Pussilus Grex

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Pusillus Grex Pequeno Rebanho Número 14— Maio/2018 Iniciamos o mês de maio, no qual o Senhor reserva-nos grandes Graças, especialmente por ser o mês dedicado à Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa, mas também através da celebração dos sagrados Mistérios da vida de Cristo, como o Pentecostes e a Festa de Corpus Christi. A Sagrada Liturgia, celebrada por nós segundo o Rito Romano Tradicional, sendo o principal canal dos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, preparanos para a união definitiva com Deus, através do ministério da Igreja. Importa-nos, no entanto, entendermos o real significado do conceito de liturgia e a importância do Rito Romano Tradicional na busca da nossa salvação. Nesse sentido, o Padre Ivan Chudzik, IBP, escreveu um breve artigo neste mês, e indica-nos alguns pontos para responder à questão sobre a natureza do Rito dito tridentino e as reformas empreendidas por São Pio V, cuja festa celebramos no dia 05 de maio. No artigo de espiritualidade, trouxemos um sermão de Santo Antônio de Lisboa, orago da Capela que é a nova sede da Capelania, sobre a Anunciação, onde o Santo mostra através do texto bíblico, como Nossa Senhora é modelo para a nossa vida espiritual. A todos desejamos uma boa leitura e agradecemos pela participação nos trabalhos realizados em nossa Capelania. Salve Maria!

Instituto Bom Pastor

Belem,PA


A reforma de São Pio V Um conceito a ser reformado Já assistiu o leitor a uma Missa tridentina ou de São Pio V? Caso responda afirmativamente, o autor deste artigo será obrigado a discordar: com efeito, nunca houve um Rito do Concílio de Trento ou de São Pio V. Então por que frequentemente a forma antiga do Rito Romano recebe esta nomenclatura? Que Rito celebram os Padres do Instituto Bom Pastor e tantos outros sacerdotes depois do Motu Proprio Summorum Pontificum de Bento XVI? Para responder a estas questões será preciso primeiramente reformar o conceito que muitos têm da Reforma de São Pio V, o que nos obriga, antes de tudo, a dar a definição de certos termos, fundamentais para resolvê-las. O primeiro termo é o de Missa. Segundo o Catecismo de São Pio X, a Santa Missa é “o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, oferecido sobre nossos altares, debaixo das espécies de pão e de vinho, em memória do sacrifício da Cruz” (questão 652). Observemos que a definição nos apresenta não mais que um canal da graça: o Sacrifício eucarístico. Sabemos pelo mesmo Catecismo que a Eucaristia pode ser tanto oferecida (a Santa Missa) quanto recebida (a Santíssima Comunhão), de modo que o conjunto de todos estes sinais sensíveis e eficazes da graça, instituídos por Nosso Senhor (os Sacramentos e a Santa Missa), bem como aqueles instituídos pela Santa Igreja (os Sacramentais) consiste na Liturgia, isto é, o culto público e oficial da Igreja—numa definição clássica. A Liturgia, por sua vez, necessita de fórmulas e gestos para realizar a sua ação sagrada: as cerimônias. Tais cerimônias, segundo o Catecismo do Padre Francisco Spirago 1, servem também para representar a graça a ser produzida, preparar aqueles que participam do ato litúrgico (o celebrante e os assistentes) e manifestar a glória de Deus. O conjunto dessas cerimônias que adornam os Sacramentos e a Santa Missa formam o Rito. Consequentemente, se os atos litúrgicos instituídos por Nosso Senhor são sempre os mesmos, a Igreja, porém, quis revesti-los de distintas cerimônias, o que deu origem às diversas famílias litúrgicas do Ocidente e do Oriente. Feita esta consideração introdutória, uma primeira distinção deve ser operada. Não pode existir propriamente uma “Missa tridentina” ou “de São Pio V” pelo simples fato de que a Santa Missa foi instituída por Nosso Senhor Jesus Cristo e não pela Igreja. A Igreja pode criar os Sacramentais, isto é, as bênçãos e orações contidas no Ritual, bem como compor o Ofício Divino para a santificação das horas, contido no Breviário, mas não a Santa Missa. O emprego rigoroso do termo “Missa” não admite que ela seja “antiga”, “tridentina” ou de “São Pio V”. A reflexão sobre os termos não é uma mera querela de teólogos, mas serve para evitar eventuais confusões em matéria de doutrina. Com efeito, a oposição entre a “Missa antiga” e a “Missa nova” não se dá na ordem do Sacramento: do contrário dar-se-ia margem a dúvidas sobre a validade da “Missa nova”, o que não é o caso. Em ambas as “Missas” são observadas as condições essenciais para a celebração do Sacrifício eucarístico: matéria, forma e ministro. Não obstante, houve um Rito “tridentino” ou “de São Pio V”? Eis o cerne da


