos que fazem amor entre si sem precisar de nenhum mundo material para que isso aconteça; as coisas que contém dose maior de Verdade não existiriam se não antes não fossem criadas no mundo espiritual. O que está “lá” é mais real do que o que está “aqui”. A partir do momento em que o mundo vai se tornando mais perfeito, a diversidade sexual vai ganhando liberdade para ser como é, ou seja, paradisíaca. Quando um homem se atrai por mulheres, não é por motivos óbvios como ser homem, ter um pênis que encaixa na vagina, reprodução e perpetuação da espécie ou formar um casal e dividir as tarefas necessárias do cotidiano; ele apenas é induzido pela sua sexualidade, independentemente do seu gênero; quanto às tarefas do cotidiano, existia ou existe até hoje uma divisão combinada e cultural onde um é próprio de fazer


determinadas tarefas enquanto o outro realiza outras; mas na verdade não existe de fato uma tarefa que seja somente própria para a mulher ou própria para o homem, o que existe é uma simples conveniência social adaptada ao temperamento de cada um, algo como um acordo feito de forma comodista para ambas as partes. Pessoas equivocadas fazem uma única e lamentável idéia sobre a diversidade sexual, associações pejorativas apenas revelam a ignorância em relação ao assunto; uma pessoa não deve corresponder a nenhum “molde” ou expectativa equivocada a seu respeito. Ser “afetado” se parece com ter um “estilo” típico e identificável, e isso não é somente coisa dos homossexuais; quando um homem se atrai por mulheres e busca experiências sexuais com elas, dessas experiências ele obtém um sentimento específico que o leva a um tipo de comportamento e estilo de vida que o faz ser “afetado”, porém ninguém debocha de alguém que é afetado do modo heterossexual de ser. Homossexualidade não é transexualidade; é um equivoco pensar que o homem homossexual gostaria de ter nascido mulher; acredito que se ele pudesse ser mulher por uma semana, não veria muita graça nisso; a alma de um homem é inteiramente masculina independentemente de sua sexualidade, ele é idêntico aos outros homens e do mesmo modo acontece com as mulheres. Quando o desvio de gênero existe, faz “lembrar” alguns aspectos do sexo oposto, mas isso não tem nada haver com a homossexualidade ou transexualidade, se um homem efeminado tivesse nascido heterossexual, imagino que ele seria o mesmo homem efeminado; Existe homem efeminado que é exclusivamente heterossexual e seu desvio de gênero pode parecer menor, pois sua sexualidade recebe uma resposta cômoda da sociedade; porém quando uma pessoa luta por liberdade, ela se porta de uma forma mais intensa e mais exagerada apenas para que os outros se sintam a vontade para ser quem são. É lamentável quando existe uma “cultura do preconceito” que rotula e obriga o homossexual a corresponder a determinados papéis sociedade que acabo por deixá-lo mais vulnerável a prática do bullying (rejeição); ao tentar vincular a idéia de sub-cultura à diversidade, é entendido erroneamente que homossexualidade e bissexualidade também são “sub”; de modo irônico, as pessoas podem associar o “mundo gay” com a diversidade e assim concluir que esse grupo é produtor de cultura não oficial; o que teria a intenção de elevar acaba por diminuir. Apesar das sub culturas serem muito úteis e válidas para quem as consome, não devemos misturar as coisas: o “mundo gay” existe não por conta da sexualidade em si, mas em resposta ao preconceito e marginalidade do qual a diversidade sexual é submetida; não há sentido em dizer que há uma cultura feita por gays, pois pessoas de todas as sexualidades fazem todo o tipo de cultura; ao contrário, é mais comum vermos homossexuais e bissexuais no cenário formal da mais alta qualidade do que produzindo sub culturas.


