Issuu on Google+

diar iodocomer cio.com.br JOSÉ COSTA FUNDADOR

BELO HORIZONTE, TERÇA-FEIRA, 16 DE JULHO DE 2013

DESDE 1 932 - EDIÇÃO: 22.434 - R$ 2,00

Planta de amônia em MG pode ser inviabilizada Modelo de ramal do gasoduto SP-Uberaba terá que ser definido neste mês A planta de amônia a ser erguida pela Petrobras em Uberaba pode ser inviabilizada caso o modelo de construção do ramal do Gasoduto Brasil-Bolívia (Gasbol) de Ribeirão Preto (SP) ao município do Triângulo Mineiro, que daria suporte à

fábrica, não esteja definido até o fim deste mês. O que está gerando o impasse junto à ANP é se o duto seria de distribuição ou de transporte. “É uma questão meramente de nomenclatura que está emperrando o projeto”, diz a secretária de

Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck. Também está sendo aguardado parecer da Advocacia Geral da União (AGU) sobre o formato do empreendimento, que receberá investimentos da ordem de R$ 1,3 bilhão. Pág. 3

Sonegação é tema de série de reportagens Presente no dia a dia dos vários agentes econômicos, a sonegação fiscal sangra os cofres públicos e é obstáculo à livre concorrência. Tendo em vista a importância do tema, o DIÁRIO DO COMÉRCIO publica, a partir de hoje, uma série especial de reportagens para mostrar seus efeitos deletérios no país. O que tem sido feito para combater essas práticas e como elas evoluíram ao longo do tempo são algumas questões que serão abordadas sob diferentes pontos de vista. Pág. 7

MARCOS ALVARENGA/ARQUIVO/DC

Secretária Dorothea Werneck: “É uma questão somente de nomenclatura que está emperrando o projeto”

Estudo da Fiemg aponta estímulo ao crescimento

Vendas da MRV crescem 41% e batem recorde

A melhora dos indicadores de países como Estados Unidos e Japão e sinais de recuperação da zona do euro podem estimular o crescimento do Brasil e, em consequência, de Minas, aponta a pesquisa Monitor Econômico, referente a junho, realizada pela Fiemg. Com base neste cenário, o estudo projeta crescimento de 3,3% do PIB estadual em 2013. Pág. 5

A MRV Engenharia, com sede em Belo Horizonte, registrou crescimento de 41% nas vendas contratadas no primeiro semestre na comparação com mesmo intervalo do ano passado, que passaram de R$ 1,758 bilhão para R$ 2,476 bilhões. O resultado, recorde para empresa no período, foi impulsionado pela manutenção da demanda aquecida da classe C. Pág. 9

São Gotardo terá marca Confins: mantidos critérios de concessão regional nos produtos Os critérios definidos para a con- da Secretaria de Aviação Civil, riência na gestão de grandes termiOs produtores de São Gotardo (Alto Paranaíba) estão se organizando para criar uma marca regional que irá identificar e diferenciar os produtos do

município no mercado. A ideia é agregar valor à produção e ampliar os lucros. A identidade visual deve ser lançada até o fim do ano. Pág. 16

cessão dos aeroportos de Confins (Grande BH) e Galeão (RJ) serão mantidos, de acordo com o ministro

Moreira Franco, que participou ontem do Conexão Empresarial em Belo Horizonte. Exigência de expe-

nais e proibição de participação de vencedores de outros certames evitariam o monopólio, disse. Pág. 8 DIVULGAÇÃO

Produção de aço bruto cai 2,2% no semestre A produção brasileira de aço bruto acumulou queda de 2,2% no primeiro semestre, puxada pelo segmento de semiacabados (placas, tarugos, blocos e lingotes), em grande parte direcionados para exportação. No entanto, em junho ficou 2,7% superior à de igual mês de 2012. Pág. 4 IABr/DIVULGAÇÃO

Moreira Franco, no Conexão Empresarial: “Não queremos monopólios, sejam públicos ou privados”

A produção de longos cresceu 1,1% no ano

Recebido com doses elevadas de polêmica, o Programa Mais Médicos, tentativa do governo federal de aumentar a oferta de médicos em regiões pobres do país, busca soluções com foco no passado. Os problemas da saúde permanecem os mesmos de sempre. Mas a sociedade, além dos governos, deve pensar e preparar a medicina para o futuro. Pág. 5

Independentemente do significado político desses recentes eventos, que teoricamente teriam sido, ou deveriam ser, desdobramentos das manifestações populares que aconteceram no mês passado, parece evidente que o processo se desgastou seja pelo tempo, seja por ter perdido a espontaneidade inicial, além da ocorrência de abusos. “Limites a defender”, pág. 2


2

Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

OPINIÃO

Hora de Renan sair PAULO CÉSAR DE OLIVEIRA *

Limites a defender Segundo estimativas, as manifestações realizadas no Dia Nacional de Protesto, convocado por centrais sindicais e movimentos sociais, mobilizaram, em variados pontos do país, cerca de 100 mil pessoas. Muitíssimo menos que os 6 milhões previstos pelos organizadores. Em Belo Horizonte, conforme avaliação da Polícia Militar, as manifestações, que provocaram grandes transtornos para a circulação na região central e danos ainda maiores por conta da paralisação do metrô, cerca de 7 mil pessoas participaram. Apesar da baixa adesão e do resultado adverso para quem pretendia exibir força e capacidade de mobilização, os protestos tiveram impacto principalmente por conta do bloqueio de estradas, que aconteceram em 66 diferentes pontos em 18 estados. Independentemente do significado político desses recentes eventos, que teoricamente teriam sido, ou deveriam ser, desdobramentos das manifestações populares que aconteceram no mês passado, parece evidente que o processo se desgastou seja pelo tempo, seja por ter perdido a espontaneidade inicial, além da As primeiras ocorrência de abusos que geraram confrontos mobilizações e e tumultos. As fortes passeatas, reali- imagens das depredazadas em clima ções e da ação de vândaque se aproveitaram pacífico, foram los da ocasião certamente saudadas de um não serviram à causa exercício de liber- da correta e necessária dade e resposta expressão da indignação que parece ser hoje saudável aos comum à maioria dos abusos sistemati- brasileiros. camente cometi- É fundamental que aspectos sejam dos por manda- estes mais discutidos e dessa tários e políticos forma melhor compreendidos. As primeiras mobilizações e passeatas, realizadas em clima pacífico, foram saudadas como um exercício de liberdade e resposta saudável aos abusos sistematicamente cometidos por mandatários e políticos. Um impulso para mudanças e um contundente chamado à responsabilidade. Eventos posteriores, no entanto, mostraram que o foco inicial começou a ser perdido, enquanto abusos, que nada têm de democrático, acabaram por representar em última análise uma agressão descabida e também inaceitável. Os bloqueios, em espaços urbanos ou em rodovias, em alguns casos com uso de violência e depredação, significaram constrangimento a milhares, ou milhões, de pessoas, que tiveram seu direito básico de ir e vir violentado. Isto absolutamente não é democrático e, dessa forma, não deve ser tolerado. Passados, por suposto, os momentos em que os ânimos estiveram mais exaltados, é preciso que a sociedade majoritariamente reavalie estas questões. Para entender que o pleno e verdadeiro exercício da liberdade implica o reconhecimento de limites — o direito alheio — que absolutamente não podem ser ultrapassados. E é papel do Estado, inequivocamente, assegurar que assim seja, o que significa antes de mais nada defender e garantir a própria democracia.

Preocupado com as manifestações pacíficas das ruas — não tão pacíficas porque os vândalos acabam se aproveitando — o governo está consciente de que as redes sociais deram uma trégua, mas não vão parar. A anunciada greve geral, que não tem nada a ver com os manifestações espontâneas articuladas nas redes, na realidade foi um fiasco. Seus organizadores falavam em seis milhões de trabalhadores nas ruas do Brasil e eles não chegaram a 300 mil. As manifestações — muito da classe média — é contra o estado de coisas no país, contra a corrupção desenfreada em função da impunidade, a saúde e a educação precárias, e cobra do governo o cumprimento de suas promessas.

Inclusive, e talvez principalmente, de investimentos na mobilidade urbana, diante dos milhares de carros que entraram nas ruas em função do crédito fácil e das isenções tributárias. Contudo os governos — seja federal, estadual ou municipal — nada fizeram para a melhoria da infraestrutura. Hoje o trânsito é uma verdadeira loucura nas cidades médias e grandes, com tendência a piorar. O trabalhador chega a gastar até mais de três horas para chegar ao seu local de trabalho, um verdadeiro absurdo. Politicamente os manifestantes levados às ruas pelas redes sociais protestam também contra Renan Calheiros se manter na presidência do Congresso Nacional, um verdadeiro escárnio.

Até hoje ninguém sabe como Dilma compactuou com a eleição dele, em nome da tal governabilidade. O povo já se manifestava contra Renan com o abaixo assinado de mais de um milhão e meio de pessoas que não queriam vê-lo num lugar por onde passaram tantos nomes ilustres. Já há um movimento de gente responsável conversando com Renan para que ele renuncie, arrefecendo os ânimos antes que a situação agrave mais ainda. A hora é grave e é preciso que haja bom senso. * Jornalista e diretor-geral das revistas Viver Brasil e Robb Report — pco@vbcomunicacao.com.br

Arapongagem e consciência cívica CESAR VANUCCI * “O Estado não pode ser o Grande Olho, o Grande Irmão, aquele que sabe tudo das pessoas e inibe as pessoas.” (Presidenta Dilma Rousseff) Ninguém me contou. Fui eu que vi e ouvi, com esses olhos e ouvidos que a terra algum dia vai comer, só que, dependendo de minha vontade, daqui um bocado de tempo. O que vi na telinha, tomado de compreensível espanto, foram dois formadores de opinião, de diferentes prefixos, expendendo críticas num tom de quase deboche ao posicionamento do governo e do parlamento diante da gravíssima denúncia acerca do esquema de espionagem eletrônica implantado pelos Estados Unidos no território brasileiro, vasculhando segredos de Estado, coletando informações relevantes sobre nossas instituições oficiais, mundo empresarial e personagens políticos influentes. Nas reações críticas citadas, as atitudes oficiais de repúdio à conduta da Casa Branca foram classificadas de uma espécie de “jogo de cena para as arquibancadas”, um expediente maroto para desviar as atenções da opinião pública das momentosas questões sociais levantadas nas passeatas populares recentes. Nessa inconcebível manifestação, subestimou-se levianamente a extrema seriedade do assunto tratado pelas autoridades brasileiras. Fingiu-se desconhecer, de forma indesculpável, que a questão do justo clamor público por reformas urgentes levado às ruas e a questão da operação da arapongagem detectada com escusos fitos comerciais e políticos representam pautas distintas, que exigem, todas elas, separadamente, procedimentos firmes e responsáveis da parte dos detentores do poder, em nome da dignidade da nação. Não há outro jeito de enxergar a coisa. Ridicularizar a atitude tomada pelo governo e parlamentares, por sua firme repulsa ao esquema denunciado, equivale a uma confissão pessoal de rematada indigência cívica, ausência de sentimento nacional, síndrome derrotista, ou, ainda, passionalismo político partidário exacerbado, ou de tudo isso misturado. Trata-se de reação que não enaltece, jeito maneira, a inteligência e o grau de percepção individual das prerrogativas de cidadania dos autores das críticas. Os brasileiros estão aptos a tratar com lucidez e correto senso de medida as duas situações. De um lado, impulsionados por justo inconformismo, ávidos por mudanças que acelerem o processo de resgate

das dívidas sociais acumuladas, não se mostram dispostos a abrir mão, a pretexto nenhum, da censura às ações (e omissões) dos dirigentes políticos e comunitários que venham retardar o desenvolvimento do país em termos de prosperidade e bem-estar social. Doutra parte, conscientes de sua condição de cidadãos ciosos de seus direitos e deveres cívicos como habitantes de uma nação democrática e soberana, sentem-se possuídos de desconforto e injuriados com as revelações vindas à tona a propósito dessa espionagem lesiva aos respeitáveis interesses nacionais. Continuarão cobrando providências nas duas frentes: na expectativa de que as reformas almejadas sejam executadas em ritmo mais veloz, no aguardo de que surtam efeito as deliberações tomadas contra essa invasão intolerável da privacidade alheia com a qual a Casa Branca parece haver pretendido fazer de bons e leais aliados simples vassalos. Todos estamos persuadidos também de uma outra verdade: a alegação conformista, feita com o objetivo inocultável de minimizar o problema, de que a espionagem eletrônica é algo comum, bastante conhecido, sendo numerosos os países que a praticam em larga escala, não elide coisíssima alguma com a suprema seriedade da denúncia específica que nos diz respeito. A denúncia em questão descreve com detalhes perturbadores a implantação de uma base de bisbilhotice cibernética operacionalizada em Brasília durante certo período, por órgãos de inteligência estrangeiros. Um atentado a direitos insofismáveis devidamente configurado. Nosso governo soube adotar, na hora certa, providências cabíveis, para exprimir o desagrado e mal-estar da nação diante desse gesto gratuito de hostilidade cometido por um parceiro sempre acatado e prestigiado pelo Brasil. A proposta no sentido de que a questão da espionagem seja debatida em foros internacionais, de modo a se poder estabelecer um marco regulatório para a comunicação eletrônica destes tempos globalizados, afigura-se, assim, sensata e construtiva. Ainda com respeito à candente questão, cabe, por derradeiro, anotar que a opinião pública brasileira espera de Brasília, na hipótese de confirmada a desleal participação na tramoia de empresas transnacionais ou nacionais de telecomunicações, a aplicação de punições severas, compatíveis com a gravidade do ato de banditismo perpetrado. * Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)

Abrindo as portas para o desenvolvimento BRUNO FALCI * O dia de hoje, dedicado ao comerciante, deveria ser motivo de orgulho para todos os brasileiros e principalmente para os belo-horizontinos. Afinal, mais do que uma vocação natural da cidade, o comércio e a área de serviços formam, juntos, o segmento produtivo que mais emprega e mais dá dinâmica econômica ao desenvolvimento da Capital. O nosso setor é responsável por 85% do Produto Interno Bruto (PIB) de Belo Horizonte. Empregamos, na capital mineira, 187 mil trabalhadores só no comércio, e mais de 947 mil na área de serviços, contra 99 mil na indústria, 133mil na construção civil e 3 mil na agropecuária. A abertura dos portos brasileiros, há mais de 200 anos, foi um dos mais significativos sinais de que a atividade comercial, quando estimulada, pode desempenhar papel fundamental para impulsionar a economia. Apesar do comércio da capital mineira apresentar crescimento de 6,38% nos últimos 12 meses, sabemos que ainda existem importantes barreiras que impedem a competitividade do setor. Falar da pesadíssima carga tributária brasileira, que atingiu no último ano 36,27% do PIB, maior que a praticada pelos países mais desenvolvidos do mundo, seria redundar sobre um problema que afeta não só nosso o setor, mas emperra decisivamente a economia do país, que poderia estar crescendo em ritmo bem mais acelerado. O país precisa de uma reforma tributária, pois não há outro caminho para crescer e multiplicar oportunidades. Sem a reforma tributária não haverá mais empresas no país, porque ficarão soterradas sobre a burocracia e os impostos que sufocam a produção. E aqui, a nossa lógica é ampla: quando a indústria vai bem, o comércio vai bem; quando a agricultura vai bem, o comércio vai bem; quando o setor de ser-

viços vai bem, o comércio também vai bem. Ou seja, compartilhamos, todos, as mesmas aflições, as mesmas restrições e os mesmos desejos de remover o entulho que impede o salto de crescimento e desenvolvimento com que tanto sonhamos. Não há desenvolvimento sem investimento. Sem infraestrutura que suporte a logística da produção. Sem garantia de energia para mover os negócios. Sem marcos legais que estimulem a iniciativa privada a participar, em setores onde não faz sentido o investimento público. Não há crescimento e desenvolvimento sem uma política de crédito séria e estável, que dê tranquilidade a quem quer trabalhar e produzir. E insisto: não há como crescer com impostos que sugam o trabalho e esmagam a produção. A economia brasileira precisa de uma reforma tributária que reduza os impostos e, ao mesmo tempo, simplifique o processo de cobrança. Sabemos que o país é recordista em arrecadação. Estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) apontou que, pela quarta vez consecutiva, o Brasil, que está entre as 30 nações com as maiores cargas tributárias do mundo, se posiciona no último lugar como provedor de serviços públicos de qualidade à população, como saúde, educação, segurança, transporte e outros. Precisamos de um processo de tributação simples, a fim de que nossas empresas tenham mais vendedores e menos burocratas. Para que os elevados encargos sociais que, a pretexto de proteger o trabalhador, não se voltem contra ele próprio, fechando ou inibindo a criação de oportunidades de trabalho. Superar as grandes barreiras que impedem o crescimento do comércio, e ainda mantê-lo competitivo e forte, não tem sido uma tarefa simples. Fazê-lo crescer, muito mais ainda. Na verdade,

atrás dos bons resultados há sempre uma gigantesca soma de esforços de empresas, lideranças empresariais e associações de classe. Do ponto de vista do exercício da representação, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) tem se esforçado para dar respostas aos inúmeros desafios, compreendendo-os, também, como desafios da cidade, visto que não há um sem o outro. Sem um comércio pujante, vivo, sustentável, não há caminho possível para o crescimento de uma cidade que tem sua base produtiva totalmente inflexionada na área de serviços. Pensar o futuro de Belo Horizonte é também pensar especialmente o comércio. As questões relacionadas ao crédito, à disponibilidade de capital de giro, a carga tributária, as questões relacionadas à segurança pública e ao urbanismo. E temos trabalhado muito neste sentido, tanto dentro do Estado como em todo o país. Já conseguimos muitas vitórias, mas ainda temos muito a fazer, pois uma entidade existe para defender os interesses de seus associados. Pensar o futuro de Belo Horizonte é também Ú e talvez principalmente — compreender o salto que precisamos dar na direção da desconcentração e elevação da renda, democratização de acesso aos bens culturais e de consumo. É preciso a formação de consensos que nos levem em direção ao crescimento com equidade, responsabilidade e democracia. Pensar o futuro de Belo Horizonte é também pensar em nós comerciantes, que contribuímos para a vida desta cidade. E hoje, mais do que nunca, parabéns a você comerciante, que abre as portas todos os dias para o desenvolvimento da Capital. * Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH)


3

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

ECONOMIA

UBERABA

EXPORTAÇÕES

Planta de amônia é ameaçada Indefinição sobre modelo de construção do ramal do Gasbol pode inviabilizar projeto ALAIR VIEIRA/ALMG

MARA BIANCHETTI

afirma a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck.

Se a decisão acerca do modelo de construção do ramal do Gasoduto Brasil-Bolívia Formato — Segundo ela, já (Gasbol) de Ribeirão Preto (SP) existem pareceres da Advocacia até Uberaba, no Triângulo Geral do Estado (AGE), da próMineiro, não sair até o fim deste pria Petrobras e de escritórios mês, a fábrica de amônia da especializados no assunto a Petrobras no município, único favor da adoção do chamado grande empreendimento da gasoduto de distribuição. estatal em Minas Gerais, Agora, é aguardada uma posipoderá ser inviabilizada. O duto ção da Advocacia Geral da vai levar o gás até a cidade para União (AGU) para a decisão servir como insumo para a pro- final sobre o formato do empredução de amônia na unidade endimento. “O parecer da AGU, sendo industrial, porém, existe um impasse junto à Agência Nacio- favorável à argumentação da nal do Petróleo, Gás Natural e Petrobras, Cemig e governo de Biocombustíveis (ANP) sobre o Minas, significa que podemos começar inicialmente a construmodelo a ser adotado. No fim do mês passado, o ção do gasoduto. Se for contrádiretor da companhia, José rio, entra no tempo das licitações, prazos, Alcides Sanestudos traditoro Martins, e n v i o u u m “Não podemos deixar cionais de uma comunicado ao que o Brasil continue l i c i t a ç ã o . E p i o r, s e m secretário de dependente de gar antia de Petróleo, Gás N a t u r a l e multinacionais, para recursos”, alertou. Combustíveis poder continuar Por outro do Ministério lado, o superinde Minas e alavancando sua tendente de Energia, produção e ComercializaMarco Antônio M a r t i n s exportação de grãos” ç ã o e M o v i mentação de Almeida, Gás Natural e cobrando uma solução do governo federal até Bicombustíveis da ANP, José o final deste mês. Caso contrá- Cesário Chechi, entende que a rio, não poderia assegurar o agência está fazendo seu papel, cumprimento dos prazos ou mas não concorda que om proaté mesmo a manutenção dos jeto seja considerado ilegal pela investimentos na unidade da AGU em primeira instância. estatal, que chegam a R$ 1,3 “De qualquer maneira, a diferença dos custos dos modelos bilhão. O documento foi apresen- não inviabiliza o projeto”, alega. Já o presidente da Fiemg, tado pelo prefeito de Uberaba, Paulo Piau, durante uma espé- Olavo Machado Júnior, avalia cie de workshop realizado pela que a reunião foi proveitosa a Federação das Indústrias do partir do momento em que Estado de Minas Gerais esclareceu alguns pontos e que (Fiemg), com representantes da reiterou o interesse da Petroprópria entidade, da Petrobras, bras em manter os investimendo governo federal, bem como tos em Minas Gerais. “O Brasil lideranças do Triângulo está se tornando um país cada Mineiro, para discutir o vez mais burocrático e, por isso, alguns investimentos que alaassunto. “Os benefícios da planta vancariam o desenvolvimento serão para todo o Estado e até econômico estão parados, como para o país. Mas exigimos mai- é o caso desta unidade, que ores atenções, porque Minas poderia já estar gerando representa 10% do Brasil e emprego e riqueza”, ressaltou o recebe menos de 2% dos inves- dirigente. timentos da estatal. Por isso, não aceitamos que esse projeto Licitação — A gerente execumigre para outro Estado ou tiva de Marketing e Comercialideixe de ser realizado por conta zação da Área de Gás e Energia de interesses políticos”, afirmou da Petrobras, Angélica Lauriano, por sua vez, lembrou que o o prefeito. Na ocasião, o ministro da projeto da planta de amônia da Agricultura, Pecuária e Abaste- Petrobras se encontra em licitacimento, Antônio Andrade, ção. Segunda ela, a estatal disse que iria pleitear uma reu- espera receber pelo menos 26 nião junto ao Ministério de propostas e o resultado do cerMinas e Energia (MME), para tame deverá ser conhecido resolver o imbróglio acerca do ainda neste mês. A concorrêngasoduto o mais rápido possí- cia está em curso desde março vel. Ele lembrou que o empre- último, depois de duas tentatiendimento e a planta de amô- vas frustradas acerca do emprenia, que depende da construção endimento, em função de sobredo ramal, darão novo fôlego não preço. O processo visa contratar só à agroindústria brasileira, mas à economia nacional como bens e serviços para a implantação da unidade de fertilizanum todo. “O consumo de amônia no tes nitrogenados (UFN V), que nosso país é crescente e hoje deverá produzir 519 mil toneimportamos cerca de 70% do ladas de amônia por mês, em insumo. Um país como o nosso uma área de mais de 1 milhão tem que ter importação, mas de metros quadrados, do Dispequena. Para isso, precisamos trito Industrial 3 do municíde estratégias que garantam pio. Quando ficar pronta, a nossa produção. Não podemos planta irá funcionar em deixar que o Brasil continue regime de 24 horas para a prodependente de multinacionais, dução do insumo de fertilizanpara poder continuar alavan- tes. “Se tudo correr dentro dos cando sua produção e exporta- prazos previstos, teremos o início das operações em ção de grãos”, disse. No projeto original, a cons- novembro de 2016. Porém, trução do gasoduto seria de aguardamos a definição de competência dos estados e de como será o suprimento de gás suas respectivas concessioná- para essa unidade, pois a viarias de energia, de maneira que bilidade do empreendimento a Companhia Energética de depende do gasoduto”, ponMinas Gerais (Cemig) faria o dera. Essa será a segunda etapa ramal até Uberaba e a conexão com o território paulista se do empreendimento, uma vez daria por meio de um convênio que a primeira, referente à terentre as partes. Porém, a ANP raplanagem, foi concluída, considera que se trata de um mesmo que com atraso, pela gasoduto de transporte por empresa Egesa Engenharia, no transpor de um Estado para fim de março. Já o terreno que outro. “É uma questão de abrigará a planta foi oficialnomenclatura que só está ser- mente repassado à Petrobras vindo para emperrar o projeto”, em meados de maio.

O risco da perda de aportes da Petrobras preocupa o prefeito Paulo Piau

Prefeitura faz mudança em edital de ZPE Uma nova licitação para definir a empresa que irá assumir a construção e administração da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Uberaba, no Triângulo Mineiro, deverá ser iniciada nos próximos dois meses. O objetivo da prefeitura, que está realizando alterações no edital de contratação, como forma de ampliar a atratividade do projeto, é que o empreendimento esteja em operação até o final deste ano. De acordo com o prefeito Paulo Piau, o que vai viabilizar a retomada do projeto e otimização dos prazos será o novo modelo adotado pela administração municipal para o certame. Após realizar uma série de estudos acerca dos motivos que possam ter afastado os interessados da primeira licitação declarada como “deserta” no fim do ano passado, juntamente com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), ficou decidida a alteração de alguns detalhes. “Antes a proposta da ZPE era de um empreendimento exclusivamente privado.

Agora ele será público-privado, de forma que a prefeitura vai fazer parte do projeto de forma mais ampla, sendo responsável por todos os investimentos no prédio da Receita Federal, no cercamento da área e na infraestrutura básica. A participação da iniciativa privada será por meio do terreno, já que a prefeitura não vai comprar a área”, explica. Com a alteração, a estrutura societária da ZPE também irá mudar. Porém, Piau não soube precisar para quanto. “Estamos finalizando essa negociação”, diz. Inicialmente, o projeto previa a seguinte estrutura na administração do negócio: 95% sob a responsabilidade da companhia administradora, 4% sob o comando da prefeitura e 1% a cargo da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba (Aciu).

Negociações — Em entrevista ao DIÁRIO DO COMÉRCIO em março, o secretário de Projetos e Captação de Recursos de Uberaba e membro do Conselho Administrativo da ZPE, Glauber Saquineli Fer-

nandes, afirmou que as negociações com as empresas interessadas em se instalarem na zona de processamento já estavam em curso. Entre as empresas interessadas em integrar o projeto estariam representantes de exportadoras de grãos, montadoras e da indústria farmacêutica. O primeiro certame ocorreu no final de 2012 e, como nenhuma empresa manifestou interesse em assumir a construção e administração da ZPE, a licitação foi declarada como “deserta”. Em outubro, quando do lançamento do edital, as expectativas acerca do projeto eram tão positivas que o início das obras estava previsto para janeiro ou fevereiro deste exercício. Já a instalação das primeiras indústrias deveria ocorrer a partir do segundo semestre. As zonas de processamento de exportação são distritos industriais onde empresas operam com isenção de impostos e liberdade cambial, ou seja, não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações, e gozam de procedimentos administrativos simplificados. (MB)

Balança comercial registra déficit Brasília — Depois de apresentar superávit no mês passado, a balança comercial brasileira voltou a entrar no vermelho e registrou déficit de US$ 619 milhões na segunda semana de julho. Com isso, o saldo negativo, que estava em US$ 3 bilhões no primeiro semestre, passou para US$ 3,513 bilhões. Na semana passada, as importações somaram US$ 4,240 bilhões e as importações, US$ 4,859 bilhões. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) considerou que a queda nas vendas para o exterior na segunda semana de julho foi influenciada pelo feriado de 9 de julho no Estado de São Paulo e por manifestações que dificultaram o acesso a portos de embarque no país. “Como exemplo dessa realidade, a média diária de exportação do porto de Santos (SP) registrou redução de 29,5% entre a primeira e a segunda semana do mês”, informou. Na média diária, as exportações chegaram a US$ 848,0 milhões na semana passada, 11,6% abaixo da média registrada na semana anterior. Houve queda, sobretudo, nas vendas das categorias de semimanufaturados (como ferro, aço e borracha), básicos (petróleo, farelo de soja, trigo e café em grãos) e manufaturados (aviões, etanol, combustíveis, motores e máquinas para terraplanagem). No caso das importações, houve crescimento de 5,7% na média diária na comparação com a primeira semana do mês, para US$ 971,8 milhões. A alta é explicada, segundo o governo, pelo crescimento de gastos com combustíveis e lubrificantes, veículos, adubos, fertilizantes, cereais e produtos de moagem. No acumulado desde o início do ano, as exportações estão em US$ 123,4 bilhões e as importações, em R$ 126,9 bilhões. O resultado negativo no ano é atribuído, entre outros fatores, ao atraso na contabilização das importações da Petrobras. (AG)


4

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

ECONOMIA

SIDERURGIA

ALISSON J. SILVA

Produção de aço teve retração no 1º semestre Queda na exportações afetou setor Por outro lado, o resultado de junho ficou 2,7% superior A produção brasileira de a o q u e f o i v e r i f i c a d o n o aço bruto acumulou queda mesmo mês de 2012, pasde 2,2% no primeiro semes- sando de 2,756 milhões de tre na comparação com o t o n e l a d a s p a r a 2 , 8 3 1 mesmo intervalo do ano pas- milhões de toneladas. Já na s a d o , c o n f o r m e b a l a n ç o comparação com maio (3,013 divulgado ontem pelo Insti- milhões de toneladas) houve tuto Aço Brasil. A retração é queda de 6,04%. puxada pelo O s e g segmento de mento de semiacabados A retração é puxada s e m i a c a b a (placas, tarudos continua pelo segmento de gos, blocos e a impactar lingotes), em negativasemiacabados grande parte mente a pro(placas, tarugos, direcionados dução brasipara a exporblocos e lingotes), l e i r a . N o tação. primeiro a em grande parte E n t r e queda atinjaneiro e junho direcionados para giu 29,2% em a produção de relação ao a exportação aço bruto mesmo intersomou 16,973 valo de 2012. milhões de O resultado toneladas. No primeiro semes- passou de 3,811 milhões de tre do exercício passado o tonelada para 2,697 milhões volume produzido pelas usi- de toneladas. nas brasileiras alcançou Somente a produção de 17,350 milhões de toneladas. placas registrou retração de

RAFAEL TOMAZ

A produção de aços planos laminados totalizou 7,379 mi/t entre janeiro e junho 31,3% no acumulado do ano até junho na comparação com o primeiro semestre do exercício passado. O volume produzido alcançou 2,209 milhões de toneladas, contra 3,214 milhões de toneladas em 2012. Entre os fatores que afetam o ritmo do segmento está a fraca demanda e a sobreoferta de aço no mercado internacional. Em maio, por exemplo, o presidente da ArcelorMittal Brasil, Benjamim Baptista, confirmou que a companhia paralisou, no final de 2012, um dos altos-fornos da usina

de Tubarão (ES). O equipamento era utilizado para fabricação de placas voltadas para a exportação. De acordo com o balanço do IABr, as exportações brasileiras de aço caíram 14,4% em volume no primeiro semestre, passando de 5,179 milhões de toneladas para 4,434 milhões de toneladas. A movimentação financeira alcançou US$ 2,990 bilhões entre janeiro e junho. O resultado é 19,9% inferior ao registrado no mesmo intervalo de 2012.

Laminados — Já a produção de laminados se manteve

estável nos primeiros seis meses deste ano. No período a fabricação atingiu 12,932 milhões de toneladas, contra 12,815 milhões de toneladas entre janeiro e junho do ano passado, pequena alta de 0,9%. A laminação de aços planos, utilizados por setores como indústria automotiva e fabricantes de máquinas e equipamentos, totalizou 7,379 milhões de toneladas entre janeiro e junho. Este volume é 0,7% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2012, quando atingiu 7,325 milhões de toneladas.

A produção de aços longos, usados na construção civil, entre outros segmentos industriais, alcançou 5,552 milhões de toneladas no primeiro semestre, contra 5,489 milhões de toneladas entre janeiro e junho do ano passado. O resultado representa incremento de 1,1% no período. Os aços laminados, em grande parte, são voltados para o consumo doméstico, que registrou incremento na primeira metade do ano. As vendas no mercado interno cresceram 2,7% entre janeiro e junho na comparação com o mesmo intervalo de 2012, passando de 11,017 milhões de t o n e l a d a s p a r a 11 , 3 1 9 milhões de toneladas. O consumo aparente, que compreende as vendas internas mais as importações de produtos siderúrgicos, em junho foi de 2,2 milhões de toneladas, totalizando 13 milhões de toneladas neste ano. Esses valores representaram queda de 1,2% e alta de 0,6%, respectivamente, em relação aos mesmos períodos do ano anterior, conforme dados do IABr. Já o volume importado entre janeiro e junho atingiu 1,678 milhão de toneladas. O volume é 14,6% menor que o registrado no primeiro semestre do ano passado (1,966 milhão de tonelada). A movimentação financeira passou de US$ 2,374 bilhões para US$ 2,058 bilhões, redução de 13,3% no período.

ENERGIA ELÉTRICA

Usinas licitadas até 2004 poderão rescindir contratos Empreendimentos que não entraram em operação até 30 de junho deste ano poderão devolver as outorgas até 9 de agosto Brasília — As usinas hidrelétricas concedidas até 15 de março de 2004 e que não entraram em operação até 30 de junho de 2013 poderão rescindir os contratos com a União, de acordo com portaria publicada ontem no “Diário Oficial da União”. A decisão do Ministério de Minas e Energia permite que as empresas que devolverem as outorgas, até 9 de agosto, sejam anistiadas do pagamento da taxa de Uso do Bem Público (cobrada pela exploração dos recursos hídricos), liberadas ou restituídas das garantias de cumprimento das obrigações do Contrato de Concessão e sejam ressarcidas dos custos pela elaboração de estudos ou projetos que forem

aprovados em futura licitação. Em 9 de julho, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.839 que já previa essa devolução, mas indicava que ainda publicaria as diretrizes complementares para que a medida fosse colocada em pratica. No total, oito usinas podem desistir das concessões. Estimativas do setor apontam que somando todos os gastos que serão anistiados pelo governo, cada usina representa um gasto de R$ 100 milhões. Desde o ano passado as associações do setor obtiveram liminar na Justiça para impedir o início da cobrança da taxa de Uso do Bem Público. O pagamento estava previsto para 2007 e foi prorro-

gado para 2012, uma vez que as obras não foram feitas por atrasos no licenciamento ambiental. Com a devolução dos empreendimentos, o governo deverá relicitar as usinas, que podem somar quase 2.000 megawatts (MW) de capacidade, o suficiente para abastecer cerca de 3 milhões de residências. Os investimentos chegam a R$ 10 bilhões, segundo informam empresários do setor.

Renovação — Já a demora do governo em definir os critérios para a renovação das concessões de distribuição de eletricidade está c ausando preocupação as empresas do setor. Alguma têm contratos

vencendo em 2015 e 2016 e encontram dificuldades para negociarem a renovação de financiamentos ou tomarem novos empréstimos. “Se não se sabe como a renovação das concessões será feita, a empresa não tem como oferecer garantias, o que gera uma insegurança muito grande. É importante que o governo decida sobre isso o mais rápido possível”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Segundo Leite, 37 dos 63 contratos de distribuição vencem entre 2015 e 2016, incluindo Cemig, Copel, Celg, Celpa e as federalizadas da Eletrobras. Ele disse que as

empresas não têm nenhuma informação a respeito dos critérios que o governo pretende utilizar no processo. “Há boato de que indicadores de qualidade poderiam ser considerados, mas ainda não fomos oficialmente chamados para conversar sobre isso”, completou. A Abradee divulgou ontem, os resultado da 15ª Pesquisa de Satisfação do Cliente Residencial, que mostrou uma melhora do índice, 78,2% em 2012 para 78,7% este ano. O resultado é o segundo melhor da história da pesquisa iniciada em 1999, perdendo apenas para o desempenho de 2009, quando o indicador chegou a 79,9%. A região Sul continua

com o melhor índice de satisfação, passando de 85,4% para 87,6%. Já a avaliação no Sudeste caiu de 79,8% para 78,8%, empatando com a percepção da região Nordeste, que antes estava em 77,2%. Por fim, o índice das regiões Norte e Centro-Oeste — que são classificadas em conjunto — aumentou de 66% para 67,7%. Um questionário com cerca de 70 perguntas foi aplicado a 25.375 entrevistados, em 911 municípios. Com isso, a margem de erro da pesquisa é de 1,3 ponto percentual para mais ou para menos. Participaram 46 distribuidoras, que atendem 98% da população do país. (FP e AE)

Funcionários da Eletrobras planejam protesto Rio — Os trabalhadores do Sistema Eletrobras prometem realizar na próxima quintafeira, às 11 horas, uma passeata pelas ruas do Rio de Janeiro contra o atual processo de reestruturação da companhia e a proposta para o acordo coletivo deste ano. Os funcionários irão se reunir em frente à sede da holding federal, na avenida Presidente Vargas, e marcharão até a Cinelândia através da avenida Rio Branco, no centro da cidade. Ontem pela manhã, entre 50 e 100 funcionários do grupo, boa parte deles da área administrativa da holding, realizaram um protesto contra a atual administração da companhia. Durante o ato, as entidades sindicais criticaram o fato de a Eletrobras estar impondo aos seus empregados a conta dos efeitos negativos da Medida Provisória (MP) 579, a qual reduziu fortemente a geração de caixa dos ativos de geração e

transmissão com as concessões renovadas. Os sindicalistas acusaram o governo federal de estar destruindo as empresas da Eletrobras, como Furnas e Chesf. No ato, que contou com a participação de entidades como a Aeel, dos funcionários da Eletrobras, o Senge-RJ (ligados aos engenheiros) e o Sintergia-RJ (dos empregados de energia do Rio de Janeiro), os sindicalistas também exigiram a saída dos empregados contratados sob o regime do artigo nº 37 da Constituição. Esse artigo permite que cargos de confiança nas diretorias do grupo sejam preenchidos sem a realização de concursos públicos. Nos cálculos dos sindicatos, cada “funcionário artigo 37” custaria em torno de R$ 1,2 milhão ao ano aos cofres da estatal federal. Ontem, os funcionários de todas as empresas do Sistema Eletrobras entraram em greve por tempo indeterminado. Os empregados da área de operação que começaram a traba-

lhar no turno da noite não serão rendidos. As equipes de manutenção também não saíram a campo para realizar os serviços de rotina nos ativos. Segundo o diretor da Aeel e do Sinergia, Emanuel Torres, entre 80% e 90% de trabalhadores do Sistema Eletrobras estão em greve. A força de trabalho do grupo é composta por aproximadamente 28 mil pessoas, número que será reduzido para algo próximo a 24 mil pessoas após o fim do Plano de Incentivo ao Desligamento (PID).

Impasse — A greve ocorre em meio ao impasse nas negociações para o acordo coletivo de 2013. Enquanto a estatal federal propõe reajustar os salários pelo IPCA, que acumula alta de 6,7% nos últimos 12 meses, os sindicatos desejam o reajuste atrelado ao índice do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o que seria um aumento de 6,88%,

mais 4,3 ponto percentual relativo ao crescimento médio do consumo residencial nos últimos meses. “A Eletrobras nos ofereceu o reajuste pelo IPCA e disse que não poderia nos oferecer nada mais além disso”, afirmou. Além do reajuste abaixo do esperado, Torres disse que o acordo coletivo proposto pela estatal prevê a retirada da anuênio aos novos funcionários, que garante um valor adicional pago nos salários anualmente por tempo de serviço trabalhado. “Somos contrários à retirada de benefícios dos trabalhadores. Ao retirar o anuênio, isso gera um clima ruim dentro da empresa porque cria duas categorias de empregados”, disse o sindicalista. As negociações entre as partes tiveram início em abril, mas estão paralisadas desde o dia 4 deste mês, quando a administração da estatal e os sindicatos estiveram reunidos pela última vez em Brasília. (AE)


5

Belo Hor izonte, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

PROJEÇÃO

ECONOMIA

Minas Gerais deve crescer mais que o país neste ano Economia do Estado pode registrar incremento de 3,3% em 2013 ARQUIVO/DC

é de aumento no volume de vendas em 9,2%. A melhoria dos indicado“A retomada do crescires econômicos de países mento em todos os países é c o m o E s t a d o s U n i d o s e sempre um bom sinal”, ponJapão e os sinais de recupe- tua o economista da Fiemg, ração da zona do euro podem Paulo Casaca. Em sua avaliestimular o crescimento do ação, mesmo que a melhora Brasil e, em consequência, da economia norte-ameride Minas Gerais. Esta é uma cana e de outros mercados das variáveis positivas apon- provoque alguma fuga de tadas pela pesquisa Monitor investimentos do Brasil, E c o n ô m i c o , r e f e r e n t e a ainda assim é um elemento junho, realipositivo, conzada pela siderando, “Acreditamos que i n c l u s i v e , o Federação das Indúsaumento da a inflação deve t r i a s d o renda e do E s t a d o d e ser controlada neste mercado conMinas Gerais ano e, assim, no ano sumidor para (Fiemg). os produtos que vem o Banco Consideb r a s i l e i r os . rando ainda Conforme Central não medidas suas previprecisará mexer internas sões, a producomo aumen- tanto na taxa Selic” ção física bratos da taxa sileira, que no básica de ano passado juros, a Selic, para conter a ficou positiva em 2,7%, “deve inflação, o estudo projeta ter resultados melhores”. uma alta do Produto Interno Casaca pondera que, Bruto (PIB) brasileiro neste embora a desvalorização do ano de 2,31%, e de 2,8% em real frente à moeda ameri2014. O PIB de Minas deve cana traga efeitos nocivos à registrar incremento um economia do país, como o pouco maior, de 3,3%, em aumento da inflação, benefi2013. Ainda para este ano, o ciará as exportações brasiestudo projeta um cresci- leiras. A projeção é de que a mento da produção indus- taxa de câmbio encerre o ano trial brasileira de 2,23%, em R$ 2,20. E, com a mesma inferior à do Estado, que base de comparação, suba deve chegar a 4%. O fatura- para R$ 2,30 em 2014. mento industrial em Minas deve crescer 4,7%. Para o Estabilidade — Na avaliação comércio mineiro, a previsão do economista, as medidas de

ANDRÉA ROCHA

Indústria extrativa recuou 3,5% nos últimos 12 meses contenção da inflação adotadas neste ano, como aumento da taxa Selic, devem gerar alguma estabilidade econômica, com ligeiro crescimento. Segundo o estudo, ao fim deste ano, a taxa Selic deve chegar a 9,25%, subindo apenas 0,25% em 2014, quando deve fechar em 9,5%.

Em nível nacional, a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de 5,8% neste ano e de 5,9% em 2014. Em junho, o indicador desacelerou (0,26%) ante maio (0,37%), embora no acumulado do ano tenha batido o teto estipulado pelo Banco Central, de 6,5%, chegando a 6,7%. “Acreditamos que a inflação deve ser controlada neste ano e, assim, no ano que vem o Banco Central não precisará mexer tanto na taxa Selic”, prevê Casaca, ressaltando que a manutenção da taxa Selic nos patamares esperados pode evitar uma queda nos investimentos e, consequentemente, do PIB. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR) em maio, refletindo o recuo da produção física, do emprego industrial e o fraco resultado do comércio no país, ficou abaixo do esperado, com uma queda de 1,4% ante abril. “Este resultado deve refletir um crescimento menor para o segundo trimestre deste ano”, aponta a pesquisa. Em Minas, o IBC-BR foi positivo em 0,13%. Quanto à produção física em maio na comparação com abril, o país apresentou uma queda de 2%, contrariando as expectativas do mercado, que projetavam recuo de apenas 1%. Depois de vários meses com destaque positivo, o setor de bens de capital caiu 3,5%. No mesmo período, a produção física de Minas aumentou 1,1%, com destaque para os setores de veículos automotores, com aumento de 14%, refino de petróleo e álcool (13,7%), têxtil (8%) e químicos (5,3%). Refletindo a desaceleração da economia chinesa, cujo PIB caiu de 7,7% no primeiro trimestre deste ano para 7,5% no segundo, a produção física da indústria extrativa brasileira mantém-se em queda. Enquanto no acumulado dos últimos 12 meses, a produção da indústria brasileira em geral caiu 0,5%, a extrativa recuou 3,5% e a de transformação, 0,4%. No mesmo período, a produção da indústria mineira aumentou 1,7%, a de transformação cresceu 2,4%, e a extrativa caiu 2,1%. No acumulado do ano, a extrativa registrou uma queda de 7%.

CARLOS PLÁCIDO TEIXEIRA radardofuturo@diariodocomercio.com.br

A medicina entre o passado e o futuro Recebido com doses ele- hoje acontece. Mesmo um vadas de polêmica, o Pro- médico instalado em um grama Mais Médicos, ten- desses lugares distantes tativa do governo federal terá como compartilhar de aumentar a oferta de informações com outros médicos em regiões pobres profissionais, conectados do país, busca soluções em cidades maiores. Pesquisa realizada com foco no passado. Os problemas da saúde per- p e l a c o n s u l to r i a P w C manecem os mesmos de para a GSMA, organizasempre. Mas a sociedade, ção mundial que reúne além dos governos, deve operadoras de serviços pensar e preparar a medi- móveis e fornecedores do cina para o futuro. Até segmento, como fabricanmesmo para viabilizar as tes de equipamentos e propostas de mudança dos softwares, confirma que a cursos para o novo cená- a d o ç ã o d e s o l u ç õ e s d e saúde móvel — mHealth rio. Quem entrar em facul- — poderá colaborar para dades de medicina entre a s p o l í t i c a s d e s a ú d e 2013 e 2015 vai encontrar, latino-americanas, gerar em 2020, novas demandas economia de bilhões de e novos recursos de diag- d ó l a r e s e b e n e f i c i a r nóstico e tratamento, já milhões de pacientes conem fase de desenvolvi- siderados pobres e crônimento. Ao desembarcar no cos. Os benefícios serão mercado de trabalho, com e s t e n d i d o s a o u t r o s idade entre 25 e 28 anos, milhões de cidadãos com os médicos serão os mais potencial para desenvolver dificuldalegítimos des relaciorepresentan“A adoção de n a d a s a tes da geração contem- soluções de saúde d i a b e t e s , materniporânea da móvel poderá dade, doeninternet. Eles nasce- colaborar para as ç a s c a r d i o vasculares e r a m n a m e s m a políticas de saúde, c i r c u l a t ó é p o c a , e m gerando economia rias. Entretanto, o meados dos de bilhões de pleno desenanos 1990. volvimento Os recémdólares” do co nceito formados vão exige avanatender a uma população mais enve- ços regulatórios, além de lh ecida, submetida ao investimentos em infraesa u m e n t o d o s c a s o s d e trutura e tecnologia. Outra empresa de condoenças crônicas, como câncer, diabetes, alzhei- sultoria, a Ernst & Young, mer e obesidade, respon- reforça a percepção de que sáveis, hoje por cerca de i n o v a ç õ e s n a á r e a d e 75% dos custos de assis- saúde virão de tecnologias tência médica, segundo que permitam assistência um estudo apresentado remota, como aplicativos p e l a T h e E c o n o m i s t . para tablets e para celulaSegundo a revista, vai ser res que lembrem o horário impossível formar tantos de tomar um medicamento médicos quanto o necessá- ou aplicação controlada de r i o . A s o l u ç ã o p a s s a , medicamentos, por exementão, pela modificação plo. Hoje, a telemedicina, dos padrões de atendi- sistema de prestação de mento, com o objetivo de serviços médicos para os melhorar a produtividade pacientes remotamente, da saúde. “A medicina não cresce rapidamente em poderá ser mais centrada todo o mundo. Ela não é na figura do médico, cuja utilizada apenas para ecoformação é proibitiva- nomizar tempo e dinheiro, mente cara”, assinala a mas também pode aumentar a produtividade e perreportagem. mitir que os pacientes Integração — Na terceira recebam tratamento em década do século atual, a um ambiente no qual eles internet vai predominar estão mais confortáveis. A e m t od o s o s es pa ç os, telemedicina também mesmo em lugares distan- pode ser colocada em prátes, assim como as tecnolo- tica utilizando um softgias de uma forma geral, ware de suporte remoto incluindo a biotecnologia e que permite aos postos de a genética. É bastante pro- saúde e hospitais acessavável, por exemplo, que rem os computadores em uma comunidade ribeiri- qualquer local. Médicos nha da Amazônia ou uma e s p e c i a l i s t a s p o d e m , vila do Vale do Jequitinho- então, dar assistência aos nha deixarão de ser luga- pacientes independenteres absolutamente isola- mente de tempo ou distândos do mundo, como ainda cia.


Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

6


7

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

ESPECIAL

IMPOSTOS

Sistema tributário facilita sonegação Evasão fiscal no Brasil chega a R$ 415 bilhões por ano — 10% do PIB, aponta estudo do Sinprofaz ALISSON J. SILVA

LEONARDO FRANCIA

Presente no dia a dia da gest ã o pública, do contribuinte pobre, da classe média, do rico, do micro, do pequeno, do médio e do grande empresário, da indústria, do comércio e dos serviços, a sonegação fiscal causa estragos nos cofres públicos e prejudica a concorrência. Sonegar não se restringe apenas à informalidade, ao contrabando e à pirataria. No mercado formal, práticas como a modelagem de engenharias fiscais são construídas com o objetivo de pagar menos impostos, muitas vezes, de forma ilegal. Tudo isso é facilitado por um complexo sistema tributário que ganha 33 novas regulamentações por dia em sua legislação, entre portarias da Receita Federal do Brasil (RFB), instruções normativas e decretos de outras entidades governamentais. Isso sem contar que a carga de impostos do país chega a 3 6 % d o P r o du t o I nt e r n o Bruto (PIB). O legado perverso que práticas como a sonegação fiscal e a pirataria provocam vai desde 2 milhões de empregos formais por ano que deixam de ser gerados para cada um informal até o montante bilionário que o país deixa de

arrecadar por dia. Só em Minas Gerais, são R$ 30 bilhões inscritos em dívida ativa proveniente do não pagamento de impostos, sem contar débitos que ainda estão em cobrança administrativa.

Custo elevado — Estudo divulgado recentemente pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz) aponta o custo elevado para o Brasil do crime de sonegar imposto: R$ 415 bilhões — o que cor-

A dívida ativa proveniente do não pagamento de impostos em Minas é de R$ 30 bilhões, sem os débitos em fase de cobrança administrativa responde a 10% do PIB. O valor representa o que o país deixa de arrecadar por ano com a evasão fiscal. O Sinprofaz informou ainda que o valor estimado de sonegação tributária é superior a tudo que foi arrecadado em 2011 com o Imposto de Renda (R$ 278,3 bilhões) ou de tributos sobre folhas e salários (R$ 376,8 bilhões). E é mais da metade do que foi tributado sobre bens e serviços (R$ 720,1 bilhões).