questão: para muitos, houve um Rito composto por ordem do Concílio de Trento ou do Papa São Pio V, Rito relativamente “recente” na História da Igreja, e que não tem direito de subsistir ou de prevalecer quando a Igreja decide reformar “de novo” o Rito da Missa na década de 1960. Consequentemente, quem são os católicos “tridentinos” senão aqueles que estão fixados—ou quem sabe obstinados—em uma época, ou melhor, numa fase histórica do Rito Romano, não permitindo que ela passe ou mude? Ora, um estudo atento da dita reforma de São Pio V não encontrará mudanças substanciais no Ordinário da Missa como se espera. Primeiramente, porque a composição das cerimônias nunca ocorria como no último século, isto é, com uma comissão de peritos decidindo o que “entra” e o que “sai” das cerimônias litúrgicas. Esta não foi a natureza da reforma de São Pio V, porque não foi assim que o Rito Romano foi composto ao longo da história, ou seja, através de comissões. Muito insistiu o então Cardeal Ratzinger—em entrevistas, prefácios e livros de sua autoria—de que os ritos litúrgicos procedem de um desenvolvimento orgânico e vivo, de um crescimento que se dá no curso dos séculos2. Sendo estes ritos um espelho e uma antecipação da Liturgia celeste, a Igreja não pode senão venerá-los com profundo respeito, pois aquilo que a tradição nos legou é, antes de tudo, uma participação daquilo que se dá no Céu. Os ritos não deixam de ser um dom de Deus, a extensão na terra do culto perfeito e eterno que os bem-aventurados prestam na Jerusalém celeste. Donde a Igreja ter reformado pouco seus ritos, pois reconhecia neles algo de divino, de “revelado”. Não obstante, se os ritos são como que um “eco da eternidade”, isso não implica que tenham surgido na sua forma definitiva. Em outras palavras: os ritos não eram estáticos, monolíticos, antes das comissões reformadoras do século XX; pelo contrário, é próprio do rito de se desenvolver como um organismo. Nosso Senhor também comparou o Reino dos Céus a um grão de mostarda (cf. Mt. XIII, 32), o menor dos grãos que se torna depois uma das maiores plantas. Do mesmo modo, as famílias litúrgicas são como árvores comparadas com os Sacramentos e a Santa Missa, dos quais Nosso Senhor só instituiu o que havia de mais essencial—designando a matéria e a forma—enquanto coube à Igreja adorná-los com ricas e profundas cerimônias, sempre à imagem da Liturgia celeste. Consequentemente, se o Ordinário da Missa, a sua estrutura fundamental, variou pouco através dos séculos, o Rito Romano admitiu inúmeras variações locais de Próprio, isto é, de formulários de Missa, como num organismo, em que a natureza recebida é sempre a mesma em todas as fases da vida ou estados que possa assumir. O que fez, portanto, a reforma de São Pio V? Dado o caos litúrgico causado pela heresia protestante, revisou o Missal usado na Cúria Romana, por meio de um estudo comparativo com manuscritos antigos, reduziu o número de festas—dentre outros pequenos retoques—e o tornou obrigatório em todo o orbe católico, respeitando, porém, as tradições locais de pelo menos duzentos anos ininterruptos—garantia de que tais ritos já estavam bem definidos quando do surgimento do Protestantismo. Diz a Bula Quo primum tempore (1570): “Este Missal assim revisto e corrigido, Nós, após madura reflexão, mandamos que seja impresso e publicado em Roma, a fim de que todos possam tirar os frutos desta disposição e do trabalho empreendido, de tal sorte que os padres saibam de que preces devem servir-se e quais os ritos, quais as cerimônias, que devem observar doravante na celebração das Missas.” (n. 5) A reforma de São Pio V não passou


de uma revisão, e o Missal editado não foi outro senão o da Cúria Romana, após alguns retoques acidentais: “[...] a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas […]” (n. 6). No dizer do Cardeal Domenico Bartolucci3: “[...] é um erro chamar a missa4 tradicional 'missa de são Pio V' ou 'missa tridentina', como se tratasse da missa de uma época particular.” Se estamos apenas diante de uma “mera fase” do Rito Romano, os católicos não teriam o direito de se apegar mais a esta fase do que a outra, contrariando assim a sua substituição por uma forma posterior. Todavia, a legitimidade do apego ao Rito Romano tradicional, garantido pelo Motu Proprio de Bento XVI vem da sua antiguidade venerável: no tempo de São Gelásio I (492-496) o Cânon da Missa praticamente já tinha a forma que conhecemos, cujos últimos retoques foram dados por São Gregório Magno (590-604). Logo, o absurdo não está do lado daqueles que se apegam a um Rito multissecular, mas daqueles que pretendem banir definitivamente da vida eclesial o Rito que santificou o Ocidente até a década de 1960, o que implica em romper com a História da Igreja. O Cardeal Ratzinger não deixou de notar que uma oposição deste gênero: “[...] nunca tinha acontecido em toda a história da liturgia […] 5”. Não obstante, o apego ao Rito Romano tradicional não implica e nunca implicou, para um católico de bom senso, numa “nostalgia do passado”, isto é, uma fuga romântica do presente. A sua riqueza não se fixa a um tempo ou a uma época; pelo contrário, ele produz vida e sociedade católica onde quer que seja celebrado: “[...] defender o rito antigo não consiste em ser passadista, mas a ser de sempre 6 como bem observa o Cardeal Bartolucci.6

