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JOSÉ COSTA FUNDADOR

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DESDE 1932 - EDIÇÃO 23.917 - R$ 2,50

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BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 15, A SEGUNDA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2019

Exportações mineiras para China podem ter expansão Guerra comercial entre EUA e país asiático favorece a agropecuária As exportações mineiras para a China somaram US$ 4 bilhões e cresceram 2,5% de janeiro a julho frente ao mesmo período de 2018, mesmo com a paralisação parcial da mineração em Minas. O país asiático é o maior parceiro comercial e destino de quase 30% das vendas externas do Estado. A guerra comercial entre Estados Unidos e China abre oportunidades de negócios e pode favorecer os embarques de produtos do agronegócio, como café, soja, açúcar, frango, suíno e laticínios. No caso do frango, um fator cultural da culinária leva a China a dar preferência a pedaços como pés e pescoço, que são partes descartadas no Brasil. Na direção oposta, as importações da China para Minas também aumentaram 4,9% no acumulado do ano, atingindo US$ 949,56 milhões. A balança comercial até julho foi favorável ao Estado em US$ 3,16 bilhões. Pág. 7

STRINGER / REUTERS

Minas tem a oportunidade de aumentar as vendas de produtos do agronegócio para a China, como a soja

A Cedro Cachoeira chega aos 147 anos de atividades em busca por nichos de produtos de alto valor agregado como a principal estratégia para enfrentar a concorrência desleal dos importados, principalmente da China. Com as linhas jeanswear, focada na moda e workware, voltada para confecção de uniformes, a companhia vem investindo para melhorar os procedimentos industriais e integrar uma série de serviços como consultorias técnica e de moda. A expectativa da empresa para este ano é de retomada gradual a partir do segundo trimestre após a retração de janeiro a março. Pág. 13

DIVULGAÇÃO

A Cedro Cachoeira vem investindo no aperfeiçoamento dos procedimentos industriais

VBP do agronegócio de Minas deve cair 0,98%

EDITORIAL

DIVULGAÇÃO

O mais alto escalão do governo federal está mais aliviado agora, com a etapa da reforma do sistema previdenciário sendo cumprida. Primeiro, pela quase certeza de que a meta traçada pelo ministro Paulo Guedes, da Economia, será alcançada, com a economia bem próxima do desejado um trilhão de reais em dez anos. Segundo, pela esperança de que esse alívio seja entendido, entre investidores, como indicativo seguro de que o terreno está sendo preparado para a retomada do crescimento e, terceiro, pela disposição de atacar em outras frentes, começando pela reforma tributária. Por enquanto, oficialmente pelo menos, o que tem saído na imprensa seria, nas palavras de Bolsonaro, indicativos de tendências e estudos, sem nada, como no caso da recriação de algo parecido com um imposto ou taxa, sobre operações financeiras, a que se possa atribuir a condição de decisões tomadas. “Construir a linha reta”, pág. 2 Dólar - dia 14

Euro - dia 14

Comercial

Compra: R$

4,4644

Com a safra menor, o VBP do café produzido no Estado deve encolher 26,79% em 2019

Venda: R$ 4,4662

Poupança (dia 19) ............ 0,3715%

Ouro - dia 14

IPCA-IBGE (Julho): ............ 0,01%

Compra: R$ 3,8800 Venda: R$ 4,2000

Nova York (onça-troy): US$ 1.516,53

IPCA-Ipead (Julho): ............ 0,68%

R$ 195,54

IGP-M (Julho): ......................... 0,40%

BM&F (g):

BOVESPA

TR (dia 19): ............................. 0,0000%

Turismo Compra: R$ 4,0068 Venda: R$ 4,0074

Lançado oficialmente na Assembleia Legislativa, o Plano Estratégico Ferroviário de Minas Gerais deverá ser viabilizado por meio de parcerias e concessões. O governo do Estado vai reivindicar recursos federais referentes a investimentos na renovação antecipada de concessões de ferrovias para executar as intervenções. Pág. 9

Cedro Cachoeira prioriza maior valor agregado

O presidente Jair Bolsonaro, em recente pronunciamento, gabou-se de haver assinado medida provisória permitindo que as empresas de capital aberto publiquem seus balanços no site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ou no Diário Oficial, a custo zero, deixando de divulgá-los nos jornais, como vem ocorrendo. Segundo o mandatário, a medida implantada é uma “retribuição” às ações da mídia que o “esculachava” e o chamava de “fascista”. O discurso rancoroso, ao invés de conter uma proposta legítima, converteu-se em evidente ato de retaliação. A malsinada providência lesa todos os demais jornais do País, sobretudo os que se dedicam a temas econômicos, cuja fonte expressiva de receita decorre da publicação dos balanços das companhias. A versão que Bolsonaro deu à MP importa em nova demonstração de intolerância em relação aos que divergem das medidas que adota, inspiradas somente na sua vontade autoritária. (Aristoteles Atheniense), pág. 2

Ptax (BC)

A arrecadação estadual chegou a R$ 4,970 bilhões em julho, com crescimento de 4,96% sobre junho e de 4,08% frente a igual mês de 2018. No acumulado do ano, o recolhimento do governo de Minas atingiu R$ 38,121 bilhões e subiu 8,17% na comparação com o mesmo período de 2018. O aumento real foi de 5,75%. Pág. 6

Plano de MG para ferrovias prevê parcerias e concessões

OPINIÃO

Compra: R$ 4,0397 Venda: R$ 4,0405

Arrecadação do Estado registra alta de 4,96% em julho

+1,30

+1,36 -0,11

08/08

09/08

-2,00

-2,94

12/08

13/08 14/08

Estimado em R$ 59,37 bilhões com base em dados de julho, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Minas Gerais deve recuar 0,98% neste ano em relação ao de 2018. A queda foi puxada pelo café, em função da safra menor, com retração de 26,79% do VBP (R$ 10,7 bilhões). Também foi reduzida a previsão de faturamento em 2019 de outros produtos importantes do agronegócio mineiro, como milho, soja e bovino. A expectativa do VBP das lavouras para 2019 é de R$ 38 bilhões, uma queda de 1% frente ao do ano anterior. Já o VBP da pecuária (R$ 21,31 bilhões) deve cair 0,88%. Pág. 12


BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 15, A SEGUNDA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2019

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OPINIÃO A intolerância permanente ARISTOTELES ATHENIENSE * Em recente pronunciamento, o presidente Jair Bolsonaro gabou-se de haver assinado medida provisória permitindo que as empresas de capital aberto publiquem seus balanços no site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ou no Diário Oficial, a custo zero, deixando de divulgá-los nos jornais, como vem ocorrendo. A justificativa sustentada para esta medida consiste no seu propósito em fazer com que “a imprensa venda a verdade para o povo brasileiro e não faça política partidária, como vêm fazendo alguns órgãos”. Segundo o mandatário, a medida implantada é uma “retribuição” às ações da mídia que o “esculachava” e o chamava de “fascista”. O discurso rancoroso, ao invés de conter uma proposta legítima, converteu-se em evidente ato de retaliação. O jornal “Valor Econômico”, pertencente ao Grupo Globo, devido à sua especialidade, foi o mais atingido pela iniciativa presidencial em

mais de 40% de sua receita. Esse prejuízo foi ironizado por Bolsonaro, ao acrescentar: “Espero que o Valor Econômico sobreviva à medida provisória de ontem”. O presidente não levou em conta que a sua imposição afetaria, também, veículos regionais, cuja sobrevivência depende dessa publicidade. A malsinada providência lesou todos os demais jornais do País, sobretudo os que se dedicam a temas econômicos, cuja fonte expressiva de receita decorre da publicação dos balanços das companhias. A versão que Bolsonaro deu à MP importa em nova demonstração de intolerância em relação aos que divergem das medidas que adota, inspiradas somente na sua vontade autoritária. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, já adiantou que não considera a decisão, posta em prática “da noite para o dia”, como recomendável, embora válida por 60 dias, pois, importa num desfalque

aos jornais. A senadora Simone Tebet, presidente da CCJ do Senado, reputou a MP 892 como uma demonstração de despotismo por parte de quem admite que, tendo sido “eleito” pode fazer tudo. Já a senadora Kátia Abreu, prevê que a medida provisória não será aprovada no Congresso, consistindo em mais uma “coisa estranha” que está acontecendo no País. Por sua vez, a Rede Sustentabilidade, partido da ex-ministra Marina Silva, já protocolou no STF Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a MP, alegando que o presidente Jair Bolsonaro, ao editá-la, visa pôr em prática “clara retaliação à imprensa nacional”. Resta aguardar o tratamento que o Legislativo dispensará à descomedida proposta do governo. *Advogado, Conselheiro Nato da OAB e Diretor do IAB

Sempre em nome de Deus CESAR VANUCCI * “Que pensará Deus de nós?” (Raul de Leoni, poeta) Tem disso. Muito disso por aí. Tem gente que, apoderada de delirantes certezas, imagina-se mais cristã que Jesus Cristo. Mais católica que o Papa. Mais conhecedora das propostas reformistas protestantes que Martinho Lutero. Tem muito disso por aí. Pessoas que se julgam, com mórbido fervor, em condições de explicar melhor os conceitos budistas que o Dalai Lama. Interpretar para islamitas, com exatidão que poderia haver faltado ao profeta Maomé, os versículos do Alcorão. Passar aos adeptos, de forma mais convincente que os integrantes do colégio teológico de rabinos de Telavive, os preceitos contidos na Torá. Ou fazer leitura mais precisa das revelações expressas na obra espiritista de Alan Kardec que o próprio autor. Tem muito disso espalhado por aí. O radicalismo fundamentalista, uma contrafação incendiária do autêntico sentimento religioso, vem sendo responsável, no curso da caminhada humana, por barbaridades sem conta. Coloca-se atrás de carnificinas bélicas, expurgos étnicos, raivosas manifestações racistas, desavenças aterrorizantes na relação comunitária. Estribando-se em dogmatismo rançoso, propaga ensinamentos doutrinários desatinados, na base do “crê ou morre”. Respalda atrocidades, em nome de Deus. Justifica violações abomináveis. Repele a prática da concórdia e da tolerância contida nas percepções humanísticas e ecumênicas. Violenta os direitos fundamentais e promove agressões constantes à livre expressão das ideias. Ampara ações virulentas do terrorismo sem causa. Um mergulho nas águas revoltas da história traz à tona infindáveis registros de situações apavorantes, provocadas pelo extremismo colérico dos integristas religiosos das mais diferenciadas colorações. As cruzadas, a Inquisição, os conflitos banhados de sangue entre católicos e protestantes em dolorosos períodos da Europa medieval, os cruéis processos de colonização cultural e econômica levados a cabo, séculos atrás, nas regiões das chamadas descobertas europeias, são, entre outros vestígios contundentes, lembranças de ações fundamentalistas impiedosas. A rebelde Irlanda, componente da comunidade britânica das nações, foi palco, até poucos anos atrás, de confronto tribal pavoroso. Os litigantes, dizendo-se cristãos, sentiam-se inteiramente à vontade, agarrados a mórbidas convicções, para promover o lançamento de petardos explosivos nas casas e escolas dos adversários. Tudo em nome de Deus. O mundo acostumou-se a ver o dilacerado e feudal Afeganistão como cenário de conflitos perpétuos e virulências terroristas cotidianas, tornadas tenebroso

produto de exportação. Nesse pedaço do mundo, parcialmente dominado pelas ferozes milícias talibãs, o fanatismo desvairado reduziu a estilhaços o maior conjunto existente no planeta de imagens de Buda esculpidas na rocha. O desatino fundamentalista revela-se disposto, também, numa outra escala, a destruir documentos e símbolos representativos de culturas religiosas alvo de sua perversa hostilidade. O leitor haverá de se recordar de uma cena estarrecedora produzida por tresloucado pastor, algum tempo atrás, diante das câmeras de televisão. Destilando ódio e vociferando asneiras, o dito cujo espatifou uma imagem de Nossa Senhora da Aparecida, padroeira do Brasil. Recebo de um leitor texto atribuído a um desses cidadãos que se autointitulam pregoeiros da “verdadeira verdade religiosa”. Trata-se de conclamação, em tom de “guerra santa”, para que seus seguidores deem sumiço a livros e outros símbolos de crenças religiosas consideradas heréticas, que lhes caiam inadvertidamente às mãos. Na peroração intolerante chega-se até mesmo a classificar a ioga como manifestação elucubrada em redutos dominados pelo maligno. Também recentemente, eu próprio vi e ouvi, com estes olhos e ouvidos que a terra um dia vai comer - só que, dependendo de minha exclusiva vontade, daqui muitos anos ainda – um fanático de carteirinha, membro de outro agrupamento do multifacetado integrismo religioso, a trovejar na telinha arrepiantes conselhos. Olhos latejantes, empapado de suor, gesticulante, voz tonitruante, o homem propunha, aos prosélitos, ditames de vida reputados de pios, imaculados e castos. Mais ou menos nesta linha: às irmãs de fé, para que se acautelassem, não permitindo, jeito maneira, aos maridos cometessem o “pecado” de cerrar as portas dos escritórios quando do ingresso, nesses locais de trabalho, de pessoas do sexo oposto; aos irmãos de fé, para que agissem que nem os escoteiros, permanecendo alertas e vigilantes, ao lado das respectivas consortes, quando ocorresse a “ameaça” da presença de pessoa do sexo masculino em seus lares, convocada para prestação de serviços profissionais, ou a título de mera visita social. O prudente aconselhamento se embasava na “louvável preocupação” de não deixar marido e mulher expostos, salvaguardando a sacralidade matrimonial, a tentações que pudessem brotar, eventualmente, de uma coisa tão pecaminosa, como seja a espúria aproximação, para inocente papear, de um homem e de uma mulher. Valha-nos Nossa Senhora da Abadia d’Água Suja! * Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)

Por que as vendas das indústrias patinam? MATHEUS PAGANI * O processo comercial tem sofrido muitas mudanças nos últimos anos. Hoje as empresas não devem simplesmente se limitar ao ato da venda, pois a relevância de uma marca passa muito mais pela capacidade de relacionamento com seu público. É preciso conquistar fãs e defensores para que o consumidor continue lembrando dos benefícios e, consequentemente, comprando seus produtos e serviços. Grandes companhias internacionais e nacionais já exercem esse conceito como foco prioritário em seus modelos de negócios, mas ele ainda patina em um setor chave da economia: a Indústria. Analisando mais especificamente a cadeia de manufatura - incluindo indústrias, distribuidoras e revendas -, o grande problema reside na ausência de um processo comercial claro e definido. É mais comum do que possa parecer, algumas empresas do setor concederem descontos diferentes para dois clientes da mesma região, do mesmo segmento e com todas as demais características semelhantes, baseadas apenas no “humor” do gestor. Se esses clientes entrarem em contato um com o outro, certamente irão se irritar e perder a confiança pela fornecedora. Outro ponto vulnerável é a ineficácia na gestão da carteira de clientes. Para que o comprador siga lembrando da sua existência é preciso nutrir o relacionamento ao longo do tempo. Ainda assim, diversas indústrias não realizam uma administração

apropriada da base de clientes, confiando no retorno dele por conta própria e sem qualquer estímulo. Mesmo que o diferencial da empresa no mercado seja a qualidade dos produtos e serviços, vale ressaltar que os concorrentes podem se tornar capazes de fazer frente ao seu negócio a curto e médio prazo. Além disso, ao examinar a receita das indústrias, é possível perceber que boa parte do lucro delas é oriundo de poucos clientes - os maiores. Nesse caso, aprender o que motiva a alta recorrência desses parceiros é essencial para que os clientes menores também passem a comprar volumes mais elevados e com maior frequência. A falta de visibilidade gerencial também é um item falho em algumas companhias do setor. Historicamente, os vendedores tendem a priorizar a venda em detrimento dos processos burocráticos, o que pode trazer grande prejuízo para a base de dados. Para o gestor, isso também implica na perda de visibilidade do desempenho da equipe. Sem a centralização dos dados, não é possível fazer um diagnóstico completo da operação comercial, além de não saber ao certo os detalhes da execução do trabalho e performance da equipe. Atualmente, boa parte dos sistemas de gestão industrial continua defasada em relação às métricas específicas de vendas, como: número de perdas, motivos das perdas, descontos realizados, taxas de conversão, número de atividades feitas no dia, histórico de

cada cliente etc. Diante desse diagnóstico, a primeira receita é priorizar a definição de regras comerciais para cada tipo de cliente, segmentando-os por região, tamanho, setor ou qualquer outra variável relevante, sem abrir mão dela por nenhum instante. Também são fundamentais a aplicação de estratégias de retenção com os atuais clientes e reativação com inativos, estabelecendo ações periódicas com intuito de aproximar a relação. Além disso, a visão 360º do processo comercial é essencial. Por isso, é de suma importância o investimento da liderança em softwares que possam trazer a possibilidade do vendedor organizar seu funil de vendas, tarefas, entre outros elementos, trazendo a possibilidade dos gestores acompanharem atualizações de status e evolução dos negócios em tempo real. Além de se adaptarem ao conceito Indústria 4.0, com todos esses fundamentos, o setor industrial alcançará um maior nível de conexão com seu público comprador, conseguindo aumentar a recorrência de vendas dentro da base ativa de clientes e ampliar as possibilidades junto aos inativos. Após a chegada dos robôs, uso de IoT, impressão 3D, entre outros fundamentos que visam elevar a produtividade das indústrias, a tecnologia também chegou para auxiliá-las a venderem mais e melhor. * Cofundador e CEO da Ploomes

Diário do Comércio Empresa Jornalística Ltda. Fundado em 18 de outubro de 1932 Fundador: José Costa

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Construir a linha reta Dando como cumprida a etapa da reforma do sistema previdenciário, o mais alto escalão do governo federal fica calmo. Primeiro, pela quase certeza de que a meta traçada pelo ministro Paulo Guedes, da Economia, será cumprida, com a economia bem próxima do desejado um trilhão de reais em dez anos. Segundo, pela esperança de que esse alívio seja entendido, entre investidores, como indicativo seguro de que o terreno está sendo preparado para a retomada do crescimento e, terceiro, pela disposição de atacar em outras frentes, começando pela reforma tributária. Por enquanto, oficialmente pelo menos, o que tem saído na imprensa seria, nas palavras do presidente da República, indicativos de tendências e estudos, sem nada, como no caso da recriação de algo parecido com um imposto ou taxa, sobre operações financeiras, a que se possa atribuir a condição de decisões tomadas. Certo nos parece que a tão aguardada reforma tributária, depois de uma espera que passa, folgadamente, de três décadas, finalmente ganha corpo. Não que se deva esperar, Quem tem juízo, por horas, qualquer forma quem aposta no de alívio na Brasil e não em carga tributária, facções políticas, tamanha é a desejando o bem deterioração das ou o mal não por contas públicas. conveniência, Espera-se só pode torcer simplificação e racionalidade, para que tais o que, se avaliações estejam efetivado, poderá apontando o rumo representar um e o fim de um ciclo grande avanço cuja gravidade, no para o País. plano econômico, E de alimentar esperanças mais nunca foi tão robustas quanto severo às perspectivas de retomada do crescimento, medido pelo PIB, que é estimado para menos de um por cento este ano e um pouco mais no próximo. Mas se o terreno estiver bem preparado, se os ajustes que vão sendo desenhados pela equipe econômica ganharem consistência, poderá ser mais, com um impulso que poderá ser sentido já no último trimestre do ano corrente. Quem pensa assim explica que o setor produtivo vem operando com grande capacidade ociosa, o que significa que o panorama pode mudar no curto prazo, demandando para isso mais confiança que propriamente investimentos. Quem tem juízo, quem aposta no Brasil e não em facções políticas, desejando o bem ou o mal não por conveniência, só pode torcer para que tais avaliações estejam apontando o rumo e o fim de um ciclo cuja gravidade, no plano econômico, nunca foi tão severo. Torce também para que, finalmente, sejamos todos capazes de focar atenção e esforços naquilo que realmente interessa, deixando de lado as questões menores, por sua própria dimensão menos importantes, ainda que em certos momentos pareçam cortinas de fumaça produzidas deliberadamente, para confundir e dificultar movimentos assertivos. Trata-se de enxergar o futuro, traçar objetivos e definir como alcançá-los, em nome e como reflexo da vontade e necessidades da maioria dos brasileiros.


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OPINIÃO

A liderança feminina e seus potenciais

Sensatez impediu o golpe TILDEN SANTIAGO * É inegável que a avaliação negativa de Bolsonaro cresceu na opinião pública. É o que demonstrou pesquisa da XP Investimentos em parceria com o Instituto Ipespe, amplamente divulgada no início da semana. O mesmo instituto mostrou que 62% dos entrevistados são contra a indicação de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), como embaixador do Brasil nos EUA. Desde que assumiu o governo, Bolsonaro leva os leitores do Brasil inteiro a se perguntar qual será a piada ou brincadeirinha de mau gosto, ou expressão chula, ou conversa fiada de hoje na boca do presidente. Além das expressões chulas e pouco espirituosas, ele tem o dom de sempre estabelecer polêmicas, raramente em cima de aspectos essenciais do Brasil e de sua política. Insiste em repetir asneiras sobre o desmatamento na Amazônia, em chamar os nordestinos de Paraíba. Sem mais nem menos, se põe a falar de maneira inconveniente, desrespeitosa, ofensiva e desaforada do pai do presidente da OAB - ex-líder estudantil da AP (Ação Popular), Fernando Santa Cruz, desaparecido do Estado em 1974. A nau da pátria está à deriva! Ninguém sabe com clareza para onde caminhamos, o que nos espera. Em conversa com com Pedro Bial, na segunda-feira (12), os economistas e cientistas políticos Roberto Mangabeira Unger (Ciro Gomes) e Eduardo Giannetti (Marina Silva) analisaram com sabedoria o momento político, econômico e social do Brasil, mostrando os graves erros que vêm cometendo, as raízes do movimento de retrocesso histórico que o atual governo endossa, como ultradireita, obediente a Donald Trump e a uma tendência malévola que os refugiados da Europa, os assalariados, os excluí-

PATRÍCIA LISBOA *

Ao longo da história do mundo ocidental, coube aos homens os papéis principais nas decisões de mercado, sejam os senhores feudais na Idade Média ou os donos das grandes fábricas que surgiram na Revolução Industrial. Por um longo período, mitificaram a ideia de que a mulher não teria as capacidades necessárias para ocupar cargos estratégicos e, por isso, elas acabaram sendo deixadas de lado em momentos de grandes decisões. Essa cultura ficou tão enraizada que se instalou entre as próprias mulheres, fazendo-as acreditar que cabia a elas somente funções coadjuvantes em vários cenários, principalmente na política e na economia. Nos últimos anos, esses paradigmas vêm sendo desconstruídos. Mulheres começaram a ocupar cargos políticos, assumiram direções de multinacionais e passaram a alterar as estatísticas. O resultado desse protagonismo maior na estruturação da sociedade atingiu impactos além dos sociais. Segundo estudo, realizado em 2018 pela empresa de consultoria estadunidense McKinsey & Company, companhias que possuem, pelo menos, uma mulher em seu time de executivos são mais lucrativas. A pesquisa sobre diversidade comparou os gêneros dos funcionários e os dados financeiros de 700 empresas de capital aberto de seis países latino-americanos, sendo eles: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Panamá e Peru. Só nas matrizes brasileiras foram analisadas 300 organizações. Este cenário mostrou que quando as mulheres ocupam cargos de liderança, as empresas têm 50% a mais chance de aumentar a rentabilidade e 22% de crescer a média da margem Ebitda (indicador financeiro que apresenta quanto uma empresa gera de recursos por meio de suas atividades operacionais, sem contar impostos e outros efeitos financeiros). E, 64% das instituições que possuíam mulheres em cargos executivos, entre 2014 e 2018, subiram a mediana da margem Ebitda em comparação com 43% que não possuíam mulheres nesse posto. Além de quebrar barreiras históricas, novas barreiras também estão sendo superadas. Durante muito tempo os campos automobilístico e tecnológico, por exemplo, foram definidos como campos masculinos. Mary Barra e Paula Belliza ilustram a desconstrução desse preconceito. A norte-americana Mary foi a primeira mulher a se tornar CEO de uma montadora global. Com treinamento especializado e muita dedicação, ela fez história na direção da General Motors. Em reconhecimento dos seus feitos, em abril de 2004 a executiva saiu na capa da Times, listada como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Já na área da tecnologia, o destaque foi para a angolana Paula Bellizia. Em julho de 2015, ela assumiu a presidência da Microsoft Brasil. Após três anos e meio liderando com sucesso, foi promovida a vice-presidente de Vendas, Marketing e Operações da Microsoft América Latina. O triunfo da liderança feminina alcança, também, chefias de Estado, como é o caso da chanceler alemã Angela Merkel. Desde 2005 no cargo de líder do executivo do país. A Alemanha foi o principal PIB (Produto Interno Bruto) da Europa, variando entre a terceira e a quarta posição do mundo. O país hoje é a maior referência na produção de engenharia, sendo o principal produtor de turbinas eólicas e tecnologia de energia solar do mundo. Tantos nomes e os números mencionados comprovam como a mulher contribui para o crescimento e a inovação em qualquer área. Principalmente quando ela acredita em seu potencial, descobre o que pode ser aprimorado em si mesma independente de gênero e investe em seu desenvolvimento contínuo.

Redação

Luciana Montes Editores Alexandre Horácio

Rafael Tomaz

Clério Fernandes

Gabriela Pedroso

pauta@diariodocomercio.com.br

*Jornalista, embaixador e filósofo

MARCO GUIMARÃES * No quadro-negro da sua sala, Natalie, observada por seu auxiliar, o policial Pierre, escreve: Sequestradora + Aline (menina sequestrada) + Virgínia + Arsinoe (escadas Rue Pascal --> Boulevard Port Royal). Em seguida, na linha de baixo: capitão Maurel (Rue Pascal = ok. Escadas= ? ) Diante da evidência de que a maioria dos desaparecidos tinha subido as escadas que dão acesso ao Boulevard Port Royal, optou por concentrar toda a investigação naquele local. — Vamos montar guarda naquelas escadas; há alguma coisa estranha por lá — disse ela para Pierre. — Também acho, tenente. Eu diria mais, as coisas parecem acontecer quando os relâmpagos caem sobre a cidade. — Eu já tinha notado, afinal, em todos os desaparecimentos há histórico de fortes descargas elétricas. Imprima para mim o boletim meteorológico para os próximos dias. Vamos filtrar os dias com possibilidade de relâmpagos. Depois que Pierre sai, ela olha mais uma vez para o que escrevera no quadro-negro e diz em voz alta: — É isso aí. Vira-se, então, para o outro lado da sala, dirige-se a sua mesa e senta-se, colocando os pés sobre ela, mas retirando-os logo em seguida, quando precisou alcançar o telefone. Com o aparelho na mão, discou o número do comissário e o colocou a par da decisão que tomara. Ele, em tom de brincadeira, disse: — Por favor, não vá desaparecer também. Ela desliga e manda que Pierre, à espera de que ela terminasse a conversa com o comissário, entrasse em sua sala. — Tenente, a partir de amanhã parece que haverá raios para dar e vender.

Telefones

— Ótimo, amanhã mesmo estarei a postos nas escadas. No dia seguinte, às seis horas da manhã, Natalie saiu de sua casa na Rue de Bièvre. Resolveu pegar o ônibus 47, na Rue Monge, e descer na parada Censier; dali, seguiu a pé até a Rue Pascal, onde estavam as escadas. Como previra o boletim, faíscas elétricas cortavam os céus, colocando a luz do dia dentro da escuridão invernal. Uma vez lá, deixou seu olhar percorrer toda a região. Era muito cedo, não havia ninguém, salvo os carros estacionados em toda a extensão da Rue Pascal. Subiu rapidamente as escadas. Ao chegar ao Boulevard Port Royal, levou as mãos aos bolsos laterais de sua capa e deu-se conta de que as chaves de seu apartamento não mais estavam lá. Talvez tenham caído quando subi as escadas, pensou. Retirou a pequena lanterna que sempre trazia consigo e desceu as escadas iluminando degrau por degrau. Quando chegou à Rue Pascal, notou que havia algo diferente. Todos os carros ali estacionados tinham desaparecido. — Não é possível. Não poderiam ter sumido em poucos minutos. Caminhou em direção à Rue Claude Bernard e, ao passar em frente à loja de conserto de roupas, local onde algumas vezes ia para fazer uma bainha ou outro arranjo, viu que ela dera lugar a uma pequena farmácia. Mais adiante, onde deveria estar o Hotel Esperança, havia uma livraria. Pegou o telefone e tentou ligar para o distrito, mas não tinha rede. Estava atônita; não fosse uma policial acostumada a gerenciar situações difíceis, teria ficado desesperada.

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o presidente; 2) democratização da TV a Cabo no governo FHC; 3) Lei da Guarda Compartilhada em defesa dos filhos de pais separados na gestão de Lula. Zé Dirceu só indicava gente inteligente para assessorar nossa bancada em Brasília. Ainda bem! Mas nunca o Toffoli iria revelar o nome do general que fez consultas para saber se o Exército poderia ir às ruas em defesa da lei e da ordem, mesmo sem autorização de um dos poderes da República. E a revelar também os parlamentares, homens de negócios, industriais e banqueiros, que se envolveram na ideia do complô. Tudo indica que houve um pacto entre os Três Poderes sugerido por Toffoli à época. Foi a vitória da sensatez, justificou o presidente do STF. Toffoli mudou, você muda leitor, o jornalista Noblat muda, esse escriba muda, todos mudamos. O problema é que de sensatez em sensatez de todos nós, o Brasil continua sonhando com uma profunda transformação de todos e o povo sabe que é melhor e mais correto “lutar pela transformação”, sem impeachment. Aprendeu com Bolsonaro, Temer, Dilma e Lula, que não resolve tirar cicrano e botar beltrano. A política é mais complexa, sobretudo, para quem pretende trabalhar no cotidiano da vida contra a desigualdade, o desemprego, o autoritarismo, a corrupção, os preconceitos, e com foco na democracia que a Grécia nos ensinou - baseada no mito da eleição. Como “panaceia para todos os males da sociedade”. A regra é a paciência e a tolerância até o fim com quem foi eleito nas urnas. O impeachment é exceção que não combina com a sensatez de Toffoli ou de você, caro leitor.