Só neste ano, até a semana passada, o Fisco já havia realizado 174.630 procedimentos de fiscalização com pessoas físicas e jurídicas, envolvendo um buraco de R$ 85,369 bilhões em sonegação. O maior sonegador até então? Serviços financeiros, com 39,5% do total. No Estado, foram 17.809 procedimentos, somando pouco mais de R$ 3 bilhões. Em Minas, a indústria deu o pior exemplo, com 18,2% do montante. Com base na importância do tema, o DIÁRIO DO COMÉRCIO publica, a partir de hoje, uma série especial de reportagens para mostrar o impacto da sonegação fiscal, da pirataria e do comércio ilegal na economia. O que tem sido feito para combater essas práticas e como elas evoluíram são algumas questões que a reportagem vai abordar sob o ponto de vista de representantes do governo, do Fisco, da indústria, do comércio, tributaristas e especialistas no assunto. Nesta primeira reportagem, vamos mostrar a posição do Estado. O secretário de Estado da Fazenda, Leonardo Colombini, avaliou a gravidade da sonegação fiscal tanto para os cofres públicos quanto, em última instância, para o contribuinte e para a sociedade, uma vez que os recursos desviados representam menos dinheiro para o governo investir na melhoria dos serviços públicos.

Leonardo Colombini: a sonegação dificulta a melhoria dos serviços públicos

Transparência e retorno social são problemas no país O gigante acordou. Eis a expressão que resume o que o brasileiro tem visto e feito nas ruas, salvo, é claro, a ação de vândalos. A consciência de um cidadão tomou proporção maior, coletiva, e serviu de bandeira para a reivindicação do fim da corrupção, de educação, saúde e transportes de melhor qualidade. E se existe uma prática que retira a capacidade do Estado em investir em ações que resultam na melhoria dos serviços e equipamentos públicos, ela se chama sonegação fiscal. Embora considerado difícil de mensurar o tamanho do rombo para os cofres públicos, o secretário de Estado da Fazenda, Leonardo Colombini, admite que o prejuízo é grande e tem maior incidência em segmentos importantes para a arrecadação estadual, como combustíveis, cigarros, eletrônicos, medicamentos, calçados, roupas e bebidas. Para c om eça r, o que o Estado tem inscrito em dívida ativa, proveniente majoritariamente do não pagamento de impostos e tributos, já chega a cerca de R$ 30 bilhões, o que equivale a praticamente 82% da receita tributária de Minas Gerais em 2012 e supera em poucos milhões a de 2010. “O crime de sonegação fiscal representa, para os gestores públicos, um problema da mais alta gravidade, com prejuízo para os cofres, para os contribuintes que sofrem a concorrência desleal e para a sociedade, haja vista que os recursos desviados representam menos dinheiro para o governo investir em ações e programas que resultam na melhoria da qualidade de vida para toda a população”, ressalta Colombini. Afirmar que a carga tributária do país, correspondente a cerca de 36% do Pro-

duto Interno Bruto (PIB), é elevada e incentiva a sonegação é plausível, mas usar o argumento para justificar a ação dos sonegadores é errado. Para o secretário, o problema está no retorno para a sociedade e na transparência sobre o destino dos recursos recolhidos em

impostos e tributos. A carga no Brasil é até menor que a de alguns países desenvolvidos. Exemplos disso são o Canadá, onde ela chega a 52% do PIB, e a Alemanha, a 48%. Nestes países, porém, a contrapartida dos estados para a sociedade é melhor. “Por isso, aqui no

Brasil, a população está nas ruas reivindicando retorno e somos a favor disso”, pontua.

Concentração — Outro problema é a centralização dos recursos. A União fica com 70% de tudo que é arrecadado em pagamento de impostos e tributos. Para os

estados e municípios, 30%. E, para descer a escada do governo federal até os entes da Federação e municipalidades, o caminho é longo, árduo e repleto de rachaduras por onde vazam milhões de reais. “Na verdade são os estados e municípios que têm

Ações da Secretaria de Estado da Fazenda No momento em que a economia do país arrefece e empresários têm mais dificuldades em seus negócios, aumenta a tendência de sonegar impostos. Atento ao cenário e à evolução da sonegação e da pirataria, a Fazenda de Minas Gerais tem uma atuação efetiva no combate a estas práticas e tenta responder para a sociedade que a luta não está perdida. Abaixo as principais ações: ✔ Trabalhar de forma integrada com o Fisco estadual e federal, com as polícias e com o Ministério Público, além de parceria com outros estados em casos de irregularidades com ramificação em outros pontos do país. ✔ Trabalhar em parceria com as entidades empresariais ligadas ao comércio e ao setor produtivo, como a Federação das Indústrias do

Estado de Minas Gerais (Fiemg), a Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) e a Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais (Fecomércio Minas), entre outras. ✔ Investir no aparelhamento das unidades da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) que atuam no controle fiscal, além da aquisição de equipamentos e capacitação do pessoal. ✔ Investir na inovação de processos. Minas é referência para muitas unidades da Federação com o auditor eletrônico, por exemplo, cuja tecnologia já foi repassada para 23 estados. O aplicativo informatizado permite ao auditor fiscal o cruzamento de dados de diversas fontes de informações fiscais, como a Nota Fiscal

Eletrônica (NF-e), extratos de cartão crédito e escrituração digital, entre outros, para a averiguação de irregularidades. ✔ Implementar o Laboratório de Auditoria Digital (Laudi): instrumento focado no combate ao crime organizado, que dá suporte às atividades de inteligência e fiscalização com base nas informações contábeis das empresas. Além disso, o Laudi garante autenticidade para prova futuras. ✔ Implantação do Programa Minas Legal com o objetivo prioritário de incentivar a cidadania fiscal. O programa é um instrumento de conscientização da sociedade e conta com ações em diversas frentes, desde ações educacionais até a fiscalização da destinação dos recursos do Tesouro. (LF)

que fazer as ações públicas, são eles que estão na ponta, próximos à sociedade. Por isso se discute muito a revisão do pacto federativo, a simplificação dos impostos e, finalmente, dividir melhor o bolo para que as unidades da Federação e as administrações municipais tenham mais recursos disponíveis”, explica Colombini. A legislação tributária também não ajuda. Os recursos e as fórmulas legais são tantos e tão complexos que não dão o suporte que deveriam dar. Ao contrário, no final da equação, resultam em instrumentos usados pelo sonegador para não ser preso. O parcelamento de dívidas, por exemplo, representa, segundo o secretário, um novo risco da pessoa ficar em débito. Sob o ponto de vista da Fazenda estadual, a complexidade das leis tributárias favorece a figura dos “laranjas”, das “empresas barrigas de aluguel”, diferente da legislação forte de outros países, como Espanha e Estados Unidos, onde o sonegador, uma vez provada a ilegalidade do pagamento de um imposto, é encarcerado. (LF)

Crimes são praticados por redes organizadas “Não existem mais amadores no mercado da sonegação”. É assim que secretário de Estado da Fazenda, Leonardo Colombini, resume a evolução das práticas de sonegação fiscal e pirataria. Para ele, a informalidade, há alguns anos, se revelava em uma pessoa que fretava um ônibus de sacoleiros para ir até o Paraguai e trazer cigarros e eletrônicos, sobretudo, por exemplo. Hoje, o sonegador se

estruturou em redes organizadas, capazes de trazer contêineres com mercadorias contrabandeadas de diferentes partes do mundo, em especial da China, descarregar no porto de Santos (SP) e distribuir em shoppings populares de grandes cidades, como Belo Horizonte. “Da mesma forma que o Fisco se atualiza, o sonegador também evolui”, destaca. O governo de Minas avalia que a formalidade cresceu nos

últimos anos, alavancada com o crescimento da economia nacional, com a inclusão de mais empresas no Simples Nacional e com a criação do Microempreendedor Individual (MEI), em julho de 2009, entre outros fatores. Porém, a competitividade entre o ilegal e o legal, entre o sonegador e o empresário em dia com o Fisco, é considerada a grande questão. “É claro que a sonegação traz prejuízos econômicos para as pessoas que

trabalham formais e estabelece a concorrência desleal”, esclarece o secretário. E é justamente devido aos prejuízos que os empresários sofrem que a Fazenda do Estado também é alimentada pelo próprio mercado. Os segmentos da economia trabalham com suas inteligências para combater o problema em parceria com o governo, fornecendo informações sobre suspeitas e focos de sonegação.

“O sonegador atrapalha o país e merece nossa repugnância. Boa parte do pano de fundo da desindustrialização está ligada à sonegação fiscal. Quando se traz produtos pirateados de outros países, se inibe a indústria brasileira. Por isso, o contribuinte deve ser nosso aliado para resolver este problema e, por isso, em Minas, tem privilegiado as discussões com entidades empresariais e do setor produtivo”, afirma. (LF)


8

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

ECONOMIA

CONFINS E GALEÃO

ARQUIVO

Critérios para concessões mantidos pelo governo Meta é evitar o monopólio no setor passageiros/ano (sete vezes mais do que os 5 milhões exiO ministro da Secretaria gidos nas concessões de Virad e Av i a ç ã o C i v i l ( S A C ) , copos, Brasília e Guarulhos), M o r e i r a F r a n c o , d i s s e e o outro a proibição de que ontem, em Belo Horizonte, os vencedores das concessões onde participou do evento anteriores participem do Conexão Empresarial — processo de privatização de promovido pela VB Comuni- novos aeroportos. cação Empresarial —, que Moreira Franco disse que serão mantidos os critérios são regras objetivas que definidos por visam atensua pasta e d e r à pela Agência As regras objetivas d e m a n d a Nacional da crescente dos visam atender à Aviação Civil dois termi(Anac) para a demanda crescente nais e acabar c o n c e s s ã o à dos dois terminais e com o monoiniciativa pripólio na gesacabar com o vada do Aerotão dos aeroporto Inter- monopólio na gestão p o r t o s nacional brasileiros, dos aeroportos Tancredo em sua o piNeves, em nião responbrasileiros C o n f i n s sável pela má (RMBH) e qualidade Galeão (RJ), que estão sendo dos serviços prestados aos questionados por empresá- usuários. “Não queremos rios e advogados. De acordo m o n o p ó l i o s , s e j a m e l e s c o m M o r e i r a F r a n c o , “ o públicos ou privados”, acengoverno aprendeu com as tuou. experiências anteriores, de A regra é particularmente Viracopos (Campinas/SP), importante para as concessões Brasília e Guarulhos, por de grandes aeroportos da isto instituiu dois critérios região Sudeste, que competem que considera serem funda- entre si por passageiros. Ele mentais”. disse ainda que a preocupação Um deles é a exigência de é projetar as necessidades que os concorrentes compro- para 20 ou 30 anos na frente. vem experiência na gestão “Em 30 anos, o Galeão estará de aeroportos que recebam recebendo 60 milhões de paspelo menos 35 milhões de sageiros por ano e Confins 45

APARECIDA LIRA

Novos critérios do governo para concessões de aeroportos brasileiros tentam evitar o monopólio do setor

Investimentos nos aeroportos regionais Minas Gerais e Amazonas serão os estados agraciados com maior volume de recursos para a ampliação e melhoria de aeroportos regionais. Do total a ser investido em 270 terminais do tipo no país (R$ 7,3 bilhões) caberão a Minas R$ 817 milhões, direcionados a 33 aeroportos do interior do Estado. O Amazonas ficará com uma fatia de R$ 838,4 milhões para melhorias em unidades aeroportuárias. Segundo o ministro da Secretaria da Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, os editais estarão até o fim deste mês de julho. Em Minas, as obras de melhorias, disse o ministro, além de passageiros, visam suprir a inexistência de portos no Estado e colocar os aeroportos

milhões”, observou.

Sugestões — O ministro disse também que está analisando as cerca de 700 sugestões enviadas à SAC durante audiência pública realizada no Rio de Janeiro, no mês passado. Mas adian-

como escoadores de riquezas, enquanto no Amazonas o objeto é mesmo a população, separada por longas distâncias que só são percorridas por barco, o que compromete até o direito e ir e vir das pessoas. “Vamos dotar os aeroportos de condições para que eles sejam viáveis”, declarou. Mas o governo quer também garantir tarifas acessíveis, por isso o programa virá com subsídios de passagens para que as pessoas mais pobres possam migrar do modal rodoviário para o modal aeroportuário. O critério usado para o valor das passagens será o custo do transporte rodoviário, explicou o ministro. O objetivo é que 96% da população brasileira estejam a menos de 100 km de distância de um aeroporto apto ao

tou que também serão consideradas somente aquelas que garantam o fim do monopólio e a melhoria do serviço prestado aos usuários. Moreira Franco afirmou que não existe uma preocupação do governo em acertar os aeroportos para atender os

recebimento de voos regulares. A primeira etapa do plano de aviação regional visa aperfeiçoar a qualidade do serviço prestado ao passageiro, agregar novos aeroportos à rede de transporte aéreo regular e aumentar o número de rotas operadas pelas empresas aéreas. Para o ministro, o país está enfrentando o desafio de sair de um modelo baseado no consumo para outro, alicerçado no investimento. Conforme a SAC, os investimentos previstos são da ordem de R$ 1,7 bilhão em 67 aeroportos da região Norte; R$ 2,1 bilhões em 64 terminais do Nordeste; R$ 924 milhões em 31 do Centro-Oeste; R$ 1,6 bilhão em 65 do Sudeste; e R$ 994 milhões em 43 aeroportos da região Sul. (AL)

turistas que virão para a Copa de 2014, e sim em aprimorar o que é oferecido ao público interno, aos brasileiros. O ministro, em conversa com os empresários mineiros, disse que o Brasil está saindo de um período de estagnação

de investimentos em infraestrutura, que começou a partir de 1982 e que o desafio, hoje, é reverter este quadro. “O Brasil será um dos grandes mercados de aviação do mundo, mas para que isso aconteça precisamos de companhias robustas operando os aeroportos”.

TELECOMUNICAÇÃO

Oi vende participação na GlobeNet para BTG Pactual Negócio, no valor de R$ 1,745 bilhão, inclui transferência de sistema de cabos submarinos de fibra ótica de 22.500 km São Paulo — A Oi fechou na sexta-feira passada, em conjunto com sua controlada BRT Serviços de Internet, um contrato com BTG Pactual YS Empreendimentos e Participações pelo qual se comprometeu a transferir para a empresa a totalidade de sua participação societária na Brasil Telecom Cabos Submarinos e suas subsidiárias, localizadas na Venezuela, Colômbia, Ilhas Bermudas e Estados Unidos, denominadas conjuntamente GlobeNet, pelo valor total de R$ 1,745 bilhão. O m o n t a n t e e s tá s u je it o a determinados ajustes previstos contratualmente.

Segundo fato relevante divulgado ontem pela empresa, a transação inclui a transferência de um sistema de cabos submarinos de fibra ótica de 22.500 km detido pela GlobeNet, composto por dois anéis de cabos submarinos protegidos, interligando pontos de conexão entre Estados Unidos, Ilhas Bermudas, Colômbia, Venezuela e Brasil. Integram ainda o negócio o fornecimento de capacidade pela GlobeNet para a Oi e suas controladas, diretas ou indiretas, por meio de contrato de longo prazo com volume de capacidade e preço garantidos.

A transação está sujeita ao implemento de condições, incluindo a necessária aprovação dos órgãos reguladores e autoridades de defesa da concorrência nas diferentes jurisdições em que a GlobeNet atua. O BTG Pactual YS Empreendimentos e Participações é controlado pelo BTG Pactual Infraestrutura II Fundo de Investimento em Participações.

To r r e s — Ta m b é m a O i informou ontem que, em conjunto com sua controlada Telemar Norte Leste, fechou contrato para ceder para a SBA Torres Brasil o direito de exploração comercial e uso de 2.113

torres de telecomunicações e respectivas áreas nas quais estão localizadas, em contrapartida ao recebimento do valor total de R$ 686,725 milhões. O contrato não envolve a transferência, direta ou indireta, da propriedade das torres ou das áreas. Segundo a Oi, o negócio, que já era aguardado pelo

mercado, traz como benefícios diretos para a companhia a otimização de recursos e a transferência dos custos de operação e manutenção dos ativos para a cessionária, ao mesmo tempo em que assegura a continuidade da prestação dos serviços referentes à concessão do Serviço de Telefonia Fixo

Comutado (STFC). Isso porque a transação também compreende a locação de espaço nessas torres e áreas pela cessionária, por meio de contrato de longo prazo. A implementação da transação está sujeita à a p r o v a ç ã o p e la A g ê n c i a Nacional de Telecomunicações (Anatel). (AE)

Vivo: Guru Tecnológico atende usuários REPORTAGEM LOCAL

Com atendimento a usuários de todas as operadoras desde o ano passado, os Gurus Tecnológicos de mais de 230 lojas da Vivo passam agora a esclarecer dúvidas e mostrar as vantagens e aplicações dos serviços de 4G. Além de São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e das seis cidades-sede da Copa das Confederações — Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador —, a rede 4G da Vivo já opera no ABC, Barueri, Sorocaba, Mogi das Cruzes, Campos do Jordão e

Águas de Lindóia. Os Gurus Tecnológicos são profissionais preparados para prestar todo o suporte necessário para quem tem dúvidas ou dificuldades no uso de sm art pho ne s, table ts ou qualquer outro equipamento. Ele pode, por exemplo, configurar o smartphone do usuário para receber emails, acessar redes sociais e outras operações que muitas pessoas têm dificuldades em realizar. Desde o lançamento do 4G, as dúvidas mais comuns dizem respeito à frequência de funcionamento, áreas de cobertura e o

desempenho no Brasil de aparelhos de quarta geração adquiridos no exterior. Em nota, a Vivo disse que está investindo em soluções inovadoras para proporcionar experiência diferenciada aos seus clientes, seja nos serviços de dados seja no atendimento em suas lojas, como demonstra a atuação do Guru Tecnológico. Essas e outras iniciativas conferem à empresa a melhor performance, entre as operadoras com atuação nacional, no Índice de Desempenho de Atendimento (IDA) da Anatel em 49 dos 50 meses acompanhados pelo órgão.


9

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

ECONOMIA

IMÓVEIS

MRV vende 41% mais no semestre Resultado é recorde no período e foi impulsionado pelo aumento da demanda da classe C

MCMV cumpriu 75% da meta, diz ministra RAFAEL TOMAZ e AE

ALISSON J. SILVA

ano passado, manteve o poder de financiamento desA MRV Engenharia, sedi- tes compradores mesmo com a d a e m B e l o H o r i z o n t e , o cenário econômico atual. registrou crescimento de “Hoje as condições da par41% nas vendas contratadas cela são quase as mesmas do no primeiro semestre na aluguel”, explica. comparação com o mesmo Outro fator que impulsiointervalo de 2012, passando nou os resultados da compade R$ 1,758 bilhão para R$ nhia no período é a redução 2,476 bilhões. O resultado, da concorrência. De acordo recorde para companhia no com Mônica Simão, algumas período, é impulsionado pela empresas passaram a focar manutenção da demanda da em seus segmentos princiclasse C. pais, deixando espaço para a Na primeira metade do construtora. ano, a construtora mineira A diretora da MRV desvendeu 19.366 unidades, taca o crescimento de 21% no c o n t r a 1 5 . 3 3 9 u n i d a d e s número de unidades repasentre janeiro e junho de sadas aos clientes no pri2012. O resultado repre- meiro semestre na comparasenta incremento de 26%, ção com o mesmo intervalo conforme prédo ano pasvia operaciosado. Entre nal divulgada Na primeira metade j a n e i r o e ontem pela junho foram do ano, a construtora 22.798 imóMRV. A empresa veis, contra mineira vendeu registrou 18.894 unida19.366 unidades, recorde tamdes no ano bém para o passado. contra 15.339 segundo triQuando a unidades entre m e s t r e , unidade é quando as repassada, o janeiro e junho vendas con imóvel é de 2012 tratadas atinfinanciado e a giram R$ construtora 1,381 bilhão, recebe o valor alta de 47% na comparação d o i m ó v e l . C o m i s s o , d e com o mesmo período do acordo com Mônica Simão, é exercício passado (R$ 943 de se esperar que a geração milhões). Em unidades, a de caixa da companhia seja companhia verificou cresci- c r e s c e n t e p o r c o n t a d o mento de 31% no intervalo, a u m e n t o v e r i f i c a d o n o passando de 8.066 unidades semestre. habitacionais para 10.551 Já o número de lançamenunidades habitacionais. tos da MRV na primeira O s r e s u l t a d o s f o r a m metade de 2013 caiu 19% em alcançados em meio ao ritmo relação ao mesmo intervalo aquém do esperado da econo- do ano anterior, passando de mia brasileira, que enfrenta R$ 1,710 bilhão para R$ enfraquecimento do con- 1,388 bilhão. Foram 11.137 sumo, pressão inflacionária unidades lançadas entre entre outros entraves. A j a n e i r o e j u n h o , c o n t r a diretora executiva de Rela- 14.724 unidades nos primeição com Investidores da r o s s e i s m e s e s d e 2 0 1 2 , MRV, Mônica Simão, explica queda de 24%. que o desempenho se deu por De acordo com Mônica conta do perfil de clientes da Simão, a companhia vem construtora, basicamente da gerenciando os seus estoclasse C, em busca do pri- ques desde o ano passado, o meiro imóvel. que resultou na queda no As condições de financia- número de lançamentos. mento dentro do programa Porém, deverá ser observada federal “Minha casa, minha uma redução no volume de v i d a ” , q u e p a s s o u p o r estoques em função do cresmudanças em outubro do cimento nas vendas. Dessa RAFAEL TOMAZ

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou que 75% da meta de contratação das duas etapas do programa “Minha casa, minha vida” (MCMV), foram cumpridos, com 2,78 milhões de unidades adquiridas — dos 3,7 milhões previstos até 2014. Em Minas Gerais, até o momento, foram contratadas 270.853 unidades. Do total contratado no país, 1,778 milhão referemse a unidades do MCMV2 e o restante à primeira etapa do programa. Em relação às unidades contratadas, 45% das moradias foram entregues — ou 1,247 milhão de unidades habitacionais. O programa movimentou até agora R$ 177,5 bilhões, e 46% vieram de subsídios do governo, com os 54% restantes de financiamentos. O recém-criado programa “Minha casa melhor”, para a compra de móveis e eletrodomésticos às residências, tem 103.383 contratos fechados, com R$ 512 milhões. O programa liberará R$ 18,7 bilhões em recursos. Miriam declarou que os desafios agora são acelerar a contratação de moradias às camadas mais pobres da população, com renda até R$ 1,6 mil. “Ainda há espaço importante para empresas diversificarem investimentos à chamada faixa 1 do MCMV”.

Um dos fatores que impulsionou os resultados foi a redução da concorrência forma, a empresa deverá aumentar os lançamentos no segundo semestre. O banco de terrenos da MRV fechou junho com R$ 22,5 bilhões, pequena redução de 1,7% na comparação com o resultado verificado

em março, quando atingiu R$ 22,9 bilhões. Conforme a empresa, os terrenos apresentam tamanho médio de 432 unidades por projeto.

Log — Ainda conforme o relatório, a subsidiária Log

Comm ercial Properties, entregou no primeiro semestre 81.789 metros quadrados de área bruta locável (ABL). Com isso, a empresa atingiu ABL total entregue de 330.941 metros quadrados.

VANDALISMO

Lojistas querem mais que adiamento do ICMS CDL-BH vai formatar proposta mais detalhada para ressarcimento por danos durante protestos ANDRÉA ROCHA

Após duas semanas do fim da Copa das Confederações, ocasião em que ocorreram manifestações e depredações do patrimônio público e privado em diversas regiões do país, inclusive em Belo Horizonte, continua a batalha dos comerciantes e de suas entidades representativas por algum tipo de compensação. Pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) junto a 36 lojistas da avenida Antônio C a r l o s r e ve lo u q u e p e l o menos 17 deles sofreram da nos. Os prejuízo s nã o chegaram a R$ 10 mil para 17,65% deles. No entanto, para 11,76%, ultrapassaram R$ 1 milhão, especialmente as concessionárias de veículos. Segundo o presidente da CDL-BH, Bruno Falci, na última semana o governo do Estado deu o primeiro passo, autorizando a prorrogação do pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pelos empresários prejudica-

dos. No entanto, como boa parte das empresas não se beneficiará com a medida, uma vez que cumpre o regime de substituição tributária, o dirigente anunciou que a CDL-BH vai formatar uma proposta mais detal h a d a , q u e p o d e c o n t e r, inclusive, a possibilidade de isenção tributária temporária. “Continuamos a contar com o apoio do governo de Minas”, indicou Falci, para quem, no entanto, “o primeiro passo não foi suficiente”. Segundo ele, a entidade vai se reunir com os associados que tiveram seus bens destruídos em consequência das manifestações ocorridas durante a Copa, para buscarem, juntos, alguma outra forma de compensação. “Esperamos que o próprio governo encontre uma alternativa que amortize ou compense os prejuízos”. A expectativa de Falci é justificada. Segundo ele, se pelo menos 94,12% dos lojistas entrevistados informaram que tomaram alguma medida para evitar o vandalismo. A Polícia Militar, em

sua opinião, tinha conhecimento ou alguma expectativa de que haveria alguma destruição no principal caminho entre a região central e o Mineirão. “Vamos ter que marcar uma conversa com o governador”, anunciou. Amanhã, o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos de Minas Gerais (Sincodiv-MG), que representa o grupo que teve os maiores prejuízos, terá um encontro com representantes do governo do Estado. Caso a proposta não agrade aos dirigentes, eles informaram que vão buscar a compensação pelos prejuízos por meio da Justiça. Segundo informou a CDL, além da Kia AutoMark, Mila, F o r l a n , N i s s a n , To y o t a , Honda Minas Moto e Peugeot Ve r n o n , t a m b é m f o r a m depredados os estabelecimentos do Plaza Antônio Carlos, Brasvel, Dunas Piscinas, Placas Toledo, Esmig Escadas, Supermercado das P o r t a s e J a n e l a s , Te l h a Norte, Posto Flamingo, Posto Trópico e Banco Bradesco. A pesquisa apurou que desses 17 estabelecimentos, a

maior parte (38,89%) foi ating i d a d u a s v ez es . O u t r a s 27,78%, foram objeto de ataques apenas uma vez. Mas 22,22% sofreram destruição três vezes, não necessariamente em dias de jogos realizados em Belo Horizonte. Outros 5,56% ataques aconteceram nos dias das partidas.

Prejuízos — Os prejuízos variaram conforme o tamanho do negócio e os investimentos em proteção. Para 17,65%, ficou entre R$ 10 mil e R$ 40 mil. Para outros 17,65%, as perdas não chegaram a R$ 10 mil. Outros 11,76% apuraram danos entre R$ 70 mil e R$ 100 mil. No mesmo percentual foram identificados outros quatro grupos: os que perderam entre R$ 100 mil e R$ 400 mil; os que tiveram prejuízos entre R$ 400 mil e R$ 700 mil; os que contabilizaram perdas acima de R$ 1 milhão e, ainda, aqueles que ainda não fizeram as contas. O u t r o s 5, 8 8 % p e r d e r a m entre R$ 40 mil e R$ 70 mil. Para cobrir as perdas, 62,5% vão utilizar capital próprio. Outros 18,75%

ainda não pensaram em um meio de reaver o valor perdido; enquanto 12,5% buscarão empréstimos bancários e 6,25% recorrerão à sociedade. Dos 36 estabelecimentos pesquisados, a expressiva maioria, 94,12% tomou alguma precaução para evitar a destruição, como a colocação de tapumes, contratação de segurança, retirada de produtos e materiais, port a s de aç o e fe c h a m e n t o antecipado. Mesmo assim, as medidas não foram suficientes para 52,94% deles.

Demissões — Dos atingidos, 94,44% informaram que vão conseguir reabrir seu estabelecimento e 91,18% devem continuar na mesma região. Para os funcionários, a previsão é de normalidade em 86,67% estabelecimentos. Mas para 6,67%, a solução foi a demissão de alguns funcionários e outros 6,67% optaram por aproveitar os empregados em outra filial. Segundo Falci, a entidade colocou à disposição dos lojistas os serviços d a a s s es s o ri a j u r í d i c a e institucional.

Problemas — Outros entraves ao programa são o descompasso dos investimentos em energia, água e esgoto, os problemas com licenciamento junto a órgãos públicos e a registros cartorários, além da necessidade de ampliar a sustentabilidade dos investimentos. “Mas já há a produção de imóveis com sustentabilidade, com a utilização de novos materiais, com a melhoria do padrão de arquitetura e urbanismo”, disse Miriam. Segundo a ministra, “as reclamações são residuais”, mas precisam ser equacionadas, por isso, a Caixa estabeleceu uma nova rotina de acompanhamento, com vistorias semanais. “Monitoramos 100% das ocorrências e estabelecemos um sistema de penalização às empresas que não responderem aos clientes”, afirmou. “E para um futuro “Minha casa, minha vida 3”, teremos de olhar alternativas e estamos abertos a sugestões”, completou. Minas Gerais — De acordo com o Ministério das Cidades, Minas Gerais respondeu por aproximadamente 10% das unidades contratadas no país no âmbito do programa federal de habitação. Das 270.853 unidades adquiridas desde o lançamento, 177.268 moradias foram contratadas exclusivamente na segunda etapa do MCMV. Conforme o ministério, a única modalidade do programa “Minha casa, minha vida” que possui meta estadual de contratação definida é “Empresas”, que atua com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Para essa modalidade, a meta em Minas é de 84.857 unidades habitacionais, das quais 78.411 já foram contratadas. Já Belo Horizonte registra 16.440 moradias contratadas no âmbito do p ro gr a m a . D e s t e t o t a l , 7.767 foram na segunda etapa do programa, ainda de acordo com informações do ministério.


Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

10


Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

gestaoenegocios@diariodocomercio.com.br

11

ALISSON J. SILVA

METALMECÂNICO

Metalfisa investe na diversificação da produção Arquivos deslizantes, a nova aposta milhões de arquivos. “Esse número foi c alculado de A Metalfisa Ltda, espe- acordo com as vendas que cializada na prestação de já estão em processo e com s e r v i ç o d e c o r t e , s o l d a , as licitações de que estamontagem e acabamento m o s p a r t i c i p a n d o . O s d e c h a p a s d e m e t a l , v a i arquivos são muito procudiversificar o ramo de atu- rados por órgãos públicos ação. Instalada no bairro para o armazenamento de J a r d i n ó p o l i s , n a r e g i ã o documentos”, destaca. Caso a empresa alcance Oeste de Belo Horizonte, a empresa vai iniciar a pro- essa meta, irá aumentar o dução de arquivos desli- faturamento e m 30% na zantes, o Deslizarq/Metal- comparação com o exercício fisa. A expectativa é que passado. Sampaio afirma que o desemsomente este penho da item increempresa no mente o fatuO arquivo é o primeiro ramento segundo produto semestre deste ano em 30% na com- próprio da empresa, ficou abaixo do esperado paração com que já fabrica devido às o exercício elevadores para incertezas passado. O arquivo é o deficientes físicos do mercado e que o incresegundo proutilizados em mento será duto próprio resultado da da empresa, ônibus urbanos venda dos que já fabrica arquivos elevadores para deficientes físicos uti- d e s l i z a n t e s . P a r a o p r i lizados em ônibus urbanos. meiro semestre de 2014, a O gestor de melhorias e expectativa é de aumentar indicadores da Metalfisa, as vendas, para 8 milhões Filipe Sampaio, diz que a de arquivos. Ele informa que os empresa já está no mercado há 25 anos atuando na arquivos já foram desenprestação de serviços em volvidos para serem expormetais planos. “Fazemos tados. “O transporte pode uma parte do produto dos ser feito e m Com plete ly nossos clientes. Temos, por Knock Down (CKD), como exemplo, clientes produto- faz a indústria automotiva. res de no breaks, e para eles Eles são completamente fabricamos o gabinete que desmontáveis e podem ser envolve o equipamento”, m o n t a d o s n o l o c a l o n d e explica. A empresa atende serão instalados por meio ainda aos setores de eletro- de encaixe, sem precisar de medicina, trens, tratores, maquinário especial”, resentre outros. salta. Para prestar esse tipo de Para a produção dos serviço, a Metalfisa possui a r q u i v o s d e s l i z a n t e s a centro de corte a laser e cen- Metalfisa não investiu em tro de dobras, além de todo n o v o s e q u i p a m e n t o s , j á o maquinário necessário que todo o maquinário utia o s p r o c e s s o s d e c o r t e , lizado na prestação de sersolda, montagem e acaba- viços em metais planos que mento das chapas de metal. a empresa já possuía será A empresa ainda possui um suficiente para a fabricadepartamento de engenha- ção do produto. Sampaio ria para desenvolvimento afirma que, se a demanda de novos produtos. Foi esse crescer, será necessário s e t o r d a e m p r e s a q u e ampliar a capacidade prodesenvolveu os arquivos dutiva com o aumento dos deslizantes. turnos de trabalho. AtualSampaio observa que o mente, alguns setores da produto tem como princi- e m p r e s a t r a b a l h a m e m pal função a melhor utili- dois turnos e outros, em zação do espaço. “Ele con- apenas um. A compra de s e g u e v e r t i c a l i z a r e maquinário também não g u a r d a r d o c u m e n t o s d e está descartada. forma mais eficiente, ecoEle destaca que a n o m i z a n d o a t é 7 0 % d o empresa não está deixando espaço”, diz. A expectativa de lado a prestação de serd a e m p r e s a é v e n d e r , viços de corte, solda, mons o m e n t e n o s e g u n d o tagem e acabamento de s e m e s t r e d e s t e a n o , 6 chapas de metais.

JULIA DUARTE

Estimativa é que o novo produto resulte em crescimento de 30% no faturamento da empresa

Funcionários da Delp incentivados a inovar DIVULGAÇÃO

JULIA DUARTE

Atender aos mercados de óleo e gás, geração de energia, indústria e serviços exige investimento em inovação. Na Delp Engenharia, com sede em Contag e m , n a R e g i ã o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), são os próprios funcionários que trabalham para desenvolver soluções para os problemas que vivenciam no dia a dia. Por meio do programa Delp Ideias eles são incentivados a apresentar propostas para os problemas mais recorrentes. Recentemente, os profissionais do grupo desenvolveram um dispositivo de lixamento para atender à necessidade de um cliente específico, a Electro Motive Diesel (EMD). O gerente de fabricação da unidade Contagem da Delp, Carlos Fonseca, explica que a empresa demandou uma solução para o acabamento das peças. “Tínhamos que atender a essa solicitação em tempo hábil. A equipe desenvolveu o equipamento em apenas três semanas”, diz. De acordo com ele, o dispositivo, que é manuseado por uma única pessoa, leva para a linha de produção ganhos de eficiência e ergonomia. “A área de contato com as peças é maior, então ganhamos produtividade na hora do lixamento”, observa Fonseca. “Somos uma empresa de engenharia com capacidade para desenvolver equipamentos quando surge a demanda”, completa. Esse não foi o primeiro dispositivo criado dentro do programa Delp Ideias. Os funcionários da Delp já desenvolveram, por exem-

Profissionais da empresa desenvolveram dispostivo de lixamento de peças plo, uma plataforma de trabalho de seis metros de altura e capacidade de 250 quilos para trabalhar com vasos de pressão. Eles também já produziram um dispositivo para montagem de bocais. Atualmente, está sendo desenvolvido um piloto de um dispositivo que vai fazer furo inclinado em vaso de pressão. “Todos esses produtos são voltados para as necessidades específicas do nosso dia a dia na linha de produção”, afirma Fonseca. A Delp atua no desenvolvimento e implementação de projetos desde engenharia

básica e detalhamento até a fabricação e entrega de equipamentos. Hoje, o foco da atuação da empresa está nas áreas de óleo e gás, geração de energia, indústria e serviços. Entre os principais produtos da Delp estão vasos de pressão, estacas, mesas de rolo, torres eólicas, estruturas metálicas, empilhadeiras, forno petroquímico, fornos elétricos para ferroligas, entre outros. O portfólio conta com mais de 40 produtos e serviços voltados para esses setores. Além da matriz de Con-

tagem, a Delp conta com uma unidade em Vespasiano, tam bém na R MBH. Em 2012, a empresa apresentou crescimento de 20% no faturamento frente 2011. O setor de óleo e gás respondeu por cerca de 60% dos negócios no exercício passado. A exploração do pré-sal é o fator que tem aquecido o volume de encomendas por parte desse segmento. (JD)


12

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

NEGÓCIOS

CONCURSOS

ESCOLA DE IDIOMA

Ofertas na carreira pública movimentam cursinhos Estabelecimentos da Capital comemoram a grande demanda de alunos DIVULGAÇÃO

NÁDIA DE ASSIS

As carreiras públicas, em função de fatores como os vencimentos mais elevados, na comparação com a iniciativa privada, plano de carreira e estabilidade, são bastante concorridas.

O coordenador pedagógico do Pró-Labore diz que a procura maior é pelo concurso de oficial de justiça do TJ-MG, que tem provas agendadas para setembro N e s t e a n o , a l gu m a s s ã o responsáveis por despertar uma atenção maior dos candidatos. Entre elas, estão as federais, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e outras do Judiciário, como o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJ-MG), cujas provas acontecem ainda neste ano. Estão em andamento também turmas com concurso marcado para 2014, como o Tribunal Regional d o Tr a b a l h o d e M i n a s Gerais (TRT-MG). O coordenador pedagógico do Pró-Labore, Carlos Gonçalves da Cruz, cursinho especializado na preparação dos candidatos, afirma que a procura maior é pelo concurso de oficial de justiça do TJ-MG, que tem o processo seletivo agendado para setembro. No total, quatro turmas, com 80 alunos cada uma, já estão em andamento e outras duas estão sendo formadas. O edital cobra conhecimentos das áreas de língua portuguesa, noções de informática, noções de direito e outros conhecimentos específicos. Mesmo antes do edital, com previsão de publicação para o fim deste ano, o cursinho já tem turmas formadas

No Pró-Labore, conforme o concurso, as turmas chegam a ter até 100 alunos também para o TRT-MG. Duas, cada uma com cem alunos, já estão tendo aulas e as inscrições continuam abertas para várias outras. “As provas devem ser realizadas no primeiro trimestre de 2014, antes que o prazo do concurso realizado anteriormente seja expirado, para que seja possível corrigir as provas e agilizar a contratação dos aprovados”, explica Cruz. Entretanto, nem todos os concursos registraram a procura esperada. A carreira da PRF, por exemplo, que oferece salários que variam de R$ 6.791,25 a R$ 7.092,91, entre vários outros benefícios, não tem nenhuma turma formada até agora, para provas que acontecem em agosto. “É um concurso muito interessante. Porém, o edital foi liberado muito em cima da hora. Por isso, muitos candidatos não se dispuseram a fazer, devido ao extenso conteúdo que será cobrado”, ressalta. O PróLabore não divulga dados

referentes a número de alunos e crescimento, devido a questões estratégicas.

Antecedência — No Mega Concursos, com onze unidades, sendo seis em Belo Horizonte e as demais no interior, também destaca a procura pelo concurso que vai contratar novos oficiais de justiça. O estabelecimento também observa que a procura ainda é grande para o concurso dos Correios e da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), cujos editais não foram publicados. Segundo a instituição, muitos dos candidatos optam por se preparar com bastante antecedência para as provas, começando pelas disciplinas isoladas, com as quais tem menos afinidade. O cursinho enfatiza que a máquina pública acelerou o ritmo de concursos a serem realizados ainda neste ano, uma vez que muitos cargos, ainda ocupados por não concursados, precisam ser urgentemente regulariza-

dos. A aproximação da Copa do Mundo e das eleições de 2014 são outros motivos que tornam tais processos ainda mais urgentes. Dessa maneira, além dos editais que já foram publicados durante o primeiro semestre, vários outros devem ser lançados ao longo da segunda metade de 2013. Para o coordenadorgeral da Escola Superior de Justiça (Esjus), Cilas Rosa, o candidato que realmente almeja seguir uma carreira pública precisa iniciar a preparação com, no mínimo, um ano e meio de antecedência. Portanto, aqueles com chances reais de aprovação em carreiras como a PRF e o TJMG está, agora, solucionando as últimas dúvidas e fazendo os ajustes finais a fim de estar em dia com todo o conteúdo previsto nos editais. Todavia, quem deixou para estudar agora, pode fazer as provas a fim de acumular experiência para futuros concursos.

Cultura Inglesa abre unidade no Castelo Outras inaugurações foram adiadas unidades na Capital e, através Associação Brasileira de Uma das mais tradicio- Culturas Inglesas (ABCI), a nais escolas de ensino da lín- Cultura Inglesa tem unidagua inglesa de Belo Hori- des espalhadas por todo o zonte, onde está presente Estado. “Além das escolas na d e s d e 1 9 4 1 , a C u l t u r a Capital, temos uma unidade Inglesa inaugurou mais uma em Diamantina e outra em u n i d a d e n a C a p i t a l , n o Ipatinga e, com a ABCI, bairro Castelo, na região da temos escolas em Juiz de Pampulha. Com investi- Fora, São João Del Rei, Ituimento de R$ 1,5 milhão no utaba, Uberaba, Uberlânnovo espaço, que tem expec- dia, Araxá e São Sebastião tativa de receber 900 alunos, do Paraíso”, enumera. “As a empresa tinha planos de unidades nestas cidades abrir mais duas escolas até o fazem parte de um mesmo ano que vem, mas o receio guarda—chuva”, completa. com a economia do país fez Sobre planos de expansão com que os planos de ampli- e ampliação da rede de escoação fossem adiados. las, Laucas garante que exisDe acordo com o diretor da tia um plano de abrir, até rede, Giuliano Laucas, a meados do ano que vem, C u l t u r a DIVULGAÇÃO outras duas I n g l e s a unidades na espera muito Capital, mas da nova unia empresa dade. “A teve que empresa adiar os plai n v e s t iu R $ nos. “Esta1,5 milhão m o s u m nesta unipouco receodade e tem sos com a ecog r a n d e s nomia do expectativas país”, justipara ela”, f i c a - s e , frisa. “Espedizendo que ramos 900 as inauguraalunos para ções aconteesta e scola, Giuliano Laucas cerão posterimas o ponto ormente. Por de equilíbrio é de 680 estu- questões estratégicas, Laudantes.” cas não revela o local. A Cultura Inglesa realiza Um gargalo de vários pesquisas de mercado antes setores da economia braside investir em uma nova leira, a falta de mão de obra unidade. “Em nosso site qualificada também é um recebemos solicitação de problema que a Cultura pessoas de vários bairros da Inglesa enfrenta. Para tencidade que pedem uma uni- tar solucionar essa dificuldade em sua região”, afirma. dade, a Cultura Inglesa faz a “Investimos na unidade do divulgação da oferta de posbairro Castelo por causa de tos para trabalho. “Fazemos um grande volume de pedi- propagandas em rádios, jordos por uma escola nesta nais e TV em busca de novos localidade.” educadores para nossas uniPara expandir os negócios dades”, afirma. Até mesmo da Cultura Inglesa, deve alunos da escola são convie x i s t i r u m a d e m a n d a . dados a lecionar nas unida“Nossa estratégia de expan- des da Cultura Inglesa. “Se são é a demanda, onde hou- quiserem, nossos alunos ver pedidos de abertura de começam como monitores e unidades, a empresa vai podem chegar a professores. analisar a viab ilidade e Ter nossos alunos como proinvestir em uma escola no fessores da escola é muito local”, assegura. bom, porque já conhecemos Com a escola do bairro tudo sobre aquele aluno”, Castelo, a rede chega a 15 conclui.

FABIANA RIBEIRO

Brasil: o desafio da atratividade profissional GUILHERME DIAS*

Como todos sabem, o Brasil tem um excelente potencial de desenvolvimento econômico devido a uma série de fatores, que passam desde abundância de recursos naturais aos eventos esportivos que ocorrerão no país neste e no próximo ano. Porém, para que o Brasil possa de fato se consolidar como uma economia de peso no cenário global, é imprescindível que o país faça algumas tarefas básicas para colher frutos e alcançar uma posição de destaque. Neste sentido, salienta-se muito a necessidade de investimentos em infraestrutura, como estradas e portos, aumento da efetividade da segurança pública com a consequente redução da criminalidade, criação de empregos formais, dentre tantos outros fatores. Desde o final de 2012, todavia, o governo tem se mostrado atento a um ingrediente adicional para o desenvolvimento do país: a competitividade e a atração de cérebros de outros países que possam impulsioná-la.

Com efeito, o governo brasileiro se deu conta de que há poucos imigrantes no país se comparados com a totalidade da população brasileira. No Brasil, o número de imigrantes equivale a cerca de 0,3% da população, quantidade muito inferior à média de imigrantes residentes na América do Norte, algo

“No Brasil, o número de imigrantes equivale a cerca de 0,3% da população, quantidade bem inferior à média registrada na América do Norte e Europa” próximo a 14,2%, e Europa, 9,5%. Por outro lado, na sua trilha de evolução, o Brasil tornou-se alvo de investimentos e as empresas multinacionais, aos poucos, estabeleceram-se por aqui. A chegada destas companhias trouxe também a necessidade de expatriar profissionais que

multipliquem o conhecimento e favoreçam a troca de experiências. O baixo número de trabalhadores estrangeiros no Brasil e o intenso movimento de imigração levaram a uma atual preocupação do governo com a necessidade de facilitar a entrada e diminuir eventuais residências contra estrangeiros no país. Este cenário de preocupação com a atratividade do Brasil perante talentos estrangeiros tem acelerado mudanças na legislação nacional que trata da matéria imigração, com foco especial na redução de documentos exigidos de um estrangeiro para transferirse para o Brasil e melhoria dos trâmites envolvidos na concessão de vistos. Para tanto, o Conselho Nacional de Imigração, em parceria com empresas privadas, desde o final de 2012, tem trabalhado ativamente para alcançar este objetivo. O desafio é transformar o Brasil em um polo cada vez mais atrativo para profissionais de todo o mundo. Com este objetivo em mira, o Conselho Nacional de Imigração (CNIg) tem

promovido importantes mudanças nas regras de imigração para o país. Entre as principais mudanças estão as duas Resoluções Normativas publica das em m aio deste ano, a RN 103/2013 e a RN 104/2013. A RN 103/2013 permitiu a concessão de um visto temporário ao estrangeiro que queira trabalhar no Brasil durante o período de férias letivas no país de origem, para os estudantes dos cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado. A emissão do visto é feita mediante comprovação de matrícula em instituição de ensino no exterior e tem validade por até 90 dias. Já a RN 104/2013 permitiu à empresa brasileira que contrata um funcionário estrangeiro como seu funcionário o prazo de até 30 dias para registrá-lo como empregado depois que chegar ao Brasil com o visto temporário com base em contrato de trabalho. Isso é importante pois abre um espaço de tempo para que o estrangeiro consiga obter documentos brasileiros, como o RNE (cédula de identidade para estrangeiros), CPF/MF e CTPS

antes de ser admitido. Pelas regras antigas o profissional deveria ser registrado logo que chegasse ao Brasil, porém, a liberação destes documentos inviabilizava este registro. Outras Resoluções Normativas beneficiaram os estrangeiros e facilitaram o ingresso destes profissionais

“Muitas mudanças ainda estão por vir e as expectativas são ótimas. Acredito que, do ponto de vista imigração, estamos no caminho certo” no mercado de trabalho. A Resolução Normativa 100/2013, por exemplo, permitiu que o Consulado do Brasil no exterior conceda visto de trabalho ao estrangeiro que pretenda trabalhar no país, desde que o trabal h a d o r s e c o m p r o m et a a transferir tecnologia e conhecimento ou para prestação de serviços de assistência téc-

nica. Contudo, o expatriado não tem vínculo de emprego com nenhuma empresa estabelecida no país. Estas são algumas das mudanças já concluídas até este momento. Contudo, permanece ainda um esforço conjunto do governo e das empresas para tornar o país mais aberto à imigração. Muitas mudanças ainda estão por vir e as expectativas são ótimas. Acredito que, do ponto de vista imigração, estamos no caminho certo e com todas estas inovações e outras que provavelmente virão, atingiremos a marca estimada por pesquisadores, de seis milhões de imigrantes. Quem tem a lucrar? As gerações futuras, que terão um mercado de trabalho mais competitivo e tecnológico e, sem dúvida, nossa economia, que se fortalecerá e crescerá com o aumento do consumo, da renda e dos serviços em geral. * Sócio da Emdoc, consultoria especializada em serviços de mobilidade global. Artigos para a culuna Ideias: artigos@diariodocomercio.com.br


13

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

NEGÓCIOS

CALÇADOS

DIVULGAÇÃO

Nova Serrana aponta queda de 3% nas vendas no primeiro semestre Previsão era de 8% de crescimento em 2013 nuir um pouco, de 4,5% no ano passado para 4,4% em 2013. “Já a Pesquisa recente desenvolvida exportação não cresce na mesma pelo Instituto de Estudos e Mar- velocidade”, observa. keting Industrial (Iemi) prevê Os calçados de plástico e borcrescimento de 8,9% no consumo r a c h a d e v e m p u x a r o c r e s c i de calçados em 2013 na compara- mento, de acordo com a pesquisa. ção com o exercício passado. No Talvez seja por isso que as indúse n t a n t o , o p o l o c a l ç a d i s t a d e trias do polo calçadista de Nova Nova Serrana, na região Centro- Serrana não estejam sentindo o Oeste do Estado, não está sen- aumento do consumo. O presitindo esse aumento, muito pelo dente do Sindicato Intermunicicontrário. No pripal das Indústrias meiro semestre, de Calçados de Nova houve queda nas “O calçado não é um S e r r a n a ( S i n d i vendas em torno nova), Pedro Gomes bem de primeira de 3% e os empreda Silva, afirma que sários, que no inío primeiro semestre necessidade, as cio do ano prefoi muito ruim para pessoas podem v i a m 8 % d e as empresas da crescimento para deixar para comprar região. o acumulado no mês seguinte e, h oSuevge uqnude od ae leem, deste ano, já não sabem mais o que pelo visto, é isso que torno de 3% nas venesperar dos últidas na comparação mos seis meses de elas estão fazendo” com o mesmo perí2013. odo do ano passado. A gerente de “Essa retração foi p r o j e t o s d o I e m i , A d r i a n a em todo o mercado, não só no Petruc i, explic a que o cresci- nosso polo”, garante. “A gente mento de 8,9% é calculado com trabalhava, no início do ano, com base na produção nacional mais a hipótese de 8% de crescimento, as importações, excluindo-se as mas agora não dá mais para preexportações. “É tudo aquilo que é ver nada. As coisas estão camiproduzido no Brasil mais o que nhando devagar”, completa. vem de fora, menos o que é manGomes da Silva acredita que a dado para outros países. Isso retração é fruto do endividaresulta no consumo aparente”, mento da população, que cresceu esclarece. Ela informa ainda que m u i t o n o s ú l t i m o s a n o s . E l e a p a r t i c i p a ç ã o d o s c a l ç a d o s afirma que a desvalorização do importados no mercado vai dimi- real perante o dólar aumentou o

JULIA DUARTE

Brasileiro compra 4,1 pares de calçados por ano A pesquisa Mercado Potencial de Calçados em Geral, do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), foi divulgada na semana passada durante a Feira Internacional de Moda em Calçados e Acessórios (Francal), que aconteceu em São Paulo. De acordo com o estudo, se for desconsiderada a categoria de plásticos e borracha, composta basicamente por chinelos e sandálias, para a qual quase não há importação, a participação dos calçados importados cresce para 7,3% do volume total de pares consumidos no país. O estudo mostrou também que o brasileiro consome 4,1 pares de calçados por ano. Esse número representa c r e s c i m e n t o d e 11 % e m número de pares por habitante no país nos últimos quatro anos. Entre todas as categorias, os calçados de couro foram os que apresentaram maior crescimento no período, com uma evolução de 20% no número de pares per capita. A pesquisa destacou ainda a participação das lojas especializadas na distribuição de calçados. Esse foi o canal de vendas que mais apresentou crescimento de vendas, passando de 34,1% para 39,6% entre 2008 e 2012. As lojas independentes de calçados, que não pertencem a nenhuma rede, cresceram 15,5% em número de pares vendidos no mesmo período, enquanto os demais canais de vendas (loja de departamentos, vestuário, hipermercados) recuaram em volume e perderam participação. (JD)

Nova Serrana e outros 12 municípios do entorno reúnem cerca de 1,2 mil indústrias de calçados preço das principais matériasprimas utilizadas pela indústria calçadista, mas que as empresas não repassaram isso para os consumidores. “Então, a única explicação lógica é o endividamento. O calçado não é um bem de primeira necessidade, as pessoas podem deixar para comprar no mês seguinte e, pelo visto, é isso que elas estão fazendo”, diz. Nova Serrana e outros 12 municípios do entorno reúnem cerca de 1,2 mil indústrias de calçados. Juntas, elas geram aproximadamente 30 mil empregos diretos. O presidente do Sindinova destaca que a esperança dos empresários da região está no segundo semestre que, historicamente, é melhor que o primeiro. Mesmo assim, eles estão receosos e aguardam com ansiedade a movimentação do mercado nos próximos meses.

