Issuu on Google+

t o r r E

g e n t e

A ENTREVISTA Diego MartĂ­nez Lora

- info@torredegente.com

Maio 2012

Olga de Castro e Ana Monteiro

1 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

d e


Maria Olga de Castro e Silva

2 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

Professora do Ensino Superior Politécnico, docente na ESEP. Porto. Categoria Profissional. Professora Coordenadora. Livros publicados: - “Alguns Contributos de Avaliação do Ensino Superior”, 2008 - “A Disciplina de Saúde Mental no Delinear das Competências Profissionais”, 2008. “Artoplastia Total da anca: Contributos para a elaboração de um guia de orientação da alta hospitalar”. 2009/Nova edição 2012 (em colaboração com Ana Monteiro)

Ana Fernanda da Silva Monteiro Alves

Mestre Ciências de Enfermagem, pela Universidade Católica Portuguesa do Porto. Exerce funções no Hospital da Prelada da Santa Casa da Misericórdia do Porto: Categoria Profissional de Enfermeira Generalista. Livro publicado: - Artoplastia Total da anca: Contributos para a elaboração de um guia de orientação da alta hospitalar - (en colaboração com Olga de Castro)

Entrevista a Olga e Castro e Ana Monteiro sobre a publicação do seu livro:

ARTOPLASTIA TOTAL DA ANCA: CONTRIBUTOS PARA A ELABORAÇÃO DE UM GUIA DE ORIENTAÇÃO DA ALTA HOSPITALAR -


Motivações da investigação e da publicação do livro As motivações que nos levaram a editar este livro situam-se, sobretudo, no ensino e orientação de cuidados a doentes submetidos a uma artroplastia total da anca e aos seus cuidadores garantindo por um lado, a transferência de saberes e por outro, a melhor reabilitação. Como sabemos, no momento da alta clínica ao doente e seus cuidadores nem sempre são garantidos os conhecimentos básicos necessários ao processo de reabilitação e recuperação. Pelo facto, esta edição traduz-se para nós como motivação e empenhamento porquanto os conteúdos expressos nesta edição poderão assegurar orientações precisas e necessárias em matéria de cuidados assistenciais.

topédico e respectivos cuidadores. Não pretendemos com esta reflexão chegar a conclusões acabadas nem tão pouco afirmar que se esgotou com este livro os saberes científicos e de orientação. Esperamos, no entanto, dar-lhe continuidade e evoluir cientificamente e de forma assistencial para podermos continuar a construir de uma bolsa de saberes, garantido assim, a melhor orientação. Importância do estudo Este estudo para além de servir de base a um grau académico, objectiva, sobretudo, contribuir para a melhor orientação dos doentes e cuidadores num processo de reabilitação e, por via disso, deixar algumas reflexões de ensino e orientação a todos os profissionais de saúde e/ou a outras pessoas que disso sentirem necessidade.

Experiência e teoria neste Estudo

Situação de estado do assunto na realidade clínica portuguesa Embora possamos afirmar que a investigação na área da saúde tem merecido destaque científico, estamos ainda muito longe de atingirmos os ideais que esta temática nos merece e de conseguirmos a perfeição científica necessária à vida. Por isso, esta pequena reflexão não é mais do que um ténue foco de orientações dirigido ao doente do foro or-

Este livro como todos os outros livros tem a sua importância no tempo e no espaço onde ocorre. Resulta de um empenhamento pessoal e da necessidade de instrução e orientação especifica verificada. A importância que este nos merece, não é maior ou melhor que a de outros já publicados neste âmbito. Apenas se constitui para nós num espaço de reflexão, orientação e de crescimento pessoal, profissional e social. Os conselhos só são para o caso dos pacientes com uma prótese na anca? Alguns conselhos vinculados neste livro poderão ser extensivos a todos os doentes e a todos os cuidadores. A exemplo: as orientações relativas ao equilíbrio biológico e psicológico, a manutenção do peso corporal, as tomas terapêuticas entre

3 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

Esta reflexão resulta do facto de uma das autoras exercer ensino e formação outra exercer a prática de cuidados de assistência a doentes do foro ortopédico e ainda, por experienciarmos carências de instrução e orientação verificadas nos doentes, nos seus cuidadores, amigos e familiares as quais motivou a que os saberes ora reunidos se traduzissem num feixe de orientações e instruções em formato de livro.

