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MARIA INÊS RODRIGUES Pinturas


O Grupo CEEE sente-se honrado em patrocinar mais este trabalho de valorização da cultura feita no Rio Grande do Sul. Com o apoio do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, o braço texto CEEE cultural da empresa de energia do Estado, podemos, mais uma vez, oferecer aos gaúchos e as pessoas de fora que visitam o nosso Estado, um pouco da nossa cultura e da trajetória de uma artista gaúcha, com uma carreira de 40 anos nas artes plásticas. Com certeza, Maria Inês Rodrigues pode ser definida como uma artista múltipla, que transita por técnicas variadas, com trabalhos criativos e que já foram mostrados e reconhecidos em exposições no Brasil e em outros países. É com orgulho que abrimos este catálogo que tem o objetivo de deixar registrado mais uma etapa do trabalho, dos tantos já desenvolvidos por Maria Inês Rodrigues. Acreditamos que ele possa servir como fonte de conhecimento e também de inspiração às gerações futuras. Esta exposição que aborda os diversos aspectos do universo feminino é composta por 25 pinturas em óleo sobre tela e foram produzidas nos últimos seis anos pela artista plástica. Nós, dirigentes do Grupo CEEE, em conjunto com os nossos colaboradores, temos a missão de trabalhar com um produto nobre e cada vez mais indispensável à vida das pessoas, a energia elétrica. Sabemos da nossa missão, que se torna mais consistente quando aliamos esses princípios à valorização de outros aspectos importantes para a empresa e para a sociedade, como as ações de preservação do meio ambiente, de responsabilidade social e de difusão das manifestações culturais. Reiteramos, para a nossa Companhia é um orgulho ajudar a viabilizar mais um projeto de destaque realizado por uma artista gaúcha, que tem uma trajetória diversificada e de amplo reconhecimento público, no Estado, no Brasil e em outros países. Diretoria do Grupo CEEE


Uma mostra de pinturas... Assim propus a exposição à Maria Inês. Hesitante, inicialmente, para minha satisfação veio a concordar em reunir esta coleção. Aí está a pintura de Maria Inês: em grandes dimensões – realista e fantástica. Corajosa, apresenta uma cartografia de seu olhar sobre o feminino que se desnuda, que se expõe com ousadia, admitindo o prazer ao mesmo tempo em que pouco o erotiza. Este feminino que vasculha suas inúmeras faces, fazeres e sonhos, acolhe fantasias, rende-se a seus medos, travando batalhas quase insanas entre o universo real e o idealizado; transita consciente de seu lugar no tempo, sem perder o que tem de original: o poder sobre a continuidade, num movimento circular imanente, reinventando-se a cada lua. Obrigada, Maria Inês

“...O Homem que descobre uma mulher, será sempre o primeiro a ver a aurora.” (LOMBARDI, Bruna. Uma Mulher. In: O Perigo do Dragão. São Paulo. Record, 1984)

Helenice Porcella


O Tempo (In)consciente do fazer artístico Quem lê e procura sobre o inconsciente (e pesquisa na obra de Freud) encontra muitos textos que se aprofundam nesse tema. Alguém escreveu que o inconsciente não se civiliza. Este assunto persegue-me desde jovem. Fui e sou apaixonada por tudo que desvenda a alma humana. É natural que, sendo artista plástica, esse conteúdo surja em minha obra, tanto no desenho ou na pintura, como na escultura. E, quando meus trabalhos são de natureza primitiva, orgânica, tornam-se mais fortes e expressivos, como na fase das “Mulheres Grandes”, em que surgem as mulheres “mães” com seus seios enormes. Na fase de “O Outro”, inspirada em textos de Freud, aparecem figuras de braços abertos e na fase do “Nus”, pintadas em telas de grandes dimensões, faço uma homenagem às mulheres que parecem desdobrar-se, fibra por fibra, em suas atitudes. Sobre meu trabalho, lembro, também, do que escreveu Érico Veríssimo em seu texto de apresentação a respeito de minha obra: “Lá estavam naqueles papéis/telas as diversas versões de seus estranhos seres de forma humana, convivas de algum carnaval ou circo imemoriais, e as suas meninas, seus vagos anjos, figuras de um curioso mundo que ora nos parece ingênuo, ora diabólico, mas que é sempre interessante e imprevisto. Ficou-me nitidamente impresso na memória um quadro que a artista recortou do tecido do tempo, mas de um tempo que é mais de sua rica inventiva que de qualquer história. Momentos houve em que Maria Inês mostrava-me imagens, ídolos, amuletos, templos, pedras de uma civilização pré-colombiana ou pré-incaica por ela própria inventada. Maria Inês, em seu traço personalíssimo e em sua maneira de reproduzir a figura humana, ou os seres de sua mitologia particular, faziam-me pensar apenas na pessoa que assinava aquelas obras.” Parece-me que Érico Veríssimo via e sentia, no meu trabalho, algo atemporal e relacionado com a América. Na relação entre arte e tempo, parece não haver uma sincronia universal. Fluímos em redemoinhos sem uma noção exata de presente, passado e futuro. É nesse tempo que encontro meu espaço. Maria Inês Rodrigues


