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CAPELA MÃE DE DEUS REFLEXÃO DO MÊS: “O AMOR É A CHAVE DA AMIZADE” ”O homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si mesmo um ser incompreensível, sua vida é privada de sentido se não se lhe revela o amor, se não o experimenta e o faz próprio, se não participa nele vivamente”. Nestas palavras da primeira encíclica “Redentor do homem” de J. Paulo II acha-se, de certo modo, sintetizada toda a doutrina cristã atinente ao amor e é exatamente aí onde afirmamos existencialmente, que no amor está a experiência constitutiva e determinante de cada pessoa. O amor é a chave do segredo para uma autêntica amizade e para um esquecimento próprio. Sem amor, não há esquecimento de si mesmo, mas somente egoísmo, sensualidade, orgulho. Ao contrário, com ele, o nosso espírito mesmo sendo o mais extraviado volta ao bom caminho e os corações reconquistam a sua nobreza de Filhos de Deus. Um amor santo guia os corações, previne-lhes a queda, livra-os da desordem. Ao egoísmo opõe a generosidade; ao orgulho, a humildade; à avidez de prazeres e glória, a abnegação, o espírito de serviço e o esquecimento próprio. É o amor que restitui e converte o homem em herói, em santo. Independentemente, da profundidade de suas quedas. O amor é o ímã irresistível que atrai todas as forças divergentes da alma. Até aquelas que pareciam refratárias à unificação. Felizmente, o amor é aquilo que há de maior no homem; é o que lhe permite ultrapassar a si mesmo, na descoberta do outro, ir mais longe no desabrochar de todas as suas riquezas. Por isso, a diminuição do amor é a coisa mais terrível que possa acontecer: quando o amor se degrada, em vez de elevar o homem, ele o sufoca, mergulha-o na sua miséria, nos seus limites. Que neste mês no qual se celebra o dia da Amizade, dia 20 de julho, possamos aprender de Jesus a essência da verdadeira amizade – o seu Amor que Ele mesmo provou de tantas formas quando esteve entre os homens. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13)

FONTE: Brito, Gardênia.Manual sobre a Amizade,2000.


03 DE JULHO SÃO TOMÉ (APÓSTOLO) Neste dia festejamos a santidade de vida do apóstolo que não chegou até o Céu pelas suas limitações - como acostumamos firmar ao chamá-lo de incrédulo - mas sim por ter sido atingido pela ilimitada misericórdia do Senhor. São Tomé apóstolo de Nosso Senhor Jesus Cristo era o mais "teólogo" dos doze, pois com suas perguntas possibilitava a Revelação do Cristo e a Trindade. São Tomé era Israelita e foi um dos doze apóstolos de Jesus. Seu nome consta na lista dos quatro evangelistas. Marta e Maria haviam suplicado a Jesus que fosse à cabeceira de Lázaro, mas voltar novamente à Judéia, após as ameaças feitas pelos inimigos, era expor-se a grande perigo. Jesus, porém, diante das objeções dos apóstolos, mostrou-se decidido e foi aí que Tomé exclamou: "Vamos também nós e morramos com ele". A segunda intervenção de Tomé. Jesus reunia os discípulos no cenáculo. Suas palavras têm um tom de despedida: "Para onde eu vou vós sabeis e sabeis também o caminho". Todos calam, tomados pela emoção; só Tomé ousa objetar: "Senhor, nós não sabemos para onde vais, e como poderemos conhecer o caminho?" A resposta de Jesus é outro presente, que introduz Tomé e nós no âmago do mistério trinitário. Jesus lhe respondeu: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se vós me conheceis, conhecerão também meu Pai. Desde este momento vós o conheceis". Tomé precisa da Páscoa, mais que qualquer outro discípulo, para ter resposta definitiva às suas interrogações. A ausência de Tomé quando da primeira visita de Jesus ressuscitado aos discípulos, foi outro providencial incidente: "Se eu não vir em suas mãos o lugar dos cravos e se não puser o meu dedo no lugar dos cravos e minha mão no seu lado, não crerei." E Jesus pode responder: "Põe o teu dedo aqui e vê minhas mãos... Não sejas incrédulo, crê!" Esse apóstolo a quem obstinadamente fazemos a injustiça de chamá-lo incrédulo, se despede do Evangelho com breve e alto grito de fé "Meu Senhor e meu Deus!" Ninguém até aquele momento, nem mesmo Pedro e João, havia pronunciado com tamanha força, convicção e profundidade uma profissão de fé. Jesus Cristo, ressuscitado, então responde: "Porque me viste, Tomé, creste. Felizes os que não viram e creram". A incredulidade de Tomé, como também as negações de Pedro, foram as conseqüências do amor e da dor, e por isso foram transformadas em bênçãos e sustento da fraqueza humana pela misericórdia de Deus. São Tomé... rogai por nós!

