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Assunto:Inscreva-se

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no Prêmio FAPEAM de Jornalismo Científico

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Data: 06/12/2012

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Inscreva-se no Prêmio FAPEAM de Jornalismo Científico Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Prêmio FAPEAM de Jornalismo Científico. Profissionais e estudantes da área de comunicação do Amazonas interessados em concorrer em uma das modalidades da premiação podem inscrever trabalhos até o dia 31 de janeiro de 2013. Esta edição do Prêmio traz novidades que visam reconhecer o empenho de profissionais e estudantes de comunicação e de veículos locais que impulsionam a divulgação da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Amazonas. O Prêmio FAPEAM de Jornalismo Científico é uma iniciativa do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM). A iniciativa visa incentivar a prática do jornalismo científico no Estado e estimular a popularização da CT&I premiando trabalhos jornalísticos que tenham contribuído, no ano de 2012, com a disseminação do setor. Novidades Na edição de 2013, a modalidade Comunicação Institucional passa a oferecer apenas a categoria Assessoria de Comunicação e/ou Imprensa com a premiação de R$ 10 mil. O


intuito é incentivar a consolidação das assessorias e fomentar o seu interesse pela divulgação científica, por meio de investimento direcionado à infraestrutura. Outra mudança é a alteração na modalidade Comunicação de Massa nas categorias voltadas à ‘TV/TV disponível na web – reportagem e videorreportagem’ e ‘TV/TV disponível na web – grande reportagem e documentário jornalístico’, que visa prestigiar os profissionais autores de documentários jornalísticos e os atuantes no jornalismo multimidiático das videorreportagens. Essa alteração se deu por conta da demanda formada por jornalistas que atuam nesta modalidade. As menções honrosas deste ano serão direcionadas a um veículo de comunicação que se destacou entre os demais pelo empenho de divulgar reportagens de CT&I e a um profissional atuante na área que será intitulado ‘Jornalista Amigo da Ciência’. http://www.secti.am.gov.br/2012/12/inscreva-se-no-premio-fapeam-de-jornalismo-cientifico/


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Assunto:21º edição do CONIC começa segunda, dia 10 ( ) Release da assessoria de imprensa ( x ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 06/12/2012

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21º edição do CONIC começa segunda, dia 10 Voltado ao desenvolvimento científico de acadêmicos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e outras instituições de nível superior, o 21º Congresso de Iniciação Científica (CONIC) inicia no próximo dia 10 de dezembro, segunda-feira, às 8h30, no auditório Eulálio Chaves – Campus. Na abertura, o professor doutor Emílio Cantídio de Oliveira Filho é quem proferirá a palestra “A iniciação científica: novos tempos e novas possibilidades”. O CONIC é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O congresso acontecerá, simultaneamente, entre os dias 10 e 14 de dezembro, em Manaus, Benjamin Constant, Coari e Parintins – exceto Itacoatiara, que já expôs suas pesquisas no mês de outubro. Ao fim do 21º Congresso de Iniciação Científica, será escolhido o bolsista do período de maior destaque, de cada grande área do conhecimento, em Manaus e do conjunto das áreas nos campi do interior. Os acadêmicos que mais se destacarem, receberão o prêmio professor Abraham Moysés Cohen e passagem aérea, com ajuda de custo para a cidade que sedie o congresso que tenha aceitado o projeto. As premiações e a cerimônia de encerramento do 21º CONIC estão programado para ocorrer na própria Ufam, no auditório Alalaú, da Faculdade de Educação, no dia 14 de dezembro, sexta-feira, às 09h00. http://www.secti.am.gov.br/2012/12/21o-edicao-do-conic-comeca-segunda-dia-10/


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Assunto:Manaus

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vai sediar 1º Congresso Brasileiro Internacional sobre Vespas

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Data: 06/12/2012

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Manaus vai sediar 1º Congresso Brasileiro Internacional sobre Vespas Pela primeira vez no Brasil, e em particular na Amazônia, um encontro vai reunir especialistas internacionais, nacionais e regionais, além de estudantes, para juntos discutirem temas voltados para as vespas. É o ’1º Congresso Brasileiro Internacional sobre Vespas’ que vai ser realizado no período de 1º a 5 de julho de 2013 na cidade de Manaus (AM). De acordo com o doutor em Entomologia, pesquisador e coordenador do evento, Marcio Luiz de Oliveira, o encontro é o primeiro do gênero no Brasi e será realizado no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e conta com o apoio da Fundação de Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev). Oliveira explica que o evento tem como público-alvo, estudantes de graduação, mestrado e doutorado, professores e pesquisadores de Manaus, do interior do Amazonas e de outras partes do Brasil e países vizinhos, além de pesquisadores agrônomos e estudantes que trabalham com o controle biológico de pragas agrícolas, os que trabalham com


polinização de plantas nativas ou cultivadas. Com destaque para pesquisadores químicos e bioquímicos interessados em potencialidades dos venenos de vespas. “As expectativas são de que a partir desse encontro, passem a ocorrer outros eventos sobre vespas no Brasil a cada dois anos como já acontece com as formigas, abelhas e outros grupos de insetos. Que nos próximos anos haja ingresso de mais alunos interessados em estudar sobre vespas em cursos de pós-graduação sediados em Manaus, no Brasil e no exterior”, destacou. O pesquisador ressalta ainda, que o evento vai possibilitar o intercâmbio de conhecimento sobre vespas entres os participantes e apontar novos rumos de investigações para o grupo, despertando vocações em estudantes locais, assim como promover a parceria entre instituições locais, de outros Estados e do exterior. “Nossa intenção é de que, a partir deste evento, aumente o número de pesquisas com vespas na Região Amazônica e o número de publicações científicas e educacionais voltadas para o tema, além de parcerias entre instituições sediadas em Manaus e região como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade Federal do Amazonas (Ufam),Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Centro de Biologia da Amazônia (CBA) e outras instituições do Brasil e do exterior”, ressaltou. CONVIDADOS Para participar do evento, foram convidados especialistas regionais, nacionais e internacionais como um dos grandes especialistas em estudo de vespas, o doutor James Carpenter, do Museu Americano de História Natural (New York/EUA). O especialista abordará o tema ‘Sistemática de vespas neotropicais’. O evento contará com a participação de doutores dos Estados Unidos que vão conhecer e discutir sobre a o estágio atual do conhecimento sobre vespas no Brasil e na Amazônia. Entre os resultados esperados, está o lançamento de um livro com as conferências regionais, nacionais e internacionais e os demais trabalhos apresentados. Além da disponibilização dos principais resultados na internet e nos principais meios de comunicação. SOBRE VESPAS As vespas fazem parte de um importante grupo de insetos que atua como controlador natural de outros insetos, como polinizador de várias espécies vegetais e seu veneno possui enorme potencial para uso em medicina. A Região Amazônica abriga uma das maiores diversidades de vespas (cabas ou marimbondos) do planeta. SOBRE O PAREV Para o pesquisador, sem o apoio da Fapeam seria impossível a realização do evento. “A Fundação é uma das mais importantes ferramentas para se despertar vocações e alavancar o desenvolvimento e a divulgação científica”, finalizou. O Parev objetiva apoiar, parcialmente, a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação: congressos, simpósios, workshops, seminários, palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico. Fonte: Agência Fapeam, por Rosa Doval http://www.secti.am.gov.br/2012/12/manaus-vai-sediar-1o-congresso-brasileiro-internacional-sobrevespas/


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Assunto:A

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base científica do desenvolvimento

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Data: 06/12/2012

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A base científica do desenvolvimento O próximo Fórum Mundial de Ciência, que será realizado no Rio de Janeiro em novembro de 2013, é o

primeiro evento sobre o tema a ter lugar fora da Hungria. O Fórum é organizado pela Academia de Ciências húngara em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) , o International Council for Science(ICSU), a American Association for the Advancement of Science (AAAS), a Academy of Sciences for the Developing World(TWAS), o European Academies Science Advisory Council (EASAC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). Integra o comitê organizador a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A reunião de 2013 terá por tema central “ Ciência para o Desenvolvimento Global Sustentável” . A SBPC e a ABC em conjunto com diferentes parceiros (Andifes, Capes, CNPq, CGEE, Confap, Consecti, Unesco, MCTI) estão organizando reuniões temáticas com o intuito de promover uma ampla discussão nacional sobre o tema central , a serem realizadas em São Paulo, Belo Horizonte, Manaus, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.


O encontro preparatório de Manaus, o terceiro da série, teve lugar no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) na semana passada, de 28 a 30 de novembro, recém-findo. O evento foi realizado com a parceria da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), INPA, EMBRAPA, UEA, UFAM. Pesquisadores e especialistas de diversas áreas e representantes do poder público debateram o tema “ diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento ” . Foram discutidas questões relacionadas a trópico úmido, uso de recursos naturais tropicais, educação e cultura, ética e ciência e ciência para inclusão social e redução da pobreza nos trópicos. Não é difícil reconhecer a amplitude das curvas que sintetizam as assimetrias amazônicas. Destaco a respeito dois pontos de inflexão: a) ambiguidades da ciência, expostas pela professora Socorro Chaves , da Ufam, que exigem, como forma de equilibrá-la, senso ético de tal sorte a colocar o homem como centro e principal beneficiário do processo de geração de conhecimento, tecnologia e inovação, complementando-se; e b) novas formas de consumo em resposta às necessidades de mudar o padrão tecnológico de produção ajustado às assimetrias regionais , do ponto de vista da professora Terezinha Fraxe, também da Ufam. Dentre diversos pontos levantados nos debates, chamo atenção para estes: a) a percepção de uma discussão sobre o que dá certo ou não, visando a gerar conhecimentos mais objetivos na região; b) a até aqui pouca praticidade nas soluções apontadas pela pesquisa e o poder público; e c) a urgência de superar o discurso essencialmente teórico, que não alcança ressonância junto à sociedade. Os caminhos do desenvolvimento regional mantêm-se impedidos por ausência de políticas públicas, programas e projetos ajustados às condições de nossa biodiversidade. Segundo o diretor geral do Inpa, Adalberto Val , como não se conhece, ao longo da história, país tropical desenvolvido, não há referencial de modelo em que se basear. A Amazônia, por conseguinte, terá que gerar suas próprias tecnologias. Nesse sentido, saliento a alusão do prof. Odenildo Sena, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) a um plano específico de CT&I ajustado às condições socioambientais da Amazônia. Em elaboração cooperada pelas SECTIs da região, deverá estar concluído até meados de 2013. A tarefa é árdua dada à abrangência de soluções requeridas para romper centenárias amarras que prendem a região ao improviso e à carência de políticas públicas consistentes. http://www.secti.am.gov.br/2012/12/a-base-cientifica-do-desenvolvimento/


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SECTI

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Assunto:Simpósio reúne profissionais e acadêmicos de Engenharia de Produção ( X) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 06/12/2012

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Simpósio reúne profissionais e acadêmicos de Engenharia de Produção Reunir profissionais e estudantes da área de Engenharia de Produção com intuito de desenvolver estudos técnicos e científicos na Região Amazônica, além de contribuir com a melhoria do ensino e pesquisa é o objetivo do 7º Simpósio Amazonense de Engenharia de Produção (Samep), promovido no período de 12 a 14 de dezembro, na Faculdade de Tecnologia, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). O tema do evento é ‘Gestão de Operações e Serviços: sua contribuição para o desenvolvimento sustentável da Amazônia’ e conta com uma programação que envolve minicursos e apresentação de pôsteres e artigos. O Samep 2012 é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Produção (PPGEP) e conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), e parceria da Intelbras, Semp Toshiba, América Tampas, Project Management Institute (PMI-AM), Núcleo Ético, RChaves Engenharia, All in Tech, Barbearia Havana, Vicaz Consultoria, Instituto Nokia de Tecnologia (INdT), Catho Consultoria, Procter & Glamber (P&G), Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Universidade Vale do Rio Doce (Univale) e Universidade Federal de Brasília (UnB). Ouça a reportagem completa! Fonte: Rádio com Ciência, por Manoela Moura http://www.secti.am.gov.br/2012/12/simposio-reune-profissionais-e-academicos-de-engenharia-deproducao/


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UEA

Assunto:Propesp

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convoca bolsistas do PAIC para regularização de pendências

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Data: 06/12/2012

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Propesp convoca bolsistas do PAIC para regularização de pendências A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (Propesp), da UEA, convoca os bolsistas do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic) 2011/2012 que estão pendentes com a entrega do relatório técnico final (impresso e digital) e resumo expandido (digital) para regularizarem a entrega dos documentos até a segunda-feira (10), na Coordenação de Pesquisa. Os documentos serão encaminhados à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) como prestação de contas técnica do projeto executado. http://www1.uea.edu.br/noticia.php?notId=24385


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INPA

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Ex-bolsista do Inpa recebe prêmio Heitor Vieira Dourado de Iniciação Científica

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Data: 06/12/2012

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Ex-bolsista do Inpa recebe prêmio Heitor Vieira Dourado de Iniciação Científica Bárbara Pires Ihara, estudante de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), com pesquisa realizada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), recebeu o Prêmio Heitor Vieira Dourado de Iniciação Científica (PHD/IC) na noite desta segunda-feira (03) - data do aniversário do seu patrono -, promovido pela Fundação Amazônica de Defesa da Biosfera (FDB), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Amazonas (Fapeam). A jovem foi vencedora com o trabalho de pesquisa “Ocorrência deStreptococcus agalactiae em gestantes atendidas na Maternidade Balbina Mestrinho, Manaus/AM”, realizado no Instituto por meio do Programa de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). “A bactéria pode estar presente normalmente no trato gastro intestinal e geniturinário das pessoas. O problema é que pode causar complicações (corioamnionite, endometrite puerperal, abortamento e outras) bem mais perigosas nos recém-nascidos, como infecção generalizada, principalmente se a criança for prematura”, explica.


