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“Sempre a direito, nunca à esquerda nem à direita”

Nós, enquanto seres integrantes de uma sociedade

vivemos rodeados dos mais variados sons, vindos de variados sítios, sitios esses compostos por variedades de sons.

É certo que a escuridão e a consequente falta de

visão apela aos outros sentidos, apurando quase instintivamente a nossa audição. A obra “narrativa”, narra exactamente esses sítios, temos noção da nossa percepção. Três origens sonoras diferentes em tempos iguais resultam numa Unidade. O foco de luz ao centro funciona como ponto ponto central para o espectador envolto num ambiente escuro. Fora desse “limite” dado pela luz o espectador deambula entre as várias atmosferas propostas. O som, a luz/ escuridão limita o nosso movimento, não se tem muita noção do que está/não está à nossa volta, o espectador imerge. -XXXIV-

Profile for Diana Teixeira

Livro de Artista 2011  

Livro de artista relativo ao ano 2010/2011

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