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ELEIÇÃO DA XXIII

Rainha da Festa da Polenta 2013

Seguindo os passos da história


O Renascimento na Itália

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esde meados do século XIV até meados do século XVI proliferou por toda a Europa uma nova visão do mundo e do Homem, dando-lhes uma maior dimensão e importância ética. Esta nova corrente ideológica, que abraçou o nome de Renascimento, teve origem na península itálica e, baseando-se no princípio de reviver, recuperar a arte, culturas e civilizações clássicas, marcou forte e irreversivelmente uma nova era cultural. É inegável o facto de que o Renascimento foi um período de inovação a todos os níveis, entrando em clara ruptura com o pensamento medieval e o seu primado da religião, não só pela crise de mentalidades, tornando a sociedade centrada no Homem e no conhecimento racional. Renascimento teve como principais características o florescimento das artes e das ciências e uma vigorosa renovação das formas de pensamento. O Renascimento italiano foi, sobretudo, um fenômeno urbano, produto das cidades que floresceram no centro e no norte Itália, como Florença, Ferrara Milão e Veneza, resultados de um período de grande expansão econômica e demográfica.


Algo aconteceu em Florença seiscentos anos atrás, algo tão especial e miraculoso que transformou nosso mundo para sempre. Damos-lhe o nome de Renascimento, um novo nascimento da arte e do saber antigos. Porém ali se deu mais do que um renascimento ou uma redescoberta de antigos segredos; foi o verdadeiro nascimento, o início, de uma consciência moderna, de uma forma moderna de ver e representar o mundo ao nosso redor. Paul Robert Walker


a herença da renascença na nossa cultura

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Itália foi o berço do Renascimento, o movimento artístico/cultural nascido em meados do século XIV, que influenciou o mundo inteiro ao longo de centenas de anos. Mais recentemente, ao se tratar da influência da arte no Brasil, ela se torna mais concreta através dos artistas italianos oriundos (descendentes), que contribuíram e influenciaram a criação artística de nosso País. “Porque somos”- acrescenta Paulo Duarte - “cultura e nação, inventados primeiro pela colonização e logo após pela imigração”. Nas artes plásticas e na cultura, de maneira geral, a presença dos descendentes de italianos se expressa pelo trabalho de nomes relevantes como os de Portinari, Pancetti, Anita Malfatti, Volpi, Nina Bo Bardi, entre tantos outros.

Os imigrantes italianos começaram a chegar ao Brasil, grosso modo, no período conhecido como Ciclo do Café. Esses imigrantes trabalharam na lavoura ou pequeno comércio, praticando ofícios variados. Muitos deles prosperaram, alguns se tornando fazendeiros, comerciantes ou industriais. Comum entre eles a luta para educar os filhos, que se integraram ao país como profissionais liberais, comerciantes, políticos e artistas. Assim escreveu Frederico Morais: “Crescendo junto com o país, mantendo laços afetivos e culturais com a Pátria mãe, com a Pátria de seus país, os artistas italianos ou oriundi encontraram em seus colegas brasileiros, como também por parte dos críticos, diretores de museus e marchands, entre os quais, aliás, encontram-se muitos patrícios, todo o apoio e estímulo. Houve assim, uma enriquecedora troca de experiências culturais e artísticas. Praticamente em todos os momentos significativos de nossa história da arte, do barroco à contemporaneidade, podemos assinalar essa presença italiana”.


Seguindo os Passos da História

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período do Renascimento, ou Renascença Italiana, se passou na Europa entre os séculos XIV e XVI. Pode-se dizer que foi um período transitório entre a Idade Média e a Idade Moderna do qual foi marcado por importantes mudanças no pensamento socio-cultural, refletidos na economia, política e religião. Jacob Burckhardt, em seu livro “A Cultura do Renascimento na Itália”, escrito em 1867, define claramente o termo “Renascença“, como entendemos hoje. Trata-se de um período de ”descoberta do mundo e do homem“. A volta aos paradigmas da Antiguidade Clássica, que trazia como ideal o humanismo e o naturalismo, foram os principais fios condutores de todo um período de reflorescência empírica e científica de uma época. Toscana, entre as cidades de Siena e Florença, foi onde o Renascimento se originou, proliferandose mais tarde por toda a Europa. Grandes transformaçõesocorreram na cidade de Roma, o que originou o surgimento de importantes nomes na literatura, arquitetura, bem como nas artes plásticas. Esta, que por sua vez foi marcada pela busca do belo, trazia em seus parâmetros de perfeição o estudo de anatomia, simetria e proporção das figuras. Destacam-se alguns desses grandiosos nomes que marcaram a história das artes, com seus retratos, pinturas, esculturas e arquiteturas dignas de caráter divinal, artistas como Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Rafael, Donatello, Brunelleschi e Botticelli, podendo ser dito que foram um dos maiores representantes do movimento renascentista.

