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Lucas Maximino: O guerreiro sobre rodas. Pág. 5

A questão sobre as vagas especiais para deficientes.

Cão-Guia e seus benefícios. Pág. 3

Sac - Só o Amor Constrói Pág. 8

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Editorial

O deficiente é invalido para a sociedade? Um deficiente pode levar uma vida normal? Essas foram as perguntas mais recorrentes ao desenvolver esse informativo, a cada apuração feita, artigo concluído, entrei mais neste questionário, fui obtendo minhas respostas e vestindo a camisa da inclusão social. As deficiências são complicações que levam a limitação da mobilidade e da coordenação em geral, podendo afetar a fala e visão em diferentes graus. As causas são varias- desde lesões neurológicas e neuromusculares, acidentes (trabalho, transito, desportivo...) até má formação congênita. Por terem necessidades especiais, não significa dizer que sejam inválidos, por isso existe essa busca pela a inclusão dos mesmos na sociedade. Incluir quer dizer fazer parte, inserir, introduzir, inclusão é ato ou feito de incluir. Assim a inclusão social de pessoas com deficiência significa torna-las participantes da vida social, econômica e por que não política assegurando o respeito aos seus direitos. A inclusão é um processo que acontece gradualmente, com avanços e retrocessos isso por que os seres humanos são de natureza complexa e com heranças antigas, tem preconceitos de diversas maneiras. Assim sendo, torna-se difícil terminar com a exclusão e mesmo existindo leis contra a mesma, não são as leis que vão mudar, de um dia para o outro a mentalidade da sociedade assim como seu preconceito. Ao final disso tudo cheguei à conclusão que pessoas com deficiências, são vencedores, dignos de admiração e podem perfeitamente levar uma vida normal, serem felizes respeitando claro suas limitações. Bom nas páginas a seguir você vai ver fotos, artigos, matérias, curiosidades, exemplos de superação e formas de inclusão. Desejo a uma ótima leitura e que as informações que você terá aqui, possam de alguma forma fazer com que você leitor, pare pra pensar e olhe diferente para essa questão.

Coordenação Editorial : Andressa Araújo, Diego Moraes Fotografia: Andressa Araújo, Diego Moraes, Meire Maximino Criação e Arte: Andressa Araújo, Diego Moraes Jornalistas: Andressa Araújo e Diego Moraes Agradecimentos: Meire Maximino, Lucas Maximino, Autarquia Municipal de Trânsito e Professor Eugênio Furtado.

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Descaso e imprudência em relação às vagas para deficientes Em Fortaleza, é constante o desrespeito de motoristas quanto às vagas de portadores de deficiência. Muitos motoristas sem esse “beneficio” se aproveitam e estacionam, desrespeitando o direito dos deficientes de terem vagas direcionadas para eles. Os portadores de deficiência apenas querem mais respeito ao direito deles. E se você tem alguma deficiência e ainda não possui o adesivo informativo que dá direito a vaga especial, esse documento pode ser adquirido no Detran. Para a utilização das vagas especiais com o Símbolo Internacional de Acesso, é necessário que as pessoas com deficiência coloquem o adesivo informativo em um lugar de fácil visualização. Caso não estejam utilizando este adesivo, serão multadas.

O mercado de trabalho para portadores de necessidades Uma lei especiais esta-

Promover oportunidades de emprego para os deficientes é importante no mercado regular de trabalho. Ter incapacidades físicas são significa que é um mau colaborador. Em muitas vezes a incapacidade nem influencia na sua produtividade no trabalho, mas muitas vezes os empregadores os veem como colaboradores de potencial baixo.

