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diariodocomercio.com.br JOSÉ COSTA FUNDADOR

DESDE 1932 - EDIÇÃO 22.627 - R$ 2,00 BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014 WELLINGTON PEDRO/IMPRENSA MG

Atacadistas mineiros não param de crescer Faturamento aumentou 13%, bem acima da média nacional Em um momento delicado para a economia nacional, o setor atacadista mineiro alcançou resultados extremamente positivos. O faturamento de apenas 18 empresas que abriram os resultados alcançou R$ 11,2 bilhões no ano

passado, 13% superior aos R$ 9,9 bilhões do exercício anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad). O crescimento das empresas mineiras ficou acima da média nacional, com

receitas de R$ 178,5 bilhões, incremento real de 4,4% e nominal de 10,6%. Para 2014, estimativa é de aumento real de 3,5%. Das dez principais empresas do Ranking Abad/Nielsen de 2013, quatro são de Minas. Pág. 5

Estudos refeitos com mudança de regras pela ANP

Comercialização do gás do São Francisco sem data definida

DIVULGAÇÃO

Norma da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) que altera as regras e critérios de análise de fraturamento de reservatórios não convencionais fez com que o estudo que definiria a comercialização no mercado livre do gás extraído pelo consórcio Cebasf em Morada Nova de Minas, na bacia do rio São Francisco, fosse revisto. O levantamento só deve ficar pronto em cerca de 30 dias e não há prazo para o início da comercialização do insumo. Pág. 15

Presidente da Anfavea defende ampliação do programa de lay-off O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, voltou a defender a proposta de ampliação do programa de lay-off (suspensão temporária dos contratos de trabalho), que prevê o uso de dinheiro do seguro-desemprego para pagar parte do salário dos empregados afastados, na tentativa de aliviar a crise do setor automotivo. Pág. 4

Das dez primeiras empresas do Ranking Abad/Nielsen, 4 são mineiras: Martins, Tambasa, Megafort e Vila Novacomo

Entidades abandonam a conferência de política urbana Cronograma reduzido e desorganização da IV Conferência Municipal de Política Urbana, além da dificuldade de se estabelecer diálogo no debate para traçar a revisão do Plano Diretor de Belo Horizonte, foram os principais motivos alegados pela Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/Secovi-MG) e Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (SindusconMG) para abandonar o fórum. Pág. 16

Importações de aço preocupam o parque siderúrgico do país As importações de aço continuam a preocupar o setor siderúrgico nacional. No primeiro trimestre, os desembarques cresceram 3,8% frente mesmo

intervalo de 2013, conforme o Instituto Aço Brasil (IABr). Estimativa é que capacidade global deve ser reduzida em 300 milhões de toneladas. Pág. 3 DIVULGAÇÃO/ARCELOR MITTAL

Arrecadação federal em março bate nos R$ 86,621 bi

Estoque da dívida fecha o 1º trimestre em R$ 2,08 trilhões

A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 86,621 bilhões em março, segundo a Receita Federal, e pela primeira vez no ano não bateu recorde mensal. Houve alta real, com correção da inflação pelo IPCA, de 2,50% ante março do ano passado e de 3,24% sobre fevereiro deste ano. Pág. 35

A dívida pública federal apresentou alta de 0,64% em março ante fevereiro, encerrando o primeiro trimestre em R$ 2,080 trilhões. O estoque em fevere iro era de R$ 2,067 trilhões. Segundo d a d o s d o Te s o u r o Nacional, a venda de títulos públicos registrou recorde histórico de R$ 57,9 bilhões no mês passado. Pág. 20

RADAR DO FUTURO O repertório de serviços das empresas seguradoras vai crescer e diversificar nos próximos anos. Além dos serviços tradicionais, o segmento identifica perspectivas promissoras de expansão de novos negócios vinculados aos riscos da internet. Maiores ganhos serão gerados por empresas e cidadãos que buscam proteção contra possíveis perdas de informações, invasão de sites ou interrupção de serviços. Pág. 4

EDITORIAL

Somente no primeiro trimestre, as compras externas tiveram aumento de 3,8%

A Argentina é, de longe, o principal destino de manufaturados brasileiros, mas este comércio carrega uma carga de instabilidade com a qual o mundo dos negócios não tem como conviver. A ideia central — promover a integração das duas principais economias da área do Mercosul e a partir desse movimento fortalecer todo o bloco — nunca vingou. “Confiança em primeiro lugar”, pág. 2


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OPINIÃO

Acordos só “beneficiam” PAULO CESAR DE OLIVEIRA * Quando fecham um acordo eleitoral, os políticos impostam a voz, fazem caras e bocas de seriedade e juram que os entendimentos foram “em torno de programas e projetos de governo que contemplam os interesses do povo”. Os fatos posteriores cuidam de revelar que não é nada disso, que estes acordos não são nada republicanos e que seus patrocinadores vendem a alma, própria e de seus companheiros de legenda, em troca do quê não se sabe direito. São tão desmoralizados nossos nobres políticos que, jocosamente, se diz que, se um deles pular de um prédio de quarenta andares, pode pular atrás. No meio do caminho tem alguma coisa. Se não tivesse não pulariam. Pois não foi outra coisa aquilo o que

fizeram os políticos da base da presidente Dilma, à frente Renan Calheiros, ao aprovarem a formação de uma CPI destinada a investigar pelo menos três supostas irregularidades, sem qualquer conexão entre elas. Aprovaram sabendo que cometiam uma irregularidade grave, uma agressão ao regimento interno do Senado. Isto não é comprometimento programático. Isto tem outro nome. É defesa de interesses pessoais, barganha, jogo de ganha-ganha. Vendem a dignidade do Parlamento em troca de algum ganho pessoal que em nada beneficia o partido. Quando agem assim, protegendo malfeitos, os parlamentares — senadores, deputados federais e estaduais e vereadores mostram submissão, não comprometimento ideológico. Até porque ninguém que tenha

um mínimo de seriedade, vai assumir compromissos de proteger falcatruas. E não é outra coisa o que têm feito nossos parlamentares. Mudar isso? Difícil. Esta é uma lata que só se abre por dentro. E quem está dentro não demonstra qualquer interesse em promover mudanças. Por fora é possível, sim, abrir. É usar a urna. Mas este é um processo longo, que exige conscientização popular que, por sua vez, depende de educação que, por sua vez, exige políticas públicas, que por sua vez exige compromissos sérios de governantes. Pronto, voltamos para dentro da lata. * Jornalista e diretor-geral das revistas Viver Brasil e Robb Report — pco@vbcomunicacao.com.br

Estão em todas CESAR VANUCCI * Nos vastos domínios que se estendem do Oiapoque ao Chuí, complementados pelas milhas marítimas que configuram o território continental brasileiro não existe uma viva alma sequer que nunca haja ouvido falar deles. Nem mesmo os solitários integrantes das derradeiras tribos amazônicas a serem ainda contatadas pelos sertanistas da Funai. Esses escolados trambiqueiros, frajolas de imaculado “colarinho branco”, que circulam desenvoltos nas altas esferas mundanas, trocando amistosos tapinhas nas costas com figuraços do poder politico e econômico, participando de reuniões charmosas, regadas com o “legítimo”, registrado em fotos nas colunas galantes, estão sempre em todas. Ou quase todas. Farejam e fomentam mutretas o tempo inteiro. Craques consumados na arte de extrair e repassar informações privilegiadas, garantem inestimável ajuda para que sejam engordadas as contas secretas de sua selecionada clientela em bancos da Suíça e Ilhas Cayman. O tal doleiro paranaense ora apontado como pivô de maracutaias que rendem, dia sim, outro também, vistosas manchetes vêm ocupando o palco das malfeitorias há pelo menos duas décadas. Desde os tempos da megalavagem de dinheiro via Banestado, ocorrência hoje um tanto esquecida. Age nacionalmente. Não quer saber de vínculos partidários. Optou pelo ecumenismo nas ações fraudulentas, solicitamente coordenadas a mando de bandalhos de diferentes siglas. Corteja e é cortejado por gente poderosa, que não esconde sua gratidão pelos serviços executados. Olhando bem as coisas, o estilo de atuação do doleiro paranaense é parecido com o daquele “banqueiro de bicho” das plagas goianas volta e meia no centro de maquinações de alguma tramoia rendosa qualquer. As parcerias firmadas por este outro manjado personagem do “cast” da corrupção garantem-lhe prestígio e proteção em círculos também de abrangente espectro político. Comparsas filiados a diferentes legendas, companheiros incondicionais para o que der e vier no caso da barra pesar em demasia.

A situação do doleiro e do “banqueiro de bicho” guarda semelhanças nas técnicas operacionais e nos aliciamentos de pessoas com outro desses insinuantes caras. Ele, também, um bambambã em diligências ousadas que alimentam propósitos de “vencer na vida” a qualquer preço. Banqueiro festejado, de olho guloso em “oportunidades” variadas, esse cara já andou se emaranhando, luas passadas, nas malhas da lei. Desvencilhou-se da encrenca, pelo menos temporariamente, ao ser salvo pelo gongo graças a um providencial habeas corpus. Medida de segurança essa, específica, muito criticada nos meios jurídicos. Aconteceu, também, de modo a tornar o episódio mais desconcertante, de os encarregados do inquérito de indiciamento do referido cidadão, haverem sido implacavelmente alvejados por conta do laborioso trabalho investigativo produzido. A história desses sujeitos e a de outros mais têm muito em comum. Os figurinos de atuação são os mesmos. Apesar de monitorados, eles continuam a desfrutar de incompreensível impunidade, que lhes assegura boa sobra de tempo pra, de repente, se envolverem em novas aprontações. Isso acontece, entre outras razões, por obra de processos enervantemente morosos. Até aqui uma única dessas figuras foi condenada: o operador do “mensalão mineiro” e do “mensalão federal”. Pela mesma forma, ele também demonstrou engenho e criatividade no processo de aglutinação dos componentes dos bandos favorecidos nas ações lesivas ao patrimônio público. Não revelou parcialidade quanto a correntes políticas. Envolveu-se com representantes de quase todas. Ou seja, de um tipo de gente que, na cena social, consegue permanecer, por certo tempo, “acima de qualquer suspeita”. Alguns do lado lado governo, outros contrário ao governo, outros mais nem a favor, nem contra o governo, muito pelo contrário. Uma turma, felizmente minoria, junto com os operadores das mutretas, seus eficientes comparsas, endiabrada da beca, como era de costume dizer-se em tempos antigos. * Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)

Perfil da mulher empreendedora GABRIEL DE ANDRADE IVO * Os novos padrões de consumo aliado à falta de cultura de uso planejado do crédito, influenciada pelo crescente avanço das opções de escolhas, alimenta os desejos e necessidades das mulheres. Compreender esse comportamento é importante para que se possa melhor interpretar as mudanças hoje da sociedade e da economia brasileira, além das suas tendências, e, por consequência, dos impactos na saúde financeira das empresas, da família, que estão ligados ao comportamento da mulher, sempre preocupada com os filhos e com os negócios. Nos últimos anos, as mulheres ganharam espaço no mercado de trabalho e conquistaram espaços sociais e políticos expressivos. O aumento do empreendedorismo também é visível e está acompanhado ao maior nível de escolaridade, acesso às informações e necessidade das famílias em se fortalecer financeiramente. As mulheres não trabalham apenas para compor a renda familiar. Elas identificam necessidades no mercado e se perpetuam como empresárias de sucesso.

Prova disso é o aumento do número de empreendedoras que sustentam suas famílias. A maior preocupação com a casa e com os filhos mostram este comportamento. Além da necessidade financeira, empreender, em qualquer área, pode ser a solução para a mulher que pretende conciliar carreira e a vontade de ser mãe, desde que se prepare e organize. Maior autonomia e flexibilidade de horários é uma oportunidade para a realização profissional e pessoal. É sempre bom lembrar que a mulher ganha mais um filho: a própria empresa. Para o sucesso da empresa, a sistematização e o planejamento são fundamentais, porque ajudam nas decisões e traçam os melhores caminhos que a empresa deve seguir. As mulheres têm uma visão mais ampla e conseguem acumular várias responsabilidades, ou seja, lar, marido, filhos e o trabalho. Querendo ou não este é um grande diferencial. As empreendedoras optam por uma alternativa que expressa a valorização, combinada às necessidades

femininas e a maternidade. Assim, a meta passa a ser atingir um equilíbrio, utilizando diferentes estratégias para lidar com as demandas do negócio e da família. Algumas características, tipicamente femininas, fazem a diferença. Existe um diferencial feminino para o setor de serviços, área em que, por exemplo, é preciso ter facilidade de relacionamento com clientes. Mas, afinal, qual o perfil da mulher empreendedora? Ter um negócio próprio passa a ser uma estratégia de vida e não meramente uma ocupação ou um meio para ganhar dinheiro. A facilidade para compor equipes, persistência, cuidados com os detalhes e cooperação são características fundamentais as mulheres. O mundo empresarial está em transformação e as mulheres mais qualificadas e presentes. Esta é uma mudança que não terá volta, e cabe ao homem se adaptar e aprender a trabalhar em equipe sem preconceitos, mas em prol do desenvolvimento corporativo, econômico e social. * Economista da Fecomércio MG

Confiança em primeiro lugar Representantes dos governos do Brasil e da Argentina, além de empresários dos dois países, têm encontro marcado nesta semana em São Paulo. Na pauta, sequência de entendimentos que vêm sendo mantidos nos últimos meses, o compromisso de encontrar meios e modos de destravar o comércio bilateral. São queixas de parte a parte. Os brasileiros falam que têm sido pródigos em concessões, sempre em nome da integração continental e do fortalecimento do Mercosul, enquanto os argentinos enxergam uma suposta invasão de produtos brasileiros, de automóveis a fogões, como um movimento indesejado. Diferenças que são bastante antigas e que, na visão dos brasileiros, tornaram-se mais agudas por conta das dificuldades econômicas, associadas à instabilidade A Argentina é, de política, e bem ilustradas na longe, o principal queda de 32% destino de nas vendas de manufaturados automóveis no primeiro brasileiros, mas este trimestre do comércio carrega ano. A Argentina uma carga de é, de longe, o instabilidade com a principal qual o mundo dos destino de manufaturados negócios não tem brasileiros, mas como conviver este comércio carrega uma carga de instabilidade com a qual o mundo dos negócios não tem como conviver. A ideia central — promover a integração das duas principais economias da área do Mercosul e a partir desse movimento fortalecer todo o bloco — nunca vingou. Uma forte carga de preconceitos, diferenças estruturais e a instabilidade política platina impediram avanços que a estas alturas, conforme o cronograma inicial, deveriam estar plenamente consolidados. Com relação a veículos, por exemplo, os dois mercados já deveriam estar integrados, livres de barreiras de qualquer espécie. Não é o que acontece, e por conta disso, depois de uma série de reuniões ministeriais em Buenos Aires e Brasília, os dois lados retomam negociações. Com o objetivo declarado de construir um entendimento que dê maior fluidez ao comércio bilateral. Nos três primeiros meses do ano as trocas entre os dois países tiveram um recuo de 17% na comparação com igual período de 2013, com as vendas argentinas ao Brasil caindo 21% enquanto os embarques brasileiros para o país vizinho caíram 13%, com um superávit, no período, de U$ 262 milhões a nosso favor. Poderia ser mais e poderia ser melhor, para as duas partes, consideradas suas necessidades e potencialidades, além da óbvia proximidade. Encontrar estas novas rotas, num jogo verdadeiramente de confiança e de ganha-ganha, é o que se deveria discutir. Existem espaços, oportunidades e complementaridade, vantagens comuns a serem bem exploradas. Parece faltar confiança, fundada no reconhecimento pragmático de que a integração fortalece os dois lados. Poderia ser simples e fácil, mas não tem sido.


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ECONOMIA SIDERURGIA

Importações de aço preocupam setor Desembarques cresceram 3,8% no acumulado do primeiro trimestre de 2014 e somaram 876,8 mil toneladas RAFAEL TOMAZ

As importações de aço continuam a preocupar o setor siderúrgico nacional, que registrou no primeiro trimestre deste ano crescimento de 3,8% nos desembarques na comparação com o mesmo intervalo do exercício passado, conforme balanço divulgado ontem pelo Instituto Aço Brasil (IABr). Entre janeiro e março, as compras externas somaram 876,8 mil toneladas, contra 844,6 mil toneladas em 2013. A expansão pode ser explicada pela manutenção de gargalos que minam diretamente a competitividade das usinas brasileiras, como, por exemplo, a carga tributária elevada, o alto custo de energia e o real valorizado, entre outros. Por outro lado, as importações movimentaram US$ 971,2 milhões no acumulado dos três primeiros meses de 2014. O valor é 3,2% inferior ao verificado no primeiro trimestre do ano passado, quando o montante atingiu US$ 1 bilhão. De acordo com o presidente-executivo do IABr, Marco Polo de Mello Lopes, caso nada seja feito, em 2022 os desembarques poderão responder por 58% de todo o consumo de aço no Brasil. Este percentual engloba tanto a

entrada direta quanto a importação indireta, ou seja: o aço que entra através de produtos já acabados. Por isso, Lopes destacou a necessidade de adequações na política de defesa comercial do Brasil, uma vez que o setor encontra dificuldades para enfrentar a concorrência com países como China e Turquia que, entre outras vantagens, estão atualmente com suas moedas desvalorizadas. Ele ressaltou que os gargalos existem em toda a indústria de transformação brasileira, que vem perdendo espaço no Produto Interno Bruto (PIB) do país. Para reverter este quadro, 20 entidades, coordenadas pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), criaram uma coalização para sensibilizar o governo federal em relação às medidas necessárias para recuperar a competitividade do Brasil. Além dos problemas internos, o segmento enfrenta ainda a sobrecapacidade de aço no mercado global, que neste ano deverá atingir 570 milhões de toneladas. Por isso, estima-se que será necessário reduzir a capacidade em 300 milhões de toneladas no planeta. Para enfrentar este entrave, as siderúrgicas

recorrerão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com o presidente-executivo do instituto, nos dias 6 e 7 de junho a sobrecapacidade estará na pauta da reunião da organização, que será realizada na França. Lopes explicou que, por causa de questões legais, o assunto não pode ser debatido no âmbito da World Steel Association, entidade internacional que representa o setor.

Projeções — Com o atual

cenário econômico, no qual

o crescimento poderá ser menor do que o previsto, o IABr deverá revisar para baixo suas projeções para 2014. A produção de aço bruto, por exemplo, está estimada atualmente em 35,950 milhões de toneladas, contra 34,163 milhões de toneladas em 2013, o que representa alta de 5,2% no período. Já o consumo aparente, que reúne as vendas internas das siderúrgicas mais as importações, deverá crescer 3% na mesma base de comparação, passando de 26,425 millhões de toneladas para 27,214 milhões

de toneladas. Na avaliação de especialistas consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, este ano deverá ser difícil para a atividade. “O segmento de aços planos continuará a viver seu desafio”, afirma o analista-chefe da SLW Corretora, Pedro Galdi. Além de entraves como a sobrecapacidade de oferta, o setor enfrentará ainda a dificuldade de realizar reajustes em 2014. Já o analista da Ativa Corretora, Lenon Borges, destaca que a indústria automotiva, um dos maiores consumidores de aço

no país, está reduzindo o contingente de trabalhadores em função dos resultados negativos e os bancos já se movimentam no sentido de diminuir a oferta de crédito para veículos. “Tudo isto aliado às incertezas quanto ao racionamento de energia”, disse. Por outro lado, o cenário é considerado um pouco melhor para as fabricantes de aços longos, uma vez que, conforme Borges, ainda são realizados investimentos na construção de shoppings e em obras de infraestrutura e de usinas hidrelétricas, entre outros.

Produção brasileira registrou alta de 1,5% RAFAEL TOMAZ

A produção brasileira de aço bruto cresceu 1,5% no primeiro trimestre ante igual intervalo do ano passado. Foram produzidas 8,323 milhões de toneladas, ante 8,202 milhões de toneladas em 2013, conforme balanço divulgado ontem pelo Instituto Aço Brasil (IABr). Somente em março a produção somou 2,976 milhões de toneladas. O volume representa expansão de 4,5% frente ao mesmo mês de 2013, quando ele somou 2,848 milhões de toneladas. No total, a produção de laminados somou 6,307 milhões de toneladas, contra 6,188 milhões de toneladas em 2013, alta de 1,9%. A alta foi impulsionada pela pro-

dução de aços longos, utilizados na construção civil, que cresceu 7,9% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo intervalo de 2013. O volume produzido passou de 2,580 milhões de toneladas para 2,785 milhões de toneladas. Por outro lado, a produção de laminados planos registrou queda de 2,4% na mesma base de comparação. Foram produzidas 3,521 milhões de toneladas no acumulado deste ano até março, ante 3,608 milhões de toneladas em 2013. O segmento de semiacabados (placas, lingotes, blocos e tarugos) registrou queda de 13,4% entre janeiro e março em relação ao mesmo período de 2013. O volume produzido atingiu 1,295 milhão de toneladas, contra

1,496 milhão de toneladas em 2013. Já o consumo aparente (6,3 milhões de toneladas) teve alta de 2,5% de janeiro a março, com destaque para os produtos planos com alta de 4,6%. “Cabe ressaltar, entretanto, que a alta no consumo aparente de produtos planos neste período foi beneficiada principalmente pela elevação de 22,9% das importações de planos, uma vez que as vendas destes produtos apresentaram modesto crescimento de 2,3% no mesmo período”, informa em nota. Os embarques de aço totalizaram 1,995 milhão de toneladas entre janeiro e março, volume 19,1% abaixo do verificado no mesmo período de 2013, quando ele atingiu 2,466 milhões de toneladas.


4 ECONOMIA MONTADORAS

RADAR DO FUTURO

Anfavea propõe ampliação do programa de lay-off no país Parte do salário do empregado afastado seria paga com seguro-desemprego São Paulo — O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ve í c u l o s A u t o m o t o re s (Anfavea), Luiz Moan, voltou a defender ontem a proposta de ampliação do programa de lay-off (suspensão temporária dos contratos de trabalho), que prevê o uso de dinheiro do seguro-desemprego para pagar parte do salário dos empregados afastados, em uma tentativa de aliviar a crise do setor automotivo. Perguntado se a proposta da Anfavea seria

“indecorosa”, Moan respondeu: “Não”. Ele lembrou que a legislação brasileira atual sobre o lay-off prevê que, se uma montadora afastar o funcionário totalmente de suas atividades, pode durante cinco meses fazer o pagamento de seu salário parte com rec u r s o s d a e m p re s a e p a r t e c o m rec ur s o s d o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), do Ministério do Trabalho. “ U m a s aí d a pa r a t e r uma maior estabilização de emprego talvez seja a flexi-

bilização desta norma”, disse durante participação no V Fórum da Indústria Automobilística, em São Paulo. Uma opção, segundo ele, é que a montadora possa afastar o funcionário do trabalho somente em 50% do tempo, ao invés de 100%, como ocorre hoje no lay-off. Outra alternativa seria estender o prazo da dispensa para dez meses. “A proposta ainda está sendo costurada”, explicou Moan. “Acho que a proposta na verdade foi muito

mal interpretada. Não estamos dizendo para aumentar os recursos do governo destinados a tal prática (lay-off), mas a flexibilização seria bem-vinda.” Moan afirmou ainda que em março o setor automotivo teve uma redução de 400 postos de trabalho, motivada principalmente pelos programas de demissão voluntária das companhias. “Ainda estamos com um saldo de 8 mil empregos a mais em relaç ã o a m a r ç o d e 2 0 11 ” , disse. (AE)

CARLOS PLÁCIDO TEIXEIRA radardofuturo@diariodocomercio.com.br

Seguradoras de olho no Marco Civil da Internet O repertório de serviços das empresas seguradoras vai crescer e diversificar nos próximos anos. Além dos serviços tradicionais, como os seguros de vida, contra roubos ou colisões de automóveis, furtos de bens pessoais e proteção contra incêndios, entre outros, o segmento identifica perspectivas promissoras de expansão de novos negócios vinculados aos riscos da internet. Maiores ganhos serão gerados por empresas e cidadãos que buscam proteção contra possíveis perdas de informações, invasão de sites ou interrupção de serviços. O Marco Civil da Internet, legislação criada com o objetivo de estabelecer princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da rede digital de comunicação, interação e de realização de atividades comerciais, adotado pioneiramente no Brasil, vai contribuir para a perspectiva favorável de vendas de apólices. A iniciativa brasileira antecipa a tendência mundial de regulamentação do meio, diante do aumento dos riscos associados à exposição das organizações privadas e públicas, de empresas, consumidores e da sociedade, além de governos. Há uma preocupação crescente em definir responsabilidade pela segurança de conteúdos que circulam pelos ambientes virtuais. Extravio ou roubo de dados, violação de leis de privacidade e de propriedade intelectual, além de riscos relacionados às mídias sociais, como ofensas e ataque à imagem de pessoas ou instituições, integram a relação de eventos capazes de gerar ações em busca de ressarcimento financeiro. As empresas também vão buscar seguros contra ataques externos, acesso a dados protegidos e perda de informações. E devem ampliar investimentos para resguardar as responsabilidades na preservação de conteúdos de clientes, para ressarcir prejuízos financeiros decorrentes de acesso indevido ou interrupção de sistemas causados por ataques cibernéticos.

Influências — Com a contribuição do cenário de regu-

lamentação da internet, a consultoria PwC prevê que, nos próximos cinco anos, o mercado de seguros vai enfrentar tantas mudanças quanto as registradas nos 50 anos anteriores. Além do impacto das tecnologias, naturalmente, as projeções incluem desde a questão ambiental, que prevê os efeitos das mudanças climáticas, com o aumento da gravidade e frequência de eventos catastróficos, até as mudanças demográficas, com o destaque para o aumento da longevidade e o maior poder do consumidor, conectado ao mercado global. Três grandes tendências vão transformar as carteiras de negócios e estratégias nos próximos cinco anos, avaliam os executivos entrevistados pela empresa de consultoria. Oitenta e seis por cento deles identificam os avanços tecnológicos como o principal fator de mudanças. A atenção deles estará voltada para fatores como economia digital, mídias sociais, dispositivos móveis e big data. Mais da metade também apontou a flutuações demográficas e mudanças globais no poder econômico. “As mudanças climáticas e a urbanização ganharam pontos surpreendentemente baixos, dado o seu impacto sobre a escala e concentração de riscos globais”, salienta o relatório da PwC. As mudanças vão afetar também o sistema de comercialização de apólices. Historicamente, o setor de seguro tem sido dominado por intermediários, que desempenham o papel da compreensão do consumidor e das necessidades do negócio. São eles os responsáveis pela adequação de produtos oferecidos aos mercados locais, com a geração de soluções para as necessidades específicas. A mobilidade e as redes sociais tendem a mudar o jogo na próxima década. Clientes que exigem simplicidade, rapidez e comodidade vão impor a demanda por estratégias inovadoras de atendimento. Consumidores novos e antigos, habituados às vantagens das compras no comércio eletrônico e mais confiantes em relação à alternativa, estarão mais dispostos a realizar compras diretas, usando sua linha offline de amigos e de família para orientar a sua escolha. “O comportamento irá resultar em redefinição do papel dos consultores especializados e o desaparecimento dos distribuidores como canal de venda”, assegura a PwC. Segundo a consultoria, 45% dos executivos acreditam que os clientes vão adotar as compras diretas de suas apólices.


5 ECONOMIA DISTRIBUIDORAS

Momento do setor atacadista é positivo Faturamento de apenas 18 empresas que abriram seus resultados em Minas ficou em R$ 11,2 bilhões em 2013 DIVULGAÇÃO

TATIANA LAGÔA, de São Paulo*

Em um momento delicado para a economia nacional, com inflação em alta e crescimento em baixa, o setor atacadista mineiro alcançou resultados extremamente positivos. O faturamento de apenas 18 empresas que abriram seus resultados em Minas Gerais ficou em R$ 11,2 bilhões em 2013. O valor é 13% superior aos R$ 9,9 bilhões regis trados no e x e r c í c i o a n t e r i o r. O s dados foram divulgados ontem pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), que listou o Ranking Abad/Nielsen, com as principais redes nacionais em distribuição. O crescimento mineiro ficou acima da média nacional. No mesmo período, o faturamento do país ficou em R$ 178,5 bilhões, com crescimento real de 4,4%. A alta nominal foi de 10,6%. Com o resultado, o setor alcançou uma participação no mercado mercearil nacional de 52%. Segundo o consultor da Abad, Nelson Barrizzelli, uma das justificativas para

de uma expano crescimento do são da classe setor mesmo em média nesses um período mais municípios, complicado para poderá inclusive a economia do reduzir a imporp a í s é a tância relativa mudança do de Minas Gerais comportamento no cenário nacidos consumidoonal. res. Isso porque, “Outros estaem momento de dos vão se destainflação em alta, cando. Não é a tendência é que as regiões que as pessoas metropolitanas substituam a alinão vão crescer. mentação em Mas elas vão restaurantes crescer menos. para a realizada Por isso outras em suas próregiões vão apap r i a s re s i d ê n recer mais como cias. E é nesse o Nordeste que ponto em que o atacado é benefi- Para José do Egito, a expectativa é que o setor cresça 3,5% em termos reais cresceu acima da média nos últiciado, uma vez que o consumo de uma de tempo dos consumi- cresça 3,5%, em termos mos anos”, afirma o consérie de produtos também dores é uma das explica- reais, em todo o país neste sultor da Abad, Olegário se eleva. ções para a busca cada ano. Somente no primeiro Araújo. Atualmente, quase 50% “O varejo alimentício vez maior de estabeleci- trimestre, a alta quantifido faturamento total do v e m c r e s c e n d o n e s s a mentos comerciais mais cada já foi de 3,5%. Porém, os maiores des- setor são concentrados na nova re alid ad e. O que próximos das residêntaques não deverão ser as região Sudeste. As emprepercebemos é que quem cias. r e d e s q u e a t u a m n a s sas da região, somadas, mais tem crescido são os e s t a b e l e c i m e n t o s q u e Positiva — E é justamente regiões metropolitanas. apresentaram um faturap o s s u e m e n t r e 5 0 0 por essa razão que as pers- Isso porque os maiores mento de R$ 28,17 bilhões. metros quadrados a 2 mil pectivas para 2014 também crescimentos percentuais Minas Gerais é o Estado metros quadrados, que são positivas. Segundo o deverão ser nos interiores com maior peso, com R$ são os supermercados de presidente da Abad, José dos estados, que é onde de 11,27 bilhões de faturavizinhança”, afirma. A do Egito Frota Lopes Filho, fato há espaço para se cres- mento. Em seguida fica fuga do trânsito e a falta a expectativa é que o setor cer. Esse movimento, fruto São Paulo, com R$ 9,41

bilhões. O Rio de Janeiro alcançou algo em torno de R$ 6,3 bilhões e o Espírito Santo, com R$ 1,19 bilhão.

Ranking — Apesar da liderança de Minas Gerais em termos globais, a empresa que mais se destacou em 2013 não foi mineira. Dessa vez, a liderança no ranking, que leva em conta faturamento, ficou por conta da Makro Atacadista S/A, de São Paulo, que fechou o ano com R$ 7,4 bilhões em 2013. A empresa mineira Martins Comércio e Serviços de Distribuição ficou em segundo lugar. O grupo foi o que apresentou o maior faturamento em 2013 em se tratando do modelo atacado de entrega, com R$ 4,395 bilhões. Dentre as dez primeiras empresas apontadas pelo ranking como destaque, quatro são mineiras. Além do Grupo Martins, teve participação a Tambasa, que ficou na quarta posição, a Megafort Distribuidora, na quinta, o Grupo Vila Nova, na sétima. * A repórter viajou a convite da Abad


6 ECONOMIA AGROINDÚSTRIA

Pif Paf registra lucro de R$ 76 mi em 2013 Mudanças estratégicas propiciaram incremento de 5,96% nos ganhos em um ano de fraco crescimento econômico São Paulo e Goiás”. A empresa também O grupo Pif P af Aliafirmou que a manutenmentos, com sede em ção dos níveis de produBelo Horizonte, registrou ção “compatíveis com o incremento de consumo do país” quase 6% no faturaassociada à ampliaA ampliação da atuação da mento em 2013 na ção da atuação da marca junto à nova classe comparação com o marca junto à nova ano anterior, classe C também C também foi importante obtendo lucro foram importantes para o bom resultado líquido de R$ 76 para o bom resulanual, aponta o grupo milhões. Já o Ebitda tado. alcançou 11,37%. Em relação ao Em balanço divulgado mais demandados pelo mercado externo, a repreo n t e m , a P i f P a f a rg u - mercado e o aproveita- sentatividade das vendas mentou que o segredo do mento das oportunidades foi pequena, porque a Pif sucesso da empresa “em de expansão de suas ven- Paf manteve sua política um ano em que a econo- das para outras regiões de atender somente os m i a b r a s i l e i r a c re s c e u do país como interior de mercados e os itens que LUCIANE LISBOA

apenas 2% foi a flexibilidade para mudanças estratégicas, o que propiciou maior disponibilidade do mix dos produtos

propiciaram mais rentabilidade, embora a demanda por produtos tenha sido maior do que a oferta. De acordo com a companhia, o desempenho em 2013 poderia ter sido melhor, mas foi prejudicado pelo ônus de possuir parte de sua produção na Zona da Mata mineira, que apresenta condições naturais impróprias para o cultivo do milho e da soja, macronutrientes que correspondem a 80% da composição das rações animais. “Isso comprometeu o processo produtivo e elevou os custos de produção”. Outro ponto negativo para a competitividade d o s e t o r, s e g u n d o o grupo, são as condições de logística do país, já que o segmento da avicultura não consegue usufruir de transportes

fluviais e ferroviários, m e n o s o n e ro s o s q u e o rodoviário.

Crescimento — Para

2014, o grupo está otimista e acredita no crescimento do mercado interno, principalmente em função das eleições e da realização da Copa do Mundo no Brasil. “A movimentação de pessoas, e de mercadorias e da economia será intensa em função desses eventos, o que certamente implicará aumento do consumo de alimentos”, afirmou no comunicado o gerente de Relações Instit u c i o n a i s d a e m p re s a , Cláudio Faria. A Pif Paf é uma das dez maiores empresas brasileiras no setor de processamento de aves, suínos, massas e vegetais. Há 45 a n o s n o m e rc a d o , t e m cerca de 7 mil trabalhado-

res diretos e uma carteira de mais de 60 mil clientes. Atua nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, e também no Sul da Bahia, Com sede corporativa em Belo Horizonte, a empresa tem cinco unidades industriais e 12 unidades produtivas fornecedoras de matéria-prima para a indústria — fábricas de ração, matrizeiros e incubatórios. As unidades estão instaladas no interior de Minas Gerais e Goiás, nos municípios de Visconde do Rio Branco, Viçosa, Leopoldina, Patrocínio, Pará de Minas, Pitangui, S ã o J o s é d a Va rg i n h a , Paula Cândido e Igaratinga. Em Goiás, estão em Palmeiras de Goiás e Paraúna. Os centros de distribuição estão em Contagem, Araguari, Jandira (São Paulo), Rio de Janeiro e Vila Velha.


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

7

RELATÓRIO DA ADMINSTRAÇÃO Senhores Acionistas,

CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. CNPJ: 17.185.786/0001-61 Belo Horizonte - MG

De acordo com os preceitos legais e estatutários, apresentamos a V. Sas. o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado e demais Demonstrações Contábeis, da controladora e consolidado, pertinentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, acompanhado do Parecer dos Auditores Independentes, para apreciação da Assembleia Geral. Colocamo-nos à disposição dos Senhores Acionistas para quaisquer esclarecimentos. Belo Horizonte, 03 de Abril de 2014.

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de Reais) ATIVO

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Controladora 2013 2012

CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa (nota 4) ................................ Contas a receber de clientes .................................................. Impostos a recuperar .............................................................. Estoque .................................................................................... Adiantamentos ......................................................................... Outros ativos circulantes ........................................................ Total do Ativo Circulante ...................................................

73.473 215.781 4.294 151 9.334 3.155 306.188

NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Créditos com partes relacionadas (nota 5) ............................ Contas a receber de clientes .................................................. Impostos diferidos (nota 6) .................................................... Depósitos judiciais e outros (nota 7) ...................................... Total do Realizável a Longo Prazo .................................. Investimentos (nota 8) ............................................................ Imobilizado (nota 9) ................................................................. Intangível ................................................................................. Total do Ativo Não Circulante ..........................................

30.351 26.568 1.004 57.923 77.121 137.512 2.249 274.805

Consolidado 2013 2012

191.404 92.669 2.311 197 6.983 6.434 299.998

73.543 223.365 6.706 12.414 14.859 9.879 340.766

31.080 26.568 2.119 992 60.759 52.236 149.909 2.240 265.144

27.570 26.568 1.081 55.219 52.399 137.512 2.249 247.379

191.434 98.083 2.348 197 7.153 4.289 303.504

31.080 26.568 2.119 1.250 61.017 44.374 149.909 2.240 257.540

Controladora

Consolidado

2013

2012

2013

2012

Fornecedores e subempreiteiros ............................................

46.318

38.335

48.501

43.517

Salários e encargos sociais ....................................................

33.623

36.947

33.870

37.975

Impostos e contribuições a recolher ......................................

19.787

13.118

20.337

14.682

Empréstimos e financiamentos (nota 10) ..............................

13.627

14.332

13.627

14.332

Adiantamentos de clientes ......................................................

1.066

45.278

11.397

45.278

Débitos com acionistas ...........................................................

13.194

4.940

13.196

4.940

Outros passivos circulantes ...................................................

9.939

12.829

3.778

957

Total do Passivo Circulante ..............................................

137.554

165.779

144.706

161.681

Empréstimos e financiamentos (nota 10) ..............................

64.960

57.160

64.960

57.160

Débitos com pessoas ligadas .................................................

350

330

350

330

Provisão para IR e CSLL diferidos (nota 11) .........................

8.930

16.232

8.930

16.232

Total do Passivo Não Circulante .....................................

74.240

73.722

74.240

73.722

Capital social ...........................................................................

290.751

290.751

290.751

290.751

Adiantamentos p/futuro aumento de capital ..........................

2.055

2.055

2.055

2.055

Ajuste de avaliação patrimonial ..............................................

12.931

13.175

12.931

13.175

CIRCULANTE

NÃO CIRCULANTE Exigível a Longo Prazo

PATRIMÔNIO LÍQUIDO (nota 12)

TOTAL DO ATIVO ........................................................................

580.993

565.142

588.145

561.044

Reservas de lucros .................................................................

63.462

19.660

63.462

19.660

Total do Patrimônio Líquido .............................................

369.199

325.641

369.199

325.641

TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO LIQUIDO .................

580.993

565.142

588.145

561.044

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO 2013 E DE 2012 (Em milhares de Reais) Reservas de Lucros Adiant. p/

Ajuste de

Capital Social

Aumento de Capital

Avaliação Patrimonial

Saldos em 31.12.2011 .........................................................................

290.751

11.120

Distribuição de lucros ............................................................................ Devolução de AFAC ............................................................................. Lucro do exercício ................................................................................. Constituição de reserva legal ............................................................... Juros sobre capital ................................................................................ Constituição reserva de retenção de lucros ........................................ Ajuste valor de mercado .......................................................................

-

Saldos em 31.12.2012 .........................................................................

290.751

2.055

Distribuição de lucros ............................................................................ Lucro do exercício ................................................................................. Constituição de reserva legal ............................................................... Juros sobre capital ................................................................................ Constituição reserva de retenção de lucros ....................................... Ajuste valor de mercado .......................................................................

-

-

Saldos em 31.12.2013 .........................................................................

290.751

2.055

Reserva Legal

13.372

(9.065) -

(197)

13.175 (244)

12.931

Lucros a Destinar

2.309

23.994

2.879 -

(45.977) 36.455 -

5.188

14.472

3.899 -

(18.654) 58.557 -

9.087

54.375

Lucros Acumulados

Total

-

341.546

57.564 (2.879) (18.230) (36.455) -

(45.977) (9.065) 57.564 (18.230) (197)

-

325.641

77.978 (3.899) (15.522) (58.557) -

(18.654) 77.978 (15.522) (244)

-

369.199

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de Reais)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de Reais)

Controladora 2013 Receita operacional líquida (nota 13) ............................... Custo de serviços e vendas ............................................

1.191.997 (989.521)

Consolidado

2012

2013

995.356

1.229.985

(850.910)

(1.009.616)

Controladora

2012 1.039.387 (885.425)

2013

2012

Consolidado 2013

2012

ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício ..............................................................

77.978

57.564

77.978

57.564

Amortizações e depreciações ............................................................

34.728

32.838

34.728

32.838

Resultado na baixa de bens do ativo imobilizado ............................

2.716

Resultado na baixa do investimento ................................................

-

3.375

-

Juros provisionados finame ..............................................................

5.279

5.014

5.279

Ajustes para conciliar o resultado às Disponibilidades LUCRO BRUTO ..................................................................

202.476

144.446

220.369

153.962

DESPESAS OPERACIONAIS Despesas administrativas ................................................

(89.962)

(87.229)

(90.104)

(87.229)

Receitas (despesas) financeiras líquidas .......................

(20.153)

(10.955)

(20.219)

(10.994)

Despesas tributárias .........................................................

(3.478)

(1.882)

(3.481)

(1.892)

Outras receitas/despesas (nota 14) .................................

(48.553)

250

geradas pelas atividades operacionais:

Redução de impostos diferidos ........................................................

2.119

(285)

3.987

2.716

2.119

(285) (399) 5.014 3.987

Resultado de equivalência patrimonial (nota 8) ...............................

(27.364)

(14.573)

(10.604)

(6.647)

Resultado do exercício ajustado ..................................................

95.456

87.920

112.216

92.072

(48.548)

250

(162.146)

(99.816)

(162.352)

(99.865)

40.330

44.630

58.017

54.097

Contas a receber de clientes ............................................................

(123.112)

827

(125.282)

16.861

6.647

Impostos a recuperar .........................................................................

(1.983)

552

(4.358)

515

76

(12.217)

Variação nos ativos e passivos (Aumento) redução dos ativos

LUCRO OPERACIONAL LÍQUIDO .................................... Equivalência patrimonial (nota 8) .....................................

27.364

14.573

10.604

Estoques ............................................................................................ LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA

46

Adiantamentos ...................................................................................

(2.351)

77

(5.887)

(7.706)

(6.055)

Outros ativos circulantes ..................................................................

3.279

(2.718)

(5.590)

(1.557)

E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL ......................................

67.694

59.203

68.621

60.744

Créditos com partes relacionadas ....................................................

729

(4.035)

3.510

(4.035)

Provisão p/ Imposto de Renda (nota 11) .........................

(4.286)

(6.628)

(4.795)

(7.137)

Depósitos judiciais e outros ..............................................................

(12)

(328)

169

(469)

Provisão p/ Contribuição Social (nota 11) .......................

(1.615)

(2.463)

(1.906)

(3.495)

Reversão IRPJ CSLL diferido (nota 11) ..........................

5.184

(7.778)

5.184

(7.778)

Fornecedores e subempreiteiros .......................................................

7.983

(18.410)

Salários e encargos sociais ...............................................................

(3.324)

Impostos e contribuições a recolher .................................................

6.669

(717)

(16.869)

(1.517)

LUCRO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES NO RESULTADO

Aumento (redução) dos passivos 10.081 7.258

4.984 (4.105)

754

5.655 (33.881)

14.886 7.953 (674)

Adiantamentos de clientes ................................................................

(44.212)

11.584

11.584

Outros passivos circulantes .............................................................

(2.890)

6.052

2.821

Provisão para IR, CSLL diferidos .....................................................

(7.302)

3.780

(7.302)

3.780

Caixa líquido proveniente das atividades operacionais ............

(71.024)

115.916

(71.086)

133.987

(951)

E DA REVERSÃO DE JUROS S/ CAPITAL .....................

66.977

42.334

67.104

42.334

Participações nos Lucros .................................................

(4.521)

(3.000)

(4.648)

(3.000)

Reversão de juros sobre o capital próprio ......................

15.522

18.230

15.522

18.230

Adições ao imobilizado .......................................................................

(24.896)

(31.328)

(24.896)

(31.328)

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ...................................

77.978

57.564

77.978

57.564

Adições ao intangível ........................................................................

(159)

(456)

(159)

(456)

Quantidade de ações em circulação ................................

236.039.051

236.039.051

236.039.051

236.039.051

Adições a investimentos ...................................................................

(100)

Lucro por lote de mil ações ..............................................

330

244

330

244

Ajuste valor mercado .........................................................................

(244)

Fluxo de caixa das atividades de investimentos

Dividendos recebidos ........................................................................

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Caixa líquido usado nas atividades de investimentos ................

Juros sobre capital próprio ................................................................ Controladora

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ...................................

77.978 77.978

2012 57.564 57.564

2013 77.978 77.978

Consolidado

Adiantamentos de acionistas para AFAC ...........................................

2012

Dividendos distribuídos .....................................................................

57.564 57.564

Outros resultados abrangentes Resultados não realizados em títulos disponíveis para venda ....................................................................

RESULTADO ABRANGENTE ..............................................

(244)

77.734

(197)

57.367

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

(197) 22.037

(244) 2.579

(197) 3.974

(22.820)

(9.944)

(22.720)

(28.007)

(15.522)

(18.230)

(15.522)

(18.230)

(9.065)

-

(9.065)

(45.977)

(18.654)

(45.977)

Fluxo de caixa das atividades de financiamentos

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE

2013

2.579

-

(244)

77.734

(197)

57.367

(18.654)

Débitos com acionistas .....................................................................

8.274

Financiamentos obtidos .....................................................................

21.172

26.012

(4.849)

21.172

8.276

26.012

(4.849)

Financiamentos amortizados .............................................................

(19.357)

(20.186)

(19.357)

(20.186)

Caixa líquido usado nas atividades de financiamentos .............

(24.087)

(72.295)

(24.085)

(72.295)

Aumento (redução) do caixa e equivalente de caixa ....................

(117.931)

33.677

(117.891)

33.685

No inicio do exercício ........................................................................

191.404

157.727

191.434

157.749

No final do exercício .........................................................................

73.473

191.404

73.543

191.434

Aumento (redução) de caixa e equivalentes ..................................

(117.931)

33.677

(117.891)

33.685

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

8

CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. CNPJ: 17.185.786/0001-61 Belo Horizonte - MG

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em Milhares de Reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. é uma Sociedade Anônima de capital fechado, com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais, e tem como atividade preponderante a execução de serviços de engenharia e construções em geral, atuando ainda em outras atividades relacionadas com o seu objetivo principal. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade e com a Lei das Sociedades por Ações, os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, aplicáveis até 31 de dezembro de 2013. As demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 03 de Abril de 2014. As demonstrações financeiras da companhia compreendem: • As demonstrações financeiras individuais da Controladora elaboradas e apresentadas de acordo com as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil, identificadas como Controladora. • As demonstrações financeiras consolidadas elaboradas e apresentadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), e de acordo com as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil, identificadas como Consolidado. • As demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável ás demonstrações financeiras individuais, somente no que se refere a avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins do IFRS seria custo ou valor justo. Bases de Consolidação e Investimentos em Controladas e Controladas em Conjunto As demonstrações financeiras abrangem as demonstrações financeiras da controladora, das controladas e controladas em conjunto, que são representadas pelas Sociedades em Conta Participação (SCP) descritas na nota 8 e pela controlada CBM Logística Comércio Importação e Exportação Ltda, cujas demonstrações financeiras foram elaboradas para o mesmo período de divulgação que o da Controladora e reconhecidas nas demonstrações financeiras individuais da Companhia pelo método da equivalência patrimonial. A Companhia apresenta nas suas demonstrações financeiras consolidadas, suas participações em sociedades em conta participação (SCP) usando o método de consolidação proporcional. As participações nos ativos, passivos e resultados das Controladas são combinadas com os correspondentes itens nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia, linha a linha. Na consolidação foram eliminadas as participações da Controladora nos patrimônios líquidos das sociedades controladas, bem como os saldos de ativos e passivos, receitas, custos, despesas e lucros não realizados, decorrentes de transações efetuadas entre a Controladora e as sociedades incluídas na consolidação.

a) Os financiamentos contratados referem-se a recursos captados para modernização e ampliação de maquinas, equipamentos e veículos, todos destinados às diversas operações produtivas da empresa. b) Os financiamentos contratados na modalidade Finame estão sujeitos a encargos financeiros - variação monetária equivalente a TJLP mais juros com média ponderada de 2,68% a.a. c) Os financiamentos por Leasing estão sujeitos a encargos equivalentes a variação do CDI + Juros de 0,25% a.m. d) Os financiamentos por CDC estão sujeitos a juros de 10,03% a.a. ou 10,11% a.a. e) Garantias - aval de sócios e alienação fiduciária dos bens adquiridos. f) Os saldos a longo prazo tem os seguintes vencimentos: Ano R$ 2015 .......................................................... 15.659 2016 .......................................................... 13.713 2017 .......................................................... 7.692 2018 .......................................................... 6.394 2019 a 2024 .............................................. 21.502 64.960

6. IMPOSTOS DIFERIDOS A Administração da Companhia, em atendimento ao disposto na NBC T 19.2 – Tributo sobre o lucro, em vigor a partir de 01 de janeiro de 2010, reconheceu, em 2010, os créditos fiscais de imposto de renda e contribuição social, no montante de R$ 7.739 mil, correspondente ao percentual de 34% sobre o montante do prejuízo fiscal do exercício de 2010, de R$ 22.762 mil. Em 2013 foi compensado a totalidade destes créditos fiscais de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 2.119 mil.

11. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL • Corrente O Imposto de Renda é calculado com base no lucro real, sendo os ajustes mais significativos para determinação desta base, a inclusão ou a exclusão permanente dos resultados de equivalência patrimonial. A Contribuição Social é calculada em bases semelhantes às do Imposto de Renda, sendo calculada à alíquota de 9%. No exercício de 2010, foi apurada base de cálculo negativa para estes tributos, sobre a qual foi constituído crédito tributário na forma da NBC.T 19.2. A base e o crédito foram totalmente compensados em 2013. • Diferido O imposto de renda e a contribuição social diferidos foram calculados sobre o valor do ajuste patrimonial (deemed cost) no exercício de 2010 e em 2012 e 2013 sobre os resultados diferidos com obras efetuadas para clientes públicos. 12. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social O capital social totalmente integralizado é de R$ 290.751 mil em 31 de dezembro de 2013 e 2012, dividindo-se em 236.039.051 ações ordinárias nominativas. b) Adiantamento para futuro aumento de capital Sob essa rubrica encontram-se apropriados aportes de recursos efetuados pelos acionistas e destinados a futuro aumento de capital. c) Reservas de retenção de lucros Valor referente ao saldo remanescente de lucros acumulados incorporados na rubrica até que sua destinação seja estabelecida pela Assembléia Geral de Acionistas. d) Ajuste de avaliação patrimonial Sob essa rubrica encontram-se apropriados as contrapartidas do aumento atribuído ao ativo imobilizado, líquido dos impostos diferidos, em decorrência de sua avaliação ao valor justo utilizando o conceito de custo atribuído (deemed cost), conforme previsto nos pronunciamentos técnicos CPC 37 e CPC 43. 13. RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA Controladora Consolidado 2013 2012 2013 2012 Receita de serviços ......................................... 1.263.196 1.055.935 1.283.852 1.103.039 Receita de vendas ........................................... 22.149 17.123 41.331 17.123 (-) Deduções da receita ................................... (93.348) (77.702) (95.198) (80.775) 1.191.997 995.356 1.229.985 1.039.387 14. OUTRAS RECEITAS / DESPESAS OPERACIONAIS Controladora Consolidado 2013 2012 2013 2012 Recuperação de despesas .............................. 107 154 107 154 (-) Perdas de ativos (i) ..................................... (46.444) (61) (46.444) (61) (-) Outras receitas/despesas ........................... (2.216) 157 (2.211) 157 (48.553) 250 (48.548) 250 (i) A perda de ativos refere-se ao distrato ocorrido em novembro de 2013, da parceria no consórcio construtor responsável pela execução do contrato 8500.0000094.11-2 firmado junto a Refinaria Abreu e Lima S.A. 15. DIVIDENDOS / JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO Na forma do estatuto social, aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo de 25% sobre o lucro líquido do exercício ajustado na forma da lei. Os juros sobre o capital, quando aplicável, são calculados com base na Lei 9249/95 e legislação complementar, sendo apropriados como despesa financeira e para fins de apresentação das demonstrações contábeis, esses valores são reclassificados para o patrimônio líquido como se fossem dividendos. 16. SEGUROS A Sociedade mantém política de monitoramento dos riscos inerentes as suas operações. Com base nessa política possui contratos de seguros, considerados suficientes pela Administração, para cobrir eventuais sinistros e riscos de responsabilidade civil. 17. INSTRUMENTOS FINANCEIROS a) Instrumentos financeiros As transações financeiras existentes, envolvem ativos e passivos usuais e pertinentes à atividade econômica da Sociedade, particularmente aplicações financeiras com vencimentos a curto prazo, contas a receber de clientes e empréstimo de cunho operacional. Essas transações são apresentadas no balanço pelos valores de custo, acrescidas das respectivas apropriações de receitas e despesas que, tendo em vista a natureza das transações e os seus períodos de vencimento, se aproximam dos valores de mercado. b) Instrumentos financeiros derivativos Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, a sociedade não executou transações envolvendo instrumentos financeiros na forma de derivativos. 18. GERENCIAMENTO DE RISCOS A política de gestão de riscos da CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. visa contribuir para um adequado balanceamento entre seus objetivos de crescimento e retorno e seu nível de exposição a riscos, quer decorrentes do exercício de suas atividades operacionais, quer decorrentes do contexto em que ela opera, de modo que, através da locação e monitoramento dos seus recursos físicos, financeiros e humanos, possa atingir seus objetivos.

7. DEPÓSITOS JUDICIAIS E OUTROS Sob essa rubrica encontram-se contabilizados depósitos judiciais efetuados para possibilitar a interposição dos recursos administrativos ou judiciais requeridos, conforme aplicável e que podem ser assim resumidos: Controladora Consolidado 2013 2012 2013 2012 Natureza Trabalhista ................................................................. 404 398 481 655 INSS .......................................................................................... 213 213 213 213 ISS ............................................................................................ 333 333 333 333 Outros ....................................................................................... 54 48 54 49 1.004 992 1.081 1.250

(a) Risco de crédito A política de venda da companhia atende às normas de crédito fixadas por sua administração, que procura minimizar os riscos de inadimplência de seus clientes. Esta política consiste na seleção de clientes mediante a análise de crédito, que considera a capacidade de pagamento. Busca-se, através do porte e do histórico de seus clientes, uma forma de minimizar os riscos de inadimplência. (b) Risco de liquidez A CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. utiliza seus recursos principalmente com gastos de capital (Investimentos), amortizações de passivos e pagamento de dividendos. O atendimento a essas necessidades é procedido substancialmente através de recursos gerados internamente e de financiamentos a longo prazo. Estas origens de recursos somadas a forte posição financeira da Companhia permite o cumprimento dos investimentos previstos.

3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Ativos circulante e realizável a longo prazo Os ativos classificados no circulante e no realizável a longo prazo são apresentados pelo valor de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. b) Contas a receber de clientes As contas a receber de clientes incluem faturas e medições de serviços executados e ainda não faturados. c) Investimentos, Imobilizado e Intangível (i) Os investimentos em empresas controladas e controladas em conjunto estão avaliados pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais. (ii) O ativo imobilizado está registrado ao custo de aquisição/formação ou construção corrigido monetariamente até 31/12/1995. Para fins de depreciação, foram utilizadas as taxas fixadas pelas autoridades fiscais. (iii) ICPC 10 - Interpretação Sobre a Aplicação Inicial do Ativo Imobilizado a Sociedade optou por proceder anteriormente ao ajuste dos saldos iniciais do seu ativo imobilizado pelo valor justo dos mesmos utilizando o conceito de custo atribuído (deemed cost), conforme previsto nos pronunciamentos técnicos CPC 37 e CPC 43. Os efeitos da opção realizada estão apresentados ao líquido de impostos, no patrimônio líquido a título de Ajuste de Avaliação Patrimonial, estando os respectivos impostos apresentados no passivo não circulante na rubrica Provisão para IR, CSLL diferidos. (iv) Os ativos intangíveis com vida útil definida são mensurados ao custo de aquisição e, posteriormente, deduzidos da amortização acumulada. A Companhia avalia, ao menos anualmente, se há alguma indicação de redução ao valor recuperável de seus ativos. Em 2013 e 2012 não foram identificados indícios de que tais ativos possam ter sofrido desvalorização. d) Passivos circulante e não circulante São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. e) Uso de estimativas A preparação das demonstrações contábeis requer que a administração efetue estimativas e adote premissas, no seu melhor julgamento, que afetam os montantes apresentados de ativos e passivos, assim como os valores de receitas, custos e despesas. Os valores reais podem diferir daqueles estimados. f) Apuração do resultado O resultado é apurado pelo regime de competência. 4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2013 667 72.806 73.473

Caixa e Bancos ........................................................................ Aplicações de Liquidez imediata ..............................................

Controladora 2012 1.886 189.518 191.404

2013 737 72.806 73.543

Consolidado 2012 1.906 189.528 191.434

As disponibilidades bancárias e as aplicações financeiras são mantidas em bancos de primeira linha ou em fundos de investimentos de alta liquidez, que são prontamente conversíveis, em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. 5. CRÉDITOS COM PARTES RELACIONADAS Os créditos com pessoas ligadas nas datas dos balanços podem ser assim demonstrados: Controladora 2013 2012 Cia. Energética Chapecó ......................................................... 26.488 26.488 CBM Logística .......................................................................... 2.781 3.495 Outros ....................................................................................... 1.082 1.097 30.351 31.080

8. INVESTIMENTOS 2013 51.537 24.722 862 77.121

Participação em coligadas (i) ................................................... Controladas em conjunto (ii) .................................................... Outros investimentos ...............................................................

Controladora 2012 43.512 7.862 862 52.236

(i) Informações sobre as empresas coligadas não incluídas na consolidação: Patrimônio Participação Líquido no Capital Ajustado Equivalência Ágio Social da Coligada Patrimonial (Deságio) Companhia Energética Chapecó ........................ 41,00% 63.178 25.903 Viasolo Eng. Ambiental S.A. .............. 49,00% 27.003 13.232 1.879 5 Vias Participações ...... 32,71% 3.469 1.135 Essencis MG Soluções Ambientais ..................... 33,33% 25.364 8.454 SCP CBM Revita .......... 49,00% 1.907 934 49.658 1.879

2013 26.488 1.082 27.570

Consolidado 2012 26.488 3.495 1.097 31.080

Consolidado 2012 43.512 862 44.374

Valor Contábil

Resultado da Equivalência

25.903

4.761

MARCO PAULO RODRIGUES RIBEIRO CONTADOR CRCMG 87.256/O-9

15.111 1.135

1.679 2.212

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8.454 934 51.537

1.704 248 10.604

(ii) Informações sobre as empresas controladas e controladas em conjunto incluídas na consolidação: Patrimônio Participação Líquido no Capital Ajustado da Equivalência Valor Resultadoda Social Controlada Patrimonial Contábil Equivalência CBM Logística ......... 100,00% 10.465 10.465 10.465 10.365 SCP Pró MG ............ 69,47% 12.135 8.430 8.430 4.061 SCP Betim II ........... 70,00% 8.325 5.827 5.827 2.334 24.713 24.722 16.760 27.364 As demonstrações contábeis da coligada Cia. Energética Chapecó são auditadas por auditores independentes. As demonstrações contábeis da Viasolo Eng. Ambiental S.A e da Essencis MG Soluções Ambientais, foram objetos de revisão especial até o limite necessário para formarmos opinião quanto a esses investimentos. 9. IMOBILIZADO Imóveis e edificações .................................. Máquinas e equipamentos p/ construção civil ............................................ Equipamentos de transporte ......................... Móveis, utensílios e equipamentos de informática ...................... Aeronaves ..................................................... Ativos a classificar .......................................

2012 3.964 172.611 117.916

Adições -

Baixas -

Transf. -

1.387 22.739

(26.302) (2.094)

113 -

2013 3.964 147.809 138.561

5.227 768 (302) 5.693 15.179 15.179 113 2 (113) 2 315.010 24.896 (28.698) 311.208 Depreciações acumuladas ............................ (165.101) (34.577) 25.982 (173.696) 149.909 (9.681) (2.716) 137.512 O ativo imobilizado consolidado apresenta a mesma composição representada acima A Companhia, na forma do CPC-27, procedeu à revisão dos critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada dos itens que compõem seu imobilizado para fins de cálculo da depreciação. Os resultados obtidos nesta revisão não apresentaram divergência significativa em relação às taxas de depreciação anteriormente praticadas, nem qualquer necessidade de constituição de provisão quanto à perda de valor em relação ao valor recuperável destes ativos. Considerando o estudo efetuado, a administração da companhia entendeu pela não necessidade de modificação dos critérios utilizados para depreciação neste exercício. Na forma da Lei 6404/76, Art. 183, § 3º, Incisos I e II a Companhia continuará a efetuar análises dos valores registrados no imobilizado e vida útil estimada para cálculo da depreciação, ajustando-os quando necessário. 10. EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS

Finame .................................. Leasing ................................. CDC ......................................

2013 Circulante 7.836 1.205 4.586 13.627

Controladora e Consolidado 2013 2012 Não Circulante Circulante 56.268 7.225 1.569 1.283 7.123 5.824 64.960 14.332

GUILHERME MOREIRA TEIXEIRA DIRETOR PRESIDENTE

2013 51.537 862 52.399

2012 Não Circulante 43.473 13.687 57.160

ORLANDO CAVALCANTI LOBATO DIRETOR VICE PRESIDENTE AMÉRICO RENE GIANNETTI NETO DIRETOR RODRIGO GORGULHO DE VASCONCELLOS LANNA DIRETOR ALICIA MARIA GROSS FIGUEIRÓ DIRETORA

Aos Diretores e Acionistas da CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A, identificadas como Controladora e Consolidado, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas Responsabilidade da administração da Sociedade sobre as demonstrações financeiras A administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorções relevantes. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidos pelo IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da CONSTRUTORA BARBOSA MELLO S.A. essas práticas diferem das IFRS, aplicável ás demonstrações financeiras individuais, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seriam avaliados ao custo ou valor justo. Belo Horizonte, 03 de abril de 2014. AUDSÉRVICE - AUDITORES ASSOCIADOS S.S. CRC - 01 - MG 4553 – O Antônio Lúcio Pereira Santos Sócio Responsável Contador - CRC-MG - 19.407 – O


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012

9

EM MILHARES DE REAIS, EXCETO QUANDO INDICADO DE OUTRA FORMA

BALANÇOS PATRIMONIAIS

Nota explicativa

ATIVO CIRCULANTE Caixa e equivalente de caixa Contas a receber de partes relacionadas Contas a receber de terceiros Estoques Impostos e contribuições a recuperar Despesas antecipadas Outros ativos Total do ativo circulante

2013

3 7 4 5

NÃO CIRCULANTE Impostos e contribuições a recuperar Impostos diferidos ativos Adiantamento a fornecedor - parte relacionada Despesas antecipadas Outros ativos a receber Imobilizado Intangível Total do ativo não circulante

5 12 7

6 6

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO CIRCULANTE Fornecedores Outros passivos Empréstimos e financiamentos Arrendamento financeiro Empréstimos de partes relacionadas Total do passivo circulante

2012

269.634 520.148 2.924 444.367 186.854 14.980 59.660 1.498.567

20.785 96.278 4.013 349.448 31.020 6.983 10.461 518.988

352.396 465.991 295.450 34.372 4.079 5.849.626 13.268 7.015.182

422.442 452.023 242.321 35.290 4.141 5.844.727

NÃO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos Arrendamento financeiro Empréstimos de partes relacionadas Outros passivos Total do passivo não circulante

8.513.749

7.519.932

14

Custo das vendas Custos extraordinários 15

LUCRO (PREJUÍZO) BRUTO

2013

2012

Vendas

15

PREJU Í ZO ANTES DAS RECEITAS (DESPESAS) FINANCEIRAS RESULTADO FINANCEIRO

1.293.728

331.471

(1.004.062)

(288.009)

(214.464)

(402.439)

(1.218.526)

(690.448)

75.202

(358.977)

(49.509) (107.600) (9.851) (2.260) (169.220)

(26.905) (148.098) (544) (2.836) (178.383)

Despesas financeiras Variações cambiais ativas Variações cambiais passivas PREJUÍZO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

(94.018)

(537.360)

13.964

7.907

(201.560)

(143.260)

46.463

7.853

(47.604)

(3.097)

(188.737)

(130.597)

(282.755)

(667.957)

-

2.329

10.327

217.423

10.327

219.752

(272.428)

(448.205)

Diferidos 12 PREJUÍZO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

3.044.568

5.376.000 15.778 (8.355) (1.184.649) 4.198.774

5.376.000 12.366 (781) (912.221) 4.475.364

8.513.749

7.519.932

13 18

Nota explicativa

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Captação de empréstimos e financiamentos Captação de empréstimos de partes relacionadas Pagamento de empréstimos, financiamentos e leasing financeiro

2.6

2.6

18

18

-

5.376.000

SALDOS EM 31 SALDOS DE DEZEMBRO EM 31 DEDE DEZEMBRO 2012 DE 2012 2.6 2.2

2.6 2.2

18

18

-

5.376.000

5.376.000 5.376.000 5.376.000

672.015

2013

2012

(272.428)

(448.205)

(10.327) 162.723 1.299 6.700 2.736 14.080 3.412 (91.805)

(217.423) 114.354 2.750 2.474 24.437 4.826 (516.787)

7 4 7 5

(422.780) (89.857) (53.129) (85.789) (7.079) (49.137) (707.771)

(72.212) (229.516) (58.870) (132.225) 9.844 (6.583) (489.562)

8

35.415 (199.379) 79.038 (84.926)

(147.724) (142.521) 7.294 (282.951)

(884.502)

(1.289.301)

6

(182.189) (182.189)

(287.815) (287.815)

10 7 10 / 11

928.501 475.000 (87.961) 1.315.540

387.004 1.135.000 (50.479) 1.471.525

248.849

(105.591)

20.785 269.634 248.849

126.376 20.785 (105.591)

12 6 10 / 11 2.14

AUMENTO (REDUÇÃO) LÍQUIDA DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

Contribuição da Contribuição Ajuste da de avaliação Ajuste de avaliação Prejuízos Prejuízos Nota Capital Subscrito Capital Subscrito Total explicativa controladora controladorapatrimonial patrimonial acumulados acumulados 5.376.000

SALDOS EM 31 SALDOS DE DEZEMBRO EM 31 DEDE DEZEMBRO 2011 DE 2011

Total

7.540

7.540

(1.653)

(1.653) (464.016)

(464.016) 4.917.871

4.917.871

4.826 4.826

4.826 4.826

872 872 -

-(448.205) 872 872 (448.205) -

(448.205)(448.205) 872 (448.205)(447.333) 4.826 4.826

(448.205) 872 (447.333) 4.826 4.826

12.366

12.366

(781)

(781) (912.221)

(912.221) 4.475.364

4.475.364

3.412 3.412

3.412 3.412

(7.069) (505) (7.574) -

-(272.428) (7.069) (505) (7.574) (272.428) -

(272.428)(272.428) (7.069) (505) (272.428)(280.002) 3.412 3.412

15.778

15.778

(8.355)

(8.355) (1.184.649) (1.184.649) 4.198.774

Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa No início do período No final do período

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 1 - INFORMAÇÕES GERAIS Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil Ltda. (“Empresa” ou “VSB”), fundada em 2007, é uma joint venture dos grupos Vallourec (França), Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation (a partir da fusão com a empresa Sumitomo Metal Industries Ltd que ocorreu em 1º de outubro de 2012) e Sumitomo Corporation (Japão), cujas participações societárias estão apresentadas na nota explicativa 13. A Empresa tem como atividade principal a produção e comercialização de tubos de aço sem costura para utilização, principalmente, nas atividades de extração e transporte de petróleo e gás, bem como a produção e comercialização de pelotas de minério de ferro. A sede industrial da empresa está situada no município de Jeceaba, no estado de Minas Gerais. Em 2010, a Vallourec & Mannesmann Tubes transferiu 27% do capital social da VSB para a Vallourec Tubos do Brasil S.A. (anteriormente V&M do Brasil S.A.). Em 2011, a Sumitomo Metal Industries Ltda. transferiu 19% do capital social que detinha na Empresa para a Sumitomo Metal do Brasil Ltda (atualmente Nippon Steel & Sumikin Tubos do Brasil Ltda.), por meio de um aumento de capital, que foi considerado, para fins contábeis, como uma transação entre empresas sob controle comum. Em 1º de setembro de 2011, ocorreu a inauguração da Empresa, cuja construção iniciou-se no ano de 2007. A Empresa tem como objetivo atender a demanda de tubos dos grupos econômicos que compõem a joint venture. A produção e as vendas são efetuadas em consonância com as necessidades desses grupos e são cobertas por um compromisso firme de compra de longo prazo, que é a base do plano de negócios da Empresa e que está alinhado com o correspondente plano de negócios dos acionistas. A operação das usinas de produção de aço, laminação e acabamento encontrase na fase de ramp-up, a qual é caracterizada pelo aumento gradativo dos volumes de produção e venda. Em 2012 e 2013, a empresa operou nessas circunstâncias e, consequentemente, registrou custos de ociosidade e apresentou prejuízos, o que já estava previsto no planejamento estratégico aprovado pelos acionistas. A ociosidade vem sendo reduzida na medida em que a Empresa obtém as certificações dos clientes que permitem a efetivação das vendas e, também, implementa e aprimora os processos internos, visando uma maior produtividade, procedimento usual na fase de ramp-up. Além das áreas produtivas citadas anteriormente, que estão em operação desde a inauguração em setembro de 2011, a planta de pelotização de minério de ferro, que compõe o parque industrial da Empresa, estava em fase de construção em 31 de dezembro de 2012. Durante o 1º trimestre de 2013 esta unidade de produção foi inaugurada e iniciou-se a comercialização de pelotas de minério de ferro no mercado interno logo após este período, ou seja, em maio de 2013. A Empresa irá também consumir pelotas em seu processo produtivo maximizando a utilização de seu parque industrial e efetivando, por completo, o plano de utilização dos créditos tributários.