O tema vencedor do prêmio Heitor Dourado é baseado na dissertação de Mestrado do médico obstetra Carlos Henrique Esteves Freire, co-orientador de Ihara, junto à pesquisadora do Inpa, Júlia Salem. “Este é o primeiro prêmio que recebo na minha vida acadêmica e é realmente muito importante para a minha carreira, não só por todo o aprendizado que tive ao realizar o projeto, a experiência de trabalhar em um laboratório, a contribuição que este projeto teve, de alguma forma para a população de Manaus, mas também porque será importante quando for fazer as provas de residência. Nessas provas, é avaliado o tripé Ensino, Pesquisa e Extensão; o aluno precisa obter bons resultados na prova e durante sua vida acadêmica (ensino), além de realizar atividades extracurriculares (extensão) e pesquisa”, explica. “O trabalho quis mostrar a realidade dessas gestantes aqui em Manaus”, disse a estudante, que está cursando o sétimo período da faculdade de medicina e ainda não se decidiu pela especialização que pretende seguir. Planos e metas Ihara pensa em usar o prêmio para apresentar o trabalho no Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia que será realizado em novembro de 2013, em Salvador (BA). “É muito gratificante ser premiado pelo seu trabalho; isso mostra que todo o esforço que tivemos teve um resultado muito bom. É de extrema importância, não só para o aluno de medicina, mas de qualquer área, interessar-se pela pesquisa e tentar de alguma forma contribuir com os nossos estudos”, frisa a estudante. Para o Diretor-executivo da FDB, José Seráfico de Assis Carvalho, o Prêmio Heitor Vieira Dourado pretende, “além de por em relevo o trabalho de estudantes-pesquisadores e instituições a que são vinculados, marcar posição no tão tortuoso quão incompreendido terreno em que se movem os cientistas brasileiros. Sendo reverência e homenagem póstuma a um dos mais dedicados pesquisadores das doenças tropicais, o PHD/IC poderia ter elegido como concorrentes cientistas renomados ou muitos cuja produção acadêmica já se mostra vasta e profícua. Fê-lo, porém, em sentido contrário. Por isso, privilegia os que se iniciam na carreira acadêmica e na pesquisa. Testemunha, com isso, sua rejeição às políticas em voga, quase todas voltadas à discriminação, sendo que os jovens são os que mais a sofrem. Cumpre, assim, o legado deixado pelo falecido ex-presidente do Conselho Curador que dá nome ao Prêmio”. Fazem parte da Comissão: Felipe Arley Costa Pessoa (Fiocruz); Maria Paula Gomes Mourão (Fundação de Medicina Tropical); Maria Inês Iguchi (Inpa); Carolina Chruciak Talhari Cortez (Fundação Alfredo da Matta); Adriana Malheiro (Fundação Hemoam); Andrea Viviana Waichman (Fapeam); Cristina Borborema dos Santos (Ufam); e Adriano Premebida, Diretor-Técnico-científico da FDB. http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2643


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INPA

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Inpa desenvolve pesquisa com abelhas que auxiliam produtores rurais

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Data: 06/12/2012

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Inpa desenvolve pesquisa com abelhas que auxiliam produtores rurais

Popularmente conhecidas como jandaíra ou uruçu-boca-de-renda, as abelhas sem ferrão, da espécie Melipona seminigra, são as mais criadas no Amazonas juntamente com as abelhas jupará (Melipona interrupta). Visando os benefícios em relação ao valor nutritivo da produção do mel das abelhas jandaíra, a preocupação com a preservação ambiental, além da renda que a produção poderia gerar, o técnico do Grupo de Pesquisa em Abelhas (GPA), Hélio Vilas Boas, orientado pela pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa/MCTI), Gislene Zilse, em seu Projeto de Mestrado do curso “Agricultura no Trópico Úmido – ATU/INPA”, intitulado “Multiplicação induzida de colmeias de abelhas Melipona seminigra Friese, 1903 (Hymenoptera, Apidae) submetidas a diferentes tipos de alimentação complementar, em Manaus – AM”, realizou estudos sobre a indução de colmeias em propriedades rurais. A pesquisa, com início em Setembro de 2010, teve como objetivo verificar a capacidade de reprodução induzida de colmeias de abelhas jandaíra usando


dois processos de multiplicação e de quatro tipos de alimentação suplementar. Inicialmente foram instaladas e monitoradas 40 colmeias matrizes e, no final da pesquisa, em novembro de 2011, alcançou-se 97 filhas, totalizando 137 colmeias no Meliponário. O local onde foram realizados os estudos foi o ramal do Brasileirinho, no Puraquequara (zona leste de Manaus). Este trabalho, dentre outras pesquisas realizadas nesta comunidade, fazem parte de projetos coordenados pelo Dr. Luiz Antonio de Oliveira com financiamento das agencias CNPq e FAPEAM. O projeto contou com a ajuda de agricultores que tiveram cursos de capacitação para a criação e manejo técnico de abelhas sem ferrão, atividade conhecida como meliponicultura. A atividade não requer cuidados especiais, já que as abelhas não oferecem riscos para a saúde por não possuírem ferrão, por isso podem ser manejadas por qualquer público desde crianças até idosos. Meliponicultura As abelhas produzem alimentos para sua própria alimentação, os quais servem também para alimentação humana: mel e pólen. O excesso destes produtos pode ser extraído de uma colmeia para ser comercializado. O mel pode render de dois a três litros por colmeia/ano e chega a ser vendido por até R$ 80. “A importância da produção não está só na geração de renda, mas também na nutrição que o mel pode acrescentar na alimentação dos produtores. Já o pólen, um produto mais nobre que o mel, é escasso na região, precisando de maior produção para atender a demanda”, explica Vilas Boas. Segundo o pesquisador, a própria colmeia também pode ser vendida para auxiliar agricultores com a polinização em seus plantios. “O manejo não requer muita horas de mão de obra, o que é ideal para os agricultores poderem exercer suas outras atividades”, afirma. Vilas Boas salienta ainda a importância da meliponicultura para a preservação ambiental: “Apesar de, na Amazônia, existem inúmeros ninhos naturais na floresta (...) acreditamos que é melhor trabalhar na multiplicação induzida das abelhas para a produção de mel, do que ir na mata e derrubar uma árvore centenária para obter a colmeia ou o produto dela”, afirma. Dessa forma, a prática da meliponicultura se torna uma reação em cadeia para a conservação do ambiente: o agricultor não precisará mais derrubar árvores para obter mel, mas sim plantar mais para servir de pasto para as abelhas e o agricultor acaba sendo o que Vilas Boas denominou de “guardião da natureza”. “O uso de produtos químicos também fica fora de questão, assim criar abelhas sem ferrão é uma atividade de preservação da natureza em todos os seus aspectos”, frisa o pesquisador. Rumos da pesquisa O ensinamento da atividade de meliponicultura foi apenas a primeira parte de uma série de processos que o projeto continua realizando. Esse ano estão sendo desenvolvidas etapas de produção de mel e boas práticas de colheita e armazenamento, além da comercialização. Tudo isso, em parceria com outros pesquisadores e grupos de pesquisa que se firmaram ao longo do período de estudos, como a Nodesta-Reforestation & Education e o Grupo Ambiental natureza Viva (GRANAV).


GPA O Grupo vem, desde 2000, realizando o desenvolvimento de pesquisas e promovendo o ensino e extensão com os seguintes objetivos: Conduzir pesquisas sobre a biologia e manutenção de abelhas nativas sem ferrão; Pesquisar sobre produtos das abelhas nativas (mel, pólen, própolis e cera); Desenvolver tecnologias para desenvolvimento da meliponicultura; Capacitar recursos humanos para o desenvolvimento da meliponicultura. http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2645


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PORTAL AMAZÔNIA.COM

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Pesquisa no Amazonas avalia melhoramento genético da Sumaúma

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Data: 06/12/2012

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Pesquisa no Amazonas avalia melhoramento genético da Sumaúma MANAUS – O estudo ‘Cultivo in vitro de Sumaúma (Ceiba pentandra)’ realizado pela pesquisadora e mestre em Biologia Urbana, Perla Pimentel da Silva, apontou a eficácia do cultivo in vitro para a conservação e melhoramento genético da árvore Sumaúma (Ceiba pentandra). De acordo com Silva, o cultivo in vitro, é uma das principais ferramentas biotecnológicas utilizadas para a captação e fixação do ganho genético e propagação clonal de genótipos selecionados. “Este tipo de cultivo constitui uma estratégia importante, tanto para solucionar problemas na propagação, quanto na melhora genética clássica e biotecnológica das plantas”, afirmou. A árvore Sumaúma (Ceiba pentandra) é uma espécie apreciada pela indústria florestal, principalmente para a fabricação de móveis e como madeira estrutural. No entanto, a


exploração intensiva da espécie nas últimas décadas está provocando uma perda considerável de populações naturais de sumaumeiras. A pesquisadora também explica que uma das principais restrições que podem vir a ocorrer com este tipo de cultura são o declínio na capacidade de enraizamento com o envelhecimento ontogenético, processo que descreve a origem e o desenvolvimento de um organismo desde o ovo fertilizado até sua forma adulta e o limitado número de gemas que podem ser produzidas a partir de cada planta matriz. Manipulação in vitro Segundo Silva, os resultados obtidos pela pesquisa demonstraram que a sumaúma não apresentou dificuldades para ser manipulada in vitro. “Além disso, é possível afirmar que os resultados são inéditos para esta espécie e novos estudos devem ser realizados com objetivo de otimizar a regeneração da sumaúma”, esclareceu. Além disso Silva destaca que “observou-se também, através da pesquisa, que o uso de baixas concentrações de hipoclorito de sódio, cloreto de sódio e nitrato de prata promoveram os melhores resultados referentes ao estabelecimento da cultura in vitro”, revelou Silva. De acordo com o resultado da pesquisa a cultura in vitro de plantas é uma técnica que não apenas apresenta importância prática na área florestal e agrícola, mas também, na área científica. Dentro do campo da biologia de plantas essa é considerada umas das técnicas mais polivalentes. Sumaúma A Sumaúma é uma espécie florestal da família Bombaceaea com ocorrência natural em áreas secas e inundadas no Norte do Brasil. Pode ter entre 10m e 30m altura e tem um tronco muito volumoso, até 3m no diâmetro com contrafortes. O tronco e muitas das pernadas maiores, muitas vezes, estão rodeados de uma enorme quantidade de espinhos simples, muito grandes e robustos. As folhas são compostas de 5 a 9 lóbulos, cada um com cerca de 20 cm. As árvores adultas produzem frutos que contêm as sementes cercadas por uma fibra macia, amarelada que é uma mistura do linho e de celulose. A pesquisa contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad). O Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu consiste em apoiar, com bolsas de mestrado e doutorado, e auxílio financeiro, as instituições localizadas no Estado do Amazonas que desenvolvem programas de pós-graduação Stricto Sensu credenciados pela Capes. http://www.portalamazonia.com.br/editoria/atualidades/pesquisa-no-amazonas-avaliamelhoramento-genetico-da-arvore-sumauma/


MARICAUA.BLOGSPOT Assunto: QUELÔNIOS MORREM AFOGADOS! Veículo:

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Data: 06/12/2012

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QUELÔNIOS MORREM AFOGADOS! Pesquisador descobre que a espécie de quelônio conhecida como Irapuca é vítima

de afogamento por ficar presa muito tempo na rede de pesca embaixo da água. A espécie de quelônio faz parte da dieta das comunidades ribeirinhas na região do Médio Rio Negro. A Irapuca é uma espécie de quelônio amazônico do Médio Rio Negro (picasaweb.google) Pesquisa realizada pelo mestre em Diversidade Biológica, Mário Quara de Carvalho dos Santos, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) verificou que a captura na rede de pesca, faz com que muitos quelônios da espécie Irapuca, morram afogados por passarem tempo demais submersos, sem conseguir respirar. Financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), a pesquisa foi realizada no período de 2009 a 2011, na Ufam. Intitulado “Propriedades do sangue e efeito do mergulho forçado sobre o perfil hematológico de Podocnemis erythrocephala” – nome científico da Irapuca -, constatou que esta espécie de quelônio é a principal vítima do emaranhamento das redes de pesca, seja de forma acidental ou intencional. “O objetivo do estudo foi avaliar o perfil hematológico da Irapuca em resposta a diferentes tempos de mergulho forçado para que os resultados contribuam com projetos de manejo e na tentativa de evitar a mortalidade desses animais por afogamento”, esclareceu Quara.


Ainda segundo o pesquisador, a Irapuca faz parte da dieta das comunidades ribeirinhas da região, e sua captura é realizada indiscriminadamente durante todo o ano, sem intervalo de tempo. Realização da pesquisa Foram capturadas 39 irapucas que habitavam igarapés do Arquipélago de Mariuá. Os animais foram distribuídos em três grupos e submetidos a diferentes períodos de mergulho forçado. Após o tempo de 30 a 60 minutos submergido de maneira forçada, Quara retirou amostras de sangue e realizou biometria em todos os animais. Verificando o peso corpóreo, tamanho e largura do casco. Conclusão Segundo constatou Quara, em sua pesquisa, a Irapuca é uma espécie que consegue ficar até 60 minutos de submersão forçada, realizando constantemente ajustes fisiológicos para manutenção do equilíbrio de seu corpo em situações de ausência de oxigênio. “Tempos superiores aos testados no estudo podem ocasionar distúrbios marcantes, e exaustão dos substratos energéticos levando o animal à morte”, concluiu o pesquisador. http://maricaua.blogspot.com.br/2012/12/quelonios-morrem-afogados.html?zx=e681800b709eaead


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AQUATIC HEALTH.NET

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Amazonian farmed fish mortality intended to be reduced

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Data: 06/12/2012

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Amazonian farmed fish mortality intended to be reduced Article Content Furthermore, the study is expected to serve as a basis to define preventive measures to reduce the mortality of these species bred in captivity. The study is funded by the Foundation for Research Support of the State of Amazonas (Fapeam) and was developed in the last two years by the scientist Eliane Cardoso Carvalho under the project 'Phenotypic and molecular identification of pathogenic bacteria associated with Amazonian fish farming,' Globo.com reported. The researcher explained that knowing the variety of bacterial species that cause disease in Amazonian fish of commercial interest is extremely important to ensure the reduction of economic losses for producers. "Infections in fish are responsible for heavy losses in factory farms, which, many times, have a mortality rate that can approach 100 per cent," Cardoso Carvalho stated. She stressed that the bacteria of the genera Aeromonas, Cytophaga, Mycobacterium and Pseudomonas are present in ponds, and also said that there are other factors that cause stress to the fish and can cause disease outbreaks. To identify other bacteria, the group analysed 72 bacterial fish isolates. "They were 28 paiche isolates, 17 gamitana aisolates and 26 matrinxã isolates, where 35 bacterial species were identified. Out of these, 11 had not been described before and for the others there are prophylactic measures," explained Cardoso Carvalho. Currently, tambaqui is the species having major commercial importance for the fishing and fish farming activities in the Amazon region, with an annual output of 3,500 tonnes.