Seria mais eficiente contra o preconceito, se inseríssemos o relacionamento homossexual dentro da cultura formal e de forma oficial, sem em que fosse vinculado a algo “temático”; ele não deixaria nada a desejar aos demais, muito pelo contrário, dependendo do modo que fosse feito, ficaria ainda mais belo, sensual e interessante; não vemos com freqüência o romance homossexual, nos filmes românticos, em comerciais, novelas, nem qualquer outro meio, e quando existe, o casal sequer se beija; resta lhe apenas o papel do bobo da corte, que faz rir e chama a atenção, mas não interfere de forma importante no andamento da estória. Em público, a demonstração de afeto homossexual deve ser expressa abertamente e despreocupadamente como fazem os heterossexuais; namorar nas ruas, conversando abraçados, andando de mãos dadas ou com o braço sobre o ombro do outro, se beijar, enfim fazer da mesma forma que fazem os heterossexuais; não vemos isso em toda parte, pois damos tão pouco aos gays que algo simples como esse é considerado uma aventura radical; eles têm direito a ter muito mais liberdade do que uma simples demonstração de afeto. A diversidade ensina o heterossexual a se comportar da forma correta, se prevenindo contra acidentes no trânsito, não cometendo crimes, não jogando lixo nas ruas, não cometendo estupro, pedofilia, abuso de drogas entre outras coisas, mas nem todos os heterossexuais seguem esses ensinamentos. Quem despreza o homossexual age de forma ingrata, pois além de possivelmente não contribuir em nada com a sociedade, apenas vive, desfruta, e degradam as coisas que antes foram criadas por quem ele despesa. Tirando o travesti e o transexual, são reservados para o heterossexual, os depósitos de lixo da cidade, pois ele não somente joga lixo nas ruas, derruba árvores e jardins, polui e contamina o meio ambiente, pratica o vandalismo, fabrica favelas e filhos marginalizados e produz lixos morais. O corpo de um homem bonito e musculoso é a coisa mais linda de todo o universo; abençoados são os olhos e mentes daqueles que conseguem enxergar essa beleza. Se eu fosse poderoso como um deus, faria duas coisas: primeiro salvaria o homem de tudo o que há de mal no mundo e em seguida, faria com que se enxergasse da forma como eu o enxergo, isso resultaria no fim de todas as guerras; porém a mídia relacionada à indústria dá excessiva exposição às mulheres e ao associar a sensualidade da mulher ao desejo de consumir, ignora-se o restante da população que aprecia o homem; não é somente o sexo feminino que é cobiçado; todas as mulheres e homens que se atraem por homens e todos os bissexuais apreciam o sexo masculino. As mulheres são filmadas mais e melhor inclusive no esporte, existem aplicativos de edição que podem comprovar isso, bastaria dividir a tela em duas e de um lado mostrar a competição masculina e do outro a feminina; os camera-mans captam das mulheres, enquadramento, câmera lenta, posição, tempo, ângulos e proximidades que não captam dos homens; nos filmes eróticos a atenção é voltada quase tão somente a mulher, o corpo e o rosto do homem são quase ignorados. Pode ser que isso não seja intencional e apenas por serem heterossexuais e sem perceber, acabe mostrando a mulher com mais


eficiência ou pode ser que seja sim intencional por considerar que algumas partes do homem não são televisivas; nas propagandas comerciais, a imagem da mulher é sem dúvida a mais explorada, isso porque infelizmente, os altos cargos das grandes empresas são ocupados na maioria por heterossexuais. Para usar os mesmos recursos que até então foram empregados às mulheres, é preciso executivos que enxerguem a sensualidade na versão masculina. Quando o objetivo é o lucro, não há sentido para haver discrepância, se nós já somos consumistas com a figura da mulher, imagine se decidirmos explorar mais a maravilhosa imagem do homem; se trocarmos, por exemplo, a mulher bonita do comercial de cerveja por um homem bonito, essa cerveja será muito mais vendida; Existem várias propagandas com inversões e fetiches relativos a uma beleza feminina inventada e artificial; nem toda mulher entende o porquê de tudo que é atribuído a sensualidade dela; o sensato é pensar que a mulher já é muito bonita do modo natural e não deveria sentir-se obrigada a empenhar exaustivo esforço para corresponder a algo que de fato não existe. É interessante considerarmos que, apesar de a propaganda ter um público alvo, não pode determinar quem vai assisti-la; se um anúncio visto por um homem lhe dá a ilusão de que ele pode ter uma mulher mais jovem, esse mesmo anúncio visto por uma mulher pode fazê-la pensar que ela é um objeto descartável; se um anúncio de produtos de higiene e beleza mostra apenas a imagem da mulher, pode induzir a pensar que a mulher é feia ou suja e tem uma obrigação a mais de estar sempre bonita e limpa; da escassez da imagem do homem conclui-se que o homem é sempre bonito e limpo, mas pode ficar à-vontade para não ser assim, já que para estar adequado, basta ter um pênis e ser viril, que não é verdade; É percebido que não é somente uma questão de lucro, mas há embutido uma atitude política e educacional que beneficia especificamente o homem heterossexual. Deveria ser dos dois gêneros, homem e mulher, a obrigação de estarem sempre belos e limpos utilizando-se de cuidados, tratamentos e cosméticos; entretanto, o homem espertamente criou esse cenário cômodo, tirando dele a sensualidade e regras rígidas para estar adequado e empurrando ainda mais para a mulher; essa inversão de papeis o alivia da pressão da adequação social e lhe dá mulheres mais sedutoras; a grande verdade é que o homem não deixa de ser masculino sendo, mais sensual, bonito e bem cuidado. É por machismo que o piadista ridiculariza o homem sensual contando piadas equivocadas e especulando sobre sua sexualidade; símbolos sexuais como Elvis Presley não existem hoje em maior quantidade; se uma diva, com toda sua sedução e feminilidade, nunca é tida como lésbica, com um “divo”, há questionamentos sobre a sua sexualidade o deixando pouco à vontade para mostrar tudo que pode, pois a homossexualidade é, pelos ignorantes, tanto alvo de deboche como apontada como um defeito e não uma virtude. Em toda a natureza, os machos são mais bonitos e exuberantes do que as monótonas fêmeas, porque seria diferente com a espécie humana? Na verdade não é diferente: a natureza o fez mais bonito e desejável, pois é dele o papel de seduzir, e não