Em que se diferencia este livro dos ou tros existentes no universo português?


4 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

Posicionamento da articulação artificial da anca. HAMER, A e outros.(2006) Artrite, melhore a sua saúde, alivie a dor e viva melhor, p. 93

outras orientações gerais. Porém, existe um leque de competências vinculadas neste nosso livro exclusivas para a orientação de doentes sujeitos a uma artroplastia total da anca e aos seus cuidadores como: A necessidade dos doentes saberem como utilizar utensílios específicos para o desempenho das actividades de vida diária, o uso adequado das canadianas, a importância das tomas terapêuticas enquanto factor preventivo de complicações clínicas; a postura relativa a cuidados básicos, as questões da sexualidade e da actividade sexual, (….). Estas orientações não podiam aplicarse a outras situações? Certamente que sim uma vez que existe neste livro orientações gerais que podem servir de base na orientação de diferentes situações clínicas desde que não sejam específicas como algumas que se apresentam nesta edição. Quais são os principais conselhos para os pacientes que sofreram uma artroplastia total da anca.

Os conselhos e ensinos ao doente submetido á cirurgia são vários, particularmente os cuidados básicos nomeadamente: método de uso de canadianas, formas de locomoção, cuidados básicos de higiene e conforto, as questões relativas à satisfação da sexualidade, as tomas terapêuticas em tempo e horário entre outras actividades preventivas e, naturalmente, a indicação da leitura do livro na Parte 1, no seu capitulo 4º. No entanto sempre que prevemos ensino e orientação devemos ter presente que a pessoa é única, com saberes próprios e necessidades distintas, pelo que o ensino deve ser ajustado à realidade de cada indivíduo. Como surge a partilha neste trabalho O estudo originariamente direccionado para a obtenção de um grau académico, resultou de muitas partilhas e de opiniões nem sempre aceites quer pelas implicações normativas institucionais quer, também, por certos condicionalismos pessoais. No seu final e em conjunto, surgiu a ideia de tornearmos o trabalho acrescendo-lhe outros dados que nos pareceram relevantes os quais transformou o estudo em formato de livro que ora publicamos. Neste contexto, o estudo ora transformado em formato de livro originou naturalmente o estreitamento de laços, comprometimentos, implicações e perspectivas de continuidade investigativa pelo que, o estudo serve de motor a investigações futuras sendo, também, uma mais-valia na orientação de cuidados assistenciais todos os que disso necessitarem. O que aprenderam logo depois ter acabado este Estudo?


OdC: Muitas experiências e saberes reco-lhidos no inconsciente voltaram ao espaço da consciência o que nos obrigou a rever conceitos, a investir em estudos e obras publicadas em torno desta temática clínica e médica e de outras temáticas as quais nos enriqueceram particularmente e nos avivaram o espírito para a investigação.

AM: Aquando da realização de um estudo no qual depositamos tanto esforço quer no que se refere a conhecimentos teóricos, quer no que se refere a questões de investigação, constatamos que quer os doentes, quer os prestadores de cuidados demonstraram um déficit de conhecimentos no que se refere a cuidados assistenciais no domicilio. Por outro lado, solidificamos conhecimentos relativamente à prestação de cuidados a doentes submetidos à cirurgia da artroplastia, assim como, no que se refere à transmissão de saberes. Neste contexto em termos de projectos futuros, seria pertinente partir da informação constante deste livro construir um guia de preparação para a alta clínica abrangente de modo o esclarecer doentes e cuidadores dos cuidados necessários a melhor reabilitação. Outro aspecto a referir sublinha a importância do trabalho partilhado enquanto momento de aprendizagem e de crescimento. Daí que esta reflexão conjunta veio a gerar em nós motivação para continuarmos a investir no saber enquanto mais valia na realização pessoal e profissional.

Conjugação de material para realização de uma cirurgia de artroplastia total da anca. Fonte: NETO, Humberto. (2009) Até quando se deve tratar um doente submetido a artroplastia do quadril, S/P.

- Mensagem para o publico no dia da apresentação? Após a publicação deste livro sentimos que é importante acreditar nos nossos sonhos e expectativas e trabalhar para colmatar as mesmas. Assim sendo, desde a altura em que começamos a trabalhar amplamente no quotidiano da nossa profissão com doentes submetidos a artroplastia total da anca que nos apercebemos das dificuldades que assombram o desempenho das suas actividades de vida aquando o regresso a casa, assim sendo, nunca desistimos de trabalhar no sentido de lhes proporcionar a melhor recuperação. Tendo em conta esta perspectiva alargamos o nosso leque de conhecimentos a nível teórico com o propósito de responder oportunamente a questões que surgem habitualmente. Assim sendo, pareceunos importante partilhar com todos os presentes estas reflexões o que muito agradecemos a calorosa afectividade.

