Issuu on Google+

Este suplemento é parte integrante do AUDIÊNCIA edição nº 369

JORNAL DE CANDIDATURA

Dedicados a Gaia

Agosto 2013 1ª Edição Contatos

EDUARDO VÍTOR RODRIGUES

dedicados.gaia@gmail.com psgaia.blogspot.pt www.facebook.com/dedicadosagaia www.twitter.com/DedicadosaGaia

Candidato a Presidente da Câmara

EU VOU FAZER TUDO O QUE ESTIVER AO MEU ALCANCE PARA VOLTAR A DAR EM VILA NOVA DE GAIA

UM NOVO ÂNIMO E UMA NOVA ESPERANÇA ÀS PESSOAS

OS NOSSOS CANDIDATOS! Bárbara Costa

ARCOZELO

Dário Silva

OLIVEIRA DO DOURO

Filipe Lopes

UF PEDROSO E SEIXEZELO

Cipriano Castro

AVINTES

Carlos Pinto

SÃO FÉLIX DA MARINHA

Arménio Costa

CANELAS

César Rodrigues

UF GRIJÓ E SERMONDE

Manuel Azevedo

Paulo Lopes

UF SANDIM, OLIVAL, LEVER E CRESTUMA

UF SANTA MARINHA E SÃO PEDRO DA AFURADA

Maria José Gamboa

CANIDELO

António Reis Cunha

MADALENA

Artur Gandra

João Paulo Correia

UF GULPILHARES E VALADARES

UF MAFAMUDE E VILAR DO PARAÍSO

João Morais

UF SERZEDO E PEROSINHO

Serafim Teixeira

VILAR DE ANDORINHO


Dedicados a Gaia DISCURSO DIRETO

“COMO PRESIDENTE SEREI UMA PESSOA NORMAL, EM PROXIMIDADE COM AS PESSOAS. ACREDITEM EM MIM!” Eduardo Vítor Rodrigues, de 42 anos, podia ter sido candidato do PS nas autárquicas em 2009, mas declinou o desafio por não ter uma carreira profissional consolidada que lhe permitisse “olhar para a política com o desprendimento que se exige”. O professor de Sociologia da Faculdade de Letras do Porto nasceu no Hospital Santo António, mas sempre viveu em Oliveira do Douro (Gaia), freguesia onde jogou pinguepongue, deu os primeiros pontapés na bola e que acabou por liderar durante oito anos como presidente da Junta. Gosta de ler, de ir ao cinema e à praia e faz coleção de presépios e de miniaturas de carros, embora o desporto de eleição seja o futebol.

Quem é Eduardo Vítor Rodrigues?

É

uma pessoa tranquila, serena, de bem com a vida e com a garantia que é não se envolver excessivamente na atividade política, descurando, dessa forma, a própria vida profissional. “Não me considero um político de carreira mas uma pessoa que tem um trajeto profissional que é ser professor na Faculdade de Letras no departamento de Sociologia e que vai tentar emprestar, neste contexto municipal, algumas das suas competências. Já o fiz no passado enquanto presidente de Junta de Freguesia de Oliveira do Douro durante oito anos numa experiência muito interessante em que também estive como voluntá rio. Participei ainda em atividades cívicas tradicionais, quer no contexto associativo, quer no contexto da ação social, que é aquilo que verdadeiramente me interessa e me move.”

“SOU O ÚNICO CANDIDATO QUE NOS ÚLTIMOS TRÊS ANOS PARTICIPOU EM GRANDE PARTE DOS PROCESSOS DE DECISÃO DO MUNICÍPIO”, AFIRMA O CANDIDATO

“Trabalharei com grande responsabilidade e tentarei repetir, melhorando, o que de positivo foi feito no passado” O que o leva a querer ser presidente de uma Câmara fortemente endividada? • A questão financeira é importante, mas não vale a pena carpir lágrimas. Há que olhar para a Câmara, não como uma zona de empregabilidade de amigos e de multiplicação de estruturas financeiramente pesadas, mas numa lógica de missão e com rigor na gestão. Em muitos domínios, sinto-me herdeiro do Dr. Menezes e o herdeiro herda tudo: as coisas positivas, em que eu participei e deixei uma marca, e as coisas negativas. Trabalharei com grande responsabilidade e tentarei repetir, melhorando, o que de positivo foi feito no passado. Sou o único candidato que nos últimos três anos, participou em grande parte dos processos de decisão do Município. Se eu não sou o continuador de grande parte destas politicas, quem vai ser? Quem vem de Viana, passando por Lisboa, fazendo um desvio por Bruxelas, e vem dar uma perninha a Gaia sem distinguir o nome das freguesias? Por ser herdeiro, não significa que farei igual. Há muito a mudar, mas seria hipocrisia política dizer que tudo o que está para trás está mal. Já disse mais de que uma vez que se considera o legítimo herdeiro de Luís Filipe Menezes. Porquê? • Disse isso num contexto muito específico. De facto, considerando que nestes últimos três anos grande parte da atividade do Dr. Menezes esteve ancorada em mim e

nos Vereadores do Partido Socialista. Os Vereadores do PS não tiveram uma mera participação passiva nas reuniões de câmara, pelo contrário, tiveram um papel muito ativo na isenção do IMI, na retirada das taxas de resíduos às IPSS, na isenção de pagamento de taxas nas piscinas municipais às associações ligadas a deficientes, ou na atribuição de manuais escolares até ao 6º ano. Neste contexto, o que eu tenho dito é

“Há muito a mudar,

mas seria hipocrisia política dizer que tudo o que está para trás está mal…” que, sou um ativo participante da política municipal dos últimos três anos – para o bem e para o mal. Porque depois também tenho a herança da dívida – naturalmente e atendendo à divisão interna geral que houve e que há, neste momento no PSD, de facto, sou a pessoa melhor colocada para continuar o legado do Dr. Menezes. Mesmo ele, neste contexto de divisão interna, penso que entende duas coisas. Em primeiro lugar, que a figura que tem para Gaia, que não era quem queria, é alguém que pouco tem que ver e pouco conhece da dinâmica de Vila Nova de Gaia. Eleito deputado por Viana do Castelo, está em Lisboa e, ao que tudo indica, tem o objetivo de ir parar ao Parlamento Europeu. Depois, o Dr. Menezes não se pode esquecer

que precisa de alguém que fique em Gaia como seu herdeiro, porque ele deixou uma herança de 400 milhões de euros de dívidas para pagar, e até isso eu vou ter que assumir. Caso ganhe as eleições em outubro, que Gaia vai encontrar? • Vou encontrar um concelho que tem um problema muito sério de endividamento. Um problema que tem vindo a ser camuflado pelo atual executivo da Câmara, porque evoca o facto de ter sido apresentado o relatório de contas 2012 e ter havido um balanço positivo de um milhão de euros, como se isso fosse uma grande coisa. Em primeiro lugar, este balanço positivo decorre do facto de o ano de 2012 ter sido o ano de menor atividade da câmara. Em segundo lugar, uma Câmara que tem 400 milhões de euros de dívida, a dar lucro de um milhão de euros por ano, precisa de 400 anos para pagar a dívida. O município de Gaia está com este problema sério. Mas não é isso que me move. Não é este o eixo da campanha do PS, não é essa a crítica que nós fazemos e não é isso que nos move em termos de projeto. Pior do que a dívida neste momento, é o desemprego e a fragilidade de alguns grupos sociais. Estamos com uma taxa de desemprego de 22,5 por cento, cinco por cento acima da média nacional. E estamos a falar de um desemprego híper desqualificado. Quase 70 por cento dos desempregados em Gaia tem o 6º ano de escolaridade ou menos. O problema de Gaia, não é só o desemprego. É mais que isso. É

um problema de qualificação e formação, que pode não ser resolvido quando passar a crise, porque os handicapes que explicam o desemprego vão muito para além da crise. Se eu tivesse que fazer uma crítica ao executivo, seria exatamente o alheamento em relação a esta questão. Foram muito bons ao nível infraestrutural, mas do ponto de vista daquilo que são as preocupações com as realidades sociais, isso foi descurado de forma inadmissível. Ainda por cima, quando temos em Gaia uma boa rede de escolas profissionais e de ensino superior, podiam e deviam ter sido mobilizadas. Até porque o atual quadro comunitário de apoio teve na formação uma enfâse particular. Tem outro problema muito sério que é o problema da fachada. Foram feitos progressos importantes sob o ponto de vista das acessibilidades, mas depois saímos de um IC ou de uma VL e entramos numa rua esburacada e num sistema de trânsito caótico. Se a isto associarmos aos transportes em Vila Nova de Gaia, temos razões para nos assustarmos. Se viermos de Lever ou de Crestuma ao centro de Gaia, a viagem custa 4 euros. Significa que cada desempregado de Lever que tenha que vir duas vezes por mês ao centro de emprego fazer a sua apresentação quinzenal, precisa de cerca de 10 euros. Isto consegue resolver-se se houver uma generalização do andante em Gaia, à semelhança do que já acontece noutros municípios. Esta câmara foi boa para fazer o ciclo do betão, mas neste momento os problemas são outros. Fiquei escandalizado quando ouvi o meu adversário falar das prioridades que tem para o município e no topo da lista estão as três pontes sobre o Douro. Numa altura destas, com a realidade que temos em Vila Nova de Gaia, ter nas pontes uma prioridade é no mínimo anedótico. A não ser que ele esteja a pensar transformar as pontes em pedonais porque toda a gente sabe que cada vez há menos carros a travessar as pontes que já existem.