O Corvo (XXXVI)

*Head trainer e hacker comportamental Diário do Comércio Empresa Jornalística Ltda Av. Américo Vespúcio, 1.660 CEP 31.230-250 - Caixa Postal: 456

dos e os pobres do mundo inteiro, os que passam fome inclusive no Brasil, sentem na pele. Pena que programas dessa qualidade vão ao ar altas horas na TV. O que acontece também semanalmente com Seginho Groisman que sabe animar convidados e auditório na fomentação de energia positiva junto ao público e aos telespectadores, sempre numa linha de ressaltar o humanismo com H maiúsculo. Para Unger e Giannetti, o Brasil tem amplas possibilidades crescimento e desenvolvimento, indiferentes às necessidades, esperanças, aspirações e utopias, sobretudo dos mais pobres - mas também dos eleitos do empresariado, dos intelectuais, cientistas e artistas. É muito fácil participar de uma Marcha para Jesus com gente superconvencida, e no final querer enganar católicos, dando uma entradinha na Catedral de Brasília. Em vão, o colega e amigo jornalista Ricardo Noblat continuará a suplicar ao presidente do Supremo: “Conta tudo, Toffoli!”. Quem leu o seu blog ou a revista Veja, sabe do que estamos falando. Nada mais grave do que as revelações do ministro Toffoli. Entre abril e maio últimos, houve uma tentativa de golpe para depor o presidente Bolsonaro. Mas que ele (Toffoli) se intrometeu e, junto com outros nomes de peso da República, conseguiu abortar. Noblat tem razão! O presidente do STF tem obrigação de dar nome aos bois. Toffoli foi um jovem assessor da bancada do PT quando esse escriba foi deputado federal. Brilhante, inteligente e sagaz, me ajudou a escrever e a aprovar na Câmara e no Senado, três projetos de lei: 1) aumento da punição de político cassado quando Itamar era

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Foi então que decidiu ir até seu distrito policial. Quando chegou em frente ao prédio, exclamou: Ufa! Pelo menos o meu local de trabalho não virou um sei lá o quê. Seu semblante mudou quando, ao entrar no prédio, viu que a disposição das salas era diferente, e que até o balcão de atendimento ao público estava no lado oposto. — Posso ajudá-la? — perguntou o policial de plantão. — Espero que sim. Sou a tenente Natalie e trabalho aqui. Não entendo porque essa mudança toda — disse ela, procurando o distintivo policial. — Ah, merda, acho que caiu com as minhas chaves, quando subia as escadas da Rue Pascal. E o pior, os meus documentos não estão comigo. — Tenente Natalie? Mudança toda? Do que a Sra. está falando? — Foi isso mesmo que o Sr. ouviu. Eu trabalho aqui e não estou reconhecendo meu próprio local de trabalho. — Ah, a Sra. trabalha aqui? — Isso mesmo, e chefio as investigações sobre o desaparecimento de algumas pessoas, incluindo o meu chefe; o capitão Maurel. — Espere um momento. Ele vai até o telefone e liga para alguém, em seguida volta e diz para ela: — A senhora está detida até segunda ordem, por favor, queira me seguir. *Escritor. Autor dos livros “Fantasmas de um escritor em Paris”, “Meu pseudônimo e eu”, “O estranho espelho do Quartier Latin”, “A bicha e a fila”, “O corvo”, “O portal” e “A escolha”

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ECONOMIA MP DA LIBERDADE ECONÔMICA

Efeitos devem ser significativos para a economia Texto da medida passou por mudanças, mas mesmo assim agradou entidades em Minas Gerais JULIANA SIQUEIRA

Aprovado na última terça-feira (13), o texto-base da medida provisória 881, conhecida como MP da Liberdade Econômica, traz mudanças profundas nas relações de trabalho. Segundo especialistas consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, essas transformações deverão impactar de maneira bastante positiva os negócios, gerando a abertura de vários novos empreendimentos por meio da desburocratização, maior número de empregos, entre outros. Na quarta-feira (14), deputados avaliaram destaques e propostas que poderiam alterar alguns trechos do texto (não havia mudanças até o fechamento desta edição). A MP precisa, ainda, ser aprovada pelos senadores até 27 de agosto. Para que a validação na terça-feira, de fato, ocorresse, alguns pontos polêmicos foram retirados do texto. Segundo Márcio da Silva Gomes, advogado do escritório Castilho & Gomes Advogados, o principal deles é o trabalho aos fins de semana. Inicialmente, a proposta era a obrigatoriedade de folga aos domingos apenas após sete deles terem sido trabalhados. O governo, no entanto, reduziu o período para um domingo de descanso a cada quatro trabalhados. “Outro fator importante que pode ser citado sobre a MP é o fato de o registro de ponto do funcionário passar a ser exigido somente em empresas com mais de 20 funcionários. Até hoje, a determinação era para organizações que tivessem mais de dez colaboradores”, diz. O profissional frisa que esses

dois pontos significam uma autonomia maior para os empreendimentos. Além disso, os gastos das empresas também serão menores, extinguindo as despesas com o controle da saída e entrada de funcionários. Reviravolta - As mudanças, no entanto, não param por aí. Conforme lembra Gomes, há, ainda, por exemplo, a carteira de trabalho eletrônica, que aumenta o prazo para registro do colaborador – passa a ser de cinco dias úteis, contra as 48 horas anteriores – o fim do alvará para aqueles que exercem atividades que oferecem baixo risco e a substituição do e-Social por outro programa. Para o vice-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), José Anchieta, a MP é muito importante e necessária “desde 1.500”. “Estamos habituados a leis que punem, cobram, exigem e burocratizam as atividades empresariais. Agora, a MP 881 tira da frente uma série de exigências, de ‘lixinhos’ que dificultam as ações das organizações”, avalia. Anchieta afirma que tão logo a medida entre em vigor, os efeitos gerados poderão ser imediatos, de “razoáveis a grandes”, analisa. “A MP barateia custos, agiliza o funcionamento, facilita a organização das empresas. São mais negócios em movimento e a economia circulando”, destaca. Retomada gradual - Tacianny Machado, assessora jurídica da presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turis-

mo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), porém, apesar de afirmar que a entidade vê a medida com bons olhos, acredita que a retomada econômica será gradativa, por meio de um pacote de medidas que inclui, ainda, as reformas trabalhista, previdenciária e tributária. “Esse conjunto de reformas somadas nos trazem uma perspectiva também da retomada da credibilidade junto aos investidores. Os empreendedores estarão muito mais confiantes”, destaca. Para a assessora jurídica, atualmente o empresário é ‘criminalizado’. “É preciso haver o entendimento de que o empresário é gerador de riquezas e valorizar a atividade empresarial. Isso aumenta a confiança para que ele faça novos investimentos”, afirma. De acordo com ela, o passo dado com a MP foi relevante, mas a espera é de que este seja apenas um começo, e que estados e municípios façam adequações em suas leis para que “as empresas consigam trabalhar, não com uma regulamentação tão densa quanto a de agora”, frisa. Para Tacianny, alguns pontos que foram enxugados no texto da MP poderão ser tratados posteriormente. “Mas o que foi aprovado já é positivo; outros pontos poderão vir em outras propostas”, destaca. “A gente precisa passar o recado de que o Brasil está empenhado em atrair novos investimentos. Esperamos que a estagnação econômica e a retração do Produto Interno Bruto (PIB) sejam superados o quanto antes”. RAFAEL NEDDERMEYE - FOTOS PÚBLICAS

Entre os pontos aprovados pela Câmara dos Deputados na terça-feira estão alterações nas leis trabalhistas

Comércio e indústria estão otimistas com os resultados O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Marcelo de Sousa e Silva, ressalta que a entidade está em comemoração. “Já demos o primeiro passo. O Brasil precisa melhorar cada vez mais o ambiente de negócios. Estamos tendo avanços e as medidas estão dentro do esperado”. Para ele, a interferência cada vez menor do Estado cria um ambiente livre para que as empresas cuidem de seus negócios e para que os empresários possam, por exemplo, montar bem as suas lojas e contratar funcionários de qualidade. O profissional frisa que algumas transformações econômicas virão imediatamente com as mudanças, como pessoas buscando o empreendedorismo formal, algo que não é tão recorrente atualmente, quando muitos ainda se aventuram na informalidade. Silva ainda afirma que a população também será beneficiada. Ele cita como exemplo a carteira de trabalho eletrônica, que deve facilitar os processos de ambos os lados. “Teremos, ainda, uma melhor distribuição de renda, o consumo vai voltar

à cadeia, recolhendo impostos”, avalia. “O governo passará a focar outras coisas que precisa fazer, como uma educação mais eficiente”, diz. Direção - Em vídeo divulgado na quarta-feira (14), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, afirmou que ações como essa dão um alento de que o ambiente de negócios no Brasil está, de fato, mudando. “Estamos indo na direção correta. Essa medida é fundamental para a criação de emprego e renda. Com a aprovação definitiva dessa medida, nós iremos conseguir dar outra dinâmica à atuação empresarial do País. É um passo importante para reverter anos em que os empreendedores foram sendo massacrados por inúmeras obrigações, muitas delas desnecessárias, que controlam os nossos negócios e impedem a nossa produtividade, impedem que o servidor tenha um serviço a menor custo e com maior qualidade. Medidas como essa são importantíssimas para destravar o Brasil e projetar um futuro vibrante como a nossa nação precisa”. (JS)

Governo estima a geração de 3,7 milhões de empregos Brasília - A medida provisória (MP) da Liberdade Econômica, que estabelece medidas para simplificar a abertura de negócios no País, pode contribuir para a criação de 3,7 milhões de empregos e de um crescimento de 7% do PIB no prazo de dez anos, afirmou na quarta-feira o secretário especial de Desburocratização do Ministério da Economia, Paulo Uebel. “Este ano, por exemplo, poderia dobrar o (crescimento do) PIB se tivesse sido introduzida no início do ano, então é um impacto muito forte”, afirmou Uebel a jornalistas ao comentar a MP, cujo texto-base foi aprovado na noite de terça-feira (13) pelo plenário da Câmara dos Deputados. O secretário disse esperar

que os destaques ao texto base, que alteram partes do projeto, sejam derrubados em votação prevista para esta quarta-feira na Câmara. Uebel confirmou que, na negociação com os parlamentares para a aprovação da MP, que envolveu o enxugamento do relatório levado à votação, o governo se comprometeu a encaminhar ao Congresso projeto de lei que trata da regulamentação do frete dos caminhoneiros. A medida inicialmente havia sido incluída no relatório da MP. “É um tema que merece um debate específico, é um assunto que não estava 100% relacionado à matéria da MP, então foi acordado que isso será debatido em um PL separado”, disse Uebel. (Reuters)

CONJUNTURA

PIB brasileiro cresceu 0,2% no segundo trimestre Rio - De acordo com o Monitor do PIB-FGV, divulgado na quarta-feira (14), o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,2% no segundo trimestre deste ano em comparação aos três primeiros meses de 2019. No mês de junho, o indicador apontou crescimento de 0,7% da economia, em comparação ao mês anterior. O Monitor do PIB é elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e estima mensalmente o PIB brasileiro em volume e em valor. Seu objetivo é prover a sociedade de um indicador mensal do PIB, tendo como base a mesma metodologia das Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O coordenador do relatório, economista Claudio Considera, disse à Agência Brasil que o resultado “mostra que não estamos em recessão técnica. Mostra um

crescimento, uma taxa positiva, embora a economia esteja crescendo muito pouco”. A estimativa do Ibre é que o ano termine com evolução do PIB entre 0,8% e 1,1%. Em relação ao segundo trimestre de 2018, a economia cresceu 0,7%, o que contribuiu para trazer de volta a taxa acumulada em 12 meses para 0,9%, mesma variação observada no primeiro trimestre do ano. Serviços sobem - De acordo com o relatório, entre os três grandes setores da economia, a agropecuária e a indústria apresentaram taxas negativas no segundo trimestre de 2019 ante igual período do ano passado (-1% cada), enquanto o setor de serviços, que já apresentava taxas positivas há dez trimestres, continuou em expansão (1,2%), destacando comércio e transportes. Comparativamente ao acumulado janeiro/março deste

ano, o setor de serviços cresceu 0,3%. Na indústria, o principal destaque negativo foi a indústria extrativa, que caiu 8,8%, em função principalmente da queda da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), analisou Considera. Já a taxa de investimento, ou formação bruta de capital fixo (FBCF), subiu 4% no segundo trimestre, em comparação ao mesmo período do ano passado, impulsionada pelo crescimento de 8,3% de máquinas e equipamentos, que reverteu a trajetória de queda registrada no início do ano. Em relação ao primeiro trimestre deste ano, a taxa evoluiu 2,3%, após dois recuos consecutivos. No lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 2,1% no segundo trimestre de 2019, em comparação ao mesmo trimestre de 2018, impulsionado pelos ser-

viços e também por bens duráveis, que experimentaram expansão de 7% nos três primeiros meses deste ano, ante igual período de 2018. Em comparação ao trimestre anterior, o consumo das famílias aumentou 0,7%. Esse foi o décimo crescimento consecutivo desse componente, segundo o Monitor do PIB-FGV. Comércio exterior - O Monitor do PIB-FGV aponta crescimento na exportação brasileira no segundo trimestre de 2,6%, em relação ao mesmo período do ano passado. Os segmentos que mais cresceram foram bens intermediários (12,7%), bens de consumo não duráveis (16,6%) e produtos da extrativa mineral (8,2%). O relatório chama atenção que “embora com desempenho positivo desde o terceiro trimestre de 2018, a exportação de produtos da extrativa mineral apresenta

trajetória descendente desde o início de 2019, reflexo do desastre de Brumadinho”. Já a importação evoluiu 4,5% no segundo trimestre, frente o mesmo trimestre de 2018. Os principais destaques positivos foram bens de capital (17,8%) e produtos da extrativa mineral (8,2%). De acordo com o Monitor, somente as importações de bens de consumo retraíram na comparação entre o segundo trimestre deste ano e do ano passado: -23,4%, nos bens de consumo duráveis; -10,5% nos semiduráveis e -8,9% nos não duráveis. Valores - Em termos monetários, o PIB alcançou cifra em valores correntes da ordem de R$ 3,469 trilhões, no acumulado do primeiro semestre de 2019. A taxa de investimento (FBCF/PIB) foi de 17,2% em junho, considerando a série a valores de 1995. (ABr)


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ECONOMIA AGÊNCIA BRASIL

Apenas de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o Estado recolheu o equivalente a R$ 4,19 bilhões no último mês

CONTAS PÚBLICAS

Arrecadação sobe 4,96% em Minas Segundo dados da SEF, em julho, recolhimento estadual atingiu a marca de R$ 4,97 bilhões MARA BIANCHETTI

Minas Gerais arrecadou R$ 4,970 bilhões em julho, 4,96% de alta frente ao recolhimento do mês anterior (R$ 4,735 bilhões). Na comparação com a arrecadação de idêntico mês do ano passado, quando os cofres recolheram R$ 4,775 bilhões, o crescimento foi de 4,08%. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF). Com o desempenho do sétimo mês deste exercício, a arrecadação estadual totalizou R$ 38,121 bilhões nos primeiros sete meses de 2019, 8,17% a mais do que nos mesmos meses de 2018, quando o montante foi

de R$ 35,240 bilhões. Mesmo descontando a inflação oficial do País no período medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) -, que foi de 2,42%, o recolhimento no Estado cresceu, em termos reais, 5,75%. Com a receita tributária, o recolhimento em Minas chegou a R$ 4,639 bilhões em julho, 3,94% maior do que o montante do mês imediatamente anterior (R$ 4,463 bilhões) e 4,36% superior aos R$ 4,445 bilhões de 2018. A arrecadação de tributos correspondeu a 93,3% do total do período. Já quando considerado

o acumulado de janeiro a julho deste ano, o recolhimento de receita tributária do Estado chegou a R$ 36,046 bilhões. Em relação ao valor recolhido com tributos em igual período um ano antes houve um aumento de 7,76%. Nos sete primeiros meses de 2018, a receita tributária somou R$ 33,448 bilhões. No acumulado de 2019, os tributos representaram 94,5% do total da arrecadação. ICMS - O pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o mais importante para os cofres públicos, totalizou R$ 4,195 bilhões em julho, com alta

de 2,61% em relação a junho (R$ 4,088 bilhões). Na comparação com o total do mesmo mês do ano passado (R$ 4,022 bilhões), o crescimento chegou a 4,3%. Já no acumulado de janeiro a julho, atingiu R$ 28,926 bilhões contra R$ 26,877 bilhões na mesma época do ano passado. Já o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) somou R$ 175 milhões no mês passado. Sobre o valor recolhido no mês anterior (R$ 156 milhões), foi registrada elevação de 12%, conforme as informações da SEF. No confronto com igual período de 2018, porém, houve baixa, nes-

te caso, de 5,4%, já que os recolhimentos do imposto somaram R$ 185 milhões. Nos sete meses de 2019, o recolhimento do IPVA gerou receitas de R$ 4,959 bilhões. O montante é 7,3% maior que o dos sete primeiros meses de 2018: R$ 4,621 bilhões. A cobrança dos débitos referentes à dívida ativa gerou o recolhimento de R$ 43 milhões no sétimo mês de 2019, 13% maior que os R$ 38 milhões de junho. Na comparação com o montante arrecadado no mesmo mês de 2018 (R$ 54 milhões), a queda foi de 20%. No ano, os recolhimentos da dívida ativa chegaram a R$ 276 milhões.

Tesouro vê risco em flexibilização do teto Relatório mostra piora em previdências estaduais

Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, reconheceu, na quarta-feira (14), a pressão por flexibilização da regra do teto de gastos, mas alertou que eventual permissão para mais gastos implicaria alongamento da sequência de déficits primários, o que pode ser perigoso se o cenário de juros mudar. Por isso, fez um apelo por maior controle dos gastos obrigatórios, que têm roubado espaço das despesas discricionárias em meio às limitações impostas pelo teto. “Pela primeira vez, estou escutando, com insistência de amigos meus muito próximos, sugestão de mudança da PEC do teto de gastos. Alguns amigos meus falam que é muito dura, está inviabilizando o setor público e que tem que tornar a PEC mais flexível”, disse ele, a respeito da regra que limita o crescimento dos gastos públicos à inflação do ano anterior. Mansueto avaliou que uma flexibilização do teto que não fosse acompanhada de aumento da carga tributária - algo refutado pela sociedade - alongaria, na prática, a sequência de déficits primários já vivida pelo País. O governo não tem conseguido economizar para pagar juros da dívida pública desde 2014 e prevê

que seguirá no vermelho até 2022, completando 9 anos seguidos com rombos primários. “O problema é que eu não sei até quando a gente vai ter a bonança que a gente está tendo este ano de juros muito baixos”, disse Mansueto em seminário promovido pelo Ministério da Economia. Hoje a Selic está em sua mínima histórica de 6% ao ano e a perspectiva é de que seja reduzida pelo Banco Central à frente, em meio a um cenário de debilidade econômica e inflação sob controle. Segundo Mansueto, o Brasil deve pagar em juros da dívida o equivalente ao que arcou quando a dívida bruta batia em 51% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo que hoje esse patamar é quase 30 pontos percentuais mais alto. Em junho, a dívida bruta chegou a 78,7% do PIB, segundo dados mais recentes do BC. “A gente vai pagar contas de juros que é semelhante ao que era quando a dívida pública era muito menor, mas isso pode se reverter”, destacou. “A realidade dos fatos é que a gente tem um país que tributa muito, gasta muito, não tem capacidade de investimento e ainda tem ajuste fiscal a ser feito. A gente precisa ter isso em mente”, completou.

A jornalistas, ele reconheceu que as despesas discricionárias, que são passíveis de corte e que incluem os investimentos feitos pela União, têm sido comprimidas a “um nível mínimo”, dentro da dinâmica do teto de gastos, pelo crescimento das despesas obrigatórias, que incluem salários e aposentadorias. Maior controle - “O debate deve ser o seguinte: quais outras coisas se pode fazer para controlar ainda mais o crescimento da despesa obrigatória”, disse. Mansueto lembrou que, em um quadro em que quase 60% da despesa do governo federal é indexada, há aumento do gasto público federal de R$ 30 a R$ 35 bilhões por ano “só por causa da inflação”, sugerindo que essa poderia ser uma frente de mudança. Também presente no evento, o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente do Senado (IFI), Felipe Salto, avaliou que flexibilizar o teto seria “abrir a porta do inferno”, representando um abandono daquilo que é, para ele, a única âncora fiscal do País. “Até que o teto seja descumprido é preciso aguentar a execução desse teto”, afirmou ele, ressaltando que a estimativa do IFI é de descumprimento da regra em 2022. (Reuters)

Brasília - O sistema de Previdência dos estados segue em trajetória de deterioração, aponta relatório do Tesouro Nacional divulgado na quarta-feira (14). Para o órgão, o ajuste das regras de aposentadoria dos entes é fundamental para permitir uma melhoria de serviços públicos. A reforma da Previdência aprovada na Câmara neste mês retirou o trecho que incluiria estados e municípios nas novas regras. Pelas negociações no Senado, que agora analisa o texto, a proposta deve ser aprovada sem incluir estados e municípios na reforma. A ideia é que um projeto paralelo seja colocado em tramitação para permitir a inclusão dos entes federativos. Governadores temem, entretanto, que a tramitação da proposta se arraste no Congresso, já que o tema sofre com resistência de parlamentares. O relatório do Tesouro mostra que o custo do regime de Previdência para os estados foi de R$ 101,3 bilhões no ano passado, uma alta de 8% em relação ao ano anterior. O Tesouro entende como custo o aporte feito pelos estados para cobrir o déficit previdenciário de todos os poderes. “Tal crescimento é indício do problema da insusten-

tabilidade dos regimes de previdência estaduais, tendo em vista o consumo cada vez maior de recursos financeiros que poderiam estar sendo direcionados para atender e ampliar os serviços básicos exigidos pela sociedade”. Na avaliação do órgão, a melhoria em serviços de saúde, educação e segurança poderia ser impulsionada com a economia gerada pela reforma. “A inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência é fundamental para a trajetória de equilíbrio fiscal”, afirma o documento. Na terça-feira (13), o governo prometeu destravar projetos que ampliam repasses a estados em troca da aprovação da reforma da Previdência no Senado. Recursos arrecadados com o megaleilão de petróleo marcado para o fim do ano fazem parte do acordo. Segundo o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, o governo vai negociar a criação de travas para que os recursos repassados não sejam consumidos pelos estados com o pagamento de pessoal. A informação foi antecipada pela Folha de S.Paulo. “Esse debate tem que ser conduzido de forma muito cuidadosa. (A ideia) é evitar que mais transferências se transformem em aumento salarial”, disse. (Folhapress)

Governo deixa 17 estados sem selo para crédito Brasília - A crise fiscal que atinge os governos regionais fez com que, neste ano, 17 estados não tenham direito a uma espécie de selo de bom pagador emitido pelo governo federal. Sem essa certificação, os governadores não têm direito a fazer empréstimos com garantia da União. Relatório do Tesouro Nacional divulgado na quarta-feira (14) aponta ainda que outros seis entes que hoje possuem essa prerrogativa correm risco de perdê-la já no ano que vem. A partir da avaliação das finanças estaduais, com análise de itens das receitas e despesas e levando em conta limites estabelecidos pela lei, o Tesouro emite a chamada nota da Capag (capacidade de pagamento). Estados com notas A e B podem contrair empréstimos de bancos e outras entidades com garantia da União. O aval do governo federal viabiliza operações a juros mais baixos. Por outro lado, estados com notas C e D, pelo elevado risco de não honrarem suas dívidas, não ganham o mesmo benefício. De acordo com o relatório divulgado na quarta, o único estado com nota A é o Espírito Santo. Dos nove estados com nota B, seis deles -Acre, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná e São Pauloapresentam chances altas de rebaixamento. “Para esses Estados, faz-se necessário esforço maior em aumentar a receita e cortar gastos”, diz o documento. Em relação ao ano passado, o único estado que melhorou a nota foi o Piauí, que passou de C para B. Outros dois, Amapá e Rondônia, caíram de B para C. As piores avaliações estão com Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, os três com nota D. Os três estados passam por grave crise. O Rio de Janeiro já aderiu ao regime de recuperação fiscal, programa que permite uma suspensão de pagamento da dívida com a União em troca de medidas de ajuste. Minas e Rio Grande do Sul ainda negociam com o governo para também aderirem ao programa. Reforma - O Tesouro ressaltou que a inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência é “fundamental” para a retomada do equilíbrio fiscal dos entes. Originalmente, os governos regionais integravam a proposta do governo, mas acabaram sendo retirados do texto que já foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados. Agora, discute-se a inclusão de estados e municípios em uma Proposta de Emenda à Constituição paralela, de modo a não atrasar a votação da reforma no Senado. Segundo o relatório, o custo do regime de Previdência para os Tesouros estaduais, de acordo com a metodologia do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal (PAF), chegou a R$ 101,3 bilhões em 2018, alta de 8% sobre 2017 e R$ 20,48 bilhões acima dos números apresentados pelos próprios estados em seus Relatórios Resumidos de Execução Orçamentária. (Folhapress)


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ECONOMIA

Produção chinesa atinge mínima de 17 anos Pequim - A economia da China piorou mais do que o esperado em julho, com o crescimento da produção industrial desacelerando para uma mínima de mais de 17 anos, conforme a intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos pesa sobre empresas e consumidores. A atividade na China continua a esfriar apesar de uma série de medidas ao longo do último ano, levantando dúvidas sobre se seria necessário um estímulo mais rápido, mesmo que isso possa levar ao aumento da dívida. “A economia da China precisa de mais estímulo, porque os obstáculos são bastante fortes e os dados de hoje são muito mais fracos do que o consenso”, disse Larry Hu, diretor no Macquarie Group. O crescimento da produção industrial desacelerou para 4,8% em julho sobre o ano anterior, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas, abaixo da previsão mais baixa em pesquisa da Reuters e o ritmo mais fraco desde fevereiro de 2002. Analistas previam um enfraquecimento para 5,8%, após taxa de 6,3% em junho. O Ministério da Indústria disse, no mês passado, que a China precisará de “esforços árduos” para alcançar sua meta de crescimento industrial em 2019 de 5,5% a 6,0%. O investimento em ativo fixo subiu 5,7% entre janeiro e julho, sobre o mesmo período do ano anterior, contra expectativa de ganho de 5,8% e abaixo da leitura anterior. As vendas no varejo também indicam cautela do consumidor, mais evidente na queda das vendas de automóveis, mas também em gastos relacionados à casa como eletrodomésticos e móveis. As vendas varejistas subiram 7,6%, bem abaixo da expectativa de 8,6% e mais fraco do que a previsão mais pessimista. As vendas haviam saltado 9,8% em junho, o que muitos analistas viram como temporário. (Reuters)

EXPORTAÇÕES

MG pode ampliar comércio com China Guerra entre EUA e chineses deve aumentar oportunidades principalmente para o agronegócio JONAS OLIVEIRA

ANA AMÉLIA HAMDAN

Representando cerca de 30% do total das exportações de Minas, o comércio com a China vem ganhando reforço. Mesmo com os problemas enfrentados pelo Estado na área da mineração – os minérios e metais são os produtos mineiros mais comercializados com o país asiático –, as vendas de Minas para a China tiveram alta de 2,5% de janeiro a julho de 2019, frente a igual período de 2018, tendo movimentado US$ 4 bilhões neste ano, conforme dados do Ministério da Economia. Nesse mesmo período, as importações subiram 4,9%, alcançando US$ 949,56 milhões. A balança comercial está favorável, este ano, até julho, em US$ 3,16 bilhões, também segundo dados da pasta. E, segundo o representante em Minas da Câmara de Comércio e Indústria Brasil China (CCIBC), Renato Sucasas, há tendência de oportunidades de negócios envolvendo o Estado e o país asiático devido a fatores como maior abertura por parte do governo chinês e até mesmo a guerra comercial entre China e Estados Unidos (EUA), que pode beneficiar alguns setores, entre eles o agronegócio. Sucasas informa que os produtos da agropecuária – como café, soja, açúcar, frango, porcos e laticínios – vêm ganhando espaço nas exportações de Minas para a China. Ele considera que a guerra comercial entre Estados Unidos e China pode abrir uma verdadeira “era de ouro” para o segmento em Minas. Produtos que deixarem de ser fornecidos pelos EUA podem passar a ser ofertados pelo Brasil. Ele explica que, no caso do frango, um fator cultural da culinária leva a China a dar preferência a pedaços como pés e pescoço, que, por aqui, são partes descartadas. Isso abre uma oportunidade de negócios. “A demanda é tão grande que as empresas daqui não dão conta de atender”, diz. Além disso, a burocracia para o comércio do produto vem diminuindo. “Hoje a China está abrindo mais para o mercado brasileiro dos avicultores. O número de documentos necessários é menor”, diz. No caso dos laticínios, o impulso vem de uma mudança de costumes. Sucasa explica que os chineses não têm tradição no consumo de derivados do leite, inclusive com boa parte da população mostrando intolerância à lactose. Entretanto, esse hábito

Os negócios envolvendo o segmento de frangos são alguns do Estado que vêm ganhando mercado junto à China

vem mudando, havendo maior interesse por queijos e manteiga, o que também abre oportunidades aos mineiros. De acordo com dados do Ministério da Economia, no grupo de animais vivos e produtos do reino animal, as exportações de Minas para o bloco econômico Ásia (exclusive Oriente Médio), passaram de US$ 274,9 milhões de janeiro a julho de 2018 para US$ 359 milhões em 2019, com alta de 30%. No caso de produtos do reino vegetal, as exportações passaram de US$ 633 milhões em 2018 (janeiro a julho), para US$ 700 milhões em igual período deste ano, indicando alta de 10,5%. Nesse bloco, a China é o principal país em transações comerciais. Importação - Por outro lado, Sucasas informa que pode haver alta no preço de produtos cujas empresas têm matrizes nos Estados Unidos ou Europa e que são fabricados na China. É o caso, por exemplo, do iPhone e outros produtos Apple, além de mercadorias de marcas de luxo. Na pauta de importação, destacam-se equipamentos de led, placas solares e equipamentos para reconhecimento facial, demandado pelo setor de segurança. No segmento máquinas e aparelhos, material elétrico e suas partes; aparelhos de gravação ou reprodução de som e imagens e de som em televisão, e suas partes e acessórios, Minas importou US$ 26, 9 milhões da Ásia (exclusive Oriente Médio)

de janeiro a julho de 2018, valor que subiu para US$ 44,9 milhões em igual período deste ano, com incremento de 67%. Representante exclusivo da Câmara de Comércio e Indústria Brasil China, Renato Sucasas informa que a entidade é a única a ter legitimidade em ambos os países.

Ele informa que a câmara vem se movimentando para facilitar a presença de empresas mineiras na China e também de grupos chineses em Minas. Ele informa ainda que está em andamento a organização de uma visita de um grupo mineiro a empresas chinesas.

