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JOSÉ COSTA FUNDADOR

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DESDE 1932 - EDIÇÃO 23.770 - R$ 2,50

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BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2019

Tributos e encargos oneram o preço da energia elétrica no País Apenas o ICMS representa mais do que todos os impostos federais somados Não é de hoje que o chamado “custo Brasil” se apresenta como um dos entraves ao desenvolvimento econômico nacional. A carga tributária brasileira é conhecida como uma das mais altas e complexas do mundo e onera todo o setor produtivo, inclusive o energético. Levantamento do Instituto Acende Brasil, em parceria com a PricewaterhouseCoopers (PwC), mostrou que encargos e tributos representam quase metade da conta de luz dos brasileiros. A pesquisa revelou que 47,71% da receita bruta operacional arrecadada pelas companhias foram destinados ao pagamento de tributos e encargos em 2017, número que chegou a 47,94% em 2016. De maneira detalhada, os tributos federais somaram R$ 27,57 bilhões, 33% do total, enquanto os tributos estaduais chegaram a R$ 37,20 bilhões, 44% do total. Já os municipais somaram R$ 4 milhões, ou 0,02%. Pág. 5 A energia é considerada um setor de alta capilaridade e, por isso, acaba sendo utilizada como instrumento de arrecadação

Serviços lidera o ranking de empresas formalizadas Em 2018, o número de empresas abertas em Minas Gerais cresceu 14% e, na outra ponta, as extinções aumentaram 26% em relação a 2017. Foram as empresas do setor de comércio e de serviços que mais foram constituídas ou fechadas no Estado no ano passado, o que é um reflexo de 80% das empresas mineiras pertencerem a esses dois segmentos. A abertura de empresas do setor de serviços representou 59,3%. Pág. 7

Minas Gerais desburocratiza a legislação ambiental Foi publicada ontem no “Diário Oficial de Minas Gerais” a Lei 23.289/19, que altera regras relativas ao licenciamento ambiental para atividades a serem realizadas no Estado. O texto delega aos municípios a atribuição de conceder licença ambiental nos casos de empreendimentos cujo impacto seja apenas local. Com a aprovação da proposição, foi modificada a Lei 21.972/16, que dispõe sobre o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema). Pág. 9

Setor aéreo incentiva a criação de um nicho TÂNIA RÊGO/ABr

A experiência vivida por milhares de passageiros ao ter um voo cancelado é sinônimo de frustração, dor de cabeça e prejuízo. Mas, nos últimos anos, a situação tem se tornado, também, negócio para startups que encontraram no problema uma oportunidade de empreender. As empresas oferecem assessoria jurídica gratuita aos clientes e conduzem todo o processo na Justiça para exigir indenização aos passageiros. Se a ação tiver êxito, as empresas ganham uma porcentagem sobre o valor. Pág. 11 Atrasos e cancelamentos de voos são os problemas mais comuns

Aguinaldo Diniz é o 40º presidente da ACMinas FÁBIO ORTOLAN/DIVULGAÇÃO

Aguinaldo: não há empresa competitiva sem um país competitivo

Dólar - dia 10

Euro - dia 10

Comercial

Compra: R$

Compra: R$ 3,7071 Venda: R$ 3,7076

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Poupança (dia 11): ............ 0,3715%

Turismo

Ouro - dia 10

IPCA-IBGE(Novembro):.... -0,21%

Compra: R$ 3,6800 Venda: R$ 3,8570

Nova York (onça-troy): US$ 1.287,40

IPCA-Ipead (Dezembro): ... 0,30%

R$ 152,00

IGP-M (Dezembro):................ -1,16%

Ptax (BC) Compra: R$ 3,6863 Venda: R$ 3,6869

BM&F (g):

BOVESPA

TR (dia 11): ............................. 0,0000% Venda: R$ 4,2499

Em meio ao cenário de mudanças no Brasil, o empresário Aguinaldo Diniz Filho assumiu nesta semana a presidência da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas). Diniz Filho ressaltou que já é possível perceber um ambiente mais propenso ao crescimento da economia e que, à frente da ACMinas, atuará para que a entidade faça parte desse desenvolvimento, reforçando a representação institucional e a defesa dos interesses dos associados. “A mudança de governo cria o contexto favorável para retomada da economia”. Pág. 4

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EDITORIAL Na segunda metade dos anos 40, ao final da Segunda Grande Guerra, nascia o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), ambos integralmente financiados pela iniciativa privada e sem recursos públicos. Seu financiamento – hoje mais conhecido como Sistema S – é custeado diretamente por empresas privadas, que recolhem entre 0,2% e 2,5% sobre suas respectivas folhas de pagamento. Apesar do sucesso reconhecido e aplaudido, não falta quem lhe atire pedras, na enganosa ideia de que se trata de dinheiro público, retirado dos bolsos dos contribuintes. Falar mal do Sistema S parece fazer parte de um roteiro antigo, que agora se repete nas promessas do ministro da Economia de “meter-lhe a faca”. “Pensar para evitar erros”, pág. 2

OPINIÃO Com a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal das Estatais em 2016, ficaram assentadas as regras de governança das companhias públicas, de modo a impedir os desmandos que corroíam aqueles órgãos. Decorridos dois anos de vigência da lei e assim que conhecido o resultado do pleito de outubro, sobreveio a frustração dos congressistas que não foram reeleitos. Armou-se, então, um esquema fraudatório na Câmara dos Deputados, com a participação vergonhosa de todos os partidos, em prol da criação de oportunidades aos que não mereceram o reconhecimento de seu desempenho pelo voto popular. A proposta consistiu em permitir que os repelidos pudessem integrar a Diretoria ou o Conselho de Administração das estatais. (Aristoteles Atheniense), pág. 2


BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2019

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OPINIÃO O descrédito do Congresso Nacional ARISTOTELES ATHENIENSE *

Com a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal das Estatais em 2016, ficaram assentadas as regras de governança das companhias públicas, de modo a impedir os desmandos que corroíam aqueles órgãos. O diploma legal veio em boa hora, visando entravar a interferência política, a designação de parentes de parlamentares, de titulares de cargos comissionados, dirigentes partidários e sindicais até o terceiro grau, debelando, assim, a prática do nepotismo. Decorridos dois anos de vigência da lei e assim que conhecido o resultado do pleito de outubro, sobreveio a frustração dos congressistas que não foram reeleitos. Armou-se, então, um esquema fraudatório na Câmara dos Deputados, com a participação vergonhosa de todos os partidos, em prol da criação de oportunidades

aos que não mereceram o reconhecimento de seu desempenho pelo voto popular. A proposta consistiu em permitir que os repelidos pudessem integrar a diretoria ou o Conselho de Administração das estatais, desde que nos últimos três anos houvessem dirigido e participado de campanha eleitoral. O bom resultado obtido no regime da lei atual tornou-se evidente ante a queda expressiva de 153 para 178 no número das companhias do Estado, com a redução de 30 mil funcionários. O lucro de R$ 4,6 bilhões atingiu a R$ 25 bilhões em 2017. A chicana foi aprovada por uma indecorosa comissão especial, em caráter conclusivo, devendo ser submetida à avaliação do Senado Federal. A aprovação da reforma na Câmara Alta terá efeitos negativos no processo de profissionalização

implantado, prestando-se a dar continuidade à mesma volúpia e desfaçatez que alimentaram a sua tramitação na Câmara dos Deputados. Como este expediente deva ter sequência neste ano e diante da prometida política de retenção de gastos anunciada por Jair Bolsonaro ao longo de sua campanha eleitoral, cabe-lhe permanecer vigilante, impedindo que tamanho absurdo ganhe formato de lei. É indispensável que assim se mantenha, sob pena de concorrer, por omissão, para que essa vexatória iniciativa venha a prevalecer, em desfavor de tudo aquilo que o novo governo se dispõe a propiciar a um povo exausto das decepções proporcionadas pelo nosso Legislativo. * Advogado, Conselheiro Nato da OAB e Diretor do IAB

Receita Federal e servidores enfrentam cenário difícil ANTÔNIO GERALDO DE OLIVEIRA SEIXAS *

No ano de 2017, a Receita Federal do Brasil (RFB) apreendeu um total de R$ 2,3 bilhões em mercadorias nas ações de combate ao contrabando, ao descaminho e à pirataria. Em 2018, o resultado se aproximou de R$ 3 bilhões - o maior na história do órgão, desde a sua criação. Embora seja responsável por estes e outros importantes resultados que impactam positivamente a economia e a segurança pública do País, a Receita Federal vem sofrendo diversas limitações, que prejudicam o trabalho desempenhado por seus servidores e comprometem as ações de vigilância e repressão conduzidas pelo órgão. A Aduana brasileira também tem alcançado resultados cada vez mais expressivos no âmbito do combate ao tráfico internacional de drogas. Em todo o ano de 2017, foram apreendidas 18,07 toneladas de cocaína – resultado ultrapassado em 2018, quando foram apreendidas 29,7 toneladas da droga de janeiro a novembro, em trabalhos de rotina da Receita Federal durante o período. De janeiro a julho do ano passado, a apreensão de cocaína nos maiores portos do País alcançou a média de 66 quilos por dia, sendo o maior volume diário de apreensões da droga registrado na última década. As ações da Receita Federal contra os ilícitos no comércio internacional são fundamentais para proteger a economia do País, pois os produtos descaminhados e contrabandeados comercializados nas ruas promovem a concorrência desleal, causam prejuízos aos empregos formais, afetam a arrecadação de tributos e podem ser uma forma de financiamento do crime organizado. Para promover um ambiente de negócios mais seguro no Brasil, a Receita Federal também exerce um papel fundamental no âmbito da segurança pública retirando toneladas de drogas de circulação, a partir da atuação dos analistas-tributários nas atividades de vigilância e repressão, análise de risco, vistoria de mercadorias, cargas e bagagens. Cabe esclarecer que ao promover o controle de cargas, mercadorias, bagagens e veículos nos portos e aeroportos e postos de fronteira terrestre, a Receita Federal se depara com grandes quantidades de drogas ilícitas, como maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD e outras. Essa situação ocorre pelo fato de que essas drogas são encontradas, pelos analistas-tributários, escondidas em contêineres e veículos, camufladas em bagagens e produtos, embarcadas sorrateiramente em navios e até mesmo ocultas em pedras de granito destinadas ao exterior. A atuação da Receita Federal no Brasil, assim como nas demais economias em desenvolvimento e nos países desenvolvidos, reflete o atual entendimento de que as administrações aduaneiras passaram a ter um papel ainda mais importante no enfrentamento de ameaças à segurança internacional, representadas pelo tráfico internacional de drogas, de pessoas, de armas e munições, pelos crimes de contrabando, descaminho, evasão de divisas e o terrorismo. Todas essas ameaças são difusas, promovidas por atores não estatais e não se encontram mais delimitadas às fronteiras das nações. Apesar dos seus excelentes resultados, a Receita

Federal vem sofrendo várias limitações na sua atuação, principalmente com o quadro reduzido de servidores. Hoje, a Receita Federal possui 977 analistas-tributários responsáveis pelo controle de todo o fluxo do comércio internacional brasileiro, envolvendo uma movimentação de milhões de toneladas de cargas de importação e exportação nos portos, aeroportos e rodovias do País, sem contar com o trânsito de veículos e pessoas. Para piorar a situação da fiscalização e controle aduaneiro realizados pelos analistas-tributários, uma resolução Anac determinou a inspeção obrigatória dos servidores que trabalham nas áreas de segurança dos aeroportos, comprometendo a agilidade das atividades desenvolvidas pela Receita Federal. O problema remonta ao ano de 2013, quando foi editada a Resolução Anac 278, de 10/07/2013, submetendo os analistas-tributários a múltiplas inspeções de segurança diariamente ao entrarem nas áreas alfandegadas dos aeroportos internacionais, comprometendo o exercício das atividades incumbidas à Receita Federal, diretamente relacionadas ao combate ao contrabando, descaminho e tráfico internacional de drogas e armas. A fiscalização sendo realizada por terceirizados, observando que o alfandegamento dos aeroportos internacionais é concedido pela própria Receita Federal do Brasil, permitindo que nesses locais ocorram atividades relacionadas ao comércio internacional, são as chamadas Zonas Primárias. Nas Zonas Primárias, o artigo 35 do Decreto-Lei 37/1966 determina que em tudo o que interessar à fiscalização aduaneira a autoridade aduaneira tem precedência sobre as demais que ali exercem suas atribuições. Ou seja, é extremamente incompreensível os analistas-tributários serem vistoriados no momento em que adentrem nas áreas aeroportuárias durante sua jornada de trabalho. A precedência citada consta no texto do inciso XVIII, do artigo 37, da Constituição Federal, determinando que a administração fazendária e seus servidores fiscais terão, dentro de suas áreas de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores administrativos, na forma da lei. Diante de resultados tão expressivos de sua atuação em 2018, a Receita Federal do Brasil inicia o ano de 2019 com a apreensão de 760 quilos de cloridrato de cocaína no porto de Paranaguá/PR. A droga estava escondida dentro de um contêiner em caixas que continham carne congelada de frango destinadas à exportação. A apreensão demonstra o comprometimento dos analistas-tributários com suas atribuições, mesmo sofrendo várias ações que desrespeitam a importância da Aduana brasileira para sociedade. Que 2019 seja um ano no qual a Receita Federal do Brasil seja respeitada pela sua missão e por seus valores, ao exercer a Administração Tributária e Aduaneira com justiça fiscal e respeito ao cidadão, em benefício da sociedade, com integridade, lealdade, legalidade, profissionalismo e transparência. * Presidente do Sindireceita

Diário do Comércio Empresa Jornalística Ltda. Fundado em 18 de outubro de 1932 Fundador: José Costa Diretor-Presidente Luiz Carlos Motta Costa

Diretor Executivo e de Mercado Yvan Muls

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Pensar para evitar erros Na segunda metade dos anos 40, ao final da Segunda Grande Guerra, os brasileiros enxergavam pela frente um ciclo de prosperidade. Nesse contexto, entendiam ser necessário – e urgente – a capacitação de mão de obra de nível médio, tarefa que as próprias empresas, inicialmente nos setores industrial e comercial, se propuseram cumprir. Nascia o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), ambos integralmente financiados pela iniciativa privada e sem recursos públicos. Por razões práticas, uma vez que não havia estrutura privada capaz de suportar o encargo, ficou acertado que as contribuições seriam recolhidas através do Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Comerciários, o antigo IAPC. Foi assim que começou a ser construída uma história de sucesso, hoje assim amplamente reconhecida, embora seja também motivo de muita controvérsia. Com o correr dos anos o sistema cresceu e aumentou seu campo de atuação, sendo reconhecido hoje como um dos maiores e mais eficientes no mundo em Falar mal do Sistema seu campo S parece fazer parte de atuação, inclusive de um roteiro antigo, servindo de que agora se repete modelo para diversos países. nas promessas do Contam-se ministro da Economia aos milhões os alunos que de “meter-lhe a passaram pelos faca” para reduzir bancos de suas escolas, as contribuições, algumas delas que em parte já são classificadas entre as voluntárias, pelo melhores do menos em 30% País, mesmo na comparação com estabelecimentos privados e premiadas até internacionalmente. Seu financiamento – hoje mais conhecido como Sistema S – é custeado diretamente por empresas privadas, que recolhem entre 0,2% e 2,5% sobre suas respectivas folhas de pagamento. Apesar do sucesso reconhecido e aplaudido, não falta quem lhe atire pedras, na enganosa ideia de que se trata de dinheiro público, retirado dos bolsos dos contribuintes. Falar mal do Sistema S parece fazer parte de um roteiro antigo, que agora se repete nas promessas do ministro da Economia de “meter-lhe a faca” para reduzir as contribuições, que em parte já são voluntárias, pelo menos em 30%. O argumento é desonerar a folha salarial e assim criar condições para maior e mais rápida geração de empregos. Parece fazer sentido, mas não é levado em conta que cada vez mais empregos dependem de qualificação técnica de qualidade, exatamente o que o sistema oferece. Com toda certeza é possível fazer mais e fazer melhor, com menores custos e, como regra, os dirigentes do Sistema S têm consciência disso. O que não faz o menor sentido é inviabilizar, ou até matar, uma experiência que deu muito certo, que disponibiliza mão de obra de qualidade e muito contribui para a inovação de que o País ainda é tão carente. É portanto altamente recomendável pensar melhor a respeito, antes que uma decisão impensada, ou demagógica, ponha a perder um caso de reconhecido sucesso.


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OPINIÃO

Empreendedor Desafios para o desenvolvimento 4.0: os desafios de do setor automotivo no Brasil uma nova geração

HADLER MARTINES E FERNANDO SOCREPPA * REPRODU;ÁO

FLÁVIO VINTE * A nova revolução industrial é caracterizada pela conectividade dos aparelhos, pelas comunicações móveis, redes sociais e inteligência artificial. Trata-se de uma era em que as barreiras entre o mundo físico e o digital são praticamente inexistentes, e o consumidor está sempre conectado. Conhecer a fundo esse mercado e saber como agir nesse momento de constante mudança é o que irá diferenciar o empreendedor 4.0. Ao longo dos anos, o empreendedorismo também tem se transformado com os avanços tecnológicos. E, estar conectado a essas mudanças é imprescindível para quem quer entrar neste mundo, onde tudo deve ser realizado com excelência e velocidade, pois o cliente está cada vez mais exigente, vigilante e participativo. O mercado está saturado dos mesmos serviços, produtos e comportamentos, por isso, trazer novas visões e soluções é indispensável para se destacar. Já que a inovação anda em conjunto com o empreendedorismo. E, é nesse quesito que a nova geração vem se destacando. Os millennials, por exemplo, nascidos entre 1980 e 1996, já possuem, de certa forma, uma vantagem dentro do mercado 4.0, pois já chegaram ao mundo em meio à aceleração e às novas tecnologias. A aproximação dessa nova geração com o empreendedorismo, promovida pela tecnologia, é reforçada pela pesquisa feita pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), do Sebrae/IBQP, que revela o novo perfil do empreendedor no País. Ela aponta que, no ano passado, a participação de pessoas entre 18 e 34 anos no total de empreendedores em fase inicial cresceu de 50% para 57%. Isso significa que são 15,7 milhões de jovens buscando informações para abrir um negócio ou com uma empresa em atividade no período de até três anos e meio. Um nicho de mercado que demonstra esse crescimento são as startups. Segundo informações da mesma pesquisa, 72% das startups brasileiras são comandadas por jovens entre 25 e 40 anos. Outro dado divulgado pelo estudo foi de que o País tem aproximadamente 6 mil startups, sendo que esse número praticamente dobrou nos últimos seis anos. O que explica esse interesse dos jovens empreendedores por tipos de negócios como startups é o ambiente descontraído e inovador, a liberdade para criar e impactar nas estratégias, e a possibilidade de desenvolver serviços produzidos por bases tecnológicas, caracterizado pela inovação e desenvolvido a custos menores e processos mais ágeis. Isso reforça como a facilidade com a tecnologia é um ponto forte dessa geração e, por isso, pode ser uma grande aliada. Sobretudo, com a quarta revolução industrial, que converge processos e envolve diversas áreas, como design, fabricação, serviço pós-venda, satisfação do cliente e outros. Dessa forma, estar por dentro de todos esses processos que estão moldando o mercado e o comportamento dos consumidores é essencial e um dos principais desafios da era 4.0, já que tudo se modifica o tempo todo. * Empreendedor, mentor e consultor de liderança

O plano Inovar-Auto foi estabelecido em 2012 com o objetivo de apoiar o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a segurança, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética e a qualidade dos veículos e autopeças. Mas nem todos os pontos focais de desenvolvimento traçados por essa política foram atingidos. O plano falhou no incremento do setor produtivo nacional, na redução do custo dos automóveis, no desenvolvimento de novas tecnologias e findou por gerar um alto nível de ociosidade nas fábricas. O projeto foi, inclusive, objeto de questionamento na Organização Mundial do Comércio (OMC) ao fim de 2016, principalmente por causa da taxação excessiva aos importados. Para substituir o controverso Inovar-Auto, foi instituído pela MP 843/2018 o Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística. Este programa foi recentemente regulamentado com a publicação do Decreto Federal 9.557/2018. O seu principal objetivo é ampliar a inserção global da indústria automotiva brasileira – hoje o País ocupa a nona posição no ranking mundial, mas já foi o sétimo colocado – por meio da exportação de veículos e autopeças, e tendo como diretrizes o incentivo aos veículos híbridos e elétricos, o desempenho estrutural, a disponibilidade de tecnologias e o estímulo a pesquisas. O que se espera do Rota 2030 é o aperfeiçoamento e melhoramento do Inovar-Auto. É nessa direção que caminha o setor em países mais consolidados. E os próximos anos serão desafiadores para todos. O estudo da PwC “Cinco tendências que estão transformando a indústria automobilística” mostrou que cinco das 20 maiores empresas no mundo com o maior investimento em pesquisa e desenvolvimento são fabricantes de veículos. Entretanto, não fazem parte do círculo das dez empresas mais inovadoras. A mesma pesquisa mostrou que o período de 2020 a 2025 será decisivo para as indústrias do setor, que deverão ofertar soluções de mobilidade e encontrar formas de compensar as margens em queda e aumentar o investimento. O Rota 2030 cobrirá um período de 15 anos, até 2032. Uma das normativas apresentadas pelo Rota 2030 permite a dedução sobre os valores apurados a título do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre

Uma das normativas apresentadas pelo Rota 2030 permite a dedução sobre os valores apurados a título do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) do valor correspondente à aplicação das alíquotas do IRPJ e da CSLL sobre até 30% dos dispêndios aplicados nas atividades de pesquisa e desenvolvimento o Lucro Líquido (CSLL) do valor correspondente à aplicação das alíquotas do IRPJ e da CSLL sobre até 30% dos dispêndios aplicados nas atividades de pesquisa e desenvolvimento. Na hipótese de desenvolvimento de pesquisas em áreas definidas pelo decreto, o benefício poderá ser ainda maior, podendo as empresas se aproveitar de dedução adicional para IRPJ e da CSLL, calculadas sobre até 15% desses dispêndios. Foi apresentada ainda isenção do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros (II) sobre as partes, peças, componentes, conjuntos e subconjuntos e pneumáticos, novos, destinados à industrialização de produtos automotivos, importados no âmbito do regime tributário de autopeças não produzidas e desde que aplicados na industrialização de produtos automotivos no prazo de três anos. O decreto também previu que os créditos apurados não formarão base tributável para fins de apuração do IRPJ, da CSLL, da contribuição para PIS e da Cofins e não impedirão a manutenção de outros benefícios fiscais. Cabe, portanto, às indústrias

participantes se prepararem para fundamentar os dispêndios incorridos com pesquisa e desenvolvimento, bem como preparar relatórios para comprovação e apresentação aos órgãos competentes. A MP 843, que estabelece requisitos obrigatórios para a comercialização de veículos no Brasil e institui o Rota 2030, sofreu diversas alterações em seu texto, de forma que a redação que hoje se encontra no aguardo da sanção da Presidência da República foi suprimida de algumas disposições que podem suscitar o debate acerca da discriminação do produto importado em relação ao similar nacional. Assim, o que se espera do Rota 2030 é o aperfeiçoamento e melhoramento do Inovar-Auto, a adequação das políticas brasileiras às regras da OMC, a garantia de maior previsibilidade e segurança jurídica ao investidor e que este possa, por fim, fomentar e tornar o país mais competitivo e atrativo para o investimento em pesquisas e desenvolvimento. * Hadler Martines é diretor da PwC Brasil e Fernando Socreppa é consultor tributário da PwC Brasil

Dados oferecem mais precisão à gestão de ativos FÁBIO VIEIRA * Se antes a coleta de dados via sensores era vista como algo “inovador demais” muito distante, hoje a avaliação dessas informações é fundamental para gerar confiabilidade e dar mais inteligência aos negócios, tornando-se algo fundamental para a gestão de ativos. A gestão de ativos baseada em dados cria um cenário em que as empresas usam uma enorme quantidade de informações à sua disposição para alinhar as atividades de manutenção de acordo com as necessidades e riscos de ativos individuais, no qual definem prioridades e organizam cronogramas com base em previsões altamente precisas, e não em relatórios improvisados após um evento ou cronogramas predefinidos para manutenções periódicas. Com isso, as equipes de manutenção podem atualizar as informações e gerenciar os ativos quase em tempo real. Como alternativa aos métodos preventivos de rotina, a gestão de ativos baseada

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em dados oferece maior precisão e confiabilidade a um custo mais baixo. Um exemplo disso é o setor de transmissão e distribuição elétrica, em que algumas operadoras podem reduzir em até 10% os custos com redes de média tensão, e em 15% as linhas aéreas e os cabos subterrâneos de média e alta tensão. O uso de subestações de média e alta tensão podem reduzir até 20%. Com isso, é possível, ao mesmo tempo, aumentar consideravelmente a confiabilidade dos ativos. As novas soluções de gestão de ativos baseadas na coleta e na integração de dados dos equipamentos permitem estabelecer parâmetros e gerar alertas inteligentes, permitindo que a estratégia de manutenção seja baseada em condição – a manutenção preditiva. O objetivo da gestão de ativos baseada em dados é prever possíveis falhas, com base no histórico de desempenho do ativo e análise integrada de informações.