FONTE: http://www.catolicanet.com/?system=santododia&action=ver_santos&data=03/07


04 DE JULHO SÃO PEDRO E SÃO PAULO APÓSTOLOS Hoje, a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo. Esta solenidade é uma das mais antigas da Igreja, sendo anterior até mesmo à comemoração do Natal. Estes santos são considerados "os cabeças dos apóstolos", por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários. Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como Seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho. Paulo, que tinha como nome antes da conversão, Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada "aos pés de Gamaliel", um dos grandes Mestres da Lei da época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles. Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o Batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o "Apóstolo dos gentios". São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

http://www.cancaonova.com/portal/canais/santodia


06 DE JULHO SANTA MARIA GORETTI (VIRGEM E MÁRTIR)

A Igreja, neste dia, celebra a virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de "sim" a Deus e "não" ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus. Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: "Não, não, Deus não quer; é pecado!". Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: "Sim, o perdoo... Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa... quero que ele esteja junto comigo na glória eterna". O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também.

Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo. Santa Maria Goretti, rogai por nós!


09 DE JULHO SANTA PAULINA DE JESUS (RELIGIOSA E VIRGEM) Amábile Lúcia Visintainer, nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, província de Trento, no norte da Itália. Era a segunda filha do casal Napoleão e Anna, que eram ótimos cristãos, mas muito pobres. Nessa época começava a emigração dos italianos, movida pela doença e miséria que assolava a região. Foi o caso da família de Amábile que em setembro de 1875 escolheram o Brasil no Estado de Santa Catarina. Padre Servanzi a iniciou no apostolado paroquial, encarregando-a da catequese das crianças e assistência aos doentes. Amábile dedicava-se de corpo e alma à caridade, servia consolando e ajudando os necessitados, os idosos, os abandonados, os doentes e as crianças. Com a permissão de seu pai, Amábile construiu um pequeno casebre, num terreno doado por um barão, próximo à capela, para aí rezar, cuidar dos doentes, instruir as crianças. A primeira paciente foi uma mulher portadora de câncer terminal, a qual não tinha quem lhe cuidasse. Era o dia 12 de julho de 1890, data considerada como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que iniciou com Amábile e Virgínia, sua amiga, atuando como enfermeiras. Esta também foi a primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro (aprovada pelo Bispo de Curitiba, em agosto 1895). Quatro meses depois Amábile, Virgínia e Teresa Maule (outra jovem que se juntou à elas) fizeram os votos religiosos; e Amábile recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Também foi nomeada Superiora, passando a ser chamada de Madre Paulina. A santidade e a vida apostólica de Madre Paulina e de suas Irmãzinhas atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam. Além do cuidado dos doentes, das crianças órfãs, dos trabalhos da paróquia, trabalhavam também na pequena indústria de seda para sobreviverem. Em 1903, com o reconhecimento de sua obra Madre Paulina foi convidada a se transferir para São Paulo. Fixando-se junto a uma capela no Bairro do Ipiranga, iniciou a obra da "Sagrada Família" para abrigar os ex-escravos e seus filhos depois da abolição da escravidão em 1888. Em 1918, Madre Paulina foi chamada à Casa Geral em São Paulo, com o reconhecimento de suas virtudes, para servir de exemplo às jovens vocações da sua congregação. Neste período destacou-se pela oração constante e pela caridosa e contínua assistência às Irmãzinhas doentes. Em 1938, acometida pelo diabetes, iniciava um período de grande sofrimento, iniciando com a amputação do braço direito, até a cegueira total. Madre Paulina morreu serenamente no dia 09 de julho de 1942, na Casa Geral de sua congregação, em São Paulo. Ela foi beatificada pelo Papa João Paulo II em 1991, quando visitou oficialmente o Brasil. Depois o mesmo pontífice a canonizou em 2002, assim, Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus se tornou a primeira Santa do Brasil. Santa Paulina de Jesus... rogai por nós! FONTE: http://www.catolicanet.com/?system=santododia&action=ver_santos&data=09/07