Vendas de minério para a Ásia recuam 2,5% no ano A venda de minério de ferro continua encabeçando a lista de produtos exportados de Minas para a Ásia, mas as operações mostraram queda. Por outro lado, outros setores, como de matéria têxtil e suas obras, registraram alta. Conforme informações do Ministério da Economia, as exportações de minerais do Estado para a Ásia (exclusive Oriente Médio) movimentaram US$ 2,73 bilhões de janeiro a julho deste ano, com queda de 2,5% frente a igual período de 2018 (US$ 2,8 bilhões). O recuo só não foi mais acentuado devido à alta no preço do minério. Em relação ao volume, as exportações passaram de 55,9 milhões de toneladas em 2018 para 43,04 milhões de toneladas neste ano (de janeiro a julho), com queda de 23%. Nessa base comparativa, matérias têxteis e suas obras destacaram-se nas exportações. As vendas desse segmento de Minas para a Ásia (exclusive Oriente Médio) saltaram de US$ 139.815

em 2018 (janeiro a julho) para US$ 31,2 milhões neste ano. O impacto veio, basicamente, das vendas do algodão, conforme informação da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). De qualquer forma, as importações nessa área continuam maiores, sendo que este ano ficaram em US$ 78,06 milhões. As exportações do segmento de calçados subiram de US$ 808,8 mil no ano passado (janeiro a julho) para US$ 2,51 milhões em 2019. No comércio exterior de Minas, a China ocupa o primeiro lugar em exportação, com 29% do total. Em seguida vêm Estados Unidos (9,2%); Países Baixos (Holanda) (5%); Japão (4,8%); Reino Unido (4,3%); Alemanha (4%); e Argentina (3,7%), entre outros. No caso das importações, a China também tem a liderança, com 19%. Em seguida aparecem Estados Unidos, 16%; Argentina, 9,8%; Alemanha, 5,9%; e Itália, 4,6%. Os dados se referem ao período de janeiro a julho deste ano. (AAH)

VEÍCULOS

Preços impulsionam mercado de usados no Estado ALISSON J. SILVA / ARQUIVO DC

MICHELLE VALVERDE

Os preços mais atrativos quando comparados com os veículos novos têm feito com que as vendas de veículos usados e seminovos mantenham o crescimento em Minas Gerais. Somente entre janeiro e julho, o aumento na comercialização desses automóveis foi de 5,2% quando comparado com igual período do ano passado. Os dados são da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). De acordo com os dados da Fenauto, a venda total de veículos seminovos e usados, em Minas Gerais, somou 1 milhão de unidades entre janeiro e julho. No período, dentre as categorias, o destaque foi no segmento de carros com idade entre nove e 12 anos, que apresentou alta de 16,2% nas vendas. Em seguida, vieram os carros acima de 13

De janeiro a julho, vendas de automóveis em Minas subiram 5,2%

anos, cujas vendas cresceram 10,4% quando comparadas com igual período do ano passado. A comercialização de automóveis de quatro a oito anos subiu 1,3%. Já a venda de seminovos,

carros com até três anos de uso e que têm preços mais elevados que as demais categorias, encerrou o intervalo com retração de 7,3%. Com o resultado positivo e

comparando com o desempenho entre os estados da região Sudeste, Minas Gerais foi o que apresentou a maior alta nas vendas dos veículos usados (5,2%) ao longo dos primeiros sete meses de 2019, frente igual intervalo do ano passado. Em segundo lugar, ficou São Paulo, com variação positiva de 4,8%. No Espírito Santo, foi verificada estagnação, com pequena variação para cima de 0,1%, e no Rio de Janeiro houve queda de 15,4%. Na comparação de julho com junho, a venda de automóveis usados e seminovos ficou 27% maior em Minas Gerais, com a negociação de 170.707 automóveis comercializados, ante os 134.367 veículos registrados em junho. Mantendo a mesma base de comparação, foi observada alta de 45,1% nas vendas de veículos de 9 a 12 anos, com a negociação de 40.919 unidades. Em seguida,

vieram as vendas da categoria velhinhos (com mais de 13 anos) com alta de 44% e 54.691 carros vendidos. Os usados jovens (4 a 8 anos) tiveram as vendas ampliadas em 19,7%, somando 55.520 veículos comercializados. Já a venda de seminovos recuou 10,1% e encerrou o período com a comercialização de 19.577 unidades. Em julho, na comparação com igual período do ano anterior, as venda de seminovos e usados cresceram 10,8% em Minas Gerais, uma vez que, no mesmo mês do ano anterior, foram negociadas 154.036 unidades. No sétimo mês do ano, os veículos mais comercializados no Estado foram: Gol, Palio, Siena, Uno e Fiesta. Dentre os comerciais leves, os destaques foram para Saveiro, Strada, Ranger, Kombi e Doblo. As motos mais vendidas foram a CG150, CG125, NXR150, XRE300 e CB300R.


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ECONOMIA BARRAGENS DE REJEITOS

Barão de Cocais reage aos poucos após alerta Empresários do município lançaram campanha para estimular a retomada das atividades econômicas MICHELLE VALVERDE

O comércio e o turismo de Barão de Cocais, na região Central de Minas Gerais, vêm reagindo, aos poucos, às perdas provocadas pelo risco de rompimento da barragem Sul Superior da mina Gongo Soco, da Vale. Para estimular as negociações e a visitação na cidade, foi lançada, em junho, a campanha “Barão é Muito Mais”. Com a realização de eventos e campanha de valorização da cidade, a movimentação tem aumentado, mas ainda está abaixo do normal. De acordo com o diretor da Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Barão de Cocais (Aciabac), Bruno Quintão, o lançamento da campanha “Barão é Muito Mais” tem gerado resultados positivos. Através da campanha foi criada uma marca que vem sendo utilizada pelos comerciantes da cidade para estimular o comércio e o turismo. Também foi desenvolvida uma linha de produtos, voltados principalmente para os turistas, com a logomarca da campanha, que incluem camisas, chaveiros, eco bag entre outros. A iniciativa é considerada fundamental para a retomada econômica do município, uma vez que empresários ainda enfrentam perdas próximas a 30% ou maiores, dependendo da região onde a atividade

comercial é desenvolvida e o setor de atuação. “Diante dos problemas enfrentados pelo risco de rompimento da barragem, resolvemos lançar a campanha para estimular a atividade econômica no município. Apesar da marca pertencer à Aciabac, não restringimos o uso somente aos nossos associados. A marca vem sendo usada em diversas iniciativas que buscam a retomada do município”, explicou Quintão. Ainda segundo Quintão, o comércio da cidade vem reagindo devido a vários eventos realizados, como o estímulo ao turismo esporte e de aventuras. Também tem sido evidenciada a culinária tradicional e eventos culturais com a participação de artistas locais. Porém, alguns empresários e produtores rurais tiveram a atividade inviabilizada por estarem em áreas consideradas de risco e continuam acumulando prejuízos. “A visitação ao município vem aos poucos retomando, mas ainda temos muitas pessoas com prejuízos porque tiveram que abandonar os negócios ou mudaram de local. Estas pessoas ainda estão buscando soluções junto à Vale. Entre os afetados estão produtores rurais, comerciantes e pessoas que viviam da atividade turística. Além disso, muitos potenciais visitantes deixam

de visitar a cidade por medo ou por não saber onde pode ocorrer acidente em caso de rompimento da barragem”, disse. Mineradora - Em resposta ao questionamento de como estão sendo assistidas as pessoas que tiveram a atividade econômica inviabilizada pela possibilidade de rompimento da barragem, a Vale, em nota, explicou “que o Termo de Compromisso, assinado com a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais em 5 de abril de 2019, também abrange os produtores rurais. Os atingidos que tenham interesse na solução consensual para indenização por danos materiais e morais, em razão da evacuação da barragem Sul Superior, podem procurar o escritório da Vale, situado rua José de Paula, 104, 2º andar, bairro Vila Regina, que funciona de segunda a sexta-feira, de 9h às 18h. Os interessados devem estar acompanhados pela Defensoria Pública ou por advogados. A Vale ressalta que, embora tenha criado esta via direta de negociação consensual, caberá ao atingido optar pelo meio mais adequado para buscar seus direitos”. Para evitar danos maiores, caso ocorra o rompimento da barragem, a Vale está investindo na construção de um muro para a contenção dos rejeitos. Segundo Quintão, as obras têm atraído

profissionais para a cidade, o que também tem ajudado na recuperação do comércio. “O risco da barragem não mudou, continua no

nível três, mas as pessoas não podem parar a vida. O comércio e o turismo estão funcionando e estamos adaptando a cidade,

exemplo disso, são algumas agências bancárias que estavam em áreas de risco e agora estão mudando para áreas seguras”.

ÓLEO E GÁS

Petrobras planeja vender 15 de suas 26 usinas térmicas a partir de 2020 Rio - A Petrobras planeja vender 15 de suas 26 térmicas, em processo de venda que deve começar a partir de 2020, como parte do programa de desinvestimentos e gestão de ativos, disse na quarta-feira (14) a diretora-executiva de Refino e Gás Natural da companhia, Anelise Lara, após participar de seminário no Rio de Janeiro. A escolha das 15 térmicas foi resultado de uma análise do portfólio da empresa, que optou ficar com aquelas que fazem mais sentido para ela, disse a executiva, ao participar de seminário sobre gás natural do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP). Em entrevista a jornalistas, ela disse também que a Petrobras pode participar do leilão A-6 de projetos de geração de energia elétrica, previsto para 17 de outubro, com entrega de energia em 2025. “Olhamos sim (o A-6), pode ser em parcerias”, disse a executiva, explicando que a empresa poderá participar

também como fornecedora de gás natural para projetos. Os comentários de Lara ecoaram recentes notícias de que a Petrobras avalia criar uma subsidiária de geração de energia com seus ativos termelétricos e vender a unidade em uma oferta inicial de ações, conforme apontado em relatório de analistas da XP Investimentos, que tiveram conversa com executivos da petroleira na semana passada. A companhia estatal opera um parque de termelétricas que somam capacidade instalada de mais de 6 mil megawatts, o que a coloca entre os maiores geradores de energia do Brasil, segundo informações do site da empresa. Enquanto a Petrobras planeja reduzir sua participação no mercado de energia elétrica, outras gigantes do petróleo estão ampliando a presença em ativos do setor, como a anglo-holandesa Shell, grande parceira da estatal brasileira nos campos do pré-sal.

Também presente no evento, o presidente da Shell no Brasil, André Araujo, ressaltou a estratégia da empresa de olhar projetos de energia elétrica em todo mundo e disse que poderá avaliar as térmicas da Petrobras quando forem colocadas à venda. “Mercado de eletricidade é estratégico para a Shell agora, considerando a necessidade de eletrificação no mundo. Essa é uma tendência e a Shell vai procurar sem dúvida um espaço nesse setor”, afirmou. O executivo também afirmou que estão avaliando participação no A-6, com “um time dedicado”, mas ressaltou que ainda não há definição sobre a presença no certame. A Shell anunciou em fevereiro um acordo para ter 29,9% da termelétrica Marlim Azul, que será construída no Rio de Janeiro e ainda tem como sócios Mitsubishi Hitachi Power Systems e Pátria Investiment. (Reuters)


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ECONOMIA TRANSPORTES

EMPREENDEDORISMO

Governo estadual vai elaborar plano estratÊgico de ferrovias Projeto foi anunciado na última quarta na ALMG ANA AMÉLIA HAMDAN

O modal ferroviĂĄrio do Estado receberĂĄ uma atenção maior. Foi lançado na quarta-feira (14), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o inĂ­cio dos estudos do Plano EstratĂŠgico FerroviĂĄrio de Minas. Conforme o secretĂĄrio de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, Marco AurĂŠlio Barcelos, a maior parte dos projetos deve ser viabilizada por meio de parcerias e concessĂľes. AlĂŠm disso, serĂĄ pleiteado que a execução das intervençþes receba verbas federais referentes a investimentos na renovação antecipada de concessĂľes de ferrovias. Entre os projetos em anĂĄlise estĂĄ o do Anel FerroviĂĄrio da RegiĂŁo Metropolitana de Belo Horizonte. “Evidentemente, jĂĄ antevemos que a maior parte desses projetos serĂĄ viabilizada por meio de parcerias e por meio de concessĂľes. O plano vai nos dar o guia. Se houver recursos suficientes para parcerias pĂşblico-privadas, a gente tambĂŠm utilizaria essa metodologiaâ€?, disse Barcelos. Ele explica que o plano deve demorar cerca de um ano e meio para ser finalizado. “O objetivo ĂŠ estabelecer um plano de longo prazo que vai indicar quais sĂŁo os empreendimentos e projetos ferroviĂĄrios que podem ser implementados aqui nos prĂłximos anosâ€?, diz. “No prazo de um ano e meio a gente tem condição de trazer para a população, para o

mercado, qual a diretriz, qual a agenda, quais os projetos, valoresâ€?, completou. JĂĄ os prazos para inĂ­cio das obras nĂŁo foram definidos. Segundo o secretĂĄrio, o plano pode auxiliar o Estado tambĂŠm nas negociaçþes junto ao governo federal por recursos das prorrogaçþes de concessĂľes. Ele explica que, com os projetos do Plano EstratĂŠgico FerroviĂĄrio em mĂŁos, Minas terĂĄ melhores condiçþes para ficar com parcelas das outorgas. “Essas outorgas terĂŁo destinação certa, com racionalidade e sustentabilidadeâ€?, diz. A proposta da UniĂŁo ĂŠ de antecipação da renovação das concessĂľes ferroviĂĄrias por mais 30 anos. A principal vantagem seria a antecipação de investimentos. Entretanto, para Minas, a problema ĂŠ que a proposta do governo federal destina a outros estados recursos da renovação de trechos mineiros. O deputado Agostinho Patrus (PV), presidente da ALMG, afirmou que Minas exige receber a totalidade de R$ 6 bilhĂľes de investimentos com antecipação. “O que Minas quer nĂŁo ĂŠ recurso do estado A ou do estado B. NĂłs queremos ĂŠ que a antecipação das concessĂľes daquelas ferrovias que passam no nosso Estado seja aqui aplicadaâ€?, disse. Ele tambĂŠm reforça que o plano estratĂŠgico pode ajudar na definição de onde tais recursos devem ser investidos. Parte das propostas a serem analisadas jĂĄ vem sen-

do discutida pela Comissão Pró-Ferrovias Mineiras da ALMG. O deputado João Leite (PSDB), presidente dessa comissão, considera que o lançamento do Plano EstratÊgico Ferroviårio de Minas Ê histórico. Ele reforça que a solução para o escoamento da produção agrícola de Minas e incremento das exportaçþes passa pelo desenvolvimento das ferrovias. Entre as principais regiþes que necessitam de ferrovias ele cita o Triângulo Mineiro, o Alto Paranaíba e o Noroeste, para escoamento de produtos como soja, milho, farelo, cafÊ, açúcar, fertilizantes. AlÊm disso, hå ainda o Anel Ferroviårio de Belo Horizonte, que atenderia a 22 cidades da região metropolitana com trem de passageiros, sendo que a carga passaria por fora da capital. Metas - Ele informou ainda que o plano deverå fixar metas de curto, mÊdio e longo prazos, sendo vinculadas, respectivamente, à Lei Orçamentåria (LOA), ao Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) e ao Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI). Conforme dados apresentados pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) à Comissão Pró-Ferrovias Mineiras, os investimentos necessårios para o desenvolvimento de 440 projetos ferroviårios no País demandam R$ 530 bilhþes. Desse total, Minas demanda aproximadamente R$ 79 bilhþes.

Minas Gerais atinge a marca de 1 milhĂŁo de MEIs, aponta o Sebrae Em agosto, Minas Gerais fechou o saldo de formalização com mais de 1 milhĂŁo de Microempreendedores Individuais (MEI). Criado hĂĄ dez anos, a figura jurĂ­dica do MEI representa hoje 67% dos pequenos negĂłcios mineiros optantes pelo Simples Nacional. De acordo com um levantamento feito pelo Sebrae com base nos dados do Portal do Empreendedor, Minas Gerais (1.000.493 MEI), Rio de Janeiro (1.016.580 MEI) e SĂŁo Paulo (2.345.332 MEI) sĂŁo os Ăşnicos estados que conseguiram ultrapassar a marca de 1 milhĂŁo de formalizados (atĂŠ 13 de agosto). Juntos os trĂŞs estados correspondem a quase metade (49,8%) dos MEI no Brasil, ou seja, 4,3 milhĂľes dos 8,7 milhĂľes no paĂ­s. “AlĂŠm das vantagens fiscais e previdenciĂĄrias criadas pela legislação, o aumento de formalizados na categoria MEI se deve tambĂŠm a fatores como a necessidade familiar de complemento de renda, devido ao aumento do desemprego nos Ăşltimos anos e, ainda, Ă oportunidade de muitos empreendedores testarem e validarem suas ideias de negĂłcios, com custos menores, antes de evoluĂ­rem o porte da empresaâ€?, justifica a analista do Sebrae Minas, Laurana Viana. No acumulado do perĂ­odo (atĂŠ 13 de agosto), o setor de serviços representou 41% do saldo de formalizaçþes no estado com mais de 400 mil MEI. As atividades com os maiores nĂşmeros de registros sĂŁo: cabeleireiros, manicure e pedicure (88 mil MEI), comĂŠrcio varejista de artigos do vestuĂĄrio e acessĂłrios (75 mil MEI), obras de alvenaria (50 mil MEI),

NETIMĂ“VEIS HOLDING S/A

NETIMĂ“VEIS HOLDING S/A

Companhia Fechada CNPJ 08.311.749/0001-61 / NIRE 3130002362-1 Rua: ParaĂ­ba, n. 1.332, Bairro FuncionĂĄrios/Belo Horizonte - CEP 30130-141

Companhia Fechada CNPJ 08.311.749/0001-61 / NIRE 3130002362-1 Rua: ParaĂ­ba, n. 1.332, Bairro FuncionĂĄrios/Belo Horizonte - CEP 30130-141 RELATĂ“RIO DA ADMINISTRAĂ‡ĂƒO Aos Senhores Acionistas: Em atendimento Ă s disposiçþes legais e estatutĂĄrias, a Administração da NetimĂłveis +ROGLQJ6$YHPDSUHVHQWDUR%DODQoR3DWULPRQLDOEHPFRPRDVGHPRQVWUDo}HVÂżQDQFHLUDVHQFHUUDGDVHP de dezembro de 2018. Balanço Patrimonial Encerrado em 31/12/2018

RELATĂ“RIO DA ADMINISTRAĂ‡ĂƒO Aos Senhores Acionistas: Em atendimento Ă s disposiçþes legais e estatutĂĄrias, a Administração da NetimĂłveis +ROGLQJ6$YHPDSUHVHQWDUR%DODQoR3DWULPRQLDOEHPFRPRDVGHPRQVWUDo}HVÂżQDQFHLUDVHQFHUUDGDVHP de dezembro de 2017. Balanço Patrimonial Encerrado em 31/12/2017 Descrição Ativo Ativo Circulante DisponĂ­vel Caixa (4) Bancos Conta Movimento (6) Aplicaçþes Financeiras Liquidez Imediata (7) Cliente - Duplicatas a Receber Mercado Interno (9) Creditos por Adiantamentos Adiantamentos a Empregados (20) Impostos e Contrib. a Recuperar Impostos e Contrib. a Recuperar (40) Despesas Antecipadas Encargos Gerais a apropiar (69) Ativo NĂŁo Circulante Permanente Ativo IntangĂ­vel (137)

&ODVVLÂżFDomR ExercĂ­cio Atual 241.593,81D 240.593,81D 238.859,01D 1.1.1.01 832,74D 1.1.1.02 36.925,27D 1.1.1.04 201.101,00D 0,00D 1.1.2.01 0,00D 0,00D 1.1.4.01 0,00D 1.734,80D 1.1.6.01 1.734,80D

Descrição Passivo Passivo Circulante Fornecedores Fornecedores (158) Obrigaçþes Tributarias Tributos Retidos a Recolher (163) Tributos S/Faturam a Recolher (170) Obrigaçþes Pessoal Folha de Pagamento de Empregados (184) Encargos Sociais a Pagar (189) Provisþes Sobre Folha (195) Obrigaçþes com Diretores e Autonomos Obrigaçþes com Diretores (203) Emprestimos e Financiamentos Emprestimos Nacionais (209) Passivo não Circulante Longo Prazo Emprestimo de Terceiros (241) Patrimonio Líquido Capital Social Capital Social Subscrito (249) Lucros ou Prejuizos Acumulados Lucros/ Prejuizos Acumulados (264) Ajuste Exercícios Anteriores (265) Resultado do Exercício em Curso (270)

&ODVVLÂżFDomR ExercĂ­cio Atual 241.593,81C 166.850,77C 948,00C 2.1.1.01 948,00C 33.437,44C 2.1.3.01 17.728,88C 2.1.3.02 15.708,56C 73.828,61C 2.1.4.01 0,00C 2.1.4.03 41.369,82C 2.1.4.04 32.458,79C 0,00C 2.1.5,01 0,00C 58.636,72C 2.1.6.01 58.636,72C 69.336,52C 69.336,52C 2.2.1.12 69.336,52C 5.406,52C 251.448,24C 2.3.1.01 251.448,24C 246.041,72D 2.3.3.01 257.909,24D 2.3.3.02 29.106,57C 2.3.3.03 17.239,05D

1.1.8.03 1.2.2.12

0,00D 1.000,00D 1.000,00D 1.000,00D

Balanço de Resultado Econômico SintÊtica de 01/01/2017 atÊ 31/12/2017 Descrição Contas de resultado - receitas Receitas operacionais Receita Bruta de Vendas e Serviços Receita Bruta Prestação de Serviços =Receita Bruta de Vendas e Serviços (-)Deduçþes da Receita Bruta Impostos Incidentes s/ Vendas e Serviços = (-)Deduçþes da Receita Bruta Receitas Financeiras Juros e Descontos Ativos = Receitas Financeiras Apuração do Exercício - Resultado Antes IR e CSLL Impostos Incidentes Sobre o Lucro =Apuração do Exercício - Resultado Antes IR e CSLL =Total - Receitas Operacionais =Total - Contas de Resultado - Receitas Contas de Resultado - Custo e Despesas Despesas Operacionais Despesas Administrativas Despesas Com pessoal Despesas Tributarias Serviços de Terceiros Materiais e Peças Despesas Gerais Despesas Financeiras Despesas Administrativas Total - Despesas Operacionais Total - Contas de Resultado - Custos e Despesas Resultado do Exercício Receitas Despesas + Contas de Apuração Prejuízo Líquido do Exercício

&ODVVLÂżFDomR

Conta

ExercĂ­cio Atual

4.1.1.03

553

4.1.2.03

565

4.1.3.01

573

14.304,91C 14.304,91C

4.1.7.01

9032

42.966,13D 42.966,13D 493.778,92C 493.778,92C

3.4.2.01 3.4.2.03 3.4.2.04 3.4.2.05 3.4.2.06 3.4.2.08

452 477 4128 5218 486 530

559.454,65C 559.454,65C 37.014,51D 37.014,51D 37.014,51D

620.128,15D 2.694,49D 56.973,59D 3.003,57D 70.268,06D 2.922,53D 755.990,39D 755.990,39 D 755.990,39D 493.778,92C 755.990,39D 262.211,47

Declaro, sob as penas da lei, que as informaçþes aqui contidas, são verdadeiras e me responsabilizo por todas elas. 'HFODURVREDVSHQDVGDOHLTXHDVLQIRUPDo}HVDTXLFRQWLGDVUHÀHWHPDGRFXPHQWDomRTXHPHIRLHQWUHJXHVmR verdadeiras e me responsabilizo por todas elas. Ariano Cavalcanti De Paula - Presidente CPF: 44121032691 Wellington Assis De Oliveira - Contador CPF:837.939.336-87 - CRC: 059299/O-4

&ODVVLÂżFDomR ExercĂ­cio Atual 41.682,51D 40.682,51D 38.947,71D 1.1.1.01 9.928,76D 1.1.1.02 29.018,95D 1.1.1.04 0,00D 0,00D 1.1.2.01 0,00D 0,00D 1.1.4.01 0,00D 1.734,80D 1.1.6.01 1.734,80D 1.000,00D 1.000,00D 1.2.2.12 1.000,00D

DESCRIĂ‡ĂƒO ATIVO Ativo Circulante DisponĂ­vel Caixa (4) Bancos Conta Movimento (6) Aplicaçþes Financeiras Liquidez Imediata (7) Clientes - Duplicatas a Receber Mercado Interno (9) Creditos por Adiantamentos Adiantamentos a Empregados (20) Impostos e Contrib. a Recuperar Impostos e Contrib. a Recuperar (40) $WLYR1mR&LUFXODQWH Permanente Ativo IntangĂ­vel (137)

&ODVVLÂżFDomR ExercĂ­cio Atual 41.682,51C 164.276.55C 3.556,28C 2.1.1.01 3.556,28C 55.859,32C 2.1.3.01 6.330,69C 2.1.3.02 49.528,63C 46.224,23C 2.1.4.01 0,00C 2.1.4.03 20.779,65C 2.1.4.04 25.444,58C 58.636,72C 2.1.6.01 58.636,72C 69.336,52C 69.336,52C 2.2.1.12 69.336,52C 191.930,56C 251.048,24C 2.3.1.01 251.048,24C 443.378,80D 2.3.3.01 275.148,29D 2.3.3.02 22.866,81C 2.3.3.03 191.097,32D 2.3.3.03 191.097,32D

DESCRIĂ‡ĂƒO PASSIVO Passivo Circulante Fornecedores Fornecedores (158) Obrigaçþes Tributarias Tributos Retidos a Recolher (163) Tributos S/Faturam a Recolher (170) Obrigaçþes Pessoal Folha de Pagamento de Empregados (184) Encargos Sociais a Pagar (189) ProvisĂľes Sobre Folha (195) Emprestimos e Financiamentos Emprestimos Nacionais (209) 3DVVLYRQmR&LUFXODQWH Longo Prazo Emprestimo de Terceiros (241) Patrimonio LĂ­quido Capital Social Capital Social Subscrito (249) Lucros ou Prejuizos Acumulados Lucros/ Prejuizos Acumulados (264) Ajuste exercicios anteriores (265) Ajuste exercicios em cursos (270) Resultado do ExercĂ­cio em Curso (270)

Balanço de Resultado EconĂ´mico SintĂŠtica de 01/01/2018 atĂŠ 31/12/2018 DESCRIĂ‡ĂƒO Contas de resultado - receitas Receitas operacionais Receita Bruta de Vendas e Serviços Receita Bruta Prestação de Serviços =Receita Bruta de Vendas e Serviços (-)Deduçþes da Receita Bruta Impostos Incidentes s/ Vendas e Serviços = (-)Deduçþes da Receita Bruta Receitas Financeiras Juros e Descontos ativos = Receitas Financeiras =Total - Receitas Operacionais =Total - Contas de Resultado - Receitas Contas de Resultado - Custo e Despesas Despesas Operacionais Despesas Administrativas Despesas Com pessoal Despesas Tributarias Serviços de Terceiros Materiais e Peças Despesas Gerais Despesas Financeiras Despesas Administrativas Total - Despesas Operacionais Total - Contas de Resultado - Custos e Despesas Contas de apuração - Resultado antes IR e CSLL Contas de apuração - Resultado antes IR e CSLL Apuração do Exercio - Resultado antes IR e CSLL Imposto Incidentes sobre o lucro $SXUDomRR([HUFLR5HVXOWDGRDQWHV,5H&6// 7RWDO&RQWDVGHDSXUDomR5HVXOWDGRDQWHV,5H&6// Total - &RQWDVGHDSXUDomR5HVXOWDGRDQWHV,5H&6// Resultado do Exercicio Receitas Despesas + Contas de Apuração Prejuizo liquido do exercicio

&ODVVLÂżFDomR

Conta

ExercĂ­cio Atual

4.1.1.03

553

1.721.278,37C 1.721,278,37C

4.1.2.03

565

114.399,67D 114.399,67D

4.1.3.01

8573

8.054,80C 8.054,80C 1.614.933,50C 1.614.933,50C

3.4.2.01 3.4.2.03 3.4.2.04 3.4.2.05 3.4.2.06 3.4.2.08

452 477 4128 5218 486 530

822.513,98D 9.706,75 D 764.422,12D 7.745,40D 50.762,39D 4.880,24D 1.660.030,88D 1.660.030,88D 1.660.030,88D

5.1.1.01

592

163,239,10D 163.239,10D 163.239,10D 163.239,10D 1.614.933,50C 1.823.269,98D 208.336,48

Declaro, sob as penas da lei, que as informaçþes aqui contidas, são verdadeiras e me responsabilizo por todas elas. 'HFODURVREDVSHQDVGDOHLTXHDVLQIRUPDo}HVDTXLFRQWLGDVUHÀHWHPDGRFXPHQWDomRTXHPHIRLHQWUHJXHVmR verdadeiras e me responsabilizo por todas elas. ARIANO CAVALCANTI DE PAULA - Presidente CPF: 44121032691

WELLINGTON ASSIS DE OLIVEIRA - Contador CPF:837.939.336-87 - CRC: 059299/O-4

promoção de vendas (27 mil MEI) e lanchonetes, casas de chå, de sucos e similares (27 mil MEI). As regiþes Central, Zona da Mata e Vertentes lideram o ranking de formalizaçþes e juntas correspondem por quase metade (49%) dos MEI em Minas Gerais. As cidades com os maiores saldos de formalizados são: Belo Horizonte (174 mil MEI), Contagem (39 mil MEI), Uberlândia (38 mil MEI), Juiz de Fora (30 mil MEI) e Betim (23 mil MEI). Mudanças - Desde a Lei Complementar 128, que cria o MEI, a legislação tem passado por vårias mudanças. Uma delas foi em relação ao limite de faturamento anual. Inicialmente, poderia se tornar um MEI os empreendedores que tivessem uma renda de atÊ R$ 36 mil por ano, um recurso muito limitado que favorecia poucos trabalhadores. No decorrer

dos anos ocorreram outras duas alteraçþes do limite de faturamento: em 2012, passou para R$ 60 mil e, em 2018, foi reajustado para R$ 81 mil. Outra alteração foi no nĂşmero de ocupaçþes permitidas para a formalização. “Em 2008, se restringia a 375 ocupaçþes, entre elas ambulante, cabeleireiro, costureira, pintor, encanador e carpinteiro. Ao longo de uma dĂŠcada, mais 148 ocupaçþes foram incluĂ­das na lista de atividades, que somam hoje 523 ocupaçþesâ€?, explica a analista do Sebrae Minas. A burocracia tambĂŠm foi reduzida. No inĂ­cio, o processo de formalização sĂł era efetivado com a impressĂŁo de documentos que precisavam ser enviados para as Juntas Comerciais. ApĂłs a automatização do Portal do Empreendedor, o processo passou a ser digital. (Da Redação)