5 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

No final do estudo temos a consciência que muito mais haveria para incluir neste livro pelas fragilidades agora encontradas, mas, o tempo situou-se como um elemento de ordem e de autoridade, obrigando-nos a apressar o seu término apontando-nos com um sorriso enganador, apenas a importância da sua publicação como sendo o seu aspecto mais significativo e o seu último expoente.


6 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente


Ana Fernanda da Silva Monteiro Alves Maria Olga de Castro e Silva

ARTROPLASTIA TOTAL DA ANCA

Encomendas: enviar e-mail a info@torredegente.com ou ligar 93 662 85 40

Diego Martínez Lora, editor

7 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

CONTRIBUTOS PARA A ELABORAÇÃO DE UM GUIA DE ORIENTAÇÃO DA ALTA HOSPITALAR


8 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

PREFÁCI0

Explicar de forma simples e clara a ideia que preside este estudo e o modo como se desenrolou, identifica e aponta, um tempo e um lugar próprio uma vez que o seu modelo metodológico e analítico nos transporta para uma reflexão em torno de diferentes concepções que rodeiam o acto cirúrgico da artroplastia da anca implicando, ao mesmo tempo, o conhecimento dos modos de cuidar e assistir o ser humano em situação de fragilidade sujeito a esta problemática cirúrgica. A sua metodologia propõe um espaço de avaliação e de reflexão dos factores e dos aspectos considerados relevantes no momento de qualquer alta clínica mormente a relacionada com a cirurgia da anca, os quais, se identificam como imprescindíveis nos processos de reabilitação de todos quantos nesta situação se encontram em estados de fragilidade biológica, psicológica ou socioprofissional. O conceito de responsabilidade e de participação invocado neste livro, constitui um dos pilares fundamentais de qualquer profissão particularmente na de saúde, uma vez que, as suas bases filosóficas se fundamentam num cuidar holístico permanente. A responsabilidade e a participação de cada um, deve antes de mais, abrir-se à dimensão do mundo e por conseguinte inscrever-se em processos de competência, rigor e assertividade. A autonomia pessoal e a responsabilidade humana, devem então, surgir como pólos de um mesmo campo de intervenção profissional. A autonomia implica conhecimento e a responsabilidade impõe-se pela competência científica, técnica, relacional, humana e social. A acção é evidentemente um factor decisivo ainda que persistindo nela a noção de risco ou de incerteza. Do mesmo modo, o entrelaçar das diferentes responsabilidades e compromissos profissionais no seu conjunto, dão conta da importância que deve presidir à ética e à deontologia e, por conseguinte, garantir a eficácia e a eficiência do cuidar e do assistir o ser humano no seu sentido lato. Por isso, a acção cuidativa dos diferentes grupos profissionais de saúde está intimamente ligada ao agir e assistir num mundo próprio e num espaço interhumano inscrito, por vezes, num domínio privado de intervenção. A parte central deste estudo indica uma bolsa de conhecimentos que qualquer profissional de saúde, mormente os profissionais de enfermagem, deve obter para se tornar eficiente e competente. Esses saberes, ao serem aplicados e transferidos pela informação e instrução a todos os indivíduos submetidos a actos cirúrgicos desta natureza e seus respectivos cuidadores são fundamentais para garantir a melhor reabilitação com base nos melhores cuidados. De facto, as competências profissionais ao serem entendidas como


9 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

elementos basilares da qualidade da prática profissional, resultam, naturalmente, de uma combinação permanente e pertinente entre vários recursos que se identificam por saberes, ou seja, por um conjunto estruturado de conhecimentos adquiridos principalmente na formação inicial ou mesmo contínua e de forma estruturante assegurada pelo rigor de saberes, metodologias e instrumentos, os quais, asseguram o sucesso de uma qualquer actividade profissional. Assim, a leitura deste livro, será certamente de grande valor e proveito para todos aqueles que se dedicam ao cuidar e assistir o ser humano e, muito particularmente, para os que se encontram num processo de reabilitação pós cirúrgica. As autoras primam pelo rigor e isenção das informações aqui enunciadas fundamentadas pelo rigor de informações, orientações, instruções concretas, claras, precisas e actuais. Neste contexto, podemos afirmar que o livro constitui-se como um excelente guião instrutório quer do ponto de vista conceptual quer relativo a orientações práticas do cuidar.