3

DEMONSTRAÇÕES DE OUTROS RESULTADOS ABRANGENTES Nota Explicativa

PREJUÍZO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (272.428) (7.069) Outros resultados abrangentes (505) Itens que não serão reclassificados substancialmente para a Demonstração de Resultado (280.002) Remensuração de obrigações de planos de benefícios definidos - CPC 33 (R1) 3.412 3.412 Itens que poderão ser reclassificados substancialmente para a Demonstração de Resultado, líquido de impostos 4.198.774 "Hedges" de fluxo de caixa Ajustes para valores transferidos para o saldo inicial de itens objeto de hedge RESULTADO ABRANGENTE TOTAL DO EXERCÍCIO

diario-do-comercio_29,7x52 v8.indd 2

Nota explicativa

9

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Aquisição de imobilizado

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÎQUIDO

SALDOS EM 31 SALDOS DE DEZEMBRO EM 31 DEDE DEZEMBRO 2013 DE 2013

4.314.975

FLUXO DE CAIXA LÍQUIDO CONSUMIDO PELAS ATIVIDADES OPERACIONAIS

Corrente

Prejuízo líquidoPrejuízo do exercício líquido do exercício Efeito do hedge Efeito accounting do hedge accounting Ajuste CPC 33Ajuste (R1) -CPC Benefícios 33 (R1)a -empregados Benefícios a empregados Resultado abrangente Resultadototal abrangente do exercício total do exercício Contribuição da Contribuição controladora da controladora Total de contribuições Total de contribuições e distribuições e distribuições para os acionistas para os acionistas

214.662 428.240 1.727.000 2.651 2.372.553

Aumento (redução) dos passivos operacionais Fornecedores Juros pagos Outros passivos

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

Prejuízo líquidoPrejuízo do exercício líquido do exercício Efeito do hedge Efeito accounting do hedge accounting Resultado abrangente Resultadototal abrangente do exercício total do exercício Contribuição da Contribuição controladora da controladora Total de contribuições Total de contribuições e distribuições e distribuições para os acionistas para os acionistas

162.140 392.799 2.202.000 16.885 2.773.824

(Aumento) redução dos ativos operacionais Contas a receber Estoques Adiantamento a fornecedor Impostos a recuperar Despesa antecipada Outros ativos

16

Receitas financeiras

10 11 7 9

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Prejuízo líquido do exercício Ajustes para conciliar o resultado ao caixa e equivalentes de caixa consumido pelas atividades operacionais Imposto de renda e contribuição social diferido Depreciação do imobilizado e amortização do intangível Baixa do imobilizado Amortização de despesa antecipada Encargos financeiros e variação cambial sobre financiamentos, empréstimos e obrigações Provisões Contribuições das controladoras

DESPESAS OPERACIONAIS Gerais e administrativas Depreciações (parte não incluída nos custos) Outras

162.755 69.825 403.995 35.440

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA

Nota explicativa

CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS

2012

198.170 148.863 1.157.415 35.440 1.263 1.541.151

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO

RECEITA LÍQUIDA DAS VENDAS

2013

8 9 10 11 7

Total do passivo

7.000.944

PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social (+) Contribuição da controladora (-) Ajuste de avaliação patrimonial (-) Prejuízos acumulados Total do patrimônio líquido TOTAL DO ATIVO

Nota explicativa

2013

2012

(272.428)

(448.205)

2.2

(505)

2.6

-

(7.069)

872

(280.002)

(447.333)

EM MILHARES DE REAIS, EXCETO QUANDO INDICADO DE OUTRA FORMA

Adicionalmente, desde 1º de janeiro de 2013, a Empresa conta com o apoio financeiro dos acionistas, através de um contrato de reembolso de custos para arcar com uma parcela dos custos fixos da usina, ensejando o adequado equilíbrio financeiro da operação. 2 - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS As políticas contábeis descritas abaixo estão aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nessas demonstrações financeiras. 2.1 - DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com observância às disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, nas alterações trazidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 2.2 - ADOÇÃO DAS PRÁTICAS CONTÁBEIS NOVAS E REVISADAS Os seguintes pronunciamentos foram adotados pela primeira vez para o exercício iniciado em 1º de janeiro de 2013, porém não houve impactos materiais para as demonstrações financeiras da empresa. • CPC 26 (R1) - “Apresentação das Demonstrações Contábeis” - A principal mudança para 2013 é o agrupamento dos itens apresentados na “Demonstração do resultado abrangente” com base na possibilidade de serem ou não potencialmente reclassificáveis para o resultado em momento subsequente. • CPC 33 (R1) - “Benefícios a Empregados” - As seguintes mudanças ocorreram nas políticas contábeis da empresa: o reconhecimento imediato dos custos de serviços passados, os quais são levados ao resultado do exercício independentemente de os benefícios terem sido adquiridos pelo empregado ou não; mensuração dos custos/ganhos financeiros sobre os passivos/ativos do plano de benefício definido em base líquida. • CPC 46 - “Mensuração do Valor Justo” tem por objetivo aprimorar a consistência e reduzir a complexidade da mensuração ao valor justo, fornecendo uma definição mais precisa e uma única fonte de mensuração do valor justo e suas exigências de divulgação.

2.3 - BASE DE ELABORAÇÃO As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros mensurados pelos seus valores justos, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos.

2.4 - MOEDA FUNCIONAL A Administração da Empresa definiu que sua moeda funcional é o real de acordo com as normas descritas no CPC 02 - Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis. Transações em moeda estrangeira isto é, todas aquelas que não realizadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira são convertidos para a moeda funcional pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos monetários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira, são convertidos com base nas taxas de câmbio das datas das transações ou nas datas de avaliação ao valor justo quando este é utilizado. As variações cambiais sobre itens monetários são reconhecidas no resultado, no período em que ocorrerem, exceto as variações cambiais decorrentes de transações em moeda estrangeira designadas para proteção (hedge) contra riscos de mudanças nas taxas de câmbio (vide abaixo nota explicativa nº 2.6 abaixo sobre as políticas de hedge). 2.5 - ESTIMATIVAS A preparação das demonstrações financeiras requer que a Administração da Empresa efetue estimativas e adote premissas no seu melhor julgamento, que afetam os montantes apresentados de ativos e passivos, assim como os valores de custos e despesas. Ativos e passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem a determinação do valor residual do ativo imobilizado, projeções de resultados para suportar a realização de impostos diferidos ativos e outros impostos a recuperar, mensuração de instrumentos financeiros, custos extraordinários e ativos e passivos relacionados a benefícios a empregados. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados em razão de imprecisões inerentes ao processo da sua determinação. A Empresa revisa as estimativas e as premissas pelo menos anualmente. 2.6 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS ATIVOS FINANCEIROS

Os ativos financeiros estão classificados nas seguintes categorias específicas: ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado, empréstimos e recebíveis. A classificação depende da natureza e finalidade dos ativos financeiros e é determinada na data do reconhecimento inicial. ATIVOS FINANCEIROS AO VALOR JUSTO POR MEIO DO RESULTADO

Os ativos financeiros a valor justo por meio do resultado incluem ativos financeiros mantidos para negociação e ativos financeiros designados no reconhecimento inicial a valor justo por meio do resultado. Quaisquer ganhos ou perdas resultantes deste ativo são reconhecidos no resultado. .

25/04/14 09:59


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

Um ativo financeiro é classificado como mantido para negociação se: • For adquirido principalmente para ser vendido a curto prazo; ou

VENDAS DE PRODUTOS

A receita de vendas de produtos é reconhecida quando todas as seguintes condições forem satisfeitas:

• No reconhecimento inicial é parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados que a Empresa administra em conjunto e possui um padrão real recente de obtenção de lucros a curto prazo; ou

• a Empresa transferiu ao comprador os riscos e benefícios significativos relacionados à propriedade dos produtos; • a Empresa não mantém envolvimento continuado na gestão dos produtos vendidos em grau normalmente associado à propriedade nem controle efetivo sobre tais produtos;

• For um derivativo que não tenha sido designado como um instrumento de hedge efetivo.

• o valor da receita pode ser mensurado com confiabilidade;

EMPRÉSTIMOS E RECEBÍVEIS

Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis e que não são cotados em um mercado ativo. Os empréstimos e recebíveis (inclusive valores a receber de clientes) são mensurados pelo valor de custo amortizado utilizando o método de juros efetivos, deduzidos de qualquer perda por redução do valor recuperável. A receita de juros é reconhecida através da aplicação da taxa de juros efetiva, exceto para créditos de curto prazo quando o reconhecimento dos juros seria imaterial. REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS FINANCEIROS

Ativos financeiros, exceto aqueles designados pelo valor justo por meio do resultado, são avaliados por indicadores de redução ao valor recuperável no final de cada período de relatório. As perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas se, e apenas se, houver evidência objetiva da redução ao valor recuperável do ativo financeiro como resultado de um ou mais eventos que tenham ocorrido após seu reconhecimento inicial, com impacto nos fluxos de caixa futuros estimados desse ativo. EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS

Os empréstimos e financiamentos são mensurados pelo valor de custo amortizado utilizando o método de juros efetivos ou pelo valor justo, no caso de instrumentos derivativos. BAIXA DE ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS

A Empresa baixa um ativo financeiro, apenas quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa provenientes desse ativo expiram, ou transfere o ativo, e substancialmente todos os riscos e benefícios da propriedade para outra empresa. Na baixa de um ativo financeiro em sua totalidade, a diferença entre o valor contábil do ativo e a soma da contrapartida recebida e a receber é reconhecida no resultado. A baixa de passivos financeiros ocorre somente quando as obrigações da Empresa são extintas e canceladas ou quando vencem. A diferença entre o valor contábil do passivo financeiro baixado e a contrapartida paga e a pagar é reconhecida no resultado. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS

A Empresa possui instrumentos financeiros derivativos para administrar a sua exposição a riscos de câmbio, conforme política definida. Certos instrumentos financeiros derivativos são designados como hedge de fluxo de caixa. Os derivativos são inicialmente reconhecidos ao valor justo na data de contratação e são posteriormente mensurados pelo valor justo no encerramento do exercício. HEDGE DE FLUXO DE CAIXA

A parte efetiva das mudanças no valor justo dos derivativos que for designada e qualificada como hedge de fluxo de caixa é reconhecida em outros resultados abrangentes e acumulada na rubrica “ajuste de avaliação patrimonial”. Os ganhos ou as perdas relacionados à parte inefetiva são reconhecidos imediatamente no resultado financeiro. Os valores anteriormente reconhecidos em outros resultados abrangentes e acumulados no patrimônio são reclassificados para o resultado no período em que o item objeto de hedge é registrado no resultado, na mesma rubrica da demonstração do resultado em que tal item é identificado. Entretanto, quando uma transação prevista objeto de hedge resulta no reconhecimento de um ativo ou passivo não financeiro, os ganhos e as perdas anteriormente registrados em outros resultados abrangentes e acumulados no patrimônio são transferidos para a mensuração inicial do custo desse ativo ou passivo. A contabilização de hedge é descontinuada quando a Empresa cancela a relação de hedge, o instrumento de hedge vence ou é vendido, rescindido ou executado, ou não se qualifica mais como contabilização de hedge. Quaisquer ganhos ou perdas reconhecidos em outros resultados abrangentes e acumulados no patrimônio naquela data permanecem no patrimônio e são reconhecidos quando a transação prevista for finalmente reconhecida no resultado. Quando não se espera mais que a transação prevista ocorra, os ganhos ou as perdas acumulados e diferidos no patrimônio são reconhecidos imediatamente no resultado. Os efeitos do hedge líquidos de impostos registrados na rubrica de ajustes de avaliação patrimonial no exercício de 2013 foram de R$7.069.

• é provável que os benefícios econômicos associados à transação fluirão para a Empresa; e • os custos incorridos ou a serem incorridos relacionados à transação podem ser mensurados com confiabilidade.

Mais especificamente, a receita de venda de produtos é reconhecida quando os produtos são entregues e a titularidade legal é transferida. 2.12 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL O imposto de renda e a contribuição social são calculados com base na legislação vigente, considerando as adições e exclusões legais previstas. Sobre as adições temporárias que se tornarão dedutíveis quando realizadas e prejuízo fiscal, são constituídos créditos tributários diferidos. Também são constituídos débitos tributários diferidos sobre as exclusões temporárias, as quais serão tributadas quando cessarem as condições que atualmente afastam a tributação. A recuperação do saldo dos impostos diferidos ativos é revisada no final de cada período de relatório e, quando não for mais provável que lucros tributáveis futuros estarão disponíveis para permitir a recuperação de todo o ativo, ou parte dele, o saldo do ativo é ajustado pelo montante que se espera que seja recuperado. Os impostos correntes e diferidos são reconhecidos no resultado, exceto quando corresponderem a itens registrados em “Outros resultados abrangentes”, ou diretamente no patrimônio líquido, caso em que os impostos correntes e diferidos também são reconhecidos em “Outros resultados abrangentes” ou diretamente no patrimônio líquido, respectivamente. 2.13 - BENEFÍCIOS A EMPREGADOS Os custos de patrocínio de plano de pensão são reconhecidos como despesas por se tratar de planos de contribuição definida. Os demais benefícios definidos pós-emprego são contabilizados em atendimento ao CPC 33 (Benefícios a empregados), com base em relatório atuarial. A remensuração, que inclui ganhos e perdas atuariais, o efeito das mudanças no teto do ativo (se aplicável) e o retorno sobre ativos do plano, é refletida imediatamente no balanço patrimonial como um encargo ou crédito reconhecido em outros resultados abrangentes no período em que ocorrem. 2.14 – CONTRIBUIÇÃO DA CONTROLADORA Os efeitos do plano de remuneração baseado em ações são calculados com base no valor justo e reconhecidos no patrimônio líquido e na demonstração de resultados, conforme as condições contratuais sejam atendidas, conforme requerido no ICPC 05 (Interpretação sobre o Pronunciamento Técnico CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações - Transações de Ações do Grupo e em Tesouraria que envolve instrumentos patrimoniais da controladora). 2.15 – CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS Os custos de empréstimos atribuíveis diretamente à aquisição, construção ou produção de ativos qualificáveis, os quais levam, necessariamente, um período de tempo substancial para ficarem prontos para uso ou venda pretendida, são acrescidos ao custo de tais ativos até a data em que estejam prontos para o uso ou a venda pretendida. Os ganhos, quando existentes, sobre investimentos decorrentes da aplicação temporária dos recursos obtidos com empréstimos específicos, ainda não gastos com o ativo qualificável, são deduzidos dos custos com empréstimos elegíveis para capitalização. Todos os outros custos com empréstimos são reconhecidos no resultado do período em que são incorridos. 2.16 – PROVISÕES As provisões são reconhecidas para obrigações presentes (legal ou construtiva) resultante de eventos passados, em que seja possível estimar os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações requeridas para liquidar a obrigação no final de cada período de relatório, considerando-se os riscos e as incertezas relativos à obrigação.

Depósitos à vista Aplicações financeiras

CONTAS A RECEBER E A PAGAR INDEXADAS

As contas a receber e a pagar, indexadas em moeda estrangeira, estão atualizadas à taxa de câmbio vigente na data de encerramento do balanço. As demais contas sujeitas à indexação encontram-se atualizadas de acordo com os índices estabelecidos contratualmente. Os ganhos e as perdas cambiais e variações monetárias são reconhecidos no resultado. ESTOQUES

Os estoques estão avaliados ao custo histórico de aquisição ou de produção e, quando aplicável, deduzidos de provisão para ajustá-los ao valor de realização. SAQUES DE EXPORTAÇÃO DESCONTADOS E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

Encontram-se registrados pelos valores principais contratados, acrescidos das variações cambiais e juros incorridos até a data do balanço. Os saques de exportação descontados (ACEs) e os adiantamentos sobre contratos de câmbio (ACCs) são registrados na rubrica “Empréstimos e financiamentos” no passivo circulante.

2.10 - ARRENDAMENTO Os arrendamentos, em cujos termos a Empresa assume os riscos e benefícios inerentes a propriedade, são classificados como arredamentos financeiros. No reconhecimento inicial, o ativo arrendado é medido pelo valor igual ao menor valor entre o seu valor justo e o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento. Após o reconhecimento inicial, o ativo é registrado de acordo com a política contábil aplicável. Cada parcela paga do arrendamento é alocada, parte ao passivo e parte aos encargos financeiros, para que, dessa forma, seja obtida uma taxa constante sobre o saldo da dívida em aberto. As obrigações correspondentes, líquidas dos encargos financeiros, cujas parcelas são liquidadas no prazo superior a 365 dias, são incluídas em contas do passivo não circulante. Os juros das despesas financeiras serão reconhecidos na demonstração do resultado durante o período do arrendamento, para produzir uma taxa periódica constante de juros sobre o saldo remanescente do passivo para cada período. O imobilizado adquirido por meio de arrendamentos financeiros é depreciado durante a vida útil do ativo. Os outros arrendamentos são arrendamentos operacionais e, os ativos arrendados não são reconhecidos no balanço patrimonial, sendo reconhecidos no resultado do exercício de maneira linear pelo prazo contratual. 2.11 - RECONHECIMENTO DE RECEITA A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de quaisquer estimativas de devoluções, descontos comerciais e/ou bonificações concedidos ao comprador e outras deduções similares.

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7 - PARTES RELACIONADAS As operações entre a Empresa e as partes relacionadas foram realizadas em condições estabelecidas entre as partes. Os saldos existentes em 31 de dezembro de 2013 e 2012 são como seguem: 2013

Controladora e empresas ligadas Adiantamentos a fornecedores Vallourec Florestal Clientes Nippon Steel & Sumikin Tubos Nippon Steel & Sumitomo Metal Vallourec Uruguay Vallourec Oil&Gas Vallourec Middle East Vallourec Deutschland GmbH Vallourec Tubos do Brasil S.A. Vallourec Mineração Ltda. Variação cambial contas a receber ** Fornecedores Vallourec Tubos do Brasil S.A. Vallourec Mineração Ltda. Vallourec Tubes France - Aymeries Vallourec Oil&Gas Vallourec Florestal Nippon Steel & Sumitomo Vallourec Deutschland GmbH Outras créditos e obrigações Nippon Steel & Sumitomo Vallourec Tubos do Brasil S.A.* Vallourec & Mannesmann France *

Débitos no ativo circulante 2.372 291.048 54.997 99.262 3.717 32.393 11.696 11.395 506.880 13.268 10 520.158

2012 246 20.539

269.634

20.785

Circulante Produtos acabados Produtos em elaboração Matérias primas e materiais de consumo Ferramentas, peças e materiais de manutenção Importação em andamento para estoque Adiantamento a fornecedores Obsolescência e ajuste ao valor de mercado

2013 81.170 158.922 93.183 122.335 3.665 (14.908) 444.367

2012 116.158 121.986 59.487 67.365 3.648 774 (19.970) 349.448

Circulante Não circulante

2012 182.215 208.097 45.179 16.418 1.553 453.462

186.854 352.396 539.250

31.020 422.442 453.462

Terrenos Galpões da usina e benfeitorias Máquinas e instalações Equipamentos industriais e comerciais Leasing financeiro Obras e importações em andamento Outros Total do Imobilizado Intangível - Direito de uso

30 20 20 20 10

Movimentação da depreciação Terrenos Galpões da usina e benfeitorias Máquinas e instalações Equipamentos industriais e comerciais Leasing financeiro Outros Total do Imobilizado Intangível - Direito de uso Total

Adições

932.476 3.284.386 48.110 633.442 1.100.340 2.719 6.001.473

3

Total

192 6.001.665

Vida útil em anos

-

-

-

-

-

-

-

58.005 903 23.106 9.738 1.356 3.817 (647) 96.278

-

2.170 7.445 1.781 748 83 23.607 5.591 41.425

-

-

-

295.450

5.691 -

969.436 1.233.827 -

45.963 58.499 -

774 -

47.116

2.203.263

104.462

97.052

2012

625 6.525 117.615 1.919 51.234 4.271 182.189 182.189

Adições

Transferência 13.179 180.863 137.743 21.145 (381.270) 9.236 (19.104)

Baixa

2013

(1.568) (1.568)

19.104

-

-

(1.568)

Transferência

Baixa

Débitos no ativo não circulante 242.321 242.321

Créditos no passivo circulante

Créditos no passivo não circulante

Despesa financeira

-

-

-

-

-

-

-

-

1.568 39 3.300 23.845 5.223 33.975

-

-

242.321

6.054 -

759.880 967.120 -

29.180 37.139 -

40.029

1.727.000

66.319

VALLOUREC TUBOS DO BRASIL S.A.

Além dos saldos demonstrados acima, no transcorrer do exercício de 2013, a Empresa ligada Vallourec Tubos do Brasil prestou serviços administrativos para VSB que totalizou o montante de R$3.321 em 2013 (R$6.893 em 2012), registrados no resultado do exercício. Estes serviços referem-se, principalmente, a atividade de consultoria administrativa. Adicionalmente, conforme explicado na nota explicativa nº1, a Empresa mantém contrato de reembolso de custos com seus acionistas que arcam com uma parcela dos custos fixos da usina. Em 2013, a empresa registrou reembolso de despesa no resultado no exercício no valor de R$85.151. Deste total, R$13.268 compõe o saldo de outros créditos a receber em 31 de dezembro de 2013. Esta transação não ocorreu em 2012. VALLOUREC FLORESTAL LTDA

Como resultado do início de execução dos projetos florestais pela parte relacionada Vallourec Florestal Ltda., em 2013 a Empresa efetuou um adiantamento no montante de R$53.129 que, adicionalmente aos R$242.321 adiantados em anos anteriores, somam um total de R$295.450. Desta forma, recursos financeiros estão sendo providos para auxiliar, neste momento, no custeio de plantio e manutenção de florestamento. Estes adiantamentos serão liquidados, a partir de 2015, por meio de fornecimento de carvão vegetal. VALLOUREC DEUTSCHLAND E NIPPON STEEL & SUMITOMO METALS CORPORATION

Os valores a pagar à Vallourec Deutschland e Nippon Steel & Sumitomo Metals Corporation em 31 de dezembro de 2013 referem-se à totalidade dos serviços prestados no exercício findo naquela data, no gerenciamento das atividades e suporte técnico relacionadas ao início das operações da Empresa. EMPRÉSTIMOS DE ACIONISTAS

Em 31 de dezembro de 2013, a Empresa possui empréstimos junto aos acionistas controladores, Nippon Steel and Sumikin Tubos do Brasil Ltda. e Vallourec Tubos do Brasil, no valor de R$2.203.263 em moeda nacional, atualizados a taxa de 5,0% ao ano, com vencimento nos anos de 2015 a 2030, conforme demonstrado abaixo:

Vencimentos 2014 2015 2016 2017 2018 2019 a 2021* 2022 a 2029** 2030

2013 1.263 50.000 50.000 50.000 400.000 300.000 1.200.000 152.000 2.203.263

* R$100.000 por ano ** R$150.000 por ano Em atendimento ao CPC 20 – Custos de Empréstimos, a medida que a Empresa toma emprestados recursos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável, deve ser determinado o montante dos custos capitalizáveis, como sendo aqueles efetivamente incorridos sobre tais empréstimos durante o período. Para a totalidade de despesas financeiras incorridas durante o ano de 2013 (R$104.462), R$1.966 foram capitalizados (R$19.363 em 2012). 8 - FORNECEDORES

Impostos e contribuições a recolher Salários e encargos sociais Riscos trabalhistas Outras obrigações

2013 114.585 60.287 23.298 198.170

2012 74.877 64.033 23.845 162.755

13.804 1.119.864 3.538.176 71.174 633.442 770.304 16.226 6.162.990 19.296 6.182.286

2013

30 20 20 20 10

31.145 59.182 3.278 63.058 83 156.746

34.010 75.377 15.150 31.672 678 156.887

-

269 269

65.155 134.559 18.428 94.730 761 313.364

3

192

5.836

-

-

156.938

162.723

-

269

319.392

5.844.727

19.466

-

(1.299)

5.862.894

6.028

O saldo da rubrica Obras e importações em andamento é composto, principalmente, por gastos com serviços, edificações em construção, máquinas e equipamentos para utilização nas operações da Empresa.

2013 78.887 32.395 1.807 52.659 165.748

2012 17.685 22.915 810 31.066 72.476

148.863 16.885 165.748

69.825 2.651 72.476

A Empresa mantém provisões para riscos trabalhistas que são constituídas e classificadas no passivo circulante, levando-se em consideração a expectativa de perdas da Administração e de seus assessores jurídicos com respeito às ações em andamento. A Administração da Empresa não possui estimativas seguras de quando as provisões serão liquidadas ou solucionadas judicialmente e, por essa razão, as mesmas estão registradas de forma conservadora no passivo circulante. A Empresa é parte em processos judiciais cíveis no montante de R$67.282 em 2013 (R$59.040 em 2012), dos quais R$7.885 encontram-se provisionados na rubrica outros passivos, embasados por uma classificação de chance de perda provável, de acordo com os consultores jurídicos. Adicionalmente, R$59.398 (R$59.040) possuem chance de perda possível e, desta forma, não há provisão constituída. Estes processos surgiram durante a fase de construção da planta industrial e estão relacionados a serviços diversos. 10 – EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS A segregação dos saldos em 31 de dezembro de 2013 e 2012 está demonstrada a seguir: Tipo de financiamento

2012

Débitos no ativo circulante

-

Circulante Não circulante

6 – IMOBILIZADO E INTANGÍVEL Vida útil em anos

Despesa financeira

9 - OUTROS PASSIVOS

Os saldos de ICMS, PIS e COFINS a recuperar referem-se, substancialmente, aos créditos decorrentes das aquisições de ativos imobilizados, os quais estão previstos para serem compensados através das operações da Empresa. Esses impostos estão classificados no ativo circulante e não circulante de acordo com os prazos estimados de recuperação, conforme a legislação fiscal vigente.

Movimentação do custo

295.450 295.450

2012 Créditos no passivo não circulante

Os saldos das rubricas fornecedores nacionais e no exterior contemplam R$15.389 e R$31.727, respectivamente, com partes relacionadas conforme divulgado na nota 7.

5 - IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES A RECUPERAR

2013 255.389 219.933 47.746 13.383 2.799 539.250

Créditos no passivo circulante

Fornecedores nacionais Fornecedores no exterior Provisões diversas

A provisão para obsolescência constituída com base nas políticas do grupo será baixada de acordo com a utilização/realização dos materiais que deram origem a mesma.

ICMS a recuperar Cofins a recuperar Pis a recuperar IPI a recuperar IRPJ e CSLL a recuperar

Débitos no ativo não circulante

* Os montantes de R$ 10 em 2013 e R$ 774 em 2012 estão registrados dentro da rúbrica outros ativos. ** Este saldo refere-se a variação cambial de todo contas a receber em moeda estrangeira.

4 - ESTOQUES

DEMAIS ATIVOS E PASSIVOS CIRCULANTES

2.9 INTANGÍVEL Ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido da amortização e das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas. A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Ativos intangíveis com vida útil indefinida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas.

2013 338 269.296

O caixa e equivalentes de caixa serão utilizados, substancialmente, nas atividades operacionais, na execução dos projetos remanescentes de construção e instalações da Empresa. As aplicações financeiras têm liquidez imediata e estão classificadas, substancialmente, na categoria Referenciado DI dos fundos de investimentos. A valorização das cotas oscila diariamente de acordo com o critério de marcação a mercado. As carteiras dos fundos são compostas, em sua maioria, por Títulos Públicos, LFTs e LTNs, com características de papéis pós-fixados e que acompanham a variação do CDI. As rentabilidades ponderadas foram de 99,5% e 97,6% do CDI em 2013 e 2012 respectivamente. A taxa média de administração destes fundos gira em torno de 0,13% a.a.

São apresentados pelo valor líquido de realização e liquidação. 2.8- IMOBILIZADO Terrenos, edificações, imobilizações em andamento, móveis e utensílios e equipamentos estão demonstrados ao valor de custo, deduzidos de depreciação acumulada, substancialmente após o início da operação. São registrados como parte dos custos das imobilizações em andamento os honorários profissionais e, no caso de ativos qualificáveis, os custos de empréstimos capitalizados. Tais imobilizações são classificadas nas categorias adequadas do imobilizado quando concluídas e prontas para o uso pretendido. A depreciação é calculada com base no método Unidade de Produção para os ativos utilizados diretamente no processo produtivo, e método Linear para os demais. A depreciação inicia-se quando os ativos estão prontos para o uso pretendido, sendo reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo. A vida útil estimada e os métodos de depreciação são revisados no final da data do balanço patrimonial e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Ativos mantidos por meio de arrendamento financeiro são depreciados pela vida útil esperada, ou por um período inferior, se aplicável, conforme termos do contrato de arrendamento em questão. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo e são reconhecidos no resultado. A Empresa avalia anualmente se há alguma indicação de que seu ativo imobilizado tenha sofrido alguma perda, ou, ainda, se ocorreram eventos ou alterações significativas que indiquem que seu valor contábil seja superior ao seu valor de realização. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, conforme critérios definidos no CPC 01(R1)/IAS 36. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado.

Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 a Empresa efetuou a análise do valor recuperável do ativo imobilizado e concluiu não ser necessário o registro de provisão para perda. Conforme mencionado na nota explicativa 11 - Arrendamento Financeiro, a Empresa possui arrendamento referente à aquisição do contrato denominado DBOT - Design, Build, Operate and Transfer, para prestação de serviços na central de utilidades na planta, que inclui equipamentos e instalações para o tratamento de águas e efluentes, rebaixamento e distribuição de energia e gerenciamento de resíduos. A vida útil estimada deste ativo é de 22 anos. Em 31 de dezembro de 2013, o saldo de arrendamento financeiro registrado na rubrica do Imobilizado representa R$538.712, líquido de depreciação acumulada no montante de R$94.730.

3 - CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA

2.7 - ATIVOS E PASSIVOS CIRCULANTES

10

Moeda nacional ACE - Adiantamento sobre cambiais entregues ACC - Adiantamento de contrato de câmbio BNDES - Banco Nacional do Desenvolvimento - FINEM Valor principal Valor dos juros

taxa 1,02% a 1,73% a.a. 1,02% a 1,73% a.a.

4,5% a.a.

Circulante Não circulante

2013

2012

463.762 641.195

93.959 257.578

214.205 393 1.319.555

266.663 457 618.657

1.157.415 162.140 1.319.555

403.995 214.662 618.657

As parcelas classificadas no longo prazo são, em sua totalidade, relacionadas ao financiamento junto ao BNDES e apresentam a seguinte composição por ano de vencimento:

Vencimentos 2014 2015 2016 2017 2018

2013 52.458 52.458 52.458 4.766 162.140

2012 52.458 52.458 52.458 52.458 4.830 214.662

25/04/14 09:59


11

BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

Como garantia para o valor adquirido, foi concedida ao BNDES, a propriedade fiduciária das máquinas e equipamentos, cujo valor do custo contábil em 31 de dezembro de 2013 é R$456.904. Poderá ser decretado o vencimento antecipado do contrato em qualquer ocasião de inadimplemento, mudanças de controle efetivo direto ou indireto da beneficiária e ocorrência de procedimentos judiciais que afetem as garantias constituídas em favor do BNDES. Em 31 de dezembro de 2013, a empresa não apresentava descumprimento de cláusulas contratuais.

Caixa e equivalenteCaixa de caixa e equivalente de caixa Fornecedores Fornecedores Mil USD Empréstimos financeiros Empréstimos financeiros e com partes relacionadas e arrendamentos e com partes relacionadas e arrendamentos 855.884Dívida líquida Dívida líquida

Vallourec & Mannesmann Tubes Nippon Steel and Sumitomo Metal Corporation Sumitomo Corporation

646.201 104.855 1.606.939

11 - ARRENDAMENTO FINANCEIRO 2013

Pagamentos mínimos do arrendamento: Menos de um ano Mais de um ano e menos de cinco anos Mais de cinco anos Encargos de financiamento futuros sobre os arrendamentos financeiros Valor presente das obrigações de arrendamento financeiro: Menos de um ano Mais de um ano e menos de cinco anos Mais de cinco anos

79.210 363.272 514.635 957.117

81.049 374.270 605.069 1.060.387

(528.878)

(596.707)

35.440 150.114 242.685 428.239

35.440 152.038 276.202 463.680

Refere-se à aquisição do contrato do DBOT - (Design, Build, Operate and Transfer), pactuado com a empresa Foz do Brasil - Organização do grupo Odebrecht, para prestação de serviços na central de utilidades da planta de Jeceaba, que inclui equipamentos e instalações para o tratamento de águas e efluentes, rebaixamento e distribuição de energia e gerenciamento de resíduos. Durante o ano de 2013, a depreciação do arrendamento financeiro contabilizado no resultado do exercício foi no montante de R$31.672. Os pagamentos do arrendamento são feitos em parcelas fixas mensais durante o tempo de duração do contrato e os encargos financeiros foram de 7,33% ao ano, em 2013. As parcelas classificadas no longo prazo apresentam a seguinte composição por ano de vencimento:

Vencimentos 2014 2015 2016 2017 2018 2019 a 2026(*)

2013

2012 35.440 35.440 35.440 35.440 35.440 251.038 428.240

35.440 35.440 35.440 35.440 251.037 392.799

12 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A conciliação entre a taxa efetiva e a nominal do imposto de renda e da contribuição social no resultado está demonstrada a seguir:

Ajustes para Ajustes apuração para apuração do imposto dode imposto renda de e contribuição renda e contribuição social diferidos social diferidos IR/CS diferidos não constituídos sobre fiscal prejuízo fiscal IR/CS diferidos não constituídos sobre prejuízo Ajuste deAjuste preçosdedepreços transferência de transferência Diferenças Diferenças permanentes permanentes Crédito fiscal Crédito do ano fiscalanterior do ano- anterior Diferido- Diferido Crédito fiscal Crédito do ano fiscalanterior do ano- anterior Corrente- Corrente Total Total

2013 2013 2012 2012 Imposto Imposto de Constribuição de Constribuição de Constribuição Imposto Imposto de Constribuição Total Total Total Total renda renda social social renda renda social social (282.755)(282.755)(282.755)(282.755) (282.755)(282.755)(667.957)(667.957)(667.957)(667.957) (667.957)(667.957) 25% 25% 9% 9% 34% 34% 25% 25% 9% 9% 34% 34% 70.689 70.689 25.448 25.448 96.137 96.137 166.989 166.989 60.116 60.116227.105 227.105 (61.062) (61.062) (21.983) (21.983)(83.045) (83.045) (594) (594) (214) (214) (808) (808) (3.136) (3.136) (1.129) (1.129) (4.264) (4.264) (1.439) (1.439) (518) (518) (1.957) (1.957) (2.319) (2.319) (835) (835) (3.155) (3.155) (1.664) (1.664) (599) (599) (2.263) (2.263) 1.706 1.706 623 623 2.329 2.329 7.594 7.594 2.733 2.733 10.327 10.327 161.576 161.576 58.176 58.176219.752 219.752

A movimentação do saldo e efeito no resultado do exercício estão apresentados como segue: Movimentação Constituição Provisão

Saldo inicial 31/12/2012

Diferido Ativo Prejuízo fiscal/Base negativa

429.074

88.134

(83.045)

434.163

8.772 4.447 6.790 2.940

7.684 1.938 (1.721) 978

-

16.456 6.385 5.069 3.918

452.023

97.013

(83.045)

465.991

(402)

(3.641) (83.045)

10.327

Diferenças temporárias Provisões para fornecedores Provisões para participações e bonus Provisões para ajuste de estoques Outras Ativo Não Circulante

Saldo final 31/12/2013

Hedge Accounting - Efeito no resultado Efeito no resultado do exercício findo em 31/12/2013

93.372

(4.043)

Em 2012 a Empresa elaborou estudos técnicos de viabilidade, que demonstraram a geração de lucros tributáveis futuros, em montante suficiente para suportar o reconhecimento do imposto de renda e da contribuição social diferidos sobre prejuízos fiscais gerados na fase pré-operacional e, também, sobre diferenças temporárias no montante total de R$452.023. Durante o exercício de 2013, a Empresa reavaliou os estudos técnicos de viabilidade que reafirmaram a conclusão obtida em 2012 sobre a recuperabilidade dos valores contabilizados em um período estimado de 14 anos. Entretanto, com o entendimento técnico contábil de que maiores evidências de melhoria de performance e lucratividade seriam necessárias para suportar a constituição de imposto de renda e contribuição social diferidos sobre prejuízos de fase operacional, a Empresa optou por não constituir este ativo fiscal diferido, no valor de R$83.045, no exercício corrente. A Empresa irá reavaliar esta conclusão anualmente, considerando em sua análise, as melhorias de performance e lucratividade alcançadas e as atualizações no seu plano estratégico. 13 - CAPITAL SOCIAL

Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, o capital social integralizado está dividido em quotas conforme demonstrado abaixo:

Vallourec & MannesmannTubes Vallourec Tubos do Brasil S.A. Nippon Steel and Sumitomo Metal Corporation Nippon Steel and Sumikin Tubos do Brasil Ltda Sumitomo Corporation

Vallourec & MannesmannTubes V & M do Brasil S.A. Sumitomo Metal Industries Ltd. Sumitomo Metal do Brasil Ltda Sumitomo Corporation

Capital Subscrito 1.559.040 1.451.520 1.150.110 1.021.440 193.890 5.376.000

Capital Subscrito 1.559.040 1.451.520 1.150.110 1.021.440 193.890 5.376.000

2013 Total 1.559.040 1.451.520 1.150.110 1.021.440 193.890 5.376.000 2012 Total 1.559.040 1.451.520 1.150.110 1.021.440 193.890 5.376.000

Número de % participação quotas 15.590.400 29% 14.515.200 27% 11.501.100 21% 10.214.400 19% 1.938.900 4% 53.760.000 100%

Número de % participação quotas 15.590.400 29% 14.515.200 27% 11.501.100 21% 10.214.400 19% 1.938.900 4% 53.760.000 100%

Em 2012 os grupos Nippon Steel e Sumitomo Metal Industries consolidaram o processo de fusão e em 2013, as cotistas Sumitomo Metal Industries Ltd. e Sumitomo Metal do Brasil Ltda. tiveram suas denominações alteradas para Nippon Steel and Sumitomo Metal Corporation e Nippon Steel and Sumikin Tubos do Brasil S.A.. Em 31 de dezembro de 2013, a participação do capital estrangeiro pertencente aos cotistas, totalmente registrado no Banco Central do Brasil, estava assim composta:

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Quotistas e Administradores da Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil Ltda. Jeceaba - MG

Examinamos as demonstrações financeiras da Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil Ltda. (“Sociedade”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

A administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

diario-do-comercio_29,7x52 v8.indd 4

2012

1.383.134 (716) (1.349) (87.341)

345.664 (603) (176) (13.414)

1.293.728

331.471

15 - DESPESAS E CUSTOS POR NATUREZA

2012 20.785 (162.755) (2.809.337) (2.788.552)

RISCO DE CÂMBIO

Matérias primas e materiais de consumo utilizados Salários e benefícios aos empregados Serviços prestados Depreciação e amortização Manutenções diversas Com vendas Centro de serviço compartilhado Com viagens Aluguéis e arrendamentos Seguros operacionais Outras Custo dos produtos vendidos Despesas operacionais

(*) R$35.440 por ano

Prejuízo antes Prejuízo do antes imposto dode imposto renda de e contribuição renda e contribuição social social Alíquota nominal Alíquota nominal Imposto de Imposto renda de e contribuição renda e contribuição social à alíquota social à nominal alíquota nominal

2013 Produtos vendidos Imposto faturado Devoluções a abatimentos Impostos incidentes sobre vendas

2012 2013 20.785 269.634 (162.755) (198.170) (3.951.057) (2.809.337) (2.788.552) (3.681.423)

EXPOSIÇÕES A RISCOS CAMBIAIS A Empresa está exposta ao risco cambial do fluxo de caixa futuro em moedas estrangeiras, devido à receita proveniente de exportações de tubos. Com o objetivo de mitigar este risco, são adotados procedimentos de cobertura baseada na exposição cambial calculada pelo valor dos créditos comerciais para os próximos 12 meses, revistos mensalmente. A cobertura do fluxo de caixa futuro é analisada e discutida pela Administração, que aprova e autoriza a contratação de instrumentos financeiros. Em 31 de dezembro de 2013, estes instrumentos foram, em sua totalidade, ACCs e ACEs somando R$1.104.957 (R$351.537 em 2012). Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, a Empresa possuía passivos vinculados em moeda estrangeira, registrados na rubrica de fornecedores nos montantes de EUR 8.210 em 2013, (EUR 12.129 em 2012), USD 13.776 em 2013 (USD 14.305 em 2012) e JPY 2.854 em 2013. Adicionalmente, qualquer outro risco cambial é avaliado e, se necessário, mitigados pela área financeira, que monitora periodicamente os fluxos financeiros e operacionais vide rubrica da nota explicativa 2.

14 - RECEITAS OPERACIONAIS

2012

2013 269.634 (198.170) (3.951.057) (3.681.423)

A Empresa efetuou registro dos ganhos e perdas considerados como efetivos 2013 2012 para fins do hedge no resultado do período. 605.638 300.765 234.396 172.477 Em 31 de dezembro, a posição em instrumentos financeiros, contratos de ACE, para cobrir o risco cambial de ativos registrados é como segue: 170.113 156.882 162.454 114.354 2013 2013 2012 2013 cambial da2012 Valores contratados para proteção de ativos moeda 93.959 USD 463.762 104.360 54.355 Valores contratados para proteção de ativos sujeitos a risco cambial da moeda USD sujeitos a risco 463.762 Valores contratados para proteção de ativos sujeitos a risco cambial da moeda USD 463.762 93.959 74.437 28.716 Em 31 de dezembro, a posição em instrumentos passivos para cobertura de 14.448 12.985 risco cambial do fluxo de caixa futuro: 7.892 6.078 2013 2013 2012 2012 6.726 9.319 Valores contratados para proteção de fluxosde futuros, a risco cambial em USDem USD 620.592620.592 249.475 Valores contratados para proteção fluxossujeitos futuros, sujeitos a risco cambial 249.475 4.228 3.764 Valores referentes ao efeito dos jurosdos sobre Hedge 20.60320.603 8.103 8.103 Valores referentes ao efeito juros sobreAccounting Hedge Accounting 641.195 257.578 641.195 257.578 3.055 9.135 1.387.746 868.831 Resultado Resultado diferido contabilizado como ajuste deajuste avaliação patrimonial: diferido contabilizado como de avaliação patrimonial: Perda

1.218.526 169.220 1.387.746

Os custos extraordinários incorridos na fase de início das operações (ramp-up) são compostos por: (i) custos fixos não absorvidos pela produção (capacidade ociosa) no montante de R$192.216 (R$318.126 em 2012); (ii) custos com paralisações no valor de R$62.631 (R$29.789 em 2012) e (iii) R$44.768 (54.524 em 2012) referentes a perdas extraordinárias no processo produtivo. Adicionalmente a Empresa registrou reembolso de custos fixos no valor de R$85.151 conforme explicado na nota explicativa nº7. 16 - RESULTADO FINANCEIRO

Receitas financeiras: Sobre aplicação financeira Outros Despesas financeiras: Juros sobre empréstimos para terceiros Juros sobre empréstimos para controladoras Juros sobre financiamento para investimentos Juros sobre ACC Outros Variações cambiais: Receita variação cambial Despesas de variação cambial Outras receitas e (despesas)

2013

2012

13.712 252 13.964

7.573 334 7.907

(68.385) (110.885) (10.009) (11.362) (919) (201.560)

(62.874) (62.032) (11.386) (6.227) (741) (143.260)

46.463 (46.500) (1.104) (1.141)

7.853 (6.876) 3.779 4.756

Passivos financeiros: Empréstimos e recebíveis mensurados ao custo amortizado Fornecedores e outras contas a pagar (líquido com adiantamento com partes relacionadas) Instituições financeiras Arrendamento financeiro Empresas ligadas

21- ANÁLISE DE SENSIBILIDADE DOS INSTRUMENTOS FINANCEIROS NÃO DERIVATIVOS A análise de sensibilidade é determinada com base na exposição às taxas de juros dos instrumentos financeiros não derivativos no final do exercício de relatório. Conforme determinado pela Instrução CVM 475/08, que requer que sejam apresentados dois cenários com deterioração de 25% e 50% da variável de risco considerado, apresentamos abaixo os possíveis impactos. Esses cenários poderão gerar impactos nos resultado e/ou nos fluxos de caixa futuros da Empresa conforme descrito a seguir: • Cenário 1: manutenção dos níveis de juros nos mesmos níveis observados em 31 de dezembro de 2013;

2012

269.634

20.785

523.072

100.291

198.170 1.319.555 428.239 2.203.263

18 - PLANO DE COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA Com o objetivo de proporcionar a seus empregados renda vitalícia complementar à aposentadoria assegurada pelo INSS, a Empresa mantém junto à instituição de previdência privada, um plano de complementação de aposentadoria de contribuição definida do tipo PGBL - Plano Gerador de Benefícios Livres. O custeio do plano é suportado zpor contribuição mensal do participante, complementada por contribuição igual da Empresa que é limitadas a 6% do salário do participante. As contribuições da Empresa no exercício findo em 31 de dezembro de 2013 totalizaram R$2.204 (R$1.805 em 31 de dezembro de 2012).

20 - COMPROMISSOS Em 31 de dezembro de 2013, os compromissos contratuais assumidos pela Empresa para aquisição de máquinas, equipamentos e infra-estrutura totalizavam R$72.710. Estes itens deverão compor o ativo imobilizado.

Os valores apresentados como ativos e passivos financeiros são assim demonstrados por categoria: 2013

1.183 1.183 402 402 781 781

19 - GARANTIAS A Empresa possui garantias concedidas, no montante de R$475.713, em contra partida do financiamento de equipamentos obtido durante a fase de construção.

17 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS A Empresa participa de operações envolvendo instrumentos financeiros que se destinam a atender as necessidades próprias. Em 31 de dezembro de 2013, a Empresa não mantém instrumentos financeiros não registrados contabilmente e não efetua operações envolvendo instrumentos financeiros que tenham caráter especulativo.

Ativos financeiros: Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Caixa e equivalente de caixa Empréstimos e recebíveis mensurados ao custo amortizado Contas a receber de clientes e demais contas a receber

11.89411.894 4.044 4.044 7.850 7.850

Perda

690.448 Efeito do imposto renda de e contribuição social diferidos Efeito dodeimposto renda e contribuição social diferidos 178.383 Perda líquida doslíquida efeitosdos dos impostos Perda efeitos dos impostos 868.831

2012 93.959

162.755 618.657 463.680 1.727.000

Os valores contábeis tais como, caixas e equivalentes de caixa, contas a receber e a pagar, empréstimos e financiamentos e outros, referentes aos instrumentos financeiros constantes nos balanços patrimoniais, se aproximam de seus valores justos, uma vez que possuem vencimentos de curto prazo, ou, no caso dos empréstimos e financiamentos, por suas naturezas específicas, refletem condições de mercado para estas respectivas naturezas. RISCO DE MERCADO

O risco de preço está relacionado à eventual volatilidade dos preços praticados pelos mercados nacional e internacional de tubos de aço. EXPOSIÇÃO A RISCOS DE TAXAS DE JUROS

A Empresa está exposta a riscos relacionados a taxas de juros em função de empréstimos contratados e aplicações financeiras vinculadas, principalmente, a variação do CDI e da TJLP, vide rubrica da nota explicativa 21 RISCO DE CAPITAL

A Empresa administra seu capital para assegurar a continuidade de suas atividades normais, ao mesmo tempo em que maximizam o retorno a todas as partes interessadas ou envolvidas em suas operações, por meio da otimização do saldo das dívidas e do patrimônio. A Empresa não está sujeito a nenhum requerimento externo sobre o capital. RISCO DE LIQUIDEZ

A responsabilidade pelo gerenciamento do risco de liquidez é da Administração da Empresa e de seu Conselho de Administração, que gerencia este risco de acordo com as necessidades de captação e gestão de liquidez de curto, médio e longo prazos, mantendo linhas de crédito de captação de acordo com suas necessidades de caixa, combinando os perfis de vencimento de seus ativos financeiros e empréstimos e financiamentos.

RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

• Cenário 2: Deterioração de 25% no fator de risco principal do instrumento financeiro em relação ao nível verificado em 31 de dezembro de 2013; e • Cenário 3: Deterioração de 50% no fator de risco principal do instrumento financeiro em relação ao nível verificado em 31 de dezembro de 2013.

Efeito estimado no

Instrumento financeiro

Indicadores Indicadores Indicadores

Instrumento Instrumento financeiro financeiro

Ativo Ativo

Passivo Passivo

(Acumulado) (Acumulado) Cenário provável Nota3Aplicações 3 Nota Nota77Finan. 11 269.296 Nota ee11 269.296 8,05% (i) CDI (Rentabilidade Média 99,5% do CDI) TJLP Mútuo 2.203.263 2.203.263 5,00% (ii) Cenárioprovável provável Cenário Aplicações Finan. 269.296 269.296 269.296 8,05% (i)(i)428.240 21.678(iii) CDI(Rentabilidade (RentabilidadeMédia Média99,5% 99,5% doCDI) CDI) CDI do Aplicações Finan. -269.296 8,05% 21.678 70% IGPM + 30% DIS1 Leasing 428.240 5,29% TJLP Mútuo 2.203.263 2.203.263 2.203.263 5,00% (ii) (ii) 110.163 TJLP Mútuo -2.203.263 5,00% 110.163 Cenário 1 70%IGPM IGPM++30% 30%DIS1 DIS1 CDI Leasing 428.240 428.240 5,29% (iii) 22.644 (i) 70% Leasing -Aplicações 428.240 428.240 5,29% (iii) 22.644 Finan. 269.296 269.296 5,91% TJLP Mútuo 2.203.263 2.203.263 6,25% (ii) Cenário11 Cenário CDI Aplicações Finan. 269.296 269.296 269.296 5,91% (i)(i)428.240 15.915(iii) CDI Aplicações Finan. -269.296 5,91% 15.915 70% IGPM + 30% DIS1 Leasing 428.240 6,61% TJLP Mútuo 2.203.263 2.203.263 2.203.263 6,25% (ii) (ii) 137.704 TJLP Mútuo -2.203.263 6,25% 137.704 Cenário 2 70%IGPM IGPM++30% 30%DIS1 DIS1 Leasing 428.240 428.240 6,61% (iii) (iii) 28.306 70% Leasing -428.240 428.240 6,61% 28.306 Aplicações Finan. 269.296 269.296 3,94% (i) CDI TJLP Mútuo 2.203.263 2.203.263 7,50% (ii) Cenário22 Cenário Aplicações Finan. 269.296 269.296 269.296 3,94% (i)(i)428.240 10.610(iii) CDI CDI Aplicações Finan. -269.296 3,94% 10.610 70% IGPM + 30% DIS1 Leasing 428.240 7,93% TJLP Mútuo 2.203.263 2.203.263 2.203.263 7,50% (ii) (ii) 165.245 TJLP Mútuo -2.203.263 7,50% 165.245 (i) Dados obtidos no site do Banco Central do Brasil, conforme expectativa anual do indexador. 70%IGPM IGPM++30% 30%DIS1 DIS1 Leasing 428.240 428.240 7,93% (iii) (iii) 33.967 70% Leasing -428.240 428.240 7,93% 33.967 (ii) Dados obtidos no site da Receita Federal do Brasil, conforme expectativa anual do indexador. Dadosobtidos obtidosno nosite sitedo doBanco BancoCentral Centraldo do Brasil, conforme expectativa anualdo doindexador. indexador. (i)(i)Dados expectativa anual (ii) Dados obtidos noBrasil, site daconforme Fundação Getúlio Vargas, conforme expectativa anual do indexador. (ii)Dados Dadosobtidos obtidosno nosite siteda daReceita ReceitaFederal Federaldo doBrasil, Brasil,conforme conformeexpectativa expectativaanual anualdo doindexador. indexador. (ii) (ii)Dados Dadosobtidos obtidosno nosite siteda daFundação FundaçãoGetúlio GetúlioVargas, Vargas,conforme conformeexpectativa expectativaanual anualdo doindexador. indexador. (ii)

Efeito estimado no prejuízo e patrimônio líquido para 31.12.14 (Agravamento dos cenários)

cenários) cenários)

21.678 110.163 -22.644 --15.915

137.704 (5.763) (5.763) 28.306 27.541 27.541 5.661 5.661 10.610 165.245 (11.068) (11.068) 33.967 55.082 55.082 11.322 11.322

(5.763) 27.541 5.661 (11.068) 55.082 11.322

22 - ATIVOS SEGURADOS Em 31 de dezembro de 2013, a Empresa possuía cobertura de seguros contra incêndio e riscos diversos para os bens do ativo imobilizado, por valores considerados suficientes para cobrir eventuais perdas, no montante de R$5.902.699. 23- DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - TRANSAÇÕES QUE NÃO AFETAM O CAIXA Para o período findo em 31 de dezembro de 2013, a Empresa realizou as seguintes atividades de investimento não envolvendo caixa: 2013 Adições ao ativo imobilizado em contra-partida contas a pagar Juros de empréstimos capitalizados

74.008 2.704 76.712

2012 10.905 19.363 30.268

24 - REMUNERAÇÃO DOS DIRIGENTES A remuneração global da Administração da Empresa foi de R$1.008 em 2013 (R$1.147 em 2012). 25 - APROVAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras foram aprovadas pela Administração em 6 de fevereiro de 2014. Jeceaba, 6 de fevereiro de 2014 DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

Mikio Murasaki

CONTADOR RESPONSÁVEL

Daniel Antônio Cabral de Vasconcelos CRC-MG 059.164

caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. ÊNFASES

Conforme mencionado na nota explicativa n° 1 às demonstrações financeiras, a Sociedade iniciou suas operações em setembro de 2011, em 2012 e 2013, operou na chamada fase de ramp up, caracterizada pelo aumento gradativo no volume de operações e do nível de ocupação de suas plantas. Em decorrência dessas circunstâncias, a Sociedade apresentou prejuízos em seus últimos exercícios sociais. A administração da Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil Ltda. em conjunto com os seus acionistas, atualiza anualmente o plano estratégico de negócios com o objetivo de reverter estes prejuízos. Na data deste relatório, a Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil Ltda. depende do sucesso na execução de seu plano estratégico de negócios, ou do suporte financeiro de seus acionistas para continuar operando. Nossa opinião não está ressalvada com relação a este assunto. Conforme mencionado na nota explicativa nº 7 às demonstrações financeiras, a Sociedade mantém operações em montantes significativos com partes relacionadas de acordo com as condições acordadas entre as partes. Nossa opinião não está ressalvada com relação a esse assunto. Belo Horizonte, 6 de fevereiro de 2014

OPINIÃO

Em nossa opinião, as demonstrações financeiras anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil Ltda. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de

prejuízo e Taxa Efeitoestimado estimado noRef.Efeito Efeito estimado no Efeito no estimado no patrimônio líquido efetiva do Passivo Exposição prejuízo prejuízo patrimônio prejuízo eepatrimônio prejuízo ee para 31.12.14 Taxa Taxa período patrimôniolíquido líquido líquido líquido(Acumulado) para31.12.14 31.12.14- para efetivado do Ref. Exposição efetiva Ref. patrimônio Exposição para31.12.14 31.12.14- (Agravamentodos dos para (Agravamento período período Nota 3 Nota 7 e 11

Ativo

DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes CRC-2SP 011.609/O-8 F/MG

Leonardo Fonseca de Freitas Maia Contador CRC-1MG 079.276/O-7

25/04/14 09:59


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

12

ASSOCIAÇÃO JESUÍTA DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL – AJEAS CNPJ: 17.211.202/0001-85 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em reais) PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

ATIVO 31.12.2013 Ativo circulante Caixa e Equivalentes de Caixa ........... Contas a Receber .............................. Estoques ............................................. Adiantamentos .................................... Créditos Diversos ............................... Despesas Antecipadas ....................... Impostos a Recuperar ........................ Depósitos Judiciais .............................

Notas 6 7 8 9 10 -

Total do Ativo Circulante .................. Ativo não Circulante Contas a Receber .............................. Imobilizado Líquido ............................. Intangível LÍquido .............................. Total do Ativo não Circulante

Educação

31.12.2013

31.12.2012

Social Associativas

Total

Educação

Social Associativas

Total

29.603.606 30.014 351.083 106.073 1.687.861 2.646 28.013 164.578 3.355 40 8.404 -

9.299.858 2.291.285 10.590.444 115.401 1.785.419 93.239 26.045 -

38.933.478 27.884.912 114.159 2.642.368 272.310 10.696.517 107.298 1.805.908 1.619.794 10.811 1.813.432 75.000 257.817 147.252 3.373 29.440 98 80 8.404 6.090 -

10.419.140 3.450.904 14.217.673 203.246 1.621.750 86.314 471.371 3.195

38.418.211 3.723.214 14.324.971 1.833.851 1.696.750 236.939 471.549 9.285

Passivo Circulante Fornecedores......................................... Obrigações Trabalhistas e Sociais ........ Obrigações Tributárias........................... Empréstimos com partes Relacionadas .. Outras Obrigações................................. Subvenções e Convênios ..................... Adiantamentos de Clientes .................... Provisões para Demandas Judiciais......

31.952.973 32.700

24.201.691

56.187.364 30.112.754 128.423

30.473.593

60.714.770

Total do Passivo Circulante .................

9.423

Passivo não Circulante Provisões para Demandas Judiciais...... Outras Contas a Pagar ..........................

-

5.623

-

5.623

9.423

-

11 -

5.623 -

5.623 - 250.010.940 250.010.940 1.288.446 1.288.446

-

9.423 -

9.423 - 247.608.088 247.608.088 1.179.737 1.179.737

-

-

- 251.299.386 251.299.386

-

- 248.787.825 248.787.825

5.623

- 251.299.386 251.305.009

9.423

- 248.787.825 248.797.248

Patrimônio Líquido Patrimônio Social ................................... Ajuste de Avaliação Patrimonial............. Déficit do Exercício ................................

31.958.596 32.700 275.501.077 307.492.373 30.122.177 128.423 279.261.418 309.512.018

Total do Passivo e Patrimônio Líquido .

Notas Educação 12 13 14 15 16 17

Total Educação

Social Associativas

Total

243.817 2.920.072 386.672 127.007 133.741 4.376.268 118.838

218 81.741 1.037 200 -

733.937 1.585.605 167.862 56.761.628 870.444 403.716 2.223.456 1.124.620

977.972 334.513 4.587.418 2.646.123 555.571 366.616 56.761.628 997.651 136.140 537.457 141.278 6.599.724 3.925.694 1.243.458 45.000

2.746 93.567 7.887 113 -

865.687 1.422.344 136.187 5.661.000 1.051.668 2.356.515 1.323.629

1.202.946 4.162.034 510.690 5.661.000 1.187.921 141.278 6.282.209 1.368.629

8.306.415

83.196

63.871.268

72.260.879 7.595.364 104.313

12.817.030

20.516.707

-

-

1.273 -

1.273 -

-

-

1.273 44.642.547

1.273 44.642.547

-

-

1.273

1.273

-

-

44.643.820

44.643.820

-

- 74.095.812 74.095.812 - 173.950.486 173.950.486 - (12.816.077) (12.816.077)

-

-

78.603.228 78.603.228 174.267.517 174.267.517 (8.519.254) (8.519.254)

- 235.230.221 235.230.221

-

-

244.351.491 244.351.491

83.196 299.102.762 307.492.373 7.595.364 104.313

301.812.341 309.512.018

-

Total do Passivo não Circulante ......... 18 18 -

Total do Ativo ......................................

31.12.2012

Social Associativas

8.306.415

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em reais)

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em reais)

31.12.2013 Notas Receita Líquida ............................ Custos ...........................................

19 20

Superávit Operacional ............... Despesas operacionais Ações Sociais Educacionais e Outros ......................................... Administrativas, comerciais e gerais .......................................... Outras receitas e despesas operacionais, líquidas ....................

Déficit (Superávit) do Exercício .

44.551.718 (29.412.077)

21 22 -

Social Associativas

31.12.2012 Total

Educação

Social Associativas

Total

900 23.779.454 68.332.072 40.391.587 - (12.971.229) (42.383.306) (26.410.203)

174.486 22.648.465 63.214.538 - (21.304.508) (47.714.711)

900

10.808.225

25.948.766

13.981.384

174.486

1.343.957

15.499.827

(3.381.984) (767.340)

(917.595)

(5.066.919)

(4.062.505) (2.096.388)

(1.255.402)

(7.414.295)

15.139.641

(10.189.218) -

- (26.337.781) (36.526.999) -

(107.059)

(107.059)

(8.424.647) (461)

(72.477) (11.079.015) (19.576.139) (153)

(230.348)

(230.962)

(13.571.202) (767.340) (27.362.435) (41.700.977) (12.487.613) (2.169.018) (12.564.765) (27.221.396)

Resultado antes do resultado financeiro ..................................... Resultado financeiro ......................

Educação

1.568.439 (766.440) (16.554.210) (15.752.211) -

-

-

2.936.134

2.936.134

1.568.439 (766.440) (13.618.076) (12.816.077)

1.493.771 (1.994.532) (11.220.808) (11.721.569) -

-

3.202.315

3.202.315

1.493.771 (1.994.532)

(8.018.493)

(8.519.254)

Saldos em 31 de dezembro de 2011 ..................................... Incorporação da Creche Caiçaras ao patrimômio ..................... Transferências do Déficit para o patrimônio social .................... Déficit do Exercício .................................................................... Realização do ajuste avaliação patrimonial .............................. Saldos em 31 de dezembro de 2012 ...................................... Incorporação da Obra Social Anunciata .................................... Reversão de Realizações de Edificações ................................. Déficit do Exercício Anterior ...................................................... Déficit do Exercício .................................................................... Realização do ajuste avaliação patrimonial ..............................

Notas

Patrimônio social

Ajuste de Avaliação Patrimonial

Incorporações

Déficit do Exercício

Total

18

79.675.437 238.089 (3.473.181) 2.162.883

178.399.950 (4.132.433)

238.089 (238.089) -

(3.473.181) 3.473.181 (8.519.254) -

254.840.295 (8.519.254) (1.969.550)

18

78.603.228 (346.125) (8.519.254) 4.254.401

174.267.517 346.125 (4.254.401)

3.694.807 -

(8.519.254) 8.519.254 (12.816.077) -

244.351.491 3.694.807 (12.816.077) -

73.992.250

170.359.241

3.694.807

(12.816.077)

235.230.221

Saldos em 31 de dezembro de 2013 ......................................

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em reais)

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em reais)

1. CONTEXTO OPERACIONAL A Associação Jesuíta de Educação e Assistência Social - AJEAS é uma “ASSOCIAÇÃO” sem fins lucrativos e econômicos, de cunho filantrópico, de natureza educacional, cultural e assistencial, conforme o Artigo 1º do Estatuto Social, com Título de Utilidade Pública Federal, conforme Decreto nº 50.517, de 02 de maio de 1961, Título de Utilidade Pública Estadual conforme Lei nº 888 de 22 de agosto de 1961, Título de Utilidade Pública Municipal, conforme Lei nº 2.723 de 24 de dezembro de 1962, inscrição no Conselho Municipal de Assistência Social de Belo Horizonte – MG, Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), renovado pela Portaria do MEC nº 1.996 publicada em 24 de novembro de 2010, página 10 Seção I, no Diário Oficial da União, com validade até 31 de dezembro de 2012. Protocolou, em 28/06/2012, pedido de renovação para triênio 2013-2015. Tem como finalidade estatutária, conforme artigo 2º: I. Manter e custear as atividades do Instituto Vocacional Santo Inácio, Colégio Loyola, situados na cidade de Belo Horizonte - MG; da Vila Fátima, situada no município de Ribeirão das Neves-MG; do Colégio dos Jesuítas, situado em Juiz de Fora - MG; de Edições Loyola, situada na cidade de São Paulo-SP; do Centro Cultural de Brasília, situado em Brasília-DF; da Casa da Juventude Pe. Burnier, situado na cidade de Goiânia-GO; da Creche Caiçaras, situada na cidade de Belo Horizonte - MG; II. Manter, de forma subsidiária, outras instituições de ensino, pesquisa, cultura e assistência social que contribuam para realização de seus objetivos, podendo ainda criar outras instituições ou institutos, incorporar outros já existentes, bem como assumir responsabilidade de outros por meio de convênios, desde que as instituições guardem identidade com os objetivos delineados neste Estatuto; III. Promover a educação formal em todos os seus níveis, como também a educação profissionalizante, além de oferecer cursos, palestras, seminários, treinamentos, requalificação profissional, etc., que permitam a inserção social da população que se encontra em situação de risco social identificado; IV. Anunciar e promover os valores humanitários e cristãos, nas suas dimensões espiritual, cultural e de assistência social, desenvolvendo o diálogo inter-religioso e o espírito de solidariedade; V. Ampliar o conhecimento humano e a inclusão social, através da universalização de conhecimentos científicos, espirituais, artísticos e literários, veiculados por publicações editoriais; VI. Manter e prover centros e institutos de formação filosófica, teológica e espiritual, buscando o aperfeiçoamento de pessoa humana à luz dos princípios cristãos; VII. Promover e prover a preparação de pessoas habilitadas a difundir a fé cristã, de acordo com as orientações da Companhia de Jesus; VIII. Promover a inclusão social dos destinatários da política pública de assistência social, garantindo-lhes o acesso aos bens e serviços sociais, como instrumento de ampliação do conceito de cidadania; IX. Assegurar, através de projetos e programas, ações que viabilizem a universalização do acesso das famílias, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos carentes aos direitos sociais, bem como a sua promoção e defesa; X. Promover o desenvolvimento de projetos de ação comunitária, de enfrentamento da pobreza, de geração de renda, de cooperativas de produção e serviços, e de promoção social, em geral com vistas a assegurar direitos à proteção da saúde e da família, da maternidade, da infância, da adolescência e da velhice; XI. Promover e manter projetos de natureza cultural, artística, científica e literária, bem como criar espaços destinados à difusão da cultura popular, ao resgate da memória nacional e a propiciar lazer à comunidade; XII. Promover a defesa e a preservação do meio ambiente, buscando a conscientização da comunidade através da divulgação e do ensino de noções de desenvolvimento sustentável; XIII. Viabilizar a habilitação e a reabilitação dos portadores de deficiência e contribuir para sua integração à vida comunitária. Ao longo de seu funcionamento, quase sessenta anos, a AJEAS, sempre atenta aos sinais dos tempos, às alterações e mudanças de ordem geral, social, jurídica e no contexto específico, tem feito as devidas e necessárias adequações operacionais e na prestação dos serviços, sem jamais abrir mão, porquanto entidade de interesse público, de efetivamente atender as pessoas em situação de carência, nas várias dimensões do ser humano e promovê-las como cidadãos. a) Incorporação da Obra Social Anunciata Na Assembleia Geral Extraordinária da Associação Jesuíta de Educação e Assistência Social de 30 de abril de 2013, descrita em ATA registrada no Cartório Civil das Pessoas Jurídicas, foi aprovada a criação da mantida CENTRO EDUCACIONAL JOSE DE ANCHIETA, no endereço Rua Flamengo, Nº 23, em Montes Claros – MG. Esta filial abriga a Obra Social Anunciata, CNPJ 18.445.122/0001-57 incorporada pela AJEAS, tendo como atividades principais o Centro (escola) Educacional N’há Chica e Espaço Social Santo Inácio de Loyola, que atendem de forma gratuita, beneficiários em situação de vulnerabilidade social. A Entidade registrou essa absorção baseada no valor contábil do acervo líquido de 30 de Junho de 2013, da seguinte forma: Ativo Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa...................................................................................................................................................................... Ativo não Circulante Imobilizado ....................................................................................................................................................................................................

3.738.257

Total do Ativo ...............................................................................................................................................................................................

3.890.579

Passivo Passivo Circulante Obrigações Trabalhistas ................................................................................................................................................................................ Obrigações Tributárias .................................................................................................................................................................................. Outras Contas a Pagar .................................................................................................................................................................................. Projeto Sociais...............................................................................................................................................................................................

1.183 174 16.774 177.640

Patrimônio Social ........................................................................................................................................................................................

3.697.807

Total do Passivo ..........................................................................................................................................................................................