NĂšCLEO ASSISTENCIAL CAMINHOS PARA JESUS R. JOSÉ FERREIRA MAGALHĂƒES, 341, B. FLORAMAR, B.HTE MG. CADASTRO GERAL DE CONTRIBUINTE/MF 17.391.822/0001-43, BALANÇO GERAL ENCERRADO EM 31.12.2018. ATIVO 12.878.421,03 - ATIVO CIRCULANTE 3.402.998,67 -DISPONĂ?VEL- Caixa 8.590,90 -Bcos c/ Mov. 119.537,03 -Tit. VĂ­ncul. ao Merc. Aberto 3.106.937,54 -Dep. c/ Poupança 3.530,11 -Corrent. Deved. 24.650,59 $GLDQW S (PSUHJ   $7,92 3(50$1(17(  ,02%,/,=$'2 Âą,PyYHLV H (GLÂżFDo}HV 2.990.393,11 -Terrenos/Lotes 409.264,17 -Poço Artes. 47.433,42 -MĂłv. Utens. NACJ 760.777,82 -MĂĄq. Equip. NACJ 1.077.811,83 -VeĂ­c. Automotores 581.824,65 -CONTAS DE COMPENSAĂ‡ĂƒO ATIVAS 3.607.917,36 DEP. C/POUPANCA-GARANTIA -Ancianato/Idosos/Diversos 1.497.822,76 –CONTAS EXTRA-PATRIMONIAIS ATIVAS –Gratuidade Ativa Assis. 2.110.094,60 -PASSIVO 12.878.421,03 -PASSIVO CIRCULANTE 785.340,76 -DIVERSOS -Fornec. 537.903,93 -Obrig. Diversas 247.436,83 -PATRIMĂ”NIO LĂ?QUIDO -PATRIMĂ”NIO SOCIAL -Patrimon. Soc. 8.485.162,91 -CONTAS DE COMPENSAĂ‡ĂƒO PASSIVAS 3.607.917,36 -DEP.C/POUP.GARANTIA -Cred. de Idosos 1.497.822,76 -CONTAS EXTRA-PATRIMONIAIS PASSIVAS –Gratuidade Passiva Assis. 2.110.094,60 –RESULTADO DO EXERCĂ?CIO -Apur. do Result. do Exerc. (7.011,63) -RECONHECEMOS A EXATIDĂƒO DO PRESENTE BALANÇO GERAL 727$/12$7,92(3$66,925 'R]HPLOK}HVRLWRFHQWRVHVHWHQWDHRLWRPLOTXDWURFHQWRVHYLQWHHXP reais e tres centavos). BELO HORIZONTE, 24 DE JUNHO DE 2019. Ass.: Diretor Geral. –Arthur do Nascimento -AntĂ´nio de Abreu Silva CRC/MG 29.353 Contador. -RECEITAS DIVERSAS 16.697.955,93 -CarnĂŞs 5.259.051,23 –Doad. P. FĂ­sica 604.642,04 - Doad. P. JurĂ­dica 51.012,83 -Donat.Mat.Diversos 1.264.691,19 –Promoç. 45.314,45 -Recup. Desp. 68.727,27 –Conv.Sec.Munic.Ação Soc.PBH 648.805,86 -Doaç. P. FĂ­s. Telemar 2.172.329,08 – Doaç. Estat. Idosos Casa da Esp. Âą/RDV%3&'RDo3)%HQHÂżF5HF)LQDQF$SOLF&3UD]R'RDo}HV3)tV&HPLJ 2.732.476,90 –Sub. Empresa Mista Cemig/Copasa 38.263,54 –Conv. PBH UniĂŁo/Idoso 1.178.826,00 –Doação PF Copasa Âą&RQY0XQLF$EULJR3RUW'HÂżF$GXOWRÂą'RDo3&DSLWDO'HS-XG3)Âą'RDo'RDG AnĂ´nimos P.F. 1.044,20 –Doaç. P. F. Pag Seguro 24.531,92 –Verba Sedese/Acolhim. Instituc. 249.600,00 –Donat. em Alim. 4.500,00 –Rec. c/Venda Bens Doados 60.136,67 –Rec. c/Bens ImĂłvel (aluguel) 7.700,00 –Sedese/Rede Cuidar 30.000,00 -DESP.C/ASSIST. SOCIAL 16.628.207,50 -Ă gua 81.842,35 -Uniforme/Empreg./Usual 19.673,67 -Aliment. 326.361,94Comis.Serv.Telemar 270.809,77 - Confec. CarnĂŞs 6.916,79 -Conserv. Manut. 163.015,89 -Cust.Emolum./Outros 5.216,02 -Cursos Treinam. 400,00 -Desp.Banc. 275.037,05 -Desp. c/VeĂ­c. 141.883,90 -Desp. Condução 2.016,58 -Desp.Consul. Odontol. 16.244,21 –Desp. Sind./Cons./Assoc. Classe 5.748,07 -Desp. c/Comun. Local 6.270,00- Exame 380,00 -FGTS 1.061.759,05 –Frete e Carreto 132,00 –Desp. c/Informat. 39.495,02 -Mat.Constr.Rep. 62.397,87 - Mat.Escrit. 27.499,20 -Medicamentos 269.932,22 -Mult., Jur. e Atualiz. Monet. 540,79 -Jorn.Liv.Revist. 3.380,28 –Desp. Mat. p/Lavand. 51.515,61 -Ornament. 2.904,48 -PIS 47.209,79 -Promoç. 85.405,99 -Sal. /FĂŠrias e Gratif. 10.048.069,51 -Serv.Terc 137.849,38 -Serv. Post. Telegraf. 136.753,35 –Sepultam. 1.782,30 -Trib. Taxas Munic./Est./Fed. 16.969,29 –Telefone 82.038,85 -Vale Transp. 154.050,90 -VestuĂĄrio 69.033,89 –Energ. ElĂŠtrica 208.304,85 –Ecx Card Acordo Sind. 497.520,00 –Exames Hig./PerĂ­od. 2.816.77 -Apar.Ortop/Reabil. 3.671,00 –EPI Equip. Prot. Indiv. 16.839,16 –Mat. P/Limpeza 75.180,16 -Desp. c/Seg. de VeĂ­culos 29.939,99 –Desp. c/Seg. Coletivo 34.802,69 –Mat. Tratam. Curat./Outros 127.086,93 –GĂĄs 33.130,00 –Desp. c/Seg. Cont. IncĂŞndio Patr. 3.193,69 -Desp. Plano Odont. 69.997,90 –Arredond. s/IncidĂŞncia 1.303,71 –Desp. Hospitalares 6.140,00 –Desp. CondomĂ­nio 29.474,63 –Desp. c/Mens. Internos Escolar 9.903,00 –Abono GHIpULDVÂą)pULDVUHVFLVÂą'HVS$o}HV7UDEDOKLVWDVÂą8WHQVSFR]LQKDÂą3O6D~GH 8QLPHG(PSUHJÂą3O6D~GH8QLPHG,QWHUQRV&&Âą3O6D~GH8QLPHG,QWHUQRV&(Âą Ecx Card/Transporte 40.668,00 –Desp. Nutriç./Diet. (Mat. Hig.) 23.030,22 –Higiene 39.520,96 –Fralda Descart. 146.005,52 –Dieta Ent./Frasco/Equipo 213.273,76 –Baixa Equip. Obsoletos/Estrag. 62.517,96 –Crime CibernĂŠtico/Bco Santander 210.427,30 –DESP. C/ASSIST. DE EDUCAĂ‡ĂƒO 76.760,06 –Ecx-card Acordo Sind. 62.278,00 –à gua e Esgoto 2.718,85 –Ener. ElĂŠtrica 10.452,66 –Net 1.310.55 - DEMONSTR. DAS MUTAÇÕES DO PATRIM. SOCIAL EM 31.12.2018 -Patrim.Soc. Saldo Inic.Exerc. 8.492.174,54 –DefĂ­cit do Exerc. (7.011,63) -Total Patrim. Soc. 8.485.162,91 -Saldo Final Exerc. 8.485.162,91 -NOTAS EXPLICATIVAS Ă€S DEMONSTRAÇÕES CONTĂ BEIS RELATIVAS AO EXERCĂ?CIO FINDO (0'('(=(0%52'(&217(;7223(5$&,21$/21~FOHR$VVLVWHQFLDO&DPLQKRVSDUD-HVXVpXPD ,QVWLWXLomR)LODQWUySLFDVHPÂżQVOXFUDWLYRVHWHPSRUÂżQDOLGDGHSUHVWDUDVVLVWrQFLDPDWHULDOHDPSDURDVSHVVRDV FULDQoDV adolescentes e idosos), carentes sem distinção, raça ou nacionalidade, a missĂŁo de assistir pessoas com doenças motora de origem cerebral de diversas etiolĂłgicas e/ou aqueles, neurolĂłgicas de patologias diversas sejam totalmente dependentes de atividades de vida diĂĄria (AVD) abandonadas e/ou economicamente carentes. -2. BASE DE PREPARAĂ‡ĂƒO E APRESEN7$d­2Âą'HFODUDomRGHFRQIRUPLGDGH FRPUHODomRjVQRUPDVGR&3& Âą$VGHPRQVWUDo}HVÂżQDQFHLUDVIRUDPHODERUDdas e estĂŁo sendo apresentadas de acordo com a Resolução CFC nÂş 1.409 de 21 de setembro 2012, que aprova a ITG 2002 Âą(QWLGDGHVVHP)LQDOLGDGHGH/XFURV$VGHPRQVWUDo}HVVmRHODERUDGDVFRPEDVHQRFXVWRKLVWyULFR2FXVWRKLVWyULFRJHUDOPHQWHpEDVHDGRQRYDORUMXVWRGDVFRQWUDSUHVWDo}HVSDJDVHPWURFDGHDWLYRV0RHGDVIXQFLRQDOHPRHGDGHDSUHVHQWDomRÂą2VLWHQVLQFOXtGRVQDVGHPRQVWUDo}HVÂżQDQFHLUDVVmRPHQVXUDGRVGHDFRUGRFRPDPRHGDSULQFLSDOGRDPELHQWH HFRQ{PLFRQRTXDOD(QWLGDGHDWXD ÂłPRHGDIXQFLRQDO´ $VGHPRQVWUDo}HVÂżQDQFHLUDVHVWmRDSUHVHQWDGDVHPUHDLVTXHpD moeda funcional da Entidade e, tambĂŠm, a sua moeda de apresentação. 3 DOCUMENTAĂ‡ĂƒO DA ESCRITURAĂ‡ĂƒO &27Ăˆ%,/ 1%&7 $GRFXPHQWDomRFRQWiELOGD(QWLGDGHpKiELOUHYHVWLGDGDVFDUDFWHUtVWLFDVHVVHQFLDLVGHÂżQLGDVQD legislação, na tĂŠcnica-contĂĄbil. A Entidade mantĂŠm em boa ordem a documentação contĂĄbil. 4 – SUMĂ RIO DAS PRINCI3$,635Ăˆ7,&$6&217Ăˆ%(,6$SXUDomRGR6XSHUiYLWRX'pÂżFLWGR([HUFtFLR2UHVXOWDGRGDVRSHUDo}HVVRFLDLVp DSXUDGRSHORUHJLPHGHFDL[DGRH[HUFtFLR$SOLFDo}HV)LQDQFHLUDV(VWmRGHPRQVWUDGDVDRFXVWRGHDTXLVLomRDFUHVFLGR GRVUHQGLPHQWRVDXIHULGRVDWpDGDWDGRHQFHUUDPHQWRGR([HUFtFLR,VHQo}HVSUHYLGHQFLiULDVXVXIUXtGDV(PDWHQGLPHQWRVDR3DUiJUDIRĂ’QLFR$UWžGR'HFUHWRQžGHHDOWHUDo}HVSRVWHULRUHVVHUmRGHPRQVWUDGDVDVHJXLURV YDORUHVUHODWLYRVjVLVHQo}HVSUHYLGHQFLiULDVFRPRVHGHYLGDVIRVVHPJR]DGDVGXUDQWHR([HUFtFLRGH,1666$7 VIROKDGHSDJDPHQWRQRYDORUGH[ (VWDVFRQWDV([WUD3DWULPRQLDLVDVTXDLVQmR WHPLQĂ€XrQFLDGLUHWDQR3DWULP{QLRGD(QWLGDGH4XDQWRDRVUHVWDQWHGRVEHQHItFLRVGRVLGRVRVHVWmRFRQWDELOL]DGRVHLGHQWLÂżFDGRVLQGLYLGXDOPHQWHQDVFRQWDVGH&UpGLWRVGH,GRVRV'HSyVLWRVFRP3RXSDQoDGHXVRSHVVRDOGHFDGD idoso. 4.5 Demonstração da receita do exercĂ­cio. Receitas Diversas 16.697.955,93 – CarnĂŞ 5.259.051,23 – Doad. P. FĂ­sica Âą'RDG3-XUtGLFDÂą'RDo}HV3)LV&HPLJÂą'RDo}HV3HV)tVLFD&RSDVD –Doaç. Doad. AnĂ´nimos P.F. 1.044,20 –'RQDWHP0DW'LYHUÂą3URPRo}HVÂą5HFXSGH'HVS 68.727,27 -Conv. Sec.Munic. Ação Soc. PBH 648.805,86 - Conv. PBH UniĂŁo Idosos 1.178.826,00 - Doaç. P. F. Telemar  Âą/2$6%3& 'RDo 3) Âą %HQHÂżFLiULRV  Âą 6XE (PSU 0LVWD&HPLJ&RSDVD  Âą'RDomR Estat. Idosos C.E. 307.477,64 -Rec. Finan. Apl. Curto Prazo 176.758,02 –Doação Pena Capital/Dep. Judicial P.F. 21.633,76 &RQY0XQLF$EULJ3RUW'HÂżF$GXOWR9HUED6HGHVH$FROKLP,QVWLWXFÂą'RDo3)3DJ6HJXUR 24.531,92 –Donat. em Alim. 4.500,00 –Rec. c/Bens ImĂłveis Aluguel 7.700,00 –Sedese/Rede Cuidar 30.000,00 –Rec. c/ venda de bens doados 60.136,67. 5- DA ADMINISTRAĂ‡ĂƒO – SĂƒO ORGĂƒOS ADMINISTRATIVOS NO NĂšCLEO ASSISTENCIAL CAMINHOS PARA JESUS – a- AssemblĂŠia Geral –b- Diretoria Administrativa – c- Conselho Fiscal –Nenhum membro da Diretoria Administrativa ou do Conselho Fiscal poderĂĄ receber remuneração nem serĂŁo distribuĂ­dos luFURVGLYLGHQGRVERQLÂżFDo}HVRXYDQWDJHQVGRVVHXVSDUWLFLSDQWHVDVVRFLDGRVPDQWHQHGRUHVRXFRODERUDGRUHVVRETXDOTXHU forma ou pretexto, no exercĂ­cio do cargo. 6 DO PATRIMĂ”NIO E DA RECEITA 6.1 O patrimĂ´nio do NĂšCLEO ASSISTENCIAL “CAMINHOS PARA JESUSâ€? serĂĄ constituĂ­do dos bens imĂłveis existentes em sua sede prĂłpria, Ă Rua JosĂŠ Ferreira MagalhĂŁes, nÂş 341 – Bairro Floramar – na Capital do Estado de Minas Gerais, e mais pelos que lhe venham a ser doados, legados ou adquiridos com recursos prĂłprio, deverĂŁo sofrer em seus registros, no competente cartĂłrio de Registro de ImĂłveis e gravame do Ă”nus da inalienabilidade. PARAGRAFO 1 – Outros bens imĂłveis do patrimĂ´nio nĂŁo destinados ao cumpriPHQWRGHPLVV}HVGR1Ă’&/(2VySRGHUmRVHUDOLHQDGRVSHUPXWDGRVHJUDYDGDVFRPDH[SUHVVDDXWRUL]DomRGD$VVHPEOpLD JHUDOREVHUYDGDDPDLRULDGRVYRWRV$UHFHLWDVHUiFRQVWLWXtGDGDVYHUEDVD FRQWULEXLomRGHVyFLRVDWLYRVE GRDo}HV GHTXDOTXHUQDWXUH]DGHSHVVRDVItVLFDRXMXUtGLFDVF VXEYHQo}HV&(0,*H&23$6$ HPSUHVDGHHFRQRPLDPLVWD G  $X[tOLRVGRV3RGHUHV3~EOLFRVDWUDYpVGHFRQYrQLRV0XQLFLSDO(VWDGXDOH)HGHUDO 0(& 3''(Âą3URJUDPD'LQKHLUR Direto na Escola; e) LOAS/BPC – BenefĂ­cio de Prestação Continuada; f) Estatuto do Idoso – Contribuição Espontânea; g) 5HQGDGH7tWXORVHRXWURVEHQVK MXURVHYHQWXDLVL 5HFHLWDVGHSURPRo}HVGLYHUVDV3$5Ăˆ*5$)2Ă’1,&27RGDDUHQGD GR1Ă’&/(2VHUiGHVWLQDGDDRDWHQGLPHQWRGRVREMHWLYRVÂż[DGRVQHVWH(VWDWXWR6RFLDO$6RFLHGDGHQmRGLVWULEXLOXFURVRX TXDLVTXHURXWUDVUHPXQHUDo}HVDRVVHXV'LUHWRUHVSDUWLFLSDQWHVRXVyFLRV,02%,/,=$'2,PyYHLVH Edif. 2.990.393,11 -Terrenos/Lotes 409.264,17 -Poço Artesiano 47.433,42 -MĂłveis e Utens. NACJ 760.777,82 -MĂĄq. Equip. NACJ 1.077.811,83 -VeĂ­culos Automotores 581.824,65 -O NĂšCLEO ASSISTENCIAL CAMINHOS PARA JESUS possui FRQWUROHLQGLYLGXDOL]DGRGRVEHQVVHPSODFDVGHSDWULP{QLRGR,PRELOL]DGRHSRUWDQWRQmRID]DVUHVSHFWLYDVFRUUHo}HV GHSUHFLDo}HVHGHPRQVWUDGRVSHORYDORUGHFXVWRPXLWRVGHRULJHPGHGRDo}HV XVDGRV 3$75,0Ă?1,262&,$/Âą2 patrimĂ´nio social ĂŠ apresentado em valores atualizados e compreende o PatrimĂ´nio Social inicial, acrescido dos valores dos VXSHUiYLWVHGLPLQXtGRVGRVGpÂżFLWVRFRUULGRV2VXSHUiYLWGRH[HUFtFLRTXDQGRRFRUUHUVHUiGHVWLQDGRjPDQXWHQomRGDV atividades para atender dispositivos legais, estatutĂĄrios e o principio contĂĄbil da continuidade da entidade. Parecer do Conselho Fiscal - Os membros do Conselho Fiscal do NUCLEO ASSISTENCIAL CAMINHOS PARA JESUS, abaixo-assinaGRVUHXQLGRVQD6HGH6RFLDOQHVWD&DSLWDOGR(VWDGRGH0*HFXPSULQGRVXDVDWULEXLo}HVOHJDLVH[DPLQDUDPR%DODQoRH D&RQWD$5(DSUHVHQWDGRVSHOD'LUHWRULD([HFXWLYDUHIHUHQWHDRH[HUFtFLRHQFHUUDGRHPHKDYHQGRYHULÂżFDGR WHUHPVLGRHVVHVGRFXPHQWRVGHDFRUGRFRPDOHLHVWDUHPFHUWRVHH[SULPLUHPDUHDOLGDGHGDVRSHUDo}HVVRFLDLVVmRGH parecer que merecem todos eles a aprovação deste Conselho. Belo Horizonte, 20 de março de 2019 . Ass. Carlos Alberto Khouri Rossi, Luiz ClĂĄudio de Souza, Fernando SĂŠrgio Lima Zarife. RELATĂ“RIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTĂ BEIS - EXERCĂ?CIO DE 2018 – OpiniĂŁo com ressalva -Examinamos as demonsWUDo}HVFRQWiEHLVGR1Ă’&/(2$66,67(1&,$/&$0,1+263$5$-(686TXHFRPSUHHQGHPREDODQoRSDWULPRQLDOHP GHGH]HPEURGHHDVUHVSHFWLYDVGHPRQVWUDo}HVGRVXSHUiYLWRXGpÂżFLWGDVPXWDo}HVGRSDWULP{QLRVRFLDOHGRV Ă€X[RVGHFDL[DSDUDRH[HUFtFLRÂżQGRQHVVDGDWDEHPFRPRDVFRUUHVSRQGHQWHVQRWDVH[SOLFDWLYDVLQFOXLQGRRUHVXPRGDV principais polĂ­ticas contĂĄbeis. Em nossa opiniĂŁo, exceto pelos efeitos do assunto descrito na seção a seguir intitulada “Base SDUDRSLQLmRFRPUHVVDOYD´DVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVDFLPDUHIHULGDVDSUHVHQWDPDGHTXDGDPHQWHHPWRGRVRVDVSHFWRV UHOHYDQWHVDSRVLomRSDWULPRQLDOHÂżQDQFHLUDGR1Ă’&/(2$66,67(1&,$/&$0,1+263$5$-(686HPGHGH]HPEURGHRGHVHPSHQKRGHVXDVRSHUDo}HVHRVVHXVĂ€X[RVGHFDL[DSDUDRH[HUFtFLRÂżQGRQHVVDGDWDGHDFRUGRFRPDV prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil. Base para opiniĂŁo com ressalva – A Entidade nĂŁo adota o critĂŠrio contĂĄbil de registrar as quotas de depreciação dos itens do Ativo Imobilizado, conforme previsto nas Normas Brasileiras de Contabilidade editaGDVSHOR&RQVHOKR)HGHUDOGH&RQWDELOLGDGHHGHPDLVQRUPDVOHJDLVHUHJXODPHQWDGRUDVGDVHQWLGDGHVVHPÂżQDOLGDGHGH lucros. Consequentemente, nĂŁo estamos opinando sobre o saldo lĂ­quido do ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2018 no valor de R$5.868 mil. Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estĂŁo descritas na seção a seguir, intitulada “Responsabilidade GRDXGLWRUSHODDXGLWRULDGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLV´6RPRVLQGHSHQGHQWHVHPUHODomRj(QWLGDGHGHDFRUGRFRPRV SULQFtSLRVpWLFRVUHOHYDQWHVSUHYLVWRVQR&yGLJRGHeWLFD3URÂżVVLRQDOGR&RQWDGRUHQDVQRUPDVHPLWLGDVSHOR&RQVHOKR Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades ĂŠticas de acordo com essas normas. Acreditamos TXHDHYLGrQFLDGHDXGLWRULDREWLGDpVXÂżFLHQWHHDSURSULDGDSDUDIXQGDPHQWDUQRVVDRSLQLmRFRPUHVVDOYD5HVSRQVDELOLGDGH GDDGPLQLVWUDomRVREUHDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVÂą$DGPLQLVWUDomRpUHVSRQViYHOSHODHODERUDomRHDGHTXDGDDSUHVHQWDomRGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVGHDFRUGRFRPDVSUiWLFDVFRQWiEHLVDGRWDGDVQR%UDVLOHSHORVFRQWUROHVLQWHUQRVTXHHOD GHWHUPLQRXFRPRQHFHVViULRVSDUDSHUPLWLUDHODERUDomRGHGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVOLYUHVGHGLVWRUomRUHOHYDQWHLQGHSHQGHQWHPHQWHVHFDXVDGDSRUIUDXGHRXHUUR1DHODERUDomRGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVDDGPLQLVWUDomRpUHVSRQViYHOSHOD avaliação da capacidade da Entidade continuar operando, divulgando, quando aplicĂĄvel, os assuntos relacionados com a sua FRQWLQXLGDGHRSHUDFLRQDOHRXVRGHVVDEDVHFRQWiELOQDHODERUDomRGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVDQmRVHUTXHDDGPLQLVWUDomRSUHWHQGDOLTXLGDUD(QWLGDGHRXFHVVDUVXDVRSHUDo}HVRXQmRWHQKDQHQKXPDDOWHUQDWLYDUHDOLVWDSDUDHYLWDURHQFHUUDPHQWRGDVRSHUDo}HV2VUHVSRQViYHLVSHODJRYHUQDQoDGD(QWLGDGHVmRDTXHOHVFRPUHVSRQVDELOLGDGHSHODVXSHUYLVmRGR SURFHVVRGHHODERUDomRGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLV5HVSRQVDELOLGDGHGRDXGLWRUSHODDXGLWRULDGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVÂą1RVVRVREMHWLYRVVmRREWHUVHJXUDQoDUD]RiYHOGHTXHDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVWRPDGDVHPFRQMXQWRHVWmROLYUHV de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatĂłrio de auditoria contendo nossa opiniĂŁo. Segurança razoĂĄvel ĂŠ um alto nĂ­vel de segurança , mas nĂŁo uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com DVQRUPDVEUDVLOHLUDVHLQWHUQDFLRQDLVGHDXGLWRULDVHPSUHGHWHFWDDVHYHQWXDLVGLVWRUo}HVUHOHYDQWHVH[LVWHQWHV$VGLVWRUo}HV podem ser decorrentes de fraude ou erro e sĂŁo consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam LQĂ€XHQFLDUGHQWURGHXPDSHUVSHFWLYDUD]RiYHODVGHFLV}HVHFRQ{PLFDVGRVXVXiULRVWRPDGDVFRPEDVHQDVUHIHULGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLV&RPRSDUWHGDDXGLWRULDUHDOL]DGDGHDFRUGRFRPDVQRUPDVEUDVLOHLUDVHLQWHUQDFLRQDLVGHDXGLWRULD H[HUFHPRVMXOJDPHQWRSURÂżVVLRQDOHPDQWHPRVFHWLFLVPRSURÂżVVLRQDODRORQJRGDDXGLWRULD$OpPGLVVR,GHQWLÂżFDPRVH DYDOLDPRVRVULVFRVGHGLVWRUomRUHOHYDQWHQDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVLQGHSHQGHQWHPHQWHVHFDXVDGDSRUIUDXGHRXHUUR planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidĂŞncia de auditoria DSURSULDGDHVXÂżFLHQWHSDUDIXQGDPHQWDUQRVVDRSLQLmR2ULVFRGHQmRGHWHFomRGHGLVWRUomRUHOHYDQWHUHVXOWDQWHGHIUDXGH pPDLRUGRTXHRSURYHQLHQWHGHHUURMiTXHDIUDXGHSRGHHQYROYHURDWRGHEXUODURVFRQWUROHVLQWHUQRVFRQOXLRIDOVLÂżFDomRRPLVVmRRXUHSUHVHQWDo}HVIDOVDVLQWHQFLRQDLV2EWHPRVHQWHQGLPHQWRGRVFRQWUROHVLQWHUQRVUHOHYDQWHVSDUDDXGLWRULD para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados Ă s circunstâncias, mas nĂŁo com o objetivo de expressarmos opiQLmRVREUHDHÂżFiFLDGRVFRQWUROHVLQWHUQRVGD(QWLGDGH$YDOLDPRVDDGHTXDomRGDVSROtWLFDVFRQWiEHLVXWLOL]DGDVHDUD]RDELOLGDGHGDVHVWLPDWLYDVFRQWiEHLVHUHVSHFWLYDVGLYXOJDo}HVIHLWDVSHODDGPLQLVWUDomR&RQFOXtPRVVREUHDDGHTXDomRGR uso, pela administração, da base contĂĄbil de continuidade operacional e, com base nas evidĂŞncias de auditoria obtidas, se H[LVWHLQFHUWH]DUHOHYDQWHHPUHODomRDHYHQWRVRXFRQGLo}HVTXHSRVVDPOHYDQWDUG~YLGDVLJQLÂżFDWLYDHPUHODomRjFDSDFLdade de continuidade operacional da Entidade. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em QRVVRUHODWyULRGHDXGLWRULDSDUDDVUHVSHFWLYDVGLYXOJDo}HVQDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVRXLQFOXLUPRGLÂżFDomRHPQRVVD RSLQLmRVHDVGLYXOJDo}HVIRUHPLQDGHTXDGDV1RVVDVFRQFOXV}HVHVWmRIXQGDPHQWDGDVQDVHYLGrQFLDVGHDXGLWRULDREWLGDV DWpDGDWDGHQRVVRUHODWyULR7RGDYLDHYHQWRVRXFRQGLo}HVIXWXUDVSRGHPOHYDUD(QWLGDGHDQmRPDLVVHPDQWHUHPFRQWLQXLGDGHRSHUDFLRQDO$YDOLDPRVDDSUHVHQWDomRJHUDODHVWUXWXUDHRFRQWH~GRGDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVLQFOXVLYHDV GLYXOJDo}HVHVHDVGHPRQVWUDo}HVFRQWiEHLVUHSUHVHQWDPDVFRUUHVSRQGHQWHVWUDQVDo}HVHRVHYHQWRVGHPDQHLUDFRPSDWtYHO com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsĂĄveis pela governança a respeito, entre outros DVSHFWRVGRDOFDQFHSODQHMDGRGDpSRFDGDDXGLWRULDHGDVFRQVWDWDo}HVVLJQLÂżFDWLYDVGHDXGLWRULDLQFOXVLYHDVHYHQWXDLV GHÂżFLrQFLDVQRVFRQWUROHVLQWHUQRVTXHLGHQWLÂżFDPRVGXUDQWHRH[HUFtFLRVREDXGLWRULD%HOR+RUL]RQWHGHDEULOGH Castro, Serra, Nirdo – Auditores Independentes. CRC MG 190 / CVM 245-3. Ricardo do Amaral Fonseca CRC/MG 71.041.


BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 15, A SEGUNDA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2019

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POLĂ?TICA REUTERS/ADRIANO MACHADO

REFORMA DA PREVIDĂŠNCIA

CCJ do Senado deďŹ ne as datas das audiĂŞncias pĂşblicas PEC começou a tramitar na Casa na quarta-feira BrasĂ­lia - A Proposta de Emenda Ă Constituição (PEC) da reforma da PrevidĂŞncia começou a tramitar de fato no Senado na quarta-feira (14), com a aprovação, na ComissĂŁo de Constituição e Justiça (CCJ) de requerimentos de audiĂŞncias pĂşblicas com especialistas e outras pessoas ligadas ao tema. Os encontros acontecerĂŁo entre segunda-feira (19) e quinta-feira (22). Os requerimentos foram apresentados pelo relator da reforma no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), e por senadores de partidos como PT, PSB, Rede e PSL. Como hĂĄ repetição de convidados, o calendĂĄrio ainda serĂĄ organizado. A definição inicial ĂŠ que, na segunda-feira, haverĂĄ a audiĂŞncia solicitada pelo relator, que convidou RogĂŠrio Marinho, secretĂĄrio especial de Trabalho e PrevidĂŞncia do MinistĂŠrio da Economia; Rafael Fonteles, presidente do ComitĂŞ dos SecretĂĄrios de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) e secretĂĄrio de Fazenda do PiauĂ­; Jayme de Oliveira, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda e professor da UnB. O lĂ­der do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), solicitou

que os expositores de todos os requerimentos que são favoråveis à reforma sejam ouvidos na segunda e na quinta-feira, enquanto os contrårios seriam ouvidos na terça e na quarta-feira. A presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), disse que caberia ao relator decidir esta questão. Na terça-feira (13), os líderes partidårios aprovaram um calendårio de tramitação da reforma da Previdência. Pelo cronograma aprovado, a leitura do parecer do senador Tasso Jereissati na CCJ estå prevista para 28 de agosto e a votação na comissão, se darå em 4 de setembro. No plenårio, a votação em primeiro turno estå prevista para 18 de setembro, em segundo turno, em 2 de outubro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou para 10 de setembro, dia em que estå prevista a inclusão na Ordem do Dia do plenårio, uma comissão geral com especialistas para discutir a reforma ao longo de todo o dia. O ministro Paulo Guedes (Economia) Ê esperado nesta reunião. TambÊm na terça-feira, o governo de Jair Bolsonaro (PSL) prometeu destravar os projetos do pacto federativo em troca da aprovação da reforma da Previdência. Pelo acordo, começarão a tramitar quatro PECs e dois

PREFEITURA MUNICIPAL DE JEQUITIBĂ

O MUNICĂ?PIO DE JEQUITIBĂ torna pĂşblico aos interessados que farĂĄ realizar licitação pĂşblica, na modalidade Tomada de Preços nÂş: 06/2019 – Processo LicitatĂłrio nÂş: 84/ 2019 – Objeto: CONTRATAĂ‡ĂƒO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAĂ‡ĂƒO DE SERVIÇOS COMPLEMENTARES DA UBS PORTE IVâ€?. Conforme requisição da Secretaria Municipal de Obras. A entrega dos envelopes acontecerĂĄ no dia 02/09/2019 (Segundafeira), atĂŠ Ă s 08h30minh horas, no Departamento de Licitaçþes do MunicĂ­pio. A abertura dos envelopes serĂĄ Ă s 08h45minh horas do mesmo dia. Os interessados em participar da licitação pĂşblica – TOMADA DE PREÇO NÂş 06/2019 – deverĂŁo solicitar seu edital no Departamento de Licitaçþes do MunicĂ­pio, sito na Av. Raimundo Ribeiro da Silva, 145, Centro, de 08h00min Ă s 12h00min e de 13:00 Ă s 17:00 horas e/ou pelo site (www.jequitiba.mg.gov.br) impreterivelmente.