Pe Ivan Chudzik

1. Cf. SPIRAGO, Pe. Francisco. Catecismo Catholico Popular. 2ª ed. Guarda: Imprensa Veritas, 1926, 3ª parte, p. 55. 2. Cf. RATZINGER, Cardeal Joseph. Apresentação. In : GAMBER, Mgr. Klaus. La réforme liturgique en question. Barroux: Éd. Sainte-Madeleine, 1992. 3. CIPRIANI, Pucci, CARUSI, Stefano (org.) Rencontre avec Mons. Domenico BARTOLUCCI. In: Disputationes theologicae. Disponível em: <http://disputationes.over-blog.com/article35046658.html>. Acesso em 26/04/2018. 4. Nota bene: O Cardeal Bartolucci emprega o termo “Missa” num sentido largo, como sinônimo de Rito. 5. RATZINGER, Joseph. Lembranças da minha vida. São Paulo: Paulinas, 2006, p. 131. 6. CIPRIANI, Pucci, CARUSI, Stefano (org.) op. cit.


Nossa Senhora, Modelo de Santificação (Sermão de Santo Antônio de Lisboa) 10. “O anjo Gabriel foi enviado” Acabamos de ouvir de que maneira a Virgem Maria concebeu o Filho de Deus Pai. Vamos ver agora, brevemente, de que jeito a alma concebe o espírito da salvação. Na Virgem Maria vemos representada a alma fiel:“virgem” pela integridade da fé. Com efeito, diz o Apóstolo: “Eu vos prometi a um único esposo, para apresentar-vos como virgem casta a Cristo”(2Cor 11,2). “Maria”, isto é, estrela do mar, pela profissão da própria fé.“Crê-se com o coração para obter a justiça”, eis a virgem. “Com a boca faz-se a profissão de fé para obter a salvação” (Rm 10,10): eis a estrela que da amargura do mundo guia ao porto da salvação eterna. Essa virgem mora em Nazaré da Galiléia, quer dizer, “na flor da emigração”. A flor é a esperança do fruto. Com efeito, a alma fiel espera “emigrar”, passar da fé à visão, da sombra à verdade, da promessa à realidade, da flor ao fruto, do visível ao invisível. Dizem os pastores: “Vamos até Belém, porque ali encontraremos bons pastos, o pão dos anjos, o Verbo Encarnado”. Lemos em Isaías: “Alegria dos burros selvagens, pastagem dos rebanhos” (32,14). Nos burros selvagens estão simbolizados os justos, cuja alegria será a pastagem dos rebanhos, quer dizer, o esplendor e a felicidade dos anjos, porque junto com os anjos pastarão, isto é, gozarão da visão do Verbo Encarnado. A essa virgem é enviado o anjo Gabriel, cujo nome significa “Deus me confortou”. Nele é indicada a infusão da graça divina e sem o seu conforto a alma desfalece. Por isso diz Judite: “Dai-me forças, ó Senhor, Deus de Israel, nesta hora”. “E, com o punhal, golpeou duas vezes o pescoço de Holofernes e cortou-lhe a cabeça” (13,910). Holofernes significa “enfraquece o boizinho engordado”. Nele é representado o pecador que, engordado com a gordura das coisas temporais, é despojado pelo diabo das virtudes e assim se enfraquece e fica doente. A cabeça de Holofernes é a soberba do diabo. Diz Gênesis: “Ela te esmagará a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (3,15). No calcanhar é indicado o fim da vida. A Virgem Maria esmigalhou a soberba do diabo por meio da humildade, mas ele a tentou, no calcanhar, durante a paixão de seu Filho. Quem quiser arrancar de si mesmo a soberba do diabo, deve golpeá-lo duas vezes. Esse duplo golpe é a lembrança do nosso nascimento e o pensamento da nossa morte. Quem medita assiduamente sobre esses dois momentos da sua vida arranca de si a soberba do diabo, mas antes é preciso que implore o sustento da graça divina. “Agi virilmente e o vosso coração será confortado” (Sl 30,25).