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Para isso, é preciso reunir dados que estejam alocados em múltiplas bases e organizados de formas diferentes, extraí-los e colocá-los em uma única base de dados categorizada de maneira uniforme, permitindo que possam ser acessados com facilidade e usados por todos os envolvidos na gestão de ativos. Essa base de dados, bem estruturada, com todas as informações técnicas de registros de serviços realizados, é que vai permitir avaliar o desempenho do ativo, entregando relatórios e informações técnicas para entender qual o ativo que possui os maiores problemas crônicos e que impactam o processo (quebras constantes e maior tempo de downtime) que necessitam de uma intervenção para evitar maiores custos de manutenção e operação em um determinado período de tempo. Dados confiáveis permitem prever a probabilidade de falha de um ativo e então

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usar essas previsões para direcionar as tarefas de manutenção aos que mais necessitam delas. Analistas apontam que empresas que já implantaram com sucesso uma estratégia de gestão de ativos baseada em dados têm uma série de benefícios em comum, como a possibilidade de contar com recursos dedicados para monitorar o sistema de gestão de ativos, identificar ativos e processos críticos que devem ser monitorados e avaliar constantemente variações de custos e de desempenho. A gestão de ativos baseada em dados de tempo real pode compor um programa mais amplo de melhoria do desempenho, oferecendo uma tomada de decisões mais rápida e inteligente, menores despesas de capital, melhor gestão do pessoal, maior segurança e conformidade. * Responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

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ECONOMIA FĂ BIO ORTOLAN - DIVULGAĂ‡ĂƒO

ASSOCIAĂ‡ĂƒO COMERCIAL

Diniz Filho assume a ACMinas otimista com os rumos do PaĂ­s EmpresĂĄrio ĂŠ o 40Âş presidente da centenĂĄria entidade mineira fazer com que a entidade desempenhe de maneira cada vez mais relevante aquilo que estĂĄ entre seus principais objetivos: o de atuar institucionalmente em defesa dos interesses empresariais e de capacitar especialmente os nossos associados para atuarem no futuro ambiente que jĂĄ se sinaliza menos hostil e mais propenso ao crescimento da economia. Torcemos pelas mudanças recentes do PaĂ­s e isso vai trazer um cenĂĄrio novo, de desenvolvimento, de melhor condição social e maior geração de emprego e rendaâ€?, disse. O empresĂĄrio pontua que o PaĂ­s vem atravessando, desde 2014, o que os economistas consideram ser a pior crise da histĂłria, levando-se em consideração as perdas do PIB. Para ele, a mudança de governo cria o contexto favorĂĄvel para retomada da economia, gerando otimismo. “NĂŁo hĂĄ empresa competitiva sem um paĂ­s competitivoâ€?, diz. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o governador de Minas, Romeu Zema (Novo) assumiram seus respectivos cargos no dia 1Âş. Ambos

ANA AMÉLIA HAMDAN

Em meio ao cenĂĄrio de mudanças no Brasil, o empresĂĄrio Aguinaldo Diniz Filho assumiu nesta semana a presidĂŞncia da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas). Apontando um “otimismo responsĂĄvelâ€?, Diniz Filho disse ontem, em entrevista ao DIĂ RIO DO COMÉRCIO, que a entidade espera dos novos governantes o reconhecimento da demanda da população por mudanças e a promoção das reformas – principalmente a da PrevidĂŞncia e a tributĂĄria – necessĂĄrias para o crescimento econĂ´mico. Ele pontuou ainda o compromisso da ACMinas com a transparĂŞncia, a ĂŠtica e o social. Diniz Filho ressaltou que jĂĄ ĂŠ possĂ­vel perceber um ambiente mais propenso ao crescimento da economia e que, Ă frente da ACMinas, atuarĂĄ para que a entidade faça parte desse desenvolvimento, reforçando a representação institucional e a defesa dos interesses dos associados. “Ao assumir esse cargo de presidĂŞncia pretendo

tĂŞm pautas que prometem acelerar a economia, prevendo privatizaçþes, reformas estruturantes e corte nas despesas pĂşblicas. Segundo Diniz Filho, as reformas estruturantes, principalmente a da PrevidĂŞncia e a tributĂĄria, sĂŁo absolutamente necessĂĄrias para o resgate do crescimento. “As reformas nĂŁo trarĂŁo um Estado maior ou menor, motivo de longo debate, mas o Estado necessĂĄrioâ€?,

declara. AlĂŠm disso, ele cita a necessidade da austeridade nos gastos pĂşblicos. Sobre as pautas das privatizaçþes, o empresĂĄrio observa ser necessĂĄrio mecanismo para impedir modelos que gerem monopĂłlios. “NĂŁo devemos sair do monopĂłlio pĂşblico e cair no monopĂłlio privadoâ€?, pondera. Na opiniĂŁo do empresĂĄrio, o Estado deve concentrar esforços na educação, saĂşde, segurança e infraestrutura. Aguinaldo Diniz Filho: reformas estruturantes sĂŁo necessĂĄrias

Solenidade de posse estĂĄ marcada para fevereiro Aguinaldo Diniz Filho ĂŠ o 40Âş presidente da ACMinas, tendo assumido o cargo no Ăşltimo dia 7. A solenidade de posse ocorrerĂĄ em 22 de fevereiro. Ele informou que as diretrizes da nova gestĂŁo serĂŁo traçadas em conjunto pela diretoria executiva, diretoria plena, diretores emĂŠritos e conselhos empresariais. As açþes serĂŁo nas ĂĄreas de educação, inovação, tecnologia, comĂŠrcio exterior e internacionalização, entre outras. “Com esse grupo eu pretendo levantar os caminhos para que a gente possa perseguir resultados no princĂ­pio de trabalhar na defesa dos interesses da classe empresarial de

forma transparente e ĂŠtica, observando os interesses da sociedade, para que a gente possa ser mais Ăştilâ€?, diz. Diniz Filho ressaltou a importância do trabalho de seu antecessor, Lindolfo Paoliello, que esteve Ă frente da presidĂŞncia da ACMinas por dois mandatos. “Eu me sinto muito honrado de ter sido convidado pelo presidente Lindolfo Coelho Paoliello para sucedĂŞ-lo. Para mim ĂŠ uma responsabilidade imensa sucedĂŞ-lo, pois durante quatro anos ele fez uma gestĂŁo profĂ­cua para a representatividade institucional e criou valores para a entidade, para os associadosâ€?, disse. Com 118 anos, a ACMinas ĂŠ uma das entidades

mais antigas do PaĂ­s e atualmente conta com 1.570 associados. Natural de Curvelo e bacharel em direito, Aguinaldo Diniz Filho foi presidente da Cedro TĂŞxtil e, na sequĂŞncia, de seu Conselho de Administração. TambĂŠm presidiu a Associação Brasileira da IndĂşstria TĂŞxtil e de Confecção (Abit) e foi vice-presidente da Federação das IndĂşstrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). “Somos um paĂ­s de 8,5 milhĂľes de quilĂ´metros quadrados, falando a mesma lĂ­ngua, de grande futuro. E a ACMinas quer participar desse futuro. Quer nĂŁo, vai participarâ€?, finaliza o presidente da ACMinas. (AAH)

CONJUNTURA

Corte de gastos não Ê a principal preocupação dos eleitores São Paulo - Eleito com a promessa de reduzir o tamanho do Estado e de promover cortes nos gastos do governo, o presidente Jair Bolsonaro vai se deparar, nos próximos anos, com uma população que demanda mais qualidade nos serviços públicos e que pþe o ajuste fiscal entre as questþes menos prioritårias. É o que mostra pesquisa feita com brasileiros pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao CrÊdito (SPC Brasil). De acordo com o levantamento, que pediu aos entrevistados que listassem os cinco maiores problemas do Brasil a serem atacados pelo novo governo, a maior preocupa-

ção Ê a saúde pública, citada por 54% dos participantes. A segurança pública aparece em segundo, com 52% de citaçþes. Só na terceira posição Ê que surge uma questão diretamente ligada à economia, o desemprego, com 47,1% de mençþes. Durante a campanha e após sua vitória, Bolsonaro e sua equipe econômica têm dito recorrentemente que vão trabalhar para diminuir o tamanho do Estado, numa tentativa de tornå-lo mais eficiente e menos custoso. O viÊs liberal e as promessas de um ajuste fiscal, com destaque para a reforma da Previdência, agradaram a empresårios e agentes do mercado financeiro, que confiam no ministro

da Economia, Paulo Guedes, para cumprir a tarefa. O ajuste fiscal, no entanto, Ê apenas a nona preocupação dos brasileiros, segundo a pesquisa. Do total de entrevistados, 19,8% citaram a necessidade de cortar gastos públicos como um dos principais problemas do Brasil. Por outro lado, dois dos principais motes de campanha de Bolsonaro aparecem entre os primeiros colocados, a segurança pública, jå citada, e o combate à corrupção, em quinto, com 42,1% de mençþes. A pesquisa foi feita no final do ano passado e naquele momento a maioria da população estava otimista com o novo governo. Segundo

o levantamento, 64% têm a expectativa de que o País vai melhorar, enquanto 13% estão declaradamente pessimistas, 15% mostram-se indiferentes e 7% não souberam avaliar. Entre os que estão pessimistas, as principais alegaçþes são de que o novo governo não darå prioridade aos anseios da população mais pobre (68%) ou de que haverå aumento da intolerância e do preconceito na sociedade (64%) e tambÊm de que as reformas necessårias para a economia não serão aprovadas (48%). JosÊ Cesar da Costa, presidente da CNDL, uma das responsåveis pela pesquisa, afirma que os próximos gestos do Planalto serão importantes para avaliar se haverå

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1Âş LEILĂƒO: 28/01/2019 - 10:10h

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2Âş LEILĂƒO: 29/01/2019 - 10:10h

EDITAL DE LEILĂƒO Fernanda de Mello Franco,/HLORHLUD2ÂżFLDO0DW-8&(0*QžGHYLGDPHQWHDXWRUL]DGDSHORFUHGRUÂżGXFLiULRDEDL[R TXDOLÂżFDGRID]VDEHUTXHQDIRUPDGD/HLQžHGR'HFUHWROHLQžOHYDUiD/(,/­23Ă’%/,&2GHPRGR Presencial e OnlineRLPyYHODVHJXLUFDUDFWHUL]DGRQDVVHJXLQWHVFRQGLo}HVIMĂ“VEL6DODGR(GLItFLR7KH2ÂżFFH VLWXDGRQD$YHQLGD5DMD*DEDJOLDFRPiUHDSULYDWLYDSULQFLSDOGHPĂ°iUHDSULYDWLYDWRWDOGHPĂ°iUHDGHXVR FRPXPGHPĂ°iUHDUHDOWRWDOGHPĂ°IUDomRLGHDOGHGRWHUUHQRFRQVWLWXtGRSHORORWHGRTXDUWHLUmRGR %DLUUR(VWRULO&RQIRUPH$YIRUDPFRQFHGLGRVRÂłKDELWHVH´HDEDL[DGHFRQVWUXomR,PyYHOREMHWRGD0DWUtFXODQž GR5HJLVWURGH,PyYHLVGD&RPDUFDGH%HOR+RUL]RQWH0*2EV,PyYHORFXSDGR'HVRFXSDomRSRUFRQWDGRDGTXLUHQWHQRV WHUPRVGRDUWFDSXWHSDUiJUDIR~QLFRGD/HLDATA DOS LEILĂ•ES: 1Âş LeilĂŁo: dia , Ă s 10:10 horas, e 2Âş LeilĂŁo dia , Ă s 10:10 horas. LOCAL: Av. BarĂŁo Homem de Melo, 2222 – Sala 402 – Estoril – CEP 30494Âą%HOR+RUL]RQWH0*. DEVEDOR(ES) FIDUCIANTE(S)0$5&2$17Ă?1,2'$&58=%UDVLOHLUR(PSUHViULRQDVFLGR HP&3)&1+Âą'(75$10*H&5,67,1$$3$5(&,'$0('(,526(&58= EUDVLOHLUDHPSUHViULDQDVFLGDHP&3)&1+Âą'(75$10*FDVDGRVHQWUHVLVRE RUHJLPHGH6HSDUDomRGH%HQVSRULPSRVLomROHJDOUHVLGHQWH V HGRPLFLOLDGR V QD5XD*LOGD0DULDGD6LOYD1ƒ%DLUUR (OGRUDGR&RQWDJHP0*&(3 CREDOR FIDUCIĂ RIO: Banco Inter S/A, CNPJ: 00.416.968/0001-01. 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1Âş LEILĂƒO: 07/02/2019 - 10:00h

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2Âş LEILĂƒO: 08/02/2019 - 10:00h

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BarĂŁo Homem de Melo, Âą6DODÂą(VWRULOÂą&(3Âą%HOR+RUL]RQWH0*. DEVEDOR(ES) FIDUCIANTE(S)269$/'2'(2/,9(,5$ $/(,;252'5,*8(6EUDVLOHLUR(QJHQKHLURQDVFLGRHPSRUWDGRUGR&3)&1+Âą '(75$10*H0<5,6)$7,0$6&$53(//,52'5,*8(6EUDVLOHLUDSHGDJRJDQDVFLGDHP&3) &,0*H[SHGLGDSHOD3&0*HPFDVDGRVHQWUHVLVRERUHJLPHGH&RPXQKmR3DUFLDOFRQIRUPHYLJrQFLD GD/HLUHVLGHQWH V HGRPLFLOLDGR V QD5XD(QJHQKHLUR&DUORV$QWRQLQL1Â&#x192;$SWEDLUUR6mR/XFDVHP%HOR+R UL]RQWH0*&HS CREDOR FIDUCIĂ RIO: Banco Inter S/A, CNPJ: 00.416.968/0001-01. DO PAGAMENTO:1RDWR GDDUUHPDWDomRRDUUHPDWDQWHGHYHUiHPLWLUFKHTXHFDXomRQRYDORUGHGRODQFH2SDJDPHQWRLQWHJUDOGDDUUHPDWDomR GHYHUiVHUUHDOL]DGRHPDWpKRUDVPHGLDQWHGHSyVLWRHPFKHTXHRX7('QDFRQWDGRFRPLWHQWHYHQGHGRUDVHULQGLFDGDSHOD OHLORHLUDVRESHQDGHSHUGDGRVLQDOGDGR$SyVDFRPSHQVDomRGRVYDORUHVRFKHTXHFDXomRVHUiUHVJDWDGRSHORDUUHPDWDQWH DOS VALORES: 1Âş leilĂŁo: R$792.237,28 (Setecentos e noventa e dois mil, duzentos e trinta e sete reais e vinte e oito centavos). 2Âş leilĂŁo: R$360.000,00 (Trezentos e sessenta mil reais),FDOFXODGRVQDIRUPDGRDUWÂ&#x2020;Â&#x17E;HDUWSDUiJUDIRV Â&#x17E;Â&#x17E;HÂ&#x17E;GD/HLQÂ&#x17E;2VYDORUHVHVWmRDWXDOL]DGRVDWpDSUHVHQWHGDWDSRGHQGRVRIUHUDOWHUDo}HVQDRFDVLmRGROHLOmR COMISSĂ&#x192;O DA LEILOEIRA: &DEHUiDRDUUHPDWDQWHRSDJDPHQWRGDFRPLVVmRGDOHLORHLUDQRYDORUGH FLQFRSRUFHQWR GD DUUHPDWDomRDVHUSDJDjYLVWDQRDWRGROHLOmRFXMDREULJDomRVHHVWHQGHUiLQFOXVLYHDR V GHYHGRU HV ÂżGXFLDQWH V QDIRUPD da lei. 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(31) 3360-4030

manutenção do apoio da população ao governo. â&#x20AC;&#x153;AlĂŠm de convencer os cidadĂŁos e os setores produtivos da economia de que o PaĂ­s estĂĄ empenhado em iniciar um novo ciclo de desenvolvimento econĂ´mico, ĂŠ importante

que o novo governo esteja afinado politicamente para aprovar reformas necessĂĄrias e realistas. O sucesso econĂ´mico do governo depende da capacidade de articular suas ideias e proposiçþesâ&#x20AC;?, avalia. (AE)

Brasileiro estĂĄ confiante com o mercado de trabalho BrasĂ­lia - O brasileiro terminou 2018 mais confiante em relação ao emprego no PaĂ­s e mais satisfeito com a vida. Ă&#x2030; o que mostra levantamento trimestral divulgado ontem pela Confederação Nacional da IndĂşstria (CNI). Pelo estudo, o Ă?ndice do Medo do Desemprego caiu 10,7 pontos percentuais entre setembro e dezembro do ano passado, ficando em 55 pontos. Ă&#x2030; a maior queda observada no indicador desde o inĂ­cio da sĂŠrie histĂłrica, em maio de 1996. â&#x20AC;&#x153;O resultado positivo reflete o otimismo e confiança que a maioria da população deposita no novo governo, e tambĂŠm a percepção crescente de superação da crise econĂ´mica, com perspectiva de aumento do crescimento econĂ´mico e queda do desempregoâ&#x20AC;?, cita o documento. Segundo a pesquisa, o medo do desemprego caiu em todas as regiĂľes do PaĂ­s. O maior recuo foi na RegiĂŁo Sul, com queda de 16,9 pontos no perĂ­odo, passando de 62,7 pontos em setembro para 45,8 pontos em dezembro. As regiĂľes Norte e Centro-Oeste, analisadas em conjunto no levantamento, registram a segunda maior queda no indicador, de 12,9 pontos,

ficando com 48 pontos em dezembro. No Nordeste, o Ă­ndice teve retração de 9,8 pontos, indo para 63,3 pontos em dezembro. E o Sudeste registrou a menor queda, de 8,3 pontos, ficando em 55,8 pontos em dezembro. â&#x20AC;&#x153;O otimismo aumentou, mas nĂŁo podemos esquecer que a retomada da economia se mostra muito lenta e o desemprego continua elevadoâ&#x20AC;?, pondera o gerente executivo de Pesquisas da CNI, Renato da Fonseca. Ele acrescentou, no entanto, que a queda do medo de perder o trabalho ajudarĂĄ a incrementar o consumo e, consequentemente, a produção. Pelo levantamento da CNI, o Ă?ndice de Satisfação com a Vida tambĂŠm melhorou em todas as regiĂľes do PaĂ­s entre setembro e dezembro passados, com alta de 2,7 pontos, a maior da sĂŠrie iniciada em maio de 1999. A RegiĂŁo Sul apresentou tambĂŠm o maior aumento na satisfação com a vida no perĂ­odo (+ 3,6 pontos), seguida de Nordeste (+ 3 pontos), Sudeste (+ 2,7 pontos) e Norte/Centro-Oeste (+ 1,5 ponto). A pesquisa ouviu 2 mil pessoas em 127 municĂ­pios entre 29 de novembro e 2 de dezembro do ano passado. (AE)


BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2019

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ECONOMIA INFRAESTRUTURA

Carga tributária onera preço da energia Encargos e impostos respondem por quase a metade do valor da conta de luz paga pelos brasileiros CAIO CORONEL/ITAIPU/DIVULGAÇÃO

MARA BIANCHETTI

Não é de hoje que o chamado “custo Brasil” se apresenta como um dos entraves ao desenvolvimento econômico nacional. A carga tributária brasileira é conhecida como uma das mais altas e complexas do mundo e onera todo o setor produtivo, inclusive a energia. Levantamento do Instituto Acende Brasil em parceria com a PricewaterhouseCoopers (PwC) mostrou que encargos e tributos representam quase metade da conta de luz dos brasileiros. O estudo, realizado anualmente, leva em consideração os resultados financeiros de 35 empresas do setor elétrico brasileiro, que representam cerca de 70% do mercado de geração, transmissão e distribuição de energia. E a última pesquisa revelou que 47,71% da receita bruta operacional arrecadada pelas companhias foram destinados ao pagamento de tributos e encargos em 2017, número que chegou a 47,94% em 2016. Segundo o levantamento, em 2017, as empresas pesquisadas recolheram R$ 83,85 bilhões para pagar os impostos e encargos. Em 2016, o montante foi de R$ 83,29 bilhões. De maneira detalhada, os tributos federais somaram R$ 27,57 bilhões, 33% do total; enquanto os tributos estaduais chegaram a R$ 37,20 bilhões, 44% do total. Já os municipais somaram R$ 4 milhões, ou 0,02%. Entre os tributos federais, destacam-se por ordem de peso na arrecadação: a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – consumindo 10,41% do faturamento do setor; o Programa de Integração Social (PIS), 2,22%; o Imposto de Renda, 2,11%.