Meanwhile, about 6,000 tonnes of matrinx茫 are annually produced, which supply 74 per cent of the country and pirarucu production is estimated to be at 1,800 tonnes in three fishing regions: Amaz么nia Peruara, the Brazil-Peru-Colombia border, and Amaz么nia Central. http://aquatichealth.net/node/66089


Veículo:

FIS BRAZIL

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,Amazonian

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farmed fish mortality intended to be reduced

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Data: 06/12/2012

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,Amazonian farmed fish mortality intended to be reduced Scientists of the National Research Institute of Amazonia (INPA) are studying how to help reduce the mortality rate of farmed fish of Amazonian waters. Research is expected to identify disease-causing bacteria in specimens of paiche(arapiama), gamitana (tambaqui) and matrinxã. Furthermore, the study is expected to serve as a basis to define preventive measures to reduce the mortality of these species bred in captivity. The study is funded by the Foundation for Research Support of the State of Amazonas (Fapeam) and was developed in the last two years by the scientist Eliane Cardoso Carvalho under the project 'Phenotypic and molecular identification of pathogenic bacteria associated with Amazonian fish farming,' Globo.com reported. The researcher explained that knowing the variety of bacterial species that cause disease in Amazonian fish of commercial interest is extremely important to ensure the reduction of economic losses for producers. "Infections in fish are responsible for heavy losses in factory farms, which, many times, have a mortality rate that can approach 100 per cent," Cardoso Carvalho stated.


She stressed that the bacteria of the genera Aeromonas, Cytophaga,Mycobacterium and Pseudomonas are present in ponds, and also said that there are other factors that cause stress to the fish and can cause disease outbreaks. To identify other bacteria, the group analysed 72 bacterial fish isolates. "They were 28 paiche isolates, 17 gamitana aisolates and 26 matrinx茫 isolates, where 35 bacterial species were identified. Out of these, 11 had not been described before and for the others there are prophylactic measures," explained Cardoso Carvalho. Currently, tambaqui is the species having major commercial importance for the fishing and fish farming activities in the Amazon region, with an annual output of 3,500 tonnes. Meanwhile, about 6,000 tonnes of matrinx茫 are annually produced, which supply 74 per cent of the country and pirarucu production is estimated to be at 1,800 tonnes in three fishing regions: Amaz么nia Peruara, the Brazil-PeruColombia border, and Amaz么nia Central. http://www.fis.com/fis/worldnews/worldnews.asp? monthyear=&day=30&id=57237&l=e&special=&ndb=1%20target=


Editoria: NOTICIAS CRIMINAIS.BLOGSPOT Assunto: Pesquisa no Amazonas avalia melhoramento genético da Sumaúma 05/12/2012 Veículo:

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Data: 06/12/2012

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Pesquisa no Amazonas avalia melhoramento genético da Sumaúma 05/12/2012 O cultivo in vitro é uma das principais ferramentas biotecnológicas utilizadas para a captação e fixação do ganho genético da espécie. MANAUS – O estudo ‘Cultivo in vitro de Sumaúma (Ceiba pentandra)’ realizado pela pesquisadora e mestre em Biologia Urbana, Perla Pimentel da Silva, apontou a eficácia do cultivo in vitro para a conservação e melhoramento genético da árvore Sumaúma (Ceiba pentandra). De acordo com Silva, o cultivo in vitro, é uma das principais ferramentas biotecnológicas utilizadas para a captação e fixação do ganho genético e propagação clonal de genótipos selecionados. “Este tipo de cultivo constitui uma estratégia importante, tanto para solucionar problemas na propagação, quanto na melhora genética clássica e biotecnológica das plantas”, afirmou. A árvore Sumaúma (Ceiba pentandra) é uma espécie apreciada pela indústria florestal, principalmente para a fabricação de móveis e como madeira estrutural. No entanto, a exploração intensiva da espécie nas últimas décadas está provocando uma perda considerável de populações naturais de sumaumeiras.


A pesquisadora também explica que uma das principais restrições que podem vir a ocorrer com este tipo de cultura são o declínio na capacidade de enraizamento com o envelhecimento ontogenético, processo que descreve a origem e o desenvolvimento de um organismo desde o ovo fertilizado até sua forma adulta e o limitado número de gemas que podem ser produzidas a partir de cada planta matriz. Manipulação in vitro Segundo Silva, os resultados obtidos pela pesquisa demonstraram que a sumaúma não apresentou dificuldades para ser manipulada in vitro. “Além disso, é possível afirmar que os resultados são inéditos para esta espécie e novos estudos devem ser realizados com objetivo de otimizar a regeneração da sumaúma”, esclareceu. Além disso Silva destaca que “observou-se também, através da pesquisa, que o uso de baixas concentrações de hipoclorito de sódio, cloreto de sódio e nitrato de prata promoveram os melhores resultados referentes ao estabelecimento da cultura in vitro”, revelou Silva. De acordo com o resultado da pesquisa a cultura in vitro de plantas é uma técnica que não apenas apresenta importância prática na área florestal e agrícola, mas também, na área científica. Dentro do campo da biologia de plantas essa é considerada umas das técnicas mais polivalentes. Sumaúma A Sumaúma é uma espécie florestal da família Bombaceaea com ocorrência natural em áreas secas e inundadas no Norte do Brasil. Pode ter entre 10m e 30m altura e tem um tronco muito volumoso, até 3m no diâmetro com contrafortes. O tronco e muitas das pernadas maiores, muitas vezes, estão rodeados de uma enorme quantidade de espinhos simples, muito grandes e robustos. As folhas são compostas de 5 a 9 lóbulos, cada um com cerca de 20 cm. As árvores adultas produzem frutos que contêm as sementes cercadas por uma fibra macia, amarelada que é uma mistura do linho e de celulose. A pesquisa contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad). O Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu consiste em apoiar, com bolsas de mestrado e doutorado, e auxílio financeiro, as instituições localizadas no Estado do Amazonas que desenvolvem programas de pós-graduação Stricto Sensu credenciados pela Capes. http://noticiascriminais.blogspot.com.br/2012/12/pesquisa-no-amazonas-avalia.html? zx=8378c914df030045


Editoria: CONFAP Assunto: Festival do Minuto: a ciência agora tem cadeira cativa na premiação Veículo:

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Data: 06/12/2012

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Festival do Minuto: a ciência agora tem cadeira cativa na premiação O Festival do Minuto preza pela criatividade e pela concisão. Os melhores vídeos são aqueles que conseguem, de uma forma atrativa e ligeira, passar a mensagem. Neste ano foi testada uma nova temática: pela primeira vez o festival premiou vídeos sobre ciência. Nayara Monteiro de Carvalho, com Frankenteco; Paulo Henrique da Silva, com O BigBang e a TV; e Viviam Barbosa, com Fio d’água, foram os vencedores na categoria voltada aos estudantes do ensino fundamental e médio das escolas públicas de São Paulo. Concorreram 87 vídeos. Já entre os 177 filmes que disputaram a categoria principal, direcionada ao público em geral, os vencedores foram Martin Haag, com Dia do índio (Assista aqui ); Caio Lang, com O infinito e as palavras; e Jef Telles, com Fluxo Terra. Cada um dos seis vencedores ganhou um laptop. Em Dia do índio, palavras do tupi-guarani aparecem sobre imagens de lugares que foram batizados com nomes indígenas. Curitiba e Garopaba são alguns dos exemplos. Fonte: Revista Ciência Hoje http://www.confap.org.br/festival-do-minuto/


Editoria: D24AM Assunto: Brasil detém segunda maior área florestal do planeta

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Brasil detém segunda maior área florestal do planeta Rio de Janeiro - O Brasil tem 516 milhões de hectares de florestas, o equivalente a 60,7% do território nacional, ficando atrás apenas da Rússia. A informação constam da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (Pevs), divulgada hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse total de 516 milhões de hectares de florestas é composto por áreas destinadas a reservas extrativistas e de desenvolvimento sustentável, terras indígenas, áreas de proteção dos recursos hídricos e do solo, de conservação da biodiversidade em unidades de conservação federais e estaduais, de produção madeireira e não madeireira em florestas nacionais e estaduais e florestas plantadas, de proteção ambiental e áreas ocupadas com florestas. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estima que 31% da superfície terrestre do planeta sejam ocupados por florestas habitadas


por 300 milhões de pessoas. Delas dependem, de forma direta, 1,6 bilhão de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre. Para promover ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de florestas, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 o Ano Internacional das Florestas. A iniciativa teve o objetivo de conscientizar a sociedade da importância das florestas, alertando que a sua exploração de forma inadequada acarreta, entre outras consequências, a perda da biodiversidade e o agravamento das mudanças climáticas. No Brasil, o Ministério do Meio Ambiente promoveu vários eventos, enfocando a conservação, o manejo e o desenvolvimento sustentável. http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/brasil-detem-segunda-maior-area-florestal-doplaneta/75139


Editoria: UEA Assunto: Chamada Pública para bolsa de Graduação Sanduíche na Itália Veículo:

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Data: 06/12/2012

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Chamada Pública para bolsa de Graduação Sanduíche na Itália A UEA informa que a Universidade de Bologna e a Secretaria Técnica do programa Ciência sem Fronteira - Itália (CsF) convida alunos de graduação para participarem da Chama Pública para Bolsa de Graduação Sanduíche na Itália, que foi aberta no dia 20 de novembro. O Programa Ciência sem Fronteiras visa propiciar a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, com vistas a promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimulando estudos e pesquisas de brasileiros no exterior, inclusive com a expansão significativa do intercâmbio e da mobilidade de graduandos e graduados. Serão 2411 vagas distribuídas para diversas áreas. Para Engenharia, 1075 vagas serão disponibilizadas. Saúde, Indústrias Criativas e Design, Meio Ambiente, ICT, Biologia, Química, Física e Matemática, Farmácia, Ciência dos Alimentos e Geologia estão entre as áreas. Graduandos, graduados poderão se


candidatar. No quesito proficiência linguística, destaca-se que para o candidato poder se beneficiar da bolsa CsF deverá ter, no mínimo, um nível básico de língua italiana. Os candidatos homologados por seu Instituto de Ensino Superior (IES), que antes do encerramento da fase de inscrição do edital, a partir de Janeiro de 2013 ainda não tenham atestado de proficiência em língua italiana ou que não puderam participar das provas de proficiência Lato sensu na modalidade presencial (ProfLS), poderão candidatar-se sem apresentar uma certificação de língua italiana, desde que realizarão o teste de proficiência Lato sensu na modalidade online (ProfLS online), tendo conseguido uma pontuação mínima de 30/100. http://www1.uea.edu.br/noticia.php?notId=24402


Editoria: G1.COM Assunto: Estudos identificam capacidade de regeneração em células cardíacas Veículo:

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Estudos identificam capacidade de regeneração em células cardíacas O coração humano tem uma capacidade limitada de se regenerar, mas um "truque" da genética pode mudar isso, segundo dois estudos publicados na revista científica "Nature" desta quarta-feira (4). As pesquisas trazem uma nova perspectiva para o tratamento de doenças cardíacas, que causam a morte de 17 milhões de pessoas por ano em todo o mundo. Os autores do primeiro trabalho, do Hospital Brigham and Women e da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, ambos em Boston, nos EUA, acompanharam células do músculo cardíaco de camundongos desde o nascimento. O pesquisador Richard Lee e colegas descobriram que uma pequena porção dessas células – menos de 1% – é capaz de se regenerar normalmente. Após um ataque do coração, essa quantidade sobe, mas para apenas 3%. De acordo com o coautor Matthew Steinhauser, o fato de essas células específicas existirem é animador e é o ponto no qual os cientistas devem se centrar para, quem sabe, fazer as células cardíacas funcionarem melhor no futuro. O segundo estudo, conduzido no Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia, em Trieste, na Itália, deu um passo além. O cientista Mauro Giacca e sua


equipe usaram pequenos trechos de RNA – responsável pela síntese de proteínas nas células –, chamados microRNAs, para estimular a regeneração das células do coração. A equipe rastreou centenas de microRNAs em camundongos e ratos e observou a capacidade deles de se proliferar. Os cientistas, então, induziram ataques cardíacos nos animais vivos e descobriram que dois microRNAs específicos ajudaram a reconstruir os corações danificados para que voltassem a funcionar quase normalmente. Depois de dois meses, o tamanho da área de tecido morto foi reduzido pela metade, e a capacidade do coração em bombear sangue melhorou significativamente. "Agora, os microRNAs precisam de novos testes em animais de grande porte, que sejam mais parecidos com os seres humanos", diz Giacca. http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/12/estudos-identificam-capacidade-de-regeneracao-emcelulas-cardiacas.html


Editoria: G1.COM Assunto: Governo libera R$ 1 milhão para construção de laboratórios no AM Veículo:

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Governo libera R$ 1 milhão para construção de laboratórios no AM O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 1 milhão para a construção do Laboratório Sustentável de Malária, no Amazonas. O repasse financeiro, que faz parte do Fundo Nacional de Saúde ao Fundo Estadual de Saúde, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), desta quarta-feira (5). Segundo a portaria, a medida atende à necessidade de construção do laboratório de combate à malária grave em todo o estado. Ainda segundo a publicação, o Fundo Nacional de Saúde adotará medidas necessárias para a transferência valor para o Fundo Estadual de Saúde do Amazonas, que deverá ser pago em cota única. A portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Redução de casos

Segundo o Ministério, nos últimos seis anos, houve uma queda de 56% dos casos de


malária em todo o país. Entre 2005 e 2011, as notificações reduziram de 607,7 mil para 267 mil. A redução acentuada, conforme o MS, é resultado da descentralização das ações de prevenção e controle da doença, da inclusão de derivados de artemisina no tratamento dos pacientes e melhoria no atendimento. Outro fator que tem sido fundamental para diminuição desse quadro é o aumento dos investimentos e a capacitação dos profissionais. Dados do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) apontam queda de 35,4% nos casos da doença entre os meses de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Até setembro, já foram notificados 7.558 casos de malária em Manaus. Segundo a Semsa, o ano de 2011 fechou com 14.947 casos de malária, contra 15.649 notificações, em 2010, e 16.390, registradas em 2009.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/12/governo-libera-r-1-milhao-para-construcao-delaboratorios-no-am.html


Editoria: GP1 Assunto: Governo libera R$ 1 milhão para construção de laboratórios

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Governo libera R$ 1 milhão para construção de laboratórios O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 1 milhão para a construção do Laboratório Sustentável de Malária, no Amazonas. O repasse financeiro, que faz parte do Fundo Nacional de Saúde ao Fundo Estadual de Saúde, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Segundo a portaria, a medida atende à necessidade de construção do laboratório de combate à malária grave em todo o estado. Ainda segundo a publicação, o Fundo Nacional de Saúde adotará medidas necessárias para a transferência valor para o Fundo Estadual de Saúde do Amazonas, que deverá ser pago em cota única. A portaria entra em vigor na data de sua publicação. Redução de casos Segundo o Ministério, nos últimos seis anos, houve uma queda de 56% dos casos de malária em todo o país. Entre 2005 e 2011, as notificações reduziram de 607,7 mil para 267 mil.