Há uma lei que estabelece cota de 2 a 5% para contratação de deficientes em empresas, mas infelizmente esse percentual nem sempre é preenchido. Apesar disso, as ações de capacitação para deficientes vem crescendo, por conta do Programa Viver sem Limites do governo federal. No ano de 2011, foram destinadas 150

mil vagas do Programa Nacional do Ensino Técnico às pessoas com deficiência. De acordo com dados o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 45,6 milhões de pessoas com pelo menos um tipo de deficiência, o que representa 23,92% da população.

belece de 2 a 5% para contratação de deficientes em empresas, mas esse percentual nem sempre é preenchido 3


Cão-Guia: Os olhos do deficiente visual Não é comum em Fortaleza, vermos deficientes visuais andando pela cidade com o auxilio de um cão guia. Não por não serem eficientes, pelo contrário, são muito competentes. Mas para terem um cão adestrado para essa deficiência custa muito caro em nosso país. Apesar disso, há alguns casos que são utilizados no Sul e Sudeste do Brasil para esse auxilio na mobilidade. Algumas escolas que preparam cães-guias fazem gratuitamente (mais comum nos Estados Unidos). Então, o deficiente visual apenas gastará com transporte e as despesas durante o período das instruções de tratamento que deverão receber com o cão guia, que duram em média um mês. Mas para isso, várias entidades de um modo geral, exigem alguns requisitos como: quando ele liga para uma entidade solicitando seu animal, é remetido ao solicitante uma série de questionários a serem preenchidos por vários profissionais da área da saúde e por uma pessoa de alguma instituição que atue na área de deficientes visuais, atestando que o deficiente visual que solicita seu cão-guia possui condições físicas, mentais e econômicas de manter e cuidar adequadamente do animal solicitado. Isso tudo é necessário para ter certeza que o cão guia será bem tratado. Se você pensa que o único beneficio que o cão-

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guia trás é “apenas” conduzir o deficiente visual, está muito enganado. Na prática, ele trás esse beneficio e muitos outros aos seus donos, como por exemplo, independência e confiança. Infelizmente, em Fortaleza e em outras cidades do país, ainda não são devidamente adaptadas nos quesitos de semáforos sem sinal sonoro, calçadas sem manutenção, telefones públicos e colunas de concreto são obstáculos e podem causar acidentes, por isso, o deficiente acaba ficando com receio de sair na rua. O cão guia pode ajudar nessa segurança, o deficiente acaba se tornando mais confiante para trabalhar, estudar e sair, trazendo qualidade de vida ao utilizador. Atualmente, no Brasil existem menos de 30 cãesguia, sendo que o número de pessoas com deficiência visual é de aproximadamente 1,5 milhão, segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. As estatísticas internacionais dizem que de 1 a 2% dos pessoas com deficiência visual utilizam cão guia, ou seja, no Brasil o número estimado de potenciais usuários seria de 12 a 24 mil cegos que deveriam ter cães-guia. O investimento em um cão-guia custa, em média, R$ 20.000,00 (vinte mil reais) e a formação demora até 2 anos. No país, existem apenas duas Ongs, em São Paulo e Brasília, que trabalham no treinamento desses cães, que depois são doados às pessoas com deficiência inscritas.


O guerreiro sobre rodas

Nome : Lucas Maximino Nascimento: 26/02/94 Esporte: Basquete, Natação e Tenis de mesa “Meu nome é Lucas Oliveira Maximino. Tenho 19 anos, sou de Fortaleza. Nasci de um parto normal, tive que ser estimulado ao choro. Ainda precisei ficar uma semana no hospital. Minha mãe foi comunicada que eu era um bebê prematuro e que deveria ficar em um quarto escuro. Entretanto, eu já havia sofrido uma certa exposição pois haviam dito que o nascimento foi no tempo normal. Então vieram as consequências. Minha mãe trabalhava fora, não tinha tempo para observar os meus problemas: minha coluna não ficava reta, não me sentava direito, não me sustentava, demorei a andar, até que minha avó falou para minha mãe me levar a um médico pois havia algo errado comigo. O primeiro médico falou que eu tinha PARALISIA CEREBRAL. Quando comecei a andar, parecia que tinha algo entre as minhas pernas. Fui ao vários ortopedistas, usei botas, fiz fisioterapias, para melhorar meu andar, pois parecia que os tendões estavam encurtando, mas eu não desistia, foram anos de tratamento. Os problemas neurológicos continuavam aumentando, e eu continuava estudando, tentando levar uma vida normal. Com a chegada do Hospital SARAH em Fortaleza, fiz minha inscrição e em um ano fui chamado. Começava aí mais um período de sofrimento: fiz vários exames, muitos deles dolorosos, levei choque nas pernas para saber minha sensibilidade, em um outro eles colocava uma agulha bem fina entre as minhas juntas, para saber o aque realmente eu tinha, fiz três ressonâncias magnéticas, até que falaram que eu tinha PARAPLESIA ESPARTICA. Então, comecei a usar talas, um elástico para que meus pés não virassem, depois bengalas, até que chegou o grande dia, a cadeira de rodas. Fui acompanhado por uma equipe multidisciplinar, pois eles não sabiam como eu, aos 12 anos, reagiria , ao saber que iria ficar numa cadeira de