COMBUSTÍVEIS

Diesel tem segunda alta do ano nas refinarias

Em 2017, 35 empresas do setor elétrico do Brasil recolheram R$ 83,85 bilhões apenas para pagar impostos e encargos

No âmbito estadual, há apenas a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), mas que, sozinho, representa mais do que todos os impostos federais somados: 21,17% em média. Na avaliação de especialistas consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, a energia é considerada um setor de alta capilaridade e, por isso, acaba sendo utilizada como instrumento de arrecadação. O coordenador do grupo de estudos do setor elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, chama a atenção para o fato de a tarifa energética ser dividida em três partes e os custos relacionados a aspectos técnicos

da atividade representarem apenas um terço do total. “Temos os custos com o setor elétrico propriamente, como geração, transmissão e distribuição; os encargos e os impostos. Isso significa que grande parte da tarifa paga pelos consumidores é usada em outras frentes que não a atividade-fim. São os encargos e os tributos relacionados principalmente aos governos federal e estadual”, aponta. Para se ter uma ideia, somente os encargos setoriais, que cobrem os custos como subsídios a fontes renováveis, descontos tarifários e geração de energia nos sistemas isolados, somaram R$ 19,04 bilhões em 2017, 23% do total não relacionado a serviços de energia. Na comparação com outros países, conforme Castro,

a relação fica ainda mais absurda e o preço no Brasil ainda maior. “Isso acontece, porque os outros países não têm essa política econômica de transformar o setor de energia elétrica num grande arrecadador de impostos e pagador de subsídios”, ressalta. Impasses ambientais - O diretor da CMU Comercializadora de Energia, Walter Luiz de Oliveira Fróes, concorda com os argumentos e ressalta que, diante tamanho peso dos gastos com encargos e tributos, qualquer aspecto setorial se torna irrelevante. De toda maneira, ele destaca os impasses ambientais que diminuem as potências das termelétricas e, consequentemente, aumentam o custo da energia.

“Um bom exemplo é usina de Belo Monte, que foi projetada para ter 20 mil megawatts (MW) de potência instalada e energia assegurada de 12 mil MW. Mas com as normas ambientais, a potência abaixou para 11 mil MW e a garantida para 4 mil MW. Isso praticamente triplicou o custo da energia, considerando os R$ 35 bilhões de investimentos”, explica. Por fim, Fróes avalia que parte da solução para os gastos está nas fontes de energia renováveis, que, segundo ele, são mais baratas e estão disponíveis no Brasil inteiro. Para isso, porém, ele afirmou que a União precisaria estabelecer um plano nacional consistente de apoio a este tipo de geração.

Liquidação do mercado arrecadou R$ 1 bilhão São Paulo - A liquidação financeira das operações do mercado de curto prazo de energia referente a novembro arrecadou R$ 1,06 bilhão, de um total de R$ 8,91 bilhões cobrados junto aos agentes do setor, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Dos valores não pagos, cerca de R$ 6,97 bilhões se referem a liminares obtidas por empresas para evitar custos com o chamado “risco hidrológico” na operação de usinas hidrelétricas, se-

gundo a CCEE, enquanto R$ 880 milhões deixaram de ser pagos por outros motivos. A liquidação financeira da CCEE promove pagamentos e recebimentos entre as empresas do mercado de eletricidade, mas devido aos elevados valores em aberto não houve recursos para pagar totalmente os credores na operação, o que tem acontecido há meses. Agentes que não possuem liminares que garantem efeito diferenciado na liquidação, assim, receberam

apenas 2% dos créditos a que tinham direito pelas transações referentes a novembro, segundo a CCEE. Já algumas empresas beneficiadas por decisões judiciais que as isentam de participar do rateio da inadimplência registrada no mercado receberam quase 90% de seus créditos, disse a CCEE, enquanto outro grupo de agentes amparado por liminares recebeu 8% dos valores devidos. O governo Temer vinha buscando um acordo com

Taesa ganha licença de obra na Bahia

São Paulo - A elétrica Taesa informou que o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) concedeu Licença de Instalação para sua subsidiária Empresa Diamantina de Transmissão de Energia (EDTE), conforme comunicado divulgado ao mercado na noite da última quarta-feira. Com a licença, a EDTE poderá iniciar as obras sob sua responsabilidade, que envolvem a construção de 168 quilômetros de linhas de transmissão com investimento estimado em R$ 368 milhões. A Taesa arrematou a concessão para a implementação e futura operação do empreendimento sob responsabilidade da EDTE em leilão realizado pela reguladora Aneel em 2016. O projeto, que por contrato tem prazo estipulado de energização para dezembro

de 2019, é uma parceria entre a Taesa, sua coligada Empresa Norte de Transmissão de Energia (Ente) e a Apollo 12 Participações. “A companhia reforça seu foco na execução e entrega no prazo de seus nove projetos em construção, que totalizam R$ 3,8 bilhões de investimentos e vem trabalhando na antecipação de entrega de alguns deles, buscando eficiência de capex e de financiamento, com o objetivo de alavancar ainda mais os retornos destes empreendimentos”, afirmou a Taesa no comunicado. “Com isso, a companhia vem demonstrando seu compromisso com o crescimento sustentável, disciplina financeira, eficiência operacional e geração de valor aos seus acionistas”, acrescentou a elétrica. (Reuters)

elétricas para que elas retirem as ações que as isentam dos custos com risco hidrológico em troca de uma compensação parcial dessas despesas, geradas pela necessidade dos operadores de usinas hídricas de comprar energia no mercado devido à menor produção de suas usinas em meio a um baixo

nível dos reservatórios. Um projeto de lei que viabilizaria esse acerto foi rejeitado pelo Senado no ano passado, mas posteriormente senadores conseguiram aprovar uma matéria com a mesma proposta, que agora precisa ser apreciada na Câmara dos Deputados. (Reuters)

Brasília - O litro do diesel negociado ontem nas refinarias já ficou mais caro. De acordo com a Petrobras, o preço do combustível passou de R$ 1,8545 para R$ 1,9009. O diesel não aumentava desde 1° de janeiro, quando subiu de R$ 1,8088 para R$ 1,8545. No fim de dezembro, a Petrobras anunciou a aprovação de mecanismo financeiro de proteção complementar à política de preços do diesel. Segundo a empresa, o mecanismo objetiva permitir a opção de adotar períodos de estabilidade no preço do produto por prazos curtos, em até sete dias consecutivos, em momentos em que houver forte oscilação nas cotações internacionais do derivado e do câmbio. O mecanismo de proteção já existe para a gasolina. A estatal vai definir o momento de aplicação do mecanismo ao produto, quando for registrada elevada volatilidade. “O objetivo é evitar uma eventual alta volatilidade em períodos curtos de tempo, como a provocada pela passagem de furacões no Golfo do México”, destacou a Petrobras. A empresa informou também que isso será feito “sem abrir mão da paridade dos preços internacionais, o instrumento derivativo, a ser aplicado por não mais do que sete dias consecutivos, permitirá à empresa obter um resultado financeiro equivalente ao que alcança com a prática de reajustes diários”. A Petrobras ressaltou que o preço do diesel se refere ao produto que é vendido nas refinarias para as distribuidoras e representa apenas uma parcela do valor do combustível vendido nos postos ao consumidor final. Na composição de preços ao consumidor entram ainda o custo do biodiesel, os tributos e as margens de distribuidoras e revendedores. (ABr)


BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2019

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ECONOMIA ALISSON J. SILVA

Brasil é foco entre emergentes em 2019

Total de clientes investidores do banco belo-horizontino atingiu 115 mil no ano passado ante os 34 mil registrados em 2017

INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

Banco Inter amplia a base de clientes em 282,3% em 2018 Número de correntistas saltou de 379,2 mil em 2017 para 1,45 milhão LEONARDO FRANCIA

O Banco Inter, sediado em Belo Horizonte, terminou 2018 com 1,45 milhão de correntistas, um salto de 282,3% em relação aos 379,2 mil correntistas do banco ao final de 2017. O número de clientes investidores chegou a 115 mil ao final do ano passado, alta de 238,2% em comparação aos 34 mil do exercício anterior. Para a superintendente de Relações com Investidores e Planejamento Financeiro do Banco Inter, Helena Lopes Caldeira, o crescimento está atrelado às melhorias feitas ao longo de 2018 na gama de serviços digitais oferecidos, que disponibiliza novas experiências para os clientes, além da gratuidade das contas. “A combinação desses pilares gera uma excelente proposta de valor para o banco”, disse. Helena Caldeira explicou

que o crescimento de clientes investidores em 2018 sobre o exercício anterior reforçou a captação e contribui para a redução do custo de funding do banco. “Crescendo a carteira de crédito, conseguimos manter margens atrativas para o banco e para o cliente. E o crescimento no número de clientes traz uma receita de serviços maior. Uma coisa está lincada à outra”, pontuou. Também com vistas a aumentar a receita com serviços, a instituição lançou quatro novos serviços ao longo do ano passado: a Plataforma Aberta Inter, o Consórcio Imobiliário, Proteção Financeira para Consignado e Letra Imobiliária Garantida (LIG). Além disso, ontem o banco anunciou a redução da taxa de juros do seu crédito com garantia de imóvel. O juros, neste caso, caíram de a partir de 1,29%

ao mês mais o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para a partir de 1,15% mensais mais o IPCA. A iniciativa faz parte do propósito da instituição de oferecer crédito mais barato para a população e atrair clientes. “A redução dos juros para este tipo de produto reforça a confiança do banco em operar no setor de crédito imobiliário. Outro motivo que proporcionou a redução dos juros nessa modalidade foi a queda do custo de captação. Hoje, conseguimos passar parte desse ganho para os clientes”, afirmou a superintendente. Plataforma - Outro exemplo da ampliação dos serviços foi a Plataforma Aberta Inter. Lançada em dezembro passado, os correntistas passaram a encontrar produtos de renda fixa próprios e de terceiros, fundos de in-

vestimentos e previdência privada. A Plataforma ainda oferece um home broker 100% gratuito para a negociação de ações sem taxas de custódia ou corretagem, direto pelo aplicativo da conta digital. O Banco Inter fechou 2018 com 95 mil clientes habilitados para operar na Plataforma. E, segundo a superintendente, a ideia é, gradativamente, ir abrindo este serviço para mais clientes ao longo deste ano. A instituição financeira foi fundada em 1994, como Banco Intermedium e foi o primeiro banco do varejo a abrir o capital em quase uma década. Hoje, o Banco Inter é um banco digital multisserviços, com plataforma para pessoas físicas e jurídicas. A instituição tem atividades nos segmentos de crédito imobiliário, empresas, consignado e cartão de crédito.

Nova York - Os bancos internacionais estão se posicionando para emissores brasileiros no início de 2019, após a eleição do País em outubro criar condições de financiamento mais favoráveis, enquanto a volatilidade global continua limitando a emissão de títulos. Os credores também estão dispostos a alocar mais fundos para empresas brasileiras do que mexicanas, enquanto avaliam a política econômica do recém-nomeado governo de esquerda liderado por Andrés Manuel López Obrador, que criticou o setor privado e recentemente cancelou um projeto gigante de infraestrutura. A eleição de Jair Bolsonaro, em outubro, foi bem recebida por credores e investidores, e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, deve defender políticas favoráveis ao mercado, como reforma da Previdência e privatização de ativos. “O problema do México é vantagem para o Brasil”, disse um executivo de empréstimos sindicalizados em Nova York. “Há muita liquidez para colocar em ação e isso irá em peso para o Brasil”. A Klabin, produtora de celulose e papel, abriu o mercado de empréstimos corporativos na América Latina após uma semana de reunião com bancos para um empréstimo de US$ 1,1 bilhão e linha de crédito rotativo, disseram três fontes. A empresa concluiu as reuniões, mas não emitiu o título, uma vez que a volatilidade do mercado acionário global ampliou os spreads de crédito nos mercados emergentes. O maior foco dos bancos no Brasil também deve manter os preços de novos empréstimos competitivos como em 2018, já que existem poucos mandatos na região por enquanto. Emissores frequentes como a Petrobras pagaram 170 pontos acima da Libor em março passado por um crédito rotativo de US$ 4,35 bilhões e esse preço pode cair se as classificações de crédito da companhia melhorarem. A Suzano, outra de papel e celulose, pagou 133 pontos em março por um empréstimo de três anos e cerca de 170 pontos por uma emissão de seis anos, para financiar a compra da Fibria. Os preços apertados estão ligados a prazos menores, disseram fontes, acrescentando que os credores estão dispostos a oferecer flexibilidade para conceder empréstimos e menos exigências para créditos brasileiros. Um empréstimo de US$ 775 milhões para a empresa de tecnologia Ascenty em outubro teve poucas condições, chamadas de covenants. “Os bancos são mais flexíveis”, disse uma segunda fonte. “É um mercado de tomadores e os bancos acompanham.” Como a volatilidade do mercado acionário global continua a tornar os títulos caros para emissores da América Latina, os bancos esperam que haja mais fluxo de negócios no mercado de empréstimos, e os credores estão se alinhando para financiar tomadores regionais com fortes perfis de mercado de dívida. “As pessoas ainda estão um pouco nervosas, então o volume será principalmente de nomes bem classificados ou bem conhecidos”, disse um terceiro banqueiro. (Reuters)

MERCADO DE CAPITAIS

Ibovespa bate recorde pela sexta vez neste ano São Paulo - O Ibovespa fechou com nova máxima histórica ontem, tendo encostado nos 94 mil pontos no melhor momento, conforme perspectivas positivas para o andamento de reformas no País e sinalizações moderadas sobre o processo de aperto monetário nos Estados Unidos continuam dando suporte para as brasileiras. Índice de referência do mercado acionário doméstico, o Ibovespa encerrou com acréscimo de 0,21%, a 93.805,93 pontos, novo recorde de fechamento, o sexto neste mês. No melhor momento da sessão, o indicador alcançou 93.987,17 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 14,54 bilhões. Em 2019, o Ibovespa já acumula alta de 5,87%. Na mínima, mais cedo, o Ibovespa recuou 0,6 %, em meio a movimentos de realização de lucros, respaldados no cenário menos favorável no exterior, onde o humor também melhorou durante a sessão, com Wall Street passando a oscilar no terreno positivo após abertura mais fraca. Estrategistas do Santander Brasil reiteraram recomendação overweight a ações brasileiras, enxergando melhora no balanço de riscos

locais, e elevaram o preçoalvo do Ibovespa a 115 mil pontos, conforme relatório distribuído a clientes ontem. Dados sobre o capital externo negociado no segmento Bovespa, contudo, ainda mostram os estrangeiros hesitantes sobre aplicar nos papéis brasileiros, com as saídas superando as entradas em R$ 1,2 bilhão em janeiro até o dia 8. Em 2018, o saldo

ficou negativo em R$ 11,5 bilhões. No exterior, o chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, reiterou que o banco central norte-americano tem capacidade de ser paciente em relação à política monetária.

ano, acumulando no período declínio de 8,66%. No setor, Magazine Luiza subiu 0,97% e B2W avançou 3,84%. Cielo valorizou-se 9,48%, também após fortes perdas em 2018, com o desempenho neste ano já positivo em cerca de 25%. Analistas do Santander Brasil, porém, avaDestaques – Via Varejo fe- liam que tal cenário requer chou em alta de 10,22%, após uma abordagem bastante recuar em todos os pregões do cautelosa.

- Ambev avançou 2,87%, em nova sessão positiva, acumulando em 2019 alta de cerca de 10%, após declínio ao redor de 25% em 2018. - Itaú Unibanco PN fechou em queda de 0,68% e Bradesco PN encerrou em baixa de 0,31%, enquanto Banco do Brasil subiu 1,46% e Santander Unit avançou 1,04%. - Petrobras ON e Petrobras

PN caíram 0,49% e 0,86%, respectivamente, apesar da melhora dos preços do petróleo no exterior. - Vale recuou 1,1%, em movimento alinhado ao declínio dos preços do minério de ferro na China, com medidas antipoluição de emergência no norte do país reduzindo a demanda por matérias-primas siderúrgicas. (Reuters)

Dólar com alta de 0,58% atinge os R$ 3,70 São Paulo - O dólar voltou a subir e fechou acima de R$ 3,70 ontem, depois de dois dias em queda, influenciado por um forte fluxo de saída, após a moeda norte-americana não mostrar uma tendência firme no período da manhã. O dólar avançou 0,58%, a R$ 3,7091 na venda, depois de fechar a sessão anterior em baixa de 0,75%, a R$ 3,6878, menor nível desde 26 de outubro de 2018. Na mínima, a moeda foi a R$ 3,6757 e, na máxima, no meio da tarde, saltou a R$ 3,7260. O dólar futuro subia 0,71%. “A saída foi expressiva e fez um movimento brusco no dólar”, comentou um gestor de derivativos de um banco estrangeiro ao citar

algo em torno de US$ 1 bilhão. O superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva, esclareceu que houve uma antecipação de compras a futuro que impactou no mercado à vista, e citou um volume de US$ 1,8 bilhão. O mercado estava “de lado” até então, com investidores ainda à espera de medidas concretas após o término das negociações comerciais entre Estados Unidos e China e também da proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro. “O mercado ainda está em lua de mel com o governo e isso acaba aliviando a pressão externa”, disse mais cedo o operador de câmbio Jefferson Laatus, sócio da Laatus

Educacional, ao lembrar que o mercado também aguardava o discurso de Jerome Powell, chairman do Federal Reserve. Powell reforçou que o BC norte-americano pode ser paciente na condução da política monetária e disse que não há um número predefinido de altas dos juros para este ano. O mercado também avalia sinais mistos das negociações comerciais entre EUA e China. Os chineses disseram que os três dias de negociações em Pequim estabeleceram uma base para resolver as diferenças entre os dois países, mas não deram nenhum detalhe sobre as questões mais importantes. Internamente, os investidores seguiam otimistas com o novo go-

verno e na expectativa de anúncio de uma proposta robusta de reforma da Previdência para resolver o problema fiscal brasileiro. “Por ora, o mercado deve ficar rondando os R$ 3,70, um pouco para cima, um pouco para baixo, a depender do noticiário. Podemos sair desse nível quando tivermos mais dados com a reforma, saber a disposição dos novos parlamentares”, acrescentou Laatus. O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou US$ 4,69 bilhões do total de US$ 13,398 bilhões que vencem em fevereiro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral. (Reuters)


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ECONOMIA JUCEMG

Abertura de empresas sobe 14% em Minas Apesar do aumento na criação de novos negócios, as extinções também avançaram no Estado em 2018 LEONARDO FRANCIA

Em 2018, o número de empresas abertas em Minas Gerais cresceu 14% e, na outra ponta, as extinções aumentaram 26% em relação a 2017. Foram as empresas do setor de comércio e de serviços que mais foram constituídas ou fechadas no Estado no ano passado, o que é um reflexo de 80% das empresas mineiras pertencerem a esses dois segmentos. De acordo com a Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), em 2018 foram registradas 46,7 mil constituições, 14% de crescimento na comparação com 2017, quando foram constituídas 41 mil empresas no Estado. A abertura de empresas do setor de serviços representou 59,3% e a de comércio, 31,2%. Já o fechamento de empresas em Minas chegou a 36,4 mil registros, contra 28,9 mil encerramentos em 2017, alta de 26%. O setor de serviços, com participação de 42,3% e o de comércio, com fatia de 48%, também dominaram a maioria dos processos de extinções. Para o coordenador do departamento de Economia da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), Guilherme Almeida, a predominância de empresas de serviços e do comércio tanto nas aberturas quanto nas extinções reflete o perfil empresarial do Estado. “Percebemos que empresas de

ALISSON J. SILVA

comércio e de serviços detêm aproximadamente 80% dos estabelecimentos formais no Estado, então é natural que a maioria dos processos de abertura e, consequentemente, de encerramentos sejam atribuídos a esses dois setores”, analisou. Setores - Dentro do setor de serviços, as atividades médicas ambulatoriais (consultórios) foram o tipo de empreendimentos que mais abriram, com 1,1 mil registros, mesmo número de aberturas dos serviços de engenharia, seguidos pelo transporte rodoviário de cargas, com mil constituições. No comércio, o destaque foi a abertura de lojas de roupas, com 1,2 mil constituições. Depois aparecem os restaurantes (1,1 mil) e lanchonetes, casas de chá e sucos com 948 formalizações. “Este resultado também coincide com os segmentos do comércio que têm mais estabelecimentos e que mais empregam em Minas Gerais”, pontuou Almeida. Para 2019, o economista da Fecomércio-MG acredita que deve ocorrer uma expansão nas constituições e diminuição das extinções de empresas ante a expectativa de melhora da economia nacional. “Com a retomada da economia e do consumo das famílias, a saúde financeira das empresas deve melhorar e possibilitar maior vida para essas empresas”, disse. Ainda assim, Almeida alertou

No ano passado, predominou, como esperado, a abertura de empresas do setor de serviços e de comércio

que uma incerteza ainda ronda o ambiente econômico do País e de Minas. “O fator de incerteza que pode atrasar a recuperação e a manutenção do crescimento da economia é a dúvida se as reformas que precisam ser feitas serão. Isso mexe muito com a dívida pública, que está ligada ao comportamento de todos os agentes econômicos, tanto investidores quanto as famílias”, frisou.

VENEZUELA

Maduro ignora cerco diplomático internacional e inicia novo mandato com o país em recessão Caracas - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, iniciou ontem um segundo mandato, que durará até 2025, desafiando um crescente cerco diplomático liderado pelos Estados Unidos (EUA), que considera sua reeleição uma “usurpação ilegítima” do poder. Durante a cerimônia oficial, Maduro relembrou Simón Bolívar e seu mentor político, o falecido ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez, em uma sala repleta de funcionários, chefes militares e alguns convidados internacionais, como os presidentes da Nicarágua, Cuba, Bolívia, El Salvador e da Ossétia do Sul. “Juro pelo libertador Simón Bolívar e pelos exércitos libertadores da nossa América, juro pelo legado de nosso amado comandante Hugo Chávez que cumprirei e farei cumprir todas as premissas da Constituição”, disse o governante de 56 anos, com a mão esquerda levantada em frente ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Maikel Moreno. Maduro prestou o juramento ante o Supremo Tribunal do país porque a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, foi destituída de seus poderes desde que o governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) perdeu controle do Legislativo em 2016, uma medida que reforçou as críticas contra o presidente de governar com um estilo autocrático. Para os líderes de oposição, a cerimônia de ontem retratou Maduro internacionalmente como um ditador, após eleições em maio do ano passado que foram boicotadas pela maior parte das legendas de oposição devido à falta de garantias legais e consideradas como uma farsa por diversos países. Entretanto, com o apoio das Forças Armadas, uma oposição fragmentada que não consegue se articular e uma campanha severa contra adversários ideológicos, Maduro enfrenta poucos obstáculos em casa, apesar dos baixos níveis de aprovação.

CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTERS

CARROS ELÉTRICOS

De olho em segmento, Anglo American aposta em investimentos na América do Sul Rio de Janeiro - A Anglo American aposta na América do Sul para diversificar geograficamente seus negócios, com importantes ativos de cobre no Chile e Peru, além de boas perspectivas no Brasil, afirmou à Reuters o futuro diretor global da mineradora para metais básicos. Ruben Fernandes, que atualmente é presidente da Anglo no Brasil, assumirá a promissora divisão de metais básicos a partir de março, onde planeja continuar uma jornada por eficiência operacional e guiar a empresa para a tão esperada revolução dos carros elétricos. “O grande foco é América do Sul, não tenha dúvida, inclusive o Brasil no futuro”, afirmou Fernandes, em uma entrevista por telefone. O executivo destacou que se espera um crescimento da demanda por cobre, importante metal para a estrutura dos carros elétricos, que deverão cada vez mais substituir veículos movidos a combustíveis fósseis, segundo apostas do mercado. A empresa, que já tem ativos importantes de cobre no Chile, prepara-se para iniciar a produção da commodity em sua mina Quellaveco no Peru, em 2022, com produção prevista de 300 mil toneladas equivalentes por ano. Com vida útil esperada de 30

anos, a Quellaveco oferece potencial de expansão que, em combinação com outras oportunidades de crescimento orgânico, coloca a Anglo American no caminho de produzir mais de 1 milhão de toneladas de cobre por ano no médio prazo, segundo a empresa. “A Anglo já é muito forte na África do Sul, na Austrália (com outros minerais), então a América do Sul é uma diversificação geográfica importante. No Chile, já somos muito fortes em cobre, no Peru, com esse novo projeto, vamos ser, quem sabe no Brasil, no futuro, vamos ser também”, disse Fernandes. Exploração no País - No Brasil, a empresa obteve centenas de autorizações para prospecção de cobre em uma região remota nos estados de Mato Grosso e Pará, conforme revelou a Reuters em meados do ano passado. “(O cobre no Brasil) é promissor, mas a gente precisa avançar ao longo de 2019 com bastantes programas de sondagem para poder ter certeza de que a gente tem um grande depósito nas mãos”, ponderou Fernandes, explicando que, durante este ano, a empresa vai realizar perfurações para comprovar viabilidade técnica e comercial. Com a saída de Fernandes, Wilfred Bruijn será o novo presidente no Brasil. (Reuters)

Montadoras podem aportar US$ 300 bi em tecnologia Em cerimônia de posse, presidente relembrou Simón Bolívar e Chávez

Isolamento - O governo Maduro enfrenta um isolamento diplomático com sanções da União Europeia e dos Estados Unidos. Além disso, países da região que fazem parte do Grupo de Lima já disseram que não reconhecerão o novo mandato. Poucos minutos após a posse, o governo do Paraguai anunciou que estava rompendo as relações diplomáticas com a Venezuela. O Departamento de Estado dos Estados Unidos condenou a “usurpação ilegítima” do poder por parte de Maduro e disse que continuará usando toda a sua capacidade econômica e diplomática para pressionar pela restauração da democracia no país. “É hora de a Venezuela começar

um processo de transição que possa restaurar a ordem democrática e constitucional, realizando eleições livres e justas que respeitem a vontade do povo venezuelano”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, em comunicado. Em discurso após o juramento, Maduro garantiu ser “um presidente democrata, de verdade, profundo e com cultura de base”. Os venezuelanos sofrem com uma recessão que já dura cinco anos e hiperinflação astronômica que resulta na escassez de produtos básicos, frequentes cortes nos serviços de luz e água, ausência de transporte público e de fornecimento de gás de cozinha. (Reuters)

Montadoras globais estão planejando investimentos de US$ 300 bilhões em tecnologias de carros elétricos nos próximos cinco a dez anos, com quase metade desse valor direcionado para a China, acelerando a transição da indústria em combustíveis fósseis para fornecedores de baterias e tecnologias de veículos elétricos asiáticos. O nível sem precedentes de investimento - grande parte dele sendo desembolsado pela Volkswagen - é motivado principalmente por políticas de governos que adotaram medidas contra emissões de gás carbônico. Os recursos vão impulsionar avanços em tecnologias que reduzem custo de baterias, aumentam alcance

dos veículos e cortam o tempo de carregamento das baterias para tornar os veículos mais atraentes aos consumidores segundo dados analisados pela Reuters. A China há décadas tem buscado alcançar montadoras alemãs, japonesas e norte-americanas, que dominam a tecnologia de motores a combustão interna. Agora, a China está posicionada para liderar o desenvolvimento de veículos elétricos, afirmam executivos da indústria. “O futuro da Volkswagen será decidido no mercado chinês”, disse Herbert Diess, presidente-executivo do grupo alemão, que tem joint ventures há décadas com as maiores montadoras de veículos da China, Saic Motor e FAW Car. (Reuters)


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AGRONEGĂ&#x201C;CIO DIVULGAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

SAFRA AGRĂ?COLA

AĂ&#x2021;Ă&#x192;O CONJUNTA

Conab estima alta de 4,2% na produção de grãos em 18/19

Estado quer sinergia entre Agricultura e Meio Ambiente DA REDAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

Ă rea plantada tambĂŠm deve crescer SĂŁo Paulo - A produção de grĂŁos na safra 2018/19 deve alcançar 237,3 milhĂľes de toneladas (t), o que corresponde a um aumento de 4,2% (9,5 milhĂľes de t a mais) em comparação com a safra anterior, que foi de 227,75 milhĂľes de t. Os nĂşmeros fazem parte do quarto levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado ontem. A ĂĄrea plantada estĂĄ prevista em 62,5 milhĂľes de hectares, um aumento de 1,2% em relação Ă safra 2017/18. Segundo a Conab, â&#x20AC;&#x153;as boas condiçþes das lavouras nas principais regiĂľes produtoras de grĂŁos sĂŁo prenĂşncio de que sejam alcançados bons rendimentos nessa temporada e mostram que a produtividade estimada se manteve atĂŠ agora prĂłxima ao que havia sido calculado estatisticamente no inĂ­cio da safraâ&#x20AC;?. Conforme a Conab, soja, milho, arroz e algodĂŁo se apresentam como as culturas com melhor desempenho no PaĂ­s. Esses quatro produtos correspondem a 95% do que serĂĄ produzido nessa safra. Entre os destaques do estudo estĂŁo a soja, com projeção de crescimento de 1,7% na ĂĄrea de plantio e uma pequena redução de 0,4% na produção, atingindo 118,8 milhĂľes de toneladas ante 119,28 milhĂľes de t em 2017/18. O milho primeira safra, que teve aumento de 0,4% na

årea a ser cultivada, deve resultar em uma produção de 27,46 milhþes de t (ante 26,81 milhþes de t em 2017/18). A segunda safra estå projetada em 63,73 milhþes de t (aumento de 18,1% ante os 53,98 milhþes de t da segunda safra de 2017/18). Com esse resultado, a expectativa Ê de que o cereal tenha um desempenho 12,9% superior ao obtido em 2017/18 (80,77 milhþes de t), registrando uma produção total de 91,2 milhþes de toneladas, quando somadas as duas safras do grão. O algodão tambÊm Ê destaque na produção brasileira, com uma concentração do plantio em janeiro e um crescimento superior a 25,3% na årea. A produção de pluma deve subir 20,3%, de 2 milhþes de t em 2017/18 para 2,41 milhþes de t na safra atual. Arroz e feijão - Em contrapartida, o arroz deve ter uma colheita 7,1% menor do que a da safra passada (12,06 milhþes de t), alcançando 11,2 milhþes de t. O feijão primeira safra apresenta uma queda de 7,7% na årea em relação à safra passada. A produção estå estimada em 1,1 milhão de t, recuo de 16,4% ante o período anterior (1,3 milhão de t). A segunda safra de feijão deve totalizar 1,29 milhão de t, alta de 6,1% ante a safra anterior (1,22 milhão de t). Jå a terceira

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRĂ&#x192;O DAS NEVES/MG PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRĂ&#x192;O DAS NEVES/MG - Chamamento Publico 011/2018 - torna pĂşblico que se encontra disponĂ­vel no site www.ribeiraodasneves.mg.gov.br, o edital do Chamamento Publico 011/2018, cujo objeto consiste em credenciamento de pessoa natural ou jurĂ­dica de direito privado para o exercĂ­cio, no municĂ­pio de RibeirĂŁo das Neves/MG, dos serviços de remoção, depĂłsito e guarda de veĂ­culo automotor por infringĂŞncia Ă legislação de trânsito de competĂŞncia do municĂ­pio de RibeirĂŁo das Neves e da Lei Municipal 3815/2017, incluindo acervo preexistente. A data para entrega dos envelopes e realização de sessĂŁo serĂĄ dia 23/01/2019 as 09:00 hrs. Alex de Almeida Ferreira Silva /Presidente da CPL.

Algodão deve ser um dos destaques da produção nacional, com projeção de avanço de 20,3%

IBGE prevê 7 milhþes de t a mais em 2019 Rio de Janeiro - A safra agrícola de 2019 deve totalizar 233,4 milhþes de toneladas, uma alta de 3,1% em relação à estimativa de 2018, o equivalente a 7,0 milhþes de toneladas a mais. Os dados são do terceiro Prognóstico para a Safra Agrícola divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, a safra totalizou 226,5 milhþes de toneladas, resultado 5,9% menor do que o de 2017, de acordo com o Levantamento Sistemåtico da Produção Agrícola de dezembro. O resultado Ê 0,4% menor do que a estimativa de novembro, com 834,9 mil toneladas a menos. Na comparação com 2017, a safra de 2018 foi 14,2 milhþes de toneladas inferior. à rea colhida - Os produtores brasileiros devem semear 62,2 milhþes de hectares na safra agrícola de 2019, uma elevação de 2,1% em relação à årea colhida em 2018. A årea a ser colhida com soja em 2019 serå 2,1% maior do que a de 2018, enquanto a de milho deve crescer 3,6%. A årea a ser colhida com algodão herbåceo serå 17,1% superior à do ano passado. Em contrapartida, a årea de arroz encolherå em 6,2%, enquanto a de feijão diminuirå 1,8%. A årea colhida em 2018 ficou em 60,9 milhþes de hectares, 248,3 mil hectares menor do que em 2017, de acordo com o Levantamento Sistemå-

tico da Produção Agrícola. Culturas - Os produtores brasileiros devem colher 88,2 milhþes de toneladas de milho este ano, um crescimento de 8,4% em relação ao ano anterior, o equivalente a 6,9 milhþes de toneladas a mais. Para a 1ª safra de milho, a previsão Ê de 26,4 milhþes de toneladas, alta de 2,6% em relação a 2018. Segundo o IBGE, os preços atuais encontram-se em patamares superiores aos praticados na Êpoca da decisão de plantio da 1ª safra em 2018, mas os produtores não devem aumentar muito os investimentos nas lavouras do grão porque ainda priorizam a soja. Quanto ao milho 2ª safra, a produção deve totalizar 61,8 milhþes de toneladas, um salto de 11,1% em relação a 2018. A produção nacional de soja deve alcançar 118,8 milhþes de toneladas, um aumento de 0,8% em relação a 2018. O Mato Grosso deve responder por 26,8% do total de soja produzida em 2019, com 31,8 milhþes de toneladas, um crescimento de 0,6% em relação a 2018. Goiås tem estimativa de produção de 11,2 milhþes de toneladas, enquanto o Mato Grosso do Sul espera colher 10,2 milhþes de toneladas. O Paranå estima produzir 19,3 milhþes de toneladas. O cultivo de algodão em 2019 renderå 5,3 milhþes de toneladas, 6,6% a mais do que em 2018. O Mato Grosso espera colher 3,6 milhþes de toneladas, um acrÊscimo de 13,7% ante 2018. (AE)

safra da leguminosa deve atingir 738,1 mil t, aumento de 19,3% em comparação com as 618,7 mil t na safra 2017/18. Com o fim da safra das

culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale), a Conab identificou resultados melhores do que na safra passada, mesmo com as adversidades

Gustavo Costa Aguiar Oliveira, /HLORHLUR2ÂżFLDO0$7 -8&(0*QÂ&#x17E;507WRUQDS~EOLFRTXHUHDOL]DUiXPOHLOmRRQOLQH SRU PHLR GR 3RUWDO ZZZJSOHLORHVFRPEU FRP DEHUWXUD QR GLDHHQFHUUDPHQWRQRGLDjV KRUDVSDUDDOLHQDomRGHDWLYRVH[FHGHQWHVGDHPSUHVDWeb Aula Produtos e Serviços para Educação Editora S/A. 1RUPDV SDUD SDUWLFLSDomR HVWmR UHJLVWUDGDV QR &DUWyULRGRÂ&#x17E;2ItFLRGH5HJGH7tWXORVH'RFVGH%+VRER QÂ&#x17E;,QIRUPDo}HVVREUHYLVLWDomRDRVEHQVHHGLWDO FRPSOHWRSRGHUmRVHUREWLGDVQRVLWHZZZJSOHLORHVFRPEU RXFRPDHTXLSHGROHLORHLURSHORWHO  

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TRANSRESIDUOS JULU LTDA., CNPJ nÂş 65.233.827/0001-90, localizado na Rua ParĂĄ de Minas, n° 419, Bairro BrasilĂŠia do MunicĂ­pio de Betim, no Estado de Minas Gerais, por determinação da SEMAD â&#x20AC;&#x201C; Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentĂĄvel atravĂŠs do Superintendente Regional de Meio Ambiente da Central Metropolitana no uso de suas atribuiçþes, que torna pĂşblico que obteve atravĂŠs do Processo Administrativo nÂş. 09698/2009/002/2015 a Licença Ambiental Renovação â&#x20AC;&#x201C; LO n° 140/2018 com validade atĂŠ 30/11/2028, para a atividade principal de Transporte rodoviĂĄrio de produtos e resĂ­duos perigosos, (NĂşmero de veĂ­culos: 03 VeĂ­culos), sob cĂłdigo F-02-01-1 BRACOM COMĂ&#x2030;RCIO E SERVIĂ&#x2021;OS LTDA CNPJ NÂş 04.743.359/0001-00 - NIRE/JUCEMG 3120635395-8 Ata da reuniĂŁo de quotistas realizada em 05 de novembro de 2018, para deliberar sobre a redução do capital social e consequente alteração da respectiva clĂĄusula contratual. 01 â&#x20AC;&#x201C; HorĂĄrio, data e local da reuniĂŁo: Ă s 10h (dez horas) do dia 05 de novembro de 2018 (dois mil e dezoito), na sede social da BRACOM COMERCIO E SERVIĂ&#x2021;OS LTDA., situada na Rua Gabriela de Melo, 70, Bloco B, 2Âş andar, Sala 1, Bairro Olhos dâ&#x20AC;&#x2122;Ă gua, &(3%HOR+RUL]RQWH(VWDGRGH0LQDV*HUDLVGRUDYDQWHWDPEpPUHIHULGDVLPSOLÂżFDGDPHQWHFRPR Bracom. 02 â&#x20AC;&#x201C; Convocação: dispensada, tendo em vista o comparecimento das duas Ăşnicas sĂłcias (art. 1.052, § 2Âş do CĂłdigo Civil, Lei nÂş 10.406/2002). 03 â&#x20AC;&#x201C; Presença: 100% do capital social da Bracom, conforme relatado no item 02 acima, saber: (a) CARBEL S/A, sediada em Belo Horizonte, inscrita no CNPJ sob o nĂşmero 17.171.612/000140, com inscrição estadual sob o nĂşmero 062.013673.0042, com endereço na Av. Nossa Senhora do Carmo, 500, Bairro Carmo, CEP 30330-000, registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais sob nÂş 31300047351, neste ato, por seus Diretores JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes, brasileiro, casado, administrador, portador carteira de identidade nÂş M-166.166, emitida pela SSP/MG, CPF nÂş 222.731.746-91, residente nesta cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais na Rua JoĂŁo AntĂ´nio de Azevedo, nÂş 454 apartamento 501, Bairro Belvedere, CEP 30320-610; e Luiz Flavio Pentagna GuimarĂŁes, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade n.Âş M-409.418, expedida pela SSP/MG, CPF 315.822.656-15, residente em Nova Lima, MG, Rua Cinco no. 522. Riviera, CEP 34.007-110; e (II) BONSUCESSO PARTICIPAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES E EMPREENDIMENTOS S.A, sediada em Belo Horizonte, na Av. Nossa Senhora do Carmo No. 520 6Âş andar, Bairro Carmo Sion, CNPJ nÂş 42.920.926/0001-45, registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais sob o nÂş 3130000983.1, neste ato por seus Diretores JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes e Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁes, cima TXDOLÂżFDGRV~QLFDVVyFLDVGDVRFLHGDGH04 â&#x20AC;&#x201C; Composição da Mesa: presidĂŞncia e secretaria, respectivamente, de JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes e Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁesDFLPDTXDOLÂżFDGRV05 â&#x20AC;&#x201C; Ordem do dia: (i) redução do capital social; e (ii) consequente nova redação para a clĂĄusula terceira do contrato social. 06 â&#x20AC;&#x201C; Deliberaçþes: instalada a reuniĂŁo, apĂłs a discussĂŁo das matĂŠrias, resolveram as sĂłcias da Bracom, por unanimidade, aprovar o seguinte: 06.1 â&#x20AC;&#x201C; Redução do capital social, que se encontra todo integralizado em moeda corrente nacional, dividido em 1.069.000 (um milhĂŁo e sessenta e nove mil) de quotas do valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, de R$1.069.000,00 (um milhĂŁo e sessenta e nove mil reais) para R$644.000,00 (seiscentos e quarenta e quaro mil reais), passando a ser dividido em 644.000 (seiscentas e quarenta e quatro mil) quotas do valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, mediante a restituição aos sĂłcios, em dinheiro, do valor de R$425.000,00 (quatrocentos e vinte e cinco mil reais) do referido capital, correspondente a 425.000 (quatrocentas e vinte e cinco mil) quotas, ora declaradas extintas, incidindo a redução sobre a participação de cada um, na devida proporção, mantidos, assim, os respectivos percentuais individuais no capital remanescente. Desta forma, a sĂłcia Carbel S.A. recebe em devolução R$ 274.362,00 (duzentos e setenta e quatro mil trezentos e sessenta e dois reais), correspondentes a 274.362 (duzentas e setenta e quatro mil trezentas e sessenta e duas) quotas extintas, enquanto que a sĂłcia Bonsucesso Participaçþes e Empreendimento S.A. recebe R$150.638,00 (cento e cinquenta mil seiscentos e trinta e oito reais), correspondentes a 150.638 (cento e cinquenta mil seiscentas e trinta e oito) quotas extintas. Os pagamentos Ă s sĂłcias sĂŁo feitos nesta data e a sua redução se opera pelo fato de o capital social se mostrar excessivo, em relação Ă s necessidades da Bracom. 06.2 â&#x20AC;&#x201C; Nova redação para a clĂĄusula terceira do contrato social da Bracom que, em razĂŁo da deliberação anterior, passa vigorar a seguinte redação, mantidas suas demais disposiçþes: â&#x20AC;&#x153;CLĂ USULA TERCEIRA - O capital social ĂŠ de R$ R$644.000,00 (seiscentos e quarenta e quaro mil reais), dividido em 644.000 (seiscentas e quarenta e quatro mil) quotas do valor nominal de R$1,00 (um UHDO FDGDXPDDVVLPGLVWULEXtGDVHQWUHDVGXDVVyFLDVMiTXDOLÂżFDGDVD Carbel S. A. com 415.738 (quatrocentas e quinze mil setecentas e trinta e oito) cotas, no valor total de R$415.738,00 (quatrocentos e quinze mil setecentos e trinta e oito reais); e b) Bonsucesso Participaçþes e Empreendimentos S.A. com 228.262 (duzentas e vinte e oito mil duzentas e sessenta e duas) cotas, no valor total de R$228.262,00 (duzentos e vinte e oito mil duzentos e sessenta e dois reais).â&#x20AC;? 07 â&#x20AC;&#x201C; Encerramento - Nada mais havendo a ser tratado, a reuniĂŁo foi suspensa pelo tempo necessĂĄrio Ă  lavratura da presente ata que, depois de lida e achada conforme, segue assinada pelos representantes legais das duas Ăşnicas sĂłcias. Belo Horizonte,05 de novembro de 2018. Pela Carbel S.A.: JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes; Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁes. Pela Bonsucesso Participaçþes e Empreendimentos S.A.: JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes; Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁes.