Câmara ajuda o PSD Eduardo Vítor Rodrigues, teceu duras críticas ao que considera ser o “modelo de campanha milionário do PSD”. “Fico escandalizado quando vejo que o modelo de campanha do PSD, é um modelo milionário e não percebo onde é que vão buscar o dinheiro”, afirma o candidato. O candidato do PS à Câmara Municipal de Gaia, acredita que esta maneira de fazer política “não ganha votos”, mas antes “gera repulsa, por causa dos tempos difíceis que atravessamos e que impõe contenção e não esbanjamento”. Eduardo Vítor Rodrigues acusa ainda a candidatura de Carlos Abreu Amorim de usar meios da Câmara de Gaia nas ações de campanha e avisa que vai “estar muito atento”. Para o professor, “é muito frequente ver viaturas da câmara em iniciativas partidárias. Isso não pode acontecer”. para os agregados domésticos e a isenção dos resíduos sólidos para escolas, bombeiros, coletividades e IPSS. Que projetos tem para Gaia? • Há um projeto que tenho orçado para cinco milhões de euros por ano, para a reabilitação de todas as vias secundárias das freguesias. E esta verba será paga parte pela Autarquia e parte pelas Águas de Gaia porque a reboque da reabilitação das vias secundárias vamos substituir infraestruturas, uma vez que em muitos sítios deste concelho se três vizinhos abrirem ao mesmo tempo as torneiras, o de cima deixa de receber água, porque as canalizações estão subdimensionadas. A ponte pedonal é um compromisso absoluto. O resto das pontes é para esquecer. O custo da ponte pedonal tem cabimento no âmbito dos financiamentos previstos no próximo quadro comunitário de apoio. E o meu primeiro ano de mandato tem que ter jogos juvenis. Gaia tem o nível de desemprego mais elevado do país. O que pode uma autarquia fazer para mudar este cenário? • Em primeiro lugar, a câmara pode proteger o emprego. A primeira forma de proteger o desemprego é proteger o emprego existente. Se alguém abrir uma barbearia e se colocar na porta algo a dizer barbeiro vem a Gaiurb e espeta uma brutal taxa. Se colocar um reclamo luminoso tem de pagar taxa. O objetivo é racionalizar as taxas. Neste momento, na Avenida da República não há uma zona de cargas e descargas. Não pode estar o comércio a descarregar e logo a Policia Municipal a mandar andar. Como é que é possível um comércio competir com uma grande superfície se lá tem sempre lugar para estacionar. Vamos criar zonas de estacionamento a que vamos chamar o horário verde de estacionamento. O cidadão tem uma hora para fazer as compras.

“Apostar na formação dos desempregados é crucial” O candidato do PS à Câmara de Gaia foge de demagogias, mas assume o compromisso de lutar para travar esse flagelo que já afeta 22,5 por cento dos gaienses. Parece-lhe que os esforços da Câmara, nesta altura, devem ser direcionados para as pessoas? • Claro. Não quero ser demagogo nem populista e vir aqui dizer que a Câmara vai resolver o problema do desemprego porque não seria verdade. O que eu acho é que há estratégias e ações da Câmara Municipal que podem ajudar muito e atenuar ou até inverter alguns dos ciclos de desemprego. Apostar na formação dos desempregados é crucial e a Câmara deu um ou dois exemplos como o Hotel Yetman ou o El Corte Inglês,

que provam que o município deve ser agressivo do ponto de vista da diplomacia económica. A baixa de impostos é para continuar? • Claro. Ninguém valorizou o que foi conseguido em Gaia graças à tal postura construtiva. Em Gaia não tiramos só os resíduos sólidos das faturas da água. O aumento da água que as Águas de Portugal vão vender em 2013 às Águas de Gaia cifra-se em 700 mil euros. O que era normal era projetar o preço no consumidor. Mas as Águas de Gaia não aumentaram o tarifário. Consegui que o Dr. Menezes recusasse a proposta que foi feita de aumentar a água no exato valor ao aumento das Águas de Portugal. Vai procurar baixar a fatura da água? • O problema está nas tarifas acessórias. Onde temos de mexer é nos resíduos sólidos que foi a zona em que a Câmara Municipal ganhou dinheiro. O valor da diminuição da fatura a que me comprometo é de 20%

O que pode a autarquia fazer para dar um maior apoio às empresas? • A proposta que fazemos é isentar a derrama para as novas empresas durante o mesmo período em que têm a isenção do IRC. Com esta medida a câmara abdica de uma pequena parte de receita futura. Temos também que infraestruturar as zonas industriais. Creio também que um ou dois parques industriais novos chegam para Vila Nova de Gaia. A remodelação do hospital e a extensão do metro são duas obras há muito reclamadas, mas sucessivamente adiadas…. • A única linha de metro que faz sentido é em Gaia. E temos que optar entre a ligação Vila d’Este-hospital ou ligação à Arrábida. É mais barato fazer a ligação á Vila d’Este e ao hospital de Gaia. Mas a proposta que temos é diferente da atual. A proposta atual é em túnel pela Conceição Fernandes, mas propomos a ligação à superfície, pelo Cedro. Em túnel é uma loucura. Vão avançar com o Hospital de Todos os Santos, em Lisboa, e nós andamos aqui a fazer o quê? Querem fazer o Hospital de Todos os Santos? Nada contra, mas façam o de Vila Nova de Gaia, que é o único hospital necessário numa lógica metropolitana. Excertos de entrevistas JN/AUDIÊNCIA/O GAIENSE

3

Agosto 2013 DEDICADOS A GAIA


Dedicados a Gaia “Esta candidatura sela um compromisso com a população de Arcozelo que pode ficar convicta de que o projeto que defendemos se concretiza” CANDIDATA À JUNTA IDADE: 31 anos PROFISSÃO: Advogada ÁREAS DE INTERESSE: Direito, Bioética, História, Ciências Naturais, Literatura, Etnografia, Música EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Membro da Assembleia de Freguesia de Arcozelo (desde 2009); SecretáriaCoordenadora do Partido Socialista de Arcozelo (desde Junho de 2012).

BÁRBARA COSTA ARCOZELO

Qual a motivação para este desafio de candidatura à Junta de Freguesia? Depois de ponderar, entendi que estou numa fase da minha vida apropriada para assumir uma responsabilidade com esta dimensão/envergadura. Conheço bem a freguesia. Além de viver cá há 31 anos, sou membro da Assembleia de Freguesia. Reflito, frequentemente, sobre as suas caraterísticas, comparo-a com localidades e cidades do interior do país, que ao longo dos anos, foram evoluindo. Tenho sido alertada sobre a carência de serviços de apoio quotidiano/diário, a pessoas de todas as faixas etárias, que de alguma forma precisam de suporte especial, por não poderem cuidar de si, de forma autónoma, especialmente, os mais idosos. Este é um dos aspetos com o qual a Junta de Freguesia não se tem preocupado como devia. O mesmo se passa com a infância e a juventude. É notório que não há um plano de ação para estas áreas. Na área cultural também pouco se faz. A população mais jovem de Arcozelo precisa de ter uma oferta de atividades diferente. Por outro lado, parece-me e não é uma opinião só minha, que não há interesse na divulgação dos eventos. Por estranho que pareça, é fácil apercebermonos que ainda falta espírito democrático na freguesia. A partir das necessidades que detetarmos e que nos vão sendo transmitidas pelas entidades (já reunimos com algumas), nas reuniões que teremos com todas, e com base também nos projetos que tenham, vamos aperfeiçoar o nosso projeto. É necessário aproximarmo-nos dos organismos existentes, sejam eles com fins sociais ou lúdicos e articularmos competências,

“Servir a minha freguesia com um espírito de dedicação à causa pública e aos meus concidadãos” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 50 anos PROFISSÃO: Empresário ÁREAS DE INTERESSE: Cultura, desporto, literatura, viagens, associativismo. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Militante do PS há mais de 25 anos, há vários anos membro do secretariado da secção do PS em Avintes e desde 2009 Secretário Coordenador da Seção. Membro da Assembleia de Freguesia de Avintes há vários mandatos, Vogal do Executivo da Junta de Freguesia de Avintes (mandato 20052009), deputado municipal de Gaia em dois mandatos (2005/2009 e 2009/2013)

conhecimentos e estratégias e é isso que faremos! Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Quero que em 2017, no final do primeiro mandato, a população sinta que a Junta de Freguesia, nesses quatro anos, prestou serviço público; que se sinta melhor servida, sobretudo, nas situações em que mais precisa e que Arcozelo seja uma freguesia com uma participação mais ativa de toda a sociedade, exercendo de forma correta, a sua cidadania. Quero que todos se sintam de Arcozelo e tratados de forma justa e rigorosa, sem discriminações, seja a que título for. Espero que sintam que a Junta de Freguesia não lhes é indiferente. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? A minha formação profissional e académica exige que analise e aprofunde todos os projetos em que me envolvo. Como membro da Assembleia de Freguesia tenho conhecimento da situação atual (apesar de nos faltar força representativa, uma vez que, nas últimas eleições elegemos apenas três elementos). O facto de me candidatar implica que me comprometo a conhecer a fundo os assuntos mais prementes da freguesia e a resolvê-los, como é meu dever, “sem olhar a quem”. Creio que com as pessoas que me acompanham nesta candidatura, vou conseguir que a nossa freguesia se desenvolva de outra forma. Quais os principais projetos que assume para a freguesia? A criação de uma IPSS que abranja as valências de: centro de dia; centro de noite; lar; apoio domiciliário; creche com horário

alargado; serviço de acompanhamento de crianças até aos 4 anos. (Alguns destes serviços já existem, mas de forma dispersa e pouco abrangente. A maior parte das pessoas que necessitam, acaba por ficar excluída ou ter que encontrar alternativas, extremamente, dispendiosas. Desta forma, podemos articular vários serviços; aproveitar apoios comunitários que são concedidos a este tipo de instituição e garantir que é criada uma obra social que perdura). Promoção de atividades para ocupação de tempos livres, sobretudo, durante as férias escolares; melhoria da oferta de serviço de autocarros; melhoria das redes viária e pedonal, uniformizando o estado das mesmas, em toda a freguesia; e promover uma maior abertura à comunidade e a proximidade e articulação entre todas as instituições (sociais e culturais). Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Esta candidatura sela um compromisso com a população de Arcozelo que pode ficar convicta de que o projeto que defendemos se concretiza. Até ao dia das eleições, os eleitores ainda têm bastante tempo para perceberem o que pretendem de uma Junta de Freguesia e sobre qual é o seu papel na construção de uma sociedade; fazerem um exame de consciência e escolherem. Sem mudança de atitude e de opções, a realidade pouco altera. Na qualidade de Presidente da Junta de Freguesia de Arcozelo, serei representante do interesse da população, mas preciso de um voto de confiança. •

CIPRIANO CASTRO AVINTES

Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? Servir a minha freguesia com um espírito de dedicação à causa pública e aos meus concidadãos. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Colocar a minha experiência e conhecimentos ao serviço da minha freguesia. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? Principalmente pelo facto de já ter estado quatro anos no Executivo da Junta de Freguesia de Avintes, bem como, os dois mandatos que realizei na Assembleia Municipal, permitem-me adquirir conhecimentos sobre a realidade, não só da minha freguesia, como também do concelho, o que será uma mais-valia ao assumir um cargo como o de Presidente de Junta.

