Issuu on Google+

Consultancy and Engineering

05 de Julho de 2011

> Controlo geotécnico? > (In)Acessibilidades? > A DHV em linha com a estratégica do sector turístico!

Newsletter DHV

> Paga energia reactiva da sua instalação? Elimine-a!

Controlo geotécnico? O crescente desenvolvimento das obras de engenharia aliado à necessidade de ocupação de áreas menos favoráveis à implantação de estruturas, atendendo a factores sócio-económicos, tem permitido a expansão de novas técnicas de construção que interagem directamente com as características intrínsecas dos solos e rochas que constituem a parte superficial da crosta terreste. Uma completa caracterização geológico-geotécnica e a realização de estudos geotécnicos dos terrenos intersectados por estes empreendimentos, na fase de projecto, revela-se da maior importância no sentido de diminuir significativamente todos os factores que possam contribuir para a incerteza, quer em termos de custos quer em termos de prazos de conclusão das empreitadas, nomeadamente para obras subterrâneas, pontes e barragens. Esta incerteza, poderá significar para os Donos de Obra, na fase de construção, aumento de

trabalhos a mais não previstos e derrapagem nos prazos de execução. Considerando que a realização de estudos geológico-geotécnicos adequados, geralmente não ultrapassam 1% dos custos de execução e cerca de 10 a 20% do custo da elaboração do projecto, é actualmente reconhecida a importância da realização destes trabalhos preliminares, bem como de um adequado e permanente acompanhamento em obra por técnicos especializados em Geotecnia. O controlo geotécnico em obra, realizado pela DHV no âmbito da Gestão e Fiscalização de Empreendimentos, permite avaliar os pressupostos definidos em projecto e adaptar o mesmo às reais condições dos terrenos encontrados, propondo soluções economicamente viáveis que reduzam o factor “incerteza” que caracteriza as obras geotécnicas e consequentemente permitam ao Dono de Obra a tomada de decisão. Info: Nuno Vermelhudo (nuno.vermelhudo@dhvsgps.com)

(In)Acessibilidades? Uma empresa que dependa de matéria-prima para trabalhar e que queira escoar os seus produtos para o mercado necessita garantir uma boa acessibilidade às suas instalações, de forma a não interromper o processo produtivo em nenhuma das suas actividades. No dia-a-dia, um gestor de uma empresa, ou o seu responsável logístico, sabe melhor que ninguém de onde vem, e para onde vai, a carga transportada, a que horas entra e quando estará pronta para sair. Contudo, na impossibilidade de utilização dos meios e vias habituais, procura-se uma solução rápida, expedita, que rapidamente retome a normalidade produtiva. Essa solução nem sempre é a melhor, a mais eficiente ou económica, sendo contudo imprescindível ao normal funcionamento da Empresa. Procuramos, junto dos nossos Clientes, avaliar as alterações de acessibilidade (ou mesmo da

inacessibilidade), procurando previamente soluções que, sendo sub-óptimas numa situação corrente, podem tornar-se óptimas em situações de contingência. Verificaram-se, no passado recente, (1) greves de transportadores logísticos, (2) descontinuidades nas vias de comunicação, (3) queda de pontes de ligação. Situações estas que impedem (1) a livre circulação de veículos pesados de mercadorias, (2) graves quebras no abastecimento de matérias-primas e de combustíveis, como por exemplo. Importa, pois, acautelar que no próximo momento de quebra de normalidade a sua Empresa está preparada para as mais prováveis situações de rotura nas operações logísticas. Esteja preparado. Contacte-nos! Info: Vasco Móra (vasco.mora@dhv.com)