BRAFOR SERVIĂ&#x2021;OS LTDA. CNPJ nÂş 04.812.286/0001-60 - NIRE/JUCEMG NÂş 3120639068-3 Ata da reuniĂŁo de quotistas realizada em 05 de novembro de 2018, para deliberar sobre a redução do capital social e consequente alteração da respectiva clĂĄusula contratual. 01 â&#x20AC;&#x201C; HorĂĄrio, data e local da reuniĂŁo: Ă s 11h (dez horas) do dia 05 de novembro de 2018 (dois mil e dezoito), na sede social da BRAFOR SERVIĂ&#x2021;OS LTDA., situada na Rua Viseu, 780, Bairro SĂŁo Francisco, CEP 31255.230, Belo Horizonte, MG, doravante tambĂŠm referida, VLPSOLÂżFDGDPHQWHFRPRBrafor. 02 â&#x20AC;&#x201C; Convocação: dispensada, tendo em vista o comparecimento das duas Ăşnicas sĂłcias (art. 1.052, § 2Âş do CĂłdigo Civil, Lei nÂş 10.406/2002). 03 â&#x20AC;&#x201C; Presença: 100% do capital social da Bracom, conforme relatado no item 02 acima, saber: (a) BONSUCESSO PARTICIPAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES E EMPREENDIMENTOS S.A, sediada em Belo Horizonte, na Av. Nossa Senhora do Carmo No. 520 6Âş andar, Bairro Carmo Sion, CNPJ nÂş 42.920.926/0001-45, registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais sob o nÂş 3130000983.1, neste ato por seus Diretores JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes, brasileiro, casado, administrador, portador carteira de identidade nÂş M-166.166, emitida pela SSP/MG, CPF nÂş 222.731.746-91, residente nesta cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais na Rua JoĂŁo AntĂ´nio de Azevedo, nÂş 454 apartamento 501, Bairro Belvedere, CEP 30320-610; e Luiz Flavio Pentagna GuimarĂŁes, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade n.Âş M-409.418, expedida pela SSP/MG, CPF 315.822.656-15, residente em Nova Lima , MG, Rua Cinco no. 522. Riviera, CEP 34.007-110; e (b) STRADA VEĂ?CULOS ŕľž PEĂ&#x2021;AS LTDA., sediada em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, QD 5XD 0DMRU 'HOÂżQR GH 3DXOD  %DLUUR 6mR )UDQFLVFR &(3  &13-0) QÂ&#x17E;  15, registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais sob o nÂş 3120510993-0, neste ato representada por seus Diretores Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁesDFLPDTXDOLÂżFDGRHHumberto Artoni Pentagna GuimarĂŁes, brasileiro, casado, administrador, CPF nÂş 972.174.096-91, portador da carteira de identidade nÂş M-7.577.361, expedida pela SSP/MG, residente em Nova Lima, Estado de Minas Gerais, Avenida Dr. Marco Paulo Simon Jardim,620, apartamento nÂş 1.802, Bairro Piemonte CEP 34006-200, Ăşnicas sĂłcias da Brafor. 04 â&#x20AC;&#x201C; Composição da Mesa: presidĂŞncia e secretaria, respectivamente, de JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes e Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁesDFLPDTXDOLÂżFDGRV05 â&#x20AC;&#x201C; Ordem do dia: (i) redução do capital social; e (ii) consequente nova redação para a clĂĄusula terceira do contrato social. 06 â&#x20AC;&#x201C; Deliberaçþes: instalada a reuniĂŁo, apĂłs a discussĂŁo das matĂŠrias, resolveram as sĂłcias da Brafor, por unanimidade, aprovar o seguinte: 06.1 â&#x20AC;&#x201C; Redução do capital social, que se encontra todo integralizado em moeda corrente nacional, dividido em 412.500 (quatrocentas e doze mil e quinhentas) quotas do valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, de R$412.500,00 (quatrocentos e doze mil e quinhentos reais) para R$247.500,00 (duzentos e quarenta e sete mil e quinhentos reais), passando a ser dividido em 247.500 (duzentas e quarenta e sete mil e quinhentas) quotas do valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, mediante a restituição aos sĂłcios, em dinheiro, do valor de R$165.000,00 (cento e sessenta e cinco mil reais) do referido capital, correspondente a 165.000 (cento e sessenta e cinco mil) quotas, ora declaradas extintas, incidindo a redução sobre a participação de cada um, na devida proporção, mantidos, assim, os respectivos percentuais individuais no capital remanescente. Desta forma, a sĂłcia Bonsucesso Participaçþes e Empreendimentos S.A. recebe em devolução R$106.000,00 (cento e seis mil reais), correspondentes a 106.000 (cento e seis mil) quotas extintas, enquanto que a sĂłcia Strada VeĂ­culos e Peças Ltda. recebe R$59.000,00 (cinquenta e nove mil reais), correspondentes a 59.000 (cinquenta e nove mil) quotas extintas. Os pagamentos Ă s sĂłcias sĂŁo feitos nesta data e a sua redução se opera pelo fato de o capital social se mostrar excessivo em relação Ă s necessidades da Brafor. 06.2 â&#x20AC;&#x201C; Nova redação para a clĂĄusula terceira do contrato social da Brafor que, em razĂŁo da deliberação anterior, passa vigorar a seguinte redação, mantidas suas demais disposiçþes: â&#x20AC;&#x153;CLĂ USULA TERCEIRA - O capital social ĂŠ de R$247.500,00 (duzentos e quarenta e sete mil e quinhentos reais), dividido em 247.500 (duzentas e quarenta e sete mil e quinhentas) quotas do valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, assim distribuĂ­das entre as duas sĂłcias, MiTXDOLÂżFDGDVD Bonsucesso Participaçþes e Empreendimentos S.A. com 159.000 (cento e cinquenta e nove mil) cotas, no valor total de R$159.000,00 (cento e cinquenta e nove mil reais); b) Strada VeĂ­culos e Peças Ltda. com 88.500 (oitenta e oito mil e quinhentos) cotas, no valor total de R$88.500,00 (oitenta e oito mil e quinhentos reais).â&#x20AC;?â&#x20AC;? 07 â&#x20AC;&#x201C; Encerramento - Nada mais havendo a ser tratado, a reuniĂŁo foi suspensa pelo tempo necessĂĄrio Ă  lavratura da presente ata que, depois de lida e achada conforme, segue assinada pelos representantes legais das duas Ăşnicas sĂłcias. Belo Horizonte, 05 de novembro de 2018. Pela Bonsucesso Participaçþes e Empreendimentos S.A.: JoĂŁo ClĂĄudio Pentagna GuimarĂŁes; Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁes. Pela Strada VeĂ­culos e Peças Ltda.: Luiz FlĂĄvio Pentagna GuimarĂŁes; Humberto Artoni Pentagna GuimarĂŁes.

O secretĂĄrio de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentĂĄvel, Germano Vieira, e a secretĂĄria de Estado de Agricultura, PecuĂĄria e Abastecimento, Ana Maria Soares Valentini, reuniram-se, em primeiro ato conjunto, para definir estratĂŠgias entre as duas ĂĄreas. O alinhamento foi marcado por medidas de incentivo Ă produção agrĂ­cola que tĂŞm interface com a pauta da preservação ambiental. No encontro, os dois dirigentes apresentaram oportunidades de polĂ­ticas pĂşblicas dentro das respectivas ĂĄreas do governo de Minas e delimitaram açþes visando Ă  convergĂŞncia. Entre os principais pontos tratados estiveram: a infraestrutura para reservação de ĂĄgua; melhor gestĂŁo da anĂĄlise de outorgas; a revisĂŁo e modernização de normas, o que inclui o decreto nÂş 47.383; alĂŠm do estabelecimento de critĂŠrios tĂŠcnicos para tornar mais eficientes e racionais o trabalho no campo e o uso do solo. Todas as medidas visam Ă  promoção do setor agrossilvipastoril, para fomentar o desenvolvimento econĂ´mico no Estado, sem perder de vista a regularização e a preservação dos recursos naturais. â&#x20AC;&#x153;Esta jĂĄ foi a oportunidade de estabelecermos os principais pontos de atuação dentro do planejamento previsto para os prĂłximos quatro anos, com açþes alinhadas e que seguem nosso programa de trabalhoâ&#x20AC;?, afirmou Germano. O planejamento conjunto visa ao estudo do territĂłrio mineiro para buscar melhores soluçþes tecnolĂłgicas, normativas e de gestĂŁo para que o Estado possa avançar na produção agrĂ­cola sustentĂĄvel e na preservação do meio ambiente, considerando a grande sinergia entre as duas pastas.

climĂĄticas nas principais regiĂľes produtoras. A produção de trigo ficou 27,3% superior Ă da safra anterior, atingindo 5,4 milhĂľes de toneladas. (AE) Aproximação - AlĂŠm da expectativa de convergĂŞncia total entre as ĂĄreas, os secre&,0&236$(1*(1+$5,$( tĂĄrios deixaram o encontro &216758dÂŽ(6 com a perspectiva de uma &13-1,5( $9,62&RPXQLFDPRVTXHVHDFKDPjGLVSRVLomR atuação ainda mais conjunta GRVDFLRQLVWDVQDVHGHGDHPSUHVDQD5XD:DOIULGR 0HQGHVQÂ&#x17E;%DLUUR&DOLIyUQLDRVGRFXPHQWRV do governo junto Ă s lideranGR H[HUFtFLR HQFHUUDGR HP  D TXH VH ças dos setores produtivo e UHIHUHP RV LQFLVRV , ,, H ,,, GR$UW  GD /HL %HOR+RUL]RQWHGH-DQHLURGH ambiental. (Com informaçþes (GPXQGR 0DULDQR GD &RVWD /DQQD  'LUHWRU 3UHVLGHQWH da Seapa). A BLANKS INDĂ&#x161;STRIA E COMĂ&#x2030;RCIO DE PLACAS LTDA., por determinação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentĂĄvel â&#x20AC;&#x201C; SEMMAD, torna pĂşblico que foi concedida atravĂŠs do Processo Administrativo nÂş 50.569/2018, a Licença Ambiental 6LPSOLÂżFDGD Âą &ODVVH  SDUD D DWLYLGDGH GH Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer material, exceto luminosos, localizada na $YHQLGDGDV$PpULFDVQÂ&#x17E;%DLUUR)LODGpOÂżD %HWLP0*Âą&(3

TRĂ&#x160;S RIOS EMPREENDIMENTO IMOBILIARIO SPE S/A CNPJ 24.148.239/0001-71 EDITAL DE CONVOCAĂ&#x2021;Ă&#x192;O Ficam os acionistas convocados para reunirem-se em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria, a realizar-se nesta capital, Ă s 14:00 horas do dia 17 de janeiro de 2019, na Rua Senhora do Porto, n° 2842, Sala 17, Bairro Palmeiras, CEP 30.575-590, para realização de Eleição de Diretoria (Ass.) a Diretoria.

Cooperativa de Clinicas MĂŠdicas Cooperativa CirĂşrgicas de Clinicas Fisioterapeutas MĂŠdicas CirĂşrgicas e Terapeutas Fisioterapeutas Ocupacionais eâ&#x20AC;&#x201C; Terapeutas Coopuni -Ocupacionais HUCMMG â&#x20AC;&#x201C; Coopuni - HUCMMG CNPJ nÂş 01.417.485/0001-86 Edital de Convocação - Assembleia Geral OrdinĂĄria O presidente da Coopuni, Dr. Roberto Garcia Gonçalves, convoca os cooperados para a Assembleia Geral OrdinĂĄria que serĂĄ realizada no dia 13 (treze) de fevereiro de 2019, no Centro de Estudos do Hospital UniversitĂĄrio CiĂŞncias MĂŠdicas de Minas Gerais, Ă rua AimorĂŠs nÂş 2896, Bairro Santo Agostinho, Belo Horizonte, CEP 30.140-070, Ă s 11 horas (onze horas), em 1ÂŞ (primeira) convocação, com a presença de 2/3 (dois terços) dos cooperados; Ă s 12 horas (doze horas), em 2ÂŞ (segunda) convocação, com a presença de metade mais 01 (um) dos cooperados e Ă s 13 horas (treze horas), em 3ÂŞ (terceira) e Ăşltima convocação, com a presença de, no mĂ­nimo, 10 (dez) cooperados, para deliberar sobre os seguintes assuntos constantes da ordem do dia: I. Prestação de contas pela Diretoria, referente ao exercĂ­cio 2018, acompanhada de parecer do Conselho Fiscal, compreendendo: a) RelatĂłrio da gestĂŁo. b) Balanço. c) Demonstrativo das sobras ou perdas apuradas. II. Destinação das sobras apuradas, apĂłs a dedução dos percentuais destinados aos fundos legais, ou rateio das perdas nĂŁo cobertas pelo fundo de reservas. III. Eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal. IV. Fixação do valor de honorĂĄrios da Diretoria e dos Conselhos Administrativo e Fiscal. V. Outros assuntos de interesse social. Belo Horizonte, 11 de Janeiro de 2019. Dr. Roberto Garcia Gonçalves - Presidente Nota: 1) Declara-se que o nĂşmero de cooperados com direito ao exercĂ­cio do voto, nesta data, ĂŠ de 160 (cento e sessenta).

GRUPAMENTO DE APOIO DE LAGOA SANTA

MINISTĂ&#x2030;RIO DA DEFESA

GOVERNO FEDERAL

AVISO DE LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O PregĂŁo EletrĂ´nico SRP nÂş: 01/GAPLS/2019 OBJETO: Aquisição de GĂĄs Liquefeito de PetrĂłleo ENTREGA DAS PROPOSTAS: a partir de 11/01/2019. ABERTURA DAS PROPOSTAS: dia 23/01/2019 as 10:00, no site: www.comprasnet.gov.br. EDITAL E ESPECIFICAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES: encontra-se no site: www.comprasnet.gov.br e Telefones: (31) 3689-3665 / 3419 MARCELO ANDRADE MARTINELLI Ten Cel Int Ordenador de Despesas


BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2019

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LEGISLAÇÃO MEIO AMBIENTE

Municípios já podem conceder licença Nova lei delega atribuição às prefeituras mineiras para empreendimentos com impacto apenal local DA REDAÇÃO

Foi publicada ontem no “Diário Oficial de Minas Gerais” a Lei 23.289/19, que altera regras relativas ao licenciamento ambiental para atividades a serem realizadas no Estado. A norma tramitou, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), por meio do Projeto de Lei (PL) 1.602/15, do deputado Ivair Nogueira (MDB). Com a aprovação da proposição, foi modificada a Lei 21.972/16, que dispõe sobre o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema). O texto delega aos municípios a atribuição de conceder licença ambiental nos casos de empreendimentos cujo impacto seja apenas local.

São estabelecidos os termos e as condições de delegação, do Estado aos municípios, da competência para promover o licenciamento e fiscalização ambiental de atividades e empreendimentos poluidores. Para que os municípios possam exercer a atribuição, deverão atender a requisitos como: ter um conselho municipal de meio ambiente de caráter colegiado com representação da sociedade civil paritária à do poder público, com competência consultiva, deliberativa e normativa; possuir órgão técnico-administrativo na estrutura do Executivo municipal ou no âmbito de consórcio público intermunicipal constituído com essa finalidade e com equipe técnica multidisciplinar em número

compatível com a demanda; ter um sistema de fiscalização ambiental legalmente estabelecido, dentre outras exigências. No entanto, a lei assegura que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) poderá retomar, de ofício ou mediante provocação dos órgãos e entidades vinculadas ao Sisema, a competência que delegou ao município conveniado. Plataforma - Desenvolvida por servidores do próprio Sisema, a Plataforma IDE-Sisema já avançou na oferta de dados que garantem suporte ao licenciamento em Minas Gerais. Atualmente, a ferramenta conta com 340 camadas de informações ge-

ográficas, número 36% superior ao de quando foi criada, em fevereiro de 2018, situação que a coloca como uma das maiores bases de dados de infraestrutura do País. Por meio da IDE-Sisema, é possível ter uma completa visualização de atributos ambientais existentes no território mineiro, como relevo, hidrografia, vegetação, entre outros aspectos que auxiliam no licenciamento ambiental, na concessão de outorgas para uso da água e nos demais serviços oferecidos pelo Sisema. Deste modo, a plataforma funciona como ferramenta on-line que possibilita ao empreendedor antever eventuais critérios locacionais para a área em que pretende desenvolver sua atividade. É também por meio dela

que são conferidos aspectos ambientais estaduais, que recebem pesos diferenciados durante o enquadramento de uma atividade, conforme exposto na Deliberação Normativa do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) nº 217/2017. Com base no cruzamento das camadas geográficas, é possível visualizar alternativas de localização para o usuário que busca a regularização ambiental. Para o diretor de Gestão Territorial Ambiental do Sisema, Fabrício Lisboa, além da importância da ferramenta para o empreendedor, cabe destacar o papel social que a IDE-Sisema cumpre ao oferecer gratuitamente, na internet, informações georreferenciadas oficiais geridas pelo Sisema.

“É um mecanismo de transparência ambiental que contribui para a pesquisa científica nas universidades, para o trabalho do Ministério Público, para as ações de educação ambiental e para o conhecimento da sociedade em geral”, avalia. Desde que foi criada, em 26 de fevereiro de 2018, a IDE-Sisema já teve aproximadamente 212 mil acessos, o que representa uma média diária aproximada de 677 acessos, oriundos de 42 diferentes países. Além do Brasil, a lista das 10 nações estrangeiras mais recorrentes inclui: Estados Unidos, Portugal, Alemanha, Reino Unido, Peru, Canadá, China, Argentina, Índia e Rússia. (As informações são da ALMG e da Agência Minas) WALDEMIR BARRETO/AGÊNCIA SENADO

TRIBUTOS

Desoneração da folha é prioridade Brasília - O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, afirmou ontem que a desoneração da folha de pagamento é um dos primeiros itens na pauta do governo e voltou a descartar aumento de impostos. “A incidência de forma muito pesada de tributos sobre a folha de salários é uma preocupação que se coloca como um dos primeiros itens na nossa pauta. Estamos trabalhando muito nisso, como desonerar a folha de salários, como diminuir os encargos trabalhistas e fazer com que a economia brasileira gere empregos”, afirmou Cintra ao chegar ao Tribunal de Contas da União (TCU) para reunião com o ministro Augusto Nardes. Questionado sobre a reformulação do Imposto de Renda, Cintra explicou que ela está na pauta do governo, mas que a prioridade imediata é trabalhar na reforma previdenciária, o que lhe dá tempo para desenvolver um projeto

tributário “como um todo”. “A desoneração da folha de salários aconteceu... muito em cima de demandas específicas, de negociações muito setoriais. O que nós estamos trabalhando é na desoneração da folha de maneira universal, sistêmica”, completou ele, explicando que estão sendo feitas simulações sobre os impactos disso na economia. “Acho que temos que desonerar a folha de salários como um todo. E isso implica que não só contribuições previdenciárias, mas até mesmo questões de Imposto de Renda incidente sobre folha de salários, incidente sobre rendimentos do trabalho, poderão ser objetos desses estudos”, explicou. Cintra enfatizou ainda que a orientação do presidente Jair Bolsonaro é no sentido de uma racionalização e redução da carga tributária, afirmando que um tributo nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) vai contra

Histórico Esta agenda contém as principais obrigações a serem cumpridas nos prazos previstos na legislação em vigor. Apesar de conter, basicamente, obrigações tributárias, de âmbito estadual e municipal, a agenda não esgota outras determinações legais, relacionadas ou não com aquelas, a serem cumpridas em razão de certas atividades econômicas e sociais específicas. Agenda elaborada com base na legislação vigente em 05/12/2018. Recomenda-se vigilância quanto a eventuais alterações posteriores. Acompanhe o dia a dia da legislação no Site do Cliente (www.iob.com.br/sitedocliente).

isso e que não seria usado como uma forma de compensar a arrecadação com a desoneração. “CPMF é um tributo que tem uma característica que nós evitamos. CPMF é a antítese de tudo aquilo que nós desejamos”, disse. “Há

uma gama de alternativas que precisam ser comparadas, o que você perde reduzindo uma incidência direta sobre folha e que tipo de tributo outro poderá substituir essa mesma arrecadação”, explicou o secretário. (Reuters)

Marcos Cintra voltou a descartar aumento de impostos

Sublimites do Simples Nacional são alterados Brasília - A secretaria-executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional divulgou as normas que alteraram os sublimites para efeito do recolhimento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e Imposto sobre Serviços (ISS), bem como a nova lista de ocupações autorizadas a se inscreverem como Microempreendedor Individual (MEI). A Resolução nº 144 do Comitê divulgou os sublimites para o ano-calendário de 2019, com os seguintes valores: R$ 1.800.000 (Acre, Amapá e Roraima) e R$ 3.600.000 (demais estados e Distrito Federal). Não houve

Decreto nº 43.080/2002. Dia 13 ICMS - dezembro de 2018 refinaria de petróleo e suas bases, nas operações com combustível derivado, nos casos de repasse (imposto retido por refinarias e suas bases) - entrega das informações relativa às operações interestaduais com combustíveis derivados de petróleo ou com álcool etílico carburante através do Sistema de Captação e Auditoria dos Anexos de Combustíveis (Scanc). Nota: Esta obrigação é cumprida por meio eletrônico e pode ser efetuada a qualquer tempo. Portanto recomendamos que o envio seja efetuado até a data mencionada no ato legal mesmo que esta coincida com sábado, domingo ou feriado. Scanc, Convênio ICMS nº 110/2007, cláusula 26ª, § 1º, V, “a”; Ato Cotepe/ICMS nº 47/2018.

ICMS - prazos de recolhimento - os prazos a seguir são os constantes dos seguintes atos: a) artigos. 85 e 86 da Parte Geral do RICMS-MG/2002; e b) artigo 46 do anexo XV do RICMS-MG/2002 (produtos suDia 14 jeitos a substituição tributária). O Regulamento de ICMS de ICMS - do dia 1º até o dia 10 Minas Gerais é aprovado pelo do próprio mês - refino de petró-

modificações com relação aos sublimites válidos em 2018. Quanto à relação de ocupações autorizadas a atuarem como MEI, duas foram suprimidas (comerciante de peças e acessórios para motocicletas e motonetas independente e proprietário de bar e congêneres independente). Ao mesmo tempo, houve a inclusão de novas atividades que não estavam contempladas anteriormente: comerciante de peças e acessórios novos para motocicletas e motononetas independente; comerciante de peças e acessórios usados para motocicletas e motononetas independente; proprietário de bar e congê-

leo - relativamente às operações próprias do estabelecimento fabricante de produtos do refino de petróleo e de suas bases, classificado no código 1921-7/00 da Cnae, realizadas nos meses de junho a dezembro de 2018. Nota: O imposto apurado entre os dias 1º e até o dia 10 do mês deverá ser pago até o dia 12 do mês subsequente, contudo não havendo expediente bancário nesta data, postergar para o 1o dia útil após. RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 91. DAE/internet, RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 85, XX, § 20. Dia 15

neres, sem entretenimento, independente e proprietário de bar e congêneres, com entretenimento, independente. Essas alterações resultaram de nova versão dos códigos Classificação Nacional de Atividades Econômicas (Cnae). Outra alteração anunciada pelo comitê para 2019 foi a exclusão de 26 ocupações do MEI. Os microempreendedores que atuem nessas atividades terão que solicitar seu desenquadramento no Portal do Simples Nacional. O desenquadramento de ofício dessas ocupações, por parte das administrações tributárias, poderá ser efetuado a partir do segundo exercício

de 2018 - usuário de sistema de processamento eletrônico de dados - arquivo eletrônico - transmissão, pela internet, de arquivo eletrônico, pelo usuário de sistema eletrônico de processamento de dados, com as informações relativas a operações e prestações realizadas no mês anterior. Nota: O contribuinte obrigado à EFD (ICMS/IPI) fica dispensado da manutenção e entrega deste arquivo, nos termos do artigo 10, § 8º, do anexo VII do RICMS/MG. Internet, RICMS-MG/2002, anexo VII, parte 1, artigos 10 e 11.

ICMS - dezembro de2018 - Declaração de Apuração e Informação do ICMS (Dapi 1) - contribuintes sujeitos à entrega: demais indústrias que não possuam prazo específico em legislação; extrator de substâncias minerais ou fósseis. Internet, RICMS-MG/2002, anexo V, parte 1, artigo 152, caput, § 1º, V.

ICMS - dezembro de 2018 contribuinte/atividade econômica: laticínio, quando preponderar à saída de queijo; requeijão, manteiga, leite em estado natural ou pasteurizado, ou leite (UAT) UHT; cooperativa de produtores de leite. Nota: O recolhimento será efetuado até o dia 15 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador. Internet, RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 85, I, “o”.

