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portfolio

Diana Pinto


capa: Man in Bunsen Street, 1950, fotografia de Nigel Henderson.


Nome: Diana Saraiva Pinto Telem贸vel: 919348549 Email: dii_pinto@hotmail.com Nacionalidade: Portuguesa Data nascimento: 23/03/1987


Educação e formação: Mestrado Integrado em Arquitectura pelo Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, com a classificação final de 15 (em 20), 2012. Dissertação de Mestrado sobre a cidade de Berlim, sob o título “Berlim, how long is now”, com a classificação final de 19 (em 20), 2012. Certificate of International English Language Testing System (IELTS), com a obtenção da classificação final de 6,5 (em 9), 2012. Frequência no Curso Livre de Inglês para Fins Académicos I (nível intermédio/ avançado), pelo Centro de Línguas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2010/2011. Frequência no Curso Livre de Italiano I (iniciação), pelo Centro de Línguas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2006/2007. Experiência profissional: Voluntariado no projecto “Lisboa Open House”, da Trienal de Arquitectura de Lisboa, com visitas guiadas em português e inglês a edifícios de importante valor patrimonial e arquitectónico, 2012. Aptidões linguísticas: Português - língua materna, Inglês - utilizador independente, Francês - utilizador elementar, Italiano - utilizador elementar, Espanhol - utilizador elementar Carta de condução: Categoria B Capacidades organizativas e competências: Boa capacidade de comunicação e de expressão em público, estabelecida através da apresentação pública e crítica de projectos e publicações. Destaca-se a capacidade de trabalho individual ou em equipa, com grande capacidade de adaptação perante novos desafios. Culto do gosto pela sensibilidade artística e cultura arquitectónica. Competências técnicas e aptidões artísticas e informáticas: Autocad 2D MS Office applications Adobe llustrator, Adobe InDesign, Adobe Photoshop Archicad, Autocad 3D, Rhinoceros Artlantis Prática regular de desenho e pintura. Conhecimentos de fotografia e revelação.


Informações adicionais: Competições, exposições: “Storytelling Ground - the urban dynamic of the contemporary city”, artigo publicado e apresentado no VI European Symposium on Research in Architecture and Urban Design, FAUP, 2012. Publicação do trabalho desenvolvido em grupo em Projecto V em Revista “Via Latina, Reinventar a Cidade#8”, Série VI, edição integrada na XIII Semana Cultural da Universidade de Coimbra, 2011. Projecto na Exposição “Visões Urbanas para as Margens do Mondego”, no Museu Nacional Machado de Castro, integrada na XIII Semana Cultural da Universidade de Coimbra, 2011. Trabalho seleccionado para a Exposição TAPE, iniciativa do Darq que reúne os melhores trabalhos realizados, 2010. Conferências, workshops e outros eventos: Participação na conferência “Go Hasegawa | Tetsuo Kondo: recent works”, Porto, 2012. Participação no ciclo de conferências “Cosa Mentale, a Ideia em Arquitectura”, Coimbra, 2012. (Jean-Paul Jacquard+Florian Beigel+Pezo von Ellrichshausen) Participação em “Alberti Digital”, projecto de aplicação de Rhinoceros promovido pelo CES, 2011. Participação nas conferências “Arquitectura/ Floresta/ Paisagem”, Fundação Mata do Buçaco, 2011. (Bolle Tham+Borre Skodvin+Aires Mateus+Kengo Kuma) Participação na conferência internacional “Jacques Herzog”, Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2011. Participação na conferência internacional “Arquitectura [in] ]out[ Política”, Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2011. (Jeffrey Inaba+Yona Friedman+Santiago Cirugeda+Philippe Rahm) Participação na conferência “Reabilitação dos Centros Urbanos em Portugal: recuperar o tempo perdido”, Bienal Projecto Casa, Porto, 2010. (Alexandre Burmester+ARX) Participação nos Colóquios “arte_real_mente_arte”, Reitoria da Universidade de Coimbra, 2008. (Souto Moura) Participação na conferência “Homenagem a Fernando Távora”, 2005. (Alexandre Alves Costa+Álvaro Siza Vieira)


Museu da Cidade de Coimbra O conceito do museu surge da continuação da malha urbana preexistente, que confere o desenho ao edifício. As tensões que cria com a mesma e a escala de proximidade dada pelas ruas estreitas da Baixa, são transpostas para o projecto através de uma fragmentação do volume e de uma proximidade entre os vários corpos.


