Page 1

Consultancy and Engineering

26 de Abril de 2011 > Internacionalização: Mitigue o risco! > A sua instalação cumpre a legislação em vigor? > As lamas produzidas na sua ETAR podem ter valor?

Newsletter DHV

> Para quando novos Planos Directores Municipais?

Internacionalização: Mitigue o risco! A internacionalização de qualquer negócio acarreta riscos relevantes que importa conhecer para saber mitigar. A escolha cuidada dos investimentos a realizar obriga ao estudo das várias soluções técnicas e económicas assegurando uma selecção adequada. Como parte de um Grupo Transnational e à semelhança da casa mãe na Holanda e das restantes empresas do grupo, a DHV SA sempre encarou a internacionalização como um desígnio natural que pode revestir vários modelos, seja de desenvolvimento de projectos específicos pela DHV, seja integrando e apoiando equipas em projectos de investimento em território estrangeiro. Porque exactamente faz parte de um Grupo com empresas em todos os continentes, uma das preocupações do Grupo é a de que cada empresa actue no seu território natural, definido por razões de proximidade geográfica ou cultural. Neste âmbito, cabe à DHV em Portugal desenvolver o mercado

dos Países de Língua Oficial Portuguesa, o Magreb e a Espanha. Ao longo dos anos, a DHV desenvolveu projectos em Cabo Verde, na Tunísia, na Argélia e em Moçambique, no Planeamento Urbano e Ordenamento Costeiro, no desenvolvimento Portuário, nos Estudos Económicos e de mercado, no Projecto, entre outros. Num momento em que Portugal vive uma das maiores crises económicas da sua história, a DHV SA reforça a aposta no mercado internacional criando uma área específica para o efeito. O objectivo é o de estar presentes em grandes projectos, através da constituição de parcerias fortes, quer com empresas portuguesas complementares, quer estabelecendo joint ventures com empresas locais. Se tem um projecto para a internacionalização e quer assegurar risco mínimo e máximo retorno, contacte-nos! Info: Mª Teresa Serra (teresa.serra@dhv.com)

A sua instalação cumpre a legislação em vigor? O Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) é um dos três pilares sobre os quais assenta: • Decreto-Lei 78/ 2006, de 4 de Abril – relativo ao Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE); • Decreto-Lei 79/ 2006, de 4 de Abril – regula os sistemas energéticos de climatização de edifícios (RSECE); • Decreto-Lei 80/ 2006, de 4 de Abril – relativo às características de comportamento térmico dos edifícios (RCCTE). O regulamento relativo aos sistemas energéticos de climatização de edifícios veio definir um conjunto de requisitos para edifícios de serviços que, entre outros, tomam em consideração a qualidade da envolvente, a limitação dos consumos energéticos e a manutenção e eficiência dos próprios sistemas de climatização, implicando para isso a realização periódica de auditorias aos edifícios.

O Decreto-lei nº 78/2006 de 4 de Abril aprova o Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) e transpõe parcialmente para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2002/91/CE, do Parlamento Europeu, de 16 de Dezembro, relativa ao desempenho Esta nova versão da regulamentação veio introduzir as seguintes alterações na legislação energético dos edifícios. existente:

• Sempre que a potência térmica instalada for superior a 25 Kw, o RSECE entra em vigor, passando os limites de consumo energético máximos de Verão e de Inverno para os 80%; • Introduz exigências na QAI sempre que a distribuição do ar for feita através de condutas; • Limita a potência a instalar em 40% acima do valor obtido por projecto; • Pretende calcular o consumo de energia do edifício aquando da sua utilização; • Atribuição de um determinado Certificado Energético em função da análise ao desempenho térmico do edifício ou de uma fracção de um edifício; • Obriga à monitorização da simulação energética, através de programas específicos. A DHV com a sua vasta experiência na área de auditorias técnicas/manutenção, propõe uma abordagem integrada ao funcionamento das instalações, identificando os pontos de melhoria em vários níveis técnicos e propondo um plano de acção correctiva de forma a alcançar a redução dos custos energéticos, bem como a garantia da qualidade do ar interior. Info: Paulo Borrego (paulo.borrego@dhv.com) Jeffrey Rampaart, DHV

