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Portfรณlio Arquitetura + Urbanismo


Patrícia Corrêa Desenzi Nascimento: 11/08/1995 CPF: 018.035.276-84 RG: 18.558-927 PIS: 212.88054.77-9

Formação Pontifícia Universidade Católica de Campinas - 2017 Arquitetura e Urbanismo (19) 9 8809 9212

desenzi.patricia@gmail.com www.linkedin.com/in/patricia-desenzi-a25221158/ Link para Portfólios: https://issuu.com/desenzi.patricia

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Experiência Telles Arquitetura

Setembro 2015 - Outubro 2016

Atendimento ao cliente; Estudo preliminar e anteprojeto; Aprovações em prefeituras; Elaboração de projetos executivos; Compatibilização entre projeto arquitetônico e estrutural; Desenvolvimento de maquetes eletrônicas; Renderização e pós produção de imagens; Produção de maquete física.

COHAB Campinas Coordenadoria de Projeto

Elaboração de projetos executivos de prédios residenciais; Participação no desenvolvimento de escopo para Cartilha Piloto de apresentação do Programa Cartão Reforma do Ministério das Cidades em Campinas e auxílio no desenvolvimento de propostas de reforma com elaboração de orçamento para primeiras unidades a serem beneficiadas pelo programa; Vistorias técnicas em imóveis públicos.

COHAB CampinasRegularização Fundiária

Vistorias técnicas em núcleos residenciais com emissão de relatório; Acompanhamento de obras de infraestrutura urbana desenvolvidas pela Secretaria de Habitação de Campinas; Elaboração de projetos, desenhos técnicos e documentação para a regularização e aprovação de núcleos urbanos; Reuniões com lideranças comunitárias.

Arquiteta Autônoma

Parceria no desenvolvimento de projetos arquitetônicos residenciais, reforma de apartamento e desenho de mobiliários com apresentação de estudo preliminar e peças técnicas completas; Modelagem 3D com renderização e pós produção de imagem. Produção de maquetes físicas para o escritório Telles Arquitetura. Elaboração de projeto executivo completo de quadra esportiva para M80 Projetos e Construções - EIRELI.

Fevereiro 2017 - Agosto 2017

Setembro 2017 - Junho 2018

Julho 2018 - Atual

Habilidades AutoCAD SketchUp Photoshop V-ray Revit Pacote Office InDesign ArchiCAD QGIS Idiomas Inglês - Avançado Espanhol - Básico

Voluntariado 1° Semestre 2017 Campinas - SP

TETO - participação

Agosto 2016 São Paulo - SP

Projeto Criança Fala - participação

Maio 2016 São Paulo - SP

ATHIS - participação Oficina de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social

Outubro 2015 Xangri-Lá - RS

Oasis Xangri-Lá - Instituto Elos - participação

Arrecadação de fundos para a construção de abrigos emergenciais; Construção de abrigos emergenciais para famílias em situação de risco. Metodologia lúdica para incluir a criança na participação de intervenções propostas pelo grupo.

Reconhecimento da área, debates e elaboração de propostas para solucionar problemas nas periferias e ocupações irregulares. Planejamento e execução do projeto com recursos disponíveis na área.


índice Concurso Projetar - Habitação Social no Largo do Paissandú Projeto - Escola Técnica Desenho do Objeto - Transposição Projeto - Hotel Central TFG - Centro de Atenção Psicossocial Casa Sussuarana Maquetes Físicas Fotografia


CONCURSO:

HABITAÇÃO SOCIAL NO LARGO DO PAISSANDÚ Agosto 2018

A Cidade A cidade é, por natureza, uma pluralidade; envolve o habitar, a vida privada e pública. Muito além do espaço das mais diversas manifestações, é objeto de contestação e luta, sendo efetivamente uma plataforma política. Ocupar o centro da cidade é efetivamente resistir a desigualdade imposta. E pensar em habitações a serem implantadas no antigo espaço do edifício Wilton Paes de Almeida, símbolo de resistência e luta pelo morar, é ir além de um programa de necessidades, mas inserir a ideia de coletividade, unindo vozes para realizar uma nova política no grito. Entendemos que a comunidade neste sentido é responsável por organizar ideais em comum e questionar seus valores, sua cultura, a educação, a política, é empoderar-se. O Manifesto Ocupar é inquietar-se com a lógica desigual vigente. É contestar. Da cota térrea, a caixa de luz: o centro comunitário. Lugar de debate, fala e luta política. Memorial como manifesto. Muito além do silenciamento e lembrança, é voz. Declaração pública de fundamentos, como todo manifesto assim o é. A cidade é convidada a coletivamente manifestar-se e juntar suas vozes aos moradores através do ponto de luz, que pode ser visto em qualquer parte da rua. A caixa se eleva do solo e retoma em sua espacialidade a antiga contestação de luta da ocupação. A Luz é resistência e emancipação, restaurando por fim, sua intenção ideológica. Do térreo fluído é possível caminhar pelas rampas e chegar até o restaurante popular semienterrado, rebaixado 1,75 m, gerando uma nova dinâmica programática e reforçando o caráter público do edifício. A Comunidade Cada pavimento é distribuído por habitações com formas distintas de se morar. Entende-se o morar contemporâneo, mas é necessário propor flexibilidade, por isso as tipologias exploram dormitórios e banheiros individuais. A cozinha e espaços de convívio são propostos por andar. As áreas comuns foram pensadas no coletivo. É possível cozinhar, trocar receitas e conversar sobre o cotidiano. É um espaço de troca. Lavanderia, tipologias e espaços comunitários alternam-se entre os pavimentos. Como usos comunitários pensou-se em biblioteca, espaços lúdicos, informática, ateliê e oficina, estimulando as mais diversas atividades entre os moradores quebrando a monotonia das habitações. Átrios centrais delimitam as plantas dos pavimentos permitindo maior fluidez da ventilação nos andares e dinamizam os espaços coletivos, criando novas propagações sonoras e visuais entre um andar e outro. As varandas expandem o olhar externo e permitem o cultivo de pequenas hortaliças. É poder recortar de dentro, a cidade que se espera lá fora.

Planta Resta

Plan

O terreno

Criação nova cota

Centro Comunitário

Circulação Vertical

Áreas de Convívio

Apartamento

Volume

Desconstrução

Corte AA

Corte BB


aurante Comunitário

nta Pavimento Tipo 1

Tipologia 30m² Planta Térreo

Planta Centro Comunitário

Tipologia 32m²

Planta Pavimento Tipo 2

Tipologia 50m²

Planta Pavimento Tipo 3

Tipologia 32m² Acessível

Tipologia 38m²


ESCOLA DE ENSINO TÉCNICO PROJETO

5º Semestre

Legenda Área Pública Escola

Legenda Área Pública Escola

Legenda Pátio Escola Eixo Principal

om Pedro

Rodovia D I

via

o Rod

sor

fes Pro

erio Zef

Vaz

Legenda Eixo principal

Legenda Adm/Secretaria/Diretoria Banheiro/Vestiário Biblioteca Auditório Refeitório Cozinha Depósito

Legenda Terreno Escola Shopping Dom Pedro Ribeirão do Quilombo

LOCALIZAÇÃO

Legenda

Legenda

Circulação

Salas de Aula

Circulação Vertical

Biblioteca

Área Livre


A Escola de Educação Profissional procura incentivar, no Bairro Santa Genebra da cidade de Campinas, novas relações entre o usuário e os espaços coletivos, públicos e de transição. A construção da escola, se posiciona delicadamente em uma das extremidades do terreno, onde a presença do muro, que divide o terreno do Condomínio Residencial Lumini, pode dar sensação de descontinuidade

do espaço, mas, juntamente com a implantação proposta, é um elemento positivo para delimitação do pátio, espaço coletivo, de uso preferencial aos alunos. Sem grande movimentação de terra, a proposta de grandes pátios que acompanham o nível da calçada procura reforçar o caráter público dos demais espaços.