3.890.579

152.321

2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Na elaboração das demonstrações financeiras de 2013, a Entidade adotou a Lei n° 6.404/76 alterada pela Lei n° 11.638/2007 e Lei n° 11.941/09 em aspectos relativos à elaboração e divulgação das demonstrações financeiras e por atuar em mais de uma área, segregou as Demonstrações nos termos do Art. 33 da Lei 12.101/09. As demonstrações contábeis foram elaboradas em observância às práticas contábeis adotadas no Brasil, características qualitativas da informação contábil, Resolução No. 1.374/11 (NBC TG), que trata da Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis, Resolução No. 1.376/11 (NBC TG 26), que trata da Apresentação das Demonstrações Contábeis, e outras Normas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aplicáveis às Entidades sem Fins Lucrativos, e especialmente a Resolução CFC Nº 1409/12 que aprovou a ITG 2002 – Entidades Sem Fins Lucrativos, que estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de registros dos componentes e variações patrimoniais e de estruturação das demonstrações contábeis, e as informações mínimas a serem divulgadas em nota explicativa das entidades sem finalidade de lucros. 3. FORMALIDADES DA ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL – RESOLUÇÃO 1.330/11 (NBC ITG 2000) A entidade mantém um sistema de escrituração uniforme dos seus atos e fatos administrativos, por meio de processo eletrônico. Os registros contábeis contém o número de identificação dos lançamentos relacionados ao respectivo documento de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos. As demonstrações contábeis, incluindo as notas explicativas, elaboradas por disposições legais e estatutárias, serão transcritas no Livro “Diário” da Entidade, e posteriormente registrado no Cartório de Registros de Pessoas Jurídicas. A documentação contábil da Entidade é composta por todos os documentos, livros, papéis, registros e outras peças, que apoiam ou compõem a escrituração contábil. A documentação contábil é hábil, revestida das características intrínsecas ou extrínsecas essenciais, definidas na legislação, na técnica-contábil ou aceitas pelos “usos e costumes”. A entidade mantem em boa ordem a documentação contábil. 4. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS As demonstrações financeiras foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, a saber: a. Caixa e equivalente caixa Caixa e equivalentes de caixa são classificados em conformidade com seu prazo de realização, sendo demonstrados ao custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento dos períodos e deduzidos, quando aplicável, da provisão para ajuste ao seu valor líquido de realização. b. Contas a receber Mensalidades escolares a receber e provisão para créditos de liquidação duvidosa Refere-se ao montante a receber dos contratantes da prestação de serviços de ensino e dos agentes financiadores. A provisão para créditos de liquidação duvidosa está constituída no montante considerado suficiente pela Administração para suprir as eventuais perdas na realização dos valores a receber. Contas a receber de clientes e provisão para créditos de liquidação duvidosa As contas a receber de clientes são registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos e deduzidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa, a qual é constituída considerando-se a avaliação individual dos créditos, em montante considerado suficiente pela Administração para cobertura de prováveis perdas na realização. c. Estoques Os estoques são demonstrados ao custo médio das compras ou da produção, considerando o custo e o valor líquido de realização, dos dois o menor, quando aplicável, reduzido por provisão para obsolescência e para redução ao valor de mercado. A Entidade efetuou provisão para perdas para os produtos acabados e matérias primas com baixa movimentação. Tal provisão é constituída com base em avaliação individual e pelo tempo de permanência dos itens nos estoques. A Administração avalia periodicamente a necessidade de itens a serem destruídos. d. Imobilizado Terrenos e edificações referem-se a ativos fixos mantidos pela Entidade para consecução de suas atividades, compreendendo basicamente as unidades próprias de ensino e sede. Máquinas e equipamentos industriais são aqueles mantidos pela Companhia para produção de livros e revistas. Os demais imobilizados referem-se aos computadores, servidores mantidos para gerenciamento das informações e banco de dados, móveis e utensílios para manter as atividades das unidades operacionais. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens, deduzido das respectivas depreciações, à exceção dos terrenos, que não são depreciados. Os custos subsequentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando for provável que fluam benefícios econômicos futuros associados a esses custos e que possam ser mensurados com segurança. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do exercício, quando incorridos. Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se necessário, ao final de cada exercício. O valor residual dos itens do imobilizado é imediatamente baixado ao seu valor recuperável quando o saldo residual excede o valor recuperável. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, não foram identificadas diferenças significativas na vida útil-econômica dos bens que integram o ativo imobilizado da Associação, consequentemente, foram utilizadas as mesmas taxas de depreciação utilizadas no exercício findo em 31 de dezembro de 2012. A depreciação é calculada pelo método linear, de acordo com as taxas divulgadas na Nota 11. Os ganhos e as perdas de alienações são determinados pela comparação dos resultados com o seu valor contábil e são reconhecidos em “Outros ganhos (perdas), líquidos” na demonstração do resultado. e. Adiantamentos de clientes Os adiantamentos de clientes referem-se basicamente a recebíveis antecipados, os quais deverão ser apropriados mediante o regime da competência. Refere-se a parcelas de anuidades e/ou mensalidades recebidas antecipadamente. São alocados ao resultado do exercício mensalmente pelo regime de competência, à medida que as atividades pedagógicas são realizadas. f. Fornecedores e Contas a Pagar As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa efetiva de juros. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente. g. Demais ativos e passivos (circulantes e não circulantes) Um ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios econômico futuros serão gerados em favor da Empresa e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no balanço patrimonial quando a Empresa possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias ou cambiais incorridas. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes.

Das atividades operacionais Déficit do exercício ..................................................................................................................................................................

31.12.2013

31.12.2012

(12.816.077)

(8.519.254)

4.602.219 330.445 2.301.112 (125.171) 404.838 (611.318)

4.643.365 69.388 3.986.895 10.015 397.766 (1.061.415)

1.084.646 1.327.342 27.943 (116.682) (20.878) 442.109 881

(581.081) 579.247 (152.842) (384.855) 161.823 25.655 318.665

(224.974) 20.546 44.881 317.515 (190.270) 396.179

289.464 116.076 44.022 336.985 11.880.430 (5.488.462)

Ajustes para conciliar o superávit / déficit às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais: Depreciação e Amortização ................................................................................................................................................... Provisão para crédito de liquidação duvidosa ....................................................................................................................... Estimativa Perda Estoque ..................................................................................................................................................... Reversão de provisão para demandas judiciais .................................................................................................................... Provisão Trabalhista ............................................................................................................................................................. Despesas exercício Anterior .................................................................................................................................................. Perda na Baixa de Ativo ........................................................................................................................................................ Recuperação de Créditos e Reversões ................................................................................................................................. (Aumento) redução nos ativos operacionais Variação de clientes e outros recebíveis ............................................................................................................................... Variação de estoques ............................................................................................................................................................ Variação de adiantamentos efetuados .................................................................................................................................. Variação dos outros créditos ................................................................................................................................................. Variação das despesas antecipadas ..................................................................................................................................... Variação dos impostos a recuperar ...................................................................................................................................... Variação dos depósito judiciais.............................................................................................................................................. Aumento (redução) nos passivos operacionais Variação de fornecedores ...................................................................................................................................................... Variação das obrigações trabalhistas e sociais ..................................................................................................................... Variação das obrigações tributárias....................................................................................................................................... Variação dos adiantamentos de clientes ............................................................................................................................... Variação das outras obrigações ............................................................................................................................................ Variação das subvenções e convênios.................................................................................................................................. Caixa gerado (consumido) nas atividades operacionais ..................................................................................................

(2.804.714)

6.671.887

Fluxo de caixa das atividades de investimentos Acréscimo do imobilizado e intangível ................................................................................................................................... Patrimônio Social Obra Social Anunciata .............................................................................................................................. Baixa do Ativo Imobilizado .....................................................................................................................................................

(7.090.507) 3.694.807 257.600

(6.576.977) -

Caixa gerado (consumido) nas atividades de investimentos ...........................................................................................

(3.138.100)

(6.576.977)

Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Ingresso de novos empréstimos concedidos por partes relacionadas ..................................................................................

6.458.081

-

Caixa gerado (consumido) nas atividades de financiamentos ........................................................................................

6.458.081

-

Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa ............................................................................................................

515.267

94.910

Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício ............................................................................................................................................................ No final do exercício ..............................................................................................................................................................

38.418.211 38.933.478

38.323.301 38.418.211

Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa ............................................................................................................

515.267

94.910

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. h. Ajuste a valor presente Em cumprimento a Resolução 1.151/09 e a Lei 11.638/07 a Entidade deveria efetuar o ajuste de valor presente das contas de Ativos e Passivos Circulantes (saldos de curto prazo). Ainda em atendimento as legislações supracitadas, a Entidade deveria também efetuar o Ajuste Valor Presente (AVP) em todos os elementos integrantes do ativo e passivo, quando decorrentes de operações de longo prazo. O valor presente representa o valor de um direito ou obrigação descontada à taxas, possivelmente de mercado, implícitas em seu valor original, buscando-se registrar os efeitos dos ajustes, como despesas ou receitas financeiras. Ao analisar os saldos contábeis (operações e/ou critério da essência sobre a forma) dos itens que estão compondo os ativos e passivos não-circulantes da Entidade, a Administração entendeu que não foi necessário efetuar o Ajuste ao Valor Presente, pois essas rubricas (elementos dos ativos e passivos não-circulante) não se enquadram nos critérios de aplicação e mensuração da Resolução 1.151/09 que aprova a NBC TG12, onde estão descritas as seguintes situações que devem ser atendidas para cumprimento desta Norma (NBC TG 19.7). i. Apuração do resultado Reconhecimento da receita A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos e serviços no curso normal das atividades da Entidade. A receita é apresentada líquida das gratuidades, devoluções, abatimentos e descontos. A Entidade reconhece a receita quando o valor da receita pode ser mensurado com segurança, é provável que benefícios econômicos futuros fluirão e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para suas atividades, conforme descrição a seguir. (1) Receita com venda de produtos A receita com venda de produtos (livros, revistas e outras publicações) é creditada no resultado quando da entrega do produto. (2) Receita com mensalidades escolares A receita de mensalidades das unidades escolares é creditada no resultado quando as atividades pedagógicas são efetivamente prestadas ao aluno. Reconhecimento das despesas As despesas de qualquer natureza são registradas com base no princípio da competência, o qual leva em conta o fato gerador do evento. j. Demonstração dos fluxos de caixa As demonstrações dos fluxos de caixa refletem as modificações que ocorreram nos exercícios apresentados, elaboradas pelo método indireto. Os termos utilizados na demonstração dos fluxos de caixa são os seguintes: Atividades operacionais: são as principais atividades geradoras de receita da Entidade e outras atividades que não sejam atividades de investimento ou de financiamento. Atividades de investimentos: são as atividades relativas à aquisição e alienação de ativos não circulantes e outros investimentos não incluídos em atividades operacionais e de financiamento. Atividades de financiamentos: são as atividades que têm como consequência alterações na dimensão e composição do capital próprio e nos empréstimos obtidos pela Entidade. 5. MUDANÇAS DAS ESTIMATIVAS CONTÁBEIS As estimativas são continuamente avaliadas e baseiam-se na experiência histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. Contingências A entidade é parte envolvida em diversos processos judiciais e administrativos. Provisões são constituídas para todas as contingências referentes a processos judiciais que representam perdas prováveis. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, entre elas a opinião dos advogados externos. A Administração entende que essas contingências estão adequadamente apresentadas nas demonstrações financeiras. 6. CAIXAS E EQUIVALENTES DE CAIXA Educação 2013 Caixa ............................................................................. Bancos........................................................................... Aplicações Financeiras..................................................

Outras Atividades Associativas

Social 2012

2013

50.648 28.150 242.658 125.297 19.031 29.310.301 27.731.465 10.984

2012

2013

2012

Total 2013

2012

997 59.222 48.273 109.870 77.420 14.024 643.010 296.154 904.699 435.475 99.138 8.597.624 10.074.713 37.918.908 37.905.316

29.603.607 27.884.912 30.015 114.159 9.299.856 10.419.140 38.933.477 38.418.211 As Aplicações Financeiras são compostas por CDBs remunerados à taxa média de 6,5% do Certificado de Depósito Interbancário - CDI, mensurados pelo custo amortizado, com prazos de vencimento variáveis, porém resgatáveis a qualquer momento e que estão sujeitos a risco insignificante de mudança de valor. 7. CONTAS A RECEBER Educação 2013 Anuidades a Receber ....................................................... Contas a Receber............................................................. (–) Provisões a Receber ...................................................

Outras Atividades Associativas

Social 2012

2013

2012

914.281 879.905 39.680 32.897 (602.878) (640.492)

-

-

-

-

351.083

272.310

2013

2012

Total 2013

2012

914.281 879.905 3.321.867 3.510.549 3.361.547 3.543.446 (1.030.582) (59.645) (1.633.460) (700.137) 2.291.285 3.450.904

2.642.368 3.723.214

A Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) foi constituída em análise dos recebíveis com atraso superior a 360 dias para as anuidades escolares e 180 dias para o contas a receber de clientes, considerando o perfil de cada título e o risco de cada cliente. 8. ESTOQUES Os estoques foram avaliados pelo custo médio de aquisição. Os valores de estoques contabilizados não excedem os valores de mercado e referem-se basicamente a livros. Outras Atividades Educação Social Associativas Total Estoques Materiais de Produção......................................... Almoxarifado........................................................................ (–) Estimativa com Perda de Estoques ...............................

2013

2012

2013

2012

106.073 -

107.298 -

-

-

12.891.556 14.204.086 12.891.556 14.204.086 13.587 106.073 120.885 (2.301.112) - (2.301.112) -

2013

2012

2013

2012

106.073

107.298

-

-

10.590.444 14.217.673 10.696.517 14.324.971

A Estimativa de perda de estoques foi constituída em análise dos itens sem movimentação ou com vendas de 10 ou menos unidades nos últimos 360 dias. Além desses critérios, é realizada avaliação de caráter exclusivamente editorial e acadêmico que avalia os livros em relação à possível distrato, para avaliação de uma provável perda. Essas métricas comerciais servem como instrumentos de ação para análises e movimentos internos e externos. 9. ADIANTAMENTOS Educação Adiantamentos Colaboradores ................................................ Adiantamentos Fornecedores ................................................. Outros Adiantamentos .............................................................

Social

Outras Atividades Associativas

Total

2013

2012

2013

2012

2013

2012

2013

1.657.024 18.405 12.432

1.586.776 21.857 11.161

2.646 -

10.811 -

75.921 36.015 3.465

76.512 122.439 4.295

1.732.945 1.663.288 57.066 155.107 15.897 15.456

2012

1.687.861

1.619.794

2.646

10.811

115.401

203.246

1.805.908 1.833.851

Continua . . .


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014 . . . continuação

13

ASSOCIAÇÃO JESUÍTA DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL – AJEAS CNPJ.: 17.211.202/0001-85 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em reais)

10. CRÉDITOS DIVERSOS Educação Contas Correntes com Entidades Congêneres ............................ Outros Valores a Receber ............................................................

Outras Atividades Associativas

Social

2013

Total

2013

2012

2013

2012

2012

28.013

82.697

-

-

1.067.318 1.234.996 1.067.318 1.234.996 718.101 386.754 746.114 469.451

28.013

82.697

-

-

1.785.419 1.621.750 1.813.432 1.704.447

11. IMOBILIZADO

2013

Valor Residual % - Taxa anual de depreciação

2012

Valor Residual

Custo Histórico

Depreciação Acumulada

2013

2012

127.693.550 113.220.562 8.013.357 1.886.329 15.210.240 237.561

(13.696.985) (1.754.187) (794.708) (4.778) -

127.693.550 99.523.577 6.259.170 1.091.620 15.205.462 237.561

124.991.404 99.769.913 7.308.326 1.015.357 14.285.528 237.561

266.261.598

(16.250.658)

250.010.940

247.608.088

Saldo em 31.12.2012

Aquisições

Baixas

Saldo em 31.12.2013

124.991.404 110.035.445 8.270.957 1.716.505 14.285.528 237.561

2.702.146 3.185.117 169.824 924.712 -

(257.600) -

127.693.550 113.220.562 8.013.357 1.886.329 15.210.240 237.561

259.537.399

6.981.799

(257.600)

266.261.598

As principais adições do imobilizado referem-se ao saldo incorporado da Obra Social Anunciata, conforme mencionado na nota explicativa 1.a, e às benfeitorias realizadas no Colégio Loyola.

Terrenos ........................................................................................... Edificações ....................................................................................... Máquinas e Equipamentos ............................................................... Veículos ............................................................................................ Móveis e Utensílios .......................................................................... Benfeitorias em imóveis de terceiros................................................

1% a 7% a.a 20% a.a 20% a.a 10% a.a -

Movimentação do Imobilizado Terrenos............................................................................................................................ Edificações ....................................................................................................................... Máquinas e Equipamentos ............................................................................................... Veículos ............................................................................................................................ Móveis e Utensílios .......................................................................................................... Benfeitorias em imóveis de terceiros................................................................................

12. FORNECEDORES Educação Fornecedores ................................................................................

Outras Atividades Associativas

Social

2012

2013

2012

2013

2012

243.817

334.513

218

2.746

733.937

865.687

977.972 1.202.946

243.817

334.513

218

2.746

733.937

865.687

977.972 1.202.946

13. OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E SOCIAIS Educação Salários a Pagar ............................................................... Rescisões a Pagar ........................................................... Pensões Alimentícias a Pagar .......................................... Empréstimos Consignados............................................... INSS a Recolher ............................................................... FGTS a Recolher.............................................................. Contribuição Sindical a Recolher ..................................... Provisões de Férias e Encargos.......................................

Social

2013

2012

2013

15 5.395 30.591 175.240 143 6.003 2.702.685

35.561 28.633 191.854 725 6.817 2.382.534

2.920.072

2.646.124

2012

2012

Total

2013

2012

2013

2012

38.598 178 1.792 162 41.188

417 400 2.052 141 19.557 8.192 81.895 367.993 40 9.986 82.865 1.105.597

17.771 82.127 329.887 13.184 979.233

39.013 5.395 178 50.148 258.927 368.136 16.151 3.849.470

35.978 2.052 141 46.404 282.173 330.612 20.041 3.444.632

81.918

93.707 1.585.428 1.422.202

4.587.418

4.162.034

Educação

Outras Atividades Associativas

Social

Total

2013

2012

2013

2012

2013

2012

2013

2012

-

-

-

-

56.700.477 61.151

5.661.000 -

56.700.477 61.151

5.661.000 -

-

-

-

-

56.761.628

5.661.000

56.761.628

5.661.000

Associação Nobrega de Ed.Assist.Social................................ Outras Entidades com Partes Relacionadas ........................... 15. OUTRAS OBRIGAÇÕES

Educação

Outras Atividades Associativas

Social

Total

2013

2012

2013

2012

2013

2012

2013

2012

10.342 4.025 9.248 25.343 78.049 -

6.887 4.025 8.068 39.111 78.049 -

200 -

113 -

13.755 583 289.027 24.533 32.945 11.454 12.922 263.997 221.228

20.075 57.936 289.027 25.351 330.734 143.063 185.482

13.755 11.125 4.025 289.027 33.781 58.288 78.049 11.454 12.922 263.997 221.228

20.075 64.936 4.025 289.027 33.419 39.111 78.049 330.734 143.063 185.482

127.007

136.140

200

113

870.444

1.051.668

997.651

1.187.921

16. ADIANTAMENTO DE CLIENTES Educação Adiantamentos Mensalidades .......................................... Adiantamentos Seguro Escolar ........................................ Adiantamentos Assinaturas de Revistas .......................... Adiantamentos Produtos e Serviços Gráficos ..................

2013

Outras Atividades Associativas

14. EMPRÉSTIMOS COM PARTES RELACIONADAS

Depósito Fiança................................................................ Outras Obrigações ........................................................... Bens de Terceiros CNPQ ................................................. Tributos em Processo - ICMS .......................................... Seguros a Pagar............................................................... Créditos e Valores a Regularizar ...................................... Imóvel em Uso PBH - Creche Caiçaras ........................... Contas a Pagar................................................................. Créditos e Despesas Extraordinárias BRM ...................... Depósitos e Créditos a Identificar..................................... Insumos de Terceiros - Ed.Loyola ...................................

Total

2013

Outras Atividades Associativas

Social

Total

h) Convênio CNPQ A AJEAS-ISI/FAJE tem contrato firmado com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPQ, fundação vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, celebrado em 28/04/2005, como Termo de Depósito – Processo 402763/2003-3, Termo nº 2005/008926, com vigência de cinco anos, prorrogado automaticamente por mais cinco anos, referente depósito feito a título gratuito, de equipamentos de informática, a serem utilizados exclusivamente na realização de atividades científicas. Estes equipamentos são classificados com o título de “Bens de Terceiros – CNPQ”. i) Termo de Cooperação CAPES A AJEAS-ISI/FAJE, tem Termo de Cooperação Técnica firmado com a fundação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior-CAPES, para formação de especialistas em nível de mestrado e doutorado, nas áreas de: Ciências, Tecnologia e Cultura, Especificamente no seguimento da instituição na área de Ciências Teológica e Filosófica, que possuem cursos de pós-graduação “Stricto Sensu” avaliados pela CAPES. Constitui objeto do presente Termo a cooperação entre os participantes para execução do Programa de Suporte a Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares – PROPSUP. O apoio recebido tem sido através de pagamento de mensalidades, bolsas de estudo e de taxas escolares para alunos que reúnem condições intelectuais para ingresso no Programa. 19.3 Bolsas de estudos A Entidade, em conformidade com o artigo 13 da Lei No. 12.101/09 e artigo 25 do Decreto No. 7.237/10, ofereceu bolsas educacionais para alunos carentes, na forma da Lei (artigo 14 da Lei No. 12.101/09), e também não cobrou taxa de matrícula ou custeio de material didático dos alunos bolsistas. Na concessão de bolsas educacionais, a Entidade utilizou o seguinte critério de renda: A bolsa de estudo integral foi concedida a aluno cuja renda familiar mensal per capita não exceda o valor de 1.1/2 (um e meio) salário mínimo. A bolsa de estudo parcial foi concedida a aluno cuja renda familiar mensal per capita não exceda o valor de 3 (três) salários mínimos. E ainda, proximidade da residência; desempenho escolar; anos de estudo na Instituição; doença crônica; ausência do responsável financeiro e sorteio. Além dos requerimentos do perfil socioeconômico determinados na lei, os programas de concessão adotaram os seguintes procedimentos e normas: Editais; Requerimento de inscrição no Programa; Processo seletivo, quando for o caso; Entrevista social e Parecer Técnico; Visita domiciliar e Análise da documentação. A receita de educação básica para apuração da obrigação mínima dos 20% foi elaborada conforme a interpretação literal do artigo 13 da Lei No. 12.101/09, descrito a seguir: “Para os fins da concessão da certificação de que trata esta Lei, a entidade de educação deverá aplicar anualmente em gratuidade, na forma do § 1o, pelo menos 20% (vinte por cento)” da receita anual efetivamente recebida nos termos da Lei no 9.870, de 23 de novembro de 1999. Base para Gratuidades Receita Base para Educação Básica .............................................................................................................................................. (–) Cancelamentos ......................................................................................................................................................................... (–) Bolsa de Estudo ......................................................................................................................................................................... (+) Contas a Receber do Mês Anterior Lei 12.101 .......................................................................................................................... (–) Contas a Receber do Mês Atual Lei 12.101...............................................................................................................................

50.226.213 (117.147) (7.861.731) 348.708 (397.733)

(=) Base de Cálculo para Gratuidades.........................................................................................................................................

42.198.310

100%

Gratuidade 20% - Lei 12.101 de 27.09.2009 ................................................................................................................................

8.439.662

20%

Atividades Educacionais Bolsas de Estudos - Gratuidades 100% ......................................................................................................................................... Bolsas de Estudos - Gratuidades 50% ........................................................................................................................................... Bolsas de Estudos - Gratuidades EJA............................................................................................................................................. Bolsas PROUNI - 100% .................................................................................................................................................................. Bolsas Assistênciais Critério PROUNI - 100% ................................................................................................................................ Bolsas Assistênciais Critério PROUNI - 50% .................................................................................................................................. Cancelamento de Bolsas Ed.Básica ............................................................................................................................................... Cancelamento de Bolsas Ed.Superior.............................................................................................................................................

3.997.042 134.034 198.550 176.616 348.466 17.675 (480) (4.332)

Total Realizado com Educação ....................................................................................................................................................

4.867.570

Serviços Educacionais Serv. Educação Ensino Médio Profissionalizante - Bolsas de Estudos em Parceria ...................................................................... Apoio Estudantes Bolsistas - Próprio ..............................................................................................................................................

1.922.829 877.677

Total Realizado em Serviços Educacionais ................................................................................................................................

2.800.506

Atividades Socioassistenciais Serv. Convivência e Fortalecimento de Vínculos ............................................................................................................................ Programa de Assessoramento e Grupos Sociais ........................................................................................................................... Serv. Conv. Fortalecimento Vínculo - parceria ................................................................................................................................ Programa Família Acolhedora - Prefeitura Belo Horizonte-MG....................................................................................................... Inclusão ao Mundo do Trabalho - parceria ......................................................................................................................................

622.880 144.460 133.268 182.509 498.142

12%

7%

Total Realizado em Serviços Educacionais ................................................................................................................................

1.581.259

4%

Total de Gratuidades Realizadas .................................................................................................................................................

9.249.335

22%

Suficiência perante a lei................................................................................................................................................................

809.673

2%

Em atendimento ao artigo 13 da Lei 12.101/09 (Educação Básica) e a Lei 11.096/2005 (Educação Superior mantida pela AJEAS através da unidade ISI/ FAJE), referente ao Programa Universidade para Todos – PROUNI, a instituição concedeu 1 bolsa integral para cada 9 estudantes pagantes no ano de 2013, realizamos o cálculo afim de evidenciar o cumprimento em detrimento as legislações vigentes conforme demonstração abaixo: Col. Loyola

Col. Jesuítas

Creche Caiçaras

CEJA

ISI/ FAJE

Total

nº Alunos Matriculados final do exercício ....................................................................... nº Alunos Bolsas de Estudos Integrais ........................................................................... nº Alunos Bolsas de Estudos Institucionais Integrais ..................................................... nº Alunos Bolsas PROUNI - Integral .............................................................................. nº Alunos Bolsas Assistenciais Critério PROUNI Integral ..............................................

2.457 (94) (40) -

2.007 (236) (89) -

96 (92) (1) -

200 (200) -

238 (12) (25) (35)

4.998 (622) (142) (25) (35)

Total Alunos Pagantes ................................................................................................

2.323

1.682

3

-

166

4.174

Totais Bolsas Integrais percentuais 1/9 mínimo por lei .................................................. Totais Bolsas Filantrópicas Integrais Concedidas ..........................................................

259 94

187 236

92

200

18 25

464 647

Suficiência (Insuficiência) por Lei .............................................................................. (165) 49 92 200 7 a) Demonstrativo por nível de Educação (Básica e Superior) 1- Base para Gratuidades (Educação Básica) Receita Base para Educação Básica .............................................................................................................................................. 47.207.571 (–) Cancelamentos .......................................................................................................................................................................... (63.864) (–) Bolsas de Estudos - Gratuidades 100% ................................................................................................................................... (3.997.042) (–) Bolsas de Estudos - Gratuidades 50% ..................................................................................................................................... (134.034) (–) Bolsas de Estudos - Gratuidades EJA ....................................................................................................................................... (198.550) (–) Bolsas de Estudos Institucionais................................................................................................................................................ (2.667.108) (+) Contas a Receber do Mês Anterior Lei 12.101 .......................................................................................................................... 262.578 (–) Contas a Receber do mês Atual Lei 12.101............................................................................................................................... (291.008)

183

(=) Base de Cálculo para Gratuidades.........................................................................................................................................

40.118.543

100%

2013

2012

2013

2012

2013

2012

2013

2012

Gratuidades 20% - Lei 12.101 de 27.09.2009 ...............................................................................................................................

8.023.709

20%

4.373.492 2.476 -

3.923.689 2.005 -

-

-

2.063.228 160.228

2.034.094 322.421

4.373.492 2.476 2.063.228 160.228

3.923.689 2.005 2.034.094 322.421

4.375.968

3.925.694

-

-

2.223.456

2.356.515

6.599.424

6.282.209

Atividades Educacionais Bolsas de Estudos - Gratuidades 100% ......................................................................................................................................... Bolsas de Estudos - Gratuidades 50% ........................................................................................................................................... Bolsas de Estudos - Gratuidades EJA............................................................................................................................................. Cancelamento de Bolsas Ed. Básica ..............................................................................................................................................

3.997.042 134.034 198.550 (480)

Os adiantamentos de mensalidade referem-se a anuidades e/ou mensalidades recebidas antecipadamente, que são alocadas ao resultado do exercício mensalmente pelo regime de competência, à medida que as atividades pedagógicas são realizadas. Os adiantamentos de assinaturas de revistas referem-se a revista Mensageiro do Coração de Jesus, distribuídas anualmente aos seus assinantes. As receitas antecipadas são alocadas ao resultado do exercício mensalmente pelo regime de competência, à medida que as revistas são entregues aos seus assinantes. 17. PROVISÃO PARA DEMANDAS JUDICIAIS A Entidade é parte envolvida em ações trabalhistas, cíveis, tributárias e outras em andamento. Estas questões estão sendo discutidas tanto na esfera administrativa quanto na judicial, as quais, quando aplicável, são amparadas por depósitos judiciais. As provisões para as perdas decorrentes destes processos são estimadas e atualizadas pela Administração, amparada pela opinião de seus consultores legais externos. Outras Atividades Educação Social Associativas Total Provisões para Demandas Cíveis ................................................ Provisões para Demandas Trabalhistas .......................................

2013

2012

2013

2012

2013

2012

2013

2012

43.600 75.238

45.000 -

-

-

-

1.323.629

43.600 1.199.858

45.000 1.323.629

118.838

45.000

-

-

-

1.323.629

1.243.458

1.368.629

Movimentação da provisão para demandas judiciais

Provisões para demandas Trabalhistas

Provisões para demandas cíveis

Total

Saldo em 31 de dezembro de 2012 ..................................................................................................... (+) Adições ........................................................................................................................................... (+) Atualizações .................................................................................................................................... (–) Pagamentos .................................................................................................................................... (–) Reversões .......................................................................................................................................

1.323.629 75.238 285.381 (484.390) -

45.000 43.600 (45.000)

1.368.629 118.838 285.381 (484.390) (45.000)

Saldo em 31 de dezembro de 2013 .....................................................................................................

1.199.858

43.600

1.243.458

Provisões para demandas trabalhistas As naturezas das causas trabalhistas se referem substancialmente a reclamações trabalhistas com, em sua maioria, exigência de indenizações. Com base na opinião de seus advogados, são revisadas as contingências conhecidas e avaliadas as possibilidades de eventuais perdas. Provisões para demandas cíveis Referem-se à sentenças para realização de Matriculas Escolares de crianças com 6 anos de idade completos em 31/12/2013 no 1º ano do Ensino Fundamental, nos termos da Resolução CNE de 14/01/2010. 18. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Patrimônio Social O patrimônio social é apresentado em valores atualizados e compreende o Patrimônio Social, acrescido do resultado do exercício (superávit ou déficit) ocorrido, os bens recebidos através de doações patrimoniais e da realização dos ajustes de avaliação patrimonial. b) Ajuste de avaliação patrimonial Em consonância com a Resolução CFC Nº 1159/09 (CTG 2000) e a Lei 11.638/07, a criação da conta Ajuste de Avaliação Patrimonial faz parte do Patrimônio Líquido como um grupo especial, uma vez que os valores nela contabilizados não transitaram pelo resultado e são oriundos do ajuste do custo atribuído as rubricas de edificações, terrenos, máquinas e equipamentos, em decorrência de sua avaliação ao valor justo. 19. RECEITA LÍQUIDA

2013

2012

Anuidades / Semestralidades Escolares ............................................................................................................................ (–) Bolsas de Estudos ........................................................................................................................................................ (–) Devoluções e Cancelamentos ......................................................................................................................................

50.226.213 (7.861.731) (117.147

44.922.990 (6.766.271) (205.932)

Total das Receitas de Serviços de Ensino .....................................................................................................................

42.247.335

37.950.787

Cursos Complementares .................................................................................................................................................... (–) Devoluções e Cancelamentos ......................................................................................................................................

2.225.856 (3.420)

2.076.558 (15.070)

Total das Receitas de Cursos Complementares ...........................................................................................................

2.222.436

2.061.488

Doações, Subvenções e Convênios .................................................................................................................................. Outras Receitas ..................................................................................................................................................................

234 81.713

332.144 47.168

4.329.146

Serviços Educacionais Serv. Educação Ensino Médio Profissionalizante - Bolsas de Estudos em parceria ...................................................................... Apoio Estudantes Bolsistas - Próprio ..............................................................................................................................................

11%

1.922.829 877.677

Total Realizado em Serviços Educacionais em Educação Básica ...........................................................................................

2.800.506

7%

Total em Ações com Educação Básica .......................................................................................................................................

7.129.652

18%

Atividades Socioassistenciais Serv. Convivência e Fortalecimento de Vínculos ............................................................................................................................ Programa de Assessoramento e Grupos Sociais ........................................................................................................................... Serv. Conv. Fortalecimento Vínculo - parceria ................................................................................................................................ Programa Família Acolhedora - Prefeitura Belo Horizonte-MG....................................................................................................... Inclusão ao Mundo do Trabalho - parceria ......................................................................................................................................

622.880 144.460 133.268 182.509 498.142

Total Realizado em Serviços Educacionais com Educação Básica .........................................................................................

1.581.259

4%

Total de Gratuidades Realizadas em Educação Básica.............................................................................................................

8.710.911

22%

Gratuidades Exigidas por Lei - 20% ............................................................................................................................................

8.023.709

20%

Suficiência perante a lei................................................................................................................................................................

687.202

2%

2- Base para Gratuidades (Educação Superior) Receita base para Educação Superior ............................................................................................................................................ (–) Cancelamentos .......................................................................................................................................................................... (–) Bolsas PROUNI - 100% ............................................................................................................................................................. (–) Bolsas Assistênciais Critéiro PROUNI - 100% .......................................................................................................................... (–) Bolsas Assistênciais Critéiro PROUNI - 50% ............................................................................................................................ (–) Bolsas de Estudos Institucionais................................................................................................................................................ (+) Contas a Receber do Mês Anterior Lei 12.101 .......................................................................................................................... (–) Contas a Receber do mês Atual Lei 12.101...............................................................................................................................

3.018.642 (53.283) (176.616) (348.466) (17.674) (322.240) 86.129 (106.724)

(=) Base de Cálculo para Gratuidades.........................................................................................................................................

2.079.768

100%

Gratuidades 20% - Lei 12.101 de 27.09.2009 ...............................................................................................................................

415.954

20%

Atividades Educacionais Bolsas PROUNI - 100% .................................................................................................................................................................. Bolsas Assistenciais Critério PROUNI - 100% ................................................................................................................................ Bolsas Assistenciais Critério PROUNI - 50% .................................................................................................................................. Cancelamento de Bolsas.................................................................................................................................................................

176.616 348.466 17.674 (4.332)

Total Realizado com Educação Superior ....................................................................................................................................

538.424

26%

Suficiência perante a lei................................................................................................................................................................ b) Demonstrativo por área de atuação

122.470

6%

Área de Atuação

Nº Atendidos

Saldo das Ações Realizadas

670 67 300

4.329.626 538.424 1.922.829

Educação Concessões de Bolsas de Estudos - Educação Básica .............................................................................................. Concessões de Bolsas de Estudos - Educação Superior ........................................................................................... Serv. Educacional Ensino Médio Profissionalizante - Bolsas de Estudos em Parceria .............................................. Apoio Estudantes Bolsistas ......................................................................................................................................... Ações Sociais Serviço Convivência e Fortalecimento de Vínculos .................................................................................................... Programa de Assessoramento e Grupos Sociais ....................................................................................................... Programa Família Acolhedora - Prefeitura Belo Horizonte-MG................................................................................... Serviço Convivência e Fortalecimento de Vínculos - parceiro .................................................................................... Serviço de Formação Socioprofissional ......................................................................................................................

349

877.677

1.386

7.668.556

1.078 104 64 312 611

622.880 144.460 182.509 133.268 498.142

Total de Outras Receitas..................................................................................................................................................

81.947

379.312

2.169

1.581.259

Total das Receitas da Área da Educação ......................................................................................................................

44.551.718

40.391.587

3.555

9.249.335

Doações, Subvenções e Convênios .................................................................................................................................. Outras Receitas ..................................................................................................................................................................

900 -

90.633 83.853

Total das Receitas da Área da Social ............................................................................................................................

900

174.486

Venda de Mercadorias........................................................................................................................................................ (–) Devoluções e Cancelamentos ......................................................................................................................................

20.283.882 (253.827)

19.872.169 (189.559)

Total de Venda de Mercadorias ..........................................................................................................................................

20.030.055

19.682.610

Patrimoniais ........................................................................................................................................................................ Doações, Subvenções e Convênios .................................................................................................................................. Outras Receitas ..................................................................................................................................................................

1.935.799 843.087 970.513

1.367.842 664.487 933.526

Total de Outras Receitas..................................................................................................................................................

3.749.399

2.965.855

Total das Receitas de Outras Atividades Institucionais ..............................................................................................

23.779.454

22.648.465

Receita Liquida .................................................................................................................................................................

68.332.072

63.214.538

19.1 Receitas As receitas geradas pela AJEAS encontram fulcro em suas atividades operacionais, quais sejam: Prestação de Serviços de Ensino, Editora, Indústria Gráfica, exploração de seu conjunto de bens imóveis, etc. Todo este conjunto de atividades encontra-se previsto em seu estatuto social, sendo que os recursos gerados são aplicados, compulsoriamente, nos objetivos sociais da entidade, caracterizando-a como Entidade Beneficente de Assistência Social. Respeitando-se o princípio da oportunidade, a receita de prestação de serviço de ensino reconhecida pela Associação tem como premissa a pré-existência de contratação dos serviços para o período letivo em questão. Essas receitas são apropriadas mensalmente, em concomitância com a consecução dos custos desses serviços, mantendo-se a linearidade desse reconhecimento ao longo do período contratado. 19.2 Doações, subvenções e convênios Eventualmente, a Entidade recebe Doações, Subvenções e faz parceria com Convênios, previstas no Estatuto Social, conforme os artigos 4º e 5º. a) Doações: Contribuições de Pessoas Físicas e Jurídicas 2013 2012 Pessoas Físicas .......................................................................................................................................................................... Pessoas Jurídicas - Nacional ....................................................................................................................................................... Pessoas Jurídicas - Internacional................................................................................................................................................. b) Receitas Governamentais Governo de Minas Gerais - Projeto FAPEMIG ............................................................................................................................. Secretaria Direitos Humanos da Presidência da República .........................................................................................................

239.493 551.263 53.465

211.974 619.080 122.709

844.221

953.763

2013

2012

292.347 144.182

356.573 -

436.529 356.573 c) Convênio com Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República A AJEAS-CAJU, tem convênio firmado com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República com objeto a implantação do Centro de Referência em Direitos Humanos João Bosco Penido Burnier em Goiânia, conforme registro no SICONV Nº 773674/2012-SDH/PR, Processo nº 00008.002202/2012-68. d) Convênio com Secretaria de Cultura de Goiânia A AJEAS-CAJU, tem convênio firmado com a Secretaria de Cultura de Goiânia e recebeu recursos em 12/06/2013, que será executado ou devolvido o valor em 2014. Este valor está lançado no Passivo Circulante – Convênios. e) Convênio com Ministério do Trabalho Ao ser incorporada na AJEAS, a Obra Social Anunciata-OSA possuia um convênio com o Ministério do Trabalho, cuja prestação de contas referente a verba utilizada foi feita em setembro/2013. f) Convênio FAPEMIG A AJEAS-ISI/FAJE, tem convênio firmado com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, com vigência até 28/02/2015, cujo objeto é estabelecer normas e regular procedimentos para a concessão e pagamento de bolsas implementadas nos programas institucionais e demais modalidades estabelecidas, compreendendo dentro desse objetivo o apoio e fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico, a pesquisa, a difusão e a capacitação tecnológica. Constitui obrigação da FAPEMIG, entre outras, acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos técnicos e financeiros, através dos relatórios específicos. g) Convênio com Entidade FUNDEP A AJEAS-ISI/FAJE, para desempenho de suas atividades firma contrato com a Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa – FUNDEP/UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais, que através de um projeto apresentado disponibiliza professor com dedicação exclusiva para ministrar curso por um determinado período.

c) Adequação das receitas de educação superior e suas respectivas despesas com pessoal

31.12.2013

Receita Base para Educação Superior ........................................................................................................................................ Despesas com Pessoal Ordenados e Salários ...................................................................................................................................................................... Gratificações.................................................................................................................................................................................... Indenizações ................................................................................................................................................................................... Provisão Contingência .................................................................................................................................................................... Encargos Sociais .............................................................................................................................................................................

1.349.954 13.413 13.316 170.449 149.815 1.696.949

20. CUSTOS Educação 2013 Custo com Ensino ................................................ Custo com Produção ............................................

3.018.643 100%

Outras Atividades Associativas

Social

56%

Total

2012

2013

2012

2013

2012

2013

2012

29.412.077 26.410.203 -

-

-

12.971.229

21.304.508

29.412.077 12.971.229

26.410.203 21.304.508

29.412.077 26.410.203

-

-

12.971.229

21.304.508

42.383.306

47.714.711

21. DESPESAS COM AÇÕES SOCIAIS EDUCACIONAIS E OUTROS Educação Desp. com Ações Sociais e Educ. ............................... Programas Sociais Institucionais.................................

Outras Atividades Associativas

Social

Total

2013

2012

2013

2012

2013

2012

2013

2012

3.298.647 83.337

4.062.505 -

767.340 -

1.988.577 107.811

315.778 601.817

1.051.891 203.511

4.381.765 685.154

7.102.973 311.322

3.381.984

4.062.505

767.340

2.096.388

917.595

1.255.402

5.066.919

7.414.295

22. DESPESAS ADMINISTRATIVAS, COMERCIAIS E GERAIS Educação

Outras Atividades Associativas

Social

2013

2012

2013

2012

2013

Despesas Administrativas ....................................... 10.189.218 Despesas com Vendas ............................................ Despesas com Imóveis ........................................... Depreciação ........................................................... -

6.613.198 61.803 160.699 1.588.947

-

14.747 57.730

22.508.536 1.652.938 51.720 2.124.587

2012

Total 2013

2012

6.064.195 32.697.754 12.692.140 1.482.071 1.652.938 1.543.874 536.061 51.720 696.760 2.996.688 2.124.587 4.643.365

10.189.218 8.424.647 72.477 26.337.781 11.079.015 36.526.999 19.576.139 23. SEGUROS (NÃO AUDITADO) Para atender medidas preventivas adotadas permanentemente, a Entidade efetua a contratação de seguro em valor considerado suficiente para cobertura de eventuais sinistros. Essas informações não fazem parte do escopo e não foram revisadas pelos auditores independentes. 24. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA A AJEAS encontra-se em pleno gozo da Imunidade Tributária, assegurada às entidades de Educação e Assistência Social, tanto para Impostos quanto para Contribuições Sociais, conforme determinado pela Constituição Federal/1988. Porém, para que a Associação Jesuíta de Educação e Assistência Social-AJEAS, possa gozar da certificação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social–CEBAS, conferido pelo Ministério de Educação e Cultura-MEC, faz-se necessário que a entidade evidencie em suas demonstrações contábeis as gratuidades promovidas junto ao público alvo da assistência social. O resumo dessas gratuidades encontra-se evidenciado na Nota Explicativa nº 19.3. 25. TRABALHO VOLUNTÁRIO Conforme Resolução do CFC n° 1.409/12 que aprovou a ITG 2002 item 19, a Entidade reconhece pelo valor justo a prestação do serviço não remunerado do voluntariado, que é composto essencialmente por pessoas que dedicam o seu tempo e talento com uma importante participação em várias ações realizadas pela Entidade. 26. INSTRUMENTOS FINANCEIROS Nos exercícios de 2013 e 2012, a Entidade não participou e nem tampouco manteve operações envolvendo quaisquer tipos de instrumentos financeiros específicos, a não ser aqueles constantes das demonstrações contábeis, os quais foram determinados de acordo com os critérios e as práticas contábeis divulgadas em notas explicativas. Continua . . .


ECONOMIA . . . continuação

14

ASSOCIAÇÃO JESUÍTA DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL – AJEAS CNPJ.: 17.211.202/0001-85

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em reais)

PARECER DO CONSELHO FISCAL

27. EVENTOS SUBSEQUENTES A administração submeterá às Assembleias Gerais da ANEAS – Associação Nóbrega de Educação e Assistência Social e da AJEAS, a serem realizadas em 28 de março de 2014, proposta de cisão parcial da AJEAS, com a segregação da parcela de seu patrimônio (“Parcela Cindida”), e a subsequente incorporação, pela ANEAS, da Parcela Cindida, consoante o disposto nos artigos 1.115 a 1.122 do Código Civil (a “Operação”), que tem por finalidade a reestruturação das Províncias da Companhia de Jesus no Brasil, que visa implementar e envolver as distintas Províncias dos Jesuítas. A Província Centro-Leste, em busca de sinergias e simplificação da sua estrutura atual, decidiu deliberar as providências necessárias para unificar grande parte das atividades da AJEAS e da ANEAS, através da cisão parcial da primeira com versão da parcela cindida para a última, e com a reestruturação proposta, espera-se que as Associações se beneficiem com a redução de custos financeiros e operacionais.

O Conselho Fiscal da Associação Jesuíta de Educação e Assistência Social (“AJEAS”), tendo examinado as demonstrações financeiras e as contas dos administradores referentes ao exercício social de 2013, opinou favoravelmente à aprovação, pelos associados da AJEAS, das demonstrações financeiras e das contas dos administradores referentes ao exercício social de 2013. Belo Horizonte, 27 de março de 2014. Donizetti Tadeu Venâncio Presidente do Conselho Fiscal

Belo Horizonte (MG), em 31 de dezembro de 2013. Nilson Maróstica Marco Antonio Morais Lima Diretor Presidente Tesoureiro Fátima de Lourdes da Silva Contadora CRC SP-143271/O-8 – T-MG

José dos Passos da Silva 1º. Conselheiro Paulo Pimenta de Oliveira 2º. Conselheiro e Secretário ad hoc

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS À Diretoria Associação Jesuíta de Educação e Assistência Social – AJEAS Belo Horizonte - MG Examinamos as demonstrações contábeis da Associação Jesuíta De Educação E Assistência Social - AJEAS, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com a NBC ITG 2002/12 – Entidades sem Finalidade de Lucro, emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro.

Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Associação Jesuíta De Educação E Assistência Social - AJEAS em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às Entidades Sem Fins Lucrativos. Outros assuntos Auditoria dos valores correspondentes - 2012 As demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 foram auditadas por outros auditores independentes, sobre as quais emitiram relatório de auditoria datado de 28 de março de 2013, sem ressalvas. São Paulo, 27 de março de 2014. Celso Luiz da Costa Lobo Contador - CRC-1SP251526/O-6 Baker Tilly Brasil Auditores Independentes S/S CRC-2SP016754/O-1

BALANÇO SOCIAL / 2013 1. Apresentação

6 - Outros indicadores

A Associação Jesuíta de Educação e Assistência Social-AJEAS, com objetivo de contribuir para construção de uma sociedade mais justa e solidária, executa programas e projetos na área de Educação e Assistência Social.

Educação Básica: Nº total de alunos(as) .......................................................................................................................... Nº de alunos(as) com bolsas integrais ................................................................................................ Valor total das bolsas integrais ............................................................................................................ Nº de alunos(as) com bolsas parciais ................................................................................................. Valor total das bolsas parciais ............................................................................................................. Nº de alunos(as) com bolsas institucionais ......................................................................................... Valor total bolsas institucionais............................................................................................................ Nº de alunos(as) com bolsas Sindicais ............................................................................................... Valor total bolsas Sindicais .................................................................................................................. Nº de alunos(as) com bolsas da Prefeitura ......................................................................................... Valor total bolsas da Prefeitura............................................................................................................ Nº de alunos(as) com bolsas filhos funcionários(as)........................................................................... Valor total de bolsas alunos(as) filhos funcionários (as) ..................................................................... Nº de alunos(as) com bolsas alunos irmãos ....................................................................................... Valor total bolsas alunos irmãos .......................................................................................................... Educação Superior: Nº total de alunos(as) .......................................................................................................................... Nº de Alunos(as) com Bolsas Prouni - 100% ...................................................................................... Valor Bolsas PROUNI - 100% ............................................................................................................. Nº de Alunos(as) com Bolsas Prouni - 50% ........................................................................................ Valor Bolsas PROUNI - 50% ............................................................................................................... Nº de Alunos(as) com Bolsas Critério Prouni - 100%.......................................................................... Valor Bolsas Critério PROUNI - 100%................................................................................................. Nº de Alunos(as) com Bolsas Critério Prouni - 50%............................................................................ Valor Bolsas Critério PROUNI - 50%................................................................................................... Nº de Alunos(as) com Bolsas Institucionais ........................................................................................ Valor Total Bolsas Institucionais .......................................................................................................... Nº de Alunos(as) com Bolsas Sindicais............................................................................................... Valor Total Bolsas Sindicais ................................................................................................................. Nº de Alunos(as) com Bolsas de Iniciação Científica e de Pesquisa .................................................. Valor Total das Bolsas de Iniciação Científica e de Pesquisa .............................................................

1 - Identificação Nome da instituição: ASSOCIAÇÃO JESUÍTA DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - AJEAS Tipo/categoria: Organização do Terceiro Setor Natureza jurídica: [ X ] associação [ ] fundação [ ] sociedade sem fins lucrativos? [ X ] sim [ ] não Isenta da cota patronal do INSS? [ X ] sim [ ] não Possui Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS)? [ X ] sim [ ] não - Orgão Responsável pela Certificação: MEC Possui Inscrições em Conselhos de Assistência Social? ( ) não. Se sim ( X ), Quais? Conselho Municipal de Belo Horizonte e Goiânia e Conselho do Distrito Federal De utilidade pública? [ ] não. Se sim, [ X ] federal [ X ] estadual [ X ] municipal. Classificada como OSCIP (lei 9790/99)? [ ] sim [ X ] não 2 - Origem dos recursos

2013 Valor (reais)

Receitas Totais ....................................................................................................... a. Recursos governamentais (subvenções) ........................................................... b. Doações de pessoas jurídicas............................................................................ c. Doações de pessoas físicas ............................................................................... d. Contribuições...................................................................................................... e. Patrocínios.......................................................................................................... f. Cooperação internacional.................................................................................... g. Prestação de serviços e/ou venda de produtos ................................................. h. Outras receitas ................................................................................................... 3 - Aplicação dos recursos

72.846.762 0 551.263 234.648 53.465 62.723.981 9.283.405

2012 Valor (reais) 100% 0,00% 0,76% 0,32% 0,00% 0,00% 0,07% 86,10% 12,74%

2013 Valor (reais)

Despesas Totais ..................................................................................................... a. Projetos, programas e ações sociais (excluindo pessoal).................................. b. Pessoal (salários + benefícios + encargos)........................................................ c. Despesas diversas (somatório das despesas abaixo) ....................................... Operacionais .......................................................................................................... Impostos e taxas .................................................................................................... Financeiras ............................................................................................................. d. Capital (máquinas+instalações+equipamentos+mov.utensilios) ........................ e. Outras (que devem ser discriminadas conforme relevância) ............................. 4 - Indicadores sociais internos (Ações e benefícios para os(as) funcionários(as))

92.644.637 5.066.919 49.673.583 30.380.082 30.035.400 95.595 249.087 6.981.798 542.255

66.801.060 133.500 619.080 211.974 122.709 57.633.397 8.080.400

100% 0,20% 0,93% 0,32% 0,00% 0,00% 0,18% 86,28% 12,10%

2012 Valor (reais)

2013

2012

4.786 644 R$ 4.195.592 26 R$ 133.554 77 R$ 289.520 168 R$ 752.180 40 R$ 226.234 149 R$ 1.350.993 41 R$ 48.181

4.439 444 R$ 3.272.087 29 R$ 135.153 71 R$ 229.394 166 R$ 661.100 42 R$ 207.576 146 R$ 1.261.664 47 R$ 49.910

380 26 R$ 176.616 0 R$ 0 44 R$ 348.466 5 R$ 17.675 75 R$ 310.013 3 R$ 12.227 7 R$ 5.400

352 28 R$ 158.551 1 R$ 520 44 R$ 354.617 7 R$ 17.242 86 R$ 400.646 8 R$ 17.812 7 R$ 6.450

2013

2012

1.077 269 298 35,53% 597 14,90% 43 R$ 2.022 35 R$ 2.207 321 16,57% 27 R$ 2.059 662 R$ 2.265 20 5 29 R$ 1.335 13 R$ 61.834

996 194 345 33,26% 561 21,15% 47 R$ 1.900 44 R$ 3.341 336 13,47% 42 R$ 1.696 625 R$ 2.659 13 74 35 R$ 1.208 14 R$ 97.416

2013

2012

322 17 52 153 100 0 755 124 153 328 0 63 86 1

285 16 51 152 66 0 716 116 145 300 0 75 79 1

7 - Indicadores sobre o corpo funcional

100% 5,47% 53,62% 32,79% 32,42% 0,10% 0,27% 7,54% 0,59%

82.865.228 7.414.295 40.707.323 26.784.516 26.543.948 39.418 201.150 7.544.914 414.179

100% 8,95% 49,12% 32,32% 32,03% 0,05% 0,24% 9,11% 0,50%

2013 % sobre Valor (reais) receita

2012 Valor (reais)

% sobre receita

229.569 1.261.664 161.946 3.444 505.763 122.735 397.898 89.665 733.800 3.506.484

0,34% 1,89% 0,24% 0,01% 0,76% 0,18% 0,60% 0,13% 1,10% 5,25%

Nº total de empregados(as) ao final do período .................................................................................. Nº de admissões durante o período .................................................................................................... Nº de prestadores(as) de serviço (RPA) ............................................................................................. % de empregados(as) acima de 45 anos ............................................................................................ Nº de mulheres que trabalham na instituição ...................................................................................... % de cargos de chefia ocupados por mulheres .................................................................................. Idade média das mulheres em cargos de chefia ................................................................................. Salário médio das mulheres ................................................................................................................ Idade média dos homens em cargos de chefia ................................................................................... Salário médio dos homens .................................................................................................................. Nº de negros(as) que trabalham na instituição ................................................................................... % de cargos de chefia ocupados por negros(as) ................................................................................ Idade média dos(as) negros(as) em cargos de chefia ........................................................................ Salário médio dos(as) negros(as) ....................................................................................................... Nº de brancos(as) que trabalham na instituição.................................................................................. Salário médio dos(as) brancos(as)...................................................................................................... Nº de estagiários(as) ........................................................................................................................... Nº de voluntários(as) -Termo de Adesão de Serviços ......................................................................... Nº portadores(as) necessidades especiais ......................................................................................... Salário médio portadores(as) necessidades especiais ....................................................................... Nº de Menores Aprendiz...................................................................................................................... Valor total com Menor Aprendiz...........................................................................................................

a. Alimentação ........................................................................................................ b. Educação - Bolsas Próprias para Filhos funcionários(as) .................................. c. Capacitação e desenvolvimento profissional...................................................... d. Creche ou auxílio-creche.................................................................................... e. Saúde ................................................................................................................. f. Segurança e medicina no trabalho ...................................................................... g. Transporte .......................................................................................................... h. Bolsas/estágios .................................................................................................. i. Outros (Cestas Básicas p/funcionários) .............................................................. Total - Indicadores sociais internos ........................................................................

283.263 1.350.993 182.428 5.405 1.775.336 112.761 703.083 112.630 1.293.242 5.819.141

0,39% 1,85% 0,25% 0,01% 2,44% 0,15% 0,97% 0,15% 1,78% 7,99%

................................................................................................................................ 5 - Projetos, ações e contribuições para a sociedade / comunidade

2013 Valor (reais)

% sobre receita

a) Programa de Apoio à Estudantes Bolsistas ....................................................... Nº pessoas beneficiadas ..................................................................................

R$ 877.677 349

1,20% -

R$ 827.484 346

1,24% -

b) Programa Assistência Educacional .................................................................... Nº pessoas beneficiadas ..................................................................................

R$ 526.612 69

0,72% -

R$ 1.139.677 139

1,71% -

Relação entre a maior e a menor remuneração

c) Serviço Educacional Infantil - Bolsa de Estudo em Parceria.............................. Nº pessoas beneficiadas...................................................................................

R$ 0 -

0,00% -

R$ 149.249 49

0,22% -

A instituição desenvolve alguma política ou ação de valorização da diversidade em seu quadro funcional?

d) Serviço Educacional Ens.Médio Prof. Bolsa de Estudo em Parceria................. Nº pessoas beneficiadas...................................................................................

R$ 1.922.829 300

2,64% -

R$ 1.946.095 294

2,91% -

Se “sim” na questão anterior, qual?

e) Serviço Convivência e Fortalecimento de Vinculos .......................................... Nº pessoas beneficiadas...................................................................................

R$ 756.148 1.390

1,04% -

R$ 2.254.610 1.383

3,38% -

A organização desenvolve alguma política ou ação de valorização da diversidade entre alunos(as) e/ou beneficiários(as)?

f) Programa de Assessoramento e Grupos Sociais................................................ Nº pessoas beneficiadas...................................................................................

R4 144.460 104

0,20% -

R$ 94.561 152

0,14% -

Se “sim” na questão anterior, qual?

g) Programa Familha Acolhedora - Prefeitura de Belo Horizonte - MG ................. Nº pessoas beneficiadas...................................................................................

R$ 182.509 64

0,25% -

R$ 211.296 72

0,32% -

Na seleção de parceiros e prestadores de serviço, critérios éticos e de responsabilidade social e ambiental:

h) Serviço de Formação SocioProfissional............................................................. Nº pessoas beneficiadas...................................................................................

R$ 498.142 611

0,68% -

R$ 480.000 994

0,72% -

i) Programa Qualificação Profissional .................................................................... Nº pessoas beneficiadas...................................................................................

R$ 1.180 1

0,00% -

R$ 28.730 61

0,04% -

j) Programa Incentivo Educação Superior .............................................................. Nº pessoas beneficiadas ....................................................................................

R$ 0 -

0,00% -

R$ 132.513 329

0,20% -

k) Outros Programas Sociais.................................................................................. Nº pessoas beneficiadas

R$ 157.363 14

0,22% -

R$ 150.080 17

0,22% -

Valores totais .......................................................................................................

R$ 5.066.920

6,96%

R$ 7.414.295

11,10%

Pessoas Beneficias .........................................................................................

2.902

-

3.836

-

2012 % sobre Valor (reais) receita

8 - Qualificação do corpo funcional Nº total de docentes ......................................................................................................................... Nº de doutores(as) .............................................................................................................................. Nº de mestres(as)................................................................................................................................ Nº de especializados(as) e pós-graduados(as)................................................................................... Nº de graduados(as) ........................................................................................................................... Nº de Ensino Médio ............................................................................................................................. Nº total de funcionários(as) no corpo técnico e administrativo .................................................. Nº de pós-graduados (especialistas, mestres e doutores) .................................................................. Nº de graduados(as) ........................................................................................................................... Nº de pessoas com ensino médio ....................................................................................................... Nº de pessoas com ensino médio incompleto..................................................................................... Nº de pessoas com ensino fundamental ............................................................................................. Nº de pessoas com ensino fundamental incompleto........................................................................... Nº de pessoas não-alfabetizadas ........................................................................................................ 9 - Informações relevantes quanto à ética, transparência e responsabilidade social O processo de admissão de empregados(as) é:

2013 34,50 vezes __% por indicação 100% por seleção [ ] sim, institucionalizada [ x ] sim, não institucionalizada

[ ] não

[ ] negros [ ] gênero [ ] opção sexual [ x ] portadores(as) de necessidades especiais [ ] _______________________ [ x } sim, institucionalizada [ ] sim, não institucionalizada

[ ] não

[ ] negros [ ] gênero [ ] opção sexual [ ] portadores(as) de necessidades especiais [ x ] Condição Sócio-Econômica

A participação de empregados(as) no planejamento da instituição: Os processos eleitorais democráticos para escolha dos coordenadores(as) e diretores(as) da organização: A instituição possui Comissão/Conselho de Ética para o acompanhamento de:

[ ] não são considerados [ x ] são sugeridos [ ] são exigidos [ ] não ocorre [ x ] ocorre em nível de chefia [ ] ocorre em todos os níveis [ x ] não ocorrem [ ] ocorrem regularmente [ ] ocorrem somente p/cargos intermediários [ ] todas ações/atividades [ ] ensino e pesquisa [ ] experimentação animal/vivissecção [ x ] não tem

Belo Horizonte, 31 de dezembro de 2013 Nilson Maróstica – Diretor-Presidente CPF 924.851.208-97 Fatima de Lourdes da Silva – Contadora CRC- SP143271/O-8 - T-MG

Marco Antonio Morais Lima – Tesoureiro CPF 208.133.176-49 Heloisa Solvelino – Assistente Social CRESS-MG 6217

TRIBUNAL INTERNACIONAL

ANP manda Petrobras parar disputa Rio — A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mandou a Petrobras desistir de propor arbitragem internacional para questionar decisão da agência envolvendo pagamento de receitas governamentais de petróleo em uma área do pré-sal, por considerar a decisão ilegal.

O impacto da medida é estimado em R$ 50 bilhões, que teriam que ser desembolsados em 35 anos, a título de participações especiais, compensação que as petroleiras devem pagar aos governos pela produção de petróleo. D i f e re n t e m e n t e d o s royalties, que incidem sobre o volume, as participações

especiais são cobradas apenas de área em que a produção de petróleo proporciona receita financeira muito elevada. A Petrobras deverá pagar os R$ 50 bilhões caso não consiga reverter decisão da ANP de 2011, segundo a qual duas áreas contíguas no pré-sal da Bacia de Santos, Lula e Cernambi, devem

ser considerados um campo único. A união das áreas, como defende a ANP, amplia a expectativa de rentabilidade para os campos. E, por is so, a Pet robras a questiona. A briga foi levada pela Petrobras à Câmara de Comércio Internacional, sediada em Paris, no início do ano.

Em reunião no dia 9 de abril, a diretoria da ANP concluiu pela “ilegalidade da arbitragem internacional proposta à Câmara de Comércio Internacional referente à aplicação do conceito de campo de petróleo”. Determinou, ainda, que a Petrobras desistisse da disputa em cinco dias, “sob pena de

interposição de ação judicial para anular o procedimento”. Procurada, a Petrobras afirmou que “buscou tentativas de conciliação na via administrativa, sem êxito”. A empresa informou que a solução do conflito por meio de arbitragem é previsto no contrato de concessão. (FP)


15 ECONOMIA ENERGIA

Venda de gás natural pelo Cebasf passa por revisão Estudo deve ficar pronto em 30 dias mado por empresas que usam o combustível no O estudo que definiria a p r o c e s s o p r o d u t i v o , forma como o gás natural como as indústrias de ferextraído pelo consórcio tilizantes, química, ceraCebasf, detentor do direito mista e de ferro esponja, de exploração do combus- q u e p o d e s u b s t i t u i r a tível no bloco 132, na bacia sucata na fabricação de do rio São Francisco, seria aço em forno elétrico. comercializado no mercado livre passa por uma Termelétricas — O uso do revisão e só deve ficar gás para a geração de enerpronto em cerca de 30 dias. gia a partir de usinas terO levantamento, que melétricas é o outro grupo está sendo realizado junto com potencial para atrair a fornecedores e ao mer- aportes. Conforme levanc a d o d e m a n d a n t e d o tamentos de especialistas, i n s u m o , t e v e q u e s e r para cada 2,5 milhões de refeito em função da publi- m e t ro s c ú b i c o s d e g á s cação da Norma 21, de 10 natural, podem ser gerade abril de 2014, da Agên- d o s 5 0 0 m e g a w a t t s d e cia Nacional de Petróleo, energia. O consórcio Cebasf é Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que altera as formado pelo governo de regras e critérios de análise Minas que, por meio da p a r a f r a t u r a m e n t o d e Companhia de Desenvolreservatórios não conven- v i m e n t o I n t e g r a d o d e cionais de gás natural, Minas Gerais (Codemig), como é o caso do combus- detém 49% de participação tível encontrado na bacia na reserva; a Orteng Equipamentos e Sistemas Ltda do São Francisco. “Foi um fato importante (30%), a Delp Engenharia e e s t a m o s a v a l i a n d o o (11%) e a empresa capixaba impacto desta resolução, Imetame (10%). Além do Cebasf, posque pode ser negativo ou não. Ainda é cedo para suem blocos exploratórios falarmos em cronograma em Minas Gerais a Petra de comercialização”, afir- Energia S/A (24 blocos), a mou o gerente da área de Petrobras (seis lotes), a óleo e gás da Orteng Equi- Geobras (nove lotes), a Tarpamentos e Sistemas, ope- mar Terminais Aeromarítir a d o r a d o c o n s ó r c i o mos (um lote) e a Shell Cebasf, Frederico Macedo. (cinco blocos). Em dezembro do ano passado, o governo de Minas regularizou os principais agentes da legislação federal relativa ao gás no Estado: o consumidor livre, o alto produtor e o grande importad o r. A p a r t i r d a í , o consórcio Cebasf iniciou o estudo junto aos fornecedores e potenciais clientes para, então, definir um plano de comercialização do combustível. No entanto, agora, com a nova norma da ANP, ainda não há previsão de quando o gás encontrado na bacia do rio São Francisco, em uma área próxima a Morada Nova de Minas (região Central), começará a ser comercializado. A resolução também trata de assuntos como os sistemas de gestão ambiental, análise de resíduos e estudos e levantamentos necessários para a aprovação das operações de perfuração. Conforme já informado, a partir do momento em que o mercado livre do gás natural no Estado for regularizado, o consumidor poderá comprar diretam e n t e d o p r o d u t o r. A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), que integra o consórcio, participará da comercialização apenas como empresa contratada para fazer o transporte do gás. As normas mineiras permitem também que os grupos vendam o gás produzido no mercado livre e cativo ao mesmo tempo. De forma geral, os potenciais usuários do gás depositado na bacia do São Francisco estão divididos em dois grup o s . O p r i m e i ro é f o r LEONARDO FRANCIA


16 ECONOMIA POLÍTICA URBANA

Entidades abandonam IV Conferência CMI/Secovi-MG e Sinduscon-MG alegam “falta de transparência” nas mudanças propostas pela prefeitura LUCIANE LISBOA

A redução do cronograma e a desorganização da IV Conferência Municipal de Política Urbana, além da dificuldade de se estabelecer um diálogo durante o debate que deveria ser a ferramenta de participação de diversos setores da sociedade

civil para traçar a revisão do Plano Diretor de Belo Horizonte. Estes foram os principais motivos alegados pela Câmara do Mercado Imobiliário de M i n a s G e r a i s (CMI/Secovi-MG) e Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) para

abandonar o fórum. Na última sexta-feira, em represália ao que consideraram “falta de transparência e de condições mínimas do exercício da cidadania”, ambas as entidades decidiram se retirar da conferência, que reúne os segmentos técnico, popular e empresarial da Capital. A decisão foi unânime entre os 40 delega-

dos e 40 suplentes do setor. Em coletiva realizada ontem, o presidente do Sinduscon-MG, Luiz Fernando Pires, alegou que as mudanças propostas na atual legislação são “profundas”. Portanto, o debate precisa envolver todos os setores, o que não tem ocorrido no fórum, que é realizado de

quatro em quatro anos. “Nós do setor da construção somos 100% a favor do planejamento urbano. Mas o nível de modificação na lei proposto pela prefeitura é muito grande para ser feito da forma como está sendo. A sociedade tem que ser ouvida. O calendário é reduzido para uma matéria dessa magnitude. É preciso ampliar o debate, afirmou. De acordo com o diretor de Projetos do sindicato e membro do Conselho Municipal de Políticas Urbanas (Compur), Renato Ferreira Michel, nas revisões já realizadas no Plano Diretor da cidade, o período de elaboração e discussões das propostas era em torno de nove meses. Neste ano, esse prazo caiu para três meses. “A decisão foi tomada em função da Copa do Mundo e das eleições. É um prazo exíguo para levar a cabo mudanças tão importantes. A legislação não exige que seja tão rápido. Já que não é possível fazer neste ano, vamos adiar para o ano que vem. O que nos parece é que essas decisões

estão sendo políticas. Não há como participar de um circo mal montado como esse”, criticou. Outra crítica de Michel é em relação ao tratamento que vem sendo dado aos delegados que participam do fórum, “que nada mais são que representantes da sociedade e estão ali para tomar decisões em nome dela”, mas mal tomaram conhecimento das propostas. “Nesta conferência tudo tem sido dificultado. Nossos questionamentos não são sequer levados em consideração. É tudo teatro de faz de conta”, disse. O ex-presidente do Sinduscon-MG e também delegado no fórum Teodomiro Diniz Camargos alega que a conferência foi feita em “toque de caixa” e que a saída do setor de construção é uma maneira de protestar e quem sabe reverter a situação. “Temos esperança de sermos ouvidos. O regimento foi constituído de tal forma para engessar qualquer mudança. Não há como legitimar essa conferência da forma como está”, afirmou.

PBH acredita no retorno dos empresários ao fórum Porém, tudo indica que a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) não deve ceder e dará andamento à IV Conferência Municipal de Política Urbana mesmo

com a saída do setor da construção civil. Em nota, a PBH afirmou “confiar que as entidades que ora anunciam seu afastamento possam rever seu posicionamento e somar-se aos delegados que permanecem no evento para a construção de uma Belo Horizonte melhor, mais justa e com mais qualidade de vida para seus habitantes”. Em respostas às critícas feitas pela CMI/Secovi-MG e Sinduscon-MG, o Executivo esclareceu que o cronograma original previa que a conferência seria realizada entre dezembro de 2013 e novembro de 2014 e sua redução foi feita em atendimento a uma solicitação dos conselheiros representantes da sociedade civil, “ao argumento de que, por se tratar de ano em que serão realizadas eleições e Copa do Mundo, a discussão ficaria prejudicada, em vista da dimensão desses eventos, que acabariam por roubar a cena”. Em vista disso, o Compur deliberou a criação de um grupo de trabalho, que ficaria responsável pela proposição de um cronograma no qual a conferência tivesse seu encerramento antes do início dos referidos eventos. Em 19 de dezembro do ano passado, o grupo apresentou sua proposta de cronograma, prevendo o encerramento da IV Conferência em 24 de maio de 2014, que, submetido ao Compur, foi aprovado por todos os conselheiros presentes, à exceção do conselheiro Renato Michel, representante do Sinduscon-MG. A PBH alega, “a transparência, a disposição para o diálogo e o interesse na realização de uma Conferência Urbana democrática, produtiva, eficaz e à altura da complexidade dos temas que estão em discussão são alvo permanente dos esforços da organização da conferência, assim como o atendimento às necessidades colocadas pela sociedade civil, em especial pelas pessoas que a representam no evento”. (LL)


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

Fundação Obras Sociais Nossa Senhora da Boa Viagem

DEMONSTRAÇÃO DO DÉFICIT EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO Em reais 2013 2012 Operações continuadas Receita líquida de convênios, serviços e doações (Nota 21) ........... 1.683.886 2.997.771 Custo dos serviços prestados (Nota 22)................................................ (1.488.556) (1.994.514)

CNPJ nº 17.233.032/0001-30

BALANÇO PATRIMONIAL EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO Em reais Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa .............................................. Contas a receber .................................................................. Adiantamentos ..................................................................... Convênios a receber............................................................. Demais contas a receber .....................................................

Nota 5 6 7 13 8

2013

2012

582.999 41.742 4.055 81.143 559

464.059 9.261 4.151 345.157 17.846

710.498

840.474

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores........................................................................ Obrigações fiscais e trabalhistas ......................................... Convênios ............................................................................. Receita diferida ..................................................................... Demais contas e despesas a pagar .....................................

12 13 14

Não circulante Adiantamento de entidades afins.......................................... Receita diferida ..................................................................... Provisão para contingências.................................................

Não circulante Realizável a longo prazo Depósitos judiciais ..............................................................

20

178.694

12.944

Propriedades para investimento ........................................... Imobilizado............................................................................ Intangível ..............................................................................

9 10 11

7.297.229 13.484.478 518

7.349.719 13.844.618 767

20.960.919

21.208.048

Patrimônio líquido ................................................................... Patrimônio social .................................................................... Ajuste de avaliação patrimonial ..............................................

21.671.417

22.048.522

Total do passivo e do patrimônio líquido ..........................

Total do ativo .......................................................................