Gateway to Solutions


As lamas produzidas na sua ETAR podem ter valor? O tratamento O tratamento das águas residuais das águas produzidas residuais durante o processo produzidas produtivo de cada umavez indústria mais sendo limitada, uma necessidade já que os do novos pontorequisitos de vista ambiental, em constitui durante um encargo o processo significativo,produtivo não só em termos de uma da amortização indústria do investimento termosnados infra-estrutura, principais como metais também pesados, no que 4 diz a 10 respeito vezesaos mais custos operacionais sendo douma próprio necessidade tratamento. Nesse dosentido, ponto a optimização de vistadoamesquema exigentes, de tratamento irão no sentido inviabilizar de minimizar na prática a produção essedetipo lamas deedestia selecção do destino biental, final aconstitui dar às mesmas umsãoencargo dois aspectos significativo, que em muito podem não concorrer no para para aminimizar maioriaosdas referidos lamas custos, industriais podendo (e inclusivamente domésticas) as lamas,só possuindo em termos qualidade adequada, do investimento, serem vendidascomo como combustível tambémverde.de origem mista e/ou biológica. As lamas, nos provenientes custos operacionais do tratamentodo biológico próprio de águas tratamento. residuais na indústria, têm habitualmente como destino o aterro, com limitações e custos cada vez mais proibitivos, ou a valorização agrícola, geralmente realizada através deNeste operadores enquadramento, especializados e com um custos doslonge potenciais de serem negligenciáveis. destinos A Directiva Uma das Europeia principais 86/278/CEE parcelas sobre a dos utilização custos de lamas operacionais de depuração é na para agricultura o sub-produto está actualmente lamas transposta poderápara o aproveitamento a legislação nacional doportuguesa sempelo dúvida Decreto-Lei o custo n.º 276/2009, com o tratamento de 2 de Outubro e evacuação de 2009. Este para Decreto-Lei seuestabelece, potencialentre energético outros, os na requisitos indústria. de qualidade Dependendo para a utilização do de lamas destino de depuração final do emsub-produto solos agrícolas, impondo lamas que limites é para produzido as concentrações teornasde lamas humidade, de vários metais essaspesados, lamascompostos poderãoorgânicos ser recepcie microorganismos durante patogénicos. o processo Tendo de em conta depuração a nova legislação, da águaa residual. utilização de A lamasonadas em solosdesde agrícolas custo será num zerofuturo até próximo a um cada preço vezde mais compra limitada, já que os optimização novos requisitos doem esquema termos dos deprincipais tratamento metaisno pesados, sentido irão inviabilizar de deveras na prática interessante esse tipo de destino para um paraindustrial a maioria dasque lamas à industriais partida (e domésticas) minimizar de origem a produção mista e/ou de biológica. lamas e a selecção do desnecessitaria de pagar pela seu envio para aterro ou valoNeste tino enquadramento, final a darum às dos mesmas potenciais são destinos dois aspectos para o sub-produto que emlamasrização poderá ser indústrias que possam fazer uso no seu processo produtivo agrícola. do potencial muito podem energético concorrer das mesmas. para Dependendo minimizar do teor os já de referidos humidade, essas lamas poderão ser recepcionadas desde custo zero, até a um preço de compra custos, deveras podendo interessante inclusivamente para um industrialas que lamas, à partida possuindo necessitaria de pagar A DHV pela possui sua evacuação não sópara umaterro vastoouknow-how valorização agrícola. na optimizaA DHV qualidade possui nãoadequada, só um vasto know-how serem valorizadas na optimização como doscombustíesquemas de tratamento ção dos de esquemas águas residuais de tratamento de qualquer tipo de águas de indústria, residuais com também de tem desenvolvido vel verde. vários trabalhos de consultoria ao nível da gestão de lamas dequalquer diversas empresas tipo deconcessionárias. indústria, com Nestes também estudos, tem entre desenvoloutros aspectos, procede-se à caracterização e avaliação do potencial de valorização das lamas vidoproduzidas, e está a desenvolver realiza-se a avaliação a nívele nacional selecção devários potenciais trabaldestinos industriais As lamas e definem-se, provenientes caso se revele do necessário, tratamento as estratégias biológico de optimização de hosdos deprocessos consultoria de tratamento ao nívelnoda sentido gestão de se demaximizar lamas. Nestes o potencial de valorização águas residuais das lamas ao industriais mínimo custo têm possível, habitualmente o qual, como jácomo vimos, pode Estudos, inclusivamente entreincluir outros proveitos aspectos, para oprocede-se próprio produtor. à caracteriPor todas esdestino o aterro, e custos cadao encargo vez tas razões estamos convictoscom que olimitações poderemos ajudar a minimizar com zação o tratamento e avaliação das do suaspotencial águas residuais de valorização tornando o seu das negócio lamasmais competitivo. mais proibitivos, ou a valorização agrícola, geralmente produzidas, realiza-se a avaliação e selecção de poten-