14 DE JULHO SÃO CAMILO DE LÉLIS

O santo de hoje é patrono, ou seja, protetor dos enfermos e hospitais, isto porque amou - como Jesus - aos doentes, a ponto de ao ser reclamado para outras atividades, justamente no momento em que cuidava dos doentes, sua resposta sincera era sempre: "Tenham paciência, estou ocupado com Nosso Senhor Jesus Cristo". Camilo de Lellis nasceu em 1550, na Itália, e do pai capitão herdou o gosto pelas armas e coragem para luta. Sua vida mudou drasticamente ao se tornar órfão, pobre, abandonado e doente, com apenas 17 anos –quando foi acolhido num hospital de caridade em Roma. Ao ser curado, começou a servir aos enfermos como enfermeiro, mas infelizmente seu vício ao jogo levou-o à rua e à atividade de soldado profissional, ou seja, um mercenário que vivia de um inseguro salário e saques. Para sobreviver, Camilo fez uma experiência de serviço num convento Capuchinho, onde se iniciou sua conversão e descobriu sua vocação cristã. Mas não conseguiu permanecer no convento, pois precisava se tratar no Hospital de São Tiago em Roma, local que lhe fez desabrochar para a vocação de "saquear" almas dos enfermos para o Céu. No final do ano Santo de 1575, quando os poucos hospitais romanos mostravam-se insuficientes para atender todos os peregrinos necessitados de assistência que São Camilo de Léllis fundou a Congregação dos Ministros, ou seja, servidores dos enfermos que deveriam cuidar espiritualmente e corporalmente dos doentes. Passado dois anos, São Camilo foi ordenado sacerdote e continuou dirigindo por vinte anos seus religiosos. Sua dedicação aos doentes era tanta, que sempre repetia quando alguém queria tirá-lo do leito dos enfermos: "estou ocupado com nosso Senhor Jesus Cristo." No dia 14 de julho do ano 1614, depois de muito sofrer, São Camilo de Léllis entrou no lugar dos bons samaritanos: o Céu! Foi canonizado em 1746. Em 1886 foi declarado patrono dos enfermos e dos hospitais. São Camilo de Lélis... rogai por nós!

FONTE: http://www.acidigital.com/santos/santo.php?n=13


15 DE JULHO SÃO BOAVENTURA

O santo de hoje, foi bispo e reconhecido doutor da Igreja do Cristo que chamou pescadores, camponeses para segui-lo no carisma de Francisco de Assis, mas também homens cultos e de ciência. São Boaventura era um destes

homens

de muita

ciência,

porém

de

maior

humildade

e

conhecimento de Deus, por isto registrou o que vivia.