DIVULGAÇÃO

Retração não foi só no polo de Nova Serrana, diz Pedro Gomes

Di Santinni quer ampliar rede em Belo Horizonte DIVULGAÇÃO

REPORTAGEM LOCAL

A Di Santinni, rede de lojas multimarcas especializada no segmento de calçados femininos, masculinos, infantis, esportivos, bolsas e acessórios focados nas classes B e C, pretende expandir a rede e procura novos empreendedores em Belo Horizonte para a abertura das próximas unidades ainda neste ano. A marca esteve presente na 22ª edição da ABF Franchising Expo, a última edição da maior feira de negócios de franquias do mundo, e simulou o projeto arquitetônico de uma loja da rede, com painéis de fotos e produtos expostos. Atualmente, o Grupo Di Santinni é composto por 120 lojas: 111 unidades Di Santinni, especializadas em calçados em geral e nove Di Santinni Design, voltadas para o público feminino. Dessas lojas, 85 são franqueadas e 35 lojas próprias. São mais de 4,5 mil colaboradores em mais de 35 mil metros quadrados de área de lojas e 4,3 milhões de clientes transitando nas lojas da rede/mês, representando o maior grupo de empresas nesse segmento de mercado. O empreendedor precisa ter bom relacionamento e influência da região onde a franquia será instalada. Precisa ser comprometido e A rede Di Santinni, com 120 lojas, foca seus produtos nas classes B e C estar à frente do negócio, demonstrando sempre organiza- meses. O royalty cobrado é de 17% e gerente de franquias da empresa, ção, agilidade e controle. Além a taxa de propaganda é de 2,3%, Priscilla Ortolani. disso, a Di Santinni procura pes- ambos sobre o valor das compras. O soas capazes de seguir as regras e faturamento médio da loja de porte Suporte — O Grupo Di Santinni ofepadrões da marca para que a credi- médio previsto é de R$ 230 mil men- rece suporte completo para o franbilidade do grupo seja mantida. sais, com retorno do investimento queado, desde a adequação da loja O investimento necessário para previsto a partir de 24 meses. “Hoje, até o gerenciamento do negócio. Além abrir uma franquia da marca começa 55% dos franqueados têm mais de do programa de treinamento das em R$ 390 mil, incluindo taxa de uma loja Di Santinni, isso significa equipes, os novos empreendedores franquia, capital de giro e capital que estão satisfeitos com a marca, recebem orientações na hora de escopara instalação. O estoque inicial com a rentabilidade da operação, tor- lher o ponto comercial, assessoria na necessário é de R$ 220 mil, suficiente nando-se um negócio atrativo para compra dos produtos, supervisão, para que a loja funcione por dois reinvestimento em novas lojas”, diz a consultoria, indicações de fornecedo-

res e participa das ações de marketings promovidas pela Di Santinni em datas comemorativas. “Temos, como foco periódico, trabalhar no desenvolvimento de algumas ações: observar as tendências do mercado, investir constantemente na inovação de produtos e na comunicação em massa, realizar reestruturação das lojas e capacitar colaboradores para que possamos, assim, oferecer aos clientes produtos com qualidade, preços acessíveis e facilidades de pagamento que vão desde desconto até a utilização de cartão fidelidade”, diz Priscilla Ortolani. A gerente destaca alguns diferenciais da rede, dentre eles, uma marca que já está consolidada, atuante no mercado há 33 anos. “O fato de termos lançamentos o tempo todo, com renovação periódica de produtos, é outro diferencial, pois cria uma maior atratividade pela marca. Dessa forma, estamos sempre na ponta das tendências da moda, oferecendo produtos de qualidade e preços acessíveis”, diz Priscilla Ortolani, observando que a Di Santinni compra continuamente e em grandes quantidades, podendo negociar melhor com seus fornecedores. “Se o franqueado não estivesse dentro da rede, ele não conseguiria praticar os mesmos preços e nem teria uma variedade tão grande de produtos.” Outro item importante a destacar, na visão de Priscilla Ortolani, é a qualidade no atendimento. “As nossas equipes são treinadas constantemente, de forma a garantir ao cliente sempre um atendimento personalizado e diferenciado. Os nossos supervisores de lojas têm a responsabilidade de garantir essa qualidade”, comenta a gerente.


14

Belo Horizonte, terça-feira, 1 6 de julho de 201 3

NEGÓCIOS/TECNOLOGIA

STARTUP

Programa da Fumsoft apoia sete ideias de negócios de TI Iniciativa ajudou a formar sete empresas que estão atuando no mercado DIVULGAÇÃO

espaço físico dentro da Fumsoft no formato de uma worksSete ideias de negócios do t a t i o n c o m m o b i l i á r i o , setor de tecnologia da informa- telefone, conexão à internet ção (TI) estão sendo desenvol- banda larga e toda a infraesvidas no Programa de Acelera- trutura necessária. Ao final do ção Célula PUC Minas, da programa, os alunos são avaliFumsoft. A iniciativa tem ados e, se aprovados, podem como objetivo apoiar alunos da optar por continuar o processo instituição que querem trans- de desenvolvimento no Proformar ideias inovadoras em grama de Aceleração de Starstartups de TI. Esta é a nona tups da Fumsoft. Até hoje já edição do programa, que já foram realizadas 17 bancas de desenvolveu 36 planos de julgamento. negócios e ajudou a formar A atual edição do programa sete empresas que estão atu- selecionou as mais variadas ando no mercado. ideias. O grupo chamado A coordenadora de empre- Angra Gamificações propõe o endedorismo da Fumsoft, desenvolvimento de uma plaDaisy Melo, explica que o pro- taforma virtual de ensino para grama dura seis meses, tempo melhoria de aprendizagem dos que os alunos estudantes têm para valip or m eio da Os estudantes têm a gamificação de dar suas ideias por conteúdos oportunidade de meio de uma pedagógicos. conviver com metodologia O Cardápio chamada Digital preempresários e linha startup. tende desen“A ideia é que participam de palestras v o l v e r u m nesse período e treinamentos voltados a p l i c a t i v o os alunos pospara tablets e para a gestão sam entender smartphones quem é o seu que funciona do negócio cliente e qual o como uma mercado em interface de que ele vai aproximação atuar. Elas ainda constroem entre clientes e restaurantes. um produto que é testado no Já a Cuidare Online quer mercado para saber se há ou criar uma comunidade na não interesse nele”, diz. internet para cuidadores de Ela afirma ainda que o pro- idosos, crianças e animais de grama começou com quatro estimação que atenda às áreas ideias de cada vez, mas que de beleza, saúde e bem-estar. nesta edição foram seleciona- A Eventime vai trabalhar das sete. “Durante os progra- para desenvolver um sistema mas anteriores foram 36 de busca de eventos on-line ideias atendidas. Desse total, por afinidades. A ideia da Tevi sete se tornaram empresas e é um aplicativo para redes estão atuando no mercado, sociais voltado para universisendo que duas delas recebe- tários que querem interagir ram inclusive investimentos com outras pessoas. externos”, informa. Quase 120 A Segurança Veicular prealunos já participaram da tende desenvolver um disposicélula. tivo para carros que bloqueie Os estudantes têm a opor- as funções em caso de furto ou tunidade de conviver com roubo. A Testa pra Mim preempresários e ainda partici- tende colocar no mercado uma pam de palestras e treinamen- ferramenta de pesquisa voltos voltados para a gestão do tada para empresas desenvolnegócio. Ao longo das últimas vedores de software. Daisy nove edições foram mais de Melo explica que os critérios 400 horas de consultoria e adotados para selecionar os mais 150 horas de treinamen- projetos são o grau de inovação tos. e a disponibilidade dos alunos O suporte inclui ainda um para se dedicar ao programa.

JULIA DUARTE

Daisy Melo: programa já atendeu a 36 ideias

EMPREGO

Avanço tecnológico mais destrói do que cria Estudo avalia o desemprego nos EUA São Paulo — O desenvolvimento tecnológico nos Estado Unidos está destruindo empregos em uma velocidade maior do que é capaz de criá-los, segundo estudo do MIT (sigla em inglês para Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Ao relacionar os dados de desemprego e de produtividade do país, Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee, ambos do instituto, concluíram que novas tecnologias, como robôs e softwares, substituem o trabalho humano, sem criar alternativas de empregos. Historicamente, incrementos em produtividade geram desemprego momentâneo. O crescimento proporcionado, no entanto, compensa a perda inicial. A partir de 2000, aponta o estudo, isso para de ocorrer: a produtividade continua a crescer, mas a criação de empregos perde força. Esse fenômeno explicaria o desemprego em outros países desenvolvidos, como os da zona do euro. Até os anos 2000, os ganhos de produtividade reduziam a demanda de empregos na indústria, mas os trabalhadores eram absorvidos pelo setor de serviços. Agora, as inovações substituem trabalhos corriqueiros nesse setor. Um exemplo é o Kiva, robô usado por empresas de comércio eletrônico em seus centros de distribuição. Outra consequência desse fenômeno é o aumento da desigualdade social. O estudo mostra que, desde 1975, a renda

média das famílias norte-americanas cresceu em uma proporção muito menor do que o PIB do país. A partir de 2000, esse processo torna-se mais visível. “É algo estrutural do capitalismo industrial e que vem assumindo diversas formas ao longo dos séculos, com avanços e recuos. A questão sempre é saber se haverá um ponto intolerável para o sistema, que simplesmente o inviabilizaria. Alguns marxistas, como (o filósofo húngaro István) Mészaros, dizem que a crise atual vem daí mesmo”, afirma o professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), Jorge Grespan.

Brasil — No Brasil, o cenário é invertido. De acordo com o professor José Pastore, da FEAUSP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade), o Brasil está atrasado no processo de automação da economia. Ao mesmo tempo, o aumento do consumo estimulou a geração de empregos de baixa produtividade, no setor comercial e de serviços. “Como o setor de serviços estava contratando muito, o industrial teve que aumentar o salário acima do ganho de produtividade”, afirma o economista da Fundação Getulio Varg a s (F G V ) , Fe r n a n d o d e Holanda Barbosa Filho. Com isso, a indústria nacional perdeu competitividade e os preços no setor de serviços aumentaram. (FP)

VIDEOGAME

Google desenvolve console com Android Empresa quer estender o domínio do sistema para novos dispositivos São Paulo — O Google desenvolve um videogame com sistema Android. Segundo o “Wall Street Journal”, a empresa quer estender o domínio do sistema para novos dispositivos e começar a construir sua reputação como fabricante. O novo produto visa combater futuros lançamentos da Apple, que, segundo especulação da

mídia internacional, lançará um recurso que permite rodar jogos na próxima edição a Apple TV. Grandes companhias de games criam jogos para Android, como a Electronic Arts, Blizzard e a Gameloft. O Google também tem observado o crescimento da Ouya, uma companhia iniciante que vende consoles com

Android por US$ 99. Segundo a consultoria IDC, 75% dos smartphones e 56% dos tablets vendidos mundialmente no primeiro trimestre deste ano rodavam sistema Android. De acordo com o jornal, a empresa também está investindo na produção de notebooks próprios, relógios inteligentes e até mesmo refrigeradores, em

uma tentativa de levar o Android para outras categorias de produtos. Além disso, a empresa estaria desenvolvendo uma segunda versão do player de música e vídeo Nexus Q, que foi apresentado no ano passado, mas nunca chegou a ser lançado. Os porta-vozes da Apple e do Google não quiseram comentar o caso. (FP)

Particularidades dos contratos administrativos Os contratos administrativos possuem contornos próprios que os diferem dos contratos firmados entre os entes privados. Mesmo que alguns dos princípios norteadores da relação assumida com os entes públicos sejam semelhantes, tem-se de forma prevalente o interesse público e as garantias de execução como condicionantes que desequilibram a relação contratual em prol do contratante público. A Lei de Licitações e Contratos Administrativos, nesse sentindo, traz várias normas que, a uma primeira vista, vinculam mais os contratados privados do que os contratantes públicos, muitas vezes exigindo deles a assunção de responsabilidades e deveres que em uma relação entre entes privados não seriam aceitas. Tomando o equilíbrio contratual como pressuposto, pode-se dizer que o contrato administrativo concede maiores garantias ao contra-

tante público do que ao contratado privado. Algumas cláusulas contratuais não podem ser sequer negociadas, deixando o contratado privado completamente vinculado ao interesse do contratante público em cumprir o contrato — sim, por mais que o contratante público também tenha suas obrigações, sempre ele estará albergado por restrições orçamentárias e princípios, como o do interesse público, para ajustar o cumprimento do contrato. Em tempos de clamor popular pela revisão dos preços dos serviços públicos de transporte, a questão da revisão contratual assume contornos importantíssimos, merecedores de cuidadosa análise pelos interessados em contratar com os entes públicos. Isso porque, dentre as prerrogativas do contratante público, consta a de “modificar unilateralmente o contrato

administrativo, para melhor se fizerem nas obras, serviços adequação às finalidades de ou compras, até 25% (vinte e interesse público, respeitados os cinco por cento) do valor inicial direitos do contratado” (art. 58, atualizado do contrato” (art. 65, I, da LLCA). 1º, da LLCA). Mesmo que outros dispositiA única garantia de fato convos da Lei de Licitações e Con- tundente para o contratado pritratos Administrativos tratem vado é o direito ao reajuste dos do reequilíbrio preços em do contrato decorrência de “Pode-se dizer que o inflação, os para o contratado privado quais devem contrato (art. 65, d, da ser aceitos L L C A , p o r administrativo concede independenteexemplo), pre- maiores garantias ao mente de altevalece na ração contralegislação res- contratante público do tual, “podendo trições objetiser registrados que ao contratado vas mesmo por simples privado” quando afiguapostila, disram-se condipensando a ções imprevisícelebração de v e i s p a r a a m b o s o s aditamento” (art. 65, 8º, da contratantes. LLCA). É o caso, por exemplo, de É certo que com o passar do norma que prevê: “O contratado tempo os contratantes públicos fica obrigado a aceitar, nas mes- tem deixado de descumprir os mas condições contratuais, os contratos assumidos com os acréscimos ou supressões que particulares. As restrições orça-

mentárias e a desculpa do interesse público ainda existem, mas não têm sido invocadas para prejudicar os contratados privados. Isso se deve, em grande parte, pelo posicionamento dos órgãos de controle de contas (TCU, TCEs) e pelo judiciário, que não raro tem reconhecido o direito dos contratados privados ao que foi assumido contratualmente. A cuidadosa análise da minuta contratual e o contato permanente com os contratantes públicos durante a execução do contrato, usando de comprovações relacionadas ao custo do serviço contratado e a sua equivalência com o que foi apresentado na proposta vencedora do certame, são medidas que se impõe e que fortalecem, caso necessário, qualquer pedido de reajuste a ser endereçado ao ente público, ou então respondido nos casos em que o pedido partir do outro lado.

Somente assim os contratados terão condições de resguardar minimamente os seus interesses sem precisar acionar os órgãos de controle de contas (TCU, TCEs) ou o judiciário. Thiago Seixas Salgado — Melo Campos Advogados Associados

Evento — O Comitê de Vendas para o Governo da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação de Minas Gerais (Assespro-MG) realizará um evento gratuito sobre Contrato Administrativo e Revisão das Cláusulas Contratuais, no dia 26 de julho, às 9h. O evento ocorrerá na avenida Afonso Pena, 4000/3º andar — no bairro Cruzeiro. As inscrições podem ser realizadas na secretaria da Assespro-MG, no telefone (31) 2514-0200 ou via e-mail comunicacao@assespro-mg.org.br. Para mais informações, acesse www.assespro-mg.org.br.


15

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

AGRONEGÓCIO

CAFEICULTURA

DIVULGAÇÃO

Criatividade Rural com a inscrição aberta

Epamig lança cultivar de café para o Jequitinhonha

REPORTAGEM LOCAL

Aranãs em processo de registro relação às pesquisas de cultivares adaptadas para o clima, A Empresa de Pesquisa mas estamos iniciando esses Agropecuária de Minas Gerais estudos e acreditamos que, ao (Epamig) deverá disponibili- longo dos anos, teremos resulzar para o mercado, até o final tados muito favoráveis. Este é do ano, uma nova cultivar de um trabalho inicial e também café adaptada à região do Vale é necessário que sejam feitos do Jequitinhonha. A cultivar investimentos em tecnologia”, Aranãs já está em processo de avalia Botelho. registro no Segundo Ministério da Botelho, a culAgricultura, As expectativas em tivar Aranãs Pecuária e já é cultivada A b a s t e c i - relação à produção e m á r e a s mento (Mapa), de café são positivas c o m e r c i a i s e deve contripara testes. A e um dos gargalos expectativa é buir para a evolução da que o registro que impediam a produção de seja aprovado expansão era café especial ainda este ano na região. pelo Mapa, o aportes em De acordo que, se confirpesquisas com o pesquimado, possibisador na área litará a cheG en é tica d o gada das Cafeeiro da Epamig do Sul de mudas ao mercado ao longo de Minas, César Botelho, as 2014. A produtividade média expectativas em relação à pro- dos últimos três anos da Aradução de café na região são nãs ficou em 50,1 sacas por positivas e um dos gargalos hectares. “Acreditamos que ante os que impediam o desenvolvimento era os investimentos resultados positivos, os produem pesquisas. Outro desafio tores da região deverão apostar está na aplicação de tecnologia na Aranãs tanto para a renovação dos cafezais quanto para a nos cafezais. “Vários municípios do Vale ampliação da área de cultivo. do Jequitinhonha têm grande Por ser mais adaptada à região, potencial para desenvolver a a produtividade e a qualidade cafeicultura e produzir grãos são favorecidas”, ressalta. especiais. Uma das grandes carências da região era em Desempenho — Outras culMICHELLE VALVERDE

A Epamig aposta na produção de café especial no Vale do Jequitinhonha tivares que estão apresentando desempenho positivo na região são a Catiguá MG1, MG2 e MG3. Essas cultivares vêm demonstrando boa adaptabilidade ao solo e ao clima da região. O cafeicultor Sérgio Meirelles Filho está apostando nas novas cultivares e os resultados são positivos. O produtor disponibilizou cerca de 1,2 hectare para o cultivo de 15 cultivares de café em período de teste e o melhor resultado foi observado na cultivar Aranãs. De acordo com ele, na média de três safras, a produtividade foi de 50,52 sacas de 60 quilos por hectare. Na primeira safra a produtividade chegou a 68 sacas. Meirelles Filho, proprietário da Fazenda Alvorada, investe atualmente na Cati-

guá MG2 considerando-a como oportunidade para a região se destacar na produção de café especial e ampliar a sua atuação no mercado internacional. Essa variedade obteve 83 pontos em análise de cupping feita pela Ally Coffee (exportadores norte-americanos de café do Brasil), de acordo com a metodologia Specialty Coffee Association of America (SSCA). Ainda segundo Meirelles, a bebida tem um gosto mais adocicado e um amargor diferente dos grãos cultivados até então na região. Com o sabor diferenciado, o produto consegue atender a demanda de mercados mais exigentes, como a Europa e os Estados Unidos, além de possuir maior valor de comercialização. Para Meirelles, um dos

grandes desafios para a produção de café especial no Vale do Jequitinhonha é a aplicação de tecnologia. Devido ao clima, a irrigação dos cafezais se torna praticamente obrigatória, o que aumenta os custos de produção mas em contrapartida favorece o aumento da produtividade. O relevo da região permite que a colheita seja mecanizada. “O investimento em tecnologia é fundamental para ampliar a produtividade, a qualidade e reduzir os custos de produção. Para se ter ideia, implantando a colheita mecanizada é possível reduzir entre 40% e 60% os custos de produção, que em área não mecanizadas respondem por 50% do valor de venda de uma saca”, avalia Meirelles.

AGRICULTURA

Produção de trigo do país terá expansão Estimativa é de que área plantada do cereal deverá crescer 5,9% nesta safra em relação a 2012 Brasília — A área de trigo no Brasil deverá crescer 5,9% em relação ao ano passado, mas o incremento na produção deverá chegar a 19,6%, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A previsão considera um possível a um e nto no r e nd im e n to médio das lavouras depois da quebra de 30% na última safra. Clima e preço favoráveis constroem o cenário positivo da triticultura em 2013. Nesta safra, o Brasil deverá retomar a média histórica de produção de trigo, entre 5 e 6 milhões de toneladas. Segundo levantamentos de intenção de plantio, a área que começou a ser semeada em abril e se estende até julho deverá contar com pouco mais de 2 milhões de hectares (ha), apontando crescimento da área semeada nos estados do Paraná (10,5% com 897 mil ha), Minas Gerais (10,2% com 23,7 mil ha), Santa Catarina (5% com 66,6 mil ha), Goiás (4,5% com 9,4 mil ha) e Rio Grande do Sul (3,8% com 1.027 mil ha). O rendimento médio esperado sobe de 2.260 kg/ha em 2012 para 2.700 kg/ha em 2013. Em Santa Catarina, o crescimento deverá ser acompanhado de maior investimento pelo produtor. A razão apontada pela economista da Epagri Márcia Cunha é o bom preço do cereal no início dos plantios de inverno. “Em algumas regiões encontramos novos silos em construção destinados ao armazenamento do trigo. Mas ainda é cedo para

projeções, pois tudo pode mudar em função dos preços dos insumos e da cotação do cereal”, avalia Márcia Cunha. De acordo com a Embrapa Trigo, o ganho genético nas lavouras de trigo tem sido de 50 kg/ha ao ano, refletindo nas lavouras que passaram de 2.000 para 2.500 kg/ha na última década, exceto em anos de frustrações climáticas como 2003, 2006 e 2012. Hoje, o produtor dispõe de mais de 106 cultivares de trigo (com sementes disponíveis no mercado e registradas no Mapa) para cultivo nas em três regiões tritícolas e adaptadas às mais diversas realidades e padrões tecnológicos. Conforme o pesquisador

Pedro Luiz Scheeren, “a pesquisa está oferecendo o que existe de melhor em termos de genética. O produtor está cada vez mais profissional na condução da lavoura. Neste cenário, eu acredito que, nos próximos dez anos, o Brasil será competitivo no mercado internacional de trigo”.

Clima — O clima que prejudicou o trigo na última safra não deverá se repetir neste ano. Segundo o agrometeorologista da Embrapa Trigo Gilberto Cunha, a tendência, em função dos grandes indicadores globais, é de uma condição climática normal em 2013. As chances de El Niño, trazendo excesso de chuva na pri-

mavera, são baixas. Este cenário indica menor incidência de doenças e melhor qualidade do produto colhido. Contudo, o pesquisador ressalta que, mesmo não sendo possível prever como será o tempo na época de colheita e quando exatamente ocorrerão as geadas, principais intempéries que representam riscos à cultura, “a antecipação de que não deveremos ter El Niño nessa safra é uma boa notícia para os triticultores do Sul do Brasil”, e recomenda: “o produtor deve seguir o zoneamento agrícola, fazer escalonamento de semeadura com diferentes cultivares, investir em adubação e

tratamento fúngicos conforme necessidade, enfim, zelar pelo manejo da lavoura do começo ao fim da safra”, orienta. Outra recomendação do pequisadora pesquisa ao produtor é semear apenas o que terá capacidade de colher: “se eu posso plantar 50 hectares por dia, é porque minha capacidade é para colher 50 hectares num único dia. O que acontece, muitas vezes, é que o trigo é plantado todo num dia, mas a colheita pode levar até uma semana. O cereal fica pronto para colher, mas acaba estragando enquanto espera na lavoura”, alerta o pesquisador Pedro Scheeren. (Informações da Embrapa)

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa-MG), iniciou ontem as inscrições para a 6ª edição do Prêmio Emater-MG de Criatividade Rural. O evento, patrocinado pelo Banco do Brasil está aberto a agricultores e pecuaristas mineiros, interessados em inscrever projetos destinados a facilitar a produção e o processamento de produtos agropecuários. As regras do concurso já estão disponíveis no site da EmaterMG. Segundo o coordenador estadual da organização do evento, Waldyr Pascoal Filho, o Criatividade Rural tem como objetivo estimular, identificar e divulgar inovações tecnológicas para facilitar o trabalho do produtor rural. Ele salientou também a importância de serem projetos incentivadores de atividades sustentáveis. “É importante que sejam projetos que tenham impacto positivo no campo social, econômico, cultural e ambiental do meio rural”. Para Pascoal, o prêmio procura valorizar o produtor rural, incentivando a criatividade como meio de superar dificuldades e de facilitar as atividades diárias no campo.

Ins c riç ões — Ainda conforme o coordenador da Emater-MG, somente poderão participar do concurso pessoas físicas, com projetos assistidos por técnicos de instituições públicas ou privadas e que prestem serviços de assistência técnica e extensão rural. Cada concorrente poderá inscrever apenas um projeto (invento), assinado por um único técnico responsável. As inscrições deverão ser encaminhadas em envelope postado nos Correios, para a avenida Raja Gabaglia, 1626, 4º andar, aos cuidados de Waldyr Pascoal. Em 2012, o Prêmio Criatividade Rural teve 115 projetos inscritos. Desse total, cinco foram premiados: sistema de irrigação de baixo custo operacional (1º lugar); transportador enrolador e desenrolador de fota gotejadora (2º lugar); fatiador de açafrão (3º lugar); mão amiga (4º lugar); e beneficiador de café adapatado e produção de composto orgâncio à base de palha de café (5º lugar). Os projetos premiados no passado foram respectivamente de produtores dos municípios de Curvelo (Adelson Pereira de Oliveira), São Francisco (Geraldo Ribeiro da Costa), Unaí (Érick Antônio Aguiar dos Santos), Cataguases (Mauro Antônio Martins Gouveia) e Almenara (Alexandre Dias da Silva).

Mercado interno aposta em sustentação de preços REPORTAGEM LOCAL

Com a previsão de ingresso de safra nova no Brasil e no Paraguai apenas na segunda quinzena do mês de agosto e com os estoques públicos se esvaindo no leilão da quintafeira passada, a firmeza das cotações nas regiões produtoras de trigo deve persistir nas próximas semanas, podendo apenas ser atenuada por uma eventual manutenção das retrações apresentadas nas cotações internacionais. “O quadro de dificuldade de abastecimento para o final da atual temporada já não é mais novidade”, destacou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento. Por isso, o momento é

de se analisar os números que darão o norte para a formação de preços no próximo ciclo comercial. Segundo a Emater/RS, a cultura evoluiu de forma satisfatória em termos de área plantada durante o último período, se aproximando de sua conclusão. Como média estadual, o percentual chega a 86% do total estimado, sendo que regiões importantes produtoras, como Missões e Fronteira Noroeste, já finalizaram. As lavouras apresentam boa emergência, desenvolvimento satisfatório, aspecto sanitário excelente e coloração verde intensa. O arranque inicial da cultura,

segundo técnicos e produtores, é muito bom, comparado com anos anteriores, destacando a formação uniforme das lavouras. Os triticultores aproveitaram os dias ensolarados para lançarem as últimas sementes ao solo, aumentando a densidade de semente para compensar futuros problemas de menor perfilhamento d a s p l a n t a s . Ta m b ém s e intensifica a aplicação de nitrogênio em cobertura e o controle de ervas. A expectativa de produtividade é muito boa até o momento. Em termos de comercialização, a saca teve pequeno aumento (0,88%) na sua cotação, quando negociada pelo pro-

dutor, chegando a um preço médio de R$ 31,04.

Estoques — A quinta-feira teve como principal destaque a realização do leilão dos estoques públicos remanescentes nos armazéns credenciados da Conab. Das 106.963,653 toneladas foram demandadas 101.933,653 toneladas. No Paraná, das 40.621,317 toneladas ofertadas não houve demanda apenas para 4.880 toneladas localizadas na região de Realeza (R$ 853/toneladas) e 150 toneladas na de Dois Vizinhos (R$ 870/toneladas). Essas serão leiloadas na próxima quintafeira. Para os demais, a disputa foi acirrada, com os lotes

localizados na região de Ponta Grossa, negociados acima de R$ 910,00/tonelada. O preço máximo foi de R$ 916,50/toneladas e o mínimo de R$ 850,00/tonelada). No Rio Grande do Sul as 60.342,336 toneladas foram demandadas integralmente, com os preços oscilando entre R$ 788,00/tonelada R$ 827,00/tonelada. Finalizados os estoques públicos, os negócios com trigo nas regiões produtoras tendem a continuar escassos e com preços inflados. O dólar valorização em relação ao real e as dificuldades logísticas seguem sendo fatores que vem anulando o reflexo da queda internacional sobre o mercado doméstico.


Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

agronegocio@diariodocomercio.com.br

SÃO GOTARDO

GAMELEIRA

Município busca marca regional Com apoio da Faemg, iniciativa objetiva agregar valor à produção local, ampliando lucros ALISSON J. SILVA

a capital deste produto”, diz Vilela. Os produtores de São Segundo a Faemg, ao longo Gotardo, no Alto Paranaíba, deste ano serão realizadas estão se organizando para novas reuniões que irão avacriar uma marca regional que liar as formas de desenvolviirá identificar e diferenciar os mento do projeto. A criação de produtos do município no mer- uma marca território deverá cado. A ideia é agregar valor à contribuir para agregar valor produção e ampliar os lucros. aos produtos do campo produProgramas parecidos já são zidos na região, como já feito, desenvolvidos no Estado e com muito sucesso, na região apresentam resultados positi- do Jaíba, no Norte de Minas. vos, como o Projeto Jaíba. A Com o título da “capital nacioexpectativa é que a identidade nal da cenoura”, São Gotardo visual dos produtos esteja também se destaca na produpronta até o final do ano. ção de outros hortifrútis, café e De acordo com o coordena- grãos. dor da Assistência Técnica da Um dos principais desafios Federação da para os produAgricultura e tores do Alto Pecuária do Paranaíba é A princípio, os Estado de estabelecer os Minas Gerais trabalhos devem ser c r i t é r i o s d e (Faemg) e qualidade, já concentrados na superintenque a identifiprodução de dente do Insticação regional tuto Antônio cenoura, já que São deve ser resErnesto de trita à apenas Gotardo é Salvo (Inaes), produtos de Pierre Santos alta qualiconsiderada a Vilela, o prodade. Este é jeto ainda é capital deste produto um dos princiembrionário e pais requisitos deve ser para que a desenvolvido ao longo deste marca se firme no mercado e ano. atraia a atenção do mercado “Tivemos a primeira reu- consumidor. nião e as expectativas são positivas. A ideia dos produ- Organização — De acordo tores de São Gotardo é criar com Vilela, o trabalho será uma marca regional, para extenso. “Os produtores preciidentificar a produção. A sam estar bem organizados p r i n c í p i o , o s t r a b a l h o s para que o projeto se desendevem ser mais concentra- volva. O trabalho será longo e dos na produção de cenoura, exigirá muita edicação. Para já que a cidade é considerada que a marca regional dê certo

MICHELLE VALVERDE

Vilela: projeto ainda é embrionário e deve ser desenvolvido ao longo deste ano é importante que a produção seja de alta qualidade e que ocorra boa divulgação junto ao setor atacadista, varejista e, por fim, consumidor final, para que eles identifiquem e reconheçam o produto dentre os demais disponíveis no mercado”, avalia. Várias entidades ligadas aos produtores estão envolvidas nesse projeto, como os sindicatos rurais da região e as cooperativas Agropecuária do Alto Paranaíba (Coopadap) e a de Agronegócios do Cerrado Brasileiro Ltda (Coopacer). Além da cenoura, também devem receber a identificação

regional produtos como o abacate, cebola e alho, que têm produção elevada. O café, que já tem a Identificação de Origem (IG) do Cerrado, não deverá ser incluído na marca regional. “Estamos otimistas em relação à criação de uma identificação regional para São Gotardo. A iniciativa é importante para agregar valor à produção local, ampliar o mercado de atuação e favorecer o reconhecimento da qualidade da produção”, ressalta. Minas Gerais produziu cerca de 415 mil toneladas de cenouras na safra 2012, em área de 8,41 mil hectares.

Somente o Alto Paranaíba é responsável por 86% do volume. Os principais município produtores são Rio Paranaíba, com 156 mil toneladas anuais, Ibiá com a produção de 62 mil toneladas e São Gotardo, com volume anual de 55 mil toneladas. Muitos produtores residem em São Gotardo mas as fazendas produtoras estão em município vizinhos, por isso a produção da cidade não é a maior. Além disso, as cooperativa têm sede em São Gotardo mas registram a movimentação da produção dos municípios vizinhos.

Laboratório em Minas é referência mundial Minas Cotton tem certificação internacional e, neste ano, foi destaque quanto à precisão das análises A qualidade do algodão produzido nas lavouras de Minas é comprovada por um laboratório criado com a participação do governo estadual e reconhecido mundialmente pelo rigor na realização das análises da fibra. Localizado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o Laboratório Minas Cotton tem certificação internacional e, neste ano, obteve a primeira e a segunda colocações mundiais quanto à precisão de suas análises, conforme avaliação

do Comitê Consultivo do Algodão (International Cotton Advisory Committee — Icac) entidade sediada em Washington (EUA). A marca atual, obtida mediante a conferência dos resultados das máquinas denominadas HVI instaladas no Minas Cotton, supera a de 2012, quando a unidade ocupava a segunda posição no ranking mundial, informa o diretorgeral do laboratório, Lício Augusto Pena Sairre. Na rodada de testes da certificadora internacional, equipa-

mentos de 129 laboratórios instalados em diversos países foram submetidos à auditoria. Segundo Lício, “a classificação obtida no ranking do Icac é um estímulo a toda a cadeia do algodão no Estado, porque equivale ao reconhecimento da alta tecnologia adotada pela equipe do Minas Cotton, criado em 2006 pela Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), com ajuda do fundo Algominas, administrado pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seapa), por meio do Pro-

Preço da pluma com tendência de alta REPORTAGEM LOCAL

O mercado doméstico de algodão mostrou firmeza na segunda semana de julho. No CIF de São Paulo, a indicação na quinta-feira passada ficou em R$ 2,12 por libra-peso, o maior patamar desde o ultimo dia 10 de abril. Comparado ao mesmo período do mês passado, acumula ganhos de 13,4% e, ante igual período do ano anterior, a alta é de 36,8%. De acordo com o analista de Safras & Mercado Élcio Bento, a elevação nos preços resulta da escassez de oferta no mercado disponível. “O atraso da colheita no Mato Grosso do Sul e em Goiás, além da concentração da produç��o do Mato Grosso na

safrinha e no adensado — com a colheita iniciando na segunda quinzena de julho —, faz com que os lotes disponibilizados sejam destinados ao cumprimento de contratos antecipados”, explica. Assim, aquelas indústrias com necessidade de aquisições imediatas acabam encontrando os vendedores na defensiva. “A tendência é que, com o avanço da colheita no maior produtor nacional (Mato Grosso), a situação de oferta se normalize”, aposta. O relatório de julho de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), divulgado na quinta-feira, estimou a produção de algodão do país na temporada 2013/14

Guabi marca presença em exposição de mangalarga REPORTAGEM LOCAL

ALGODÃO

REPORTAGEM LOCAL

16

em 13,50 milhões de fardos, ante mesmo patamar do mês anterior. As exportações deverão ficar em 11 milhões de fardos em 2013/14, mesmo patamar do relatório passado. O consumo interno foi previsto em 3,50 milhões de fardos, igual ao mês anterior. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais norteamericanos foram previstos em 2,90 milhões de fardos para a temporada 2013/14, ante 2,60 milhões no mês assado. Para a temporada 2012/13, é esperada produção de 17,32 milhões de fardos, exportações de 13,3 milhões de fardos, consumo de 3,45 milhões de fardos e estoques finais de 3,9 milhões de fardos.

grama Mineiro de Incentivo à Cotonicultura (Proalminas). “Nosso laboratório é o único do setor, no Estado, vinculado a uma associação”, explica Lício, também diretor da Amipa. Ele diz que o Minas Cotton é o “braço tecnológico” da entidade. Além de avaliar 100% da produção mineira de algodão, o laboratório presta serviços para várias indústrias que importam a fibra e produtores de outros estados.

Desempenho — Nos últimos anos, acrescenta o dirigente, o desempenho dos equipamentos do Minas Cotton tem alcançado, nas avaliações do Icac, pontuações entre as dez mais altas do mundo. “Por isso, o Estado passou a ser referência na precisão das análises de algodão”. Análises rigorosas “são indispensáveis porque possibilitam à indústria têxtil a aquisição da pluma de acordo com as suas necessidades específicas. “Após obter o relatório das avaliações, as empresas também dispõem de um diferencial para a definição de preço”. O Programa Mineiro de Incentivo à Cotonicultura (Proalminas), do governo do Estado, concede a desoneração do ICMS na compra do algodão e, em contrapartida, as indústrias pagam um ágio de 7,85% sobre o preço Esalq/arroba, informa o coordenador do programa, Walter Antônio Adão. Ele ressalta que o algodão necessita do Certificado de Origem e Quali-

dade para ter direito à desoneração. A busca da certificação começa com o envio, à Minascotton, de uma amostra da fibra que será destinada à indústria têxtil. O número de amostras analisadas por mês, na unidade, alcança 50 mil. Antes de ser avaliado por um dos equipamentos, o produto é submetido à análise visual e tátil. A etapa seguinte é a análise por meio do equipamento HVI, e o laboratório emite o laudo sobre as características do produto que será encaminhado para a certificação do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Seapa. Para o supervisor de Auditorias do IMA, Lucas Silva Ferreira Guimarães, “o reconhecimento, pelo Icac, da qualidade da aferição realizada pelo Minas Cotton é consequência da utilização de tecnologia avançada no processo de análise, conjugada com a integração de toda a equipe com a política do laboratório para o ajuste das normas estaduais e internacionais”. A safra mineira de algodão segue até o final de agosto e deve alcançar 28,2 mil toneladas, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Noroeste do Estado responde por 68% da produção, seguido pelo Alto Paranaíba, Norte d e M i n a s e Tr i â n g u l o Mineiro, com 13,9%, 11% e 7,1%, respectivamente.

Nesta quarta-feira começa o maior evento de equinos da mesma raça. Trata-se da “32ª Exposição Nacional do Mangalarga Marchador, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte. Mais de mil animais irão competir em diversas modalidades de julgamentos e leilões. O evento, que acontece até o dia 27, é organizado pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) e terá a Guabi como uma das empresas expositoras. P a r a q u e o c av a l o tenha um bom desempenho, um dos “combustíveis” é a alimentação. “Esse tipo de cavalo requer exigências nutricionais supridas com fornecimento de rações balanceadas e específicas para atender à necessidade energética durante as competições. Para que atinja os resultados desejados, é preciso que o animal receba uma alimentação adequada desde a fase de gestação” ressalta a médica veterinária e supervisora de Equinos do Grupo Guabi, Claudia Ceola. Formuladas de acordo com cada perfil de cavalo, as rações contam com nutrientes importantes. Os animais de marcha, por exemplo, realizam um trabalho de resistência em que a duração das competições alterna de uma a três horas. Portanto, o nível de óleo (extrato etéreo — EE) da ração deve ser bem alto (12% EE) e, a quantidade e a qualidade da fibra são fundamentais para confirmar o abastecimento de energia apropriado para que o atleta obtenha um bom desempenho em pista. “A recomendação da dieta desses animais é trabalhar com uma proporção de 40% de concentrado rico em óleo e 60% de volumoso, certificando que os principais substratos energéticos (óleo e a fibra) aproveitados na modalidade sejam ingeridosõ, afirma Ceola. A ração Equitage Supreme é formulada para cavalos atletas, principalmente aqueles que participam de provas de explosão, onde necessitam de fontes energéticas de rápido aproveitamento, como tambor, baliza, maneabilidade e velocidade. É uma ração com multipartículas — sweet feed — com alta digestibilidade e palatabilidade. Formulada com 12% de proteína, 3.650 kcal de energia digestível, com inclusão de óleo vegetal, minerais orgânicos (cromo, zinco, cobre e selênio), vitaminas (A, D, E e C), biotina (fortalecimento dos cascos), prebiótico, probiótico e aminoácidos essenciais como a lisina.


Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

financas@diariodocomercio.com.br

17

PESQUISA

Focus reduz novamente as projeções para o PIB Após nona diminuição seguida, economia deve crescer 2,31% DIVULGAÇÃO

Brasília — Analistas do mercado financeiro voltaram a revisar para baixo suas projeções para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. As informações constam do relatório Focus, que consulta cerca de cem instituições semanalmente para auxiliar o Banco Central na coordenação de expectativas. Esta é a nona diminuição seguida das estimativas. De acordo com o levantamento, a ativi-

Para 2014, os economistas consultados pela pesquisa Focus mantiveram a projeção de expansão do PIB em Também caiu estimativa para crescimento da produção industrial, para 2,23% 2,80%. Há um mês era longos. Para o fim do ano, a pes- vem. A projeção agora é de aguardado em 3,20% crescimento de 3,20%. quisa Focus aponta para uma

uma taxa de 9,5% ao ano em

5,9%. Isso, mesmo com o refresco dado pelo conjunto de preços administrados ou monitorados pelo governo, que caiu de 2,23% para 2% em 2013. Na avaliação do diretor de pesquisa econômica da GO Associados, Fabio Silveira, isso ocorre porque o câmbio e os preços de produtos básicos, as chamadas commodities, ainda são possíveis fontes de alta de preços até lá. “Existem defasagens. A pressão está menor hoje sobre a inflação por conta de eventos que ocorreram dois ou três meses atrás”, pontuou. O economista previu uma nova fase de pressão sobre os preços em dois ou três meses. “Os IGPs (índices que são fortes em preços no atacado) já estão mais balofos e isso vai bater nos IPCs (índices de preços ao consumidor) lá para setembro.” O temor com os impactos de mais longo prazo levou os analistas consultados pelo BC a aumentar as expectativas para a Selic no fim do ano que

ria de alta dos juros se dará mesmo depois de um crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. Pela nona semana seguida, o mercado reviu para baixo a estimativa para a expansão da economia este ano e agora acredita em uma taxa de 2,31%. (AE)

Inflação — Com a redução taxa de 5,8% e, para 2014, de dezembro de 2014. A trajetódade brasileira crescerá 2,31% em 2013. Na pesquisa anterior, a projeção era de uma expansão de 2,34% e, na de quatro semanas atrás, de 2,49%. Também caiu a estimativa para o crescimento da produção industrial deste ano. Segundo o relatório Focus, o setor deve ter expansão de 2,23% em 2013, e não mais de 2,34% como esperavam na pesquisa anterior ou de 2,50% no levantamento feito um mês atrás. Para 2014, os economistas mantiveram a projeção de expansão do PIB em 2,80%. Há um mês era aguardado em 3,20%. Da mesma forma que ocorreu no caso de 2013, as mudanças do PIB foram influenciadas pela expectativa em relação ao setor manufatureiro. Analistas mantiveram a projeção de que o setor deverá se expandir apenas 3,00% no ano que vem, como na semana passada. Quatro semanas atrás, a mediana das estimativas para a indústria era de um

das tarifas de ônibus, o mercado financeiro diminuiu as projeções de inflação para o curto prazo. Ao mesmo tempo, elevou a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, para 9,5% ao ano no fim de 2014, segundo o relatório Focus. Os analistas cortaram as previsões para o IPCA de julho para 0,2% e, para o de agosto, para 0,3%. O movimento, segundo o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Camargo Rosa, é fruto do retorno dos preços de tarifas de transporte aos níveis de 2012 e da devolução da parte da alta dos alimentos vista no início do ano. “Um período de inflação muito baixa está se aproximando. É bem provável que o IPCA de julho fique próximo de zero, havendo grande possibilidade de se verificar deflação neste mês”, disse o economista, em relatório. As reduções de curto prazo, porém, foram insuficientes para aliviar a inflação de prazos mais

BANCOS

Juro é o mais alto há 7 meses Segundo Anefac, taxa média passou de 5,43% para 5,45% São Paulo — A taxa de juros nas operações de crédito subiram para pessoas físicas e jurídicas na passagem de maio para junho, de acordo com a Pesquisa Mensal de Juros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), divulgada ontem. A taxa média geral de juros para pessoa física passou de 5,43% ao mês (88,61% ao ano) em maio para 5,45% (89,04%) em junho, a maior desde novembro de 2012. Segundo o levantamento, das seis linhas de crédito pesquisadas, três ficaram estáveis: taxa de juros do comércio, em 4,08% ao mês (61,59% ao ano), a menor desde março; juros do cartão de crédito rotativo, em 9,37% (192,94%), a menor desde o início da série histórica, em 1995; e os juros do CDC — bancos — financiamento de

automóveis, em 1,53% (19,99%), a menor desde março deste ano. Subiram a taxa de juro do cheque especial, de 7,68% ao mês (143,01% ao ano) para 7,73% (144,37%), a maior desde fevereiro de 2012; do empréstimo pessoal — bancos, de 2,97% ao mês (42,08% ao ano) para 3,04% (43,24%), a maior desde novembro de 2012; e empréstimo pessoal — financeiras, de 6,92% ao mês (123,21% ao ano) para 6,96% (124,21%), a maior desde novembro de 2012. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica avançou de 3,05% ao mês (43,41% ao ano) em maio para 3,09% (44,08%) em junho, a maior desde novembro de 2012. Dos três indicadores analisados, o capital de giro teve alta de 4,23%, passando de 1,42% para 1,48%, e o desconto de

duplicata apresentou avanço de 3,76%, de 2,13% para 2,21%. Já a conta garantida recuou 0,36%, de 5,60% para 5,58%. Segundo o coordenador de Estudos Econômicos da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, a alta ocorreu devido ao aumento da taxa básica de juros, a Selic, decidido pelo Banco Central (BC) em 29 de maio e que não havia sido repassado para as taxas das operações de crédito. No fim de maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 8% ao ano. Na reunião seguinte do órgão, em 10 de julho, houve mais uma alta de 0,50 ponto percentual, para 8,50% ao ano. “É provável que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses”, afirmou Oliveira. (AE)

Inflação deve ser menor neste ano Bras íl ia — M elhor ou muito no mercado financeiro a expectativa para o comportamento dos preços administrados em 2013. De acordo com o relatório de mercado Focus, divulgado ontem, pelo Banco Central, a mediana das previsões para esse conjunto de preços desacelerou de 2,23% para 2,20. Esta é a quarta semana consecutiva de revisões para baixo. Há um mês, a mediana das estimativas apontava para uma taxa de 2,75%. P a r a 2 0 14 , n ã o h o u v e alteração na mediana das previsões para os preços administrados, que seguiu em 4,20%, também a taxa verificada um mês antes. Já no caso do IGP-M, o Focus identificou uma elevação considerável para as projeções de 2013, que passaram de 4,88% para 5,00%. Quatro semanas atrás estava em 4,49%. Para 2014, também foi detectado um avanço das estimativas, que passaram de 5,40% para 5,47% — um mês antes, a mediana estava em 5,28%. Em relação ao IGP-DI, porém, houve estabilidade da mediana das previsões p a r a 2 0 1 3 , c o m o ín d i c e permanecendo em 4,96% de uma semana para a outra. Um mês atrás, a expectativa era de uma alta de 4,60% para esse indicador. No caso de 2014, a taxa também seguiu em 5,50% em relação ao último levantamento. Há quatro semanas, estava em 5,17%.

No IPC-Fipe também houve leve aceleração das estimativas. A mediana das projeções para 2013 passou de 4,66% para 4,68% — ante 4,92% um mês atrás. Para 2014, a mediana subiu de 5,00% — taxa em que se encontrava quatro semanas antes — para 5,04%.