Quais os principais projetos que assume para a freguesia? Os principais projetos passam pela criação de uma Universidade Sénior, em parceria com as coletividades de Avintes, a criação de mecanismos de apoio ao comércio local, o reforço do apoio social a famílias e cidadãos com dificuldades. Também em articulação com a Câmara Municipal será fundamental investir na recuperação da rede viária da freguesia, na construção de um pavilhão gimnodesportivo e na conclusão das obras do Teatro Almeida e Sousa. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Gostaria de lhes dizer que a minha campanha será uma campanha séria e realista, e uma vez na presidência da Junta de Freguesia de Avintes, tudo farei para que a junta se aproxime dos cidadãos, num espírito de servir a comunidade, em especial aqueles que mais precisam. •


“Os Canelenses podem confiar em nós para que os seus direitos não sejam atropelados” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 36 anos PROFISSÃO: Empresário ÁREAS DE INTERESSE: Desporto, Associativismo, Família. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA:

Militante da Juventude Socialista (JS) desde os 16 anos e do Partido Socialista desde 1998.

ARMÉNIO COSTA CANELAS Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? Candidato-me porque sempre gostei de política. Depois, porque sou conhecedor da realidade de Canelas e vejo que as pessoas estão desmotivadas e sem esperança. Penso que posso trazer algo de novo à Freguesia. Fazer política próximo das pessoas, responder aos seus anseios e preocupações. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? As minhas motivações são as pessoas de Canelas. Trabalhar em prol de uma comunidade que, como tantas outras, esperam de nós um trabalho sério, rigoroso e transparente.

De que forma a sua candidatura pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia? A minha candidatura pode contribuir e muito para o desenvolvimento de Canelas. Primeiro porque sou jovem, dinâmico e conhecedor da realidade da Freguesia. Aqui nasci, estudei, trabalho e crio a minha família. Depois serei muito reivindicativo para que a Freguesia recupere deste esquecimento a que foi sujeita pela Câmara nestes últimos anos. Quais os principais projetos que assume para a freguesia? Canelas merece uma Sede de Junta digna, em que os deficientes motores não precisem de ser atendidos no passeio. A principal via de Canelas, a rua Delfim de Lima,

“Priorização da rede de ação social para idosos em parceria com as IPSS” CANDIDATA À JUNTA IDADE: 64 anos PROFISSÃO: Assistente Social ÁREAS DE INTERESSE: Teatro, música, literatura, voluntariado social EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Deputada na Assembleia da República de 2005 a 2011; Coordenadora da Comissão Parlamentar do Trabalho e Segurança Social; Secretariado distrital e nacional do Departamento das Mulheres socialistas; Deputada na Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia.

também tem que ser terminada. Pretendo ainda construir uma capela mortuária, requalificar a Serra de Canelas e prestar apoio social às famílias carenciadas e formação de uma rede de apoio a idosos ao domicílio. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Os Canelenses podem confiar em nós para que os seus direitos não sejam atropelados. De mim podem esperar dinamismo, ideias novas, acabar com este marasmo em que nos encontramos. Por fim, uma palavra de apreço para aqueles e aquelas que se encontram em condições de vida difíceis, tudo farei para que a ajuda seja significativa para que possamos aliviar um pouco essas dificuldades. •

MARIA JOSÉ GAMBOA CANIDELO

Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? A principal motivação é política. A segunda motivação consiste na vontade de devolver a junta de freguesia de Canidelo ao PS, que a liderou desde 1997, tendo-a perdido para a coligação PSD/CDS, em 2001. A terceira motivação é o reforço da candidatura autárquica do PS a Vila Nova de Gaia. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? A construção de um projeto de desenvolvimento que proporcione uma melhor qualidade de vida nesta freguesia é muito estimulante. Por outro lado, poder contribuir para a construção de respostas de natureza social dirigidas aos setores mais frágeis da freguesia e reforçar a realidade social em direitos sociais. Por último, ser parceiro da promoção de animação cultural que colocará e reforçará questões de desenvolvimento local. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? Admito que a minha formação profissional e uma experiência muito

vasta em diversas áreas profissionais, no âmbito social, me permite ter uma noção muito clara do diagnóstico de necessidades da freguesia. Por outro lado, uma outra experiência de voluntariado na organização das instituições de solidariedade, permitir-me-ão opções que se centrem nas reais necessidades das pessoas. Acresce a estas visões das realidades e das vidas das pessoas, uma outra de natureza mais macro que a opção política sempre nos permite ter sobre o desenvolvimento das comunidades. Quais os principais projetos que assume para a freguesia? Priorização da rede de ação social para idosos em parceria com as IPSS. Criação de uma resposta de qualificação para desempregados, especialmente mulheres em articulação com o IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional) e associações empresariais. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? A junta de freguesia é um serviço público, pago pelos cidadãos para os servir, na proximidade, com excelência, com qualidade e compromisso com o desenvolvimento social local. •

5

Agosto 2013 DEDICADOS A GAIA


Dedicados a Gaia “Vamos retomar o ritmo de desenvolvimento que os Madalenenses e a Vila da Madalena merecem” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 58 anos PROFISSÃO: Técnico de vendas ÁREAS DE INTERESSE: Ação social e Desporto. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Participação em movimentos de cidadãos e causas públicas.

ANTÓNIO REIS CUNHA MADALENA Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? Sinto-me empenhado e disponível em fazer com que a freguesia da Madalena se desemvolva nos próximos quatro anos, uma vez que no mandato que agora termina, constatamos que foi efetuado pouco investimento público, que se perderam serviços de proximidade e houve um completo abandono na divulgação/promoção da Vila da Madalena. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Considero um dever cívico participar no desenvolvimento da freguesia onde nasci e sempre vivi. Sinto-me com capacidade e competência para desenvolver um trabalho autárquico de proximidade à população, tendo por objetivo a melhoria da qualidade de vida dos Madalenenses.

De que forma a sua candidatura pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia? Decorridos 39 anos do regime democrático e tendo vivenciado o desenvolvimento efetuado nesta freguesia, considero que ainda falta muito para atingir os patamares por mim idealizados. A candidatura que protagonizo tem uma maior incidência nas preocupações sociais, no entanto, não vai subestimar os muitos problemas que ainda persistem, encontrando-lhes respostas transversais. Quais os principais projetos que assume para a freguesia? A construção da Creche e do Centro de Dia da Madalena, com Serviço de Apoio Domiciliário, através do financiamento do Ministério da Segurança e Solidariedade Social, a construção do Centro de Saúde da Madalena, com financiamento do Ministério da Saúde, a construção do Centro Cívico

da Madalena, já aprovado pelo executivo municipal, desde 2004, ampliação do cemitério da Madalena, a requalificação da rede viária secundária e a cobertura e iluminação do polidesportivo do Cruzeiro. Apoiaremos as atividades de enriquecimento curricular até às 19h30, para flexibilizar os horários das famílias. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Considero ter chegado o momento de estar disponível para prestar mais um ato de cidadania. Fazem parte da lista do PS à Assembleia de Freguesia da Madalena, pessoas com experiência autárquica, conhecedoras dos problemas e anseios da nossa população e com vontade de trabalhar para o bem comum. Mas, para que este projeto se concretize, precisamos de todos. Consigo vamos retomar o ritmo de desenvolvimento que os Madalenenses e a Vila da Madalena merecem. •

“Os últimos

quatro anos da freguesia ficaram marcados por obras assinaláveis como o lar, os centros escolares, o pavilhão gimnodesportivo e o grande apoio às famílias e oliveirenses” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 43 anos PROFISSÃO: Professor ÁREAS DE INTERESSE: Educação, Associativismo e Desporto EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Quatro anos na Assembleia de Freguesia de Oliveira do Douro Oito anos como secretário da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro Um Mandato como Presidente da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro.

Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? A candidatura a um segundo mandato radica numa vontade férrea de continuar a servir com todo o meu empenho e dedicação a freguesia de Oliveira do Douro e, desta forma, desenvolver um conjunto de projetos que melhorem a qualidade de vida dos seus habitantes e projetem a freguesia no concelho. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Numa conjuntura social e económica particularmente difícil, o trabalho dos autarcas será cada vez mais relevante na medida em que o rigor, a transparência e a criatividade serão fatores determinantes da próxima gestão. Apesar das dificuldades, mantenho a mesma ambição e vontade de servir a freguesia porque acredito que é sempre possível fazer mais e melhor em prol da comunidade onde vivemos. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? A experiência acumulada ao longo destes anos permite-me conhecer a realidade da freguesia de uma forma bastante aprofundada e assim tornarme mais apto para fazer face aos problemas e exigências da população.