Nota

2013

2012

37.855 129.313 786.120 58.568 9.894 1.021.750

34.259 209.698 625.685 61.389 6.394 937.425

18.000 682.545 14.610 715.155

40.000 729.264 185.448 954.712

838.021 19.096.491 19.934.512 21.671.417

698.232 19.458.153 20.156.385 22.048.522

15 14 20 16

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

2

2.1

2.2

2.3 2.4

2.5

2.6

2.7

Contexto operacional A Fundação Obras Sociais Nossa Senhora da Boa Viagem (“Fundação”), CNPJ 17.233.032/0001-30, é uma fundação mantida com recursos privados, sem fins lucrativos, beneficente de assistência social, que atua em programas sociais de proteção á família, à maternidade, à saúde, à terceira idade e proteção e vigilância dos direitos da criança e do adolescente. Possui título de utilidade pública federal, concedido através do Decreto nº 61.023 de 17 de julho de 1967 e é registrada junto ao Ministério Desenvolvimento Social – MDS conforme resolução nº 30 de 27 de março de 1998. Possui Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social, cuja renovação para o triênio 2011/2013 foi protocolada tempestivamente junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e aguarda analise. Para atingir seus objetivos a Fundação mantém a Casa Santa Zita, a Obra do Berço, o Centro social Padre Paulo Rególio e o Centro social Lar Frei Leopoldo, onde desenvolve os programas sociais descritos na nota 19. A Fundação descontinuou no exercício de 2012 as atividades da instituição de longa permanência para idosos denominada Recanto Nossa Senhora da Boa Viagem, mantida pela Fundação. Os planos da administração em relação aos bens e o imóvel onde era desenvolvida a atividade são de implantar um novo empreendimento, voltado para convenções e eventos, como forma de gerar renda para desenvolvimento de suas atividades sociais. A Fundação descontinuou no exercício de 2013 as atividades da Creche Olivia Tinquitella. O plano da administração em relação ao imóvel onde era desenvolvida a atividade é de transferir para o local a sede administrativa da instituição. O impacto no resultado da descontinuidade das operações está evidenciado na Nota 23. A emissão dessas demonstrações financeiras foi aprovada pela administração em 25 de abril de 2014. Resumo das principais políticas contábeis As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente em todos os exercícios apresentados. Base de preparação As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs), associadas aos aspectos contábeis específicos relacionados a entidades sem fins lucrativos, conforme resolução de número 1.409/12, do Conselho federal de Contabilidade, que aprovou a norma ITG 2002 – “Entidade sem finalidade de lucros”. As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir o “custo atribuído” do ativo imobilizado e das propriedades para investimento na data de transição para os CPCs. É necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 3. Moeda funcional e moeda de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações financeiras da Fundação são mensurados usando a moeda do principal ambiente econômico, no qual a Fundação atua (“a moeda funcional”). As demonstrações financeiras estão apresentadas em milhares de Reais, que é a moeda funcional da Fundação e, também, sua moeda de apresentação. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários, investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco insignificante de mudança de valor. Instrumentos financeiros Os ativos financeiros da Fundação compreendem basicamente os valores registrados em caixa e equivalentes de caixa e contas a receber de mensalidades de idosos e alugueis que são tratados como empréstimos e recebíveis, no ativo circulante. Os valores contabilizados aproximam-se dos de realização e estão acrescidos dos rendimentos calculados até a data do balanço. A Fundação não possui ativos financeiros classificados como pelo valor justo por meio de resultado, disponíveis para venda ou mantidos até o vencimento e não aplica em derivativos financeiros. Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Fundação compreendem a contas a receber de mensalidades de idosos e aluguéis, e equivalentes de caixa. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa efetiva de juros. Contas a receber As contas a receber da Fundação são decorrentes de mensalidades de idosos e alugueis e são avaliadas inicialmente pelo montante original da prestação de serviço. Se o prazo de recebimento é equivalente a um ano ou menos, as contas a receber são classificadas no ativo circulante. Caso contrário, estão apresentadas no ativo não circulante. As contas a receber encontram-se deduzidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Tal provisão é calculada em função das perdas avaliadas como prováveis, cujo montante é considerado suficiente para cobrir perdas na realização das contas a receber, tendo como base o saldo total dos Créditos vencidos de mensalidade em aberto há mais de 6 meses, cuja expectativa de recebimento seja remota. Propriedades para investimento As propriedades para investimento são constituídas por imóveis não destinados a uso nas operações da Fundação ou para finalidades administrativas. Compreende terrenos e edifícios mantidos para futuro uso e rendas de alugueis. As propriedades para investimento são mensuradas pelo seu custo histórico, menos depreciação acumulada. Esse custo foi ajustado para refletir o custo atribuído em 1º de janeiro de 2009, data de transição para os CPCs. Terrenos não são depreciados. A depreciação de edificações é calculada pelo método linear de acordo com a vida útil estimada entre 20 e 30 anos. Imobilizado Terrenos e Edificações compreendem, principalmente, unidades de atendimento social mantidas pela Fundação. O imobilizado é mensurado pelo seu custo histórico, menos depreciação acumulada. Esse custo foi ajustado para refletir o custo atribuído em 1º de janeiro de 2009, data de transição para os CPCs. Terrenos não são depreciados. A depreciação é calculada pelo método linear de acordo com a vida útil estimada como segue: Vida útil Anos Edificações Moveis e utensílios Veículos Aparelhos, equipamentos e outros

20 a 30 5 a 10 5 5 a 10

Ganhos e perdas em alienações são determinados pela comparação dos valores de alienação com o valor contábil e são incluídos no resultado do exercício em outras receitas operacionais. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior do que o seu valor recuperável estimado. Reparos e manutenção são apropriados ao resultado durante o período em que são incorridos. O custo das principais melhorias / recuperações é incluído no valor contábil do ativo no momento em que for provável que os benefícios econômicos futuros que ultrapassarem o padrão de desempenho inicialmente avaliado para o ativo existente fluirão para a Fundação. As principais melhorias / recuperações são depreciadas ao longo da vida útil restante do ativo relacionado. 2.8 Intangível Licenças adquiridas de programas de computador (softwares) são capitalizadas e amortizadas ao longo de sua vida útil estimada. Os gastos associados à manutenção de softwares são reconhecidos como despesas na medida em que são incorridos. 2.9 Demais ativos São apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, deduzido da provisão para refletir o valor de realização, quando necessária. 2.10 Convênios As entradas e saídas de recursos destinadas à execução de instrumentos de convênios são registradas em contas individuais do ativo e do passivo e em contrapartida das contas de resultado, respeitando o regime contábil de competência e os requisitos de reconhecimento em consonância com o CPC 07 - “Subvenção e Assistência Governamentais” e ITG 2002 – “Entidade sem Finalidade de Lucros”, (Nota 13). 2.11 Provisões As provisões são reconhecidas quando a Fundação tem uma obrigação presente legal ou não formalizada como resultado de eventos passados, é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. 2.12 Demais passivos São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos. 2.13 Reconhecimento de receita A receita compreende o valor cobrado pelos serviços prestados na Casa Santa Zita e renda de alugueis de imóveis, sendo reconhecidos no mês da prestação de serviço pelo regime de competência. 10 Imobilizado Em 1º de janeiro de 2012 Custo .............................................................................................................................................. Depreciação acumulada................................................................................................................. Saldo contábil, líquido ...................................................................................................................... Em 31 de dezembro de 2012 Saldo inicial .................................................................................................................................... Aquisições ...................................................................................................................................... Depreciação ...................................................................................................................................

2.14 Doações As doações recebidas para custeio são contabilizadas em contas de receita, na medida em que são atendidos os requisitos de reconhecimento no resultado. As doações patrimoniais são contabilizadas como receita diferida no passivo circulante e não circulante, em consonância com o CPC 07 - “Subvenção e Assistência Governamentais” e ITG 2002 – “Entidade sem Finalidade de Lucros” . Na medida em que são atendidos os critérios de reconhecimento no resultado, pela depreciação dos bens, a receita é reconhecida e o passivo baixado (Nota 17). 2.15 Programas sociais Os custos dos programas sociais gratuitos são registrados como despesas pelo seu valor efetivo, ou seja, pelos gastos incorridos na manutenção do programa, com suporte de documentação hábil. Os valores das gratuidades estão evidenciados na Nota 19. 2.16 Apuração do déficit O déficit é apurado pelo regime contábil de competência e considera os rendimentos, encargos e variações monetárias a índices e taxas oficiais incidentes sobre ativos e passivos. 2.17 Impairment de ativos não financeiros Uma perda por impairment é reconhecida pelo valor ao qual o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável. Não há evidencias, nem eventos ou ocorrência de circunstâncias que indicassem ou indiquem que o valor contábil dos ativos exceda seu valor recuperável, seja pela venda, que não é prática da Fundação, seja pela geração de benefícios econômicos futuros para a Fundação. 3 Principais estimativas e julgamentos contábeis As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se na experiência histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. Com base em premissas, a Fundação faz estimativas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício financeiro, estão contempladas a seguir: (a) Provisões para contingências Provisões são constituídas para todas as contingências referentes a processos judiciais que representam perdas prováveis. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, entre elas a opinião dos consultores jurídicos da Fundação. A Administração acredita que essas contingências estão corretamente apresentadas nas demonstrações financeiras. (b) Vida útil do ativo imobilizado e de propriedades para investimento A depreciação do ativo imobilizado e das propriedades para investimento são calculados pelo método linear de acordo com a vida útil dos bens. A vida útil é baseada na avaliação de consultores externos, que são revisadas regularmente. A administração acredita que a vida útil está corretamente avaliada e apresentada nas demonstrações financeiras. (c) Provisão para créditos de liquidação duvidosa A provisão para créditos de liquidação duvidosa é calculada em função das perdas avaliadas como prováveis. A administração acredita que a provisão reflete adequadamente a expectativa de perda. 4 Gestão de risco financeiro Os instrumentos financeiros da Fundação encontram-se integralmente registrados em contas patrimoniais. Os instrumentos financeiros da Fundação são compostos basicamente por contas a receber e aplicações financeiras de recursos próprios e recursos originados de convênios para aplicação em projetos específicos como evidenciado na Nota 13. Por determinação contratual, enquanto não utilizados esses recursos permanecem aplicados em instrumentos de liquidez imediata de baixo risco como poupança e renda fixa. 5 Caixa e equivalentes de caixa 2013 2012 Caixa .......................................................................................................... Conta corrente bancaria ............................................................................. Conta corrente bancária vinculada a convênios......................................... Aplicações financeiras (a) ..........................................................................

7.361 16.837 161.927 396.874

6.934 174.403 282.722

582.999

464.059

(a) Refere-se a aplicação de recursos de convênio em conta de Poupança. 6 Contas a receber Recanto Nossa Senhora da Boa Viagem ................................................... Casa Santa Zita .......................................................................................... Alugueis a receber...................................................................................... Provisão para créditos de liquidação duvidosa ..........................................

A vencer...................................................................................................... Vencidos até 90 dias .................................................................................. Vencidos de 91 a 120 dias ......................................................................... Vencidos de 121 a 150 dias ....................................................................... Vencidos de 151 a 180 dias ....................................................................... Vencidos a mais de 181 dias ......................................................................

2013

2012

20.891 34.242 (13.391)

275 11.545 12.477 (15.036)

41.742

9.261

2013

2012

17.696 12.499 2.046 6.650 1.650 14.592

6.196 722 1.345 722 15.312

55.133

24.297

Em 31 de dezembro de 2013, contas a receber vencidas totalizam R$ 37.437 (2012- R$ 24.297), sendo que deste total, o montante de R$ 13.391 (2012 – R$15.036) encontra-se provisionado como Crédito de liquidação duvidosa. O contas a receber no valor de R$ 24.046 (2012- R$ 9.261), encontram-se vencidos mas não impaired. A movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de contas a receber é a seguinte: 2013 2012 Saldo inicial ................................................................................................ Provisão (reversão) Casa Santa Zita ......................................................... Provisão (reversão) Recanto Nossa Senhora da Boa Viagem (operação de descontinuada) .....................................................................

15.036 (1.645)

Saldo final ...................................................................................................

13.391

7 Adiantamentos

2013

2012 3.799 323 29

4.055

4.151

2013

2012

559

11.000 6.696 150

559

17.846

Venda imóvel .............................................................................................. Despesas antecipadas ............................................................................... Outros .........................................................................................................

Saldo contábil líquido .................................................... Em 31 de dezembro de 2012 Custo ........................................................................... Depreciação acumulada .............................................. Saldo contábil líquido .................................................... Em 31 de dezembro de 2013 Saldo inicial.................................................................. Depreciação................................................................. Saldo contábil líquido .................................................... Em 31 de dezembro de 2013 Custo ........................................................................... Depreciação acumulada .............................................. Saldo contábil líquido ....................................................

Terrenos Edificações 5.642.850 484.243

15.036

3.038 314 703

8 Demais contas a receber

Propriedades para investimento Em 31 de dezembro de 2012 Saldo inicial.................................................................. Doações (Nota 17)....................................................... Depreciação.................................................................

125.846 11.656 (122.466)

Adiantamento de férias............................................................................... Adiantamento de salário ............................................................................. Adiantamento a fornecedores ....................................................................

9

Total

572.845 683.333 (33.552)

6.215.695 1.167.576 (33.552)

6.127.093

1.222.626

7.349.719

6.127.093

1.310.134 (87.508)

7.437.227 (87.508)

6.127.093

1.222.626

7.349.719

6.127.093

1.222.626 (52.490)

7.349.719 (52.490)

6.127.093

1.170.136

7.297.229

6.127.093

1.310.134 (139.998)

7.437.227 (139.998)

6.127.093

1.170.136

7.297.229

Em 31 de dezembro de 2013, o valor contábil dos imóveis mantidos para investimento é inferior ao seu valor justo, conforme a seguir: 2013 2012 Terrenos............................................................................................ Edificações ....................................................................................... Valor contábil .................................................................................... Valor justo .........................................................................................

6.127.093 1.170.136

6.127.093 1.222.626

7.297.229

7.349.719

22.153.822 24.003.243

Terrenos

Edificações

Moveis e Utensílios

Aparelhos Equipamentos Veículos e outros

8.132.550

6.068.445 (540.725)

425.958 (89.825)

198.197 (37.051)

59.889 (14.214)

14.885.039 (681.815)

8.132.550

5.527.720

336.133

161.146

45.675

14.203.224

8.132.550

5.527.720

336.133 9.436 (47.439)

161.146

(271.103)

(41.853)

45.675 4.848 (12.495)

14.203.224 14.284 (372.890)

Total

Saldo contábil, líquido ...................................................................................................................... Em 31 de dezembro de 2012 Custo .............................................................................................................................................. Depreciação acumulada.................................................................................................................

8.132.550

5.256.617

298.130

119.293

38.028

13.844.618

8.132.550

6.068.445 (811.828)

435.394 (137.264)

198.197 (78.904)

64.737 (26.709)

14.899.323 (1.054.705)

Saldo contábil, líquido ...................................................................................................................... Em 31 de dezembro de 2013 Saldo inicial .................................................................................................................................... Aquisições ...................................................................................................................................... Aquisições de convênios (Nota 13) ................................................................................................ Baixas............................................................................................................................................. Depreciação ...................................................................................................................................

8.132.550

5.256.617

298.130

119.293

38.028

13.844.618

8.132.550

5.256.617

119.293

38.028 11.541 5.918

(270.363)

298.130 448 6.878 (13.512) (46.045)

(41.709)

(13.296)

13.844.618 11.989 12.796 (13.512) (371.413)

Saldo contábil, líquido ...................................................................................................................... Em 31 de dezembro de 2013 Custo .............................................................................................................................................. Depreciação acumulada.................................................................................................................

8.132.550

4.986.254

245.899

77.584

42.191

13.484.478

8.132.550

6.068.445 (1.082.191)

422.254 (176.355)

198.197 (120.613)

82.196 (40.005)

14.903.642 (1.419.164)

8.132.550

4.986.254

245.899

77.584

42.191

13.484.478

Saldo contábil, líquido ...................................................................................................................... 11 Intangível Em 31 de dezembro de 2012 Saldo inicial ....................................................................................................... Amortização.......................................................................................................

Sistemas e aplicativos (softwares) 1.017 (250)

Saldo contábil, líquido ......................................................................................... Em 31 de dezembro de 2012 Custo ................................................................................................................. Amortização acumulada ....................................................................................

767 1.245 (478)

Saldo contábil, líquido ......................................................................................... Em 31 de dezembro de 2013 Saldo inicial ....................................................................................................... Amortização.......................................................................................................

767 767 (249)

Saldo contábil, líquido ......................................................................................... Em 31 de dezembro de 2013 Custo ................................................................................................................. Amortização acumulada ....................................................................................

1.245 (727)

518

Saldo contábil, líquido .........................................................................................

518

Taxa de amortização anual .................................................................................

20%

12 Obrigações fiscais e trabalhistas Provisão de férias e encargos.................................................................. Salários a pagar ...................................................................................... FGTS a recolher....................................................................................... Outros ......................................................................................................

2013

2012

86.233 27.017 6.315 9.748

119.747 66.909 9.395 13.647

129.313

209.698

Superávit operacional bruto ................................................................

195.330

1.003.257

Receitas (despesas) operacionais Despesas gerais e administrativas (Nota 22) ........................................ Despesas tributárias .............................................................................. Outras receitas operacionais ................................................................. Outras despesas operacionais (Nota 22) ..............................................

(441.736) (16.731) 296.893 (53.859)

(428.079) (29.292) 3.573 (4.049)

Déficit operacional ..............................................................................

(20.103)

545.410

Despesas financeiras ............................................................................ Receitas financeiras .............................................................................

(10.145) 12.176

(22.168) 28.209

Receitas (despesas) financeiras, líquidas .............................................

2.031

6.041

Resultado das operações continuadas ..............................................

(18.072)

551.451

Resultado das operações descontinuadas (Nota 23) .......................

(203.801)

(625.101)

Déficit do exercício ...............................................................................

(221.873)

(73.650)

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO Em reais 2013 2012

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 Em reais, exceto quando indicado de outra forma 1

17

13 Convênios A Fundação mantém convênios com diversas entidades, visando a realização de projetos sociais, dentro de seus objetivos institucionais. Tendo em vista a obrigação da Fundação perante as convenentes de utilização dos recursos exclusivamente para alcançar o objeto do convênio e a obrigatoriedade de prestação de contas para estas entidades, a Fundação registra todas as entradas de recursos destinados à execução desses convênios em contas individuais do ativo e do passivo, demonstradas no Balanço patrimonial nas rubricas “Caixa e equivalentes de caixa”, “Convênios a receber” e “Convênios”, respectivamente. Os valores registrados em “Convênios a receber” no ativo circulante decorrem de parcelas mensais ainda não repassadas pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Os gastos com recursos de convênios, de acordo com sua natureza, são ativados ou registrados em contrapartida do resultado, observando o principio da competência e os critérios de reconhecimento. A conta patrimonial de convênio no passivo é baixada em contrapartida do reconhecimento da respectiva receita, na medida em que os gastos correspondentes são reconhecidos no resultado ou, no caso de gastos ativados, em contrapartida de Receita diferida no passivo (Nota 14). Os saldos registrados no passivo circulante referem-se a recursos obtidos ainda não utilizados ou pendentes de prestações de contas, cujos valores permanecem disponíveis nos saldos bancários até a efetiva realização. Os principais convênios com saldo em 31 de dezembro são: Prefeitura Municipal de Belo Horizonte .................................................. Sociedade Mineira de Cultura ................................................................

2013

2012

599.223 186,897

624.346 1.339

786.120

625.685

Déficit do exercício ............................................................................... Outros componentes do resultado abrangente Total do resultado abrangente do exercício ...................................... Total do resultado abrangente do exercício De operações continuadas .................................................................... De operações descontinuadas ..............................................................

(221.873)

(73.650)

(221.873)

(73.650)

(18.072) (203.801)

551.451 (625.101)

(221.873)

(73.650)

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Em reais Ajuste de Patrimônio avaliação Social patrimonial

Em 31 de dezembro de 2011 .......................................... Déficit do exercício .......................................................... Realização do ajuste de avaliação patrimonial (Nota 16)

444.129 (73.650) 327.753

19.785.906

Em 31 de dezembro de 2012 ..........................................

698.232

19.458.153

Déficit do exercício .......................................................... Realização do ajuste de avaliação patrimonial (Nota 16)

(221.873) 361.662

(361.662)

Em 31 de dezembro de 2013 ..........................................

838.021

19.096.491

(327.753)

Total 20.230.035 (73.650) 20.156.385 (221.873) 19.934.512

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO Em reais 2013 2012 Fluxo de caixa das atividades operacionais Déficit do exercício .................................................................................. (221.873) (73.650) Ajustes Provisão (reversão) de contingência ..................................................... (165.501) 163.436 Reconhecimento de receita diferida ...................................................... (62.336) (42.493) Depreciação e amortização ................................................................... 424.152 406.692 Valor residual de ativo imobilizado baixado ........................................... 13.512 Remissão de débito com entidades afins .............................................. (40.000) Variações nos ativos e passivos Contas a receber ................................................................................. Adiantamentos ..................................................................................... Convênios a receber ............................................................................ Depósitos judiciais ............................................................................... Demais contas a receber ..................................................................... Fornecedores ....................................................................................... Obrigações fiscais e trabalhistas ......................................................... Convênios ............................................................................................ Receita diferida .................................................................................... Pagamento de contingências............................................................... Demais contas e despesas a pagar.....................................................

(32.481) 96 264.014 (165.750) 17.287 3.596 (80.385) 160.435 12.796 (5.337) 3.500

55.831 13.673 409.836 (1.654) 23.032 (88.310) (78.786) (849.142) 683.333

Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais ........................

125.725

607.850

Fluxos de caixa das atividades de investimento Aquisição de bens do ativo imobilizado .................................................

(24.785) (1.181.860)

Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento ...................

(24.785) (1.181.860)

Fluxo de caixa das atividades de financiamento Adiantamentos de entidades afins .........................................................

18.000

Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamento .................

18.000

(13.948)

Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa, líquidos .......

118.940

(574.010)

Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício ....................... Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício .........................

464.059 582.999

1.038.069 464.059

Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa, líquidos .......

118.940

(574.010)

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO Em reais 2013 2012 Receitas Convênios .............................................................................................. 675.263 1.530.419 Doações................................................................................................. 524.905 1.050.142 Receita bruta de serviços ...................................................................... 284.150 268.436 Outras receitas ...................................................................................... 590.375 247.012 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ..................................... (11.656) Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia, serviços de terceiros e outros operacionais ............

2.074.693

3.084.353

(616.001)

(645.264)

Valor adicionado bruto ......................................................................... Depreciação e amortização ...................................................................

1.458.692 (424.152)

2.439.089 (170.473)

Valor adicionado líquido produzido pela Fundação ......................... Valor adicionado recebido em transferência Receitas financeiras ..............................................................................

1.034.540

2.268.616

12.176

28.209

Valor adicionado total a distribuir ....................................................... Distribuição do valor adicionado Pessoal e encargos Salários e encargos ............................................................................. Impostos, taxas e contribuições Federais ............................................................................................... Estaduais ............................................................................................. Municipais ............................................................................................ Financiadores Juros .................................................................................................... Comunidade Subsidio concedido na mensalidade de idosos ................................... Resultado negativo de operação descontinuada .................................... Déficit do exercício ..................................................................................

1.046.716

2.296.825

943.998

1.599.249

3.400 7.970 5.361

381 2.255 26.656

10.145

22.168

93.914 203.801 (221.873)

94.665 625.101 (73.650)

Valor adicionado distribuído ...............................................................

1.046.716

2.296.825

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. A movimentação dos convênios durante o exercício de 2013 e 2012 pode ser assim resumido: 2012 Entradas Saídas 2013 Entidades Públicas Órgãos públicos municipais ........................ 624.346 279.005 (304.129) 599.222 Entidades privadas........................................ 1.339 537.299 (351.740) 186.898 625.685 816.304 (655.869) 786.120 Entidades Públicas Órgãos públicos municipais ........................ Entidades privadas........................................

2011

Entradas

Saídas

2012

453.361 1.021.466 1.474.827

384.432 265.463 649.895

(213.447) (1.285.590) (1.499.037)

624.346 1.339 625.685

Os impactos no balanço patrimonial e na demonstração do déficit, oriundos da execução desses convênios durante o período até 31 de dezembro estão evidenciados abaixo: 2013 2012 Resultado Convênios .......................................................................................... 675.263 1.530.419 Custos dos serviços prestados .......................................................... (660.444) (1.510.064) Despesas gerais e administrativas..................................................... (12.904) Despesas tributárias........................................................................... (742) (20.265) Despesas financeiras ......................................................................... (65) (90) Outras despesas operacionais ........................................................... (1.108) (675.263) (1.530.419) Patrimonial Imobilizado (Nota 10) ........................................................................... 12.796 Depreciação ......................................................................................... (32.190) (31.382) 14 Receita diferida Reflete o registro de doações patrimoniais, cujos critérios de reconhecimento da receita, em conformidade com o CPC 07 - “Subvenção e Assistência Governamentais”, ainda não foram atendidos. Na medida em que os respectivos bens são depreciados, a conta de Receita diferida é baixada em contrapartida da Receita (Nota 17). A movimentação durante o período até 31 de dezembro pode ser assim resumida: 2013 2012 Saldo inicial ................................................................................................ 790.653 149.813 Diferimento de doações incorporadas às propriedades para investimento (Nota 9) ....................................................................... 683.333 Diferimento de aquisições de imobilizado com Recursos de convênios (Nota 10) ............................................................................ 12.796 Realização de receita diferida de bens relacionados a convênio (Nota 13) ................................................................................ (32.190) (31.382) Realização de receita diferida de bens recebidos em doação (Nota 17)... (30.146) (11.111) Saldo final .................................................................................................. 741.113 790.653 Circulante ................................................................................................... Não circulante ............................................................................................ Saldo final .................................................................................................. 15 Partes relacionadas (a) Saldos com entidades afins Passivo Circulante (convênios) Sociedade Mineira de Cultura (Nota 13) ................................................ Não circulante Sociedade Mineira de Cultura (i) ............................................................ Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte (i) ............................................

58.568 682.545 741.113

61.389 729.264 790.653

2013

2012

186.897

1.339

18.000

40.000 204.897 41.339 Resultado Sociedade Mineira de Cultura .................................................................. 390.000 Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte .................................................. 324.536 144.000 (i) Operação de mutuo sem incidência de encargos ou quaisquer ônus. (b) Remuneração de dirigentes Os membros da estrutura administrativa da Fundação constituída pelo Conselho Curador, Conselho Diretor e Conselho Fiscal não são remunerados nem recebem qualquer vantagem ou beneficio por qualquer forma, não havendo qualquer distribuição de resultados, patrimônio ou renda. 16 Patrimônio líquido (a) Patrimônio social O Patrimônio social inicial da Fundação foi constituído por bens, além de contribuições e doações. A cada exercício social os superávits (déficits) são incorporados ao referido fundo, em conformidade com o artigo 14, incisos I e II da Lei 5.172/66. (b) Ajustes de avaliação patrimonial Reflete o efeito dos ajustes de bens do imobilizado e das propriedades para investimento ao custo atribuído (deemed cost). Na medida em que os bens são depreciados, amortizados ou baixados em contrapartida do resultado, os respectivos valores são, simultaneamente, transferidos da conta Ajustes de Avaliação Patrimonial para a conta de Patrimônio social. 17 Doações recebidas A Fundação recebe doações que são aplicadas nas finalidades para a qual se destinam, de acordo com os objetivos institucionais. Não foram estabelecidas restrições ou vinculação por parte dos doadores em relação as doações recebidas para custeio e patrimoniais. A movimentação das doações durante o período até 31 de dezembro pode ser assim resumida: 2013 2012 Doações de bens mantidos no grupo de propriedades para investimento em contrapartida de receita diferida (Nota 9)............................................. 683.333 683.333 Doações de bens mantidos no grupo de propriedades para investimento em contrapartida da receita (Nota 9) ......................................................... 484.243 Doações para custeio reconhecidas como receita .................................... 494.759 554.788 Receita apropriada de bens recebidos em doação (Nota 14).................... 30.146 11.111 Receita de doações (Nota 21) ................................................................... 524.905 1.050.142 18 Aplicações de recursos Os recursos da Fundação são integralmente aplicados no Brasil e utilizados na manutenção de seus objetivos institucionais.


18 ECONOMIA

ALISSON J. SILVA

HABITAÇÃO

Dilma lança em junho 3ª etapa do programa “Minha casa, minha vida” Proposta é que sejam construídos 3 milhões de casas Brasília — A presidente Dilma Rousseff vai anunciar em junho a terceira etapa do programa “Minha casa, minha vida”. A informação foi dada pelo ministro das Cidades, Gilberto Occhi, em entrevista no Palácio do Planalto depois de reunião com a president e, o presidente da Confederação Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, e outros representantes do setor. Segundo Paulo Simão, a proposta do setor é que nesta etapa sejam construídos 3 milhões de casas com subsídios da ordem de R$ 135 bilhões. Os números definitivos, no entanto, ainda precisam ser fechados pelo governo, segundo Simão e o ministro Occhi. Preocupada com falta de segurança nesses conjuntos residenciais, o que tem sido queixa frequente dos moradores, a presidente Dilma quer que as novas casas tenham mais proteção e que haja, por exemplo, construção de muros. “Isso encarece a construção, mas vamos ver o que dá pra fazer”, afirmou Simão, ao citar a preocupação da presidente, que quer que as casas fiquem mais isoladas. No encontro, que durou pouco menos de duas horas, a presidente Dilma reiterou a necessidade de melhorar a qualidade das casas que estão sendo entregues. “Ela quer melhorar a especificação”, contou Simão, ressaltando que esta é uma preocupação também dos empresários. O presidente da Cbic saiu em defesa do programa, dizendo que ele “não pode ser acusado de eleitoreiro, ao contrário, ele é fundamental para o país

e pre c i s a t e r c o n t i n u i dade”. E emendou: “Seria de grande irresponsabilidade não dar continuidade e o programa não tem nada de eleitoreiro. É um programa de Estado”. Na reunião, Dilma disse que o governo já está em condições de lançar a ampliação do programa e o melhor era anunciar logo “porque fica mais longe da eleição” e “não tenho de

me preocupar mais com isso”.

Lançamento — Paulo

Simão acentuou que o setor criticou muito quando surgiram as primeiras informações de que o programa seria lançado em agosto. “Está muito longe e as empresas precisam de um ano para se preparar para dar início aos projetos. Portanto, quanto

Conforme Paulo Safady, programa habitacional não pode ser acusado de eleitoreiro antes, melhor”, afirmou e l e , l em b r a n d o q u e “ o importante é que fique amarrado que vai ter um Minha casa, minha vida 3”. O governo quer lançar

projetos novos para tentar conter a onda de más notícias dos últimos dias, principalmente em relação à Petrobras. Não está decidido ainda se a presidente Dilma

anunciará oficialmente o “Minha casa, minha vida 3” no seu pronunciamento do Dia do Trabalho, em 1º de maio, em cadeia de rádio e TV. (AE)

Falta empenho dos governos estadual e municipal ALISSON J. SILVA

mente Belo Horizonte. Para ele, falta empenho dos governos estaO presidente da Confederação dual e municipal para o sucesso Brasileira da Indústria da Consdo programa habitacional. trução (Cbic), Paulo Safady “O Minha casa é sucesso no BraSimão, disse que — para que o sil inteiro, porque não seria também programa “Minha casa, minha nessas regiões? É o maior programa vida” não sofra nenhuma interhabitacional da história do país, que rupção, qualquer que seja o presitraz benefícios para a população de dente escolhido nas próximas maneira geral e para o setor da eleições — está conversando com construção, alavancando a edificatodos os pré-candidatos e já fez ção de milhões de moradias. As isso também com Aécio Neves, dificuldades existem em todo o Brado PSDB, e Eduardo Campos, do sil, a diferença está nos governadoPSB. res, secretários e prefeitos que prioEle disse que, nos dias 21, 22 e rizam mais ou menos a iniciativa”, 23 de maio, será realizado grande disse. encontro do setor em Goiânia, e Ele lembra ainda que no início que a presidente Dilma prometeu Minha casa também não apresenestar presente. Os demais prétou grandes resultados em São candidatos também foram conviPaulo e que para reverter a situadados, mas ainda não confirmação, o governo estadual interveio, Cerca de 3,4 milhões de moradias já foram contratadas via “Minha casa” injetando mais recursos no proram presença. O presidente da Cbic informou grama. Isso permitiu melhora nos também que o setor propôs à pre- qual poderia haver um subsídio vam na reunião. preços das moradias, reduzindo sidente Dilma na reunião de da ordem de R$ 40 mil. os custos para as construtoras. ontem a criação de uma quarta “Falta participação mais efeUma solução apresentada na Subsídio — Paulo Safady afirfaixa — chamada de 1,5 — para reunião, que vai ser estudada mou que apesar das apostas e tiva nesses locais. Já são mais de quem ganha entre R$ 1.400,00 e pelo governo, de acordo com mudanças para a terceira fase do 3,4 milhões de unidades contratas R$ 2.600,00, que não está conse- Simão, seria ampliação do prazo programa, o governo federal não em todo o Brasil e alguma razão guindo ser contemplado pelo de pagamento da casa, que deixa- tem condições de aumentar o deve existir para o programa não programa atualmente. ria de ser apenas bancada pelo subsídio ou oferecer outros bene- ter deslanchado em algumas pouSegundo ele, o grupo que está Orçamento Geral da União e pas- fícios para que o “Minha casa, cas regiões. E essa razão com cerfechando o programa estuda a saria a contar também com finan- minha vida” se torne mais atra- teza está atrelada à participação proposta, que poderia represen- ciamento de bancos públicos, por tivo em regiões em que não tenha dos municípios e estados. Não tar 10% do projeto, ou seja, cerca exemplo. A Caixa Econômica deslanchado. Este é o caso de podemos depender somente do de 300 mil unidades, faixa para a Federal e o Banco do Brasil esta- Minas Gerais e mais precisa- governo federal”, justificou. MARA BIANCHETTI e AE


19 ECONOMIA DIVULGAÇÃO / PEDRO DAVID

Microempresas predominam em Carmo do Cajuru

INDÚSTRIA

Capacitação profissional afeta polo moveleiro Carmo do Cajuru tem diagnóstico MARA BIANCHETTI

O Sindicato das Indústrias do Mobiliário e Artefatos de Madeira no Estado de Minas Gerais (Sindimov), em parceria com o Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), está realizando uma série de diagnósticos dos polos moveleiros do Estado. Cidades como Carmo do Cajuru (Centro-Oeste) e Patos de Minas (Alto Paranaíba) já tiveram os estudos concluídos. A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) será a próxima a receber. O objetivo dos estudos, segundo o presidente do Sindimov, Carlos Alberto Homem, é identificar os principais potenciais e entreves do setor, a fim de aumentar a competitividade das empresas mineiras. “Fizemos uma análise do desenvolvimento de cada polo, avaliando suas particularidades, s uas demandas e dificuldades. Depois apresentamos os resultados aos empresários para que eles tenham uma orientação ao dar prosseguimento aos seus projetos”, explica. Carmo do Cajuru foi o primeiro polo a receber o diagnóstico. Para elaboração do documento foram considerados dados dos últimos dez anos do arranjo produtivo local (APL) instalado no município, englobando um total de 37 empresas. Ao todo, a região conta com 85 empresas, das quais 72 são formalizadas. Deste total, 65,9% possuem faturamento bruto anual inferior a R$ 600 mil. A partir disso, o levantamento identificou que o predomínio de microempresas no setor, aliado a pouca cooperação existente entre as mesmas, contribui para um subaproveitamento do polo. Foi identificada também a baixa capacitação dos profissionais que atuam no setor, o que, conforme o documento, abre espaço para atuação mais incisiva de entidades, como a própria Fiemg, sindicatos, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae MInas), entre outros. Atualmente, 67,1% das

e m p re s a s v o l t a m s u a s linhas de produção para a fabricação de móveis para sala de jantar, 56,6% para dormitório e 27,1% para cozinha. Cenário pouco diferente do que ocorria há dez anos, quando 64,5% ocupavam-se com a fabricação de móveis para dormitórios, 50% com a produção de móveis para sala de jantar, e 10% com a produção de móveis para cozinha.

Qualidade — Além disso,

desde 2003, aumentou a preocupação dos empresários com a qualidade do produto, houve uma maior sensibilização dos empresários para com a importância do design e uma mudança de prioridades, já que as empresas estão mais preocupadas com melhorias ligadas ao maquinário. Em relação ao mercado, foi identificado que as principais dificuldades apontadas pelas empresas para vender os produtos são concorrência nacional (74,1%), logística de venda (20%), desconhecimento de informações do mercado (15,3%) e deficiência no marketing (15,3%). Já o diagnóstico do setor moveleiro em Patos de Minas foi apresentado no início deste ano. Foram pesquisadas 22 empresas na cidade, onde todas atuam no setor de marcenaria. Foram identificados pontos fortes e fracos nas diversas etapas da produç ão , m as os d a do s n ã o foram repassados à reportagem. Conforme Carlos Alberto Homem, um fator que ajudaria a ampliar a competitividade do setor de móveis em todas as regiões seria o desenvolvimento de ações conjuntas com outros segmentos, de forma semelhante ao que já vem ocorrendo na RMBH, por meio da implantação de uma rede de negócios. “Temos acompanhado o desenvolvimento da rede e os empresários estão bastante satisfeitos. Existem orçamentos encaminhados, aprovados e alguns projetos já em andamento ou até concluídos”, ressalta. A rede centraliza a captação e a distribuição de demandas por produtos e serviços por meio do sindicato.


20 ECONOMIA VAREJO

Presente de Dia das Mães será mais barato Para os lojistas, a recomendação neste ano é reduzir os preços e investir em promoções para ganhar em escala ANDRÉA ROCHA

A inflação e a alta taxa de juros vão afetar as vendas no Dia das Mães, que neste ano será comemor a d o e m 11 d e m a i o .

Segundo pesquisa de intenção de compras realizada entre 7 e 11 de abril pela Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), 77% dos consumidores vão

optar por presentes mais baratos, na faixa entre R$ 30,00 e R$ 150,00 e 91% disseram que não vão se endividar. Para os lojistas, a recomendação é reduzir os preços e investir em pro-

moções para ganhar em escala. A pesquisa, cuja faixa predominante dos entrevistados tem renda famil i a r e n t re d o i s e c i n c o salários mínimos (56,3%),

indicou que 66,5% pretendem presentear no Dia das Mães. Dos 33,5% que não têm essa intenção, a grande maioria (57,5%) disse que não tem a quem d e s t i n a r o s p re s e n t e s .

Outros 22% alegaram falta de costume, 8,7% preferem comemorar de outra maneira, enquanto 7,1% estão endividados e 3 , 1% , d e s e m p re g ad o s . Outros 1,6% dizem estar mais cautelosos. Segundo o analista econômico da Fecomércio, Juan Moreno, algumas indicações repetem os resultados do ano passado, como, por exemplo, a taxa de consumidores q u e v ã o p re s e n t e a r a s mães. No ano passado, re p re s e n t a v a m 6 6 , 3 % . Mas neste ano, a alegação de inadimplência por parte de 7% dos que não vão comprar, ficou bem menor do que no mesmo período do ano passado. Nessa ocasião, informou, “a inadimplência correspondia a 59,4% das alegações de não consumir”, enquanto neste ano a predominância, de 57,5% foi “não ter quem presentear”.

Dívidas — Moreno chama

atenção para uma certa queda nos índices de inadimplência. Enquanto em janeiro, fevereiro e março deste ano as taxas foram de 48,4%; 51,6% e 49,2, respectivamente, no ano passado estavam em patamares mais elevados, de 76,75%; 74% e 51%. Mesmo assim, observa, os consumidores estão mais cautelosos, em virtude da experiência com pagamento de juros, além do aumento da inflação e da elevação da taxas de juros. Em março passado, a taxa básica de juros (Selic) era de 7,5%, enquanto hoje é de 11%. “Neste ano o dinheiro está mais curto”, indica M o re n o , re f o r ç a n d o o resultado da pesquisa, que indicou que somente 29,6% dos consumidores vão gastar mais neste ano do que no ano passado. Outros 39,6% dizem que vão manter as compras nos mesmos patamares enquanto 30,8% disseram que vão gastar menos. Entre os fatores para limitação dos gastos estão o endividamento (33,3%); preferência por lembrancinhas (17,5%), economia (15,9%), poupança para compra melhor, no futuro (9,5%), além de preços ainda altos (9,5%) e renda mais baixa (6,3%). Dos pesquisados, 91% disseram que não vão se endividar para comprar o presente do Dia das Mães, o que explica a forma de pagamento indicada, com preferência de 50,6% para p a g a m e n t o à vista/dinheiro; e 14% cartão de débito. Os que usarão cartão de crédito com uma só parcela representam 15,6% enquanto o parcelamento com cartão de crédito será opção de 17,1%. A decisão de não endividamento e de pagamento à vista são confirmadas pela pretensão de gastos. A maior parte (40,6%) vai comprar presentes entre R$ 50,00 e R$ 100,00. Seguidos pelos que ficarão entre R$ 30,00 e R$ 50,00 (37,1%). Entre os atrativos para as compras, 43,6%, destacam as promoções, enquanto 27,1% querem preços baixos. Como desestímulo estão atendimento precário (43,2%) e preços altos (34%).


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INTERNACIONAL ÁSIA

FMI prevê cenário mais positivo em 2014 Desvalorização das moedas locais e crescimento mais forte nos países avançados vão ajudar a economia Hong Kong — A recuperação econômica da Ásia irá acelerar neste ano e em 2015 à medida que as exportações aumentam e a demanda doméstica permanece sólida, projetou o Fundo Monetário Internacional (FMI) na publicação da pesquisa regional. O documento afirmou que a desvalorização das moedas asiáticas e um crescimento mais forte nas economias avançadas ajudarão a economia da Ásia, onde as exportações têm sido um ponto fraco desde 2010. O FMI espera que economias do leste asiático, que englobam China, Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan, cresçam a uma média de 6,8% neste ano e 6,7% no próximo, ligeiramente mais forte que em 2012. No entanto, o relatório estimou que os esforços da China para desacelerar o crescimento d o c r é d i t o e re d u z i r a

dependência em investimentos cortará o avanço do PIB para 7,5% neste ano e 7,3% no próximo, de 7,7% no ano passado. J á a p roj e ç ã o p a r a a economia da Índia é de crescimento de 5,4% neste ano, acima dos 4,4% de 2013. As economias do sudeste asiático devem crescer a uma média de 5%, p raticamente inalterado ante 2013, ainda que abaixo dos 5,8% de 2012. O FMI alertou que uma desaceleração mais forte que a esperada na China pode colocar em risco as projeções. O fluxo de capital para a Ásia também pode ser inferior ao dos últimos anos, já que fundos estrangeiros prestarão mais atenção aos EUA, onde a aceleração econômica está elevando os yields (retorno ao investidor). Ao avaliar o cenário inflacionário, o FMI projetou um cenário benigno para a maioria dos países. Na Indonésia e na Índia, onde as taxas têm sido mais aceleradas, a expectativa é de moderação nos próximos meses. Quanto ao Japão, o fundo prevê um crescimento de 1,4% neste ano e de 1,0% em 2015, quando os efeitos dos

estímulos começam a perder força. A necessidade de reduzir a dívida também será um empecilho ao avanço do PIB, estimou o FMI. O re l a t ó r i o t a m b é m destacou que os preços dos ativos estão em linha com os fundamentos. O crédito cresceu na região desde a crise financeira nos EUA, mas os níveis de inadimplência estão mais baixos que

antes da crise financeira asiática no fim dos anos 1990. Algumas áreas de potencial estresse incluem grande volume de crédito concedido a empresas na China, Indonésia e Índia. Crédito às famílias, apesar de registrar grandes avanços em economias como Tailândia e Malásia, continuam em níveis gerenciáveis, afirmou o FMI. (AE)

DIVULGAÇÃO

O FMI espera expansão econômica de 6,8% neste ano


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POLÍTICA politica@diariodocomercio.com.br

ELEIÇÕES

CONTAS

Congresso vai votar MP que freia ações Cenário não encontra respaldo nas pesquisas, que ainda indicam vitória de Dilma no 1º turno contra o SFH

Aécio cogita 2º turno contra Campos ORLANDO BRITO/PSDB

São Paulo — O senador e pré-candidato do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou que não descarta um segundo turno nestas eleições entre sua candidatura e a do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). O tucano participou ontem de palestra na Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A declaração não encontra amparo nas pesquisas eleitorais, que, embora apontem queda na popularidade da presidente, mostram que, se as eleições fossem hoje, ela se reelegeria no primeiro turno. Para Aécio, ele e Campos são concorrentes de “alto nível” e a presidente Dilma Rousseff pode ficar de fora da disputa. Desde o início do ano, o senador vem intensificando suas agendas em São Paulo com objetivo de se tornar mais conhecido do eleitorado paulista e do empresariado local. Durante a palestra, o s e n a d o r re p e t i u q u a i s mudanças que pretende implementar se for eleito, entre reduzir à metade o número de ministérios. “Se for eleito, e creio que o PSDB tem condições para isso, vou acabar com metade dos atuais 39 ministérios e simplificar o sistema tributário”, afirmou. “Hoje há uma concentração absurda nas mãos da União”, argumentou. Aécio repetiu ainda que vai defender mandatos eletivos de cinco anos, sem reeleição.Ao defender a redução de ministérios, Aécio aproveitou para atacar a gestão do atual governo e lembrou as atuais denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. “Não é possível que o Brasil seja governado de forma perdulária”, afirmou. Aécio fez duras críticas à condução do governo da presidente Dilma Rousseff e ao PT. Segundo ele, esta administração “mercantilizou a gestão da política”. Aécio repetiu diversas vezes que se sente “preparado” para assumir o país. Aécio tirou risos da plateia ao dizer que o ministro das Micro e Pequenas Empresas, Guilherme Afif Domingos (PSD-SP), é o “homem certo no governo errado”. Afif é do mesmo

Aécio prometeu reduzir à metade o número de ministérios em palestra na ACSP partido do ex-prefeito Gilberto Kassab, atual vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo. Na noite do último domingo,

Aécio participou de um jan- pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a uma rede tar na casa de Kassab. de televisão portuguesa Lula — O senador mineiro sobre o julgamento do mencriticou a declaração dada salão. O tucano disse que ao

criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Lula“Énão faz bem à democracia” nem “honra a história de um homem que foi presidente da República”. Lula disse à rede RTP que o mensalão “teve 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica”. “Não entendo como ele chegou a essa contabilidade. É lamentável vermos um ex-presidente da República fazer afirmações que depõem contra o poder Judiciário, esteio da democracia brasileira”, disse Aécio. “Essa declaração não engrandece o currículo do ex-presidente. Pela importância do cargo que ocupou, ele deveria ser ele o primeiro a zelar pelo respeito às nossas instituições. Foi uma declaração infeliz”, concluiu o tucano. (FP/AE)

Bancada do PR na Câmara quer volta de Lula Brasília — A bancada do PR na Câmara fez onteme um apelo pelo “Volta, Lula” nas eleições deste ano. Em uma carta aberta lida pelo líder da legenda, deputado Bernardo Santana (MG), a bancada afirma que somente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode “inaugurar um novo ciclo virtuoso de crescimento pela via da conciliação nacional”. Ele anunciou ainda que o partido não sairá da base de apoio governista. “Certos de que nossos compromissos não se esgotam na obra de um governo, entendemos que o país precisa do reencontro com os princípios daquela aliança de 2002”, afirma a carta, em referência às eleições em que o PR foi importante na viabilização da eleição de Lula para seu primeiro mandato. De acordo com Santana, a situação econômica do país levou a bancada na Câmara a tentar sensibilizar o ex-presidente para que ele se candidate ao Palácio do Planalto neste ano. “Ninguém é tão capaz quanto ele. Foi (ele) quem enfrentou o tsunami como marolinha”, disse. “Sabemos que o Lula tem condições. O Lula provou isso lá atrás quando tivemos que, como essa que se avizinha, era uma crise de vulto mundial. É uma crise que se avizinha e nos preocupa bastante”, complementou.

Após ler a carta em uma coletiva de imprensa, Santana se levantou e colocou um quadro de Lula na parede com sua foto oficial de quando era presidente.Dos 32 deputados do partido, 20 assinaram a carta. Segundo Santana, a posição oficial da sigla só será definida na convenção do PR. No entanto, os deputados que apoiam o “Volta Lula”, representam, de acordo com ele, cerca de 75% dos delegados que tem poder de escolha na convenção. Santana afirmou, no entanto, que a legenda pode manter o apoio à presidente Dilma Rousseff caso Lula não se convença diante do apelo do partido. “Não estamos rifando Dilma. Vamos ficar com ela até o final”, disse.

Constrangimento — Apesar de

não apresentar risco imediato de desembarque do governo, o movimento do partido na Câmara constrange a presidente Dilma ao afirmar que ela não tem capacidade de gerenciar crises e manter a estabilidade econômica. “Não estamos contra a Dilma e nem vamos sair do governo. Estamos apoiando a presidente Dilma. Achamos que ela fez um governo excepcional e honrou o legado do Lula. Mas nós estamos com uma crise, que não é culpa dela, é uma crise mundial terrível

JULGAMENTO

que exige uma pessoa com a experiência que o presidente (Lula) tem”, explicou. De acordo com Santana, Lula não foi consultado sobre uma possível candidatura. “Se ele s o u b e s s e , n ã o p re c i s a r í a m o s fazer esse ato”, disse. O deputado afirmou também que o presidente do partido, senador Alfredo Nascimento (AM), não foi procurado para se manifestar s o b re o a t o . S a n t a n a a f i r m o u ainda que as recentes denúncias de má administração e desvio de recursos da Petrobras não influenciaram a decisão da bancada. Apesar da defesa de Lula, o partido deverá enfrentar uma discussão mais ampla em sua convenção. O senador Magno Malta (ES) já expressou sua vontade de lançar sua candidatura à Presidência como nome único do partido. Para Santana, a posição dele é respeitada pela bancada da Câmara mas será discutida dentro do partido. Em entrevista uma emissora de televisão portuguesa, Lula afirmou no último domingom que não será candidato a nenhum cargo eletivo e reiterou o apoio à Dilma. “Em política, a gente nunca pode dizer não. Mas eu acho que eu já cumpri com a minha tarefa no Brasil”, disse. “Não vou ser candidato”, reiterou. (FP)

Acordos — A MP 633 transfere a defesa das ações contra o Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) das seguradoras para a Caixa e permite a intervenção da Advocacia-Geral da União (AGU) nos processos. Esse medida facilita a defesa da Caixa e permite acordos com os mutuários. O conselho curador do FCVS determinou no final do mês passado, com base na MP, que a Caixa peça o ingresso em todos os proesta a conduta, a razoabili- todo ser humano merece a cessos independente do dade que se esfera de um ser prejulgado sem julga- estágio em que se enconchefe de Poder da Repú- mento, vitimado sem dolo tram. O relator da MP, depublica”, questionou. e responsabilizado por atos Collor disse que “supor- e fatos inventados e ver- tado Fernando Francischini (SD/PR), apresenta tou” nos últimos 23 anos sões forjadas”, afirmou. todas as acusações relatiE m o c i o n a d o , C o l l o r hoje seu relatório na comisvas ao período em que foi quase chegou às lágrimas são mista do Congresso presidente da República, ao falar de seu passado que analisa a medida. A mas que agora o país foi depois que deixou a Presi- sessão promete ser tensa. O “passado a limpo” com a dência da República. O governo foi avisado que decisão do STF de ino- senador disse que foi o advogados contrários à centá-lo. “Depois de mais h o m e m p ú b l i c o “ m a i s MP se mobilizaram para de duas décadas de expec- investigado” desde a ins- garantir a presença de centativas e inquietações pelas tauração da República no tenas de mutuários que injustiças a mim cometi- país e, agora, está absol- irão protestar contra a sua d a s , c a b e a pe rg u n t a r : vido de todas as acusações. aprovação. Segundo fontes quem poderá me devolver “ E s t o u i n o c e n t a d o d e do governo, o relatório está tudo aquilo que perdi? A todas as delações. A nin- e m l i n h a c o m o q u e o começar pelo meu man- g u é m é m a i s d a d o o governo considera adedato presidencial e com- direito, salvo por reiterada quado e ao que foi prop r o m i s s o p ú b l i c o q u e má-fé, de dizer o contrário posto na medida provisóassumi. A tranquilidade ou sequer fazer meras ila- ria. O governo conta com a aprovação da MP. (AE) que perdi, a retratação que ções”, ressaltou. (FP)

Collor ataca postura de Joaquim Barbosa Brasília — Ao subir na tribuna do Senado ontem para comemorar sua absolvição pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) criticou o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, e disse que o tribunal “reescreveu a história do país” ao inocentá-lo dos crimes que resultaram no seu impeachment da Presidência da República, em 1992. Collor classificou de “lamentável” a postura de Barbosa, na semana passada, ao final do julgamento da ação em que era acusado pelo Ministério Público de participação em esquema de des-

vio de recursos por meio de contratos da Presidência com agências de publicidade. Ao final do julgamento em que Collor foi absolvido por unanimidade, Barbosa criticou a morosidade da Justiça brasileira e afirmou que o processo passou 23 anos tramitando em diferentes instâncias da Justiça “com tropeços” e com “mil dificuldades”. “Se no Brasil a Justiça como um todo padece de letargia, como ele próprio (Barbosa) reconheceu ao final de meu julgamento, o presidente da mais alta corte judicial parece de liturgia. O senhor presidente da Suprema Corte do país tem uma carência

de liturgia para o exercício do seu cargo”, alfinetou Collor. O senador disse que, mais grave do que “se confundir ou declarar o resultado do julgamento”, foi Barbosa resumir “de forma desmerecedora e embaraçosa” o enredo da ação e do julgamento, “deturpando os fatos”. “A que crimes se refere o presidente do STF? De que provas fala o senhor, senhor ministro Joaquim Barbosa? Que ordens ou determinações esperava encontrar o senhor ministro se todos os acusados foram absolvidos, inocentados por falta de provas. A que fatos o ministro Joaquim Barbosa alega? Sinceramente, não é

Brasília — O Congresso Nacional começa amanhã a Medida Provisória 633 que pode ajudar o governo a conter um rombo bilionário nas contas do Tesouro Nacional. Editada em dezembro do ano passado, a MP é mais uma tentativa do governo de frear uma avalanche de ações judiciais em todo o Brasil contra o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), representando um universo estimado de 350 mil pessoas. O prejuízo pode atingir R$ 18 bilhões, segundo cálculos preliminares do governo e das seguradoras, mas o governo espera uma economia de R$ 13 bilhões se a MP for aprovada. São 38 mil ações que cobram garantias do extinto seguro habitacional do SFH. O governo suspeita que haja um movimento orquestrado dos escritórios de advocacia e fraudes na Justiça dos estados. Por isso, o Tesouro Nacional e a Caixa Econômica Federal tentam há anos centralizar as ações na Justiça Federal e garantir que a defesa seja feita pelo banco estatal e não pelas seguradoras. O seguro, que deveria ser utilizado para cobrir casos de morte e invalidez do mutuário ou danos físicos e climáticos dos imóveis que ainda estão sendo financiados, acaba sendo liberado até mesmo para pessoas que nunca tiveram cobertura. Os advogados vêm conseguindo sentenças milionárias que superam em muito o valor do próprio imóvel. Isso acontece, também, porque o cálculo de multas diárias é exagerado e desproporcional ao prejuízo alegado Ao final do processo, se transformam em valores que não condizem com o preço de mercado dos imóveis.


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NEGÓCIOS negocios@diariodocomercio.com.br

COPA

Locação de veículos abaixo do esperado Previsão de alta na demanda, que há um ano variava entre 50% e 60%, foi revista para de 10% a 30% ALISSON J. SILVA

NÁDIA DE ASSIS

As locadoras de veículos com unidades em Minas Gerais têm expectativas divergentes em relação à Copa do Mundo. Às vésperas do megaevento, a maior parte das empresas ainda não observou aumento da demanda. Com isso, as estimativas de alta para o período, que há um ano variavam entre 50% e 60%, foram revistas e agora oscilam de 10% a 30%. Entretanto, os mais otimistas acreditam que o Mundial deve contribuir para melhorar o resultado médio do ano, após um primeiro trimestre pouco favorável. O grupo Lokamig, com sede no bairro Gutierrez (região Oeste), investiu aproximadamente R$ 1,2 milhão em treinamento de funcionários, reforma de uma das lojas e reforço da frota, que passou a contar com 1.400 veículos. Porém, as estratégias ainda não surtiram o efeito esperado. “Fizemos a nossa parte e nos preparamos para aproveitar o evento, mas o governo não cumpriu com o compromisso de entregar as obras de infraestrutura, o que acredito que deve ter desanimado alguns turistas de viajarem para o Brasil”, avalia o presi-

dente da empresa, Saulo Fróes. Ele, que apostava em um crescimento de 50% a 60% ao longo dos meses da competição, agora afirma que a expansão não deve ultrapassar 15%. Mesmo assim, ele não se arrepende dos aportes realizados. “Agora a empresa está mais bem estruturada, tenho colaboradores bilíngues e mais qualificados. Certamente vamos colher os frutos no futuro”, ressalta. Atualmente, a Lokamig mantém três lojas em Belo Horizonte e se prepara para abrir mais uma, voltada para atender exclusivamente ao público corporativo, até o fim deste ano. A Localiza Rent a Car, com sede no bairro Funcionários (região Centro-Sul), tem uma projeção otimista, mas simultaneamente cautelosa. Isso porque, a empresa acredita que haverá uma procura maior por parte dos turistas, que devem alugar carros para conhecer a capital mineira e outras cidades próximas. Em contrapartida, a demanda dos clientes corporativos deve diminuir, pois as empresas devem transferir as viagens de negócios para outros períodos. “Vai haver aumento de um lado e diminuição do

outro, a exemplo do que costuma acontecer em janeiro”, exemplifica o diretor de Finanças e Relações com Investidores (RI), Roberto Mendes. Enquanto parcela significativa do setor reclama, a Localiza comemora o desempenho do primeiro semestre, quando registrou expansão de 10% no negócio de aluguel de carros sobre o mesmo período de 2013. O índice é superior à média de 8% estimada pelo mercado. “O resultado alcançado está relacionado ao trabalho de consolidação da marca, tendo em vista que os fracos indicadores econômicos não favorecem muitos segmentos”, justifica Mendes. A Yes Rent a Car, com 35 franquias em Minas Gerais, também projeta uma expectativa moderada, com alta que deve variar de 12% a 15%. “Os franqueados estão ampliando o mix, renovando frotas e intensificando o treinamento dos funcionários”, informa a gerente de Negócios, Marta Soares Pinheiro. Para ela, os modelos mais demandados no período devem ser os sedans e minivans. Entre janeiro e março, a empresa observou estabilidade no faturamento sobre

Mundial barateia viagem das férias São Paulo — Quem deixou a programação das férias de julho para a última hora pode sair ganhando. Os preços dos pacotes estão em média 20% mais baixos do que nas férias de julho do ano passado. Em alguns casos, há valores cobrados em baixa temporada. “A Copa mexeu com a programação das férias das famílias. As pessoas ficaram apreensivas com os preços e achavam que ia ter problema no aeroporto”, diz Valter Patriani, vice-presidente de vendas, produtos e marketing da agência de viagens CVC. O consumidor afinal não pagou os altos preços que estavam sendo praticados até o início deste ano e, agora, hotéis e aéreas estão fazendo promoções para não correr o risco de ficar com leitos e assentos vazios no mundial. A CVC trabalha com tarifas promocionais de 11 companhias aéreas e de 332 hotéis para o período de meados de junho ao final de julho. Quem quiser ir para Nova Iorque no dia 14 de julho, logo após a final da Copa, encontra passagem de ida e volta a US$ 759 (R$ 1.700) pela Avianca. “Nunca vendi Nova York em julho por esse preço. Nessa época, custa sempre mais de US$ 1.000”, diz Patriani. Para o Nordeste, há pacotes de uma semana com aéreo, hotel e traslado por R$ 1.000 — quando na alta costuma custar R$ 1.400. Uma das explicações para os altos preços está nos bloqueios de assentos e leitos feito pela agência Match, única autorizada pela Fifa a vender ingressos. Como a maior parte dos bloqueios não se transformou em vendas, houve um repentino aumento de oferta, pressio-

nando os preços. Nas últimas duas semanas, a Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Tu r i s m o ) p r o m o v e u a Turismo Week, espécie de feirão de pacotes que acontece anualmente. Foram ofertados 1.600 pacotes para o período da Copa e o resto do ano. Havia pacotes de três noites para Buenos Aires com avião, hotel, traslado e um passeio por US$ 370 (R$ 800). “No ano passado, um pacote desse não saía por menos de US$ 500”, diz o presidente da Braztoa, Marco Ferraz. Segundo ele, as operadoras conseguiram negociar preços pelo menos 20% inferiores aos praticados em julho do ano passado. “Mesmo com o fim da Turismo Week, vamos ver muita promoção nas próximas semanas.” A TAM lançou promoção na noite de sexta, que vai até às 8 horas de amanhã, com passagens para voos domésticos e internacionais, incluindo os meses de junho e julho. Em nota, a TAM justificou a promoção com uma previsão de queda nas viagens a

negócio e a lazer. “Esse fenômeno já foi constatado na Alemanha e na África do Sul. No Brasil, ele será reforçado devido às férias antecipadas de algumas escolas e pela imagem de que estará mais complicado viajar no período”, disse a companhia. Dentre as ofertas, passagens São Paulo-Miami a US$ 699 (R$ 1.571) ida e volta.

Concorrência — O vice-

presidente da Abav, Leonel Rossi Junior, acrescenta que os preços baixos também se devem à forte concorrência no setor, devido ao aumento da oferta. “Nos últimos três anos, 13 companhias internacionais começaram a voar para o Brasil. Está mais difícil lotar e isso é ótimo para o passageiro.” (FP)

idêntico período do último exercício.

Bons negócios — A Arcan Locadora de Veículos, localizada no bairro São Luiz (região da Pampulha), é mais otimista e estima expansão de 30%. Para atender ao possível incremento, não foi necessário investir na frota e o foco foi a qualificação do efetivo. Na visão do sócio proprietário, Emerson Ciotto, o evento deve ajudar a empresa a reverter o prejuízo observado ao longo do primeiro trimestre deste ano, quando o faturamento caiu 20% sobre os três primeiros meses do anterior. Segundo Ciotto, a queda deve ser atribuída ao atual cenário econômico, marcado pelo aumento dos juros e inflação. Assim, a empresa espera repetir em 2014 desempenho semelhante ao de 2013. “Vamos sentir melhora durante a Copa, mas depois o mercado deve esfriar novamente, voltando a reagir somente no final do ano”, prevê. A empresa conta com uma frota formada por 300 veículos e aproximadamente 90% do seu faturamento global é gerado através dos clientes Lokamig investiu R$ 1,2 milhão em treinamento corporativos.


24 DC RH TRABALHO

Escolha de carreira também deve considerar mercado Dica é optar por algo que traga realização pessoal São Paulo — Antes das ✔ Livros, revistas e sites útil. Falar com parentes, provas de conhecimento especializados, além de amigos e profissionais da específico, optar por um guias das universidades, área também ajuda; ✔ Gostos e hobbies indicurso é a primeira per- podem dar outras perspeccam a sua praia — Exatas, gunta difícil de todo vesti- tivas sobre a carreira; ✔ Projetos práticos na Biológicas ou Humanas. bulando. Definir a carreira Mas cuidado: lazer e é uma questão de trabalho são bem múltipla escolha em diferentes; um ambiente mar“Ao longo do tempo, ✔ Além das afinicado pela crescente as profissões mudam, dades, é preciso avadiversidade de prose transformam, liar o mercado. Saláfissões. Especialistas evoluem, se rio e possibilidades consultados pelo desdobram em outras” de emprego são Fórum Estadão Braimportantes para a sil 2018 dizem que a decisão deve equilibrar afi- escola e atividades extra- escolha; ✔ Para quem está em nidades e projeções de curriculares são uma boa mercado — como o salário maneira de iniciar o con- uma carreira e pretende tato com a carreira preten- t r o c a r , n ã o v a l e t e r e a oferta de empregos. medo. Mas a mudança “Uma das maiores difi- dida; ✔ Buscar um psicólogo deve ser decidida com culdades que (os jovens) costumam apresentar é ou especialista pode ser calma. (AE) não conseguir resistir às pressões familiares”, alerta Maria da Luz Calegari, autora do livro “Temperam e n t o e C a r re i r a ” . D e acordo com ela, a melhor saída é optar por uma carreira que traga realização São Paulo — São muitos os Mavichian, diretor da Compapessoal. “Ao longo do motivos que levam o estudante nhia de Estágios, considera ideal tempo, as profissões universitário a procurar um está- esperar até a metade do curso. mudam, se transformam, gio, seja para colocar em prática o “Dessa forma, ele se dedica aos evoluem, se desdobram que aprendeu em sala de aula, se estudos e depois consegue uma em outras”, diz. inserir no mercado ou mesmo oportunidade mais interessante, A psicóloga Regina para receber a bolsa-auxílio. Há com responsabilidades menos Gattas ressalta que é preconsenso sobre a importância do elementares.” ciso levar em conta a estágio como parte da formação Embora discordem sobre o remuneração da carreira profissional, mas não sobre o hora certa para se começar um pretendida. “Cada um momento certo de dar esse passo. estágio, os dois especialistas condeve se perguntar: quanto Para Yolanda Brandão, coorde- cordam sobre o momento de quero e preciso para nadora de treinamento externo mudar de empresa. “O estudante viver?”, afirma. “Mas o do Núcleo Brasileiro de Estágios tem de avaliar o potencial que ela d inheiro não é tudo ”, (Nube), o ideal é que o aluno ainda tem de lhe oferecer conheadverte. Segundo Regina comece logo no segundo ano de cimento. Se não existe mais persGattas, outro passo faculdade. “Serve para ter a pectiva de aprendizado ou de importante é pesquisar e vivência do mercado do trabalho. desenvolvimento de carreira, talimaginar as possibilidaMuitas vezes, o estudante tem vez seja a hora de sair”, disse des de atuação dentro de uma visão muito romântica da Mavichian. cada campo de trabalho. carreira”, explicou ao Fórum Yolanda Brandão complemenSeis dicas para escolher a Estadão Brasil 2018. Já Tiago tou que, nos últimos semestres da carreira:

Estágio compensa enquanto dá oportunidade

SAÚDE

sua quinta empresa, o Facebook. “Foram riscos que assumi Os estágios pelos quais passei ainda tinham o que acrescentar, mas sempre pensei que o próximo teria ainda mais”, avaliou. Os Fóruns Estadão Brasil 2018 trazem uma série de debates públicos e cadernos especiais com reportagens, entrevistas e estudos inéditos, com apoio do Insper, centro de referência nas áreas de Educação, Administração, Direito e Engenharia. O objetivo é estimular a discussão analítica sobre problemas que afetam diretamente a vida das pessoas. A partir daí, levantar ideias e propostas que possam contribuir para o desenvolvimento do país e para a gestão dos governantes a serem eleitos em outubro. (AE)

PESQUISA

Níveis de estresse patológico atingem 44% dos executivos São Paulo — Levantamento realizado pela Vita Check-Up Center, empresa especializada em check-ups para executivos, mostra que os níveis de estresse patológico (graus três e quatro) atingem cerca de 44% desses profissionais. O estudo foi realizado com mais de 12 mil executivos. Deles, 48,1% apresentam grau dois de estresse, 8,1% apresentam grau um e apenas 0,4% tem grau zero de estresse — os graus de estresse e seus sintomas são uma convenção médica. A baixa incidência de profissionais com grau zero de estresse não é incomum. “É muito raro encontrar pessoas que não apresentem nada de estresse. Geralmente são pessoas que estão fora da sociedade e vivem reclusas”, afirma Antonio Carlos Till, médico e diretor do Vita Check-Up Center. Enquanto o grau 1 costuma ser apresentado por pessoas que têm um dia a dia tranquilo, geralmente aposentados ou pessoas que não correm muito riscos, o grau 2, em que se encontram a maioria dos executivos entrevistados, é o nível comum para quem tem uma vida profissional ativa. “Esse é o nível de estresse

graduação, o estagiário deve pesar também o histórico de efetivação da companhia. “A média de efetivação das empresas chega a 60% mas, em várias ocasiões, mesmo aquele que não continua, consegue se recolocar com a indicação de um antigo chefe”, afirmou. O advogado Bruno Mendonça de Azambuja, de 27 anos, por exemplo, conseguiu uma oportunidade no Arruda Alvim e Thereza Alvim Advocacia e ficou três anos e meio como estagiário. Acabou efetivado. “Sempre me ofereceram oportunidades de aprendizado e perspectiva de crescimento”, disse. O estudante de Administração Henrique Celentano, de 21 anos, seguiu um caminho diferente e já está em

de quem tem suas motivações e também suas angústias. Geralmente quem se enquadra nesse grau apresenta de dois a quatro sintomas de estresse”, afirma Till. Os sintomas são: insônia, irritabilidade, compulsão para se alimentar, dificuldade de trabalhar em equipe e ouvir opiniões divergentes, entre outros. No terceiro grau do transtorno, esses sintomas começam a repercutir na produtividade do profissional. No grau quatro, começam a aparecer os primeiros sintomas de depressão. “O que vemos hoje em dia é a preponderância do estresse negativo. Antigamente a vida das pessoas se resumia em trabalho e família. Hoje, há a violência, a dificuldade de mobilidade urbana, a burocracia do país etc”, explica Til. Ele afirma que isso afeta o convívio social das pessoas. “Preferimos ficar em casa do que sair e ter dor de cabeça. Além disso, desde as manifestações do ano passado a euforia que estava se instalando no país cessou.” Segundo ele, todos os profissionais que apresentam estresse precisam tomar cuidados para que o quadro não se agrave. (FP)

Autônomo busca visibilidade na web realidade no universo dos profissionais autônomos. O site Liberalis (http://libe- 58% têm até 40 anos de ralis.biz), que reúne profis- idade. Isso reflete a popusionais liberais e autôno- lação brasileira em geral, m o s ( p s i c ó l o g o s , que tem cerca de 60% de advogados, nutricionistas, sua população economicaentre outros), realizou uma mente ativa nessa faixa pesquisa com sua base de (fonte: Dieese). 86% dos usuários (1.572 profissio- pro fissionais t êm uma nais foram convidados a renda mensal de até R$ participar) para descobrir 5.000. suas características e interesses. “Boa parte do que Presença on-line — 75% descobrimos é o esperado, afirmam que a maior razão mas alguns resultados sur- para estar on-line é o desejo preendem”, afirma o fun- de conseguir novos cliendador do portal, Paulo tes. Porém, na pesquisa também constata-se uma Salem. A pesquisa revela várias outra pressão, a da concorcuriosidades sobre esses rência: 45% dos pesquisaprofissionais, entre elas, dos afirmam que há muita como o autônomo busca a concorrência em suas áreas visibilidade, independên- de atuação e por isso precicia e a criatividade na web sam se divulgar bem. para se destacar num ambiente competitivo. São, Site é a ferramenta onpor isso, orientados a line preferida — 60% resultados e atentos aos dizem que ter um site progastos que fazem. “Tratam- fissional é um bom meio de se pessoas abertas às novi- divulgar seu saber profissidades, mas que ainda estão onal, porque podem dar descobrindo as possibili- dicas, notícias e outras dades do meio on-line para i n f o r m a ç õ e s p e l o s i t e . suas atividades profissio- Paulo Salem comemora o nais”, conclui Salem. Deta- resultado, “essa foi uma lhes da pesquisa: das intuições que nos levaram a criar o Liberalis, e é Sexo, idade e renda — A bom ver que os consumip e s q u i s a re v e l o u u m a dores concordam”, afirma. simetria perfeita: 50% de cada gênero. Ou seja, a Blog não é bem visto igualdade entre homens e p e l o s a u t ô n o m o s — mulheres parece ser uma S e g u n d o a p e s q u i s a o REPORTAGEM LOCAL

recurso mais apreciado na ferramenta de divulgação do Liberalis é a listagem de informações de contato no site, enquanto que o menos interessante é o blog — embora os usuários apreciem o contato próximo com o cliente por outros mecanismos. Isso mostra que a ideia comum de “criar um blog” para se divulgar não é muito bem vista entre os autônomos.