Escreve ele: "Não basta a leitura sem a unção, não basta a especulação sem a devoção, não basta a pesquisa sem maravilhar-se; não basta a circunspeção sem o júbilo, o trabalho sem a piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça". Boaventura nasceu no centro da Itália em 1218 e ao ficar muito doente recebeu a cura por meio de uma oração feita por São Francisco de Assis, que percebendo a graça tomou-o nos braços e disse: "Ó, boa ventura!". Entrou na Ordem Franciscana e, pela mortificação dos sentidos e muita oração exerceu sua vocação franciscana e sacerdócio na santidade, a ponto do seu mestre qualificar-lhe assim: "Parece que o pecado original nele não achou lugar". São Boaventura, antes de se destacar como santo bispo, já chamava - sem querer - a atenção pela sua cultura e ciência teológica, por isso ao lado de Santo Alberto Magno e Santo Tomás de Aquino, caracterizaram o século XIII como o tempo de sínteses teológicas. Certa vez, um frei lhe perguntou se poderia salvar-se, já que desconhecia a ciência teológica; a resposta do santo não foi outra: "Se Deus dá ao homem somente a graça de poder amá-Lo isso basta... Uma simples velhinha poderá amar a Deus mais que um professor de teologia". O Doutor Seráfico, assumiu muitas responsabilidades, como ministro geral da Ordem Franciscana, bispo, arcebispo, até que depois de tanto trabalhar, ganhou com 56 anos o repouso no Céu.

São Boaventura, rogai por nós!


16 DE JULHO NOSSA SENHORA DO CARMO Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor a Virgem Mãe de Deus; é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: "O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual".

Carmelo (em hebraico, "carmo" significa vinha; e "elo" significa senhor; portanto, "Vinha do Senhor"): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi pré-figurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf I Rs 18, 20-45). Estes profetas foram "participantes" da obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos; chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este por sua vez estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe: "Recebe, meu filho, este escapulário da tua ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno". Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: "Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo - e ainda - escapulário não é 'carta-branca' para pecar; é uma 'lembrança' para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte". Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do Escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe.

Oremos: Deus, nosso Pai, celebramos hoje a memória da gloriosa Virgem Maria que concebeu vosso Filho bem amado, Jesus Cristo Nosso Senhor. Por intercessão de Nossa Senhora do Carmo protegeinos de todos os perigos e dai-nos a graça de termos uma boa morte. Debaixo de sua proteção materna, cheguemos até vós e gozemos do vosso amor e da vossa misericórdia em todos os dias de nossa vida. Não nos deixeis abandonados ao nosso egoísmo, indiferença, ódio e rancor. Protegei nossas famílias e fazei crescer em nossos corações o amor aos nossos irmãos, especialmente aqueles que mais precisarem de nós. N. Senhora do Carmo... rogai por nós!

FONTE: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/nova_liturgia/santo/index.php?mes=7&dia=16&id=192 http://www.catolico.org.br/santo_do_dia/


22 DE JULHO SANTA MARIA MADALENA (DISCÍPULA DE JESUS)

A Igreja, de maneira universal, celebra a memória, ou seja, a vida de santidade de uma das “Marias” que, ao lado de Nossa Senhora, estiveram nos mistérios da vida do Salvador da humanidade. Maria Madalena, que era da próspera cidade Mágdala - como o próprio sobrenome indica - possui sua vida com Deus testemunhada na Palavra de Deus:

”Os doze estavam com ele, e também mulheres que tinham sido curadas de espíritos maus e de doenças. Maria, dita de Mágdala, da qual haviam saído sete demônios...” (Lc 8,1-2).

Como fiel discípula do Cristo, Maria Madalena o acompanhou nos Mistérios Gozosos, Dolorosos e Gloriosos; prova disto é sua presença ao lado da Virgem Santíssima e aos pés da Nossa Salvação: “Perto da cruz de Jesus permaneciam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas e Maria de Mágdala” (Jo 19,25). Também, ao estar chorando na madrugada do terceiro dia da morte de Jesus, foi quem primeiro experimentou a alegria da Ressurreição de Cristo, o qual a abordou de maneira reveladora: “Maria!” E este foi reconhecido pela ovelha que conhece a voz do Pastor, pois disse Maria Madalena em hebraico: “Raboni” (cf. Jo 20,16). Maria Madalena, de liberta, foi tornada libertadora, já que rapidamente anunciou aos Apóstolos a vitória de Jesus Cristo sobre a morte. Por fim, a respeito desta santa, conta-nos a tradição que tenha vivido sua missão ao lado de Nossa Senhora e São João Evangelista, isto em Éfeso.

Santa Maria Madalena... rogai por nós!