A redução acentuada, conforme o MS, é resultado da descentralização das ações deprevenção e controle da doença, da inclusão de derivados de artemisina no tratamento dos pacientes e melhoria no atendimento. Outro fator que tem sido fundamental para diminuição desse quadro é o aumento dos investimentos e a capacitação dos profissionais. Dados do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) apontam queda de 35,4% nos casos da doença entre os meses de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Até setembro, já foram notificados 7.558 casos de malária em Manaus. Segundo a Semsa, o ano de 2011 fechou com 14.947 casos de malária, contra 15.649 notificações, em 2010, e 16.390, registradas em 2009.

http://www.gp1.com.br/noticias/governo-libera-r-1-milhao-para-construcao-de-laboratorios278347.html


Editoria: G1.COM Assunto: Pesquisa avalia cultivo in vitro para conservação da Samaúma, no AM Veículo:

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Pesquisa avalia cultivo in vitro para conservação da Samaúma, no AM A árvore Samaúma (Ceiba pentandra) é uma espécie muito apreciada pela indústria florestal, principalmente para a fabricação de móveis e como madeira estrutural. Porém, a exploração intensiva da espécie vem provocando uma perda considerável de populações naturais de samaumeiras. Para evitar um quadro pior, um estudo realizado pela pesquisadora e mestre em Biologia Urbana, Perla Pimentel da Silva, apontou para a eficácia do cultivo in vitro para a conservação e melhoramento genético da espécie. De acordo com ela, o cultivo in vitro é uma das principais ferramentas biotecnológicas utilizadas para a captação e fixação do ganho genético, e propagação clonal de genótipos selecionados. "Este tipo de cultivo constitui uma estratégia importante, tanto para solucionar problemas na propagação, quanto na melhora genética clássica e biotecnológica das plantas", afirmou. A pesquisadora também explicou que uma das principais restrições que podem vir a ocorrer com este tipo de cultura é o declínio na capacidade de enraizamento com o envelhecimento ontogenético, processo que descreve a origem e o desenvolvimento de


um organismo desde o ovo fertilizado, até sua forma adulta e o limitado número de gemas que podem ser produzidas a partir de cada planta matriz. Resultados

Segundo Perla Silva, os resultados obtidos pela pesquisa demonstraram que a sumaúma não apresentou dificuldades para ser manipulada in vitro. "Além disso, é possível afirmar que os resultados são inéditos para esta espécie, e novos estudos devem ser realizados com o objetivo de otimizar a regeneração da sumaúma", esclareceu. Além disso, ela destacou que "observou-se também, através da pesquisa, que o uso de baixas concentrações de hipoclorito de sódio, cloreto de sódio e nitrato de prata promoveram os melhores resultados referentes ao estabelecimento da cultura in vitro", revelou. A partir do resultado da pesquisa, intitulada 'Cultivo in vitro de Sumaúma ( Ceiba pentandra)', apresentada ao programa de pós-graduação em Biologia Urbana da Universidade Nilton Lins, em 2010, a cultura in vitro de plantas é uma técnica que não apenas apresenta importância prática na área florestal e agrícola, mas também, na área científica. Dentro do campo da biologia de plantas essa é considerada umas das técnicas mais polivalentes.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/12/pesquisa-avalia-cultivo-vitro-para-conservacaoda-samauma-no-am.html


Editoria: Pag: PORTAL DO GOVERNO Assunto: Especialistas ajudarão na elaboração do Plano de Ação em CT&I para a Amazônia Veículo:

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Especialistas ajudarão na elaboração do Plano de Ação em CT&I para a Amazônia Especialistas de várias regiões do País serão convidados para elaborar o Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para a Amazônia (PCTI/Amazônia). Esta foi a decisão tirada na última terça-feira, dia 4 de dezembro, durante uma reunião em Brasília com o secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antonio Elias; o presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Odenildo Sena; e representantes do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). O PCTI/Amazônia é resultado de proposta do Consecti em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). O CGEE ficou


responsável pela coordenação técnica do PCTI/Amazônia, que contará com recursos do MCTI para execução. Também está em negociação a possibilidade de investimentos por parte do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). De acordo com Odenildo Sena, durante o encontro foram discutidos possíveis nomes nacionais para colaborar com a construção do Plano em áreas consideradas estratégicas, como é o caso da Biotecnologia e de Recursos Hídricos. “Nós levantamos nomes de ponta para ajudar nessa construção em prol da Amazônia”, disse o presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas. Ele informou também que a intenção é que, até o mês de janeiro, o CGEE apresente um conjunto de propostas de ações a serem executadas em curto e médio prazos. Para isso, encaminhou uma série de perguntas aos secretários estaduais de CT&I, presidentes de Fundações de Amparo à Pesquisa (Faps) e dirigentes de CT&I da região com o objetivo de colher subsídios para a elaboração do plano de ação. http://www.amazonas.am.gov.br/2012/12/especialistas-ajudarao-na-elaboracao-do-plano-de-acaoem-cti-para-a-amazonia/


Editoria: Pag: AGÊNCIA GESTÃO CT&I Assunto:Cobranças por mais investimentos em CT&I marcam relançamento da frente Veículo:

parlamentar do setor ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Cobranças por mais investimentos em CT&I marcam relançamento da frente parlamentar do setor A Frente Parlamentar da Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação foi relançada nesta terça-feira (4) em cerimônia realizada na Câmara dos Deputados. A iniciativa, presidida pelo deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), tem como objetivo fortalecer o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação (SNCTI) e apoiar a agenda do segmento no Congresso Nacional. A frente é composta por pelo menos um congressista de cada Estado e um suplente, além de um coordenador por região. Ela também conta com representantes de todos os segmentos que têm envolvimento com CT&I, como a ABIPTI, secretaria executiva do


grupo. Durante a solenidade de relançamento, um dos tópicos mais abordados foi a necessidade de mais investimento no setor. Para o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, ultrapassar as barreiras tradicionais do investimento em CT&I é permanente e difícil. No entanto, boas notícias estão a caminho. “Nesses dois últimos anos por questões macroeconômicas temos sofrido cortes no orçamento. Mas, em 2012, tivemos algumas novidades. Pela segunda vez na história desse país, não teremos cortes programados no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) para o ano que vem. Isso não ocorre desde o último ano do governo Lula”, afirmou. O ministro lembrou também que a pasta conseguiu outras fontes de recursos graças a transversalidade que o órgão tem desempenhado em relação às políticas de C&T. Raupp explica que o MCTI agora faz parte da política de desenvolvimento econômico do país, o que justifica a entrada de mais recursos, como é o caso da verba proveniente do Programa de Sustentação de Investimento (PSI). O chefe do MCTI afirmou, porém, que tais recursos, por falta de uma proteção legal, podem sumir a qualquer momento. Ele destacou que a frente terá um trabalho importante a fim de garantir uma legislação que mantenha o dinheiro para o setor. Raupp mencionou ainda que, além do PSI, a pasta disponibilizou recursos de crédito para financiar empreendimentos de inovação junto às empresas. No biênio 2011-2012 foram concedidos R$ 3 bilhões. Para 2013 estão previstos R$ 5 bilhões. Na mesma linha de pensamento está o ex-presidente da frente, o deputado federal Paulo Piau (PMDB-MG), recém-eleito prefeito de Uberaba (MG). De acordo com ele, uma das metas estipuladas para a frente é a obtenção de mais dinheiro para o setor. “Temos que nos esforçar para conseguir os recursos, que ainda são precários para a área. Hoje temos investimentos de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e gostaríamos que chegasse a 2,5%. A ciência, a tecnologia e a inovação, assim como a educação, não se pode contemporizar. Tem que haver investimentos”, disse. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3086:cobrancaspor-mais-investimentos-em-ctai-marcam-relancamento-da-frente-parlamentar-do-setor&catid=1:latest-news


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Instituto Mamirauá realiza primeira captura de macacos-de-cheiro

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Data: 06/12/2012

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Instituto Mamirauá realiza primeira captura de macacos-de-cheiro Pesquisadores do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) e da Universidade Federal do Pará (UFPA) capturaram 20 macacos-de-cheiro na Reserva Mamirauá, que fica a 600 quilômetros de Manaus, na região do Médio Solimões. Os dados coletados vão servir para o desenvolvimento de de técnicas de conservação da espécie, que está ameaçada em razão das mudanças climáticas globais. O IDSM é uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Segundo a bióloga Fernanda Paim, integrante do grupo de pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres do instituto, “essa foi a primeira captura de primatas deste gênero em vida livre na Amazônia”. Ela comentou que os animais estão em risco devido à redução da área em que estes se distribuem geograficamente, ou seja, de seu habitat natural. “A alteração no regime de chuvas e no pulso de alagamento de alguns rios amazônicos pode causar, em alguns pontos, uma redução das extensões de várzea. Se isso realmente acontecer, algumas espécies que são endêmicas de várzea podem estar correndo sério risco, pois não terão mais disponível um ambiente ao qual elas estão adaptadas”, explicou o biólogo e diretor geral do Instituto Mamirauá, Helder Queiroz.


Uma das espécies de macaco-de-cheiro capturadas, saimiri vanzolinii, tem a menor distribuição geográfica entre os primatas neotropicais, com apenas 870 km². Por isso, os pesquisadores vão coletar e congelar células reprodutivas da espécie. “O projeto também prevê o estudo de alternativas para realização da fertilização in-vitro (fecundação de óvulos por espermatozoides em laboratório) e a transferência de embrião para mães de aluguel”, afirmou Helder. O diretor geral do IDSM revelou, ainda, que os animais capturados foram anestesiados para coleta de material genético (sangue e pelo) e biometria (dados de identificação). Após esse procedimento, eles foram liberados para a natureza. Com base na análise do material, será possível aprofundar o conhecimento sobre a genética das populações da a reserva. “Saimiri vanzolinii é uma espécie endêmica, com distribuição muito pequena e sobreposta em alguns pontos com a da espécie vizinha (macaco-de-cheiro-comum). Essa análise poderá confirmar a existência de híbridos em vida livre e contribuir para a formulação de novas estratégias de conservação”, comentou Fernanda. Três meses antes da captura, técnicos do instituto colocaram iscas em estações criadas para essa finalidade. “O uso de armadilhas fotográficas permitiu acompanhar quais deles foram atraídos ao local e quais estações eram mais utilizadas pelos primatas”, afirmou o biólogo e bolsista do Grupo de Pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres do Instituto Mamirauá, Rafael Rabelo. http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344451/Instituto_Mamiraua_realiza_primeira_capt ura_de_macacos_de_cheiro.html


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Mast realiza exposição sobre a química

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Data: 06/12/2012

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Mast realiza exposição sobre a química O Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCTI) inaugurou, nesta quarta-feira (5), a exposição A Química na história do Universo, da Terra e do Corpo, que procura explicar como esse ramo da ciência é agente da origem e da evolução do universo. Ela prossegue até junho de 2013. Destinado a adolescentes, jovens e adultos, o evento chama a atenção para a presença desse elemento em tudo o que existe. “Associada tanto ao remédio, quanto ao veneno, ao bem-estar e ao doping, assim como à produção de combustíveis, à poluição, à contaminação dos alimentos e do meio ambiente, a química marcou a evolução histórica do mundo e dos homens”, explicou a diretora do Mast e curadora da exposição Heloisa Maria Bertol Domingues, juntamente com o químico e filósofo Gastão Galvão de Carvalho e Sousa. Antes do lançamento da mostra, a professora Márcia Ferraz, do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência da Pontifícia Universidade Católica do São Paulo (PUC-SP), proferiu palestra inaugural sobre o tema “A Química e as ciências: modos de usar”, no campus do museu. Três módulos específicos contam a história dessa ciência relacionada ao Universo, à Terra e ao Corpo. Para uma melhor compreensão da química na origem e evolução do


cosmos, o módulo Universo apresenta o espectroscópio de difração, equipamento usado no estudo do espectro de raias de lâmpadas espectrais, produzidas pela passagem de um feixe luminoso por uma rede de difração. No espaço Terra aborda a evolução da química, por meio de uma tabela periódica e instrumentos, como o carbacidômetro de Wolpert, do século 19, que mede a quantidade de gás carbônico contido na atmosfera de ambientes fechados. No último, sobre o Corpo, será abordada a relação desse ramo científico com a estrutura humana, mediante a projeção de infogravura concebida a partir do homem vitruviano (concebido pelo gênio Leonardo Da Vinci), acompanhada por textos de Louis Pasteur – que analisam a estrutura molecular dos corpos – e da cientista Marie Curie, ganhadora dos prêmios Nobel de Física (1903), pela descoberta da radioatividade, e de Química (1911), pela identificação e descrição das propriedades dos elementos químicos rádio e polônio. Em outra parte da exposição, um laboratório do século 20 apresenta uma bancada que reúne frascos, balanças, centrífugas e outros aparatos científicos. No mesmo espaço, é possível conhecer um laboratório de alquimia do século 15. Sobre a exposição A ideia da exposição surgiu a partir do projeto História e Sociologia da Química na América Latina: caso da produção e do uso dos saberes na Amazônia (HISOQAL), que trata da história de recursos naturais da Amazônia e da relação do homem com a natureza. O projeto da exposição é resultado da cooperação científica internacional entre o Mast unidade de pesquisa do MCTI, o Recherche Epistemologique et Historique sur les Sciences Exactes da Universidade de Paris (Rehseis-CNRS) e o Institut de Recherche pour le Dévelloppement de Paris (IRD), com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344417/Mast_realiza_exposicao_sobre_a_quimica. html


Editoria: MCTI Assunto:Marco legal precisa amparar interação público-privada, defende Raupp Veículo:

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Marco legal precisa amparar interação público-privada, defende Raupp O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, destacou nesta quarta-feira (5) a necessidade de um marco legal que favoreça a cooperação entre os setores público e privado. Ele participou de mesa-redonda destinada a um balanço da política industrial e tecnológica brasileira no 7° Encontro Nacional da Indústria (Enai), em Brasília. “No Brasil, a maioria das instituições que produzem conhecimento são públicas, enquanto a maioria das que transformam esse conhecimento em bens com valor econômico são privadas”, disse, diante de pergunta sobre os principais gargalos para o aumento da competitividade. “O marco legal para estabelecer essa parceria não está plenamente estabelecido. Temos preconceitos culturais, do ponto de vista legal, em trabalhar bem essa parceria.” O titular do MCTI já tinha dado ênfase a essa interação em suas falas anteriores no debate. Indagado sobre como promover tal aproximação, ele disse que as vontades das empresas e dos governos têm de convergir. “Estamos em belo momento para deslanchar [em competitividade]”, avaliou. “Não estamos a zero, e sim a meio caminho. Essa aproximação é um elemento importante para isso.” Raupp acrescentou que muitas empresas já usam a colaboração com institutos de pesquisa, dispondo da infraestrutura existente, como estratégia básica para incorporar tecnologia.