ICMS - Sintegra - dezembro

ICMS - dezembro de 2018

subsequente à supressão da referida ocupação. Também foi divulgado o novo valor das contribuições mensais (Carnê do MEI - DAS) para o ano de 2019. De acordo com o novo salário mínimo de R$ 998, determinado pelo decreto sancionado no último dia 1º de janeiro, a contribuição de INSS do microempreendedor individual passa a ser de R$ 49,90. Para as atividades de Comércio e Indústria, é somado o valor de R$ 1 de ICMS, totalizando a contribuição em R$ 50,90. Para as atividades de Serviços, é somado o valor de R$ 5 referente ao ISS, ficando o total em R$ 54,90. (ASN)

- diferencial de alíquotas nas operações interestaduais para consumidor ou tomador não contribuinte - contribuinte estabelecido em outra unidade da Federação cadastrado no Cadastro Simplificado de Contribuintes do ICMS (Difal) ou inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado e que não se enquadre como substituto tributário nas operações com mercadorias destinadas ao Estado de Minas Gerais. GNRE/ DAE, RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 85, XVIII. ICMS - 1º a 10 de janeiro de 2019 - contribuinte/atividade econômica: venda de café cru em grão realizada em bolsa de mercadorias ou de cereais pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com intermediação do Banco do Brasil, referente aos fatos geradores ocorridos no 1o decêndio do próprio mês, ou seja, no período compreendido de 1º a 10 do mês. Internet, RICMS-MG/2002, Parte Geral, artigo 85, XIV, “a”.


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POLÍTICA politica@diariodocomercio.com.br

CONTAS ESTADUAIS

Déficit fiscal deve atingir R$ 11 bilhões Governador Romeu Zema sancionou a lei orçamentária e manteve a projeção de resultado

Repasse para emendas será de R$ 400 mi DA REDAÇÃO

LUIZ SANTANA/ALMG

DA REDAÇÃO

Foi publicada ontem no Diário Oficial de Minas Gerais, a promulgação pelo governador Romeu Zema da Lei 23.290, que estima as receitas e fixa as despesas do orçamento fiscal do Estado e do orçamento de investimento das empresas controladas pelo Estado, para o exercício financeiro de 2019. É a primeira vez que o orçamento contém as emendas parlamentares impositivas, ou seja, sob a obrigatoriedade de execução pelo Executivo. A lei tramitou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) como o Projeto de Lei (PL) 5.406/18, do ex-governador Fernando Pimentel, aprovado na última Reunião Ordinária de Plenário desta legislatura, dia 20 de dezembro do ano passado. O orçamento fiscal para 2019 estima a receita em R$ 100,33 bilhões e fixa a despesa em R$ 111,77 bilhões, apontando um déficit fiscal de R$ 11,44 bilhões, 41,54% maior que o registrado em 2018. Estão previstos aumento de 7,91% para as receitas e de 10,60% para as despesas. De acordo com a Lei 23.290, as receitas do orçamento fiscal serão realizadas por arrecadação de tributos e outras receitas correntes e de capital. Também prevê que os montantes devidos pela União referentes às perdas do Estado com as desonerações do ICMS sobre

Orçamento deste ano foi aprovado em plenário na última sessão de 2018 da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

as exportações de produtos primários e semielaborados, pela Lei Kandir, vão assegurar o pagamento dos empenhos relativos a despesas de saúde e educação que não forem pagos até 31 de dezembro deste ano. Em relação ao orçamento de investimento das empresas controladas pelo Estado, a lei estima as fontes e fixa os investimentos em R$ 4,99 bilhões.

orçamentária é de R$ 37,27 bilhões, o que representa 60,78% da Receita Corrente Líquida (RCL), ultrapassando o limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é 60%. Tanto o Executivo quanto o Judiciário ultrapassarão os respectivos limites prudenciais estabelecidos para o gasto com pessoal. Isto sujeita esses poderes a algumas vedações legais, relativas à concessão de Pessoal – A despesa total vantagens, aumentos ou com pessoal prevista na lei reajustes, ressalvada a revi-

são geral anual; criação de cargos, empregos ou funções; alterações nas carreiras que impliquem aumento de despesas; entre outras. O Legislativo, incluindo o Tribunal de Contas do Estado (TCE), deverá ter uma despesa de pessoal de R$ 1,26 bilhão, o que representa 2,06% da RCL, para um limite de 3%. O Ministério Público deverá ter uma despesa de R$ 1,07 bilhão, ou 1,75% da RCL, para um limite de 2%. O Judiciário, por sua vez,

deverá ter um gasto com pessoal de R$ 3,65 bilhões, ou 5,95% da RCL. Esse percentual está abaixo do limite geral de 6%, mas acima do limite prudencial, de 5,7%. A situação mais grave é a do Executivo, que deverá gastar R$ 31,28 bilhões com pessoal, o que representa 51,02% da RCL. Isso é mais que o limite prudencial, de 46,55%, e também supera o limite geral para esse Poder, que é de 49%. Com informações da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

ITAMARATY

CONGRESSO

Demissão na Apex gera crise no governo

Coordenador da Lava Jato critica votação aberta neste ano

Brasília - A demissão repentina do presidente da Apex, Alex Carreiro, transformou-se em mais uma crise do governo de Jair Bolsonaro, com a recusa de deixar o cargo e um mal-estar entre o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o Palácio do Planalto. Os relatos feitos à Reuters por pessoas que acompanham a crise apontam para um impasse criado pela decisão de Carreiro de recusar a demissão. O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações teve sua demissão anunciada por Araújo no Twitter, ainda com a indicação do embaixador Mauro Vilalba para substituí-lo. Carreiro chegou a ir ao Planalto na manhã de ontem tentar um encontro com o presidente, mas não foi recebido. O presidente da Apex pretendia apelar a Bolsonaro por sua permanência no cargo. Segundo relatos ouvidos pela Reuters, o presidente da Apex foi trabalhar normalmente e teria dito a pessoas que estiveram com ele que só poderia ser demitido por Bolsonaro. Na verdade, fontes ouvidas pela Reuters afirmam que o chanceler, como presidente do Conselho da Apex, poderia sim demitir Carrreiro, apesar de a demissão ter que ser assinada pelo presidente. No Planalto, o desconforto seria causado pelo fato

ADRIANO MACHADO/REUTERS

Ernersto Araújo anunciou a demissão de Alex Carreiro e a nomeação de Mauro Vilalba

de Araújo não ter avisado previamente Bolsonaro de que iria demitir Carreiro. O presidente da Apex, que foi assessor do PSL na Câmara, teria sido uma indicação dos filhos de Bolsonaro. No Itamaraty, a reação de Carreiro causou apreensão no gabinete. De acordo com uma das fontes ouvidas, havia o temor de que o próprio Araújo perdesse o cargo no embate com o presidente da Apex por estar sendo responsabilizado por mais um bate-cabeça no governo. Até o momento, no entanto, a maior probabilidade é que Carreiro não seja reconduzido. Oficialmente, o Planalto manteve o silêncio. Procurado, não respondeu de imediato às indagações da

Reuters. Já a Apex informou que “o presidente Alex Carreiro, nomeado para o cargo pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, cumpriu expediente normal na agência nesta quinta-feira, tendo efetuado despachos internos e recebido para audiências autoridades de Estado”. Araújo creditou, em sua conta no Twitter, o afastamento a um pedido do próprio Carreiro. Fontes confirmam, no entanto, que o presidente da Apex não aceitou pedir demissão, e Araújo o comunicou que teria de sair mesmo assim, forçando o anúncio pelas redes sociais. O estopim da crise teria sido a decisão de Carreiro de demitir 17 pessoas em sua

chegada e estar planejando o afastamento de mais 19, inclusive funcionários com mais de dez anos de casa. As reclamações chegaram aos gabinetes do Palácio do Planalto e Araújo teria sido cobrado pela crise na Apex. De acordo com uma fonte, a empresária Letícia Castellari, indicada para a diretoria de Negócios da Agência, teve uma briga pública com Carreiro na agência ao assumir o cargo e descobrir que boa parte dos servidores da sua diretoria tinha sido demitida. Afastada do PSL durante a campanha por ter se indisposto com dirigentes do partido, Castellari se aproximou de Araújo durante a transição e se tornou um dos braços direitos do chanceler. (Reuters)

São Paulo - O coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba, Deltan Dallagnol, afirmou, na noite de quarta-feira (9), que a votação secreta na eleição da Mesa Diretora no Senado favorece a condução de Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência da Casa e dificulta o andamento de projetos de lei contra a corrupção. A votação secreta foi mantida por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. A medida é vista como caminho para eleição de Renan no Senado, já que ele teria a capacidade de agregar mais votos sem a necessidade de exposição dos senadores. No corpo da Lava Jato, o alagoano é visto como barreira no Congresso para o avanço de pautas como as dez medidas contra a corrupção propostas pelo MPF em 2016. “Decisão de Toffoli favorece Renan, o que dificulta a aprovação de leis contra a corrupção, pois a presidência do Senado decide pauta (o que e quando será votado). Diferentemente de juízes em tribunais, senadores são eleitos e têm dever de prestar contas. Sociedade tem direito de saber”, escreveu Dallagnol em sua conta no Twitter. (AE)

Com a promulgação da Emenda à Constituição Estadual 96, de 2018, o Executivo passa a ser obrigado a executar as emendas parlamentares apresentadas ao orçamento fiscal. A cota para cada um dos 77 deputados foi de R$ 5.574.448,00, perfazendo um valor total de R$ 429.232.496,00. Foram acatadas um recorde de 1.621 emendas parlamentares, apenas duas delas com conteúdo não financeiro. Em síntese, destinam recursos para instituições, projetos ou obras em todo o Estado. A emenda 1.714, de conteúdo técnico, que foi incorporada à lei como artigo 16, dispõe que o Executivo poderá, mediante decreto, transpor, remanejar, transferir ou utilizar, total ou parcialmente, as dotações orçamentárias aprovadas e em créditos adicionais, em decorrência da extinção, transformação, transferência, incorporação ou desmembramento de órgãos e entidades, bem como de alterações de suas competências ou atribuições. Ressalva que deve ser mantida a estrutura programática, assim como as diretrizes, os objetivos e as metas estabelecidos no Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG 2016-2019). A transposição, o remanejamento e a transferência não poderão resultar em alteração dos valores das programações aprovadas nesta lei ou em créditos adicionais, mas pode haver adequação da classificação institucional e funcional ao novo órgão. Créditos suplementares A outra emenda técnica, nº 1.715, foi incorporada como parágrafos de 1º a 3º do artigo 9º da lei, que autoriza o Poder Executivo a abrir créditos suplementares ao seu orçamento fiscal até o limite de 40% da despesa fixada. O parágrafo 1º define que as emendas parlamentares impositivas não podem ser consideradas para onerar o limite para a abertura de créditos suplementares. O parágrafo 2º determina que o Executivo remaneje, por ato, os recursos referentes as emendas parlamentares, caso haja algum impedimento de ordem técnica ou no empenho que não tenha sido remanejado por projeto de lei, deliberado pela ALMG até 20 de novembro. Por fim, o parágrafo 3º, determina que nos remanejamentos constem a identificação da emenda e a do respectivo autor. Com informações da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.


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NEGÓCIOS gestaoenegocios@diariodocomercio.com.br

DIREITO DO CONSUMIDOR

Empresas lucram com atrasos de voos Situação tem se tornado um negócio para startups, que encontraram no problema uma oportunidade TÂNIA RÊGO/ABR

demanda que, de fato, gera indenização e, se for, entramos Chegar ao aeroporto para em contato para iniciarmos uma viagem e dar de cara com o processo de defesa. Todo um painel que anuncia o atraso esse processo é gratuito e ou cancelamento do voo. A nossa comissão só acontece experiência vivida por milha- se houver êxito na ação”, res de passageiros é sinônimo explica. A startup fica com de frustração, dor de cabeça e 25% do valor da indenização. prejuízo para quem desejava Com dois anos de operação, apenas ir e voltar de um des- a Cancelou.com já atendeu tino para o outro. Mas, nos mais 2 mil clientes e gerou últimos anos, a situação tem mais de R$ 5 milhões em se tornado, também, negócio indenização. De acordo com para startups que encontraram Lima, as ações duram cerca no problema uma oportu- de três a cinco meses até a nidade de empreender. As indenização, cujo valor médio empresas oferecem assessoria é de R$ 5 mil. jurídica gratuita aos clientes O empreendedor destaca e conduzem todo o processo que a especialização da emna Justiça para exigir indeni- presa em ações ligadas às zação aos passageiros. Se a companhias aéreas faz com ação tiver êxito, as empresas que o processo seja rápido e ganham uma porcentagem simples, sem dor de cabeça sobre o valor. para os clientes. Ele afirma Em Belo Horizonte e região que o ano de 2018 foi de muita metropolitana há diversas demanda para a startup e esempresas atuando nesse ni- pera um 2019 ainda melhor, cho de mercado. Uma das com até 50% de crescimento Grande inovação está na facilidade do processo e na ausência de risco, já que o cliente só paga se a ação for vitoriosa primeiras a surgir na cidade no faturamento em relação risco, já que o cliente só paga média de seis clientes por no valor fixo de R$ 1.000. TELEFONIA é a Cancelou.com, que foi ao ano passado. se a ação for vitoriosa. Além mês, gerando indenizações Em troca, o passageiro precriada em janeiro de 2017 e tem sede no Vila da Serra, em Êxito nas ações - A Inde- disso, Camargos ressalta a im- médias de R$ 5 mil por ação. cisa renunciar o recebimento Nova Lima, Região Metropo- nizar (www.indenizar.com) portância dessa atuação para Segundo a CEO, os casos de qualquer outro valor da litana de Belo Horizonte. A é outro exemplo de startup gerar uma ação corretiva nos de atrasos e cancelamen- companhia aérea referente empresa atende clientes que belo-horizontina que está serviços prestados pelas com- tos de voos são os que mais ao caso. A Quick Brasil, por foram lesados enquanto viaja- explorando o nicho de ações panhias aéreas. “Na medida aparecem, mas sempre há sua vez, passa a reivindicar vam por companhias aéreas, contra companhias aéreas. em que surgem empresas ações relacionadas a extravio a retratação diretamente com seja devido a cancelamentos A empresa tem dois anos como a nossa, que exigem a de bagagem e overbooking. a companhia, assumindo os de voo, atrasos em mais de de criação e já atendeu mais indenização e geram custos Para a empreendedora, o bra- riscos e os resultados. “Se o consumidor decide DA REDAÇÃO 4 horas e que não tenham de 500 clientes de diferentes que antes as companhias sileiro ainda é lento na busca não tinham, elas passam a se de seus direitos enquanto entrar com a ação da forma sido causados por questões lugares do País. De acordo movimentar para melhorar a consumidor de companhias tradicional ele pode até recemeteorológicas, extravio de com o CEO, Bruno CamarEm continuidade ao probagagem ou outras situações gos, cerca de 90% das ações prestação de serviço”, frisa. aéreas. “De um voo que atra- ber uma indenização muito jeto “4G TIM no Campo”, Já a Extraviou.com é uma sa, cerca de 20% das pessoas superior aos R$ 1.000 que que trouxeram algum tipo ajuizadas tiveram êxito, gecom objetivo de viabilizar de prejuízo ao consumidor. rando indenizações de R$ 2 das novatas no segmento. entram com uma ação. Muita oferecemos. Mas, no nosso a digitalização e oferecer De acordo com o CEO, mil a R$ 15 mil. “Recebemos A startup foi criada em Belo gente nem sabe que tem di- modelo, ele tem a vantagem Humberto Diniz de Lima, a os casos por meio do nosso Horizonte há seis meses pela reito à indenização”, afirma. de não ter que passar por todo soluções inovadoras para o processo, ir a audiências e o agronegócio brasileiro, Cancelou.com disponibiliza site e fazemos uma análise de advogada Alessandra Maakadiferentes canais para que os viabilidade. Se couber ação roun Pereira. “Eu estudava Modelo diferenciado - Com ainda receber o valor de R$ a TIM acaba de anunciar clientes façam seus relatos entramos em contato com para concurso e minha forma sede no bairro Funcionários, 1.000 em até uma semana”, parceria com a Adecoagro, e solicitem os serviços da a nossa rede de parceiros de gerar renda era com ações na região Centro-Sul da Ca- afirma o CEO, Thiago Naves. com foco na ampliação de empresa. Os consumidores jurídicos espalhados pelo contra companhias aéreas em pital, a Quick Brasil também De acordo com ele, a Quick sua participação no setor. podem entrar em contato Brasil e iniciamos o proces- casos de amigos e familiares atua oferecendo indenizações Brasil é especializada em A operadora irá levar sua pelo site, aplicativo, por te- so”, explica. Segundo ele, lesados. Até que encontrei a consumidores lesados pelas cancelamento ou atrasos de rede de quarta geração lefone (0800) e, ainda, por a Indenizar fica com uma minha sócia e decidimos abrir companhias aéreas. Mas a voos acima de 4 horas e não para o Vale do Ivinhema dois números de WhatsApp. porcentagem de 20% a 30% uma empresa para se dedicar empresa seguiu um caminho aceita outros casos, como (MS), fornecendo atendiSegundo o empreendedor, do valor da indenização. A ao assunto”, relata. A startup diferente das demais. Em extravio de bagagem. Com mento de voz, dados móbasta que o cliente faça seu porcentagem varia de acordo cobra uma taxa de 20% sobre vez de oferecer o serviço um ano e meio de operação, veis e IoT com a instalação relato, anexe alguns docu- com a complexidade do caso. o valor da indenização em de um advogado que vai a empresa já cadastrou 4 de equipamentos 4G (eNoentrar com uma ação, a em- mil pessoas, das quais 50% deB) na faixa de 700MHz mentos e aguarde a análise Para ele, a grande inovação casos de êxito. Nos últimos meses, a Ex- presa oferece ao consumidor tiveram casos convertidos nas fazendas e usinas da da equipe. do serviço está na facilidade companhia, o que permite “Nós avaliamos se é uma do processo e na ausência de traviou.com atendeu uma uma indenização imediata em indenizações. melhor penetração do sinal e maior cobertura. A instalação da rede 4G da TERCEIRO SETOR TIM possibilitará o aumento da produtividade da empresa, assim como a melhora da qualidade de vida da população da São Paulo - O Terceiro Religião (25%) e Cultura e bastante simples e intuitiva cessidade de deslocamento nível para as instituições região que também terá Setor, como é chamado o Recreação (10%). e qualquer pessoa pode do doador, ou seja, as doa- que desejam aparecer nas acesso, pela primeira vez, conjunto de instituições sem Independentemente da usar as suas funcionalida- ções podem ser realizadas listas para doações. Não há à conectividade móvel, fins lucrativos e não gover- causa ou da área de atuação, des sem dificuldades. O onde e quando o usuário nenhum custo de adesão com a automatização do namentais, tem uma impor- um problema que é comum Denário utiliza as confi- desejar. e todo o processo para o processo de apontamento tância grandiosa em vários a todas as instituições e gurações de localização de A expectativa é que, dessa cadastro também é muito (usando smartphones), e aspectos para o Brasil. Além organizações não-gover- cada smartphone para listar forma, as pessoas desenvol- simples. Basta preencher um conectando computadores de contribuir para a solu- namentais é a dificuldade aos usuários uma série de vam o hábito de apoiar as formulário disponível no site de bordo das máquinas ção de problemas sociais, na captação de recursos. ONGs e outras instituições ações das ONGs através das www denario.app através do agrícolas. ambientais, educacionais e Os incentivos do poder cadastradas que estejam doações, ainda que sejam de botão “cadastrar instituiEsta é a terceira partantos outros negligenciados público são quase nulos aceitando e precisando de pequeno valor. O Denário ção”. A equipe do Denário, ceria do projeto “4G no ou não inteiramente contem- ou insuficientes e a grande doações. A busca por uma funciona como uma plata- então, efetiva o cadastro Campo”, na cidade de plados pelo poder público, maioria das ONGs acaba instituição também pode forma de visibilidade para e orienta cada instituição Goianésia (GO) junto com o Terceiro Setor apresenta dependendo das doações ser filtrada pela área de as instituições que talvez sobre os próximos passos a Jalles Machado, agroinresultados relevantes para para manter as atividades. atuação, de acordo com a ainda não tenham tanto para já começar a receber dústria referência no setor a economia do País. A burocratização e a falta causa que o doador deseja reconhecimento do público. as doações dos usuários. sucroenergético nacional, Atualmente, mais de 2 de visibilidade de algumas incentivar. Estreitando essa relação As ONGs cadastradas localidade onde também milhões de pessoas estão dessas ONGs, entretanto, Atualmente, o Denário das ONGs com o públi- também podem organizar contamos com o backhaul empregadas pelo Terceiro acabam dificultando as atua com os seguintes seg- co, o aplicativo aumenta o campanhas através de QR da BRDigital. Em outubro Setor, de acordo com o Mapa doações e gerando sérias mentos: crianças, idosos, potencial quantitativo das Codes (códigos de barras de 2018, a operadora tamdas Organizações da Socie- dificuldades financeiras. animais, mulheres, socio- doações e diminui os gastos escaneáveis por smartphones) bém fechou contrato de dade Civil, desenvolvido “Para ajudar as ONGs esportivo, religioso, meio das instituições com outros e através das ferramentas de piloto com a SLC Agrícola pelo Instituto de Pesqui- e outras instituições que ambiente e integridade/ meios de captação, como os compartilhamento disponí- para ativação de cobertura sas Econômicas Aplicadas necessitam de doações, foi ética. Ao selecionar a área pedidos de contribuições veis no próprio aplicativo. O 4G na Fazenda Panorama, (Ipea). Essas organizações desenvolvido o aplicativo de atuação e, na sequência, por telemarketing. Denário é compatível com na cidade de Correntina, estão distribuídas em di- Denário”, diz Bruno Amiky a instituição de seu interesO Denário está dispo- os sistemas Android e iOS. na Bahia. versas áreas de atuação. De Wurker, um dos fundadores se, o usuário, então, decide acordo com um levantamen- do Denário (www.denario. qual é a quantia que ele to realizado pela Secretaria app). deseja doar e pronto. Não www.twitter.com/diario_comercio www.facebook.com/DiariodoComercio da Receita Federal as três há burocracia, nenhuma Telefone: (31) 3469-2025 maiores áreas: Defesa de Navegação - A navegação exigência sobre a frequência gestaoenegocios@diariodocomercio.com.br direitos e interesses (41%), no aplicativo do Denário é das doações e nenhuma neTHAÍNE BELISSA

TIM amplia atuação e leva IoT ao campo

Startup lança app que ajudará causas nobres


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DC RH DIVULGAÇÃO

MERCADO DE TRABALHO

Gastronomia está entre as profissões em evidência neste ano Entre as apostas, os serviços de personal chef Curitiba - A chegada de um novo ano sempre traz muitas expectativas e promessas, além de ser uma grande oportunidade de planejar e traçar novos rumos no âmbito profissional. Para aqueles que escolheram 2019 como um ano para novos ares no trabalho, o essencial é estar antenado aos movimentos e oportunidades do mercado. Pensando nisso, o CEO do Centro Europeu, primeira escola de Economia Criativa do Brasil, Ronaldo Cavalheri, preparou 10 dicas de segmentos que estarão em alta para quem pretende mudar de área ou apostar em novos negócios. Gastronomia: Exemplo de mercado que mesmo com a crise usou a criatividade para oferecer serviços diferenciados e de qualidade, o setor de gastronomia segue forte com esse movimento para 2019. Para Cavalheri, a aposta é para áreas como cervejaria artesanal, cozinha saudável e serviços de personal chef, que são cada vez mais apreciados pelo público. “Soluções em alimentos e bebidas com nicho de produtos para públicos específicos também tendem a ganhar mais espaço considerando sempre a inovação e a identificação com quem consome e a experiência no seu entorno”, acrescenta. Mídias digitais: O mundo digital trouxe novos comportamentos de mercado e as redes sociais se tornaram o grande canal de relacionamento com os clientes. Segundo Cavalheri, independente se uma empresa é pequena ou

grande ela precisa se comunicar adequadamente com seu público. “É preciso gerar engajamento, pois isto é o que impacta diretamente nos resultados de vendas. Os profissionais que trouxerem essa expertise para 2019 terão muito espaço para agregar valor nas empresas”, afirma. Mercado de experiências: A regra para 2019 é gerar experiências positivas e inesquecíveis para os seus clientes. Para o especialista, o momento é ideal para os profissionais ligados a hospitalidade, eventos e relacionamento direto com os clientes. “Os profissionais destas áreas terão um mercado inesgotável para explorar, com a missão de entregar o intangível que agrega valor em torno do produto ou serviço que é fornecido”, declara Cavalheri. Já no meio digital o profissional de Experiência do Usuário (UX) ganha destaque. “A missão de proporcionar em todos os canais de contato com o cliente uma boa navegabilidade, usabilidade, acessibilidade e funcionalidade”, garante. Cientista de dados: Não há dúvidas de que vivemos na era da informação. O volume de dados é absurdo e para que as empresas consigam definir estratégias mais assertivas é necessária uma análise adequada de toda essa informação. “Os profissionais de dados serão cada dia mais requisitados para ajudar as empresas a resolverem problemas e a entender comportamentos e tendências de mercado.