EDITAL DE REGISTRO DE DESMEMBRAMENTO URBANO MunicĂ­pio e Comarca de Lagoa Santa/MG Danilo de Assis Faria2ÂżFLDOGR5HJLVWURGH,PyYHLVGHVWD&RPDUFDGH/DJRD6DQWD (VWDGRGH0LQDV*HUDLVQRSOHQRH[HUFtFLRGHVHXFDUJRHQDIRUPDGD/HLHWF F A Z PĂšBLICO TXH PARATI EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA, &13-  FRP VHGH HP %HOR +RUL]RQWH0* QD $YHQLGD &RURQHO -RVp'LDV%LFDOKRQž%DLUUR6mR/XL]HSL ASSEL PARTICIPAÇÕES LTDA, &13-  FRP VHGH HP %HOR +RUL]RQWH0* QD $YHQLGD ĂˆOYDUHV &DEUDO Qž  &HQWUR GHYLGDPHQWH UHSUHVHQWDGDV MXQWDQGR RV GRFXPHQWRV H[LJLGRV SHOD /HL  SURWRFRODUDP SHGLGR GH UHJLVWUR GH GHVPHPEUDPHQWR VLWXDGRQDEstrada H, Bairro Vale dos SonhosQHVWDFLGDGHGH/DJRD6DQWD0* FRP iUHD WRWDO GH PĂ° FLQFR PLO FHQWR H TXDWUR PHWURV TXDGUDGRV  REMHWR GDPDWUtFXODQžĂ€OLYUR(2GR&DUWyULRGH5HJLVWURGH,PyYHLVGHVWD &RPDUFDGDQGRRULJHPD RLWR ORWHVGHVFULWRVDEDL[R

2 GHVPHPEUDPHQWR IRL GHYLGDPHQWH DSURYDGR SHOR 0XQLFtSLR GH /DJRD 6DQWD0* FRQIRUPHGHFUHWRGHGH2XWXEURGHFRQIRUPHFRQVWDQDSODQWDDVHU OHYDGDDUHJLVWURLPRELOLiULRDVVLQDGDSHOR0XQLFtSLR2VGRFXPHQWRVDSUHVHQWDGRV IRUDP DXWXDGRV H SUHQRWDGRV VRE R Q¾  HP  H ¿FDP j GLVSRVLomR GH TXDLVTXHU LQWHUHVVDGRV SDUD H[DPH QHVWD 6HUYHQWLD H QmR VHQGR DSUHVHQWDGD LPSXJQDomR QR SUD]R GH TXLQ]H GLDV FRQWDGRV GD ~OWLPD SXEOLFDomR GHVWH HGLWDO SURFHGHUVHiRUHJLVWURUHTXHULGRQDIRUPDGDOHL(VWHHGLWDOVHUiD¿[DGRQROXJDU GHFRVWXPHHSXEOLFDGRSRUWUrVYH]HVFRQVHFXWLYRVHPMRUQDOGHJUDQGHFLUFXODomR 6HJXH GHVHQKR GR SHUtPHWUR GR LPyYHO /DJRD 6DQWD0*  GH $JRVWR GH  Danilo de Assis Faria2ItFLRGH5HJLVWURGH,PyYHLVGH/DJRD6DQWD

projetos de lei para irrigar caixas de estados e municípios. A primeira PEC prevê o fim da Lei Kandir. A proposta estabelece o fim legislação que hoje garante a compensação pelas perdas na arrecadação tributåria decorrente da desoneração de exportaçþes. Pela PEC, que ainda precisa ser encaminhada, cada estado cria sua regra tributåria. A segunda visa garantir repasses federais dos recursos provenientes da cessão onerosa e do bônus de assinatura dos campos do prÊ-sal. A proposta jå estå no Senado.

Governo deve destravar o pacto federativo em troca da aprovação da reforma no Senado

Uma terceira PEC trata da destinação de recursos do Fundo Social, composto por recursos de exploração de petróleo e hoje de uso exclusivo da União. Esta proposta tambÊm jå estå no Senado. A quarta PEC, inda precisa ser encaminhada, quer estender de 2024 para 2028 o prazo para pagamentos de precatórios de estados e municípios. TambÊm fazem parte do

acordo o destravamento dos projetos de regularização da securitização de crÊditos dos estados (texto na Câmara), de implementação do Plano Mansueto, programa que vai permitir que estados em dificuldade possam tomar dinheiro emprestado com aval da União. Esta proposta tambÊm estå na Câmara. AlÊm disso, o governo se compromete a pagar no fim do ano R$ 4 bi bilhþes para todos os estados da

Lei Kandir e do Fundo de Exportação (Fex). Segundo Bezerra Coelho, estes recursos virão da cessão onerosa. Paulo Guedes irå ao Senado em 20 de agosto para discutir com os líderes a apresentação das propostas. A ideia Ê aproveitar textos que jå tramitam no Congresso para que a tramitação comece o quanto antes e seja possível aprovar as medidas atÊ o fim do ano. (Folhapress)

Militares: definidos os membros da comissão Brasília - A comissão especial da Câmara dos Deputados que vai debater a aposentadoria dos militares das Forças Armadas terå como presidente o deputado JosÊ Priante (MDB-PA) e como relator o deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP). A instalação do colegiado, composto de 34 membros titulares e igual número de suplentes, foi feita na manhã de quarta-feira (14). Segundo o Projeto de Lei 1645/19, enviado pelo governo em março deste ano, os militares passarão a contribuir mais para a previdência especial e a trabalhar mais para terem direito a aposentadorias e pensþes. Pelo texto, haverå um aumento progressivo na alíquota de contribuição para a previdência dos militares. Atualmente, essa alíquota estå em 7,5%. A proposta Ê

que a cada ano seja aplicado o aumento de um ponto percentual atÊ 2022, quando essa alíquota deve chegar a 10,5%, valor a ser praticado desse ano em diante. A proposta do governo tambÊm prevê a reestruturação das carreiras militares. Com o conjunto de medidas, o impacto fiscal líquido deve ser de pelo menos R$ 10,45 bilhþes em dez anos. AtÊ 2022, pode alcançar R$ 2,29 bilhþes. A nova regra estabelece um aumento de cinco anos no tempo de serviço, aumentando de 30 para 35 anos, tanto para homens quanto para mulheres. Jå a idade mínima para aposentadoria varia de acordo com a patente do militar. Quanto mais alta a patente, maior a idade mínima. Essa variação jå existe na regra atual e, na proposta do governo, todas as idades

EDITAL DE CONVOCAĂ‡ĂƒO ELEITORAL O Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas IndĂşstrias da Construção Pesada de Minas Gerais – Siticop/ MG, JosĂŠ AntĂ´nio da Cruz, no uso de suas atribuiçþes estatutĂĄrias, e em conformidade com os artigos 38Âş; 39Âş; 40 e 41, convoca os associados do sindicato para a realização das Eleiçþes Sindicais e declara aberto o perĂ­odo de inscriçþes das chapas para concorrerem Ă s eleiçþes do sistema diretivo do sindicato para o mandato de 01 de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2025 na forma deste Edital e do Estatuto da entidade. (1) – Inscrição das chapas: Entre os dias 15/08/2019 atĂŠ 19/08/2019; (2) – Recebimento das inscriçþes das chapas: Na Secretaria do Sindicato sito na Avenida General Olimpio MourĂŁo Filho nÂş. 281, no bairro Planalto, na cidade de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais no horĂĄrio das 08hs as 16hs horas nos dias 15, 16, 17, 18 e 19 de agosto de 2019; (3) – A realização da votação em primeiro escrutĂ­nio serĂĄ no dia 16/09/ 2019 das 07hs Ă s 15hs horas; (4) – O Edital completo se HQFRQWUDDÂż[DGRQDVHGHGRVLQGLFDWR%HOR+RUL]RQWHGHDJRVWRGH JosĂŠ AntĂ´nio da Cruz - Presidente

TSC JUAZEIRO SHOPPING CENTER S.A. - CNPJ: 16.757.360/0001-72 - NIRE: 31300101452 EDITAL DE CONVOCAĂ‡ĂƒO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINĂ RIA E EXTRAORDINĂ RIA FabrĂ­cio Rodrigues Amaral, brasileiro, casado sob o regime de comunhĂŁo parcial de bens, administrador de empresas, portador da Carteira de Identidade n. MG-8.429.741, expedida pela SSP/MG, inscrito no CPF sob o n. 040.156.326-05, com endereço profissional na Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, na Rua Francisco Deslandes, n.900, Bairro Anchieta, CEP 30.310-530, na qualidade de diretor da TSC JUAZEIRO SHOPPING CENTER S.A, sociedade por açþes de capital fechado, com sede na Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, na Rua Francisco Deslandes, nÂş. 900, Bairro Anchieta, CEP 30310-530, inscrita no CNPJ sob o n. 16.757.360/0001-72, e registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais sob o NIRE n. 31300101452 (“Companhiaâ€?), em conformidade com as disposiçþes legais, em especial com o disposto no Artigo 8°, ParĂĄgrafo Primeiro, do Estatuto Social da Companhia, e na Lei 6.404/76 (Lei das S/A), vem, pelo presente, convocar todas as acionistas para se reunirem em Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria da Companhia que se realizarĂĄ, em primeira convocação, no dia 23 de agosto de 2019, Ă s 10:00 horas, na sede da Companhia, localizada na Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, na Rua Francisco Deslandes, nÂş. 900, Bairro Anchieta, CEP 30310-530, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: Em Assembleia OrdinĂĄria: (i) Tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstraçþes financeiras do exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2018; (ii) Deliberar sobre a destinação do resultado do exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2018; (iii) Aprovar o reconhecimento da renĂşncia dos Srs. Eduardo Gribel Homem de Castro e Adriana Lilian Camargos aos respectivos cargos de Conselheiro de Administração da Companhia; (iv) Eleger como novos membros do Conselho de Administração da Companhia, os Srs. AndrĂŠ Luiz Camargos Gallo Tavares e Milton JosĂŠ de Oliveira Sacramento, em substituição aos renunciantes; e (v) Reeleger o Sr. FabrĂ­cio Rodrigues Amaral como Conselheiro de Administração da Companhia, a fim de unificar os mandatos do ĂłrgĂŁo. Em Assembleia ExtraordinĂĄria: (i) Aprovação do orçamento anual da Companhia, referente ao exercĂ­cio social do ano de 2019; (ii) Deliberar sobre o aumento do capital social da Companhia, mediante capitalização de saldo de Adiantamento para Futuro Aumento de Capital registrado na Companhia e a consequente alteração do caput do Artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia; e (iii) Consolidação do Estatuto Social para refletir a deliberação aprovada. Para exercer seus direitos, os representantes legais das acionistas deverĂŁo comparecer Ă  assembleia geral portando documento de identidade. Nos termos do artigo 126 da Lei 6.404/76, as acionistas poderĂŁo ser representadas por procurador, desde que estes apresentem o respectivo instrumento de mandato, com firma reconhecida em cartĂłrio. Belo Horizonte/MG, 08 de agosto de 2019. FabrĂ­cio Rodrigues Amaral - Diretor. Edital de Notificação de InadimplĂŞncia – Artigo 13, ParĂĄgrafo Ăšnico, II, Lei nÂş 9.656/98 A Medisanitas Brasil AssistĂŞncia Integral Ă  SaĂşde S/A, operadora de plano privado de assistĂŞncia Ă  saĂşde, registrada na AgĂŞncia Nacional de SaĂşde Suplementar – ANS sob o nÂş 348520, inscrita no CNPJ sob o nÂş 62.550.256/0016-06, estabelecida na Rua dos Otoni, nÂş 742, 5Âş andar, Belo Horizonte/MG, notifica o os beneficiĂĄrios abaixo relacionados, apĂłs frustradas as tentativas de notificação via correio atravĂŠs de seu endereço, sobre a ocorrĂŞncia de inadimplĂŞncia por perĂ­odo superior a 60 dias nos Ăşltimos 12 meses de vigĂŞncia do plano de saĂşde, e convoca-o para regularizar a situação no prazo de 10 dias contados desta publicação, sob pena de rescisĂŁo automĂĄtica do contrato apĂłs esse prazo, nos termos do inciso II, do parĂĄgrafo Ăşnico, do art. 13 da Lei 9.656/98. Titular Valor CPF Descrição Plano NÂş Regsitro AMP R$ 270,30 18.703.5340001XX Ideal 457378081 AMREEPL R$ 1.327,95 12.722.2840001XX Integral I 473598156 ALRF R$ 776,56 124166726XX Ideal 457378081 AJGR R$ 1.680,65 158810136XX Sanitas Plus I PI 479079171 ACPCDREAME R$ 946,68 18.839.1410001XX Integral I 473598156 AAMO R$ 4.103,54 10.310.4730001XX Integral XIX 477807173 BCSS R$ 863,40 18562086XX Prata 473276156 CTESLE R$ 982,44 12.330.5570001XX Integral IV 473600151 CMP R$ 524,74 133149776XX Prata 473276156 CICIEEL R$ 1.128,21 04.613.7510004XX Total CORP 436831012 DPP R$ 1.258,00 110478376XX Sanitas Plus II PI 479076176 EVDSEME R$ 717,35 25.422.6240001XX Ideal 457378081 ECF R$ 4.881,38 7453546XX Vitallis Platina CE Part FX1Enfermaria 469220139 FTEME R$ 98,19 24.350.9530001XX Integral I 473598156 IRDR R$ 1.165,85 115890336XX Prata 473276156 LPL-M R$ 260,19 18.260.3930001XX Integral II 473597158 LMSF R$ 524,82 47701826XX Prata 473276156 MGMEGLME R$ 585,96 10.396.5720001XX Integral II 473597158 Santa Casa SaĂşde BH-Empresa MNA R$ 786,21 68242926XX Completo Prata C/CO-PA 472031148 MRM R$ 658,65 137468516XX Prata 473276156 MTECL-M R$ 2.995,75 07.679.8470001XX Integral II 473597158 MAL R$ 4.597,75 11.847.1220001XX Sanitas Plus I CE 479078172 MAL R$ 885,53 42.980.7060001XX Total Corp 472052141 NADO R$ 420,83 761461206XX Prata 473276156 PHDJC R$ 1.360,50 14825276XX Sanitas Plus II PI 479076176 PPLDVETTSL R$ 40.536,09 05.114.4810004XX Integral VII 47591159 PPLDVETTSLM R$ 107.421,39 05.114.4810013XX Integral VII 47591159 PPLDVETTSLM R$ 38.698,93 05.114.4810001XX Integral VII 47591159 RLTELL R$ 2.907,94 04.581.7680001XX Integral II 473597158 RADS3 R$ 4.223,62 14.570.2720001XX V7000-AE-RC1001-CE 436831012 RFS R$ 1.251,95 36226766XX Prata 473276156 RDS R$ 1.297,20 43421156XX Sanitas Exclusivo Individual I 475519167 TEL R$ 23.046,64 65.377.0460001XX Integral II 473597158 TAETE R$ 3.485,20 18.851.6720001XX Sanitas Plus I CE 479078172 TTDML R$ 3.905,92 03.607.4610005XX Integral II 473597158 TCLME R$ 773,44 03.288.8300001XX Vitallis Platina CE Part FX1 Enfermaria 469220139 TTE R$ 2.001,69 16.873.5470001XX Integral II 473597158 VDS R$ 1.313,20 68065146XX Prata 473276156 YCVDPALME R$ 2.587,35 07.388.0650001XX Integral I 473598156

sĂŁo aumentadas. No caso de general de ExĂŠrcito, a maior patente, a idade mĂ­nima aumentaria para 70 anos. O governo apresentou o modelo de idade mĂ­nima apenas com as patentes do ExĂŠrcito. As idades aumentam de cinco a seis anos para a maioria das patentes. No caso de subtenente e major, no entanto, a idade mĂ­nima aumentaria em nove anos.

discutir o tema na comissão especial. Na próxima reunião, em que deverão ser eleitos os três vice-presidentes, o relator disse que vai apresentar um plano de trabalho com um cronograma das audiências públicas com especialistas para debater o assunto. Vinicius Carvalho destacou que estarå pronto a ouvir as diferentes opiniþes Cronograma - Segundo o sobre o tema. presidente da comissão, o prazo de cinco sessþes para Aposentadoria militar - As a apresentação de emendas contribuiçþes pagas atualcomeçarå a contar a partir mente referem-se a pensþes de sexta-feira (16). O prazo para cônjuge ou filhos, por para anålise do projeto no exemplo, e passarão dos colegiado Ê de dez sessþes, atuais 7,5% da remuneração bruta para 10,5% em contado a partir da consti2020, de maneira escalonada. tuição da comissão, em 13 Pensionistas, alunos, cabos, de agosto. soldados e inativos passarão JosÊ Priante informou que a pagar a contribuição. o ministro da Defesa, general Os militares que jå tiverem Fernando Azevedo e Silva, 30 anos de serviço ativo na e os comandantes das três data em que a nova lei entrar Forças serão convidados a em vigor terão direito de transferência para a reserva O empreendimento Rodrigo Machado Dutra ME, por determinação da Secretaria Municipal de remunerada assegurado. O Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentåvel SEMMAD, torna público que solicitou atravÊs do militar da ativa que ainda Processo Administrativo nº 5451910666/2019, a Licença Ambiental LAS Cadastro - 2, para não preencher os requisitos sua atividade de Fabricação de móveis com predominância de madeira, ComÊrcio varejista de para passar à inatividade bebidas, ComÊrcio varejista de móveis, ComÊrcio YDUHMLVWD GH SODQWDV H ÀRUHV QDWXUDLV H &RPpUFLR deverå cumprir o tempo que varejista de suvenires, bijuterias e artesanatos, localizado å Avenida Amazonas, nº 4700- Bairro falta para completar 30 anos Cachoeira – Betim - MG - Brasil - Cep: 32.602-670. de serviço acrescido de um pedågio de 17% do tempo O empreendimento Ritz BA Comercio e Serviços de Materiais ElÊtricos EIRELI, por determinação faltante. (ABr) da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentåvel - SEMMAD, torna público que solicitou atravÊs do Processo Administrativo nº 5451905413/2019, a Licença $PELHQWDO 6LPSOL¿FDGD  /$6  SDUD VXD atividade de ComÊrcio varejista de material elÊtrico e Manutenção e reparação de måquinas H HTXLSDPHQWRV SDUD XVR JHUDO QmR HVSHFL¿FDGRV anteriormente, localizada å Rua Itabira, nº 91 - Bairro Nova Baden - Betim- MG - Brasil - Cep: 32.676-236.

INOVAR PROTEĂ‡ĂƒO VEICULAR EDITAL DE CONVOCAĂ‡ĂƒO PARA ASSEMBLEIA DE CONSTITUIĂ‡ĂƒO FUNDAĂ‡ĂƒO Convido as pessoas interessadas para a Assembleia geral de constituição e Fundação da INOVAR PROTEĂ‡ĂƒO VEICULAR, a comparecerem no dia 26 de agosto de 2019, Ă s 10 horas, a Rua Canjarana, nÂş 57, Bairro Jardim Laguna, Contagem-MG, CEP 32.140290, para participarem da mesma, na qualidade de membro fundador, ocasiĂŁo em que serĂĄ discutido e votado os seguintes assuntos: a) Aprovação do Estatuto VRFLDOE FRQVWLWXLomRHIXQGDomRGHÂżQLWLYDGDDVVRFLDção; c) aprovação da denominação social; d) eleição e posse dos membros da Diretoria Executiva; e) outros assuntos relacionados Ă  constituição e fundação da associação. Contagem, 14 de agosto de 2019. LEONARDO FRANCISCO SOARES SILVA - Presidente.

Gustavo Costa Aguiar Oliveira /HLORHLUR 2¿FLDO 0$7-8&(0*Q¾WRUQDS~EOLFRTXHUHDOL]DUi XP OHLOmR RQOLQH SRU PHLR GR 3RUWDO ZZZ JSOHLORHVFRPEU FRP DEHUWXUD QR GLD  HHQFHUUDPHQWRQRGLDjVKRUDV SDUD DOLHQDomR GH DWLYRV H[FHGHQWHV GD HPSUHVD Globo Comunicação e Participações S.A e outros1RUPDVSDUDSDUWLFLSDomRHVWmRUHJLVWUDGDV QR&DUWyULRGR¾2ItFLRGH5HJGH7tWXORVH'RFV GH %+ VRE R Q¾  ,QIRUPDo}HV VREUH YLVLWDomR DRV EHQV H HGLWDO FRPSOHWR SRGHUmR VHU REWLGDV QR VLWH ZZZJSOHLORHVFRPEU RX FRP D HTXLSHGROHLORHLURSHORWHO  

A GT SOLUCOES INDUSTRIAIS EIRELI, por determinação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentåvel – SEMMAD, torna público que foi concedida atravÊs do Processo Administrativo nº D/LFHQoD$PELHQWDO6LPSOL¿FDda, Classe 0, para a atividade de usinagem, tornearia e solda, localizada à Av. Juiz Marco Tulio Isaac, 5170, Jardim das Alterosas – 2ª Seção, Betim/MG, CEP 32.671-072.

RETIFICAĂ‡ĂƒO 01 - EDITAL NÂş 01/2019 A Prefeitura Municipal de Uberlândia e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP), no uso de suas atribuiçþes, tornam pĂşblico a GLVSRQLELOL]DomR GD 5HWLÂżFDomR Qž  UHIHUHQWH DR (GLWDO Qž  H VHXV $QH[RV $ 5HWLÂżFDomR Qž  VHUi SXEOLFDGD HP VXD tQWHJUD QRV HQGHUHoRV HOHWU{QLFRVZZZXEHUODQGLDPJJRYEUHZZZJHVWDRGHFRQFXUVRVFRPEU

O SENAR/MG ESTĂ COM VAGA EM ABERTO PARA:

ASSISTENTE ADMINISTRATIVO

Local de Trabalho: Belo Horizonte/MG HorĂĄrio: de segunda Ă sexta-feira, de 8 Ă s 17h. Atividades: Recepcionar visitantes, anunciando-os e encaminhando-os Ă s pessoas ou ĂĄreas requisitadas. Prestar serviço de apoio Ă s Assessorias, SuperintendĂŞncias e Diretoria. Requisitos: Segundo grau completo. ExperiĂŞncia com atendimento ao pĂşbico, rotinas adminisWUDWLYDVH3DFRWH2ႈFH SalĂĄrio: R$ 1.587,28. BenefĂ­cios: AuxĂ­lio refeição ou alimentação, vale transporte, assistĂŞncia mĂŠdica e odontolĂłgica e seguro de vida.

Etapas do processo de seleção: 1ª Fase - Anålise e seleção de currículo, de DFRUGRFRPRSHU¿OGDYDJD 2ª Fase - Prova de língua portuguesa, conhecimentos gerais e redação. 3ª Fase - Avaliação psicológica, prova de informåtica e entrevista comportamental. 4ª Fase - Dinâmica e entrevista com o gestor.

* Todas as etapas são eliminatórias.  6HUi FRQVLGHUDGR FODVVL¿FDGR R FDQGLGDWR que obtiver o mínimo de 70% na avaliação. * TambÊm serão consideradas pessoas com GH¿FLrQFLD /HLQžGHGHMXOKRGH 

Os interessados devem enviar currĂ­culo para rh@sistemafaemg.org.br atĂŠ o dia 25/8/19


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LEGISLAÇÃO JUSTIÇA

TRIBUTOS

Derrotas do governo nos tribunais podem custar R$ 31,2 bilhões em 2020 Salto de despesas com processos no Orçamento atinge 48,5% Brasília - Com receitas sem brilho e sob pressão de crescentes despesas obrigatórias, o governo federal enfrentará no próximo ano outro revés de peso no Orçamento: um salto de 48,5% no custo com processos em que sofreu derrota definitiva na Justiça. As despesas, que tradicionalmente abarcam indenizações, benefícios e devolução de tributos contestados, somarão patamar recorde de R$ 31,2 bilhões, valor que supera o desembolso anual histórico do programa Bolsa Família. Deste total, 9%, ou R$ 2,8 bilhões serão destinados a uma única cooperativa, a Copersucar. Os valores constam em documentos vistos pela Reuters e que foram enviados pelo Conselho Federal de Justiça para a equipe econômica para elaboração do projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2020, que deve ser encaminhado pelo governo até o fim deste mês ao Congresso Nacional. A despesa total prevista contempla tanto recursos que são de fato especificados no Orçamento, como sentenças judiciais e precatórios, como pagamentos que entram na linha de despesas com pessoal e de benefícios previdenciários. Em relação ao Orçamento deste ano, houve um crescimento de R$ 10,2 bilhões no total de precatórios, como são chamados os valores devidos após condenação judicial definitiva. O aumento deverá anular os efeitos positivos da reforma da Previdência estimados para o ano que vem. O governo espera economizar R$ 10,1 bilhões em 2020 com a reforma tal qual aprovada pela Câmara dos Deputados. O texto ainda precisa ser apreciado no Senado. Na prática, a União também gastará mais com os precatórios do que vinha destinando anualmente ao Bolsa Família. O programa de transferência direta de renda que beneficia pessoas em situação de pobreza e de extrema pobreza foi orçado em R$ 29,5 bilhões para 2019, com o atendimento a 13,6 milhões de famílias. Usinas - Com a salgada conta de precatórios em 2020, o governo honrará suas obrigações judiciais junto a um grupo muito menor. A Copersucar, maior beneficiada, reúne algumas dezenas de usinas de álcool e açúcar. O valor total devido à Copersucar - parcelado desde 2018 e que terminará de ser pago em 2024 - é

Histórico Esta agenda contém as principais obrigações a serem cumpridas nos prazos previstos na legislação em vigor. Apesar de conter, basicamente, obrigações tributárias, de âmbito estadual e municipal, a agenda não esgota outras determinações legais, relacionadas ou não com aquelas, a serem cumpridas em razão de certas atividades econômicas e sociais específicas. Agenda elaborada com base na legislação vigente em 10/07/2019. Recomenda-se vigilância quanto a eventuais alterações posteriores. Acompanhe o dia a dia da legislação no Site do Cliente (www.iob. com.br/sitedocliente).

DIVULGAÇÃO

Indenizações, benefícios e devolução de impostos devem ser recorde

de R$ 16,5 bilhões, um recorde para precatórios, refletindo conta que chegou com força no presente por controversas políticas econômicas implementadas no passado. Em 1990, a Copersucar ajuizou uma ação contra a União por prejuízos que alegou ter sofrido de 1985 a 1989 em função do tabelamento para derivados da cana de açúcar definido pelo extinto Instituto Brasileiro do Açúcar e do Álcool (IAA), que pertencia ao governo. A legislação então vigente estabelecia que o IAA deveria levar em conta levantamentos de campo feitos pela Fundação Getulio Vargas (FGV) para que os preços fixados não ficassem abaixo do custo de produção apurado. A Copersucar apontou que isso não aconteceu, em meio à tentativa do governo de domar a galopante inflação. Na ação, pediu indenização por essa diferença de valores. Esgotadas as possibilidades de discussão do caso na Justiça, a União viu-se obrigada a arcar com os dois maiores precatórios da história, ambos para a Copersucar. O primeiro, que começou a ser quitado em 2018, é de R$ 5,6 bilhões. O segundo, cujo pagamento começou neste ano, alcançou outros R$ 10,9 bilhões, conforme documentos vistos pela Reuters. A Advocacia Geral da União (AGU) segurou a expedição desse precatório até o último instante possível, não devolvendo o processo à Justiça, que então determinou que fosse feita uma busca e apreensão no órgão. Pelas ações adotadas para

ICMS - prazos de recolhimento - os prazos a seguir são os constantes dos seguintes atos: a) artigos. 85 e 86 da Parte Geral do RICMS-MG/2002; e b) artigo 46 do anexo XV do RICMS-MG/2002 (produtos sujeitos a substituição tributária). O Regulamento de ICMS de Minas Gerais é aprovado pelo Decreto nº 43.080/2002. Dia 15

protelar o pagamento, a AGU chegou a ser multada mais de uma vez em dezenas de milhões de reais. Mas, segundo o órgão informou à Reuters, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região afastou a incidência da punição “reconhecendo que não houve irregularidade ou má-fé”. Procurada, a Copersucar afirmou que não se manifesta em relação ao processo dos precatórios “porque há uma série de implicações jurídicas”. Apesar de ter sido derrotada e de os precatórios já estarem sendo pagos, a AGU disse à Reuters que segue defendendo “com plena convicção” sua tese junto ao Poder Judiciário. “Embora pela diferença entre os preços e os custos apurados se pudesse falar da existência de um dano sofrido, seria imprescindível a sua quantificação concreta, já que em muitos casos esse dano poderia chegar a zero, pelo fato de que inúmeros fatores contábeis envolvidos nos custos de cada empresa poderiam não ser comprovados por elas ou mesmo poderiam ter levado a uma situação em que não foi nada prejudicial a prática dos preços fixados pela entidade reguladora hoje extinta (IAA)”, disse a AGU. Já o Ministério da Economia reconheceu que a conta de precatórios vem subindo ao longo do tempo. Em resposta à Reuters, defendeu que diversos fatores contribuem para esse crescimento, mas limitou-se a dizer que essas são “questões que remontam a mais de 30 anos e não se limitam a uma ou outra empresa. (Reuters)

1, artigo 152, caput, § 1º, V. ICMS - julho - usuário de sistema de processamento eletrônico de dados - arquivo eletrônico - transmissão, pela internet, de arquivo eletrônico, pelo usuário de sistema eletrônico de processamento de dados, com as informações relativas a operações e prestações realizadas no mês anterior. Nota: O contribuinte obrigado à EFD (ICMS/IPI) fica dispensado da manutenção e entrega deste arquivo, nos termos do artigo 10, § 8º, do anexo VII do RICMS/MG. DAE/internet, RICMS-MG/2002, anexo VII, parte 1, artigos 10 e 11.