rodas! Teria que ter ajuda de muitos profissionais, eu não aceitava ficar numa cadeira de rodas, eu só tinha 12anos, jogava bola, tinha uma vida normal e de repente ter que parar tudo aquilo! Não foi fácil! Minha família também foi preparada psicologicamente. Foram várias consultas, até, depois de muitas conversas, aceitei conhecer uma cadeira de rodas. O mover de Deus foi tão grande, que num belo dia, eu mesmo disse para minha mãe: ”Eu vou tentar ficar numa cadeira de rodas, só para ver tá mãe?” A minha coluna já não agüentava mais, meus pés estavam virando, então eu tinha que pelo menos tentar, eu não podia ser covarde. Fui até o SARAH, eles me emprestaram uma cadeira de rodas. Minha mãe preparou todas as pessoas ao meu redor para enfrentar comigo aquela nova situação em que eu iria ter que conviver daquela hora em diante, foi muito difícil mas disse: “Pronto mãe, a partir de agora eu sou um cadeirante”. Ali começava uma nova jornada de desafios na minha vida e da minha família. Não foi fácil, mas todos me deram todo o apoio que eu precisava. Minha mãe precisou deixar de trabalhar, pois eu precisava dela ao meu lado, para minha adaptação à cadeira de rodas. Consegui! Fiz todos os programas. Hoje, eu sou um exemplo no hospital, dou ate palestra lá para os internos. Sou feliz, participei de vários campeonatos de natação, amo a vida, adoro o esporte ,sou um exemplo de superação para o mundo, ando com a alma, ando com minhas pernas espirituais, sou um atleta de basquete de cadeira de roda, tenho meu treinador Lídio, uma pessoa muito importante na minha vida, o meu colégio, que muito me ajudou, meu professores, coordenadores, os diretores Maura e Walfredo, minha igreja Presbiteriana de Aerolândia, enfim só agradeço por tudo. Hoje a cadeira é o meu instrumento, possibilita eu fazer TUDO,sou totalmente independente,faço tudo sozinho,viajo para participar de campeonatos fora, fiz o vestibular para Educação Físi-

ca e passei, pois, esta é minha meta, ser um grande profissional no esporte. Agradeço minha mãe Jucimeire Oliveira Maximino ,meu pai José Maximino e minha irmã Nathaly Oliveira Maximino. Nunca desista dos seus sonhos.”

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Entrevistado: Lucas Maximino Portador de deficiencia física.

Qual é sua dica para os jovens com deficiência, para superar suas limitações? Trato minha deficiência como uma conquista, pois ela me ofereceu vários caminhos, trouxe vários desafios e grandes vitórias que pude conquistar. Sou atleta de basquete paraolímpico. Sei que posso superar cada vez mais, novos desafios. Graças a Deus, sou uma pessoa feliz e com essa felicidade posso superar tudo. Minha dica é enfrentar tudo com garra e alegria. Qual a contribuição que o esporte trás para em sua vida? Na minha vida o esporte contribui em tudo. Minha primeira atividade esportiva foi a natação e eu treinava muito. Em 2008 fiquei em 2º lugar em uma competição na Unifor. E em 2009, em 3º lugar. Pouco tempo depois me falaram que eu tinha corpo de jogador de basquete. Então, de 2010 até hoje eu jogo e amo basquete. Nunca pensei que poderia viajar para jogar em

outros lugares. Então em 2010 fui à Pernambuco. Admiro-me de ser o atleta que sou, encaro tudo como desafio e sigo em frente . Em sua opinião, o que falta na sociedade para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência? Faltam muitas coisas, pois existem muitas dificuldades de andar pelas ruas por não serem apropriadas, principalmente para os deficientes, ou mesmo, pegar um transporte. E por essas e outras dificuldades, muitos evitam sair de casa, pois elas não se sentem respeitadas no seu direito de ir e vir. Como você acha que estão as vias públicas no que diz respeito as calçadas e entradas de locais para um deficiente físico? Precisam melhorar, pois tem pessoas que não conseguem se locomover nesses lugares, além disso, as pessoas precisam ser mais solidárias em relação aos deficientes.