o contrário. Se passarmos a “vez” de ser sensual para o homem, além de descansar as mulheres de toda essa ditadura, damos o papel para quem está mais apto a fazê-lo. De uma forma cuidadosa e inteligente, ao fazer um símbolo sexual masculino, é necessário utilizar-se de métodos que além de aperfeiçoar a beleza, ressalte ainda mais a masculinidade; através de métodos, truques e tratamentos, é possível fazer com que o homem expresse todo o seu potencial de ser, além de tudo, mais comercial do que a mulher. Apenas quem não “enxerga” do modo correto não consegue ver que a sensualidade do homem é óbvia, seu charme e elegância estão em seu físico e interior, e ali permanecem por quase toda a vida; basta apenas que lhe seja conferida uma evolução artística que esteja despida de preconceitos. Atrair-se pelo mesmo sexo provoca um estado de santa graça plena; em nosso mundo material, a homossexualidade e bissexualidade foram criadas e aperfeiçoadas no decorrer do processo evolutivo e não existiriam se não fossem necessárias; era antes exclusiva dos Anjos e Deuses, mas foi dada às pessoas como uma dádiva para que sejam mais felizes. As riquezas do caráter humano e da humanidade precisam da mágica existente nas cirandas da diversidade para que a sociedade tenha consolidação e força. A natureza usa do recurso da homossexualidade não somente para o controle da natalidade, mas porque a Vida não sente necessidade apenas de crescer em número de indivíduos, mas também em qualidade e experiências, tanto no social quanto no econômico e cultural. A Vida necessita da experiência da homossexualidade tanto nos homens quanto nas mulheres, pois, o corpo de cada um é diferente e desse modo eles fazem “as coisas” de modo diferente. Os portadores dessas sexualidades possuem a mais preciosa conexão divina, são sagrados mensageiros dos códigos celestiais e Deus os ama com afinidade plena; rejeitá-los é mesmo que negar a trindade cristã, ofender os anjos, insultar os ídolos e amaldiçoar a si próprio. Em um relacionamento com dois do mesmo sexo existe afinidade plena; pensam e gostam das mesmas coisas, são mais próximos, não ficam carentes, pois agem de forma correspondente a vontade um do outro; estão no mesmo ritmo, sintonia e harmonia; tem-se tanto a união da força do amante com a afinidade de gênero como um fenômeno interessante que é o da potencializando da essência correspondente ao gênero que pertencem, ou seja, um homem convivendo com outro, pode ficar mais masculino (no caso dos homens), do que se convivesse com uma mulher; o prazer sexual no outro não é apenas uma suposição, mas uma experiência conhecida, fazendo com que a arte de dar prazer seja muito mais eficiente; ao tentar dar prazer para um homem, uma mulher apenas supõe o que ele está sentido, mas não sabe de fato. Com homem e mulher, um sempre acha que o outro deveria agir de “certo modo”; enquanto um está pensando em uma coisa o outro pensa em outra diferente; enquanto um quer uma coisa, o outro quer outra diferente; não conseguem fundamentar novas idéias e projetos juntos sem que antes entrem em uma briga; é clássico ouvirmos dizer que a presença um do outro se tornou insuportável; todos nós sabemos que essa relação só funciona para reproduzir e não para o convívio no dia-a-dia.