O Outro na Pintura de Maria Inês Pintura nunca foi fácil. Na atualidade, pintar é uma arte que não se realiza sem essencialidade e métier. Essencialidade: foram-se os tempos em que inexistiam imagens fotográficas, eletrônicas, digitais. Naquela época, os desenhistas, os gravadores, os pintores assumiam tarefas que hoje qualquer aparelho japonês Nikon é capaz de perfazer. Não que os retratos do passado fossem, involuntariamente, fotografias! Nenhum pintor talentoso do passado pensava assim. Ao pintar um retrato, nenhum deles supunha estar “reproduzindo” a aparência de uma pessoa. É preciso, pois, compreender sagazmente o famoso ensaio de Walter Benjamin: A Obra de Arte na Época de Sua Reprodutibilidade Técnica. Um Holbein, um Frans Hals, um Rembrandt não nos deixaram fotografias disfarçadas. Deixaram-nos Holbeins, Frans Hals, Rembrandts, isto é, visões de um determinado indivíduo, com carteira de identidade, com este ou aquele rosto, filtrados através de um temperamento e, sobretudo, de uma técnica, que é preciso aprender, sempre, de novo. Advertidos disso, fixemo-nos na série “O Outro”, de Maria Inês. A artista, em toda a sua trajetória, privilegiou figuras femininas, às vezes de um ponto de vista lúdico, outras, de um ponto de vista onírico, frequentemente, de um ponto de vista satírico, embora sua crítica corrosiva só aparecesse de viés. O que acontece, agora? A artista prescinde de todos os acessórios, de todas as superfluidades. Suas figuras femininas atuais são, em geral, tríplices. Querem expressar o que o título da série diz: o Outro. Que outro? Não é fácil defini-lo. A mulher contemporânea passa por uma revolução, psicológica e social, que não se completou desde a outra revolução, a Francesa. Aparentemente, já teria ela conquistado seu lugar ao sol. Para quantas esse sol continua a brilhar? As mulheres – sim, as mulheres! – estão, não propriamente à procura de uma identidade, que no fundo sempre sentiram em si, mas de uma identidade que nunca foi sentida pelos homens, digamos melhor, pela Cultura em que elas se inserem. É disso que se trata. Para