Pouco se vê espaços adequados para os deficientes se locomoverem sem precisarem de ajuda. Quais são as principais dificuldades enfrentadas pelos deficientes físicos? Em primeiro lugar está a questão do preconceito. Em muitos lugares ainda não é pensado nos deficientes. Os espaços são pequenos para a passagem de cadeirantes, há lugares sem banheiro apropriado para essas pessoas, alguns dos transportes coletivos não têm o elevador, algumas calçadas sem rampas, sem falar nos estacionamentos onde existem vagas para os portadores de deficiência e não são respeitadas pela sociedade.

“Minha dica é enfrentar tudo com garra e alegria”

O esporte na vida dos portadores de necessidades especiais É através da prática esportiva que os deficientes redescobrem o prazer de viver e além de evitar possíveis doenças relacionadas a uma vida sedentária. É uma forma de testar seus limites e também interagir com outras pessoas, promovendo uma socialização. Há várias modalidades como, por exemplo: Arco e flecha: Atletas, em pé ou cadeirantes, participam em competições onde é semelhante ao sistema de resultado a modalidade olímpica. Atletismo: Constantemente tem sido estudado para obter melhores condições técnicas, ao desenvolvimento da modalidade. Basquete sobre rodas: jogado por paraplégicos, amputados ou com sequelas de poliomielite. Sobre apenas 6

pequenas adaptações do basquete convencional. Ciclismo: participantes do ciclismo: paralisado cerebral, cegos com guias e amputados. Natação: divido em dois grupos, dos deficientes visuais e de deficiência física. Idêntico ao convencional. Tênis de mesa: igual ao convencional, com uma pequena adaptação: a bola pode quicar duas vezes, a primeira dentro da quadra. Voleibol: praticam atletas amputados e lesados medulares, categorias sentados e em pé.


Você sabe o quem foi ‘’BRAILLE’’? Todos já ouvimos falar sobre o Braille, mas você sabe por que o sistema tem esse nome? O alfabeto de Braille foi inventado em 1837, pelo francês Louis Braille. Após um grave acidente na oficina de couro de sua família, Braille então com três anos perde a visão do olho esquerdo, veio conjuntivite e depois oftalmia, ao passar de uns meses a infecção atingiu o outro olho, a cegueira total veio aos cinco anos. Aos dez anos ele vai para Paris estudar no Instituído Real de Jovem Cegos, quando tinha dozes anos é apresentado o sistema de comunicação, a ‘’escrita nocturna’’, que se assemelhava ao estilo de leituras de campo de batalhas, então Braille estuda a fundo esse novo sistema e tenta simplifica-lo. Desta simplificação,

As obras de pavimentação ocorrem em Fortaleza, através do TRANSFOR, programa municipal que realiza o trabalho de melhoria na mobilidade urbana, drenagem, pavimentação, padronização de vias publicas e avenidas de nossas capital. Apesar da responsabilidade da manutenção do passeio ser do proprietário do imóvel, conforme determina a legislação a Prefeitura esta investindo para uma maior acessibilidade a todos. O projeto prevê as calçadas com faixa de percurso seguro, ou seja, plana e sem degraus, sem obstáculos e não escorregadias, e a de serviço, na qual se concentra todo o mobiliário urbano (arvores, postes, etc.). Existe também a faixa para auxilio na locomoção de deficientes visuais, essa faixa é marcada por um piso tátil e diferenciado, facilitando assim o deslocamento com maior eficiência e segurança os portadores de deficiência visual. Inclui-se também as rampas que permitem o acesso entre diferentes níveis

ele desenvolve seu próprio método que se basea em seis pontos dentro de um pequeno espaço, com esse seis pontos dentro desse espaço pode fazer sessenta e três combinações. Cada uma dessas combinações significava uma letra ou palavra, logo inserido a notação numérica e musical. Aos quinze anos Louis Braille, começa a lecionar no Instituto. Em janeiro de 1852, aos quarenta e três anos veio a falecer, seu trabalho É adaptado pelo a escola dos cegos de Paris se difundi por todo o mundo.