O Homem Vitruviano é um desenho famoso que acompanhava as notas que Leonardo da Vinci fez ao redor do ano 1490 num dos seus diários. Descreve uma figura masculina desnuda separadamente e simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado.1 A cabeça é calculada como sendo um oitavo da altura total.


A moda

A

moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento. Durante a Renascença (séculos XV a meados do XVII, variando entre autores e regiões da Europa), a roupa é alçada a uma nova condição social. Com a ascensão da burguesia mercantil, a partir do século XIV, a moda passa a ser, mais do que nunca, um instrumento de diferenciação social, ao lado da arte. As famílias burguesas expunham ao mundo sua riqueza e prestígio nas vestimentas, o que, por sua vez, ajudava a manter funcionando o profícuo comércio de tecidos que movimentava a Europa.


A Indumentária

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medida que as pessoas ficavam mais conscientes, a indumentária e, em particular, os trajes elegantes adquiriram uma importância casa vez maior durante o Renascimento,A moda, antes um mero passatempo dos ricos, também se tornou uma preocupação da próspera classe burguesa.Durante toda a idade média, as roupas se diferenciaram de um país a outro, mas o Renascimento teve um efeito unificador sobre a moda.Á medida que as comunicações e os transportes se tornavam mais rápidos e sofisticados, a difusão de artigos de luxo se tornou regular e as pessoas começaram a desejar as mesmas mercadorias. Em termos de influência no vestuário e inovação, dois dos principais centros eram Florença e a corte de Carlos, o Temerário, duque de Borgonha, em Flandes. O rufo, elemento dominante nas roupas masculinas e femininas, era originalmente um efeito obtido ao puxar a borda da chemise para perto do pescoço com um cordão, de modo a fazer aparecer um babado, mas se tornou uma peça independente do vestuário.O rufo era confeccionado a partir de uma faixa ou tira de linho, com, no, no máximo,5,8m de comprimento.Ele podia aumentar até proporções tão elaboradas, graças á introdução do amido.Suportes como um apoio ou suportasse estrutura de arame cobertas com seda com alfinete por baixo do rufo, erma usadas para mantê-lo no lugar. A roupa típica da mulher no início do século VXI consistia num vestido longo com saia em forma de cone e cauda sobre uma bata e uma camisola de linho junto à pele. A saia

poderia ter uma fenda para mostrar uma anágua decorativa. O corpete possuía decote quadrado, adornado com laços de fitas finas e joias. As mangas eram amplas e bem largas no pulso, exibindo uma segunda manga trabalhada anexa à bata. A cintura alta descia gradualmente até a natural. Uma variedade de chapéus, toucas, véus, capuzes, redes de cabelo e outros acessórios eram usados na cabeça, com fortes variações regionais. Os calçados eram rasteiros e de bico quadrado. As saias continuavam a ter uma fenda para mostrar as anáguas cada vez mais decoradas. As mangas tornaram-se apertadas do pulso até o cotovelo, com ombros bufantes e/ ou aberturas exibindo inserções coloridas. Cintos de tecido ou corrente eram usados com um pingente, bolsa ou livro de oração suspenso da altura da cintura até o joelho. A cor predominante no dia-a-dia era o preto. Veludos, brocados e sedas combinados a pérolas, rubis, diamantes e outras pedras preciosas passeavam pela Europa. Começam aparecer as blusas de gola alta e decotes preenchidos por peças de linho bordadas. As mulheres italianas se diferenciavam muito das demais mulheres europeias, pois valorizavam um visual mais natural, enquanto no restante da Europa muitas mulheres raspavam os cabelos para deixar a testa mais alta e usavam elaborados penteados. Os penteados eram bastante trabalhados, misturando cabelo liso, com cachos, coques, mechas soltas... o céu era o limite. Nesta época, as mulheres usavam o precursor do nosso baby liss, uma barra de ferro cilíndrica que era aquecida e enrolada no cabelo.