IMPLANTAÇÃO


PLANTA TÉRREO

PLANTA PRIMEIRO PAVIMENTO

CORTE AA

CORTE BB


CORTE CC

CORTE DD


TRANSPOSIÇÃO

ELO MOSCOU DESENHO DO OBJETO

7º SEMESTRE

Rodovia Dom Pedro I

Passarela com transposição de motocicletas Acesso pela Rod. Dom Pedro I

Ciclovia

Local da Intervenção: Núcleo Residencial Gênesis, Campinas - SP Tipo de Intervenção: Proposta de transposição do Ribeirão Anhumas Para suprir a necessidade de transposição a pé, de moto e de bicicleta, além de privilegiar e manter o trajeto do pedestre seguro, a proposta consiste na construção de duas passarelas. A primeira delas possui duas mãos para bicicletas, já que sua posição é ideal para a conexão com a ciclovia já existente, além da proposta de melhorias no caminho até o ponto de ônibus na Rodovia Doutor Antônio Duarte da Conceição. A segunda passarela se posiciona de maneira a se ligar até a Rodovia Dom Pedro, sendo assim, a mesma possui duas mãos para a circulação de motos. A troca de usos das faixas exclusivas para circulação de motos e bicicletas é a única característica que difere as duas passarelas. Seu projeto estrutural respeita as dimensões locais e se resolve com arcos metálicos ligados a partir de perfis tubulares metálicos soldados nos arcos. O espaço da passarela é concebido de maneira a privilegiar o pedestre, sendo que o seu espaço de passagem é amplo. Graças a essa dimensão é possível a proposta dos seguintes equipamentos: bancos e armários com o propósito de armazenar livros para troca e ferramentas para manutenção de bicicletas e motocicletas. O fechamento, feito de tela metálica perfurada, é distribuído maneira alternada de acordo com o uso de cada módulo criado entre dois arcos estruturais: onde existem bancos, a tela percorre todo o arco, criando espaços com sombra, já nos módulos com armários, a tela vai somente até a metade da estrutura.

Pontos de tratamento do córrego

Rua Moscou

Ribeirão Anhumas

Ponto de ônibus Rodovia Dr. Antônio Duarte da Conceição

Passarela com transposição de bicicletas


PLANTA COBERTURA

Ribe irão A

nhum as

SEM ESCALA

IMAPLANTAÇÃO

PLANTA PASSARELA SEM ESCALA

SEM ESCALA

CORTE AA

SEM ESCALA Luminária pendente Estrutura tubular d=8cm Estrutura tubular d=5cm Banco de madeira

Armário de madeira Chapa metálica

CORTE BB

SEM ESCALA

Perfil “I” soldado 10x10

CORTE CC

SEM ESCALA

PLANTA ESTRUTURAL

SEM ESCALA


1. Anéis Estruturais Perfil metálico tubular

2. Perfis travamento soldados em “X” Perfil metálico em “I” 10x10

3. Perfis tubulares fixados entre anéis Perfíl metálico tubular d=10cm

4. Passarela

Chapa metálica perfurada 1,2mx3,65m

DETALHE - ÁRMARIOS FERRAMENTAS E PARA TROCA DE LIVROS

5. Cobertura

Chapa metálica perfurada

PROCESSO DE MONTAGEM DETALHE - FUNDAÇÃO APOIO MÓVEL

VISTA SUPERIOR SEM ESCALA

VISTA LATERAL SEM ESCALA

CORTE

SEM ESCALA

VISTA FRONTAL

PERSPECTIVA

VISTA FRONTAL

VISTA LATERAL

PERSPECTIVA

PERSPECTIVA

PERSPECTIVA EXPLODIDA

SEM ESCALA

SEM ESCALA

SEM ESCALA

SEM ESCALA

DETALHE - BANCOS DE MADEIRA

VISTA SUPERIOR SEM ESCALA

VISTA LATERAL SEM ESCALA

CORTE

SEM ESCALA

VISTA FRONTAL SEM ESCALA

SEM ESCALA

SEM ESCALA

SEM ESCALA


HOTEL COWORKING CENTRO DE CAMPINAS PROJETO

Legenda 1. Apoio Recepção 2. Maleiro 3. Recepção 5. Lobby 6. Apoio Camareira / Serviço 7. Banheiros 8. Praça Coberta 9. Bar 10. Cozinha 11. Restaurante 12. Terraço Restaurante 13. Secretaria 14. Administração

14. Administração 15. CPD 16. Preparo de Funcionários 17. Segurança 18. Financeiro 19.Escritórios Itinerantes 20. Escritórios Pernamentes 21. Terraço Área Coletiva 22. Sala de Jogos 23. Cozinha Coletiva 24. Sala de Leitura 25. Apartamento Comum 26. Moradia/Studio