ICMS - julho - Declaração de Apuração e Informação do ICMS (Dapi 1) - contribuintes sujeitos à entrega: demais indústrias que não possuam prazo específico em legislação; extrator de substâncias minerais ou fósseis. Internet, ICMS - julho - contribuinte/ RICMS-MG/2002, anexo V, parte atividade econômica: laticínio,

Ministério da Economia estuda fazer fatiamento nas atribuições da Receita Federal Brasília - Sob ataque de representantes dos Três Poderes, a Receita Federal deverá ganhar uma blindagem institucional e pode ter atribuições fatiadas. O tema está sob estudo no Ministério da Economia, que avalia transformar o órgão em uma autarquia e separar a área de arrecadação da que elabora as políticas tributárias. Comandado por Marcos Cintra, o órgão vive uma crise institucional, com reclamações vindas das cúpulas do Judiciário, Executivo, Congresso e Tribunal de Contas da União (TCU). Uma das possibilidades em estudo é a transformação da Receita em uma autarquia que ficaria responsável pela arrecadação, a fiscalização e o acompanhamento tributário. A mudança deixaria a cargo do Ministério da Economia a elaboração das políticas tributárias. Atualmente, uma das funções da Receita é participar da formulação dessas políticas. Em linha com a equipe de Guedes, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na quarta-feira (14) que a Receita tem superpoderes e defendeu que o órgão seja reorganizado. “A parte de regulação certamente poderia estar num outro órgão do Ministério da Economia. A Receita deveria ficar com a fiscalização e, claro, com a arrecadação. E as outras partes que se construíssem outros modelos que não fossem tão contrários ao interesse do pagador de imposto”, disse. Hoje, o órgão é vinculado ao Ministério da Economia e, portanto, subordinado ao ministro Paulo Guedes. A pasta faz um estudo para levantar os formatos adotados em outros países. A reestruturação deve criar limites internos para impedir o que interlocutores de Guedes chamam de abusos, como quando servidores da Receita tentaram acessar dados do presidente Jair Bolsonaro sem autorização. O ministério vive hoje um bombardeio direcionado a dois de seus órgãos: a Receita e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Incomodou a classe política e integrantes do Judiciário o fechamento de cerco feito recentemente a autoridades pelos dois órgãos. Desavenças - Soma-se a isso o plano de Cintra de criar um imposto semelhante à CPMF, medida impopular e que sofre resistência no Congresso. As ações de Cintra têm desagradado em especial ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), com quem já teve ao menos quatro desavenças desde o início do ano.

quando preponderar à saída de queijo; requeijão, manteiga, leite em estado natural ou pasteurizado, ou leite (UAT) UHT; cooperativa de produtores de leite. Nota: O recolhimento será efetuado até o dia 15 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador. DAE/ internet, RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 85, I, “o”. ICMS - agosto - primeiro decêndio - contribuinte/atividade econômica: venda de café cru em grão realizada em bolsa de mercadorias ou de cereais pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com intermediação do Banco do Brasil, referente aos fatos geradores ocorridos no 1o decêndio do próprio mês, ou

O caso mais latente é a discussão sobre a criação do imposto sobre pagamentos, uma espécie de CPMF. Enquanto Cintra fala abertamente sobre o tributo, o presidente diz que seu governo não recriará a contribuição. Nos bastidores, aliados de Bolsonaro dizem que as reclamações em torno da CPMF são apenas a cereja do bolo de uma série de queixas. Ele tem reclamado de ações da Receita e do Coaf que tiveram sua família como alvo. Seu primogênito, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), é alvo de apuração que teve como base relatórios do Coaf e dados fiscais. Na visão do presidente, as investigações têm como objetivo atingi-lo indiretamente. Em um desdobramento da crise, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, suspendeu investigações criminais que usem dados de órgãos como Receita e Coaf sem autorização judicial. Em outra frente, o ministro do STF Alexandre de Moraes barrou procedimentos instaurados na Receita que atingiram ministros da corte e outras autoridades. Na semana passada, Bolsonaro já reconheceu, por exemplo, que pretende retirar o Coaf do Ministério da Economia e colocá-lo sob o guarda-chuva do Banco Central. A justificativa seria para tirar o órgão do “jogo político”. Nesse mesmo contexto, passou-se a promover uma caça às bruxas na Receita. Desde a última semana, Guedes vem discutindo com a área técnica possíveis soluções para o Coaf e a Receita. Ele reconhece que há uma crise institucional gerada por questionamentos nos três poderes. Se transformar a Receita em uma autarquia, o governo pode ter maior liberdade para fazer a ocupação de cargos. Nos moldes das agências reguladoras, por exemplo, a nomeação é feita pelo presidente, com exigência de aprovação do Senado. Hoje, apenas o secretário da Receita e ocupantes de seu gabinete são de livre escolha. Todos os outros cargos comissionados, como subsecretários, chefes de departamento, coordenadores e gerentes, devem ser ocupados por servidores do órgão. A possibilidade de abrir o órgão para nomeações de não-servidores preocupa o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita (Sindifisco), Kleber Cabral. “Seria uma abertura para a influência política. Não é transformando em autarquia que vai oferecer maior ou menor resistência a pressões”, disse. (Reuters)

seja, no período compreendido de 1º a 10 do próprio mês. DAE/ internet, RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 85, XIV, “a”. ICMS - julho - diferencial de alíquotas nas operações interestaduais para consumidor ou tomador não contribuinte - contribuinte estabelecido em outra Unidade da Federação cadastrado no Cadastro Simplificado de Contribuintes do ICMS (Difal)ou inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado e que não se enquadre como substituto tributário nas operações com mercadorias destinadas ao Estado de Minas Gerais. Ver nota explicativa nº 06. GNRE/ DAE, RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 85, XVIII.


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AGRONEGÓCIO

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AGROPECUÁRIA

VBP de Minas deve recuar impactado pelo café Com safra menor do grão no Estado, a projeção é de que o Valor Bruto da Produção feche o ano 0,98% inferior MICHELLE VALVERDE

Para 2019, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Minas Gerais, com base nos dados de julho, foi estimado em R$ 59,37 bilhões, variação negativa de 0,98% quando comparado com o registrado em 2018, que foi de R$ 59,95 bilhões. Neste ano, em função da safra menor, o café apresentou VBP 26,7% inferior, o que contribuiu para a retração no VBP total do setor agropecuário. Queda também foi verificada em outros importantes produtos: milho, soja e bovino. De acordo com os dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Minas Gerais, o VBP das lavouras para 2019 foi estimado em R$ 38 bilhões, o que representa uma queda de 1% frente aos R$ 38,4 bilhões registrados no ano anterior. Cafeicultura - No segmento agrícola, o café total - que responde por 26,3% do VBP das lavouras e por 16,94% do faturamento total da agropecuária - teve o faturamento bruto calculado em R$ 10,7 bilhões, um recuo de 26,79% frente ao valor de R$ 14,7 bilhões registrado em 2018. Para o café arábica, o VBP recuou 26,95% e foi estimado em R$ 10,67 bilhões. O faturamento da produção de café conilon deve encerrar o ano em R$ 92,1 milhões, variação negativa de 2,6%. A redução se deve à perspectiva de uma safra total de café menor e aos preços, que não reagiram conforme esperado pelo setor. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra mineira de café deve ficar 20,37% menor, com a colheita de 26,4 milhões de sacas de 60 quilos. Queda também foi verificada nos resultados da soja. O VBP está 15,2% inferior e deve encerrar o ano em

R$ 6 bilhões. No caso do milho, o VBP foi estimado em R$ 3,7 bilhões, variação negativa de 5,63%. Apesar da retração no VBP total, alguns outros importantes produtos estão com resultados positivos. Na produção de cana-de-açúcar, o faturamento previsto para 2019 é de R$ 7 bilhões, expectativa de crescimento de 13,9% sobre os R$ 6,19 bilhões registrados no ano anterior. Destaque também para o VBP do algodão, que foi estimado em 914,4 milhões, alta de 53,2%. A produção em crescimento e os preços remuneradores são fatores que impulsionam o resultado do algodão. Outro produto que está com previsão positiva é a batata-inglesa, com estimativa de alta de 153% e VBP em R$ 3,23 bilhões. Para o feijão, as expectativas tam-

ARND WIEGMANN / REUTERS

bém são favoráveis. A projeção é de que o faturamento da cultura encerre 2019 em R$ 2 bilhões, avanço de 107%. No caso da banana, a alta está estimada em 30,6% e VBP em R$ 1,7 bilhão. A cultura do tomate teve o VBP projetado em R$ 1,59 bilhão, aumento de 24,26%.

Pecuária - Assim como no VBP das lavouras, a estimativa é de queda no faturamento bruto da pecuária de Minas Gerais em 2019. Com base nos dados de julho, a expectativa é de encerrar o ano com VBP 0,88% inferior e faturamento de R$ 21,31 bilhões. Contribuiu para o resultado negativo a retração verificada no faturamento Em atual projeção do Ministério da Agricultura, VBP do café apontou para uma queda de 26,7% de bovinos, cuja estimativa Para a produção de fran- cançado, será 12,9% maior. é de queda de 0,78%, com esperado de R$ 9 bilhões, o VBP em R$ 6,67 bilhões. 1,58% maior que os R$ 8,9 go, a estimativa é de um Em ovos, a previsão é fechar Já a produção mineira de bilhões registrados no ano faturamento, em 2019, de o ano com VBP em R$ 1 leite se destaca com um VBP anterior. R$ 4,58 bilhões, o que, se al- bilhão, queda de 4%.

ETANOL

Demanda de asiáticos anima indústria brasileira Campinas - O ano de 2020 sinaliza um avanço no mercado de etanol brasileiro. A indústria nacional do setor se anima com a possibilidade de China, Índia e Filipinas passarem a adotar o E10, a gasolina com 10% de álcool. Outro potencial grande consumidor, a Tailândia, pode passar a utilizar um combustível com 20% de álcool. O uso do etanol como alternativa energética mais limpa aos combustíveis fósseis é uma tendência mundial. Somente nesses quatro países asiáticos, a implantação do E10 e do E20 provocaria uma demanda adicional imediata de 19,4 bilhões de litros de etanol por ano. A última safra brasileira, encerrada em março, bateu recordes e atingiu

33,1 bilhões de litros. Ou seja, a Ásia, a partir do ano que vem, pode gerar uma demanda de mais de “meio Brasil” de etanol. Produtores e agentes ligados ao mercado de etanol tratam a possível demanda asiática com cautela, porque ainda não é certo que os países ampliem o percentual de uso do biocombustível. “Mas somente essa sinalização já é extremamente positiva”, afirma Plínio Nastari, CEO da consultoria Datagro e integrante do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética). Segundo ele, mais do que um novo - e gigantesco - mercado para as exportações brasileiras, a abertura dos países asiáticos criaria um novo ambiente para a transferência de tecnologia

COMUNICADO Informamos aos nossos leitores, assinantes e anunciantes que não haverá expediente nos dias 16 e 17 de agosto. Portanto, a data desta edição será de 15 a 19 de agosto de 2019.

e incontáveis benefícios indiretos. “A Fiat-Chrysler, por exemplo, planejava abrir uma nova planta para o desenvolvimento de motores na China, mas mudou para Minas Gerais, porque viu aqui o potencial de expansão da energia limpa”, diz Nastari. Arrumando a casa - Porém, antes de pensar no mercado asiático, a indústria brasileira do etanol precisa arrumar a casa. A produção, embora crescente, ainda não é suficiente para atender à demanda interna. Dos 33,1 bilhões de litros da última safra, apenas 1,7 bilhão (0,5%) foi exportado. O País ainda precisa importar etanol - principalmente dos Estados Unidos, que tem produção excedente. No ano passado, foram 1,753 bilhão de litros comprados do exterior, o mesmo volume exportado na última safra. Nastari diz que o mercado nacional ainda se recupera do período 2011/2014, quando houve controle de preços pela Petrobras, o que acabou pressionando os valores do etanol para baixo. RenovaBio - Uma ajuda para essa recuperação poderá vir do RenovaBio, nome dado à Política Nacional dos Biocombustíveis, que passará a vigorar em janeiro de 2020. O principal objetivo é reduzir as emissões de gás carbônico, estimulando o aumento da produção e do consumo de energias renováveis.

A meta estabelecida pelo programa é de que, até 2029, a matriz de combustíveis do País terá de diminuir em 11% as emissões de gases poluentes em relação ao registrado em 2018, ano fixado como referência para o plano. Na média, a emissão chegou a 74,25 gramas de gás carbônico equivalente para cada megajoule de energia. O objetivo para daqui a dez anos é baixar a marca para 66,1. “Essa é uma demanda do mercado. Os consumidores e os investidores querem combustíveis menos poluentes”, diz o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Evandro Gussi, ex-deputado federal, autor do projeto que criou o RenovaBio. A usina que se inscrever no programa deverá ser certificada por uma firma inspetora, cadastrada na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na certificação, as usinas farão um inventário das emissões de carbono de suas operações, desde o manejo do plantio de cana até as emissões da frota de carros e caminhões da empresa. A unidade inspecionada receberá um certificado com uma nota de eficiência energético-ambiental que poderá ser convertido em créditos de descarbonização - chamados de CBios -, que terão validade de três anos. A quantidade de créditos leva em consideração o volume de etanol produzido. Cada CBio corresponde a

uma tonelada de carbono que deixa de ir para a atmosfera com a utilização de biocombustível em lugar do combustível fóssil. Na prática, o papel nada mais é que um lastro ambiental, que poderá ser negociado em bolsa e será uma nova fonte de receitas para as usinas. Com o RenovaBio, a produção nacional de etanol deve aumentar para 48 bilhões de litros em 2029. Para isso, as usinas deverão investir de R$ 60 bilhões a R$ 70 bilhões na próxima década. “É animador, mas também um grande desafio”, diz Gussi. Como se o mercado do etanol já não tivesse os seus próprios obstáculos, há ainda um outro componente para tornar essa equação mais complexa: o açúcar. Nos últimos dois anos, a produção nacional de etanol só foi grande porque não estava sendo vantajoso produzir açúcar - subsídios do governo indiano para o açúcar local geraram uma superprodução que derrubou seu preço. “As últimas safras estão mais alcooleiras porque não foi interessante produzir açúcar”, resume Marcos Jank, professor sênior de agronegócio global do Insper. Com os preços pouco remuneradores, o setor deixou de produzir quase 10 milhões de toneladas de açúcar e de exportar 8 milhões de toneladas na safra 2018/2019. Com isso, 64,3% da cana processada foi destinada ao etanol. (Folhapress)


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NEGÓCIOS gestaoenegocios@diariodocomercio.com.br

INDÚSTRIA TÊXTIL

Cedro prevê retomada gradual em 2019 Aos 147 anos, empresa mineira realizou mais de 20 mil projetos de aperfeiçoamento nos últimos anos ANA CAROLINA DIAS

Com 147 anos de atividades ininterruptas, a mineira Cedro Cachoeira comemora uma história sólida na indústria têxtil, sem perder o foco nos desafios que a empresa ainda tem pela frente. Nos últimos anos, a principal estratégia da gestão tem se caracterizado pela busca por nichos de produtos de alto valor agregado para enfrentar melhor a concorrência dos produtos importados. Atualmente com as linhas jeanswear, que tem foco na moda e a workware, voltada para a confecção de uniformes, a companhia tem investido na melhoria dos procedimentos industriais integrando aos produtos uma série de serviços como consultorias técnica e de moda. Além disso, foram feitos investimentos na modernização dos fios para que os tecidos tenham uma qualidade final melhor e na tecelagem com novos equipamentos para proporcionar, em maior volume, melhor aparência para os tecidos. Concentrado na estratégia de agregação de valor, o diretor-presidente da Cedro Cachoeira, Marco Antônio Branquinho, ressalta que nos últimos 10 anos foram mais de 20 mil projetos de aperfeiçoamento nas áreas de qualidade, redução do custo, segurança e meio ambiente, desenvolvidos a partir de sugestões dos funcionários

envolvidos no dia a dia da companhia em um processo colaborativo. “É uma forma de utilizar o máximo da capacidade dos recursos produtivos e dos equipamentos que temos e combinar com a capacidade intelectual dos nossos colaboradores para pensar nas melhorias que podem ser implementadas nos processos”, afirma. Com desempenho positivo no volume geral de atividade durante os quatro primeiros meses de 2018, o resultado da Cedro Cachoeira ao longo do ano foi impactado pela paralisação nacional dos caminhoneiros, que retraiu o ritmo de crescimento. Na avaliação de Branquinho, a expectativa para este ano é de uma retomada gradual e lenta a partir do 2º trimestre, uma vez que os três primeiros meses de 2019 acompanharam a retração do ano anterior. Ele ressalta que o Natal ainda é a data mais significativa para a cadeia produtiva e que isso pode ajudar a impulsionar os resultados do ano. Para o diretor-presidente da companhia, a expectativa positiva projetada para o início do ano está começando a acontecer com seis meses de atraso. “Projetamos um 3º trimestre mais aquecido como um reflexo das reformas que começam a aparecer e por outro lado porque historicamente são os meses de atividade mais forte do setor, com máximas produções e vendas para fazer

entrega para as confecções que vão abastecer o varejo no Natal”, explica. Mercado e desafios - Responsável por 15% a 20% da mão de obra industrial do País, o setor têxtil emprega diretamente cerca de 1,5 milhão de pessoas e, de forma indireta, pode chegar a 8 milhões de empregos gerados. Apesar da força do setor, as expectativas no fim do ano passado foram muito maiores do que o que efetivamente aconteceu durante o primeiro semestre de 2019. O aumento de preço de insumos como algodão e produtos químicos, que aconteceu a partir do 2º trimestre de 2018, provocou uma pressão nos custos setoriais. Com índices de confiança baixos e empresários pouco dispostos a arriscar, Branquinho acredita em uma estabilidade dos resultados da indústria têxtil em relação ao desempenho de 2018. “Temos observado uma vontade de retomar investimentos, aumentar os níveis de produção e capacidade, mas o mercado como um todo ainda está reprimido. Os preços de matéria-prima não foram repassados ainda até pela baixa demanda e baixa atividade do 1º trimestre e é o único sinal que ainda precisa de uma correção nos próximos meses”, comenta. A concorrência globalizada, que tem a China como maior player é considerada por Branquinho como desleal. Segundo

DIVULGAÇÃO

Temos observado (no setor) uma vontade de retomar investimentos, afirma Branquinho DIVULGAÇÃO

Aumento de preço de insumos como algodão aconteceu a partir do 2º trimestre de 2018

ele, a composição dos preços dos produtos não justifica os custos que supostamente tem devido a subsídios fortes dos países asiáticos, além das legis-

lações trabalhistas e ambientais. “Os encargos para os produtos brasileiros no País são corretos, mas os produtos que vem de fora não seguem as

mesmas regras e isso não representa os mesmos custos para as companhias. A concorrência, quando não predatória, é pelo menos desleal”, conclui.

TRADIÇÃO

“Imprevisibilidade mata o futuro de muitos empresários” DANIELA MACIEL

Dono de um estilo calmo e discreto e de uma vida sem badalações, em que pouco aparece na mídia, o fundador das redes Cia do Terno e Le Chemises é um daqueles empresários que apenas sorri quando alguém o pergunta sobre a receita do sucesso. Pedro Paulo Drummond, junto com os sócios Bernardo Magalhães e Roberto Rosendo, comanda uma rede com 174 lojas próprias da Cia do Terno e outras 25 da Le Chemises, ambas sediadas em Belo Horizonte. O jeito tranquilo, porém, não impede que o executivo brilhe quando se dispõe a compartilhar suas experiências como empreendedor. Ao tomar o microfone como convidado do jantar-palestra promovido pela ACMinas Jovem - braço da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) - fez com que a plateia formada por jovens se concentrasse para ouvi-lo. “Eu fico sempre honrado quando sou convidado porque

sou uma pessoa mais reclusa, que vive para a família e a empresa. Gosto desse ambiente de gente mais jovem, que eu possa contar o que a gente fez esse tempo todo para, se possível, instigar as pessoas e saírem daqui com alguma ideia nova, se não for pretensão minha”, afirmou Drummond. Para o empresário empreender, nunca foi fácil no Brasil. Acostumado a atravessar crises históricas como a da década de 1980 - que ficou conhecida como a década perdida -, que a desesperança relatada agora por consumidores e empresários é algo que ele ainda não tinha visto. “A imprevisibilidade mata o futuro de muitos empresários. Você estar em um país em que o presidente e o ministro da economia não sabem o que vai acontecer amanhã, como você vai saber? Estamos navegando sem enxergar nada. Quando você é uma pessoa mais calejada, você suporta bem. Eu já vi situações bem mais agudas do que o temos hoje, mas dessa forma continuada, não. O comércio tradicional, como

FRANCISCO DUMONT

FRANCISCO DUMONT

Esse é o ano do planejamento a lápis, diz Drummond

Almeida: jovem empresário está em busca de conhecimento

o meu, é mais pesado, não é fácil fazer grandes mudanças, então vejo que o jovem sabe lidar melhor com a necessidade de mudança. Mas o que quero dizer é que conviver melhor com essas questões não guarda relação direta com a capacidade de dar lucro nessa situação. Então, se você tem uma ideia boa, dê forma a ela, use as teorias administrativas e aí você terá uma chance muito maior de ser bem-sucedido”, explicou o fundador da Cia do Terno. Para 2019 e 2020, o planejamento da empresa é bastante conservador. Com o maior

mercado atual no Brasil e no mundo é parte da receita de sucesso das marcas Cia do Terno e Le Chemises. “Esse é o ano da ‘estratégia do siri’ e do ‘planejamento a lápis’. Estamos trabalhando em cima do conceito de agilidade empresarial. O siri vai e volta de acordo com a onda que avança e recua sobre a praia. No planejamento a lápis diz que você tem que ter o plano e também o jogo de cintura pra navegar de acordo com o ambiente”, completou. O vice-presidente da ACMinas Jovem, Bernardo Almeida, o evento pretende

número de lojas que já teve na história, a Cia do Terno não deve ter inaugurações até o fim do próximo ano. Mineiramente, o compasso é de espera por uma retomada da economia mais efetiva para fazer investimentos mais consistentes. Para domar custos e ter a garantia da qualidade dos produtos o empresário transferiu a produção para a China, inclusive mantendo um escritório no país asiático. Ter um bom planejamento e a capacidade de alterá-lo com rapidez atendendo a velocidade das mudanças do

inspirar, educar e conectar pessoas. “Temos crescido em número de associados e isso mostra que o jovem empresário está em busca de conhecimento e de convivência com outros empresários. Então, essa oportunidade do jantar palestra, que acontece cerca de seis vezes por ano, é uma grande oportunidade de conhecer empresários de sucesso como o Pedro Paulo que, muitas vezes, parecem tão distantes, mas que têm não só o que ensinar mas também muita vontade de compartilhar essa vivência”, destacou Almeida.


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NEGÓCIOS TELECOMUNICAÇÕES

ARTESANATO

Sem infraestrutura, BH terá longa espera pelo 5G Flexibilização da legislação por parte dos municípios também é necessária REPRODUÇÃO

ANA CAROLINA DIAS

Em um momento de transformação digital e no contexto da nova economia, apesar de uma demanda crescente por conectividade e mobilidade e de investimentos de R$ 30 bilhões por ano no País, o setor de telecomunicações ainda enfrenta obstáculos para disponibilizar serviços de internet com qualidade, especialmente na Capital. A falta de ambiência para investimentos em estrutura de telecomunicação no município, que deve se tornar ainda mais difícil com a chegada da tecnologia 5G, é um dos principais motivos para que Belo Horizonte tenha ocupado a 97ª posição dos 100 municípios brasileiros que estão no ranking “Cidades Amigas da Internet 2019”. Dados da Pesquisa TIC Domicílios de 2017 apontam que 96% dos usuários de internet acessam a rede pelo smartphone e que 73% do tempo on-line dos brasileiros é gasto com dispositivos móveis. Nesse cenário de crescimento de demanda e de novos serviços, o diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), Ricardo Dieckmann, avalia que é fundamental o desenvolvimento da infraestrutura, que precisa ser acompanhado por uma flexibilização da legislação por parte dos municípios.

“As legislações antigas foram criadas em outro momento, no qual a demanda de serviços era muito diferente. As empresas tentam se adequar às legislações e fazem pagamentos de medidas compensatórias, mas, mesmo que algumas vezes consigam dar o mínimo de qualidade possível para os usuários, é preciso arcar com um custo e um ônus extremamente excessivos”, afirma. Segundo Dieckmann, a demanda das empresas de telecomunicação é uma lei mais assertiva para regulamentar a implantação da infraestrutura, especialmente a instalação de antenas de celular e internet móvel, além de segurança jurídica, uma vez que a competência

federal já é tratada pelo órgão regulador. “É uma questão de querer fazer algo em prol da população. O que queremos da prefeitura é que ela cumpra a lei. Ao impor condições de afastamento entre as torres e de impedimento de instalação em determinadas regiões ou bairros, ela não está exercendo apenas o direito local e sim influenciando sobre telecomunicações”, explica. Mobilização - Para debater a importância das telecomunicações para a indústria e mostrar que o setor é uma ferramenta indispensável no caminho rumo a uma transformação da economia, o Sinditelebrasil, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), vai

organizar um seminário no final de setembro em Belo Horizonte. O evento vai pontuar a relevância das redes móveis, principalmente a tecnologia 5G, para inovações como cidades inteligentes, indústria 4.0 e internet das coisas (IoT), além dos benefícios da conectividade para a indústria e para a gestão da cidade. “Buscamos o esclarecimento da população para que ela seja também agente da mudança e cobre dos representantes do poder público. Com a falta de conectividade, Belo Horizonte não vai conseguir acompanhar essas tecnologias nem as demandas básicas de tecnologia do dia a dia dos moradores”, destaca Ricardo Dieckmann.

Dia dos Pais aqueceu as vendas na Feira do Mineirinho em quase 30% DANIELA MACIEL

A Feira de Artesanato do Mineirinho comemora os resultados das vendas do Dia dos Pais projetando um bom segundo semestre. A previsão de 30% de aumento no período, em relação às vendas do mesmo intervalo do ano passado se confirmaram. De acordo com o diretor da feira, Willian Martins, a data abriu o segundo semestre e antecipou a comemoração dos 12 anos da feira. “Os resultados do Dia dos Pais foram muito bons. Datas comemorativas como essa são esperadas com ansiedade pelos expositores. Saímos agora animados para as comemorações de aniversário em setembro, quando teremos atrações especiais e várias promoções. Os consumidores serão presenteados com preços mais em conta e com muitos brindes”, explica Martins. A feira abriga atualmente 450 expositores de toda a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e de algumas cidades do interior. Funcionando às quintas e domingos, gera cerca de 800 postos de trabalho no dia de semana e 1,2 mil aos domingos. Cerca de 50 mil pessoas por mês passam pela feira. Além das duas datas, o segundo semestre costuma ser melhor do que o primeiro embalado pelas vendas do Dia das Crianças e Natal, quando os expositores preparam peças especiais. “Agora também nos voltamos para os produtos de

verão. Isso nos deixa bastante animados”, destaca. A Feira de Artesanato do Mineirinho se tornou, ao longo do tempo, um ponto de encontro dos moradores da Capital e também ponto turístico. O reconhecimento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) do Conjunto Arquitetônico da Pampulha como Patrimônio Cultural da Humanidade, em 2016, ajudou a feira a se tornar também um ponto frequentado por visitantes estrangeiros. Argentinos, norte-americanos e alemães são vistos com frequência no local. As barracas oferecem grande variedade de produtos, como artesanato, decoração, bijuterias, calçados, vestuários e produtos para o lar. O espaço conta com uma praça de alimentação com capacidade para receber cerca de 2 mil pessoas sentadas, além de espaço kids e estacionamento próprio. “O artesanato e a gastronomia mineira são reconhecidos em todo o mundo e nós reunimos as duas coisas em um dos grandes cartões-postais do Brasil, reconhecido como patrimônio pela Unesco. Esse é um grande diferencial. É comum recebermos estrangeiros e também gente de todo o Brasil. É fácil saber porque durante os shows é comum as pessoas pedirem para os artistas mandarem um abraço para as suas cidades de origem. Isso é muito divertido”, comemora o diretor.

OPINIÃO COM INOVAÇÃO

A cultura da inovação além das piscinas de bolinhas Já pensou em trabalhar nos escritórios ao estilo Google? Videogames, puffs coloridos, chopeira, mesa de sinuca, ping-pong, piscinas de bolinhas, guloseimas e ambientes totalmente estilizados. Para muitos, é o sonho de consumo profissional. Tenho visto inúmeras empresas vendendo este tipo de conceito como inovação. Uma startup, por exemplo, já nasce com essas características, é endógeno.

um ambiente cool para reter e

Criam uma casca em que buscam maquiar uma cultura, que de inovadora não tem nada. Seguem os mesmos modelos, processos e ideologia de anos atrás. O quadro ao lado da cozinha, com a missão, valores e visão, encontra-se o mesmo até hoje. Empresas contemporâneas de verdade possuem propósito! É lindo e encanta em um primeiro momento, cria o fator Wow, mas este tipo de estratégia over-the-top não é o suficiente. O

mento. Quer algo a mais do que ambientes divertidos.

atrair os melhores talentos? Só quero deixar bem claro. Não sou avesso a este tipo de ambiente, muito pelo contrário. É importante principalmente para aguçar a criatividade, além de deixar o ambiente mais leve e colaborativo. A minha observação é sobre criar espaços bacanas de trabalho sem desenvolver a cultura organizacional. Uma pesquisa da Robert Half International aponta que os colaboradores são parciais com produtos básicos, como horários de trabalho flexíveis (88%), bonificação (77%), plano de saúde top (69%), além de comodidades como uma academia ou mesmo permitir filhos no local de trabalho. A Geração Z (pessoas nascidas, em média, entre meados dos anos 1990 até o início do ano 2010),

É fato que para empresas monolíticas, conservadoras e tradicionais, esse tipo de ambiente causa certo impacto. O problema é que muitas dessas empresas não colocam o colaborador no centro das atenções, entregando este tipo de conceito apenas para acompanhar tendências e “vender” para seus colaboradores, clientes e busca por uma boa cultura e parceiros, uma imagem de ambiente de trabalho flexível, empresa inovadora. possui forte senso de pertenciÉ aquela história, adulto precisa é pagar boleto, não se divertir no trabalho.

O próprio Google incentiva seus colaboradores a desenvolverem e criar coisas novas, fomenta a Cultura Maker. 20% do tempo é dedicado a projetos pessoais, uma regra na empresa. A diversão de um googler (como é chamado quem trabalha lá) é aprender coisas interessantes, concentrar esforços que realmente importa para no que realmente interessa. aumentar a produtividade O ambiente cool no Google é o dos colaboradores? O que que menos importa, a cultura da realmente os deixam felizes? inovação e transformar o mundo, Será mesmo que basta criar é o que faz a diferença.

A empresa HubSpot, conhecida por sua cultura orientada pela impressionante linha de benefícios diversos e inovadores, acredita que a chave para entregar um plano de benefícios que ressoe com os funcionários e possíveis clientes, é garantir que esses benefícios se conectem diretamente à missão corporativa. Para Katie Burke, diretora de RH da empresa, “coisas como férias ilimitadas, férias sabáticas e licença parental recebem muita publicidade, mas no final todas elas estão diretamente ligadas ao nosso valor essencial de autonomia e nosso compromisso com a flexibilidade.” Burke ainda afirma, “qualquer coisa que você fizer por glamour ou cobertura da imprensa, sempre será insuficiente. A autenticidade e a conexão com o seu propósito devem ser o maior imperativo para definir a experiência do seu funcionário.” Por falar em cultura da inovação, o profissional de Recursos Humanos, ou mesmo gestor de pessoas, tem papel fundamental no processo. Precisa ser verdadeiro designer Organizacional, buscar entender o comportamento humano e as reais necessidades dos colaboradores, não de forma genérica, mas individualizada, atuando com programas de diversidade para aprofundar na realidade. Toda nova solução precisa fazer sentido, que impacte diretamente no bem-estar e produtitividade. É muito mais uma questão de estratégia do negócio do que uma simples ideia. É preciso se

perguntar a todo momento, será que é realmente isso que nossos colaboradores buscam? É se colocar no lugar do outro, praticar a empatia organizacional. Do que adianta investir em ambientes superdescolados se os seus colaboradores buscam trabalho remoto? Um programa de home office seria muito mais eficiente neste caso, não é mesmo? Criar uma cultura de inovação não é uma tarefa nada fácil. Poucos profissionais estão preparados ou mesmo se predispõem para implementar este tipo de modelo. É trabalho de longo prazo, que precisa principalmente ter apoio incondicional da diretoria e presidência da empresa. Para corroborar, ainda tem o lado negro da cultura corporativa, situações do tipo: “nós sempre fizemos desse jeito”, “isso não vai funcionar aqui, já tentamos anos atrás e não deu certo”, “não seja sonhador”, “não importa o que fazemos, nada vai mudar mesmo”. Mas não desanime, tudo tem um começo, certo? Então comece aos poucos, pense grande mas inicie pequeno. Pequenas ações podem fazer a diferença, acredite em mim! Por falar em fazer o diferente, deixo três dicas para iniciar um processo de cultura da inovação além das piscinas de bolinhas. Flexibilidade na jornada de trabalho: Será que temos mesmo que seguir o modelo linear e cartesiano de trabalho, das 8h às 18h? Algumas pessoas produzem melhor à noite, são os chamados

profissionais notívagos. Vamos deixar o colaborador trabalhar dentro do time dele, respeitar a performance do organismo de cada um. Redução da carga horária de trabalho: A jornada de 8 horas de trabalho foi instituída oficialmente pela empresa Ford, em 1914. Sim! Estamos atuando dentro de uma jornada de trabalho fordista. Algumas empresas estão diminuindo a carga horária de trabalho para 6 horas/dia, ou mesmo para 4 dias na semana. O resultado disso? Aumento da receita através de colaboradores mais felizes e produtivos. Incentivo e bonificações para descolamento sustentável: Mobilidade urbana é um gap gigante dentro das grandes metrópoles. Financiar alternativas para a mobilidade dos colaboradores irem e virem do trabalho. Modais como bicicletas ou patinetes elétricos para aqueles que abolirem o tradicional VT (vale-transporte). Bem, esses são alguns exemplos para desenvolver e reverberar uma cultura da inovação. O importante é que cada empresa olhe para dentro, analisar o que realmente irá fazer a diferença para os seus colaborares e entregar de fato aquilo que agregue valor. Este é um tema que tenho abordado em palestras e treinamentos para gestores de pessoas e RH. Encerro com uma frase que define bem este artigo. Inovação é estado de espírito. O futuro é o agora! Até a próxima. Bruno de Lacerda.