Pintura

O

ideal do humanismo foi sem duvida o móvel desse progresso e tornou-se o próprio espírito do Renascimento. Num sentido amplo, esse ideal pode ser entendido como a valorização do homem (Humanismo) e da natureza, em oposição ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam impregnado a cultura da Idade Média. Ou seja, a partir do Renascimento, o ser humano passou a ser o grande foco das preocupações da vida e do imaginário dos artistas. O retrato, por exemplo, tornou-se um dos gêneros mais populares da pintura, utilizado, na ausência da fotografia, para o registro de pessoas e famílias nobres e burguesas. Dentro desse universo de figurações, o autorretrato se estabelece como um sub-gênero repleto de peculiaridades. Nele, o artista se retrata e se expressa, numa tentativa de leitura e transmissão de suas características físicas e sua interioridade emocional. Ali também, na maneira como utiliza cores e pinceladas, no modo como desenha suas próprias formas e lhes atribui volumes e texturas, o artista constrói seus próprios comentários sobre a natureza e os atributos da arte.

Principais características da Pintura RenascentistA

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erspectiva: arte de figura, no desenho ou pintura, as diversas distâncias e proporções que têm entre si os objetos vistos à distância, segundo os princípios da matemática e da geometria.

Uso do claro-escuro: pintar algumas áreas iluminadas e outras na sombra, esse jogo de contrastes reforça a sugestão de volume dos corpos. Realismo: o artistas do Renascimento não vê mais o homem como simples observador do mundo que expressa a grandeza de Deus, mas como a expressão mais grandiosa do próprio Deus. E o mundo é pensado como uma realidade a ser compreendida cientificamente, e não apenas admirada. Inicia-se o uso da tela e da tinta à óleo. Outra característica da arte do Renascimento, em especial da pintura, foi o surgimento de artistas com um estilo pessoal, diferente dos demais, já que o período é marcado pelo ideal de liberdade e, consequentemente, pelo individualismo.


Pintor do renascentista italiano nascido na cidade de Verona, um dos mais destacados mestres da escola veneziana e conhecido como Veronese por ser de Verona. Foi discípulo de Antonio Badile, expoente da tradição local e que lhe transmitiu o gosto pela integração de figuras humanas e elementos arquitetônicos, muito presente em seu trabalho. Decorou a igreja de San Sebastiano (1555-1558), na qual seria enterrado.


Arquitetura

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a arquitetura renascentista, a ocupação do espaço pelo edifício baseia-se em relações matemáticas estabelecidas de tal forma que o observador possa compreender a lei que o organiza, de qualquer ponto em que se coloque. “Já não é o edifício que possui o homem, mas este que, aprendendo a lei simples do espaço, possui o segredo do edifício” (Bruno Zevi, Saber Ver a Arquitetura). Principais características: • Ordens Arquitetônicas • Simetria • Arcos de Volta-Perfeita • Simplicidade na construção • A escultura e a pintura se desprendem da arquitetura e passam a ser autônomas • Construções; palácios, igrejas, vilas (casa de descanso fora da cidade), fortalezas (funções militares)

Fontana di Trevi, em Roma


Basílica de São Pedro


Escultura

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m meados do século XV, com a volta dos papas de Avinhão para Roma, esta adquire o seu prestígio. Protetores das artes, os papas deixam o Palácio de Latrão e passam a residir no Vaticano. Ali, grandes escultores se revelam, o maior dos quais é Michelângelo, que domina toda a escultura italiana do século XVI. Algumas obras: Moisés, Davi (4,10m) e outro grande escultor desse período foi Andrea del Verrochio. Trabalhou em ourivesaria e esse fato acabou influenciando sua escultura. Obra destacada: Davi em bronze (1,26 m). Principais características: • Buscavam representar o homem tal como ele é na realidade • Proporção da figura mantendo a sua relação com a realidade • Profundidade e perspectiva • Estudo do corpo e do caráter humano

Davi de Michelangelo. O trabalho retrata o herói bíblico com realismo anatômico impressionante, sendo considerada uma das mais importantes obras do Renascimento e do próprio autor. A escultura encontra-se em Florença, na Itália, cidade que originalmente encomendou a obra.