Disciplina: Projecto II Professor regente: Ant贸nio Bandeirinha Professor assistente: Ant贸nio Bandeirinha Local: Coimbra Programa: Museu da Cidade Ano: 2008

al莽ado Rua da Moeda

imagens da maqueta


galeria

recepção oficina

administração

auditório

planta piso -1

corte transversal


Habitação Colectiva As bandas de três pisos acomodam duas diferentes tipologias. O piso térreo estabiliza a entrada principal e a sua elevação em relação à rua permite a iluminação natural e a ventilação do nível da cave – para a lavandaria, arrumação e garagem. Cada apartamento tem entrada através da rua, mas também através do pátio, providenciando um espaço verde partilhado. O duplo pé-direito da zona de estar permite a exploração de um mezzanine enquanto um espaço indeterminado.


Disciplina: Projecto III Professor regente: José Manuel Gigante Professor assistente: João Nuno Gomes Local: Coimbra Programa: habitação colectiva Ano: 2009


planta piso tĂŠrreo

alçado norte


detalhe construtivo


quarto i.s. quarto

sala cozinha

quarto i.s. quarto

sala

plantas piso 0 e 1 tipologias t3 e t4

corte transversal


Hotel Urbano Três volumes são claramente distintos, onde cada um corresponde a um diferente programa. O primeiro volume desenvolve-se numa longa e estreita extensão, que se relaciona com a rua, trazendo-a para o seu interior. O lobby interliga os três volumes programáticos. O segundo volume desenvolve-se sobre a acentuada pendente do terreno e estabelece uma forte relação com o interior do quarteirão mas também com o seu interior, onde se desenvolve um claustro ajardinado. Esta relação entre interior e exterior permite um dinamismo no desenho das plantas de acordo com a pendente.


copa de serviço

quarto duplo

suite

quarto individual

plantas pisos 4 e 6 dos quartos de hotel

Disciplina: Projecto IV Professor regente: José Fernando Gonçalves Professor assistente: António Lousa Local: Coimbra Programa: hotel urbano Ano: 2009/2010


sala tratamento

piscina

sauna

ginรกsio

squash balneรกrios auditรณrio

รกrea de estar restaurante

planta piso 3

alรงado Av. Calouste Gulbenkian


mapa de v達os


corte construtivo


Um Abrigo para o Peregrino Uma paragem no caminho funciona enquanto uma pausa na rota religiosa de Santiago. Assim, a intervenção persegue a ideia de ter espaços temporários que acolhem uma jornada entre dois pontos. A sua forma fluída resulta dos caminhos e estruturas preexistentes. Os novos espaços criados permitem uma constante ventilação e iluminação e uma clara articulação com as preexistências.


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enfermaria

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i.s.

Disciplina: Competição Ibérica de soluções construtivas em Pladur Equipa: Carla Carvalho, Diana Pinto e Maria Alves Professor assistente na competição local: António Lousa Local: Santiago de Compostela Programa: abrigo temporário para peregrinos Ano: 2011

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sistema construtivo


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meditar

estar

estar

planta piso térreo

corte longitudinal

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distribuição de áreas


Cidade da Justiça O projecto consiste numa malha ortogonal de pilares e vigas, localizada numa extensa área junto ao rio Mondego. A estrutura modular conferida pelos pilares define os espaços interiores bem como o ritmo da fachada. O piso térreo recebe as principais áreas públicas e a grande sala de audiências. Um eixo longitudinal divide as áreas de acesso público daquelas de acesso restrito, através de uma duplicação dos espaços de circulação e de acessos verticais.


