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O projeto Cidadania Vascaína foi concebido para beneficiar as comunidades de baixa renda que vivem no entorno do estádio de São Januário: a Barreira do Vasco e Tuiutí. O objetivo é aproximar os moradores dessas duas localidades dos serviços públicos e da iniciativa privada, de modo a diminuir e até eliminar fatores de exclusão social, desenvolver programas preventivos na área de saúde, oferecer cursos de capacitação profissional, proporcionar facilidades para a prática de atividades esportivas e alegrar as crianças, mediante a distribuição de brindes e kits esportivos. Cidadania Vascaína nasceu da necessidade do Club de Regatas Vasco da Gama aumentar e melhorar o diálogo com as populações desassistidas que vivem no entorno da sede de São Januário. Tudo começou quando foi publicado o primeiro Balanço Social do clube, em abril de 2009, que envolveu a realização de um diagnóstico das ações sociais da nossa instituição. De acordo com as informações apuradas na época, o clube não havia feito investimento algum junto às comunidades vizinhas em todo o ano de 2008. O trabalho de retomada do diálogo com as lideranças e os moradores da Barreira do Vasco e Tuiutí se deu tão logo os resultados do Balanço Social foram apurados. Pequenas ações foram realizadas para sinalizar aos moradores da região o interesse real do Club de Regatas Vasco da Gama em atender diretamente algumas demandas dessas duas comunidades e também de articular as parcerias necessárias com órgãos públicos e empresas privadas, que pudessem melhorar as condições de vida dos moradores. O trabalho realizado num primeiro momento envolveu reuniões preparatórias em ambas comunidades e a participação do Vasco em campanhas de arrecadação de alimentos no primeiro semestre de 2009. No entanto, para estreitar definitivamente os laços com os moradores vizinhos do clube, logo se constatou que seria necessário realizar ações de maior impacto para as comunidades e para o próprio clube. Importante lembrar que a primeira grande motivação para o Vasco realizar o projeto Cidadania Vascaína consistiu, simplesmente, em dar sequência a um dos mais longevos projetos sociais do país, iniciado com a inclusão de atletas pobres e negros no time cruzmaltino de futebol, na década de 20. O Vasco, portanto, iniciou a responsabilidade social nos clubes antes mesmo desse conceito existir e se generalizar em todo o Brasil – a questão social está no DNA do clube


Você acredita que a campanha do Vasco na Copinha poderia ter sido melhor se o Sorato tivesse a sua disposição os jogadores que foram promovidos para o time profissional (Luan, Dieyson, Jhon Cley e Guilherme Costa)? “A gente não se preparou, até porque não existe folga para a categoria juniores, que é uma situação bem estranha. Isso é uma situação bem estranha e que deve mudar nos próximos anos. Tem jogador que não tem férias a quase dois anos e isso é um pouco desgastante. Mas a nossa forma de trabalhar é dessa forma. Não podemos ficar lamentando que o jogador não foi ou não pode jogar, a gente tem que valorizar quem está aqui. Se está no grupo do Vasco possui qualidade para jogar. Mas é claro que se a gente tivesse o Guilherme, o Luan, o Jhon Cley e o Dieyson certamente teria um pouco mais de experiência, o que ajudaria bastante. Mas estamos dando oportunidades para jogadores de muita qualidade, como o Daniel Pessoa, o Thalles, o Índio e o Richard. Todos eles estão correspondendo. É ruim por um lado perder esses jogadores, mas é bom por outro. É por conta da ausência deles que estamos dando oportunidades para novos jogadores”.



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