expressar tal enigma, a tal exigência de respeito e dignidade, só faltava, a uma mulher-artista, uma estratégia: despir a mulher. Não para exibir-lhe os atrativos, que a tornam dependente, mas despi-la, esteticamente, para constranger o machismo, a opressão fálica, a sentirem-se em cheque. A sentirem-se... até enojados! Somente assim, na limpidez do desamparo, poderá a mulher, inclusive na sua condição biológica de fêmea, reivindicar para si qualquer coisa de mais humano. É isso – pasmai! – o que Maria Inês consegue, através de suas pinturas chapadas, nas quais as texturas cromáticas deixam-se perceber dentro de uma quase enervante monotonia. Poucas cores, poucos traços! A desnudez do tema associa-se à desnudez da forma. Apreciei, deveras, essa fase de Maria Inês! Subsiste nela qualquer coisa de uma busca desoladora, à Rothko, de uma luta consigo mesma, para converter a pintura, não numa anestesia do que todo o mundo professa, isto é, os clichês maravilhosos segundos os quais “a mulher é o centro do universo”, “o motor da vida”... mas numa interrogação silenciosa sobre o que ela significa de verdade, visto que sua significação pretérita não é admitida por nenhuma mulher lúcida. Ser simplesmente instrumento de prazer, refúgio da alienação varonil? A figura feminina quer igualdade de condições, igualdade de direitos, também em arte! O interessante é que isso se exprima sem gestos paranóicos, nem esgares vingativos. Aí reside o valor das pinturas da fase atual de Maria Inês: na sua pseudoesnobação, na sua sagaz pseudoadesão à tirania do consumo. A artista pode, até, equivocar-se, como quando pinta um corpo de mulher de uma sensualidade e sexualidade grotescas! Mas a pungência neuronal de sua acusação não permite que o homem durma, nem mesmo com ela, nem o autoriza a comprazer-se em sonhos de erotismo de efeitos especiais. Confesso que me agrada deter-me na fartura material e técnica de tais pinturas! Vejam: são superfícies relativamente espaçosas, quase monocromas. Não haverá nada mais a ver? Nada. É por isso que a série de pinturas atuais de Maria Inês causa impacto. Não há outra coisa a ver senão o que deve ser visto: a presença das cores e das formas, asperamente orquestradas num


conjunto, onde o olho é chamado a aquietar-se, para que o apelo funcione, não só como obra de arte mas também como palpitante interpelação sociológica e existencial. Acentuemos, mais uma vez, que Maria Inês não é tão acessível como parece. Suas pinturas são “difíceis”. São, porém, boas pinturas. É estimulante encontrar, hoje, alguém que se atreve a pintar, mesmo quando ninguém está interessado em pintura. Diremos o mesmo de suas criações volumétricas, que alguém já denominou “pinturas tridimensionais”? No fundo, também são pinturas, uma vez que o que se impõe nelas, primordialmente, são as cores. O volume é absorvido por elas, ou, ao menos, desautorizado. Tais pinturas (com volume) complementam a mensagem analisada da artista: são figuras grotescas, carnavalescas, por estarem travestidas (ou seu disfarce), e não se apresentarem de fato. São contrafações do feminino. O seu aspecto à James Ensor confere-lhes um caráter de exotismo. Será isso o que a artista pretende? Talvez: causar, cada vez mais, uma distância entre o rosto verdadeiro e o rosto imposto à mulher. Cabe a cada espectador saltar da metáfora para a realidade: a de uma visão masculina distorcida e a de uma visão feminina ainda não completamente assumida. Mediadora de tal diálogo, a arte, com a aparente neutralidade de seu suporte e de sua elaborada matéria visual, também pensa. Maria Inês merece atenção mais cuidadosa como pintora. Como gravadora, conquistou, desde muito, o respeito da crítica e do público. Merece conquistar algo mais. Armindo Trevisan