Déficit — Analistas do mercado financeiro promoveram leves ajustes para o déficit em conta corrente e para a dívida líquida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano. De acordo com o relatório de mercado Focus, a mediana das estimativas para o rombo das transações correntes do país em 2014 passou de US$ 79,75 bilhões para US$ 78,95 bilhões — um mês atrás estava em US$ 78,50 bilhões. No caso da dívida/PIB, a mediana das projeções passou de 35,00%, mesmo nível que se encontrava há um mês, para 34,90%. Não houve alterações das estimativas para essas duas variáveis para 2013. A expectativa é de um saldo negativo de US$ 75 bilhões na conta corrente (US$ 73,66 bilhões no vermelho um mês atr ás) e de um a taxa de 35,00% para a relação dívida/PIB, mesmo patamar visto na semana anterior e um mês atrás. O mercado também não mexeu nas estimativas para a balança comercial. (AE)


18

Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

FINANÇAS

EMPRÉSTIMOS

OGX/DIVULGAÇÃO

Oposição quer CPI do banco de fomento

BNDES nega privilegiar empresas de Eike Batista Contratos teriam sido alterados São Paulo — O Banco de crédito no BNDES. O banco Nacional de Desenvolvimento refuta, portanto, quaisquer Econômico e Social (BNDES) insinuações de que tenha negou que tenha facilitado havido vantagens ou tratapagamentos de financiamen- mento privilegiado nas concestos concedidos às empresas de sões de financiamento ao refeEike Batista. Na edição de rido Grupo”, disse o BNDES ontem, com por meio de base em docunota distribuOs contratos do mentos enviaída na tarde dos pelo banco BNDES com o grupo X de ontem. ao Congresso, No comunio j o r n a l “ O tiveram adiamento cado, o banco Estado de afirmou que a de prazos de S.Paulo” estruturação informa que pagamento, extensão de garantias contratos de foi feita “com o de recursos e empréstimos rigor usual relaxamento ao grupo sofreadotado pelo ram alterações BNDES em de exigências vantajosas ao todas as suas empresário, operações, com adiaobedecendo às mento de prazos de paga- melhores práticas bancárias”. mento, extensão de recursos e A reportagem mostra que relaxamento de exigências. O algumas operações foram feibanco firmou 15 contratos no tas com penhor de ações das valor de R$ 10,7 bilhões com próprias companhias de Eike, empresas do grupo X. cartas de fiança assinadas por “O tratamento dispensado empresas do grupo e bens que pelo banco ao Grupo EBX é ainda seriam comprados. rigorosamente igual ao dado a “Diferentemente do que qualquer empresa tomadora afirma o jornal, o Grupo (EBX)

MERCADO

Bolsa segue exterior e sobe 2,65% no dia Índice foi puxado por China e EUA São Paulo — Após recuar 2,34% na última sexta-feira, a Bovespa g a r a n ti u um a se s sã o d e ganhos neste início de semana, puxada pelos dados positivos da China e dos Estados Unidos. Aqui, a tração aumentou no período da tarde, após o exercício de opções sobre ações e ajudado pelo recuo da moeda norteamericana. As ações do Grupo EBX ajudaram a impulsionar a alta, assim como Usiminas e CSN. O Ibovespa terminou com avanço de 2,65%, aos 46.738,90 pontos. Na mínima, registrou 45.533 pontos (estabilidade) e, na máxima, 46.840 pontos (+2,87%). No mês, acumula perda de 1,51% e, no ano, de 23,32%. O giro financeiro totalizou R$ 7,495 bilhões, dos quais R$ 2,18 bilhões referentes ao exercício de opções sobre ações. Saíram três indicadores na China, mas o mercado se fixou basicamente no resultado do PIB do segundo trimestre que, ao contrário do que temiam os analistas, acabou vindo exatamente em linha com as projeções, de alta de 7,5%. Nos Estados Unidos, os dados também foram mistos, mas o sinal positivo prevaleceu, sobretudo na etapa vespertina da sessão. Saíram as vendas no varejo, que vieram mais fracas do que o esperado, com alta de 0,4% em junho ante maio e projeção de +0,8%. Mas o índice Empire State superou as projeções e subiu de 7,84 em junho para 9,46 em julho, ante projeção de 4,3. Também do lado positivo, o balanço do Citigroup foi

bem recebido pelo mercado. O Dow Jones terminou o dia com valorização de 0,13%, aos 15.484,26 pontos, o S&P subiu 0,14%, aos 1.682,50 pontos, ambos em nível recorde, e o Nasdaq teve valorização de 0,21%, aos 3.607,49 pontos. Os números da China impulsionaram o desempen h o d a s a ç õ e s d e Va l e e siderúrgicas. Neste último caso, Usiminas também acabou influenciando a alta, após ter sua recomendação elevada pelo Credit Suisse. O papel PNA subiu 15,27% e ocupou a terceira maior alta do índice, seguida pelo ON, com 14,04%. Seu comportamento influenciou o desempenho de CSN, que e stá bastante deprimido no ano. A ação ON acabou saltando 8,20%. Gerdau PN subiu menos, 1,18%, assim como Metalúrgica Gerdau PN (1,37%). Vale ON teve alta de 0,97% e Vale PNA, 1,11%. Oi ON avançou 9,89% e PN, 9,88%. A empresa, em conjunto com sua controlada Telemar Norte Leste, firmou contrato para ceder para a SBA Torres Brasil o direito de exploração comercial e uso de 2.113 torres de telecomunicações e respectivas áreas nas quais estão localizadas, por R$ 686,725 milhões. A empresa também vai vender sua participação na GlobeNet, por R$ 1,745 bilhão. No Grupo X, a notícia de que o BNDES teria ajudado a empresa fez as ações saltarem. OGX ON subiu 18,60%, liderando as altas do Ibovespa, MMX ON, 17,09%, na segunda posição, e LLX ON, 12,12%. (AE)

O banco firmou 15 contratos no valor de R$ 10,7 bilhões com empresas do grupo não desfruta nem nunca desfrutou de taxas de juros mais favoráveis do que outros clientes. Como é de conhecimento público, as taxas mencionadas, de 4,5% ao ano, eram as vigentes na época para o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), destinado à compra de máquinas e equipamentos, válido para realização de investimentos de toda e qualquer empresa. O PSI, criado em agosto de 2009, já realizou mais de 700 mil operações e desembolsou, até 10 de julho último, total de R$ 218,2 bilhões em financiamentos a investimentos”, disse o texto. A reportagem também faz referência a postergações de prazo nos pagamentos de empréstimos. Uma delas foi assinada a apenas quatro dias do prazo final. O BNDES chama a atenção para Éuma comparação inde-

vida entre a taxa de juros do BNDES, a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), e a Selic, como se a aplicação da TJLP a um financiamento do Grupo EBX representasse algum tipo de favorecimento”. “É público e notório que a principal referência para os financiamentos do BNDES é a TJLP, atualmente em 5% ao ano e definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN)”, relatou o documento. O banco reitera que o prejuízo do banco com as ações do grupo foi exposto de maneira incorreta, já que não ocorreu venda desses ativos pela BNDESPar (empresa de participações do BNDES) e, portanto, o prejuízo não teria se concretizado. E destaca que tanto a gestão de sua carteira de crédito como da renda variável, “tem sido extremamente

criteriosa e bem-sucedida”. “Também não foram corretas informações sobre os resultados da carteira de ações da BNDESPar com empresas do Grupo EBX. A reportagem não levou em consideração explicações dadas sobre a rentabilidade do banco nas operações de renda variável. A assessoria do banco informou que a BNDESPar obteve rentabilidade superior a 100% sobre o valor investido na operação de venda das ações da LLX Logística, dado que foi omitido pela reportagem. Para efeito de comparação, entre 2009 (quando da aquisição de ações pela BNDESPar) e 2 0 11 ( q u a n d o d a ú l t i m a venda de participação pela BNDESPar), a valorização do índice Bovespa foi de 50%, enquanto o retorno do CDI foi de 19%.” (AE)

Dólar cai 1,17% após PIB da China São P aulo — O d ó la r fechou ontem em queda com os investidores mais expostos ao risco após a economia chinesa ter crescido em linha com o esperado no segundo trimestre e dados da atividade dos Estados Unidos terem reforçado perspectivas de que os estímulos serão mantidos no país no curto prazo. A moeda norte-americana é considerada uma aplicação mais segura, segundo especialistas, e a procura por esse tipo de investimento diminui quando o clima é positivo no mercado, levando os investidores a opções de maior risco, como a bolsa. O dólar à vista — referência para as negociações no mercado financeiro — teve desvalorização de 1,17%, cotado em R$ 2,241 na venda. O dólar comercial — utilizado no comércio exterior — caiu 1,89%, para R$ 2,224. No mercado de ações, o principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, acompanhou o bom humor externo e fechou em

alta de 2,65%, aos 46.738 pontos. A economia chinesa cresceu 7,5% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado — dentro da expectativa da maioria dos analistas. “O dado trouxe algum alívio ao mercado, que enxergava risco de uma desaceleração ainda maior, por conta do baixo dinamismo das exportações”, avalia Maurício Molan, economista do Santander, em relatório. O BC norte-americano compra, mensalmente, US$ 85 bilhões em títulos públicos para estimular a economia dos Estados Unidos. Diante de constantes indicadores econômicos positivos, a autoridade afirmou que já planeja o fim do programa de estímulo até 2014, sem dar pistas sobre quando o corte começará. A notícia deixou os mercados globais em alerta, especialmente nos emergentes, para onde parte desse dinheiro era destinada em investimentos.

O mercado teme que, após cortar o programa de compra mensal de títulos, o BC norteamericano volte a subir a taxa de juros nos Estados Unidos — atualmente perto de zero. Segundo especialistas, isso deixaria mais atraente os títulos do Tesouro norte-americano, que são remunerados por essa taxa e considerados de baixo risco, impulsionado uma migração de recursos dos países emergentes para os Estados Unidos. “O movimento pode prejudicar ainda mais a oferta da moeda norte-americana no mercado brasileiro, pressionando a cotação do dólar para cima”, diz Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora. Apesar disso, segundo Galhardo, o mercado pode estar avaliando deixar os recursos por um período maior de tempo nos emergentes, uma vez que o corte nos estímulos nos Estados Unidos tende a ser adiado, “pelo menos no curto prazo”. (FP)

BC e CVM querem segurança para derivativos Brasília — O grupo de trabalho do Banco Central (BC) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), anunciado ontem, tem como objetivo aumentar a segurança de operações de instrumentos derivativos no mercado de balcão, segundo explicou a assessoria de imprensa do BC. O convênio estudará a viabilidade da adoção da liquidação obrigatória por contrapartes centrais de operações no mercado de derivativos, numa clara resposta à crise financeira internacional. De acordo com o BC, o objetivo é elevar os níveis de segurança não só para as próprias contrapartes da operação, mas para assegurar os problemas sistêmicos que podem ser gerados por contratos não honrados em casos extremos. Isto porque a contraparte central garante a liquidação das operações. A instituição lembrou que, além disto, a medida é uma recomen-

dação do Financial Stability Board (FSB), endossada pelo G20. O que o BC e a CVM farão é avaliar a existência de segmentos do mercado de derivativos de balcão que possuem as características de padronização e liquidez que recomendem a existência de uma contraparte central, ao invés da simples contratação bilateral dos derivativos. Questionado se uma mudança implicaria aumento de custo para os negócios, o BC explicou que a avaliação das autarquias também levará em conta a viabilidade desta transição de derivativo de balcão para derivativo transacionado em bolsa. “Em particular, não se está determinando neste momento a liquidação obrigatória por contraparte central de qualquer classe de derivativos.” A instituição explicou também que todos os segmentos do

mercado de derivativos passarão por um pente fino das autarquias para verificar a viabilidade e a conveniência de adoção das medidas, como a própria liquidação obrigatória por contraparte central. “Não há, neste momento, nenhum prejulgamento sobre se as medidas serão de fato adotadas, e quando.” O BC ressaltou ainda que o mercado de derivativos doméstico, ao contrário da maioria dos países, tem cerca de 90% de suas operações com liquidação em bolsa. Isso faz, de acordo com a assessoria, com que o Brasil cumpra substancialmente a recomendação do G-20. “Além disso, é muito importante observar que nossa regulamentação impõe a necessidade de registro das operações de balcão em sistemas de registro autorizados pelo Banco Central e pela CVM”, completou o esclarecimento. (AE)

Brasília — A oposição está recolhendo assinaturas no Congresso para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) mista, com deputados e senadores, para investigar as operações financeiras e de empréstimos do Banco Nacional Desenvolvimento Econômica e Social (BNDES). Estão envolvidos na busca de apoio parlamentares de DEM, PSDB e PPS. Para conseguir a instalação, é necessário obter o apoio de 171 deputados e 27 senadores. Reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” de ontem mostrou que aditivos em contratos beneficiaram empresas do grupo de Eike Batista com prorrogação de prazos de pagamento, de disponibilidade de recursos em contas de reserva e de cumprimento de exigências técnicas. Segundo os documentos obtidos, foram firmados, entre 2009 e 2012, 15 contratos no valor de R$ 10,7 bilhões com juros baixos, garantias em ações das próprias companhias ou bens que ainda seriam adquiridos. Para o líder do PPS, Rubens Bueno, a constatação dos benefícios reforça a necessidade de investigação. “Fica claro que o governo está usando o banco para beneficiar alguns grupos especialmente escolhidos pelos consultores de alto valor de mercado do PT. Queremos investigar não só o caso que envolve as empresas de Eike Batista, mas todos os contratos do BNDES. É muito dinheiro envolvido e há suspeitas de balanços maquiados”, argumentou. Na semana passada, outra reportagem mostrou que o patrimônio do BNDES encolheu 38% entre março de 2011 e março de 2013, enquanto a média dos bancos públicos e privados registrou crescimento de 25%, segundo dados de levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fim de sigilo — Um projeto de autoria do deputado federal César Colnago (PSDB-ES) quer retirar qualquer proteção de sigilo bancário sobre operações financeiras e de financiamento do BNDES e suas subsidiárias. A justificativa dessa proteção foi usada pelo banco de fomento para não informar ao Congresso qual é a dívida atual do grupo empresarial comandado por Eike Batista e os pagamentos já feitos nos contratos. O parlamentar espera que, com o projeto, seja possível abrir o que chama de “caixa preta” do banco. Ele argumenta que, como o BNDES é uma instituição pública, suas ações devem ter transparência total. Afirma que o sigilo bancário tem sido usado pelo banco para ocultar o desempenho dos negócios realizados e destaca que a divulgação das informações seria um custo a pagar pelos entes privados ao buscarem condições facilitadas junto ao banco público. “Cremos que se o particular opta por um financiamento público, a ’publicidade’ deve ser um custo natural a se arcar pelas condições facilitadas que a sociedade disponibiliza a ele”, justificou. Para o parlamentar, as operações realizadas entre BNDES e empresas de Eike merecem investigação cuidadosa. “O governo precisa esclarecer quais os ganhos para o país com esse privilégio. É preciso investigar quais interesses há por trás desses negócios, que parecem de pai para filho”, ressaltou. (AE)


19

Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

FINANÇAS

BOVESPA Movimento do pregão A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o pregão regular de ontem em alta de +2,65% ao marcar 46.738,90 pontos, máxima de +2,87% (46.840), Mínima estável: (45.533) com volume financeiro de R$ 7,49 bilhões. As maiores altas foram OGX PETROLEO ON, MMX MINER ON, USIMINAS PNA, USIMINAS ON e LLX LOG ON. As maiores baixas foram COPEL PNB, SOUZA CRUZ ON, BRF AS ON, TRAN PAULIST PN e CIA HERING ON.

 Pregão FONTE BOVESPA RESUMO NO DIA Discriminação Negócios Lote Padrão 688.64 Fracionário 5.808 Demais Ativos 11.084 Total a Vista 705.532 Ex Opções Compra 2.213 Ex Opções Venda 1.782 Total Exercício 3.995 Termo 791 Opções Compra 57.282 Opções Venda 8.983 Opções Compra Índice 342 Opções Venda Índice 397 Total de Opções 67.004 BOVESPA Fix 8 Total Geral 777.33 Partic. Novo Mercado 372.9 Partic. Nível 1 259.158 Partic. Nível 2 28.136 Partic. Balcão Org. Tradicional 494 Partic. Bovespa Mais 21 Partic. Ibovespa 545.94 PARTIC. IBX 50 468.18 Partic. IBrX 100 621.052 Partic. IBrA 663.043 Partic. MLCX 466.52 Partic. SMLL 195.449 Partic. ISE 274.274 Partic. ICO2 324.275 Partic. IEE 51.457 Partic. INDX 220.779 Partic. ICON 117.243 Partic. IMOB 83.499 Partic. IFNC 118.943 Partic. IMAT 127.773 Partic. UTIL 61.85 Partic. IVBX2 321.011 Partic. IGC 606.157 Partic. IGCT 585.424 Partic. IGNM 358.336 Partic. ITAG 507.223 Partic. IDIV 184.698 Partic. IFIX 2.243 Partic. BDRX 15 (*) 210 BOVESPAFIX

Títulos/mil 1.248.355 407 36.654 1.285.417 46.304 106.695 152.999 6.83 187.867 39.819 13 30 227.731 (*) 1.672.979 494.03 283.249 11.863 49 7 484.279 453.686 521.2 535.5 223.548 311.664 128.935 365.009 14.768 120.394 45.595 58.601 63.938 89.492 17.551 163.173 502.273 491.496 370.252 444.161 81.048 165 18

Part.(%) Valor em R$(mil) 74,61 4.882.067,51 0,02 3.427,02 2,19 141.675,35 76,83 5.027.169,89 2,76 853.834,33 6,37 1.327.942,58 9,14 2.181.776,92 0,40 118.736,75 11,22 112.558,41 2,38 22.784,03 0,00 11.479,21 0,00 26.635,48 13,61 173.457,13 0,00 289,99 100,00 7.501.430,71 29,52 2.632.772,75 16,93 3.089.364,52 0,70 193.804,25 0,00 4.875,41 0,00 92,83 28,94 3.957.168,88 27,11 3.616.036,51 31,15 4.431.931,41 32,00 4.661.860,99 13,36 3.865.684,70 18,62 791.051,51 7,70 2.303.017,17 21,81 2.696.981,05 0,88 244.001,78 7,19 1.194.039,02 2,72 953.815,60 3,50 325.794,09 3,82 1.082.575,27 5,34 1.057.256,91 1,04 289.321,27 9,75 1.643.114,86 30,02 4.083.289,46 29,37 3.934.342,55 22,13 2.000.553,05 26,54 3.150.582,16 4,84 1.393.522,06 0,00 15.272,87 0,00 1.395,55

Part.(%) 65,08 0,04 1,88 67,01 11,38 17,70 29,08 1,58 1,50 0,30 0,15 0,35 2,31 0,00 100,00 35,09 41,18 2,58 0,06 0,00 52,75 48,20 59,08 62,14 51,53 10,54 30,70 35,95 3,25 15,91 12,71 4,34 14,43 14,09 3,85 21,90 54,43 52,44 26,66 41,99 18,57 0,20 0,01

MERCADO À VISTA Cotação unitária - Lote Padrão Código Empresa/Ação ABCB4 ABC BRASIL ABRE11 ABRIL EDUCA AELP3 AES ELPA GETI3 AES TIETE GETI4 AES TIETE AGEN11 AGRENCO BRGE3 ALFA CONSORC CRIV3 ALFA FINANC CRIV4 ALFA FINANC RPAD3 ALFA HOLDING BRIV3 ALFA INVEST ALSC3 ALIANSCE ALLL3 # ALL AMER LAT ALPA3 ALPARGATAS ALPA4 ALPARGATAS ALUP11 ALUPAR BAZA3 AMAZONIA AMBV3 AMBEV AMBV4 # AMBEV AXPB11B AMERICAN EXP AEDU3 ANHANGUERA AAPL11B APPLE ARZZ3 AREZZO CO ARTR3 ARTERIS AUTM3 AUTOMETAL BTOW3 # B2W DIGITAL BGIP4 BANESE BEES3 BANESTES BEES4 BANESTES BRSR6 BANRISUL BDLL3 BARDELLA BDLL4 BARDELLA BTTL3 BATTISTELLA BTTL4 BATTISTELLA BBSE3 BBSEGURIDADE BEMA3 BEMATECH BHGR3 BHG BICB4 BICBANCO BSEV3 BIOSEV BVMF3 # BMFBOVESPA BBRK3 BR BROKERS BRIN3 BR INSURANCE BRML3 # BR MALLS PAR BPHA3 BR PHARMA BRPR3 # BR PROPERT BBDC3 # BRADESCO BBDC4 # BRADESCO BRAP3 BRADESPAR BRAP4 # BRADESPAR BBAS3 # BRASIL AGRO3 BRASILAGRO BRKM3 BRASKEM BRKM5 # BRASKEM BMTO4 BRASMOTOR BRFS3 # BRF SA BISA3 # BROOKFIELD BBTG11 BTG PACTUAL CCRO3 # CCR SA CCXC3 CCX CARVAO CEBR3 CEB CEDO3 CEDRO CLSC4 CELESC RANI3 CELUL IRANI ENMA3B CEMAR CMIG3 CEMIG CMIG4 # CEMIG CESP3 CESP CESP5 CESP CESP6 # CESP CTIP3 # CETIP HGTX3 # CIA HERING CIEL3 # CIELO CSCO11B CISCO CEEB3 COELBA COCE3 COELCE COCE5 COELCE CGAS3 COMGAS CGAS5 COMGAS CTAX3 CONTAX CTAX4 CONTAX CTAX11 CONTAX CSMG3 COPASA CPLE3 COPEL CPLE6 # COPEL CSAN3 # COSAN CZLT11 COSAN LTD CTNM4 COTEMINAS CPFE3 # CPFL ENERGIA CREM3 CREMER CARD3 CSU CARDSYST CCPR3 CYRE COM-CCP CYRE3 # CYRELA REALT DASA3 # DASA DAYC4 DAYCOVAL PNVL3 DIMED DIRR3 DIRECIONAL IMBI4 DOC IMBITUBA DOHL4 DOHLER DAGB11 DUFRY AG DTEX3 # DURATEX ECOR3 ECORODOVIAS ELET3 # ELETROBRAS ELET6 # ELETROBRAS ELPL4 # ELETROPAULO EMBR3 # EMBRAER ENBR3 # ENERGIAS BR ENGI4 ENERGISA ENGI11 ENERGISA EQTL3 EQUATORIAL ESTC3 ESTACIO PART ESTR4 ESTRELA ETER3 ETERNIT EUCA4 EUCATEX EVEN3 EVEN BAUH4 EXCELSIOR EZTC3 EZTEC FHER3 FER HERINGER FESA4 FERBASA FIBR3 # FIBRIA FLRY3 FLEURY FJTA4 FORJA TAURUS FRAS4 FRAS-LE GFSA3 # GAFISA GSHP3 GENERALSHOPP GGBR3 GERDAU GGBR4 # GERDAU GOAU3 GERDAU MET GOAU4 # GERDAU MET GOLL4 # GOL GOOG11B GOOGLE GPIV11 GP INVEST CGRA3 GRAZZIOTIN CGRA4 GRAZZIOTIN GRND3 GRENDENE GUAR3 GUARARAPES GUAR4 GUARARAPES HBTS5 HABITASUL HAGA4 HAGA S/A HBOR3 HELBOR HETA4 HERCULES HOOT4 HOTEIS OTHON HRTP3 HRT PETROLEO

PN N2 UNT N2 ON ON PN DR3 ON ON PN ON ON ON NM ON NM ON N1 PN N1 UNT N2 ON ON PN DRN MB ON NM DRN MB ON NM ON NM ON NM ON NM PN EJ ON ES PN ES PNB N1 ON PN ON PN ON NM ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON N1 PN N1 ON N1 PN N1 ON NM ON NM ON N1 PNA N1 PN ON NM ON NM UNT ON NM ON NM ON ON N1 PN N2 ON ON MB ON N1 PN N1 ON N1 PNA N1 PNB N1 ON NM ON NM ON NM DRN MB ON ON PNA ON PNA ON N2 PN N2 UNT N2 ON NM ON N1 PNB N1 ON NM DR3 PN ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N2 ON ON NM PN PN DR3 ON NM ON NM ON N1 PNB N1 PN N2 ON NM ON NM PN UNT ON NM ON NM PN ON NM PN N1 ON NM PN ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM PN N2 PN N1 ON NM ON NM ON N1 PN N1 ON N1 PN N1 PN N2 DRN MB DR3 ON PN ON NM ON PN PNA PN ON NM PN PN ON NM

Abert. 12,70 39,81 8,25 20,94 22,41 0,41 3,99 5,58 4,78 4,00 6,45 18,99 8,47 10,45 13,59 18,00 0,33 81,92 81,90 174,01 12,61 95,52 35,27 20,35 17,61 8,82 48,30 0,47 0,45 13,77 45,00 45,00 0,77 0,96 17,72 6,88 14,39 4,00 12,49 12,77 5,58 20,91 19,01 10,50 19,05 30,55 27,30 17,80 20,90 20,99 10,35 11,67 16,40 0,87 48,35 1,52 28,52 16,74 0,78 17,50 10,01 18,25 1,89 12,20 20,17 20,16 16,24 22,69 19,35 21,37 31,10 55,70 57,96 34,00 39,80 37,95 44,99 50,50 4,51 3,50 18,31 33,16 22,60 28,85 42,57 37,02 2,24 20,85 13,71 2,99 20,58 15,70 11,48 8,15 210,49 12,75 0,46 3,20 283,10 13,01 15,13 4,78 9,25 6,38 21,25 11,42 2,37 11,75 18,21 16,96 0,31 9,54 6,00 7,61 10,24 25,27 7,69 11,42 25,91 18,50 2,38 4,49 2,77 7,62 11,55 12,75 13,00 16,09 7,26 82,56 4,01 15,00 15,52 19,50 80,00 73,89 8,88 1,45 8,45 0,30 0,48 2,25

Min. 12,52 39,27 8,25 20,70 21,95 0,38 3,99 5,58 4,70 4,00 6,45 18,67 8,43 10,45 13,27 17,78 0,33 81,92 81,90 174,01 12,60 95,52 34,26 20,13 17,44 8,75 48,30 0,47 0,45 13,62 45,00 44,94 0,77 0,96 17,26 6,86 14,00 3,95 12,40 12,57 5,44 20,91 19,01 10,18 18,80 30,30 27,00 17,42 20,90 20,86 10,33 11,23 16,16 0,87 47,70 1,52 27,82 16,48 0,77 17,50 10,01 17,95 1,89 11,80 19,82 19,54 16,24 22,69 19,29 21,20 30,78 55,66 57,96 34,00 39,80 37,00 44,99 50,23 4,51 3,40 18,15 33,16 22,32 27,92 42,57 36,63 2,20 20,25 13,70 2,94 20,45 15,36 11,42 8,03 205,01 12,39 0,44 3,20 283,10 12,98 14,94 4,78 9,25 6,36 20,97 11,34 2,37 11,75 17,77 16,71 0,31 9,50 5,95 7,42 10,24 24,76 7,62 11,32 25,89 18,35 2,30 4,49 2,74 7,62 11,45 12,75 12,85 16,08 7,16 82,56 3,91 15,00 15,45 18,90 78,80 73,20 8,88 1,34 8,29 0,29 0,48 2,19

Máx. 12,80 40,44 8,25 20,96 22,63 0,42 3,99 5,58 4,78 4,00 6,45 19,80 8,62 10,67 13,60 18,08 0,33 83,01 83,50 174,01 12,89 95,52 35,72 20,60 18,20 9,45 51,00 0,48 0,45 13,94 45,00 48,49 0,78 0,97 17,72 7,07 15,00 4,00 12,49 12,80 5,73 21,48 19,95 10,60 20,05 31,98 28,19 18,14 21,28 21,63 10,45 11,70 17,00 0,87 48,88 1,59 28,53 17,00 0,82 17,50 10,01 18,26 1,89 12,20 20,32 20,17 16,24 22,69 19,85 22,30 31,59 56,64 57,96 34,00 39,80 38,34 45,90 51,00 4,51 3,51 18,74 35,39 23,00 29,17 43,91 37,09 2,25 20,85 13,99 3,00 20,58 16,17 12,30 8,57 222,00 12,75 0,46 3,20 295,00 13,20 15,24 5,00 9,85 6,69 21,52 11,73 2,37 11,75 18,36 16,98 0,31 9,87 6,11 7,69 10,24 25,43 7,79 11,50 26,55 18,88 2,38 4,49 2,88 7,79 11,59 13,03 13,00 16,37 7,49 82,56 4,02 15,00 15,75 19,51 80,60 74,60 8,88 1,46 8,84 0,32 0,48 2,32

Fech. Osc. 12,64 -0,62% 39,95 -0,12% 8,25 +0,12% 20,75 0,00% 22,19 +0,18% 0,39 -4,87% 3,99 -0,25% 5,58 -3,79% 4,75 -1,04% 4,00 +33,33% 6,45 +0,15% 19,80 +5,03% 8,62 +2,37% 10,64 +3,80% 13,40 -0,07% 18,00 +0,84% 0,33 0,00% 83,01 +1,26% 83,44 +1,59% 174,01 -2,04% 12,87 +2,14% 95,52 -1,08% 35,62 +3,09% 20,55 +0,24% 18,00 +2,56% 9,44 +6,06% 51,00 +5,59% 0,48 +2,12% 0,45 +2,27% 13,93 +1,45% 45,00 +7,14% 48,00 +6,66% 0,77 0,00% 0,97 0,00% 17,61 -0,62% 6,97 +1,60% 15,00 +4,74% 4,00 0,00% 12,49 0,00% 12,72 +0,55% 5,62 -0,88% 21,45 +1,41% 19,92 +3,80% 10,50 +1,54% 20,00 +4,71% 31,86 +5,04% 27,98 +2,49% 17,42 -2,13% 21,28 +1,67% 21,59 +2,80% 10,45 +1,16% 11,23 -1,49% 16,95 +6,33% 0,87 -1,13% 47,85 -0,39% 1,56 +2,63% 27,90 -0,71% 16,80 +1,20% 0,80 +8,10% 17,50 -0,11% 10,01 0,00% 18,00 -1,63% 1,89 +2,16% 12,20 0,00% 20,00 -1,67% 20,08 +0,19% 16,24 -0,30% 22,69 +5,53% 19,78 +1,22% 22,30 +4,44% 31,49 -0,09% 56,64 +1,57% 57,96 -2,58% 34,00 -4,22% 39,80 0,00% 37,58 +0,75% 45,85 -0,10% 51,00 +0,99% 4,51 -6,04% 3,51 -1,95% 18,15 -0,71% 35,08 +2,57% 23,00 +0,52% 28,40 -1,21% 43,40 +0,09% 37,00 0,00% 2,20 -2,65% 20,84 +1,65% 13,99 +2,04% 3,00 +5,26% 20,45 +0,93% 16,05 +3,95% 12,11 +5,67% 8,03 -1,95% 222,00 +6,73% 12,60 +1,61% 0,44 -6,38% 3,20 0,00% 288,99 -0,34% 13,18 +0,30% 15,17 +1,47% 4,91 +2,71% 9,73 +4,84% 6,63 +4,40% 21,45 +1,17% 11,70 +1,47% 2,37 0,00% 11,75 0,00% 18,01 -0,55% 16,75 +0,35% 0,31 0,00% 9,87 +4,22% 5,95 -3,09% 7,66 +2,13% 10,24 +1,38% 25,25 +1,00% 7,71 +0,12% 11,32 +1,79% 26,45 +1,03% 18,88 +2,60% 2,30 -3,36% 4,49 0,00% 2,86 +3,62% 7,79 -0,12% 11,57 +1,93% 12,90 +1,17% 12,87 +2,06% 16,30 +1,36% 7,42 +3,19% 82,56 -1,26% 3,99 -0,49% 15,00 +0,40% 15,45 -1,27% 19,31 +1,09% 78,80 -1,50% 73,20 -2,25% 8,88 +3,49% 1,39 -2,11% 8,68 +3,45% 0,30 0,00% 0,48 0,00% 2,30 +4,54%

HYPE3 # IBMB11B IDNT3 IGBR3 IGUA5 IGTA3 IMCH3 ROMI3 IDVL4 INEP3 INEP4 INET3 MYPK3 BOVA11 BRAX11 CSMO11 ECOO11 SMAL11 UTIP11 DIVO11 FIND11 GOVE11 MATB11 ISUS11 PIBB11 ITSA3 ITSA4 # ITUB3 ITUB4 # JBDU3 JBDU4 JBSS3 # MLFT4 JHSF3 JOPA3 JOPA4 JSLG3 CTKA4 KEPL3 KLBN4 # KROT3 MILK11 LATM11 LLIS3 LIGT3 # LINX3 LLXL3 # RENT3 # LCAM3 LOGN3 LAME3 LAME4 # AMAR3 LREN3 # LPSB3 LUPA3 RHDS3 MDIA3 MGLU3 MAGG3 MGEL4 POMO3 POMO4 MRFG3 # BMEB4 DUQE4 MTIG4 LEVE3 FRIO3 MSFT11B MILS3 BEEF3 MNPR3 MMXM3 # MPXE3 MRVE3 # MULT3 MPLU3 MNDL3 NATU3 # NETC4 ODPV3 OGXP3 # OIBR3 # OIBR4 # ORCL11B OSXB3 PCAR4 # BPNM4 PRBC4 PMAM3 PDGR3 # PETR3 # PETR4 # PINE4 PLAS3 PSSA3 PTBL3 POSI3 PFRM3 PRVI3 QGEP3 QUAL3 RADL3 RAPT3 RAPT4 RCSL4 RNAR3 RNEW11 RJCP3 RDNI3 RSID3 # SBSP3 # SAPR4 SANB3 SANB4 SANB11 # CTSA3 STBP11 SCAR3 SMTO3 SLED4 SHUL4 SNSL3M CSNA3 # SSBR3 SLCE3 SMLE3 SFSA4 CRUZ3 # SGPS3 SULA11 SUZB5 # TAEE11 TRPN3 TECN3 TCSA3 TGMA3 TELB3 TELB4 VIVT3 VIVT4 # TEMP3 TERI3 TIMP3 # SHOW3 TOTS3 TBLE3 TRPL4 # TRIS3 TPIS3 TUPY3 UGPA3 # UCAS3 UNIP3 UNIP5 UNIP6 USIM3 # USIM5 # VAGR3 # VALE3 # VALE5 # VLID3 VVAR3 VIVR3 WALM11B WEGE3 WFCO11B MWET4 WHRL3 WHRL4 WSON11

HYPERMARCAS IBM IDEIASNET IGB S/A IGUACU CAFE IGUATEMI IMC HOLDINGS INDS ROMI INDUSVAL INEPAR INEPAR INEPAR TEL IOCHP-MAXION ISHARES BOVA ISHARES BRAX ISHARES CSMO ISHARES ECOO ISHARES SMAL ISHARES UTIP IT NOW IDIV IT NOW IFNC IT NOW IGCT IT NOW IMAT IT NOW ISE IT NOW PIBB ITAUSA ITAUSA ITAUUNIBANCO ITAUUNIBANCO J B DUARTE J B DUARTE JBS JEREISSATI JHSF PART JOSAPAR JOSAPAR JSL KARSTEN KEPLER WEBER KLABIN S/A KROTON LAEP LATAM AIRLN LE LIS BLANC LIGHT S/A LINX LLX LOG LOCALIZA LOCAMERICA LOG-IN LOJAS AMERIC LOJAS AMERIC LOJAS MARISA LOJAS RENNER LOPES BRASIL LUPATECH M G POLIEST M.DIASBRANCO MAGAZ LUIZA MAGNESITA SA MANGELS INDL MARCOPOLO MARCOPOLO MARFRIG MERC BRASIL MET DUQUE METAL IGUACU METAL LEVE METALFRIO MICROSOFT MILLS MINERVA MINUPAR MMX MINER MPX ENERGIA MRV MULTIPLAN MULTIPLUS MUNDIAL NATURA NET ODONTOPREV OGX PETROLEO OI OI ORACLE OSX BRASIL P.ACUCAR-CBD PANAMERICANO PARANA PARANAPANEMA PDG REALT PETROBRAS PETROBRAS PINE PLASCAR PART PORTO SEGURO PORTOBELLO POSITIVO INF PROFARMA PROVIDENCIA QGEP PART QUALICORP RAIADROGASIL RANDON PART RANDON PART RECRUSUL RENAR RENOVA RJCP EQUITY RODOBENSIMOB ROSSI RESID SABESP SANEPAR SANTANDER BR SANTANDER BR SANTANDER BR SANTANENSE SANTOS BRP SAO CARLOS SAO MARTINHO SARAIVA LIVR SCHULZ SENIOR SOL SID NACIONAL SIERRABRASIL SLC AGRICOLA SMILES SOFISA SOUZA CRUZ SPRINGS SUL AMERICA SUZANO PAPEL TAESA TARPON INV TECHNOS TECNISA TEGMA TELEBRAS TELEBRAS TELEF BRASIL TELEF BRASIL TEMPO PART TEREOS TIM PART S/A TIME FOR FUN TOTVS TRACTEBEL TRAN PAULIST TRISUL TRIUNFO PART TUPY ULTRAPAR UNICASA UNIPAR UNIPAR UNIPAR USIMINAS USIMINAS V-AGRO VALE VALE VALID VIAVAREJO VIVER WAL MART WEG WELLS FARGO WETZEL S/A WHIRLPOOL WHIRLPOOL WILSON SONS

ON NM DRN MB ON NM ON PNA ON NM ON NM ON NM PN N2 ON N1 PN N1 ON ON NM CI CI CI CI CI CI CI CI CI CI CI CI ON N1 PN N1 ON N1 PN N1 ON PN ON NM PN ON NM ON ED PN ED ON NM PN ON PN N1 ON NM DR3 DR3 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON PN ON NM ON NM ON NM ON NM ON ON NM ON NM ON NM PN N1 ON N2 PN N2 ON NM PN PN PN ON NM ON NM DRN MB ON NM ON NM ON ON NM ON ES NM ON NM ON N2 ON NM ON ON NM PN N2 ON NM ON NM ON N1 PN N1 DRN ED MB ON NM PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON PN PN N2 ON ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON N1 PN N1 PN ON NM UNT N2 ON ON NM ON NM ON NM PN ON ES N2 PN ES N2 UNT ES N2 ON UNT N2 ON NM ON NM PN N2 PN ON MA ON ON NM ON NM ON NM PN N2 ON ON NM UNT N2 PNA N1 UNT N2 ON NM ON NM ON NM ON NM ON PN ON PN ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM ON ON NM ON NM ON PNA PNB ON N1 PNA N1 ON NM ON N1 PNA N1 ON NM ON ON NM DRN MB ON NM DRN MB PN ON PN DR3

15,05 434,16 1,37 5,99 2,91 21,92 19,61 5,06 6,86 1,24 1,16 0,03 24,98 45,10 38,30 45,04 49,87 62,00 21,70 30,95 36,84 19,02 14,64 22,07 79,00 13,00 7,90 27,05 27,46 0,29 0,31 6,19 1,47 4,98 14,70 18,30 14,30 1,02 17,57 10,90 29,61 0,26 33,51 6,85 16,01 35,94 0,67 31,37 8,81 8,55 13,45 15,50 22,10 61,45 16,46 0,49 0,07 84,79 5,15 6,49 0,48 11,30 12,65 7,48 11,12 8,00 0,10 23,55 3,55 80,64 28,75 8,79 0,06 1,20 7,19 6,12 52,00 28,50 15,14 46,11 31,60 8,90 0,43 3,68 3,44 71,20 1,17 99,49 5,28 12,13 4,13 1,66 14,50 15,45 10,80 0,45 24,75 4,14 3,87 17,80 7,50 11,68 15,09 20,23 8,86 11,69 0,04 0,13 43,00 0,01 14,49 2,49 22,54 5,90 0,12 0,12 12,98 5,50 26,48 39,14 25,21 28,49 9,60 12,00 5,64 23,38 18,53 23,02 3,00 27,91 2,58 12,88 8,25 22,03 14,70 16,59 8,30 23,73 5,50 3,11 42,00 46,90 3,30 2,81 8,23 6,96 34,17 34,69 33,12 3,70 10,12 17,00 53,25 6,16 0,44 0,81 0,45 6,88 6,74 3,56 30,35 27,20 33,02 23,00 0,27 43,50 28,69 96,67 0,78 3,33 3,85 22,20

14,98 434,16 1,36 5,90 2,91 21,71 19,30 4,40 6,75 1,12 1,12 0,03 24,36 44,90 38,30 45,04 49,87 61,90 21,70 30,58 36,80 18,97 14,63 22,04 78,21 12,76 7,86 27,04 27,26 0,29 0,29 6,19 1,47 4,98 14,70 18,30 14,30 1,02 17,29 10,87 29,60 0,25 32,10 6,60 16,01 35,94 0,67 30,87 8,81 8,47 13,27 15,31 21,84 61,37 15,71 0,49 0,07 83,11 5,15 6,35 0,46 11,30 12,50 7,31 11,12 8,00 0,10 23,54 3,54 80,64 28,45 8,59 0,05 1,19 7,05 6,10 51,65 28,49 14,50 46,11 31,00 8,90 0,43 3,68 3,44 71,20 1,11 98,81 5,15 12,10 4,10 1,64 14,50 15,35 10,51 0,45 24,64 4,07 3,83 17,69 7,10 11,56 14,86 20,23 8,86 11,54 0,04 0,12 42,47 0,01 14,49 2,45 21,94 5,87 0,12 0,12 12,97 5,45 26,41 38,85 24,17 27,88 9,01 11,88 5,64 22,66 18,11 23,02 3,00 27,50 2,45 12,87 8,14 21,86 14,50 16,15 8,10 23,73 5,50 2,94 41,25 46,67 3,30 2,70 8,15 6,96 34,00 34,69 32,55 3,60 10,12 16,21 53,24 5,76 0,42 0,80 0,44 6,88 6,74 3,55 29,86 27,05 32,72 22,79 0,26 43,50 28,43 96,67 0,78 3,30 3,71 22,10

15,53 434,16 1,45 6,88 2,91 22,36 20,35 5,06 7,08 1,24 1,17 0,04 25,10 46,02 38,30 45,04 50,61 62,60 21,70 30,96 36,98 19,21 14,64 22,07 79,51 13,00 8,06 27,89 28,01 0,29 0,34 6,59 1,47 5,28 14,70 18,30 14,74 1,18 17,59 11,29 30,58 0,26 33,82 6,97 16,34 37,45 0,76 31,80 9,35 8,82 13,61 15,74 23,05 62,69 16,46 0,52 0,08 84,98 5,77 6,69 0,48 11,55 12,82 7,55 11,40 8,00 0,10 23,85 3,55 80,64 29,14 8,95 0,06 1,40 7,31 6,54 53,62 28,95 15,79 47,48 31,79 9,08 0,51 4,00 3,67 72,00 1,21 101,50 5,28 12,33 4,20 1,77 14,92 15,69 10,80 0,46 25,25 4,20 3,99 18,15 7,50 12,04 15,31 20,80 8,86 11,74 0,04 0,14 43,00 0,01 15,00 2,60 23,00 6,13 0,13 0,13 13,29 5,70 27,04 39,40 25,21 28,49 9,65 12,11 6,13 23,42 18,58 24,65 3,08 27,98 2,58 13,20 8,25 22,74 14,70 16,80 8,45 25,09 5,50 3,17 43,50 47,69 3,40 2,81 8,38 7,21 35,21 35,69 33,12 3,77 10,68 17,00 54,00 6,16 0,44 0,83 0,45 7,80 7,55 3,68 30,35 27,45 33,62 23,00 0,29 43,50 28,85 96,67 0,80 3,59 3,85 22,24

Abert. 1,13 9,20 10,11 0,10 0,01 0,01

Min. 1,07 9,20 9,99 0,10 0,01 0,01

Máx. 1,13 9,20 10,11 0,10 0,02 0,02

15,26 434,16 1,43 6,24 2,91 22,36 20,22 4,44 6,75 1,14 1,15 0,03 24,78 45,81 38,30 45,04 50,41 62,60 21,70 30,88 36,96 19,18 14,63 22,04 78,81 12,90 8,03 27,75 27,88 0,29 0,29 6,59 1,47 5,23 14,70 18,30 14,51 1,18 17,40 11,29 30,58 0,26 32,10 6,96 16,19 37,10 0,74 31,10 9,35 8,70 13,35 15,66 22,60 61,85 16,00 0,49 0,07 83,60 5,56 6,69 0,46 11,55 12,60 7,45 11,38 8,00 0,10 23,65 3,54 80,64 29,14 8,87 0,05 1,37 7,24 6,50 52,90 28,70 15,11 46,79 31,61 9,01 0,51 4,00 3,67 71,49 1,18 101,20 5,25 12,10 4,14 1,76 14,74 15,54 10,58 0,46 24,90 4,20 3,90 17,99 7,15 11,95 15,15 20,70 8,86 11,57 0,04 0,13 42,97 0,01 14,78 2,55 22,81 5,97 0,12 0,12 13,21 5,70 26,65 39,39 24,69 28,32 9,47 11,91 6,07 23,42 18,16 24,20 3,08 27,50 2,45 13,05 8,22 22,15 14,60 16,67 8,45 24,92 5,50 3,04 43,50 47,55 3,40 2,75 8,32 6,98 34,87 35,39 32,70 3,66 10,50 17,00 53,75 5,87 0,42 0,83 0,45 7,80 7,55 3,64 30,13 27,36 33,00 22,79 0,26 43,50 28,43 96,67 0,80 3,48 3,80 22,10

+1,80% -0,27% +2,14% -1,42% -12,61% +2,89% +2,63% -4,51% -1,31% -2,56% -0,86% 0,00% 0,00% +2,48% +0,52% +0,26% +1,08% +1,95% +0,46% +1,27% +1,95% +1,69% +4,50% +0,77% +0,92% -2,05% +1,64% +1,42% +1,82% +7,40% -6,45% +4,76% -1,34% +4,18% +0,06% +15,38% +2,03% +7,27% -1,13% +3,10% +1,93% +4,00% -0,12% +4,66% +1,50% +3,92% +12,12% +0,32% +4,46% +2,35% +0,67% +1,35% +3,76% +0,03% -1,23% +2,08% 0,00% -0,11% +5,10% +6,02% -2,12% +1,67% -0,78% +0,67% +0,17% -11,11% 0,00% +1,11% -3,01% -1,55% +2,24% +1,95% -16,66% +17,09% -0,82% +6,73% +1,98% 0,00% +0,73% +0,62% +0,03% +1,57% +18,60% +9,89% +9,88% -0,18% +7,27% +1,70% +1,35% 0,00% +0,97% +4,14% +1,30% +0,71% -0,28% 0,00% -0,40% +1,20% +0,77% +2,80% 0,00% +3,01% +1,00% +2,37% +10,61% -0,25% +33,33% 0,00% -0,06% 0,00% +1,93% +2,40% +2,19% +3,10% -7,69% -7,69% +2,08% +7,54% -0,59% +0,07% -0,04% +0,78% -0,10% -0,75% +8,19% +1,82% +0,27% +3,46% +3,01% -0,75% -5,03% +0,38% +0,12% +0,86% -0,27% +1,27% +3,30% +2,97% +9,78% -0,32% +4,81% +1,38% +3,34% +0,73% +1,96% +0,28% +2,80% +1,22% -0,33% -1,08% +1,94% +3,03% +0,09% -2,00% 0,00% -1,19% 0,00% +14,03% +15,26% +2,53% +0,97% +1,10% 0,00% +8,52% 0,00% -1,02% -0,45% -1,15% 0,00% +2,05% +2,70% -0,45%

Cotação por lote de mil - Lote Padrão Código CBEE3 EBTP3 EBTP4 PMET6 TOYB3 TOYB4

Empresa/Ação AMPLA ENERG EMBRATEL PAR EMBRATEL PAR PRO METALURG TECTOY TECTOY

ON * ON * PN * PNB* ON * PN *

Fech. Osc. 1,09 -23,77% 9,20 +0,43% 9,99 -0,10% 0,10 +11,11% 0,02 0,00% 0,02 0,00%

MERCADO DE OPÇÕES Cotação unitária - Opções de Compra - Agosto - 2013 Código IBOVH45 IBOVH46 IBOVH47 IBOVH48 IBOVH49 IBOVH50 IBOVH51 IBOVH52

Empresa/Ação IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM

Abert. IBO 1824,00 IBO 1206,00 IBO 837,00 IBO 520,00 IBO 271,00 IBO 150,00 IBO 101,00 IBO 53,00

Min. 1822,00 1206,00 810,00 484,00 271,00 150,00 101,00 53,00

Máx. Fech. Osc. 2379,00 2255,00 +38,08% 1730,00 1693,00 +52,52% 1193,00 1193,00 +71,16% 760,00 760,00 +77,15% 455,00 455,00 +56,89% 270,00 242,00 +51,25% 145,00 145,00 +113,23% 75,00 75,00 +56,25%

Min. 2855,00 2274,00 1805,00 1435,00 1076,00 732,00 517,00 408,00

Máx. 3410,00 2759,00 2190,00 1708,00 1279,00 791,00 583,00 510,00

Fech. 3228,00 2678,00 2190,00 1679,00 1279,00 791,00 564,00 510,00

Osc. +19,20% +27,40% +29,58% +30,05% +22,27% -7,48% +9,72% +52,23%

Min. 3106,00 3783,00 1798,00 1390,00

Máx. 3106,00 4064,00 1802,00 1390,00

Fech. 3106,00 4064,00 1802,00 1390,00

Osc. -4,98% +8,86% +5,62% +4,11%

Min. 60,00 95,00 147,00 227,00 350,00 512,00 741,00 1096,00

Máx. Fech. 60,00 60,00 165,00 95,00 265,00 147,00 392,00 251,00 518,00 350,00 827,00 517,00 1155,00 817,00 1621,00 1182,00

Osc. +22,44% -40,62% -50,67% -36,61% -46,15% -44,88% -37,82% -33,48%

Cotação unitária - Opções de Compra - Outubro - 2013 Código IBOVJ45 IBOVJ46 IBOVJ47 IBOVJ48 IBOVJ49 IBOVJ50 IBOVJ51 IBOVJ52

Empresa/Ação IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM

IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO

Abert. 2940,00 2274,00 1870,00 1435,00 1076,00 732,00 519,00 419,00

Cotação unitária - Opções de Compra - Dezembro - 2013 Código IBOVL17 IBOVL45 IBOVL49 IBOVL50

Empresa/Ação IBOV FM IBOV FM IBOV FM IBOV FM

IBO IBO IBO IBO

Abert. 3106,00 3827,00 1798,00 1390,00

Cotação unitária - Opções de Venda - Agosto - 2013 Código IBOVT38 IBOVT40 IBOVT41 IBOVT42 IBOVT43 IBOVT44 IBOVT45 IBOVT46

Empresa/Ação IBOVE IBOVE IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM

Abert. IBO 60,00 IBO 165,00 IBO 264,00 IBO 392,00 IBO 518,00 IBO 827,00 IBO 1155,00 IBO 1621,00

IBOVT47 IBOVE FM

IBO 2231,00

1517,00

2231,00 1633,00 -32,04%

Min. 210,00 319,00 515,00 816,00 820,00 1143,00 1326,00 1905,00 1946,00 2370,00

Máx. 210,00 319,00 515,00 834,00 1051,00 1286,00 1579,00 1916,00 2384,00 2918,00

Fech. 210,00 319,00 515,00 818,00 820,00 1143,00 1330,00 1912,00 1955,00 2429,00

Min. 1184,00 1417,00 1678,00 1981,00 2872,00

Máx. 1218,00 1450,00 1682,00 1982,00 3161,00

Fech. Osc. 1189,00 -10,12% 1421,00 -9,66% 1681,00 -6,86% 1982,00 -7,55% 2913,00 -13,30%