PLANTA PRIMEIRO PAVIMENTO

SEM ESCALA

PLANTA TÉRREO

SEM ESCALA

CORTE AA

CORTE BB

PLANTA SEGUNDA PAVIMENT

SEM ESCA


TO

ALA

TERCEIRO/QUARTO PAVIMENTO

SEM ESCALA

QUINTO PAVIMENTO

SEM ESCALA

SEXTO À DÉCIMO PAVIMENTO

SEM ESCALA


CAPS FAROL

COMUNITÁRIO

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO - parte II

Local da Intervenção: Jardim Ângela, Zona Sul, São Paulo Tipo de Intervenção: Projeto Centro de Atenção Psicossocial de baixo impacto


São Paulo

Jardim Ângela

Jardim Ângela

Área de Estudo

Prática Colaborativa

Praça Troca de vivências em comum

Terapia Individual

Área de Estudo Área de Projeto

A área onde o Jardim Ângela está inserida é de grande fragilidade ambiental, além de ser, como grande parte das zonas periféricas, extremamente adensada. Essa conformação atingida pela ocupação desordenada vai diretamente contra com a necessidade real desse território, que pede cuidado e preservação. Apesar disso, o grande contingente de pessoas habitando o lugar pede infraestrutura e equipamentos que supram suas necessidades. Assim sendo, tentando conciliar a necessidade do homem e a necessidade do território, o projeto se faz mínimo. Em proporções e em modificações no terreno original carregando em seu programa apenas os espaços construídos extremamente ne-

cessários para seu funcionamento tendo áreas verdes por todo seu entorno. O CAPS Farol Comunitário se articula como um centro de acompanhamento terapêutico e se desenvolve em dois diferentes, porém complementares, eixos: 1- como uma ferramenta preventiva, ouvindo diferentes histórias vindas de diferentes pessoas, independentemente da abordagem, em grupos pequenos, grandes ou individualmente; 2- como espaço de apoio para indivíduo acometido pela patologia mental. Ambos os eixos buscam, de maneira direta, a construção de uma comunidade mais unida e saudável.

IMPLANTAÇÃO


6 6

2

7

6

3

1 3 1 2 3

1

3

1 2

Legenda 1. Estrutura cozinha 2. Banheiro 3. Sala Vila de Trocas 4. Apoio Funcionários 5. Administração 6. Sala individuais Casulos 7. Anel Comunitário

PLANTA PRAÇA SECA SEM ESCALA

4

5

PLANTA


O posicionamento do projeto dentro da área que o recebe se dá por pontos norteadores para que ele se torne o que se propõe a ser: um espaço público de passagem e permanência diárias, mas que consiga atender a exigência de privacidade que as atividades que serão realizadas pedem. O espaço se constrói a partir de sua própria transformação e constituição espacial. 1- Eixo norteador: Fluxo A primeira ação projetual é o reconhecimento de uma linha de fluxo que corta o projeto de maneira a facilitar a chegada dos moradores que descem da Rua Anatoli Liadov até a Avenida dos Funcionários Públicos e seus grandes equipamentos implantados lá. Para vencer todos os desníveis apresentados pelo terreno de maneira inclusiva, existe ao longo do fluxo escadas e rampas para que o pedestre possa escolher entre um caminho mais rápido e direto - pelas escadas -, ou mais longo e acessível - rampas. 2- Reestruturação da mata remanescente Nas áreas de maior declive dentro do terreno, pela dificuldade de ocupação, existem pequenos maciços arbóreos remanescentes. Para recuperar a mata que lá havia e, em respeito ao plano urbano, o Projeto Farol da Comunidade propõe que mais da metade da sua área envoltória seja transformado em agrofloresta, caracterizada por oferecer no mesmo espaço o plantio de produtos agrícolas e florestais. Ela se estende por toda a área, até onde a intervenção do projeto não alcança, se unindo aos maciços arbóreos e ajudando a restau-