pátio

sala de audiências escritório zona de espera

estacionamento

sala de audiências restaurante arquivo

Disciplina: Projecto V Professor regente: Gonçalo Byrne Professor assistente: Nuno Grande Local: Coimbra Programa: cidade da justiça Ano: 2011

press room loja do cidadão área de estar cafetaria


planta piso 1

corte transversal


corte longitudinal


pormenores construtivos


Cargo Bar O objectivo é o de criar um espaço capaz de acolher diversos eventos durante a época balnear. Tal permite diferentes apropriações de acordo com o tipo de ocupação ou com o momento do dia. A praça aberta colocada no centro foi desenhada para proporcionar diferentes utilizações. A superfície ondulada dos contentores marítimos é reinterpretada e concebida enquanto superfície para a projecção de luz e imagem. Este equipamento urbano vai criar a oportunidade para eventos alternativos como concertos, práticas criativas ou de bazar.


Cliente: Câmara Municipal da Figueira da Foz Equipa: Diana Pinto e Maria Alves Local: Figueira da Foz Programa: bar de praia em contentores marítimos Ano: 2011


camarins

palco

bancada

sala zen i.s.

bengaleiro

bar

esplanada

dj/vj

planta piso tĂŠrreo

alçado poente


Wine Bar com Sami Rintala O wine bar deveria encerrar em si mesmo o movimento e a repetição proclamada pela proximidade do metro de superfície e, simultaneamente, proporcionar a sensação de relaxamento aos seus utilizadores. Deste modo, o desenho foi alcançado através de sucessivas molduras, que criam a ideia de repetição e de movimento. Após a aprovação do Município, iniciou-se o processo de seis dias de construção. Os pormenores construtivos, proporções, fachadas e mobiliário foram desenvolvidos durante a fase de construção, num processo de grande dinamismo: discutir, esquissar, questionar, experimentar à escala 1:1, aprender.


Disciplina: Workshop Viewport Wine bar Arquitectos: Sami Rintala, Paolo Mestriner e Massimiliano Spadoni Local: Matosinhos Programa: wine bar Ano: 2012

elevar as molduras

o interior do bar


planta piso térreo

secções transversais

construir

dia de inauguração


Self-made Arena com Dagur Eggertsson Com a Casa da Música como fundo, um novo espaço para encontros informais é desenvolvido e desenhado enquanto um ressurgir da arena pública, aberta aos visitantes e às pessoas que vivem este espaço público. Uma moldura de madeira é criada e é a sua repetição e progressiva dimensão que cria os lugares para sentar. As proporções, os detalhes e os estudos da estrutura são desenvolvidos e discutidos durante o processo de construção. Dez dias de medições, corte e montagem de molduras por modo a testar a estrutura à escala 1:1.


Disciplina: Workshop Selfmade Arena Arquitectos: Dagur Eggertsson e Paolo Mestriner Local: Porto Programa: mini-auditório Ano: 2012

decidir soluções e detalhes

processo de auto-construção


planta e alçado

teste de estrutura Ă  escala 1:1

a entrada


Berlim, how long is now Dissertação de Mestrado intitulada por “Berlim, how long is now”, o que remete para a cidade de Berlim e para o modo como a cidade consolidada deu lugar aos espaços que hoje percorremos e revisitamos. A análise do tecido urbano de Berlim leva a que a IBA (Exposição Internacional de Arquitectura, 1979 -87), ofereça uma nova interpretação do quarteirão perimetral, de acordo com as necessidades contemporâneas. Tal fundamenta- se em duas premissas, onde a primeira estabelece a casa de família como a célula básica, e a segunda estabelece o quarteirão habitacional e o seu envolvente próximo como o microcosmos do bairro. O tópico no qual se incide pode ser definido como uma ‘escala

doméstica social’, onde a noção de espaço semipúblico ou semi-privado consegue costurar essas duas esferas e criar uma terceira – a domesticidade. (disponível em: http://issuu.com/dianasaraivapinto/ docs/pinto__diana._berlim__how_long_is_now.)

