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Consultancy and Engineering

11 de Abril de 2011 > Quanto pode poupar com a mobilidade da sua empresa? > O seu passivo ambiental constitui um risco? > Que benefícios pode ter uma fiscalização eficiente?

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> Serviços sustentáveis no sector imobiliário!

Quanto pode poupar com a mobilidade da sua empresa? Nas últimas décadas as necessidades de mobilidade cresceram significativamente, fruto do desenvolvimento económico-social, da dispersão urbanística da função residencial e da descentralização das actividades e serviços para a periferia dos centros urbanos. As opções modais dos colaboradores e visitantes, nas suas deslocações em serviço e para o local de trabalho, têm impactos directos no quadro de valor das organizações, na medida em que podem representar um factor crítico na sua competitividade, na produtividade dos colaboradores, bem como podem potenciar externalidades positivas na cadeia de valor. Uma boa acessibilidade em transporte individual e colectivo é um factor de atractividade para as organizações, devendo ser determinante na selecção da localização de actividades económicas. Os Planos de Mobilidade Empresarial são ferramentas que apoiam as organizações na gestão mais eficiente da mobilidade induzida pela sua actividade, contribuindo para a redução de custos com o sistema de acessibilidades e transportes, promoção da sustentabilidade e responsabilidade social no seio da organização e melhoria da pontualidade e produtividade dos colaboradores. Adicionalmente, os Planos de Mobilidade permitem ainda maximizar a utilização do estacionamento, optimizar deslocações pendulares e em serviço, re-

duzir o stress associado às deslocações, assim como cumprir metas ambientais e de responsabilidade social e criar oportunidades de diferenciação no mercado. Estes planos poderão ainda abordar situações especiais, constituindo-se como um instrumento de acção em casos de emergência, como por exemplo greve dos transportadores. Podemos identificar alguns exemplos de empresas preocupadas com esta temática, caso da Vodafone (Inglaterra), Alcatel (França), EDP e IBM, as quais implementaram Planos de Mobilidade. A importância destes planos é reconhecida pelo Programa Nacional para a Eficiência Energética, que contempla a obrigatoriedade da sua realização para centros empresariais e parques industriais com mais de 500 colaboradores. De notar, que se encontra em estudo a possibilidade de alargar esta obrigatoriedade a pólos geradores de volumes significativos de viagens, o que poderá acontecer a curto prazo. A DHV, suportada na sua vasta experiência nacional e internacional, apoiou o IMTT na Concepção do Guia Metodológico para a Elaboração de Planos de Mobilidade Empresarial e a Pólos Geradores de Deslocações e está por isso, particularmente dotada para o desenvolvimento deste tipo de instrumentos. Contacte-nos! Info: Mª João Silveira (maria.silveira@dhv.com) Vanessa Pinhal (vanessa.pinhal@dhv.com)

O seu passivo ambiental constitui um risco? Portugal, à semelhança de muitos outros países, apresenta um passivo ambiental considerável no que respeita à contaminação de solos e de águas subterrâneas, cuja extensão e gravidade não são conhecidas com rigor. Para este facto concorre a inexistência de critérios nacionais objectivos de quantificação da contaminação, assim como o receio que os agentes económicos e outras entidades sentem relativamente aos custos inerentes a uma eventual reabilitação. Contudo, para além de legislação diversa no domínio do direito ambiental, o regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais é inequívoco quanto aos deveres dos operadores face à contaminação gerada em resultado da sua actividade. A DHV, para além de possuir um vastíssimo know-how na realização de estudos de avaliação da contaminação de solos e águas

subterrâneas, tem feito um esforço para dar a entender aos vários players a importância e relevância de conduzir estudos de diagnóstico e de associar a estes estudos (sempre que se justifique) uma Análise de Risco. A Análise de Risco atende à especificidade dos locais, no que respeita ao uso previsto para os mesmos e à presença de elementos sensíveis, podendo conduzir a opções de reparação/ reabilitação ou de gestão do passivo ambiental de forma racional, integrando a perspectiva da razoabilidade do esforço financeiro estabelecida na Directiva da Responsabilidade Ambiental. Conheça as suas responsabilidades e o seu passivo ambiental, contando com o apoio especializado da DHV. Info: Ricardo Carvalho (ricardo.carvalho@dhv.com)