Maria Inês O Rio Grande do Sul é terra estranha. Mergulhado de cabeça na globalização e na brasilidade, não esqueceu suas profundas heranças espirituais, dentre as quais se destaca a mourisca. Apesar de terra recortada pela espada e pela lança das posses físicas espanholas, as princesas mouras continuam a frequentar os sonhos dos gaúchos. No início do século XX, Simões Lopes Neto descrevia um gaúcho hipnotizado diante da serra da Salamanca do Jarau: “E Blau Nunes bateu o chapéu para o alto da cabeça, deu um safanão no cinto, aprumando o facão...; foi parando o gesto e ficou-se olhando, sem mira, para muito longe, para onde a vista não chegava, mas onde o sonho acordado que havia nos seus olhos chegava de sobra e ainda passava… ainda passava, porque o sonho não tem lindeiros nem tapumes...” No início do século XXI, Maria Inês Rodrigues recorda e recria as profundas heranças telúricas vividas ao sopé da mesma serra. O repertório feminino das obras visuais de Maria Inês desvela o espanto do Blau Nunes, descrito por Simões Lopes Neto: “Só não tomou tenência que a teiniaguá era mulher...” Dois séculos distintos, mas o mistério da teiniaguá-mulher continua a provocar espanto e estranhamentos. Tanto Simões Lopes Neto quanto Maria Inês insistem, nas suas obras, no tema e nas motivações centrais de suas vivências nas terras avoengas. Este saber é mantido vivo numa torrente contínua de fidelidade que brota na sua origem do espanto. Verifica-se que nas obras visuais de Maria Inês, o saber é amparado pela profunda coragem de enfrentar o seu tempo e as intempéries das circunstâncias históricas de sua origem sul-riograndense. Esta determinação só é superada pela coragem para enfrentar a si mesma. De posse de si mesma e de sua herança espiritual, desenvolve o potencial de arrancar a eternidade do tempo que lhe é dado e que a impregna. O alimento, neste seu trabalho, são os sonhos imersos nas profundezas de suas heranças telúricas e deslumbramentos dos seus antepassados. Estes sonhos movem suas forças imanentes, criadoras e transformadoras das inclemências do tempo. Este trabalho constitui a sina de qualquer mortal, mas, ao artista, impõe um passo além desta fatalidade do mortal: ele necessita transformar o trabalho em obra. Maria Inês cria novos documentos a cada transformação do trabalho em obra, que nascem da autonomia de suas escolhas pessoais, as quais implicam em uma ou muitas perdas. É virtude do artista a competência para administrar as perdas decorrentes destas escolhas. Maria Inês sabe que


não dá conta de todo o patrimônio espiritual de seu povo e administra estas perdas transformando-as em saber que materializa as saudades pessoais das paisagens que se desdobram ao sopé da serra do Jarau, da teiniaguá. Suas obras são moldadas a partir deste saber, que emerge do espanto e dos estranhamentos dos tempos avoengos. Uma obra de arte que não é portadora de um pensamento está condenada à obsolescência. A obra de Maria Inês, moldada pelas cores das suas telas, empresta corpo a este pensamento, tornando-o físico e coerente com os sentidos humanos, e sintoniza as ondas musicais provenientes das distâncias espirituais. Na criação de sua obra, Maria Inês alterna o desenho, a pintura, a escultura e a gravura, e este mosaico denuncia o clima de suas escolhas autônomas com a poética emanada das coisas e dos ideais cultivados no sul do Brasil. Na dialética de sua criação, ela confronta a herança ancestral com aquilo que ainda não tomou forma, e suas obras universalizam-se neste tatear e diálogo com os sonhos improváveis e sem forma ainda definida e acabada. Com a chancela da dúvida, suas obras podem circular em qualquer cultura humana. A dúvida, o não-definitivo, o tatear nos sonhos improváveis de um Blau Nunes, talvez seja o mais recorrente e o mais produtivo que a contemporaneidade criou na arte atual. Para alguns, estas dúvidas inibem a produção individual e paralisam a criação. Alegam falta de um projeto estético contemporâneo claro e sentem a ausência dos grandes discursos universais. Para outros, esta crise universal dos atuais paradigmas estéticos é a ocasião para a aventura em direção ao novo e ao inexplorado. Entre estes últimos, encontram-se as obras plásticas de Maria Inês. As feições das artes visuais sul-rio-grandenses, marcadas, inicialmente, pela presença masculina, estão recebendo, como equilíbrio e compensação, uma geração feminina do mais alto valor. Diante da produção destas obras, compete ao homem Blau Nunes deixar que seu criador filosofe no seu espanto: “Só não tomou tenência que a teiniaguá era mulher...” Na dúvida, Maria Inês sabe que a rememoração da teiniaguá-mulher constitui um sólido fio condutor das amplas heranças espirituais sul-rio-grandenses, com destaque para as mouriscas. Escolhe a teiniaguá-mulher como tema recorrente na obra que desenvolve, permanece fiel a si mesma, à gente da sua origem e ao universal. Círio Simon


Óleo s/ tela Sem título 140x100cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 140x140cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 100x140cm 2005