A Pietà de Michelangelo é talvez a Pietá mais conhecida e uma das mais famosas esculturas feitas pelo artista. Representa Jesus morto nos braços da Virgem Maria.


Musicalidade

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Música é uma criação que retrata toda as sociedades e respectivas mentalidades, acompanhando dinamicamente a evolução social, política e até económica. Na época renascentista é bastante visível esta interacção. A “revolução” que se deu no pensar humano marcou a produção artística de então, ao que o campo musical não ficou indiferente, embora de uma forma muito menos profunda. A música sempre fez parte da vida socio-cultural do Homem, mas de forma inconstante, assumindo contornos e funções diversas, integradas numa determinada época e mentalidade. Aliás, de acordo com Herzfeld, a música diz respeito apenas ao Homem, porque ela é mais que um simples Os compositores passaram a ter um interesse muito mais vivo pela música profana (música não religiosa), inclusive em escrever peças para instrumentos, já não usados somente para acompanhar vozes. No entanto, os maiores tesouros musicais renascentistas foram compostos para a igreja, num estilo descrito como polifonia coral ou policoral e cantados sem acompanhamento de instrumentos.

A música renascentista é de estilo polifônico, ou seja, possui várias melodias tocadas ou cantadas ao mesmo tempo.


O Codex Chigi é um manuscrito musical iluminado oriundo de Flandres, escrito por volta de 1500 possivelmente a pedido de Filipe I de Castela. Pertence à coleção da Biblioteca Apostolica Vaticana, onde está catalogado como Chigiana, C. VIII. 234.


o cenário urbano italiano e as novas sociabilidades

À

época referida, a Itália não estava constituída como nação, seu território albergava um conjunto de cidades-estado de maior ou menor porte, diversas em seus regimes políticos, nas atividades que geravam a sua riqueza e nos aspectos sócio-culturais que formavam a identidade de seus moradores. Cinco delas imperavam na península: o Reino de Nápoles, o Ducado de Milão, a República de Florença, os Estados Pontifícios e a República de Veneza. Ao seu redor intercalavam-se cidades menores, como era o caso de Mântua, Urbino, Ferrara, Siena e Gênova, entre outros. Politicamente, estes núcleos urbanos se organizaram tanto na forma de repúblicas quanto de principados. Nos regimes principescos, a Corte consagrou-se como a instituição chave da Renascença italiana. Dentre as cortes mais ilustres destacaram-se as de Milão, Ferrara, Mântua e Urbino. Os seus ambientes congregavam as mais diversas funções – a população cortesã era extremamente heterogênea –, desde administradores, conselheiros e políticos aos mais humildes servidores, não esquecendo um sólido grupo intermediário formado por artistas e literatos. Mais do que um instrumento governamental de propaganda do príncipe, as cortes foram também grandes centros culturais, “o meio social onde muitas obras de arte, que para nós representam o Renascimento, foram produzidas e apreciadas.” (BURKE, In: GARIN, 1991, p. 101). Nos círculos cortesãos, arte e política andavam juntas, e a prática do mecenatismo contribuía com a magnanimidade do governante. Além de toda essa exterioridade, no interior de seus salões, os palácios da Renascença italiana foram espaços sociais de conversação e convívio, que promoviam as trocas culturais na privacidade de seus serões, nos quais a música, a poesia, a dança, os jogos e as deleitosas discussões tomavam conta das noites cortesãs.


No seu íntimo, estes ambientes palacianos foram, igualmente, o espaço de intercâmbio entre os diversos grupos sociais e o lugar de convivência entre homens e mulheres. As cortes valorizavam o elemento feminino (DELUMEAU, 1994 b), permitindo às damas uma maior participação social. O refinado mundo cortesão parece ter oferecido um entorno favorável para as mulheres interessadas nas letras e nas artes, aqui, elas tiveram maior liberdade e oportunidade para desempenhar outros papéis além dos de esposa e de mãe (BURKE, 2000).