FONTE: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/nova_liturgia/santo/index.php?mes=7&dia=22&id=198


26 DE JULHO SANTA BRÍGIDA

A santa de hoje nasceu na Suécia, no ano de 1302. Ela foi entregue em casamento a um jovem chamado Wulfon, príncipe de Nerícia. Ao casar-se com Wulfon, Santa Brígida assumiu, com orações e sacrifícios, a missão de lutar pela conversão de seu esposo, um homem entregue aos vícios e paixões desregradas. Santa Brígida alcançou esta graça. E, juntamente com seu esposo (agora convertido) numa vida com muitas práticas de piedade, foram a diversas peregrinações, até que aos 32 anos Wulfon veio a falecer. Agora viúva e mãe de 8 filhos, Santa Brígida dedicou-se inteiramente ao serviço dos mais necessitados, cuidando dos enfermos (dentro de um hospital fundado por ela mesma e por seu esposo). E tudo isto sem perder de vista a formação cristã de seus filhos. Devota do Sagrado Coração de Jesus e da Santíssima Virgem, Santa Brígida passava horas em adoração a Jesus Sacramentado. Inspirada pelo Espírito Santo, fundou uma Ordem feminina e outra masculina. Consagrou-se na vida religiosa, e em meio a sofrimentos e inspirações reveladoras do próprio

Jesus,

aprofundou-se

no

Mistério

do

Cristo

Crucificado,

até

que

mergulhasse

definitivamente neste mistério, quando em Roma, aos 71 anos, entrou na Eternidade.

Santa Brígida, rogai por nós!

FONTE: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?dia=23&mes=7


26 DE JULHO SANTOS JOAQUIM E ANA (PAIS DE MARIA)

Com alegria celebramos hoje a Memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant'Ana. Na Tradição é que encontramos a linda história em que eram judeus fiéis a Deus, porém estéreis para terem filhos, até que por intervenção Divina alcançaram a graça e tiveram Maria. De fato, a menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José. A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.

Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. O papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes. As avós são também chamadas de "segunda mãe", e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de estar vivenciando os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações. Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.

Santos Joaquim e Ana...roguem por nós!

FONTE: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/nova_liturgia/santo/index.php?&dia=26&mes=7&ano=2008


29 DE JULHO SANTA MARTA (DISCÍPULA DE JESUS) As Escrituras contam que, em seus poucos momentos de descanso ou lazer, Jesus procurava a casa de amigos em Betânia, local muito agradável há apenas três quilômetros de Jerusalém. Lá moravam Marta, Lázaro e Maria, três irmãos provavelmente filhos de Simão, o leproso. Há poucas, mas importantíssimas citações de Marta nas Sagradas Escrituras. É narrado, por exemplo, o primeiro momento em que Jesus pisou em sua casa. Por isso existe a dúvida de que Simão fosse mesmo o pai deles, pois a casa é citada como se fosse de Marta, a mais velha dos irmãos. Mas ali chegando, Jesus conversava com eles e Maria estava aos pés do Senhor, ouvindo sua pregação. Marta, trabalhadora e responsável, reclamou da posição da irmã, que nada fazia, apenas ouvindo o Mestre. Jesus aproveita, então, para ensinar que os valores espirituais são mais importantes do que os materiais, apoiando Maria em sua ocupação de ouvir e aprender. Fala-se dela também na doença de Lázaro, quando Jesus, chamado pelas duas irmãs, encontra Lázaro já morto, Marta corre apressada ao seu encontro e faz uma forte profissão de fé. Este diálogo entre Jesus e Marta é um dos mais antigos temas batismais preparatórios da Páscoa, e a Igreja usou-o através dos séculos na liturgia fúnebre, para reavivar nos fiéis a esperança cristã. O pranto de Marta provoca as lágrimas de Jesus. É ela quem mais fala com Jesus nesse acontecimento. Marta disse a Jesus: "Senhor, se tivesses estado aqui, o meu irmão não teria morrido. Mas mesmo agora, eu sei que tudo o que pedires a Deus, Deus dará". Trata-se de mais uma passagem importante da Bíblia, pois do evento tira-se um momento em que Jesus chora. E o milagre de reviver Lázaro, já morto e sepultado, solicitado com tamanha simplicidade por Marta, que exemplifica a plena fé na onipotência do Senhor. Outra passagem é a ceia de Betânia, com a presença de Lázaro ressuscitado, uma prévia da última ceia, pois ali Marta serve a mesa e Maria lava os pés de Jesus, gesto que ele imitaria em seu último encontro coletivo com os doze apóstolos. Marta é modelo da mulher laboriosa, sendo padroeira dos hospedeiros; por sua vez, Maria é o modelo das almas contemplativas. Os primeiros a dedicarem uma festa litúrgica a santa Marta foram os frades franciscanos, em 1262, e o dia escolhido foi 29 de julho. Santa Marta...rogai por nós!