rar e recuperar o verde. A implantação é concebida com seu programa explodido dentro do terreno, por 3 motivos. O primeiro refere-se a criação e construção de diferente espaços. Propondo um projeto que tem suas especificidades e necessidades. O segundo, por uma necessidade intrínseca ao território: o Bairro Vera Cruz precisa de espaços públicos, de espaços abertos que façam parte da comunidade e que estejam abertos a ela. E por fim, o terceiro motivo existe em harmonia com o programa e carrega os preceitos da reforma psiquiátrica na medida que traz um equipamento difundido em meio a comunidade, trazendo a importância da manutenção da saúde mental para o cotidiano dos moradores. Assim, o projeto proporciona variados espaços, porém com o mesmo objetivo em comum: fortalecer o indivíduo, suas relações e a comunidade. São a princípio espaços facilitadores de encontros, onde as pessoas possam se identificar através das suas dores e problemas em comum, onde elas consigam estabelecer e restabelecer vínculos afetivos e sociais por meio da análise e compreensão de suas relações e conflitos. A a rquitetura se apresenta não como um fim em si mas como um mediador de vidas. O desnível do terreno foi usado para conferir aos espaços a privacidade necessária, definindo onde pedestres passam no dia a dia de maneira a chegar a seus destinos, onde são os espaços de usuários efetivos das dependências programáticas do projeto, e onde ficam as áreas de permanência.


CORTE BB

SEM ESCALA Sala Comum ANEL COMUNITÁRIO

AMPLIAÇÃO CASULO

SEM ESCALA

AMPLIAÇÃO ANEL COMUNITÁRIO

SEM ESCALA

AMPLIAÇÃO SALA COMUM

SEM ESCALA

CASULO

CORTE DD

SEM ESCALA


CORTE EE

SEM ESCALA

PROCESSO DE MONTAGEM MADEIRAMENTO VILA DE TROCAS

1. Alvenaria estrutural de Bloco cerâmico e pilares compostos de madeira.

2. Vigas de madeira lâminada 16x6cm.

3. Sobreposição sentido oposto vigas de madeira lâminada 12x6xm.

4. Sobreposição sentido oposto vigas de madeira lâminada 12x6xm.

5. Vigas extras de madeira lâminada para apoio do deck.

6. Madeiramento peças do deck (3x10cm).


Casa SUSSUARANA, Pindaí - BA Junho 2018

Dois fundamentos como argumentos iniciais para o projeto: rodeado por uma paisagem característica do sertão nordestino, na zona rural de uma cidade com pouco mais de 15 mil habitantes, e a proposta de uma casa iconográfica com programa compacto e economicamente viável. Em terreno com 15 hectares cria-se pequeno cercado para implantação da casa, abrigo de ferramentas de trabalho rural e ponto de encontro para reuniões familiares. À frente têm-se o “alpendre” na busca da releitura das tradicionais casas. Junto ao alpendre tem-se a cozinha, elemento utilizado como estruturador do abrigo e compõe, juntamente com a cobertura, um espaço contínuo entre o lazer e o cozinhar. A casa, construída em alvenaria estrutural de bloco cerâmico e iluminada por aberturas simples de madeira, estrutura-se sob a grande cobertura de duas águas, dessa maneira, resultado clara e simples espacialmente e construtivamente.


O volume

Descontrução do volume

Eixos áreas sociais

Área privada Exigências e Limitantes

A casa tradicional

Tijolo baiano

CORTE AA

PLANTA COBERTURA

Telha de barro

CORTE BB

Grande cobertura

PLANTA ARQUITETÔNICA

Pequena horta

CORTE CC


Maquetes Físicas


Maquete Projeto Final- Brro Arquitetos Escritรณrio da Fazenda Santa Elisa Madeira MDF e papel Panamรก - Corte a laser 2017


Maquete de estudo - Telles Arquitetura Madeira balsa - Corte a mĂŁo 2016


Maquete estudo volumétrico - Telles Arquitetura Residência no RJ Madeira balsa - Corte a mão 2018


Maquete estudo volumĂŠtrico - Telles Arquitetura Madeira balsa - Corte a mĂŁo 2018


Projeto Telles Arquitetura Casas Geminadas em Santo AntĂ´nio da Posse - SP 2018


Sesc 24 De Maio - Centro de São Paulo Paulo Mendes da Rocha + MMBB Arquitetos


Imagens Trabalho Final de Graduação Bairro Vera Cruz - Distrito Jardim Ângela - Zona Sul de São Paulo 2017


Portfólio Arquitetura e Urbanismo  

2015 - 2018

Portfólio Arquitetura e Urbanismo  

2015 - 2018

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