Para o ministro, o aumento progressivo que vem sendo realizado no leque de modalidades de financiamento permitirá um investimento privado maior em pesquisa e desenvolvimento (P&D), identificado por ele como uma mudança necessária. Também na avaliação do presidente em exercício da Finep – Agência Brasileira da Inovação, João De Negri, a cooperação tem avançado, embora mais devagar do que o desejável. “Das cerca de 750 empresas que têm laboratórios, 504 estão de certa forma integradas à Finep e ao CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, ligado ao MCTI]”, disse. De Negri também destacou que 2.300 a 2.400 empresas brasileiras exercem P&D continuamente e que há uma variação grande no nível de dinamismo das diferentes áreas industriais. “Isso é característico de países em estágio intermediário de desenvolvimento”, analisou. Ele defendeu que o Brasil siga o exemplo da China, que em 2006 definiu 100 tecnologias críticas que deveria dominar a médio prazo. “Os setores público e privado precisam definir o que é o futuro do país”, propôs. “Política tecnológica é necessariamente um exercício de escolha.” Recursos humanos A qualificação de recursos humanos foi outro ponto central da discussão. O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, elegeu esse como o gargalo número um para o aumento da competitividade. João De Negri também colocou a questão entre as três mais importantes. Marco Antonio Raupp ressaltou o impacto do investimento educacional sobre a dimensão do conhecimento de modo geral. “Temos um déficit a superar. Não existe ciência e tecnologia sem educação”, disse. Ele citou engenheiros, tecnólogos e técnicos de nível médio como formações demandadas pelo momento do país. Lembrou o programa Ciência sem Fronteiras, da parte do governo, e a reestruturação do Senai, da parte do empresariado, como medidas nessa frente. Educação aparece pela primeira vez em levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) como o principal fator para a competitividade do país. A entidade, organizadora do encontro, apresentou as linhas gerais do Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022, em elaboração. Cenários Sobre o Movimento Industrial pela Inovação (MEI), Alessandro Teixeira, do MDIC, disse que o governo não se sente pressionado diante da articulação. “Pelo contrário, essa iniciativa caminha em consonância com políticas que vêm sendo desenvolvidas.” O ministro Raupp se declarou otimista quanto ao horizonte de desenvolvimento: “Não estamos longe de uma situação em que teremos empresas muito competitivas”. http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344460/Marco_legal_precisa_amparar_interacao_p ublico_privada_defende_Raupp.html


Editoria: AGÊNCIA GESTÂO CT&I Assunto:Programa seleciona bolsistas para ações de comunicação científica Veículo:

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Data: 06/12/2012

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Programa seleciona bolsistas para ações de comunicação científica O governo do Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado (Fundect), lançou edital para apoiar ações no contexto de jornalismo e comunicação científica. Profissionais e estudantes da área podem submeter propostas até o dia 18 de dezembro. A chamada prevê um investimento de R$ 150 mil em bolsas para o Programa de Jornalismo Científico e de Popularização da Ciência no Estado de Mato Grosso do Sul – Mídia Ciência. Serão selecionados quatro candidatos, sendo uma vaga para o perfil profissional e três vagas para estudante. As inscrições para bolsas individuais de Assessoria em Comunicação Científica (ACC) devem ser realizadas em uma das seguintes faixas: estudante de publicidade e propaganda, profissional de multimídia e estudante de biblioteconomia. Os recursos não utilizados em uma faixa poderão ser transferidos para a outra, conforme decisão da diretoria executiva da Fundect. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3080:programaseleciona-bolsistas-para-acoes-de-comunicacao-cientifica&catid=1:latest-news


Editoria: Pag: AGÊNCIA GESTÂO CT&I Assunto:Projetos de educação e recursos hídricos em Tocantins receberão aporte do governo Veículo:

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Projetos de educação e recursos hídricos em Tocantins receberão aporte do governo A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Tocantins (Fapt-TO) lançou, na última segunda-feira (3), três editais voltados para ações de preservação dos recursos hídricos e para a melhoria da educação no Estado. As três chamadas somam recursos de R$ 4 milhões. As propostas para participar dos editais podem ser enviadas até 3 de março de 2013. Recursos hídricos O programa financiará projetos inovadores em Tocantins de pesquisa que contemplem a articulação entre instituições de ensino superior, públicas ou privadas. O objetivo é promover o desenvolvimento, a conservação, o uso racional e sustentável dos recursos hídricos, superficiais e subterrâneos. Podem participar instituições de pesquisa e desenvolvimento e/ou de ensino e pesquisa, sediadas em Tocantins, que se comprometam a propiciar condições adequadas de espaço, infraestrutura e pessoal para o desenvolvimento do projeto proposto.


O edital completo está disponível neste link. Bolsas de doutorado A chamada tem como objetivo financiar bolsas de doutorado na Universidade de Aveiro em projetos que contemplem estudos em recursos hídricos, mudanças climáticas e biodiversidade. Serão contratadas até sete propostas com valor mensal estipulado em R$ 2 mil. Podem se inscrever alunos matriculados no Programa Doutoral em Biologia e Ecologia das Alterações Globais, que atenda requisitos como: ter o projeto aprovado pelo Orientador da Universidade de Aveiro (Portugal); ser preferencialmente servidor público efetivo estabilizado estadual, municipal ou federal, com lotação no Estado do Tocantins. O edital completo está disponível neste link. Programa Theotônio O edital financiará projetos inovadores de pesquisa que envolvam a articulação entre instituições de ensino superior, públicas ou privadas, e escolas da rede pública estadual de ensino do Estado. Para poder participar da seleção, a instituição proponente ou executora deve ter sede em Tocantins, ser instituição de ensino superior e se comprometer a proporcionar condições para o desenvolvimento do projeto proposto. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3081:projetos-deeducacao-e-recursos-hidricos-em-tocantins-receberao-aporte-do-governo-&catid=1:latest-news


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Projetos de educação e recursos hídricos em Tocantins receberão aporte do governo A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Tocantins (Fapt-TO) lançou, na última segunda-feira (3), três editais voltados para ações de preservação dos recursos hídricos e para a melhoria da educação no Estado. As três chamadas somam recursos de R$ 4 milhões. As propostas para participar dos editais podem ser enviadas até 3 de março de 2013. Recursos hídricos

O programa financiará projetos inovadores em Tocantins de pesquisa que contemplem a articulação entre instituições de ensino superior, públicas ou privadas. O objetivo é promover o desenvolvimento, a conservação, o uso racional e sustentável dos recursos hídricos, superficiais e subterrâneos. Podem participar instituições de pesquisa e desenvolvimento e/ou de ensino e pesquisa, sediadas em Tocantins, que se comprometam a propiciar condições adequadas de espaço, infraestrutura e pessoal para o desenvolvimento do projeto proposto.


O edital completo está disponível neste link. Bolsas de doutorado

A chamada tem como objetivo financiar bolsas de doutorado na Universidade de Aveiro em projetos que contemplem estudos em recursos hídricos, mudanças climáticas e biodiversidade. Serão contratadas até sete propostas com valor mensal estipulado em R$ 2 mil. Podem se inscrever alunos matriculados no Programa Doutoral em Biologia e Ecologia das Alterações Globais, que atenda requisitos como: ter o projeto aprovado pelo Orientador da Universidade de Aveiro (Portugal); ser preferencialmente servidor público efetivo estabilizado estadual, municipal ou federal, com lotação no Estado do Tocantins. O edital completo está disponível neste link. Programa Theotônio

O edital financiará projetos inovadores de pesquisa que envolvam a articulação entre instituições de ensino superior, públicas ou privadas, e escolas da rede pública estadual de ensino do Estado. Para poder participar da seleção, a instituição proponente ou executora deve ter sede em Tocantins, ser instituição de ensino superior e se comprometer a proporcionar condições para o desenvolvimento do projeto proposto. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3081:projetos-deeducacao-e-recursos-hidricos-em-tocantins-receberao-aporte-do-governo-&catid=1:latest-news


Editoria: Pag: AGÊNCIA GESTÂO CT&I Assunto:Salvador recebe 4º encontro preparatório para o Fórum Mundial de Ciência Veículo:

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Salvador recebe 4º encontro preparatório para o Fórum Mundial de Ciência A capital baiana é a quarta cidade a sediar os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência, que será realizado no Rio de Janeiro (RJ), em 2013, com o tema Ciência para o Desenvolvimento Global. Em Salvador, as discussões começaram nesta quarta-feira (5) e seguem até a próxima sexta-feira (7), na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). Os três dias de reunião abordarão temas como os desafios do setor de petróleo e gás, bioenergia, micro e nanoengenharia em energias renováveis e eficiência energética. Outros pontos em debate serão o relacionamento entre as empresas e a academia e os desafios no setor de gás natural. Segundo o diretor geral do Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Roberto Paulo Lopes, “a ciência tem papel determinante no crescimento econômico das nações. Torná-la um processo endógeno e dinâmico da nossa base produtiva é uma tarefa para os diversos estratos sociais e um esforço conjunto de todos os brasileiros”. As reuniões preparatórias são organizadas pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), em parceria com o MCTI,


o CNPq e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). O evento também conta com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e dos conselhos nacionais das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e dos Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti). (Agência Gestão CT&I de Notícias com informações da Fabesb) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3083:salvadorrecebe-4o-encontro-preparatorio-para-o-forum-mundial-de-ciencia&catid=1:latest-news


Editoria: Pag: AGÊNCIA GESTÂO CT&I Assunto:Cobranças por mais investimentos em CT&I marcam relançamento da frente Veículo:

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Cobranças por mais investimentos em CT&I marcam relançamento da frente parlamentar do setor A Frente Parlamentar da Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação foi relançada nesta terça-feira (4) em cerimônia realizada na Câmara dos Deputados. A iniciativa, presidida pelo deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), tem como objetivo fortalecer o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação (SNCTI) e apoiar a agenda do segmento no Congresso Nacional. A frente é composta por pelo menos um congressista de cada Estado e um suplente, além de um coordenador por região. Ela também conta com representantes de todos os segmentos que têm envolvimento com CT&I, como a ABIPTI, secretaria executiva do grupo. Durante a solenidade de relançamento, um dos tópicos mais abordados foi a necessidade de mais investimento no setor. Para o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, ultrapassar as barreiras tradicionais do investimento em CT&I é permanente e difícil. No entanto, boas notícias estão a caminho.


“Nesses dois últimos anos por questões macroeconômicas temos sofrido cortes no orçamento. Mas, em 2012, tivemos algumas novidades. Pela segunda vez na história desse país, não teremos cortes programados no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) para o ano que vem. Isso não ocorre desde o último ano do governo Lula”, afirmou. O ministro lembrou também que a pasta conseguiu outras fontes de recursos graças a transversalidade que o órgão tem desempenhado em relação às políticas de C&T. Raupp explica que o MCTI agora faz parte da política de desenvolvimento econômico do país, o que justifica a entrada de mais recursos, como é o caso da verba proveniente do Programa de Sustentação de Investimento (PSI). O chefe do MCTI afirmou, porém, que tais recursos, por falta de uma proteção legal, podem sumir a qualquer momento. Ele destacou que a frente terá um trabalho importante a fim de garantir uma legislação que mantenha o dinheiro para o setor. Raupp mencionou ainda que, além do PSI, a pasta disponibilizou recursos de crédito para financiar empreendimentos de inovação junto às empresas. No biênio 2011-2012 foram concedidos R$ 3 bilhões. Para 2013 estão previstos R$ 5 bilhões. Na mesma linha de pensamento está o ex-presidente da frente, o deputado federal Paulo Piau (PMDB-MG), recém-eleito prefeito de Uberaba (MG). De acordo com ele, uma das metas estipuladas para a frente é a obtenção de mais dinheiro para o setor. “Temos que nos esforçar para conseguir os recursos, que ainda são precários para a área. Hoje temos investimentos de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e gostaríamos que chegasse a 2,5%. A ciência, a tecnologia e a inovação, assim como a educação, não se pode contemporizar. Tem que haver investimentos”, disse. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3086:cobrancaspor-mais-investimentos-em-ctai-marcam-relancamento-da-frente-parlamentar-do-setor&catid=1:latest-news


Editoria: JORNAL DO BRASIL Assunto:Mostra sobre biodiversidade brasileira abre em Eichstätt, na Alemanha Veículo:

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Data: 06/12/2012

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Mostra sobre biodiversidade brasileira abre em Eichstätt, na Alemanha A mostra Brazilian Nature – Mystery and Destiny, uma parceria entre a Fapesp e o Museu Botânico de Berlim, foi aberta ao público alemão no dia 4 de dezembro na Biblioteca da Universidade Católica de Eichstätt-Ingolstadt, em Eichstätt, no estado da Baviera. Durante a abertura, o professor Richard Schenk, presidente da universidade, explicitou o fato de a exposição representar uma oportunidade para o público alemão – particularmente o público universitário – conhecer, além de dados históricos sobre a fauna e a flora brasileiras, um pouco do que se pesquisa atualmente sobre biodiversidade no Brasil. Para Schenk, trata-se de uma referência, pois a exposição dá uma medida do que o Brasil pode mostrar de seu ponto de vista sobre a biodiversidade do planeta. “A exposição enfatiza a necessidade de haver equilíbrio na convivência entre os seres humanos e a natureza, incluindo todas as outras espécies animais. Fazemos parte dessa complexidade, mas precisamos saber aplicar nosso conhecimento a respeito para manter esse equilíbrio, que é muito tênue”, disse. A exposição foi exibida pela primeira vez na Alemanha em 2008 e mostrou o trabalho de documentação feito por Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868) reunido na obra Flora brasiliensis e que deu origem ao projeto “Flora Brasiliensis On-line e Revisitada”. Esse projeto inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho


original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes. A mostra conta com o apoio do Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Católica de Eichstätt-Ingolstadt. Thomas Fisher, responsável pelo instituto, reforça a importância da exposição Brazilian Nature para a universidade, em razão dos vínculos já estabelecidos com instituições brasileiras. Para Fisher, o interesse pelo Brasil é crescente nos meios acadêmicos, mas também em outros setores na Alemanha, pois o Brasil está em uma nova fase de influência no mundo. “No caso de nosso centro de estudos, o Brasil representa praticamente a metade de nossas ações na América Latina, e essa troca nos ajuda a construir espaços transnacionais, a exemplo do que fez Martius para os grandes projetos de pesquisa na biodiversidade. Particularmente, a exposição deve ajudar a aproximar a Bavária de São Paulo”, disse, em alusão à obra Hortus Eystettensis, de Bisilius Besler. Publicada em Eichstätt em 1613, Hortus Eystettensis retrata o jardim botânico criado por encomenda do príncipe-bispo Johann Conrad Von Gemmingen, com a descrição de 1.084 espécies vegetais e 367 gravuras. A obra de Besler é considerada uma das influências de Martius para a realização de seu trabalho. O catálogo de 400 anos está atualmente no Museu Willibaldsburg, em Eichstätt. Três em um São três as partes que compõem a exposição. Na primeira, está refletido o projeto “Flora Brasiliensis On-line e Revisitada”, considerada uma continuidade da Flora Brasiliensis de Martius, que teve seu primeiro volume publicado em 1841 e o último apenas em 1906, depois da morte do autor. Um século após sua publicação, as obras, digitalizadas, passaram a ser acessíveis também na internet, com detalhes em alta resolução. No endereço http://florabrasiliensis.cria.org.br consta a versão integral da obra, com 10.207 páginas e descrições das quase 23 mil espécies e quase 4 mil ilustrações. O “Flora Brasiliensis On-line e Revisitada” inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes. A segunda parte da exposição remete ao projeto “Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo”, iniciado em 1993 e que listou cerca de 80% da flora paulista, com 8 mil espécies de plantas com flores. O projeto reuniu mais de 200 pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dos institutos Botânico, Florestal e Agronômico e do Departamento de Parques e Áreas Verdes da cidade de São Paulo. Também contribuíram pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), de outros estados brasileiros e de outros países. O programa BIOTA-FAPESP compõe a terceira parte da exposição e aborda a biodiversidade de forma geral. Os dados do programa incluem a identificação e descrição de 500 novas espécies de plantas e animais e o registro de informações sobre mais de 12 mil espécies e bancos de dados com o conteúdo de 35 coleções biológicas, que têm sido aplicados como instrumento de preservação ambiental no Estado de São Paulo.


Durante a abertura da exposição, o professor Luciano Verdade, um dos membros da coordenação do BIOTA-FAPESP, apresentou ao público alguns dos principais resultados do programa. Composta por 37 painéis, com reproduções de imagens e ilustrações e textos explicativos, a exposição já foi vista na Alemanha em Berlim, Bremen, Leipizig e Heidelberg e ficará em exibição em Eichstätt, até 9 de fevereiro de 2013. Na América do Norte, a exposição já circulou por Toronto (Canadá), Washington, Cambridge e Morgantown (Estados Unidos) e está programada para ser exibida também na Espanha, nas cidades de Salamanca e Madri. Agência Fapesp http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/12/06/mostra-sobre-biodiversidadebrasileira-abre-em-eichstatt-na-alemanha/


Editoria: JORNAL DO BRASIL Assunto:Fórum Mundial de Ciências tem encontro preparatório em Salvador Veículo:

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Data: 06/12/2012

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Fórum Mundial de Ciências tem encontro preparatório em Salvador O 4° Encontro Preparatório para o Fórum Mundial da Ciência será realizado em Salvador, até dia 7 de dezembro, na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). “Energia e sustentabilidade” será o tema principal do evento. “ Desafios do Setor de Petróleo e Gás”, “Desafios no Setor de Gás Natural”, “Desafios da Bioenergia” e “Fontes Alternativas de Energia” serão os temas de algumas das mesas-redondas com pesquisadores e especialistas em diversas áreas. A sexta edição do Fórum Mundial de Ciência (WSF, na sigla em inglês) será realizada em novembro de 2013, no Rio de Janeiro, pela primeira vez fora de seu país de origem, a Hungria, por iniciativa das Academias de Ciências dos dois países. O WSF 2013 é organizado mundialmente pela Academia de Ciências da Hungria em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o International Council for Science (ICSU), a American Association for the Advancement of Science (AAAS), a Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), o European Academies Science Advisory Council (Easac) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). O primeiro Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 ocorreu em agosto na sede da FAPESP, em São Paulo, o segundo foi em Belo Horizonte e o terceiro,


em Manaus. Estão previstas também reuniões preparatórias em Recife, Porto Alegre e Brasília. O encontro em Salvador é realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Academia Brasileira de Ciências (ABC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Universidade Federal da Bahia, Academia de Ciências da Bahia, FIEB e outras instituições. Agência Fapesp http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/12/06/forum-mundial-de-ciencias-temencontro-preparatorio-em-salvador/


Editoria: JORNAL DO BRASIL Assunto:Brasil detém segunda maior área florestal do planeta

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Brasil detém segunda maior área florestal do planeta O Brasil tem 516 milhões de hectares de florestas, o equivalente a 60,7% do território nacional, ficando atrás apenas da Rússia. A informação consta da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (Pevs),divulgada hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse total de 516 milhões de hectares de florestas é composto por áreas destinadas a reservas extrativistas e de desenvolvimento sustentável, terras indígenas, áreas deproteção dos recursos hídricos e do solo, de conservação da biodiversidade em unidades de conservação federais e estaduais, de produção madeireira e não madeireira em florestas nacionais e estaduais e florestas plantadas, de proteção ambiental e áreas ocupadas com florestas. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estima que 31% da superfície terrestre do planeta sejam ocupados por florestas habitadas por 300 milhões de pessoas. Delas dependem, de forma direta, 1,6 bilhão de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre.


Para promover ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de florestas, a Organização das Nações Unidas ( ONU) declarou 2011 o Ano Internacional das Florestas. A iniciativa teve o objetivo de conscientizar a sociedade da importância das florestas, alertando que a sua exploração de forma inadequada acarreta, entre outras consequências, a perda da biodiversidade e o agravamento das mudanças climáticas. No Brasil, o Ministério do Meio Ambiente promoveu vários eventos, enfocando a conservação, o manejo e o desenvolvimento sustentável. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/12/06/brasil-detem-segunda-maior-areaflorestal-do-planeta/


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Assunto:Brasileiros

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em busca da cura da Aids

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Data: 06/12/2012

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Brasileiros em busca da cura da Aids Uma equipe de cientistas brasileiros liderada pelo farmacêutico Luiz Pianowski está perto do que pode ser uma esperança para a cura da Aids. As pesquisas conduzidas por esse grupo já se encaminham para a fase de conclusão de estudos pré-clínicos, para apurar sua eficácia e conhecer as contraindicações desse possível medicamento. A pesquisa é financiada pelo empresário cearense Everardo Ferreira Telles, exdono da cachaça Ypióca, que decidiu bancar estudos sobre a eficácia da planta aveloz no combate ao câncer. Pianowski, que tem especialização em medicamentos de origem vegetal, passou por importantes companhias farmacêuticas no país, antes de montar seu próprio QG de pesquisa, a Kyolab, em Valinhos (SP), onde foi contatado por Telles. Uma equipe de cientistas brasileiros liderada pelo farmacêutico Luiz Pianowski está perto do que pode ser um sinalizador para a cura da Aids. As pesquisas conduzidas por esse grupo já se encaminham para a fase de conclusão de estudos pré-clínicos. No jargão farmacêutico, isso significa que testes serão realizados em animais - nesse caso, em macacos Rhesos, a mesma espécie de primatas na qual foi testado e descoberto o fator Rh do sangue - para apurar a eficácia e saber as contraindicações desse possível medicamento.


A pesquisa começou meio que por acaso, quando o empresário cearense Everardo Ferreira Telles, ex-dono da cachaça Ypióca (cuja marca e uma parte dos ativos da companhia foram vendidos para grupo britânico de bebidas Diageo), decidiu financiar estudos científicos sobre a eficácia da planta aveloz no tratamento de câncer. "Ouvi vários relatos de pessoas do Nordeste que foram curadas pelo aveloz. Decidi encarar esse desafio e financiar as pesquisas", disse o empresário ao Valor. No Norte e Nordeste, feiras livres e até farmácias vendem "garrafadas", poções compostas de ervas, com fama de curar os mais diferentes males. Entre elas está a "garrafada" de aveloz - Euphorbia tirucalli, planta nativa da África do Sul que lembra um cacto - também conhecida como árvore-do-lápis, cega-olho e espinho-italiano, considerada eficaz para os casos de câncer. A crendice é alimentada com a argumentação de que alguns medicamentos desenvolvidos por grandes multinacionais voltados para o tratamento do câncer têm origem em moléculas extraídas de plantas. Importantes remédios, como o Tamiflu (da suíça Roche), para o combate da gripe H1N1, vêm do anis estrelado, por exemplo. Alguns produtos para o coração, e até a famosa Aspirina, da alemã Bayer, fazem parte da extensa lista de produtos extraídos de plantas. Pelo sim, pelo não, Telles decidiu levar o projeto adiante. O empresário, que não tem nenhuma familiaridade nessa área, criou a empresa Amazônia Medicamentos Ltda., na qual é o maior acionista, para bancar os estudos. "Já investimos cerca de R$ 50 milhões e podemos colocar mais outro tanto para financiar as pesquisas." O empresário contratou o cientista paranaense Luiz Pianowski, farmacêutico de formação, com especialização em fitomedicamentos (de origem vegetal) na cidade do Porto (Portugal), para conduzir as pesquisas no Brasil. Alto e "um tanto gordo", como ele mesmo se define, o pesquisador passou por importantes empresas farmacêuticas no país, antes de montar seu próprio QG de pesquisa, a Kyolab, em Valinhos (SP), onde foi contatado por Telles. Antes de seguir carreira solo, Pianowski desenvolveu fitomedicamentos para o laboratório Hebron, de Pernambuco, e para a farmacêutica Aché, uma das maiores de capital nacional, cujo carro-chefe é o anti-inflamatório Acheflan, de que é um dos detentores da patente. Pianowski disse que começou a pesquisa focada no câncer em 2003. Mas, no meio do caminho, percebeu que as moléculas extraídas do aveloz também apontavam para outras duas linhas de tratamento - combate ao vírus HIV e à dor crônica. O estudo, então, se dividiu em três - AM10 (câncer), AM11 (dor) e AM12 (Aids). Para ajudá-lo nesse trabalho, o pesquisador se cercou de acadêmicos brasileiros - João Batista Calixto (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC), João Ernesto Carvalho (Unicamp), Odorico de Moraes (Universidade Federal do Ceará, UFCE), Vera Redher (Unicamp), Auro Giglio (vinculado ao Hospital Albert Einstein).


No caso do AM12, voltado para a Aids, os pesquisadores detectaram que a substância extraída da planta (ingenol) age deslocando o vírus de dentro da célula infectada, levando-a à morte (apoptose). Com isso, o vírus é exposto aos antirretrovirais existentes. Em tese, isso poderia significar a cura da Aids, uma vez que a substância mata a célula infectada. "Os atuais tratamentos só agem matando o vírus quando ele se multiplica e sai da célula invadida para entrar em outras", disse Pianowski. Grupos farmacêuticos internacionais já pesquisaram mais de dois milhões de substâncias tentando chegar a essa mesma ação. Porém, as poucas moléculas que conseguiram quebrar a latência da célula, ou seja, extrair o vírus, foram consideradas altamente tóxicas. O AM12 tem demonstrado baixa toxicidade na dose eficaz. Para levar o estudo adiante, a equipe de cientistas contatou as empresas americanas Bioqual e o conceituado centro de virologia do Instituto Johns Hopkins para conduzir os testes em animais. Se ficar comprovada a baixa toxicidade no organismo do animal, a pesquisa passa para a próxima fase, quando são feitas experiências em humanos. Paralelamente a essa linha de estudos, a equipe também observou que a substância AM12 pode se ligar a receptores celulares, impedindo que o vírus HIV "ataque" outras células de defesa sadias. De acordo com Lúcio Gama, professor instrutor do Departamento de Patobiologia Molecular e Comparada da Escola de Medicina do Instituto Johns Hopkins, em Baltimore (EUA), serão testadas duas drogas isoladas pela equipe do Pianowski. "Vamos usar células de macacos para que possamos utilizar essas substâncias no futuro em animais infectados com o SIV [o HIV dos macacos] em combinação com o coquetel antirretroviral." Segundo Gama, o laboratório está fazendo os experimentos "in vitro" apenas nas células. "A Bioqual [companhia privada americana] fará os experimentos em macacos. Vai providenciar macacos infectados pelo SIV e em tratamento antirretroviral, administrar a nova droga em conjunto com o coquetel, além de monitorar os animais. Amostras de sangue serão coletadas semanalmente e uma pequena quantidade será mandada para nós aqui no Hopkins para algumas avaliações", afirmou. Procurada, a Bioqual não retornou aos pedidos de entrevista. A evolução desses estudos somente será levada adiante se as contraindicações não forem mais danosas que os benefícios que o possível medicamento poderá trazer. A expectativa dos cientistas brasileiros é grande. Nos próximos quatro a seis meses, esses resultados serão divulgados. Se forem positivos, um grupo de pacientes voluntários testará o medicamento. (Valor Econômico) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85257


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JORNAL DA CIÊNCIA

Assunto:Ação

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liberta quase 400 tartarugas na região amazônica

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Data: 06/12/2012

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Ação liberta quase 400 tartarugas na região amazônica Com apoio do Ibama e do ICMBio, policiais federais em Roraima utilizaram barcos de pesquisadores para surpreender caçadores. Uma ação inédita que resultou na apreensão de quase 400 tartarugas vivas de espécies ameaçadas de extinção, entre elas a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), acaba de ser concluída pela Superintendência da Polícia Federal (PF) em Roraima. Os animais seriam vendidos em Boa Vista e, principalmente, em Manaus. A carne da tartaruga é apreciada na região amazônica. O consumo aumenta no Natal, pois é hábito local preparar na ceia pratos à base de tartaruga. A quantidade de animais encontrados e a crueldade com que eram tratados pelos caçadores, chamados de tartarugueiros, surpreendeu os dois delegados e seis agentes federais deslocados para a região do Baixo Rio Branco, afluente do Rio Negro, formador do Rio Amazonas. As maiores tartarugas, com peso entre 50 kg e 65 kg e idade presumida de 100 anos, ficavam fora da água, com o casco para baixo, imobilizadas. As menores, amontoadas às dezenas em currais improvisados na mata, estavam sem acesso a alimento e água.