INTRODUÇÃO

10 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

“A CONTINUIDADE É MAIS DO QUE UM MERO PROSSEGUIR PORQUE IMPLICA UM ESFORÇO CONTINUO E CONSCIENTE DE RELEMBRAR E RENOVAR O NOSSO LEGADO, EM VEZ DE ACEITAR COM IMPASSIVIDADE A AMALGAMA DOS COSTUMES” (KARL LOWITH, 1991, P. 35)

Explicar a ideia central que preside a este estudo e o modo como se foi desenrolando ao longo deste trajecto temporal aponta um conjunto de acções concretas em torno da importância do cuidar e assistir o ser humano. Do mesmo modo, a escolha de um tema para a execução de um qualquer estudo de natureza cientifica, sempre constitui momentos de preocupação e dificuldade uma vez que o trabalho não pretende somente responder a uma exigência curricular mas, acima de tudo, para se reflectir na sua utilidade enquanto fonte de enriquecimento pessoal, profissional, social e mesmo institucional. Conscientes da responsabilidade de elaborarmos um estudo assente em bases científicas teóricas e práticas não se colocou em nós qualquer hesitação ou desânimo que colocasse em perigo a sua conclusão. O interesse e sensibilidade com que nos debruçamos em analisar esta temática ligada ao grau de conhecimentos que temos dos doentes e seus cuidadores, relativo ao momento de pós alta clínica numa submissão cirúrgica de artroplastia total da anca, implicou-nos de entusiasmo e motivação na realização deste estudo cientes de que a sua conclusão traria, certamente, subsídios inequivocamente importantes para podermos garantir aos doente e cuidadores os melhores cuidados assistenciais. Para a sua realização, debruçamos a nossa atenção em bases conceituais teóricas que melhor nos garantisse a preparação da alta hospitalar/ preparação do regresso a casa aos doentes submetidos a uma artroplastia total da anca e, também, por nos parecer constituir uma das competências dos profissionais de enfermagem na garantia da continuidade de cuidados e dos processos de recuperação clínica. Para que o estudo fosse objectivo e viável, restringimo-lo à área especializada de ortopedia (do Hospital da Prelada, 4º piso), dando o seu enfoque nos doentes submetidos a artroplastia total da anca. Assim, pretendemos com esta reflexão avaliar os conhecimentos que os doentes submetidos à cirurgia de artroplastia total da anca têm no que se refere aos cuidados no pós operatório e no domicílio para obterem a recuperação e reabilitação psicofísica e sócio laboral, assim como, avaliar os conhecimentos e os saberes relativos aos processos de reabilitação que os prestadores de cuidados possuem, no momento da alta hospitalar, no sentido de garantir a melhor recuperação do doente no que se refere aos cuidados de assistência