DÁRIO SILVA OLIVEIRA DO DOURO Quais os principais projetos que assume para a freguesia? Depois de um forte apetrechamento da freguesia com equipamentos fundamentais como lares, escolas, pavilhões e melhoria de espaços públicos, a prioridade da intervenção terá que continuar no domínio social e no desenvolvimento de pequenos projetos que envolvam as pessoas e que contribuam para o seu bem-estar. A requalificação da frente de rio e a melhoria da rede viária serão também as principais apostas. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Os últimos quatro anos da freguesia ficaram marcados por obras assinaláveis como o lar, os centros escolares, o pavilhão gimnodesportivo e o grande apoio às famílias e oliveirenses. Foram quatro anos de grande empenho e dedicação, bem como de rigor e transparência na gestão. Pela experiência acumulada, pela paixão que evidenciamos pela freguesia e pelas suas gentes, acredito que reunimos as melhores condições para continuar com todos os oliveirenses, um projeto de desenvolvimento sustentado para a freguesia. Sabem que podem contar connosco porque nós contamos com todos. •


“Não me quero servir da política, mas fazer a política servir as pessoas” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 54 anos PROFISSÃO: Empresário ÁREAS DE INTERESSE: Desporto e associativismo EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA:

Membro da atual Assembleia de Freguesia e membro do Secretariado da Secção do Partido Socialista de São Félix da Marinha

CARLOS PINTO S. FÉLIX DA MARINHA

Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? Lutar contra o esquecimento da freguesia por parte do atual executivo camarário. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Ter uma equipa sólida que me acompanha com as mesmas ideias, determinações e a paixão pela freguesia. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? A minha experiência profissional e política levaram-me a

entender as carências da freguesia. Como tal, sinto que sou capaz de contribuir para a resolução de muitas das situações e problemáticas que afetam a nossa freguesia. Quais os principais projetos que assume para a freguesia? Apoiar famílias carenciadas; repavimentação da rede viária da freguesia; aquisição de viatura para apoio social e desportivo; construção de uma creche; apoiar a construção da sede do Centro Recreativo e Popular de São Félix da Marinha (Rancho); fazer o projeto para a construção dos balneários e da casa do contínuo no parque de jogos; despoluição das linhas de água; limpeza dos terrenos, para evitar incêndios; limpeza das praias

da freguesia; manutenção dos espaços verdes com a criação de novos; criar a semana dedicada à cultura, desporto e lazer, com mostra de artesanato e tasquinhas; festival de folclore e outros eventos culturais e desportivos dedicados à juventude. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Apesar dos tempos difíceis que vivemos e das pessoas não acreditarem nos políticos, espero que entendam a minha mensagem que é de trabalho, ética e responsabilidade. Não me quero servir da política, mas fazer a política servir as pessoas. A minha dedicação a São Félix da Marinha é total. Serei um presidente ativo e presente. •

“Pretendo unir e não dividir, quero colaborar e não impor, respeitar para ser respeitado e abdicar do teatro mediático para viver no terreno com ações” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 40 anos PROFISSÃO: Licenciado em Educação Física, 2º ciclo e especializado em Administração Escolar. Exerce a profissão desde 1997, tendo ocupado o cargo de Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de escolas de Lourosa. ÁREAS DE INTERESSE: Apaixonado pelo Desporto, tendo exercido o cargo de preparador físico do Espinho FC e do Lourosa FC nas camadas jovens. Durante vários anos federado na Modalidade de Badminton, tendo representado o CDUP e o Invicta. Desde pequeno que está ligado ao movimento associativo, dedicado a causas culturais, não dispensa a música como terapia e a natureza como elixir de vida. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA:

Assume a presidência da Junta de Freguesia de Sermonde, após o falecimento do seu antecessor, durante um ano e meio. Nas autárquicas de 2009, é eleito para mais um mandato como presidente da Junta de Freguesia.

CÉSAR RODRIGUES GRIJÓ / SERMONDE

Qual a motivação para este desafio de candidatura às juntas de freguesia? A política aparece na minha vida como um feliz acaso do destino. Entrei na vida política ativa através de um movimento independente exercendo um mandato como membro da assembleia de freguesia de Sermonde. Posteriormente com o lema “Sermonde Terra de Encanto”, fui eleito pelo Partido Socialista e exerci o cargo de Presidente da Assembleia de Freguesia sucedendo neste mesmo mandato ao presidente de junta, falecido, António Magalhães. No término do mandato e considerando que a minha obra não estava terminada candidatei-me e fui eleito com maioria, exercendo atualmente o cargo de presidente da Junta de Freguesia de Sermonde. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Atualmente a minha candidatura é feita de uma vontade inequívoca de não abandonar as causas sociais e lutar para que esta união seja sinónimo de desenvolvimento e crescimento em todos os ramos da sociedade. Pretendo abrir o horizonte a uma nova perspetiva de Poder Local e trabalhar com as pessoas para as pessoas. Conto com uma máquina bem montada mas que necessita de um líder para rumar a um projeto de sucesso. As divergências convergem-me e as dificuldades dão-me alento para continuar. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento das freguesias a que se candidata? A minha experiência, quer profissional, quer de gestão autárquica, são o ponto forte desta candidatura. Considero-me conhecedor das

necessidades destas populações e estou habituado a gerir com recursos escassos. Orgulho-me de ter conseguido multiplicar as ajudas e os serviços, assim como, ter encontrado soluções inteligentes para os problemas. Quais os principais projetos que assume para as freguesias? Tendo em conta que os meios e recursos para a gestão autárquica desta união de freguesias é muito mais vasto, poderei concretizar novas ambições para a população, visando sempre a melhor afetação dos recursos a quem deles necessita. Evitando sempre megalomanias e endividamentos desnecessários. Pretendo dotar estas populações de maior qualidade de vida para a 3ª Idade, Infância e Juventude. Não vou esquecer a população ativa e desempregada, cujas dificuldades aumentaram neste período de crise. Não caindo em erros do passado, pretendo requalificar a rede viária, trabalhar em parceria com as associações de pais, instituições culturais, desportivas e instituições de apoio à comunidade nas suas mais diversas valências. Somente desta forma considero útil o crescimento harmonioso e sustentável destas freguesias. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Num período em que a política entrou em perfeito descrédito e os políticos são rotulados pelos piores adjetivos, quero transmitir aos cidadãos que para mim a política não faz sentido sem seriedade, lealdade, justiça e equidade. Pretendo unir e não dividir, quero colaborar e não impor, respeitar para ser respeitado e abdicar do teatro mediático para viver no terreno com ações. Trabalhar com todos e para todos. •

7

Agosto 2013 DEDICADOS A GAIA


Dedicados a Gaia “Promover a defesa dos interesses das populações em apreço, colaborar na melhoria das condições de vida, sobretudo das famílias mais carenciadas” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 48 anos PROFISSÃO: Advogado ÁREAS DE INTERESSE: Música, literatura, escrita, fotografia, jardinagem, viagens. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Dois anos como presidente da Assembleia Geral da Secção do PS em Valadares; quatro anos como porta-voz do PS na Assembleia de Freguesia de Valadares. A cumprir atualmente o primeiro mandato, como presidente da Junta de Freguesia de Valadares.

Artur Gandra Valadares / Gulpilhares

Qual a motivação para este desafio de candidatura às juntas de freguesia? Acima de tudo, o meu pensamento, o meu ideal de sociedade, o meu desejo de empurrar a utopia um pouco para lá; o espírito de missão e colaboração; acreditar que é possível fazer sempre melhor; a defesa da coisa pública; a defesa de ideais políticos promotores de coesão social, cultural e identitária; a defesa de uma sociedade mais equilibrada, menos sectária, mais informada e formada bem como genuína, baseada em ideias e princípios de respeito e cidadania mas também menos acusatória e onde pontue maior compreensão pelo próximo. É preciso combater o excesso de desconfiança que se instalou. Por outro lado, também contribuíram outros fatores bem pragmáticos e muito importantes para aceitar este novo desafio: refiro-me aos muitos estímulos dados pelos cidadãos e amigos na rua, uns com responsabilidades nas instituições, outros simplesmente nos encontros de café. E também contribuiu decisivamente o convite convincente do Partido Socialista, de Valadares, de Gulpilhares e, muito especialmente, do Prof. Dr. Eduardo Vítor Rodrigues, o nosso candidato à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia que, espero, venha a ser o novo Presidente. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Como disse Florbela Espanca “de tudo na vida que se faz de bem intencionado, alguma coisa fica”. Por isso, como estou de boa-fé, alguma coisa do meu trabalho ficará! Mas é preciso dar continuidade ao trabalho desenvolvido; promover a defesa dos interesses das populações em apreço, colaborar na melhoria das condições de vida, sobretudo das famílias mais carenciadas, colaborar para a recuperação de uma classe média social e culturalmente forte, unir respeitando a diversidade, promover o desenvolvimento local nas diversas vertentes que estão ao alcance de uma junta, contando sempre com

a imprescindível colaboração do poder municipal, sem o qual o resultado do trabalho de uma junta sai sempre, inelutavelmente, prejudicado. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento das freguesias a que se candidata? A condução de uma junta é muito mais complexa e exigente do que aparenta. O desgaste pessoal e emocional é, por vezes, acentuado, porque se trata de uma política de proximidade praticada com meios financeiros escassos, em que nem sempre se consegue corresponder aos anseios, e onde pontua facilmente a falta de formação e informação – a experiência é fundamental para melhor gerir os problemas referidos. Por outro lado, a experiência permite um maior conhecimento da realidade do terreno, maior facilidade nos diagnósticos e uma melhor compreensão dos mecanismos das soluções, bem como facilita as relações com as restantes instituições e com os próprios cidadãos. Quais os principais projetos que assume para as freguesias? Ação social, na minimização emergente das dificuldades dos mais carenciados, nesta época de crise profunda, melhor orientação na resolução dos problemas dos cidadãos, oferta de diversidade cultural de qualidade, recuperação de infraestruturas essenciais como a rede viária, relação de proximidade com todas as instituições do território, nomeadamente escolas, coletividades e empresas, na procura do aperfeiçoamento inter-relacional. Na área social é fundamental aumentar o apoio às famílias carenciadas sempre numa perspetiva de emergência, através da disponibilização de refeições, roupas e outros bens de primeira necessidade. A experiência do “Refeitório Solidário de Valadares” será para levar a cabo em Gulpilhares, passando a contar com o Centro Social e Paroquial de Gulpilhares, IPSS. Voltaremos a colocar