Óleo s/ tela Sem título 130x130cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 130x140cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 120x130cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 140x140cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 100x140cm 2005

Óleo s/ tela Sem título 70x200cm 2005

Óleo s/ tela Sem título 100x140cm 2005

Óleo s/ tela Sem título 140x100cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 50x60cm 2006


Óleo s/ tela Sem título 50x60cm 2006

Óleo s/ tela Sem título 100x140cm 2005

Óleo s/ tela Sem título 113x113cm 2005

Óleo s/ tela Sem título 103x133cm 2007

Óleo s/ tela Sem título 180x120cm 2010 Óleo s/ tela Sem título 180x120cm 2010

Óleo s/ tela Sem título 110x160cm 2007

Óleo s/ tela Sem título 103x134cm 2007

Óleo s/ tela Sem título 120x180cm 2010

Óleo s/ tela Sem título 120x180cm 2004

Óleo s/ tela Sem título 120x180cm 2010

Óleo s/ tela Sem título 130x140cm 2004


Maria Inês Dornelles Rodrigues Chaves Barcellos é natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, filha do casal Paulo Acosta e Eloah Dornelles Rodrigues. Nascida a 28 de dezembro de 1948 é artista plástica e romancista. 1964 – Diplomada na Faculdade de Artes Plásticas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tendo encerrado seu curso no Ateliê Vasco Prado e Zoravia Bettiol, depois de quatro anos de estudos de desenhos. 1966-1969 – Especializa-se em Gravura em Metal, na Slade School, em Londres, Inglaterra. 1974 – Participa, na qualidade de artista representante do Estado do Rio Grande do Sul, na Mostra

de Arte realizada no Museu de Arte Moderna (MAM), Rio de Janeiro. 1982 – Casa-se com o arquiteto Antonio Chaves Barcellos. 1992 – Participa do livro “Contos de Oficina 8”, organizado pelo escritor Luiz Antonio de Assis Brasil, a partir do trabalho desenvolvido pelos alunos da oficina literária por ele coordenada. 1995-1999 – Realiza uma série de exposições em Toronto, Canadá. 2004 – Distinguida com a Medalha de Honra ao Mérito da 51ª Legislatura da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, pelo conjunto de sua obra 2006 – Oito novas gravuras em metal, de sua autoria, passam a constituir o acervo permanente de renomados museus brasileiros. São eles: Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) e Museu de Arte Brasileira FAAP (MAB-FAAP), em São Paulo, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), em Porto Alegre. 2007 – Distinguida com a medalha “Pedro Weingärtner”, concedida pela Câmara Municipal de Porto Alegre, em reconhecimento ao conjunto de sua obra de gravura em metal. 2008-2009 – Circuito de exposições nas cidades de Passo Fundo, Pelotas e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, tendo, paralelamente, participado de noites de autógrafos do romance “Aula de Gravura” (Editora Movimento, 2008), de sua autoria, e do livro “Maria Inês Rodrigues” (FUMPROARTE, 2003), onde é abordada a obra e a trajetória da artista a partir de textos escritos por diversos representantes da cultura e da intelectualidade brasileira, tais como Armindo Trevisan, Paula Ramos e Ferreira Gular, dentre outros. 2010 – Apresenta a exposição “Pinturas”, no Centro Cultural Erico Verissimo, em Porto Alegre, ocasião em que se dá o lançamento do Catálogo de suas obras.


Maria Inês Rodrigues - Retrospectiva de 2004 a 2010 De 18 de novembro 2010 a 29 de janeiro 2011 Centro Cultural CEEE Erico Verissimo Rua dos Andradas, 1223 - Centro Histórico Porto Alegre - RS Curadoria

Helenice Porcella

Produção

Helenice Porcella Heráclito Lima dos Santos Leonardo Porcella

Projeto Gráfico Diego Alencar Laura Palmini

Fotografia

João Jacobsen Contato Produção: heleniceporcella@gmail.com


Apoio:

Patrocínio:


Maria Inês Rodrigues - Pinturas  

Catálogo de Pinturas das Artista Plástica Gaúcha Maria Inês Dornelles Chaves Barcellos.

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