11 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

no domicílio após realização da cirurgia aos três níveis de prevenção. Como sabemos, a artroplastia total da anca é uma cirurgia que tem como objectivo principal o tratamento da coxartrose (artrose da anca). A substituição protésica total da anca é a cirurgia mais utilizada para o tratamento cirúrgico da coxartrose. Os resultados desta cirurgia podem ser observados a curto e médio prazo podendo ser classificados de bons ou excelentes em cerca de 90% dos casos e a resposta esperada desta intervenção cirúrgica situa-se, sobretudo, a nível da diminuição da dor e, em grau menor, do aumento da mobilidade. (Luís Serra, 2001). Neste contexto, fundamentamos a nossa pesquisa com base numa bolsa de objectivos que assentam em: - Aprofundar conhecimento acerca da cirurgia de artroplastia total da anca; -Alargar o nosso leque de conhecimentos no que se refere a saberes relacionados com a preparação do regresso a casa; - Identificar as carências de cuidados encontrados nos doentes e cuidadores; - Conhecer melhor a realidade do hospital em matéria de cuidados; - Reflectir sobre a importância da formação e instrução facilitada aos doentes e cuidadores. Não pretendemos com este trabalho chegar a explicitações e conclusões acabadas, mas antes, produzir dentro do possível pistas de reflexão e análise que possam de alguma forma contribuir para a elaboração de questões orientadoras ou de hipóteses, que nos conduzam à importância do conhecimento de cuidados que devem ser tidos em conta na alta clínica de doentes submetidos a esta cirurgia, assim como, dos respectivos cuidadores garantindo desta forma a sua melhor recuperação, reabilitação e autonomia. Na mira da sua melhor compreensão, dividimos o estudo em quatro capítulos ou partes. Assim, na primeira identificamos o nível teórico que caracteriza aspectos anatomo-fisiológicos e funcionais da anca, assim como, a problemática identificada nesta cirurgia, suas implicações e consequências a nível pessoal, social, familiar e profissional dos indivíduos que a ela são sujeitos. Na segunda parte traçamos algumas orientações que julgamos importantes na Preparação do Regresso a Casa, no sentido de garantir ao indivíduo o melhor nível de Cuidados. A terceira parte é destinada a caracterizar de forma breve a instituição onde se desenrolou o estudo no que se refere à sua estrutura, recursos e processos. Por último, na quarta parte iremos desenvolver e descrever o estudo empírico identificado neste trabalho por Artroplastia Total da Anca: Contributos para a Elaboração de um Guia de Orientação da Alta Hospitalar. O estudo tem por base um corpo de conhecimentos teóricos nos quais assenta a elaboração de um instrumento de colheita de dados, aplicação, avaliação e análise dos dados obtidos e respectivas conclusões.


Índice Geral Prefácio 9 Agradecimentos 11 Resumo 13 Abstract 15 Siglário e Numerário Índice de Quadros Índice de Gráficos Índice de Figuras Índice Geral

25

Introdução

27

17 19 21 23

Motivações e Objectivos

29

Limitações do Estudo

31

Parte I: Artroplastia Total da Anca: Breve reflexão

12 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

1. Quadro Conceptual 33 2. Artroses/Artrose da Anca: Breve Reflexão 48 3. Artroplastia Total da Anca 59 4. Artroplastia Total da Anca: Padrão de Cuidados

70

Parte II: Nível de Cuidados/ Transição de Cuidados: Algumas considerações 1. Cuidados/Transição de Cuidados 101 2. Planificação da Alta Hospitalar 103 3. Interacção Hospital / Serviços Comunitários 108 4. Equipa Multidisciplinar e Planeamento da Alta Hospitalar 5. Prestador de Cuidados na Preparação da Alta Hospitalar Parte III: Instituição onde se Realizou o Estudo: Algumas considerações 1. O Hospital da Prelada: Retrospectiva Histórica 2. Vertente Estrutural e Funcional 119 3. Vertente Assistencial 121 4. Vertente Humana 122 5. Vertente Social e Comunitária 123

117

110 114


Parte IV: Artroplastia Total da Anca: Contributos para a Elaboração de um Guia de Orientação da Alta Hospitalar 1. População em Análise 2. Metodologia 3. Hipóteses do Estudo 4. Elaboração e Aplicação do Instrumento de Colheita de Dados 5. Tratamento dos Dados e Análise dos Resultados 6. Avaliação e Discussão

125 126 128 129 131 166

Conclusão Referências Bibliográficas: Fontes

196 201

13 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

Anexos Anexo I: Aplicação do teste de normalização às variáveis constituintes de interesse na sub amostra dos Doentes 215 Anexo II: Aplicação do teste de normalização às variáveis constituintes de interesse na sub amostra dos Prestadores de Cuidados 217


14 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

“Este estudo para além de servir de base a um grau académico, objectiva, sobretudo, contribuir para a melhor orientação dos doentes e cuidadores num processo de reabilitação e, por via disso, deixar algumas reflexões de ensino e orientação a todos os profissionais de saúde e/ou a outras pessoas que disso sentirem necessidade”


Olga de Castro - Ana Monteiro ARTROPLASTIA TOTAL DA ANCA

info@torredegente.com

www.torredegente.com

15 - A entrevista a Olga de Castro e Ana Monteiro em Torre de Gente

CONTRIBUTOS PARA A ELABORAÇÃO DE UM GUIA DE ORIENTAÇÃO DA ALTA HOSPITALAR


ARTOPLASTIA TOTAL DA ANCA: CONTRIBUTOS PARA A ELABORAÇÃO DE UM GUIA DE ORIENTAÇÃO DA ALTA HOSPITALAR