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DC AUTO IMPRESSÕES AO DIRIGIR

Econômico, PCX 150 é uma ótima opção de transporte individual Scooter da Honda conta com motor de 13,2 cv e transmissão do tipo CVT ROGÉRIO MACHADO*

A revolução da mobilidade não é um evento milagroso que virá de uma hora para outra, ela acontece a cada dia. Nesse contexto, muito se fala sobre futuro do transporte coletivo, sobre a praticidade dos veículos autônomos e a eletrificação da frota, mas é interessante observar que já vivemos e fazemos parte dessa revolução. Ela está presente na crescente frota de veículos de duas rodas. Esse setor se reinventa constantemente e é inegável que os motores modernos, de baixa cilindrada, demandam um baixo consumo de combustíveis fosseis e, consequentemente, reduzem a poluição. Esses veículos personalizam as rotas atendendo seus usuários, reduzem a concentração de automóveis e comerciais leves nos grandes centros e aliviam áreas de estacionamento com suas dimensões diminutas. Finalmente, um fator sócio-econômico: as motocicletas oferecem uma opção mais acessível para quem entra no mundo da mobilidade, pessoas também pressionadas pelo transporte coletivo deficitário cujo custo rivaliza com consórcios e financiamentos. Panorama - Dentro desse cenário, os grandes fabricantes identificam necessidades especificas de cada grupo consumidor e, como resultado, projetam veículos que atendam a cada um deles. Esta segmentação de mercado é responsável pela diversidade dos desenhos das motocicletas e, dentro delas, os scooters, que já dominam grande parte dos mercados internacionais no segmento urbano de baixa cilindrada e representam um setor em franco crescimento também aqui no Brasil. O scooter é definido como um motociclo de câmbio automático ou semiautomático, concebido para privilegiar o conforto. Esse conforto inclui a posição de dirigir com as pernas paralelas e com os pés em estribos planos, além de uma proteção adicional aos elementos proporcionada pela carenagem. As linhas de crédito nesta área são favoráveis e representam um complicador a menos, já que o capital envolvido em cada veículo é menor. Segundo o Marcos Fermanian, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), “houve uma ampliação da oferta de crédito pelas instituições financeiras, sobretudo bancos de montadoras. Além disso, cresce a contemplação de motocicletas pelo sistema de consórcio, contribuindo para o aquecimento da demanda. O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e o consórcio representam quase 70% das vendas de motocicletas no mercado nacional”. A redução das taxas de juros e a adoção do Cadastro Positivo poderão representar, em médio prazo, um maior crescimento do setor. Honda PCX - O scooter PCX (Personal Comfort Extra), da Honda, é a evolução de um projeto já presente no mercado

e, nesta última geração, é oferecido em três versões: básica, Sport e DLX. Avaliamos esta última que, conforme o nome indica, evoca mais luxo em função da cor bege dos grafismos externos e presente também no revestimento do assento, o que deve agradar ao público feminino, cada vez mais ligado a esse tipo de veículo. A iluminação utiliza tecnologia LED e está aplicada na carenagem frontal de modo a proporcionar grande visibilidade seja para o piloto, seja para os outros veículos no trânsito o que, principalmente a noite, é fator de segurança. Na parte posterior, o conjunto de luzes de freio, farolete e indicadores direcionais ocupam as dimensões habituais, com a aplicação da placa traseira, logo abaixo desses elementos, dotada de iluminação especifica, ampliando também a visualização do scooter por trás. A posição do piloto é diferenciada por uma parte mais baixa do assento, favorecendo o alcance do solo nas paradas enquanto o passageiro segue em posição elevada, com seus respectivos pontos de apoio para as mãos e para os pés de cada lado da carenagem. Um local para o capacete e outros objetos encontra-se sob o assento, que pode ser aberto através de um botão no lado direito do painel de comando na carenagem, acionado somente com a proximidade da chave eletrônica (smart key) que libera o seletor para abrir o banco. A chave é presencial e pode estar no seu bolso, por exemplo. O mesmo botão abre a tampa de acesso ao tanque de combustível, localizada embaixo, entre os estribos. Como opção para carregar objetos menores, chaves e documentos, está disponível no lado esquerdo da carenagem dianteira um pequeno porta luvas dotado de tomada 12V. Para abri-lo basta pressionar a tampa. O pequeno para-brisas, marcado por uma coloração escura, oferece bastante conforto quanto ao vento frontal. A dimensão e altura do guidão, comandos de luzes, buzina e indicadores direcionais estão bem posicionados e o conjunto de espelhos é bem funcional. O painel digital é de fácil

leitura e, além das funções habituais, inclui um indicador de consumo. As rodas aro 14 funcionam muito bem em qualquer condição, porém, cabe uma observação local: trafegando em Belo Horizonte, cujas vias apresentam inúmeros remendos e quebra-molas, o conforto vibracional poderia ser ampliado através de manoplas com um material mais absorvente a estes inconvenientes provocadas pelo piso. É sobre elas que o corpo se apóia em frenagens e mudanças de nível. A rotação do acelerador é precisa e utiliza uma relação (giro/aceleração) confortável. Conjunto mecânico, freios e suspensão - A versão DLX é equipada, como dissemos anteriormente, com uma chave eletrônica, bastando se aproximar do scooter para que o seletor de posição seja eletronicamente liberado. São quatro posições: 1 - ignição ligada; 2 - liberação da abertura do tanque e banco; 3 - ignição desligada e 4 - trava do guidão. O motor da Honda PCX é o mesmo nas três versões e seu desempenho é absolutamente adequado em qualquer situação. A dosagem da injeção, embora administrada eletronicamente, reage imediatamente ao acelerador, fazendo com que o motor, que gera 13,2 cv, impulsione o Honda com segurança. Um grande aliado na redução de poluição, com impacto no consumo, é o sistema start/ stop, batizado pela Honda de Idling Stop, que desliga o motor após três segundos em marcha lenta e volta a acioná-lo ao girar o acelerador. O consumo é uma das qualidades evidentes. Durante nossa avaliação foram registrados 32 km/litro no cenário predominantemente urbano. A transmissão com variação constante (CVT) utiliza a clássica polia com diâmetro variável, um componente provado e comprovado ao longo de séculos. Nasceu com Leonardo Da Vinci, em 1490 e, na minha opinião, é o “estado da arte” no campo das transmissões. As rodas de aro 14 são equipadas com freios a disco com 220 mm de diâmetro, tanto na dianteira quando na traseira,

FICHA TÉCNICA Tipo: OHC, Monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a líquido Cilindrada: 149,3 cc Potência Máxima: 9,74 kW (13,2 cv) a 8.500 rpm Torque Máximo: 13,5 N.m (1,38 kgf.m) a 5.000 rpm Transmissão: Tipo V – MATIC Sistema de Partida: Elétrico Diâmetro x Curso: 57,3 x 57,9 mm Relação de Compressão: 10,6:1 Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI Combustível: Gasolina Tanque de combustível: 8 Litros Óleo do motor: 0,9 Litro Comprimento x Largura x Altura: 1923 x 745 x 1107 mm Distância entre eixos: 1313 mm Distância mínima do solo: 137 mm Altura do assento: 764 mm Peso Seco: 126 kg Chassis: Berço duplo Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico / 100 mm Suspensão Traseira/Curso: Dois amortecedores / 100 mm Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 220 mm Freio Traseiro/Diâmetro: A disco - 220mm Pneu Dianteiro: 100/80 – 14M/C 48P Pneu Traseiro: 120/70-14M/C 61P Ignição: Eletrônica Bateria: 12V - 5 Ah Farol: LED

proporcionando uma excelente frenagem em conjunto com o sistema ABS na roda anterior. Os amortecedores posteriores tiveram o ângulo de inclinação modificado neste ano e os pneus também tem dimensões maiores, sendo o resultado dessas alterações positivo. A altura do solo permite curvas com uma inclinação

significativa, além de evitar preço sugerido de R$ 11,85 contato em desníveis mais mil, sem frete. acentuados. Cabe ao usuário definir suas condições. O PCX, nas versões Preço - O mercado oferece DLX e Sport, apresenta o freio uma ampla gama de scooters. O anterior ABS e a chave smart Honda PCX DLX tem o preço key enquanto, a versão básica, sugerido de R$ 12,99 mil, não mantém o freio combinado incluído o frete. (CBS). A versão básica, sem ABS *Colaborador e a chave eletrônica, tem o DIVULGAÇÃO


BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 15, A SEGUNDA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2019

19

INDICADORES ECONÔMICOS Inação

DĂłlar 



COMERCIAL*

PTAX (BC)

785,602 







COMPRA

R$ 4,0397

R$ 3,9656

R$ 3,9830

VENDA

R$ 4,0405

R$ 3,9669

R$ 3,9837

Ă‹QGLFHV$JRVWR ,*30 )*9

0,70%

TR/Poupança 6HW

2XW

1RY

'H]

-DQ

)HY

1,52%

0,89%

-0,49%

-1,16%

0,01%

0,88%

0DUoR 1,26%

$EULO

0DLR

-XQKR

-XOKR 1RDQRPHVHV

0,92%

0,45%

0,80%

0,40%

4,79%

6,39%

,3&)LSH

0,41%

0,39%

0,48%

0,15%

0,09%

0,58%

0,54%

0,51%

0,29%

-0,02%

0,15%

0,14%

2,22%

4,03%

,*3', )*9

0,68%

1,79%

0,26%

-1,14%

-0,45%

0,07%

1,25%

1,07%

0,90%

0,40%

0,63%

0,01%

4,39%

5,56%

,13&,%*(

0,00%

0,30%

0,40%

-0,25%

0,14%

0,36%

0,54%

0,77%

0,60%

0,15%

0,01%

0,10%

2,55%

3,19%

,3&$,%*(

0,09%

0,48%

0,45%

-0,21%

0,15%

0,32%

0,43%

0,75%

0,57%

0,13%

0,01%

0,19%

2,42%

3,22%

COMPRA

R$ 4,0068

R$ 3,9730

R$ 3,9960

VENDA

R$ 4,0074

R$ 3,9736

R$ 3,9966

&2035$

5

5

5

,&9',((6(

0,09%

0,55%

0,58%

0,32%

-0,21%

0,43%

0,35%

0,54%

0,32%

0,20%

-0,21%

0,17%

1,80%

2,99%

VENDA

R$ 4,2000

R$ 4,1200

R$ 4,1400

,3&$,3($'

0,03%

0,37%

0,29%

-0,20%

0,30%

1,87%

-0,24%

0,52%

-0,07%

0,27%

0,16%

0,68%

3,22%

3,98%

-XQKR 998,00 0,09 23,54 3,5932 6,26

-XOKR 998,00 0,12 3,5932 5,95

)RQWH%& 82/

SalĂĄrio/CUB/UPC/Ufemg/TJLP Custo do dinheiro 7D[DVUHIHUHQFLDLV



CDB PrĂŠ - taxa bruta ao ano

1RÂżP+i

+i

GHMXQKRPrV

PHVHV

-

5,01%

5,43%

7,61%

CDI - taxa OVER ao ano

5,90%

6,40%

6,40%

6,39%

CDI - taxa efetiva ao ano

5,90%

6,40%

6,40%

6,39%

)RQWH: Valor EconĂ´mico

6HW 954,00 0,13 23,54 3,2514 6,56

2XW 954,00 0,11 23,54 3,2514 6,98

1RY 954,00 0,18 23,54 3,2514 6,98

'H] 954,00 2,05 23,54 3,2514 6,98

Taxas de câmbio

Ouro 14



12

1RYD,RUTXH RQoDWUR\ 868686 %0 )63 J 555 )RQWHGold Price

Taxas Selic 7ULEXWRV)HGHUDLV  

0HWDGD7D[DDD 

Outubro

0,54

6,50

Novembro

0,49

6,50

Dezembro

0,49

6,50

Janeiro

0,54

6,50

Fevereiro

0,49

6,50

Março

0,47

6,50

Abril

0,52

6,50

Maio

0,54

6,50

Junho

0,47

6,50

Julho

0,57

6,00

Reservas Internacionais 86PLOK}HV )RQWH%&%'67$7

Imposto de Renda $OtTXRWD

3DUFHODD

 

GHGX]LU 5

Isento

Isento

De 1.903,99 atĂŠ 2.826,65

7,5

142,80

De 2.826,66 atĂŠ 3.751,05

15

354,80

De 3.751,06 atĂŠ 4.664,68

22,5

636,13

Acima de 4.664,68

27,5

869,36

%DVHGH&iOFXOR 5



 $JRVWR 6DOiULR 954,00 &8%0*  ) 0,31 83& 5

23,54 8)(0* 5

3,2514 7-/3 DD

6,56 )RQWH6LQGXVFRQ0*



AtĂŠ 1.903,98

'HGXo}HV a) R$ 189,59 por dependente (sem limite). b) Faixa adicional de R$ 1.903,98 para aposentados, pensionistas e transferidos para a reserva remunerada com mais de 65 anos. c) Contribuição previdenciåria. d) Pensão alimentícia. 2EVPara calcular o valor a pagar, aplique a alíquota e, em seguida, a parcela a deduzir. )RQWH6HFUHWDULDGD5HFHLWD)HGHUDO$SDUWLUGH$EULOGRDQRFDOHQGiULR

02('$3$Ă‹6 &Ă?',*2 BOLIVIANO/BOLIVIA 30 &2/21&267$5,&$  &2/21(/6$/9$'25  &252$',1$0$548(6$  &252$,6/1',6/$1  &252$1258(*8(6$  &252$68(&$  COROA TCHECA 75 DINAR ARGELINO 90 DINAR/KWAIT 95 DINAR/BAHREIN 100 DINAR/IRAQUE 115 DINAR/JORDANIA 125 ',1$56(59,2  DIRHAM/EMIR.ARABE 145 '2/$5$8675$/,$12  '2/$5%$+$0$6  '2/$5%(508'$6  '2/$5&$1$'(16(  DOLAR DA GUIANA 170 DOLAR CAYMAN 190 DOLAR CINGAPURA 195 DOLAR HONG KONG 205 DOLAR CARIBE ORIENTAL 210 '2/$5'26(8$  FORINT/HUNGRIA 345 )5$1&268,&2  GUARANI/PARAGUAI 450 IENE 470 LIBRA/EGITO 535 /,%5$(67(5/,1$  LIBRA/LIBANO 560 /,%5$6,5,$5(3  NOVO DOLAR/TAIWAN 640 LIRA TURCA 642 129262/3(58  3(62$5*(17,12  3(62&+,/(  3(62&2/20%,$  3(62&8%$  3(625(3'20,1,&  3(62),/,3,1$6  3(620(;,&2  3(62858*8$,2  QUETZEL/GUATEMALA 770 5$1'($)5,&$68/  RENMIMBI IUAN 795 RENMINBI HONG KONG 796 RIAL/CATAR 800 RIAL/OMA 805 RIAL/IEMEN 810 RIAL/IRAN, REP 815 5,$/$5$%6$8',7$  5,1**,70$/$6,$  58%/25866,$  RUPIA/INDIA 830 583,$,1'21(6,$  583,$3$48,67$2  6+(.(/,65$(/  :21&25(,$68/  ZLOTY/POLONIA 975 EURO 978 )RQWHBanco Central / Thomson Reuters

-DQ 998,00 0,53 23,54 3,5932 7,03

)HY 998,00 0,13 23,54 3,5932 7,03

0DUoR 998,00 0,10 23,54 3,5932 7,03

$EULO 998,00 0,20 23,54 3,5932 6,26

0DLR 998,00 0,25 23,54 3,5932 6,26

9(1'$ 0,585       0,1726 0,07943 0,03355 13,1866 0,003378 5,6602  1,0911     0,0194 4,8575 2,8824 0,5107 0,595  0,01371  0,000658 0,03788 0,2417  0,002662  0,1276 0,7144          0,5238  0,5707 0,5681 1,0951 10,4142 0,01607 0,0000954    0,06068     1,0207 4,4662

7$%(/$'(&2175,%8,dÂŽ(6'(-$1(,52'( Tabela de contribuição dos segurados empregados, inclusive o domĂŠstico, e trabalhador avulso 6DOiULRGHFRQWULEXLomR   $OtTXRWD 5       AtĂŠ 1.751,81 8,00 De 1.751,82 a 2.919,72 9,00 De 2.919,73 atĂŠ 5.839,45 11,00 &2175,%8,d­2'266(*85$'26$87Ă?12026(035(6Ăˆ5,2 ()$&8/7$7,92 6DOiULREDVH 5  $OtTXRWD &RQWULEXLomR 5

AtĂŠ 998,00 (valor. MĂ­nimo) 11 109,78 De 998,00 atĂŠ 5.839,45 20 199,60 atĂŠ 1.167,89 &27$6'(6$/Ăˆ5,2)$0Ă‹/,$  5HPXQHUDomR AtĂŠ R$ 907,77 Acima de R$ 907,78 a R$ 1.364,43

9DORUXQLWiULRGDTXRWD R$ 46,54 R$ 32,80

)RQWH0LQLVWpULRGR7UDEDOKRHGD3UHYLGrQFLD6RFLDO9LJrQFLD-DQHLUR

FGTS Ă‹QGLFHVGHUHQGLPHQWR &RHÂżFLHQWHVGH-$00HQVDO

&RPSHWrQFLDGR'HSyVLWR &UpGLWR     Fevereiro/2019 Abril/2019 0,2466 0,4867 Março/2019 Maio/2019 0,2466 0,4867 7D[DTXHGHYHUiVHUXVDGDSDUDDWXDOL]DURVDOGRGR)*76QRVLVWHPDGH)ROKDGH3DJDPHQWR )RQWHCaixa Econômica Federal

Seguros

TBF

31/07

0,01311781 2,92791132

01/08

0,01311781 2,92791132

02/08

0,01311781 2,92791132

03/08

0,01311781 2,92791132

04/08

0,01311781 2,92791132

05/08

0,01311781 2,92791132

06/08

0,01311781 2,92791132

07/08

0,01311781 2,92791132

08/08

0,01311781 2,92791132

09/08

0,01311781 2,92791132

30/07 a 30/08 31/07 a 31/08 01/08 a 01/09 02/08 a 02/09 03/08 a 03/09 04/08 a 04/09 05/08 a 05/09 06/08 a 06/09 07/08 a 07/09 08/08 a 08/09 09/08 a 09/09 10/08 a 10/09 11/08 a 11/09 12/08 a 12/09 13/08 a 13/09

10/08

0,01311781 2,92791132

11/08

0,01311781 2,92791132

12/08

0,01311781 2,92791132

13/08

0,01311781 2,92791132

14/08

0,01311781 2,92791132

15/08

0,01311781 2,92791132

16/08

0,01311781 2,92791132

17/08

0,01311781 2,92791132

18/08

0,01311781 2,92791132

19/08 0,01311781 2,92791132 )RQWHFenaseg

0,4927 0,4911 0,4705 0,4412 0,4409 0,4620 0,4830 0,4833 0,4830 0,4617 0,4397 0,4398 0,4608 0,4817 0,4818

AluguĂŠis )DWRUGHFRUUHomRDQXDO UHVLGHQFLDOHFRPHUFLDO ,3&$ ,%*(

Julho ,*3', )*9

Julho ,*30 )*9

Julho

0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000

0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715

Cide - Pagamento da Contribuição de Intervenção no DomĂ­nio EconĂ´mico cujos fatos geradores ocorreram no mĂŞs de julho/2019 (art. 2Âş, § 5Âş, da Lei nÂş 10.168/2000; art. 6Âş da Lei nÂş 10.336/2001): Incidente sobre as importâncias pagas, creditadas, entregues, empregadas ou remetidas a residentes ou domiciliados no exterior, a tĂ­tulo de royalties ou remuneração previstos nos respectivos contratos relativos a fornecimento de tecnologia, prestação de serviços de assistĂŞncia tĂŠcnica, cessĂŁo e licença de uso de marcas e cessĂŁo e licença de exploração de patentes - CĂłd. Darf 8741. Incidente na comercialização de petrĂłleo e seus derivados, gĂĄs natural e seus derivados e ĂĄlcool etĂ­lico combustĂ­vel (Cide-CombustĂ­veis) - CĂłd. Darf 9331. Darf Comum (2 vias) &RÂżQV3,63DVHS  5HWHQomR QD )RQWHÂą$XWRSHoDV Recolhimento da &RÂżQVHGR3,63DVHSUHWLGRVQDIRQWH sobre remuneraçþes pagas por pessoas jurĂ­dicas referentes Ă aquisição de autopeças (art. 3Âş, § 5Âş, da Lei nÂş 10.485/2002, com a nova redação dada pelo art. 42 da Lei nÂş 11.196/2005), no perĂ­odo de 16 a 31.07.2019. Darf Comum (2 vias) ()'5HLQI  Entrega da Escrituração Fiscal Digital de Retençþes e Outras Informaçþes Fiscais (EFD-Reinf), relativa ao mĂŞs de julho/2019, pelas entidades compreendidas no: a) 1Âş grupo, que compreende as entidades integrantes do “Grupo 2 - Entidades Empresariaisâ€?, do anexo V da Instrução Normativa RFB nÂş 1.634/2016; e b) 2Âş grupo, que compreende as demais entidades integrantes do “Grupo 2 - Entidades Empresariaisâ€?, do anexo V da Instrução Normativa RFB nÂş 1.634/2016; exceto DV RSWDQWHV SHOR 6LPSOHV 1DFLRQDO F  3Âş grupo, que compreende os obrigados nĂŁo pertencentes ao 1Âş, 2Âş e 4Âş grupos, referentes aos fatos ocorridos a partir de 1Âş.07.2019.(Instrução Normativa RFB nÂş 1.701/2017, art. 2Âş, § 1Âş, incisos I a III, e art. 3Âş, ambos com as redaçþes dadas pelas Instruçþes Normativas RFB nÂş 1.767/2017 e 1.842/2017). Nota: NĂŁo obstante a Instrução Normativa RFB nÂş 1.701/2017, art. 2Âş, § 1Âş, incisos I, II e IV, ainda mencione a Instrução Normativa RFB nÂş 1.634/2016, esta foi revogada pela Instrução Normativa RFB nÂş 1.863/2018, a qual traz em seu Anexo V a nova relação com a natureza jurĂ­dica das atividades.Internet

1,0322 1,0556 1,0639

27/07 a 27/08 28/07 a 28/08 29/07 a 29/08 30/07 a 30/08 31/07 a 31/08 01/08 a 01/09 02/08 a 02/09 03/08 a 03/09 04/08 a 04/09 05/08 a 05/09 06/08 a 06/09 07/08 a 07/09 08/08 a 08/09 09/08 a 09/09 10/08 a 10/09 11/08 a 11/09 12/08 a 12/09 13/08 a 13/09

0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000

0,3715 0,3715 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434 0,3434

Agenda Federal Dia 15

Contribuição ao INSS &2035$ 0,5724       0,1725 0,07864 0,03337 13,1586 0,003339 5,6434  1,0907     0,01901 4,7986 2,8809 0,5106 0,587  0,0137  0,0006558 0,03787 0,2411  0,002638  0,1275 0,7137          0,5204  0,5702 0,5679 1,0946 10,4019 0,01605 0,0000954    0,06065     1,0204 4,4644

09/07 a 09/08 10/07 a 10/08 11/07 a 11/08 12/07 a 12/08 13/07 a 13/08 14/07 a 14/08 15/07 a 15/08 16/07 a 16/08 17/07 a 17/08 18/07 a 18/08 19/07 a 19/08 20/07 a 20/08 21/07 a 21/08 22/07 a 22/08 23/07 a 23/08 24/07 a 24/08 25/07 a 25/08 26/07 a 26/08

'HFODUDomR GH 'pELWRV H &UpGLWRV 7ULEXWiULRV )HGHUDLV 3UHYLGHQFLiULRV HGH2XWUDV(QWLGDGHVH)XQGRV '&7):HE   Entrega da Declaração de

DÊbitos e CrÊditos Tributårios Federais Previdenciårios e de Outras Entidades e Fundos (DCTFWeb), relativa ao mês de julho/2019, pelas entidades compreendidas no 1º Grupo (com faturamento em 2016 acima de R$ 78.000.000,00), bem como aquelas compreendidas no 2º grupo (entidades empresariais com faturamento no ano de 2017 acima de R$ 4.800.000,00). Quando o prazo recair em dia não útil, a entrega da DCTFWeb serå antecipada para o dia útil imediatamente anterior. (Instrução Normativa RFB nº 1.787/2018, art. 13, §§ 1º a 4º, na redação da Instrução Normativa RFB nº 1.884/2019). DCTFWeb (internet) 3UHYLGrQFLD 6RFLDO ,166   Contribuinte individual, facultativo e segurado especial optante pelo recolhimento como contribuinte individual - Recolhimento das contribuiçþes previdenciårias relativas à competência julho/2019 devidas pelos contribuintes individuais, pelo facultativo e pelo segurado especial que tenha optado pelo recolhimento na condição de contribuinte individual. Não havendo expediente bancårio, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior. *36 YLDV

,3,  'HPRQVWUDWLYR GH &UpGLWR 3UHVXPLGR '&3 Entrega pela empresa produtora e exportadora que proceda Ă apuração de crĂŠdito presumido do IPI, de forma centralizada pela matriz, do DCP relativo ao 2Âş trimestre/2019 (abril-maio-junho/2019). Internet Dia 20 ,55)  Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no mĂŞs de julho/2019, incidente sobre rendiPHQWRV GH EHQHÂżFLiULRV LGHQWLÂżFDGRV residentes ou domiciliados no PaĂ­s (art. 70, I, “eâ€?, da Lei nÂş 11.196/2005, com a redação dada pela Lei Complementar nÂş 150/2015). Darf Comum (2 vias) &RÂżQV&6/3,63DVHS  5HWHQomR QD )RQWH  5HFROKLPHQWR GD &RÂżQV GD &6/ H GR 3,63DVHS UHWLGRV QD fonte sobre remuneraçþes pagas por pessoas jurĂ­dicas a outras pessoas jurĂ­dicas, correspondente a fatos geradores ocorridos no mĂŞs de julho/2019 (Lei nÂş 10.833/2003, art. 35, com a redação dada pelo art. 24 da Lei nÂş 13.137/2015). Darf Comum (2 vias) &RÂżQV  (QWLGDGHV ÂżQDQFHLUDV  Pagamento da contribuição cujos fatos geradores ocorreram no mĂŞs de julho/2019 (art. 18, I, da Medida ProvisĂłria nÂş 2.158-35/2001, alterado pelo art. žGD/HLQž &RÂżQV(QWL-

EDITAIS DE CASAMENTO REGISTRO CIVIL DE SANTA LUZIA Registro Civil de Santa Luzia LUCIANA RODRIGUES ANTUNES Oficiala do Registro Civil Rua Floriano Peixoto, 451 – Tel.: 3642-9344 Santa Luzia – Minas Gerais Faz saber que pretendem casar-se ADILSON FELIPE FERREIRA, solteiro, bombeiro militar, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 06 de março de 1984, residente Ă Rua Padre Augusto do EspĂ­rito Santo, 65, Alto Bela Vista, Santa Luzia - MG, filho de JOAQUIM DOS SANTOS FERREIRA e DOVALINA FELIPE DOS SANTOS FERREIRA; e JOSILENE APARECIDA ALVES MOREIRA, solteira, analista de qualidade, natural de Belo Horizonte MG, nascida em 14 de julho de 1985, residente Ă  Rua Padre Augusto do EspĂ­rito Santo, 65, Alto Bela Vista, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ AUGUSTO MOREIRA e ROSILENE MARIA ALVES MOREIRA. VALDEMIR SILVINO DIAS, solteiro, autĂ´nomo, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 08 de maio de 1982, residente Ă  Rua das CabiĂşnas, 130, Bom Destino, Santa Luzia - MG, filho de ESPEDITO SILVINO DIAS e MARIA TIBĂšRCIO DE MIRANDA DIAS; e JOYCE LORRANY NOGUEIRA RIBEIRO, solteira, pedagoga, natural de Belo Horizonte MG, nascida em 02 de novembro de 1995, residente Ă  Rua das Seringueiras, 79, Bom Destino, Santa Luzia - MG, filha de EDMAR EUGĂŠNIO RIBEIRO e ZÉLIA NOGUEIRA DA SILVA. RODRIGO ALVES DE MATOS, solteiro, funcionĂĄrio pĂşblico, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 10 de dezembro de 1988, residente Ă  Rua AmĂŠlia de Almeida Gabrich, 166, Nossa Senhora das Graças, Santa Luzia - MG, filho de RONALDO QUINTĂƒO MATOS e MARIA ELZA ALVES SANTOS DE MATOS; e ANNA CLĂ UDIA DINIZ COSTA, solteira, confeiteira, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 25 de janeiro de 1995, residente Ă  Rua Julieta Teixeira Sales, 12, Morada do Rio, Santa Luzia - MG, filha de SÉRGIO RICARDO DINIZ COSTA e SOFIA ESPĂ?RITO SANTO COSTA. CLAUDINEI RODRIGUES RAMOS, solteiro, auxiliar de açougue, natural de Governador Jorge Teixeira - RO, nascido em 03 de agosto de 1993, residente Ă  Rua Rio das Velhas, nÂş 620, bl 02, ap 45, SĂŁo JoĂŁo Batista, Santa Luzia MG, filho de GASPAR ARAĂšJO RAMOS e CECĂ?LIA RODRIGUES ARAĂšJO; e CRISTIELLE ALVES DA SILVA RIBEIRO, solteira, tĂŠcnica em enfermagem, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 31 de março de 1987, residente Ă  Rua Rio das Velhas, nÂş 620, bl 02, ap 45, SĂŁo JoĂŁo Batista, Santa Luzia - MG, filha de APARECIDO DONIZETH RIBEIRO DA SILVA e TEREZINHA ALVES DE SOUZA. LUAN OLIVEIRA CUPERTINO, solteiro, carregador, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 12 de abril de 2002, residente Ă  Avenida Salto Grande, 367, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filho de LUCAS EVANGELISTA CUPERTINO e ADRIANA APARECIDA DE OLIVEIRA CUPERTINO; e SHAKIRA DE JESUS PAULINO ALVES, solteira, estudante, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 07 de maio de 2002, residente Ă  Avenida Salto Grande, 367, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filha de CARLOS ALEXANDRE ALVES DE JESUS e CLAUDILENE DE JESUS PAULINO. DANIEL PORTO PEDROSA, solteiro, agente de segurança socioeducativo, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 09 de março de 1989, residente Ă  Rua Beco dos DragĂľes, 126, Frimisa, Santa Luzia - MG, filho de RUBENS PEDROSA DE MIRANDA e SORAYA DE FĂ TIMA PORTO DE MIRANDA; e IZABELE DE FĂ TIMA PALHARES MONTEIRO, solteira, agente de segurança socioeducativo, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 09 de outubro de 1988, residente Ă  Rua Beco dos DragĂľes, 126, Frimisa, Santa Luzia - MG, filha de EDY MARIA DAS GRAÇAS MONTEIRO. DIOGO SILVA DE OLIVEIRA, solteiro, militar da aeronautica, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 29 de outubro de 1990, residente Ă  Rua Papa JoĂŁo Paulo I, 10, Adeodato, Santa Luzia - MG, filho de RONALDO APARECIDA DE OLIVEIRA e MARGARETE DE SOUZA SILVA DE OLIVEIRA; e VANESSA APARECIDA MACHADO, solteira, tĂŠcnica de enfermagem, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 08 de outubro de 1995, residente Ă  Rua JosĂŠ Augusto de Lima, 148, Bela Vista, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ ROBERTO MACHADO e LUCIANA APARECIDA DA COSTA.