Para 2019, o foco será em indicadores, que são dados organizados”, explica o especialista. As redes sociais se tornaram o grande canal de relacionamento com os clientes

Design de soluções: A vida moderna imprime uma rotina acelerada e as empresas precisam pensar em soluções que facilitem o dia a dia dos seus clientes. “E para atender estas necessidades entra o design, em suas diferentes ramificações, com a missão de criar soluções cada vez mais funcionais, sustentáveis e com propósito”, afirma Cavalheri. O especialista ainda garante que o destaque do segmento para o próximo ano está na moda autoral que imprime personalidade e exclusividade nas suas peças. Já na linha de design de produtos e de interiores, a preocupação é em trazer soluções que proporcionem o bem-estar e a melhor produtividade das pessoas. Consultoria de imagem: “Para 2019, segue valendo o ditado de que a primeira impressão é a que fica, e para isso é importante cuidar da imagem pessoal para passar uma mensagem positiva”, assegura Cavelheri. A consultoria de imagem é uma área que ainda não é muito conhecida, mas que está ganhando seu espaço pelo valor que entrega aos seus clientes, além de ter impacto direto na autoestima das pessoas, ajudando a aflorar o que elas têm de melhor e as ajudando para uma melhor performance profissional. Digital influencer: O boca a boca ganhou maiores pro-

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do que vídeos geram mais engajamento e as empresas precisam se preocupar cada vez mais com a qualidade do material que estão entregando para os seus clientes. Gestão financeira: O grande desafio das empresas é fechar seus resultados com lucro. Segundo o especialista, o papel do gestor financeiro não perde seu espaço em 2019, e ao contrário será ainda mais demandado. O profissional com visão de otimização de custos e orientação para resultados está sendo disputado no mercado. “Grande destaque para o profissional dessa área que tem poder de engajamento da equipe e consegue criar uma cultura de negócio sustentável em toda a empresa”, comenta o especialista.

A gastronomia usou a criatividade para driblar a crise

porções através das redes sociais. São pessoas que se destacam na grande rede e formam milhares de seguidores ditando estilo de vida e sendo embaixadores de marcas e produtos. O especialista aposta no crescimento de micro influenciadores para 2019. “Muitas vezes os micro influenciadores não acumulam um número gigantesco de fãs, mas possuem um grande engajamento com um perfil de público muito específico,

o que desperta o interesse de marcas e empresas”, explica. Audiovisual: Para 2019 é esperado que mais de 80% do tráfego de dados da internet seja de vídeos. O audiovisual é uma das áreas que mais cresce no mundo abrindo um campo para profissionais atuarem em diferentes frentes, desde as grandes produções de cinema até orçamentos menores de conteúdos para redes sociais. É comprova-

Gestão de pessoas: “As empresas são feitas de pessoas e cabe ao gestor de pessoas montar um time vencedor e acompanhá-lo no dia a dia rumo as metas da empresa.” A responsabilidade e importância deste segmento fará com que o profissional da área tenha destaque em 2019. “Criar nas pessoas o sentimento de pertencimento e de orgulho em fazer parte da empresa na qual trabalha, pois esse é o diferencial para ter uma equipe engajada e com foco no cliente”, completa Cavalheri.

TENDÊNCIA

Cresce o interesse por trabalho remoto no Brasil DA REDAÇÃO

DIVULGAÇÃO

Trabalhar fora do escritório, seja em tempo parcial ou integral, tem se tornado uma tendência cada vez mais forte no mercado profissional. Segundo um levantamento da Gallup, empresa com foco em pesquisa de opinião, o número de funcionários que trabalham algum período de tempo fora do escritório cresceu de 39% (2012) para 43% (2016). “É uma tendência bastante considerável e que merece muita atenção de empregadores e colaboradores. Temos grande parte da equipe hoje remotamente e isso foi diferencial para uma das colaboradoras, que queria trabalhar de qualquer lugar do mundo. Não é apenas um detalhe, é uma premissa da sua carreira. É uma demanda que tem crescido por parte dos funcionários e é fundamental que os gestores e líderes É uma tendência bastante considerável, afirma Pacheco estejam preparados para liderar equipes que trabalham damente à modelagem remota. disso, é importante pensar em à distância”, explica Fernando “Não adianta replicar os mé- mecanismos que continuem Pacheco, diretor-executivo da todos do modelo de trabalho validando o vínculo emocional consultoria Penser e autor do tradicional. É preciso dar uma entre as pessoas”, analisa. Outra dica, segundo ele, é livro O caminho dos líderes. atenção especial e pensar sobre defi nir com clareza as metas as especifi cidades do trabalho A liderança remota não apenas faz parte da rotina de remoto. Por exemplo: é preciso e prazos que o time de funciotrabalho de Pacheco, como ter cuidado para não segregar nários deve cumprir. “Assim, também se tornou tema da os colaboradores remotos dos o foco estará na entrega das sua dissertação de mestrado. presenciais. Uma boa iniciativa metas dentro do prazo comSegundo ele, um dos maiores é adaptar as reuniões para que binado e não no número de desafios é se adaptar adequa- todos possam participar. Além horas trabalhadas por dia.

Essa estratégia ajuda a avaliar objetivamente os colaboradores com base nos resultados alcançados”, diz. Outro desafio é evitar a microgestão (obsessão em controlar todas as atividades realizadas por seus colaboradores). “Muitos gestores estão acostumados a vigiar os hábitos de seus funcionários e, quando têm de lidar com trabalhadores remotos, criam outras formas de exercer este controle - o que pode comprometer a produtividade da empresa. Para ter um time remoto é preciso criar uma relação de confiança e ter empatia com os subordinados”, declara. Por fim, Pacheco também orienta a utilização de algumas ferramentas tecnológicas para tornar a rotina de trabalho mais prática e produtiva. “Existem diversas ferramentas para auxiliar na gestão de projetos, organização, compartilhamento de arquivos e comunicação interna. O Slack, por exemplo, é uma plataforma de on-line workspace, comunicação e centralização de informação, podendo ajudar bastante”, aconselha. “Ganho de tempo e aumento de foco” - Para Guilherme Valgas, que há 8 meses atua como executivo da EmCasa, a experiência de trabalho remoto trouxe ganho de tempo, au-

mento de foco e simplicidade na tomada de decisões. “Esse modelo traz mais autonomia, gestão das próprias atividades e redução do stress - já que não existem deslocamentos diários. Além disso, a restrição geográfica nos possibilita buscar os melhores profissionais em qualquer lugar do mundo”, resume Valgas. Valgas explica que a equipe é híbrida, com duas bases físicas (Rio de Janeiro e São Paulo) e colaboradores remotos espalhados por todo o Brasil. “Buscamos fazer alinhamentos de uma a duas vezes por semana, para definir tarefas e os principais objetivos da semana”, diz. Mesmo com o bom funcionamento a distância, Valgas não dispensa o contato físico com o negócio. Ele conta que viaja pelo menos uma vez por mês para um dos escritórios para validar e executar algumas ações de marketing. “O contato presencial é uma forma de colher feedbacks mais detalhados e realimentar a estratégia de marketing para as próximas semanas. É importante viver o dia a dia, os desafios dos times de vendas e operações, com os quais possuo grande integração”, acredita. Além disso, toda a empresa se reúne a cada seis meses, em média, durante três dias para realizar atividades

de integração e discutir os próximos passos do negócio. Para ele, o principal desafio de liderar um time remoto é o acompanhamento de tarefas e dificuldades que a equipe vive no dia a dia. “Outro desafio é conseguir integrar um time em crescimento acelerado. Porém, como a EmCasa já nasceu remota, já temos a cultura de encontrar soluções e criar estratégias para que a distância não atrapalhe a performance do time. A ideia é aproveitar todos os benefícios do trabalho remoto, para que as pessoas tenham mais qualidade de vida e resultados superiores”, define. Por fim, quando falamos em trabalho remoto, uma das maiores dúvidas entre os gestores é como motivar e valorizar uma equipe que trabalha à distância. Para Valgas a resposta é transparência e alinhamento de expectativas e objetivos. “Não vejo muita diferença nos dois modelos (remoto e presencial). Mesmo em um ambiente presencial, nem sempre o líder consegue trabalhar esses pontos. Geralmente, procuramos profissionais que já valorizam o trabalho remoto e, a partir daí, definimos os canais de comunicação para cada momento. Assim, conseguimos uma relação mais transparente entre líderes e liderados”, arremata.


BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2019

13

NEGÓCIOS FRANQUIA

Patroni prevê abrir 12 unidades no Estado Primeira será inaugurada ainda em janeiro, em Juiz de Fora, que já possui uma loja em operação DANIELA MACIEL

Ultrapassar a barreira das 200 unidades foi o principal feito da rede de pizzarias Patroni. Das 203 unidades espalhadas por praticamente todos os estados brasileiros, sete são em Minas Gerais. A perspectiva é de que, até o fim de 2019, sejam 12 em operação. A primeira será inaugurada ainda em janeiro, em Juiz de Fora, na Zona da Mata, que já possui uma loja em operação. Outras duas estão na reta final de negociação em shopping centers de Belo Horizonte. De acordo com o diretor da rede Patroni, Luiz Cury, Norte de Minas e Triângulo também estão na mira da franqueadora, que já está presente em Sete Lagoas, na região Central; Governador Valadares, no Vale do Rio Doce; Ipatinga, no Vale do Aço; Pouso Alegre e Varginha, no Sul de Minas e Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), além da Capital. “Ultrapassar as 200 unidades é uma marca muito importante, principalmente levando-se em conta as características e dificuldades específicas do Brasil, como as dimensões do País e os entraves logísticos que enfrentamos. 2018 foi um ano de muita expectativa, muitas consultas e poucos negócios fechados. Muitos shoppings previstos não foram inaugurados, alguns ficaram para 2020. Passada a eleição, independentemente do resultado, a tendência é de que as coisas se acalmem. 2019 tem tudo pra ser um ano melhor”, explica Cury. São três formatos de negócios: o Classic, com lojas destinadas às classes B, C e D e Premium, para classes A e B+, com investimento médio de R$ 465 mil; Expresso, com lojas compactas e investimento de R$ 145 mil a R$ 295 mil e Don Patroni, restaurante com salão e delivery, com investimento de R$ 625 mil a R$ 775 mil. Mais um modelo entra em operação este ano: o drive thru com delivery. O modelo, bem mais enxuto, tem o investimento médio previsto de

R$ 120 mil. Também este ano está prevista a abertura da primeira unidade fora do Brasil, na Flórida, Estados Unidos. Um investidor brasileiro vai ser o responsável pela unidade. “Com o delivery voltamos à nossa origem. Começamos na época em que a entrega se chamava ‘pizza para viagem’, mas logo migramos nosso modelo para o shopping e o delivery foi abandonado. Agora esse modelo, que começa por São Paulo, vem para atender o nosso cliente em um outro momento de consumo. Já o plano de internacionalização ficou em stand by em 2018 por causa da crise econômica brasileira. Agora vamos em frente. O parceiro está ansioso para colocar a unidade em operação e a expectativa é de que isso aconteça também no início do segundo semestre”, pontua o diretor da rede.

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Ultrapassar as 200 unidades foi uma marca muito importante para a rede de pizzarias Patroni, afirma Luiz Cury

BEBIDAS

Zé Delivery estima movimentar R$ 6 milhões DANIELA MACIEL

Nada mais chato que fila de caixa em supermercado, ainda mais nos dias escaldantes do verão mineiro. Diante do quadro que faz com que até 45% das pessoas no Brasil desistam de frequentar estabelecimentos físicos e busquem outras alternativas, segundo pesquisa do Tiendeo, crescem os aplicativos de entrega em domicílio. A maior crítica a esse tipo de serviço é o preço, considerado caro, principalmente para bairros distantes da região central, isso quando eles, simplesmente, não são atendidos. A promessa do Zé Delivery, aplicativo de entrega de bebidas, é ir contra essa máxima. Em operação desde o início do ano passado, o app já conta com 37 pequenos e médios varejistas parceiros que fazem as entregas dos pedidos. A estimativa é de que esse serviço atinja um movimento de R$ 6 milhões na economia da região, além

de gerar 150 empregos diretos nos próximos meses. De acordo com o Head de Marketing & Growth do Zé Delivery, Cláudio Azevedo, o aplicativo possibilita ao usuário selecionar a melhor opção de bebida (alcoólica ou não), além de itens como gelo, carvão e petiscos. “Belo Horizonte é um grande desafio. Estamos aprendendo sobre os gostos do mineiro, sempre muito aberto às confraternizações e à convivência com amigos e família, envolvendo comida e bebida. O comportamento da população das regiões metropolitanas tem muitas similaridades por questões como falta de tempo e trânsito ruim, mas cada cidade tem suas peculiaridades. Em BH, por exemplo, incluímos a cerveja Walls, que não estava presente no portfólio de Rio e São Paulo”, explica Azevedo. O app está disponível gratuitamente para os sistemas IOS e Android. As próximas praças a serem atendidas em Minas Gerais devem ser: Betim

e Confins, ambas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), onde os testes já começaram. O aplicativo funciona como market place, conectando os consumidores a pequenos estabelecimentos próximos. “Trabalhamos com conceito de democratização do serviço. Nosso diferencial é atender regiões que nem sempre contam com serviços de delivery, mas isso só faz sentido se chegarmos com um preço justo. Por isso nossos parceiros são pequenos estabelecimentos locais, que além de próximos entendem o perfil de consumo da população”, pontua o diretor da Zé Delivery. Para bares, lojas de conveniência e outros estabelecimentos que não tinham capacidade de investimento em um aplicativo próprio ou perfil para participar de gigantes do setor de alimentação, o serviço de entrega pode ser uma boa oportunidade não só para aumentar a receita como para ter a marca divulgada em toda a cidade.

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App está disponível para Android e IOS, reforça Azevedo

“Temos casos de bares que chegaram a dobrar a receita com o Zé. Essa é uma ferramenta importante porque permite um aumento da receita sem que os custos cresçam na mesma proporção, já que a entrega é feita, na grande maioria dos casos, em endereços muito próximos. No fim

do ano tivemos um incremento de 45% no volume de vendas e também no tíquete médio. Costumamos ser lembrados em momentos de emergência, mas percebemos que os consumidores já estão programando suas compras conosco pela comodidade e pelos preços”, pontua o empresário.

PORTABILIDADE NUMÉRICA DIVULGAÇÃO

Minas Gerais bate recorde com mais de 695 mil de trocas de operadoras Brasília - Usuários de telefones fixos e móveis no Brasil realizaram 47,51 milhões de trocas de operadoras entre setembro de 2008, quando a portabilidade numérica passou a existir, e 31 de dezembro de 2018. A informação, divulgada esta semana, consta do balanço anual da ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações), entidade administradora da portabilidade numérica. No balanço integral desses 10 anos de existência do serviço, foram registradas 15,56 milhões (33%) de transferências entre operadoras de telefonia fixa, com a manutenção do número do telefone por seus usuários. Os portadores de telefones móveis, no entanto, fizeram 31,95 milhões (67%) de migrações no mesmo período. Um recorte entre os meses

de janeiro e dezembro do ano de 2018, mostra que foram efetivadas 6,68 milhões de trocas considerando operadoras fixas e móveis, de acordo com a Entidade Administradora da Portabilidade Numérica. A ABR Telecom registra que daquelas, 1,41 milhão (21%) de transferências foram solicitadas por usuários de telefones fixos e 5,27 milhões (79%) de telefones móveis. Durante o quarto trimestre de 2018 - de outubro a dezembro -, em todo o território nacional, 1,85 milhão de portabilidades numéricas foram concluídas. As solicitações para transferências de operadoras de telefones fixos respondem por 356 mil (19%) e as trocas no serviço móvel por 1,50 milhão (81%).

implementada, a partir de setembro de 2008, até o dia 31 de dezembro de 2018, foram realizadas 5,01 milhões de transferências entre operadoras. Dessas, 1,38 milhão (28%) para usuários de telefones fixos e 3,63 milhões (72%) de telefones móveis. No período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2018, foram registradas 695,36 mil migrações em Minas Gerais, sendo 139,02 mil (20%) na telefonia fixa e 556,33 mil (80%) na móvel. No trimestre, entre outubro e dezembro de 2018, foram realizadas 175,69 mil migrações entre operadoras de serviços telefônicos em Minas. As solicitações de usuários de telefones fixos, nessas transferências, respondem por 30,37mil (17%) migrações e as demandas Minas - No Estado, desde que realizadas no serviço móvel a portabilidade numérica foi por 145,32 mil (83%). Usuários de telefones fixos e móveis no Brasil realizaram 47,51 milhões de trocas de operadoras


Indicadores Econômicos Inflação

Dólar 



COMERCIAL

PTAX (BC)

TURISMO

PARALELO

TR/Poupança )HY

0DUoR

$EULO

0DLR

-XQKR

-XOKR $JRVWR

0,76%

0,07%

0,64%

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0,46%

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R$ 3,7208

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0,23%

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0,30%

R$ 3,6870

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0,29%

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R$ 3,8270

R$ 3,8600

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0,95%

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R$ 3,7900

R$ 3,7600

R$ 3,7900

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1,70%

-0,44%

-0,27%

0,19%

0,22%

1,71%

0,67%

0,03%

R$ 3,8900

R$ 3,8600

R$ 3,8900





COMPRA

R$ 3,7071

R$ 3,6828

R$ 3,7169

,*30 )*9

VENDA

R$ 3,7076

R$ 3,6833

R$ 3,7174

COMPRA

R$ 3,6863

R$ 3,6925

R$ 3,7202

VENDA

R$ 3,6869

R$ 3,6931

COMPRA

R$ 3,6800

R$ 3,6700

VENDA

R$ 3,8570

COMPRA VENDA

)RQWHAE

0,70%

6HW

2XW

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1,52%

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7,58%

8,38%

0,40%

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3,29%

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3,59%

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3,89%

3,89%

0,37%

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'H] 954,00 2,05 23,54 3,2514 6,98

-DQ 998,00 3,5932 7,03

7,54%

7,54%

Salário/CUB/UPC/Ufemg/TJLP

Custo do dinheiro  CDB Pré 30 dias

6,41% - a.a.

Capital de Giro

9,18% - a.a.

Hot Money

0,82% - a.m.

CDI

6,40% - a.a.