Nas pessoas, assim como o senso de humor ou senso comum, existe um senso erótico que é também construído com passar do tempo; elementos como “o proibido”, a abertura de precedentes, a quebra de tabus e a excentricidade, relação entre chefe e patrão, aparentados, diferença de idade, referências religiosas, traição, lugares públicos, poligamia e etc., podem ser ferramentas para o erotismo; ao assistir um filme erótico, se uma pessoa não possuir esse senso, ela verá apenas relações sexuais e nada mais. Quando dizemos a um homem que a homossexualidade é algo “proibido” ele pode encarar isso como algo erótico e mesmo não sendo homossexual, pode eventualmente sentir-se atraído outro, pois foi movido pelo fetiche do “proibido”. Se déssemos para o homossexual a permissão para matar com arma de fogo todos os que agissem com preconceito contra ele, ainda haveria preconceito, pois eles jamais matariam uma pessoa; fazer uma lei que protege os homossexuais contra a rejeição é benéfico para todos, mas ainda é muito pouco. A tolerância é uma esmola; se a sociedade não tem amor verdadeiro para dar, então não tem mais nada que seja apropriado, pois as almas dos homossexuais e bissexuais e diversidade de gênero são digníssimas e encontram-se a uma altura vertiginosa. Mas se receberem amor verdadeiro, eles retribuirão em forma de grande alegria e progresso para que as almas de todos sejam maiores e mais elevadas. Os que vieram dizendo a verdade foram rejeitados pelos plebeus que não podem compreender que a luz que a diversidade sexual e de gênero reflete emana, vem de Deus e não é algo inventado; inventado são preceitos de religiões que dizem coisas mentirosas sobre a diversidade sexual. É blasfêmia contra a exuberância do Deus vivo quando por vaidade, se nega a vida natural por conta de parecer “aprovável” aos olhos dos homens. Longe dos caminhos de Deus, a igreja cristã faz o papel do anticristo, difundindo a morte ao invés da promessa de Jesus que veio para trazer a vida em abundância; algumas proibições e conceitos de pecado ensinados na igreja provêm de mentes medíocres vivendo vidas medíocres; intrometem-se na vida natural das pessoas, com o desejo sádico de comprometer felicidade delas e manipulá-las por dinheiro; esse modelo corrupto deve deixar de existir para dar lugar a um novo onde o sacerdote, tomado dentre os homens, constituirá a favor dos homens e não contra eles, nas coisas concernentes a espiritualidade e não a vida particular; a casa do tesouro relatada na bíblia, nada mais é do que o tesouro nacional e não tem nada a ver com a igreja; o que a bíblia diz é apenas para pagar os impostos ao Governo. Porque financiar uma igreja que não cumpre o papel de ajudante espiritual onde por meio da espiritualidade, conduz as pessoas à vida em abundância? Ao invés das pessoas pensarem que se não derem o dizimo serão amaldiçoadas, poderão pensar que funciona do modo contrário: primeiro pede-se uma benção, e caso a receba, dá-se o dízimo como gratidão; está escrito: “façam prova de mim”. Pode-se ainda ser abençoado sem dar nada para a igreja, existem pessoas espiritualmente saudáveis e com grandes vidas que nunca sequer tiveram religião; para dar bênçãos, Deus não pede autorização para “santíssimo senhor ninguém”; a igreja induz a pensar que é somente através dela que alguém pode ser abençoado, ou ainda pior, que ela pode retirar uma benção daquele que age de forma