a possibilidade de distribuir medicamentos nas condições exigíveis a todos aqueles que se encontram com dificuldades de locomoção. Defenderemos o rigor na gestão da coisa pública e a transparência no seu tratamento. Também é indispensável propugnar por uma rede de transportes que satisfaça mais eficazmente as necessidades das populações, entre Gulpilhares e Valadares e também para Espinho. Impõe-se, e defendemos, a generalização do Andante. No que toca ao ensino, defendemos a concretização, há muito, das obras de requalificação da Sede do Agrupamento, a EB 2/3. O mesmo se diga no que respeita a algumas escolas do 1º ciclo que necessitam de intervenção urgente. De realçar ainda a carência de jardins-de-infância. Na área do ambiente, Gulpilhares e Valadares compõem um território com potencialidades invejáveis, não só pelas extensas e magníficas praias mas pela área agrícola que ainda possuem e que deve ser preservada. O turismo nesta região pode ser uma realidade bem patente e de grande qualidade. Por outro lado, venho referindo a necessidade de reabilitar vias centrais nas freguesias, que se encontram em estado deplorável. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Por muito que possa custar, devemos continuar a acreditar. A democracia vive momentos difíceis e não falta quem queira acabar com ela. Pelo menos em alguns dos aspetos que o regime encerra. Mas a democracia carece de ser construída e reconstruída todos os dias, por todos nós. A democracia é de todos, é feita por todos e para todos, e em nosso benefício. É nossa obrigação contribuir para o seu aperfeiçoamento, junto da família, dos amigos, dos vizinhos, no café, na rua, em casa ou na praia. É preciso corrigir muitos dos erros do passado, aprender com eles e tentar fazer melhor. Por isso, o exercício da cidadania é um bem inestimável, não o desprezemos. •

“Acredito que uma liderança mais enérgica e próxima das pessoas é capaz de resolver os principais problemas” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 36 anos PROFISSÃO: Gestor ÁREAS DE INTERESSE:

Economia de Desporto EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA:

Membro da Assembleia de Freguesia de Oliveira do Douro 1997-2013. Presidente da Assembleia de Freguesia de Oliveira do Douro 2002-2013. Deputado Municipal 2001-2013. Líder do Grupo Parlamentar 20062013. Deputado da Assembleia da República 2009-11.

JOÃO PAULO CORREIA MAFAMUDE / VILAR DO PARAÍSO

Qual a motivação para este desafio de candidatura às juntas de freguesia? Acredito que uma liderança mais enérgica e próxima das pessoas é capaz de resolver os principais problemas de Mafamude e Vilar do Paraíso, problemas que vão persistindo por falta de capacidade reivindicativa e de influência política dos atuais presidentes de Junta. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Os contatos já estabelecidos com as instituições e a população são altamente encorajadores. As pessoas olham para as freguesias vizinhas e veem a obra que falta em Mafamude e Vilar do Paraíso. Por isso, a nossa mensagem tem sido bem acolhida pela população. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? A futura Junta de Mafamude e Vilar do Paraíso irá gerir um território com 52.000 pessoas, o que representa mais população que 254 concelhos do nosso país! A nova dimensão demográfica e territorial impõe maior complexidade na gestão da autarquia. A experiência que assimilei nas funções que venho exercendo é o garante de que estarei à altura de presidir à maior Junta de Gaia, com o único propósito de melhorar a qualidade de vida das populações. Sei bem que o orçamento da futura Junta não será suficiente para financiar os projetos prioritários para as duas freguesias. Mas cabe ao Presidente da Junta encontrar os parceiros certos para erguer a obra que falta realizar. Mafamude e Vilar do Paraíso merecem um Presidente da Junta com

experiência, energia e força reivindicativa para convencer os decisores camarários e da administração central. Foi assim que se sucedeu nas freguesias vizinhas. Serei insistente na defesa dos interesses de Mafamude e Vilar do Paraíso. Quais os principais projetos que assume para as freguesias? As prioridades visam colmatar as principais carências, comuns a Mafamude e Vilar do Paraíso – equipamentos sociais e desportivos. A partir de Outubro, teremos de concentrar esforços a erguer, no mais breve período de tempo, obras de apoio aos idosos e à infância (lares e creches), alargar a rede de apoio domiciliário a idosos e construir dois pavilhões de apoio à formação desportiva em cada freguesia. Estes projetos serão desenvolvidos em consonância com a rede social e conselho desportivo, espaços de intervenção que pretendemos dinamizar. A requalificação da rede viária secundária, a construção do Auditório de Vilar do Paraíso, o novo polo do cemitério de Mafamude, a melhoria da oferta dos transportes coletivos em Vilar do Paraíso (introdução de horários noturnos e maior frequência ao fim-de-semana) e a transformação do Parque de S. Caetano no segundo parque urbano da cidade de Gaia são projetos igualmente importantes, para os quais irei despertar a atenção e ajuda da próxima Câmara. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Mensagem de esperança num futuro melhor. Apesar da grave crise que vivemos, temos de acreditar na melhoria das condições de vida dos portugueses. As Juntas devem agir localmente contra a crise! É essa a determinação desta candidatura! •


“Colocar a junta de freguesia efetivamente ao serviço da população e instituições” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 34 anos PROFISSÃO: Diretor de departamento numa grande empresa da cidade do Porto e sócio-gerente de um gabinete de contabilidade e consultadoria, situado na freguesia de Pedroso. ÁREAS DE INTERESSE: Sempre muito atento e curioso pelas questões económicas e financeiras, fruto da formação académica. No entanto, áreas como a ação social, cultura, o associativismo, desporto e educação despertam todo o seu interesse e atenção. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Deputado da Assembleia de Freguesia de Pedroso desde 2009 e Secretário Coordenador do PS Pedroso desde 2010. Atualmente, integra também a direção do PS Gaia.

FILIPE LOPES PEDROSO / SEIXEZELO

Qual a motivação para este desafio de candidatura às juntas de freguesia? Sempre fui uma pessoa com fortes ligações à freguesia. Desde pertencer a uma família com grandes tradições na freguesia, à proximidade com as várias instituições e coletividades (quer como praticante, dirigente e associado) e acima de tudo, o facto de estar consciente do que as pessoas esperam do poder político local. Assumi este desafio com o espírito de missão. Missão de que o poder político pode e deve ter uma ação diferente, com maior enfoque nas pessoas. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Colocar as juntas de freguesia efetivamente ao serviço da população e instituições (sendo um parceiro e não uma autoridade) e poder, através do meu contributo, proporcionar mais e melhor qualidade de vida aos habitantes das freguesias, são as minhas principais motivações para atingir o sucesso deste estimulante desafio.

De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento das freguesias a que se candidata? Quer eu, quer os elementos da minha equipa, somos pessoas dedicadas há muito anos às nossas freguesias, ou através da nossa participação cívica, ou na envolvência junto das instituições e coletividades. Somos pessoas de diferentes áreas e realidades profissionais, constituindo assim uma equipa multidisciplinar que permitirá proporcionar melhores respostas às mais variadas questões que nos irão surgir. Quais os principais projetos que assume para as freguesias ? Dado o momento atual que atravessamos, aliado à elevadíssima dívida da freguesia, entendemos que as prioridades da autarquia se devem focar nas pessoas e nas instituições locais, em detrimento da atual política de betão. Entendemos que o principal papel das autarquias locais deve ter como principais destinatários as pessoas e as suas instituições, dando respostas às suas necessidades correntes. Assim, e como parceiros que pretendemos ser, iremos definir e protocolar apoios com as instituições e coletividades, promovendo a divulgação da

cultura e tradições da nossa terra, reconhecendo e valorizando o importante papel social que as mesmas representam. Para tal, um dos nossos compromissos será a realização anual da “Semana Cultural” com mostra gastronómica local, com a participação das escolas, coletividades e empresas de restauração locais. Assumiremos também um conjunto de medidas com efetivo e real impacto na população, como a oferta de ATL nas escolas do 1º ciclo em períodos de férias escolares, a criação de um seguro de saúde, o efetivo funcionamento da Comissão Social de Freguesia, envolvendo os vários intervenientes de âmbito social de que dispomos, a manutenção da AEC’s nas escolas em regime gratuito, a disponibilização de espaços para o convívio entre gerações e a requalificação dos principais eixos viários das freguesias, que em muitos casos estão em situação deplorável. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Que confiem nesta candidatura, e que vejam nesta equipa e nestas propostas as soluções para as vossas necessidades, fazendo mais e melhor pela nossa freguesia. Dêem-nos o vosso voto de confiança. •

“Minha maior

motivação: continuar a implementar um projeto vocacionado para as pessoas, agora de uma forma mais alargada e abrangente” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 59 anos PROFISSÃO: Empresário da Construção Civil ÁREAS DE INTERESSE: Associativismo EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Oito anos como membro da Assembleia de Freguesia , e Presidente da Junta de Freguesia de Olival desde 2005.