IGOR SOARES DOS SANTOS, solteiro, polidor de veĂ­culos, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 12 de março de 1996, residente Ă Rua Dezoito, 85, Dona Rosarinha, Santa Luzia - MG, filho de ORISVALDO BISPO DOS SANTOS e LĂšCIA SOARES DA SILVA SANTOS; e KAROLYNE LAYSLA FIRMINO DOMINGUES VIEIRA, solteira, estudante, natural de Cotia - SP, nascida em 09 de fevereiro de 2002, residente Ă  Rua Dezoito, 85, Dona Rosarinha, Santa Luzia - MG, filha de ROQUE DOMINGUES VIEIRA e LUCIANA VAZ FIRMINO. FREDERICO PEREIRA DE CARVALHO, divorciado, chefe de trafĂŠgo operacional, natural de Governador Valadares - MG, nascido em 03 de agosto de 1985, residente Ă  Rua AntĂ´nio Santissimo, 321, Industrial AmĂŠricano, Santa Luzia - MG, filho de ANTĂ”NIO BATISTA DE CARVALHO e MARIA RAMOS PEREIRA; e ANA JĂšLIA DE SOUZA, solteira, Do Lar, natural de AlvinĂłpolis - MG, nascida em 16 de janeiro de 1996, residente Ă  Rua AntĂ´nio Batista da Costa ,51, Fonseca, AlvinĂłpolis - MG, filha de JOSÉ LONGINO DE SOUZA e MARIA JOANA DA PAIXĂƒO DE SOUZA. BERNARDO HENRIQUE FERREIRA RODRIGUES, solteiro, autĂ´nomo, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 16 de fevereiro de 1996, residente Ă  Rua Santa Luzia, 878, Centro, Santa Luzia - MG, filho de EDSON STARLING RODRIGUES e EDIVANE CECĂ?LIA MORAES FERREIRA RODRIGUES; e CATHERINE REIS FERREIRA CAMPOS GIOVANINI, solteira, professora, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 27 de junho de 1996, residente Ă  Rua Presidente Nilo Peçanha, 437, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filha de ANTĂ”NIO CARLOS REIS GIOVANINI e ALEXANDRA FERREIRA CAMPOS GIOVANINI. ANTONNE JOSÉ DOMINGUES FERREIRA, solteiro, tĂŠcnico em eletrotĂŠcnica, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 07 de outubro de 1988, residente Ă  Avenida Itamar Soares Viana, 661, apto 101, bl 08, Novo Centro, Santa Luzia - MG, filho de ANTĂ”NIO JOSÉ FERREIRA e ANGÉLICA MARIA DOMINGUES FERREIRA; e VANESSA CRISTINA NEVES, solteira, Auxiliar Administrativo, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 24 de julho de 1990, residente Ă  Rua M, 62, Frimisa, Santa Luzia - MG, filha de GERALDO MAGELA DAS NEVES e FANI SOUSA NUNES DAS NEVES. MATHEUS CAMILO MENDES, solteiro, auxiliar de expedição, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 07 de novembro de 1997, residente Ă  Rua Chile, 51, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filho de DASIO MARÇAL MENDES e ELIANE APARECIDA CAMILO MENDES; e JHENIFER APARECIDA CASTELO PEREIRA, solteira, analista de negĂłcios jĂşnior, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 03 de dezembro de 1998, residente Ă  Rua Chile, 51, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ MARIA PEREIRA PINTO e MARIA NEUZA CASTELO PINTO. JOĂƒO LUIZ VIEIRA JĂšNIOR, solteiro, encarregado de manutenção, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 19 de agosto de 1987, residente Ă  Rua CapitĂŁo Eduardo, 164, Santa Rita, Santa Luzia - MG, filho de JOĂƒO LUIZ VIEIRA NETO e Ă‚NGELA MARIA FERREIRA VIEIRA; e MAĂ?RA PAMELA DE OLIVEIRA, solteira, agente de atendimento, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 08 de outubro de 1986, residente Ă  Rua EstevĂŁo da Rocha, 105, Santa Rita, Santa Luzia - MG, filha de ANTĂ”NIO GONÇALVES DE OLIVEIRA e MARIA REGINA DE OLIVEIRA. CARLITO PARREIRAS DE ARAĂšJO, solteiro, autĂ´nomo, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 28 de maio de 1992, residente Ă  Rua Presidente Getulio Vargas, 473, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filho de JOĂƒO BATISTA DE ARAĂšJO FILHO e LUCI MARIA PARREIRAS ARAĂšJO; e TASLA AUGUSTA FARIA MELO, solteira, farmacĂŞutica, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 31 de julho de 1990, residente Ă  Rua Presidente Getulio Vargas, 473, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filha de SÉRGIO LUIZ PERPÉTUO DE MELO e MARIA DE FĂ TIMA FARIA MELO. RONNY RODRIGUES DE SOUZA, solteiro, pedreiro, natural de Itabirinha - MG, nascido em 21 de junho de 1991, residente Ă  Avenida Belo Horizonte, 371, Padre Miguel, Santa Luzia - MG, filho de JOEL ANTĂ”NIO DE SOUZA e LUCILENE RODRIGUES DE SOUZA; e RAYSSA SUELLEN MOREIRA MAGALHĂƒES, solteira, auxiliar administrativo, natural de RibeirĂŁo das Neves - MG, nascida em 03 de setembro de 1999, residente Ă  Avenida Belo Horizonte, 371, Padre Miguel, Santa Luzia - MG, filha de TEMPERANI MOREIRA MAGALHĂƒES e MARIA GERALDA DE ABREU MOREIRA.

CRISTOVĂƒO ROCHA GIANCOTTI, divorciado, perito criminal, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 15 de agosto de 1955, residente Ă Rua da UniĂŁo, 200, Vale do TamanduĂĄ, Santa Luzia - MG, filho de DOMINGOS GIANCOTTI e OLGA ROCHA; e CLĂ UDIA ELIANA SILVEIRA, divorciada, professora de histĂłria, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 18 de março de 1969, residente Ă  Rua da UniĂŁo, 200, Vale do TamanduĂĄ, Santa Luzia - MG, filha de LUIZ GONZAGA SILVEIRA e MARLI SOARES SILVEIRA.

MOISÉS QUEIROZ DA SILVA, solteiro, armador, natural de Alvarenga - MG, nascido em 22 de março de 1989, residente Ă Rua Ouro, 74, Dona Rosarinha, Santa Luzia - MG, filho de JOSÉ PIO DA SILVA e MARIA HELENA DA SILVA; e JOSIANA DE JESUS SOARES MARTINS, solteira, professora de educação fĂ­sica, natural de Capelinha - MG, nascida em 16 de novembro de 1993, residente Ă  Rua Ouro, 74, Dona Rosarinha, Santa Luzia - MG, filha de JOĂƒO MARTINS DA SILVA e VANDA MARIA SOARES MARTINS.

HEBERT VIANA PEREIRA, solteiro, mĂşsico autĂ´nomo, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 06 de abril de 1991, residente Ă Rua Francisco GerĂ´nimo da Silva, 120, Bom Jesus, Santa Luzia - MG, filho de SEBASTIĂƒO ALVES PEREIRA e MARLENE D´ARC NUNES PEREIRA; e BRENDA ROBERTA MOREIRA CRUZ, solteira, monitora, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 25 de julho de 1998, residente Ă  Rua Firmino GuimarĂŁes, 539, Kennedy, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ ROBERTO DA CRUZ e ROSILENE MOREIRA.

SAMUEL HENRIQUE CARREIRO DE SOUSA, solteiro, empresĂĄrio, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 10 de fevereiro de 1995, residente Ă Rua CapitĂŁo Eduardo, 164, Santa Rita, Santa Luzia - MG, filho de DARCI CARREIRO DE SOUSA e EDARCIA DA CONCEIĂ‡ĂƒO SOUSA CARREIRO; e GREISIELE AMANDA FERREIRA GONÇALVES, solteira, operadora de caixa, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 16 de novembro de 1992, residente Ă  Rua CapitĂŁo Eduardo, 164, Santa Rita, Santa Luzia - MG, filha de ARMANDO JORGE FERREIRA GONÇALVES e ELIZETE GONÇALVES FERREIRA.

MARCOS VIN�CIUS SANTOS DE OLIVEIRA, solteiro, auxiliar de carga e descarga, natural de Contagem - MG, nascido em 10 de janeiro de 2000, residente à Rua Presidente Castelo Branco, 335, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filho de RENATO NONATO DE OLIVEIRA e CRISTIANA SOBRINHO DOS SANTOS; e DAYLANE ADILA FERREIRA, solteira, balconista, natural de Serro - MG, nascida em 29 de setembro de 1994, residente à Rua Presidente Castelo Branco, 335, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filha de PEDRO NILO FERREIRA e MARGARIDA JULIANA FERREIRA.

MARLON DAVY DOS SANTOS CASSEMIRO, solteiro, pedreiro, natural de Contagem - MG, nascido em 21 de maio de 2001, residente Ă Rua Engenheiro Felipe Gabrich, 884, Quarenta e Dois, Santa Luzia - MG, filho de SILVIM FERREIRA CASSEMIRO e IRANEIDE DOS SANTOS CASSEMIRO; e MAXA LORENNA MENDES ALVES, divorciada, vendedora, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 26 de abril de 1991, residente Ă  Avenida Engenheiro Felipe Gabrich, 956, Quarenta e Dois, Santa Luzia - MG, filha de MAXIMINIO HENRIQUE ALVES e ARLETE RODRIGUES DE OLIVEIRA ALVES.

THIAGO ALEXANDRO SILVA JUSTINO, solteiro, autĂ´nomo, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 19 de janeiro de 1992, residente Ă Rua Doutor Cassiano Augusto de Oliveira Lima, 536, Vila Ă?ris, Santa Luzia - MG, filho de GIL WELLINGTON RODRIGUES JUSTINO e MARILENE VIEIRA DA SILVA; e HELEN CAMPOS DE ARAĂšJO, solteira, farmacĂŞutica, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 11 de maio de 1994, residente Ă  Doutor Cassiano Augusto de Oliveira Lima, 536, Vila Ă­ris, Santa Luzia - MG, filha de JOĂƒO BEIJAMIM DOS SANTOS ARAĂšJO e HELENA DE OLIVEIRA CAMPOS ARAĂšJO.

HUGO ALEX DA SILVA, solteiro, autĂ´nomo, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 11 de março de 1977, residente Ă Rua JoĂŁo Miranda, 601, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filho de NELSON DIAS DA SILVA e MARIA APARECIDA DA SILVA; e DAIELLE CRISTINA TAINARA SANT´ANNA MARTINS, solteira, auxiliar administrativo, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 16 de janeiro de 1987, residente Ă  Rua JoĂŁo Miranda, 601, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filha de CÉSAR DAMIĂƒO MARTINS e NILZETE MARIA MOREIRA SANT´ANNA.

ANDRÉ FELIPE COSTA MARTINS, solteiro, anålista comercial, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 16 de abril de 1991, residente à Rua Silva Jardim, 31, São Geraldo, Santa Luzia - MG, filho de PAULO EDUARDO MARTINS e JANE DE Fà TIMA COSTA MARTINS; e Bà RBARA STEPHANIE COSTA JARDIM, solteira, correspondente de financiamento, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 12 de novembro de 1996, residente à Rua JosÊ Gonçalves da Silva, 163, apto 202, BL 1, Bom Jesus, Santa Luzia - MG, filha de EDUARDO MACIEL JARDIM e LUCIANA NARLEY DA COSTA JARDIM. ANTÔNIO ALVES ASSIS, divorciado, piscineiro, natural de Martins Soares - MG, nascido em 26 de agosto de 1957, residente à Avenida Raul Teixeira da Costa Sobrinho, 792, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filho de VILTON ALVES DE ASSIS e PRESENTINA RITA DE JESUS; e IRENE FERNANDES LAGE EM�LIO, viúva, aposentada, natural de Mendes Pimentel - MG, nascida em 13 de agosto de 1955, residente à Rua Presidente Nilo Peçanha, 587, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filha de ADAIR FERNANDES LAGE e EFIGÊNIA ROSA DAS NEVES.

ARTHUR FELIPE LEANDRO NONATO, solteiro, tÊcnico de enfermagem, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 13 de novembro de 1997, residente à Rua Bolívia, 305, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filho de AGNALDO RAIMUNDO NONATO e ROSANA APARECIDA LEANDRO ARAÚJO DOS ANJOS; e JENIFFER DOS SANTOS SILVA, solteira, atendente, natural de São Paulo - SP, nascida em 14 de dezembro de 1998, residente à Rua Canadå. 523, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filha de GILENILDO FERNANDES DA SILVA e SOLANGE VAQUEIRO DOS SANTOS SILVA. à GNEY LOPES ROTH FERRAZ, solteiro, militar, natural de Coronel Fabriciano - MG, nascido em 11 de julho de 1980, residente à Rua Aureliano Nestor Veado, 274, Nossa Senhora das Graças, Santa Luzia - MG, filho de NIVAIR ROTH FERRAZ e JEANE D´ARC DAS GRAÇAS LOPES ROTH FERRAZ; e CAMILA LARA ROCHA, solteira, mÊdica, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 19 de janeiro de 1987, residente à Rua Presidente Rodrigues Alves, 110, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ GERALDO ROCHA e LUZIA INÊS LARA ROCHA.

ALEXANDRE FERNANDES, solteiro, motorista, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 28 de outubro de 1977, residente à Rua Rio Paraguaçu, 54, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filho de ODAIR APARECIDO FERNANDES e SOLANGE DE Fà TIMA BESSONI; e ANA PAULA DE OLIVEIRA, solteira, diarista, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 15 de setembro de 1982, residente à Rua Rio Paraguaçu, 54, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filha de EDIR DE OLIVEIRA PINTO.

ALEXSON ASSIS DE JESUS, solteiro, auxiliar de produção, natural de Contagem - MG, nascido em 07 de junho de 1988, residente à Rua Dom Pedro II, 212, Quarenta e Dois, Santa Luzia - MG, filho de AUGUSTO LUCAS DE JESUS e MARIA APARECIDA DE ASSIS; e HELENA APARECIDA DE SOUZA, divorciada, auxiliar de produção, natural de Campos do Jordão - SP, nascida em 28 de agosto de 1974, residente à Rua Dom Pedro II, 212, Quarenta e Dois, Santa Luzia - MG, filha de FRANCISCO DE SOUZA NATO e THEREZINHA MARTINS DE SOUZA.

PAULO HENRIQUE BARBOSA DA SILVA, solteiro, conferente, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 13 de janeiro de 1995, residente Ă Rua Estrada do Bananal, 1223, Bonanza, Santa Luzia - MG, filho de IZAC BARBOSA DE ALMEIDA e CLEUNICE DA SILVA; e KETHELEN LORRANE COSTA SANTOS, solteira, autĂ´noma, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 17 de dezembro de 1997, residente Ă  Rua Estrada do Bananal, 1223, Bonanza, Santa Luzia - MG, filha de WESLEY JOĂƒO PAULO DOS SANTOS e SILVANA VALÉRIA COSTA.

DILTON FERNANDES MARIANO, solteiro, metalúrgico, natural de Itabira - MG, nascido em 12 de setembro de 1990, residente à Rua Rio Vermelho, 472, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filho de JOSÉ FRANCISCO MARIANO e VILMA PERPÉTUA FERNANDES MARIANO; e ELIANE FLORINDA DE MIRANDA VIEIRA, solteira, autônoma, natural de São JosÊ do Jacuri - MG, nascida em 21 de outubro de 1987, residente à Rua Rio Vermelho, 472, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filha de GERALDO VIEIRA e MARIA DA LUZ MIRANDA VIEIRA.

WESLEI DE CASTRO MIGUEL, solteiro, repositor, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 10 de janeiro de 1996, residente Ă Rua Minas Gerais, 70, Bonanza, Santa Luzia - MG, filho de LUIZ LĂšCIO MIGUEL e EVA GERALDA DE CASTRO MIGUEL; e MĂ RJORIE WESTERMANN VIEIRA, solteira, estudante, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 21 de fevereiro de 1995, residente Ă  Rua das Escumilhas, 12, Kennedy, Santa Luzia - MG, filha de RENATO WESTERMANN VIEIRA e MARIA CLĂ UDIA WESTERMANN.

ROBSON VENTURA VIEIRA, solteiro, repositor, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 23 de outubro de 1986, residente à Rua das Violetas, 206, Imperial, Santa Luzia - MG, filho de JADIR ANTÔNIO VIEIRA e ROSà RIA VENTURA DA SILVA VIEIRA; e REBECA TAYNARA COELHO ALVES, solteira, empregada domestica, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 18 de novembro de 1994, residente à Rua das Violetas, 206, Imperial, Santa Luzia - MG, filha de VANDER ALVES DOS SANTOS e ANDREIA SANTOS COELHO ALVES.

RĂ”MULO PEREIRA NEVES CHAVES, solteiro, auxiliar de produção, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 15 de junho de 1995, residente Ă Rua Prudente de Morais, 69, Rio das Velhas, Santa Luzia - MG, filho de CARLOS LĂšCIO PEREIRA CHAVES e MARILENE PEREIRA NEVES CHAVES; e ANA CLARA AMARAL SILVA, solteira, do lar, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 03 de abril de 1999, residente Ă  Rua Prudente de Morais, 69, Rio das Velhas, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ ANTĂ”NIO DA SILVA JĂšNIOR e LUCIANA AMARAL DE SĂ SILVA. BRAIAM MAILON MENDES DE OLIVEIRA LIMA, solteiro, orientador de pĂĄtio, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 05 de fevereiro de 2000, residente Ă  Rua Padre AntĂ´nio TomĂĄs de Castro, 341, Bela Vista, Santa Luzia - MG, filho de ALISSON MENDES LIMA e JAQUELINE DE OLIVEIRA LIMA; e GEOVANA SILVA MUNIZ, solteira, tesoureira, natural de Urandi - BA, nascida em 01 de fevereiro de 1999, residente Ă  Rua Padre AntĂ´nio TomĂĄs de Castro, 341, Bela Vista, Santa Luzia - MG, filha de JOĂƒO MUNIZ OLIVEIRA e MARIA APARECIDA SANTANA SILVA MUNIZ. MADSOM ANDRÉ APARECIDO FERREIRA SANTOS, solteiro, operador de ponte, natural de Belo Horizonte MG, nascido em 12 de outubro de 1997, residente Ă  Rua mĂŠxico 140, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filho de ANDRÉ DOS SANTOS OLIVEIRA e ERLAINE FERREIRA BATISTA; e THASSIANE MARCELLE DOS REIS ALVES, solteira, estudante, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 27 de junho de 2001, residente Ă  Rua mĂŠxico 140, Industrial Americano, Santa Luzia - MG, filha de WILSON FĂ BIO SANTIAGO ALVES e MARIA LUZIA PEREIRA DOS REIS. CLEITON FERNANDO DOS SANTOS, solteiro, motorista, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 26 de dezembro de 1986, residente Ă  Rua Marechal Hermes da Fonseca, 150, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filho de MARIA DA GLĂ“RIA DOS SANTOS; e ELISA TUANI DUVAL SENA, solteira, monitora de educação infantil, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 29 de março de 1993, residente Ă  Rua Marechal Hermes da Fonseca, 150, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filha de LEANDRO MOTA SENA e ROSĂ‚NGELA MARIA DUVAL. EDUARDO MARTINS DE OLIVEIRA, solteiro, auxiliar de produção, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 09 de dezembro de 1993, residente Ă  Rua MĂŠxico, 130, Industrial americano, Santa Luzia - MG, filho de GERALDO RIBEIRO DE OLIVEIRA e MARLENE MARIA MARTINS DE OLIVEIRA; e JOSIMARA AGUIAR SILVA, solteira, operadora de telemarketing, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 06 de dezembro de 1998, residente Ă  Rua MĂŠxico, 130, Industrial americano filha de AROLDO RAULINO DA SILVA e HELIZABETE EUGĂŠNIO AGUIAR DA SILVA. Santa Luzia, 15 de Agosto de 2019. Luciana Rodrigues Antunes Oficiala do Registro Civil


BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 15, A SEGUNDA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2019

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DC MAIS dcmais@diariodocomercio.com.br

TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL

Startup Weekend Women O Startup Weekend Women é um evento que acontece no mundo inteiro, uma rede global de líderes e empreendedores que tem por missão inspirar, educar e capacitar indivíduos, equipes e comunidades. Na sexta-feira (16), sábado (17) e domingo (18), o desafio é criar uma startup em 54 horas. Os participantes são encorajados a terem boas ideias, validá-las, construir o modelo de negócios, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. O evento será realizado no We Work Boulevard. As inscrições podem ser feitas no endereço https://www.sympla.com. br/startup-weekend-women-belo-horizonte.

Villa Stella Artois

Animais silvestres diminuíram pela metade desde 1970 Berlim - Desmatamento, caça ilegal, doenças, mudança climática. Para os animais silvestres que vivem nas florestas do mundo, as últimas décadas representaram uma hecatombe. Segundo um relatório divulgado pela Organização Não Governamental (ONG) ambiental World Wide Fund for Nature (WWF), a população desses animais diminuiu pela metade desde 1970. O estudo analisou 455 populações de 268 espécies de mamíferos, répteis, anfíbios e pássaros que vivem em florestas e concluiu que houve um declínio de 53% na quantidade de animais vertebrados entre 1970 e 2014. A WWF aponta que a situação é particularmente crítica na Amazônia e em outras florestas tropicais. O estudo também analisou populações de florestas temperadas, boreais e mediterrâneas. Segundo a ONG, 60% dessas perdas estão relacionadas ao desmatamento e à degradação drástica do habitat das populações de animais. O texto ainda aponta que a caça, a introdução de espécies invasoras, a disseminação de doenças e a mudança climática também contribuíram para o quadro. No caso do Brasil, a WWF menciona a

derrubada de árvores por madeireiros como principal causa da diminuição da população de animais, mas queimadas também tiveram efeitos duradouros sobre várias espécies. Em florestas tropicais como a Amazônia, em média, a perda de população das espécies estudadas superou o crescimento de todos os grupos somados. Já nas florestas temperadas, o crescimento da população de algumas espécies, especialmente pássaros, ajudou a reverter a tendência negativa na média de todas as populações. Ainda de acordo com a WWF, a diminuição da população tem sido especialmente dura com anfíbios e répteis, enquanto as populações de pássaros registraram mais anos positivos de crescimento do que de declínio. A análise também menciona exemplos de como a população de algumas espécies pode ser recuperada. Entre os casos mais otimistas mencionados pela WWF está o aumento das populações de gorilas na África Central e Oriental, graças a medidas de proteção, e de macacos na Costa Rica. No caso da Costa Rica, a WWF chama de positiva a tendência de aumento na

proteção e regeneração da floresta tropical. No entanto, a ONG adverte que enquanto as florestas têm capacidade para recuperar mais rapidamente a sua cobertura vegetal, as populações de vertebrados que habitam essas matas podem precisar de muitas décadas para se recuperar totalmente. Por fim, a WWF lembra que as florestas são essenciais para que metas globais de conservação da biodiversidade sejam atingidas e para combater as mudanças climáticas e promover o desenvolvimento sustentável. “As florestas são importantes depósitos de carbono, e as florestas tropicais são alguns dos habitats com maior biodiversidade do mundo, contendo mais da metade das espécies terrestres do mundo. As florestas também fornecem outros serviços ecossistêmicos vitais, incluindo alimentos, medicamentos, materiais, purificação de água, controle de erosão e reciclagem de nutrientes. E mais de um bilhão de pessoas dependem das florestas para sua subsistência”, conclui o estudo. (ABr, com informações da Deutsche Welle, agência pública da Alemanha)

CULTURA DIVULGAÇÃO

distribuídos na bilheteria da Sala Minas Gerais. No dia do concerto, a partir das 9 horas, serão distribuídos 300 ingressos. Onde: Sala Minas Gerais (rua Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto) Cinema

Música Concerto - Na busca constante de valorizar nosso patrimônio imaterial e aproximar o público da música de concerto, a Academia Orquestra Ouro Preto apresenta a peça “O Grande Governador da Ilha dos Lagartos”, obra do século XIII de autoria do português António José da Silva. Quando: 15, 16 e 17 de agosto (20h) Quanto: entrada gratuita com distribuição de ingressos no próprio teatro, das 14 às 18 horas Onde: Casa da Ópera de Ouro Preto (rua Brigadeiro Musqueira, 104) Ópera – Na série “Concertos para a Juventude”, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais traz como tema “O resumo da ópera”, com trechos de algumas das mais importantes óperas. A apresentação terá regência do maestro convidado Edson Piza, um dos jovens regentes que participou de uma das dez edições do Laboratório de Regência, promovido anualmente pela orquestra. Quando: 18 de agosto (11h) Quanto: entrada gratuita com ingressos

Suspense - A mostra HenriGeorges Clouzot reúne quatro longa metragens do mestre francês do suspense e dois documentários sobre sua vida e obra. Figura polêmica para o público e crítica, Clouzot marcou a história do cinema europeu e mundial com clássicos como “As Diabólicas” e “O Salário do Medo”, chegando a ser considerado o “Hitchcock francês”. Quando: 15 a 21 de agosto Quanto: ingressos gratuitos com retirada 1 horas antes de cada sessão Onde: Cine Humberto Mauro (avenida. Afonso Pena 1.537, Centro) Teatro Dostoiévski – Baseado em Nastácia Filíppovna - heroína do clássico “O Idiota”, de Fiódor Dostoiévski - o espetáculo “Nastácia” une o teatro a outras linguagens artísticas, como instalação de Ronaldo Fraga e videoarte de Cao Guimarães para contar a história de uma das mais instigantes personagens femininas da literatura universal. A direção é de Miwa Yanagizawa e no elenco estão Chico Pelúcio, Flávia Pyramo e Odilon Esteves. Quando: até 9 de setembro, de sexta a

segunda-feira, às 19 horas. Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meiaentrada); clientes Banco do Brasil têm 50% de desconto nos ingressos Onde: CCBB Belo Horizonte (Praça da Liberdade, 450, Funcionários) Artes plásticas Argila - Genin Guerra expõe de caricaturas e esculturas feitas de argila que se inspiram em figuras da MPB. Na mostra “Solo – Álbum das glórias musicais”, nomes como Raul Seixas, Milton Nascimento e Rita Lee estão representados com a técnica cerâmica em alto-relevo, resultado de dez anos de trabalho do escultor. Também estarão expostos bustos de ícones da música internacional como Amy Winehouse, Elvis Presley, Ray Charles e Steve Wonder, que fazem parte de uma nova série denominada “Cabeças”. Quando: até 23 de agosto (segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas) Quanto: entrada gratuita Onde: Galeria Arte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho) Colagens – O arquiteto e engenheiro Renato Cesar José de Souza faz sua estreia como artista plástico com a exposição “Gesto, tecendo um tapete de memórias”. A mostra apresenta uma coletânea de 23 obras. O suporte em papel é a base para colagens, com interferências com diversos tipos de tinta, para montar uma costura simbólica, marcada pela simplicidade do gesto e pela escolha consciente por deixar rastros, vestígios do processo. Quando: até 27 de agosto Quanto: entrada gratuita Onde: Galeria Patrícia de Deus – Ideias e Papéis (rua Fernandes Tourinho, 145, Funcionários)

Belo Horizonte recebe o Villa Stella Artois, que reúne gastronomia e música, neste sábado (17) e domingo (18), a partir das 12 horas, na Praça de Eventos da Filarmônica (rua Tenente Brito Melo 1.090, Barro Preto). Para embalar o público, a cantora de MPB Maíra Baldaia e a DJ Naroca se apresentam no sábado, e domingo ficará por conta de Sandri e do coletivo musical Graveola. O visitantes poderão compartilhar com os amigos pratos da A Borracharia, Alma Chef, Baixo Lourdes, Bar da Lora, Bení Kebab, Birosca, Nonô – O Rei do Caldo Mocotó, Dona Lucinha, Dorsé Bar & Restaurante, Guaja, Magrí, Pão de Queijaria, Querida Jacinta, Restaurante e Empório Morada Mexicana e Xapuri. Tudo.

Feijoada beneficente A Organização Regional de Combate ao Câncer (Orcca) promove neste sábado (17), das 12 às 16 horas, o “ORCCAGastrô”. O evento acontece no espaço Mandacaru, localizado na rua Manuel Pires, 1260, bairro Bom Repouso, em Betim. Os ingressos custam R$ 25, por pessoa, e dão direito ao participante de consumir feijoada completa e petiscos de comida de boteco. Haverá ainda espaço kids e música ao vivo. Sobremesas e bebidas serão cobradas à parte. Toda a renda será revertida aos projetos assistenciais da instituição, que atende, mensalmente, 500 pacientes com câncer carentes do município e de outras cidades da região metropolitana de Belo Horizonte.

Semana da saúde Para estimular o cuidado com a saúde e promover o bem estar e a qualidade de vida, a Sigma Estética, oferece 15 atividades gratuitas para o corpo, a mente e a alma. A programação inclui sessões de reiki, quick massagem, reflexologia podal, cuidados com a pele e sobrancelhas, aulas de karatê, atividade física com personal, dança, meditação, relaxamento e uma série de workshop de beleza, cuidados com a pele e defesa pessoal. A “Semana da saúde e bem estar” acontece de domingo (18) a 24 de agosto, entre 7h e 19h, na sede da empresa, no bairro Carlos Prates (rua. Cambuquira, 668). Para participar, é necessário agendar pelo telefone (31) 3411-3325. Mais informações: www.sigmaestetica.com.br.

“Segunda no Cine” Os apaixonados pelo cinema hollywoodiano não podem perder a programação de agosto do projeto “Segunda no Cine”, promovido pelo Cine Theatro Brasil Vallourec. Heróis e vilões se confundem no jogo de espelhos que marca a ambiguidade dos personagens que habitam as histórias contadas nos filmes que serão exibidos neste mês. Nesta segunda-feira (19), a atração é o clássico do western “Por uns Dólares a Mais”, com Clint Eastwood, em sessão comentada com convidado especial. As exibições acontecem no Teatro de Câmara, em formato DCP (Digital Cinema Package), que é o padrão mundial de exibição cinematográfica digital. Os ingressos podem ser comprados por R$10.00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada). www.facebook.com/DiariodoComercio www.twitter.com/diario_comercio dcmais@diariodocomercio.com.br Telefone: (31) 3469-2067

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