11.“Entrando o anjo onde ela estava”. Aqui é colocada em evidência a solidão da alma que mora em si mesma, lendo no livro da própria miséria e indo à busca da doçura divina: por isso ela merece ouvir dizer: “Ave!” O nome de Eva que quer dizer “ai” ou desgraça. Lido ao contrário fica Ave. A alma que se encontra no pecado mortal é Eva, ou seja, “ai” e desgraça, mas se ela se converte à penitência e ouve dizer-lhe Ave, quer dizer “sem ai”. “Cheia de graça”. Quem derrama ainda alguma coisa numa vasilha cheia perde tudo aquilo que nela coloca. Assim também na alma, se ela for cheia de graça, não pode entrar nela a sujeira do pecado. A graça penetra todos os espaços e não deixa nenhum pedacinho vazio em que possa entrar e ficar aquilo que lhe é contrário. Quem tudo compra, tudo quer possuir. E a alma é tão grande que ninguém pode preenchêla a não ser somente Deus que, como diz São João, “é infinitamente maior que o nosso coração e conhece todas as coisas” (1Jo 3,20). Uma vasilha bem cheia derrama em todas as partes. Da plenitude da alma recebem todos os sentidos porque, como diz o profeta Isaías, “será de sábado a sábado” (66), quer dizer, da paz interior virá a paz dos sentidos e dos membros. “O Senhor é contigo”. Ao contrário, lemos no Êxodo: “Não irei contigo, porque tu és um povo de cabeça dura” (33,3), isto é, desobediente e soberbo. É como se dissesse: “Eu iria contigo se fosses humilde!” Por isso ao humilde ele promete: “Tu és o meu servo: mesmo que tiveres que atravessar as águas eu estarei contigo e os rios não te submergirão. Se tiveres que atravessar o fogo, não te queimarás, a chama não poderá te queimar” (Is 43,2). Nas águas é simbolizada a sugestão do diabo, nos rios a gula e a luxúria; no fogo, o dinheiro e a abundância das coisas materiais; na chama, a vanglória. O servo, isto é, a pessoa humilde com quem está


o Senhor, passa ileso através das sugestões do diabo, porque nem a gula nem a luxúria o cobrem. Quem está com a cabeça totalmente coberta não pode ver, cheirar, falar e ouvir distintamente. Assim, também quem estiver totalmente coberto pela gula e pela luxúria fica privado da faculdade de contemplar, discernir, reconhecer o seu pecado e obedecer. O humilde, mesmo que caminhe através do fogo das coisas temporais, não se queima com a avareza ou com a vanglória. 12. “Tu és bendita entre as mulheres”. Lê-se na História Natural que as mulheres sentem compaixão bem mais intensamente do que os homens, derramam lágrimas bem mais do que os homens e possuem uma memória muito mais duradoura do que os homens (Aristóteles). Nessas três qualidades são indicadas a piedade com o próximo, a devoção das lágrimas, a lembrança da paixão do Senhor. Lemos no Cântico dos Cânticos: “Coloca-me como um selo em teu coração, uma tatuagem em teu braço, porque forte como a morte é o amor!” (8,6): o teu amor pelo qual morreste! Bemaventuradas aquelas almas que possuem essas três qualidades. Entre elas é bendita, com o privilégio de uma bênção especial, a alma fiel e humilde, rica de obras de caridade. E em mérito a essa bênção, continua: “Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus”. Lemos ainda na História Natural que as mulheres grávidas sentem dores, perdem o apetite, a vista fica anuviada. Outras mulheres grávidas não gostam de vinho, porque bebendo-o perdem as forças. Isso acontece também com a alma. Quando, sob a ação do Espírito Santo, concebe o espírito da salvação: começa a arrepender-se de seus pecados, sente repugnância pelas coisas temporais, desagrada-se a si mesma, (este é o significado do anuviamento da vista); acostumada a admirar-se com gosto, não gosta do vinho da luxúria. Por estes sinais poderás julgar se a alma concebeu o espírito da salvação que em seguida dará à luz quando der fruto na luz das obras boas. E a esse fruto dará o nome de “salvação” (Jesus), porque tudo o que faz é em vista da salvação. É a intenção – foi dito – que qualifica a obra. A alma fiel age para agradar a Deus, para obter o perdão dos pecados, edificar o próximo e alcançar a salvação. Dignese conceder a salvação também a nós Aquele que é bendito pelos séculos dos séculos. Amém.” Fonte: http://escritosdossantos.blogspot.com.br Tradução: Frei Geraldo Monteiro, OFM Conv, Sermões de Santo Antônio. Ed. Messaggero – Padova,1979 – Volume III, pp. 158-161


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