A calçada é pra todos!

de uma edificação, rampas essas que são obrigatórias em locais existam o fluxo de pessoas com limitações locomotoras ou deficientes. O que falta é uma política publica de incentive o direito e o respeito do pedestre deficiente ou não, acessibilidade vai além de faixa ou rampas, mas inclui respeito à pessoas com mobilidade reduzida, deficiência visual, idosos, pedestres e ciclista.E esse respeito começa em possibilitar o direito de ir e vir a todas essas pessoas.

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SAC- SÓ AMOR CONSTROI

A trajetória da Sociedade de Assistência aos Cegos- SAC, é cercada de atos de amor e coragem, baseado em uma crença que todos merecem a felicidade não

importando suas limitações, avançando assim na caminhada, para a conquista da cidadania de portadores de deficiência visual A SAC uma instituição

filantrópica, fundada em Setembro de 1942, sobre a liderança do Dr. Hélio Góes Ferreira, em um período conturbado em que o mundo vivia o hospício da 2º Guerra Mundial,

uma época em que o homem valorizava requisitos estéticos e não valores morais. Então se y um trabalho em favor do ser humano, tendo como objetivo o resgate da dignidade de seus beneficiários, atuando nas áreas de resocialização, educação profissionalizantes, saúde e toda assistência a portadores de cegueira. Com um setor de saúde bem estruturado, tendo serviços iguais para pacientes particulares e dos SUS (Sistema Único de Saúde) cumprindo assim seus objetivos. Disponibiliza de aparelhos sofisticados para cirurgias e diagnósticos clinico, no moderno centro cirúrgico realizam cirurgias de pequeno, médio e grande porte, cirurgias a laser e transplante. Existe também o Banco de Olhos no Ceará mantido pela SAC onde são cadastrados doadores e receptores. Por manterem um excelente estrutura médico-hospitalar recebeu credenciamento

do MEC (Ministério da Educação e Cultura), na alfabetização é ensinado o Braille, para a matemática utilizam o método de Sorobã. No SAC também oferece curso de escrita e leitura de Braille para familiares dos pacientes, com objetivo de integra-los ao contexto da escola, possibilitando o acompanhamento dos pais nas atividades escolares. Simplificadamente é assim que funciona a SAC, sempre na luta contra a discriminação e em defesa dos direitos de portadores de cegueira.

Semáforo Sonoro Segundo a Autarquia Municipal de Transito (AMC), atualmente em Fortaleza, é crescente o numero de semáforos com botoeiras para emitir sinal sonoro. Boteira é um equipamento acoplado nos sinais de transito que emitem informações aos deficientes visuais para atravessarem a rua com segurança. O equipamento possui caracteres em Braille (sistema de leitura pelo tato para cegos), ao pressionar o aparelho, ele informa o momento certo para a travessia do pedestre. A implantação desses sinais sonoros é uma conquista, mais temos que ficar cientes que ela faz parte de direitos prevista por políticas de acessibilidade, que muita das vezes demoram pra acontecer. Como Funciona A boteira sonora possui informações em braille, ao ler as informações o deficiente deve pressionar o botão

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e aguardar as informações que virão a seguir, para ele através a rua. O aparelho proporciona 30 segundos para a travessia da rua, ao se aproximar o fim do tempo é disparado um bipe para informa-los que o tempo esta acabando.

O equipamento auxilia na travessia de pessoas com deficiência visual.

Acesso Para Todos  

Esse informativo é um trabalho acadêmico , feito pelos alunos Andressa Araújo, Diego Moraes com a supervisão do professor Eugenio Furtado, t...

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