A equipe da PF, que teve o apoio de um profissional do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e outro do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), devolveu ao Rio Branco e afluentes 362 tartarugas vivas. Foram achados 16 animais mortos em consequência dos maus-tratos. Os policiais queimaram sete embarcações, grande quantidade de redes de pesca e material variado em acampamentos abandonados às pressas pelos tartarugueiros. Sete deles foram presos, mas já estão soltos, após pagamento de fiança no valor de 1 salário mínimo. A expedição partiu de Boa Vista em embarcação utilizada por pesquisadores, jamais por fiscais e policiais. A intenção era manter sigilo, já que a presença de grupos de fiscalização costuma ser rapidamente disseminada ao longo do Rio Branco. A estratégia foi vitoriosa. Os tartarugueiros foram surpreendidos em vários trechos ribeirinhos, na altura dos municípios de Caracaraí e Rorainópolis, em margens opostas do rio. São áreas no sul de Roraima, quase na divisa com o Amazonas, que deveriam ser de acesso restrito, pois banham dois santuários naturais, o Parque Nacional do Viruá e a Estação Ecológica de Caracaraí. Batizada de Operação Pimenta - homenagem a José Santos, o Zé Pimenta, um estudioso dos quelônios da Amazônia, assassinado em 2006 por tartarugueiros -, a ação foi realizada em duas etapas. A última delas, de oito dias, terminou anteontem. Extinção - Chefe do grupo de policiais que percorreu o Baixo Rio Branco, o delegado Alexandre Saraiva, superintendente da PF no Estado, previu que, no ritmo atual da caça clandestina, a tartaruga-da-amazônia estará extinta naquela região em, no máximo, 20 anos. Nas redes de malha grossa, os "capa-sacos", também ficam presos botos e peixes maiores, o que torna a mortandade ainda maior. "A tartaruga-da-amazônia e o tracajá são espécies condenadas, pois os caçadores pegam, além dos animais, os ovos, para consumo próprio. Recolhemos 700 ovos nos acampamentos dos criminosos. Aquilo é terra de ninguém", declarou o delegado. Nesta época do ano, as tartarugas estão "assoalhando", expressão empregada na região para designar a procura dos melhores bancos de areia, os tabuleiros, para desovar. Daí a facilidade com que os caçadores localizam os ovos, já que as desovas ocorrem nos tabuleiros mais altos, escolhidos pelos animais por ficarem mais longe da água.


Maus-tratos - A tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) e o tracajá (Podocnemis unifilis) constam em anexos da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites) como animais ameaçados. Captura, posse, transporte e comércio são proibidos por lei federal. A Cites é um dos acordos ambientais mais importantes do planeta. O Brasil é signatário desde 1975. A população de quelônios amazônicos "vem declinando ano após ano, tendo por principal causa a captura em grande quantidade para fins de atender o mercado ilegal de carnes exóticas", acusa o relatório da Operação Pimenta. As investigações indicam que, em Manaus, cada tartaruga-da-amazônia custa, inteira, R$ 500. Só o lote localizado pelos agentes federais poderia render aos traficantes de animais perto de R$ 400 mil. O que torna a caça das tartarugas mais grave é que os animais adultos podem desovar de 100 a 150 ovos, uma vez por ano, o que mantém "em níveis equilibrados a população das tartarugas-da-amazônia na região do Baixo Rio Branco", informa o relatório da Superintendência da PF. As tartarugas "sofrem intenso estresse", continua o documento. "As tartarugas pequenas, tracajás e outras espécies menores são depositadas em cercados temporários em grande quantidade, uma em cima da outra, privadas de água e alimento, no meio da lama e excrementos dos próprios animais. As adultas e corpulentas também são privadas de água e alimentos e são viradas de costas para baixo, posição em que (....) não conseguem se desvirar sozinhas em terra e que acarreta sofrimento, pois, por causa de seu grande peso corporal e ausência de esqueleto interno, as vísceras, órgãos e músculos se descolam para baixo, comprimindo o pulmão do animal, causando asfixia, que muitas vezes leva a óbito", diz o texto. (O Estado de São Paulo) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85255


Editoria: Pag: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto:Rede une pastas de ciência e tecnologia das 27 unidades da federação Veículo:

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Data: 06/12/2012

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Rede une pastas de ciência e tecnologia das 27 unidades da federação Inaugurado pelo ministro Raupp, projeto conecta as secretarias por meio da rede Ipê, mantida pela RNP. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, inaugurou nesta terça-feira (4), na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em Brasília, um projeto que conecta as secretarias de ciência e tecnologia das 27 unidades da federação, por meio da rede Ipê, infraestrutura baseada em transmissão óptica. Além de personalidades presentes em Brasília, entre elas o secretário executivo Luiz Antonio Elias, a cerimônia teve participação de titulares das pastas estaduais, por videoconferência. "Essa plataforma é importante como símbolo de uma iniciativa que tomamos com bastante força, em conjunção com todas as secretarias, com vista a implantarmos uma política de Estado para ciência e tecnologia", disse Raupp. "Uma política de Estado significa que eu não vou, como ministro, só contar para vocês o que o governo federal está fazendo, mas que vamos escutar o


que vocês acham que devemos fazer. Precisamos todos decidir em conjunto quais são os nossos objetivos comuns. Estamos grandemente estimulados a fazer brotar nas regiões ideias de como atuar globalmente." A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação é resultado de projeto conjunto do MCTI com o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), sob coordenação da RNP, organização social supervisionada pelo MCTI. A iniciativa busca ampliar a comunicação entre as pastas, inserir os gestores regionais na elaboração de políticas federais e reduzir custos de reuniões e viagens. O diretor geral da RNP, Nelson Simões, ressaltou o papel das secretarias estaduais na estratégia de criar infraestrutura de pesquisa Brasil adentro. "Temos na federação uma possibilidade de trabalhar colaborativamente, encurtando distâncias para o desenvolvimento da ciência no país", afirmou. "O que nós podemos fazer agora depende basicamente da nossa capacidade de criar projetos conjuntos, utilizar as ferramentas de cooperação e aprender uns com os outros como desenvolver melhor ciência, tecnologia e inovação." Já o presidente do Consecti, Odenildo Sena, enfatizou o tempo de amadurecimento do projeto. "Houve percalços ao longo desses dez anos em que nós construímos essa parceria com o MCTI e seus institutos, mas nos demos conta de que o compartilhamento é fundamental para fazer a ciência avançar no Brasil", disse. "Com esse sistema, temos mais descentralização e desconcentração. Eu diria que vai ficar difícil alguém faltar a uma reunião." (Ascom do MCTI) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85251


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JORNAL DA CIÊNCIA

Assunto:Metas

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para a educação precisam sair do papel

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Data: 06/12/2012

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Metas para a educação precisam sair do papel Melhorar a qualidade da educação no Brasil é meta crucial para o desenvolvimento econômico sustentável. As ações precisam sair do papel e os seus resultados devem ser acompanhados para que o sistema educacional brasileiro preencha importantes lacunas na formação de mão de obra qualificada e, principalmente, atue no avanço dos índices sociais. "Somente conseguiremos um país melhor - do ponto de vista de crescimento sustentável e do capital social - se houver educação de qualidade para a geração atual e as futuras", defende Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da Gerdau. O executivo, que acompanha ativamente programas para melhorar gestão nas cadeias produtivas e ações de capacitação de mão de obra, representa as angústias do empresariado brasileiro. A alternativa das empresas para suprir deficiências de qualidade dos ensinos básico, médio e superior está em aportar recursos em capacitação para conquistar maior competitividade e eficiência em seus quadros.


Os investimentos em educação profissional são legítimos e existem nos países desenvolvidos. O contrassenso, no caso brasileiro, está na necessidade de as empresas pagarem professores para ensinar matemática e português, matérias que deviam ser dominadas por qualquer profissional que possua, no mínimo, o ensino básico. "O sistema de ensino precisa garantir que o trabalhador consiga entender o que lê e ter raciocínio matemático. É o mínimo para termos mão de obra produtiva", comenta Jairo Martins, superintendente geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Os resultados do último Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf) apontam os desafios do Brasil. De acordo com a pesquisa, publicada em 2011 pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa, apenas 26% da população brasileira (entre 15 e 64 anos) atinge um nível pleno de habilidades para leitura e raciocínio matemático - capacidades que deveriam ser adquiridas ao final do ensino fundamental. Os analfabetos funcionais somam 27%, sendo que 47% desenvolveram capacidades básicas de leitura e matemática (o que significa que compreendem textos de média extensão, localizam informações, leem números na casa dos milhões e resolvem problemas simples). Em dez anos de acompanhamento dos níveis de alfabetismo no País, o Inaf aponta evoluções como a ampliação do acesso à escolarização e a transição do analfabetismo absoluto ou da alfabetização rudimentar para um nível básico de habilidades de leitura e matemática, mas não deixa dúvidas de que o caminho é longo. Entre as pessoas que completaram de uma a quatro séries de escolaridade, mais da metade (53%) permanece nos níveis do analfabetismo funcional. Já no grupo de indivíduos que completaram, no mínimo, um ano (ou série) do segundo ciclo do ensino fundamental, o índice cai para 26%. Entre as pessoas com ensino médio - nível no qual se esperaria que todos ingressassem com alfabetismo pleno - apenas 35% possuem habilidades capazes de considerá-las totalmente alfabetizadas. A maioria permanece no nível básico (57%) de alfabetização. Entre avaliados no ensino superior, o nível pleno fica longe de corresponder à totalidade, englobando 62% dos estudantes. Estudo realizado pela FNQ, que reproduziu metodologia utilizada pela consultoria McKinsey, revela o peso da educação nas estratégias de 194 companhias. Entre os entrevistados, 91% consideram como força de transformação para os negócios questões como demografia, sociedade e produtividade do trabalho - quesitos ligados à educação. Em uma questão complementar sobre o assunto, 84% dos respondentes disseram que esses três temas são importantes para o negócio, 74% admitem que os quesitos têm efeito positivo sobre os lucros e 66% afirmaram que suas corporações possuem ações relacionadas a essas forças. Olhando o mercado brasileiro de perto, o estudo identificou que a melhoria na educação, a produtividade do trabalho e a gestão de talentos são as forças capazes de influenciar positivamente os lucros, com 90% de concordância entre os executivos. Para minimizar as lacunas deixadas pelo sistema formal de ensino, 80% das empresas destinam recursos a ações de educação,


produtividade e gestão de talentos. "Na medida em que a economia se torna mais aquecida, aumentam as dificuldades para contratar profissionais qualificados. As empresas são afetadas pela baixa produtividade de seus colaboradores", diz. Preocupada com a influência da educação na competitividade das empresas, a FNQ realizou ainda levantamento com 137 empresas filiadas à entidade. Os principais resultados revelam que 95% dos empresários não consideram o sistema educacional brasileiro adequado às oportunidades econômicas que o país tem no momento; 88% declararam dificuldade para contratar mão de obra qualificada e 92% afirmaram investir em programas de capacitação - sendo que 59% das empresas mantêm inclusive ações para não funcionários. A pesquisa revelou ainda que 97% dos entrevistados associam capacitação com bom desempenho profissional. Para os empresários brasileiros, o maior gargalo da educação está na qualidade do ensino básico (37%), seguido pelo ensino universitário (32%) e ensino técnico (31%). Eles ainda acreditam que as empresas (44%) estão tomando frente das iniciativas para melhoria do ensino no país. "O ensino básico é a raiz de todos os problemas. O que não foi assimilado na infância e início da adolescência cria um efeito cascata que vai até a universidade", afirma Luiz Guilherme Scorzafave, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP). Outro complicador é o fato de que os esforços empreendidos nos últimos anos pelo governo federal e sociedade demoram a ser percebidos pelo mercado de trabalho. "O Brasil optou pelo modelo de universalização do ensino básico. Não temos mais problemas com vagas, mas precisamos de programas para melhorar a qualidade e isso vai depender de investimentos, melhora na gestão escolar e de comprometimento da sociedade", destaca o professor. Entre as ações necessárias, Scorzafave destaca a antecipação da alfabetização e o acompanhamento constante para evitar a evasão escolar. De acordo com ele, na segunda etapa do fundamental, muitos alunos desistem, principalmente os que estão atrasados ou apresentam maior dificuldade de ensino. "A escola vai ficando cada vez mais distante do interesse da criança". No ensino médio, a evasão ainda é grande e há falta de estímulo para o adolescente. "O currículo é vasto demais e pautado pelos vestibulares. Quem não vislumbra um curso universitário fica sem opção, não vê sentido no curso", comenta. Entre especialistas e empresários, o consenso é de que apenas investir capital não dará resultado. "A escola precisa de uma transformação, que inclui desde adaptação de currículo até melhoras significativas na gestão", explica o especialista da USP. O percentual do PIB investido em educação subiu de 3,9%, em 2000, para 5,1% em 2010. Até agora os impactos sentidos foram


pequenos. "Dinheiro é importante, mas tem de vir acompanhado de uma proposta séria de gestão da qualidade e do ensino. Se há recursos, eles precisam ser bem utilizados", defende Martins, da FNQ. A entidade propõe a adoção de um modelo de gestão nas escolas, adaptado a partir dos moldes utilizados por corporações brasileiras. "Temos um documento pronto e somos capazes de ajudar as escolas a gerir melhor os recursos". Scorzafave concorda com a necessidade de adoção de melhores práticas de gestão e cita que em duas escolas, com as mesmas condições financeiras e sociais, o que faz realmente a diferença é a capacitação gerencial da direção e dos docentes. "Preparar e valorizar os professores, oferecendo carreiras atrativas, com base na meritocracia, também é de suma importância para alcançarmos um sistema de qualidade", lembra Gerdau. Apesar de crítico, o ensino no Brasil tem apresentado melhorias. Entre elas, o professor da USP cita o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que cresceu de 3,8 (2005) para 5,0 (2011) no conteúdo medido nos primeiros anos do ensino fundamental, período que tem angariado grande esforço do governo. A meta é alcançar média 6,0 em 2021, o que colocaria o Brasil em melhores posições quando comparados com outros países. Outro objetivo é evoluir continuamente na medição da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o teste Pisa. A falta de qualidade no ensino básico ampliou a desigualdade social, alijando do mercado de trabalho jovens e adultos das classes C, D e E, que dependem do ensino público. Para piorar a situação destas pessoas, muitas delas não têm referência de profissionais vencedores em suas famílias, não conhecem as competências comportamentais necessárias para conquistar e manter empregos e têm dificuldades em se colocar no ambiente empresarial. "O Brasil está em uma situação de pleno emprego, a alternativa é atrair os jovens para o mercado de trabalho", comenta Guilherme Oliveira, gerente de Recursos Humanos do Instituto Coca-Cola Brasil e responsável pelo programa de empregabilidade Coletivo Coca-Cola. O projeto atua com a capacitação de jovens entre 15 e 25 anos oriundos das classes C, D e E (90% deles em busca do primeiro emprego). "Descobrimos que as dificuldades vão além do ensino, o trabalho tem de abarcar a questão social", diz Oliveira. As deficiências na educação formal são apenas uma das faces da exclusão. No Coletivo Coca-Cola, os jovens aprendem primeiro que podem conquistar um espaço no mercado de trabalho, uma aula de autoestima que explica a importância do emprego formal, os processos seletivos e dão dicas de comportamento. A partir do desenvolvimento destas competências é que os jovens despertam para a necessidade de buscar mais conhecimento, voltar a estudar e reforçar suas habilidades básicas, como português e matemática. "Buscamos exemplos dentro de suas próprias comunidades", afirma Oliveira. (Valor Econômico) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85249