Valorizam sua independência, mas... — Como

se sabe, a independência é uma qualidade que vem acompanhada de riscos e problemas. Isso se reflete na ambivalência de valores dos profissionais autônomos. 54% afirmaram que valorizam muito sua independência (“valorizo muito minha independência, gosto de estar no controle mesmo que isso me traga mais riscos”), A maioria prefere anun- m a s a o m e s m o t e m p o ciar off-line — Apesar da 63% querem uma vida pesquisa atingir apenas estável e segura (“quero usuários que efetivamente uma vida estável e uma divulgam-se on-line, a pes- atividade profissional quisa mostra que a maior bastante segura”). parte deles ainda dá preferência para meios “off-line” Dado novo — Como espede divulgação paga: 28% rado, a maior parte dos dos profissionais dizem profissionais (71%) são que ter usado “propagan- autônomos e estão satisfeidas pagas fora da internet tos nessa posição. Mais (por exemplo, folhetos ou ainda, 13% deles dizem anúncios em revistas)”, que são empregados mas enquanto apenas 13% afir- estão tentando tornar-se mam ter empregado “pro- a u t ô n o m o s . P o r o u t ro pagandas pagas on-line lado, 7% são autônomos ( p o r e x e m p l o , G o o g l e mas estão tentando tornarA d Wo rd s o u a n ú n c i o s se empregados, “Número pagos no Facebook).” este que não esperávamos. Um dos usuários que está Perfil proativo — Os pro- nessa última categoria deifissionais têm majoritaria- xou um depoimento simmente um perfil bastante ples que talvez explique a proativo, curioso e criativo. estatística: ‘a vida é difícil’. 5 8 % d i z e m g o s t a r d e De fato, a vida do profissi“ i n v e n t a r, c o n s t r u i r e onal independente não é desenvolver novas coisas e p a r a q u a l q u e r u m ! ” , ideias”. afirma Salem.


25 NEGÓCIOS EMPREENDEDORISMO

INOVAÇÃO

Café Gonçalves conquista mercado Próximo passo será implantar o serviço de delivery e investir em ações de marketing ALISSON J. SILVA

NÁDIA DE ASSIS

A vontade de empreender e gerenciar a própria empresa motivou a farmacêutica Viviane Pena Campos a desistir da profissão para se dedicar integralmente aos seus negócios. Ela descobriu a aptidão quando se tornou sócia do salão de beleza de uma amiga, que funciona na região da Savassi. Alguns anos mais tarde, e não muito longe dali, ela fundou um café especializado em refeições leves e saudáveis, o Café Gonçalves. Há apenas um ano no mercado, o estabelecimento já conquistou o seu espaço em uma das áreas mais concorrid as da capit al mineira. Viviane Campos recorda-se que, quando assumiu a administração do salão, a melhora do desempenho foi muito perceptível e imediata. “Fizemos várias reformas, passamos a atrair um número consideravelmente maior de clientes e nos tornamos bastante conhecidos entre os moradores da região”, afirma. A experiência bemsucedida motivou a empresária a investir aproximadamente R$ 80 mil para abrir o Café Gonçalves que, desde o primeiro dia de funcionamento, chamou a atenção de quem passava pelo local. O cardápio foi elaborado com o objetivo de atender aos interessados em manter uma alimentação saudável e equilibrada, mesmo comendo fora de casa. Ele inclui mais de 20 itens, entre sucos, vitaminas, sanduíches leves, saladas verdes, saladas de frutas, tapiocas, açaís, tortas doces e salgadas, quiches e

Drogaria Araujo adota CataMoeda REPORTAGEM LOCAL

A Drogaria Araujo, maior rede varejista de Minas Gerais e a quarta maior rede de drogarias do Brasil, acaba de adotar uma solução inovadora para facilitar a circulação de moedas e reduzir os obstáculos da falta de troco, o CataMoeda. A máquina, fácil de usar, permite aos consumidores depositar suas moedas e receber um vale-compras com o valor colocado mais 2% de bônus para utilizar na loja. Até o momento, as 22 unidades do CataMoeda instaladas em outros três estados do país (São Paulo, Paraná e Santa Catarina) já arrecadaram mais de 2 milhões de moedas. O funcionamento do serviço que estreia em Minas Gerais é simples: o consumidor deposita suas moedas na máquina, ela contabiliza o valor e emite um recibo de doação ou um vale-compras com bônus. O Apesar de pequeno, apenas 45 metros quadrados, estima-se que sejam atendidos 200 clientes diariamente CataMoeda conta com um ALISSON J. SILVA sistema interativo que funcicafés. Apesar da área com- mente mais um ano. ona em tempo real, com opepacta, de apenas 45 metros Ela atribui o sucesso da ração remota. O sistema, quadrados, a proprietária empreitada a dois princi100% nacional, permite que estima atender a 200 clien- pais fatores: bom atendia máquina identifique digit e s d i a r i a m e n t e e n t r e mento e preço justo. Para talmente as moedas em cirsegunda-feira e sábado, isso, é necessários negociar culação e rejeite moedas falsendo que cada um deles valores mais baixos junto sificadas. gasta em média R$ 10. aos fornecedores. “PrecisaCom mais de 130 lojas na “Recebemos pessoas de mos chegar a um preço que Região Metropolitana de todas as idades, que traba- seja vantajoso para o conBelo Horizonte (RMBH), o lham fora e não têm muito s u m i d o r, m a s q u e n ã o CataMoeda já está instalado tempo para cozinhar”, comprometa a perenidade na Drogaria Araujo Matriz, afirma ela, ao descrever o do caféõ, esclarece. Atualno centro da Capital. “A perfil do seu público. Entre mente, o local emprega solução criativa faz com que os itens mais demandados cinco funcionários. as moedas paradas com o do menu, Viviane Campos O próximo passo do Café consumidor voltem a circudestaca as tapiocas, sandu- Gonçalves é investir em lar e sejam utilizadas como íches e saladas. Embora ações de marketing, divulgavale-compras ou mesmo ainda não tenha conse- ção e implantar o serviço de doadas ao Hospital da guido obter retorno total delivery, que deve atender às Baleia. O CataMoeda pode d o a p o r t e i n i c i a l , e l a residências localizadas em ser utilizado também como observa que o negócio já se um raio de até dois quilômeuma ferramenta lúdica que paga. A empreendedora tros de distância. O serviço ajuda os pais a tratar da eduprevê recuperar o investi- começa a ser oferecido em cação financeira de seus Investi R$ 80 mil para abrir o café, diz Viviane Campos filhos, demonstrando o valor mento em aproximada- maio. que tem o dinheiro. Esta ação, demonstra o quanto a VEÍCULO ELÉTRICO Drogaria Araujo busca soluções inovadoras para encantar os seus clientes”, comenta a coordenadora financeira da Drogaria Araujo, Elma Cândido. REPORTAGEM LOCAL Na edição passada, parnológicas da indústria aumentar após o anúncio dessa cadeia deverão se Com um faturamento de automobilística na emis- de incentivos fiscais pre- atualizar para atender a ticiparam do congresso R$ 1,25 bilhão em 2013, a O mercado de veículos são de emissões. Antes vistos para os veículos elé- esta nova demanda. “Pro- nomes como Jayme Buar- meta da rede Araujo é creselétricos no Brasil, especi- mesmo de a medida ser tricos, que poderá sair jetos como o da CPFL são que de Holanda (diretor da cer 15,5% este ano, com a almente os carros de pas- aprovada, as distribuido- a i n d a n e s t e p r i m e i r o fundamentais para o cres- ABVE), Pietro Erber (presi- abertura de 12 novas lojas. A seio e ônibus, iniciou 2014 ras de energia, de olho semestre. cimento do setor se dar de dente da ABVE), Jayme empresa gera mais de 7 mil com perspectivas promis- neste novo filão de merCom foco no desenvol- forma homogênea e sus- Lerner (Ex-prefeito de empregos diretos e atende 40 soras para os próximos cado, começam a se movi- vimento desse mercado, tentada”, afirma Guggis- Curitiba, arquiteto e urba- milhões de clientes por ano. meses. Visto como um dos mentar. A CPFL, distribu- s e r á re a l i z a d o o S a l ã o berg. nista), Cyro Boccuzzi O hábito de acumular principais entraves para a idora que atua no Estado Latino Americano de Veí(Diretor do Fórum Latino moedas no cofrinho — e não disseminação dos modelos de São Paulo, pretende culos Elétricos, Compo- Congresso — Mantendo a Americano de Smart Grid, utilizá-las — se tornou um elétricos pelo país, os pos- i n s t a l a r n o s p r ó x i m o s nentes e Novas Tecnolo- tradição das edições passa- entre outros nomes. “É problema para o comércio tos de recarga podem se meses cerca de 100 postos gias, nos dias 4, 5 e 6 de das, será realizado o Con- importante que a popula- brasileiro. Segundo o Banco tornar obrigatórios em de recarga destinados aos setembro, no Expo Center gresso de Veículos Elétri- ção conheça as novas tec- Central, o país deixa de conáreas públicas, sendo as v e í c u l o s e l é t r i c o s . A Norte, em São Paulo. O cos, evento paralelo ao nologias que contribuem tar com 27% (ou um total de concessionárias de energia empresa, inclusive, pos- evento, que está em sua Salão, com um extenso para a melhoria do cotidi- R$ 508 milhões a menos de as responsáveis pela reali- sui parceria com a monta- 10ª edição, é o principal programa de debates sobre ano. Só com a populariza- dinheiro em circulação) do z a ç ã o d o s e r v i ç o . A dora Renault, e utiliza ambiente de negócios na os principais temas que ção da mobilidade elétrica volume total de moedas medida foi proposta por modelos elétricos desen- América Latina para os permeiam o setor dos veí- é que teremos um aumento emitidas devido a perdas e meio de projeto de lei apro- volvidos pela montadora fomentos da inovação no culos elétricos no Brasil e na demanda desse tipo de armazenamento. “A econovado no início de abril pela para a locomoção de seus campo dos veículos elé- no exterior. O evento con- veículo no país, o que fará mia é a que mais sofre com a Comissão de Constituição funcionários em traba- tricos, e trará, nos três tará com a participação dos com que ele se torne cada falta de troco. Com o Catae Justiça (CCJ) da Câmara lhos externos. dias de evento, as princi- principais especialistas vez mais acessível no mer- Moeda, estamos desperdeste setor, autoridades, cado”, finaliza o executivo. tando nas pessoas a valorizados Deputados e agora A implantação deste pais novidades do setor. segue para apreciação do m o d e l o d e re c a rga , n o De acordo com Ricardo representantes de monta- Para mais informações ção do dinheiro de metal e Senado. curto prazo, deverá impul- Guggisberg, diretor do doras, formadores de opi- sobre o evento, credencia- tornando o comércio autosO objetivo do projeto é sionar outras empresas do Salão, o iminente anúncio nião, entre outros, com o mento para o Salão e o con- s u f i c i e n t e e m t r o c o ” , evitar que o mercado bra- segmento a desenvolve- dos incentivos fiscais desti- intuito de promover a troca g r e s s o , a c e s s e h t t p : / / comenta Victor Levy, CEO sileiro fique defasado em rem projetos semelhantes, nados ao setor, todas as de informações qualifica- www.velatinoamericano. da empresa CataMoeda, que com.br. relação às inovações tec- já que a demanda deverá empresas que farão parte das e networking. tem sede em Florianópolis.

Posto de recarga pode virar obrigatório


26 NEGÓCIOS E-COMMERCE

Lojas agora vendem através Com ferramenta da Pagpop, profissionais autônomos podem aceitar esta forma de pagamento do Instagram

Aplicativo democratiza cartão

DIVULGAÇÃO

THAÍNE BELISSA

DANIELA MACIEL

Foi-se o tempo em que fazer vendas no cartão de crédito e débito era privilégio das empresas. Com a ferramenta criada pela Pagpop, qualquer profissional autônomo pode receber cartão por meio de um aplicativo no celular ou tablet, sem precisar de loja física ou máquina. Com sede em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a empresa disponibiliza a tecnologia para 100 mil clientes em todo o Brasil e pretende conquistar mais 30 mil até o fim deste ano. A ideia surgiu por uma necessidade profissional do fundador e CEO da Pagpop, Marcio Campos. Ele, que também é dentista, tinha a necessidade de parcelar a conta dos clientes, mas não se sentia seguro utilizando cheques e não queria o transtorno de ter uma máquina de cartão. Foi então que ele desenvolveu o sistema de pagamento on-line para smartphones. Para ter acesso à ferramenta, basta baixar o aplicativo da Pagpop e fazer um login e uma senha. O profissional pode optar pelo leitor de dados, que é acoplado ao aparelho e lê chip e tarja, ou pode digitar o número do cartão do cliente. O aplicativo aceita as sete principais bandeiras de cartões de crédito e débito e permite o parcelamento em até 12 vezes. Para utilizar o sistema, o cliente paga uma mensalidade de R$ 19,90, além de taxa a partir de 3,99% sobre o valor transacionado. De acordo com Campos, a solução ajuda na inclusão socioeconômica de muitos

A internet, e depois as redes sociais, modificou em todo o mundo a forma de fazer comércio. A Ebit, associada à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, afirma que o número de pedidos feitos via internet, em 2013, chegou a 88,3 milhões, 32% maior se comparado ao ano anterior. Segundo a mesma pesquisa, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 28,8 bilhões em 2013, o que r e p re s e n t a u m c r e s c i mento nominal de 28% em relação a 2012. A expectativa para 2014, de acordo com a E-bit, é que o setor cresça, nominalmente, 20% em relação a 2013, faturando R$ 34,6 bilhões. Depois do f-commerce, ou seja, aquele que é feito através do Facebook, começa a ganhar espaço as operações realizadas através do Instagram. Em Belo Horizonte, a grife de moda feminina Solli, instalada no b a i r r o d e L o u rd e s , n a região Centro-Sul, já utiliza a plataforma não apenas para divulgar seus produtos, mas também para fechar negócios. De acordo com a proprietária da Solli, Olívia Borges da Costa, a ideia de utilizar o Instagram como canal de venda veio de uma necessidade de estar mais próxima das clientes e oferecer uma forma desburocratizada de fazer compras. A marca adotou uma plataforma na rede social para a comercialização de mercadorias interm ed i ad a p e l a Arc o . O passo a passo é simples. A Solli posta uma imagem da peça a ser vendida informando o valor do produto, do frete, a quantidade disponível em estoque e tamanho, incluindo a hashtag do aplicativo. O usuário comenta “comprar” na imagem e já é direcionado para o Pay Pal, para que a venda seja concluída. “Descobrimos essa ferramenta enquanto usuárias do Instagram. Através dela alcançamos um público que não era tão ligado à internet, mas que gosta da rede social. É um processo muito simples e seguro de compra”, explica Olívia da Costa. Segundo ela a resposta das clientes tem sido muito rápida. O custo da operação para a loja é cobrado apenas sobre a venda e o próprio sistema gerencia o estoque de peças oferecido. “A compra pelo Instagram é muito mais rápida para a cliente do que em um site porque não é preciso fazer busca, e para a empresa o acompanhamento é imedia t o . É i m p re s s i o n a n t e como a reação à postagem é instantânea. Outra vantagem é que esse canal atrai também as consumidoras para a loja física. Já aconteceu de em meia hora depois da postagem a cliente estar na loja”, relembra a empresária. Para agradar às clientes da rede, as premissas básicas são as mesmas do mundo virtual: qualidade, cumprir prazos de entrega e tornar a relação mais fácil e direta. A expectativa é que até o fim do ano 10% das vendas da Solli sejam feitas pelo Instagram.

Ideia veio da necessidade do fundador e CEO da Pagpop Marcio Campos, de dividir pagamento para os clientes profissionais que não teriam condições de aceitar cartão no método tradicional, que tem taxas mais altas. Além disso, ele lembra que a ferramenta é mais vantajosa porque aceita uma variedade maior de bandeiras de cartões, é de fácil credenciamento e permite o retorno do dinheiro mais rápido. “Outra vantagem prática é que o profissional pode fazer tudo pelo seu próprio celular: não precisa ficar carregando aquela máquina grande onde vai”, frisa.

A empresa teve rápida aceitação e tem crescido no número de clientes. Em dois anos, a Pagpop passou de 3.500 usuários para 100 mil e a expectativa é chegar 130 mil até o fim de 2014. Em Minas Gerais, a empresa já alcançou 12 mil clientes e pretende ampliar sua atuação, tanto na Capital como no interior. “Minas Gerais é o terceiro mercado que mais utiliza nossa ferramenta. É um Estado muito importante, principalmente pela força das cidades no inte-

rior”, destaca. Uma das estratégias que vai ajudar a empresa a alcançar mais clientes no Estado é o credenciamento de taxistas com foco na Copa do Mundo. Segundo o fundador, a Pagpop está empenhada em disseminar o aplicativo entre esses profissionais nas cidades sedes do Campeonato Mundial. “Hoje é difícil você pegar um táxi que aceita cartão, então tem que ter dinheiro na mão. Com a Pagpop, estamos oferecendo

uma solução democrática e que dá mais liberdade aos clientes de táxi”, avalia. Para Campos, o pagamento via cartão é um movimento definitivo e que estará cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. “As pessoas estão habituadas a utilizar o cartão em suas compras, então essa é uma realidade inevitável. O lojista que não tem essa forma de pagamento está em risco: ou não venderá parcelado ou terá que trabalhar com cheque, que é menos seguro”, diz.

Koin permite pagamento após receber o pedido DIVULGAÇÃO

Koin é que ela não exige um segundo cadastro, nem a inforUma nova forma de comprar mação de dados do cartão de crépela internet promete conquistar dito, o que passa mais segurança até aqueles consumidores mais para o consumidor. A plataforma desconfiados. Lançada há cinco utiliza o cadastro da loja que foi meses, a Koin é uma solução para preenchido anteriormente pelo o e-commerce, que permite os usu- cliente e não exige novos dados. ários escolherem seus produtos, “Na maioria dos e-commerce, o clifecharem a compra e só pagarem ente precisa fazer seu cadastro e depois de receber a encomenda depois digitar aquele tanto de em casa. A ideia é dar mais segu- números do cartão. Na Kion, ele rança e comodidade aos clientes, c l i c a e c o m p r a ” , r e s u m e . além de aumentar o volume de Segundo ele, a encomenda chega para o cliente com a nota fiscal e vendas para os lojistas. Com sede em São Paulo, a o boleto bancário, que pode ser empresa iniciou sua atuação pago na agência ou pela internet. Cavagnoli explica que o focada nas regiões Sul e Sudeste do país, tendo clientes l o j i s t a t a m b é m t e m m u i t o s no Rio de Janeiro, São Paulo, benefícios ao utilizar a solução. Santa Catarina, Paraná e Rio A primeira delas é o aumento G r a n d e d o S u l . A p a r t i r d e do volume de vendas em até maio, a meta da Koin é avançar 40%. Isso porque os clientes se p a r a o m e r c a d o d e M i n a s sentem mais seguros e fazem Gerais, onde pretende fazer mais compras. Além disso, a parcerias com clientes chaves, loja passa 100% do risco para a que ajudarão na divulgação da Kion, que assume a responsabim a r c a . S e g u n d o o C E O d a lidade por todo o processo. empresa, Marcos Cavagnoli, a “Esse é o valor agregado da expectativa é alcançar todo o nossa empresa: somos especialistas em análise de fraude. sudeste até junho deste ano. A solução rompe com as prin- Com base em cálculos numéricipais barreiras que ainda impe- c o s e a n á l i s e d e c o m p o r t a dem a compra on-line. A primeira mento identificamos se o clidelas é a incerteza do recebi- ente é idôneo ou não”, explica. mento do produto comprado, Para utilizar a Kion, os lojistas assim como das condições dele. pagam uma percentagem em Ao optar por comprar com Koin, cima de cada venda. o consumidor só precisa pagar o O CEO destaca que a solução produto depois que ele chegar. surge como uma quebra de para“Na loja física, o cliente pega o digmas no setor do varejo on-line, produto e depois paga por ele, pois possibilita uma experiência mas na internet é o inverso. Isso de compra diferente de tudo que é um dos freios do e-commerce, existe no país. Segundo, a lógica então fazemos diferente: depois de pagamento pós entrega é que o consumidor já está com o muito comum na Europa, mas no prod ut o nas mãos é que ele Brasil é novidade: a Kion é a pripaga”, destaca o CEO. meira solução com esse perfil na Cavagnoli diz que a empresa pretende chegar a todo o Sudeste Outra vantagem de usar a América Latina. THAÍNE BELISSA


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AGRONEGÓCIO ELZA FIÚZA / ABr

LEGISLAÇÃO

Dilma deve assinar o decreto que regulamenta o Código Florestal

Queijo canastra é tema de dissertação de mestrado de pesquisadora da USP REPORTAGEM LOCAL

Ministro promete a medida em 30 dias Ribeirão Preto — O ministro que elogiou, durante o discurso da Agricultura, Neri Geller, afir- d e a b e r t u r a , o m i n i s t r o d o mou ontem, após a abertura da Esporte, Aldo Rebelo, o qual, Agrishow, em Ribeirão Preto como deputado federal, foi o (SP), que o decreto de regula- relator do Código Florestal na mentação Câmara. do Código Geller Florestal citou que os Geller citou que os será assirecursos recursos para o Plano nado pela para o Plano Agrícola e Pecuário 2014/15 presidente Agrícola e estão em discussão no da RepúPecuário governo federal blica Dilma 2014/15 Rousseff em estão em 30 dias. discussão no governo federal. “O decreto está na minha Ele evitou falar em valores para mesa e em até 30 dias ele será este ano e se haverá um cresciassinado pela presidente. O mento ante os R$ 136 bilhões de ministério vai se posicionar com 2013/14. Mas, indagado sobre as firmeza e defender as demandas novidades no plano em elaborado produtor”, disse o ministro, ção, Geller admitiu que setor

De acordo com o ministro Neri Geller, o decreto já está na sua mesa sucroalcooleiro será beneficiado no programa para armazenagem de açúcar e etanol “O Plano Safra deve ampliar recursos para armazenagem, com a inclusão do setor sucroalcooleiro, e para o custeio”, disse. “Em 15 a 20 dias vamos votar no Conselho Monetário Nacional (CMN) e aprová-lo para a presidente anunciar no mês de maio ainda”, completou o ministro, citando que dos R$ 136 bilhões do Plano Safra de 2013/14, R$ 118 bilhões foram liberados em nove meses, alta de quase 40%

ante igual período de 2012. Durante o discurso, no entanto, Geller admitiu as dificuldades do Ministério da Agricultura em obter recursos junto à equipe econômica do Ministério da Fazenda para programas de garantia de preços mínimos. “Tivemos dificuldade, sim, com a equipe econômica, mas tivemos a intervenção da presidente da República para que funcionasse”, disse Geller, que citou como exemplo a busca de R$ 120 milhões para a garantia de preços mínimos para o setor citrícola. (AE)

FEBRE AFTOSA

Campanha de vacinação começa dia 1º ASCOM-PARANÁ / JOSÉ GOMERCINDO

MICHELLE VALVERDE

Minas Gerais deve vacinar na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa cerca de 24,15 milhões de bovinos e bubalinos de todas as idades. O período de vacinação será de 1º a 30 de maio e a meta é alcançar 100% dos rebanhos. O pecuarista que não cumprir o prazo da vacinação ou da comprovação da mesma será multado. A vacina contra a aftosa é fundamental para manter o Estado livre da doença que, quando detectada, causa prejuízos enormes que vão desde o abate dos animais até a suspensão do comércio de produtos. O lançamento oficial da campanha será no dia 3 de maio, no Parque Fernando Costa, em Uberaba, durante a abertura oficial da ExpoZebu 80 anos. Segundo o gerente de Defesa Sanitária Animal do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Sérgio Luiz Lima Monteiro, como na campanha anterior, a carta aviso para a vacinação está disponível no site do IMA e não será enviada ao produtor. O documento deverá ser impresso do site, preenchido e levado aos escritórios do instituto na hora de declarar a vacinação do rebanho. O documento não é necessário para adquirir a vacina. “Os pecuaristas mineiros estão cada vez mais conscientizados sobre a importância de vacinar todo o rebanho para manter o Estado livre da aftosa com vacinação. Isto é fundamental para que a comercialização de animais e dos produtos oriundos dos bovino e bubalinos continuem sendo feitas, tanto no mercado interno como no externo”, diz.

Orientação — De acordo com o IMA, o índice de vacinação no Estado é alto. Somente nesta etapa serão 24,15 milhões de animais de todas as idades imunizados, distribuídos em 353 mil propriedades. O produtor, após efetuar a vacinação no rebanho, tem até 10 dias para declarar a imunização ao IMA. “Nossa orientação é que o produtor imprima do site do IMA a carta aviso e a leve preenchida aos escritórios locais. Também é necessário que ele apresente a

vacina pode ser adquirida em revendas autorizadas por um custo médio de R$ 1,80 a dose. Durante a campanha, cerca de 3,5 mil propriedades, que representam apenas 1% do total em Minas Gerais, serão fiscalizadas ou será feito o acompanhamento da imunização do rebanho. Segundo Monteiro, as unidades que receberão a visita dos fiscais podem ter apresentado irregularidades no período anterior de vacinação. Segundo o IMA, a vacinação contra a febre aftosa é feita em Pelo menos 24,15 milhões de animais serão vacinados em Minas Gerais grande parte da Aménota fiscal da vacina e a relação nhada pelos fiscais da institui- rica do Sul, sendo uma das prindos bovinos existentes nas uni- ção. cipais estratégias dos programas dades produtivas”, ressalta. A multa para quem deixar de nacionais de erradicação. Minas O pecuarista que não cumprir vacinar o rebanho é de R$ 65,96 Gerais e outros estados brasileias exigências dentro do prazo por cab eça. No caso da não ros estão empenhados para ao estabelecido pelo IMA será mul- declaração da imunização dos longo dos próximos anos tornar tado e poderá, nos próximos animais a penalidade é de R$ todo o território em área livre da anos, ter a vacinação acompa- 13,19 por cabeça. A dose da doença sem vacinação.

EEB: ministério aguarda resultado de análise Brasília — Sobre a suspeita de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecido como o mal da vaca l o u c a , e m M a t o G ro s s o , O ministro da Agricultura, Neri Geller disse que o assunto é tratado com transparência no ministério e assegurou “que a defesa do Brasil está funcionando”, pois todas as providências para o caso, como abate e exames no animal suspeito foram tomadas em menos de 30 dias. “ To d a s a s p r o v i d ê n c i a s foram tomadas e, no máximo até sexta-feira, teremos os resultados na mão e vamos convocar uma coletiva de imprensa para comunicar se foi confirmado ou não, e quais as providências”, disse. A identificação de um caso suspeito de EEB levou ao sacrifício de 49 animais no último sábado, segundo o Ministério da Agricultura. Os animais

ESTUDO

rotina, no dia 19 de março. Na ocasião, os técnicos verificaram que a fêmea de 12 anos apresentava distúrbios neurológicos por estar caída (o chamado “decúbito forçado” ocorre nos animais com doença neurológica, em função de fraqueza muscular e deficiência na coordenação motora). A vaca foi sacrificada e incinerada. Os órgãos responsáveis pela inspeção sanitária intensificaram a investigação de potenciais casos na região, que passa por um pente fino coordenado pelo Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura. O ministério espera para amanhã um parecer definitivo Abate — O animal identificado da Organização Mundial de com suspeita de EEB já estava Saúde Animal (OIE), que faz em um frigorífico no município exames laboratoriais em Weyde São José dos Quatro Marcos, bridge, na Inglaterra, com pronto para o abate, quando a amostras da carne do animal equipe de inspeção sanitária sacrificados para confirmar a chegou para uma vistoria de suspeita de EEB. (AE)

foram abatidos e incinerados porque tiveram contato com uma fêmea que teria desenvolvido a doença na cidade de Porto Esperidião (MT). Os animais haviam sido separados do rebanho, conforme orientação da Agricultura, depois que uma vaca de uma das fazendas do município, na fronteira com a Bolívia, foi detectada com a chamada marcação priônica (falha em partículas de proteínas importantes para o desenvolvimento dos neurônios). Segundo o ministério, o sacrifício é parte do procedimento adotado pela defesa sanitária nos casos de vaca louca.

Carregado de cultura e tradição, o queijo canastra é produzido há mais de 200 anos em Minas Gerais. Parte desta tradição está na maneira como ele é fabricado, o que, apesar de garantir o sabor tão famoso, ainda mantém em aberto discussões sobre higiene, boas práticas de produção e a legislação federal para comercialização de queijos. Em vista disso, Mayra Fernanda da Silva Diniz, cientista de alimentos, desenvolveu em sua dissertação de mestrado, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/Esalq), um trabalho sobre queijo Canastra envolvendo aspectos culturais e parâmetros de inocuidade do alimento. A bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) foi orientada por Gilma Lucazechi Sturion, professora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição, Mayra estudou os produtores e sua cultura com o objetivo de verificar a possibilidade de uma produção que aliasse a tradição e a segurança do alimento. Segundo a pesquisadora, o modo como é feito o queijo inclui a utilização de leite cru, o que gera discussões polêmicas sobre sua produção. Isso ocorre porque, no Brasil, de acordo com a legislação federal, não se pode comercializar queijos que sejam produzidos com leite cru, a menos que sejam curados e maturados por 60 dias.

IMA — No caso do queijo canastra, a maturação ocorre por, no máximo, 30 dias. Em contrapartida, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) recomenda, no mínimo, 21 dias de cura, explica. Mayra diz ainda que diversos atos normativos foram criados para q u e o p ro d u t o p u d e s s e s e r comercializado e, atualmente, essas normas ainda estão sendo discutidas. P a r a c o m pre e n d e r o u n i verso da cultura mineira e a relação da produção do queijo canastra como tradição, Mayra conta que manteve como foco os produtores que comercializam o produto, tendo em vista que algumas famílias produzem apenas para consumo doméstico. “Além da pesquisa de campo e vivência na cidade de São Roque de Minas, localizada na região da Serra da Canastra (no Centro-Oeste mineiro), de onde extraí dados para elaborar minha metodologia, me baseei também em diversos atos normativos relacionados à produção de queijos artesanais”, disse a pesquisadora. Após as pesquisas, Mayra verificou que grande parte das propriedades avaliadas — 67% — ainda carece de informações a respeito das boas práticas de fabricação, princípios que levam à produção de alimentos seguros. Poucos produtores — 17% — faziam o controle de doenças presentes nos bovinos e que podem ser transmitidas ao homem, como, por exemplo, t u b e rc u l o s e . A p e n a s e s s a mesma percentagem avaliada também realizava testes p a r a c o n t ro l e d a m a s t i t e , enfermidade que acomete vacas em lactação e que é responsável pela transmissão de microrganismos patogênicos ao leite.


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AGRONEGÓCIO agronegocio@diariodocomercio.com.br

TENDÊNCIA

Café pode desaparecer de áreas montanhosas Estudo da Informa Economics prevê produtores migrando para locais que permitam mecanização das lavouras UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA/DIVULGAÇÃO

MICHELLE VALVERDE

Os custos elevados, principalmente devido à mão de obra escassa, em regiões montanhosas, onde a topografia não permite o uso da mecanização na colheita do café, estão comprometendo a manutenção da atividade e, consequentemente, fazendo com que as terras nessas áreas valorizem menos. A conclusão é de estudo feito pela Informa Economics FNP. Segundo a consultoria, a tendência entre 10 e 20 anos é de que os produtores em áreas de grandes declives e dependentes de mão de obra contratada abandonem gradualmente a cafeicultura e migrem para outras atividades, como a suinocultura e a avicultura, que permitam a mecanização. Conforme o diretor técnico da Informa Economics FNP, José Vicente Ferraz, a migração já vem acontecendo lentamente. “Os custos elevados de produção tornam a atividade inviável nessas regiões pelo comprometimento da competitividade frente ao

café de áreas mecanizadas. Essa é uma tendência não só no país, mas no mundo. Além de cara, a mão de obra no campo tende a se tornar cada dia mais escassa, uma vez que os jovens não estão se fixando no meio rural, pois a oferta de empregos em outras áreas é abundante”. No Estado, a tendência é que ocorram reduções em importantes praças produtoras, como na Zona da Mata e no Sul de Minas, onde há muitos pontos com relevo que não permite a mecanização. “A atividade não será extinta nas regiões produtoras, mas haverá uma migração para áreas onde a topografia permita a mecanização. Com isso, o produtor será menos dependente da mão de obra na colheita, o que é fundamental para reduzir custos e ampliar a competitividade”, disse. A migração será gradual, já que a cultura do café é perene e exige grandes investimentos na implantação e manutenção. “Os produtores não irão eliminar os cafezais de uma vez. A tendência é que a migração de culturas

ocorra nos momentos de renovação dos cafezais, que exige investimentos significativos. Nesta época, cabe ao produtor avaliar o que é mais viável”, disse.

Valor da terra — A invia-

bilização da atividade cafeeira em regiões onde a mecanização não é possível tem interferido também no valor das terras. O levantamento mostra que o índice de valorização nessas áreas é inferior aos registrados nos locais onde a produção é mecanizada. Enquanto o preço médio Custo com mão de obra em áreas de grandes declives tira competitividade do grão d e t e r r a s a g r í c o l as e m Minas registrou alta de 19% nos últimos 36 meses a t é ma r ç o , o v a l o r d a s áreas cultivadas com o café tiveram valorização de Para os representantes da cafeicultura forte na região, terão condições melhores 13%. No período de 12 das regiões da Zona da Mata e Sul de de se manterem na atividade, isso pelo meses, a alta nos preços de Minas, que concentram o maior espaço de trabalho ser executado pelos próprios fazendas de café foi de apeáreas montanhosas e sem mecanização, a cafeicultores. Além disso, a Coocafé vem nas 4% ante 15% na média tendência é que o cultivo do café, ao longo buscando outras formas de tornar a atido Estado. A diferença é das próximas décadas, fique nas mãos dos vidade mais lucrativa com a ampliação ainda mais perceptível nas pequenos produtores, que mantêm as da produtividade. Por isso, acreditamos áreas montanhosas. lavouras através da agricultura familiar. que a produção em pequenas unidades Segundo a consultoria, na De acordo com o engenheiro agrônomo irá sobreviver ao longo dos próximos região de Alfenas, Guae diretor de produção e comercialização da anos”, disse. x u p é e Va r g i n h a , p o r Cooperativa dos Cafeicultores da Região exemplo, os preços das terde Lajinha (Coocafé), na Zona da Mata, Sul de Minas — A tendência da produras de café caíram 10% nos Pedro Antônio Silva Araújo, o custo com ção de café ser mantida pelos pequenos últimos 12 meses. a produção de café nas regiões montanho- produtores também é apontada pelo sas — onde é necessária a contratação de gerente do Departamento de Café da Coomão de obra para a execução dos serviços perativa dos Cafeicultores da Zona de Varde colheita — é muito alto e pode inviabi- ginha Ltda (MinaSul), Guilherme Salgado lizar a atividade nas propriedades de Rezende. “Acredito que a cafeicultura nas montanhas, onde o relevo não permite a grande porte. Na região, o custo com a colheita mecanização, será desenvolvida pelo sismanual chega a representar entre 40% e tema da agricultura familiar, que não 50% do valor da saca de café, variando depende da contratação da mão de obra entre R$ 200 e R$ 300, dependendo dos para executar os trabalhos. Mas, no caso tratos culturais aplicados nas proprieda- das grandes propriedades, a cafeicultura des. Para que o cafeicultor garanta lucro, é deve ser bastante reduzida nas próximas necessário que a saca seja negociada acima décadas”. Segundo Rezende, assim como na Zona de R$ 450. “Nas grandes unidades produtivas, da Mata, o custo com a mão de obra nas unionde o emprego da mão de obra é funda- dades que dependem de grandes contratamental devido ao impedimento da meca- ções é cada vez mais alto. “O gasto com a nização, a atividade pode ser comprome- mão de obra na nossa região chega a restida nos próximos anos. Além de onerosa, ponder por 70% dos custos em uma saca. a disponibilidade de trabalhadores é cada Isso inviabiliza a atividade na unidade que vez menor, o que encarece ainda mais a depende de grande volume de contratação, já que a produção fica menos competitiva. atividade”, disse Araújo. Ainda segundo o representante da Coo- Por isso, a tendência é que a cafeicultura nas café, a tendência é que a cafeicultura fique áreas montanhosas e sem mecanização fique concentrada nos pequenos e médios, concentrada em pequenas áreas. “Os produtores que trabalham no sis- que no caso da MinasSul responde por 80% tema de agricultura familiar, que é muito da produção entregue”. (MV)

Concentração na agricultura familiar

SECA

Setor discute o enfrentamento à estiagem prolongada com o governo questões como o pedido para que a Companhia NaciRepresentantes do agro- onal de Abastecimento negócio mineiro se reuni- (Conab) forneça milho a preram ontem com o governa- ços mais competitivos para dor Alberto Pinto Coelho, municípios atingidos pela no Palácio Tiradentes, para seca, além do pedido de que traçar medidas para conter o governo federal trate, de os prejuízos da estiagem forma diferenciada, o café de p ro l o n g a d a e m t o d o o montanha de Minas Gerais, E s t a d o . N o e n c o n t r o , como já é feito com outras foram feitos encaminha- culturas agrícolas. mentos sobre uma possível De acordo com Boletim prorrogação do prazo para da Defesa Civil do Estado pagamento de empréstimo (Cedec), somente neste dos agricultores atingidos ano, 85 municípios decrepela seca junto ao Banco do taram situação de emerBrasil, o estudo para cria- gência em virtude da estiação de uma linha de cré- gem no Estado. Dentre os dito pelo Banco de Desen- atingidos d estacam-se v o l v i m e n t o d e M i n a s municípios do Norte de Gerais (BDMG), além do Minas, Vale do Jequitinhoapoio da Coordenadoria nha e do Sul do Estado. Estadual de Defesa Civil Participaram do encon(Cedec-MG) para agilizar, tro com o governador o junto aos municípios, o presidente da Federação andamento dos decretos da Agricultura do Estado de situação de emergência. de Minas Gerais (Faemg), Também foram discutidas Roberto Simões; o gerente REPORTAGEM LOCAL

de Mercado da Superintendência do Banco do Brasil em Minas Gerais, Carlos Geovane Queiroz; o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Merlo e o presidente da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa, deputado Antônio Carlos Arantes. Também participaram o presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Matheus Cotta; e o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Alex Melo; o superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez; e o conselheiro do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg), Ivan Lemos. As informações são da Agência Minas.


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FINANÇAS financas@diariodocomercio.com.br

CONTAS

Dívida pública federal atinge R$ 2,08 tri Valor ficou praticamente estável em março, mas a venda de títulos do Tesouro registrou recorde de 57,9 milhões VALTER CAMPANATO/ABr

Brasília — A Dívida Pública Federal (DPF) apresentou uma alta de 0,64% em março ante fevereiro, encerrando o primeiro t rimestre e m R$ 2,080 trilhões. O estoque da DPF em fevereiro era de R$ 2,067 trilhões. Segundo dados divulgados ontem pelo Tesouro Nacional, a venda de títulos públicos registrou o recorde histórico de R$ 57,9 bilhões no mês passado. O maior v a l o r re g i s t r a d o a n t e s disso havia sido de R$ 52 bilhões, em setembro de 2013. Apesar disso, o volume de títulos que venceram e não foram refinanciados pelo Tesouro superou em R$ 3,3 bilhões as novas emissões. Ainda assim, o estoque da dívida subiu devido ao pagamento de juros, que somou R$ 16,6 bilhões em março. A DPF inclui a dívida interna e externa. Enquanto a Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 0,77 % e fechou o mês em R$ 1,990 Fernando Garrido explica que a maior procura por títulos do Tesouro pode ser explicada pelas taxas de juros trilhão, a Dívida Pública A participação de títulos Federal externa (DPFe) Tesouro Nacional, Fer- superior à média dos últi- a queda da fatia de prefixaf i c o u 2 , 1 1 % m e n o r , nando Garrido, a procura mos meses e, em abril, o dos, os títulos atrelados à prefixados, cuja remunerasomando R$ 90,51 bilhões por t ít ulos do Tesouro Tesouro não deve fazer Selic voltam a ter uma par- ç ã o é f i x a d a n o a t o d a ticipação maior. venda do papel, subiu de em março. pode ser explicada pelas uma emissão tão grande. No acumulado do pri- taxas de juros pagas aos meiro trimestre, o resgate investidores. Apesar de Participação — A parcela líquido de papéis foi de R$ estarem em queda, ainda de títulos que são corrigi96,1 bilhões, o que levou a estão em patamares eleva- dos pela taxa Selic caiu de uma queda no estoque da dos. “Os investidores acre- 20,64% em fevereiro para dívida em relação ao final ditam que o ciclo da alta de 18,59% em março, o menor de 2013 quando fechou em taxas de juros está perto do patamar registrado pelo R$ 2,12 trilhões. Até o fim fim. Eles entendem que os Tesouro Nacional. Esses d o a n o , e n t r e t a n t o , a juros estão próximos do papéis são considerados dívida públic a federal pico e estão aproveitando mais difíceis para adminisdeve voltar a subir. De para comprar”, argumen- tração da dívida porque dependem da atuação de acordo com as expectativas tou Garrido. d o g ov er n o, o e s t o q u e Março registrou emissão p o l í t i c a m o n e t á r i a d o deve encerrar o ano entre de LFT de R$ 18 bilhões, Banco Central. No entanto, R$ 2,17 trilhões e R$ 2,32 com emissão expressiva de segundo Garrido, o pertrilhões. títulos prefixados, no valor centual deve voltar a subir Na avaliação do coorde- de R$ 36 bilhões. Conforme em abril porque haverá um nador-geral de Operações o coordenador, a emissão vencimento forte de títulos d a D í v i d a P ú b l i c a d o de LFT no mês passado foi prefixados neste mês. Com

ISEB

Febraban: crédito avança menos no 3º mês por causa do efeito calendário São Paulo — O Informativo Econômico Semanal Bancário (ISEB), divulgado ontem pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), destacou que na divulgação da Nota de Crédito referente a março de 2014, que será feita pelo Banco Central hoje, o saldo geral do crédito deve crescer 1,1% em março, ante 0,6% em fevereiro, porém, abaixo da expansão de 1,8% verificada nos meses de março de 2013 e 2012. Ta l c o m p o r t a m e n t o s e deve ao efeito calendário — o Carnaval deste ano caiu em março, e não em fevereiro, como em 2013. Segundo os economistas consultados no levantamento, o crescimento deve ter sido mais fraco no crédito livre, de 0,8% no mês passado, ao passo que o direcionado deve ter avançado 1,5%. No crédito livre, a expansão é de 1% em Pessoa Jurídica (PJ), ante 2,5% a 3% nos meses de março dos anos anteriores, e de +0,7% em Pessoa Física (PF), em linha com a sazonalidade de março. “Confirmado o ritmo, o

saldo total de crédito deve atingir R$ 2,76 trilhões ou 56% do PIB”, informa o boletim. De acordo com levantamento da Febraban, as concessões de crédito tem desempenho comedido em termos acumulados, por causa do efeito do calendário, já que março teve um dia útil a menos que fevereiro. As concessões acumuladas devem crescer 1,9%, recuando 1,3% no direcionado e se expandindo 2,4% nos recursos livres. “Pelo critério da média diária, o desempenho é um pouco mais forte, com alta geral de 7,3% nas concessões, sendo 7,8% em recursos livres (RL) e 3,9% no direcionado. O aumento é de 3,5% em PF, sendo +3,9% em recursos livres e +0,8% no direcionado, e de +11,9% em PJ, sendo +12,6% em recursos livres e +7,3% no direcionado”, diz o informativo. O documento também deu destaque a outros indicadores. A expectativa é de que o resultado do s u pe r áv it pr im ár i o de março, que deve ser divul-

gado hoje pelo Tesouro Nacional, seja de R$ 1,3 bilhão após o déficit de R$ 3,1 bilhões do mês anterior. Já o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de abril a ser divulgado pela Fund a ç ã o G e t u l i o Va r g a s (FGV), também hoje, deve registrar alta de 0,82% ante março, ante avanço de 1,67% em março em relação a fevereiro e acima dos 0,15% de abril verificados em 2013.

Superávit — O informativo destaca ainda a expectativa pela divulgação da balança comercial de abril, a ser realizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) na próxima sexta-feira. Para os analistas, o superávit será de US$ 275 milhões, que, se confirm a d o , s erá i n f e r i o r ao observado em março de 2013, quando foi de US$ 163 milhões. Sobre a Selic, previs ão para o fechamento deste e do próximo ano não se alteraram, permanecendo em 11,25% ao ano no fim de 2014 e em 12% em 2015. (AE)

39,07% em fevereiro para 40,85% em março. Os títulos atrelados à inflação fecharam março em 36,32%, ante 35,91% do total da DPF em fevereiro. O total de papéis corrigidos pela taxa de câmbio caiu de 4,38% para 4,24% do total da DPF. O prazo médio da DPF em março ficou em 4,40 anos. O resultado mostra alta em relação a fevereiro, quando o prazo médio estava em 4,36 anos. O Tesouro Nacional espera fechar 2014 com um prazo médio da DPF entre 4,3 anos e 4,5 anos. A parcela da DPF a vencer em 12 meses atingiu 25,52% do total do estoque em março, ante 24,74% em fevereiro. O custo médio da Dívida Pública Federal (DPF) nos últimos 12 meses até março caiu para 11,46% ao ano, ante 11,57% ao ano em fevereiro. O custo médio da DPMFi em 12 meses aumentou de 10,87% para 11,03% ao ano no mesmo período. Segundo o Tesouro Nacional, essa alta se deve principalmente à variação positiva, em março, dos indexadores atrelados aos títulos. (AE)


30 FINANÇAS MERCADO

CVM propõe a criação de um fundo de baixo custo Investimento com valor e risco menores seria para atrair a classe média AGÊNCIA SENADO

Rio de Janeiro — A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) está propondo a criação de um fundo de investimento de baixo custo e risco para atrair a classe média emergente. A ideia é criar uma aplicação alternativa à caderneta de poupança. Batizado de Fundo de Risco Soberano Simplificado ele está entre as propostas de reforma da regulação de fundos de investimento, anunciada ontem pelo regulador. As propostas estão em audiência pública até 30 de junho, prazo para o mercado encaminhar comentários à CVM. A expectativa é que as novas regras sejam editadas até o fim do ano. O foco da CVM é modernizar as regras da Instrução 4 0 9 , qu e c o m p l e t a d e z anos. O fundo soberano deverá ter 95% de seu patrimônio investido em títulos públicos federais ou de emissão de instituições financeiras de risco de crédito no mínimo equivalente ao risco do país. O gestor deverá adotar uma

Para Ana Novaes, fundos podem ser porta de entrada estratégia de investimento que proteja o fundo de perdas e volatilidade. A redução de custos virá da adoção de distribuição, documentação e comunicação exclusivamente por meio eletrônico. Para simplificar a adesão, a CVM também vai abrir mão do termo de adesão de ciência de risco exigido dos investidores. “É uma porta de entrada para a classe emergente no mercado de capitais”, disse ontem a diretora da CVM, Ana Novaes, lembrando

que a medida pode ajudar a elevar a taxa de poupança no Brasil. Nos últimos dez anos o número de cadernetas de poupança saltou de 90 milhões para 125 milhões, segundo o Banco Central. Por outro lado, a melhora da renda da população não se refletiu no maior número de cotistas de fundos. O objetivo da CVM é atrair esse investidor para a indústria de fundos com segurança.

Novas regras — A CVM

quer reduzir as categorias de fundos de sete para quatro: fundos de ações, renda fixa, multimercado e uma nova, a de fundo de investimento no exterior. Os fundos cambiais e de dívida externa passarão a ser subcategorias. Outra proposta é elevar o limite para investimentos dos fundos de varejo no exterior. Se o texto for aprovado, o teto sairá dos atuais 10% para 20% do patrimônio nos fundos de renda fixa e de ações. Já o limite de fundos para investidores qualificados dobra para 40%. O conceito de investidor qualificado será atualizado. Ele passa a ser definido como aquele que tiver mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras, contra R$ 300 mil hoje. O chamado investidor superqualificado — hoje titular de investimentos com aplicação mínima de R$ 1 milhão — passa a ser classificado como “investidor profissional”. Agora a CVM passará a exigir um volume total em aplicações de mais de R$ 20 milhões. (AE)

Novas regras vão ajudar a consolidar o setor São Paulo — As novas regras para os fundos de investimento, colocadas o nt e m e m au d iê nc i a pública pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), são um passo importante para consolidar o desenvolvimento da indústria de fundos brasileira, de acordo com nota da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). “Essa é uma reforma bastante esperada e que vai permitir que o s e t o r c o n t i n u e c re s cendo com segurança e transparência no Brasil”, disse, na nota, o vice-presidente da entidade, Carlos Massaru. De acordo com o executivo, a minuta divulgada ontem pela autarquia, traz aprimoramentos importantes para a indústria, com sugestões que devem estimular ainda mais a transparência, a eficiência e a competitividade do segmento de fundos brasileiro “A obrigação de envio de informações por meio físico, além de ineficiente do ponto

de vista de custos, segurança e sustentabilidade, não representa necessariamente a garantia de melhor a c e s s o à in f o r m a ç ã o p e lo s i n v e s t i d o re s e potenciais investidores”, explica Massaru. De acordo com as novas regras propostas pela CVM, os documentos mais relevantes deverão estar disponíveis no site do administrador do fundo e do gestor. Outra mudança foi a criação do fundo simplificado, outra demanda da entidade. “Ao longo dos últimos anos, a indústria cresceu muito entre os investidores institucionais. O varejo cresceu a uma velocidade menor. Mas os fundos são um instrumento muito apropriado para que os investidores do varejo se habituem ao mundo dos investimentos. Por meio deles, as pessoas podem ter acesso a um instrumento seguro e bem regulado que oferece possibilidade de diversificação com gestão profissional”, diz executivo da Anbima. (AE)

Ibovespa fica perto da estabilidade apoiado em Nova York São Paulo — A Bovespa fechou ontem em leve queda, perto da estabilidade, após reduzir as perdas e chegar a operar em território positivo na reta final dos negócios. A recuperação da bolsa recebeu suporte das compras firmes de ações da Petrobras e da melhora das bolsas norte-americanas, após a onda de vendas de ações de empresas de tecnologia perder força e em meio a notícias sobre redução das tensões na Ucrânia. No fim do dia, o Ibovespa recuou 0,03%, para 51.383,68 pontos. Na máxima, registrou 51.471 pontos (+0,14%) e, na mínima, 50.777 pontos (-

1,21%). No mês, acumula ganho de 1,92% e, no ano, queda de 0,24%. O giro financeiro totalizou R$ 5,084 bilhões, segundo dados preliminares. A bolsa doméstica operou no vermelho durante grande parte da sessão, pressionada pela queda consistente das ações da Vale, em linha com outras mineradoras do mundo, e das siderúrgicas, devido às novas mínimas atingidas pelos preços do minério de ferro no mercado internacional. No término dos negócios, Vale PNA (-2,73%), Vale ON (-2,41%). Entre as siderúrgicas, Gerdau PN (0,30%) e CSN (-1,70%). Na segunda parte da

sessão, a Bovespa reduziu um pouco as perdas, ajudada pela recuperação dos papéis da Petrobras. A ações da estatal foram beneficiadas por mais uma pesquisa de intenção de votos, a ser divulgada hoje, e expectativa de queda da presidente Dilma Rousseff. Petrobras PN subiu 3,31% e Petrobras ON avançou 3,51%. Na última hora do pregão, o Ibovespa apagou as perdas e atingiu a máxima de 51.463,38 pontos (+0,12%), acompanhando uma melhora dos índices acionários em Nova York. A bolsa brasileira não conseguiu sustentar os ganhos por muito tempo e voltou

ao território negativo logo depois. A recuperação em Wall Street veio após notícia de que tropas russas deixaram a fronteira com a Ucrânia e retornaram para suas bases após o governo ucraniano dizer que não usaria força.

Juros — As taxas de juros

futuras fecharam em alta, impulsionadas pelo avanço dos yields dos Treasuries e dos dados da arrecadação brasileira abaixo da mediana das estimativas. Os ganhos foram limitados, no entanto, pelo o recuo do dólar ante o real. No fim da sessão regular do mercado de juros, a taxa do contrato de depósito

interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2014 (3.275 contratos) tinha taxa de 10,863%, de 10,854% do ajuste de sextafeira. O DI para janeiro de 2015 (25 070 contratos) exibia taxa de 11,00%, igual ao ajuste na sexta-feira. O DI para janeiro de 2017 (124.115 contratos) tinha taxa 12,20%, de 12,19% no ajuste de sexta-feira. O vencimento para janeiro de 2021 (23.855 contratos) tinha taxa de 12,54%, de 12,52% no ajuste de sextafeira.

Dólar — O dólar fechou

em queda ante o real ontem, afetado por um movimento de ajuste após

os fortes ganhos registrados na sexta-feira e um baixo volume de negócios. Segundo operadores, o declínio da moeda no mercado doméstico também sofreu influência do fraco desempenho registrado ante outras divisas no exterior. O dólar à vista no balcão terminou o pregão cotado a R$ 2,2270, uma queda de 0,67%. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 1,130 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para maio caía 0,82%, a R$ 2,2295. O volume de negociação estava próximo de US$ 15 bilhões. (AE)

PREVISÕES

Focus prevê agora expansão maior do PIB em 2014 Brasília — A previsão de crescimento da econom i a b r a s i l e i r a e m 20 1 4 aumentou de 1,63% para 1,65% na pesquisa Focus do Banco Central divulgada ontem. Há quatro semanas a expectativa era

d e 1 , 6 9 % . P a r a 2 0 15 , a estimativa de expansão se manteve em 2,00%, mesmo valor há nove semanas. A projeção para o crescimento do setor industrial em 2014 apresentou,

no entanto, ficou estável em 1,40%. Para 2015, economistas reduziram a previsão 2,95% para 2,65%. Quatro semanas antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 1,38% para 2014 e de 3,00% em 2015 para o setor. Os analistas elevaram de 34,80% para 34,85% a

previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014. Há quatro semanas, estava em 34,70%. Para 2015, segue em 35,00% há 19 semanas.

IGP-DI — A projeção para o Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna

(IGP-DI) em 2014 recuou de 7,35% para 7,34%. O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), que corrige a maioria dos contratos de aluguel, no entanto, ficou estável em 7,20% pela segunda semana consecutiva. Quatro semanas atrás, o mercado previa para 2014 altas de 7,03% para o IGP-DI e de 7,18% para o IGP-M. Para 2015, a projeção para o IGP-DI segue em 5,50% há 22 semanas. Para o IGP-M, continua em 5,50% há 15 semanas. A pesquisa também mostrou que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de

Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2014 subiu de 6,19% para 6,20%. Há um mês, a expectativa dos analistas era de alta de 5,95% para o índice que mede a inflação ao consumidor em São Paulo. Para 2 0 1 5 , a p ro j e ç ã o f i c o u estável em 5,00%, mesmo valor de oito semanas atrás. Os economistas elevaram de 4,70% para 4,75% a expectativa de inflação dos preços administrados (as tarifas públicas) para 2014. Para 2015, a projeção também aumentou, subiu de 6,00% para 6,03%. Há quatro semanas, as projeções eram de, respectivamente, 4,30% e 5,50%. (AE)


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

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FINANÇAS

BOVESPA Movimento do pregão A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o pregão regular de ontem em queda de -0,03% ao marcar 51.383,68 pontos, Máxima de +0,14% (51.817), Mínima de -1,21% (50.777) com volume financeiro de R$ 5,09 bilhões. As maiores altas foram GOL PN, PETROBRAS ON, PETROBRAS PN, KLABIN S/A PN e BROOKFIELD ON. As maiores baixas foram OI PN, SUZANO PAPEL PNA, ROSSI RESID. ON, VALE PNA e VALE ON.

 Pregão FONTE BOVESPA RESUMO NO DIA Discriminação Negócios Lote Padrão 683.005 Fracionário 7.623 Demais Ativos 12.199 Total a Vista 702.827 Ex Opções Compra 1 Termo 722 Opções Compra 70.882 Opções Venda 12.441 Opções Compra Índice 49 Opções Venda Índice 36 Total de Opções 83.408 BOVESPA Fix 15 Total Geral 786.973 Partic. Novo Mercado 343.081 Partic. Nível 1 244.122 Partic. Nível 2 40.026 Partic. Balcão Org. Tradicional 375 Partic. Mais 20 Partic. Ibovespa 566.454 PARTIC. IBrX 50 472.307 PARTIC. IBrX 100 624.374 Partic. IBrA 671.782 Partic. MLCX 479.149 Partic. SMLL 192.291 Partic. ISE 302.455 Partic. ICO2 269.593 Partic. IEE 53.175 Partic. INDX 224.761 Partic. ICON 116.665 Partic. IMOB 90.833 Partic. IFNC 126.892 Partic. IMAT 121.805 Partic. UTIL 66.064 PARTIC. IVBX 2 314.436 Partic. IGC 578.257 Partic. IGCT 569.516 Partic. IGNM 336.838 Partic. ITAG 482.954 Partic. IDIV 189.488 Partic. IFIX 3.801 Partic. BDRX 15 (*) 100 EX OPC COMPRA

Títulos/mil 442.745 686 598.547 1.041.979 (*) 4.854 211.912 36.104 9 11 248.037 1 1.294.872 174.632 192.85 14.987 21 5 273.236 238.315 301.04 319.251 222.336 96.638 131.333 126.153 20.02 102.615 40.963 50.303 51.445 53.677 24.111 137.844 261.598 255.426 150.749 205.901 88.991 126 76

Part.(%) Valor em R$(mil) 34,19 4.791.764,13 0,05 3.855,71 46,22 104.967,23 80,46 4.900.587,08 0,00 1,21 0,37 45.805,25 16,36 102.513,77 2,78 17.832,98 0,00 7.907,12 0,00 9.547,36 19,15 137.801,23 0,00 1.404,75 100,00 5.085.599,55 13,48 1.921.476,63 14,89 1.715.358,11 1,15 168.752,69 0,00 2.307,71 0,00 44,44 21,10 4.184.457,24 18,40 3.729.682,31 23,24 4.430.959,32 24,65 4.691.481,48 17,17 3.978.898,38 7,46 708.307,65 10,14 2.351.676,16 9,74 2.430.729,61 1,54 300.030,53 7,92 964.161,96 3,16 830.603,83 3,88 260.136,38 3,97 1.142.809,03 4,14 861.705,87 1,86 351.969,66 10,64 1.540.711,39 20,20 3.711.131,63 19,72 3.654.689,04 11,64 1.888.299,95 15,90 2.902.374,22 6,87 1.540.786,01 0,00 14.507,10 0,00 5.190,32

Part.(%) 94,22 0,07 2,06 96,36 0,00 0,90 2,01 0,35 0,15 0,18 2,70 0,02 100,00 37,78 33,72 3,31 0,04 0,00 82,28 73,33 87,12 92,25 78,23 13,92 46,24 47,79 5,89 18,95 16,33 5,11 22,47 16,94 6,92 30,29 72,97 71,86 37,13 57,07 30,29 0,28 0,10

MERCADO À VISTA Cotação unitária - Lote Padrão Código ABCB4 ABRE11 AELP3 GETI3 GETI4 CRIV3 CRIV4 BRIV4 ALSC3 ALLL3 # ALPA3 ALPA4 ALUP11 BAZA3 ABEV3 # AEDU3 # ANIM3 AAPL34 ARZZ3 ARTR3 AUTM3 BTOW3 BAHI3 BEES3 BEES4 BRSR6 BDLL4 BTTL4 BBSE3 # BEMA3 BERK34 BHGR3 BMKS3 BICB4 BSEV3 BVMF3 # BBRK3 BRIN3 BRML3 # BPHA3 BRPR3 # BBDC3 # BBDC4 # BRAP3 BRAP4 # BBAS3 # AGRO3 BRKM3 BRKM5 # BMTO4 BRFS3 # BISA3 # BBTG11 XBOV11 CAMB4 CCRO3 # CCXC3 CEDO4 CLSC4 ENMA3B CMIG3 CMIG4 # CESP3 CESP6 # CTIP3 # HGTX3 # CIEL3 # CBMA4 COCA34 COCE5 CGAS3 CGAS5 CTAX3 CTAX4 CTAX11 CSMG3 CPLE3 CPLE6 # CSAN3 # CZLT33 CTNM4 CPFE3 # CPRE3 CRDE3 CREM3 CARD3 CVCB3 CYRE3 # DASA3 # DAYC4 PNVL3 PNVL4 DIRR3 IMBI4 DOHL4 DAGB33 DTEX3 # ECOR3 # ELET3 # ELET6 # ELPL4 # EMBR3 # ENBR3 # ENGI4 ENEV3 EQTL3 ESTC3 # ESTR4 ETER3 EUCA4

Empresa/Ação ABC BRASIL ABRIL EDUCA AES ELPA AES TIETE AES TIETE ALFA FINANC ALFA FINANC ALFA INVEST ALIANSCE ALL AMER LAT ALPARGATAS ALPARGATAS ALUPAR AMAZONIA AMBEV S/A ANHANGUERA ANIMA APPLE AREZZO CO ARTERIS AUTOMETAL B2W DIGITAL BAHEMA BANESTES BANESTES BANRISUL BARDELLA BATTISTELLA BBSEGURIDADE BEMATECH BERKSHIRE BHG BIC MONARK BICBANCO BIOSEV BMFBOVESPA BR BROKERS BR INSURANCE BR MALLS PAR BR PHARMA BR PROPERT BRADESCO BRADESCO BRADESPAR BRADESPAR BRASIL BRASILAGRO BRASKEM BRASKEM BRASMOTOR BRF SA BROOKFIELD BTG PACTUAL CAIXAETFXBOV CAMBUCI CCR SA CCX CARVAO CEDRO CELESC CEMAR CEMIG CEMIG CESP CESP CETIP CIA HERING CIELO COBRASMA COCA COLA COELCE COMGAS COMGAS CONTAX CONTAX CONTAX COPASA COPEL COPEL COSAN COSAN LTD COTEMINAS CPFL ENERGIA CPFL RENOVAV CR2 CREMER CSU CARDSYST CVC BRASIL CYRELA REALT DASA DAYCOVAL DIMED DIMED DIRECIONAL DOC IMBITUBA DOHLER DUFRY AG DURATEX ECORODOVIAS ELETROBRAS ELETROBRAS ELETROPAULO EMBRAER ENERGIAS BR ENERGISA ENEVA EQUATORIAL ESTACIO PART ESTRELA ETERNIT EUCATEX

PN N2 UNT N2 ON ED ON ED PN ED ON PN PN ON NM ON NM ON EB N1 PN EB N1 UNT ED N2 ON ON ON NM ON NM DRN ON ED NM ON ED NM ON ED NM ON NM ON ON PN PNB N1 PN PN ON NM ON NM DRN ON NM ON ED PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON N1 PN N1 ON N1 PN N1 ON NM ON NM ON N1 PNA N1 PN ON NM ON NM UNT CI PN ON ED NM ON NM PN N1 PN N2 ON ED MB ON N1 PN N1 ON N1 PNB N1 ON NM ON ED NM ON NM PN DRN PNA ED ON PNA ON N2 PN N2 UNT N2 ON NM ON ED N1 PNB ED N1 ON NM DR3 PN ON NM ON NM ON NM ON ED NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N2 ON PN ON NM PN PN EB DR3 ON EB NM ON NM ON N1 PNB N1 PN ED N2 ON NM ON NM PN ON NM ON ED NM ON NM PN ON NM PN N1

Abert. 12,49 27,21 8,97 14,99 17,50 3,71 3,98 5,64 18,70 8,87 11,00 11,07 15,72 0,30 17,18 12,55 23,92 131,37 23,80 18,68 18,44 25,20 7,00 0,43 0,43 12,03 47,37 0,78 26,26 8,22 285,00 13,90 330,00 8,00 8,16 11,20 5,00 9,04 18,73 3,70 17,85 34,38 33,30 17,80 20,76 23,20 8,95 12,59 15,35 0,85 48,26 1,42 30,40 52,80 2,01 17,53 0,82 9,00 15,78 15,10 16,26 15,99 22,00 28,27 27,60 23,99 38,28 0,04 91,73 35,00 45,52 48,05 4,00 3,35 16,88 35,59 21,95 31,10 36,83 27,91 2,13 19,30 13,59 3,09 16,19 1,62 16,49 13,43 13,33 9,00 150,00 133,01 10,24 0,83 5,10 369,61 9,80 14,10 7,62 12,20 9,21 19,00 10,39 2,00 1,38 20,51 22,81 0,20 8,83 5,28

Min. 12,30 27,10 7,88 14,66 16,91 3,57 3,97 5,64 18,35 8,68 10,34 10,75 15,57 0,30 17,15 12,55 23,90 130,50 23,65 18,57 18,19 24,35 6,87 0,43 0,41 12,03 47,37 0,78 26,16 8,21 285,00 13,60 330,00 7,95 8,16 11,12 4,96 8,63 18,39 3,61 17,60 34,21 32,96 17,39 20,33 22,94 8,85 11,70 14,97 0,84 48,18 1,41 30,35 51,47 2,00 17,47 0,78 9,00 15,56 14,99 16,24 15,82 22,00 27,70 27,22 23,54 37,95 0,04 91,73 34,80 45,50 47,79 4,00 3,25 16,62 34,67 21,86 31,10 36,68 27,03 2,13 19,15 13,51 2,98 16,19 1,58 16,16 13,27 13,20 8,82 147,01 133,00 10,21 0,81 5,10 369,61 9,65 14,06 7,50 12,05 8,98 18,62 10,21 2,00 1,32 20,06 22,55 0,20 8,70 5,27

Máx. 12,82 27,72 8,97 15,09 17,51 3,77 3,98 5,64 18,73 8,89 11,00 11,14 15,92 0,31 17,37 12,81 24,78 131,37 24,99 18,93 18,44 25,20 7,00 0,44 0,43 12,57 47,37 0,80 26,59 8,39 285,00 13,90 330,00 8,00 8,16 11,31 5,05 9,24 18,94 3,71 17,95 34,86 33,35 18,09 20,86 23,45 8,98 12,59 15,36 0,85 49,01 1,45 30,84 52,80 2,01 17,88 0,82 10,64 15,78 15,70 16,95 16,26 22,40 28,40 27,71 23,99 38,74 0,04 91,73 35,25 46,01 48,50 4,00 3,35 17,00 36,00 22,30 31,80 37,32 28,00 2,13 19,51 14,14 3,09 16,75 1,70 16,68 13,52 13,68 9,00 153,99 134,21 10,62 0,83 5,10 377,99 9,82 14,32 7,75 12,35 9,30 19,22 10,64 2,00 1,42 20,51 22,95 0,20 8,88 5,39

Fech. Osc. 12,55 +0,40% 27,55 +0,18% 7,88 +10,98% 14,70 -2,26% 17,00 -2,13% 3,57 -7,03% 3,97 -0,75% 5,64 +0,89% 18,58 -0,69% 8,87 +0,22% 10,35 -7,17% 10,84 -2,34% 15,70 +0,19% 0,31 +3,33% 17,24 -0,17% 12,61 -0,23% 24,28 +0,33% 130,50 +1,59% 24,99 +4,95% 18,83 +1,07% 18,39 +0,05% 24,80 -1,78% 7,00 +1,44% 0,44 0,00% 0,42 -2,32% 12,38 +2,31% 47,37 +2,97% 0,78 -2,50% 26,44 +0,34% 8,30 -1,19% 285,00 +0,02% 13,65 -1,08% 330,00 +1,34% 7,95 -0,62% 8,16 -0,48% 11,12 -1,24% 5,03 +0,60% 9,24 +2,66% 18,79 -0,37% 3,66 -0,54% 17,73 -0,94% 34,72 +0,02% 33,29 -0,71% 17,95 +0,84% 20,77 -1,28% 23,45 +0,55% 8,85 -1,55% 11,70 -4,48% 15,15 -1,30% 0,84 0,00% 48,63 +0,30% 1,45 +2,83% 30,66 +0,52% 51,47 -0,05% 2,00 +2,04% 17,72 +0,68% 0,80 -1,23% 10,64 +12,11% 15,70 -0,50% 15,70 +4,80% 16,82 +3,44% 16,22 +1,75% 22,32 +1,45% 28,17 -0,31% 27,49 -0,47% 23,60 -1,42% 38,02 -1,04% 0,04 0,00% 91,73 -0,77% 35,25 +0,71% 46,00 +1,09% 48,48 +0,89% 4,00 0,00% 3,35 +1,20% 17,00 +1,19% 35,40 -0,28% 22,00 +0,22% 31,58 +0,89% 37,27 +0,45% 27,38 -2,56% 2,13 +1,91% 19,40 0,00% 13,68 +1,33% 2,98 -1,97% 16,62 +3,42% 1,59 -1,85% 16,33 -0,97% 13,30 -1,04% 13,68 +1,93% 8,90 -1,11% 148,05 -4,48% 134,21 -4,13% 10,62 +2,60% 0,83 -1,19% 5,10 +6,02% 374,00 +0,57% 9,69 -1,12% 14,15 +0,35% 7,70 +0,52% 12,23 +0,82% 9,04 -1,84% 18,85 -1,46% 10,55 +1,73% 2,00 0,00% 1,33 -2,20% 20,25 -1,12% 22,68 -0,87% 0,20 0,00% 8,78 -0,34% 5,38 +2,08%