MANUEL AZEVEDO SANDIM /OLIVAL /LEVER /CRESTUMA

Qual a motivação para este desafio de candidatura às juntas de freguesia? Servir a população, servir os meus concidadãos. Aproveitar a reorganização administrativa, imposta pelo Governo, para criar um projeto de desenvolvimento para esta zona do concelho, que nos permita atingir o patamar de desenvolvimento do resto do concelho. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Depois de oito anos como presidente de junta em que, desde a primeira hora, assumi que o trabalho de proximidade e orientado para as pessoas seria o necessário para colmatar as dificuldades e necessidades que a freguesia sentia, considero que há, ainda, muito trabalho a fazer. A aposta feita demonstra que estamos no caminho certo e, num momento de tantas dificuldades creio que seria um erro imperdoável desperdiçar toda a experiência adquirida, não a colocando ao serviço da nova realidade administrativa, das quatro freguesias, que pela sua dimensão e caraterísticas próprias necessitará que se estabeleçam parcerias entre todas as suas instituições e associações para que se minimizem as dificuldades sociais que os novos tempos trazem. Esta é a minha maior motivação: continuar a implementar um projeto vocacionado para as pessoas, agora de uma forma mais alargada e abrangente. Sei das dificuldades que vou encontrar, mas também sei que estarei integrado num projeto municipal que comunga destes princípios e por isso terei o apoio necessário para que a sua implementação seja menos difícil. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? A experiência que adquiri ao longo dos dois últimos mandatos como Presidente da Junta de Olival, experiência resultante de um trabalho de proximidade com as instituições e com as populações e em liderar uma equipa de trabalho que me

ajudou a implementar um projeto que fez Olival recuperar de um atraso de mais de vinte anos relativamente a outras freguesias do concelho, são a garantia que reúno as condições para liderar este novo desafio. Acredito que a minha experiência como autarca e como líder de equipas de trabalho serão uma maior valia para o trabalho que temos de desenvolver para a melhoria da qualidade de vida dos Sandinenses, Olivalenses, Leverenses e Crestumenses. Quais os principais projetos que assume para as freguesias? Neste momento estou a trabalhar com pessoas das quatro freguesias no sentido de elaborar um plano estratégico de ação a desenvolver no quadriénio 2013-2017. Sabemos que os meios financeiros não serão muitos e portanto para além de algumas obras que executaremos ou que reivindicaremos junto da Câmara Municipal e que a seu tempo serão apresentadas posso dizer que, a nossa candidatura terá como missão: Estruturar uma nova orgânica funcional que permita à junta de freguesia estar próxima da sua população e promova os serviços com as respostas necessárias em tempo oportuno; Promover, com meios próprios ou em parceria com as empresas de transportes, uma rede pública que permita a mobilidade da população, em particular entre os seus centros populacionais; O estabelecimento de parcerias com as associações e instituições da freguesia com o intuito da criação de uma rede de serviços sociais, culturais, educacionais e desportivos que respondam às dificuldades e anseios da nossa população. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Considero que a função da Junta de Freguesia e em particular do seu presidente é a de estar próximo dos seus cidadãos, atento aos seus problemas comunitários e capaz de alcançar ou reivindicar as melhores soluções. É com este espírito que me proponho continuar a servir a população das quatro freguesias. •

9

Agosto 2013 DEDICADOS A GAIA


Dedicados a Gaia

“A minha equipa sabe que a atuação terá de ser através de políticas eficazes de proximidade” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 48 anos

PROFISSÃO: Licenciado em Direito (Jurista) Funcionário da Câmara Municipal de Gaia ÁREAS DE INTERESSE: Problemática social e suas implicações. Movimento associativo e o envolvimento da comunidade local. Administração local como fator fundamental do desenvolvimento. Cultura. Fenómeno turístico como gerador de riqueza. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Membro (Tesoureiro com vários pelouros) do Executivo da Junta de Freguesia de Santa Marinha no mandato 1997 – 2001. Atualmente deputado da Assembleia de Freguesia de Santa Marinha e da Assembleia Municipal de Gaia, e Coordenador do PS Santa Marinha e membro da Comissão Política Concelhia do PS Gaia. Também membro da Comissão Federativa de Jurisdição do PS Porto e, ainda, eleito recentemente como membro da Comissão Nacional do PS.

Qual a motivação para este desafio de candidatura às juntas de freguesia? Desde logo a minha vontade intrínseca de fazer algo de importante e marcante por duas das mais importantes e históricas freguesias (Santa Marinha e Afurada) do concelho de Vila Nova de Gaia. Importante, também, os inúmeros estímulos que recebi das pessoas e das instituições para que aceitasse o desafio da candidatura à presidência da União das Freguesias de Santa Marinha e de São Pedro da Afurada. Naturalmente que foi, também, importante o apoio inequívoco do futuro Presidente da Câmara Municipal – o Prof. Eduardo Vítor Rodrigues, bem como, o apoio total das estruturas do PS. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? Perspetivo muito trabalho, o que me atrai, porque estão envolvidas duas Freguesias com inúmeros problemas sociais que teremos de atenuar. A minha

PAULO LOPES SANTA MARINHA / AFURADA equipa sabe que a atuação terá de ser através de políticas eficazes de proximidade e, verdadeiramente, um mandato centrado nas pessoas. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento das freguesias a que se candidata? Julgo que a minha experiência oriunda de ter pertencido a um Executivo da Junta de Freguesia é importante pelo conhecimento do terreno. Porque me identifica junto da população o que me apraz registar dado o legado, entretanto, deixado de que são exemplos os Postos de Enfermagem no Lugar de Gaia (no Centro Cultural e Recreativo do Lugar de Gaia) e na Serra do Pilar (no Águias Sport de Gaia). Recordo ainda, entre outros exemplos, a Animação de Verão que dinamizei, com grande adesão popular, nos jardins públicos da freguesia de Santa Marinha. Quais os principais projetos que assume para as freguesias? Destacava, desde já, quatro grandes apostas: a implementação, na freguesia da Afurada, de um Posto

“Arrancar definitivamente com as Capelas Mortuárias em Perosinho” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 57 Anos PROFISSÃO: Bancário reformado ÁREAS DE INTERESSE: Associativismo, voluntariado, caminhadas, música. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Tesoureiro entre 2009 e 2011 na Junta de Freguesia de Perosinhodo PS.

de Enfermagem para cuidados primários de saúde; alargar, tanto em santa Marinha como na Afurada, a entrega dos Brinquedos de Natal às crianças que frequente o ensino até ao 6º ano de escolaridade; com o apoio da Câmara Municipal, em parceria, requalificar a sede da Sociedade Musical 1º de Agosto; colocaremos à mercê da população mais necessitada e desfavorecida (idosos, desempregados…) aquela que designaremos como “Carrinha das Reparações” para auxiliarmos pequenos arranjos nas habitações. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Uma mensagem de esperança e uma palavra, sempre, amiga. De que connosco à frente da União das Freguesias de Santa Marinha e de São Pedro da Afurada que integram o nosso ímpar Centro Histórico de Gaia, as pessoas, passarão a ter uma voz ativa na defesa dos seus anseios e na preservação da identidade, história e património de ambas as freguesias. •

JOÃO MORAIS SERZEDO / PEROSINHO

Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? Servir como autarca as duas freguesias com uma postura de rigor, transparência e proximidade. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? As minhas principais motivações são o rigor, a transparência e a proximidade. De que forma a sua candidatura pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia? Para que as duas freguesias às quais me candidato se possam desenvolver pretendo ter uma postura de proximidade para com os fregueses no sentido de perceber as suas reais necessidades e problemas, e assim poder contribuir para a resolução dos mesmos.

Quais os principais projetos que assume para a freguesia? Arrancar definitivamente com as Capelas Mortuárias em Perosinho, prometidas há já tantos anos e com verbas já aprovadas. Promover o arranque do Centro de Dia de Serzedo em parceria com a Associação de Socorros Mútuos de Serzedo. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? Os tempos não são de promessas fáceis. Contudo, com uma atitude de seriedade e de proximidade, seremos capazes de desenvolver as nossas freguesias, no sentido de promovermos condições para a criação de emprego, através dos seus parques industriais, contando obviamente com a colaboração do Governo. Contamos com a ajuda de todos no sentido de podermos melhorar a qualidade de vida dos habitantes destas duas freguesias, atingindo assim o patamar a que têm direito. •


“O meu enfoque serão as pessoas” CANDIDATO À JUNTA IDADE: 54 anos PROFISSÃO: Técnico de Gestão na área de Recursos Humanos – Licenciado em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia do Trabalho do ISLA. ÁREAS DE INTERESSE: Relações Humanas e Sociais, Psicologia, Movimento Associativo, Atividades Sociais e Culturais. EXPERIÊNCIA AUTÁRQUICA E/OU POLÍTICA: Tesoureiro da Junta de Freguesia de Vilar de Andorinho, desde 2001. Fundador e Vice-presidente da IPSS Centro de dia, Jardim de Infância e Creche Salvador Caetano e Ana Caetano. Presidente da Assembleia da Associação de Pais da Escola EB 2/3 de Baiza. Secretário Coordenador do P.S. Vilar de Andorinho. Membro da Comissão Política Concelhia do PS. Membro da Comissão Política Distrital do PS. Sócio de várias instituições da freguesia. Responsável pelo arranque da ação social na Junta de Freguesia e da primeira Comissão de Ação Social da Freguesia e do Concelho. Criou um Gabinete de Ação Social com atendimento permanente de uma Técnica Assistente Social, e de vários projetos, entre os quais o da ANOP (Associação Nacional Oficinas de Projetos). Criação da UNIVA, atualmente GIP, com uma Técnica Superior no atendimento ao público. Conclusão do projeto de construção do Centro de Dia e Jardim de Infância Salvador Caetano e Ana Caetano. Criação da IPSS onde sou fundador. Criação da biblioteca, do espaço informático e de formação.

Qual a motivação para este desafio de candidatura à junta de freguesia? Sou membro do executivo da Junta de Freguesia desde 2001 e o único e grande proveito que obtive durante anos de dedicação a estes cargos, foi apenas o engrandecimento e realização pessoal pelo carinho recebido da maioria dos Vilarenses, o que me engrandece, me orgulha e realiza, enquanto homem. Pretendo continuar, agora com mais poderes, mas também com maior responsabilidade. Quais as motivações para o trabalho que se perspetiva? O enorme valor dos Recursos Humanos, crianças, jovens e adultos com muitas capacidades e que podem colaborar no apoio aos projetos ou trabalhos a desenvolver. A força e poder dos Vilarenses, do bairro de Balteiro, das várias urbanizações e zonas residenciais. De que forma a sua experiência pode contribuir para o desenvolvimento da freguesia a que se candidata? O conhecimento da Freguesia e dos seus problemas, o relacionamento harmonioso conseguido junto dos Vilarenses, que consegui granjear numa base de relações de amizade e de trabalho, de forma impar, jamais, alguma vez, conseguido na Freguesia.