Orientador: António Lousa Local: Coimbra Título: Berlim, how long is now Ano: 2012


Berlim, how long now? Berlim, how islong is now?


Storytelling ground Integrado no tema do EURAU12 - “Espaço Público e Cidade Contemporânea” -, este ensaio abre o lugar para o espaço do dia-a-dia, para o imprevisto e depois para o improviso, expondo as lacunas que poderão advir do planeamento e que permitem novas apropriações e a liberdade de trabalhar as nuances do planeamento, onde são evidentes as ausências, os vazios, as ilegibilidades. A ocupação desse espaço funciona actualmente à imagem e semelhança da ‘quebra da caixa’: o suceder dos espaços, a ocupação dos locais livres e desimpedidos, das áreas expectantes ou da simples calçada para o desenrolar da ‘acção’ da cidade. Um pouco à imagem do conceito de ‘anti-museu’, no sentido em que a arte e a cultura saem da estaticidade protagonizada pelo

entre-paredes e passam a fazer parte integrante da paisagem urbana.

(disponível em: http://issuu.com/dianasaraivapinto/ docs/storytellingground)

Âmbito: EURAU ‘12 Local: FAUP, Porto Título: Storytelling Ground - the urban dynamic of the contemporary city Ano: 2012 Fig. 1

1.

In the search for today’s urbanity

More and more, city and society confuse ea reflects on the other. After all, city is the main s than a half of humanity lives in urban centres modern society, architecture tends preferably to of house. Nowadays the erosion of the public s public sphere. In the 50s and 60s the Team X 1 have de perception of the social and cultural realities o expand the look of the architect by draw anthropological and sociological observations – a hierarchy of associated elements and it must e levels (the House, the Street, the Block and the the theme of the 8th CIAM, where was definitely a “fifth function” emerged: the civic centre and t treated the problem of housing, it focused on un community and to work what defines it and its their new concept took into account the hum functional organization), the identity (peculiar fo and the increasing mobility necessity. The urban vitality could run to the encou contemporary metropolis is confronted to accep ephemeral and of the transitory – cities functio


formally seduced by the chaos, the desire for stability and the necessity of the instability. Chaos that only exists if we see just its forms and exclude their symbolic content, other way spaces, anti-spaces, places and non-places intertwine, complement and coexist. The image that the contemporary city pretends to create is a complex network of several relationships between the constructed drawing of the city and the spontaneous individual and collective experiences that are going to aggregate with each other and fill the empty spaces of the traditional and rational drawing. A new drawing of the public space begins to be developed and operates in the failures of the planning or – according to time, wills or disuse – with merely obsolete structures, the ones that Solà-Morales (with a poetic rhetoric) defines as “terrain vague” 3. These are the territories that carry out the new spaces of the contemporary city, those that fit as residual urban spaces and correspond to a new conception of the public space. Those are the spaces of the 21st century that will build new cities within the explosive and filled voids cities of the 20th century. In the discussion about the urban voids the most important spaces are not the nonbuilt, but the unoccupied ones, without any function and therefore residuals - open to ephemeral interventions and capable of adapting to different pre-existences.

ach other. What happens with one stage of life, considering that more s. Despite the privatization of the the public space over the privacy spaces is seen as a threat to the

ebated for a more understanding of the city. The objective was to wing, for example, through the a community must be built from a express those various association City). “The heart of the city” was abandoned the Athens Chart 2 and the idea of community. After being nderstanding the city as a dynamic core. The Smithson specified that man associations (in spite of the or each habitat), growing patterns

unter of the urban diversity. The pt the current eclectic spirit of the onally obsessed with flexibility and

Fig. 2



Diana Pinto portfolio