“reprovável”; essas ameaças não valem de nada, pois, ser “reprovável” aos olhos dos homens é passar pelo mesmo que Jesus passou com os fariseus hipócritas. Uma pessoa “aceitável” perante a igreja passa a ser “reprovável” a partir do momento em que é abençoada; Deus sempre age da forma correta, mas são as pessoas ainda não conhecem quais são os efeitos das bênçãos espirituais. Um plebeu religioso condena na terra as coisas que existem no céu; se o ambiente celestial é feito de tudo que há de bom: sexo, músicas, perfumes, manjares e etc., Deus e dos anjos preferem ajudar de fato aqueles que dão sentido a vida que lhe foi dada; quando Deus abençoa um religioso hipócrita, o faz por nada mais que caridade; Não é possível mudar de sexualidade, porém em casos raros, ela muda sozinha espontaneamente, sem que se possa fazer nada a respeito; apenas de forma natural, esse incidente não implica em nenhuma conseqüência negativa, mas não se deve acreditar em igrejas que prometem mudar a sexualidade da pessoa, pois isso não é vontade de Deus. Os plebeus religiosos se esforçam em promover a deseducação das pessoas e quando eles ensinam em suas igrejas determinadas coisas sobre sexualidade, ensinam apenas aos asnos; sendo “cegos” tentam explicar a luz para quem enxerga; o falso profeta mente que a homossexualidade é abominável aos olhos de Deus enquanto que abominável é aproveitar-se da igreja para difundir os próprios ódios e interesses sujos e ainda vinculá-los à Divindade; se alguém é covarde demais para dizer que odeia a homossexualidade, é esperto usar o santo nome de Deus, ou falar em nome de uma suposta “moral e bons costumes” ou qualquer outra coisa que sirva para tirar a responsabilidade sobre todo o absurdo que é dito em público; porém quando o homossexual ouve essa mentira, que homossexualidade é pecado ou abominável, ele sofre um estupro moral, que não é nada se comparado com o efeito posterior; grande número de pessoas será influenciado a pensar da mesma forma e indiretamente aquele homossexual será socialmente prejudicado em todas as áreas da sua vida; o absurdo que ele ouviu em público passará rápido, já as conseqüências ficarão em seu cotidiano por muito tempo. A sociedade deve repudiar os preconceituosos e racistas e impedi-los de contaminar as outras pessoas com mentiras blasfêmicas; mesmo sendo repetitivo, ninguém conseguirá convencer Deus a concordar com nenhuma idéia homofóbica; Deus e os anjos, não são escravos do homem, mas por vontade própria, inspiram os nobres a recriar modelos de vida em abundância para nossa humanidade e lhe dão banquetes espirituais; o ridículo é que os moralistas e plebeus religiosos além de viver das migalhas desses banquetes ainda as exibem com se estivessem tentando causar inveja; eles acham que conhecem algo da vida, mas estão enganados, pois não conhecem nada sob o ponto de vista daquele que vive verdadeiramente; Jesus Cristo está vivo abençoa os homossexuais e bissexuais com vida verdadeira porque os aprova, mas essas evidências não são percebidas por aqueles que não têm olhos para ver e nem ouvidos para ouvir. Para compreender Jesus é preciso ser nobre e a nobreza prevalece contra o vulgar, pois a própria natureza obedece a princípios nobres e a humanidade é parte da natureza; os homossexuais não poderão ser sobrepujados, pois são nobres espíritos


evoluídos que por caridade, vieram de mundos mais elevados a fim de criar o Bem e o progresso em nosso mundo; deveriam é ser reverenciados; quem despreza o homossexual age de forma ingrata, pois além de possivelmente não contribuir em nada com a sociedade, apenas vive de desfruta das coisas que antes foram criadas por quem ele despesa, ainda mais porque todas as cidades capitais da terra são projetos e propriedades intelectuais de nossos divinos arquitetos homossexuais e bissexuais que agiram antes no mundo das idéias para que essas cidades pudessem existir no mundo material. Para os governantes, são autores dos projetos arquitetônicos das casas de governo, palácios dos reis, casas de imperadores e presidentes; são autores do poder contido nos sistemas de todas as organizações existentes; deles são os selos de todas as cartas e a autenticidade de todos os documentos legítimos. São invocadores dos espíritos que regem a justiça, a medicina e as arquiteturas; são autores dos núcleos científicos que promovem as descobertas e avanços tecnológicos; são autores da astronomia e das viagens ao espaço. São autores da energia que legitima todos os sacerdócios e cerimoniais; são autores da nobreza, da burguesia e da riqueza; são autores das virtudes de tudo o que foi fundado, formado, constituído, construído, estabelecido de forma benigna e feito de uma determinada maneira que promova todas as demais coisas boas existentes na humanidade de hoje. A definição correta de família é: o grupo de pessoas que moram no mesmo lar e que são unidas por um laço afetivo; é no lar que temos o núcleo central da sociedade e a partir dele procedem todos os demais eventos sociais; um lar formado por pai, mãe e filhos pode não ser considerado uma família se não houver ali vínculo afetivo e respeito mútuos; jamais poderá ser uma família se ali houver coisas como o desmazelo, a violência, o alcoolismo e a pedofilia. É impossível falar de lar e sociedade e excluir o homossexual e bissexual, pois eles são donos de todas as chaves que abrem todas as portas das casas de uma família ideal. É louvável pensar que a heterossexualidade é melhor por que pode gerar novas vidas? Gerar novas vidas é próprio de quem é fértil e todo o homossexual reproduziria se no mundo houvesse a necessidade de aumentar a população; louvável é quando o casal decide não procriar, pois sabe que já não cabe mais ninguém no mundo. Um casal de homens teria que colocar em sua casa uma mulher para que seu filho adotivo tenha também uma referência feminina? Isso é uma grande besteira, imagine o trabalho e o desgaste emocional em ter que procurar alguém para morar em sua casa, ainda mais de forma imposta, somente por conta de um pensamento equivocado; a criança não precisa de nada disso, lhe é suficiente o contato com o mundo, ruas, escolas, parentes, amigos, mídias e etc. O menino não será masculino porque ele aprendeu com o seu másculo pai, ele será do jeito que ele é porque essa é sua essência, porém, se algum menino ficar efeminado por conta de conviver mais com mulheres, sorte dele, porque ser efeminado não é nada de errado ou feio; um homem efeminado é bonito no seu jeito de ser, assim como a mulher masculinizada também é;