EVEN3 # EXXO34 EZTC3 FHER3 FESA4 FIBR3 # FLRY3 FJTA3 FJTA4 GFSA3 # GSHP3 GGBR3 GGBR4 # GOAU3 GOAU4 # GOLL4 # GOOG34 GPIV33 CGRA3 CGRA4 GRND3 GUAR3 GUAR4 HAGA4 HBOR3 HOOT4 HRTP3 HYPE3 # IDNT3 IGBR3 IGTA3 IMCH3 ROMI3 IDVL4 INEP3 INEP4 INET3 MYPK3 BOVA11 ECOO11 MILA11 MOBI11 SMAL11 DIVO11 FIND11 GOVE11 MATB11 ISUS11 PIBB11 ITSA3 ITSA4 # ITUB3 ITUB4 # JBDU3 JBDU4 JBSS3 # MLFT4 JHSF3 JFEN3 JSLG3 KEPL3 KLBN4 # KLBN11 # KROT3 # LATM33 LLIS3 LIGT3 # LINX3 LIXC3 LIXC4 RENT3 # LCAM3 LOGN3 LAME3 LAME4 # AMAR3 LREN3 # LPSB3 MDIA3 MGLU3 MAGG3 POMO3 POMO4 MRFG3 # BMIN4 MTIG4 LEVE3 FRIO3 MSFT34 MILS3 BEEF3 MNPR3 MMXM3 MOAR3 MRVE3 # MULT3 MPLU3 MNDL3 NATU3 # NETC4 NUTR3 ODPV3 OIBR3 OIBR4 # PCAR4 # BPNM4 PATI3 PRBC4 PMAM3 PDGR3 # PETR3 # PETR4 # PFIZ34 PINE4 PLAS3 PSSA3 PTBL3 POSI3 PFRM3 PRVI3 PRML3 # QGEP3 QUAL3 # RADL3 RAPT3 RAPT4 RCSL3 RCSL4 RDTR3 RNAR3 RNEW11 RDNI3 RSID3 # SBSP3 # SAPR4 SANB3 SANB4 SANB11 # CTSA3 STBP11 SCAR3 SMTO3 SLED4 SHUL4 SNSL3 SEER3 CSNA3 # SSBR3 SLCE3 SMLE3 SFSA4 CRUZ3 # SPRI3 SPRI5 SPRI6 SGPS3 SULA11 SULT3 SUZB5 # TAEE11 TRPN3 TECN3 TCSA3 TGMA3 TELB4 VIVT3 VIVT4 # TEMP3 TERI3 TIMP3 # SHOW3 TOTS3 TBLE3 # TRPL4 TRIS3 TPIS3 TUPY3 UGPA3 # UCAS3 UNIP3 UNIP5 UNIP6 USIM3 USIM5 # VAGR3 VALE3 # VALE5 # VLID3 VVAR11 VIVR3

EVEN EXXON MOBIL EZTEC FER HERINGER FERBASA FIBRIA FLEURY FORJA TAURUS FORJA TAURUS GAFISA GENERALSHOPP GERDAU GERDAU GERDAU MET GERDAU MET GOL GOOGLE GP INVEST GRAZZIOTIN GRAZZIOTIN GRENDENE GUARARAPES GUARARAPES HAGA S/A HELBOR HOTEIS OTHON HRT PETROLEO HYPERMARCAS IDEIASNET IGB S/A IGUATEMI IMC HOLDINGS INDS ROMI INDUSVAL INEPAR INEPAR INEPAR TEL IOCHP-MAXION ISHARES BOVA ISHARES ECOO ISHARES MILA ISHARES MOBI ISHARES SMAL IT NOW IDIV IT NOW IFNC IT NOW IGCT IT NOW IMAT IT NOW ISE IT NOW PIBB ITAUSA ITAUSA ITAUUNIBANCO ITAUUNIBANCO J B DUARTE J B DUARTE JBS JEREISSATI JHSF PART JOAO FORTES JSL KEPLER WEBER KLABIN S/A KLABIN S/A KROTON LATAM AIRLN LE LIS BLANC LIGHT S/A LINX LIX DA CUNHA LIX DA CUNHA LOCALIZA LOCAMERICA LOG-IN LOJAS AMERIC LOJAS AMERIC LOJAS MARISA LOJAS RENNER LOPES BRASIL M.DIASBRANCO MAGAZ LUIZA MAGNESITA SA MARCOPOLO MARCOPOLO MARFRIG MERC INVEST METAL IGUACU METAL LEVE METALFRIO MICROSOFT MILLS MINERVA MINUPAR MMX MINER MONT ARANHA MRV MULTIPLAN MULTIPLUS MUNDIAL NATURA NET NUTRIPLANT ODONTOPREV OI OI P.ACUCAR-CBD PANAMERICANO PANATLANTICA PARANA PARANAPANEMA PDG REALT PETROBRAS PETROBRAS PFIZER PINE PLASCAR PART PORTO SEGURO PORTOBELLO POSITIVO INF PROFARMA PROVIDENCIA PRUMO QGEP PART QUALICORP RAIADROGASIL RANDON PART RANDON PART RECRUSUL RECRUSUL REDENTOR RENAR RENOVA RODOBENSIMOB ROSSI RESID SABESP SANEPAR SANTANDER BR SANTANDER BR SANTANDER BR SANTANENSE SANTOS BRP SAO CARLOS SAO MARTINHO SARAIVA LIVR SCHULZ SENIOR SOL SER EDUCA SID NACIONAL SIERRABRASIL SLC AGRICOLA SMILES SOFISA SOUZA CRUZ SPRINGER SPRINGER SPRINGER SPRINGS SUL AMERICA SULTEPA SUZANO PAPEL TAESA TARPON INV TECHNOS TECNISA TEGMA TELEBRAS TELEF BRASIL TELEF BRASIL TEMPO PART TEREOS TIM PART S/A TIME FOR FUN TOTVS TRACTEBEL TRAN PAULIST TRISUL TRIUNFO PART TUPY ULTRAPAR UNICASA UNIPAR UNIPAR UNIPAR USIMINAS USIMINAS V-AGRO VALE VALE VALID VIAVAREJO VIVER

ON NM DRN ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM ON N2 PN N2 ON ED NM ON NM ON N1 PN N1 ON N1 PN N1 PN N2 DRN DR3 ON PN ON NM ON PN PN ON ED NM PN ON NM ON NM ON NM ON ON ED NM ON ED NM ON NM PN N2 ON N1 PN N1 ON ON NM CI CI CI CI CI CI CI CI CI CI CI ON N1 PN N1 ON N1 PN N1 ON PN ON NM PN ON NM ON ON ED NM ON ED PN ES N2 UNT ES N2 ON NM DR3 ON NM ON ED NM ON NM ON PN ON NM ON NM ON NM ON PN ON ED NM ON ED NM ON NM ON NM ON ED NM ON ED NM ON N2 PN N2 ON NM PN PN ON EDJ NM ON NM DRN ON ED NM ON NM ON ON NM ON ON NM ON N2 ON NM ON ON NM PN ON MA ON NM ON N1 PN N1 PN ED N1 PN N1 ON ED PN N1 ON NM ON NM ON PN DRN PN N2 ON ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON ED NM ON NM ON NM ON EDB N1 PN EDB N1 ON PN ON ON NM UNT N2 ON ED NM ON NM ON NM PN ED ON N2 PN N2 UNT N2 ON UNT N2 ON NM ON NM PN N2 PN ON MA ON NM ON ON NM ON ED NM ON NM PN N2 ON ON PNA PNB ON NM UNT N2 ON PNA N1 UNT N2 ON NM ON NM ON NM ON NM PN ON ED PN ED ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 ON ED NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON PNA PNB ON N1 PNA N1 ON NM ON EJ N1 PNA EJ N1 ON ED NM UNT N2 ON NM

7,14 56,57 26,50 5,41 12,74 22,15 15,71 1,59 1,17 3,52 6,77 11,05 13,50 13,60 16,39 12,88 46,77 3,81 17,34 17,10 13,92 99,84 91,00 1,39 7,15 0,69 0,76 15,99 1,32 6,11 21,81 17,38 5,13 3,85 0,61 0,55 0,15 20,57 49,80 55,70 48,00 12,61 59,10 33,35 44,97 20,87 15,13 23,77 88,38 9,51 9,86 34,65 36,60 0,19 0,19 7,73 1,50 3,80 5,00 12,40 36,89 2,23 11,30 46,90 33,50 5,75 17,21 47,01 2,99 2,92 34,42 3,12 7,91 14,05 16,65 14,45 62,24 11,40 95,52 7,12 4,47 3,89 4,04 4,12 0,20 0,10 21,73 1,88 90,30 28,14 9,93 0,07 2,70 156,00 7,10 49,77 28,01 10,29 38,46 31,94 1,92 9,06 2,57 2,52 104,50 3,70 19,90 10,80 3,79 1,32 15,01 15,95 71,30 7,58 0,39 33,90 5,11 2,41 15,49 8,19 1,15 7,97 21,45 18,51 5,36 6,96 0,07 0,07 5,85 0,19 40,27 11,30 1,57 21,14 5,69 0,11 0,13 12,72 4,75 19,10 35,00 33,16 16,26 10,09 8,07 18,97 8,76 18,15 18,00 42,81 2,86 21,53 0,35 0,48 0,36 1,37 15,99 0,95 7,53 20,09 12,66 13,74 6,90 19,22 2,51 39,25 45,75 4,33 1,84 11,57 4,92 34,15 31,61 24,25 3,94 8,73 17,90 55,67 4,14 0,50 0,62 0,47 8,23 9,00 3,13 29,91 27,04 35,53 23,07 0,17

7,04 56,57 26,35 5,35 12,49 21,80 15,51 1,59 1,16 3,44 6,56 10,83 13,26 13,35 16,15 12,80 46,10 3,78 17,01 17,10 13,55 99,52 90,10 1,39 7,06 0,65 0,67 15,79 1,29 6,11 21,68 17,15 5,00 3,70 0,56 0,53 0,14 20,35 49,55 55,61 46,47 12,61 58,91 32,87 44,87 20,86 15,13 23,76 87,49 9,36 9,73 34,27 36,44 0,19 0,19 7,71 1,45 3,76 4,80 11,87 36,57 2,23 11,21 46,51 33,50 5,73 16,96 45,25 2,90 2,90 33,70 2,95 7,80 13,99 16,54 14,38 61,51 10,95 93,99 7,04 4,43 3,85 4,01 4,08 0,20 0,10 21,43 1,88 90,30 27,74 9,75 0,06 2,57 156,00 6,94 48,77 27,78 9,62 38,20 31,94 1,92 8,91 2,41 2,31 104,27 3,64 19,90 10,44 3,65 1,28 14,86 15,77 71,10 7,39 0,38 33,81 5,10 2,35 14,53 8,00 1,12 7,95 20,91 18,20 5,31 6,89 0,07 0,06 5,85 0,18 39,51 11,22 1,50 20,83 5,60 0,11 0,12 12,70 4,70 18,00 33,72 32,55 15,95 9,94 7,95 18,91 8,58 17,98 17,61 42,06 2,80 21,05 0,35 0,45 0,36 1,33 15,70 0,95 7,25 19,50 12,65 13,23 6,80 18,86 2,50 39,00 45,58 4,28 1,84 11,53 4,83 33,84 31,50 24,00 3,85 8,64 17,70 55,21 4,08 0,49 0,62 0,46 8,04 8,84 3,11 29,14 26,55 33,93 22,74 0,16

7,19 56,57 26,87 5,53 12,74 22,16 15,91 1,59 1,20 3,58 7,09 11,12 13,53 13,66 16,46 13,58 46,77 3,81 17,34 17,60 14,30 100,50 92,78 1,45 7,19 0,69 0,76 16,39 1,32 6,60 22,25 18,14 5,13 3,85 0,61 0,56 0,15 20,58 50,20 56,00 48,00 12,61 59,38 33,40 45,08 20,95 15,13 23,87 88,42 9,85 9,88 34,70 36,85 0,21 0,21 7,86 1,50 3,80 5,00 12,40 37,56 2,31 11,65 47,34 33,50 5,93 17,46 47,23 3,20 3,07 34,62 3,12 7,94 14,27 16,94 14,93 62,91 11,42 96,19 7,40 4,63 3,99 4,14 4,20 0,20 0,11 21,75 1,88 90,30 28,43 9,95 0,07 2,72 156,00 7,10 49,77 28,65 10,45 39,19 32,00 1,92 9,12 2,57 2,53 106,00 3,70 19,90 10,80 3,80 1,32 15,65 16,56 71,30 7,60 0,40 34,19 5,21 2,43 15,55 8,19 1,16 8,29 21,72 18,65 5,37 7,09 0,08 0,08 5,90 0,20 40,27 11,55 1,57 21,25 5,72 0,12 0,13 12,88 4,79 19,51 35,00 33,23 16,47 10,10 8,08 19,40 8,78 18,36 18,00 43,00 2,89 21,89 0,37 0,48 0,36 1,37 16,00 0,95 7,57 20,09 12,75 13,74 6,91 19,39 2,55 39,25 46,20 4,33 1,90 11,91 4,97 34,80 32,59 24,35 4,00 8,89 17,95 56,20 4,16 0,50 0,64 0,48 8,26 9,09 3,17 30,00 27,04 35,60 23,07 0,17

7,05 -1,39% 56,57 -0,14% 26,70 +0,75% 5,38 0,00% 12,54 -1,25% 21,90 -1,17% 15,72 +1,55% 1,59 +1,92% 1,18 +0,85% 3,55 +1,13% 7,00 +2,33% 10,84 -1,27% 13,49 -0,29% 13,35 -2,83% 16,46 +0,36% 13,40 +4,03% 46,10 -2,57% 3,78 -0,26% 17,01 -1,10% 17,45 -0,28% 14,30 +2,87% 100,40 +0,01% 92,39 +0,50% 1,41 +1,43% 7,15 0,00% 0,68 -1,44% 0,68 -8,10% 16,25 +1,56% 1,32 0,00% 6,60 +5,76% 22,23 +1,50% 17,41 -0,57% 5,06 -0,58% 3,74 -5,07% 0,59 -1,66% 0,53 -3,63% 0,14 -6,66% 20,52 +0,09% 50,05 +0,10% 56,00 -0,12% 46,47 -1,40% 12,61 -1,25% 59,33 -0,45% 33,01 -0,75% 45,08 -0,13% 20,95 -0,47% 15,13 -0,98% 23,87 -0,37% 88,33 -0,05% 9,55 -1,34% 9,81 -0,60% 34,36 -1,43% 36,78 -0,18% 0,21 0,00% 0,19 -5,00% 7,81 +0,12% 1,45 -3,33% 3,79 -0,26% 4,99 -0,20% 12,10 -2,10% 36,57 -1,13% 2,31 +3,12% 11,57 +1,66% 47,34 +0,93% 33,50 +0,87% 5,93 +2,24% 17,40 +1,16% 45,55 -3,08% 3,20 +0,31% 3,06 0,00% 33,70 -2,20% 2,98 -3,87% 7,80 -1,01% 14,25 +1,06% 16,81 +0,47% 14,60 +1,74% 62,50 -0,20% 11,06 -2,55% 95,25 -0,13% 7,35 +3,81% 4,62 +3,82% 3,99 +2,57% 4,07 +1,24% 4,15 -0,47% 0,20 -4,76% 0,10 0,00% 21,61 +0,04% 1,88 0,00% 90,30 +0,50% 27,95 -0,32% 9,95 +0,50% 0,07 0,00% 2,57 -3,01% 156,00 -7,69% 6,94 -2,25% 48,91 -1,11% 28,53 +1,71% 10,30 -1,34% 38,63 +0,54% 32,00 +1,91% 1,92 +1,05% 8,91 -1,32% 2,52 -0,39% 2,37 -5,57% 105,16 +0,43% 3,67 -0,27% 19,90 +1,01% 10,44 -3,86% 3,73 -0,53% 1,31 -1,50% 15,65 +3,50% 16,56 +3,30% 71,10 +2,74% 7,41 -1,59% 0,40 +2,56% 33,81 -0,26% 5,21 +0,57% 2,35 -2,08% 14,74 -4,78% 8,00 -2,08% 1,13 -0,87% 8,29 +3,75% 21,27 -1,06% 18,27 -0,38% 5,31 -2,02% 6,92 -0,57% 0,07 -12,50% 0,06 -14,28% 5,90 +0,85% 0,18 -5,26% 39,51 -0,60% 11,30 -1,22% 1,53 -3,16% 21,07 -1,12% 5,60 0,00% 0,11 -8,33% 0,13 0,00% 12,74 -0,46% 4,70 +0,85% 18,51 -0,37% 34,50 0,00% 33,11 -0,24% 15,95 -2,74% 9,95 -0,99% 8,03 -0,49% 19,20 +0,52% 8,65 -1,70% 18,14 -0,11% 17,75 -1,38% 42,55 -0,56% 2,81 -4,09% 21,89 +1,67% 0,37 0,00% 0,45 0,00% 0,36 +2,85% 1,36 +0,74% 15,86 -0,62% 0,95 -17,39% 7,30 -3,82% 19,50 -2,93% 12,75 +1,11% 13,42 -1,75% 6,86 -0,29% 18,95 -0,68% 2,54 +0,79% 39,20 -0,12% 45,93 +0,10% 4,33 0,00% 1,85 0,00% 11,90 +2,76% 4,85 -0,81% 34,60 +1,02% 32,25 +1,16% 24,15 -0,61% 4,00 0,00% 8,78 -0,22% 17,73 -0,83% 55,58 -0,69% 4,16 +0,97% 0,49 -2,00% 0,64 0,00% 0,48 0,00% 8,15 0,00% 9,02 +0,22% 3,17 +1,27% 29,59 -2,40% 26,75 -2,72% 34,39 -2,85% 22,75 0,00% 0,17 0,00%

VULC3 WEGE3 WHRL3 WHRL4 WSON33

VULCABRAS WEG WHIRLPOOL WHIRLPOOL WILSON SONS

ON ON EB NM ON PN DR3

0,57 26,50 3,70 3,82 30,85

0,56 26,18 3,68 3,76 30,85

0,58 26,77 3,73 3,82 32,00

0,57 26,64 3,73 3,76 32,00

-1,72% +0,94% -0,26% -2,59% +3,52%

Abert. 1,20 10,10 9,60 0,01 0,02

Min. 1,20 10,10 9,41 0,01 0,01

Máx. 1,20 11,00 11,10 0,02 0,02

Fech. Osc. 1,20 0,00% 11,00 +7,84% 11,10 +8,82% 0,02 0,00% 0,01 -50,00%

Cotação por lote de mil - Lote Padrão Código CBEE3 EBTP3 EBTP4 TOYB3 TOYB4

Empresa/Ação AMPLA ENERG EMBRATEL PAR EMBRATEL PAR TECTOY TECTOY

ON *ED ON * PN * ON * PN *

MERCADO DE OPÇÕES Cotação unitária - Opções de Compra - Junho - 2014 Código IBOVF17 IBOVF16 IBOVF18 IBOVF51 IBOVF85 IBOVF87

Empresa/Ação IBOV FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM

Abert. IBO 1432,00 IBO 379,00 IBO 725,00 IBO 1971,00 IBO 480,00 IBO 460,00

Min. 1431,00 378,00 725,00 1971,00 480,00 460,00

Máx. Fech. Osc. 1661,00 1661,00 -4,70% 400,00 391,00 -1,26% 844,00 844,00 -6,22% 2282,00 2272,00 +7,98% 593,00 593,00 +11,25% 460,00 460,00 =0,00%

Cotação unitária - Opções de Compra - Dezembro - 2014 Código Empresa/Ação IBOVL63 IBOVE

IBO

Abert. 725,00

Min. 715,00

Máx. 725,00

Fech. Osc. 715,00 -10,06%

Min. 3295,00 2712,00 2207,00 1773,00 1007,00 729,00 531,00

Máx. 3295,00 2722,00 2207,00 1773,00 1007,00 729,00 541,00

Fech. Osc. 3295,00 -5,85% 2722,00 -7,47% 2207,00 -7,11% 1773,00 -6,14% 1007,00 -10,08% 729,00 -52,47% 540,00 -20,58%

Min. 4348,00

Máx. Fech. 4348,00 4348,00

Osc. -4,01%

Min. 265,00 1782,00 520,00 723,00 1373,00 975,00 2340,00

Máx. Fech. 275,00 265,00 1782,00 1782,00 620,00 520,00 767,00 756,00 1505,00 1427,00 1130,00 975,00 2570,00 2419,00

Osc. -0,74% +0,67% -6,13% -1,17% +8,76% -4,03% +6,61%

Cotação unitária - Opções de Compra - Agosto - 2014 Código IBOVH51 IBOVH52 IBOVH53 IBOVH54 IBOVH56 IBOVH57 IBOVH58

Empresa/Ação IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM

IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO

Abert. 3295,00 2712,00 2207,00 1773,00 1007,00 729,00 531,00

Cotação unitária - Opções de Compra - Outubro - 2014 Código Empresa/Ação IBOVJ51 IBOVE FM

Abert. IBO 4348,00

Cotação unitária - Opções de Venda - Junho - 2014 Código IBOVR46 IBOVR17 IBOVR48 IBOVR49 IBOVR51 IBOVR7 IBOVR83

Empresa/Ação IBOVE IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM

IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO

Abert. 275,00 1782,00 620,00 767,00 1505,00 1036,00 2542,00

Abert. IBO 2200,00

Min. 2190,00

Máx. Fech. 2200,00 2190,00

Osc. +4,53%

Min. 1164,00 1383,00

Máx. Fech. 1164,00 1164,00 1383,00 1383,00

Osc. /0,00% +2,44%

Cotação unitária - Opções de Venda - Outubro - 2014 Código Empresa/Ação IBOVV47 IBOVE FM IBOVV48 IBOVE FM

Abert. IBO 1164,00 IBO 1383,00

Cotação unitária - Opções de Compra - Maio - 2014 Código ABEVE18 ABEVE48 ABEVE57 ABEVE58 BBASE19 BBASE20 BBASE21 BBASE22 BBASE23 BBASE24 BBASE25 BBASE26 BBASE27 BBASE28 BBASE53 BBDCE27 BBDCE28 BBDCE29 BBDCE30 BBDCE31 BBDCE32 BBDCE33 BBDCE34 BBDCE35 BBDCE36 BBDCE37 BBDCE38 BBDCE39 BBDCE69 BBDCE82 BBDCE83 BBSEE27 BRAPE21 BRAPE22 BRFSE50 BRFSE51 BRFSE21 BVMFE10 BVMFE40 BVMFE11 BVMFE12 BVMFE13 BVMFE41 BVMFE42 BVMFE50 CMIGE17 CSNAE10 CSNAE11 CSNAE82 CSNAE9 CSNAE96 CSNAE99 CSNAE86 CSNAE88 CSNAE89 CSNAE92 CYREE13 CYREE14 CYREE43 GGBRE13 GGBRE14 GGBRE15 GGBRE43 GGBRE44 GGBRE41 GGBRE68 ITSAE10 ITSAE11 ITSAE95 ITSAE96 ITSAE98 ITSAE99 ITUBE3 ITUBE30 ITUBE31 ITUBE32 ITUBE34 ITUBE35 ITUBE41 ITUBE70 ITUBE36 ITUBE37 ITUBE38 ITUBE39 ITUBE40 ITUBE95 MGLUE72 OIBRE24 OIBRE25 OIBRE26 OIBRE27 OIBRE28 OIBRE29 OIBRE30 OIBRE31 OIBRE33 OIBRE34 OIBRE35 OIBRE36 OIBRE37 OIBRE38 OIBRE39 PDGRE13 PDGRE14 PDGRE15 PETRE10 PETRE11 PETRE12 PETRE13 PETRE14 PETRE15 PETRE16 PETRE18 PETRE20 PETRE21 PETRE22 PETRE23

Empresa/Ação ABEV ABEV ABEVE ABEVE BBAS BBAS BBAS BBAS BBAS BBAS BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC FM BBDC FM BBSE BRAP BRAP BRFS BRFS BRFSE BVMF BVMF BVMF FM BVMF FM BVMF FM BVMF FM BVMF FM BVMFE CMIG CSNA CSNA CSNA CSNA CSNA CSNA CSNA FM CSNA FM CSNA FM CSNA FM CYRE FM CYRE FM CYRE FM GGBR FM GGBR FM GGBR FM GGBR FM GGBR FM GGBRE GGBRE ITSA ITSA ITSA ITSA ITSA ITSA ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB FM ITUB FM ITUB FM ITUB FM ITUB FM ITUBE MGLU /ED OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR PDGR FM PDGR FM PDGR FM PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR

ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN

Abert. 0,20 0,06 0,26 0,10 4,70 3,75 2,90 2,10 1,35 0,83 0,40 0,17 0,06 0,03 1,07 6,85 5,88 4,87 4,00 2,95 2,15 1,47 0,82 0,40 0,17 0,07 0,02 0,02 3,41 1,13 0,53 0,70 0,40 0,12 0,56 0,50 0,18 1,33 0,96 0,62 0,18 0,02 0,28 0,06 1,14 0,20 0,10 0,02 0,72 0,38 0,12 0,08 0,51 0,34 0,32 0,27 0,61 0,19 0,34 0,87 0,26 0,06 0,45 0,12 0,69 0,07 0,28 0,04 0,67 0,52 0,45 0,21 4,20 7,30 6,38 5,76 3,56 2,66 0,05 0,09 1,88 1,15 0,66 0,34 0,19 2,50 0,43 0,20 0,17 0,13 0,06 0,06 0,02 0,03 0,02 0,02 0,06 0,02 0,01 0,02 0,01 0,01 0,07 0,04 0,02 7,23 6,17 4,76 3,77 2,80 1,96 1,15 0,25 0,06 0,03 0,02 0,01

PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETRE PETRE PETRE PETRE USIM USIM USIM USIM USIM USIM USIM FM USIM FM USIM FM USIM FM USIME VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALEE VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ

PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

0,01 0,03 0,01 5,26 0,01 4,29 3,39 2,35 1,46 0,76 0,10 0,37 0,05 0,65 0,19 0,14 0,11 0,53 0,02 0,94 0,12 0,04 0,01 0,05 0,73 0,10 0,46 0,41 0,27 0,20 0,15 0,05 3,40 0,21 0,10 0,05 0,03 0,02 0,01 0,01 0,01 4,26 3,31 2,60 1,76 0,96 0,15 0,01 0,59 1,00 2,30 1,75 0,92 0,43 0,11 0,06 0,68 0,43

0,01 0,01 0,01 5,20 0,01 4,29 3,26 2,31 1,40 0,74 0,06 0,33 0,03 0,56 0,14 0,11 0,11 0,46 0,02 0,89 0,07 0,03 0,01 0,05 0,73 0,10 0,46 0,33 0,27 0,20 0,15 0,05 2,70 0,13 0,06 0,03 0,02 0,01 0,01 0,01 0,01 3,88 2,97 2,33 1,47 0,73 0,08 0,01 0,43 1,00 1,83 1,12 0,62 0,30 0,11 0,06 0,52 0,26

0,01 0,03 0,01 5,87 0,01 4,67 3,90 2,94 2,02 1,22 0,14 0,64 0,07 1,01 0,30 0,23 0,45 0,86 0,03 1,39 0,12 0,04 0,01 0,05 0,73 0,15 0,46 0,45 0,31 0,20 0,18 0,06 3,40 0,21 0,10 0,05 0,03 0,02 0,02 0,01 0,01 4,28 3,33 2,61 1,79 0,96 0,15 0,01 0,60 1,00 2,30 1,75 0,92 0,45 0,16 0,06 0,71 0,43

0,01 0,01 0,01 5,84 0,01 4,62 3,89 2,93 2,02 1,21 0,14 0,64 0,06 1,00 0,28 0,21 0,42 0,85 0,02 1,39 0,10 0,03 0,01 0,05 0,73 0,15 0,46 0,40 0,31 0,20 0,18 0,05 2,89 0,17 0,07 0,04 0,02 0,02 0,01 0,01 0,01 4,00 2,97 2,34 1,59 0,82 0,09 0,01 0,50 1,00 1,96 1,20 0,69 0,35 0,13 0,06 0,60 0,31

=0,00% /0,00% =0,00% +6,56% =0,00% +8,19% +13,41% +18,62% +27,84% +44,04% +55,55% +52,38% +20,00% +47,05% +55,55% +61,53% /0,00% +51,78% =0,00% +33,65% =0,00% =0,00% =0,00% =0,00% -23,95% +50,00% -4,16% =0,00% +14,81% -9,09% +5,88% -44,44% -19,04% -34,61% -36,36% -20,00% -33,33% =0,00% =0,00% =0,00% =0,00% -15,43% -21,63% -24,02% -27,39% -34,92% -43,75% -50,00% -39,75% /0,00% -26,03% -31,81% -35,51% -37,50% -43,47% /0,00% -37,50% -38,00%

Min. 0,08 1,49 0,96 0,57 0,30 0,16 2,52 1,87 1,20 0,81 0,47 0,14 0,28 1,50 0,98 0,62 4,00 1,35 0,92 0,62 0,39 0,62 0,30 0,51 0,21 0,07 0,63 0,53 0,48 0,43 0,85 0,39 0,57 0,08 0,56 0,73 6,02 5,10 4,15 3,40 2,50 1,90 0,87 1,30 0,57 2,90 2,21 1,09 2,49 2,84 0,17 0,12 0,02 0,02 0,02 0,01 0,19 6,30 3,92 2,92 2,07 1,35 0,44 0,13 0,08 0,02 3,40 2,51 1,71 1,06 0,61 0,33 0,18 0,81 0,25 0,05 0,03 0,12 0,19 0,20 0,05 0,28 0,67 0,60 0,47 0,43 0,35 1,01 0,63 0,38 0,22 0,13 0,07 0,03 0,02 0,09 0,21 0,11 2,18 1,73 1,23 0,04 0,05 0,21 0,03 1,44

Máx. 0,10 1,67 1,12 0,68 0,40 0,16 2,66 1,96 1,37 0,91 0,52 0,14 0,30 1,73 1,14 0,73 4,00 1,35 1,00 0,63 0,45 0,84 0,36 0,53 0,25 0,07 0,69 0,53 0,50 0,43 0,90 0,39 0,62 0,08 0,56 0,73 6,08 5,10 4,40 3,43 2,75 2,02 1,05 1,47 0,61 3,15 2,40 1,16 2,49 2,84 0,19 0,16 0,03 0,02 0,02 0,01 0,25 6,30 4,50 3,59 2,70 1,88 0,75 0,24 0,14 0,03 4,03 3,08 2,26 1,53 1,00 0,56 0,32 1,22 0,50 0,08 0,04 0,21 0,19 0,24 0,05 0,28 0,67 0,65 0,47 0,43 0,35 1,45 0,95 0,55 0,32 0,18 0,11 0,05 0,03 0,09 0,21 0,15 2,18 1,90 1,37 0,04 0,07 0,22 0,03 1,48

Fech. 0,08 1,65 1,11 0,68 0,32 0,16 2,61 1,96 1,35 0,81 0,52 0,14 0,28 1,50 0,98 0,62 4,00 1,35 0,92 0,62 0,39 0,78 0,30 0,51 0,25 0,07 0,67 0,53 0,48 0,43 0,90 0,39 0,61 0,08 0,56 0,73 6,08 5,10 4,40 3,41 2,75 2,02 1,05 1,45 0,57 3,15 2,40 1,16 2,49 2,84 0,17 0,12 0,03 0,02 0,02 0,01 0,25 6,30 4,50 3,59 2,70 1,88 0,74 0,24 0,14 0,03 4,02 3,08 2,26 1,52 1,00 0,56 0,32 1,22 0,50 0,08 0,04 0,21 0,19 0,22 0,05 0,28 0,67 0,65 0,47 0,43 0,35 1,12 0,71 0,43 0,25 0,14 0,08 0,03 0,03 0,09 0,21 0,11 2,18 1,90 1,26 0,04 0,05 0,22 0,03 1,48

Osc. -27,27% -6,25% -4,31% -1,44% -21,95% -30,43% -5,43% -7,98% -6,89% -18,18% -11,86% -44,00% -20,00% -16,20% /0,00% /0,00% =0,00% +2,27% -13,20% -15,06% -17,02% -10,34% -11,76% -8,92% -3,84% -12,50% /0,00% -17,18% -11,11% -37,68% -15,09% -29,09% -22,78% -11,11% -11,11% -1,35% +1,67% +18,88% +0,22% -3,12% +0,73% +4,12% +5,00% -0,68% -16,17% +0,63% -2,04% -4,13% -2,35% -2,73% -19,04% -25,00% =0,00% -33,33% -33,33% -50,00% +13,63% +10,52% +19,68% +18,87% +21,07% +25,33% +39,62% +50,00% +40,00% +50,00% +14,85% +16,66% +21,50% +29,91% +42,85% +43,58% +45,45% +34,06% +72,41% +33,33% =0,00% +0,00% -5,00% +4,76% =0,00% +7,69% -4,28% +10,16% -2,08% +13,15% +2,94% -27,74% -29,70% -31,74% -28,57% -33,33% -27,27% -40,00% =0,00% -30,76% /0,00% -35,29% -22,69% -20,83% -26,31% -33,33% -37,50% /0,00% -40,00% /0,00%

Min. 1,52 0,95 0,63 1,95 2,56

Máx. 1,52 1,01 0,64 2,02 2,65

Fech. Osc. 1,52 -5,00% 0,95 -8,65% 0,64 -11,11% 2,02 -5,60% 2,65 -5,35%

Cotação unitária - Opções de Compra - Junho - 2014

Cotação unitária - Opções de Venda - Dezembro - 2014 Código Empresa/Ação IBOVX25 IBOVE

PETRE25 PETRE29 PETRE30 PETRE39 PETRE4 PETRE42 PETRE43 PETRE44 PETRE45 PETRE46 PETRE49 PETRE6 PETRE60 PETRE7 PETRE8 PETRE9 PETRE17 PETRE47 PETRE51 PETRE81 USIME10 USIME11 USIME12 USIME40 USIME84 USIME98 USIME88 USIME9 USIME92 USIME94 USIME96 VALEE1 VALEE25 VALEE30 VALEE31 VALEE32 VALEE33 VALEE34 VALEE35 VALEE36 VALEE40 VALEE53 VALEE54 VALEE55 VALEE56 VALEE58 VALEE61 VALEE65 VALEE68 VALEE57 VALEE26 VALEE27 VALEE28 VALEE29 VALEE60 VALEE62 VALEE67 VALEE69

Min. 0,19 0,06 0,26 0,10 4,70 3,75 2,90 1,99 1,22 0,64 0,30 0,12 0,05 0,02 0,90 6,85 5,79 4,87 3,95 2,93 2,00 1,30 0,65 0,30 0,12 0,07 0,02 0,02 3,41 0,92 0,53 0,40 0,40 0,12 0,56 0,28 0,18 1,27 0,87 0,45 0,12 0,02 0,28 0,06 1,06 0,20 0,08 0,02 0,72 0,38 0,12 0,08 0,44 0,34 0,32 0,20 0,61 0,16 0,34 0,80 0,22 0,06 0,44 0,12 0,69 0,07 0,26 0,04 0,60 0,52 0,45 0,17 4,20 7,30 6,38 5,65 3,45 2,50 0,05 0,09 1,71 1,05 0,58 0,30 0,17 2,50 0,43 0,20 0,12 0,11 0,04 0,04 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 0,01 0,01 0,01 0,01 0,07 0,03 0,02 7,14 6,15 4,76 3,74 2,75 1,81 1,03 0,21 0,04 0,02 0,01 0,01

Máx. 0,20 0,06 0,27 0,10 4,70 3,76 2,90 2,31 1,40 0,83 0,43 0,17 0,06 0,03 1,11 6,85 5,88 4,87 4,00 3,10 2,25 1,47 0,84 0,40 0,17 0,07 0,02 0,02 3,50 1,13 0,53 0,70 0,52 0,12 0,57 0,50 0,18 1,35 0,97 0,70 0,18 0,02 0,31 0,06 1,14 0,20 0,10 0,02 0,72 0,44 0,12 0,08 0,51 0,38 0,33 0,27 0,68 0,19 0,38 0,94 0,26 0,07 0,45 0,13 0,69 0,09 0,28 0,04 0,73 0,52 0,45 0,21 4,33 7,35 6,38 5,84 3,80 2,80 0,05 0,10 1,96 1,39 0,79 0,37 0,20 2,50 0,43 0,20 0,20 0,14 0,08 0,06 0,05 0,03 0,02 0,02 0,06 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 0,07 0,04 0,02 7,37 6,38 5,39 4,44 3,44 2,50 1,62 0,45 0,10 0,05 0,03 0,02

Fech. 0,19 0,06 0,27 0,10 4,70 3,75 2,90 2,31 1,37 0,79 0,40 0,16 0,06 0,03 1,04 6,85 5,79 4,87 3,95 3,02 2,24 1,45 0,84 0,38 0,14 0,07 0,02 0,02 3,49 1,12 0,53 0,40 0,52 0,12 0,57 0,28 0,18 1,34 0,88 0,45 0,14 0,02 0,31 0,06 1,06 0,20 0,09 0,02 0,72 0,43 0,12 0,08 0,48 0,38 0,33 0,22 0,68 0,16 0,38 0,94 0,25 0,07 0,44 0,13 0,69 0,09 0,26 0,04 0,60 0,52 0,45 0,17 4,23 7,35 6,38 5,65 3,80 2,80 0,05 0,10 1,95 1,39 0,79 0,37 0,18 2,50 0,43 0,20 0,15 0,13 0,08 0,05 0,03 0,03 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 0,01 0,01 0,01 0,07 0,04 0,02 7,37 6,38 5,39 4,38 3,41 2,49 1,59 0,43 0,08 0,04 0,02 0,02

Osc. +11,76% -25,00% -22,85% -66,66% -22,05% -11,76% -9,65% +1,76% -11,03% -10,22% -6,97% -11,11% -14,28% -25,00% -11,11% +3,78% -5,54% -5,62% -7,27% -5,91% -5,08% -5,84% -5,61% -15,55% -26,31% -46,15% -66,66% -50,00% +5,43% /0,00% /0,00% -51,80% -25,71% -52,00% -54,40% -61,64% -76,00% -6,94% -14,56% -25,00% -22,22% -33,33% -11,42% -25,00% -10,92% -9,09% -18,18% -33,33% -25,00% -10,41% -20,00% -55,55% -50,51% -32,14% -15,38% -18,51% -6,84% -20,00% -9,52% -6,00% -19,35% -22,22% -18,51% -13,33% -11,53% -10,00% -31,57% =0,00% -4,76% +44,44% +12,50% -26,08% -4,94% -2,64% -3,18% -3,91% +2,98% +1,44% /0,00% =0,00% -1,01% +8,59% +21,53% =0,00% -18,18% +37,36% /0,00% /0,00% -31,81% /0,00% -27,27% -28,57% -40,00% =0,00% -33,33% +100,00% =0,00% =0,00% -50,00% -66,66% =0,00% =0,00% -46,15% -42,85% =0,00% +6,81% +7,77% +11,82% +13,17% +15,59% +24,50% +35,89% +59,25% +33,33% =0,00% +100,00% +100,00%

Código BBASF28 BBASF23 BBASF24 BBASF25 BBASF26 BBASF27 BBDCF12 BBDCF33 BBDCF34 BBDCF35 BBDCF36 BBDCF38 BBDCF37 BBDCF72 BBDCF83 BBDCF84 BBDCF30 BRFSF50 BVMFF10 BVMFF61 BVMFF62 BVMFF11 BVMFF12 BVMFF41 CSNAF10 CSNAF11 CSNAF86 CSNAF88 CSNAF9 CSNAF94 CYREF13 CYREF14 CYREF43 GGBRF16 GGBRF14 GGBRF53 ITUBF32 ITUBF33 ITUBF34 ITUBF35 ITUBF36 ITUBF37 ITUBF39 ITUBF38 ITUBF40 ITUBF5 ITUBF6 ITUBF8 ITUBF19 ITUBF42 OIBRF29 OIBRF30 OIBRF38 OIBRF39 OIBRF40 OIBRF48 PETRF19 PETRF11 PETRF13 PETRF14 PETRF15 PETRF16 PETRF18 PETRF20 PETRF21 PETRF24 PETRF43 PETRF44 PETRF45 PETRF46 PETRF47 PETRF48 PETRF49 PETRF7 PETRF9 PETRF92 PETRF93 PETRF81 SUZBF78 USIMF10 USIMF11 USIMF98 USIMF88 USIMF9 USIMF92 USIMF94 USIMF96 VALEF28 VALEF29 VALEF30 VALEF31 VALEF32 VALEF34 VALEF35 VALEF36 VALEF62 VALEF64 VALEF65 VALEF94 VALEF95 VALEF97 VALEF2 VALEF3 VALEF4 VALEF5 VALEF56

Empresa/Ação BBAS BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC FM BBDC FM BBDC FM BBDC FM BBDCE BRFS BVMF FM BVMF FM BVMF FM BVMFE BVMFE BVMFE CSNA CSNA CSNA FM CSNA FM CSNA FM CSNA FM CYRE FM CYRE FM CYRE FM GGBR GGBR FM GGBR FM ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB FM ITUB FM ITUB FM ITUB FM ITUB FM ITUBE ITUBE OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR OIBR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETRE SUZB USIM USIM USIM USIM FM USIM FM USIM FM USIM FM USIM FM VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ

ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON ON ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

Abert. 0,09 1,66 1,10 0,66 0,35 0,16 2,61 1,87 1,27 0,91 0,51 0,14 0,30 1,73 1,14 0,73 4,00 1,35 0,99 0,63 0,45 0,73 0,36 0,53 0,21 0,07 0,63 0,53 0,50 0,43 0,89 0,39 0,57 0,08 0,56 0,73 6,02 5,10 4,18 3,43 2,64 1,94 0,97 1,40 0,57 3,08 2,32 1,16 2,49 2,84 0,19 0,15 0,02 0,02 0,02 0,01 0,22 6,30 3,94 2,96 2,12 1,38 0,48 0,16 0,08 0,02 3,42 2,56 1,71 1,20 0,73 0,35 0,20 0,90 0,27 0,05 0,03 0,12 0,19 0,20 0,05 0,28 0,67 0,63 0,47 0,43 0,35 1,45 0,95 0,55 0,32 0,18 0,11 0,05 0,03 0,09 0,21 0,15 2,18 1,87 1,23 0,04 0,07 0,21 0,03 1,44

Cotação unitária - Opções de Compra - Julho - 2014 Código BBASG24 BBASG25 BBASG26 BBDCG34 BBDCG62

Empresa/Ação BBAS BBAS BBAS BBDC BBDC

ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1

Abert. 1,52 1,01 0,63 1,95 2,56

CONTINUA


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

32

FINANÇAS

BOVESPA  Pregão CONTINUAÇÃO BRFSG50 BRFSG51 BRFSG94 BVMFG11 BVMFG12 BVMFG41 ITUBG35 ITUBG36 ITUBG39 ITUBG45 PDGRG16 PETRG12 PETRG14 PETRG15 PETRG16 PETRG17 PETRG18 PETRG19 PETRG20 PETRG22 PETRG23 PETRG46 PETRG48 PETRG49 VALEG27 VALEG28 VALEG29 VALEG30 VALEG31 VALEG32 VALEG33 VALEG34 VALEG35 VALEG36 VALEG37 VALEG62 VALEG70 VALEG75 VALEG76 VALEG74 VALEG77 VALEG79 VALEG80

BRFS BRFS BRFSE BVMF BVMF BVMF ITUB ITUB ITUB ITUB PDGR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ

ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

1,87 1,50 0,67 1,15 0,62 0,91 3,60 2,90 1,25 3,26 0,07 5,45 3,55 2,31 1,67 1,12 0,71 0,61 0,30 0,12 0,08 1,70 0,78 0,35 2,15 1,59 1,03 0,80 0,47 0,32 0,21 0,14 0,09 0,05 0,03 0,28 0,38 0,06 2,76 2,21 0,84 0,31 0,34

1,87 1,50 0,67 1,05 0,57 0,80 3,53 2,90 1,25 3,26 0,07 5,45 3,55 2,31 1,67 1,10 0,70 0,61 0,30 0,12 0,08 1,70 0,78 0,35 2,05 1,43 1,03 0,70 0,46 0,31 0,20 0,12 0,09 0,05 0,03 0,26 0,37 0,06 2,76 2,21 0,82 0,29 0,32

1,87 1,50 0,67 1,15 0,62 0,91 3,60 2,90 1,28 3,26 0,07 5,45 3,55 2,80 2,00 1,49 1,07 0,67 0,42 0,17 0,08 1,70 0,78 0,51 2,15 1,65 1,14 0,81 0,54 0,35 0,23 0,15 0,10 0,05 0,03 0,28 0,40 0,07 2,76 2,22 0,86 0,31 0,36

1,87 1,50 0,67 1,09 0,57 0,84 3,53 2,90 1,26 3,26 0,07 5,45 3,55 2,80 2,00 1,49 1,07 0,67 0,42 0,16 0,08 1,70 0,78 0,51 2,09 1,49 1,10 0,75 0,49 0,32 0,20 0,12 0,10 0,05 0,03 0,27 0,39 0,07 2,76 2,22 0,84 0,29 0,36

+12,65% /0,00% -21,17% -20,43% -14,92% /0,00% -3,81% +5,45% =0,00% -1,21% -73,07% +10,99% +9,90% +21,21% +17,64% +24,16% +33,75% +39,58% +40,00% +23,07% =0,00% +28,78% +27,86% +30,76% -25,88% -23,97% -24,13% -27,18% -27,94% -27,27% -35,48% -36,84% -23,07% -44,44% -50,00% -25,00% -37,09% -36,36% -22,68% -23,97% -32,25% -29,26% -26,53%

Min. 0,45

Máx. 0,45

Fech. 0,45

Osc. /0,00%

Min. 2,65 0,02 1,19 0,99 3,26 0,47 0,52

Máx. 2,65 0,02 1,49 1,07 3,56 0,50 0,64

Fech. 2,65 0,02 1,49 1,07 3,56 0,47 0,64

Osc. +16,74% +100,00% -15,34% +25,88% +3,18% /0,00% -47,10%

Min. 3,28

Máx. 3,28

Fech. Osc. 3,28 +15,08%

Min. 2,50

Máx. 2,50

Fech. Osc. 2,50 +14,67%

Cotação unitária - Opções de Compra - Maio - 2015 Código Empresa/Ação ITSAE20 ITSA

PN N1

Abert. 0,45

Cotação unitária - Opções de Compra - Agosto - 2014 Código ITUBH36 OGXPH60 PETRH17 PETRH18 PETRH14 VALEH32 VALEH51

Empresa/Ação ITUB OGXP PETR PETR PETRE VALE /EJ VALE /EJ

PN N1 ON NM PN PN PN PNA N1 PNA N1

Abert. 2,65 0,02 1,19 1,00 3,26 0,50 0,52

Cotação unitária - Opções de Compra - Setembro - 2014 Código Empresa/Ação PETRI95 PETR

PN

Abert. 3,28

Cotação unitária - Opções de Compra - Novembro - 2014 Código Empresa/Ação PETRK6 PETR

PN

Abert. 2,50

Cotação unitária - Opções de Compra - Dezembro - 2014 Código PETRL2 PETRL60 PETRL8

Empresa/Ação PETR PETR PETR

PN PN PN

Abert. 1,22 0,64 1,93

Min. 1,20 0,64 1,93

Máx. 1,32 0,64 1,93

Fech. Osc. 1,20 +9,09% 0,64 +33,33% 1,93 +8,42%

Min. 0,02 0,12 0,90

Máx. 0,02 0,12 0,90

Fech. Osc. 0,02 =0,00% 0,12 +140,00% 0,90 +7,14%

Cotação unitária - Opções de Venda - Junho - 2014 Código ABEVR45 ABEVR46 ABEVR48

Empresa/Ação ABEVE ABEVE ABEVE

ON ON ON

Abert. 0,02 0,12 0,90

BBASR20 BBASR21 BBASR22 BBASR23 BBASR24 BBASR25 BBDCR27 BBDCR29 BBDCR33 BBDCR35 BBDCR9 BBDCR96 BBDCR72 BBDCR81 BBDCR83 BOVAR50 BVMFR10 BVMFR2 BVMFR61 BVMFR8 BVMFR11 BVMFR12 BVMFR41 CSNAR10 CSNAR8 CSNAR96 CSNAR86 CSNAR88 CSNAR9 CSNAR94 CYRER14 CYRER42 CYRER43 GGBRR16 GGBRR4 GGBRR13 GGBRR14 GGBRR44 ITUBR31 ITUBR32 ITUBR33 ITUBR34 ITUBR37 ITUBR35 ITUBR38 ITUBR42 ITUBR6 PDGRR11 PDGRR19 PDGRR12 PDGRR13 PETRR13 PETRR14 PETRR15 PETRR16 PETRR18 PETRR20 PETRR43 PETRR44 PETRR45 PETRR46 PETRR47 PETRR48 PETRR49 PETRR7 PETRR81 PETRR83 PETRR92 SUZBR7 USIMR10 USIMR65 USIMR88 USIMR92 VALER22 VALER23 VALER24 VALER28 VALER29 VALER30 VALER31 VALER32 VALER34 VALER54 VALER55 VALER56 VALER65 VALER91 VALER93 VALER94 VALER95

BBASE BBASE BBASE FM BBASE FM BBASE FM BBASE FM BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE FM BBDCE FM BBDCE FM BOVAE FM BVMFE BVMFE BVMFE BVMFE BVMFE FM BVMFE FM BVMFE FM CSNAE CSNAE CSNAE CSNAE FM CSNAE FM CSNAE FM CSNAE FM CYREE FM CYREE FM CYREE FM GGBRE GGBRE GGBRE FM GGBRE FM GGBRE FM ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE FM ITUBE FM ITUBE FM ITUBE FM PDGRE PDGRE PDGRE FM PDGRE FM PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE SUZBE USIME USIME USIME FM USIME FM VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ

ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 CI ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON ON ON ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

0,18 0,33 0,50 0,85 1,33 1,90 0,09 0,17 0,76 1,65 0,16 0,10 0,94 0,67 1,32 1,53 0,34 1,12 0,51 0,04 0,45 0,97 0,65 1,15 0,11 0,88 0,48 0,61 0,66 0,74 0,87 0,23 0,60 2,22 0,30 0,34 0,71 1,00 0,11 0,14 0,21 0,31 0,96 0,44 1,35 0,59 0,79 0,04 0,58 0,07 0,12 0,05 0,10 0,23 0,50 1,50 2,76 0,07 0,15 0,36 0,71 1,17 1,65 2,74 0,89 3,41 0,09 4,59 0,14 1,20 0,02 0,46 0,66 0,05 0,09 0,15 1,10 1,64 2,32 3,18 4,11 5,38 0,26 0,41 0,76 4,63 0,24 0,42 0,45 0,64

0,18 0,33 0,45 0,83 1,21 1,71 0,09 0,16 0,76 1,65 0,16 0,10 0,94 0,67 1,31 1,53 0,34 1,12 0,51 0,04 0,45 0,90 0,65 1,15 0,11 0,88 0,48 0,57 0,66 0,74 0,87 0,23 0,60 2,22 0,30 0,34 0,66 0,99 0,08 0,14 0,21 0,30 0,96 0,41 1,28 0,59 0,73 0,04 0,58 0,07 0,12 0,03 0,07 0,16 0,35 1,19 2,65 0,05 0,11 0,24 0,49 0,91 1,50 2,74 0,68 2,99 0,07 4,43 0,14 1,12 0,02 0,46 0,66 0,04 0,09 0,15 1,09 1,63 2,30 3,18 4,11 5,28 0,25 0,41 0,69 4,63 0,22 0,35 0,45 0,62

0,20 0,38 0,54 0,87 1,34 1,92 0,09 0,18 0,76 1,65 0,16 0,11 0,94 0,67 1,48 1,53 0,34 1,12 0,51 0,04 0,45 0,97 0,66 1,15 0,11 0,88 0,48 0,61 0,68 0,74 0,88 0,23 0,60 2,22 0,60 0,34 0,73 1,05 0,12 0,16 0,21 0,31 0,96 0,47 1,45 0,64 0,82 0,04 0,58 0,07 0,12 0,05 0,11 0,25 0,51 1,60 2,87 0,07 0,16 0,36 0,71 1,25 1,67 2,74 0,95 3,41 0,09 4,68 0,14 1,20 0,02 0,46 0,66 0,05 0,09 0,16 1,27 1,85 2,58 3,32 4,11 5,45 0,26 0,48 0,81 4,63 0,24 0,42 0,55 0,71

0,20 0,33 0,45 0,83 1,21 1,71 0,09 0,17 0,76 1,65 0,16 0,10 0,94 0,67 1,38 1,53 0,34 1,12 0,51 0,04 0,45 0,94 0,65 1,15 0,11 0,88 0,48 0,58 0,68 0,74 0,87 0,23 0,60 2,22 0,60 0,34 0,66 1,05 0,12 0,16 0,21 0,30 0,96 0,46 1,28 0,64 0,80 0,04 0,58 0,07 0,12 0,03 0,07 0,16 0,35 1,19 2,65 0,05 0,11 0,25 0,49 0,91 1,51 2,74 0,69 2,99 0,07 4,47 0,14 1,14 0,02 0,46 0,66 0,04 0,09 0,16 1,22 1,79 2,52 3,18 4,11 5,28 0,25 0,46 0,75 4,63 0,22 0,40 0,52 0,67

+11,11% +13,79% -8,16% +5,06% +1,68% -1,15% =0,00% +6,25% +5,55% +6,45% +6,66% /0,00% +5,61% /0,00% /0,00% /0,00% +6,25% /0,00% +24,39% -63,63% +12,50% +5,61% +3,17% +8,49% +22,22% +62,96% +14,28% +9,43% +7,93% +7,24% +11,53% +9,52% +25,00% +80,48% /0,00% +13,33% +3,12% +7,14% +9,09% -50,00% +5,00% +15,38% +4,34% +9,52% -2,29% +16,36% +3,89% /0,00% +23,40% +16,66% +20,00% -50,00% -41,66% -27,27% -28,57% -19,59% -14,23% -93,67% /0,00% -24,24% -37,17% -24,16% -13,71% /0,00% -22,47% -56,09% =0,00% -14,20% +16,66% -0,86% -50,00% +27,77% +1,53% =0,00% +28,57% +77,77% +40,22% +31,61% +29,89% +18,21% +15,44% +15,03% /0,00% +48,38% +56,25% +18,41% +37,50% +60,00% +40,54% +45,65%

VALER97 VALEE /EJ

PNA N1

0,94

0,94

1,10

Abert. 0,13 0,23 0,50 0,91 0,03 0,08 1,38 2,15 0,68 0,42 0,05 0,12 0,26 0,50 0,82 1,43 0,08 0,37 0,57 1,01 1,64 0,04 0,49 0,06 0,38 0,03 0,06 0,28 0,87 0,13 0,48 1,11 0,07 0,10 0,20 0,27 0,40 0,35 0,48 0,54 0,76 1,16 0,68 0,39 0,04 0,25 0,50 0,22 0,67 0,48 0,95 1,62 0,06 0,01 0,02 0,03 0,10 0,40 1,88 0,23 0,65 1,20 1,40 0,03 0,01 0,01 0,03 0,10 0,27 1,44 3,27 3,71 4,70 0,01 0,02 0,06 0,10 0,57 0,79 2,32 1,01 3,66 0,63 1,83 0,38

Min. 0,12 0,21 0,50 0,85 0,03 0,08 1,33 2,10 0,65 0,34 0,05 0,12 0,21 0,39 0,75 1,41 0,08 0,35 0,57 1,01 1,64 0,04 0,49 0,06 0,38 0,03 0,06 0,27 0,81 0,13 0,48 1,11 0,07 0,10 0,20 0,27 0,40 0,33 0,43 0,47 0,66 1,06 0,64 0,39 0,04 0,25 0,50 0,18 0,63 0,38 0,88 1,62 0,06 0,01 0,02 0,03 0,09 0,33 1,75 0,18 0,63 1,08 1,40 0,03 0,01 0,01 0,03 0,06 0,17 0,99 2,66 3,65 4,61 0,01 0,02 0,05 0,10 0,28 0,50 2,21 0,70 3,20 0,40 1,38 0,24

Máx. 0,13 0,25 0,50 0,91 0,03 0,08 1,58 2,40 0,79 0,43 0,06 0,12 0,28 0,51 0,92 1,43 0,08 0,37 0,70 1,21 1,65 0,04 0,49 0,07 0,43 0,03 0,06 0,33 0,92 0,18 0,57 1,11 0,07 0,10 0,20 0,27 0,40 0,35 0,52 0,54 0,76 1,19 0,77 0,43 0,04 0,25 0,50 0,23 0,72 0,48 0,95 1,62 0,06 0,01 0,02 0,03 0,13 0,46 1,96 0,23 0,78 1,30 1,40 0,03 0,01 0,02 0,04 0,12 0,33 1,47 3,27 3,82 4,70 0,01 0,03 0,07 0,20 0,57 0,83 2,41 1,10 3,66 0,69 1,87 0,41

1,10 +46,66%

Cotação unitária - Opções de Venda - Maio - 2014 Código Empresa/Ação BBASQ21 BBASE BBASQ22 BBASE BBASQ23 BBASE BBASQ24 BBASE BBASQ49 BBASE BBASQ50 BBASE BBASQ25 BBASE FM BBASQ26 BBASE FM BBASQ53 BBASE FM BBASQ72 BBASE FM BBDCQ30 BBDCE BBDCQ31 BBDCE BBDCQ32 BBDCE BBDCQ33 BBDCE BBDCQ34 BBDCE BBDCQ35 BBDCE BBDCQ69 BBDCE BBDCQ81 BBDCE FM BBDCQ82 BBDCE FM BBDCQ83 BBDCE FM BRAPQ22 BRAPE BRFSQ45 BRFSE BRFSQ48 BRFSE BVMFQ10 BVMFE BVMFQ46 BVMFE BVMFQ93 BVMFE BVMFQ98 BVMFE BVMFQ11 BVMFE FM BVMFQ12 BVMFE FM BVMFQ40 BVMFE FM BVMFQ41 BVMFE FM CSNAQ10 CSNAE CSNAQ74 CSNAE CSNAQ76 CSNAE CSNAQ82 CSNAE CSNAQ84 CSNAE CSNAQ9 CSNAE CSNAQ86 CSNAE FM CSNAQ88 CSNAE FM CSNAQ89 CSNAE FM CSNAQ92 CSNAE FM CYREQ44 CYREE CYREQ14 CYREE FM CYREQ43 CYREE FM GGBRQ12 GGBRE GGBRQ41 GGBRE GGBRQ74 GGBRE GGBRQ13 GGBRE FM GGBRQ14 GGBRE FM GGBRQ43 GGBRE FM HGTXQ25 HGTXE /ED HGTXQ26 HGTXE /ED ITUBQ3 ITUBE ITUBQ30 ITUBE ITUBQ31 ITUBE ITUBQ32 ITUBE ITUBQ34 ITUBE ITUBQ36 ITUBE ITUBQ39 ITUBE ITUBQ35 ITUBE FM ITUBQ37 ITUBE FM ITUBQ38 ITUBE FM LRENQ64 LRENE /ED PDGRQ12 PDGRE FM PETRQ12 PETRE PETRQ13 PETRE PETRQ14 PETRE PETRQ15 PETRE PETRQ16 PETRE PETRQ18 PETRE PETRQ20 PETRE PETRQ21 PETRE PETRQ22 PETRE PETRQ42 PETRE PETRQ43 PETRE PETRQ44 PETRE PETRQ45 PETRE PETRQ46 PETRE PETRQ47 PETRE PETRQ49 PETRE PETRQ6 PETRE PETRQ60 PETRE PETRQ7 PETRE PETRQ8 PETRE PETRQ81 PETRE

ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN

Fech. 0,13 0,22 0,50 0,85 0,03 0,08 1,33 2,17 0,79 0,34 0,05 0,12 0,28 0,51 0,75 1,41 0,08 0,35 0,64 1,20 1,65 0,04 0,49 0,07 0,43 0,03 0,06 0,32 0,90 0,18 0,54 1,11 0,07 0,10 0,20 0,27 0,40 0,33 0,46 0,47 0,66 1,19 0,64 0,43 0,04 0,25 0,50 0,18 0,66 0,38 0,88 1,62 0,06 0,01 0,02 0,03 0,10 0,33 1,83 0,18 0,63 1,09 1,40 0,03 0,01 0,01 0,03 0,06 0,17 1,00 2,66 3,65 4,61 0,01 0,02 0,05 0,12 0,28 0,52 2,21 0,71 3,34 0,40 1,38 0,24

Osc. +18,18% =0,00% +19,04% +10,38% -70,00% +33,33% -1,48% +3,33% +25,39% -2,85% -64,28% =0,00% +7,69% +13,33% =0,00% +8,46% -50,00% /0,00% /0,00% /0,00% +96,42% -20,00% -40,24% +16,66% +22,85% +200,00% =0,00% +18,51% +15,38% +38,46% +14,89% +13,26% +40,00% +42,85% +17,64% +28,57% +5,26% +6,45% +15,00% +2,17% +4,76% +12,26% -4,47% +19,44% =0,00% -52,83% -16,66% +12,50% +15,78% -9,52% -7,36% +1,25% -25,00% -75,00% -66,66% -50,00% +11,11% -10,81% +2,80% -33,33% -1,56% -2,67% -26,70% =0,00% =0,00% =0,00% =0,00% -40,00% -37,03% -24,81% -15,55% -15,11% +2,44% -50,00% -33,33% -16,66% -29,41% -37,77% -28,76% -20,50% -28,28% -6,44% -36,50% -21,59% -31,42%

PETRQ9 USIMQ10 USIMQ11 USIMQ84 USIMQ86 USIMQ88 USIMQ9 USIMQ92 VALEQ1 VALEQ25 VALEQ26 VALEQ27 VALEQ28 VALEQ29 VALEQ30 VALEQ31 VALEQ32 VALEQ33 VALEQ51 VALEQ52 VALEQ53 VALEQ54 VALEQ55 VALEQ56 VALEQ58 VALEQ60 VALEQ61 VALEQ67 VALEQ68 VALEQ69

PETRE USIME USIME USIME USIME FM USIME FM USIME FM USIME FM VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ

PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

2,14 1,09 2,00 0,14 0,21 0,26 0,41 0,51 3,70 0,10 0,17 0,30 0,70 1,28 2,24 3,16 4,10 5,08 0,01 0,02 0,05 0,09 0,18 0,23 0,70 2,49 2,97 0,94 1,09 1,65

1,65 0,95 2,00 0,14 0,21 0,25 0,30 0,51 3,70 0,10 0,17 0,30 0,70 1,28 2,20 3,14 4,08 5,08 0,01 0,01 0,03 0,09 0,16 0,23 0,69 2,49 2,97 0,93 1,07 1,61

2,19 1,09 2,00 0,15 0,21 0,26 0,41 0,51 3,70 0,14 0,29 0,58 1,06 1,74 2,63 3,48 4,37 5,42 0,01 0,02 0,05 0,11 0,19 0,41 0,88 2,73 3,12 1,21 1,36 1,93

1,65 0,95 2,00 0,14 0,21 0,26 0,32 0,51 3,70 0,11 0,27 0,52 0,94 1,62 2,50 3,38 4,37 5,27 0,01 0,01 0,03 0,10 0,18 0,36 0,83 2,73 3,12 1,09 1,26 1,83

-19,51% -15,17% +25,78% -30,00% +31,25% -3,70% -23,80% -1,92% +25,42% +57,14% +92,85% +85,71% +67,85% +55,76% +38,88% +29,00% +23,79% +20,87% =0,00% =0,00% =0,00% +66,66% +63,63% +89,47% +69,38% +37,87% +32,20% +62,68% +59,49% +52,50%

Abert. 1,00 0,45 1,20 0,43 1,07 2,34 0,19 0,42 0,54 0,76 2,29 0,17 0,49 0,85 0,07 0,12 1,32 1,90 2,59 3,26 3,66 0,88 0,66

Min. 1,00 0,45 1,20 0,43 1,07 2,34 0,19 0,42 0,54 0,76 2,29 0,17 0,39 0,84 0,07 0,12 1,32 1,90 2,59 3,26 3,66 0,88 0,66

Máx. 1,00 0,45 1,20 0,43 1,07 2,35 0,19 0,45 0,54 0,76 2,39 0,18 0,49 0,85 0,07 0,12 1,43 1,93 2,59 3,32 3,66 0,88 0,66

Fech. 1,00 0,45 1,20 0,43 1,07 2,35 0,19 0,43 0,54 0,76 2,39 0,18 0,40 0,84 0,07 0,12 1,43 1,93 2,59 3,32 3,66 0,88 0,66

Osc. -11,50% -45,12% -27,27% -14,00% -2,72% -2,08% +5,55% +4,87% +45,94% -6,17% +9,13% -37,93% -11,11% +1,20% /0,00% /0,00% +31,19% +38,84% +100,77% /0,00% /0,00% +37,50% +29,41%

Min. 1,05 0,92 1,08 1,14

Máx. 1,05 0,92 1,14 1,14

Fech. Osc. 1,05 /0,00% 0,92 -48,88% 1,14 -11,62% 1,14 +54,05%

Min. 0,72 0,28

Máx. 0,73 0,28

Fech. 0,73 0,28

Min. 1,06 1,19 1,22 0,34

Máx. 1,06 1,26 1,25 0,34

Fech. Osc. 1,06 -3,63% 1,26 +23,52% 1,22 -7,57% 0,34 =0,00%

Min. 1,02

Máx. 1,02

Fech. 1,02

Cotação unitária - Opções de Venda - Julho - 2014 Código BBDCS62 BRFSS74 BRFSS77 BRFSS84 BRFSS87 BRFSS90 BVMFS10 BVMFS11 GGBRS13 ITUBS35 ITUBS39 PETRS14 PETRS45 PETRS46 VALES21 VALES22 VALES28 VALES29 VALES30 VALES31 VALES70 VALES74 VALES76

Empresa/Ação BBDCE BRFSE BRFSE BRFSE BRFSE BRFSE BVMFE BVMFE GGBRE ITUBE ITUBE PETRE PETRE PETRE VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ VALEE /EJ

PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

Cotação unitária - Opções de Venda - Agosto - 2014 Código BBDCT32 ITUBT34 PETRT17 VALET28

Empresa/Ação BBDCE ITUBE PETRE VALEE /EJ

PN N1 PN N1 PN PNA N1

Abert. 1,05 0,92 1,08 1,14

Cotação unitária - Opções de Venda - Maio - 2015 Código Empresa/Ação ITSAQ1 ITSAE ITSAQ88 ITSAE

PN N1 PN N1

Abert. 0,72 0,28

Osc. /0,00% /0,00%

Cotação unitária - Opções de Venda - Dezembro - 2014 Código PETRX41 PETRX74 PETRX86 VALEX51

Empresa/Ação PETRE PETRE PETRE VALEE /EJ

PN PN PN PNA N1

Abert. 1,06 1,19 1,25 0,34

Cotação unitária - Opções de Venda - Outubro - 2014 Código Empresa/Ação VALEV87 VALEE /EJ

PNA N1

Abert. 1,02

Osc. =0,00%


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

FÓRUM

 EDITAIS DE CASAMENTO SEGUNDO SUBDISTRITO 2º SUBDISTRITO DE BELO HORIZONTE - MG OFICIAL: MARIA CANDIDA BAPTISTA FAGGION RUA GUARANI, 251 - CENTRO - TEL: (31) 3272-0562 Faz saber que pretendem casar-se : ERICSON ANDRADE COSTA DA ROCHA COUTINHO, solteiro, medico, nascido em 18/02/1978 em Andrelandia, residente em Rua Zenite 711 401, Belo Horizonte, filho de LAURINDO ELOI ROCHA COUTINHO e CILEA ANDRADE COSTA DA ROCHA COUTINHO Com ALCIONE CARLA DE AMORIM, solteira, dentista, nascida em 11/11/1977 em Crucilandia, residente em Rua Arthur Vilaca 101, Crucilandia, filha de ANTÔNIO WILSON DE AMORIM e MARIA JOSÉ FERREIRA DE AMORIM. VANDER FELIPE DE MIRANDA, solteiro, acabador de pecas, nascido em 20/07/1971 em Belo Horizonte, residente em Rua Aracaju 240, Belo Horizonte, filho de JOSÉ FELIPE DE MIRANDA e VITALINA PEREIRA DE MIRANDA Com CARLA ANUNCIATA FRANCA DE LACERDA, viuva, assis administrativo, nascida em 10/06/1977 em Belo Horizonte, residente em Rua Aracaju 240, Belo Horizonte, filha de DELIO PEREIRA FRANCA e VERA LUCIA DA COSTA FRANCA. ANDERSON LUCCHESI DE ALMEIDA PASSOS, solteiro, vendedor, nascido em 23/02/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Andira 238, Belo Horizonte, filho de ANTÔNIO COSTA PASSOS e MARIA DAS GRACAS LUCCHESI DE ALMEIDA Com CAMILA DAYANE VIEIRA SOARES, solteira, assistente financeiro, nascida em 05/02/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Joaquim Goncalves Pimenta 545 102, Belo Horizonte, filha de JOSÉ ANTÔNIO SOARES e GLAUCE MARA VIEIRA SOARES. LUIZ BATISTA DA SILVA, divorciado, marceneiro, nascido em 05/11/1939 em Ervalia, residente em Av 31 De Marco 245, Belo Horizonte, filho de OLAVO BATISTA DA SILVA e ZELIA COMISSARIO DA SILVA Com MARIA APARECIDA SOARES DA CRUZ, divorciada, domestica, nascida em 28/01/1961 em Tuiutinga Guiricema, residente em Alameda Guaraponga 60, Belo Horizonte, filha de JOSÉ SOARES DA CRUZ e MARIA ATANAZIA CRUZ. MAURO SÉRGIO BOMFONTI, solteiro, detedizador, nascido em 22/09/1975 em Iretama, residente em Rua Geraldo De Lima Viana 25 302, Belo Horizonte, filho de ORESTES BOMFONTI e ETELVINA DA LUZ BOMFONTI Com JOSÉANE ALVES DOS SANTOS, divorciada, cabeleireira, nascida em 02/04/1978 em Curvelo, residente em Rua Geraldo De Lima Viana 25 302, Belo Horizonte, filha de LUIZ ALVES DOS SANTOS e ZENOLIA GUIEIRO DOS SANTOS. RODRIGO FELIPE RODRIGUES RIBEIRO, solteiro, musico, nascido em 23/05/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Via Sacra 175, Belo Horizonte, filho de WALMIR DE ASSIS RIBEIRO e MARIA APARECIDA RODRIGUES FERREIRA Com VIVIAN APARECIDA ROMOALDO, divorciada, cabeleireira, nascida em 01/10/1983 em Belo Horizonte, residente em Rua Via Sacra 175, Belo Horizonte, filha de ANTÔNIO EUSTÁQUIO ROMOALDO e RONILDA APARECIDA ROMOALDO. FREDERICO ROGERS DE PAULA MOREIRA, solteiro, autonomo, nascido em 13/02/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Passos 802 102, Belo Horizonte, filho de MARCO ANTÔNIO MOREIRA e MARÍLIA PEREIRA DE PAULA MOREIRA Com ISABELLA PRATES AGUILAR SOUZA, solteira, gerente exportacao, nascida em 19/11/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Progresso 1197 201, Belo Horizonte, filha de PAULO FERREIRA DE SOUZA FILHO e RITA DE CASSIA PRATES DE AGUILAR SOUZA. DANIEL REZENDE VARGAS COLEN, solteiro, advogado, nascido em 31/05/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Gaipava 51 41, Belo Horizonte, filho de ISMAR LADEIA COLEN e CRISTINA CLAUDIA REZENDE VARGAS COLEN Com JULIANA DE MELO GUALBERTO, solteira, bancaria, nascida em 09/07/1983 em Belo Horizonte, residente em Rua Gaipava 51 41, Belo Horizonte, filha de ULISSES GUALBERTO DA SILVA e ROSANGELA MARIA DE MELO SILVA. EBER JOSÉ GONÇALVES DE ABREU, solteiro, lider de producao, nascido em 25/01/1986 em Sete Lagoas, residente em Rua Doutor Wilson Getulio 407, Belo Horizonte, filho de JOSÉ GERALDO FILHO e CELIA MARIA GONÇALVES VIEIRA Com SYLMARA CRISTINA DO CARMO, solteira, assistente de supervisao, nascida em 30/08/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Doutor Wilson Getulio 407, Belo Horizonte, filha de JOSÉ PEDRO DO CARMO e ENI RAIMUNDO DO CARMO. KERLLYSON JUNIO MACHADO, solteiro, auxiliar administrativo, nascido em 21/08/1989 em Belo Horizonte, residente em Rua Cirilo Gaspar De Araujo 498, Belo Horizonte, filho de ANTÔNIO EUSTÁQUIO MACHADO e CLEUZA DE FATIMA MARTINS MACHADO Com PAMELA CAROLINE ALVES REIS, solteira, auxiliar administrativo, nascida em 07/05/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Cirilo Gaspar De Araujo 498, Belo Horizonte, filha de JORGE DOS REIS FILHO e CLEA ALVES DA SILVA REIS. PAULO VICTOR LIMA OLIVEIRA, solteiro, caixa executivo, nascido em 30/05/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Claudio Gomes De Souza 284 22, Belo Horizonte, filho de DELCI DE SOUZA DE OLIVEIRA e MARIA LUIZA LIMA DE OLIVEIRA Com NATALIE BOSCATO CRISTIANO, solteira, assistente de eventos, nascida em 08/03/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Conde Santa Marinha 660, Belo Horizonte, filha de FELIPE BOSCATO CRISTIANO e CARMEN MARTINS BOSCATO. RODRIGO GABRICH TRARBACH, solteiro, tec enfermagem, nascido em 04/04/1981 em Belo Horizonte, residente em Rua 2 69, Belo Horizonte, filho de UMBERTINHO ANTÔNIO TRARBACH e LIGIA COTA GABRICH TRARBACH Com DANISSANE BARBOSA FREITAS, solteira, tec enfermagem, nascida em 16/03/1991 em Sao Paulo, residente em Rua Goias 430, Betim, filha de CARLOS MATEUS MARTINS DE FREITAS e MARLENE ELPIDIA BARBOSA. EDMAR DE FREITAS, solteiro, bombeiro civil, nascido em 08/09/1979 em Belo Horizonte, residente em Rua Aveiro 864, Belo Horizonte, filho de SEBASTIÃO OTAVIANO DE FREITAS e NEIDE MAFALDA DE FREITAS Com DERANY MACIEL DE OLIVEIRA, solteira, do lar, nascida em 03/08/1983 em Tarumirim, residente em Rua Aveiro 864, Belo Horizonte, filha de ANTÔNIO GONÇALVES DE OLIVEIRA e ESTELINA MACIEL DE OLIVEIRA. MARCOS FERREIRA DINIZ, solteiro, artesao, nascido em 04/07/1959 em Belo Horizonte, residente em Rua Eugenia Nery 129, Belo Horizonte, filho de WALTER DINIZ e WILMA COSTA DINIZ Com CARLA MARTINS FREITAS FERRANTI, solteira, estudante, nascida em 12/04/1982 em Belo Horizonte, residente em Rua Rio Pomba 145, Belo Horizonte, filha de AFONSO FERRANTI FILHO e MARLI FERREIRA FREITAS. GUSTAVO ALVES DA SILVA, solteiro, aux mecanico, nascido em 08/09/1990 em Ribeirao Das Neves, residente em Rua Flor Da Seiva 25, Belo Horizonte, filho de GERVASIO ALVES DA SILVA e MARIA ANTONIA DA SILVA Com DANIELLE ALVES DA SILVA, solteira, autonoma, nascida em 04/08/1989 em Nanuque, residente em Rua Siderose 1021 D, Belo Horizonte, filha de ADILSON ALVES DE JESUS e HOSANIA ALVES DA SILVA. WAGNER SCHETTINI MAFALDO, solteiro, funcionario publico estadual, nascido em 01/01/1973 em Belo Horizonte, residente em Rua Geologos 326 402, Belo Horizonte, filho de JUSCELINO MAFALDO e CARMEM SCHETTINI MAFALDO Com THALITA FERNANDA FRANCO DE LELIS, solteira, supervisora financeiro, nascida em 23/08/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Castelo De Lamego 147 301, Belo Horizonte, filha de IVAN ALEXANDRÉ DE LELIS e ELISABET MARIA FRANCO DE LELIS. UGLEIVISSON ANTÔNIO DA CUNHA, solteiro, vendedor, nascido em 15/01/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Treviso 280, Belo Horizonte, filho de NELSON ANTÔNIO DA CUNHA e MARIA DAS GRACAS CUNHA Com MARINA BATISTA DOS SANTOS, solteira, comerciante, nascida em 25/01/1995 em Belo Horizonte, residente em Rua Treviso 280, Belo Horizonte, filha de MAURILIO BATISTA DOS SANTOS e NORMA GOMES VIEIRA BATISTA. RAIMUNDO LOPES DE OLIVEIRA NETO, divorciado, motorista, nascido em 26/11/1969 em Belo Horizonte, residente em Rua Vinte E Seis 231 Casa, Contagem, filho de EXPEDITO LOPES DE OLIVEIRA e MARIA DAS GRACAS DE OLIVEIRA Com MARCIA MARIA BATISTA, divorciada, motorista escolar, nascida em 13/01/1977 em Belo Horizonte, residente em Rua Rio Petropolis 582, Belo Horizonte, filha de JOÃO BATISTA e LUCIA BATISTA.