Jeffrey Rampaart, DHV

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Que benefícios pode ter uma fiscalização eficiente? A coordenação e fiscalização de obras, tanto no sector público como no privado, são actividades essenciais na área da construção, dando resposta à complexidade crescente que as empreitadas apresentam, aliado aos curtos prazos de execução exigidos pelos Donos de Obra. Assim, a contratação dos serviços de coordenação e fiscalização constitui um dos passos fundamentais para a garantia da Qualidade global, que por sua vez assenta em dois pilares essenciais: controlo de custos e prazos de execução. Associado às constantes alterações climáticas e maiores níveis de exigência na área da segurança, a legislação tem sofrido significativas alterações que cada vez mais obrigam as empreitadas a cumprirem uma série de requisitos e exigências. Neste contexto, para além da Qualidade, Prazos e Custos, também a monitorização Ambiental e a Coordenação de Higiene e Segurança em obra passaram a assumir um papel primordial. Os serviços de coordenação e fiscalização de obra constituem uma significativa maior valia para o Dono de Obra, uma vez que lhe permitem ter o conforto de aceder ao ‘’Know-How’’ necessário para a concretização do seu projecto através dos meios humanos disponibilizados, dando resposta a todo o tipo de adversidades que normalmente surgem nas empreitadas, garantindo assim o orçamento o prazo e a qualidade desejada. Nesse sentido, a fiscalização permite efectuar uma adequada articulação entre os diversos intervenientes no processo, quer sejam entidades externas, quer sejam entidades executantes, permitindo uma gestão adequada e a garantia do cumprimento dos requisitos legais aplicáveis. O dimensionamento correcto da equipa a afectar à prestação de serviços é um factor fundamental, assim como a afectação de técnicos com experiência e múltiplas valências nas diversas áreas que permitam uma gestão optimizada da Obra a executar, são factores essenciais para atingir um padrão de excelência, que se traduz na concretização do produto final a entregar ao Cliente – A Obra.

WORKSHOP

Info: Pedro Cardia (pedro.cardia@dhv.com)

Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável: Soluções de Gestão em Tempo de Crise A DHV vai promover, no próximo dia 02 de Junho, um workshop subordinado ao tema “Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável: Soluções de Gestão em Tempo de Crise”. Solicita-se a inscrição prévia, através do e-mail cristina.cavaco@dhv.com (número de lugares limitado). A participação neste evento é gratuita.

Serviços sustentáveis no sector imobiliário! A sociedade cada vez mais está a optar por crescimentos inteligentes e sustentáveis, o que justifica o facto da missão da DHV sempre ter estado fortemente alicerçada em prestar serviços multidisciplinares com uma forte contribuição para o desenvolvimento sustentável do nosso meio ambiente.

Consideramos que no sector imobiliário existem duas actividades cruciais: a Manutenção e Conservação, como forma de garantir que a vida útil do “equipamento”, bem como a valorização do mesmo, são atingidos com níveis de funcionalidade adequados; e a Monitorização, entendendo-se como o revisitar constante das condições que balizaram a ideia original, a tornaram diferenciada de outras oportunidades de investimento e a colocaram num patamar de importância tal, que torna o empreendimento competitivo em relação às alternativas correntes. As tarefas que compõem as actividades de Manutenção e Conservação estão viradas “para dentro” do empreendimento e constituem-se como o garante da valorização do investimento. Tal facto decorre de pressupostos correntes de mercado e está intrinsecamente ligado à vida útil do equipamento. O conceito de “Monitorização” do equipamento obriga o “seu proprietário” a “olhar para fora” da área de influência física do empreendimento, em busca de uma aferição dos critérios e valores diferenciadores do seu investimento. Esta é uma actividade in-

trinsecamente ligada à inovação, em que se busca uma melhoria contínua de indicadores de sustentabilidade que conduzem à valorização constante do investimento. Os conhecimentos da DHV abrangem todas as actividades necessárias, com conhecimentos específicos sobre o design estrutural dos grandes edifícios, instalações técnicas, qualidade do ar, energia, engenharia acústica, física de construção e mecatrónica. Nesse sentido, através da combinação de variados tipos de conhecimentos é possível construir pontes entre as diversas fases de planeamento, a fase de implementação e a fase operacional. A DHV oferece uma abordagem integrada, concebida para reduzir os riscos enquanto maximiza a qualidade e a eficiência. Info: Tiago Rainha (tiago.rainha@dhv.com)

DHV, S.A. I Estrada de Alfragide, n.º 92. 2610-015 Amadora I T: +351 214 127 400 | F: +351 241 127 490 I E: info-pt@dhv.com I www.dhv.pt Rua Ricardo Severo, n.º 3 - 3º andar. 4050-515 Porto | T: +351 226 061 340 | F: +351 226 093 253


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