Min. 0,27 0,17 1,70 1,50 1,15 0,75 0,25 2,46 0,08 0,03 1,56 1,07 0,57 0,27 0,18 7,97 3,37 2,10 1,66 1,05 0,54 0,25 0,15 0,07 0,05 0,18 0,43 0,25 1,30 0,45 0,20 0,25 2,80 0,01 0,10 0,02 0,95 0,39 0,09 0,65 0,17 0,31 1,28 0,90 0,34 1,21 0,18 0,50 0,54 0,13 0,09 0,05 0,03 0,68 0,38 0,21 0,18 0,76 0,11 0,86 1,01 0,45 0,69 0,13 0,11 0,18 0,27 2,03 1,16 0,05 0,03 1,68 0,03 0,53 0,19 0,36 0,84 0,16 0,25 0,17 0,12 0,27 0,17 0,11 0,09 3,08 2,13 1,43 0,85 0,45 0,20 0,25 0,99 0,05 0,34 0,13 0,07 0,05 0,01 0,10 1,18 0,64 0,28 1,85 0,02 0,35 0,90 0,01 0,01 0,01 0,01 0,01 0,27 0,17 0,04 0,04 0,02 0,02 0,02 0,02 0,01 0,13 0,10 0,08 0,07 0,07 0,40 0,15 0,13 0,06 0,02 0,02 0,01 0,57 0,13 0,10 0,07 0,04 5,45 4,51 3,52 2,57 2,24 0,95 0,75 0,31 0,12 0,02 0,01 0,01 3,10 2,18 1,34 0,70 0,28 0,21 0,08 0,02 0,03 0,02 0,02 0,05 2,83 1,67 0,47 0,24 0,02 0,32 1,22 0,36 0,19 0,14 0,14 0,11 0,04 0,91 0,78 0,79 0,52 0,44 0,95 1,51 7,23 6,30 5,45 4,38 3,42 2,57 1,81 1,20 0,71 0,39 0,33 0,17 0,09 0,04 0,02 0,01 0,01 0,01 0,01 0,02 0,08 0,54

Máx. 0,27 0,17 2,20 1,75 1,40 0,75 0,40 2,59 0,11 0,03 2,02 1,42 0,80 0,40 0,28 8,10 3,39 2,74 1,98 1,34 0,82 0,45 0,22 0,11 0,05 0,25 0,44 0,27 1,30 0,47 0,20 0,25 2,80 0,04 0,10 0,02 1,19 0,54 0,21 0,77 0,26 0,31 1,34 0,96 0,35 1,21 0,30 0,50 0,54 0,22 0,11 0,06 0,03 0,69 0,50 0,40 0,28 0,76 0,17 0,86 1,45 0,78 0,87 0,13 0,11 0,18 0,27 2,09 1,24 0,09 0,03 1,68 0,03 0,63 0,24 0,40 0,93 0,16 0,38 0,19 0,12 0,35 0,17 0,15 0,09 3,37 2,49 1,71 1,05 0,59 0,21 0,30 1,17 0,07 0,36 0,17 0,08 0,05 0,01 0,10 1,34 0,79 0,31 1,97 0,03 0,36 0,90 0,02 0,01 0,01 0,01 0,01 0,30 0,21 0,06 0,05 0,04 0,02 0,03 0,02 0,01 0,14 0,14 0,10 0,09 0,08 0,40 0,20 0,15 0,10 0,03 0,02 0,03 0,57 0,13 0,10 0,08 0,05 5,74 4,74 3,79 2,85 2,53 1,15 0,93 0,43 0,18 0,03 0,02 0,01 3,30 2,37 1,52 0,82 0,37 0,27 0,10 0,02 0,04 0,02 0,02 0,07 3,00 1,81 0,59 0,24 0,02 0,50 1,54 0,47 0,40 0,30 0,20 0,14 0,10 1,23 1,07 0,84 0,80 0,62 1,11 1,73 7,54 6,69 5,58 4,68 3,77 3,00 2,09 1,40 0,86 0,50 0,42 0,22 0,11 0,06 0,04 0,03 0,02 0,01 0,01 0,02 0,09 0,65

Cotação unitária - Opções de Venda - Outubro - 2013 Código IBOVV36 IBOVV38 IBOVV40 IBOVV41 IBOVV42 IBOVV43 IBOVV44 IBOVV45 IBOVV46 IBOVV47

Empresa/Ação IBOVE IBOVE IBOVE IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM

IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO IBO

Abert. 210,00 319,00 515,00 832,00 1035,00 1270,00 1551,00 1905,00 2369,00 2918,00

Osc. -16,00% -13,78% -15,57% +4,33% -27,11% -16,63% -20,59% -1,49% -23,06% -22,12%

Cotação unitária - Opções de Venda - Dezembro - 2013 Código IBOVX41 IBOVX42 IBOVX43 IBOVX44 IBOVX47

Empresa/Ação IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM IBOVE FM

IBO IBO IBO IBO IBO

Abert. 1211,00 1449,00 1678,00 1981,00 3052,00

Cotação unitária - Opções de Compra - Agosto - 2013 Código Empresa/Ação AEDUH13 AEDU AEDUH43 AEDU AMBVH84 AMBV AMBVH85 AMBV AMBVH86 AMBV AMBVH87 AMBV AMBVH90 AMBV BBASH19 BBAS BBASH25 BBAS BBASH26 BBAS BBASH20 BBAS FM BBASH21 BBAS FM BBASH22 BBAS FM BBASH23 BBAS FM BBASH24 BBAS FM BBDCH20 BBDC BBDCH25 BBDC BBDCH26 BBDC BBDCH27 BBDC BBDCH28 BBDC BBDCH29 BBDC BBDCH30 BBDC BBDCH31 BBDC BBDCH32 BBDC BBDCH33 BBDC BBDCH34 BBDC BBSEH18 BBSE BRAPH22 BRAP BRFSH49 BRFS BRKMH16 BRKM BRMLH21 BRML BRPRH50 BRPR BVMFH10 BVMF BVMFH15 BVMF BVMFH44 BVMF BVMFH45 BVMF BVMFH12 BVMF FM BVMFH13 BVMF FM BVMFH14 BVMF FM BVMFH42 BVMF FM BVMFH43 BVMF FM BVMFH1 BVMFE BVMFH61 BVMFE BVMFH62 BVMFE CCROH47 CCRO CIELH58 CIEL CMIGH21 CMIG CSANH45 CSAN CSMGH36 CSMG CSNAH64 CSNA CSNAH66 CSNA CSNAH7 CSNA CSNAH72 CSNA CSNAH54 CSNA FM CSNAH58 CSNA FM CSNAH6 CSNA FM CSNAH62 CSNA FM CSNAH55 CSNAE CSNAH65 CSNAE CTIPH22 CTIP CYREH15 CYRE FM CYREH16 CYRE FM CYREH45 CYRE FM DASAH42 DASA DIRRH43 DIRR ELPLH7 ELPL EZTCH26 EZTC GGBRH11 GGBR GGBRH12 GGBR GGBRH15 GGBR GGBRH16 GGBR GGBRH41 GGBR GGBRH55 GGBR GGBRH13 GGBR FM GGBRH14 GGBR FM GGBRH3 GGBR FM GGBRH42 GGBR FM HGTXH35 HGTX HRTPH3 HRTP HRTPH5 HRTP HYPEH16 HYPE ITSAH8 ITSA ITSAH82 ITSA ITSAH84 ITSA ITSAH86 ITSA ITUBH25 ITUB ITUBH26 ITUB ITUBH27 ITUB ITUBH28 ITUB ITUBH29 ITUB ITUBH3 ITUB ITUBH30 ITUB ITUBH31 ITUB ITUBH32 ITUB ITUBH33 ITUB ITUBH34 ITUB ITUBH35 ITUB ITUBH36 ITUB ITUBH38 ITUB ITUBH4 ITUB ITUBH57 ITUB ITUBH58 ITUB ITUBH13 ITUBE ITUBH59 ITUBE ITUBH7 ITUBE KLBNH41 KLBN LAMEH15 LAME OGXPH1 OGXP OGXPH11 OGXP OGXPH12 OGXP OGXPH13 OGXP OGXPH15 OGXP OGXPH20 OGXP OGXPH30 OGXP OGXPH60 OGXP OGXPH65 OGXP OGXPH70 OGXP OGXPH75 OGXP OGXPH80 OGXP OGXPH90 OGXP OGXPH95 OGXP OGXPH35 OGXP FM OGXPH40 OGXP FM OGXPH45 OGXP FM OGXPH50 OGXP FM OGXPH55 OGXP FM OIBRH34 OIBR OIBRH36 OIBR OIBRH38 OIBR OIBRH4 OIBR OIBRH42 OIBR OIBRH44 OIBR OIBRH5 OIBR PCARH6 PCAR PDGRH17 PDGR FM PDGRH18 PDGR FM PDGRH19 PDGR FM PDGRH2 PDGR FM PETRH10 PETR PETRH11 PETR PETRH12 PETR PETRH13 PETR PETRH14 PETR PETRH15 PETR PETRH16 PETR PETRH17 PETR PETRH18 PETR PETRH20 PETR PETRH21 PETR PETRH22 PETR PETRH42 PETR PETRH43 PETR PETRH44 PETR PETRH45 PETR PETRH46 PETR PETRH47 PETR PETRH48 PETR PETRH49 PETR PETRH59 PETR PETRH60 PETR PETRH7 PETR PETRH8 PETR PETRH56 PETRE PETRH94 PETRE PETRH95 PETRE POMOH13 POMO USIMH10 USIM USIMH37 USIM USIMH6 USIM USIMH74 USIM USIMH76 USIM USIMH8 USIM USIMH82 USIM USIMH86 USIM USIMH9 USIM USIMH64 USIM FM USIMH66 USIM FM USIMH68 USIM FM USIMH7 USIM FM USIMH72 USIM FM VALEH13 VALE VALEH17 VALE VALEH20 VALE VALEH21 VALE VALEH22 VALE VALEH23 VALE VALEH24 VALE VALEH25 VALE VALEH26 VALE VALEH27 VALE VALEH28 VALE VALEH29 VALE VALEH30 VALE VALEH31 VALE VALEH32 VALE VALEH33 VALE VALEH34 VALE VALEH35 VALE VALEH36 VALE VALEH37 VALE VALEH38 VALE VALEH4 VALE VALEH52 VALE VALEH58 VALE

ON NM ON NM PN PN PN PN PN ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM PN N1 ON NM PNA N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N2 ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN N2 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

Abert. 0,27 0,17 1,70 1,75 1,21 0,75 0,25 2,48 0,08 0,03 1,56 1,08 0,58 0,27 0,18 7,98 3,37 2,12 1,75 1,10 0,54 0,25 0,15 0,08 0,05 0,20 0,44 0,25 1,30 0,45 0,20 0,25 2,80 0,02 0,10 0,02 1,02 0,40 0,09 0,67 0,21 0,31 1,28 0,90 0,34 1,21 0,28 0,50 0,54 0,13 0,09 0,05 0,03 0,69 0,38 0,21 0,18 0,76 0,11 0,86 1,01 0,46 0,71 0,13 0,11 0,18 0,27 2,07 1,20 0,09 0,03 1,68 0,03 0,63 0,23 0,40 0,92 0,16 0,25 0,18 0,12 0,27 0,17 0,11 0,09 3,19 2,14 1,46 0,92 0,51 0,21 0,27 1,04 0,07 0,35 0,15 0,07 0,05 0,01 0,10 1,18 0,72 0,28 1,85 0,03 0,35 0,90 0,01 0,01 0,01 0,01 0,01 0,28 0,19 0,05 0,04 0,03 0,02 0,03 0,02 0,01 0,13 0,12 0,10 0,07 0,07 0,40 0,15 0,15 0,07 0,02 0,02 0,02 0,57 0,13 0,10 0,08 0,04 5,61 4,68 3,64 2,67 2,39 1,11 0,88 0,41 0,17 0,03 0,02 0,01 3,19 2,27 1,46 0,78 0,36 0,26 0,10 0,02 0,03 0,02 0,02 0,07 2,94 1,73 0,56 0,24 0,02 0,35 1,32 0,38 0,19 0,14 0,14 0,12 0,04 0,92 0,78 0,79 0,55 0,45 1,05 1,63 7,38 6,40 5,45 4,53 3,55 2,76 1,93 1,27 0,82 0,41 0,35 0,19 0,10 0,06 0,03 0,03 0,01 0,01 0,01 0,02 0,08 0,62

Fech. 0,27 0,17 2,20 1,50 1,25 0,75 0,40 2,59 0,11 0,03 1,99 1,42 0,78 0,39 0,27 8,05 3,39 2,66 1,88 1,19 0,74 0,42 0,22 0,11 0,05 0,25 0,43 0,27 1,30 0,47 0,20 0,25 2,80 0,04 0,10 0,02 1,19 0,52 0,16 0,77 0,26 0,31 1,34 0,96 0,35 1,21 0,18 0,50 0,54 0,22 0,11 0,06 0,03 0,68 0,50 0,37 0,28 0,76 0,14 0,86 1,45 0,68 0,87 0,13 0,11 0,18 0,27 2,03 1,21 0,05 0,03 1,68 0,03 0,58 0,20 0,36 0,84 0,16 0,30 0,18 0,12 0,35 0,17 0,15 0,09 3,37 2,44 1,62 0,94 0,53 0,20 0,28 1,14 0,05 0,34 0,13 0,07 0,05 0,01 0,10 1,34 0,79 0,31 1,97 0,02 0,35 0,90 0,01 0,01 0,01 0,01 0,01 0,28 0,20 0,06 0,05 0,03 0,02 0,03 0,02 0,01 0,14 0,13 0,08 0,08 0,08 0,40 0,17 0,13 0,08 0,03 0,02 0,01 0,57 0,13 0,10 0,07 0,05 5,74 4,68 3,71 2,73 2,43 1,14 0,88 0,38 0,13 0,03 0,01 0,01 3,30 2,37 1,51 0,77 0,33 0,24 0,09 0,02 0,03 0,02 0,02 0,05 2,86 1,81 0,55 0,24 0,02 0,50 1,54 0,47 0,40 0,29 0,20 0,14 0,09 1,23 1,07 0,84 0,71 0,62 1,01 1,64 7,40 6,69 5,58 4,52 3,62 3,00 2,03 1,35 0,83 0,50 0,39 0,19 0,10 0,04 0,02 0,02 0,01 0,01 0,01 0,02 0,08 0,58

Osc. /0,00% /0,00% +10,55% +11,11% -1,57% -49,32% -11,11% +11,63% +37,50% -25,00% +19,16% +19,32% +34,48% +50,00% +50,00% /0,00% +15,30% +17,18% +29,65% +17,82% +39,62% +68,00% +83,33% +57,14% +400,00% +78,57% +16,21% /0,00% -25,71% /0,00% /0,00% +66,66% +33,33% +100,00% +42,85% =0,00% +17,82% +26,82% +77,77% +13,23% +44,44% +6,89% +54,02% +50,00% /0,00% /0,00% /0,00% /0,00% /0,00% +100,00% -66,66% +50,00% -57,14% +33,33% +85,18% +105,55% +40,00% /0,00% -64,10% /0,00% +31,81% +61,90% +27,94% /0,00% /0,00% -40,00% /0,00% +1,50% +0,83% -37,50% -40,00% =0,00% -50,00% +11,53% -4,76% -7,69% =0,00% -89,11% -3,22% =0,00% -50,00% +40,00% /0,00% -51,61% -57,14% +17,83% +17,30% +19,11% +13,25% +23,25% +11,11% +27,27% +28,08% -37,50% +25,92% +18,18% +16,66% =0,00% -66,66% -75,00% /0,00% +41,07% =0,00% +20,85% -91,66% /0,00% -74,86% =0,00% =0,00% =0,00% =0,00% =0,00% +16,66% +25,00% +20,00% -37,50% =0,00% -71,42% +50,00% =0,00% /0,00% +16,66% +44,44% -33,33% +14,28% +14,28% +110,52% +13,33% =0,00% +14,28% =0,00% /0,00% -50,00% /0,00% -23,52% -9,09% =0,00% =0,00% +1,95% -2,29% +3,05% =0,00% +3,40% +7,54% +6,02% -5,00% -18,75% =0,00% -50,00% =0,00% +4,43% +0,42% +2,72% +2,66% -8,33% -11,11% -10,00% =0,00% -25,00% =0,00% =0,00% -28,57% -3,37% +7,10% -3,50% +20,00% -33,33% +117,39% +77,01% +88,00% +25,00% +222,22% +53,84% -22,22% +125,00% +57,69% +78,33% +55,55% +115,15% +77,14% +5,20% +8,60% +0,81% +7,72% +20,25% +5,60% +6,47% +17,64% +12,77% +14,40% +15,27% +25,00% +8,33% +5,55% =0,00% -20,00% =0,00% =0,00% -50,00% =0,00% =0,00% =0,00% -11,11% +3,57%

VALEH64 VALEH65 VALEH1 VALEH53 VALEH60 VALEH93 VALEH94

VALE VALE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE

PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

3,19 2,36 0,03 0,07 0,23 0,01 0,02

3,19 2,34 0,03 0,06 0,20 0,01 0,02

3,28 2,47 0,03 0,07 0,24 0,01 0,02

3,26 /0,00% 2,36 /0,00% 0,03 -40,00% 0,06 -14,28% 0,22 +4,76% 0,01 =0,00% 0,02 -33,33%

Min. 0,60 1,72 0,22 0,49 0,27 0,31 0,19 0,07 0,18 0,14 0,70 0,44 0,28 0,10 0,49 2,50 1,35 1,19 0,89

Máx. 0,60 1,72 0,22 0,50 0,27 0,31 0,19 0,07 0,18 0,15 0,70 0,52 0,28 0,10 0,49 2,62 1,35 1,25 0,92

Fech. 0,60 1,72 0,22 0,49 0,27 0,31 0,19 0,07 0,18 0,14 0,70 0,44 0,28 0,10 0,49 2,62 1,35 1,25 0,91

Osc. -16,66% +38,70% -75,55% +28,94% /0,00% /0,00% +26,66% =0,00% /0,00% +7,69% -4,10% -8,33% -12,50% -9,09% /0,00% +3,55% +10,65% +6,83% +8,33%

Min. 0,19 0,12 1,86 1,24 0,86 0,51 0,27 0,16 2,32 2,06 1,45 0,97 0,60 0,22 0,10 0,06 0,12 0,35 0,33 1,14 0,53 0,19 0,81 0,33 0,53 0,25 0,13 0,10 0,07 0,07 0,75 0,63 0,50 0,39 0,29 0,17 1,22 0,49 1,22 0,75 0,38 1,02 0,56 0,23 2,50 1,80 1,23 0,82 0,50 0,30 0,19 0,58 0,07 2,04 0,43 0,10 0,11 0,08 0,03 0,01 0,06 0,04 0,04 0,13 0,10 0,10 1,93 1,67 0,70 0,35 0,17 0,08 0,06 0,02 0,01 0,09 0,63 0,50 0,14 0,12 0,59 0,31 0,27 0,23 0,17 0,15 0,10 0,09 1,02 0,90 0,78 0,68 0,58 4,71 3,85 2,99 2,23 1,60 1,11 0,73 0,65 0,40 0,24 0,15 0,08 0,04 0,02 0,01 0,06 0,01 0,58

Máx. 0,22 0,12 2,26 1,54 1,10 0,63 0,38 0,17 2,90 2,32 1,73 1,13 0,75 0,27 0,10 0,06 0,12 0,40 0,35 1,32 0,66 0,26 0,95 0,41 0,53 0,25 0,13 0,14 0,09 0,08 0,81 0,78 0,62 0,44 0,36 0,17 1,24 0,49 1,22 0,79 0,44 1,08 0,58 0,26 2,80 2,08 1,43 0,94 0,59 0,34 0,21 0,58 0,07 2,04 0,43 0,10 0,14 0,08 0,03 0,01 0,06 0,04 0,04 0,14 0,12 0,11 2,13 1,85 0,80 0,42 0,21 0,10 0,07 0,03 0,01 0,10 0,63 0,56 0,15 0,19 0,59 0,45 0,27 0,27 0,24 0,23 0,16 0,14 1,12 0,98 0,86 0,93 0,65 4,89 4,04 3,14 2,49 1,80 1,25 0,83 0,74 0,46 0,27 0,16 0,09 0,05 0,03 0,01 0,07 0,01 0,64

Fech. 0,22 0,12 2,26 1,54 1,10 0,63 0,36 0,17 2,83 2,26 1,62 1,12 0,74 0,27 0,10 0,06 0,12 0,35 0,35 1,31 0,63 0,22 0,95 0,41 0,53 0,25 0,13 0,14 0,09 0,08 0,81 0,78 0,62 0,43 0,36 0,17 1,23 0,49 1,22 0,78 0,38 1,06 0,56 0,23 2,78 1,94 1,34 0,92 0,53 0,34 0,20 0,58 0,07 2,04 0,43 0,10 0,13 0,08 0,03 0,01 0,06 0,04 0,04 0,13 0,12 0,10 2,02 1,76 0,75 0,38 0,17 0,08 0,06 0,03 0,01 0,09 0,63 0,55 0,15 0,19 0,59 0,45 0,27 0,27 0,24 0,23 0,16 0,14 1,12 0,98 0,86 0,93 0,65 4,71 3,85 3,14 2,36 1,68 1,15 0,78 0,69 0,41 0,26 0,15 0,08 0,04 0,02 0,01 0,06 0,01 0,60

Osc. +37,50% +50,00% +22,82% +29,41% +27,90% +26,00% +28,57% -37,03% +19,40% +15,89% +26,56% +36,58% +45,09% +68,75% -41,17% -57,14% -57,14% +20,68% /0,00% +14,91% +5,00% +4,76% +13,09% +17,14% /0,00% +8,69% -65,78% +55,55% +28,57% -69,23% +30,64% +30,00% +55,00% +30,30% +20,00% +41,66% -3,90% +22,50% +20,79% +4,00% +5,55% +2,91% +5,66% -17,85% +14,87% +10,85% +10,74% +19,48% +43,24% +21,42% -51,21% +87,09% -91,46% -6,42% +19,44% -56,52% -56,66% -57,89% =0,00% =0,00% +20,00% =0,00% -42,85% +8,33% +33,33% /0,00% -9,00% +0,57% -2,59% -5,00% -15,00% -20,00% =0,00% =0,00% -50,00% -18,18% /0,00% +450,00% -6,25% -29,62% +68,57% +136,84% /0,00% /0,00% /0,00% /0,00% /0,00% -50,00% +24,44% +60,65% +62,26% +111,36% +80,55% -3,28% +5,19% +6,08% +8,25% +4,34% +4,54% +8,33% +7,81% =0,00% +4,00% +7,14% =0,00% -20,00% =0,00% -50,00% =0,00% =0,00% +7,14%

Min. 1,04 0,80 0,29 0,19 0,13 0,37 0,18 0,13 0,11 0,95 0,46 0,08 0,06 2,84 2,18 1,61 1,18 0,80 0,55 0,37 0,25 0,20

Máx. 1,04 0,80 0,29 0,19 0,13 0,37 0,18 0,13 0,11 1,01 0,52 0,10 0,06 2,84 2,20 1,61 1,18 0,84 0,58 0,38 0,25 0,21

Fech. 1,04 0,80 0,29 0,19 0,13 0,37 0,18 0,13 0,11 1,01 0,50 0,08 0,06 2,84 2,20 1,61 1,18 0,84 0,55 0,37 0,25 0,21

Osc. +30,00% +40,35% +31,81% +46,15% /0,00% -40,32% /0,00% =0,00% +22,22% -8,18% =0,00% -27,27% -76,92% +8,81% +6,28% +8,05% +6,30% +10,52% +10,00% -13,95% -3,84% +10,52%

Min. 1,32

Máx. 1,33

Fech. 1,32

Osc. /0,00%

Min. 1,34 1,55 0,09

Máx. 1,34 1,56 0,09

Fech. Osc. 1,34 -8,21% 1,56 /0,00% 0,09 +12,50%

Min. 1,75 0,81

Máx. 1,75 0,81

Fech. 1,75 0,81

Min. 0,06 0,05

Máx. 0,06 0,05

Fech. Osc. 0,06 =0,00% 0,05 -73,68%

Min. 0,06

Máx. 0,06

Fech. Osc. 0,06 -14,28%

Min. 0,10

Máx. 0,10

Fech. 0,10

Min. 0,10

Máx. 0,10

Fech. Osc. 0,10 +66,66%

Min. 1,18 0,64 0,03 1,07

Máx. 1,18 0,65 0,03 1,07

Fech. Osc. 1,18 -7,08% 0,64 -12,32% 0,03 =0,00% 1,07 +5,94%

Cotação unitária - Opções de Compra - Dezembro - 2013 Código AMARL56 BVMFL2 ECORL48 GGBRL45 HRTPL29 HRTPL33 ITSAL50 OGXPL1 OGXPL40 OGXPL50 PETRL18 PETRL19 PETRL20 PETRL22 USIML86 VALEL28 VALEL30 VALEL31 VALEL32

Empresa/Ação AMAR BVMF ECOR GGBR HRTP HRTP ITSA OGXP OGXP OGXP PETR PETR PETR PETR USIM VALE VALE VALE VALE

ON NM ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM ON NM PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

Abert. 0,60 1,72 0,22 0,50 0,27 0,31 0,19 0,07 0,18 0,15 0,70 0,52 0,28 0,10 0,49 2,60 1,35 1,19 0,90

Cotação unitária - Opções de Compra - Setembro - 2013 Código BBASI25 BBASI26 BBASI20 BBASI21 BBASI22 BBASI23 BBASI24 BBDCI13 BBDCI26 BBDCI27 BBDCI28 BBDCI29 BBDCI30 BBDCI32 BBDCI34 BBDCI35 BBDCI37 BBDCI81 BRKMI48 BVMFI12 BVMFI13 BVMFI14 BVMFI42 BVMFI43 BVMFI35 CSNAI64 CSNAI68 CSNAI7 CSNAI72 CSNAI74 CSNAI54 CSNAI56 CSNAI58 CSNAI6 CSNAI62 CYREI48 CYREI15 CYREI17 CYREI45 GGBRI13 GGBRI14 GGBRI42 GGBRI43 GGBRI44 ITUBI26 ITUBI27 ITUBI28 ITUBI29 ITUBI30 ITUBI31 ITUBI32 ITUBI33 ITUBI34 ITUBI6 ITUBI60 ITUBI3 ITUBI62 ITUBI63 OGXPI1 OGXPI2 OGXPI70 OGXPI80 OGXPI90 OGXPI40 OGXPI50 OIBRI4 PETRI14 PETRI15 PETRI16 PETRI17 PETRI18 PETRI19 PETRI20 PETRI21 PETRI25 PETRI49 PETRI6 PETRI81 PETRI58 USIMI1 USIMI74 USIMI8 USIMI82 USIMI84 USIMI86 USIMI88 USIMI92 USIMI94 USIMI64 USIMI66 USIMI68 USIMI7 USIMI72 VALEI23 VALEI24 VALEI25 VALEI26 VALEI27 VALEI28 VALEI29 VALEI30 VALEI31 VALEI32 VALEI33 VALEI34 VALEI35 VALEI36 VALEI39 VALEI4 VALEI40 VALEI59

Empresa/Ação BBAS BBAS BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBAS FM BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BBDC BRKM BVMF FM BVMF FM BVMF FM BVMF FM BVMF FM BVMFE CSNA CSNA CSNA CSNA CSNA CSNA FM CSNA FM CSNA FM CSNA FM CSNA FM CYRE CYRE FM CYRE FM CYRE FM GGBR FM GGBR FM GGBR FM GGBR FM GGBR FM ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUB ITUBE ITUBE ITUBE OGXP OGXP OGXP OGXP OGXP OGXP FM OGXP FM OIBR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETR PETRE PETRE USIM USIM USIM USIM USIM USIM USIM USIM USIM USIM FM USIM FM USIM FM USIM FM USIM FM VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE

ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PNA N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN ON PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

Abert. 0,19 0,12 1,87 1,25 0,88 0,51 0,32 0,16 2,32 2,09 1,45 1,00 0,60 0,22 0,10 0,06 0,12 0,39 0,34 1,24 0,58 0,21 0,86 0,34 0,53 0,25 0,13 0,10 0,07 0,07 0,81 0,67 0,52 0,39 0,29 0,17 1,22 0,49 1,22 0,79 0,41 1,08 0,56 0,26 2,50 1,82 1,28 0,86 0,51 0,33 0,19 0,58 0,07 2,04 0,43 0,10 0,12 0,08 0,03 0,01 0,06 0,04 0,04 0,14 0,10 0,11 2,10 1,79 0,75 0,40 0,20 0,10 0,06 0,02 0,01 0,10 0,63 0,50 0,14 0,12 0,59 0,31 0,27 0,23 0,17 0,15 0,10 0,09 1,06 0,92 0,79 0,68 0,58 4,89 3,97 3,06 2,33 1,69 1,17 0,79 0,71 0,44 0,27 0,15 0,09 0,05 0,02 0,01 0,06 0,01 0,58

Cotação unitária - Opções de Compra - Outubro - 2013 Código BBDCJ30 BVMFJ13 CSNAJ66 CSNAJ7 ITSAJ89 ITUBJ32 OGXPJ40 OGXPJ50 OGXPJ60 PETRJ16 PETRJ18 PETRJ20 PETRJ51 VALEJ26 VALEJ27 VALEJ28 VALEJ29 VALEJ30 VALEJ31 VALEJ32 VALEJ33 VALEJ34

Empresa/Ação BBDC BVMF CSNA CSNA ITSAE ITUB OGXP OGXP OGXP PETR PETR PETR PETR VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE VALE

PN N1 ON NM ON ON PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

Abert. 1,04 0,80 0,29 0,19 0,13 0,37 0,18 0,13 0,11 1,00 0,48 0,10 0,06 2,84 2,18 1,61 1,18 0,82 0,57 0,38 0,25 0,20

Cotação unitária - Opções de Compra - Abril - 2014 Código Empresa/Ação BBDCD33 BBDC

PN N1

Abert. 1,33

Cotação unitária - Opções de Compra - Maio - 2014 Código CRUZE82 ITUBE3 OGXPE70

Empresa/Ação CRUZ ITUB OGXP

ON PN N1 ON NM

Abert. 1,34 1,55 0,09

Cotação unitária - Opções de Compra - Março - 2014 Código Empresa/Ação DIRRC13 DIRR VALEC34 VALE

ON NM PNA N1

Abert. 1,75 0,81

Osc. /0,00% -1,21%

Cotação unitária - Opções de Compra - Janeiro - 2014 Código Empresa/Ação OGXPA15 OGXP OGXPA17 OGXP

ON NM ON NM

Abert. 0,06 0,05

Cotação unitária - Opções de Compra - Junho - 2014 Código Empresa/Ação OGXPF20 OGXP

ON NM

Abert. 0,06

Cotação unitária - Opções de Compra - Março - 2015 Código Empresa/Ação OGXPC92 OGXP

ON NM

Abert. 0,10

Osc. =0,00%

Cotação unitária - Opções de Compra - Abril - 2015 Código Empresa/Ação OGXPD90 OGXP

ON NM

Abert. 0,10

Cotação unitária - Opções de Compra - Novembro - 2013 Código PETRK16 PETRK18 PETRK24 VALEK30

Empresa/Ação PETR PETR PETR VALE

PN PN PN PNA N1

Abert. 1,18 0,65 0,03 1,07

CONTINUA


20

Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

FINANÇAS

BOVESPA  Pregão CONTINUAÇÃO

Cotação unitária - Opções de Compra - Fevereiro - 2014 Código Empresa/Ação VALEB38 VALE

PNA N1

Abert. 0,29

Min. 0,29

Máx. 0,29

Fech. 0,29

Osc. =0,00%

Cotação unitária - Opções de Venda - Dezembro - 2013 Código AMARX20 AMARX22 GGBRX12 GGBRX40 HRTPX17 HRTPX19 HRTPX22 HRTPX25 ITSAX7 ITSAX75 PETRX17 USIMX7 VALEX27

Empresa/Ação AMARE AMARE GGBRE GGBRE HRTPE HRTPE HRTPE HRTPE ITSAE ITSAE PETRE USIME VALEE

ON NM ON NM PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN PNA N1 PNA N1

Abert. 0,50 1,24 0,68 0,27 0,18 0,21 0,45 0,52 0,10 0,28 1,37 0,57 1,50

Min. 0,50 1,23 0,68 0,27 0,18 0,21 0,45 0,52 0,10 0,28 1,37 0,57 1,50

Máx. 0,50 1,24 0,68 0,27 0,18 0,21 0,45 0,52 0,10 0,28 1,37 0,57 1,50

Fech. 0,50 1,23 0,68 0,27 0,18 0,21 0,45 0,52 0,10 0,28 1,37 0,57 1,50

Osc. -41,86% -18,00% +13,33% +170,00% /0,00% /0,00% /0,00% /0,00% +11,11% /0,00% -15,95% /0,00% -27,18%

Cotação unitária - Opções de Venda - Agosto - 2013 Código BBAST14 BBAST15 BBAST23 BBAST24 BBAST19 BBAST20 BBAST21 BBAST22 BBDCT20 BBDCT24 BBDCT25 BBDCT26 BBDCT27 BBDCT28 BBDCT29 BBDCT30 BBSET17 BVMFT10 BVMFT11 BVMFT14 BVMFT61 BVMFT62 BVMFT12 BVMFT13 BVMFT42 BVMFT43 CSNAT64 CSNAT54 CSNAT56 CSNAT58 CSNAT6 CYRET65 CYRET15 CYRET16 CYRET45 GGBRT14 GGBRT16 GGBRT12 GGBRT13 GGBRT3 GGBRT42 ITSAT78 ITUBT13 ITUBT20 ITUBT24 ITUBT25 ITUBT26 ITUBT27 ITUBT28 ITUBT30 ITUBT31 ITUBT32 ITUBT33 ITUBT57 ITUBT58 ITUBT59 OGXPT1 OGXPT11 OGXPT12 OGXPT13 OGXPT14 OGXPT15 OGXPT2 OGXPT3 OGXPT30 OGXPT55 OGXPT6 OGXPT60 OGXPT70 OGXPT80 OGXPT90 OGXPT95 OGXPT35 OGXPT40 OGXPT45 OGXPT50 PDGRT2 PDGRT16 PDGRT17

Empresa/Ação BBASE BBASE BBASE BBASE BBASE FM BBASE FM BBASE FM BBASE FM BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBSEE BVMFE BVMFE BVMFE BVMFE BVMFE BVMFE FM BVMFE FM BVMFE FM BVMFE FM CSNAE CSNAE FM CSNAE FM CSNAE FM CSNAE FM CYREE CYREE FM CYREE FM CYREE FM GGBRE GGBRE GGBRE FM GGBRE FM GGBRE FM GGBRE FM ITSAE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE FM OGXPE FM OGXPE FM OGXPE FM PDGRE PDGRE FM PDGRE FM

ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON ON ON ON ON ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM

Abert. 0,01 0,02 1,82 2,20 0,23 0,42 0,67 1,15 0,02 0,11 0,19 0,34 0,78 1,22 1,50 2,14 0,33 0,05 0,08 1,23 0,28 0,29 0,25 0,52 0,39 0,94 0,57 0,12 0,18 0,24 0,33 0,48 0,42 0,89 0,58 1,17 2,93 0,22 0,56 0,82 0,36 0,17 2,14 0,03 0,12 0,24 0,41 0,69 1,14 2,18 1,00 4,11 2,02 0,77 1,31 0,47 0,57 0,68 0,77 0,87 0,92 1,07 1,54 2,55 0,05 0,17 5,49 0,20 0,32 0,39 0,48 0,54 0,06 0,08 0,10 0,14 0,31 0,10 0,13

Min. 0,01 0,02 1,34 1,94 0,14 0,32 0,45 0,79 0,02 0,09 0,13 0,25 0,48 0,81 1,27 2,03 0,30 0,05 0,08 1,17 0,28 0,29 0,23 0,51 0,35 0,85 0,46 0,10 0,15 0,21 0,26 0,48 0,29 0,59 0,42 1,15 2,91 0,22 0,56 0,80 0,35 0,17 1,98 0,03 0,12 0,20 0,29 0,49 0,84 2,07 0,85 4,11 1,79 0,67 1,10 0,39 0,54 0,65 0,77 0,85 0,92 1,07 1,54 2,55 0,03 0,17 5,47 0,19 0,29 0,37 0,44 0,54 0,06 0,07 0,10 0,11 0,31 0,10 0,13

Máx. 0,01 0,02 1,82 2,20 0,23 0,42 0,68 1,15 0,02 0,11 0,19 0,35 0,78 1,23 1,50 2,14 0,34 0,06 0,11 1,23 0,29 0,42 0,44 0,58 0,49 1,01 0,57 0,12 0,18 0,24 0,35 0,48 0,42 0,89 0,58 1,17 2,93 0,25 0,58 0,88 0,37 0,17 2,14 0,03 0,12 0,24 0,41 0,72 1,15 2,33 1,00 4,18 2,02 0,77 1,31 0,47 0,59 0,68 0,78 0,87 0,92 1,07 1,54 2,55 0,05 0,18 5,49 0,20 0,32 0,39 0,49 0,54 0,06 0,09 0,10 0,15 0,31 0,10 0,13

Fech. 0,01 0,02 1,34 1,94 0,14 0,32 0,45 0,81 0,02 0,09 0,16 0,25 0,53 0,89 1,27 2,03 0,33 0,06 0,11 1,17 0,29 0,42 0,38 0,58 0,49 1,01 0,46 0,12 0,17 0,22 0,26 0,48 0,29 0,59 0,42 1,16 2,91 0,24 0,58 0,80 0,35 0,17 1,98 0,03 0,12 0,20 0,29 0,50 0,84 2,17 0,85 4,18 1,89 0,67 1,10 0,39 0,54 0,65 0,78 0,85 0,92 1,07 1,54 2,55 0,03 0,18 5,47 0,19 0,29 0,37 0,44 0,54 0,06 0,07 0,10 0,11 0,31 0,10 0,13

Osc. /0,00% /0,00% -31,28% -5,82% -48,14% -37,25% -40,78% -35,71% /0,00% -50,00% -27,27% -37,50% -20,89% -20,53% -25,29% -15,06% -42,10% +50,00% +10,00% +12,50% +81,25% +40,00% +40,74% =0,00% +19,51% +5,20% -38,66% -14,28% -26,08% -35,29% -42,22% -20,00% -25,64% -27,16% -17,64% -7,20% +2,82% -7,69% -7,93% -11,11% =0,00% -50,00% -43,42% -57,14% -33,33% -31,03% -42,00% -34,21% -31,14% -16,53% -25,43% -20,68% -9,56% /0,00% -19,70% -36,06% -6,89% -2,98% -1,26% +3,65% +2,22% +13,82% +2,66% +4,50% -40,00% =0,00% -1,61% -17,39% -12,12% -9,75% -8,33% -6,89% -40,00% -22,22% +25,00% -26,66% -18,42% +11,11% -13,33%

PETRT12 PETRT13 PETRT14 PETRT15 PETRT16 PETRT17 PETRT18 PETRT20 PETRT22 PETRT42 PETRT43 PETRT44 PETRT45 PETRT46 PETRT47 PETRT48 PETRT49 PETRT59 PETRT8 PETRT94 PETRT95 USIMT72 USIMT8 USIMT64 USIMT66 USIMT68 USIMT7 VALET13 VALET17 VALET20 VALET21 VALET22 VALET23 VALET24 VALET25 VALET26 VALET27 VALET28 VALET29 VALET30 VALET31 VALET32 VALET33 VALET34 VALET35 VALET36 VALET37 VALET58 VALET60 VALET65

PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE USIME USIME USIME FM USIME FM USIME FM USIME FM VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE

PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

0,05 0,10 0,14 0,47 0,60 1,11 1,87 3,59 5,62 0,08 0,15 0,30 0,61 1,19 1,36 2,18 3,75 3,26 2,80 0,24 0,81 0,52 0,90 0,22 0,29 0,36 0,44 1,11 0,70 0,03 0,04 0,06 0,10 0,22 0,33 0,56 0,90 1,37 1,98 2,13 2,98 3,91 4,84 5,81 6,79 7,77 8,70 1,69 2,82 0,41

0,05 0,08 0,10 0,36 0,47 0,97 1,69 3,54 5,54 0,08 0,12 0,25 0,55 1,07 1,36 2,18 3,74 3,22 2,59 0,19 0,74 0,38 0,78 0,17 0,28 0,35 0,29 0,98 0,60 0,03 0,04 0,06 0,09 0,16 0,27 0,47 0,77 1,22 1,83 2,00 2,82 3,72 4,64 5,70 6,60 7,63 8,66 1,51 2,62 0,41

0,07 0,12 0,14 0,50 0,64 1,19 1,96 3,83 5,68 0,08 0,15 0,35 0,67 1,30 1,51 2,36 3,88 3,43 2,80 0,26 0,93 0,55 0,90 0,22 0,29 0,36 0,48 1,18 0,75 0,03 0,04 0,07 0,12 0,22 0,35 0,59 0,95 1,45 2,07 2,26 3,08 3,91 4,94 5,84 6,79 7,77 8,70 1,74 2,90 0,41

0,05 0,08 0,12 0,40 0,52 1,00 1,77 3,54 5,58 0,08 0,12 0,26 0,56 1,11 1,36 2,23 3,74 3,22 2,59 0,20 0,78 0,38 0,78 0,17 0,29 0,35 0,31 1,03 0,66 0,03 0,04 0,06 0,10 0,17 0,29 0,50 0,85 1,34 1,96 2,13 2,96 3,72 4,81 5,71 6,60 7,67 8,66 1,64 2,79 0,41

=0,00% -20,00% -25,00% -11,11% -10,34% -12,28% -3,80% -3,01% -1,06% +14,28% -20,00% -13,33% -12,50% -6,72% -2,15% +2,76% +171,01% -0,92% -1,89% -13,04% -10,34% -50,00% -43,88% -39,28% -27,50% -30,00% -50,00% -18,89% -19,51% +50,00% -20,00% -25,00% -28,57% -26,08% -6,45% -23,07% -15,00% -11,84% -10,90% -9,74% -8,35% -9,26% -1,02% -4,03% -4,62% +3,23% -3,67% -11,82% -8,82% /0,00%

Min. 1,56 2,25 0,35 0,56 0,71 1,01 0,32 0,49 0,70 1,04 2,48 2,44 0,08 0,14 0,88 0,10 0,31 0,67 0,46 0,97 0,17 0,23 0,29 0,35 0,76 0,56 0,34 0,71 0,93 0,34 0,47 0,77 1,11 2,48 3,22 2,48 0,65 2,86 2,04 0,59 1,06 1,56 2,53 0,21 0,15 0,92 0,69 0,84 1,11 1,10 0,32 0,39 0,40 0,40 0,49 0,73 1,07 1,52 2,10

Máx. 1,56 2,25 0,37 0,61 0,99 1,35 0,38 0,54 0,80 1,19 2,48 2,44 0,09 0,14 0,88 0,10 0,43 0,80 0,54 0,98 0,19 0,25 0,33 0,42 0,76 0,56 0,34 0,71 1,00 0,41 0,61 0,95 1,39 2,48 3,27 2,48 0,65 2,86 2,06 0,60 1,06 1,56 2,53 0,21 0,18 1,05 0,80 0,96 1,24 1,15 0,33 0,40 0,48 0,56 0,54 0,81 1,18 1,58 2,10

Fech. 1,56 2,25 0,35 0,56 0,71 1,01 0,34 0,53 0,71 1,04 2,48 2,44 0,09 0,14 0,88 0,10 0,42 0,80 0,53 0,98 0,17 0,23 0,30 0,35 0,76 0,56 0,34 0,71 0,97 0,34 0,48 0,79 1,17 2,48 3,25 2,48 0,65 2,86 2,04 0,60 1,06 1,56 2,53 0,21 0,15 0,97 0,70 0,89 1,11 1,10 0,33 0,40 0,40 0,40 0,50 0,75 1,11 1,55 2,10

Osc. -27,44% -13,46% -18,60% -20,00% -36,03% -32,66% -26,08% -26,38% -26,80% -22,96% -5,34% -5,79% /0,00% +16,66% /0,00% +11,11% +20,00% +6,66% +6,00% +10,11% -26,08% -28,12% -51,61% -31,37% -20,83% -15,15% -10,52% -4,05% -6,73% -27,65% -30,43% -20,20% -18,18% -6,41% -6,34% -7,80% -33,67% /0,00% -0,97% +17,64% +8,16% +4,00% /0,00% -12,50% -40,00% -5,82% -11,39% -6,31% -9,01% -17,91% -19,51% -18,36% -31,03% -42,85% -18,03% -10,71% -6,72% -4,90% -3,66%

Cotação unitária - Opções de Venda - Setembro - 2013 Código BBASU23 BBASU24 BBASU19 BBASU20 BBASU21 BBASU22 BBDCU25 BBDCU26 BBDCU27 BBDCU28 BBDCU30 BBDCU33 BVMFU10 BVMFU11 BVMFU35 BVMFU40 BVMFU12 BVMFU13 BVMFU42 BVMFU43 CSNAU54 CSNAU56 CSNAU58 CSNAU6 CYREU16 CYREU45 GGBRU12 GGBRU13 GGBRU43 ITUBU25 ITUBU26 ITUBU27 ITUBU28 ITUBU30 ITUBU31 ITUBU33 ITUBU6 ITUBU60 ITUBU8 OGXPU1 OGXPU15 OGXPU2 OGXPU3 PDGRU18 PETRU13 PETRU16 PETRU45 PETRU46 PETRU6 USIMU8 USIMU64 USIMU66 USIMU68 USIMU7 VALEU25 VALEU26 VALEU27 VALEU28 VALEU29

Empresa/Ação BBASE BBASE BBASE FM BBASE FM BBASE FM BBASE FM BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BBDCE BVMFE BVMFE BVMFE BVMFE BVMFE FM BVMFE FM BVMFE FM BVMFE FM CSNAE FM CSNAE FM CSNAE FM CSNAE FM CYREE FM CYREE FM GGBRE FM GGBRE FM GGBRE FM ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE ITUBE OGXPE OGXPE OGXPE OGXPE PDGRE FM PETRE PETRE PETRE PETRE PETRE USIME USIME FM USIME FM USIME FM USIME FM VALEE VALEE VALEE VALEE VALEE

ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM ON ON ON ON ON NM ON NM PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM ON NM ON NM PN PN PN PN PN PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1 PNA N1

Abert. 1,56 2,25 0,37 0,61 0,99 1,35 0,38 0,54 0,80 1,19 2,48 2,44 0,09 0,14 0,88 0,10 0,33 0,76 0,54 0,97 0,19 0,25 0,33 0,42 0,76 0,56 0,34 0,71 0,93 0,41 0,61 0,94 1,35 2,48 3,22 2,48 0,65 2,86 2,06 0,59 1,06 1,56 2,53 0,21 0,16 1,00 0,77 0,92 1,21 1,15 0,33 0,39 0,47 0,56 0,53 0,75 1,18 1,58 2,10

VALEU34 VALEE VALEU36 VALEE

PNA N1 PNA N1

5,66 7,31

5,66 7,31

5,66 7,31

5,66 +4,62% 7,31 -11,39%

Min. 0,93 0,22 1,73

Máx. 0,93 0,25 1,73

Fech. Osc. 0,93 -48,04% 0,22 -15,38% 1,73 -4,41%

Min. 0,97

Máx. 0,97

Fech. 0,97

Osc. /0,00%

Min. 2,50

Máx. 2,50

Fech. 2,50

Osc. =0,00%

Min. 0,93 0,33

Máx. 0,93 0,35

Fech. 0,93 0,33

Osc. -7,00% /0,00%

Min. 1,01 1,14

Máx. 1,01 1,14

Fech. Osc. 1,01 -17,88% 1,14 /0,00%

Min. 1,07

Máx. 1,07

Fech. Osc. 1,07 -17,05%

Abert. 5,00

Min. 5,00

Máx. 5,00

Fech. 5,00

Osc. -5,48%

Abert. 19,38 14,06 12,84 10,70 28,50 21,65 49,19 1,54 20,28 29,14 44,80 15,82 13,41 6,76 1,18 28,46 16,41 0,47 3,93 3,70 4,23 1,72 15,83 18,35 43,83 23,20 13,28 3,09 33,65 27,75

Min. 19,38 14,06 12,84 10,69 28,50 21,65 49,03 1,54 20,28 29,14 44,73 15,82 13,41 6,76 1,18 28,46 16,41 0,47 3,93 3,70 4,23 1,72 15,82 18,35 43,83 23,20 13,28 3,09 33,65 27,75

Máx. 19,39 14,07 12,99 10,71 28,57 21,69 49,40 1,55 20,29 29,15 44,81 15,83 13,42 6,81 1,19 28,47 16,42 0,48 3,94 3,71 4,24 1,78 15,99 18,36 43,84 23,21 13,29 3,10 33,66 27,98

Fech. 19,39 14,07 12,99 10,70 28,57 21,69 49,10 1,55 20,29 29,15 44,76 15,83 13,42 6,81 1,19 28,47 16,42 0,48 3,94 3,71 4,24 1,78 15,96 18,36 43,84 23,21 13,29 3,10 33,66 27,98

Osc. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Abert. 19,43 8,79 85,28 85,09 21,13 28,27 11,46 2,81 8,11 28,27 23,40 0,49 3,60 12,04 27,93 29,72

Min. 19,43 8,79 85,28 85,09 21,13 28,27 11,46 2,81 8,11 28,27 23,40 0,49 3,60 12,04 27,93 29,72

Máx. 19,44 8,80 85,29 85,99 21,14 28,28 11,47 2,82 8,12 28,28 23,41 0,50 3,62 12,05 27,94 29,72

Fech. 19,44 8,80 85,29 85,99 21,14 28,28 11,47 2,82 8,12 28,28 23,41 0,50 3,62 12,05 27,94 29,72

Osc. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Abert. 83,69 83,25 20,49 17,46 12,80 28,05 18,00 21,15 11,68 20,23 19,61

Min. 83,69 83,25 20,49 17,46 12,80 28,05 18,00 21,15 11,68 20,23 19,61

Máx. 83,70 83,76 20,50 17,47 12,85 28,28 18,01 21,74 11,69 20,24 19,62

Fech. 83,70 83,70 20,50 17,47 12,82 28,28 18,01 21,74 11,69 20,24 19,62

Osc. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Cotação unitária - Opções de Venda - Outubro - 2013 Código BBDCV27 PETRV13 VALEV28

Empresa/Ação BBDCE PETRE VALEE

PN N1 PN PNA N1

Abert. 0,93 0,25 1,73

Cotação unitária - Opções de Venda - Abril - 2014 Código Empresa/Ação BBDCP54 BBDCE

PN N1

Abert. 0,97

Cotação unitária - Opções de Venda - Julho - 2014 Código Empresa/Ação BSEVS99 BSEVE

ON NM

Abert. 2,50

Cotação unitária - Opções de Venda - Novembro - 2013 Código Empresa/Ação BVMFW13 BVMFE PETRW43 PETRE

ON NM PN

Abert. 0,93 0,35

Cotação unitária - Opções de Venda - Maio - 2014 Código Empresa/Ação BVMFQ73 BVMFE ITUBQ54 ITUBE