SERAFIM TEIXEIRA VILAR DE ANDORINHO Quais os principais projetos que assume para a freguesia? A exigência da construção imediata da Unidade de Saúde Familiar (Centro de Saúde), onde o processo está pronto, com terreno disponível; conseguir apoio para que a IPSS Centro de Dia e Jardim de Infância Salvador Caetano e Ana Caetano construa o Lar da Terceira Idade na zona da antiga pedreira da Mata onde tem terreno doado pela Junta de Freguesia e já com projeto aprovado; construir um novo centro cívico no local onde já temos terreno doado; remodelar o edifício doado na zona da quinta do Conde Paço Vitorino para um centro cultural de apoio à Junta, Associações e Instituições da Freguesia. Exigir a requalificação da Rua Heróis do Ultramar, Rua dos Modestos-Água da Sombra, Carvalheiras, Carvalheiras e outras do interior da Freguesia em mau estado de conservação; arranjo de passeios, plantação de árvores e melhoramento dos jardins da Freguesia. Trabalhar ativamente com as instituições bancárias para conseguirmos uma agência bancária para a freguesia. Com a possibilidade dos CTT terem serviços bancários, podermos influenciar a abertura de um posto com todos esses serviços. Desenvolver um projeto, envolvendo o movimento

associativo e instituições locais, com vista a implementar uma dinâmica proativa nas áreas sociais, desportivas, culturais e recreativas; dar seguimento à realização da Feira Medieval em Terras de Vilar de Andorinho em conjunto com as coletividades da freguesia preservando as regras já regulamentadas e incentivar o seu desenvolvimento; trabalhar no sentido de conseguir que as requalificações da urbanização de Vila D’Este e do Bairro fiquem concluídas; e a requalificação da cobertura do Pavilhão de Vila D’Este. Que mensagem gostaria de deixar aos cidadãos? A maioria dos Vilarenses conhece-me e sabe que sou honesto e trabalhador. Tenho desenvolvido a minha atividade autárquica de uma forma dedicada na freguesia, sem interesses pessoais ou mesquinhos. Tal como antes, se continuarem a confiar em mim, garanto que vou continuar, agora com mais responsabilidades, do vosso lado, a qualquer hora e em qualquer lugar da freguesia. O meu enfoque serão as pessoas que me têm apoiado e ajudado no trabalho com as Instituições e com os Vilarenses. É para mim uma enorme honra e orgulho servir a minha freguesia. •

“O PS Gaia está unido, coeso, motivado e é um partido aberto à comunidade” Neste momento, qual a dinâmica do partido? O PS Gaia é um novo partido, um partido que passou o seu período de auto flagelo após a derrota de 1997, que durante os últimos 16 anos consolidou a sua estrutura interna. Hoje somos um partido com maturidade política, um partido responsável, um partido com credibilidade. O PS Gaia está unido, coeso, motivado e é um partido aberto à comunidade, o melhor exemplo disso é a integração de muitos independentes nas nossas listas de candidatos às Assembleias de Freguesias, Assembleia Municipal e Câmara Municipal. O PS está motivado, determinado e empenhado em vencer as eleições do próximo dia 29 de Setembro. Que compromissos o PS Gaia assume com a população gaiense? O principal compromisso que o PS Gaia assume com os gaienses é trabalhar com dedicação e empenho em prol de todos. O nosso compromisso é devolver a Gaia uma política de proximidade entre as eleitos e os eleitores, é trabalhar de uma forma séria, rigorosa mas com ambição para iniciar um novo ciclo de desenvolvimento e progresso. Um ciclo de dedicação às causas e às pessoas, aos Gaienses.

Como é que o PS Gaia pretende proporcionar uma maior coesão social? A coesão social garante-se com a política de proximidade, com politicas direcionadas às pessoas, com políticas de descriminação positiva para territórios e pessoas esquecidas durante estes últimos anos. A coesão social só é possível com uma visão estratégica para o concelho, esquecendo os amiguismos e as clientelas partidárias, e olhando para o concelho como um só, respeitando as especificidades e características de cada freguesia mas não esquecendo que o somatório de todos faz Gaia. O que é que distingue Eduardo Vítor Rodrigues dos restantes candidatos à Câmara Municipal de Gaia? O Eduardo Vítor Rodrigues é um político de missão, acredita em causas e valores, e acredita que a sua disponibilidade conseguirá melhorar a qualidade de vida dos Gaienses. Ele é conhecedor da realidade, conhece muito bem os problemas de Gaia e dos Gaienses, mas mais importante, tem soluções para os mesmos. O Eduardo reúne as competências políticas e técnicas para iniciar e liderar um novo ciclo político direcionado para as pessoas e para os seus problemas. A principal diferença relativamente aos outros candidatos é a sua dedicação exclusiva a Gaia, quem o ouve falar, vê nos seus olhos o

Patrocínio Azevedo, presidente da concelhia gaiense do PS brilho com que apresenta as suas ideias e projetos, brilho esse resultante da sua convicção, determinação e do seu acreditar que é possível resolver os problemas dos Gaienses. Com o PS na presidência da câmara e das juntas de freguesia, como ficará o poder de intervenção dos gaienses? Os Gaienses serão chamados a participar neste projeto, temos de retomar a política de proximidade entre os eleitos e os eleitores. As instituições, as coletividades, as forças vivas do concelho tem de participar neste novo ciclo, serão chamados a intervir. • Carla Oliveira

11

Agosto 2013 DEDICADOS A GAIA


Dedicados a Gaia Formação escolar e profissional

Solução para as instalações do

E

Instituto Piaget em Canelas F

como forma de combater o desemprego duardo Vítor Rodrigues designou o combate ao desemprego e ao empobrecimento como uma das grandes prioridades das políticas que pretende implementar, tendo já delineado a sua estratégia para esta área. Segundo o candidato, “as prioridades para contrariar este ciclo passam por uma aposta na formação escolar e profissional, desenvolvida em articulação com as escolas de Vila Nova de Gaia, e também pela criação de incubadoras de empresas

vocacionadas para jovens”. Outra das preocupações diz respeito à gestão das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), que Eduardo Vítor Rodrigues já anunciou que pretende manter no próximo ano lectivo. Para as AEC, que o candidato considera centrais para o município, o modelo proposto “implica um nível de contratação a tempo inteiro”, quer dos docentes, quer do pessoal não docente, acabando com os atuais “modelos precários”.

ace à deslocalização da Escola Superior de Educação – Instituto Piaget de Canelas e à consequente inutilização das suas instalações, o candidato propõe a criação, naquele espaço, de um polo de formação e aprendizagem ao longo da vida, em articulação com o Centro de Emprego. Eduardo Vítor propõe também a criação de um ninho de empresas/incubadora empresarial,

a criar no âmbito de uma parceria com o Instituto Piaget, mobilizando uma equipa técnica de ambas as instituições para candidaturas estratégicas aos fundos comunitários. O candidato denuncia que tem, “há muito tempo, vindo a chamar a atenção para as fracas condições envolventes da zona: não tem transportes públicos e o estado dos acessos é vergonhoso”

Equipa do PS Gaia em reunião com a direção do Centro de Emprego de Vila Nova de Gaia

Presidente ficará com os pelouros

da educação e da ação social

S

e vier a ser eleito presidente da Câmara Municipal de Gaia, o candidato socialista assumirá os pelouros da educação e da ação social, “numa estratégia de construção de Gaia como cidade educadora e ainda de valorização destas áreas como áreas centrais na ação municipal”. Num encontro com os adversários na corrida para a autarquia, Eduardo Vítor Rodrigues revelou que o seu programa incluirá uma proposta de

revisão da rede escolar, que deverá promover um estudo de avaliação do modelo dos mega-agrupamentos, “no sentido de corrigir os erros que a nova rede trouxe à educação em Vila Nova de Gaia”. Preconiza, também, a defesa do projeto educativo municipal e da Carta Educativa “como instrumentos para uma educação pensada e partilhada”, além do “efetivo funcionamento do Conselho Municipal de Educação”.

Candidato do PS à Câmara Municipal de Gaia numa visita ao Centro Social de S. Félix da Marinha

Apoio ao desporto de formação e aposta no futebol feminino e de rua e no futsal

N

um jantar onde se reuniu com os dirigentes de todos os clubes de futebol gaienses e com Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto (AFP), Eduardo Vítor Rodrigues garantiu que vai apoiar o desporto de formação, apostando no futebol feminino, no futsal e no futebol de rua e mantendo o pagamento das inscrições dos atletas. “Queremos ser um concelho onde o futebol de rua seja uma realidade e precisamos da colabo-

ração da AFP. O futebol feminino terá um tratamento muito particular e direto, pois está muito em ascensão”, defendeu. Outra das propostas passa pela gestão dos pavilhões pela câmara municipal e não pela empresa municipal Gaia Anima. “A cedência será gratuita, no que diz respeito à formação”, prometeu, garantindo também que a fatura da água será revista: “Retiraremos a taxa de resíduos sólidos aos clubes que tenham formação”.

Associação Protetora da Criança, em Valadares

F. C. Valadares


Maestro António Victorino d’Almeida e Margarida Santos são mandatários

N

o fórum sobre a cultura, realizado em Santa Marinha, o candidato socialista apresentou o maestro António Victorino d’Almeida e a escultora Margarida Santos como seus mandatários. Eduardo Vítor Rodrigues congratula-se com o apoio de “dois nomes muito fortes da cultura, de duas personalidades independentes, uma delas de Vila Nova de

Gaia e a outra com uma perspetiva nacional e internacional”. Desta forma, a candidatura socialista “pretende reforçar a presença de Gaia no quadro cultural e social não só nacional, mas também internacional”. Para Eduardo Vítor Rodrigues, o apoio destes dois artistas “vem também mostrar que esta é uma candidatura credível e vencedora”.