HENRIQUE LOURENCO, solteiro, consultor, nascido em 29/09/1981 em Belo Horizonte, residente em Rua Quintino Bocaiuva 478 201, Belo Horizonte, filho de MARILENE LOURENCO Com BRUNA BERGO BORGES, solteira, aux administrativo, nascida em 30/06/1991 em Belo Horizonte, residente em Rua Quintino Bocaiuva 478 201, Belo Horizonte, filha de JOÃO MARKUS LEITE BORGES e REJANE MARIA BERGO. FLÁVIO MINCHIOTI JÚNIOR, solteiro, comerciario, nascido em 17/12/1966 em Sao Bernardo Do Campo, residente em Rua Dos Economistas 484, Belo Horizonte, filho de FLÁVIO MINCHIOTI e RUTE DE OLIVEIRA MINCHIOTI Com SAMIRA MARQUES HENRIQUES, solteira, advogada, nascida em 29/10/1980 em Belo Horizonte, residente em Rua Dos Economistas 484, Belo Horizonte, filha de ROMERO HENRIQUES INDIO DO BRASIL e MARIA CELESTE MARQUES HENRIQUES. CARLOS HENRIQUE RIBEIRO DE PAIVA, divorciado, engenheiro civil, nascido em 09/07/1964 em Belo Horizonte, residente em Rua Belmont 146, Belo Horizonte, filho de THEODOMIRO RIBEIRO e WALKIRIA REIS RIBEIRO Com JULIANA BARBOSA, solteira, farmaceutica, nascida em 15/07/1985 em Teofilo Otoni, residente em Rua Belmont 46, Belo Horizonte, filha de SOLANGE BARBOSA. GLEDISTON SOARES TIMOTEO, solteiro, serralheiro, nascido em 05/12/1978 em Belo Horizonte, residente em Bc Da Paineira 110, Belo Horizonte, filho de JOÃO TIMOTEO e ROSANGELA SOARES TIMOTEO Com GIRLANE DE JESUS SOUTO, solteira, do lar, nascida em 13/11/1978 em Cachoeira De Pajeu, residente em Rua Carmo Do Rio Claro 136 Cy1, Belo Horizonte, filha de ALDEBARDO VIEIRA PORTO e MARIA DAS GRACAS DE JESUS. EDGAR PEREIRA DA SILVA, divorciado, vigilante, nascido em 07/07/1977 em Belo Horizonte, residente em Rua Beira Alta 385, Belo Horizonte, filho de EDVALDO PEREIRA DA SILVA e MARIA DAS GRACAS DA SILVA Com CLAUDIA RODRIGUES DE SOUSA, solteira, aux de lavanderia, nascida em 02/03/1979 em Belo Horizonte, residente em Beco Central 110 B, Belo Horizonte, filha de GERALDO RODRIGUES DE SOUSA e ROSEMARY FATIMA SOUSA. JONATHAN CARVALHO SOBREIRA, solteiro, repositor, nascido em 15/10/1993 em Petropolis, residente em Rua Aristides Ladeira 2776, Petropolis, filho de LUCIANO FRANCISCO SOBREIRA e CRISTIANA DA COSTA CARVALHO Com IASMIM DOS SANTOS ARCANJO, solteira, recepcionista, nascida em 04/09/1995 em Belo Horizonte, residente em Rua Dona Francelina 62, Belo Horizonte, filha de WILLIAM DE OLIVEIRA ARCANJO e ROSANGELA DOS SANTOS. EVANDRO ANTÔNIO SOARES DE FREITAS, solteiro, engenheiro planejamento, nascido em 10/04/1978 em Belo Horizonte, residente em Rua Geraldo Pereira Da Silva 77, Belo Hroizonte, filho de ERCIRO RIBEIRO DE FREITAS e SUZANA SOARES MAIA DE FREITAS Com FERNANDA DE OLIVEIRA GONÇALVES, solteira, supervisora financeira, nascida em 19/11/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Maria Aparecida 201, Contagem, filha de FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES e MARTA ALVES DE OLIVEIRA GONÇALVES. DENIS PINHEIRO DE FREITAS, solteiro, autonomo, nascido em 16/02/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Bom Jesus Da Penha 904, Belo Horizonte, filho de JOSÉ PINHEIRO DE FREITAS e LESSI MARIA DE FREITAS Com LILIANE PEREIRA OLIVEIRA, divorciada, garconete, nascida em 09/07/1984 em Almenara, residente em Rua Bom Jesus Da Penha 904, Belo Horizonte, filha de ZENILDA PEREIRA OLIVEIRA. JOSÉ ANTÔNIO FERREIRA COSTA, solteiro, diretor de auto escola, nascido em 07/06/1979 em Eirunepe, residente em Rua Cinco Quadra 21 1, Manaus, filho de ALBERICO DA COSTA CHAVES e MARIA DE NAZARE FERREIRA DA COSTA Com ANA PAULA AMORIM, solteira, educadora religiosa, nascida em 27/02/1972 em Belo Horizonte, residente em Av Cachoeirinha 930, Belo Horizonte, filha de ANA LUCIA OLIVEIRA AMORIM. LEVI DE PAULA DA SILVA, divorciado, carpinteiro, nascido em 25/04/1979 em Campinas, residente em Rua Mariana 1451, Belo Horizonte, filho de WILSON JOSÉ DA SILVA e IMACULADA CONCEICAO DE JESUS SILVA Com RAQUEL IZABELA ALVES VITOR, solteira, autonoma, nascida em 25/11/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Mariana 1451, Belo Horizonte, filha de ADILSON ALVES VITOR e CRISTIANE MAGALHÃES VITOR.

JOSÉ SOARES BLECK, solteiro, estudante, nascido em 14/11/1983 em Bissau Guine Bissau, residente em Rua Osvaldo Gattoni 11 Casa, Belo Horizonte, filho de FRANCISCO BARTOLOMEU BLECK e MARIA ISABEL SOARES BLECK Com QUEZIA DE SOUZA NASCIMENTO, solteira, aux secretaria escolar, nascida em 01/08/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Osvaldo Gattoni 11, Belo Horizonte, filha de JOVANE DE SOUZA NASCIMENTO e MARIA REGINA DE BRITO DE SOUZA NASCIMENTO.

VINÍCIUS HENRIQUE FRANÇA DE OLIVEIRA, SOLTEIRO, EMPRESÁRIO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Quixadá, 251, Nova Floresta, 1BH, filho de Filéto Isaias de Oliveira Fantini e Ana Maria França de Oliveira; e AMANDA MOREIRA CORREA DE ARAÚJO, solteira, Médica, , maior, residente nesta Capital à Rua dos Inconfidentes, 344/301, Funcionários, 3BH, filha de Leonardo Correa de Araujo e Berenice Mesquita Moreira de Araujo.(667679)

JACKSON THIAGO PIZZOL, solteiro, empresario, nascido em 04/11/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Psi 35, Belo Horizonte, filho de MILTON JOSÉ PIZZOL e ELIANA PESSOA PIZZOL Com MARCELA DE PAULA BARONI, solteira, bancaria, nascida em 28/04/1991 em Varginha, residente em Rua Psi 35, Belo Horizonte, filha de MARLOS BRAGA BARONI e CLEUZA DE FATIMA NOGUEIRA DE PAULA BARONI.

GUSTAVO DE CARVALHO HERZOG, SOLTEIRO, SERVIDOR PÚBLICO, maior, natural de Teófilo Otoni, MG, residente nesta Capital à Rua Turfa, 76/03, Prado, 3BH, filho de João Arnaldo de Oliveira Herzog e Veralúcia de Carvalho Herzog; e GILMARA KELLY FERREIRA, solteira, Servidora Pública, , maior, residente nesta Capital à Rua Turfa, 76/03, Prado, 3BH, filha de Gilmar Lany Ferreira e Katia Augusto Ferreira.(667680)

ROMULO GONÇALVES LIMA, solteiro, comerciante, nascido em 15/04/1967 em Belo Horizonte, residente em Rua Coronel Belmiro Cruz 76, Belo Horizonte, filho de NORALDINO GONÇALVES LIMA e NAIR TEOTONIO DE LIMA Com ELISANGELA DE OLIVEIRA ROSADO, solteira, vendedora, nascida em 20/12/1976 em Belo Horizonte, residente em Rua Guaiana 6, Belo Horizonte, filha de ISAC PEREIRA ROSADO e NEUZA MARIA DE OLIVEIRA ROSADO.

RODOLFO SILVA HAMPE BARBOSA, SOLTEIRO, PROFESSOR, maior, natural de Varginha, MG, residente nesta Capital à Rua Esmeralda, 140/201, Prado, 3BH, filho de Adilson Macedo Hampe Barbosa e Regina Gleides Silva Hampe Barbosa; e PAULA MOREIRA COUTO MOTTA, solteira, Terapeuta Ocupacional, , maior, residente nesta Capital à Av. Silva Lobo, 2019/1602, Grajaú, 3BH, filha de Pedro Moacyr Pinto Coelho Mota e Elenice Moreira Couto Mota.(667681)

CHARLES TRINDADE NOBREGA DE SA, solteiro, vendedor autonomo, nascido em 19/05/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Descalvado 453 101, Belo Horizonte, filho de PEDRO NOBREGA DE SA e CUSTODIA DA TRINDADE NOBREGA DE SA Com ELAINE CRISTINA DA SILVA PEREIRA, solteira, do lar, nascida em 05/03/1991 em Belo Horizonte, residente em Rua Descalvado 453 101, Belo Horizonte, filha de ROBERTO SIMAS PEREIRA e IVONE FERREIRA DA SILVA PEREIRA.

RODRIGO MENDONÇA CARVALHAIS, SOLTEIRO, BANCÁRIO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Garret, 581/301, Grajaú, 3BH, filho de José Bernardino Carvalhais Filho e Jeovany da Silva Mendonça Carvalhais; e MARCELA MONTEIRO ESTEVAM, solteira, Administradora, , maior, residente nesta Capital à Rua Garret, 581/301, Grajaú, 3BH, filha de Mauro Luiz Estevam e Marli Monteiro Estevam.(667682)

VALTER FERREIRA RODRIGUES, solteiro, lustrador, nascido em 01/04/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Vergara 421 Casa, Belo Horizonte, filho de VALTER RODRIGUES e ROSIMEIRE FERREIRA RODRIGUES Com KARINA LANZA CARVALHO, solteira, operadora de telemarketing, nascida em 01/10/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Vergara 421 Casa, Belo Horizonte, filha de CLAUDIO ANTÔNIO DA SILVA CARVALHO e CLAUDIA APARECIDA LANZA GOMES.

ALEXANDRÉ SANTOS DE LACERDA, SOLTEIRO, EMPRESÁRIO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Pólos, 20/201, Santa Lúcia, 3BH, filho de José Antonio de Lacerda Bueno e Marina Helena de Lacerda Bueno; e CARLA MOREIRA CARDOSO, solteira, Assistente Adminstrativo, , maior, residente nesta Capital à Rua Pólos, 20/201, Santa Lucia, 3BH, filha de Carlos Antônio Cardoso e Maria Anísia Moreira Cardoso.(667683)

ARLEY BARROS DA FONSECA, solteiro, analista de sistemas, nascido em 19/06/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Taiobeiras 790, Belo Horizonte, filho de ODI GONÇALVES DA FONSECA e IRANI BARROS DA FONSECA Com TAMIRIS MENDES SOARES, solteira, vendedora, nascida em 11/02/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Nove De Maio 95, Belo Horizonte, filha de DENILSON MENEZES SOARES e MARCILENE JOSÉ MENDES SOARES.

RENATO LÚCIO JARDIM DE SOUZA, SOLTEIRO, BOMBEIRO HIDRAULICO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Vinte Um de Abril, 518, Olhos D'Agua, 3BH, filho de José Ferreira Souza e Anita Jardim dos Santos; e INÊZ RIBEIRO DA SILVA, solteira, Do Lar, , maior, residente nesta Capital à Rua Vinte Um de Abril, 518, Olhos D'Agua, 3BH, filha de Geraldo Ferreira da Silva e Maria Ribeiro da Silva. (667684)

ANDRÉ LORENTE RODRIGUES, solteiro, bancario, nascido em 08/03/1982 em Sao Bernardo Do Campo, residente em Rua Dom Joao Antonio Dos Santos 74 102, Belo Horizonte, filho de OSVALDO LORENTE RODRIGUES JÚNIOR e ELIZABETE APARECIDA PIRES RODRIGUES Com KATIANA SANTOS SILVA, solteira, analista logistica, nascida em 23/05/1984 em Paraopeba, residente em Rua Sambeatiba 315, Belo Horizonte, filha de JOSÉ MARIA DA SILVA e NEUZA DE JESUS DOS SANTOS SILVA.

BRUNO MOTA VASCONCELOS, SOLTEIRO, BANCÁRIO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. do Ouro, 650/201, Serra, 3BH, filho de Paulo Roberto Novaes Vasconcelos e Lílian Duarte Mota Vasconcelos; e FERNANDA CONDÉ, solteira, Administradora, , maior, residente nesta Capital à R. Gustavo Ladeira, 11, Bl. 5/203, Paquetá, 2BH, filha de Mauro Lúcio Condé e Rosa Maria de Lima Condé.(667685)

WAGNER RODRIGUES BARROSO, divorciado, gerente comercial, nascido em 03/06/1962 em Belo Horizonte, residente em Rua Deputado Jose Raimundo 987 203, Belo Horizonte, filho de ARI BARROSO PEREIRA e HILDA RODRIGUES PEREIRA Com KEILA MONTEIRO PEREIRA, solteira, gerente financeira, nascida em 22/04/1973 em Pedra Azul, residente em Rua Deputado Jose Raimundo 987 203, Belo Horizonte, filha de RODINEI MEIRELES PEREIRA e IONE MONTEIRO PEREIRA. LUCAS CHAVES CHISTE, solteiro, autonomo, nascido em 14/07/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Francisco Bicalho 2375 201, Belo Horizonte, filho de RICARDO LUIZ CHISTE COSTA e MARIA SIMONE CHAVES CHISTE Com MICHELE SERIO GUEDES, solteira, aux administrativo, nascida em 13/07/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Marcondes 97 04, Belo Horizonte, filha de RICARDO AFONSO GUIMARAES GUEDES e JUSSARA MARIA SERIO GUEDES. RAMOM TADEU SILVA FRANCISCO, solteiro, operador i, nascido em 30/05/1991 em Belo Horizonte, residente em Rua Crauta 240, Belo Horizonte, filho de SEBASTIÃO DOS SANTOS FRANCISCO e REGINA DA CONCEICAO SILVA FRANCISCO Com MIRIAN FELIPE FERREIRA, solteira, do lar, nascida em 29/06/1995 em Belo Horizonte, residente em Rua Crauta 251, Belo Horizonte, filha de SÉRGIO PEREIRA FELIPE e IARA ALESANDRA FERREIRA.

MARCELO CORRADO DA SILVA, solteiro, pedreiro, nascido em 16/04/1983 em Sabinopolis, residente em Rua Estoril 51 304, Belo Horizonte, filho de JOSÉ CORADO DA SILVA e MARIA DAS GRACAS DA SILVA Com LUCIENE MARIA CRUZ, solteira, educadora, nascida em 22/04/1985 em Nepomuceno, residente em Rua Cacuera 846 104, Belo Horizonte, filha de CLINTON FRANCISCO CRUZ e EVA VENTURA CRUZ.

MÁRCIO DE JESUS BOLINA, solteiro, aposentado, nascido em 22/02/1957 em Felixlandia, residente em Rua Tamboril 931, Belo Horizonte, filho de JULIO LUIZ BOLINA e MARIA DE LOURDES VIEIRA Com MARIA VANDERLEA SILVA, solteira, domestica, nascida em 09/02/1969 em Sao Joao Del Rei, residente em Rua Tamboril 931, Belo Horizonte, filha de GILSON SILVA e LIBERACI MARIA DA SILVA.

CHARLES HONORIO DOS SANTOS, solteiro, vendedor, nascido em 06/08/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Espera Feliz 76, Belo Horizonte, filho de WILSON DIAS DOS SANTOS e DENIZE HONORIA DE JESUS Com POLIANE LOUISE ARAÚJO MARTINS, solteira, auxiliar de saude bucal, nascida em 09/10/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Jose Mauricio Veiga 803, Belo Horizonte, filha de FERNANDO PEREIRA MARTINS e ISABEL ARAÚJO MARTINS.

OLINTO GETULIO MENDES, divorciado, auxiliar de viagem, nascido em 28/06/1964 em Taiobeiras, residente em Rua Flor Da Imperatriz 420, Belo Horizonte, filho de JOSÉ MENDES SOARES e ANTONINA SOARES MENDES Com LICIMAR PEREIRA DE OLIVEIRA, solteira, domestica, nascida em 20/11/1974 em Carai, residente em Rua Santa Luzia 82, Belo Horizonte, filha de ANTENOR PINHEIRO DE OLIVEIRA e ESMELINDA BEIRAO PEREIRA DE OLIVEIRA.

LUIS GUILHERME MELO ALVES, solteiro, agente seguranca penitenciario, nascido em 03/01/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Maria Felicia 380, Belo Horizonte, filho de CLAUDIO AUGUSTO ALVES e APARECIDA DE FATIMA MELO BARBOSA Com GRAZIELLE PIPPER CARVALHO, solteira, manicure, nascida em 02/05/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Bernardes Carvalho 93, Belo Horizonte, filha de JURAIR CARVALHO e ROSANGELA BATISTA PIPPER.

SOCRATES LEONARDO RODRIGUES PIMENTA, divorciado, representante comercial, nascido em 11/03/1973 em Belo Horizonte, residente em Rua Des Jose Burnier 106 304, Belo Horizonte, filho de RUI DE ARAÚJO PIMENTA e SONIA TEREZINHA RODRIGUES PIMENTA Com ANA FABIA DA SILVA, divorciada, contadora, nascida em 31/07/1983 em Sao Sebastiao Do Paraiso, residente em Rua Des Jose Burnier 106 304, Belo Horizonte, filha de LUCIANO APARECIDO DA SILVA e MARILENA DIZARO DA SILVA.

DANILO BENTO SOARES, solteiro, motoboy, nascido em 03/09/1980 em Belo Horizonte, residente em Rua Zilah Souza Sposito 79, Belo Horizonte, filho de NILO BENTO SOBRINHO e MARLENE DE PAULA SOARES Com ROSILENE CAETANA RODRIGUES, solteira, arrematadeira, nascida em 07/09/1981 em Corinto, residente em Rua Zilah Souza Sposito 79, Belo Horizonte, filha de JOSÉ GERALDO RODRIGUES e EUDINA CAETANA RODRIGUES.

HELY ALVES DE OLIVEIRA, solteiro, designer grafico, nascido em 09/11/1973 em Malacacheta, residente em Rua Acores 161, Belo Horizonte, filho de PEDRO ALVES DE OLIVEIRA e DOLORES ALVES DE OLIVEIRA Com GLAUCIA DOS ANJOS BORGES, solteira, auxiliar administrativo, nascida em 22/07/1978 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor De Orquidea 120, Belo Horizonte, filha de JOSÉ DOS ANJOS BORGES e MARIA APARECIDA BORGES.

THIAGO CAMPOS BARBOSA MEIRA, solteiro, tec de seguranca do trabalho, nascido em 13/10/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Japura 631, Belo Horizonte, filho de DARIO MALHEIROS MEIRA e MARIA APARECIDA CAMPOS BARBOSA MEIRA Com ELISNAI TEIXEIRA DE TOLEDO, solteira, autonoma, nascida em 24/06/1990 em Montes Claros, residente em Rua Japura 631, Belo Horizonte, filha de ALENCAR TEIXEIRA DE TOLEDO e MARIA CARMELITA CARDOSO TEIXEIRA.

DIEGO PONTES CASTELO BRANCO, solteiro, controlador, nascido em 26/02/1993 em Belo Horizonte, residente em Rua Itaquera 470, Belo Horizonte, filho de VALDEMAR PONTES CASTELO BRANCO e SONIA LUCIA CASTELO BRANCO Com ESTEFANE APARECIDA DE SOUZA ROCHA, solteira, recepcionista, nascida em 14/08/1992 em Varzea Da Palma, residente em Rua Itaquera 470, Belo Horizonte, filha de MAURINO ILARIO DA ROCHA e ILDA DE SOUZA CAMPOS.

ADALBERTO ANTÔNIO DOS SANTOS SILVA, solteiro, servente de pedreiro, nascido em 04/10/1992 em Belo Horizonte, residente em Rua Vila Real 918 C Casa, Belo Horizonte, filho de JOSÉ ANTÔNIO MARIA DA SILVA e ELENICE SABINO DOS SANTOS Com ANA CAROLINA DE JESUS SILVA, solteira, estudante, nascida em 05/01/1997 em Belo Horizonte, residente em Rua Sao Francisco Xavier 170 Casa, Belo Horizonte, filha de ANTÔNIO DA SILVA e CLELIA DE JESUS SILVA.

ALEXANDRÉ APARECIDO FERREIRA, solteiro, montador, nascido em 25/02/1985 em Passabem MG, residente na Rua Aveleda, 72 06, Belo Horizonte MG, filho de RAIMUNDO SALVADOR FERREIRA e MARIA DAS DORES DE ARAÚJO FERREIRA Com DANIELA LUCIA DE OLIVEIRA, solteira, tec de enfermagem, nascida em 20/03/1992 em Nova Lima MG, residente na Rua Jose Gurgel Junior, 117 Casa, Nova Lima MG, filha de JOSÉ RONALDO DE OLIVEIRA e VERA LUCIA DE OLIVEIRA./

FLÁVIO FERNANDO DE MORAIS, divorciado, tec comtabil, nascido em 14/10/1965 em Belo Horizonte, residente em Rua Dona Noemi 96, Belo Horizonte, filho de JOSÉ FELIPE DE MORAIS e CUSTODIA SOARES DE MORAIS Com VALÉRIA RIBEIRO DE GUSMAO, divorciada, psicologa, nascida em 01/07/1963 em Belo Horizonte, residente em Rua Padre Eustaquio 969, Belo Horizonte, filha de WALDOMIRO ALVES DE GUSMAO e RIVADAVIA RIBEIRO DE GUSMAO.

VALTER JULIO TERRA FILHO, solteiro, advogado, nascido em 05/06/1984 em Passos MG, residente na Rua Caxambu, 220, Itauna MG, filho de VALTER JULIO TERRA e ROSARIA DE FATIMA TERRA Com MARIA FERNANDA COUTO MENDES, solteira, advogada, nascida em 03/03/1982 em Belo Horizonte MG, residente na Rua Itororo, 544 102, Belo Horizonte MG, filha de ODIVAR MENDES e RITA MARIA BARONTO COUTO MENDES./

JAIRO JUNIO ROSA DE SOUZA, solteiro, empresario, nascido em 06/07/1979 em Belo Horizonte, residente em Rua Sao Leopoldo 59, Belo Horizonte, filho de OZIAS ALVES DE SOUZA e ZELIA ROSA DE JESUS Com RAQUEL JANUÁRIA DOS SANTOS, solteira, empresario, nascida em 25/11/1981 em Belo Horizonte, residente em Rua Sao Leopoldo 59, Belo Horizonte, filha de VALTENIR JOSÉ DOS SANTOS e MARIA ALICE JANUÁRIA. EDSON LUIZ RIVIERA, solteiro, comissario de bordo, nascido em 14/07/1986 em Palmas, residente em Rua Santa Quiteria 587, Belo Horizonte, filho de LUIZ RIVIERA e LENIR RIVIERA Com MARCOS VINICIUS LOPES, solteira, estudante, nascida em 30/10/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Santa Quiteria 587, Belo Horizonte, filha de JOSÉ EUSTÁQUIO LOPES e MARIA APARECIDA LOPES. RICHARD DE ALMEIDA, solteiro, auxiliar contabil, nascido em 06/05/1987 em Corinto, residente em Rua Dr Wilson Getulio 260, Belo Horizonte, filho de NEUSA DE OLIVEIRA Com SARA CECÍLIA SOARES DE OLIVEIRA, solteira, estagiaria, nascida em 21/08/1992 em Belo Horizonte, residente em Rua Dr Wilson Getulio 260, Belo Horizonte, filha de EDIONE AUGUSTO DE OLIVEIRA e MARISETE SOARES DA SILVA.

ROGÉRIO DOS REIS CARVALHO, solteiro, psicologo, nascido em 25/06/1972 em Belo Horizonte, residente em Rua Espinosa 1028 204, Belo Horizonte, filho de ROBERTO GOMES DE CARVALHO e ROSALINA DOS REIS CARVALHO Com MICHELE CRISTINA BARBOSA LEITE, solteira, operadora de caixa, nascida em 27/12/1990 em Corinto, residente em Rua Espinosa 1028 204, Belo Horizonte, filha de PEDRO DE FATIMA LEITE e SONALIA BARBOSA DE OLIVEIRA.

DANIEL DA SILVA DIOGO LARA, solteiro, analista de sistemas, nascido em 18/11/1979 em Belo Horizonte, residente em Rua Expedicionario Jose Assumpcao Dos Anjos 1130 104, Belo Horizonte, filho de ANTÔNIO LARA DE OLIVEIRA e MARIA APARECIDA DA SILVA DIOGO Com LORENA FERREIRA DOS SANTOS COSTA, solteira, estudante, nascida em 30/09/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Galileu 503, Belo Horizonte, filha de GERALDO MAGELA FERREIRA DA COSTA e MARIA JOSÉ DOS SANTOS COSTA.

HEYDER PHILIPPE DIAS ROCHA, solteiro, empresario, nascido em 07/03/1992 em Belo Horizonte, residente em Rua Irene Sandler 271, Belo Horizonte, filho de CLAUDIO ROCHA DA SILVA e EDILAINE ALVES DIAS ROCHA Com ALESSANDRA DA LUZ SANTOS DE ARAÚJO, solteira, estudante, nascida em 12/08/1992 em Ilheus, residente em Rua Irene Sandler 271, Belo Horizonte, filha de JETTSON CARDOSO DE ARAÚJO e ALEXSANDRA DA LUZ SANTOS.

MARCOS FERREIRA DE OLIVEIRA, solteiro, aux de producao, nascido em 18/06/1989 em Belo Horizonte, residente em Rua Martiz De Mendonca 6, Belo Horizonte, filho de JOSÉ FERREIRA DE OLIVEIRA e GERALDA FERREIRA DE OLIVEIRA Com LUCILENE EMILIA DOS SANTOS, solteira, operadora de caixa, nascida em 20/11/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Martiz De Mendonca 6, Belo Horizonte, filha de ALVIMAR JOSÉ DOS SANTOS e ORLANDA EMILIA TITO.

DERICK DIAS SILVA RIBEIRO, solteiro, balconista, nascido em 14/05/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Barbosa 75, Belo Horizonte, filho de PAULO CÉSAR DIAS RIBEIRO e MARIA APARECIDA SILVA RIBEIRO Com SAMIRA SALOMAO ALMEIDA, solteira, tec seguranca do trabalho, nascida em 16/06/1993 em Felisburgo, residente em Rua Barbosa 75, Belo Horizonte, filha de CRISTIANO CARLOS DE ALMEIDA e GISLANE SOUZA SALOMAO E ALMEIDA.

ANTÔNIO CARLOS XAVES, divorciado, motorista, nascido em 02/06/1974 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor De Amendoim 289, Belo Horizonte, filho de MARIA IRENE CARLOS Com FRANCIELLY CAROLINE MARTINS BELMIRO, solteira, do lar, nascida em 20/06/1996 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor Da Noite 128, Belo Horizonte, filha de MARCO ANTÔNIO FERNANDES BELMIRO e PATRICIA MARTINS DOS REIS.

VANDER WAGNER SILVA, divorciado, autonomo, nascido em 14/05/1981 em Belo Horizonte MG, residente na Rua Goncalo Alves, 131, Belo Horizonte MG, filho de EDEIR EUSTÁQUIO SILVA e ANTONIA DE FATIMA SILVA Com CATIA MADALENA ALVES DE OLIVEIRA, solteira, consultora de beleza, nascida em 29/08/1977 em Manhuacu MG, residente na Av. Natal Rodrigues Pereira, 343,, Belo Horizonte MG, filha de ODIM ALVES DE OLIVEIRA e MARIA MADALENA MOTA ALVES./ MATEUS FERNANDES DAMASCENO, solteiro, estudante, nascido em 17/04/1991 em Belo Horizonte, residente em Rua Francisco Bicalho 1008 202, Belo Horizonte, filho de LUCIO DAMASCENO e ROSIMEIRY FERNANDES DE ANDRADE DAMASCENO Com JÉSSICA LIZ BARBOSA TEIXEIRA, solteira, assistente administrativo, nascida em 30/11/1993 em Salvador, residente em Rua Francisco Bicalho 1008 202, Belo Horizonte, filha de SÉRGIO LUIZ SANTANA TEIXEIRA e CRISTIANE BARBOSA TEIXEIRA. Apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525 do Codigo Civil Brasileiro.Se alguem souber de algum impedimento, oponha-o na forma da lei. Belo Horizonte, 25/04/2014. MARIA CANDIDA BAPTISTA FAGGION. Oficial do Registro Civil. 63 editais.

TERCEIRO SUBDISTRITO LUIZ CARLOS PINTO FONSECA - TERCEIRO SUBDISTRITO DE BELO HORIZONTE. OFICIAL DO REGISTRO CIVIL Faz saber que pretentem casar-se: TIAGO CERQUEIRA LAZIER, SOLTEIRO, CIENTISTA POLÍTICO, maior, natural de Ponta Grossa, PR, residente à R. Antonio Diniz, 29, Nova Piracicaba, Piracicaba, SP, filho de Josué Adam Lazier e Joceli de Fátima Cerqueira Lazier; e GABRIELA PRATES PAULINELLI, solteira, Estudante, , maior, residente nesta Capital à R. Maranhão, 1305/502, Funcionários, 3BH, filha de Ivan Henriques Paulinelli e Rachel Prates Paulinelli.(667677) RODRIGO WARDI LAMIM, SOLTEIRO, ADMINISTRADOR, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. Prata, 188/101, Cruzeiro, 3BH, filho de Reinaldo Soares Lamim e Marilia Wardi Lamim; e JOANA ALINE VASCONCELOS GOMES, solteira, Secretária Executiva, , maior, residente nesta Capital à R. Alcântara, 43/204, Nova Granada, 4BH, filha de João Batista Gomes e Terezinha de Jesus Vasconcelos Gomes.(667678)

RAUL BERNARDO NELSON DE SENNA NETO, SOLTEIRO, EMPRESÁRIO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Adalto Lúcio Cardoso, 160, Belvedere, 3BH, filho de Roberto Giannetti Nelson de Senna e Adriana Pinto Colares; e SYLVIA GUIMARÃES SIMONI, solteira, Empresária, , maior, residente nesta Capital à Rua José Eduardo de Moraes, 10, Belvedere, 3BH, filha de Fábio Simoni Júnior e Claudia Maria Guimarães Simoni.(667686) RODRIGO GONÇALVES DE SOUSA, DIVORCIADO, CONTADOR, maior, natural de Ibirité, MG, residente nesta Capital à Av. Amazonas, 699/1104, Centro, 3BH, filho de Paulo Afonso de Sousa e Gislane Maria Gonçalves de Sousa; e KAMILLA MAGALHÃES DE MACEDO, solteira, Supervisor Adm., , maior, residente nesta Capital à Av. Amazonas, 699/1104, Centro, 3BH, filha de Americo Lino de Macedo e Janete Maria Magalhães de Macedo.(667687) FELIPE ROCHA TANABE, SOLTEIRO, ANALISTA DE SISTEMAS, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. Ernane Agricola, 6/1301, Buritis, 4BH, filho de Kazuo Tanabe e Nancy da Consolação Rocha Tanabe; e MILENNA GONZALEZ SILVEIRA, divorciada, Administradora, , maior, residente nesta Capital à R. Gal. Andrade Neves, 389/201, Gutierrez, 3BH, filha de José Carmo da Silveira Filho e Monica Gonzalez Silveira.(667688) ADALCIR RIBEIRO LOPES, DIVORCIADO, EMPRESÁRIO, maior, natural de Perdões, MG, residente nesta Capital à Rua Alvarenga Peixoto, 300/701, Lourdes, 3BH, filho de Mauro Ribeiro Lopes e Maria Auxiliadora Lopes; e POLIANE DE PAIVA CAMPOS, solteira, Administradora, , maior, residente nesta Capital à Rua Doadora Eliane Stancioli, 30/101, Buritis, 4BH, filha de João Campos da Silva e Alaide de Paiva Badaró e Silva.(667689) Apresentaram os documentos exigidos pela Legislação em Vigor. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei. Lavra o presente para ser afixado em cartório e publicado pela imprensa Belo Horizonte, 28 de abril de 2014 OFICIAL DO REGISTRO CIVIL. 13 editais.

QUARTO SUBDISTRITO QUARTO SUBDISTRITO DE BELO HORIZONTE - AV. AMAZONAS, 4.666 - NOVA SUÍÇA - BELO HORIZONTE - MG - 31-3332-6847 Faz saber que pretendem casar-se : WASHINGTON GOMES DE CARVALHO, solteiro, serralheiro, nascido em 18/03/1992 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Estacio Rodrigues, 485, Havai, Belo Horizonte, filho de VICENTE PAULO DE CARVALHO e EVA GOMES DE CARVALHO Com CASSIA PIMENTA VIEIRA, solteira, estoquista, nascida em 01/04/1994 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Santa Maria, 97, Palmeiras, Belo Horizonte, filha de PAULO VIEIRA e ALMENI PIMENTA.// REGIS ABI ACL BICALHO, solteiro, economiario, nascido em 26/12/1980 em Sao Caetano Do Sul, SP, residente a Rua Junquilhos, 1181 302, Nova Suica, Belo Horizonte, filho de JORGE PEREIRA BICALHO e MARIA ABI ACL BICALHO Com ANA PAULA DE SOUSA, solteira, fisioterapeuta, nascida em 01/01/1980 em Oliveira, MG, residente a Rua Gavea, 167 204, Jardim America, Belo Horizonte, filha de JOSÉ CONSTANTINO DE SOUSA e ANTONIA MARIA DE JESUS SOUZA.// BRUNO AGUIAR KADOMOTO, solteiro, administrador, nascido em 28/12/1983 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Maria Heilbuth Surette, 561 201, Buritis, Belo Horizonte, filho de HARRY TADASHI KADOMOTO e MARIA AUXILIADORA DE MELO AGUIAR KADOMOTO Com FERNANDA BERLINI DA COSTA, solteira, farmaceutica, nascida em 28/06/1987 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Maria Heilbuth Surette, 561 201, Buritis, Belo Horizonte, filha de ROBERTO RODRIGUES DA COSTA e REJANE BERLINI DA COSTA.// PAULO ALVARENGA JUNQUEIRA JÚNIOR, solteiro, aeronauta, nascido em 02/03/1976 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Santos, 698, Jardim America, Belo Horizonte, filho de PAULO ALVARENGA JUNQUEIRA e MARIA EDITH CARVALHAIS JUNQUEIRA Com DANIELA BRUNA NOGUEIRA DOS SANTOS, solteira, contadora, nascida em 11/11/1986 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Santos, 698, Jardim America, Belo Horizonte, filha de PAULO CELSO DOS SANTOS e CARLA SUELY NOGUEIRA DOS SANTOS.// FERNANDO RAFAEL VALADAO PINTO, solteiro, piloto de aviao, nascido em 27/01/1984 em Volta Redonda, RJ, residente a Rua Manila, 301 403, Estrela Dalva, Belo Horizonte, filho de DIVINO FRANCISCO PINTO e ZELIA MARIA VALADAO PINTO Com ROGERIA ROCHA DE ALMEIDA, solteira, jornalista, nascida em 18/03/1983 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Manila, 301 403, Estrela Dalva, Belo Horizonte, filha de ROGÉRIO DE ALMEIDA e LUZ MARINA ROCHA DE ALMEIDA.// MANOEL FONSECA, solteiro, pedreiro, nascido em 10/05/1982 em Aguas Formosas, MG, residente a Rua Dantas, 21, Nova Granada, Belo Horizonte, filho de DURVAL FONSECA e BRISIA FERREIRA DAS NEVES Com AMANDA CARLA DE OLIVEIRA, solteira, operadora de caixa, nascida em 03/09/1977 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Alice, 128, Jardim America, Belo Horizonte, filha de LUIZ CARLOS ROSENDO DE OLIVEIRA e MAURA DE PAULA DE OLIVEIRA.// CLEBECY JHON SANTANA DE SOUZA, divorciado, analista de sistemas, nascido em 20/11/1971 em Macapa, AP, residente a Rua Maria Heilbuth Surette, 550 201, Buritis, Belo Horizonte, filho de JOÃO QUARESMA DE SOUZA e MARIA ONEIDE SANTANA DE SOUZA Com RUTHILENE GOMES MOURAO, solteira, analista ambiental, nascida em 22/10/1977 em Macapa, AP, residente a Rua Maria Heilbuth Surette, 550 201, Buritis, Belo Horizonte, filha de JONAS MOURAO e MARIA TEREZINHA GOMES MACHADO.// EDUARDO HENRIQUE FRANCISCO DA SILVA, solteiro, confeiteiro, nascido em 22/01/1991 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Chapinha, 240, Cabana, Belo Horizonte, filho de HENRIQUE FRANCISCO DA SILVA NETO e ANA LUCIA FRANCISCO DA SILVA Com RAQUEL RIBEIRO CARVALHO DA SILVA, solteira, auxiliar administrativo, nascida em 22/04/1996 em Ibirite, MG, residente a Rua Chapinha, 240, Cabana, Belo Horizonte, filha de LUMINATO SARDINHA DA SILVA e SUELI RIBEIRO CARVALHO DA SILVA.// ROBSON RAMOS ALKIMIM, divorciado, porteiro, nascido em 16/11/1967 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Deputado Sebastiao Nascimento, 176, Palmeiras, Belo Horizonte, filho de EDSON CARLOS ALKIMIM e NIVIA RAMOS ALKIMIM Com SIRLEI GOMES DA SILVA, solteira, domestica, nascida em 16/08/1975 em Sao Geraldo Do Baixio, MG, residente a Rua Deputado Sebastiao Nascimento, 176, Palmeiras, Belo Horizonte, filha de ANTÔNIO ROBERTO DA SILVA e MARIA ROBERTO DE AGUIAR.// Apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525 do Codigo Civil Brasileiro. Se alguem souber de algum impedimento, oponha-o na forma da lei. Belo Horizonte, 28/04/2014. Alexandrina De Albuquerque Rezende. Oficial do Registro Civil. 9 editais.

REGISTRO CIVIL DE SANTA LUZIA EDITAIS DE CASAMENTO - REGISTRO CIVIL DE SANTA LUZIA - REGISTRO CIVIL DE SANTA LUZIA LUCIANA RODRIGUES ANTUNES - OFICIAL DO REGISTRO CIVIL - RUA FLORIANO PEIXOTO, 451 TEL.: 3642-9344 - SANTA LUZIA - MINAS GERAIS Faz saber que pretendem casar-se GIOVANE ALVES RIBEIRO, solteiro, Autônomo, natural de Teófilo Otoni - MG, nascido em 02 de setembro de 1986, residente à Rua Dois, 15, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filho de RUTH ALVES RIBEIRO; e VANDERLÉIA DA CONCEIÇÃO MIRANDA, solteira, Do Lar, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 16 de dezembro de 1985, residente à Rua Dois, 15, Santa Matilde, Santa Luzia - MG, filha de NELSON LAZARO MIRANDA e DALVINA MARIA MIRANDA. FIDELCINO PEREIRA DOS SANTOS, solteiro, Caseiro, natural de Itanhém - BA, nascido em 04 de janeiro de 1982, residente à Rua Piauí, 613, Bonanza, Santa Luzia - MG, filho de SÉRGIO MOREIRA DOS SANTOS e ALMERINDA PEREIRA DOS SANTOS; e ADAILDE RODRIGUES DOS SANTOS, solteira, Do Lar, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 24 de fevereiro de 1984, residente à Rua Piauí, 613, Bonanza, Santa Luzia - MG, filha de OLICIO JONAS DOS SANTOS e CLEUZA RODRIGUES DOS SANTOS. CLAUDINEI EDUARDO DUARTE, solteiro, supervisor de logistica, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 26 de dezembro de 1983, residente à R. Desembargador Pedro Viana, 51, Esplanada, Santa Luzia - MG, filho de OSAIR EDUARDO DUARTE e MARIA JOSÉ SIQUEIRA DUARTE; e GÉSSICA LUÍZA DA SILVA ROSA, solteira, auxiliar operacional, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 23 de março de 1991, residente à R. Desembargador Pedro Viana, 51, Esplanada, Santa Luzia - MG, filha de EDSON DO CARMO ROSA e ROSÂNGELA APARECIDA DA SILVA. GILBERTO ALVES DOS SANTOS, solteiro, segurança, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 05 de abril de 1965, residente à Rua Francisco Dias Teixeira, 105/04, Nossa Senhora do Carmo, Santa Luzia - MG, filho de JOSÉ ALVES DOS SANTOS e LÊDA SILVA DOS SANTOS; e MARIDALVA PEREIRA CELESTINO DE OLIVEIRA, solteira, baby sister, natural de Caatiba - BA, nascida em 12 de maio de 1969, residente à Praça Luiz Carvalho de Freitas, 55, Morada do Rio, Santa Luzia MG, filha de FRANCISCO CELESTINO PEREIRA e HILDA PEREIRA CELESTINO DE OLIVEIRA. GUSTAVO OLIVEIRA ROCHA, solteiro, torneiro mecânico, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 20 de dezembro de 1986, residente à Rua Modestino Eloy, 121, Adeodato, Santa Luzia - MG, filho de SEBASTIÃO FRANCISCO DA ROCHA e MARIA INÊS OLIVEIRA ROCHA; e SILMARA GONÇALVES DE JESUS SANTOS, solteira, operadora de caixa, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 19 de setembro de 1989, residente à R. Modestino Eloy, 121, Adeodato, Santa Luzia - MG, filha de SILÊNIO GONÇALVES DE JESUS e MARIA DE JESUS SANTOS DE JESUS.

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GLAUCO VINÍCIUS GOUVÊA, solteiro, analista de suporte, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 22 de agosto de 1978, residente à R. do Serro, 1001 - casa 4, Centro, Santa Luzia - MG, filho de GILBERTO JORGE GOUVÊA e MARIA DAS DORES GOUVÊA; e ADRIANA SOUZA MOURA, solteira, recepcionista, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 01 de abril de 1987, residente à R. Albino José da Silva, 67, Nossa Senhora das Graças, Santa Luzia - MG, filha de GERCI FELISMINO DE MOURA e ANA MARIA DE SOUZA MOURA. SEBASTIÃO EUSTÁQUIO DE OLIVEIRA, viúvo, lavrador, natural de Teófilo Otoni - MG, nascido em 24 de junho de 1948, residente à Rua Padre Miguel Eugênio, 295, Capitão Eduardo, Santa Luzia - MG, filho de HERMANO EUSTÁQUIO DE OLIVEIRA e JOAQUINA MARIA DE JESUS; e ANGELA ZEFERINO DE OLIVEIRA, solteira, do lar, natural de Itaipé - MG, nascida em 11 de junho de 1967, residente à Rua Padre Miguel Eugênio, 295, Capitão Eduardo, Santa Luzia - MG, filha de MANOEL BASILIO DE OLIVEIRA e ORZELINA CONCEIÇÃO DE OLIVEIRA. JÚLIO GOMES ROSA, solteiro, servente, natural de Rio Casca - MG, nascido em 12 de janeiro de 1994, residente à R. Álvaro Teixeira Filho, 68, Frimisa, Santa Luzia - MG, filho de AMARILDO PEREIRA ROSA e ANDRÉIA APARECIDA GOMES ROSA; e KARINA SANTOS DE OLIVEIRA, solteira, do lar, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 10 de setembro de 1993, residente à R. Álvaro Teixeira Filho, 68, Frimisa, Santa Luzia - MG, filha de ELTON DE OLIVEIRA e NELZA SANTOS DA CONCEIÇÃO. GUILHERME FELIPE DA SILVA SANTOS, solteiro, fundidor, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 19 de novembro de 1992, residente à R. Alexandrina Maria de Oliveira, 62, Idulipê, Santa Luzia - MG, filho de BENEDITO FRANCISCO DOS SANTOS e SÔNIA DAS DORES SANTOS; e NATHALIA MACHADO BUENO, solteira, estudante, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 18 de junho de 1997, residente à Av. Senador Manoel Teixeira da Costa, 309, Idulipê, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ GERALDO GOMES BUENO e CLAUDIA REGINA MACHADO BUENO. LEANDRO DOS SANTOS PEREIRA, solteiro, montador, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 07 de setembro de 1991, residente à Rua Estrada do Bananal,nº 1.404, Bonanza, Santa Luzia - MG, filho de VALDIVIO JOSÉ PEREIRA e ANGELITA ALVES DOS SANTOS; e DÉBORA NELY MARTINS DE SOUZA, solteira, do lar, natural de Contagem - MG, nascida em 23 de junho de 1996, residente à Rua Estrada do Bananal,nº 1.404, Bonanza, Santa Luzia - MG, filha de CARLA NELY DE SOUZA ALMEIDA. EVANDO ARAÚJO DA SILVA, solteiro, pedreiro, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 14 de junho de 1970, residente à Rua Benvinda Eugênia da Conceição, 140, Centro, Santa Luzia - MG, filho de SEBASTIÃO MARÇAL DA SILVA e MARIANA DE ARAÚJO SILVA; e VANILZA MARIA SOARES, solteira, auxiliar de produção, natural de Santo Antônio do Grama - MG, nascida em 22 de setembro de 1969, residente à Rua Benvinda Eugênia da Conceição, 140, Centro, Santa Luzia - MG, filha de EDITE SOARES.

ANTÔNIO MARCOS FERNANDES DE SOUZA, solteiro, lavador de automóveis, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 10 de junho de 1979, residente à Rua dos Cravos, 123 - Chácara 4, Imperial, Santa Luzia - MG, filho de ERIOSVALDO PEREIRA DE SOUZA e JOANITA MARIA FERNANDES; e DANIELLE MILUETE COELHO DE ASSIS, solteira, auxiliar de cartório, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 14 de julho de 1987, residente à Rua dos Cravos, 123 - Chácara 4, Imperial, Santa Luzia - MG, filha de FRANCISCO NATALINO DE ASSIS e ANDRÉA MILUETE COELHO.

MARCÍLIO CONCEIÇÃO DA ROCHA AVELAR, solteiro, metalúrgico, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 20 de fevereiro de 1979, residente à Rua D, nº27, Frimisa, Santa Luzia - MG, filho de MEINALD AVELAR GUERRA e MARIA CLEMENTINA AVELAR; e SÔNIA REGINA DE OLIVEIRA, solteira, professora, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 12 de julho de 1965, residente à Av. Álvaro Sales, nº23, Frimisa, Santa Luzia MG, filha de JOSÉ LUIZ DE OLIVEIRA e BEMFICA GASPAR DE OLIVEIRA.

RAMON DE CÁSSIO DOS SANTOS SOUZA, solteiro, técnico em eletrônica, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 28 de outubro de 1990, residente à R. José Santana, 214, Santa Rita, Santa Luzia - MG, filho de DELI FERNANDES DE SOUZA e WALKIRIA JAQUELINE DOS SANTOS SOUZA; e PALLOMA ALVES PINTO, solteira, pedagoga, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 07 de setembro de 1988, residente à R. Sete, 122, Dona Rosarinha, Santa Luzia - MG, filha de ALEXANDRÉ MAGNO PINTO e ROSA AMÉLIA ALVES PINTO.

ALAN RODRIGUES SILVA, solteiro, almoxarife, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 10 de outubro de 1989, residente à R. Manoel Alves Branco, 64, Quarenta e Dois, Santa Luzia - MG, filho de JOSÉ RAIMUNDO RODRIGUES SILVA e MARIA DAS GRAÇAS RODRIGUES SILVA; e DARA FERNANDES ALVES SOARES, solteira, do lar, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 18 de janeiro de 1996, residente à R. Manoel Alves Branco, 64, Quarenta e Dois, Santa Luzia - MG, filha de LEONEL RIBEIRO SOARES NETO e LUCIMAR ALVES ANICETO SOARES.

LUIZ FLÁVIO DE AZEVEDO FRANCISCO, divorciado, aposentado, natural de Umuarama - PR, nascido em 08 de novembro de 1960, residente à R. Padre José Siqueira, 50, Adeodato, Santa Luzia - MG, filho de RANULFO FRANCISCO e MARINALVA DE AZEVEDO FRANCISCO; e SÔNIA REGINA RIBEIRO BARROS, divorciada, recepcionista, natural de Governador Valadares - MG, nascida em 29 de setembro de 1968, residente à R. Padre José Siqueira, 50, Adeodato, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ CARLOS DE BARROS e AMILTA RIBEIRO DE BARROS.

DEIVSON TIAGO VIEIRA, solteiro, operador de torno, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 29 de dezembro de 1981, residente à R. Esmeraldas, 723, Santa Mônica, Santa Luzia - MG, filho de DEUSDEDES COELHO VIEIRA e DALVA APARECIDA OLIVEIRA VIEIRA; e CAMILA IRACEMA DE OLIVEIRA RIBEIRO, solteira, enfermeira, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 25 de outubro de 1985, residente à R. Esmeraldas, 723, Santa Mônica, Santa Luzia - MG, filha de RICARDO DOS SANTOS RIBEIRO e CÉLIA MARIA DE OLIVEIRA.

RICARDO LUIZ DE SOUZA PEREIRA, solteiro, estudante, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 17 de junho de 1979, residente à R. Reni de Souza Lima, 62, Morada do Rio, Santa Luzia - MG, filho de ANTÔNIO LUIZ PEREIRA e NEUCY SILVIA DE SOUZA PEREIRA; e ISABELA DE ALMEIDA TEIXEIRA, solteira, arquiteta, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 27 de agosto de 1978, residente à R. Floriano Peixoto, 541, Centro, Santa Luzia - MG, filha de PAULO FRANCISCO DE ALMEIDA TEIXEIRA e MARIA BERNADETE DA GLÓRIA DE ALMEIDA TEIXEIRA.

GERALDO MAGELA MOREIRA, solteiro, balconista, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 11 de março de 1979, residente à Rua São Geraldo, 115, Barreiro do Amaral, Santa Luzia - MG, filho de ANTÔNIO MOREIRA NETO e ISABEL TELESFORO MOREIRA; e DENISE MARTINS DE ALMEIDA, solteira, técnica em enfermagem, natural de Coronel Fabriciano - MG, nascida em 01 de novembro de 1979, residente à Rua VZ, 47, Frimisa, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ MARTINS FILHO e MARIA MARGARIDA MARTINS.

LEONARDO PESSOA DE SOUZA, solteiro, técnico em eletrotécnica, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 07 de janeiro de 1991, residente à R. Alto do Tanque, 1730, Morada do Rio, Santa Luzia - MG, filho de RUI LUZAER DE SOUZA e CLEIDE DE LIMA PESSOA DE SOUZA; e NICOLE PIRES MACIEL, solteira, professora, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 05 de dezembro de 1991, residente à R. Manoel João Batista, 310, Córrego Frio, Santa Luzia - MG, filha de RAINER HENRIQUES MACIEL e ROSANA PIRES HENRIQUES MACIEL. JACK DEMPSEY DE ANDRADE SILVA JÚNIOR, solteiro, autonômo, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 03 de janeiro de 1967, residente à Rua Baldim, nº 312, Rio das Velhas, Santa Luzia - MG, filho de JACK DEMPSEY DE ANDRADE SILVA e IONICE MARIA DE JESUS SILVA; e ISABEL APARECIDA DA COSTA, solteira, cozinheira, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 08 de julho de 1958, residente à Rua Baldim, nº 312, Rio das Velhas, Santa Luzia - MG, filha de ANTÔNIO OSÓRIO DA COSTA. ALEXANDRÉ DE OLIVEIRA, solteiro , operador de máquinas, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 02 de julho de 1983, residente à Rua Madre Chiquinha, 78, Santa Rita, Santa Luzia - MG, filho de ELIO DE OLIVEIRA e MARIA RITA DAMASCENA DE OLIVEIRA; e ROSILDA MARIA DE JESUS, solteira , autônoma, natural de Santa Cruz de Salinas - MG, nascida em 21 de novembro de 1980, residente à Rua Madre Chiquinha, 78, Santa Rita, Santa Luzia - MG, filha de SABINO PROCÓPIO DE BRITO e SANTA MARIA DE JESUS. AGNALDO JOSÉ PIMENTEL, solteiro, eletrecista, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 24 de janeiro de 1978, residente à R. Prof. Domingos Ornelas, 203, Idulipê, Santa Luzia - MG, filho de ANTÔNIO MARTINS PIMENTEL e MARIA TEOTONIA PIMENTEL; e GENEVIVE ANDRADA DE ABREU, solteira, bombeiro militar, natural de Januaria - MG, nascida em 06 de dezembro de 1985, residente à R. Francisco Viana Santos, 82, Esplanada, Santa Luzia - MG, filha de ÁLVARO RODRIGUES DE ABREU e LÍVIA DE OLIVEIRA ANDRADA DE ABREU. FERNANDO NOGUEIRA LIMA JÚNIOR, solteiro, servidor público, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 06 de abril de 1988, residente à Avenida Raul Teixeira da Costa Sobrinho, 823, Adeodato, Santa Luzia - MG, filho de FERNANDO NOGUEIRA LIMA e RITA DE CÁSSIA MACHADO MAIA LIMA; e CAMILLA APARECIDA SILVA DE OLIVEIRA, solteira, cirurgiã dentista, natural de Belo Horizonte - MG, nascida em 12 de janeiro de 1990, residente à Rua Dr. Ari Teixeira da Costa, 644, Santa Mônica, Santa Luzia - MG, filha de JOÃO LUIZ DE OLIVEIRA e EDNA LÚCIA DA SILVA OLIVEIRA. GERALDO DIAS JÚNIOR, solteiro, metalúrgico, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 28 de agosto de 1984, residente à R. José Pedro Carvalho, 737, Ponte Pequena, Santa Luzia - MG, filho de GERALDO DIAS e CLEUDE MARIA DAS GRAÇAS DOS SANTOS; e HELEN CRISTINA RUAS DA SILVA, solteira, cabeleireira, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 03 de abril de 1990, residente à Rua Três, 67, Ponte Pequena, Santa Luzia MG, filha de PAULO CÉSAR DA SILVA e SHEYLA APARECIDA RUAS. JARDESON HENRIQUE DIAS NASCIMENTO, solteiro, servente, natural de Santa Luzia - MG, nascido em 10 de outubro de 1991, residente à Rua dos Tucanos, nº 226, Maria Adélia, Santa Luzia - MG, filho de PAULO ROBERTO DO NASCIMENTO e KÁTIA CILENE APARECIDA DIAS; e CÁSSIA ROBERTA DE LIMA, solteira, do lar, natural de Palmares - PE, nascida em 20 de setembro de 1985, residente à Rua dos Tucanos, nº 226, Maria Adélia, Santa Luzia - MG, filha de LUIZ PEREIRA DE LIMA e ANTÔNIA SEVERINA DA SILVA. NORBERTO ALVES DE SOUSA, solteiro, eletricista, natural de Bocaiuva - MG, nascido em 25 de agosto de 1990, residente à R. dos Bem-te-vis, 102, Maria Adélia, Santa Luzia - MG, filho de JOAQUIM ALVES DE SOUSA e MARIA GERALDA DE SOUSA; e ISABELA AMORIM SILVA, solteira, eletrotécnica, natural de Santa Luzia MG, nascida em 28 de maio de 1992, residente à R. Raimundo Nogueira, 113 B, Bela Vista, Santa Luzia MG, filha de WILSON ASSUNÇÃO SILVA e GISLEY PEREIRA AMORIM SILVA. GERALDO ANTÔNIO ALMEIDA, solteiro, aposentado, natural de Gouveia - MG, nascido em 25 de maio de 1966, residente à rua Baldim, 842, Morada do Rio, Santa Luzia - MG, filho de ANTÔNIO GERALDO ALMEIDA e CONSUELITA MENDES DE MOURA; e ELIANA SOARES MACHADO, divorciada, vendedora, natural de Frei Jorge - MG, nascida em 05 de março de 1973, residente à rua Baldim, 871/203 - bl. 01, Morada do Rio, Santa Luzia - MG, filha de ARGENTINO XAVIER SOARES e MARINA SOARES MACHADO. KLEVERSON HERMAN DE SOUZA, solteiro, eletricista de manutenção, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 22 de fevereiro de 1980, residente à Rua José Pedro de Carvalho, 702, Ponte Pequena, Santa Luzia - MG, filho de JOÃO VENTURA DE SOUZA e MARIA CLEUZA LIMA DE SOUZA; e MARCELA APARECIDA DE JESUS, solteira, técnico em enfermagem, natural de Bom Sucesso - MG, nascida em 22 de outubro de 1981, residente à Rua dos Flamingos, 48, Maria Adélia, Santa Luzia - MG, filha de MARIA DAS DORES DE JESUS.

ANDERSON CARLOS PAIVA, solteiro, empresário, natural de Dom Silverio - MG, nascido em 13 de fevereiro de 1984, residente à Rua do Serro, nº788, Centro, Santa Luzia - MG, filho de ELISIÁRIO ALVES DE PAIVA e MARIA DE LOURDES PAIVA; e RITA DE CÁSSIA DINIZ COSTA, divorciada, empresária, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 30 de setembro de 1965, residente à Rua do Serro, nº788, Centro, Santa Luzia - MG, filha de MÁRIO COSTA e ROSALINA SOARES DINIZ COSTA. ROOSEVELT ALMEIDA SILVA, divorciado, porteiro, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 04 de abril de 1980, residente à R. João Miranda, 134, Córrego das Calçadas, Santa Luzia - MG, filho de ARNALDO ALMEIDA SILVA e NILIA MARIA CÂNDIDO ALMEIDA SILVA; e KÁTIA CARLA INÁCIO, solteira, assistente de DP, natural de Santa Luzia - MG, nascida em 25 de março de 1973, residente à R. João Miranda, 134, Córrego das Calçadas, Santa Luzia - MG, filha de JOSÉ INÁCIO DA CRUZ e ZULEICA DE SOUSA COSTA. GLEITON DOS SANTOS GONÇALVES, solteiro, pedreiro, natural de Timoteo - MG, nascido em 19 de fevereiro de 1986, residente à Rua E, nº 30, Frimisa, Santa Luzia - MG, filho de JOSÉ DA SILVA GONÇALVES e ROSÁLIA LOURDES DOS SANTOS; e NOEMIA MENDES, divorciada, auxiliar de serviços gerais, natural de Arapongas - PR, nascida em 08 de maio de 1971, residente à Rua E, nº30, Frimisa, Santa Luzia - MG, filha de WILSON MENDES e ILMA FRANCISCA MENDES. PAULO ENRIQUE SANTOS MOREIRA, solteiro, vigilante, natural de Belo Horizonte - MG, nascido em 30 de julho de 1982, residente à Av. Presidente Carlos Luz, 325, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filho de JOSÉ EUSTÁQUIO MOREIRA e MARIA RITA DOS SANTOS MOREIRA; e POLIANA DIANA SILVA DE OLIVEIRA, solteira, analista de crédito, natural de Belo Horizonte MG, nascida em 21 de fevereiro de 1986, residente à Av. Presidente Carlos Luz, 325, Boa Esperança, Santa Luzia - MG, filha de IRACI JOSÉ DE OLIVEIRA e ERIANE DE CÁSSIA SILVA. Santa Luzia, 29 de abril de 2014. Luciana Rodrigues Antunes - Oficial do Registro Civil 33 editais.

 EDITAIS DE NOTIFICAÇAO PRIMEIRO TABELIONATO 1º TABELIONATO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS DE DÍVIDA DE BELO HORIZONTE TABELIÃO: LUIZ MÁRCIO FERREIRA DE CARVALHO - RUA DA BAHIA, 478 LJ 10 - CEP 30160.010 - FONE (31) 3212-1455. HORÁRIO DE ATENDIMENTO: DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, DAS 09h ÀS 12h E 13h ÀS 17h OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART.15, DA LEI Nº 9.492, DE 10/09/1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS NOTIFICADAS PARA, DENTRO DO PRAZO LEGAL DE 03 (TRÊS) DIAS ÚTEIS, A CONTAR DA DATA DE PÚBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONATO AFIM DEPAGAR OSTÍTULOSOU DOCUMENTOS DE DÍVIDA QUE SE SEGUEM OU DAR AS RAZÕES, POR ESCRITO, POR QUE NÃO O FAZEM,FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO. PRAZO FINAL PARA O PAGAMENTO: 05/05/2014. DEVEDOR: JOSÉ DA LUZ SILVA - ENDEREÇO: RUA CORONEL SEVERIANO 757 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30620-150 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.470. DEVEDOR: R CAMARGO ME - ENDEREÇO: AVENIDA ANTÔNIO ABRAHAO CARAM, 1001, L - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 31275-000 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.475. DEVEDOR: COMPANHIA DO SOFA LTDA. - ENDEREÇO: AV. MAJOR DELFINO DE PAULA, 2330 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31255-170 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.477. DEVEDOR: ADA COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. ENDEREÇO: R DESEMBARGADOR JOSÉ SATYRO,302-LOJA - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30840-490 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.479. DEVEDOR: COMPANHIA DO SOFA LTDA. - ENDEREÇO: AV. MAJOR DELFINO DE PAULA, 2330 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31255-170 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.481. DEVEDOR: PAULO RICARDO COELHO QUEIROZ ENDEREÇO: R. CORONEL JOÃO MOREIRA, 400 LJ.04 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31742-042 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.505.


BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2014

FÓRUM

PRIMEIRO TABELIONATO DEVEDOR: D L T DISTRIB DE BEB BAR E REST ENDEREÇO: RUA PIUMI, 570 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31035-400 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.510. DEVEDOR: TRANSPOSUL TRANSPORTES LTDA. ENDEREÇO: AVENIDA MARCELO DINIZ XAVIER,430 DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30855-075 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.538. DEVEDOR: COND DO EDIF MANUELA - ENDEREÇO: RUA AZURITA, 45, APTO 301 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31010-040 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.539. DEVEDOR: TIAGO DE SANTANAREPRESENTAÇÕES EIRELLI M - ENDEREÇO: RUA COROMANDEL,13 SALA 201 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31140-100 - UF: MG PROTOCOLO: 102.813.547. DEVEDOR: FLAMINI MOTO PEÇAS EIRELI - ENDEREÇO: AV DOM PEDRO 1,3300 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31710-000 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.572. DEVEDOR: VICENTE LOPES DEPAULA - ENDEREÇO: RUA PEDRA FILOSOFAL 125 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BHTE - CEP: 31573-160 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.573. DEVEDOR: R C PAPELARIA COMÉRCIO LTDA. ENDEREÇO: AV CEARA 893 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30150-311 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.586 DEVEDOR: GLICIANE MARQUES DE OLIVEIRA ENDEREÇO: RUA JOVELINO LACERDA,141 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31950-070 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.599. DEVEDOR: ARTE DE REPARO LTDA. - ENDEREÇO: AVENIDA PORTUGAL 4140 ITAPOA BELO HORIZO DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31710-400 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.602. DEVEDOR: MARIA BARBOZA LEITE - ENDEREÇO: AVENIDA AFONSO PENA, 745 - LOJA - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 30130-003 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.608. DEVEDOR: THE BIKE BROS COMERCIAL LTDA. ME - ENDEREÇO: RUA VITORIO MARCOLA 203 LJ 03 E 04 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30310-360 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.614. DEVEDOR: CLEITON DA SILVA SOUZA - ENDEREÇO: PROF. ALVARENGA 46 APT.101 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31155-740 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.629. DEVEDOR: SINESIA JAQUELINE DE JESUS SILVA ENDEREÇO: RUA BARAO DE MACAUBAS, 157/102 DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30350-090 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.636. DEVEDOR: MARIA NUNES DA SILVA - ENDEREÇO: RUA MINAS GERAIS 367 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30330-900 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.640. DEVEDOR: GERAIS CABINES E ACESSÓRIOS LTDA. - ENDEREÇO: AV CRISTIANO MACHADO 10340 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31744-522 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.647. DEVEDOR: RISK OUT CENTRO AUTOMOTIVO LTDA. - ENDEREÇO: AV. CONTORNO, 2424 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 30112-020 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.648. DEVEDOR: FERNANDES SALLES LTDA. ME - ENDEREÇO: AVENIDA OLEGARIO MACIEL,742 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30180-110 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.655. DEVEDOR: BIANOR RODRIGUES DE FREITAS JÚNIOR - ENDEREÇO: AV PROFESSOR MILTON LAGE 95 CS BELO HORI - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31230-470 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.656. DEVEDOR: PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS - ENDEREÇO: CARANDAI 930 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30130-060 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.661. DEVEDOR: RACCO EQUIPAMENTOS LTDA. - ENDEREÇO: RUA MAR DE ESPANHA 570 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 30330-270 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.662.

DEVEDOR: SANE ENGENHARIA - ENDEREÇO: RUA KEPLER, 57 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30360-240 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.866. DEVEDOR: FINANC SERV DE COBRAN E INF C ENDEREÇO: RUA TENENTE BRITO MELO, 342 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30180-070 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.869. DEVEDOR: EDUARDO BATISTA MATOS - ENDEREÇO: RUA PADRE CANDINHO, N : 120 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 31110-745 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.870. DEVEDOR: ELIZETE PRATES BORGES - ENDEREÇO: RUA ONZE DE SETEMBRO, N :255 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30451-616 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.871. DEVEDOR: ANDRÉIA COSTA SANTOS - ENDEREÇO: RUA LEO MARENTE, N :55 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30810-090 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.873. DEVEDOR: APARECIDA SOARES - ENDEREÇO: R BARRA DA TIJUCA, 11 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31575-250 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.886. DEVEDOR: TRAMM LOCACAO DE EQUIPAMENTOS LTDA. - ENDEREÇO: RUA RIO POMBA 1695 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30720-290 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.888. DEVEDOR: ALEXANDRÉ EVARISTO SEPTIMO ME ENDEREÇO: RUA DOUTOR BALEEIRO N 340 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30750-040 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.891. DEVEDOR: MARIA APARECIDA DE OLIVEIRA - ENDEREÇO: RUA MONTE PASCOAL, 165 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 31150-350 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.904. DEVEDOR: NASCIMENTO TRATORES LTDAME ENDEREÇO: RUA BRAS 25 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30457-360 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.907. DEVEDOR: JOSUE TORINO DA SILVA - ENDEREÇO: CAPITAO SÉRGIO PIRES,62 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31615-640 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.909 DEVEDOR: DEIJAVAN RODRIGUES VELOSO - ENDEREÇO: RUA JOSÉ SANGUINETE 150 APT 301 BL - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31515-220 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.916. DEVEDOR: YURI GARCIA BRANDAO DA SILVA ENDEREÇO: RUA BARAO DE SARAMENHA 523, - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30492-040 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.919. DEVEDOR: CONSTRUTORA OLIVEIRA RIBEIRO LTDA. - ENDEREÇO: AVENIDA NOSSA SENHORA DO CARMO 221, - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30310-000 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.928. DEVEDOR: MARILENE PEREIRA TAVARES - ENDEREÇO: RUA HENRIQUE HORTA 1189 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31720-400 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.931 BELO HORIZONTE, 29 DE ABRIL DE 2014. O TABELIÃO. EDITAIS: 62

SEGUNDO TABELIONATO 2º TABELIONATO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS DE DÍVIDA DE BELO HORIZONTE. TABELIÃO: BEL. JOSÉ MARIA DE ALKMIM FILHO. TABELIÃO SUBSTITUTO: BEL. ALBERTO FLÁVIO DORNAS DE ALKMIM. - RUA ESPÍRITO SANTO, 845 SOBRE LOJA 37 - FONE: 31 3273-6333. - 30160-921 BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS. - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: DE 09(NOVE) ÀS 17 (DEZESSETE) HORAS. - DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA. OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART. 15, DA LEI No 9.492, DE 10.09.1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS NOTIFICADAS PARA, DENTRO DO PRAZO LEGAL DE 03 (TRÊS) DIAS ÚTEIS, A CONTAR DA DATA DE PÚBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONATO A FIM DE PAGAR OS TÍTULOS OU DOCUMENTOS DE DÍVIDA QUE SE SEGUEM OU DAR AS RAZÕES, POR ESCRITO, POR QUE NÃO O FAZEM, FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO. PRAZO FINAL PARA O PAGAMENTO: 05/05/2014

DEVEDOR: INSET ON LINE HL EMPREENDIMENTOS LTDA. - ENDEREÇO: RUA CONTENDAS, 25 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30411-255 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.665.

DEVEDOR: ACO CONSTRUTORA LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: AVENIDA GETULIO VARGAS 446 SALA 402 /406 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30112020. Protocolo: 202.811.076.

DEVEDOR: MIX EDITORA GRÁFICA LTDA. - ENDEREÇO: RUA MATO GROSSO, 266 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30190-080 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.670

DEVEDOR: ALEXANDRA OLIVEIRA MATA 02962478638 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: AVENIDA ITAITE 262 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31050550. Protocolo: 202.810.987.

DEVEDOR: MARIA DE MINAS PRODUTOS ART LTDA. ME - ENDEREÇO: RUA PROFESSOR ESTEVAO PINTO 1161 LJ01 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30210-580 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.676. DEVEDOR: MFG COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. ENDEREÇO: RUA FREI LEOPOLDO, 20 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31310-190 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.687. DEVEDOR: EVA BARBOSA GOMES - ENDEREÇO: RUA MOGI DAS CRUZES, 191 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31573-120 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.708. DEVEDOR: MARIA DE FATIMA SOUZA - ENDEREÇO: RUA ALBANIA,13 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31620-000 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.717. DEVEDOR: IVAN LUIZ DA FONSECA - ENDEREÇO: RUA JEQUITIBA 19 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31150-290 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.718. DEVEDOR: AILTON FRANCISCO DA SILVA - ENDEREÇO: RUA BASTOS, 65 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30881-270 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.741. DEVEDOR: MATHEUS ALVES SHUCH - ENDEREÇO: RUA SÃO JORGE, 118 APTO 404 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30710-110 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.744. DEVEDOR: L L TELECOMUNICAÇÕES E SERVIÇO ENDEREÇO: RUA QUINANTE 79 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31610-250 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.746. DEVEDOR: LEONARDO ALBERTO P MACHADO ENDEREÇO: AV FRANCISCO SA 1210 SALA 02 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30441-018 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.753. DEVEDOR: GILMAR JOSÉ FERREIRA - ENDEREÇO: RUA SÉRGIO MIRANDA MOREIRA, 580 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31320-060 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.758. DEVEDOR: CENTRO DE DIAGNÓSTICO FAC POR ENDEREÇO: RUA GODOFREDO DE ARAÚJO, 182 DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31035-520 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.773. DEVEDOR: SANTA ROSA ACESSÓRIOS DA MODA ENDEREÇO: R CIRO VAZ DE MELO, 571, LOJA:11; DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31255-840 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.807. DEVEDOR: CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO COMERCI ENDEREÇO: AVENID DO CONTORNO 3372 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30110-022 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.810. DEVEDOR: DR IGOR DE CASTRO ALVES MONTEI ENDEREÇO: RUA AFONSO XIII, 488 BLD D APTO 302 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30441-061 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.813.

DEVEDOR: ANTÔNIO FRANCISCO DE SOUZA NETO - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA JOSÉ SANGUINTE BL/04 117 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31515220. Protocolo: 202.810.945. DEVEDOR: CAMPO EMPREENDIMENTOS LTDA. DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA CONDE LINHARES 838 CIDADE JARDIM - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30380262. Protocolo: 202.811.102. DEVEDOR: CAMPO EMPREENDIMENTOS LTDA. DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA CONDE LINHARES 838 CIDADE JARDIM - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30380262. Protocolo: 202.811.103. DEVEDOR: CHOPPLANDIA LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: AV AUGUSTO DE LIMA 18 BH - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG CEP: 30190000. Protocolo: 202.811.004. DEVEDOR: DIEGO FELLIPE DA SILVA GONÇALVES DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA OSWALDO DE SOUZA 36, - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30850400. Protocolo: 202.811.090. DEVEDOR: DIEGO FELLIPE DA SILVA GONÇALVES DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA OSWALDO DE SOUZA 36 CASA, - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30850400. Protocolo: 202.811.097. DEVEDOR: DIGITAL RELOGIO DE PONTO LTDA. DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: AVENIDA ABILIO MACHADO 510 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30820272. Protocolo: 202.811.041. DEVEDOR: ELECTRIQUE INST. E CONS LTDA. - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA MACHADO, 451 CASA 02 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31110080. Protocolo: 202.811.092. DEVEDOR: FABIANE DE PAULA VILELA 01494583631 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA ATAULFO ALVES 41 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31842505. Protocolo: 202.811.007. DEVEDOR: GERAIS CABINES PEÇAS E ACESSÓRIOS LTD - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 ENDEREÇO: AV. CRISTIANO MACHADO 10340 CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31742002. Protocolo: 202.810.996. DEVEDOR: IMPLANTODONTIA MINAS GERAIS LT DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: AV DO CONTORNO N 6195 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30110110. Protocolo: 202.811.054. DEVEDOR: JAMES ALMEIDA SANTOS 11730120601 DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: BECO TIO LOURO,10 LOJA 01 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31985640. Protocolo: 202.810.955. DEVEDOR: JOAQUIM ARNALDO PEREIRA DA SILVA DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA SÃO JULIAO 455/302 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31140230. Protocolo: 202.811.099. DEVEDOR: JOSÉ RICARDO DE AVELLAR - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: FAZ. NOSSA SENH DE FATIMA,389 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30170012. Protocolo: 202.810.965.

DEVEDOR: RODRIGO CARDOSO CANCADO - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA CLAUDIO MANOEL 750 APTO 901 FUNCIONARIOS CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30140100. Protocolo: 202.811.107.

DEVEDOR(A): FERREIRA SETTE ENGENHARIA E ARQUITETURA - ENDEREÇO: AV NOSSA SENHORA DO CARMO 1061 - SION - BELO HORIZONTE-MG CEP: 30310-000 - Apontamento: 31811343 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR: ROGÉRIO CÉSAR DA SILVA FERREIRA DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: R ENG ALUISIO ROCHA 195 AP 202 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30575260. Protocolo: 202.811.089.

DEVEDOR(A): VIANA SERVICE ASSISTÊNCIA TECN ENDEREÇO: AVENIDA PRESIDENTE TANCREDO NEVES - 3 - CASTELO BHTE - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31330-430 - Apontamento: 31811383 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR: ROSANA GODOY DA SILVA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: R CLELIA 56 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31530540. Protocolo: 202.811.098.

DEVEDOR(A): MAX FERRAGENS LTDA. - ENDEREÇO: RUA TAMOIOS, 899 - CENTRO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30120-050 - Apontamento: 31811403 DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR: ROSANGELA DE FATIMA OLIVEIRA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA IRENA SENDLER 211 CONJ CONFISCO - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31360517. Protocolo: 202.811.106.

DEVEDOR(A): NATURALE VITTA LTDA. - ENDEREÇO: AV CRISTIANO MACHADO 1950 LJ 03 - CIDADE NOVA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31170-800 - Apontamento: 31811438 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR: S & G COMÉRCIO DE CALÇADOS & ACESSORI - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 ENDEREÇO: RUA RIO DE JANEIRO, 910 LJ 51 B CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30160041. Protocolo: 202.810.969. DEVEDOR: SUSHI SAVASSI RESTAURANTE LTDA. DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA FERNANDES TOURINHO 97 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30112000. Protocolo: 202.811.064. DEVEDOR: TATIANA MARA DAMASO - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA GRAFITO, 100 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG CEP: 31010150. Protocolo: 202.811.006. DEVEDOR: WANDERLEY SANTOS LACERDA 04943665675 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA ERICO VERISSIMO,1688 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 31535094. Protocolo: 202.811.096. BELO HORIZONTE, 29 DE ABRIL DE 2014. JOSÉ MARIA DE ALKMIM FILHO. 2º TABELIÃO DE PROTESTO. 29 editais.

TERCEIRO TABELIONATO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 3º TABELIONATO DE PROTESTO DE TÍTULOS DE BELO HORIZONTE - DOMINGO PIETRANGELO RITONDO TABELIÃO - RUA DOS TUPIS, Nº 457 - LOJA - CEP 30.190-060 - FONE (31)3274-2549 EDITAL DE INTIMAÇÃO Em razão de as pessoas indicadas para aceitar ou pagar os títulos serem desconhecidas, suas localizações incertas ou ignoradas, forem residentes ou domiciliadas fora da competência territorial do Tabelionato, ou, ainda, não se dispuserem a receber a intimação nos endereços fornecidos pelos apresentantes, faço saber aos que o presente EDITAL DE INTIMAÇÃO virem que deram entrada para protesto os seguintes títulos, ficando intimados os respectivos responsáveis a pagar ou dar as razões por que não o fazem, dentro do prazo legal de 3 (três) dias úteis, após a publicação deste EDITAL. PRAZO FINAL PARA PAGAMENTO: 05/05/2014. DEVEDOR(A): VAPT VUPT TRANSPORTES LTDA. ME - ENDEREÇO: RUA SANTO MONTE 577 - SANTO ANTÔNIO - DIVINOPOLIS-MG - CEP: 35502-036 Apontamento: 31810058 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 16/04/2014 DEVEDOR(A): GLICERIO DE SOUSA JARDIM - ENDEREÇO: RUA SANTO MONTE 577 - SANTO ANTÔNIO DIVINOPOLIS-MG - CEP: 35502-036 - Apontamento: 31810058 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 16/04/2014 DEVEDOR(A): ORLANDO SOUSA JARDIM - ENDEREÇO: RUA SANTO MONTE 577 - SANTO ANTÔNIO DIVINOPOLIS-MG - CEP: 35502-036 - Apontamento: 31810058 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 16/04/2014 DEVEDOR(A): SOUJAR ASSISTÊNCIA EM TRANSPORTES LTDA. ME - ENDEREÇO: RUA SANTO MONTE 577 - SANTO ANTÔNIO - DIVINOPOLIS-MG CEP: 35502-036 - Apontamento: 31810058 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 16/04/2014 DEVEDOR(A): FERRAMIG COM DE FERRAMENTAS LTDA. - ENDEREÇO: R TUPIS 1310 - BARRO PRETO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30190-062 - Apontamento: 31810480 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 DEVEDOR(A): COMERCIAL JB COSTA LTDA. - ME ENDEREÇO: RUA MARA NHAO,231 - SANTA EFIGENIA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30150-250 - Apontamento: 31810493 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 DEVEDOR(A): LA STAMPA UNIFORMES LTDA. ME ENDEREÇO: AVENIDA AMAZONAS,2904 LJ 212 PRADO - BELO HORIZONTE-MG - CEP:30411-186 Apontamento: 31810497 - DATA DE APRESENTA��ÃO: 17/04/2014 DEVEDOR(A): CAESE COMANDOS AUTOMAÇÃO E SOLUÇÕES - ENDEREÇO: RUA MARIO CAMPOS, 175 - INCONFIDENCIA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30820-280 - Apontamento: 31810505 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 DEVEDOR(A): JORGE EMANUEL T CERQUEIRA ENDEREÇO: R ITABIRA644CASA - LAGOINHA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31110-340 - Apontamento: 31810525 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 DEVEDOR(A): CARLA DE OLIVEIRA DA PAIXÃO ENDEREÇO: R. KLEPER, 57 CONJ 01 - SANTA LUCIA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30360-240 - Apontamento: 31810562 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 DEVEDOR(A): JR GESSO SOUZA LTDA. - ENDEREÇO: R TEBAS 224 - VERA CRUZ - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30285-110 - Apontamento: 31810578 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 DEVEDOR(A): MÁRCIO GALAN - ENDEREÇO: R. TENENTE ANASTACIO DE MOURA, 91/303 - STA EFIGENIA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30240-390 Apontamento: 31810587 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014

DEVEDOR(A): ATHENAS TRANSPORTES E LOCACAO - ENDEREÇO: RUA BRINCO-DE-PRINCESA,10 FREI LEOPOLDO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31746-065 - Apontamento: 31811446 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): JJL SEGURANÇA ELETRONICA LTDA. - ENDEREÇO: RUA MANTENA,370 LJ 02 - OURO PRETO - BH-MG - CEP: 31310-430 - Apontamento: 31811453 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): ATLAS COM DE ALIM E BEBIDAS ENDEREÇO: AVENIDA PRESIDENTE CARLOS LUZ,3001 LJ 3122 NI - CAICARAS - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31250-900 - Apontamento: 31811464 DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): COMERCIAL CIRILO LTDA. - ENDEREÇO: AV. ABILIO MACHADO, 3041 - SÃO SALVADOR BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30830-000 - Apontamento: 31811475 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): ARTE E PISO LTDA. ME - ENDEREÇO: AVENIDA DO CONTORNO, N 9.419 LETRA A - BARRO PRET - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30110-063 Apontamento: 31811478 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): CERAS PAULISTAS END E DISTRIBU ENDEREÇO: R: PEFRA PRECIOSA 55 E - RIO BRANCO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31570-580 - Apontamento: 31811479 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): GER CABINES PEÇAS ACESSÓRIOS L - ENDEREÇO: AV. CRISTIANO MACHADO,10354 FLORAMAR - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31742002 - Apontamento: 31811489 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): TRATORCOLT TRATORES E PEÇAS LT - ENDEREÇO: AV DOS ESPORTES 720 - PADRE EUSTAQ - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30730-070 - Apontamento: 31811513 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): HACER ACOES EMPRESARIAIS LTDA. - ENDEREÇO: RUA NAZARENO 137 - CAICARAS BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30775-130 - Apontamento: 31811520 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): MINERAÇÃO SERRAS DO OESTE LTDA. - ENDEREÇO: RUA FERNANDES TOURINHO, 487 - - FUNCIONARIOS - BELO HORIZONTE-MG CEP: 30112-000 - Apontamento: 31811534 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): TKA PARTICIPAÇÕES - ENDEREÇO: R CEARA 1232 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30150311 - Apontamento: 31811535 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): AGC PARTICIPAÇÕES - ENDEREÇO: R PROF ANTÔNIO ALEIXO 531 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30180-150 - Apontamento: 31811536 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): SUPRERMA DIGITAL - ENDEREÇO: AV AMAZONAS, 8786 - JARDINOPILIS - BELO HORIOZNTE-MG - CEP: 30510-000 - Apontamento: 31811541 DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): INEQ INSTALACOES DE EQUIP.INDUSTRIAIS LT - ENDEREÇO: R. VITOR GONÇALVES,187 - FLORAMAR - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31840440 - Apontamento: 31811570 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): WALTER JUNIO RODRIGUES DE SOUZA - ENDEREÇO: RUA TAPERA 636 - CASA CONCEICAO DO MATO DE-MG - CEP: 35860-000 Apontamento: 31806837 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 01/04/2014 DEVEDOR(A): DRAWTEC PROJETOS LTDA. - ENDEREÇO: RUA CANARIAS, 800/202 - STA BRANCA BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31560-050 - Apontamento: 31810406 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 É o presente EDITAL expedido e publicado de acordo com o disposto na Lei nº 9.492, de 10.09.97, no artigo 15, º 1º, e afixado em lugar visível na sede deste 3º Tabelionato de Protesto de Títulos de Belo Horizonte, na mesma data. HORÁRIO DE EXPEDIENTE: 09:00 às 12:00 e 13:00 às 17:00 horas. Belo Horizonte, 28 de abril de 2014. Cátia Helena da Silva - Escrevente 47 editais.

QUARTO TABELIONATO 4º TABELIONATO DE PROT. DE DOC. DE DÍVIDA DE B. HTE. - AV. ÁLVARES CABRAL, 970 - LOURDES CEP: 30170-001 - HORÁRIO DE ATENDIMENTO: SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, DAS 09 AS 12 HS E DAS 13 AS 17 HS OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART. 15, DA LEI 9492, DE 10 DE SETEMBRO DE 1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS OTIFICADAS PARA, NO PRAZO DE 03 (TRÊS) DIAS ÚTEIS, A CONTAR DA DATA DA PÚBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONATO A FIM DE PAGAR OS DOCUMENTOS QUE SE SEGUEM, FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO, CASO NÃO O FAÇAM. PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO. NÃO SERÁ ACEITO NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO. PRAZO FINAL DE PAGAMENTO: 05/05/2014

DEVEDOR(A): MARIANA MARQUES DE ARAÚJO ENDEREÇO: NOVA GRANADA,20, - BOA VISTA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31060-260 - Apontamento: 31810610 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014

DEVEDOR(A): ACACIO DE MATOS - ENDEREÇO: RUA VERA LUCIA 285 - 31530-600 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.097 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

DEVEDOR(A): CONTROL TECNOLOGIA LTDA. EPP ENDEREÇO: RUA ABDALA FABIO COURI 45 - CAMARGOS - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30525-410 - Apontamento: 31810617 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 17/04/2014

DEVEDOR(A): ADRIANA NERY LEAO FREIRE - ENDEREÇO: AV BANDEIRANTES 47 AP 204 - 30315-000 BELO HORIZONTE MG -PROTOCOLO: 4810.276 DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

DEVEDOR(A): PERFECT PRINT DO BRASIL LTDA. ENDEREÇO: RUA CELIO DE CASTRO 161 - FLORESTA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31110-000 - Apontamento: 31811139 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR(A): ALESSANDRA DE OLIVEIRA COSTA ENDEREÇO: RUA DA BAHIA 1709 - 30160-011 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.270 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

DEVEDOR(A): EDUARDO AVELAR C P DE GASTRONOMIA LTDA. - ENDEREÇO: AVENIDA ANTÔNIO CONSUL CALDAR,439 - SÃO BENTO - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30360-000 - Apontamento: 31811203 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR(A): ALEXANDRÉ FURTADO HONORIO ENDEREÇO: AV POMBAL 1771 AP 403 - 58038-242 JOÃO PESSOA MANAIRA PB - PROTOCOLO: 4810.076 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/04/2014

DEVEDOR(A): LAZARO LAMBERTUCCI CABELEIREIROS LTDA. - ENDEREÇO: R. ENGENHEIRO CARLOS ANTONINI, 47 - SÃO LUCAS - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30240-280 - Apontamento: 31811209 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): OTIMIZAR SOL. TECNOL.SERV. LTDA. EPP - ENDEREÇO: RUA SALINAS 1088 LADO PAR FLORESTA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31015294 - Apontamento: 31811215 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): HLC HEICTRANS LOGÍSTICA E COMÉRCIO LTDA. - ENDEREÇO: RUA WILSON MODESTO RIBEIRO 185 APTO 402 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31160-000 - Apontamento: 31811243 DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): CONSTRUTORA ANDRADE GUTIERREZ SA - ENDEREÇO: RUA TURIM,99 - - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30360-552 - Apontamento: 31811246 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): RENIMAQ LOCACAO E MANUTENCAO DE MÁQUINAS - ENDEREÇO: R PROFESSOR SILVEIRA NETO, 50 - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30520-500 - Apontamento: 31811256 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): CARTONAGEM E EMBALAGENS BELO HORIZO - ENDEREÇO: RUA BORBOREMA, 1420 - RENASCENCA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31130-380 - Apontamento: 31811290 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR: LUIZ HENRIQUE DE OLIVEIRA RES ENDEREÇO: TOMAS GONZAGA 802 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 30180-140 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.840

DEVEDOR: KJM COMERCIAL LTDA. - ME - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: AV PRES TANCREDO NEVE 1163 - CIDADE: BELO HORIZONTE/ MG - CEP: 31250810. Protocolo: 202.810.995.

DEVEDOR(A): CONSERVA DE ESTRADAS LTDA. ENDEREÇO: DOMINICANOS, 165 7 ANDAR B MANGABEIRAS - SERRA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30210-480 - Apontamento: 31811302 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR: LUMA ARQUIT E ENGENHARIA LTD ENDEREÇO: RUA GUARATINGA N 156 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30315-430 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.841.

DEVEDOR: LUIZ OTAVIO GOES PIMENTA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA ALMIRANTE TAMANDARE 464/102 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30441086. Protocolo: 202.811.079.

DEVEDOR(A): VIA ENGENHARIA S/A - ENDEREÇO: RUA OURO PRETO, 1037 - SANTO AGOSTINHO BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30170-041 - Apontamento: 31811308 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR: FENIX DO BRASIL TINTAS LTDA. EP ENDEREÇO: PRACA ENFERMEIRA GERALDA MARRA 86 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 31520-170 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.849.

DEVEDOR: MARCIA DE JESUS ROCHA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: R BARBOSA DE RESENDE 147 AP 201 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30431163. Protocolo: 202.811.085.

DEVEDOR: MSC ENERGIA E EQUIPAMENTOS LTD ENDEREÇO: RUA: CAETANO PIRRI, 3 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE CEP: 30620-070 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.861.

DEVEDOR: MSC ENERGIA E EQUIPAMENTO LTDA. DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA CAETANO PIRRI 3 - CIDADE: B.HORIZONTE/MG - CEP: 30620070. Protocolo: 202.811.069.

DEVEDOR: LABORATÓRIO SÃO CAMILO - ENDEREÇO: AV SANTOS DUMONT 363 - DT. APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 - CIDADE: BELO HORIZONTE - CEP: 30160-919 - UF: MG - PROTOCOLO: 102.813.862.

DEVEDOR: NEUZA MARIA GUSMAO SLVA - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 - ENDEREÇO: RUA AMILCAR DE CASTRO, 80 - CIDADE: BELO HORIZONTE/MG - CEP: 30494390. Protocolo: 202.810.925.

DEVEDOR(A): MD PE VILA NATAL CONSTRUÇÕES LTDA. - ENDEREÇO: AV.ENGENHEIROS DOMINGOS FERRE N 467 - ESTORIL - BELO HORIZONTE-MG CEP: 30455-610 - Apontamento: 31811318 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): JAMES ALMEIDA SANTOS 117301206 ENDEREÇO: BC TIO LOURO, 10 LJ 01 - NAZARE BELO HORIZONTE-MG - CEP: 31985-640 - Apontamento: 31811320 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014 DEVEDOR(A): MAPRE VERA CRUZ SEGURADORA S A - ENDEREÇO: RUA RIO DE JANEIRO 1363 2 PV ED.SAALINAS - CENTRO - BELO HORIZONTE-MG CEP: 30160-041 - Apontamento: 31811332 - DATA DE APRESENTAÇÃO: 24/04/2014

DEVEDOR(A): ANGELO HENRIQUE TEIXEIRA NOGUEIRA EPP - ENDEREÇO: RUA BORGA GATO 171 - 31110-420 BELO HORIZONTE LAGOINHA MG PROTOCOLO: 4810.128 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): ARCHANGEL ENGENHARIA LTDA. ENDEREÇO: RUA SENHORA DO PORTO 448 - 30575590 BELO HORIZONTE MG- PROTOCOLO: 4810.245 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): CAMPO EMPREENDIMENTOS LTDA. ENDEREÇO: RUA CONDE DE LINHARES 838 30380262 BELO HORIZONTE CIDADE JARDIM MG - PROTOCOLO: 4810.275 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): CONSOP LTDA. - ENDEREÇO: LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO - 00000-000 LOCAL INCERTO MG - PROTOCOLO: 4810.276 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): DEPROMAQ PEÇAS PARA TRATORES LTDA. - ENDEREÇO: RUA CRISTIANO OTONI 472 31365-240 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.144 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): DIEGO FELLIPE DA SILVA GONÇALVES - ENDEREÇO: RUA OSWALDO DE SOUZA 36 - 30850400 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.265 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): FILIPE SCHIMIDT - ENDEREÇO: RUA ESTANISLAU FERNANDES 189 - 31340-130 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.261 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): FRANCINI REPRESENTAÇÕES LTDA. - ENDEREÇO: R ANTÔNIO DELFINO DOS SANTOS 244 - 35715-000 PRUDENTE DE MORAIS CENTRO MG - PROTOCOLO: 4808.848 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 11/04/2014 DEVEDOR(A): GUILHERME FONSECA KIRZNER ENDEREÇO: RUA FREI LUIZ DE SOUZA 933 AP 702 30530-310 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4809.367 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/04/2014 DEVEDOR(A): IMPLAMAX DISTRIBUIDORA LTDA. ENDEREÇO: AV GETULIO VARGAS 54 SALA 1205 30112-020 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.231 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): J R J SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA LTDA. - ENDEREÇO: RUA PROF AMEDEE PERET 219 CIDADE NOVA - 31170-270 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.087 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): J R L TRASPORTES DE CARGA LTDA. - ENDEREÇO: R DONINHA 175 - 32677 -584 BETIM SÃO CAETANO MG - PROTOCOLO: 4808.694 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 10/04/2014

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DEVEDOR(A): M J PROJETOS CONSTRUÇÕES E INCORPORAÇÕES - ENDEREÇO: RUA ALAGOAS 50 - 30130-160 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.085 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

Devedor: A LIMPEX PRODUTOS DE LIMPEZA L, com endereço: RUA DA FRANCA, 780 - GLORIA - CONTAGEM-MG - CEP: 32340-020 - Protocolo: 2159580, em 23/04/2014.

DEVEDOR(A): MARCO ANTÔNIO DE MIRANDA FILHO - ENDEREÇO: RUA DELFIM 330 30642-560 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.252 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

Devedor: MAKE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICO, com endereço: R OTILA COSTA PERES 539 - BELA VISTA CONTAGEM-MG - CEP: 32010-280 - Protocolo: 2159650, em 23/04/2014.

DEVEDOR(A): MARIA RITA DIAS -ME- ENDEREÇO: RUA AVE DO PARAISO 257 - 30624-360 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.203 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

Devedor: RAÇÕES REIS DISTRIBUIDORA DE A, com endereço: RUA GENERAL MASCARENHAS 451 NOVO PROGRESSO - CONTAGEM-MG - CEP: 32115090 - Protocolo: 2159724, em 23/04/2014.

DEVEDOR(A): MEDICAL LIFE COMÉRCIO LTDA. -MEENDEREÇO: RUA ROSINHA SIGAUD 304 - 30770-560 BELO HORIZONTE CAICARA MG - PROTOCOLO: 4810.191 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

Devedor: ANDRÉA RIBEIRO LOPES FRAGA, com endereço: RUA POMPEIA 543 APTO 402 - CONTAGEM-MG - CEP: 32340-220 - Protocolo: 2159818, em 23/04/2014.

DEVEDOR(A): MOREIRA COMÉRCIO DE ROUPAS LTDA. -ME- ENDEREÇO: RUA URSULA PAULINO 1686 LJ-B - 30580-000 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.108 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014

Devedor: PROMEF PROT METALICA E FAB LTDA., com endereço: R ALFA,562 - CONTAGEM-MG - CEP: 32372080 - Protocolo: 2159938, em 23/04/2014.

DEVEDOR(A): NAZARETH C A DA SILVA ROUPAS ME - ENDEREÇO: RUA DOS AIMORES 2724 -A - 30140072 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.210 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): PEREIRA TRANSPORTE DE CARGAS LTDA. - ENDEREÇO: AV LAGOA FORMOSA 403 A 31255-470 BELO HORIZONTE UNIVERSITARIO MG PROTOCOLO: 4810.254 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): RICARDO BORGES FREIRE - ENDEREÇO: AV BANDEIRANTES 47 AP 02 - 30315-000 BELO HORIZONTE SION MG - PROTOCOLO: 4810.276 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): SUPREMA DIGITAL LTDA. -ME- ENDEREÇO: AV AMAZONAS 8786 - 30510-000 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.237 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): THIAGO SELTON GONÇALVES - ENDEREÇO: RUA JULIO CÉSAR VIEIRA 75 - 30640-400 BELO HORIZONTE MG - PROTOCOLO: 4810.100 DATA DA APRESENTAÇÃO: 22/04/2014 DEVEDOR(A): TNL CONTAX SA - ENDEREÇO: RUA GENERAL BRUCE 905 - 20921-030 RIO DE JANEIRO SÃO CRISTOVAO RJ - PROTOCOLO: 4810.075 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 17/04/2014 BELO HORIZONTE, 28 DE ABRIL DE 2014 TABELIÃ: ELZA TEREZINHA FREIRE 27 editais.

TABELIONATO DE CONTAGEM TABELIONATO DE PROTESTOS DE TÍTULOS DE CONTAGEM - COMARCA DE CONTAGEM - ESTADO DE MINAS GERAIS - Av. José Faria da Rocha, nº 4011 - 1º Andar - Bairro - Eldorado - CEP: 32310-210 CONTAGEM-MG - Telefone: (31) 2565-0794 - fax: (31) 2567-0743 - e-mail: cartorio@protestocontagem.com.br - Nancy Raquel Dutra Felipetto Malta - Tabeliã www.protestocontagem.com.br Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas. EDITAL DE INTIMAÇÕES PRAZO FINAL PARA PAGAMENTO: 05/05/2014

Devedor: DEPROMAQ PEÇAS PARA TRATORES LTDA., com endereço: R PAULO PAGANI, 141 - GALPAO - CONTAGEM-MG - CEP: 32113-175 - Protocolo: 2159953, em 23/04/2014. Devedor: TERRA GREEN BIOENGENHARIA E SOLUÇÕES, com endereço: RUA SETE,115 OITIS - CONTAGEM-MG - CEP: 32141-074 - Protocolo: 2159962, em 23/04/2014. Devedor: CARLOS EDUARDO DOS SANTOS, com endereço: RUA RIO BRANCO, 74 - SANTA CRUZ BETIM-MG - CEP: 32667-310 - Protocolo: 2159978, em 23/04/2014. Devedor: JOSÉ EUSTÁQUIO DE ANDRADE SOUSA, com endereço: RUA DOS ESPEDICIONARIOS 312 NOVO PROGRESSO - CONTAGEM-MG - CEP: 32115110 - Protocolo: 2159988, em 23/04/2014. Devedor: FABIANO RODRIGUES DOS SANTOS, com endereço: RUA BANDOLINS, 176 APTO 8, BL 5 - CONJUNTO CALIFORNIA - BELO HORIZONTE-MG - CEP: 30850-470 - Protocolo: 2160018, em 23/04/2014. Devedor: GEOMAR DE CASTRO PESSOA, com endereço: RUA GRANADA, 118 - SANTA CRUZ INDU CONTAGEM-MG - CEP: 32340-320 - Protocolo: 2160019, em 24/04/2014. Devedor: ELETRO MECÂNICA DUARTE SERVICE, com endereço: AVENIDA HEGEL RAYMUNDO DE C.LIMA, 223 - DISTRITO IND.DO - CONTAGEM-MG - CEP: 32113-485 - Protocolo: 2160078, em 24/04/2014. Devedor: TERMOLOGIA & INDÚSTRIA LTDA-ME, com endereço: RUA SETE 55 - SÃO SEBASTIÃO - CONTAGEM-MG - CEP: 32150-060 - Protocolo: 2160090, em 24/04/2014. Devedor: CRISTIANE ALVES SMIL PAIXÃO, com endereço: RUA DAS VIOLETAS, 278 - SAPUCAIA - CONTAGEM-MG - CEP: 32071-113 - Protocolo: 2160232, em 24/04/2014. Devedor: ALEXANDRÉ TEIXEIRA MARTINS, com endereço: RUA UM 160 - CONTAGEM-MG - CEP: 32113-500 - Protocolo: 2160270, em 24/04/2014. Devedor: EVERTON FRANKLIN ESTEVAO MENDONTZ, com endereço: RUA DOLAMITA, 49 - CONTAGEM-MG - CEP: 32183-320 - Protocolo: 2160272, em 24/04/2014.

Em razão das pessoas indicadas para aceitar ou pagar os títulos serem desconhecidas, suas localizações incertas, ignoradas, ou inacessíveis, ou ainda, por não se dispuserem a receber a intimação nos endereços fornecidos pelos Apresentantes, bem como se por outro motivo, for frustrada a tentativa de intimação postal ou por portador, hipóteses do art. 15 da Lei 9.492/1997 e art. 317 do Provimento nº 260/CGJ/2013 de 18/10/2013, faço saber aos que o presente EDITAL DE INTIMAÇÃO virem que foram protocolizados a protesto os seguintes títulos, ficando intimados os respectivos responsáveis a pagar ou dar as razões por que não o fazem, resposta escrita, dentro do prazo legal de 3 (três) dias úteis, após a publicação deste EDITAL, ficando desde já notificados de seu protesto, caso não o façam:

Devedor: FREDERICO SCHINEIDER QUINTELA ME, com endereço: AV PRINCIPAL 360 - CONTAGEM-MG CEP: 32050-072 - Protocolo: 2160299, em 24/04/2014.

Devedor: ACOFER-COM.RESID.METALICOS E PLASTICOS L, com endereço: RUA: SANTANA,199 GALPAO - CONTAGEM-MA - CEP: 32371-080 - Protocolo: 2153407, em 31/03/2014.

Devedor: CONTAGEM MANGUEIRAS EIRELI ME, com endereço: AV CORONEL JOSÉ SOARES NOGUEIRA, 470 - CONTAGEM-MG - CEP: 32260-470 - Protocolo: 2160356, em 24/04/2014.

Devedor: TAHIZ CFA DOS S CONFECÇÕES, com endereço: R RIO VERDE 32 - RIACHO DAS PEDRA - CONTAGEM-MG - CEP: 32280-090 - Protocolo: 2158059, em 15/04/2014.

Devedor: WANDER PROCOPIO SILVA, com endereço: RUA QUINTINO COCAIUVA,818 - CONTAGEM-MG CEP: 32185-000 - Protocolo: 2160373, em 24/04/2014.

Devedor: RODRIGO SILVA EVANGELISTA, com endereço: AV. AMALIA CALDAS VARGAS, 499 APTO 302 PALMITAL - SANTA LUZIA-MG - CEP: 33140-380 - Protocolo: 2158074, em 15/04/2014. Devedor: ALIANCA AUTO PEÇAS, com endereço: AVENIDA TITO FULGENCIO, 1160 -JÁRDIM INDUSTRI CONTAGEM-MG - CEP: 32215-000 - Protocolo: 2158816, em 22/04/2014. Devedor: L & L SERVIÇOS LTDA. - ME, com endereço: RUA BRAGANCA N 475 - CONTAGEM-MG - CEP: 32140-480 - Protocolo: 2159050, em 22/04/2014. Devedor: VITRINNEPLUS MOVS. EMB, com endereço: R. RIO BRANCO 162 - CONTAGEM-MG - CEP: 32280120 - Protocolo: 2159118, em 22/04/2014. Devedor: LUCAS SENA LAGE, com endereço: R 2 235 BL 4 APT 301 - ARPOADOR - CONTAGEM-MG - CEP: 32145-644 - Protocolo: 2159246, em 23/04/2014. Devedor: LUCAS SENA LAGE, com endereço: R 2 235 BL 4 APT 301 - ARPOADOR - CONTAGEM-MG - CEP: 32145-644 - Protocolo: 2159247, em 23/04/2014. Devedor: DEPROMAQ PEÇAS P/TRATORES LTDA., com endereço: RUA PAULO PAGANI 141 GALPAO ARVOREDO - CONTAGEM-MG - CEP: 32113-175 - Protocolo: 2159256, em 23/04/2014. Devedor: TERRA GREEN BIOENGENHARIA SOLUC AMB LTDA., com endereço: RUA SETE 115 - OITIS CONTAGEM-MG - CEP: 32141-074 - Protocolo: 2159306, em 23/04/2014. Devedor: TERRA TRANSPORTES LTDA., com endereço: AV.MARTE, 336 - APT. 101 - JARDIM RIACHO DAS PE - CONTAGEM-MG - CEP: 32241-250 - Protocolo: 2159309, em 23/04/2014. Devedor: ROMULO APOLINARIO BATISTA, com endereço: RUA PERU 238 APTO 203 - ELDORADO - CONTAGEM-MG - CEP: 32340-070 - Protocolo: 2159311, em 23/04/2014. Devedor: VW TRANSPORTE LTDA., com endereço: RUA DA DEMOCRACIA,529-KENNEDY - KENNEDY CONTAGEM-MG - CEP: 32145-050 - Protocolo: 2159317, em 23/04/2014. Devedor: GETRON MONTAGEM E PROJETOS ELÉTRICOS LTD, com endereço: ANJO DA GUARDA 614 FONTE GRANDE BR - FONTE GRANDE - CONTAGEM-MG - CEP: 32013-460 - Protocolo: 2159327, em 23/04/2014. Devedor: MAGNO GERALDO SILVEIRA MIGUES, com endereço: RUA MARECHAL DEODORO DA FONCECA 107 JK - JK - CONTAGEM-MG - CEP: 32310-070 - Protocolo: 2159333, em 23/04/2014. Devedor: JOSÉ WILSON ALVES BATISTA, com endereço: RODOVIA FERNAO DIAS BR 381 KM 2,5 - INCONFIDENTES - CONTAGEM-MG - CEP: 32223-570 - Protocolo: 2159374, em 23/04/2014. Devedor: GETRON MONTAGEM E PROJETOS LTDA. ME, com endereço: RUA ANJO DA GUARDA, 614 FONTE GRANDE - CONTAGEM-MG - CEP: 32013-460 - Protocolo: 2159402, em 23/04/2014. Devedor: DEPROMAQ PEÇAS PARA TRATORES LTDA. ME, com endereço: RUA PAULO PAGANI ANTIGA FF 141 - ARVOREDO - CONTAGEM-MG - CEP: 32113-175 - Protocolo: 2159428, em 23/04/2014. Devedor: SOLUCIONAR ENERGIA LTDA. - ME, com endereço: R JANUÁRIA, 26 - FONTE GRANDE - CONTAGEM-MG - CEP: 32013-300 - Protocolo: 2159433, em 23/04/2014. Devedor: FABRI - CAR INDÚSTRIA DE TRANS, com endereço: RUA INVERNO, 60, - VILA PARIS - CONTAGEM-MG - CEP: 32372-110 - Protocolo: 2159447, em 23/04/2014. Devedor: MAIA AUTOMÓVEIS LTDA., com endereço: RUA RIO COMPRIDO- 1387 - RIACHO - CONTAGEM-MG - CEP: 32280-070 - Protocolo: 2159450, em 23/04/2014. Devedor: FRANCISCO CHAGAS BASTOS CÉSAR, com endereço: RUA JOSÉ MENDES FERREIRA,1028 COLORADO - CONTAGEM-MG - CEP: 32143-000 - Protocolo: 2159451, em 23/04/2014. Devedor: ANDRÉZA STEFANI DO CARMO, com endereço: RUA RETIRO DOS JOVENS, 15 - RETIRO CONTAGEM-MG - CEP: 32050-720 - Protocolo: 2159469, em 23/04/2014. Devedor: GLOBO MÁQUINAS LTDA., com endereço: CARDEAL ARCO VERDE 1201 - AGUA BRANCA CONTAGEM-MG - CEP: 32371-000 - Protocolo: 2159474, em 23/04/2014. Devedor: JPAR DISTRIBUIDORA DE VEÍCULOS, com endereço: AV CORONEL JOVE SOARES NOGUEIRA 416 - RIACHO DAS P - CONTAGEM-MG - CEP: 32265140 - Protocolo: 2159492, em 23/04/2014. Devedor: JOÃO MANOEL DE JESUS VIEIRA, com endereço: RUA JJ N 90 - ARVOREDO - CONTAGEM-MG - CEP: 32113-184 - Protocolo: 2159524, em 23/04/2014. Devedor: BRASIL SANTOS UTILIDADES LTDA., com endereço: RUA TRINTA DE AGOSTO N 640 - FUNCIONARIOS - CONTAGEM-MG - CEP: 32040-460 - Protocolo: 2159566, em 23/04/2014.

Devedor: JOÃO ROBERTO LIMA, com endereço: RUA GURUPI 353 - CONTAGEM-MG - CEP: 32342-130 - Protocolo: 2160306, em 24/04/2014. Devedor: MARIA JOSÉ OLIVEIRA, com endereço: RUA TIRADENTES, 4001 - CONTAGEM-MG - CEP: 32230020 - Protocolo: 2160337, em 24/04/2014. Devedor: GISELE NEVES DRUMOND, com endereço: ESTRADA CHICO MENDES 792 - CONTAGEM-MG CEP: 32065-125 - Protocolo: 2160354, em 24/04/2014.

Devedor: EMPENHAR EQUIPAMENTOS E SUPRIMENTOS LTDA., com endereço: AV JOÃO CÉSAR DE OLIVEIRA 1298 - CONTAGEM-MG - CEP: 32315-000 - Protocolo: 2160430, em 24/04/2014. Devedor: JULIO JOSÉ NEPOMUCENO, com endereço: R JORGE PEDRO NORMAN 553 CASA - KENNEDY CONTAGEM-MG - CEP: 32145-040 - Protocolo: 2160464, em 24/04/2014. Devedor: LOCAMAQ LOCA O DE MÁQUINAS LTDA., com endereço: VIA APIA CARDOSO,32341490 - PARQ S O JO O - CONTAGEM-MG - CEP: 32341-490 - Protocolo: 2160479, em 24/04/2014. Devedor: SA FABRICA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS VIGO, com endereço: RUA SANTIAGO BALLESTEROS,680 - CINCO - CONTAGEM-MG - CEP: 32010-050 Protocolo: 2160485, em 24/04/2014. É o presente EDITAL expedido e publicado de acordo com o disposto no art. 15 da Lei 9.492/1997 e art. 317 do Provimento nº 260/CGJ/2013 de 18/10/2013, e, afixado em lugar visível na sede deste Tabelionato de Protestos de Títulos de Contagem, na mesma data. CONTAGEM, 29 de abril de 2014. Nancy Raquel Dutra Felipetto Malta - Tabeliã 53 editais.

TABELIONATO DE NOVA LIMA TABELIONATO DE PROTESTOS DE DOCUMENTOS DE NOVA LIMA - TABELIÃO BEL. ALOÍSIO SALES WARDI - RUA DOMINGOS RODRIGUES, Nº 185 - TEL: 3541-1061 - CENTRO - NOVA LIMA - MG Ocorrendo as hipóteses do Artigo 15, da Lei nº 9.492, de 10/09/1997, ficam as pessoas físicas e jurídicas abaixo relacionadas, notificadas para no prazo de até 03(três) dias, a contar da data da publicação deste, virem a este tabelionato a fim de pagar os documentos que se seguem, ficando desde já intimadas de seus protestos, caso não os façam. PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO NO ENDEREÇO ACIMA. NÃO SE ACEITA NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO. PRAZO FINAL PARA PAGAMENTO: 05/05/2014 DEVEDOR(A): ANTÔNIO PEDRO TOULSON DAVISSON CORREI - ENDEREÇO: RODOVIA MG30, S/N, VALE DOS CRISTAIS, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199242 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 11/04/14. DEVEDOR(A): LUIS ADRIANO PEDROSA - ENDEREÇO: AV PRESIDENTE KENNEDY, 3000, CASA 11, CABECEIRAS, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199320 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 14/04/14. DEVEDOR(A): MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE SA CONSTRUCOE - ENDEREÇO: FAZENDA RIO DE PEIXE, S/N, ZONA RURAL, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199330 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/04/14. DEVEDOR(A): RPJ2 COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTD - ENDEREÇO: AV PICADILLY, 50, SL106, ED CENTRO, ALPHAVILLE, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199393 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/04/14. DEVEDOR(A): GRAFER COMERCIAL LTDA. - ENDEREÇO: RODOVIA BR040, KM544, S/N, ZONA RURAL, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199344 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/04/14. DEVEDOR(A): LUCIANO VITICCHEIE - ENDEREÇO: ELOGIO PIMENTEL, 167, RETIRO, NOVA LIMA/MG PROTOCOLO: 000199403 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/04/14. DEVEDOR(A): REDE MINAS TELECOM LTDA. ENDEREÇO: RUA MBR, 453, CENTRO, RIO ACIMA/ MG - PROTOCOLO: 000199356 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/04/14. DEVEDOR(A): JEAN CARLOS DOURADO DA SILVA ENDEREÇO: AV PRESIDENTE KENNEDY, 309, CABECEIRAS, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199424 DATA DA APRESENTAÇÃO: 16/04/14. DEVEDOR(A): WANDERSON GOMES DA SILVA ENDEREÇO: RUA HUSDON, 1201, JARDIM CANADA, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199053 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 08/04/14. DEVEDOR(A): RPJ2 COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA. - ENDEREÇO: AV PICADILLY, 50, SL106, EDIFÍCIO CENTE, ALPHAVILLE, NOVA LIMA/MG - PROTOCOLO: 000199305 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 14/04/14. DEVEDOR(A): TERRA BRASIL EMPRENDIMENTOS LTDA. - ENDEREÇO: RUA MINISTRO OROZIMBO NONATO, 488, APT407, VILA DA SERRA, NOVA LIMA/ MG - PROTOCOLO: 000199376 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/04/14. DEVEDOR(A): TERRA BRASIL EMPRENDIMENTOS LTDA. - ENDEREÇO: RUA MINISTRO OROZIMBO NONATO, 488, APT407, VILA DA SERRA, NOVA LIMA/ MG - PROTOCOLO: 000199375 - DATA DA APRESENTAÇÃO: 15/04/14. Nova Lima, 29/04/2014. Bel. Aloísio Sales Wardi - Tabelião 12 editais.


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LEGISLAÇÃO TRIBUTOS

Arrecadação federal tem alta real de 2,5% Recolhimento de março atingiu R$ 86,621 bilhões e foi o primeiro do ano que não bateu recorde mensal PEDRO FRANÇA / AGÊNCIA SENADO

Brasília — A arrecadação de feito o ajuste do Imposto de impostos e contribuições fede- Renda do ano passado. O prazo rais somou R$ 86,621 bilhões em do ajuste terminou em março. março, segundo dados divulga- Nos primeiros três meses, a arredos ontem pela Receita Federal. c a d a ç ã o d o I R P J e d a C S L L Pela primeira vez no ano, a arre- somou R$ 58,143 bilhões, ante R$ cadação não bateu recorde men- 62,171 bilhões no mesmo período sal. Houve uma alta real, com de 2013. correção da A arrecainflação dação do “Temos que verificar pelo Índice IRPJ e da de Preços ao CSLL, refeonde estão ocorrendo Consumirente ao as maiores quedas, dor Amplo ajuste do investigar motivos, (IPCA), de ano passado saber se é legítimo” 2,50% ante somou R$ março do 8 , 2 0 4 ano passado. Em relação a feve- bilhões, com alta de 24,57% sobre reiro deste ano, a arrecadação os R$ 6,586 bilhões obtidos nos apresentou crescimento real de três primeiros meses de 2013. Por 3,24%. outro lado, o que derrubou a O resultado da arrecadação arrecadação total do IRPJ e da em março ficou dentro do inter- CSLL no primeiro trimestre foi o valo das previsões dos analistas pagamento das empresas que consultados, que ia de R$ 85,5 recolhem por estimativa mensal. bilhões a R$ 99,4 bilhões, mas A queda foi de 19,05% ou equivaabaixo da mediana, de R$ 88,0 lente a R$ 6,069 bilhões. bilhões. A arrecadação das chamadas receitas administradas Investigação — A Receita Fedepela Receita Federal somou R$ ral descarta que a queda na arre84,658 bilhões em março. As cadação do IRPJ e da CSLL esteja demais receitas (taxas e contribu- ligada a uma atividade econôições recolhidas por outros órgãos) foram de R$ 1,964 bilhão. No acumulado do primeiro trimestre, o pagamento de tributos alcançou R$ 293,426 bilhões e foi recorde para os três primeiros meses do ano. Houve alta real de 2,08% em relação ao mesmo períBrasília — A renúncia fiscal odo de 2013. Em fevereiro, a arrecom desonerações em março de cadação de impostos e contribui2014 somou R$ 8,867 bilhões, ções federais bateu recorde para valor R$ 5,413 bilhões maior que o mês e somou R$ 83,137 bilhões. o registrado no mesmo mês do Em janeiro, a arrecadação atingiu ano passado. Em março de 2013, o maior valor da história, ao a re n ú n c i a foi de R$ 3,454 somar R$ 123,667 bilhões. bilhões. Os números foram divulgados ontem pela Receita Empresas — Apesar da expectaFederal. tiva positiva do governo, a arreA maior alta em relação a cadação do Imposto de Renda da março do ano passado foi da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Condesoneração referente a nafta e tribuição Social sobre o Lucro álcool, que cresceu mais de Líquido (CSLL) decepcionou e 3.000%. A renúncia passou de apresentou queda de 6,48% no R$ 8 milhões em março de 2013 primeiro trimestre em relação ao para R$ 296 milhões no mês pasmesmo período do ano passado. sado. A desoneração referente a O recuou da arrecadação foi de folha de salários somou R$ 2,039 R$ 4,028 bilhões. bilhões no mês passado, ante R$ O governo contava com o 808 milhões em março de 2013. aumento dos tributos que inciA alta foi de 152%. dem sobre o lucro das empresas no primeiro trimestre, quando é

Queda no IRPJ e CSLL preocupa Luiz Fernando Teixeira Nunes mica menor, segundo o secretário-adjunto do órgão, Luiz Fernando Teixeira Nunes. A reduç ã o , e n t re t a n t o , e s t á s e n d o investigada pelo Fisco. “O procedimento de investigação é de rotina. A Receita Federal não tem trabalho apenas

passivo, de acompanhar a arrecadação. Temos que, internamente, verificar onde estão ocorrendo as maiores quedas, investigar motivos, saber se é legítimo, se houve problemas”, explicou. Um grupo de grandes empresas — entre 15 a 20, segundo a

Receita — fez compensações de tributos nos dois primeiros meses deste ano. “Foram resultados ruins no recolhimento desses tributos. Na verdade, esse não era um comportamento generalizado. Ele estava restrito a um pequeno grupo de contribuintes de diferentes áreas, recolhendo menos do que se esperava”, observou. Em março, reforçou Teixeira, a arrecadação do IRPJ e da CSLL voltou à normalidade. “Temos perspectiva de recomposição do IRPJ e CSLL a partir de agora”, disse. “De fato, tivemos comportamento não esperado em janeiro e fevereiro, mas em março já temos mudança”, ressaltou. A arrecadação dos dois tributos voltou a apresentar alta em re l a ç ã o a o a n o a n t e r i o r e m março. No mês passado, houve arrecadação de R$ 13,170 bilhões, uma alta de 0,27% ante março de 2013. Em janeiro e fevereiro, houve recuo, respectivamente, de 5,46% e 16,53%. O secretário destacou que essa reversão, de queda para crescimento, “é importante”. (AE)

Desonerações somaram R$ 8,867 bi em março

O empregado que recebe bolsa de estudo sofre tributação do Imposto de Renda na Fonte e n a De c l a r a ç ã o d e A j u s t e Anual? A pessoa física somente sofrerá incidência do Imposto de Renda na Fonte e será tributada na Declaração de Ajuste Anual quando a bolsa de estudo tiver a finalidade de propiciar o desenvolvimento das atividades do bolsista e o resultado dessas atividades reverta em benefício da pessoa concedente, ou caracterize contraprestação de serviços. Porém, em se tratando de bolsa de estudo e de pesquisa caracterizadas como doação, quando recebida exclusivamente para proceder a estudos ou pesquisas, e desde que os resultados dessas atividades não representem vantagem para o doador nem importem em contraprestação de serviços, a pessoa física será considerada isenta de tributação. O limite global para dedução pelo declarante pessoa física de despesas com instrução compreende somente o pagamento de mensalidade e anuidade escolar? Sim. Cabe salientar que não se enquadram no conceito de despesas com instrução as efe-

tuadas com uniforme, transporte, material escolar e didático, aquisição de máquina de calcular e de microcomputador. Sou servidor público e tenho remuneração fixa de R$ 1,7 mil. Tenho cadastro como microempreendedor individual e neste ano tive renda de R$ 12,7 mil, aproximadamente. Preciso declarar Imposto de Renda? O MEI só fica obrigado a apresentar a declaração se estiver enquadrado em alguma das situações de obrigatoriedade, dentre as quais, se teve rendimentos tributáveis em valor superior a R$ 25.661,70.

No acumulado do primeiro trimestre a renúncia fiscal chegou a R$ 26,110 bilhões, R$ 9,916 bilhões a mais que o registrado nos três primeiros meses de 2013. Além da queda da arrecadação doeImposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), contribuiu negativamente para a arrecadação do primeiro trimestre deste ano as desonerações de tributos concedidas pelo governo. O s e c re t á r i o - a d j u n t o d a Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes Teixeira classificou como “forte” o aumento da renúncia relativa às desonerações no primeiro trimestre, que foi R$ 9,916 bilhões maior no

primeiro trimestre deste ano ante os três primeiros meses de 2013. Ele afirmou, entretanto, que “mesmo assim” chegou-se a um resultado considerado bom. O governo deixou de arrecadar R$ 210 milhões com a decisão de isentar do Imposto sobre Operações Financeiros (IOF) a operação de crédito de R$ 11,2 bilhões contratado pela Câmara de Compensação de Energia Elétrica (CCEE) para socorrer as distribuidoras de energia. O IOF nessas operações é de 1,5% mais um alíquota adicional de 0,38%, segundo a Receita Federal. A medida foi publicada “Diário Oficial da União. (DOU)” de ontem.

Imposto de Renda, os cartórios não são considerados pessoas jurídicas. Os rendimentos auferidos pelos serventuários da Justiça, que os representam, estão sujeitos ao recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão), estando sujeitos, ainda, ao ajuste anual, mediante a apresentação da Declaração de Rendimentos.

segundo mês subseqüente ao do recebimento do valor ou de parcela do valor do imóvel vendido até o mês anterior ao do recolhimento e 1% relativo ao mês do recolhimento. Após os 30 dias será devida, também, a multa de mora de 0,33% ao dia, limitada a 20%.

Expectativa — A Receita man-

Como deve proceder, para fins do preenchimento da No ano de 2013 eu tinha uma Declaração de Ajuste Anual aplicação no CDB que utilizei relativa ao ano-calendário de para reformar minha casa. 2013, exercício de 2014, o proComo devo proceder no preen- prietário de veículo que sofreu chimento da declaração? perda total ou foi roubado em O rendimento de CDB é tribu- 2013, foi indenizado pela segutado exclusivamente na fonte, radora e adquiriu novo veículo? Com relação ao veículo que devendo ser informado na linha Na DIRPF 2014, os valores 06 da ficha “Rendimentos Sujei- sofreu perda total ou foi roucorrespondentes a despesas tos à Tributação Exclusiva/Defi- bado, na ficha “Bens e Direitos”, com instrução ressarcidos ao n i t i v a ” . O v a l o r g a s t o n a deve ser informado na coluna empregado por motivo de resci- reforma, devidamente compro- Discriminação o fato e o valor são contratual são dedutíveis? vado, deve ser acrescido ao recebido da seguradora. A Não são consideradas como valor do imóvel. coluna “Situação em d e s p e s a s c o m i n s t ru ç ã o a s 31/12/2013” não deve ser prePessoa física que alienou enchida. importâncias pagas a título de indenização por perdas e danos, imóvel residencial em jun/2013 Na ficha “Rendimentos Isenpor não cumprirem cláusula não conseguiu comprar outro tos e Não-tributáveis” deve ser contratual, não sendo, portanto, imóvel residencial no prazo de informada a parcela da indenidedutíveis na declaração da 180 dias, como deverá proceder zação recebida da seguradora pessoa física beneficiária do res- para recolher o imposto de que exceder ao valor pelo qual o renda que deveria ter sido pago bem acidentado ou roubado sarcimento. no mês subseqüente ao da esteja declarado. Os cartórios e os tabeliães venda? Quanto ao novo veículo A pessoa física recolherá o adquirido, com o valor recebido apresentam declaração como imposto de renda acrescido da da seguradora, deve ser inforpessoas físicas? Sim. Perante a legislação do taxa Selic acumulada a partir do mado na coluna “Discrimina-

tém a previsão de que o aumento da arrecadação das receitas administradas crescerá 3% a 3,5% neste ano, segundo o secretário-adjunto do órgão. “A estimativa é 3 a 3,5% e estamos trabalhando para chegar nos 3,5%”, afirmou. Teixeira argumentou que o acumulado da arrecadação no ano está aumentando com curva ascendente. “Estamos trabalhando com aumento gradual e tênue no aumento dessa variação”, disse, acrescentando que a intenção é que a variação chegue a 3,5% no fim do ano. No primeiro trimestre deste ano, houve alta de 2,08% ante os três prim e i ros m e s e s d o a n o p a s sado. (AE)

ção” e, na coluna “Situação em 31.12.2013”, o valor de aquisição. Pessoa física que efetuar pagamento de aluguel a outra pessoa física deve efetuar a retenção do Imposto de Renda? Não. Por falta de amparo legal, não há retenção na fonte do Imposto de Renda quando uma pessoa física paga aluguel a outra pessoa física. Nessa situação, a pessoa física beneficiária do rendimento fica obrigada ao recolhimento do carnê-leão. Como faço para importar dados das declarações individuais do ano passado minha e da minha esposa e usá-los na declaração conjunta de 2014? Neste ano é favorável fazer a declaração conjunta. Se no ano que vem for favorável, posso voltar a declarar individualmente? Se a declaração do casal, ano anterior, era apresentada em separado, não há como importar os dados das declarações individuais para a apresentação em conjunto, neste ano. A análise sobre a declaração em separado ou em conjunto pode ser feita ano a ano, alterando conforme for mais benéfico ao contribuinte.


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DC MAIS dcmais@diariodocomercio.com.br

Feira de malhas A partir do dia 1º de maio, até o dia 11, o Minascentro recebe produtores de Monte Sião, Jacutinga e Ouro Fino, que vão trazer as novidades da moda para a capital mineira na tradicional Feira de Malhas e Tricô do Sul de Minas. São esperados mais de 60 mil visitantes durante a realização da Feira e a expectativa é que mais de R$ 3,5 milhões de reais sejam movimentados.

Gestão Ambiental O Ietec está com inscrições abertas para o curso de Gestão e Controle Ambiental de Emissões Atmosféricas, nos dias 13 e 14 de maio, com o objetivo de apresentar o comportamento das emissões atmosféricas e seu impacto no meio ambiente. O curso é voltado para profissionais da área ambiental e industrial que necessitam aprofundar os seus conhecimentos sobre a Gestão das Emissões Atmosféricas. Inscrições e informações: www.ietec.com.br (31) 31161000.

Aposentadoria precisa ter idade mínima, aponta estudo A Previdência Social será insustentável se não fizer reformas em breve, indica um estudo internacional da segur a d o r a A l l i a n z . E n t re a s mudanças sugeridas para países nessa situação, uma das mais importantes é aumentar a idade mínima para a concessão dos benefícios. Entre 50 países analisados, o Brasil aparece na segunda posição no ranking dos sistemas de pagamentos de benefícios previdenciários com o

maior risco de quebrar. Isso ocorre por dois principais motivos: os brasileiros se aposentam cedo e o número de contribuintes diminuirá devido ao envelhecimento da população nos próximos 30 anos. O estudo aponta que os brasileiros se aposentam, em média, com 55 anos. A idade é baixa quando comparada à de habitantes de países que estão no topo da lista dos melhores sistemas, como a Austrália,

onde o benefício costuma ser pago a partir dos 65 anos. Só na Turquia e na Tailândia (a pior do ranking) a média é de 55 anos. Para reverter esse quadro, o governo deverá impor uma idade mínima para a aposentadoria e isso precisará ser feito em dez ou 15 anos, afirma o economista Marcelo Caetano, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). “No resto do mundo, dificilmente o trabalhador se apo-

senta com menos de 60 anos”, diz. Mas há outras mudanças necessárias, como o fim do pagamento de pensões por morte sem a exigência de idade mínima do beneficiário ou a segurados que já têm benefícios da Previdência, diz Caetano. “Esse é um vespeiro onde nenhum político quer m e x e r, m a s n ã o h á c o m o fugir.” O Ministério da Previdência Social informou que não comentaria o resultado da pesquisa. (FP)

O que dizem os especialistas ✔ A Previdência não irá quebrar nos próximos anos. ✔ Ainda assim, será necessária uma reforma no sistema em um prazo de dez a 15 anos. ✔ Os futuros aposentados devem se planejar para esperar mais para parar

do governo são opções seguras para depender menos da aposentadoria. ✔ Os fundos de pensões abertos (oferecidos pelos bancos) só são interessantes para quem tem saláPlanejamento rio alto e faz a declaração completa ✔ Investir em poupança e em títulos do IR.

de trabalhar. ✔ O valor dos benefícios também poderá diminuir.

Nasce filhote de zebra com jumento DIVULGAÇÃO/ZOOLÓGICO DE REYNOSA

Planejamento do estoque Estão abertas as inscrições para o curso de Planejamento e Controle de Estoque no Ietec, dias 15 e 16 de maio. O curso visa fornecer conceitos e técnicas que permitam o aumento da rotatividade dos estoques e do nível de serviço, habilitando os participantes a fazerem uma adequada avaliação de desempenho da gestão de estoque e a elaborarem uma política adequada à estratégia da empresa. Inscrições e i n f o r m a ç õ e s : www.ietec.com.br (31) 31161000.

Um filhote híbrido de um jumento com uma zebra fêmea nasceu há uma semana no zoológico de Reynosa, no México. O animal que está sendo chamado pelos mexicanos de “zebrasno” tem 70 centímetros de altura e pesa 30 kg. Ele foi batizado com o nome de Khumba. O animal nasceu da união da mãe Rayas, a única zebra do zoológico, com Ignácio, um jumento albino que circula em áreas comuns a outros animais. Khumba tem orelhas de jumento e as patas listradas, como da mãe zebra. No ano passado, outro filhote híb rido de zebra e jumento nasceu em uma propriedade rural de Flroança, na Itália.

CULTURA Literatura Fragmentos — O segundo livro da trilogia Partials, acaba de chegar nas livrarias. Novos segredos e questionamentos agitam a segunda parte da série Partials, a trilogia distópica de Dan Wells. GUILHERME PUPO/DIVULGAÇÃO

Sempre um Papo — No dia 5 de maio, o projeto Sempre um Papo traz o escritor Cristovão Tezza à sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, às 19h30, com entrada gratuita. No evento, debate e lançamento do livro, “O Professor” (Ed. Record). Freud — Laura Conrado lança

livro “Freud, me segura nessa”. A história da menina que se apaixonou pelo terapeuta vai continuar. O livro será lançado hoje, às 18h, na Leitura Pátio Megastore (Avenida do Contorno, 6061, 3º andar, Savassi). A noite de autógrafos é aberta ao público, com entrada franca.

“Aqui Jazz” completa 10 anos em 2014 e o primeiro evento do ano traz clássicos de discos da MPB lançados na década de 1970 com belas releituras nas vozes de Marina Machado e Pedro Morais. Os dois músicos, acompanhados pela banda Take Five, se apresentam na Praça Duque de Caxias no dia 4 de maio (domingo), às 11h, com entrada gratuita.

ton e outros. Dia 1/5, a partir visitação no feriado do Dia do de 19h. Informações: (31) 3654- Trabalho, nesta quinta-feira. As 1733 / www.namatabh.com.br visitas guiadas ocorrem das 10h às 15h, com entrada gratuCinema ita. O espaço tem capacidade de atendimento, na parte Futebol — A última partida do interna, de até 300 pessoas por maior torneio interclubes do dia. Já a visitação aos jardins do mundo será exibida Àao vivoÈ Palácio é livre, com permanênem BH, direto de Portugal Belo cia do público das 10h às 16h. Dança — Amanhã, quartaHorizonte, maio de 2014 — Em feira, o dançarino e coreógrafo parceria com a Cinelive e a Degustação — Já tradicional na Marcelo Grangeiro estará em E S P N , n o d i a 2 4 d e m a i o capital mineira, a degustação Belo Horizonte, para lançar seu Concerto — Música figurata (sábado), às 15h15, o Cineart harmonizada da Vinces Wine livro “Ai, pisaram no meu pé”, apresenta o concerto “Raízes Minas Shopping vai exibir “ao & Coffee (4º piso do BH Shopa partir das 21 horas, no Salão Medievais: abre a porta povo”, vivo”, direto de Portugal, a ping), espaço que reúne cafeteVerrine (Rua João Lúcio Bran- d i a 8 d e m a i o , à s 2 0 h , n o final da Uefa Champions Lea- ria, bistrô e loja de vinhos, Museu Mineiro. Grupo de gue. A partida terá narração acontece na próxima quartadão, 207 — Prado). música antiga traz um diálogo exclusiva para cinema de Cledi feira (30/4), às 19h, terá como DIVULGAÇÃO entre a cultura medieval e a do Oliveira e comentários de Alê tema a França. Vale do Jequitinhonha. Oliveira e Mauro ELCIO PARCÚZO/BENDITA/DIVULGAÇÃO Cezar Pereira. O Itabirito — Com a agenda de valor do ingresso shows da turnê Funk-se, Rock- será R$ 50 (inteira). se... movimentada, o cantor, A s i n f o r m a ç õ e s compositor e instrumentista sobre as vendas de Tom Nascimento segue por ingressos podem Minas Gerais para divulgar o ser conferidas no seu trabalho. No dia 4 de maio s i t e w w w. c i n e (domingo), às 20h30, é a vez da art.com.br. Feira Cultural de Domingo, no Complexo Cultural da Estação, Lazer em Itabirito, receber a apresentação do músico acompanhado Feriado — O Palácio da Liberdade pela banda Nuca Preta. estará aberto para Pop Rock — A noite do Quinta Live Music vai ser animada com a apresentação de César Música Santos Trio: cover de pop rock com as melhores de John J a z z — O pro j e t o m i n e iro Mayer, Jamiroquai, Eric Clap-


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