ON NM PN N1

Abert. 1,01 1,14

Cotação unitária - Opções de Venda - Junho - 2014 Código Empresa/Ação BVMFR63 BVMFE

ON NM

Abert. 1,07

Cotação unitária - Opções de Venda - Fevereiro - 2014 Código Empresa/Ação VALEN32 VALEE

PNA N1

Cotação unitária - Mercado a Termo 91 Dias Empresa/Ação ALIANSCE BANRISUL BMFBOVESPA BR PHARMA BRADESCO BRASIL BRF SA BROOKFIELD CEMIG COPEL COSAN CYRELA REALT DURATEX ELETROPAULO INEPAR ITAUUNIBANCO LIGHT S/A OGX PETROLEO OI OI PARANAPANEMA PDG REALT PETROBRAS PROFARMA RENOVA SABESP SUL AMERICA TELEBRAS TRAN PAULIST VALE

ON NM PNB N1 ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM ON NM PN N1 PNB N1 ON NM ON NM ON NM PN N2 ON N1 PN N1 ON NM ON NM ON N1 PN N1 ON NM ON NM PN ON NM UNT N2 ON NM UNT N2 PN PN N1 PNA N1

Cotação unitária - Mercado a Termo 120 Dias Código ALSC3T ALLL3T AMBV3T AMBV4T ARTR3T BBDC4T FESA4T GFSA3T ITSA4T ITUB4T AMAR3T OGXP3T OIBR4T QGEP3T VALE5T WEGE3T

Empresa/Ação ALIANSCE ALL AMER LAT AMBEV AMBEV ARTERIS BRADESCO FERBASA GAFISA ITAUSA ITAUUNIBANCO LOJAS MARISA OGX PETROLEO OI QGEP PART VALE WEG

ON NM ON NM ON PN ON NM PN N1 PN N1 ON NM PN N1 PN N1 ON NM ON NM PN N1 ON NM PNA N1 ON NM

Cotação unitária - Mercado a Termo 30 Dias Código AMBV3T AMBV4T ARTR3T BBSE3T BVMF3T BBDC4T BRAP3T BBAS3T BRKM3T CMIG4T CESP6T

Empresa/Ação AMBEV AMBEV ARTERIS BBSEGURIDADE BMFBOVESPA BRADESCO BRADESPAR BRASIL BRASKEM CEMIG CESP

ON PN ON NM ON NM ON NM PN N1 ON N1 ON NM ON N1 PN N1 PNB N1

COSAN ELETROBRAS ELETROPAULO ENERGIAS BR EQUATORIAL GAFISA GERDAU HRT PETROLEO ISHARES BOVA ITAUUNIBANCO J B DUARTE KLABIN S/A LIGHT S/A LLX LOG MARCOPOLO MARFRIG MINERVA MMX MINER MPX ENERGIA MRV MUNDIAL OGX PETROLEO OI P.ACUCAR-CBD PARANAPANEMA PDG REALT PETROBRAS PETROBRAS PLASCAR PART SABESP SANTANDER BR SID NACIONAL SOUZA CRUZ SUL AMERICA SUZANO PAPEL TELEF BRASIL TIM PART S/A USIMINAS V-AGRO VALE

ON NM ON N1 PN N2 ON NM ON NM ON NM PN N1 ON NM CI PN N1 ON PN N1 ON NM ON NM PN N2 ON NM ON NM ON NM ON ES NM ON NM ON ON NM PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON PN ON ON NM UNT ES N2 ON ON UNT N2 PNA N1 PN ON NM PNA N1 ON NM PNA N1

44,03 4,89 6,51 11,52 18,21 2,87 13,03 2,25 45,48 28,19 0,29 11,00 16,17 0,73 12,66 7,52 8,94 1,33 7,32 6,47 15,51 0,47 3,58 101,84 4,14 1,70 14,93 15,58 0,45 22,65 13,21 5,95 27,94 13,22 8,27 47,74 8,28 7,39 3,67 27,39

44,03 4,89 6,41 11,52 18,21 2,87 13,03 2,25 45,48 28,19 0,29 11,00 16,17 0,73 12,66 7,52 8,94 1,33 7,20 6,47 15,51 0,47 3,58 101,84 4,14 1,70 14,85 15,58 0,45 22,65 13,21 5,95 27,94 13,13 8,27 47,74 8,28 7,39 3,67 27,39

44,04 4,90 6,68 11,53 18,22 2,88 13,04 2,30 45,49 28,20 0,30 11,01 16,18 0,76 12,67 7,53 8,95 1,35 7,33 6,48 15,52 0,48 3,65 102,10 4,15 1,71 14,94 15,66 0,46 22,90 13,23 6,12 27,95 13,23 8,28 47,75 8,42 7,42 3,68 27,57

44,04 4,90 6,68 11,53 18,22 2,88 13,04 2,30 45,49 28,20 0,30 11,01 16,18 0,75 12,67 7,53 8,95 1,35 7,21 6,48 15,52 0,48 3,65 101,88 4,15 1,71 14,86 15,66 0,46 22,90 13,23 6,12 27,95 13,14 8,28 47,75 8,42 7,42 3,68 27,57

0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Abert. 84,11 18,05 2,36 13,11 8,75 0,51 0,48 3,69 15,66 2,58 6,07 28,09 47,90 27,55

Min. 84,11 18,05 2,36 13,11 8,73 0,51 0,48 3,69 15,66 2,58 6,07 28,09 47,90 27,55

Máx. 84,12 18,06 2,37 13,12 8,76 0,52 0,52 3,70 15,81 2,59 6,08 28,10 47,91 28,17

Fech. 84,12 18,06 2,37 13,12 8,74 0,52 0,52 3,70 15,81 2,59 6,08 28,10 47,91 27,77

Osc. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Abert. 14,13 25,28 28,45 6,36 0,50 15,77 27,81

Min. 14,13 25,28 28,45 6,36 0,50 15,76 27,81

Máx. 14,14 25,29 28,46 6,37 0,51 15,99 28,03

Fech. 14,14 25,29 28,46 6,37 0,51 15,95 28,02

Osc. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Abert. 17,45 27,99 21,11 1,57 9,58 6,65 18,68 2,87 7,91 27,77 7,48 1,35 0,49 3,64 4,13 1,72 15,46 24,80 5,97 18,29 2,72 8,36 32,84 27,39 0,26

Min. 17,35 27,99 21,11 1,57 9,58 6,65 18,68 2,87 7,91 27,77 7,48 1,35 0,49 3,64 4,13 1,72 15,46 24,80 5,97 18,29 2,72 8,36 32,84 27,39 0,26

Máx. 17,47 28,00 21,12 1,58 9,59 6,66 18,69 2,88 7,92 28,04 7,49 1,36 0,52 3,65 4,14 1,73 15,72 24,81 5,98 18,30 2,73 8,37 32,85 27,48 0,27

Fech. 17,36 28,00 21,12 1,58 9,59 6,66 18,69 2,88 7,92 28,04 7,49 1,36 0,52 3,65 4,14 1,73 15,68 24,81 5,98 18,30 2,73 8,37 32,85 27,48 0,27

Osc. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Abert. 7,26 7,71 3,79

Min. 7,26 7,71 3,79

Máx. 7,27 7,72 3,80

Fech. 7,27 7,72 3,80

Osc. 0,0% 0,0% 0,0%

Abert. 12,81 28,25 13,10 45,64 28,08 0,48 15,67 7,38 27,44

Min. 12,81 28,25 13,00 45,64 28,08 0,46 15,61 7,38 27,37

Máx. 12,82 28,26 13,11 45,65 28,19 0,49 15,81 7,54 27,69

Fech. 12,82 28,26 13,02 45,65 28,19 0,49 15,68 7,54 27,50

Osc. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%

Cotação unitária - Mercado a Termo 60 Dias

MERCADO A TERMO

Código ALSC3T BRSR6T BVMF3T BPHA3T BBDC4T BBAS3T BRFS3T BISA3T CMIG4T CPLE6T CSAN3T CYRE3T DTEX3T ELPL4T INEP3T ITUB4T LIGT3T OGXP3T OIBR3T OIBR4T PMAM3T PDGR3T PETR4T PFRM3T RNEW11T SBSP3T SULA11T TELB4T TRPL4T VALE5T

CSAN3T ELET3T ELPL4T ENBR3T EQTL3T GFSA3T GGBR4T HRTP3T BOVA11T ITUB4T JBDU3T KLBN4T LIGT3T LLXL3T POMO4T MRFG3T BEEF3T MMXM3T MPXE3T MRVE3T MNDL3T OGXP3T OIBR4T PCAR4T PMAM3T PDGR3T PETR3T PETR4T PLAS3T SBSP3T SANB11T CSNA3T CRUZ3T SULA11T SUZB5T VIVT4T TIMP3T USIM5T VAGR3T VALE5T

Código AMBV4T BRAP3T FJTA4T GGBR4T HBOR3T LUPA3T OGXP3T OIBR4T PETR4T RSID3T SAPR4T CRUZ3T VIVT4T VALE5T

Empresa/Ação AMBEV BRADESPAR FORJA TAURUS GERDAU HELBOR LUPATECH OGX PETROLEO OI PETROBRAS ROSSI RESID SANEPAR SOUZA CRUZ TELEF BRASIL VALE

PN ON N1 PN N2 PN N1 ON NM ON NM ON NM PN N1 PN ON NM PN ON PN PNA N1

Cotação unitária - Mercado a Termo 101 Dias Código BRSR6T MYPK3T ITUB4T MRVE3T OGXP3T PETR4T VALE5T

Empresa/Ação BANRISUL IOCHP-MAXION ITAUUNIBANCO MRV OGX PETROLEO PETROBRAS VALE

PNB N1 ON NM PN N1 ON NM ON NM PN PNA N1

Cotação unitária - Mercado a Termo 16 Dias Código BBSE3T BBDC4T BBAS3T BISA3T ELET6T ELPL4T FLRY3T GFSA3T ITSA4T ITUB4T MRFG3T MMXM3T OGXP3T OIBR4T PMAM3T PDGR3T PETR4T SMTO3T CSNA3T SLCE3T TERI3T TIMP3T TRPL4T VALE5T VIVR3T

Empresa/Ação BBSEGURIDADE BRADESCO BRASIL BROOKFIELD ELETROBRAS ELETROPAULO FLEURY GAFISA ITAUSA ITAUUNIBANCO MARFRIG MMX MINER OGX PETROLEO OI PARANAPANEMA PDG REALT PETROBRAS SAO MARTINHO SID NACIONAL SLC AGRICOLA TEREOS TIM PART S/A TRAN PAULIST VALE VIVER

ON NM PN N1 ON NM ON NM PNB N1 PN N2 ON NM ON NM PN N1 PN N1 ON NM ON NM ON NM PN N1 ON NM ON NM PN ON NM ON ON NM ON NM ON NM PN N1 PNA N1 ON NM

Cotação unitária - Mercado a Termo 150 Dias Código BEMA3T GOLL4T TRIS3T

Empresa/Ação BEMATECH GOL TRISUL

ON NM PN N2 ON NM

Cotação unitária - Mercado a Termo 38 Dias Código BVMF3T BBDC4T GGBR4T BOVA11T ITUB4T OGXP3T PETR4T USIM5T VALE5T

Empresa/Ação BMFBOVESPA BRADESCO GERDAU ISHARES BOVA ITAUUNIBANCO OGX PETROLEO PETROBRAS USIMINAS VALE

ON NM PN N1 PN N1 CI PN N1 ON NM PN PNA N1 PNA N1


21

Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

FÓRUM  EDITAIS DE CASAMENTO SEGUNDO SUBDISTRITO 2º Subdistrito de Belo Horizonte - MG Oficial: Maria Candida Baptista Faggion Rua Guarani, 251 - Centro - Tel: (31) 3272-0562 Faz saber que pretendem casar-se : VICTOR JUAN PEREIRA DE JESUS, solteiro, consultor de vendas, nascido em 11/01/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Pororocas 225, Belo Horizonte, filho de CONCEIÇÃO PEREIRA DE JESUS Com INDIANARA CRISTIANA FERREIRA, solteira, operadora de caixa, nascida em 21/02/1978 em Diamantina, residente em Rua Pororocas 225, Belo Horizonte, filha de WELERSON GERALDO FERREIRA e GEORGINA APARECIDA FERREIRA. GERALDO MARQUES FONSECA, solteiro, Bancário, nascido em 20/03/1971 em Itapecerica, residente em Rua Vereador Socrates Alves Pereira 343, Belo Horizonte, filho de LUIZ MARCELINO DA FONSECA e IZAURA MARQUES FONSECA Com NAIR LUCIANA AZEVEDO SILVA, solteira, servidor público, nascida em 29/12/1983 em Belo Horizonte, residente em Rua Saraca 219, Belo Horizonte, filha de JOAO BATISTA DA SILVA e ELITA PACHECO DE AZEVEDO SILVA. WILSON ERASMO NEVES DE AGUILAR, divorciado, lanterneiro, nascido em 27/02/1955 em Aracuai, residente em Rua Jose Mauricio Da Veiga 487, Belo Horizonte, filho de ODORICO LUIZ DE AGUILAR e MARIETA NEVES DE AGUILAR Com EDILENE CAMPOS BARREIRA, solteira, professora, nascida em 12/06/1965 em Belo Horizonte, residente em Rua Jose Mauricio Veiga 487, Belo Horizonte, filha de MILTON RODRIGUES BARREIRA e ALDY CAMPOS BARREIRA. CHRISTIANO AUGUSTO LIMA, divorciado, tesoureiro, nascido em 12/10/1973 em Belo Horizonte, residente em Rua Raimundo Vaz De Melo 105 201, Belo Horizonte, filho de PAULO ROBERTO GRAPIUNA LIMA e MARIA DAS GRACAS TAKAHASHI LIMA Com RAQUEL GABRICH MORAES VIANA, solteira, publicitaria, nascida em 06/04/1982 em Belo Horizonte, residente em Rua Raimundo Vaz De Melo 191 01, Belo Horizonte, filha de RICARDO SILVA VIANA e ELIANA GABRICH MORAES VIANA. JOAO BATISTA DA SILVA, divorciado, aposentado, nascido em 24/06/1943 em Pitangui, residente em Rua Francisco Telles 13, Belo Horizonte, filho de MARIA JOSE DA SILVA Com MARIA DA GLORIA NUNES QUARESMA, divorciada, gerente comercial, nascida em 19/07/1964 em Joaima, residente em Av Joao Samaha 1246 303 A, Belo Horizonte, filha de ASTOR NUNES RAMOS e NAIR QUARESMA NUNES. TULIO LIMA SOUSA MADUREIRA SILVA, solteiro, professor, nascido em 15/06/1989 em Belo Horizonte, residente em Rua Guaira 230 204, Belo Horizonte, filho de LUCIO MADUREIRA SILVA e MARCIA DE LIMA SOUSA MADUREIRA SILVA Com ISADORA ROSSETTI TOLEDO, solteira, atuaria, nascida em 22/10/1986 em Guarani, residente em Rua Joao Fernandes 117 102, Belo Horizonte, filha de JOSE LUIZ DA SILVA TOLEDO e ILKA DE NAZARE ROSSETI TOLEDO. DOUGLAS ESTEVES CONCEIÇÃO, solteiro, eletricista de autos, nascido em 27/08/1977 em Belo Horizonte, residente em Rua Dom Joaquim Silverio 901 304, Belo Horizonte, filho de NORAIR CONCEIÇÃO e DANEIZE FATIMA ESTEVES CONCEIÇÃO Com BRUNA FERNANDA DA SILVA, solteira, assistente social, nascida em 10/11/1982 em Belo Horizonte, residente em Rua Joao Alphonsus 580, Belo Horizonte, filha de JOAO MAURICIO DA SILVA e MARIA EVA BATISTA DA SILVA. SIRINEU FERREIRA DA SILVA, divorciado, militar, nascido em 30/06/1964 em Esmeraldas, residente em Rua Ipacarai 152, Belo Horizonte, filho de JORGE FERREIRA DA SILVA e SILVIA DA CONCEIÇÃO SILVA Com LILIAN LOPES DE OLIVEIRA, solteira, enfermeira, nascida em 25/03/1979 em Belo Horizonte, residente em Rua Maria Da Silveira 649, Belo Horizonte, filha de RUBENS LOPES DE OLIVEIRA e MARIA SONIA LOPES DE OLIVEIRA. GABRIEL AVELAR CLEMENTE, solteiro, vendedor, nascido em 23/08/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Alvorada De Minas 168, Belo Horizonte, filho de JOSE ESTEVAO CLEMENTE e MAGALI DE AVELAR Com KAMILA CRISTINA GONCALVES, solteira, auxiliar de pessoal, nascida em 06/06/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Alvorada De Minas 168, Belo Horizonte, filha de CARLOS GONCALVES DA CRUZ e MARCIA GERALDA GONCALVES DA CRUZ. DAVI EMANUEL DOS SANTOS, divorciado, motorista, nascido em 09/04/1981 em Belo Horizonte, residente em Rua Aziz Abdi 123, Belo Horizonte, filho de MARLENE ANTONIA DOS SANTOS Com ROSELI PEREIRA OLIVEIRA, solteira, do lar, nascida em 14/05/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Aziz Abdi 123, Belo Horizonte, filha de MARILEIDE PEREIRA OLIVEIRA. BRUNO SOARES RODRIGUES, solteiro, auxiliar de loja, nascido em 17/04/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Conde Santa Marinha 600 01, Belo Horizonte, filho de JOSE AGUSTINHO RODRIGUES e DERCY SOARES RODRIGUES Com LORENA PERPETUO DE PAULA, solteira, atendente de vendas, nascida em 07/07/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Madeira 111, Belo Horizonte, filha de IDALMO GONCALVES DE PAULA e ZILDA GERALDA PERPETUO DE PAULA. ANDERSON BARBOSA PASCOAL, solteiro, soldador, nascido em 29/10/1975 em Belo Horizonte, residente em Rua Serra Negra 431, Belo Horizonte, filho de EDISON NONATO PASCOAL e MARIA DA CONCEIÇÃO BARBOSA PASCOAL Com LUCIANA DE LIMA LEITE, solteira, ass financeiro, nascida em 16/07/1982 em Rio De Janeiro, residente em Rua Wups Oliveira 55 01, Belo Horizonte, filha de JOAQUIM FERREIRA LEITE NETO e SONIA MARIA DE LIMA LEITE. TIAGO DA FONSECA FERREIRA, solteiro, estudante, nascido em 22/04/1981 em Curvelo, residente em Rua Sa E Benevides 120, Belo Horizonte, filho de GERALDO MAGELA FERREIRA DA SILVA e MARIA HELENA DA FONSECA SILVA Com ADMA THAISA RODRIGUES DOS ANJOS, solteira, aux financeiro, nascida em 30/07/1984 em Teixeira De Freitas, residente em Rua Aroldo Garcia Rosa 210 301, Belo Horizonte, filha de ADIMAR DOS ANJOS SILVA e ALMERINDA RODRIGUES GOMES SILVA. WINNER TEIXEIRA GENUINO DE FARIAS, solteiro, empresario, nascido em 13/11/1989 em Belo Horizonte, residente em Rua Beberibe 10 102, Belo Horizonte, filho de ORLANDO SUZANO GENUINO DE FARIAS e LINDALVA TEIXEIRA DE FARIAS Com ANNA SILVIA CAMPOS, solteira, empresaria, nascida em 05/07/1991 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor De Indio 100 103 Bl R, Belo Horizonte, filha de LAERCIO JACOB DE CAMPOS e SONIA DEOLINDA DE CARVALHO CAMPOS. LUIZ HENRIQUE BARBOSA DA SILVA, solteiro, autônomo, nascido em 09/10/1976 em Osasco, residente em Rua Das Ostras 369 301 Bl 06, Belo Horizonte, filho de ANTONIO LUIZ DA SILVA e ANA MARIA DA SILVA Com NIVEA DA CUNHA BARCELLOS, solteira, analista financeiro, nascida em 18/10/1989 em Belo Horizonte, residente em Rua Levy Coelho Filho 65, Belo Horizonte, filha de ADILSON DE SOUZA BARCELLOS e MARIA ETERNA DA CUNHA BARCELLOS. DIEGO AMORIM DE SOUZA, solteiro, coordenador administrativo, nascido em 21/09/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor De Roma 41, Belo Horizonte, filho de VALTER LUIZ DE SOUZA e AUIRES AMORIM PEROBA Com BARBARA CAMILA VILACA SALES, solteira, aux recebimento fiscal, nascida em 23/10/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Inspetor Pimentel 48, Belo Horizonte, filha de ELCIO VIEIRA SALES e ROSEMEIRE VILACA. EDUARDO SIMOES DE MOURA, solteiro, matematico, nascido em 20/12/1982 em Belo Horizonte, residente em Rua Antonio Peregrino Nascimento 438 904, Belo Horizonte, filho de GEOVANI JOSE DE MOURA e MARTAIRIS SIMOES DE MOURA Com CATIA MAGALHAES SILVA, solteira, bancaria, nascida em 08/04/1978 em Belo Horizonte, residente em Rua Antonio Peregrino Nascimento 438 904, Belo Horizonte, filha de NILSON ANTONIO DA SILVA e ARLETE LUIZ MAGALHAES DA SILVA. JAIR MAURICIO DOS SANTOS, solteiro, auxiliar administrativo, nascido em 11/01/1955 em Coxilha, residente em Rua Pecanha 400, Belo Horizonte, filho de TRINDADE MAURICIO DOS SANTOS e ARACY PEREIRA DOS SANTOS Com ROSANGELA BARBOSA DE OLIVEIRA MELGACO, viuva, pedagoga, nascida em 24/02/1957 em Belo Horizonte, residente em Rua Ana Paula 261, Belo Horizonte, filha de EUCLIDES BARBOSA DE OLIVEIRA e ALENITA CANDIDA DE OLIVEIRA. WAGNER FERREIRA DE ASSIS, solteiro, atendente comercial iii, nascido em 06/01/1969 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor Da Mangueira 25, Belo Horizonte, filho de ALZIRA FERREIRA DE ASSIS Com MONICA APARECIDA FIRMINO BARBOSA, solteira, arquivista i, nascida em 07/03/1974 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor Da Mangueira 25, Belo Horizonte, filha de ISMAEL TIMOTEO BARBOSA e CONCEIÇÃO FIRMINO BARBOSA. FABIANO FRANCA, solteiro, gerente, nascido em 19/12/1980 em Belo Horizonte, residente em Rua Julio Ferraz 310, Belo Horizonte, filho de ANTONIO FRANÇA e SONIA MARIA MOREIRA FRANCA Com SILVIA GONÇALVES, solteira, professora, nascida em 04/12/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Atenas 72, Contagem, filha de FRANCISCO GONCALVES CONCEIÇÃO e MARLENE SILVA GONCALVES. LEONARDO MAGNO CARMO, divorciado, comerciante, nascido em 17/11/1977 em Belo Horizonte, residente em Rua Realengo 205, Belo Horizonte, filho de VALFRIDO CARMO e NANCY VIEIRA CARMO Com PATRICIA AMORIM CORREA, solteira, enfermeira, nascida em 01/02/1983 em Belo Horizonte, residente em Rua Perdoes 336, Belo Horizonte, filha de LUIZ ROBERTO CORREA e ROSANGELA FONSECA CORREA. MARCO ANTONIO BARBOSA JUNIOR, solteiro, supervisor de transporte, nascido em 26/04/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Desembargador Jose Satyro 171 302, Belo Horizonte, filho de MARCO ANTONIO BARBOSA e MARIA APARECIDA FELIX BARBOSA Com MARCELA COSTA RIBEIRO, solteira, enfermeira, nascida em 29/07/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua Domingos Garcia 55 301, Belo Horizonte, filha de MARCUS VINICIUS SANTOS RIBEIRO e MARISTELA SEVERINA COSTA RIBEIRO. FLAVIO HENRIQUE RODRIGUES DURAES, solteiro, musico, nascido em 05/07/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Jornalista Mario Eugenio 80 201, Belo Horizonte, filho de WILLER DE OLIVEIRA DURAES e VALERIA RODRIGUES DURAES Com FERNANDA SILVEIRA TRIGO, solteira, enfermeira, nascida em 30/10/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Congonhal 476 403, Belo Horizonte, filha de WAGNER JOSE TRIGO e ROSANGELA BASTOS DA SILVEIRA TRIGO.

MATHEUS HENRIQUE ALVES DE SOUZA EDUARDO, solteiro, garcon, nascido em 07/12/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Casablanca 840, Belo Horizonte, filho de GERALDO DE SOUZA EDUARDO e GENI ALVES DE SOUZA EDUARDO Com MARIANA LUCCHESI BELO, solteira, bancaria, nascida em 17/01/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Casablanca 840, Belo Horizonte, filha de MARCAL EDUARDO SILVA BELO e JULIANA DE SOUZA LUCCHESI BELO. DORIEL ALEX DA COSTA, solteiro, encarregado de almoxarife, nascido em 20/06/1981 em Buenopolis, residente em Rua Sao Clemente 352, Belo Horizonte, filho de DIODILO ANTONIO DA COSTA e VICENTINA ALMEIDA COSTA Com CYNTHIA ROSA SANTOS, solteira, gestora de saude, nascida em 19/12/1982 em Belo Horizonte, residente em Rua Sao Clemente 404, Belo Horizonte, filha de LUCIVANIO DOS SANTOS e MARIA DAS DORES ROSA SANTOS. MICHAEL MARLON DE OLIVEIRA DOMINGOS, solteiro, op producao, nascido em 18/01/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Marrocos 660, Belo Horizonte, filho de JOSE MARIA DOMINGOS e ELIZABETH DE OLIVEIRA DOMINGOS Com JOSIRENE MARCIA COSTA DE ALMEIDA, solteira, telemarketing, nascida em 24/07/1991 em Belo Horizonte, residente em Rua Jaragua 352, Belo Horizonte, filha de JOEL COSTA DE ALMEIDA e MARCIA REGINA DOS SANTOS COSTA. FILIPE HORTA TRANCOSO, solteiro, analista de sistemas, nascido em 08/10/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Suindara 26, Belo Horizonte, filho de JOSE LUIZ DE FREITAS TRANCOSO e MARILDETE VITOR HORTA TRANCOSO Com ALINE MORAES FERREIRA, solteira, enfermeira, nascida em 22/06/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua General Mascarenhas 461, Contagem, filha de ANTONIO CARLOS FERREIRA e MARILDA DE LOURDES MORAES FERREIRA. CLEIDSON DOS REIS, divorciado, pedreiro, nascido em 23/02/1979 em Belo Horizonte, residente em Rua Itaquera 846, Belo Horizonte, filho de JOAO AMANCIO DOS REIS e MARIA DA CONCEIÇÃO CUNHA DOS REIS Com PRISCILA GONCALVES DA PAZ, solteira, vendedora, nascida em 27/04/1991 em Belo Horizonte, residente em Rua Itaquera 846, Belo Horizonte, filha de ALEXANDRE VIEIRA DA PAZ e LERINA GONCALVES DA PAZ. LEONARDO TADEU BONJIORNO SANTOS, solteiro, servidor público, nascido em 01/11/1986 em Guarulhos, residente em Rua Ortose 59, Belo Horizonte, filho de SILVINO PEREIRA DOS SANTOS e IVONE BONJIORNO LAZARIN SANTOS Com PRISCILLA CHAVES PADILHA DA COSTA, solteira, bancaria, nascida em 01/06/1985 em Belo Horizonte, residente em Alameda Das Falcatas 146, Belo Horizonte, filha de NELSON PADILHA DA COSTA JUNIOR e ROJANE CHAVES PADILHA DA COSTA. EDSON ANTUNES DA SILVA, solteiro, militar, nascido em 16/04/1952 em Caratinga, residente em Rua Fernando De Noronha 757, Belo Horizonte, filho de ARDILINO PEDRO ANTUNES e ROSA MARIA DA SILVA Com VERA LUCIA FERREIRA DOS SANTOS, solteira, do lar, nascida em 22/10/1958 em Jequitinhonha, residente em Rua Fernando De Noronha 757, Belo Horizonte, filha de SEBASTIAO FERREIRA DOS SANTOS e JOANA MARIA DOS SANTOS. MARCIO JOSE DA FONSECA, solteiro, vidraceiro, nascido em 04/03/1981 em Santana Do Garambeu, residente em Rua Jundiai 378 03, Belo Horizonte, filho de JOAO EVARISTO DA FONSECA e MARIA NATALINA DA FONSECA Com FABIOLA FOUREAUX GOMES, solteira, ag marketing, nascida em 05/06/1993 em Belo Horizonte, residente em Rua Jundiai 340, Belo Horizonte, filha de NERIO VICENTE GOMES e MARIA DOLORES RODRIGUES FOUREAUX GOMES.

DIOGO CHRISPIM PRATES, solteiro, vendedor, nascido em 15/12/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Frei Cipriano 76 302, Belo Horizonte, filho de OSCAR DA SILVA PRATES e ANDREA CHRISPIM PRATES Com KARINA SALATIEL GUIMARAES, solteira, op telemarketing, nascida em 21/09/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Divino 212, Belo Horizonte, filha de ULDAGIO SERGIO GUIMARAES e NORMA LUCIA SALATIEL GUIMARAES. THIAGO DORNELLAS LIZARDO, solteiro, vendedor, nascido em 28/01/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Jacarina 443 4, Belo Horizonte, filho de HELVECIO ALVES DE OLIVEIRA LIZARDO e VASTI CORREIA DORNELLAS Com MONIQUE FERREIRA HONORATO, solteira, assist adm, nascida em 05/05/1985 em Vitoria, residente em Rua Jacarina 443 4, Belo Horizonte, filha de AFONSO DA COSTA HONORATO JUNIOR e REGINA MARA FERREIRA HONORATO. WESLEI FAGUNDES DOS SANTOS, solteiro, empresario, nascido em 15/02/1975 em Belo Horizonte, residente em Rua Raimunda Vieira 60, Belo Horizonte, filho de ANTONIO FAGUNDES DOS SANTOS e LEDA DA CONCEIÇÃO FAGUNDES Com CARLA ALCANTARA NARCIZO, divorciada, funcionaria publica, nascida em 18/06/1978 em Belo Horizonte, residente em Rua Joao Procopio De Carvalho 26, Belo Horizonte, filha de NOE DE ALCANTARA NARCIZO e ZELIA DE SOUZA NARCIZO. JOSE RODRIGUES GONCALVES, solteiro, agente de viagens, nascido em 09/06/1955 em Rochedo M De Conselheiro Pena, residente em Rua Radialista Margarida Maciel 480, Belo Horizonte, filho de ORESTES RODRIGUES DA PAZ e CONCEIÇÃO BARBARA RODRIGUES Com EDENIA FERNANDES DOS SANTOS, solteira, artesa, nascida em 12/04/1973 em Felicio Dos Santos, residente em Rua Radialista Margarida Maciel 480, Belo Horizonte, filha de JOSE FERNANDES DOS SANTOS e MARIA ALVES EVANGELISTA DOS SANTOS. PEDRO HENRIQUE BARBOSA VIEIRA, solteiro, vendedor, nascido em 23/03/1989 em Belo Horizonte, residente em Av Professor Clovis Salgado 1785 104 Bl 52, Belo Horizonte, filho de ALEXANDRE EUSTAQUIO VIEIRA e MARIA TEREZINHA BARBOSA VIEIRA Com DEBORA CRISTINA FONTES FERREIRA REIS, solteira, vendedora, nascida em 31/07/1989 em Belo Horizonte, residente em Av Professor Clovis Salgado 1785 104 Bl 52, Belo Horizonte, filha de DAILTON FONTES DOS REIS e EDITH CASSIANO FERREIRA DOS REIS. ALLISON LEANDRO CHAVES RIBEIRO, solteiro, vigilante, nascido em 21/12/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Santa Josefina 655, Belo Horizonte, filho de NATANAEL LUIZ RIBEIRO e ELISA PEREIRA CHAVES Com LEILANE LIMA BRITO, solteira, porteiro, nascida em 02/11/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Santa Josefina 655, Belo Horizonte, filha de DIMAS ROBERTO DE BRITO e FATIMA LIMA DE BRITO. MARLOS AUGUSTO DE SOUZA, solteiro, professor, nascido em 30/07/1976 em Belo Horizonte, residente em Rua Persio Babo De Rezende 215, Belo Horizonte, filho de JOSE AUGUSTO DE SOUZA e MARIA CANDIDA SILVA DE SOUZA Com PATRICIA DINIZ PEREIRA, solteira, pedagoga, nascida em 02/05/1980 em Belo Horizonte, residente em Rua Terezina 462 701, Belo Horizonte, filha de JOSE LUIZ PEREIRA e SANDRA DINIZ PEREIRA. Apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525 do Código Civil Brasileiro. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da lei. Belo Horizonte, 15/07/2013. MARIA CANDIDA BAPTISTA FAGGION - Oficial do Registro Civil.

GILMAR JOSE DA SILVA, solteiro, motorista, nascido em 21/11/1978 em Belo Horizonte, residente em Rua Chopoto 454, Belo Horizonte, filho de ANTONIO JOSE DA SILVA e GERITA FRANCISCA ROSA SILVA Com ANA LETICIA ALEIXO, solteira, estoquista, nascida em 17/12/1981 em Belo Horizonte, residente em Rua Chopoto 454, Belo Horizonte, filha de ANTONIO LUIZ ALEIXO e ANGELA MARIA ALEIXO.

55 editais.

ALBERT MICHEL DA SILVA TORRES, solteiro, servidor público, nascido em 21/04/1978 em Belo Horizonte, residente em Rua Coqueiros 272 302, Belo Horizonte, filho de JOSE JOAQUIM GONCALVES TORRES e MARIA DE SAO JOSE DA SILVA TORRES Com VILMA CORDEIRO DE JESUS, solteira, tecnica em suporte, nascida em 23/12/1985 em Malhada, residente em Rua Coqueiros 272 302, Belo Horizonte, filha de BERTOLINO CORDEIRO DE JESUS e MARIA OLIVIA CORDEIRO.

Faz saber que pretentem casar-se:

CRISTIANO ROQUE DE MORAIS, solteiro, back office senior, nascido em 31/12/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua Copacabana 20, Belo Horizonte, filho de KLEBER DOS SANTOS MORAIS e BEATRIZ ROQUE SILVA MORAIS Com KARLA REGINA RODRIGUES DE NORONHA, solteira, vendedora, nascida em 04/05/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Copacabana 20, Belo Horizonte, filha de CARLOS ALBERTO PAIVA DE NORONHA e ELIZABETH REGINA DA SILVA.

TERCEIRO SUBDISTRITO LUIZ CARLOS PINTO FONSECA - TERCEIRO SUBDISTRITO DE BELO HORIZONTE - OFICIAL DO REGISTRO CIVIL

RAFAEL LEMOS VENANCIO, SOLTEIRO, ADVOGADO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. Matipó, 321/202, Santo Antonio, 3BH, filho de Paulo Roberto Venancio e Maria das Graças Lemos de Araujo; e BÁRBARA MOTA GOUVÊA, solteira, Economiária, maior, residente nesta Capital à R Matipó, 321/202, Santo Antonio, 3BH, filha de Rafael Gouvêa e Marília Soares Mota Gouvêa. (665675) FERNANDO AUGUSTO SCHER DA FONSECA, SOLTEIRO, ENGENHEIRO, maior, natural de Itabuna, BA, residente à Rua Paulo Correa, 944, Pedro Geronimo, Itabuna, BA, filho de Carlos Godinho da Fonseca e Rosemary Silva Scher; e CAROLINA MILANEZ VIEIRA, solteira, Designer, maior, residente nesta Capital à Rua Monsenhor Horta, 70/202, Calafate, 3BH, filha de Renato Pereira Vieira e Luzia da Consolação Milanez Pereira Vieira. (665676)

CARLOS ROBERTO PERDIGAO, divorciado, aposentado, nascido em 07/04/1950 em Belo Horizonte, residente em Rua Frei Cipriano 110 404, Belo Horizonte, filho de LUIZ PERDIGAO e ANITA PEREIRA PERDIGAO Com GLAUCISLENE SIMIAO, solteira, do lar, nascida em 23/11/1972 em Belo Horizonte, residente em Rua Frei Cipriano 110 404, Belo Horizonte, filha de LEONARDO SIMIAO e VILMA EUSTAQUIO EVANGELISTA SIMIAO.

EDUARDO SILVEIRA BELTRÃO, DIVORCIADO, ENGENHEIRO CIVIL, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Maceió, 60, Cruzeiro, 3BH, filho de José Beltrão Netto e Elza Silveira Beltrão; e ANDRÉA SIMONE FELIX PEREIRA, divorciada, Pedagoga, maior, residente nesta Capital à Rua Cravinas, 849, Esplanada, 1BH, filha de João Carlos Pereira e Maria José Felix Pereira. (665677)

CLAUDIO FERREIRA, solteiro, aux de almoxarife, nascido em 03/01/1990 em Almenara, residente em Rua Radialista Josue Policarpo 46, Belo Horizonte, filho de COSMO ALBERTO FERREIRA e CLAUDIA EUNICE FERREIRA Com EDILANE CABRAL NEVES, solteira, aux administrativo, nascida em 05/02/1992 em Almenara, residente em Rua Dom Aristides 16, Contagem, filha de ELITO MARTINS DAS NEVES e ADILINA CABRAL NEVES.

BRUNO ANDRADE DE SOUZA, SOLTEIRO, ADVOGADO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Antônio de Albuquerque, 1628/301, Lourdes, 3BH, filho de Laert Francisco de Souza e Paula Andrade de Souza; e ISABELLA BUENO DE VASCONCELOS, solteira, Gerente de Contas, maior, residente nesta Capital à Rua Maceió, 27/401, Cruzeiro, 3BH, filha de Mauro Roberto Reis de Vasconcelos e Maria das Graças Bueno de Vasconcelos. (665678)

CAMILO ROCHA CARVALHO, solteiro, administrador, nascido em 27/07/1979 em Belo Horizonte, residente em Av Pinheiros 1008, Belo Horizonte, filho de PEDRO JOSE MENDES DE CARVALHO e MARIA APARECIDA ROCHA MENDES DE CARVALHO Com DEBORAH FRONZI MARTINS, solteira, empresaria, nascida em 04/01/1982 em Belo Horizonte, residente em Rua Dom Rodrigo 455, Belo Horizonte, filha de MILTON MARTINS e MONICA HENRICHIETTA FRONZI MARTINS. RENATO MARTINS PRATES, divorciado, musico, nascido em 06/10/1970 em Belo Horizonte, residente em Rua Bernardo Cisneiros 12, Belo Horizonte, filho de ORLINDO PRATES RIBEIRO e DILMA MARTINS PRATES RIBEIRO Com MARIANA MARTINS SANTOS PASSOS, solteira, professora, nascida em 09/09/1983 em Belo Horizonte, residente em Rua Bernardo Cisneiros 12, Belo Horizonte, filha de ANTONIO DA SILVA PASSOS e DIVA TEREZINHA SANTOS.

FERNANDO MARTINS MOURA, SOLTEIRO, ADVOGADO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Felipe dos Santos, 760/2601, Lourdes, 3BH, filho de Paulo Cesar Furtado Moura e Maria Cristina Martins Moura; e LORENA PIMENTEL DE CAUX, solteira, Bancária, maior, residente nesta Capital à Rua Cobre, 99/704, Cruzeiro, 3BH, filha de Helio de Caux e Regina Maria Pimentel de Caux. (665679) JEFFERSON RODRIGUES DA CUNHA, SOLTEIRO, ANALISTA DE SISTEMAS, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Bc. Mendes, 15, Serra, 3BH, filho de Jorge Gomes da Cunha e Maria do Socorro Rodrigues da Cunha; e GRAZIELLE FERNANDA SILVA, solteira, Ass. Comercial 2, maior, residente nesta Capital à Bc. Mendes, 15, Serra, 3BH, filha de João Bosco da Silva e Maria do Rosário Silva. (665680)

MARCELO FELIPE DAS CHAGAS, solteiro, despachante, nascido em 24/04/1989 em Belo Horizonte, residente em Rua Itamaraca 378, Belo Horizonte, filho de ANTONIA APARECIDA DAS CHAGAS Com MICHELLE GEORGIA PINTO DE ASSIS LOPES, solteira, teleoperadora, nascida em 01/04/1985 em Belo Horizonte, residente em Rua Itamaraca 378, Belo Horizonte, filha de CELSO COSTA LOPES e GERALDA PINTO DE ASSIS.

JULIO CESAR RIVAS NETO, SOLTEIRO, DENTISTA, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. Timbiras, 3109/404, Barro Preto, 3BH, filho de Julio Armando Rivas Yepez e Maria José de Padua Rivas; e JANAINA PESSOA DE SANTANA, solteira, Dentista, maior, residente nesta Capital à R. Gonçalves Dias, 2552/501, Lourdes, 3BH, filha de Antonio Eustaquio de Santana e Sylvana de Castro Pessoa Santana. (665682)

JOSE MARIA DA SILVA JUNIOR, solteiro, jornalista, nascido em 12/08/1980 em Barbacena, residente em Rua Wups De Oliveira 35 11, Belo Horizonte, filho de JOSE MARIA DA SILVA e SARA GENOVEVA DA SILVA Com RACHEL RUY DE ANGELI, solteira, enfermeira, nascida em 31/08/1983 em Joao Neiva, residente em Rua Costa Sena 261 202, Belo Horizonte, filha de MIGUEL ARCANJO DE ANGELI e MARIA DA PENHA RUY DE ANGELI.

MARCUS SIMÕES CASTILHO, SOLTEIRO, MÉDICO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. Curitiba, 2543/302, Lourdes, 3BH, filho de João Jacques Castilho e Edith Simões Castilho; e STELLA MARIS PRAEIRO COELHO, solteira, Economista, maior, residente nesta Capital à R. Santa Catarina, 1011/501, Lourdes, 3BH, filha de Hildebrando Cândido Coelho e Zaida Izabel Praeiro Coelho. (665683)

ADENILSON PEREIRA REIS, solteiro, porteiro, nascido em 26/08/1986 em Belo Horizonte, residente em Beco Dona Nair 15, Belo Horizonte, filho de JOSE ANTONIO DOS REIS e MARIA CELIA PEREIRA REIS Com DEBORA MARJORIE ARAUJO DE SOUZA, solteira, vendedora, nascida em 22/05/1990 em Belo Horizonte, residente em Beco Dona Nair 15, Belo Horizonte, filha de ANTONIO RODRIGUES DE SOUZA e EVA APARECIDA SANTANA ARAUJO DE SOUZA.

LUCAS DE CASTRO MAIA, SOLTEIRO, CONTADOR, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à R. Des. Jorge Fontana, 250/1303, Bl. 01, Belvedere, 3BH, filho de Marcos Afonso Maia e Expedita de Castro Maia; e JÉSSICA FERREIRA DE MATOS, solteira, Psicóloga, maior, residente nesta Capital à R. Des. Jorge Fontana, 250/1303, Bl. 01, Belvedere, 3BH, filha de Josefino Carvalho de Matos e Helena de Fatima Ferreira Matos. (665684)

LEANDRO DE ARAUJO JORGE LOPES, solteiro, empresario, nascido em 01/03/1981 em Manaus, residente em Rua Tuiuti 968 101, Belo Horizonte, filho de HELVECIO DE ABREU LOPES e MARIA DO CEU DE ARAUJO LOPES Com SIBELE DE SOUZA ARAUJO, solteira, funcionaria publica, nascida em 30/09/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Tuiuti 968 101, Belo Horizonte, filha de CHARLES JOSE DE ARAUJO COSTA e ENILDA DE SOUZA ARAUJO.

RODRIGO MONTEIRO COSTA CARVALHO, SOLTEIRO, ENGENHEIRO MECÂNICO, maior, natural de Belo Horizonte, MG, residente nesta Capital à Rua Professor Estevão Pinto, 555/802, Serra, 3BH, filho de Marcos Luz da Costa Carvalho e Marlene Monteiro Carvalho; e LORENA TORRES DINIZ JORGE, solteira, Administradora de Empresas, maior, residente nesta Capital à Rua São Paulo, 1031/1406, Centro, 3BH, filha de Afrânio Diniz Jorge e Elizabeth Tôrres Costa Diniz. (665685)

ADAO VAGNER RIBEIRO DA FONSECA, divorciado, pintor automotivo, nascido em 08/09/1970 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor Da Mangueira 206, Belo Horizonte, filho de JOSE RIBEIRO DA FONSECA e MARIA DE LOURDES DA FONSECA Com MARTA DIAS BATISTA, solteira, diarista, nascida em 23/06/1979 em Medina, residente em Rua Flor Da Mangueira 206, Belo Horizonte, filha de SINVAL BATISTA PEREIRA e CLOTIDES DIAS BATISTA.

FÁBIO DE JESUS COSTA, DIVORCIADO, PEDREIRO, maior, natural de Valença, BA, residente nesta Capital à Beco Felicidade, 08, Pilar, 3BH, filho de Joselito Barreto Costa e Francisca de Jesus Costa; e MIRAILDES DA CONCEIÇÃO BÁIO, solteira, Doméstica, maior, residente nesta Capital à Beco Felicidade, 08, Pilar, 3BH, filha de Martinho de Jesus Báio e Maria Davina da Conceição. (665686)

EVERTON PEREIRA DA FONSECA, solteiro, analista de suporte, nascido em 08/03/1986 em Belo Horizonte, residente em Rua Adma Saba Paiva 153 Casa 03, Belo Horizonte, filho de ALAIR BENTO DA FONSECA e VERA LUCIA PEREIRA DA FONSECA Com ALINE SALDANHA GOIS DE MELLO, solteira, tecnico em nutricao, nascida em 26/06/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Adma Saba Paiva 153 Casa 03, Belo Horizonte, filha de HIRAM GOIS CAVALCANTI DE MELLO e CLAUDIA MARIA DOS REIS SALDANHA. LANDYON PEREIRA DOS SANTOS, solteiro, carpinteiro, nascido em 31/12/1988 em Belo Horizonte, residente em Rua 14 De Agosto 114, Belo Horizonte, filho de JOEL VIEIRA DOS SANTOS e SELMA PEREIRA DOS SANTOS Com SARA FATIMA DA SILVA, solteira, do lar, nascida em 30/06/1987 em Belo Horizonte, residente em Rua 14 De Agosto 114, Belo Horizonte, filha de VALDIR GRANJA DA SILVA e DORVINA RAMOS DA SILVA.

Apresentaram os documentos exigidos pela Legislação em Vigor. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei. Lavra o presente para ser afixado em cartório e publicado pela imprensa Belo Horizonte, 15 de julho de 2013 OFICIAL DO REGISTRO CIVIL. 11 editais

QUARTO SUBDISTRITO QUARTO SUBDISTRITO DE BELO HORIZONTE AV. AMAZONAS, 4.666 - NOVA-SUICA BELO HORIZONTE - MG - 31-3332-6847 Faz saber que pretendem casar-se :

BRUNO DORNELAS DE AZEVEDO FERNANDES, solteiro, administrador, nascido em 01/09/1979 em Ipatinga, residente em Rua Major Americano De Sousa 144 102, Belo Horizonte, filho de DECIO DE AZEVEDO FERNANDES e MARIA DORNELAS BARBOSA FERNANDES Com VALDENISE SOUSA CORDEIRO, solteira, turismologa, nascida em 08/03/1981 em Guanhaes, residente em Rua Coronel Marcelino 230 101, Belo Horizonte, filha de VALDEIR ESTEVAO CORDEIRO e VALDIVIA DE SOUSA CORDEIRO.

SANTOS TEODORO SATURMINO, solteiro, acogueiro, nascido em 17/02/1969 em Rio Vermelho, MG, residente a Rua Olenka Dias Bicalho, 60, Havai, Belo Horizonte, filho de JOSE SATURMINO DOS SANTOS e MERCES FRANCISCA DE OLIVEIRA Com HELENICE MARIA GONCALVES, solteira, DOMÉSTICA, nascida em 18/02/1970 em Medeiros, MG, residente a Rua Olenka Dias Bicalho, 60, Havai, Belo Horizonte, filha de GERALDO JOSE GONCALVES e INES MENDES GONCALVES/.

RENATO DE AGUIAR FERREIRA, solteiro, vendedor, nascido em 28/01/1990 em Belo Horizonte, residente em Rua Francisco Nunes 53 301, Belo Horizonte, filho de JORGE ATAIDE FERREIRA e ELIETE APARECIDA DE AGUIAR Com DENISE RIBEIRO DA ROCHA, solteira, dentista, nascida em 10/11/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Patriarca 949, Belo Horizonte, filha de SEBASTIAO ADELIO DA ROCHA e MARLENE RIBEIRO DE ASSIS ROCHA.

RODRIGO ALVES COSTA, solteiro, representante comercial, nascido em 03/05/1979 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Igualdade, 236, Nova Gameleira, Belo Horizonte, filho de ALAIR ALVES COSTA e BRANDINA MARIA DE JESUS ALVES Com RENATA LUZIA SALES, solteira, auxiliar administrativa, nascida em 16/07/1987 em Belo Horizonte, MG, residente a Avenida Miguel Moises, 14, Nova Gameleira, Belo Horizonte, filha de MARTA LUZIA SALES/.

RODRIGO LUCIANO DE CHRISTO, solteiro, conferente, nascido em 08/03/1984 em Belo Horizonte, residente em Rua Flor De Alecrim 490, Belo Horizonte, filho de RUBENS RODRIGUES DE CHRISTO e VANI DE FATIMA DE CHRISTO Com FABIANA SAMPAIO GOMES, solteira, operadora de telemarketing, nascida em 13/02/1982 em Belo Horizonte, residente em Rua Alicedro 62, Belo Horizonte, filha de BENIGNO PACHECO GOMES e MARIA DE FATIMA SAMPAIO GOMES.

OSIAS LEITE DOS SANTOS, solteiro, pedreiro, nascido em 26/08/1985 em Carai, MG, residente a Rua Carmelita Prates Da Silva, 717, Salgado Filho, Belo Horizonte, filho de ANTONIO LEITE e MARIA DA PAZ LEITE DOS SANTOS Com LUCIANA RODRIGUES SANTOS, solteira, operadora de caixa, nascida em 25/06/1988 em Carai, MG, residente a Rua Carmelita Prates Da Silva, 717, Salgado Filho, Belo Horizonte, filha de AFONSO RODRIGUES DA SILVA e MARIA DO CARMO SILVA SANTOS/.