REPRESENTAÇÕES FEMININAS NAS REPÚBLICAS ITALIANAS DO SÉCULO XV

O

século XV assistiu ao esplendor da Península Itálica e a muitas das realizações do Renascimento. Neste período de intensas transformações, a Itália das diversas cidades projetou-se para além dos Alpes e mostrou ao mundo o despertar de uma nova cultura: novas formas de pensar, de conceber o mundo, de manifestar a arte, de dinamizar a economia e de viver em sociedade. Em meio a este cenário ergueram-se muitos dos valores da moderna sociedade ocidental, valores estes, que repercutiram, em maior ou menor grau, nos diversos grupos sociais e nos diversos âmbitos da vida humana. Percorrer, através das cidades e personagens da Renas-cença italiana, as características e princípios que deram vida a este período, será de fundamental importância no momento de analisar e compreender os espaços e representações destinados às figuras femi¬ninas do universo burguês da época. Como sujeito histórico, as mulheres renascentistas não representavam uma figura universal, e sim uma multiplicidade de identidades individuais e coletivas. Elas foram um mosaico de vidas singulares, as quais, singelas ou excepcionais, estiveram presentes em todos os âm¬bitos que formavam o mundo social da época, do ambiente doméstico ao intelectual, do universo privado à vida pública. Ao voltar o olhar para o legado que este período nos brindou, po¬de-se perceber, que dentro desta sociedade predominantemente mas¬culina – pois destacou governantes, cortesãos, mercadores, cardeais, humanistas, artistas e literatos –, a sutileza da figura feminina não permaneceu ignorada, nem distante. A arte evidencia a importância de sua presença de uma forma muito clara, em quantas das obras her¬dadas da Renascença não há representada a imagem de uma dama? imagens de mulheres – mitológicas, heroínas históricas e religiosas, personagens alegóricas, damas da época, belas mulheres idealizadas – estiveram por todas partes na Itália do Renascimento. Elas podiam ser encontradas nas esquinas das ruas, nas praças da cidade, nos edifícios do governo, vestíbulos das guildas, palácios principescos, casas privadas, instituições religiosas, igrejas e capelas.


Mulheres Italianas da Renascença que serão representadas no Desfile Maria Di Medici, (Florença, 26 de Abril de 1575 — Colónia, 3 de Julho de 1642) foi rainha consorte de França, segunda esposa do rei Henrique IV, o primeiro dos Bourbon no trono francês. Mais tarde, viria a ser regente do reino durante a menoridade do seu filhoLuís XIII de França. Foi também Rainha Mãe de França. Eleonora Di Garzia, seu nome completo Eleonora Álvarez de Toledo y Pimentel-Osorio, (Alba de Tormes, 1519 - Pisa; 17 de dezembro de 1562), aristocrata espanhola, duquesa de Florença desde 1537 e Grã-duquesa de Toscana desde 1539. Caterina de’ Medici, filha de Lorenzo II de Médici e deMadeleine de La Tour d’Auvergne, foi uma nobre italiana que se tornou rainha consorte de França de 1547 até 1559, como a esposa do rei Henrique II de França. Lucrezia Tornabuoni, (Florencia, 1425 - Florencia, 28 de marzo de 1482), poetisa italiana, filha de Francisco Tornabuoni, esposa de Pedro de Cosme de Médici e mãe de Lorenzo el Magnífico. Foi considerada como a mulher mais influente do século XV. Giovana Tornabuoni, Giovanna degli Albizzi, menina de boas famílias, casou pelos seus 18 anos com Lorenzo Tornaboni, comerciante e banqueiro com tanto de riqueza como de bom gosto. Margarete Di Savoia, em italiano: Margherita Maria Teresa Giovanna di Savoia) (Turim, 20 de novembro de1851 — Bordighera, 4 de janeiro de 1926) foi, entre 1878 e 1900, rainha consorte do Reino de Itália, esposa do rei Umberto I de Itália, o segundo soberano da Itália unificada.


Isabella d’Este Gonzaga, (Ferrara, 18 de maio de 1474 — Mântua, 13 de fevereiro de 1539), foi uma das líderes femininas da Renascença italiana e figura cultural e política de destaque. Caterina Sforza (1463 - 28 de maio de 1509) foi condessa de Forlì e Imola ea filha de Galeazzo Maria Sforza. Ela se casou com o sobrinho do papa, Girolamo Riario, com apenas 14 anos de idade. Alessandra Macinghi Strozzi, (1406–1471) uma mulher literária famosa, começou a construir o palácio bonito de Strozzi em Florença.


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