2YHU

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)RQWH: AE

Ouro 





1RYD,RUTXH RQoDWUR\ 868686 BM&F-SP (g)

R$ 152,00

R$ 151,50

R$ 152,25

)RQWHAE

Taxas Selic Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro 1RYHPEUR Dezembro

ËQGLFHV-DQ 



7ULEXWRV)HGHUDLV   0,53 0,52 0,52 0,52 0,54 0,57 0,47 0,54  0,49

0HWDGD7D[DDD 

6,50 6,50 6,50 6,50 6,50 6,50 6,50 6,50  6,50

Reservas Internacionais 09/01 .......................................................................... US$ 375.029 milhões )RQWH: BC

Imposto de Renda %DVHGH&iOFXOR 5





Até 1.903,98

$OtTXRWD

3DUFHODD

 

GHGX]LU 5

Isento

Isento

De 1.903,99 até 2.826,65

7,5

142,80

De 2.826,66 até 3.751,05

15

354,80

De 3.751,06 até 4.664,68

22,5

636,13

Acima de 4.664,68

27,5

869,36

'HGXo}HV a) R$ 189,59 por dependente (sem limite). b) Faixa adicional de R$ 1.903,98 para aposentados, pensionistas e WUDQVIHULGRVSDUDDUHVHUYDUHPXQHUDGDFRPPDLVGHDQRV F &RQWULEXLomRSUHYLGHQFLiULD d) Pensão alimentícia. 2EV3DUDFDOFXODURYDORUDSDJDUDSOLTXHDDOtTXRWDHHPVHJXLGDD parcela a deduzir. )RQWH: Secretaria da Receita Federal - A partir de Abril do ano calendário 2015

 )HY 6DOiULR 954,00 &8%0*  ) 0,14 83& 5

23,54 8)(0* 5

3,2514 7-/3 DD

6,75 )RQWH6LQGXVFRQ0*

0DUoR 954,00 0,25 23,54 3,2514 6,75

$EULO 954,00 1,45 23,54 3,2514 6,60

0DLR 954,00 0,17 23,54 3,2514 6,60

-XQKR 954,00 0,49 23,54 3,2514 6,60

-XOKR 954,00 0,30 23,54 3,2514 6,56

$JRVWR 954,00 0,31 23,54 3,2514 6,56

6HW 954,00 0,13 23,54 3,2514 6,56

2XW 954,00 0,11 23,54 3,2514 6,98

1RY 954,00 0,18 23,54 3,2514 6,98

05/12 a 05/01 06/12 a 06/01 07/12 a 07/01 08/12 a 08/01 09/12 a 09/01 10/12 a 10/01 11/12 a 11/01 12/12 a 12/01 13/12 a 13/01 14/12 a 14/01 15/12 a 15/01 16/12 a 16/01 17/12 a 17/01 18/12 a 18/01 19/12 a 19/01 20/12 a 20/01 21/12 a 21/01 22/12 a 22/01

0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000

0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715

02('$3$Ë6 BOLIVIANO/BOLIVIA COLON/COSTA RICA COLON/EL SALVADOR &252$',1$0$548(6$ COROA ISLND/ISLAN COROA NORUEGUESA COROA SUECA COROA TCHECA DINAR ARGELINO DINAR/KWAIT DINAR/BAHREIN ',1$5,5$48( DINAR/JORDANIA DINAR SERVIO DIRHAM/EMIR.ARABE DOLAR AUSTRALIANO DOLAR/BAHAMAS DOLAR/BERMUDAS DOLAR CANADENSE DOLAR DA GUIANA DOLAR CAYMAN DOLAR CINGAPURA DOLAR HONG KONG DOLAR CARIBE ORIENTAL DOLAR DOS EUA FORINT/HUNGRIA FRANCO SUICO GUARANI/PARAGUAI IENE LIBRA/EGITO LIBRA ESTERLINA LIBRA/LIBANO LIBRA/SIRIA, REP NOVO DOLAR/TAIWAN LIRA TURCA NOVO SOL/PERU PESO ARGENTINO PESO CHILE PESO/COLOMBIA PESO/CUBA PESO/REP. DOMINIC PESO/FILIPINAS PESO/MEXICO PESO/URUGUAIO 48(7=(/*8$7(0$/$ RANDE/AFRICA SUL RENMIMBI IUAN RENMINBI HONG KONG RIAL/CATAR RIAL/OMA RIAL/IEMEN RIAL/IRAN, REP RIAL/ARAB SAUDITA RINGGIT/MALASIA RUBLO/RUSSIA RUPIA/INDIA RUPIA/INDONESIA 583,$3$48,67$2 SHEKEL/ISRAEL WON COREIA SUL =/27<32/21,$ EURO )RQWH%DQFR&HQWUDO

&Ï',*2 30 35 40  55 65 70 75 90 95 100  125 133 145 150 155 160 165 170 190 195 205 210 220 345 425 450 470 535 540 560 570 640 642 660 665 715 720 725 730 735 741 745  775 795 796 800 805 810 815 820 825 828 830 865  880 930  978

Contribuição ao INSS &2035$ 0,5266 0,7477 0,006073  0,5691 0,4351 0,415 0,1658 0,07235 0,0312 12,166  5,1905 0,03582 1,0035 2,6482 3,6863 3,6863 2,7836 0,01747 4,3963 2,727 0,4703 0,5397 3,6863 0,01321 3,7619 0,0006108 0,03412 0,2053 4,7026 0,002427 4,6978 0,1196 0,6768 1,1025 0,05235 0,005428 0,001172 3,6863 0,07307 0,07055 0,1919 0,1129  0,002403 0,543 0,5429 1,0121 9,5748 0,01469 0,0000878 0,9825 0,0009124 0,8991 0,05475 0,0002622  1,0061 0,003293  4,2477

9(1'$ 0,5382 0,7611 0,006094  0,5693 0,4354 0,4153 0,1659 0,07359 0,0313 12,1921  5,1987 0,03596 1,0038 2,649 3,6869 3,6869 2,7847 0,01795 4,469 2,7276 0,4703 0,5492 3,6869 0,01322 3,7629 0,0006132 0,03414 0,2054 4,7041 0,002451 4,7067 0,1198 0,6776 1,1043 0,05237 0,005431 0,001173 3,6869 0,07343 0,07059 0,192 0,1131  0,002416 0,5433 0,5431 1,0127 9,5789 0,01477 0,0000878 0,9829 0,0009247 0,9003 0,05479 0,0002624  1,0068 0,003299  4,2499

7$%(/$'(&2175,%8,d®(6'(-$1(,52'( 7DEHODGHFRQWULEXLomRGRVVHJXUDGRVHPSUHJDGRVLQFOXVLYHRGRPpVWLFRH WUDEDOKDGRUDYXOVR 6DOiULRGHFRQWULEXLomR   $OtTXRWD 5       Até 1.693,72 8,00 De 1.693,73 a 2.822,90 9,00 De 2.822,91 até 5.645,80 11,00 &2175,%8,d­2'266(*85$'26$87Ð12026(035(6È5,2 ()$&8/7$7,92 6DOiULREDVH 5  $OtTXRWD &RQWULEXLomR 5

$Wp YDORU0tQLPR      De 954,00 até 5.645,80 20 190,80 até 1.129,16 &27$6'(6$/È5,2)$0Ë/,$  5HPXQHUDomR Até R$ 877,67 Acima de R$ 877,68 a R$ 1.319,18

9DORUXQLWiULRGDTXRWD R$ 45,00 R$ 31,71

)RQWH0LQLVWpULRGR7UDEDOKRHGD3UHYLGrQFLD6RFLDO9LJrQFLD-DQHLUR

FGTS ËQGLFHVGHUHQGLPHQWR &RPSHWrQFLD Outubro/2018 1RYHPEUR

&UpGLWR Dezembro/2018 -DQHLUR

Seguros

TBF

24/12

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26/12 a 26/01 27/12 a 27/01 28/12 a 28/01 29/12 a 29/01 30/12 a 30/01 31/12 a 31/01 01/01 a 01/02 02/01 a 02/02 03/01 a 03/02 04/01 a 04/02 05/01 a 05/02 06/01 a 06/02 07/01 a 07/02 08/01 a 08/02 09/01 a 09/02 )RQWH$(

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11/01 0,01311781 2,92791132 )RQWH)HQDVHJ

 0,2466 

  0,4867 

0,5065 0,4841 0,4585 0,4585 0,4815 0,5045 0,5021 0,5250 0,5054 0,4804 0,4817 0,5047 0,5277 0,5278 0,5280

Aluguéis )DWRUGHFRUUHomRDQXDO UHVLGHQFLDOHFRPHUFLDO ,3&$ ,%*(

1RYHPEUR ,*3', )*9

1RYHPEUR ,*30 )*9

Dezembro

  1,0754

0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000

0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715 0,3715

Agenda Federal Dia 15

Taxas de câmbio

23/12 a 23/01 24/12 a 24/01 25/12 a 25/01 26/12 a 26/01 27/12 a 27/01 28/12 a 28/01 29/12 a 29/01 30/12 a 30/01 31/12 a 31/01 01/01 a 01/02 02/01 a 02/02 03/01 a 03/02 04/01 a 04/02 05/01 a 05/02 06/01 a 06/02 07/01 a 07/02 08/01 a 08/02 09/01 a 09/02

IRRF - Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 1º a 10.01.2019, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra “b”, da Lei nº 11.196/2005): a) juros sobre capital próprio e aplicao}HV¿QDQFHLUDVLQFOXVLYHRVDWULEXídos a residentes ou domiciliados no exterior, e títulos de capitalização; E SUrPLRVLQFOXVLYHRVGLVWULEXtGRV VRE D IRUPD GH EHQV H VHUYLoRV obtidos em concursos e sorteios de qualquer espécie e lucros decorrentes desses prêmios; e c) multa ou TXDOTXHU YDQWDJHP SRU UHVFLVmR GH FRQWUDWRV'DUI&RPXP YLDV

IOF - Pagamento do IOF apurado no 1º decêndio de janeiro/2019: Operações de crédito - Pessoa Jurídica Cód. Darf 1150. Operações de crédito - Pessoa Física - Cód. Darf 7893. Operações de câmbio - Entrada de moeda - Cód. Darf 4290. Operações de câmbio - Saída de moeda - Cód. Darf 5220. Títulos ou Valores Mobiliários - Cód. Darf 6854. Factoring Cód. Darf 6895. Seguros - Cód. Darf  2XUR DWLYR ¿QDQFHLUR  &yG 'DUI'DUI&RPXP YLDV

Cide - Pagamento da Contribuição GH ,QWHUYHQomR QR 'RPtQLR (FRQ{mico cujos fatos geradores ocorreram no mês de dezembro/2018 (art. 2º, § 5º, da Lei nº 10.168/2000; art. 6º da Lei nº 10.336/2001): Incidente sobre as importâncias pagas, creditadas, entregues, empregadas ou remetidas a residentes ou domiciliados no exterior, a título de royalties RX UHPXQHUDomR SUHYLVWRV QRV UHVSHFWLYRV FRQWUDWRV UHODWLYRV D IRUnecimento de tecnologia, prestação GH VHUYLoRV GH DVVLVWrQFLD WpFQLFD cessão e licença de uso de marcas e cessão e licença de exploração de patentes - Cód. Darf 8741. Incidente na comercialização de petróleo e VHXV GHULYDGRV JiV QDWXUDO H VHXV GHULYDGRV H iOFRRO HWtOLFR FRPEXVWtYHO &LGH&RPEXVWtYHLV &yG'DUI 'DUI&RPXP YLDV

&R¿QV3,63DVHS  5HWHQomR QD )RQWH±$XWRSHoDV Recolhimento GD&R¿QVHGR3,63DVHSUHWLGRVQD fonte sobre remunerações pagas por pessoas jurídicas referentes à aquisição de autopeças (art. 3º, § 5º, GD /HL Qž  FRP D QRYD redação dada pelo art. 42 da Lei nº 11.196/2005), no período de 16 D'DUI&RPXP YLDV

()'5HLQI  Entrega da Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais

()'5HLQI  UHODWLYD DR PrV GH dezembro/2018, pelas entidades compreendidas no 1º Grupo, com faturamento em 2016 acima de R$  ,QVWUXomR1RUPDWLYD RFB nº 1.701/2017, art. 2º, § 1º inciso I, e art. 3º, ambos com a redação GDGDSHOD,QVWUXomR1RUPDWLYD5)% nº 1.767/2017). Internet 'HFODUDomRGH'pELWRVH&UpGLWRV 7ULEXWiULRV )HGHUDLV 3UHYLGHQFLiULRV H GH 2XWUDV (QWLGDGHV H )XQGRV '&7):HE   Entrega da Declaração de Débitos e Créditos 7ULEXWiULRV)HGHUDLV3UHYLGHQFLiULRV e de Outras Entidades e Fundos '&7):HE  UHODWLYD DR PrV GH dezembro/2018, pelas entidades compreendidas no 1º Grupo, com faturamento em 2016 acima de R$  ,QVWUXomR1RUPDWLYD RFB nº 1.787/2018, art. 13, com a redação dada pela Instrução NormaWLYD 5)% Qž   4XDQGR R prazo recair em dia não útil, a entrega da DCTFWeb será antecipada para o dia útil imediatamente anterior. DCTFWeb (internet) ()'±&RQWULEXLo}HV(QWUHJDGD EFD - &RQWULEXLo}HV UHODWLYDV DRV fatos geradores ocorridos no mês GH QRYHPEUR ,QVWUXomR 1RUPDWLYD 5)% Qž  DUW ž  Internet 3UHYLGrQFLD6RFLDO ,166  ContriEXLQWHLQGLYLGXDOIDFXOWDWLYRHVHJXrado especial optante pelo recolhiPHQWR FRPR FRQWULEXLQWH LQGLYLGXDO - Recolhimento das contribuições SUHYLGHQFLiULDV UHODWLYDV j FRPSHWrQFLDGH]HPEURGHYLGDVSHORV FRQWULEXLQWHV LQGLYLGXDLV SHOR IDFXOWDWLYRHSHORVHJXUDGRHVSHFLDOTXH tenha optado pelo recolhimento na FRQGLomR GH FRQWULEXLQWH LQGLYLGXDO 1mR KDYHQGR H[SHGLHQWH EDQFiULR permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posteULRU*36 YLDV

3UHYLGrQFLD 6RFLDO ,166   ConWULEXLQWH LQGLYLGXDO H IDFXOWDWLYR  Opção pelo recolhimento trimestral - Recolhimento das contribuições SUHYLGHQFLiULDV UHODWLYDV jV FRPSHWrQFLDV RXWXEUR HRX QRYHPEUR H ou dezembro (4º trimestre/2018), GHYLGDVSHORVVHJXUDGRVFRQWULEXLQWHV LQGLYLGXDLV H IDFXOWDWLYRV TXH tenham optado pelo recolhimento trimestral e cujos salários-de-conWULEXLomR VHMDP LJXDLV DR YDORU GH XP VDOiULRPtQLPR 1mR KDYHQGR expediente bancário, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior. GPS YLDV


BELO HORIZONTE, SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2019

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DC MAIS dcmais@diariodocomercio.com.br

Assinatura de concertos

VIVER EM VOZ ALTA

Termina no próximo dia 26 o prazo de compra de assinaturas da Temporada 2019 da Filarmônica de Minas Gerais. São cinco as séries disponíveis para venda antecipada: Allegro, Vivace, Presto, Veloce e Fora de Série, que ocorrem às quintas, sextas e sábados. Com o mote “ocupe seu lugar na música”, a Filarmônica busca mostrar a diversidade da programação e os valores das assinaturas que permitem, além da participação na variada agenda de fruição, uma extensa aprendizagem artística. Em 2019, o público que optar pela assinatura de 24 concertos e tiver direito à meia-entrada pagará R$ 20,79 por apresentação, ou R$ 499 no total.

Coral Lírico Prestes a completar 40 anos, o Coral Lírico de Minas Gerais ganha de presente o status de patrimônio histórico e cultural do Estado. É o que determina a Lei 23.246, de 2019, sancionada pelo governador Romeu Zema Neto e publicada no Diário Oficial do Estado na edição do último sábado (dia 5). A nova lei altera a Lei 20.628, de 2013, que declara patrimônio histórico e cultural do Estado a Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais, estendendo a declaração ao Coral Lírico de Minas Gerais, ambos corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura.

Folia de Reis A Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio de Diamantina vai realizar no próximo domingo, a partir de 9 horas, no Centro Cultural David Ribeiro (Mercado Velho), o 1º Encontro de Folias de Reis e Pastorinhas de Diamantina. O apresentador do evento será o poeta Gonzaga Medeiros, acompanhado do violeiro Wilson Dias. Na oportunidade, o prefeito Juscelino Brasiliano Roque entregará violas, sanfonas e acordeons aos grupos identificados com ausência de instrumentos musicais ou precariedade dos mesmos, dentro do Projeto Viva Santos Reis – Cortejos de Fé.

Uma vocação natural

REUTERS/SERGIO MORAES

ROGÉRIO FARIA TAVARES*

A par das últimas tendências, estudioso do comportamento do seu consumidor, Flávio Sérgio construiu cenários e definiu objetivos, levantou estratégias e táticas. Animado pela perspectiva de ampliação das margens, alargou o horário de funcionamento e investiu em infraestrutura, dotando sua sede de modernos equipamentos, mobiliário de design arrojado e estacionamento espaçoso, com manobristas a postos. As benfeitorias incluíram, ainda, o refinamento do cardápio do bar e do restaurante, com a contratação de renomado chef de cozinha. Não contente, o empreendedor melhorou as condições de acesso ao ponto de venda, sinalizando as imediações, e custeou eficiente campanha publicitária, veiculando anúncios nas redes sociais. Atento à qualidade do seu corpo funcional, contratou serviços de coaching, atualização e treinamento, professores de inglês e espanhol. Agregando novos profissionais à equipe, visou contemplar as necessidades de um público mais diversificado. Os experientes continuavam a ser os mais procurados, mas havia lugar também para os novatos, que atraíram os clientes abertos a novidades. Sintonizado com as práticas mais bem-sucedidas em seu campo de atuação, viajou para a Europa e os Estados Unidos, em intensa atividade de benchmarking. Voltou com a cabeça fervilhando, entusiasmado e disposto a incorporar ao seu negócio as idéias que considerou mais criativas. O mercado não tardou a responder, positivamente. O aumento da procura refletiu-se com rapidez nos resultados, o que deu a Flávio Sérgio a certeza de que havia caminhado na direção correta.

Alguns dos funcionários recentemente admitidos se sobressaíram pela energia empregada, conquistando fregueses fiéis, que dobraram, e, em alguns casos, triplicaram, a freqüência à casa. Ainda que o atendimento tradicional continuasse o carro-chefe, as inovações não decepcionaram, adicionando segmentos importantes à sua clientela. Luminoso insight veio quando Flávio Sérgio imaginou a rede de franquias espalhadas por todo o território nacional. Empenhado em desenhar o novo modelo do business, montou um time de alto nível, a que atribuiu a função de redigir o manual técnico a ser seguido por todas as unidades da companhia. O texto explicitou missão, visão e valores, além de cada um dos serviços a serem prestados pelos parceiros, detalhando o seu modo

de execução e o perfil dos colaboradores a serem recrutados. Seu sonho para o futuro era montar uma espécie de universidade corporativa, capaz de adestrar turmas repletas de alunos nos métodos por ele desenvolvidos. Um dos professores mais prestigiados dessa escola seria, com certeza, o velho Vando Sávio, desde sempre no ramo. Uma vocação natural, era expert em todas as modalidades de suplício oferecidas pela empresa. Talentoso no uso de velas, algemas, correntes e chicotes, preferia, no entanto, produzir com o vigor das próprias mãos, duras e pesadas, a dor contratada por seus numerosos clientes. Um verdadeiro clássico. * Jornalista. Da Academia Mineira de Letras

Uso de ergonomia

Qualificação profissional

O Centro de Inovação Sesi em ergonomia realizará no próximo dia 22, de 9 às 12 horas, o Workshop de Inovação e Ergonomia 4.0. Voltado para empresários, gestores e técnicos de recursos humanos (RH) e SST, o evento vai abordar sobre como a ergonomia e inovação podem contribuir para a competitividade. Na programação, palestra sobre a Indústria 4.0 e cases de sucesso das empresas MRS Logística, Gerdau e Anglo. Os participantes terão a oportunidade de visitar o laboratório de Ergonomia do Sesi e conhecer de perto as tecnologias utilizadas na indústria. Mais informações pelo telefone (31) 3489-2060. O endereço é avenida José Cândido da Silveira, 2.000, Horto.

Adquirir conhecimentos é essencial para garantir destaque no mercado de trabalho. O cenário atual cada vez mais aumenta o nível de competição entre profissionais de todos os setores. Por isso, investir em formações é um diferencial e uma estratégia para se adaptar. Em fevereiro, o Instituto de Educação Tecnológica (Ietec) oferecerá cursos ágeis presenciais e online em diversas áreas do conhecimento, como administração de contratos (dias 25 e 26), gerenciamento da logística (dia 11 a 14), liderança e gestão de pessoas (início no dia 21), entre outras opções. Para se inscrever ou obter mais informações acesse www.ietec.com.br ou ligue no (31) 3116-1000.

CULTURA DIVULGAÇÃO

de terça a sexta-feira, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h Quanto: entrada gratuita Onde: Casa Fiat de Cultura (Praça da Liberdade, 10, Funcionários) Música

Artes plásticas Gravuras - O universo onírico e indelével das imagens e das formas ganha movimento, visibilidade e identificações na exposição “O estado da arte no ofício: gravura em metal no ateliê da UFMG”. O recorte traz a concepção de “escola gráfica” e apresenta cerca de 50 obras de dez gravadores que passaram pelo ateliê. Quando: até 28 de fevereiro (de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 14h) Quanto: entrada franca Onde: cAsA - Obras Sobre

Papel (avenida Brasil 75, Santa Efigênia) Instalação - O artista visual mineiro Ildeu Lazarinni apresenta a exposição “Ellora”, uma instalação de 50 kg e 8 metros de comprimento feita com poliuretano, tinta acrílica e alfinetes. Como na biologia, os 39 “núcleos flutuantes” que integram a instalação ganharam forma nas mãos do artista de maneira espontânea, reunindo-se harmonicamente em diferentes tons de verde, azul, roxo, rosa e lilás. Quando: até 27 de janeiro,

Concerto - Elisa Freixo (órgão) e convidados fazem concerto no órgão da Matriz de Santo Antônio em Tiradentes. Exemplar do século XVIII, o órgão da Matriz foi encomendado em 1785 ao organeiro português Simão Fernandes Coutinho, na cidade do Porto. Quando: dias 11 17, 18, 24, 25 e 31 de janeiro (20h) Quanto: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) Onde: Matriz de Santo Antônio - Tiradentes Blues – A 6ª edição do “Projeto Blues Verão” terá como grande atração na abertura o guitarrista, cantor e compositor paulistano Giba Byblos, com repertório de blues, soul, R&B e funk, além de exposições de arte, quitutes diferenciados, cervejas artesanais e sorteios de quadros. Quando: dia 12 de janeiro (20h) Quanto: R$ 20,00 Onde: Barracão de Antiguidades e Arte (rua

Canela de Ema, 20, Casa Branca, Brumadinho) Teatro Comédia - “#Confusão” narra a trajetória de um rapaz que perde a memória a caminho de um jogo de futebol e gera um enorme desarranjo na vida de Virgínia, que tenta ajudá-lo. O espetáculo faz parte da 45ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, realizada pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc). Quando: dias 12 (20h30) e 13 de janeiro (19h30) Quanto: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia), na bilheteria do teatro, e por R$ 18,00 nos postos de venda Sinparc e no site www. sinparc.com.br. Onde: Teatro Francisco Nunes (avenida Afonso Pena, s/n, Parque Municipal)

Comédia – Em cartaz há 18 anos, a peça mineira “Como sobreviver em festas e recepções com buffet escasso”, estrelada por Carlos Nunes, abre a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de 2019. Quando: dias 11 e 12 de janeiro (21h) e 13 de janeiro (20h) Quanto: nos postos Sinparc (Mercado das Flores,

Shoppings Cidade, Pátio Savassi, Estação e Itaú Power), R$ 18 (preço único), e na bilheteria do teatro, R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) Onde: Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube (rua da Bahia, 2.244, Lourdes)

Cinema Musicais – A mostra “Musicais de Ouro” reúne 39 longas do gênero. Os filmes selecionados abrangem desde a era de ouro das produções de Hollywood até sucessos dos anos 2000, passando por produções estrangeiras e animações, como “A Noviça Rebelde” (1965), “Amor, Sublime Amor” (1961).”O Guarda-chuva do Amor” (1964), “Duas Garotas Românticas” (1967) e “O Rei Leão” (1994) Quando: 11 de janeiro a 11 de fevereiro Quanto: entrada gratuita Onde: Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (avenida Afonso Pena, 1.537. Centro. www.facebook.com/DiariodoComercio www.twitter.com/diario_comercio dcmais@diariodocomercio.com.br Telefone: (31) 3469-2067

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