CLAUDINEI RODRIGUES URZEDO, solteiro, tecnico de alarme, nascido em 06/05/1985 em Ibirite, MG, residente a Rua Dona Maria Diniz Ferreira, 90, Havai, Belo Horizonte, filho de CLAUDIONOR JUSCELINO URZEDO e MARIA ELENA URZEDO Com MANOELA TEREZA EPIFANIO SALES, solteira, recepcionista, nascida em 06/08/1989 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Dona Maria Diniz Ferreira, 90, Havai, Belo Horizonte, filha de JOEL SALES e OLIVIA DAS GRACAS EPIFANIO/. MARIO AUGUSTO DE CASTRO AMADO, solteiro, consultor de t.i, nascido em 31/07/1979 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Jandiatuba, 100 102, Buritis, Belo Horizonte, filho de e APARECIDA DE CASTRO AMADO Com FLAVIA RIBEIRO NUNES DE LIMA, solteira, administradora, nascida em 21/06/1984 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Jandiatuba, 100 102, Buritis, Belo Horizonte, filha de FERNANDO ORSINI NUNES DE LIMA e MARIA ELIZABETH RIBEIRO NUNES DE LIMA/. ERICK JOAO FERNANDES MACIEL, solteiro, INDÚSTRIArio, nascido em 05/10/1986 em Parque INDUSTRIAL, Contagem, MG, residente a Av. Walter Amadeu Pace, 280, Havai, Belo Horizonte, filho de MARCIO ANTONIO MACIEL e LUCILENE PINALI MACIEL Com CYNTHIA LORENA RODRIGUES GOMES, solteira, assistente administrativo, nascida em 28/06/1989 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Marcos Coelho Neto, 408, Estrela Dalva, Belo Horizonte, filha de EDIR GOMES e MARIA DE LOURDES RODRIGUES GOMES/. LUCAS DE SOUZA MORAIS, solteiro, engenheiro, nascido em 07/02/1981 em Laranjeiras Do Sul, PR, residente a Rua Henrique Furtado Portugal, 24 702, Buritis, Belo Horizonte, filho de ISVI DE SOUZA MORAIS e ELZA NAZARE RIBEIRO DE SOUZA MORAIS Com FLAVIA BARBOSA ARRUDA, divorciada, enfermeira, nascida em 26/01/1975 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Henrique Furtado Portugal, 24 702, Buritis, Belo Horizonte, filha de CARLOS HARDY ARRUDA e DULCILENE BARBOSA ARRUDA/. LEONARDO LOURENCO FARIA, solteiro, contador, nascido em 27/07/1974 em Bambui, MG, residente a Rua Jose Hemeterio De Andrade, 485 203, Buritis, Belo Horizonte, filho de ISA FARIA e SONIA GERALDA SILVA FARIA Com PALOMA FERREIRA DE OLIVEIRA, solteira, empresaria, nascida em 26/09/1984 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Jose Hemeterio De Andrade, 485 203, Buritis, Belo Horizonte, filha de DAVID DE OLIVEIRA e GERALDA DAMAZIO FERREIRA/. JAIR REZINI, divorciado, contador, nascido em 26/01/1963 em Barra Santa Salette, PR, residente a Rua Professora Bartira Mourao, 306 202, Buritis, Belo Horizonte, filho de FAUSTINO REZINI e MARIA MERIZIO REZINI Com DEBORA MARTINS GUERRA, divorciada, contadora, nascida em 11/10/1978 em Ipatinga, MG, residente a Rua Professora Bartira Mourao, 306 202, Buritis, Belo Horizonte, filha de JOSE LAELIO DE ASSIS GUERRA e AGMAR MARTINS GUERRA/. BRENO WESLEY PRESOTTI, solteiro, educador fisico, nascido em 25/10/1984 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Lindolfoo De Azevedo, 1468, Jardim America, Belo Horizonte, filho de PEDRO CESAR PRESOTTI e SULAMITA ELIZABETE PRESOTTI Com RAQUEL DE CASSIA CORREA SENRA, solteira, administradora, nascida em 21/01/1989 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Catiara, 192, Jardim America, Belo Horizonte, filha de JOAO DIAS SENRA FILHO e SONIA APARECIDA DE CASSIA SENRA/. PAOLO BORDONI CALDEIRA, solteiro, administrador, nascido em 08/01/1979 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Omega, 95 302, Jardim America, Belo Horizonte, filho de RICARDO COELHO CALDEIRA e LENIR BORDONI CALDEIRA Com ISABELA TURANI PALHARES, solteira, administradora, nascida em 23/05/1980 em Belo Horizonte, MG, residente a Rua Poruina, 47 501, Vila Atlantida, Belo Horizonte, filha de NELSON PALHARES DOS SANTOS FILHO e ESTELITA EUGENIA TURANI PALHARES/. RODRIGO SANTOS DE MORAES, solteiro, supervisor de atendimento, nascido em 11/02/1986 em Belo Horizonte MG, residente na Rua Lotus, 20, Belo Horizonte MG, filho de WILSON ANTONIO DE MORAES e REGINA HELENA CRUZ DE MORAES Com RENATA ROCHA DE MENDONCA, solteira, auxiliar administrativo, nascida em 17/12/1994 em Belo Horizonte MG, residente na Rua Fernando Francisco De Souza, 50, Ribeirao Das Neves MG, filha de NATANAEL ELEOTERIO DE MENDONCA e MARIA APARECIDA DA ROCHA/. Apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525 do Código Civil Brasileiro. Se alguém souber de algum ­impedimento, oponha-o na forma da lei. Belo Horizonte, 15/07/2013. Alexandrina De Alburquerque Rezende Oficial do Registro Civil. 12 editais.

 EDITAIS DE NOTIFICAÇÃO PRIMEIRO TABELIONATO 1º Tabelionato de Protestos de Documentos de Dívida de Belo Horizonte - Tabelião: Luiz Márcio Ferreira de Carvalho - Rua da Bahia, 478, lj. 06 a 10 - Centro - CEP: 30160-900 - Belo Horizonte-MG - Fone: (031) 3212-1455 Ocorrendo as hipóteses do Art. 15 da Lei 9.492, de 10 de setembro de 1997, ficam as pessoas físicas e jurídicas abaixo relacionadas notificadas para no prazo de 3 (três) dias, a contar da data da publicação deste, virem a este TABELIONATO a fim de pagar os títulos que se seguem, ficando desde já notificadas de SEU PROTESTO. PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO NO ENDEREÇO ACIMA. NÃO SE ACEITA NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO. DATA FINAL: 19/07/2013. LILIAN ADRIANA VIEIRA, doc. núm. 12437417000103, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 3801-1, no valor de 686,33, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRASIL S/A-Carijós, a favor de SUL DESIGN COMÉRCIO E INDÚSTRIA TEXTIL L. Protocolo: 102.751.445. HELIO MARCASSA FILHO ME, doc. núm. 08190638000144, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 000001, no valor de 1.553,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A - Centro, a favor de BALAO ART - COM. DE BALOES INFLAVEIS LTDA. Protocolo: 102.751.233. JEFERSON DA CONCEIÇÃO SILVA, doc. núm. 00055559441600, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 81098824046, no valor de 856,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por MANACA VEICULOS LTDA., a favor de MANACA VEICULOS LTDA. Protocolo: 102.752.288. MPE MONTAGENS E PROJETOS ESPECIAIS S/A, doc. núm. 31876709000189, sacado(a)/devedor(a) de um(a) DUP PREST SERV INDIC número 00552, no valor de 53.400,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por VPA CONSTRUCOES LTDA., a favor de VPA CONSTRUCOES LTDA. Protocolo: 102.752.287. REGINA SILVA OLIVEIRA CASTRO, doc. núm. 00054913705687, DEVEDOR de um(a) CED.CRED.BANC. INDICA número 610381099, no valor de 3.939,82, por falta de pagamento, apresentado(a) por SERGIO SCHULZE & ADVOGADOS ASSOCIADOS, a favor de BV FINANCEIRA S/A CFI. Protocolo: 102.751.927. FIAMA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CONFECC, doc. núm. 42934331000149, DEVEDOR de um(a) DUPL. VENDA /MERC IND. número 014858/3.3, no valor de 629,31, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRASIL S/A-Carijós, a favor de SINGULAR COMERCIAL LTDA. Protocolo: 102.751.956. UCEFA USINAGEM TEC E LOCACAO DE EQUIP LT, doc. núm. 09086611000179, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 8624, no valor de 710,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A Centro, a favor de METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. Protocolo: 102.751.992. UCEFA USINAGEM TEC E LOCACAO DE EQUIP LT, doc. núm. 09086611000179, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 8431/13, no valor de 679,50, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A - Centro, a favor de METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. Protocolo: 102.751.996. PRISCILA CUNHA PEREIRA GOMES ME, doc. núm. 13608910000101, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 2058-E, no valor de 1.346,38, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A - Centro, a favor de ESPIRAL ANDAIMES E ESTRUTURAS TUBULARES. Protocolo: 102.752.056. WR CONSTRUTORA LTDA., doc. núm. 08147537000190, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 881, no valor de 240,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por CAIXA ECONÔMICA FEDERAL-SECULO, a favor de SMART PRINT SOLUCOES DIGITAIS LTDA. - ME. Protocolo: 102.752.090. JALA ENGENHARIA LTDA., doc. núm. 11825731000192, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 001031, no valor de 694,90, por falta de pagamento, apresentado(a) por CAIXA ECONÔMICA FEDERAL-SECULO, a favor de MAIS TINTAS LTDA. Protocolo: 102.752.102.

ARICLESIA FRANCISC ADOS SANTOS, doc. núm. 16592409000184, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 1018622503, no valor de 472,20, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de IND COM CONFEC LA MODA LTDA. Protocolo: 102.752.185.

ARICLECIA FRANCISCA DOS SANTOS, CNPJ: 16.592.409/0001-84, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 0021847B, no valor de R$ 660,00, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de NEW GUADALUPE COM IMP EXP LTDA. Protocolo 202.750.161.

BRUNO HENR LIMA SILVEIRA ME, doc. núm. 14814332000114, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 2753-2, no valor de 808,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de FUNDO INV E D CRED INTERBANK. Protocolo: 102.752.214.

BASE IND DE MANIPULACAO DO BRA, CNPJ: 10.703.383/0001-18, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 15964/B, no valor de R$ 1.475,57, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de JERZZA PRODUTOS QUIMICOS LTDA. Protocolo 202.750.188.

CONSUELO DAS CHAGAS FARIA 4899, doc. núm. 15026923000190, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 0000079394, no valor de 3.940,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por HSBC BANK BRASIL S/A-BANCO MULTIPLO, a favor de FAGGA PROMOCAO DE EVENTOS S/A. Protocolo: 102.752.276.

BASTEK MANUTENÇÃO INDUSTRIAL L, CNPJ: 05.890.662/0001-06, sacado de uma DUP PRESTAÇÃO SERVIÇOS POR INDICAÇÃO número BLTNF00050, no valor de R$ 750,00, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de CEMASEG C E T E M A S T LTDA. Protocolo 202.750.226.

L DOS SANTOS LIMA COMER ARMARINHO, doc. núm. 16993915000185, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 999/03*03/, no valor de 1.191,66, por falta de pagamento, apresentado(a) por HSBC BANK BRASIL S/A-BANCO MULTIPLO, a favor de GET SPACE COMÉRCIO E REPRESENTACAO LTDA. Protocolo: 102.752.277.

BETO DIESEL PICK-UP, CNPJ: 16.887.456/0001-55, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 19820/3, no valor de R$ 505,00, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de ITALIA AUTO PEÇAS LTDA. Protocolo 202.750.145.

PARAMAR SUPERMERCADO LTDA., doc. núm. 06981968000122, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA MERCANTIL número 66292, no valor de 475,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., a favor de AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA. Protocolo: 102.752.304. PARAMAR SUPERMERCADO LTDA., doc. núm. 06981968000203, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA MERCANTIL número 60332, no valor de 420,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., a favor de AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA. Protocolo: 102.752.306. VIA DIRETA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS LTDA. ME, doc. núm. 14477006000169, DEVEDOR de um(a) CEDULA CRÉDITO BANCA número 006724474, no valor de 22.482,01, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A, a favor de BANCO BRADESCO S/A. Protocolo: 102.752.308. ROBISON PIRES MAGALHAES, doc. núm. 00001831067684, DEVEDOR de um(a) CEDULA CRÉDITO BANCA número 006724474, no valor de 22.482,01, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A, a favor de BANCO BRADESCO S/A. Protocolo: 102.752.308. MARIA FERNANDA DA SILVA, doc. núm. 00001844541665, DEVEDOR de um(a) CEDULA CRÉDITO BANCA número 006724474, no valor de 22.482,01, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A, a favor de BANCO BRADESCO S/A. Protocolo: 102.752.308. DANIELA DA CONCEIÇÃO AMADOR, doc. núm. 13932782000149, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 3602 D/C, no valor de 364,50, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRASIL S/A-Carijós, a favor de D’LIPPI JEANS LTDA. - EPP. Protocolo: 102.752.330. VIA F J FRAGRANCIAS LTDA., doc. núm. 09655547000108, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 0021608501, no valor de 636,74, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRASIL S/A-Carijós, a favor de CASEBRAS FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA. Protocolo: 102.752.346. VIA F J FRAGRANCIAS LTDA., doc. núm. 09655547000108, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 0021401601, no valor de 780,17, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRASIL S/A-Carijós, a favor de CASEBRAS FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA. Protocolo: 102.752.351. PAPH ADMINIS E CORRETORA DE SEGUROS, doc. núm. 04509149000151, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 004353, no valor de 961,36, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRASIL S/A-Carijós, a favor de POSTO ROMUALDO LTDA. Protocolo: 102.752.357. IRONTRADE COMÉRCIO EXTERIOR LTDA., doc. núm. 05746435000101, sacado(a)/devedor(a) de um(a) DUP PREST SERV INDIC número 033223/421, no valor de 47.824,32, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO SANTANDER BANESPA S/A, a favor de TRANSPORTADORA SEMPRE VOLTA LTDA. ME. Protocolo: 102.752.391. SOUL SPA URBANO E ESTETICA LTDA., doc. núm. 10742087000126, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 009596, no valor de 129,13, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO SANTANDER BANESPA S/A, a favor de B C PRODUTOS DE LIMPEZA E EMBALAGENS LTDA. Protocolo: 102.752.392. CAETE APARECIDA DE MORAIS, doc. núm. 00087625911691, emitente de um(a) nota promissória número 13/14, no valor de 1.550,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por NOVO MILENIO TEXTIL LTDA., a favor de NOVO MILENIO TEXTIL LTDA. Protocolo: 102.752.403. CAIO ANDRADE ALCANTARA, doc. núm. 00010336276664, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 430413, no valor de 1.120,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A - Centro, a favor de CENTRALBETON LTDA. Protocolo: 102.752.447. CAIO ANDRADE ALCANTARA, doc. núm. 00010336276664, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 430313, no valor de 1.368,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A - Centro, a favor de CENTRALBETON LTDA. Protocolo: 102.752.448. CAIO ANDRADE ALCANTARA, doc. núm. 00010336276664, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 429013, no valor de 1.482,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO S/A - Centro, a favor de CENTRALBETON LTDA. Protocolo: 102.752.449. VANTUIL GONCALVES AMARAL LEITE, doc. núm. 00089763734649, DEVEDOR de um(a) CONTRATO FINANCIAMEN número 4328238230, no valor de 4.073,93, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO BRADESCO FINANCIAMENTOS S/A, a favor de BANCO BRADESCO FINANCIAMENTOS S/A. Protocolo: 102.752.483. ALEXIA CARNEIRO MARCONDES, doc. núm. 00073145076604, DEVEDOR de um(a) CED.CRED.BANC. INDICA número 40070771944, no valor de 2.555,46, por falta de pagamento, apresentado(a) por NOTARIAL NEGOCIOS E SERVIÇOS LTDA., a favor de HSBC BANK BRASIL S.A - BANCO MULTIPLO. Protocolo: 102.752.486. GESSO LIDERAL LTDA., doc. núm. 01160549000106, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 000271061, no valor de 134,28, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de CASA DO EPI LTDA. Protocolo: 102.752.495. LEGUMES E FRUTAS MBV LTDA., doc. núm. 05101434000100, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 8, no valor de 320,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de LEGUMES AGUA BRANCA LTDA. Protocolo: 102.752.509. LUDMILA FERRAZ DE BRITO, doc. núm. 14592291000169, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 1105005668, no valor de 101,62, por falta de pagamento, apresentado(a) por CAIXA ECONÔMICA FEDERAL-SECULO, a favor de TRANSP. E CONSTRUÇÕES LTDA. MINAX. Protocolo: 102.752.567. FRANCISCO SERGIO DOS SANTOS, doc. núm. 00099996960668, emitente de um(a) cheque número S/A000003, no valor de 1.000,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA., a favor de IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA. Protocolo: 102.752.582. TEC LINK TELECOMUNICACOES LTDA., doc. núm. 06197125000210, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 021131/ST, no valor de 282,72, por falta de pagamento, apresentado(a) por BANCO SANTANDER BANESPA S/A, a favor de CONDUTTI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CONDUTO. Protocolo: 102.751.511. BELO HORIZONTE, 16 DE JULHO DE 2013. A) LUIZ MARCIO FERREIRA DE CARVALHO - O TABELIÃO. 42 editais.

SEGUNDO TABELIONATO 2º TABELIONATO DE PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS DE DÍVIDA DE BELO HORIZONTE. - TABELIÃO: BEL. JOSÉ MARIA DE ALKMIM FILHO. - TABELIÃO SUBSTITUTO: BEL. ALBERTO FLÁVIO DORNAS DE ALKMIM. - RUA ESPÍRITO SANTO, 845 S/LJ 37 - TEL: 3273.6333. - 30160-921 BELO HORIZONTE - MG. PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO NO ENDEREÇO ACIMA. NÃO SE ACEITA NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO. OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART. 15, DA LEI N 9.492, DE 10.09.1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS NOTIFICADAS PARA, NO PRAZO DE 03 (TRÊS) DIAS, A CONTAR DA DATA DA PUBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONATO A FIM DE PAGAR OS DOCUMENTOS QUE SE SEGUEM, FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO, CASO NÃO O FAÇAM.

BHR DISTRIBUIDORA LTDA, CNPJ: 05.908.202/0001-50, sacado de uma DUP PRESTAÇÃO SERVIÇOS POR INDICAÇÃO número 313, no valor de R$ 991,12, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de CONFORT SYSTEM C SERVIÇOS LTDA. Protocolo 202.750.228. CARMEN EVENTOS LTDA - ME, CNPJ: 14.689.449/000113, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número NF5089, no valor de R$ 6.498,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. do Brasil S/A - Carijós, a favor de RENASUL INDÚSTRIA LTDA - EPP. Protocolo 202.749.943. CGB ARTES GRAFICAS LTDA, CNPJ: 18.725.697/000123, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 2013/57, no valor de R$ 720,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. do Brasil S/A - Carijós, a favor de IB - ASSESSORIA MERCANTIL LTDA. Protocolo 202.749.921. CLAUDIA VASCONCELLOS COMÉRCIO DE RO, CNPJ: 13.642.159/0001-51, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 091772R/A, no valor de R$ 136,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de ATLANTA FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITO. Protocolo 202.749.955. COMERCIAL AUTO PEÇAS OLIVEIRA, CNPJ: 16.911.500/0001-15, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 89938, no valor de R$ 204,77, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de ML ATACADO DE ACESSORIOS LTDA. Protocolo 202.750.105. CONFECCOES S CASTRO LTDA-ME, CNPJ: 05.402.757/0001-25, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 0155610433, no valor de R$ 500,56, por falta de pagamento, apresentado por Bco. do Brasil S/A - Carijós, a favor de DUBLIN - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CALÇADOS LTD. Protocolo 202.749.912. CONSORCIO CONSTRAN/CONVAP, CNPJ: 14.006.564/0001-46, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 2056-E, no valor de R$ 11.743,39, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de ESPIRAL ANDAIMES E ESTRUTURAS TUBULARES. Protocolo 202.750.017. DOUGLAS PEREIRA DA SILVA, CNPJ: 11.593.323/000152, emitente de uma nota promissória número 4320218176, no valor de R$ 41.758,71, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco FINANCIAMENTOS SA., a favor de Bco. Bradesco FINANCIAMENTOS S/A. Protocolo 202.750.246. FLEX BEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA -, CNPJ: 07.680.551/0001-92, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 45134 3, no valor de R$ 771,88, por falta de pagamento, apresentado por Bco. do Brasil S/A - Carijós, a favor de INDÚSTRIA TEXTIL NOSSA SENHORA DO BELEM S A. Protocolo 202.749.923. FLEX BEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA ME, CNPJ: 07.680.551/0001-92, sacado de uma DUP PRESTAÇÃO SERVIÇOS POR INDICAÇÃO número 301611, no valor de R$ 224,75, por falta de pagamento, apresentado por TRANS WELL’S EXPRESSO RODOVIARIO LTDA., a favor de TRANS WELL’S EXPRESSO RODOVIARIO LTDA. Protocolo 202.750.251. FLEX BEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA ME, CNPJ: 07.680.551/0001-92, sacado de uma DUP PRESTAÇÃO SERVIÇOS POR INDICAÇÃO número 303745, no valor de R$ 185,51, por falta de pagamento, apresentado por TRANS WELL’S EXPRESSO RODOVIARIO LTDA., a favor de TRANS WELL’S EXPRESSO RODOVIARIO LTDA. Protocolo 202.750.252. GEOBRITO SONDAGENS S/A, CNPJ: 07.899.139/000168, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 727/01, no valor de R$ 308,00, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de LEMME EXAMES DE REG GRAFICOS. Protocolo 202.750.120. GERALDO MARCIO GUEDES DE AZEVEDO, CNPJ: 07.965.322/0001-14, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 000443, no valor de R$ 654,27, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de CLF FABRICA DE BIJUTERIAS LTDA ME. Protocolo 202.749.987. GILBERTO OLIVEIRA OTTAVIANI, CPF 037.995.276-99, emitente de uma CEDULA CRÉDITO BANCÁRIO INDIC número 9984611617, no valor de R$ 2.514,42, por falta de pagamento, apresentado por TOLEDO PIZA ADVOGADOS ASSOCIADOS., a favor de Bco. FICSA S/A. Protocolo 202.749.877. HELITON SILVA, CPF 033.255.016-80, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 3278-1-1, no valor de R$ 408,00, por falta de pagamento, apresentado por Caixa Econômica Federal - Século, a favor de JOAO CESAR ROSA EPP. Protocolo 202.750.055. HERIKE SILVA DE CARVALHO, CPF 040.991.116-01, emitente de uma CEDULA CRÉDITO BANCÁRIO INDIC número 9011078483, no valor de R$ 2.099,44, por falta de pagamento, apresentado por TOLEDO PIZA ADVOGADOS ASSOCIADOS., a favor de Bco. FICSA S/A. Protocolo 202.749.878. IRENILDA DAMAS BATISTA, CPF 760.368.806-00, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 000001949, no valor de R$ 132,00, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de COMERCIAL SIMPLO TEC LTDA. Protocolo 202.750.095. J & E RECICLAGEM LTDA ME, CNPJ: 09.450.009/0001-79, emitente de um cheque número 850419, no valor de R$ 2.500,00, por falta de pagamento, apresentado por REFIL-ADMINISTRACAO E PARTICIPACAO LTDA., a favor de REFIL-ADMINISTRACAO E PARTICIPACAO LTDA. Protocolo 202.750.256. JOAO PEDRO DIAS RODRIGUES, CPF 107.513.706-30, emitente de uma nota promissória número 01-06/012012, no valor de R$ 700,00, por falta de pagamento, apresentado por EMERSON HENRIQUE DA SILVA., a favor de EMERSON HENRIQUE DA SILVA. Protocolo 202.749.340. L & M COMÉRCIO DE COLCHOES LTDA, CNPJ: 10.352.627/0001-65, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 022099/22, no valor de R$ 312,08, por falta de pagamento, apresentado por Bco. do Brasil S/A - Carijós, a favor de PLUMATEX COLCHOES INDUSTRIAL LIMITADA. Protocolo 202.749.900. LALA CALÇADOS E MODAS LTDA, CNPJ: 01.782.958/0001-44, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 63434602, no valor de R$ 460,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. do Brasil S/A - Carijós, a favor de CALÇADOS BOTTERO LTDA. Protocolo 202.749.909. LILIAN ADRIANA VIEIRA, CNPJ: 12.437.417/0001-03, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 22120, no valor de R$ 596,42, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de STUDIO INTIMO ASS MODAS CONF ME. Protocolo 202.750.025. LUCAS DE MORAIS BARROS, CNPJ: 10.502.264/0001-05, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 05201300000, no valor de R$ 167,90, por falta de pagamento, apresentado por Caixa Econômica Federal - Século, a favor de COTERC CENTRO ODONT TEC RESINA CERAM. Protocolo 202.750.051. LUIZ AUGUSTO DA SILVA LEAL, CPF 989.918.766-68, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número NF00018311, no valor de R$ 58,00, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de COFERMAQUINAS LTDA-EPP. Protocolo 202.750.085.

PRAZO FINAL PARA PAGAMENTO: 19/07/2013.

MARGARETH RIBEIRO DE ASSIS, CPF 507.366.204-00, emitente de uma CONFISSAO DE DIVIDA s/n, no valor de R$ 29.663,58, por falta de pagamento, apresentado por ANA PAULA CALDAS ROCHA., a favor de ANA PAULA CALDAS ROCHA. Protocolo 202.749.887.

324-APARECIDA RODRIGUES OLIVEI, CPF 455.288.02687, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 043247, no valor de R$ 239,87, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de FORNECEDORA J C INDÚSTRIA LTDA. Protocolo 202.750.111.

MARIA DO SOCORRO COSTA GONCALVES, CPF 241.445.096-72, emitente de uma CEDULA CRÉDITO BANCÁRIO INDIC número 9985954925, no valor de R$ 5.650,06, por falta de pagamento, apresentado por TOLEDO PIZA ADVOGADOS ASSOCIADOS., a favor de Bco. FICSA S/A. Protocolo 202.749.614.

AFONSO MAURO RABELO, CPF 280.105.586-72, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 011722, no valor de R$ 632,19, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de TRANSPORTADORA ASA SUL LTDA. Protocolo 202.750.159.

MARIANA CONCEIÇÃO COUTO DA SIL, CNPJ: 16.857.425/0001-51, sacado de uma DUP PRESTAÇÃO SERVIÇOS POR INDICAÇÃO número 3234, no valor de R$ 490,00, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de AINET CONSULTORIA T LTDA. Protocolo 202.750.223.

SILVEIRA TRISTAO LTDA. ME, doc. núm. 16555856000163, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 2000030296, no valor de 252,15, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de CIMED IND MED LTDA. Protocolo: 102.752.156.

ALC COM DE COMPUTADORES LTDA, CNPJ: 14.341.381/0001-87, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 14670/A, no valor de R$ 300,55, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de AUT LARME COM ELETR LTDA EPP. Protocolo 202.750.119.

PADARIA BELLA LTDA, CNPJ: 06.224.441/0001-53, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 0000025838, no valor de R$ 319,17, por falta de pagamento, apresentado por Caixa Econômica Federal - Século, a favor de COMERCIAL NOVA ALIANCA EMBAL E DESC LTDA. Protocolo 202.750.053.

CASTROS ROUPAS ACE INF LTDA. ME, doc. núm. 07393194000181, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 01161001CA, no valor de 341,48, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de GIRA BABY CONFECCOES LTDA. Protocolo: 102.752.168.

ANTUNES & CASTRO REST E ESPETE, CNPJ: 17.992.635/0001-15, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 4000058219, no valor de R$ 73,29, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de IDEAL GLOBAL SIST HIGIENE LTDA. Protocolo 202.750.089.

PAULO ROBERTO CARVALHO SANTOS, CNPJ: 25.808.130/0001-86, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 11000, no valor de R$ 752,93, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de TECBRIL INDÚSTRIA QUIMICA LTDA. Protocolo 202.750.167.

MARCELO ANTONIO AARAO, doc. núm. 00039212130615, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número 004629, no valor de 1.345,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por CAIXA ECONÔMICA FEDERAL-SECULO, a favor de DEPOSITO GOITACAZES. Protocolo: 102.752.104. BIOMINAS COMÉRCIO IMPORTACAO E, doc. núm. 02835949000137, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA / MERC IND. número 002768, no valor de 105,00, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de MINASLOC DE EQUIPAMENTOS. Protocolo: 102.752.135. CLAUDIA TOFANI BARAKAT, doc. núm. 00007455649681, DEVEDOR de um(a) DUPL.VENDA /MERC IND. número L001297-1, no valor de 150,45, por falta de pagamento, apresentado(a) por ITAU UNIBANCO S.A., a favor de CENTERVIDA DIAGNOSTICA LTDA. Protocolo: 102.752.141.


22

Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

FÓRUM SEGUNDO TABELIONATO PAULO ROBERTO DE SOUZA, CPF 283.201.878-50, emitente de uma CEDULA CRÉDITO BANCÁRIO INDIC número 9989952115, no valor de R$ 1.560,08, por falta de pagamento, apresentado por TOLEDO PIZA ADVOGADOS ASSOCIADOS., a favor de Bco. FICSA S/A. Protocolo 202.749.612. PISCINAS NATURAIS LTDA, CNPJ: 17.407.072/0001-50, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número SB001041, no valor de R$ 4.162,58, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de POLIMIX CONCRETO L. Protocolo 202.750.209. PRATINOX IND COM LTDA, CNPJ: 01.890.012/0001-00, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 8622/13, no valor de R$ 830,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A Centro, a favor de METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. Protocolo 202.749.951. RODRIGO ANDRES DA SILVA CARVALHAIS, CPF 108.419.246-27, emitente de uma CEDULA CRÉDITO BANCÁRIO INDIC número 003260713, no valor de R$ 2.229,51, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco SA., a favor de Bco. Bradesco S/A. Protocolo 202.750.257. SERGIO ANTONIO DA SILVA, CPF 229.305.236-20, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 18764/1, no valor de R$ 173,20, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de MCA CONTROLES E AUTOMACAO LTDA. Protocolo 202.750.102. SOLOCAP TEC E SRV DE ENG LTDA, CNPJ: 25.349.382/0001-94, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 54203, no valor de R$ 2.810,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de SENSORTEC EXTENSIOMETRIA COM E SERV DE P. Protocolo 202.750.026. UCEFA USINAGEM TEC E LOCACAO DE EQUIP LT, CNPJ: 09.086.611/0001-79, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 8567/13, no valor de R$ 700,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. Protocolo 202.749.952. ULTRATECH EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOE, CNPJ: 05.258.506/0001-19, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 414613, no valor de R$ 2.063,97, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de CENTRALBETON LTDA. Protocolo 202.750.003. ULTRATECH EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOE, CNPJ: 05.258.506/0001-19, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 413213, no valor de R$ 2.063,97, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de CENTRALBETON LTDA. Protocolo 202.750.004. UNIFORM MODA PROFISSIONAL LTDA, CNPJ: 10.937.203/0001-62, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 025083/01, no valor de R$ 765,82, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de SANYOTEX LTDA. Protocolo 202.750.168. VALOVITRA ELETROMECANICA LTDA, CNPJ: 05.874.849/0001-08, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 8631/13, no valor de R$ 948,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. Protocolo 202.749.950. VALOVITRA ELETROMECANICA LTDA, CNPJ: 05.874.849/0001-08, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 8447/13, no valor de R$ 570,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. Protocolo 202.749.953. VIA F E J FRAGANCIAS LTDA, CNPJ: 09.655.547/0001-08, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 00122469/A, no valor de R$ 935,32, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de FUNDO INVE DIR CRED M GRANCRED. Protocolo 202.750.176. VIA RAPIDA ASSITENCIA DE FROTA LTDA, CNPJ: 06.117.206/0001-82, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 170, no valor de R$ 774,00, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de AUTO SOCORRO ALBUQUERQUE. Protocolo 202.750.022. VIA RAPIDA ASSITENCIA DE FROTA LTDA, CNPJ: 06.117.206/0001-82, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número 158, no valor de R$ 3.411,42, por falta de pagamento, apresentado por Bco. Bradesco S/A - Centro, a favor de AUTO SOCORRO ALBUQUERQUE. Protocolo 202.750.023. WALDIR CANDIDO PEREIRA -ME, CNPJ: 07.891.940/000167, sacado de uma DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO número DP036928, no valor de R$ 521,53, por falta de pagamento, apresentado por ITAU UNIBco. S/A, a favor de GERAIS ELETROPEÇAS LTDA. Protocolo 202.750.147. JARBAS DIAS RODRIGUES, CPF 156.212.866-34 AVALISTA DE UMA nota promissória número 01-06/012012, no valor de R$ 700,00, por falta de pagamento, apresentado por EMERSON HENRIQUE DA SILVA., a favor de EMERSON HENRIQUE DA SILVA. Protocolo 202.749.340/1. BELO HORIZONTE, 16 DE JULHO DE 2013. JOSE MARIA DE ALKMIM FILHO 2º TABELIÃO DE PROTESTO. 54 editais.

TERCEIRO TABELIONATO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 3º Tabelionato de Protesto de Títulos de Belo Horizonte DOMINGO PIETRANGELO RITONDO - Tabelião - Rua dos Tupis, nº 457 - Loja - CEP 30.190-060 - Fone (31)3274-2549 EDITAL DE INTIMAÇÃO Em razão de as pessoas indicadas para aceitar ou pagar os títulos serem desconhecidas, suas localizações incertas ou ignoradas, forem residentes ou domiciliadas fora da competência territorial do Tabelionato, ou, ainda, não se dispuserem a receber a intimação nos endereços fornecidos pelos apresentantes, faço saber aos que o presente EDITAL DE INTIMAÇÃO virem que deram entrada para protesto os seguintes títulos, ficando intimados os respectivos responsáveis a pagar ou dar as razões por que não o fazem, dentro do prazo legal de 3 (três) dias úteis, após a publicação deste EDITAL. Devedor: LALA CALÇADOS E MODAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 01.782.958/0001-44, CREDOR: CALÇADOS BOTTERO LTDA, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 04224602, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 258,00, Emissão: 28/02/2013, Vencimento: 28/06/2013, Apontamento: 31749066 Devedor: LALA CALÇADOS E MODAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 01.782.958/0001-44, CREDOR: CALÇADOS BOTTERO LTDA, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 57618002, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 333,00, Emissão: 18/02/2013, Vencimento: 28/06/2013, Apontamento: 31749073 Devedor: LALA CALÇADOS E MODAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 01.782.958/0001-44, CREDOR: CALÇADOS BOTTERO LTDA, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 64241901, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 512,00, Emissão: 14/05/2013, Vencimento: 28/06/2013, Apontamento: 31749089 Devedor: PIEDADE LIRIS DE ALMEIDA ME CONFECCA, CNPJ/CPF do Devedor: 16.985.364/0001-08, CREDOR: GRANDE ESTOQUE COMERCIAL LTDA, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 26502-3, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 616,78, Emissão: 27/02/2013, Vencimento: 27/06/2013, Apontamento: 31749098 Devedor: JOSE DA COSTA PIRES, CNPJ/CPF do Devedor: 098.388.646-68, CREDOR: COOPERATIVA DE CRED P I R ORN CAL CALC ES-SIC, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: MARGIL GRANITOS LTDA Espécie: DMI, Número do Título: 0000739-C/, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 881,96, Emissão: 22/05/2013, Vencimento: 02/07/2013, Apontamento: 31749113 Devedor: LUIZ ANTONIO MARQUES BITTENCOURT, CNPJ/CPF do Devedor: 661.484.136-04, CREDOR: KOREAUTO LTDA, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 1213802, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 122,00, Emissão: 02/04/2013, Vencimento: 10/06/2013, Apontamento: 31749178 Devedor: BARBOSA DIAS ROUPAS E ACESSORIOS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 12.792.793/0001-08, CREDOR: CLAUDIA RODRIGUES MUNCK CONFECCAO DE ROU, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 38, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 343,20, Emissão: 04/06/2013, Vencimento: 28/06/2013, Apontamento: 31749184 Devedor: HELCIO ANTONIO, CNPJ/CPF do Devedor: 087.857.596-00, CREDOR: ITAIPU MAQUINAS E VEICULOS LTDA, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 0039596203, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 761,43, Emissão: 01/04/2013, Vencimento: 24/06/2013, Apontamento: 31749201 Devedor: ANTONIO SOARES FERREIRA JUNIOR, CNPJ/ CPF do Devedor: 001.989.826-66, CREDOR: ORTEP ORG. TEC.DE PRECISAO LT., Portador: ITAÚ UNIBANCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: NFE 11587, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 82,60, Emissão: 06/06/2013, Vencimento: 19/06/2013, Apontamento: 31749217 Devedor: MARLI ALVERNAZ DE LIMA, CNPJ/CPF do Devedor: 879.397.706-91, CREDOR: ORGANIZACOES FORT LTDA, Portador: ITAÚ UNIBANCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 29233/681E, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 396,30, Emissão: 05/04/2013, Vencimento: 27/06/2013, Apontamento: 31749241 Devedor: LALA CALÇADOS MODAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 01.782.958/0001-44, CREDOR: IND CALÇADOS VIVO LTDA, Portador: ITAÚ UNIBANCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 42964/3, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 560,49, Emissão: 30/04/2013, Vencimento: 29/06/2013, Apontamento: 31749250

Devedor: SANI CAPACE FERNANDES SILVA 80, CNPJ/ CPF do Devedor: 17.129.590/0001-50, CREDOR: CONGEBRAS ALIMENTOS LTDA, Portador: ITAÚ UNIBANCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 006714261, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.618,22, Emissão: 17/04/2013, Vencimento: 02/05/2013, Apontamento: 31749272 Devedor: LUANA ALINE DE OLIVEIRA, CNPJ/CPF do Devedor: 16.543.007/0001-90, CREDOR: LOC MASTER LOCADORA DE EQUIPAMENTOS EIRELI, Portador: LOC MASTER LOCADORA DE EQUIPAMENTOS EIRELI, CREDOR Endossante: Espécie: DSI, Número do Título: 04052013, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 492,00, Emissão: 01/03/2013, Vencimento: 29/05/2013, Apontamento: 31749957 Devedor: VAREJAO LIDER LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 17.404.344/0001-69, CREDOR: AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., Portador: AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: DM, Número do Título: 65841, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.741,00, Emissão: 14/02/2013, Vencimento: 28/02/2013, Apontamento: 31749958 Devedor: PARAMAR SUPERMERCADO LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 06.981.968/0004-75, CREDOR: AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., Portador: AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: DM, Número do Título: 65840, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 842,00, Emissão: 14/02/2013, Vencimento: 28/02/2013, Apontamento: 31749959 Devedor: VAREJAO LIDER LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 17.404.344/0001-69, CREDOR: AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., Portador: AVIARIO SANTO ANTONIO LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: DM, Número do Título: 66295, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 630,00, Emissão: 21/02/2013, Vencimento: 07/03/2013, Apontamento: 31749960 Devedor: H L M ROCHA CONSTRUCOES ME, CNPJ/CPF do Devedor: 14.780.767/0001-95, CREDOR: MADEIRAS PENEDO LTDA, Portador: MADEIRAS PENEDO LTDA, CREDOR Endossante: Espécie: DM, Número do Título: 006291, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 6.350,00, Emissão: 08/03/2013, Vencimento: 07/04/2013, Apontamento: 31749961 Devedor: SAO FRANCIS IND COM SEG PRO LT, CNPJ/ CPF do Devedor: 14.360.115/0001-00, CREDOR: APOLO ARTES COMÉRCIO ATACADISTA COMPONENTES P, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 023328C, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 357,00, Emissão: 09/05/2013, Vencimento: 05/07/2013, Apontamento: 31749984 Devedor: LEME MATS.CONSTR.LTDA., CNPJ/CPF do Devedor: 03.269.272/0001-80, CREDOR: CERAMICA FORMIGRES LTDA, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 207841 H/H, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 543,00, Emissão: 11/09/2012, Vencimento: 03/07/2013, Apontamento: 31749994 Devedor: TERRA VIAGENS E TURISMO LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 65.205.585/0001-21, CREDOR: BENNER SISTEMAS SA, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 14787 1, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 3.068,68, Emissão: 27/05/2013, Vencimento: 05/07/2013, Apontamento: 31750027 Devedor: TRATORCOLT TRATORES E PEÇAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 10.493.841/0002-12, CREDOR: ENGRENAGENS SAO FRANCISCO LTDA, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: ENGRENAGENS SAO FRANC - Espécie: DMI, Número do Título: 000465702, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 6.512,10, Emissão: 08/04/2013, Vencimento: 07/07/2013, Apontamento: 31750031

Devedor: ARLEDO DA SILVA GUIMARAES, CNPJ/CPF do Devedor: 733.470.272-72, CREDOR: IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA., Portador: IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA., CREDOR Endossante: ESTACAO DOS COLCHOES E MOVEIS LTDA ME - Espécie: CH, Número do Título: 000019, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.533,33, Emissão: 18/02/2013, Vencimento: 29/04/2013, Apontamento: 31750831 Devedor: DIAGONAL ADMINISTRACAO DE SERVIÇOS INTERNOS L, CNPJ/CPF do Devedor: 05.478.626/0001-21, CREDOR: MANOEL JOSE DE OLIVEIRA, Portador: 2ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR Endossante: Espécie: CCJ, Número do Título: 20100020300, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 6.759,09, Emissão: 09/07/2013, Vencimento: 09/07/2013, Apontamento: 31750834 Devedor: ROSE RAYETTE VILELLA, CNPJ/CPF do Devedor: 002.712.356-16, CREDOR: MANOEL JOSE DE OLIVEIRA, Portador: 2ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR Endossante: Espécie: CCJ, Número do Título: 20100020300, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 6.759,09, Emissão: 09/07/2013, Vencimento: 09/07/2013, Apontamento: 31750834 Devedor: PRE 9 EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 14.807.407/0001-30, CREDOR: LOCAFAZ MOTORES E MAQUINAS LTDA., Portador: LOCAFAZ MOTORES E MAQUINAS LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: DSI, Número do Título: F484, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 240,00, Emissão: 13/05/2013, Vencimento: 26/06/2013, Apontamento: 31750837 É o presente EDITAL expedido e publicado de acordo com o disposto na Lei nº 9.492, de 10.09.97, no artigo 15, º 1º, e afixado em lugar visível na sede deste 3º Tabelionato de Protesto de Títulos de Belo Horizonte, na mesma data. HORÁRIO DE EXPEDIENTE: 09:00 às 11:00 e 12:00 às 17:00 horas. Belo Horizonte, 15 de julho de 2013. Cátia Helena da Silva - Escrevente 44 editais.

QUARTO TABELIONATO 4º TABELIONATO DE PROT. DE DOC. DE DÍVIDA DE B. HTE. - AV. ÁLVARES CABRAL, 970 - LOURDES - CEP: 30170-001 OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ART. 15, DA LEI 9492, DE 10 DE SETEMBRO DE 1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS OTIFICADAS PARA, NO PRAZO DE 03 (TRÊS) DIAS ÚTEIS, A CONTAR DA DATA DA PUBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONATO A FIM DE PAGAR OS DOCUMENTOS QUE SE SEGUEM, FICANDO DESDE JÁ INTIMADAS DE SEU PROTESTO, CASO NÃO O FAÇAM. PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO. NÃO SERÁ ACEITO NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO. PRAZO FINAL DE PAGAMENTO: 19/07/2013 ADRIANA ALVES DE CAMPOS, DOC. NÚM. 924.603.30600 DEVEDOR(A) DE UM(A) CERT.CRÉDITO.JUDIC. NUMERO 1353-2001-006-03-0, NO VALOR DE R$ 28.311,04, PORTADOR: 6a VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR: RUBENS FERNANDES DE ANDRADE SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.424 AMAZONAS COPIADORA E INFORMATICA LTDA., DOC. NÚM. 013.131.970/0001-78, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 433094-02, NO VALOR DE R$ 646,66, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: ARTEFATOS DE PAPEL LUCRI LTDA. SACADOR: ARTEFATOS DE PAPEL LUCRI LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.334

Devedor: 0144071CONSTRUTORA ATERPA LTDA, CNPJ/ CPF do Devedor: 17.162.983/0001-65, CREDOR: ALVORADA PEÇAS E ACESSORIOS LTDA-ME, Portador: BANCO DO BRASIL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 003085 02, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 7.066,67, Emissão: 10/06/2013, Vencimento: 03/07/2013, Apontamento: 31750032

ANDERSON CABECAS VICENTE, DOC. NÚM. 065.775.229-01 DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP.PRES. SER.P/INDIC NUMERO 2013/15759, NO VALOR DE R$ 1.249,97, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: LESSA HOTEL, SACADOR: LESSA HOTEL POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.399

Devedor: SDR CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 07.362.386/0001-20, CREDOR: PNEUSOLA PNEUS E PEÇAS SA, Portador: BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 000008467, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.544,00, Emissão: 08/04/2013, Vencimento: 08/05/2013, Apontamento: 31750052

ANDRE LUIZ CAETANO, DOC. NÚM. 254.759.836-15 DEVEDOR(A) DE UM(A) CERT.CRÉDITO.JUDIC. NUMERO 1353-2001-006-03-0, NO VALOR DE R$ 28.311,04, PORTADOR: 6a VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR: RUBENS FERNANDES DE ANDRADE SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.424

Devedor: LALA CALÇADOS & MODAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 01.782.958/0001-44, CREDOR: CALÇADOS FURLANETTO LTDA, Portador: BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 017201/1, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 873,67, Emissão: 02/04/2013, Vencimento: 01/07/2013, Apontamento: 31750057

ANGELA MARIA LOPES, DOC. NÚM. 958.976.156-91, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 87463547365, NO VALOR DE R$ 182,89, PORTADOR: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL-SECULO, CREDOR: ADM PROMOTORA DE CRÉDITOS ANALISES LTDA. SACADOR: ADM PROMOTORA DE CRÉDITOS ANALISES LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.225

Devedor: GO BRITO SONDAGENS S/A, CNPJ/CPF do Devedor: 07.899.139/0001-68, CREDOR: IRENEU REINA EPP, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 0588, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 2.470,00, Emissão: 06/06/2013, Vencimento: 01/07/2013, Apontamento: 31750064 Devedor: CONSTRUTORA TECPLUS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 11.145.665/0001-00, CREDOR: RAMONVAN SERV E PEÇAS LTDA, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 6741/, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 220,00, Emissão: 21/05/2013, Vencimento: 15/06/2013, Apontamento: 31750067 Devedor: CONSTRUTORA BORGES SALOMAO LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 19.820.513/0001-77, CREDOR: FERRAGENS MINEIRA LTDA, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 5.118, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 530,70, Emissão: 29/05/2013, Vencimento: 29/06/2013, Apontamento: 31750080 Devedor: CONSTRUTORA GMAIA LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 05.346.072/0001-09, CREDOR: CENTRALBETON LTDA, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 1735201, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.287,00, Emissão: 29/05/2013, Vencimento: 28/06/2013, Apontamento: 31750086 Devedor: CAIO ANDRADE ALCANTARA, CNPJ/CPF do Devedor: 103.362.766-64, CREDOR: CENTRALBETON LTDA, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 429513, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.482,00, Emissão: 23/05/2013, Vencimento: 22/06/2013, Apontamento: 31750098 Devedor: KELTLE COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA ME, CNPJ/CPF do Devedor: 13.223.016/0001-05, CREDOR: FRIOMINAS MAQUINAS REPRES LTDA, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 1003167502, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 367,87, Emissão: 26/04/2013, Vencimento: 21/06/2013, Apontamento: 31750107 Devedor: LPS COMÉRCIO DE ROUPAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 09.218.169/0001-97, CREDOR: BEIJA FLOR COMÉRCIO E DISTRIBUICAO DE EM, Portador: BANCO BRADESCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 1516, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 510,00, Emissão: 04/06/2013, Vencimento: 04/07/2013, Apontamento: 31750109 Devedor: TRATORCOLT TRATORES E PEÇAS LTDA, CNPJ/CPF do Devedor: 10.493.841/0001-31, CREDOR: METISA METALURGICA TIMBOENSE SA, Portador: HSBC BANK BRASIL S.A. - BANCO MULTIPLO, CREDOR Endossante: METISA METALURGICA TIMBOENSE S.A. - Espécie: DMI, Número do Título: 11242930, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.645,37, Emissão: 09/05/2013, Vencimento: 04/07/2013, Apontamento: 31750133

ANTUNES & CASTRO RESTAURANTE E ESPETERIA GORUMET L, DOC. NÚM. 017.992.635/0001-15, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 4000058150, NO VALOR DE R$ 509,02, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: IDEAL GLOBAL SISTEMAS DE HIGIENE LTDA. SACADOR: IDEAL GLOBAL SISTEMAS DE HIGIENE LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.320 CAFÉ NOVA SUISSA LTDA., DOC. NÚM. 065.126.039/000103, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 2013/14, NO VALOR DE R$ 708,00, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: THOCO MANUTENÇÃO P EIRELI ME SACADOR: THOCO MANUTENÇÃO P EIRELI ME POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.340 CARLOS ALBERTO CAETANO DENUCCI, DOC. NÚM. 764.368.616-53, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 54G, NO VALOR DE R$ 585,33, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: LIDERANCA DIESEL LTDA. ME SACADOR: LIDERANCA DIESEL LTDA. ME POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.328 CASA DE CARNES HORTO, DOC. NÚM. 042.822.163/000108 DEVEDOR(A) DE UM(A) CERT.CRÉDITO.JUDIC. NUMERO 1353-2001-006-03-0, NO VALOR DE R$ 28.311,04, PORTADOR: 6ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR: RUBENS FERNANDES DE ANDRADE SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.424 CLAUDIO JOSE FERNANDES, DOC. NÚM. 292.810.59649 DEVEDOR(A) DE UM(A) CERT.CRÉDITO.JUDIC. NUMERO 0095-2011-006-03-0, NO VALOR DE R$ 1.682,17, PORTADOR: 6a VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR: FABIO DA SILVA SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.426 COMERCIAL ISMAIL JUNIOR LTDA., DOC. NÚM. 010.409.871/0001-17, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 057243E, NO VALOR DE R$ 5.428,80, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: BLUE BAY COMERCIAL LTDA., SACADOR: BLUE BAY COMERCIAL LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.128 CR & F EMPREENDIMENTOS E CONSTRUCOES LTDA., DOC. NÚM. 000.469.933/0001-22 DEVEDOR(A) DE UM(A) CERT.CRÉDITO.JUDIC. NUMERO 0095-2011-006-03-0, NO VALOR DE R$ 1.682,17, PORTADOR: 6a VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR: FABIO DA SILVA SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.426 D M B COMÉRCIO DE BOLSAS E CALÇADOS, DOC. NÚM. 007.993.610/0001-82, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 0003695/13A, NO VALOR DE R$ 973,70, PORTADOR: BCO BRASIL SA-CARIJÓS, CREDOR: CALÇADOS GASPARINI LTDA. - EPP SACADOR: CALÇADOS GASPARINI LTDA. - EPP POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.096

Devedor: LUIZ CLAUDIO DE FREITAS BRITO, CNPJ/CPF do Devedor: 052.359.966-82, CREDOR: BV FINANCEIRA S/A - CRED, FIN E INVESTIMENTO, Portador: NOTARIAL NEGÓCIOS E SERVIÇOS LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: CBI, Número do Título: 109699216, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.518,21, Emissão: 13/08/2012, Vencimento: 13/03/2013, Apontamento: 31750136

