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Consultancy and Engineering

07 de Junho de 2011 > Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável > Poupe Dinheiro, Poupe Carbono! > Medições numa Fiscalização: Factor Crítico de Sucesso?

Newsletter DHV

> Como pode encontrar o equilíbrio entre custos e eficácia das suas soluções?

Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável As alterações climáticas são das maiores ameaças que a humanidade e o planeta enfrentam, tendo consequências profundas ao nível económico, ambiental e social. Nesse sentido, a sociedade está, cada vez mais, a optar por crescimentos inteligentes e sustentáveis o que justifica o facto da missão da DHV sempre ter estado fortemente alicerçada em prestar serviços multidisciplinares com uma forte contribuição para o desenvolvimento sustentável do nosso ambiente. Consciente que é necessário contribuir para os objectivos estabelecidos no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética, que advêm dos compromissos assumidos por Portugal no protocolo de Quioto, a DHV organizou, no passado dia 02 de Junho de 2011, no Auditório da sede em Alfragide, um Workshop subordinado ao tema “Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável”. Este Workshop, que contou com a presença de cerca de 40 pessoas, Clientes actuais/potenciais e gestores de grandes empresas, permitiu à DHV apresentar soluções e produtos técnicos com vista à redução de custos de exploração, e consequente redução da factura energética. Como keynote speakers contámos com a participação do Eng.º Paulo Santos e da Eng.ª Margarida Pinto, da ADENE, que fizeram um enquadramento legislativo sobre a eficiência energética em edifícios, um ponto de

situação em relação à evolução do sistema da certificação energética em Portugal, bem como uma apresentação acerca dos desafios e novidades da nova directiva Europeia, Energy Performance of Buildings Directive (EPBD). Na sequência do enquadramento legal e dos desafios que se impõem implementar durante os próximos cinco anos a DHV apresentou, através de Engenheiros especialistas nas diferentes temáticas, soluções customizadas de forma a ir ao encontro das reais necessidades dos Clientes assegurando o necessário cumprimento da legislação em vigor. Participaram como oradores da DHV o Eng.º Tiago Rainha, o Eng.º Paulo Borrego e o Eng.º Edgar Carvalho que abordaram as seguintes temáticas: “Due Diligence Técnica”, “Due Diligence – Eficiência Energética” e “Carbon Footprint e Sustentabilidade”, respectivamente. Embora a sessão tivesse sempre decorrido de forma bastante aberta e interactiva, o Workshop terminou com um vivo debate de ideias e troca de experiências sobre a temática, com resultados muito interessantes. Com a sua experiência local e know-how internacional, a DHV assume-se como o parceiro ideal para implementar medidas e soluções que visem a diminuição dos custos associados à factura energética da sua Empresa, com uma significativa contribuição para a promoção do desenvolvimento sustentável. Está preparado para um diagnóstico? Contacte-nos! Info: Mário Viveiros (mario.viveiros@dhv.com)

Poupe dinheiro, poupe carbono! A problemática do aquecimento global aliado às alterações climáticas, tem vindo a ganhar expressão e sentido de urgência ao nível da comunidade internacional. Desta forma, torna-se actualmente essencial que, no âmbito da responsabilidade social das organizações, seja calculada a respectiva pegada de carbono (Carbon footprint). A metodologia de Carbon Footprint da DHV pode ser aplicada de forma global às empresas, ou individualmente a actividades, serviços ou produtos, permitindo a caracterização das emissões de CO2 e dos restantes gases com efeito estufa (GEE) causadas directa e indirectamente, e desta forma a avaliação do seu contributo para as alterações climáticas. A partir da caracterização das actividades e consumos que contribuem significativamente para a sua Pegada de Carbono, a DHV apresenta um Plano de Gestão de Emissões, com metas de redução

e propostas concretas para o seu cumprimento, nomeadamente ao nível da eficiência energética, fontes de energias alternativas, planos de mobilidade empresarial e gestão de outros consumíveis, com indicação do respectivo investimento e período de retorno associado aos ganhos de eficiência energética. Caso pretenda tornar a sua empresa Carbon Neutral, ou seja, sem qualquer contribuição para as alterações climáticas, a DHV apresenta alternativas de projectos de compensação de emissões residuais de gases de efeito de estufa em projectos devidamente reconhecidos. Pode ainda capitalizar o esforço efectuado através da elaboração de um Relatório de Responsabilidade Ambiental, onde poderá demonstrar aos clientes e sociedade em geral, o compromisso da sua empresa com o desenvolvimento económico e sustentável. Quer saber mais? Contacte-nos! Info: Edgar Carvalho (edgar.carvalho@dhv.com) Gateway to Solutions