Eduardo Vítor Rodrigues com os mandatários

Inauguração da sede de candidatura

F

oi num clima de grande confiança que Eduardo Vítor Rodrigues inaugurou, a 6 de Julho, a sede da sua campanha, na presença de Francisco Assis, membro do Secretariado Nacional do partido, de Patrocínio Azevedo, presidente da concelhia gaiense do PS e de largas dezenas de populares. “Estou muito convicto de que vamos ganhar e de que seremos capazes de usar bem esta vitória”, afirmou, de-

clarando também que, depois de ter “feito bem” ao longo de oito anos, como presidente da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro, será também “capaz de fazer bem como presidente da Câmara Municipal”. Congratulando-se com o ambiente vivido neste dia, afirmou: “Temos porventura a mais pequena sede de campanha de todas as candidaturas, mas temos as melhores pessoas”.

Candidato do PS à Câmara de Gaia

Sede do PS: Uma inauguração que superou as expetativas

Arruada na Urbanização, em Avintes

Perosinho Cultural

O dia a dia do candidato…

Visita à Associação Humanitária de Canelas

Arruada à Freguesia Vila D`Este

Almoço de S. João, em São Pedro Afurada

Arruada no Bairro de Oliveira do Douro

Arruada no Bairro de Serzedo

Cerimónia de Finalistas na Fundação Padre Luís, Oliveira do Douro

13

Agosto 2013 DEDICADOS A GAIA


Dedicados a Gaia

Espetáculo Academia Sénior, Canelas

Reunião com jovens, Avintes

Fórum Cultura Santa Marinha

Iniciativa do PS Gaia: Atividade desportiva, São Félix da Marinha

Visita à Feira Carvalhos

No barco no dia S. João, Afurada

Reunião com professores, Canidelo

Reunião com juventude na nova sede PS Gaia

São João, no Cais de Gaia

Jantar com Clubes de Gaia

Reunião com os Bombeiros Sapadores de Gaia

Festa Senhor dos Aflitos, Valadares


Cultura e desenvolvimento em Gaia G aia é uma grande cidade do Norte do país. É a cidade que foi no passado e é no presente berço de vultos de porte cultural e social de mérito reconhecido em todas as áreas de intervenção. A cidade onde nasci, a cidade que melhor conheço é exatamente aquela que nem sempre soube aproveitar os seus recursos humanos mais valiosos!, antes muito tem feito para os menosprezar. A cidade grande com mentalidade de província, onde excessivas vezes se valorizou e importou de outras cidades personagens que vieram para a governar em nome de ideais exteriores àqueles que sempre habitaram o coração dos Gaienses, mas que não cumpriram aquilo que à chegada se propuseram fazer. Uma cidade que poderia ser uma referência em Portugal pela sua cultura de obras de arte em bronze e onde nada se fez para a valorizar em termos artísticos e turísticos! Os melhores homens e mulheres de Gaia, que entregam as suas vidas em prol de ideais do bem servirem em atividades culturais e de desenvolvimento local, não apenas de lazer ou entretenimento, carregam em si o estigma de terem sido ora silenciados, ora ostracizados, ora premeditadamente iludidos, dando assim corpo ao dito comum de que as árvores de grande porte têm que ser cortadas pela raiz para que possam crescer os pequenos arbustos. E esse tem sido um delito cometido pelos políticos na minha cidade, que bastas vezes tenho testemunhado na área da Cultura, sendo esta uma das razões que me impelem ao direito e dever cívico

de apoiar um candidato a Presidente da Câmara que, como eu, aqui nasceu e fez um Curriculum Vitae de que pode orgulhar-se. Sendo jovem, nele deposito a esperança numa mudança de rumo, que projete uma cidade na medida do orgulho das suas matrizes. Sendo jovem é contudo um homem culto, sério, honesto, solidário, corajoso e será firme na luta pelos valores da solidariedade, da liberdade e da igualdade entre todos os Gaienses. Creio que ouvirá a voz da tradição a projetar-se para o futuro dos seus conterrâneos. Gaia é hoje uma grande cidade, que em muitos aspetos em nada se assemelha à cidade da minha infância e adolescência: cresceu, desenvolveu-se, ficou adulta, tornou-se ainda mais apetecível à gula daqueles políticos que mais nada sabem fazer do que venderem ilusões ao cidadão comum. Muito tem feito ao nível de festividades de lazer e de fogos de artifício, que aglutinam multidões e dão votos, mas que nada deixam para as futuras gerações. E é neste aspeto que se tem falhado ao nível do apoio concertado ao desenvolvimento do Artesanato, do Teatro, da Dança, da Poesia, da Música, das Artes, da Escultura em Bronze em particular que aqui nasceu, do Turismo e das múltiplas atividades locais. É uma cidade multifacetada, rodeada de mar, de rio e de terras, com um interior profundo e rural e um exterior litoral ou ribeirinho desiguais, mas completamente despida de objetos de arte que lhe dêem vida e a valorizem, tornando-a na sua marca de tradições mais bem sucedida.

Gaia precisa de um Presidente que a conheça na sua essência e que procure atualizar-se permanentemente quanto à evolução rápida das situações no terreno, que saiba gerir e administrar com sabedoria e sem distinções as pessoas que compõem as diferentes matrizes existentes. Que intervenha de forma sensata, equilibrada, coesa e convergente. Pelo que conheço do perfil do candidato, creio que ele chamará a si os melhores de todos os setores empenhados em servir Gaia, nas diferentes áreas de intervenção cultural, social e política, e que com ele façam planos exequíveis de coesão e de unidade nas frentes mais desprotegidas da sociedade gaien-

se, mesmo com as que foram ignoradas até ao presente e que, mesmo com os poucos recursos que se prevê existirem, essas equipas demonstrem capacidades para tornar Gaia uma cidade maior. Sem maquilhagem, limpa, com alma, mais bela, única e a seus próprios olhos e aos de fora reconhecível no que ela tem de fantástico e de maravilhoso...e que tem estado ora escondido, ora afastado, ora por fora, ainda que o miolo esteja cá dentro. Eu acredito que é possível fazê-lo com este jovem candidato a Presidente da Câmara.

Margarida Santos, Escultora e Mandatária da candidatura

Victorino d’Almeida,

Maestro

“Não existe educação sem cultura e por isso apoio esta candidatura” O Maestro defende “a música a quem a trabalha, a educação a quem a trabalha e a cultura a quem a trabalha” Mandatário da candidatura

15

Agosto 2013 DEDICADOS A GAIA


Dedicados a Gaia MENSAGEM DO CANDIDATO À

ASSEMBLEIA MUNICIPAL

N

a qualidade de candidato independente à Presidência da Assembleia Municipal de Gaia integrado na Candidatura Dedicados a Gaia promovida pelo PS Gaia, tenho a honra de dirigir algumas palavras aos meus conterrâneos, através deste nosso novo meio de comunicar convosco! A política municipal em Gaia, terá de cumprir um conjunto de atribuições e de competências, conforme previsto na Lei das Autarquias Locais e noutra legislação avulsa, todas contribuindo para alcançar o fim que lhe é reconhecido e imposto pela Constituição Portuguesa! É entendimento comum entre os Dedicados a Gaia que a Assembleia Municipal - o “órgão deliberativo do município” (artigo 251.º da CRP) - deve também ser um órgão autónomo, dinâmico e dotado de capacidade de iniciativa! O primeiro dos nossos Compromissos com os Gaienses é adequar a atuação desta instituição de representação da vontade dos munícipes às especificidades, necessidades e exigências da área territorial em que se situa, tendo em consideração as suas condições! Assim, no reconhecimento das suas grandes responsabilidades e importante papel em prol da Cidade e dos cidadãos, a Assembleia Municipal deverá assumir como sua missão a prossecução do melhor e superior interesse da Cidade, compreendendo-a com a valorização das pessoas, através da afirmação de competências, saberes, inovação e empreendedorismo, em todas as áreas da vida pública! Que assuma a cidade de Gaia com Competência! A Constituição, Lei fundamental da República, garantem governos (autárquicos e nacionais) do Povo, pelo Povo e para o Povo! Esse direito dos cidadãos é tarefa de quem governa, mas também exigência, sem concessões, dos representantes da população nas Assembleias de Freguesia, nas Assembleias Municipais, como na Assembleia da República! Porque é preciso devolver a confiança e a credibilidade à política! Apelando ao exercício massivo do direito de voto, em 29 de Setembro, como primeira forma exigente de participação, quero expressar de forma inequívoca a garantia de melhor participação dos cidadãos e munícipes na vida e nos trabalhos da sua Assembleia Municipal, pois os mesmos terão a possibilidade de nela intervir no período inicial de cada reunião e não no seu período final! Qualquer projeto de melhoria da vida coletiva e social só será viável se permanentemente sujeito à existência de uma perseverante vontade coletiva que promova a cidade e, agindo em Gaia com equilíbrio, a transforme num espaço bom para viver, estudar, investigar e trabalhar, mas também, dentro do espaço metropolitano, a constitua num destino preferencial para visitar e numa base eficaz para a atividade económica. Neste momento histórico em que começam a estar em causa as garantias de direitos sociais dos cidadãos e o

(Albino Almeida)

ALBINO ALMEIDA Estado se quer desobrigar de garantir os necessários recursos económicos para esse fim, só porque exigem a utilização de recursos económicos e financeiros públicos escassos, propomos um projeto que se pretende realizar numa convergência positiva de todos os Gaienses em torno das políticas Dedicadas a Gaia! Para isso temos trabalhado com todos os Cidadãos e instituições da Cidade, escutando-os em reuniões dedicadas e fóruns temáticos! Para se alargar o bem estar dos cidadãos, a partir das políticas públicas, na nossa Cidade, importa que todos os cidadãos votem, até porque disso depende o futuro dos Gaienses, da nossa democracia e até do nosso País! Votar no Professor Eduardo Vítor Rodrigues para Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e nas listas apresentadas pelo PS - verdadeiras equipas de Gaienses, dedicadas e dispostas a honrar os Compromissos assumidos para a Assembleia Municipal e todas as Assembleias de Freguesia, com o objetivo de construir com todos um concelho de referência - é votar para melhorar a qualidade de vida numa situação de crise tão séria para os gaienses, pois o bem estar das pessoas é o que está em causa neste momento e nas próximas eleições!


Jornal PS Dedicados a Gaia