DAVIDSON TADEU FERREIRA MACEDO, DOC. NÚM. 041.195.436-92, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 1110757, NO VALOR DE R$ 240,00, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: FOLHAMATIC TEC SIST S.A, SACADOR: FOLHAMATIC TEC SIST S.A POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.288

Devedor: TATIANA CELIA SANTIAGO SILVA, CNPJ/CPF do Devedor: 110.677.846-40, CREDOR: BV FINANCEIRA S/A - CRED, FIN E INVESTIMENTO, Portador: NOTARIAL NEGÓCIOS E SERVIÇOS LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: CBI, Número do Título: 610395595, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.050,38, Emissão: 20/12/2012, Vencimento: 20/03/2013, Apontamento: 31750137

DEIVISON NELSON FERREIRA, DOC. NÚM. 034.751.67697, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 07/10, NO VALOR DE R$ 500,00, PORTADOR: BCO MERCANTIL DO BRASIL SA-TUPINAMBAS, CREDOR: GELOSO PARTICIPACOES LTDA. SACADOR: GELOSO PARTICIPACOES LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.405

Devedor: WALMIR LEPORATE BARROSO, CNPJ/CPF do Devedor: 294.621.506-72, CREDOR: CREDIFIBRA S.A, Portador: NOTARIAL NEGÓCIOS E SERVIÇOS LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: CBI, Número do Título: 2395279/11, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 746,42, Emissão: 29/07/2011, Vencimento: 29/01/2012, Apontamento: 31750138

DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS MEDIVITA LTDA., DOC. NÚM. 002.995.043/0001-80, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 006611-002, NO VALOR DE R$ 3.266,34, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: MARK MED INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA., SACADOR: MARK MED INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.378

Devedor: DOLABELA E SILVA INDÚSTRIA E C, CNPJ/CPF do Devedor: 03.263.511/0001-94, CREDOR: CONTABILIDADE PROGRESSO LTDA, Portador: ITAÚ UNIBANCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: COB0001161, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 169,50, Emissão: 18/06/2013, Vencimento: 02/07/2013, Apontamento: 31750151 Devedor: TRATORCOLT TRATORES E PCS LTDA, CNPJ/ CPF do Devedor: 10.493.841/0001-31, CREDOR: METALURGICA ODRAUDE IND COM LT, Portador: ITAÚ UNIBANCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 18787.B, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 580,07, Emissão: 07/03/2013, Vencimento: 05/07/2013, Apontamento: 31750180

E C SILVA LOCACAO E TERRAPLENAGEM, DOC. NÚM. 008.101.403/0001-39 DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP.PRES. SER.P/INDIC NUMERO 889/A, NO VALOR DE R$ 2.187,25, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: J A C HIDRAULICA LTDA., SACADOR: J A C HIDRAULICA LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.400 FLAVIA SOARES CORDEIRO, DOC. NÚM. 100.995.04600, DEVEDOR(A) DE UM(A) CED. CRED.B. P/ INDIC. NÚMERO 901133470-4, NO VALOR DE R$ 1.683,90, PORTADOR: TOLEDO PIZA ADVOGADOS ASSOCIADOS, CREDOR: BANCO FICSA SA SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4748.784

Devedor: DORAVANTE INDÚSTRIA E COMÉRCIO, CNPJ/ CPF do Devedor: 01.325.070/0001-82, CREDOR: ESTAMPARIA INDL ARATELL LTDA, Portador: ITAÚ UNIBANCO S.A., CREDOR Endossante: Espécie: DMI, Número do Título: 4846-002, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.465,48, Emissão: 17/04/2013, Vencimento: 03/06/2013, Apontamento: 31750195

GEOBRITO SONDAGENS SA, DOC. NÚM. 007.899.139/0001-68, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 477/01, NO VALOR DE R$ 70,00, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: LABORAL MEDICINA HIGIENE TRABALHO, SACADOR: LABORAL MEDICINA HIGIENE TRABALHO POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.266

Devedor: NELSON AUGUSTO RODRIGUES QUEIROZ, CNPJ/CPF do Devedor: 019.339.746-30, CREDOR: JPAR DISTRIBUIDORA DE VEICULOS LTDA., Portador: JPAR DISTRIBUIDORA DE VEICULOS LTDA., CREDOR Endossante: Espécie: CH, Número do Título: 850025, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 1.490,00, Emissão: 08/03/2013, Vencimento: 08/04/2013, Apontamento: 31750236

GEOSOLOS FUNDACOES E CONSTRUCOES LTDA., DOC. NÚM. 071.158.307/0001-63, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUPLICATA MERCANTIL NUMERO 124361/1, NO VALOR DE R$ 1.477,20, PORTADOR: TUMA COMERCIAL LTDA., CREDOR: TUMA COMERCIAL LTDA. SACADOR: TUMA COMERCIAL LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.053

Devedor: ANDREIZA DA GRACA INOCENCIO, CNPJ/CPF do Devedor: 054.121.836-03, CREDOR: IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA., Portador: IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA., CREDOR Endossante: TRANSZANONI TRANSPORTES COM. LTDA ME - Espécie: CH, Número do Título: SA-000105, Motivo: falta de pagamento, Valor: R$ 2.150,00, Emissão: 23/04/2013, Vencimento: 27/05/2013, Aponta­ mento: 31750830

GOLDEN SHOES COMÉRCIO CALÇADOS E ACESSÓRIOS LTDA., DOC. NÚM. 016.776.507/0001-71, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 372-CO, NO VALOR DE R$ 3.940,42, PORTADOR: BCO BRASIL SA-CARIJÓS, CREDOR: BANMINAS FINANCAS LTDA., SACADOR: INOVA INDÚSTRIA E COMÉRCIO CALÇADOS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.108

GUILHERME FERNANDES DA SILVA, DOC. NÚM. 017.605.406/0001-09, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 062525/A, NO VALOR DE R$ 183,90, PORTADOR: BCO BRASIL SA-CARIJÓS, CREDOR: RESMA COMÉRCIO DE PAPEIS LTDA. SACADOR: RESMA COMÉRCIO DE PAPEIS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.063 IC ICOMANG INDÚSTRIA COMÉRCIO LTDA., DOC. NÚM. 003.374.439/0001-72, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 8453/13, NO VALOR DE R$ 693,00, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA., SACADOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.126 IVAN MARCIO MARIANO, DOC. NÚM. 012.954.958/000109, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 19564-1-1, NO VALOR DE R$ 562,55, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: BELLUNO FUNDO INVESTIMENTO EM DIREITOS CRÉDITORIOS SACADOR: NEKI CONFECÇÕES LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.201 IVAN MATOS NUNES, DOC. NÚM. 130.310.316-87, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 29477, NO VALOR DE R$ 213,00, PORTADOR: BCO BRASIL SA-CARIJÓS, CREDOR: RMN SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS LTDA. ME, SACADOR: RMN SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS LTDA. ME POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.066 J P DISTRIBUIDORA PRODUTOS DE LIMPEZA LTDA., DOC. NÚM. 000.070.518/0001-00, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 0000046642, NO VALOR DE R$ 213,60, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: CEREALISTA DIAMANTE LTDA. SACADOR: CEREALISTA DIAMANTE LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.283 JOAO CARLOS PEREIRA DE CASTRO, DOC. NÚM. 007.369.886-53, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 898, NO VALOR DE R$ 137,36, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: EUROINJET INJDE PLASTICOS LTDA., SACADOR: EUROINJET INJ DE PLASTICOS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.273 LAENDER DA SILVA SOARES, DOC. NÚM. 040.387.83650, DEVEDOR(A) DE UM(A) CED. CRED. B. P/ INDIC. NÚMERO 998721567-1, NO VALOR DE R$ 4.372,80, PORTADOR: TOLEDO PIZA ADVOGADOS ASSOCIADOS, CREDOR: BANCO FICSA SA SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4748.786 LALA CALACADOS E MODAS LTDA. DOC. NÚM. 001.782.958/0001-44, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 3686/1/5, NO VALOR DE R$ 804,85, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: NELLY SCHNEIDER -ME-, SACADOR: NELLY SCHNEIDER -ME- POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.152 LUCIANO MARTINS GANDRA, DOC. NÚM. 012.627.11789, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 0000142852, NO VALOR DE R$ 439,99, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: TERGILENE ARTE E METAIS LTDA. SACADOR: TERGILENE ARTE E METAIS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.314 LX DISTRIBUIDORA LTDA. -ME-, DOC. NÚM. 014.010.897/0001-49, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 4140/3, NO VALOR DE R$ 391,32, PORTADOR: BCO BRASIL SA-CARIJÓS, CREDOR: FIT PACK COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. EPP SACADOR: FIT PACK COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. EPP POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4747.889 MARCUS RICARDO DE SOUZA, DOC. NÚM. 107.544.21686, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 13108, NO VALOR DE R$ 126,00, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: FREIOS RAPIDOS LTDA. SACADOR: FREIOS RAPIDOS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.182 MINAS MAR LOCACOES E EQUIPAMENTOS, DOC. NÚM. 003.037.511/0001-76 DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP.PRES. SER.P/INDIC NUMERO 000485-B, NO VALOR DE R$ 788,00, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: LIDER SAUDE S O LTDA. ME, SACADOR: LIDER SAUDE S O LTDA. ME POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.396 NETIMOVEIS BELO HORIZONTE DOC. NÚM. 005.093.129/0001-05, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 3358, NO VALOR DE R$ 46,90, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: FORNECEDORA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO OLIVEIRA LTDA., SACADOR: FORNECEDORA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO OLIVEIRA LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.261 OTO CALÇADOS LTDA., DOC. NÚM. 016.638.900/0001-07 DEVEDOR(A) DE UM(A) NOTA PROMISSORIA NUMERO 20, NO VALOR DE R$ 5.532,04, PORTADOR: IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA., CREDOR: IB ASSESSORIA MERCANTIL LTDA. SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.416 PRATINOX INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA., DOC. NÚM. 001.890.012/0001-00, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 8629/13, NO VALOR DE R$ 877,00, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA., SACADOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. POR FALTA DE: PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.122 RADICAL CENTER LTDA., DOC. NÚM. 005.379.884/000150, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 7824, NO VALOR DE R$ 330,00, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: DIRIFLUX MERCANTIL LTDA. ME SACADOR: DIRIFLUX MERCANTIL LTDA. ME POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.299 RICARDO ARLINDO DA SILVA, DOC. NÚM. 040.235.26614, DEVEDOR(A) DE UM(A) CED. CRED.B. P/ INDIC. NÚMERO 998637153-3, NO VALOR DE R$ 1.703,35, PORTADOR: TOLEDO PIZA ADVOGADOS ASSOCIADOS, CREDOR: BANCO FICSA SA SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4748.787 ROGERIO VIERIA FERNANDES, DOC. NÚM. 164.727.48691 DEVEDOR(A) DE UM(A) CERT.CRÉDITO.JUDIC. NUMERO 0095-2011-006-03-0, NO VALOR DE R$ 1.682,17, PORTADOR: 6a VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE, CREDOR: FABIO DA SILVA SACADOR: POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.426 ROMERIO VIDAL DE CARVALHO DOC. NÚM. 355.067.506-25, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 48755/48756, NO VALOR DE R$ 852,50, PORTADOR: BCO BRASIL SA-CARIJÓS, CREDOR: MADEGEM COMÉRCIO DE MADEIRAS LTDA., SACADOR: MADEGEM COMÉRCIO DE MADEIRAS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.094 SELV SERVIÇOS ESPECIALIZADOS. EM LINHA VIVA, DOC. NÚM. 002.724.613/0001-05, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 2046-E, NO VALOR DE R$ 3.025,80, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: ESPIRAL ANDAIMES E ESTRUTURAS TUBULARES SACADOR: ESPIRAL ANDAIMES E ESTRUTURAS TUBULARES POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.191 SOLDAMAX INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA., DOC. NÚM. 017.692.057/0001-00, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 4140/3, NO VALOR DE R$ 23.410,82, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: BANCO FIBRA SA SACADOR: PCP PRODUTOS SIDERURGICOS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.386 TEC LINK TELECOMUNICACOES LTDA., DOC. NÚM. 006.197.125/0002-10, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 3946/005, NO VALOR DE R$ 2.035,00, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: ZK SOFTWARE, SACADOR: ZK SOFTWARE POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.369 TIAGO DANIEL PEREIRA, DOC. NÚM. 092.608.856-47, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 01273-02, NO VALOR DE R$ 552,50, PORTADOR: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL-SECULO, CREDOR: AUTO MOLAS E PEÇAS M N F LTDA. SACADOR: AUTO MOLAS E PEÇAS M N F LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.236 UCEFA USINAGEM TEC E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS LTDA., DOC. NÚM. 009.086.611/0001-79, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 8624, NO VALOR DE R$ 710,00, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA., SACADOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.123 UCEFA USINAGEM TEC E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS LTDA., DOC. NÚM. 009.086.611/0001-79, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 8567/13, NO VALOR DE R$ 700,00, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA., SACADOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.124

VIA F E J FRAGANCIAS LTDA. DOC. NÚM. 009.655.547/0001-08, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 00001987/A, NO VALOR DE R$ 1.890,28, PORTADOR: ITAU UNIBANCO S.A., CREDOR: FUNDO INV DIREITOS CRED MULTISETORIAL GRANCRED, SACADOR: IPEC INDÚSTRIA DE PERFUMES E COSMETICOS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.366 BELO HORIZONTE, 15 DE JULHO DE 2013 TABELIÃ: ELZA TEREZINHA FREIRE 51 editais.

TABELIONATO DE CONTAGEM TABELIONATO DE PROTESTOS DE TÍTULOS DE CONTAGEM - COMARCA DE CONTAGEM - ESTADO DE MINAS GERAIS Av. José Faria da Rocha, nº 4011 - Bairro - Eldorado - CEP: 32310-210 - CONTAGEM-MG - Telefone: (31) 2565-0794 - fax: (31) 2567-0743 - e-mail: cartoriocontagem@yahoo.com.br Nancy Raquel Dutra Felipetto Malta - Tabeliã EDITAL DE INTIMAÇÕES Prazo final para pagamento: 19/07/2013 OCORRENDO AS HIPÓTESES DO ARTIGO 15 DA LEI 9492 DE 10/09/1997, FICAM AS PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS ABAIXO RELACIONADAS NOTIFICADAS PARA, NO PRAZO DE (3) TRÊS DIAS, A CONTAR DA DATA DE PUBLICAÇÃO DESTE, VIREM A ESTE TABELIONATO A FIM DE PAGAR, ACEITAR OU DEVOLVER OS TÍTULOS QUE SE SEGUEM, OU DAREM AS RAZÕES POR QUE NÃO O FAZEM, FICANDO DESDE JÁ NOTIFICADOS DE SEU PROTESTO, CASO NÃO O FAÇAM. PROFI 5 PRODUTOS PROFISSIONAIS, doc. núm.: 15.662.775/0001-08, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 21.484/01, no valor de R$ 850,17, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: BANCO DAYCOVAL S A, sacador: INDUSTRIAL REX LTDA., falta de pagamento. Protocolo: 2078534 PADARIA E CONFEITARIA LUCIANA LTDA., doc. núm.: 07.776.170/0001-01, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 0017822201, no valor de R$ 125,07, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: SINDI-SISTEMA INTEGRADO DE DISTR, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2079839 ZHEYLLAMAKSSAN VIEIRA RODRIGUES 04911658, doc. núm.: 14.690.128/0001-39, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 0000000024B, no valor de R$ 3.445,96, portador: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - Ag. Contagem/MG, e credor: TEMPER BH VIDROS LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080018 OPTICAL LIDER CLASSIC LTDA., doc. núm.: 11.489.610/0001-17, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 63479/1, no valor de R$ 57,65, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: OPITIMINAS COM OPTICO LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080043 OPTICAL LIDER CLASSIC LTDA., doc. núm.: 11.489.610/0001-17, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 62428/2, no valor de R$ 70,50, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: OPITIMINAS COM OPTICO LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080044 TOTAL MAT ELET E HIDRAULICOS L, doc. núm.: 14.169.911/0001-51, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 167851/1, no valor de R$ 232,50, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: REDFACTOR FACTORING FOM. COML L, sacador: ELETRO COML MEDRADO LTDA., falta de pagamento. Protocolo: 2080064 MANG STAR MANGUEIRAS E CONEXAO, doc. núm.: 08.422.455/0001-07, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 7225/5, no valor de R$ 307,18, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HYLIK DO BRASIL LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080069 SECURITY VIEW EQUIPAMENTOS DE SEGURANCA, doc. núm.: 06.200.171/0001-40, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 79169/2, no valor de R$ 1.577,50, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: NILKO TECNOLOGIA LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080161 RIOUNI TRANSPORTE DE CARGAS S/A, doc. núm.: 06.925.462/0002-87, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 1047-A, no valor de R$ 431,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: VM AUTO PEÇAS LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080187 OTALIA LUCINA LOPES, doc. núm.: 477.592.916-04, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: MC 397123, no valor de R$ 20,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: NEW KENKO ORIENTAL MOVEIS E COLC, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080191 SIRLENE RODRIGUES DA SILVA, doc. núm.: 080.845.38667, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 0028838701, no valor de R$ 130,59, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: DECMINAS DISTRIBUICAO E LOGISTIC, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080216 BRUNO DA SILVA NETO, doc. núm.: 17.139.142/0001-37, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 000213D, no valor de R$ 500,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: RM FOMENTO MERCANTIL LTDA., sacador: EXPRESSO CONTABIL NOVA ALIANCA LTDA., falta de pagamento. Protocolo: 2080258 IVANILTON BARBOSA DE OLIVEIRA, doc. núm.: 041.159.226-21, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 21906/13, no valor de R$ 750,00, portador: BANCO DO BRASIL S.A. - Ag. Cidade INDUSTRIAL, e credor: ALL MIDIA COMERCIAL LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080343 JOAO GONÇALVES MENDES, doc. núm.: 081.142.196-10, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 0000107, no valor de R$ 2.985,00, portador: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - Ag. Contagem/MG, e credor: TOTAL COMÉRCIO MAT DE CONSTRUÇÃO, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080446 REGINA HELENA DE OLIVEIRA, doc. núm.: 630.966.68604, devedor(a) de um(a) CHEQUE, número: 000036-1, no valor de R$ 1.200,00, portador: GERALDO WILLIAM DA SILVA, e credor: GERALDO WILLIAM DA SILVA, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080456 SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00038626, no valor de R$ 68,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080472 ACSER AUTOMACAO COMÉRCIO E SER, doc. núm.: 07.112.834/0001-38, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 1546--03, no valor de R$ 101,01, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: CESTCON C ESP S TRAB CONT LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080476 ALM USINAGEM INDL LTDA. ME, doc. núm.: 20.445.821/0001-49, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 02040289.0, no valor de R$ 108,56, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: POLIMETAL LIGAS E METAIS LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080480 SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00038619, no valor de R$ 140,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080486 SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00038462, no valor de R$ 161,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080487 KVA SERVICE E LOCACOES LTDA. ME, doc. núm.: 71.469.100/0001-00, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 02040456.0, no valor de R$ 207,02, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: POLIMETAL LIGAS E METAIS LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080494

ULTRATECH EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES, DOC. NÚM. 005.258.506/0001-19, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 414713, NO VALOR DE R$ 2.472,83, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: CENTRALBETON LTDA. SACADOR: CENTRALBETON LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.174

SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00038817, no valor de R$ 280,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080499

ULTRATECH EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES, DOC. NÚM. 005.258.506/0001-19, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 414213, NO VALOR DE R$ 2.063,97, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: CENTRALBETON LTDA. SACADOR: CENTRALBETON LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.175

SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00038463, no valor de R$ 314,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080500

VALDEMIR L DE JESUS, DOC. NÚM. 016.595.673/000171, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 9748-4, NO VALOR DE R$ 963,92, PORTADOR: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL-SECULO, CREDOR: M A PERES -ME- SACADOR: M A PERES -ME- POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.241

SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00038656, no valor de R$ 315,90, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080501

VALOVITRA ELETROMECANICA LTDA., DOC. NÚM. 005.874.849/0001-08, DEVEDOR(A) DE UM(A) DUP. VEN. MER. P/ INDIC. NÚMERO 8566/13, NO VALOR DE R$ 820,00, PORTADOR: BCO BRADESCO SA-CENTRO, CREDOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA., SACADOR: METALBRONZE COMÉRCIO DE METAIS LTDA. POR FALTA DE PAGAMENTO. PROTOCOLO: 4749.125

KESLLEY JESUS PEREIA MACHADO, doc. núm.: 122.240.856-21, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 010383, no valor de R$ 369,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: ADMINISTRADORA CAR S LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080505

SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00038178, no valor de R$ 422,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080509 NATHAN EDITORA GRAFICA LTDA., doc. núm.: 11.984.488/0001-55, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 0032998/01, no valor de R$ 456,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: SUZANO PAPEL E CELULOSE, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080511 ALM USINAGEM INDL LTDA. ME, doc. núm.: 20.445.821/0001-49, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 02040287.0, no valor de R$ 731,18, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: POLIMETAL LIGAS E METAIS LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080527 RODOVIARIO RAMOS LTDA., doc. núm.: 25.100.223/000402, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: ND1547, no valor de R$ 1.449,92, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: MONYTEL S A, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080544 SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00037863, no valor de R$ 1.880,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080550 SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 00037818, no valor de R$ 2.084,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: HIDRAU M M E CONEXOES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080553 UNIARTE TUBOLAR INDÚSTRIA E CO, doc. núm.: 07.254.599/0001-39, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 009265/ BC, no valor de R$ 3.589,71, portador: BANCO ITAU S/A AG. CONTAGEM, e credor: LAUD IND COM ARAMES LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080560 GMW LOGISTICA, DISTRIBUIÇÃO E, doc. núm.: 06.238.568/0001-21, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS POR INDICAÇÃO, número: 401022503E, no valor de R$ 200,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: CRED MHS LIMITADA, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080572 FORMATO IND. COM LTDA., doc. núm.: 07.892.020/000163, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS POR INDICAÇÃO, número: 2806, no valor de R$ 339,00, portador: BANCO ITAU S/A - AG. CONTAGEM, e credor: ALPHAINFO TECNOLOGIA LTDA., sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080576 CENTRAL PARAFUSOS COMÉRCIO LTDA. - ME, doc. núm.: 13.653.348/0001-20, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 0040905/03, no valor de R$ 4.946,70, portador: HSBC BANK BRASIL S.A. - BANCO MULTIPLO - Ag. Cid. INDUSTRIAL, e credor: HSBC BANK BRASIL S/A BANCO MULTI, sacador: C A T BISCONTI, falta de pagamento. Protocolo: 2080595 VALDEIR DE OLIVEIRA SANTOS, doc. núm.: 935.945.26615, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: NP42358109, no valor de R$ 435,00, portador: BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A., e credor: PNEULINK IMPORTACAO E COMÉRCIO D, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080620 MERCANTIL GAIVOTA LTDA., doc. núm.: 04.613.850/000205, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 3186, no valor de R$ 5.837,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: BANCO RURAL SA, sacador: PRODUTOS KURUMIN LTDA., falta de pagamento. Protocolo: 2080636 CLEDINA SILVA NETO, doc. núm.: 981.224.606-15, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: S000000127, no valor de R$ 1.600,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: ROTA EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIO, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080652 FORMATO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE TANQUES, doc. núm.: 07.892.020/0001-63, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 2013001385, no valor de R$ 1.824,53, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: LAVA LUVAS INDÚSTRIA E COMÉRCIO, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2080655 MERCADO DONA AMELIA LTDA., doc. núm.: 02.914.483/0001-65, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 0055731901, no valor de R$ 909,50, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: RED FIDC MULTISETORIAL LP, sacador: UNIBEV INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE BEBIDAS S, falta de pagamento. Protocolo: 2080657 SOTEGE ENGENHARIA LTDA., doc. núm.: 26.391.102/0001-79, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 222 BHS, no valor de R$ 6.500,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: GIOVANI FOSSALI MAGALHAES ME, sacador: BH SUL SERVIÇOS E PEÇAS LTDA. ME, falta de pagamento. Protocolo: 2080667 SECURITY VIEW EQUIPAM DE SEG LTDA., doc. núm.: 06.200.171/0001-40, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 169C.3, no valor de R$ 1.995,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: BANCO CITIBANK S.A, sacador: POSONIC DO BRASIL LTDA., falta de pagamento. Protocolo: 2080673 APOLO SISTEMAS DE SEG LTDA., doc. núm.: 07.326.649/0001-46, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: 1719B, no valor de R$ 986,90, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: LOTUS INDÚSTRIA ELETRONICA SISTE, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2081045 NUTRICAO E SAUDE LTDA., doc. núm.: 09.298.494/000107, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: S000000795, no valor de R$ 900,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: EMPADA MINEIRA COMÉRCIO DE ALIME, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2081052 NUTRICAO E SAUDE LTDA., doc. núm.: 09.298.494/000107, devedor(a) de um(a) DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICAÇÃO, número: S000000794, no valor de R$ 900,00, portador: BANCO BRADESCO S.A. - Ag Cid. INDUSTRIAL, e credor: EMPADA MINEIRA COMÉRCIO DE ALIME, sacador: O CREDOR, falta de pagamento. Protocolo: 2081053 CONTAGEM, 16 de julho de 2013. Nancy Raquel Dutra Felipetto Malta - Tabeliã 45 editais.

TABELIONATO DE NOVA LIMA TABELIONATO DE PROTESTOS DE DOCUMENTOS DE NOVA-LIMA - TABELIÃO BEL. ALOÍSIO SALES WARDI RUA DOMINGOS RODRIGUES, Nº 185 - TEL: 3541-1061 CENTRO - NOVA LIMA - MG Ocorrendo as hipóteses do Artigo 15, da Lei nº 9.492, de 10/09/1997, ficam as pessoas físicas e jurídicas abaixo relacionadas, notificadas para no prazo de até 03(três) dias, a contar da data da publicação deste, virem a este tabelionato a fim de pagar os documentos que se seguem, ficando desde já intimadas de seus protestos, caso não os façam. PARA PAGAMENTO SOMENTE NO TABELIONATO NO ENDEREÇO ACIMA. NÃO SE ACEITA NENHUM OUTRO MEIO DE PAGAMENTO. Prazo final para pagamento: 19/07/2013 JULIANO PARIZZI CARSALADE -, CNPJ: 06.331.153/000106, sacado de uma duplicata Nº DMI001785552001 no valor de R$2.208,86 por falta de pagamento apresentado por BANCO DO BRASIL S/A dado a favor de SPAL INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BEBIDAS S.A. Protocolo: nº 165657. MKL CONSULTING LTDA, CNPJ: 04.845.262/0001-08, sacado de uma duplicata Nº DMI0004577900 no valor de R$187,50 por falta de pagamento apresentado por BANCO DO BRASIL S/A dado a favor de COFERMETA S/A. Protocolo: nº 165664. FERROSIDER METALMEC NICA LTDA, CNPJ: 03.386.326/0005-10, sacado de uma duplicata Nº 06705 no valor de R$494,01 por falta de pagamento apresentado por CAIXA ECONÔMICA FEDERAL dado a favor de SANTA IZABEL EXTRACAO LTDA. Protocolo: nº 165613. FELIPE DE PAULA DINIZ, CPF: 096.666.456-61, sacado de uma duplicata Nº 44/55 no valor de R$290,46 por falta de pagamento apresentado por BANCO MERCANTIL DO BRASIL S/A dado a favor de GELOSO PARTICIPAÇOES LTDA. Protocolo: nº 165622. FERNANDO MARCOS MARTINS DE OLIVEIRA, CPF: 043.985.036-33, sacado de uma duplicata Nº 49/72 no valor de R$432,08 por falta de pagamento apresentado por BANCO MERCANTIL DO BRASIL S/A dado a favor de GELOSO PARTICIPAÇÕES LTDA. Protocolo: nº 165623. BRIGIDO AUGUSTO ANTUNES, CPF: 714.805.286-68, sacado de uma duplicata Nº 840 no valor de R$2.700,00 por falta de pagamento apresentado por BANCO SANTANDER S/A dado a favor de IRMAOS DUARTE MATERIAIS DE CONSTRUÇAO LT. Protocolo: nº 165628. FLORES E MUITO MAIS LTDA ME, CNPJ: 12.498.912/000114, sacado de uma duplicata Nº 1627B no valor de R$2.009,50 por falta de pagamento apresentado por BANCO SANTANDER S/A dado a favor de WHAREHOUSE ARTES E DECORAÇOES LTDA. Protocolo: nº 165637. Nova-Lima, 16/07/2013. Bel. Aloísio Sales Wardi - Tabelião 07 editais.


23

Belo Horizonte, terça-feira, 16 de julho de 2013

LEGISLAÇÃO

TRABALHO

ICMS MARCELO CAMARGO/ABR

PGR ajuíza ADI contra benefícios unilaterais

Súmula do TST recebe críticas da indústria Validade de norma é contestada São Paulo — Sindicatos tir de agora, tenham uma representantes de diversos cautela muito grande nas setores da indústria brasi- negociações porque, depenleira participaram ontem de dendo do que negociarem, debate sobre negociações não vão poder mais voltar trabalhistas, na sede da atrás, ainda que o acordo Associação Brasileira de tenha expirado”, alertou. Máquinas e Equipamentos Segundo Pazzianotto, a (Abimaq), e se posicionaram m e d i d a p o d e p r e ju d i c a r contra a quem se preSúmula 277 tende benefido Tribunal ciar: os traba“É preciso haver Superior do lhadores. T r a b a l h o condições tanto para “ E s p r e m i d o ( T S T ) . A o empresário quanto c o n t r a a medida, adoparede, o ta da no ano para o trabalhador empregador passado, acaba demide renegociação, garante que tindo os funu m a n o r m a para poder ter essa cionários. Ele coletiva contiprefere arcar flexibilidade nue valendo com os custos dos tempos” após o fim de d e u m a seu prazo de demissão a vigência, se manter benenão for editada nova negoci- f í c i o s q u e n ã o s u p o r t a ação. durante uma situação econôQuem explicou a súmula mica adversa”, ressaltou. em palestra no evento foi o Para o ex-ministro, a súmula ex-ministro do Trabalho e é um obstáculo à negociação, ex-ministro do TST Almir pois desestimula a concessão Pazzianotto. “Recomendei de benefícios, uma vez que aos empresários que, a par- não se sabe como estará a

Humberto Barbato alerta que a legislação trabalhista é “muito engessada” situação econômica no decorrer do tempo. O diretor de relações trabalhistas do Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas (Sindimaq), Carlos Pastoriza, classificou de “barbaridade” a súmula. “Isso é uma barbaridade porque os tempos mudam. Em um determinado ano, o empregador pode ceder mais, mas, em outro, a situação econômica muda e é preciso haver condições tanto para o empresário quanto para o trabalhador de renegociação, para poder ter essa flexibilidade dos tempos”, argumentou. Promovido pelo Sindimaq e pelo Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Ele-

trônicos e Similares do Estado de São Paulo (Sinaees), o evento contou com a presença de 150 pessoas, entre elas o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (A nfavea), Luiz Moan, e representantes do Sindipeças e da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Tutela — A ideia era debater e levantar pontos para serem aprimorados em eventos subsequentes”, afirmou Pastoriza. Ele disse que nos próximos debates quer chamar autoridades do governo para mostrar que a legislação trabalhista responde por parte da perda de competiti-

vidade das empresas. “Precisamos flexibilizar as negociações, dar condições para que ocorra sem a tutela do Estado”, observou. O presidente do Sinaees, Humberto Barbato, também destacou a necessidade de melhorar as negociações trabalhistas. Para ele, a legislação hoje é “muito engessada”. “Se continuarmos engessados, estamos inviabilizando a indústria no Brasil”, advertiu. O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Cícero Mendonça, classificou o evento de “pontapé inicial salutar”. “Queremos menos intervenção do Estado em cima dos acordos obtidos entre as partes”, resumiu. (AE)

Brasília — A Procuradoria Geral da República (PGR) questiona, na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4990, ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF), a Lei nº 17.383/2011, do Estado de Goiás, que concede benefícios fiscais do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) à indústria produtora de componentes para aeronaves e montadora de avião, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Industrial de Goiás (Produzir). A lei autoriza o governador do Estado a outorgar créditos equivalentes a 92,53% do valor da parcela não incentivada do referido programa e de 98% do valor do saldo devedor do imposto correspondente à saída de partes e peças importadas do exterior. Concede, ainda, crédito outorgado para investimento em obras civis e na instalação de máquinas, equipamentos e instalações do empreendimento industrial, em montante não superior a R$ 90 milhões. Ainda de acordo com a lei, tal crédito deve ser apropriado no prazo de nove anos e pode ser utilizado para pagamento do ICMS normal e do devido por substituição tributária ou para transferência a outro contribuinte. Pode, também, ser utilizado diretamente na subtração do ICMS, após a aplicação do incentivo Produzir.

Alegações — A PGR alegaáDIA 20 ICMS — Declaração de Apuração e Informação do ICMS (Dapi 1) — contribuintes sujeitos à entrega: frigoríficos e abatedores de aves e de outros animais; laticínio; cooperativa de produtores de leite; produtor rural. Nota: Os prazos para transmissão de documentos fiscais pela Internet são os mesmos atribuídos às demais formas de entrega dos documentos fiscais previstos no RICMS-MG/2002. Tendo em vista ser uma obrigação acessória eletrônica e a inexistência de prazo para prorrogação quando a entrega cair em dia não útil, manteremos o prazo original de entrega (RICMS-MG/2002, anexo V, parte 1, artigo 162). ISSQN — Declaração Eletrônica de Serviços de Instituição Financeira (DES-IF) — módulo demonstrativo das partidas dos lançamentos contábeis — entrega anual — entrega do módulo demonstrativo das partidas dos lançamentos contábeis pelas instituições financeiras e equiparadas, autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (Bacen), e pelas demais pessoas jurídicas obrigada a utilizar o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro N acional (Cosif), com os dados referentes ao ano de 2012, contendo as informações das partidas dos lançamentos contábeis. ISSQN — DES-IF — módulo demonstrativo contábil — entrega anual — entrega do módulo demonstrativo contábil pelas instituições financeiras e equiparadas, autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (Bacen), e pelas demais pessoas jurídicas obrigada a utilizar o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), com os dados referentes ao ano de 2012, contendo os balancetes analíticos mensais e o demonstrativo de rateio de resultados internos. ISSQN — DES-IF — módulo mensal — entrega do módulo de apuração mensal do ISSQN, pelas instituições financeiras e equiparadas, autorizadas a funcionar pelo Banco

Central do Brasil (Bacen), e pelas demais pessoas jurídicas obrigadas a utilizar o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), com os dados referentes ao mês anterior (Decreto nº 13.471/2008) Nota: Este arquivo deverá ser entregue por meio do programa validador disponível no site da Prefeitura de Belo Horizonte, conforme determina a Portaria SMF no 11/2010. TFEP — Taxa de Fiscalização de Engenhos de Publicidade (TFEP) — recolhimento da 3ª parcela relativa ao exercício de 2013. TFRM-D — Declaração de Apuração da TRFM (TFRM-D) — entrega à SEF/MG pelas pessoas físicas e jurídicas que efetuarem vendas ou transferências entre estabelecimentos pertencentes ao mesmo titular do mineral ou minério, por meio do Sistema Integrado de Administração da Receita Estadual (Siare), disponibilizado no site da SEF.

DIA 22 ICMS — contribuinte/atividade econômica: cooperativas de produtores de leite. Nota: A data-limite para recolhimento do imposto foi prorrogada para o dia 22/07, pois o dia 20/07 é sábado, conforme determina o artigo 91 da parte geral do RICMS-MG/2002. ICMS — contribuinte/atividade econômica: frigorífico e abatedor de animais. Nota: A data-limite para recolhimento do imposto foi prorrogada para o dia 22.07, pois o dia 20/07 é sábado, conforme determina o artigo 91 da parte geral do RICMS-MG/2002. ICMS — contribuinte/atividade econômica: indústria de laticínio, quando preponderar saídas de queijo, requeijão, manteiga e leite em estado natural ou pasteurizado ou de leite “UHT (UAT)”. Nota: A data-limite para recolhimento do imposto foi prorrogada para o dia 22/07, pois o dia 20/07 é sábado, conforme determina o artigo 91 da Parte Geral do RICMS-MG/2002 ICMS — contribuinte/atividade

econômica: contribuinte classificado na posição 4753-9/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e signatários do protocolo firmado com o Estado. Nota: A data-limite para recolhimento do imposto foi prorrogada para o dia 22/07, pois o dia 20/07 é sábado, conforme determina o artigo 91 da Parte Geral do RICMS-MG/2002. ICMS — substituição tributária: nas saídas de mercadorias nas hipóteses previstas no RICMSMG/2002, anexo XV, artigos 86, IV, 87, parágrafo 1º e 92, parágrafo único. Nota: A data-limite para recolhimento do imposto foi prorrogada para o dia 22/07, pois o dia 20/07 é sábado, conforme determina o artigo 91 da parte geral do RICMS-MG/2002. ISSQN — empresas de transporte coletivo — recolhimento do imposto relativo às receitas provenientes da Câmara de Compensação Tarifária, correspondente aos fatos geradores ocorridos no mês anterior. Notas: 1) O documento de arrecadação do município de Belo Horizonte não possui denominação específica. Os contribuintes pessoas jurídicas poderão emitir a guia de recolhimento através do sistema BH ISS Digital (internet). 2) Nos casos em que o dia de vencimento ou o prazo de recolhimento recaírem em final de semana ou feriado, prevalecerá, para todos os efeitos, o dia útil subsequente (Código Tributário Nacional, artigo 210). ISSQN — Declaração Eletrônica de Serviços (DES) — entrega da Declaração Eletrônica de Serviços (DES) pelas pessoas jurídicas estabelecidas no Município de Belo Horizonte, correspondente aos fatos geradores ocorridos no mês anterior. Nota: A transmissão deste arquivo magnético será através do site da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio do sistema BH ISS Digital.

DIA 23 ICMS — operações interestaduais com combustíveis derivados

de petróleo e com álcool etílico anidro carburante (Scanc) — refinaria de petróleo e suas bases, nas operações com combustível derivado de petróleo, nos casos de repasse (imposto retido por outros contribuintes) deverá entregar as informações relativamente ao mês imediatamente anterior, das operações interestaduais que promover com combustíveis derivados de petróleo ou com álcool etílico anidro carburante.

DIA 25 ICMS — contribuinte/atividade econômica: venda de café cru em grão realizada em bolsa de mercadorias ou de cereais pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com intermediação do Banco do Brasil, referente aos fatos geradores ocorridos no 2º decêndio de Julho, ou seja, no período de 11 a 20/07/2013. ICMS — Escrituração Fiscal Digital (EFD) — entrega do arquivo relativo à Escrituração Fiscal Digital (EFD), contendo as informações dos fatos geradores ocorridos no mês anterior, pelos contribuintes relacionados no Anexo XII do Protocolo ICMS nº 77/2008. ICMS — contribuinte/atividade econômica: produtor rural. ICMS — contribuinte/atividade econômica: quando a responsabilidade for atribuída ao destinatário, contribuinte do ICMS, que adquirir leite in natura ou seus derivados, relacionados no Capítulo 4 da NBM/SH, promovidas por produtor rural.

DIA 31 TFRM — Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) — recolhimento da TFRM relativa às saídas de recurso minerário do estabelecimento do contribuinte, no mês anterior. Nota: Observar que o recolhimento mínimo desta taxa é de R$ 100,00

que a lei impugnada viola o artigo 155, parágrafo 2º, inciso XII, letra “g”, da Constituição Federal (CF), ao conceder crédito outorgado do ICMS sem prévia celebração de convênio entre os Estados e o Distrito Federal, no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que congrega os secretários estaduais de Fazenda. A PGR lembra que o artigo 155 da CF estabelece que lei complementar deve regular a forma como, mediante deliberação dos estados e do DF, isenções, incentivos e benefícios fiscais relativos ao ICMS são concedidos. Recorda, ainda, que a disciplina de tais matérias está contida na LC 24/1975, cuja recepção pela Constituição de 1988 foi reconhecida pelo STF em diversas ocasiões. Nesse sentido, conforme o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, embora se trate de tributo de competência estadual e distrital, “o ICMS recebe conformação nacional pela LC 24/1975, que estabelece a prévia celebração de convênio (no âmbito do Confaz) como condição para a concessão de benefícios fiscais relativos ao imposto”. A PGR pede liminar para suspender a eficácia da lei, salientando que, enquanto isso não ocorrer, “o pacto federativo permanece enfraquecido com a implementação de sistema diferenciado do ICMS, que resulta em perda de receita local — porque dispensada — e perda de receita externa, porque comprometida pela concorrência desleal, introduzida pelos benefícios indevidamente concedidos”. No mérito, a PGR pele que a ação seja julgada procedente, declarando-se a inconstitucionalidade da lei. O relator da ADI é o ministro Teori Zavascki, que adotou o rito da Lei 9.868/99 (Lei das ADIs) em razão da relevância jurídica da matéria. As informações são do STF.


Belo Hor izon te, ter ça-feir a, 1 6 de julh o de 201 3

dcmais@diariodocomercio.com.br TANIA REGO / ABr

Brasil considera explicação sobre espionagem insuficiente

Papamóvel já chegou ao Rio de Janeiro Rio de Janeiro — O Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira pousou no início da tarde de ontem na Base Aérea do Galeão trazendo a bordo o papamóvel e o jipe que serão usados pelo Papa Francisco em deslocamentos pelo Rio de Janeiro. O avião partiu de Roma e fez escalas nas Ilhas Canárias e em Fortaleza. O papamóvel, veículo blindado, chega sem os vidros, que serão instalados aqui no Brasil. Segundo informou a assessoria de imprensa da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), os veículos ficarão na Força Aérea, à espera do papa, que chega à cidade daqui a uma semana. O Papa Francisco participará dos eventos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), de 23 a 28 deste mês, no Rio de Janeiro. A JMJ é o maior evento internacional da juventude católica. A viagem ao Rio de Janeiro será o pri-

meiro compromisso de Francisco no exterior, desde que foi eleito para substituir o Papa Bento XVI, que renunciou ao pontificado em fevereiro deste ano. Jorge Mario Bergoglio, ex-arcebispo de Buenos Aires, foi eleito no dia de 13 de março.

Símbolos — O padre da Paróquia Santa Mônica, Paulo Alessandro, explicou, ainda, o significado dos símbolos — a cruz e a imagem de Nossa Senhora — da Jornada Mundial da Juventude. “A entrega de Jesus na cruz, o amor derramado na cruz, o amor que se estende para cada um de nós, que é também um convite para que possamos viver a experiência do amor, o mesmo amor de Cristo. E Maria como mãe, a mãe que está sempre atenta às necessidades dos filhos, a mãe que está sempre indicando o caminho que devemos seguir”. (AE)

Brasília — O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, reforçou ontem que ainda são insuficientes os esclarecimentos dos Estados Unidos no caso do monitoramento de informações brasileiras. Há denúncias de que a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês), monitorou, na última década, milhões de telefonemas e a correspondência eletrônica de pessoas residentes ou em trânsito no p a í s . A informação sobre espionagem foi revelada pelo ex-analista da NSA E d w a r d Snowden. “Alguns esclarecim e n t o s foram fornecidos, mas consideramos insuficientes”, disse ontem Patriota. Segundo Patriota, uma grupo técnico bra-

sileiro está trabalhando na elaboração de uma lista de perguntas que serão apresentadas aos Estados Unidos, para que então sejam apresentados esclarecimentos adicionais sobre o episódio. Esse grupo, segundo Patriota, envolve representantes dos ministérios da Justiça, da Defesa, das Relações Exteriores e de Ciência e Tecnologia, além do Gabinete de Segu rança Institucion al (GSI) da Presidência da República. (AE) JOSÉ CRUZ / ABr

Médicos marcam novo protesto para hoje Brasília — Contra “sucessivas agressões do governo federal”, entidades médicas prometem voltar às ruas hoje, em vários Estados do país. A principal queixa é a sanção pela presidente Dilma Rousseff da lei do “Ato Médico” com vetos aos principais pontos —

o que deixou contrariados os médicos, defensores da proposta. “A decisão presidencial também reforçou o sentimento de indignação da categoria, gerado pela edição arbitrária da Medida Provisória que instituiu o programa “Mais Médicos” (...) Esse

NATHAN COUTINHO / DIVULGAÇÃO

Exposição Fotografia — Belo Horizonte recebe, a partir de hoje, a exposição “A Terra vista do céu” do fotógrafo e ativista ambiental francês Yann Arthus-Bertrand. A mostra, que já foi vista por 120 milhões de pessoas em todo o mundo, vai ocupar até 1º de setembro as grades do Parque Municipal Américo Renné Giannetti (ave nida Afonso Pena, 1377, Centro). Acesso gratuito. Informações : www.terravistadoceu.com.

Festival

Inimá — A exposição “Inimá: Portraits X Propostas Inéditas” fica aberta ao público até o próximo domingo, no Museu Inimá de Paula, que completa cinco anos de existência. A mostra do conhecido “mestre mineiro das cores”, pode ser vista de terça-

Jazz — Dentro da programação do Savassi Festival 2013, o Pátio Savassi recebe o Jazz Sub17, com apresentações de bandas jazzísticas formadas por músicos jovens (com idades entre 12 e 17 anos) e alunos de escolas de música da capital

Evento de qualidade Estão abertas inscrições para o evento de Qualidade do Brasil, promovido pela União Brasileira para a Qualidade, de 2 a 6 de setembro, em Belo Horizonte. Serão cinco eventos, com palestras e casos de sucesso, divididos em: Equipes de Alta Performance e Líderes de Alta Performance. Inscrições pelo site www.ubq.org.br/grandeencontro ou pelo telefone 31 3274-3200.

pacote prejudica a medicina, a qualidade da assistência e ainda coloca em risco a vida dos brasileiros”, diz nota do Conselho Federal de Medicina (CFM). As três entidades médicas nacionais — CFM, Fenam (Federação Nacional dos Médicos) e

AMB (Associação Médica Brasileira) — chamaram os profissionais para, “de forma pacífica e criativa”, participarem de atos programados em 12 estados. O atendimento aos pacientes, no entanto, deve ser mantido, pedem as entidades. (FP)

mineira. Os shows acontecem hoje e amanhã, a partir das 18h, no anfiteatro do shopping.

fará show em Belo Horizonte no dia 18 de julho, no Sesc Palladium. Misto de retrô e contemporâneo, a banda é marcada por influências da música francesa e inspirada no universo da música pop daquele país nos anos 1960 e 70, mas com letras e identidade atuais.

Show

feira a domingo. A entrada é gratuita. Informações: (31) 3213 4320.

3corações no inverno Em julho, uma cafeteria 3corações funcionará na 5ª edição da Estação de Inverno, em Campos do Jordão. Visitantes poderão degustar drinks à base de café preparados por baristas, como o Irish Coffee e o Moca. A expectativa do grupo é receber cerca de 150 mil visitas na cafeteria.

Vip — A próxima Festa Vip, na Boate do PIC, está marcada para sexta-feira, dia 19 de julho, a partir de 22 horas, com show da Banda Putz Grilla, que toca o melhor dos anos 80. A boate funciona com sistema open bar/food. Os preços dos ingressos são os seguintes: Sócio R$ 65; Não-sócio Feminino R$ 100 e Não-Sócio Masculino R$ 120. A Boate do PIC Cidade fica na Rua Cláudio Manoel, 1185 — Funcionários. Informações pelo Disque PIC 3516-8282.

Kingston — O escândalo de doping que abalou o atletismo jamaicano teve mais um nome revelado ontem. Um dia depois da confissão de envolvimento dos velocistas Asafa Powell e Sherone Simpson, ambos campeões olímpicos, agora foi a vez de Allison Randall, do lançamento de disco, também admitir que teve resultado positivo no exame antidoping. Segundo a notícia divulgada no domingo pelo jornal jamaicano “The Gleaner”, seriam cinco os casos positivos de doping no atletismo da Jamaica. No mesmo dia, Asafa Powell, exrecordista mundial dos 100 metros e medalhista de ouro no revezamento 4x100 metros nos Jogos de Pequim/2008, e Sherone Simpson, que foi campeã olímpica do revezamento 4x100 metros em Atenas/2004, já admitiram que estavam entre os atletas envolvidos no escândalo. Ainda no domingo, o atletismo mundial teve a revelação de outro grande caso de doping: o norte-americano Tyson Gay. Campeão mundial dos 100 metros em 2007, ele era dono do melhor tempo da prova nesta temporada, com 9s75, e despontava como favorito ao pódio no Mundial de Moscou, em agosto, na Rússia. Mas admitiu que seu exame, realizado fora das competições (em 16 de maio), teve resultado po sitivo, sem, no entanto, revelar a substância. Ontem foi a vez de Allison Randall, de 25 anos, revelar que também está entre os resultados positivos no escândalo do atletismo jamaicano. Assim como Asafa Powell e Sherone Simpson — os dois tiveram detectadas no organismo a substância oxilofrina, um estimulante proibido pela Agência Mundial Antidoping (Wada) —, ela foi flagrada durante as seletivas da Jamaica para o Mundial de Moscou, realizadas no mês passado. (AE)

ACERVO DO MUSEU

Teatro Performance — “Ela Vestida” e “Para todas as Marias” integram a programação de performances que serão apresentadas

no dia 20 de julho, sábado, no Memorial Minas Gerais Vale. As apresentações serão de Julia Panadés às 11 hora e Cris Oliveira, a partir das 16h. Toda a programação é gratuita.

Pernambuco — Influenciada pela música francesa, banda pernambucana Bande Dessinée

Curso de vinho em BH A Escola de Vinhos Rio Verde está com inscrições abertas para o “Curso de Iniciação ao Vinho”, dias 22, 23 e 24 de julho, das 19h às 22h, e dia 27 de julho, sábado, das 9h às 19h, na loja da Praça Marília de Dirceu, 104, Lourdes. Em 2012, mais de 500 pessoas participaram do curso, que custa R$ 250. Informações pelo telefone (31) 3275-1237 ou pelo site www.casarioverde.com.br.

Reunião na ACMinas A ACMinas realiza hoje reunião plenária da diretoria e associados, na sede da entidade. Será apresentado o projeto “ACMinas — Ensino a Distância”, em parceria com a World Class Company Institue — instituição especializada em capacitação de executivos, empresários e profissionais em geral.

Ciemg se reúne O Centro Industrial e Empresarial de Minas Gerais (Ciemg) convoca para reunião da Diretoria Plena, no dia 22 de julho, na sede da entidade, na av. Babita Camargos, 766 — 2º andar, Cidade Industrial, Contagem, de 17h30 às 19h. Entre os temas a serem discutidos, estão as ações estratégicas para o vetor Oeste da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

24


22433