Medições numa Fiscalização: Factor Crítico de Sucesso? Entre os principais objectivos que norteiam o trabalho das equipas de Fiscalização (controlo de qualidade, de custos e de prazos), a medição dos trabalhos efectuados representa uma das vertentes mais importantes. Para além de servir de suporte aos autos mensais, afere em que medida a execução corresponde ao previsto no Plano de Trabalhos, e o cumprimento do cronograma financeiro. Esta responsabilidade é da Fiscalização (o nº2 do artº 388º do CCP deixa claro que a competência para proceder à medição do trabalho executado cabe em exclusivo à fiscalização), ainda que com a assistência e colaboração do empreiteiro. Aliás é normal e necessária a assistência do empreiteiro, para que este possa ditar para o auto as reservas ou discordâncias que eventualmente tenha. Note-se que esta situação que estava explicitada na alínea c) do artº 205º do D.L. 59/99, continua válida por resultar do regime geral estabelecido no artº 345º do CCP. Note-se que há um aspecto, por vezes descurado, que está na base do sucesso no controlo da Empreitada: o estudo do projecto – peças desenhadas, caderno de encargos e medições discriminadas, fornecidas pelo projectista – deve constituir a primeira actividade do medidor. Ambos os D.L. 59/99 e 18/2008, explicitam claramente que devem ser medidos periodicamente todos os trabalhos executados, ainda que não previstos no projecto, ou não devidamente ordenados pelo Dono de Obra. Esta é uma regra básica que não pode ser esquecida pelas equipas de Fiscalização. Quanto à periodicidade das medições, a mesma deve ser mensal. Note-se que, adicionalmente, o CCP define que as medições devem estar concluídas até ao 8º dia do mês imediatamente seguinte àquele a que respeitam. Feita a medição, a respectiva conta corrente tem que ser elaborada, no prazo de 10 dias. Se, até à conclusão da obra, forem detectados erros ou faltas em qualquer auto de medição anteriormente lavrado, a correcção tem que ser efectuada no auto imediatamente posterior. Quanto aos métodos e critérios de medição, refira-se que, habitualmente, são definidos nos contratos e/ou documentos do projecto. Em caso de omissão deve-se ter presente a Portaria nº104/2001, que estabelece no seu ponto 3.5 a prioridade, dos diversos documentos: 1- Os estabelecidos no Contrato, Projecto ou Caderno de Encargos; 2- Normas oficiais que porventura se encontrem em vigor; 3- Normas de medição definidas pelo LNEC; 4- Critérios geralmente utilizados ou acordados entre as partes. A falta de rigor ou a contratação de uma fiscalização que não possua as competências adequadas com vista à execução dos trabalhos de acordo com as boas práticas que as tarefas descritas exigem pode ter consequências extremamente gravosas, para o Dono de Obra, tanto ao nível financeiro, bem como de cumprimento de prazos. Info: Alberto Monteiro (alberto.monteiro@dhv.com)

Como pode encontrar o equilíbrio entre custos e eficácia das suas soluções? A actividade das empresas encontra, quotidianamente, inúmeros obstáculos com impactes reais na sua produtividade e na sua rendibilidade. A procura das respostas mais eficazes para a resolução de problemas não é um exercício simples quando se adiciona a componente “recursos disponíveis”. A análise custo–eficácia apresenta-se como o instrumento adequado na selecção das melhores soluções. Este tipo de análise incorpora uma definição completa do problema a resolver, quantificando-o, e posteriormente, analisando-se todas as soluções mediante o respectivo contributo para o cumprimento do objectivo.

incorporando sempre a componente de “recursos disponíveis” e a racionalização dos mesmos. Esta análise não tem, nem deve ser realizada apenas para um objectivo, pode e deve ser dimensionada para um exercício mais abrangente utilizando uma análise multi-critério, que permite obter soluções equilibradas, e consistentes, que tenham em consideração diversas perspectivas.

A DHV tem vindo a reforçar a sua acção nesta ferramenta analítica, garantindo o melhor serviço na resposta às necessidades do cliente, potenciando a prossecução dos seus objectivos com uma utilização mais eficiente dos seus recursos. Sabe a eficácia das suas acções? Info: Cristóvão Marques (cristovao.marques@dhv.com) Vanessa Pinhal (vanessa.pinhal@dhv.com)

Com esta informação será possível comparar diferentes soluções através do indicador “rácio custo–eficácia”, que permite identificar o menor custo para atingir o objectivo estabelecido, prioritizando/hierarquizando soluções e servindo de suporte à realização de uma programação financeira das mesmas,

DHV, S.A. I Estrada de Alfragide, n.º 92. 2610-015 Amadora I T: +351 214 127 400 | F: +351 241 127 490 I E: info-pt@dhv.com I www.dhv.pt Rua Ricardo Severo, n.º 3 - 3º andar. 4050-515 Porto | T: +351 226 061 340 | F: +351 226 093 253


Newsletter DHV: Junho de 2011