FONTE: http://www.catolicanet.com/?system=santododia&action=ver_santos&data=29/07


31 DE JULHO SANTO INÁCIO DE LOYOLA (PRESBÍTERO E FUNDADOR) Muitos poderiam ser os atributos transformados em subtítulos para juntarem-se ao nome de Santo Inácio de Loyola na linha acima, mas é melhor narrá-los logo em sua biografia. Ele viveu uma existência tão gloriosa de eventos e exemplos que, para a biografia ser justa, seria preciso contar seus feitos dia a dia desde o nascimento. Mas aqui vai um pequeno resumo. Inácio era filho de nobre família da Província de Guipuzcoa, na Espanha, e nasceu em 1491. Cresceu praticando esportes eqüestres, tornando-se depois célebre cavaleiro. Assim, fidalgo e exímio cavaleiro, só poderia mesmo tornar-se militar. Foi um militar daqueles chegados às aventuras das armas e do amor. Assim, participou de várias campanhas e batalhas. Mas, em 20 de maio de 1521 uma bala de canhão mudou sua vida. Ferido por ela na tíbia da perna esquerda, durante a defesa da cidade de Pamplona, em 20 de maio de 1521, ele ficou longo tempo em convalescença. Nesse meio tempo, meio por acaso, trocou a leitura dos romances de infantaria e guerra pela Paixão de Cristo. Incentivado por sua irmã, não voltou mais aos livros que antes adorava, passando a ler somente livros religiosos. Mais que isso, acabou por trocar a vida militar por uma vida de dedicação a Deus. Foi então até a capela do santuário de Nossa Senhora de Montserrat, pendurou sua espada no altar e deu as costas ao mundo do desfrute e do prazer. Passou a viver como eremita e mendigo, o tempo todo em penitência, na solidão e passando as mais cruéis necessidades. Durante esse período, passado numa caverna em Manresa todo o ano de 1522, preparou a base do seu livro mais importante: “Exercícios Espirituais”. Sua vida mudou tanto que, do campo de batalhas, passou a transitar no campo das idéias, indo estudar filosofia e teologia em Paris e Veneza. Em Paris, a 15 de agosto de 1534, na companhia de mais seis companheiros, fundou a Companhia de Jesus, que tantos missionários enviou ao mundo pelos séculos seguintes, firmando o cristianismo nas terras novas e levando a palavra de Deus a selvagens e nativos pagãos. Hoje compreende-se melhor a figura de Inácio de Loyola à luz de seu profundo espírito de doação, da mística do serviço, de seu otimismo e dinamismo orientados para a maior glória de Deus na Igreja e para a Igreja. Inácio assimilou Cristo na oração psicológica, na obediência e na santidade de vida. Sua visão do catolicismo está presente até hoje. Enfim, sua forma de ver a obra missionária espalhou o cristianismo pelos quatro cantos do mundo. Santo Inácio de Loyola morreu a 31 de julho de 1556 e foi canonizado pelo Papa Gregório XV em 12 de março de 1622. Santo Inácio de Loyola...rogai por nós! FONTE: http://www.santamissa.com.br/santo/santo.asp


Capela Mãe de Deus de JULHO