Gateway to Solutions


A DHV em linha com a estratégia do sector turístico! Nas últimas décadas constata-se a ocorrência de um aumento da diversificação da oferta turística, promovendo-se a multiplicidade e a qualidade das experiências e vivências únicas para o visitante, através de produtos cada vez mais multifacetados. A potenciação de actividades e produtos turísticos numa conjuntura económico-financeira adversa passará necessariamente pela reunião do empenho das entidades regionais e locais, dos agentes privados e das associações do sector na implementação de uma acção conjunta, impulsionando a oferta de produtos integrados. Estas questões estão reflectidas na estratégia da revisão do Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT), actualmente em discussão pública, que considera o reforço de alguns dos vectores estratégicos anteriormente definidos, prevendo, designadamente: o desenvolvimento de fileiras relacionadas e potenciação das actividades produtivas; a dinamização do património histórico e cultural; aposta na inovação e desenvolvimento de um modelo de gestão da sazonalidade. Com efeito, o desenvolvimento da dinamização turística pode ser alcançado através da identificação, do adequado

posicionamento e interligação entre os valores históricos, culturais e naturais locais e regionais, devidamente articulados com um conjunto de experiências turísticas complementares, apoiadas nas tradições e eventos das comunidades e na diversificação de actividades distintas de cada região, como as actividades de natureza, actividades náuticas ou fluviais, gastronomia, percursos temáticos, etc. A aposta na diversificação da oferta de elevado nível de qualidade contribui, também, para a mitigação da sazonalidade. Por outro lado, deverá ser dada primazia à criação de outras formas de promoção e de visibilidade externa dos produtos turísticos, através da utilização de novos meios na divulgação e no marketing digital. A experiência na estruturação de modelos de negócio sustentáveis no sector do turismo permitiu à DHV definir várias tipologias de produtos que vão de encontro às necessidades do mercado, designadamente através dos Guias de Desporto de Natureza, dos Atlas Guia e Rotas Temáticas. Estes produtos estão claramente orientados para a promoção dos valores e valências em presença, considerando a necessária articulação com as fileiras de actividades económicas complementares existentes, apostando em formas de divulgação inovadoras. Info: Sara Costa (sara.costa@dhv.com)

Paga energia reactiva da sua instalação? Elimine-a! Há equipamentos, tais como, os motores eléctricos, transformadores, aparelhos de iluminação, equipamentos electrónicos, etc., que devido à sua natureza, “consomem” energia reactiva. Esta energia, a partir de determinado valor percentual em relação à energia activa (a energia que realmente produz trabalho), é cobrada pela EDP. Com soluções já existentes no mercado, é possível compensar a energia reactiva, de tal modo que não seja cobrada, reduzindo assim o valor da factura energética. A solução passa pela instalação de condensadores ou baterias de condensadores de correcção do factor de potência, cujo investimento é amortizado ao fim de poucos meses. As baterias de condensadores permitem resolver ou atenuar uma série de situações, que destacamos: - Redução dos valores da factura energética; - Aumento da potência activa disponível; - Diminuição das perdas com diminuição das secções dos cabos; - Redução da queda de tensão.

A eficiência energética de uma instalação passa obrigatoriamente pela compensação do factor de potência, pela redução do consumo de energia reactiva e pelo equilíbrio dos consumos. O controlo da energia reactiva consumida pelas indústrias e edifícios comerciais e de serviços está associado à isenção de custos adicionais na factura energética, intimamente ligado à qualidade de energia das instalações e à optimização das instalações eléctricas e redes de distribuição existentes.

A DHV, através dos seus conhecimentos na área da eficiência energética, implementa soluções que permitem eliminar a energia reactiva. A eliminação da energia reactiva só é conseguida depois de serem realizados estudos detalhados dos consumos energéticos das instalações, tomando por base, numa fase inicial as facturas energéticas dos últimos doze meses sendo que numa fase seguinte se terá que elaborar um diagrama de cargas tipo da instalação. A correcção do Factor de Potência será realizada com escalões ajustados aos consumos de cada instalação, procurando métodos expeditos de avaliação técnico/económica para efectuar a compensação (de forma global, parcial, local ou combinada). Info: Paulo Borrego (paulo.borrego@dhv.com)

DHV, S.A. I Estrada de Alfragide, n.º 92. 2610-015 Amadora I T: +351 214 127 400 | F: +351 214 127 490 I E: info-pt@dhv.com I www.dhv.pt Rua Ricardo Severo, n.º 3 - 3º andar. 4050-515 Porto | T: +351 226 061 340 | F: +351 226 093 253


Newsletter: 05 de Julho