Geralmente, uma criança não toma os pais como referência, até sente vergonha deles, os considera modelos defasados a serem superados, tudo que ela não quer ser quando crescer é igual aos pais; essa figura sagrada dos pais é uma lenda; “da boca prá fora”, adultos, aconselham fazer aquilo que eles mesmos não fazem, pois geralmente não dão valor aos pais, ainda mais se forem velhos ou pobres. Recriminar a adoção ocorre devido ao critério de comportamento que imaginam que o homossexual e bissexual tenham, o que supostamente seria impróprio para a criança; eles pensam que o comportamento do homossexual é tão vulgar quanto o comportamento da heterossexualidade provando que não entendem nada do assunto; na verdade, o homossexual e bissexual são impecavelmente aptos a adotar filhos, seria ótimo se eles adotassem todas as crianças dos orfanatos e não sobrasse nenhuma; teria sido maravilhoso se tivéssemos sido criados por casais de homossexuais, além de tudo de bom, também teríamos tido uma vida muito mais confortável financeiramente, pois sabemos que eles têm muito mais inteligência e talento para, de forma honesta, ganhar dinheiro. Na verdade, pai e mãe não sabem e nunca souberam criar filhos, deseducam, reprimem, são maldosos, traumatizam, abusam sexualmente e deixam de herança a necessidade do filho freqüentar um terapeuta para o resto de sua vida; seria bom castrar todos os homens heterossexuais de classe baixa para que não multipliquem sua pobreza, pois eles procriam sem ter condição para dar uma vida digna a seus filhos e vão pensar nisso apenas depois de ter já ter tido o bebê; o resultado nós já conhecemos: filhos abandonados ou marginalizados A diversidade sexual consegue claramente ver a sociedade como um todo: como ver que o controle de natalidade evitaria a pobreza, que crianças em situação precária tornam-se adultos problemáticos entre outros temas; seria bom ajudar os heterossexuais a criar seus filhos, dividindo esse fardo pesado Governo através dos berçários, creches, internatos e programas sociais; se damos a responsabilidade inteira para os pais, fazemos uma sociedade “míope” e preconceituosa, que não consegue mensurar o tamanho e a exuberância do que realmente seja a vida social.

Considerações finais: A diversidade sexual e de gênero, deu a humanidade, a possibilidade de se elevar. Devemos aos bissexuais, homossexuais e diversidade de gênero, todo amor e gratidão do mundo, pois além de tudo, iluminaram nossas vidas com as cores reais e notas musicais do verdadeiro sentido humano. Mil vivas a homossexualidade, bissexualidade e diversidade de gênero.


Sobre o Autor: Meu nome é Capelliano Capelli, sou a estrelinha da música “Brilha-brilha estrelinha”, toda vez que um pai nina seu filho com essa música, é de mim que ele está falando e de mim sente saudades ainda que nunca tenha me conhecido. Sou o filho idealizado e todos os pais da terra gostariam de me ter como filho. Sou a luz da esperança e dos meus olhos jorram uma fonte com imenso amor; se você beber dessa fonte, sentirá sede dela para sempre, mas somente eu poderei dar-te dessa água novamente.


A aurora dos tempos