realizada através de operadores especializados e com custos longe de serem negligenciáveis. O Decreto-Lei n.º 276/2009, de 2 de Outubro de 2009 estabelece, entre outros, os requisitos de qualidade para a utilização de lamas de depuração em solos agrícolas, impondo limites para as concentrações nas lamas de vários metais pesados, compostos orgânicos e microorganismos patogénicos. Tendo em conta a nova legislação em preparação a nível comunitário e prática já actual em alguns dos países europeus, a utilização de lamas em solos agrícolas será num futuro próximo

WORKSHOP GRATUITO Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável: Soluções de Gestão em Tempo de Crise A DHV vai promover, no próximo dia 02 de Junho, um workshop subordinado ao tema “Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável: Soluções de Gestão em Tempo de Crise”. O Workshop decorrerá na Sede da DHV, em Alfragide. Solicita-se a inscrição prévia, através do e-mail cristina.cavaco@dhv.com (número de lugares limitado). A participação neste evento é gratuita.

ciais destinos industriais e definem-se, caso se revele necessário, as estratégias de optimização dos processos de tratamento, no sentido de se maximizar o potencial de valorização das lamas ao mínimo custo possível, o qual, como já vimos, pode inclusivamente incluir proveitos para o próprio produtor. Por todas estas razões estamos convictos que o poderemos ajudar a minimizar o encargo com o tratamento das suas águas residuais tornando o seu negócio mais competitivo. Info: Fernando Coelho (fernando.coelho@dhv.com)

Para quando novos Planos Directores Municipais? No ano de 2010 poucos foram os planos directores municipais (PDM) aprovados menos de 5, sendo que grande parte dos PDM se encontra em processo de revisão. Este resultado não está dependente de questões políticas, ou pela falta de diligência dos autarcas na sua revisão, antes pelo contrário. Com efeito, se há duas décadas, quando do desenvolvimento da primeira geração de PDM, não se conheciam as reais implicações dos mesmos para a gestão, actualmente reconhece-se a sua importância. De entre as razões para a não revisão dos PDM a revisão da Reserva Ecológica Nacional (REN) é uma das principais. A REN constitui um elemento fundamental da preservação da integridade biofísica do território, e que

deve ser mantida. Todavia, após a publicação do novo regime da REN (em 2008), onde foram identificadas áreas a integrar em REN, ainda não foram publicados os critérios para a sua delimitação. Esta ausência resulta na impossibilidade de concluir os processos de elaboração dos Planos Directores Municipais: não se utiliza a REN em vigor porque pode não cumprir os critérios, não se define uma “nova” REN porque não há critérios aprovados. Resultado, continua-se com os PDM desactualizados, desadequados à realidade, sem uma visão estratégica para o município e que ao invés de constituírem ferramentas importantes na gestão diária municipal, constituem entraves a essa gestão. Continuemos a aguardar… Info: Romana Rocha (romana.rocha@dhv.com)

DHV, S.A. I Estrada de Alfragide, n.º 92. 2610-015 Amadora I T: +351 214 127 400 | F: +351 241 127 490 I E: info-pt@dhv.com I www.dhv.pt Rua Ricardo Severo, n.º 3 - 3º andar. 4050-515 Porto | T: +351 226 061 340 | F: +351 226 093 253

Newsletter DHV: 26 de Abril de 2011  

26 de Abril de 2011

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you