Editoria: Pag: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto: Senadores querem ouvir entidades científicas e estudantis sobre Veículo:

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Senadores querem ouvir entidades científicas e estudantis sobre revalidação diplomas estrangeiros

Em uma tentativa de evitar impactos negativos nos critérios de qualidade do ensino universitário nacional, a senadora Ana Amélia (PP/RS) pediu vistas ao Projeto de Lei (PL) nº 399 de 2011 que dispõe sobre a revalidação automática de diplomas de alunos que estudam em universidades estrangeiras. De autoria do senador Roberto Requião (PMDB/PR), o projeto, que tramita em processo terminativo no Senado Federal, prevê alterar a Lei de Diretrizes Básicas da educação (LDB) de 1996. Pela legislação em vigor, o processo de reconhecimento desses títulos no Brasil é realizado pelas universidades públicas. Antes de aprovar o projeto, Ana Amélia considerou pertinente o pleito de instituições científicas e estudantis, como a Associação Nacional de PósGraduandos (ANPG), que querem ser ouvidas na Casa antes da votação dessa


matéria. Dessa forma, a senadora pediu vistas ao PL na última quinta-feira, 29 de novembro, quando o projeto estava na pauta de votação da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CRE). Ana Amélia apresentará, no máximo, até a próxima semana, um requerimento a essa comissão para a realização de uma audiência pública a fim de ouvir tais entidades, segundo informou sua assessoria de imprensa. Em outra frente, o senador Requião, autor do PL, destacou que o projeto foi criado com intuito de agilizar o processo de revalidação dos diplomas expedidos por instituições estrangeiras e dar suporte ao Ciências sem Fronteiras, programa do governo que prevê a concessão de 100 mil bolsas de estudos no exterior até 2015. Pelo projeto de Requião, o diploma expedido por qualquer universidade estrangeira poderia ser revalidado automaticamente no Brasil, desde que sejam provenientes de cursos com qualidade comprovada pelo Ministério da Educação (MEC). Essa iniciativa enfrenta resistência da comunidade científica, de especialistas em educação e de alguns parlamentares, como Cristovam Buarque (PDT/DF), relator do PL nº 399. Segundo alega Requião, hoje os estudantes que adquirem bolsas do programa Ciências sem Fronteiras enfrentam dificuldades para revalidar no Brasil seus títulos adquiridos em universidades no exterior. "Os estudantes saem do Brasil para estudar e não podem voltar para trabalhar?", questionou Requião. Ele emendou: "Isso é ridículo". Análise científica - Temendo impactos negativos na qualidade do ensino superior no Brasil, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) encaminharam, no dia 29 de novembro, uma carta aos senadores pedindo cautela na aprovação do PL nº 399. O documento está disponivel em http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp? id=85164 "Antes da votação da matéria, solicitamos aos senhores que observem e considerem alguns pontos do projeto que merecem reflexão e debate mais aprofundados", destaca o texto. No documento, os cientistas acrescentam que os processos de revalidação no Brasil de cursos de graduação e de pós-graduação realizados no exterior devem atender aos padrões nacionais de qualidade. "A aprovação dessa legislação (PL nº 399), hipótese que esperamos ser descartada, representará um desrespeito para com a sociedade brasileira, que por décadas busca, num esforço coletivo, alcançar excelência em sua educação superior", acrescenta o documento da SBPC e ABC. Requião, por outro lado, rebateu. "Estabeleci salvaguardas de qualidade, não das universidades, mas, especificamente, dos cursos do exterior; e atribui ao


governo federal a competência de fazer vistorias periódicas da qualidade de cada curso", explicou o senador. Com base nos argumentos de entidades estudantis, a senadora Ana Amélia afirmou que a praticidade do PL é "bastante complicada" por deixar a cargo do poder público a definição de como esses diplomas seriam validados automaticamente no Brasil. A senadora destacou também se tratar de uma legislação insuficientemente clara, já que não esclarece sobre como seriam os procedimentos de reconhecimento automático dos títulos estrangeiros pelo Ministério da Educação (MEC). Ana Amélia salientou que "a internacionalização" dos diplomas estrangeiros no Brasil tem de seguir "critérios muito bem definidos" para não prejudicar a qualidade dos profissionais que atuam aqui. Dilema - O senador Cristovam Buarque, por sua vez, reconheceu tanto a morosidade brasileira no processo de revalidação dos diplomas universitários adquiridos no exterior quanto a falta de qualidade de diplomas vindos de algumas universitárias estrangeiras. "Temos dezenas de milhares de jovens que fizeram cursos no exterior que, ao voltar ao Brasil, não podem exercer a profissão. Ao mesmo tempo, sabemos que muitos desses jovens fizeram cursos em universidades incapazes de formar um bom profissional para o Brasil", avaliou. Dessa forma, Buarque considerou "perigoso" implementar no País o reconhecimento automático dos diplomas expedidos por universidades estrangeiras considerando que os mesmos podem não atender "as necessidades e qualidades que precisamos". Emenda - Nesse contexto, Buarque apresentou uma emenda ao PL nº 399 na qual propõe que o processo de revalidação automática desses títulos seja realizado sem o aval das universidades públicas nacionais - desde que os títulos sejam expedidos por instituições estrangeiras com qualidade reconhecida pelo MEC, como a universidade de Harvard, por exemplo. Nesse caso, a emenda de Buarque sugere ao MEC divulgar, a cada ano, a lista de instituições estrangeiras das quais o Brasil poderia revalidar automaticamente seus títulos. O parlamentar reconheceu, entretanto, que sua proposta "descontenta" tanto aos que querem a revalidação automática "imediata" dos títulos provenientes de universidades estrangeiras quanto aos que defendem que tal procedimento seja mantido pelas universidades públicas nacionais. Requião já contestou: "Dizer que não queremos um médico formado em uma grande universidade do mundo é uma mediocridade absurda".


Apoio ao pedido de vistas - Diante do embate sobre a revalidação automática de diplomas estrangeiros no Brasil, Buarque concordou com o pedido de vista da senadora Ana Amélia ao PL nº 399 - apoio seguido pelo senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). "Embora já se tenha ouvido várias entidades, sempre é bom ouvir mais para aperfeiçoar o projeto", declarou Buarque. Já o senador Requião questionou o pedido de vista da senadora. "Outra vez? Já ouvimos todas (instituições) em audiência pública", retrucou Requião, descartando fazer qualquer alteração no PL nº 399. (Viviane Monteiro - Jornal da Ciência) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85244


MINHA VIDA.UOL Assunto:Ter filhos pode aumentar a expectativa de vida Veículo:

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Ter filhos pode aumentar a expectativa de vida Um estudo desenvolvido pela Universidade de Aarhus, na Dinamarca, descobriu que ser pai ou mãe pode diminuir o risco de morrer de forma prematura. Os resultados foram publicados na edição de dezembro no Journal of Epidemiology and Community Health. Os autores acompanharam mais de 21.000 casais sem filhos, que se inscreveram para um tratamento de fertilização in vitro, entre 1994 e 2005. Eles acompanharam o tratamento até o final de 2008. Durante o período, mais de 15.000 bebês nasceram e outros 1.564 foram adotados. Além disso, 96 mulheres e 220 homens morreram. Cruzando os dados, os pesquisadores perceberam que ser pai diminuía o risco de morte prematura por qualquer causa. Mães com um filho biológico tinham uma expectativa de vida até quatro vezes maior se comparadas com mulheres sem filhos. Já os pais com um filho biológico eram duas vezes menos propensos a morrer do que os homens sem filhos. No caso de crianças adotadas, as chances de morte prematura diminuíram pela metade para homens, mas a mudança não foi significativa para as mulheres. De acordo com os estudiosos, é possível apenas especular as razões que fazem a paternidade ou maternidade aumentar a expectativa de vida. Segundo eles, o melhor


palpite é o fato de os pais manterem hábitos mais saudáveis quando têm filhos, como dormir mais e se alimentar melhor. Hábitos que ajudam a ter uma saúde mais plena Criar os filhos, comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, reunir-se com os amigos. Esses e outros hábitos ajudam a garantir uma vida melhor e mais longa. Confira abaixo medidas essenciais para aumentar a sua expectativa de vida e viver com mais qualidade. Coma melhor O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcar é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, e a prática de exercícios físicos regulares ajudam a manter o peso ideal. Além disso, perder peso melhora a saúde, a autoestima e a memória. Durma bem Um estudo da American Academy of Sleep comprovou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Outra pesquisa da Associated Professional Sleep Societies afirma que quem sofre de insônia crônica corre três vezes mais risco de morrer em comparação a pessoas que não sofrem com o problema. Pratique exercícios Dizer não ao sedentarismo significa afastar de perto doenças como obesidade, hipertensão,doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, além de dar mais disposição e energia. Para colher todos esses benefícios, basta caminhar três vezes por semana durante uma hora. Controle os nervos O estresse pode favorecer o aparecimento de doenças e, por isso, precisa ser observado e controlado. "Quanto maior for o nível de estresse, maior será a deterioração física e psicológica da pessoa", mostra a psicóloga Sandra Leal Calais, da Unesp. Apague o cigarro Os fumantes precisam prestar atenção aos males do cigarro para o próprio organismo. Estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano, no Brasil, são decorrentes do tabagismo, responsável também pelos riscos aumentados de câncer de pulmão, de boca e doenças cardiovasculares. Cultive bons amigos Uma pesquisa da Universidade Brigham Young (EUA) descobriu que quem vive rodeado de amigos e vizinhos pode viver até 50% mais do que alguém que vive só. Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais a expectativa de vida do que obesidade, fumo ou sedentarismo. Sexo do bem Um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que manter relações sexuais com frequência diminui os riscos de infarto fatal. Ter uma vida sexual ativa contribui para melhorar o humor, relaxar o corpo, melhora o aspecto da pele, aliviar o estresse e a TPM. Aprenda a gostar de você O conceito que temos sobre nós mesmos define como nos colocamos e nos portamos na vida e define o valor que damos a nossa pessoa, nosso trabalho, nossas opiniões, vontades e cuidados com o corpo e a saúde. Por isso, é essencial ter um bom referencial de si mesmo e saber reconhecer os seus valores e suas qualidades. http://minhavida.uol.com.br/familia/materias/15871-ter-filhos-pode-aumentar-a-expectativa-de-vida


Editoria: CORREIO BRAZILIENSE Assunto:Lúpulo da cerveja pode ajudar a prevenir a gripe e outras doenças

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Lúpulo da cerveja pode ajudar a prevenir a gripe e outras doenças Tóquio - O consumo de grandes quantidades de lúpulo pode ajudar a prevenir contra a gripe e outras doenças mais perigosas para crianças pequenas, informou a cervejaria japonesa Sapporo, na quarta-feira (5/12), citando um estudo científico. Um composto químico no lúpulo, a planta usada para dar o gosto amargo à cerveja, proporciona uma defesa efetiva contra um vírus que pode causar formas severas de pneumonia e bronquite em crianças, anunciou a cervejaria. O estudo de cientistas da Universidade Médica de Sapporo mostra que o composto --humulona-- é um efetivo agente na contenção do vírus respiratório sincicial (VRS), informou a empresa que financiou o estudo. "O vírus RS pode causar pneumonia grave e dificuldades de respiração em bebês, mas nenhuma vacina está disponível para contê-lo no momento", disse Jun Fuchimoto, um pesquisador da empresa. O vírus tende a se espalhar no inverno e pode causar sintomas parecidos com um resfriado em adultos.


Fuchimoto disse que a quantidade de humulona presente na cerveja é tão pequena que uma pessoa teria que beber cerca de 30 latas, de 350 ml cada, para que tenha o efeito de um antiviral. "Estamos estudando agora se é possível aplicar humulona na comida ou em produtos não alcoólicos", completou. "O maior desafio vai ser o gosto amargo, que as crianças não gostam". O estudo também descobriu que a humulona alivia a inflamação causada pela infecção do vírus. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2012/12/06/interna_ciencia_saude,337842/lupulo-da-cerveja-pode-ajudar-a-prevenir-a-gripee-outras-doencas.shtml


Editoria: EXAME.COM Assunto:Laranja reduz o stress em 67% e ainda melhora o humor

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Laranja reduz o stress em 67% e ainda melhora o humor São Paulo - Embora não pareça, o stress do dia-a-dia não é brincadeira. Afinal, a vida moderna está cada vez mais corrida e nos exige coisas que nem poderíamos sonhar há 100 anos. Estudos mostram que hoje em dia uma pessoa chega a trabalhar até dez vezes mais do que no passado, somando mais de um emprego, dormindo cada vez mais tarde, ou simplesmente trazendo trabalho para casa e passando horas e horas na frente de computadores, tablets e smartphones. O fato é que toda esta tecnologia acabou deixando o homem cada vez mais "conectado" com o mundo que o cerca, incluindo trabalho, obrigações, excesso de informações e preocupações. As consequências do stress Todo mundo já sabe que o stress mata. Infarto do miocárdio, AVC, hipertensão, diabetes, câncer, obesidade e depressão são apenas algumas dasdoenças que podem estar relacionadas ao stress crônico. E não é só isso. Uma pessoa estressada tende a se alimentar mal, nunca tem tempo para se exercitar e ainda tende a ter problemas em seus


relacionamentos afetivos e profissionais. Afinal, quem consegue permanecer ao nosso lado quando estamos com os nervos à flor da pele? Laranja-doce em cápsulas reduz o stress em 67% e melhora o humor após três horas Pensando nisso, cientistas franceses desenvolveram um novo extrato de laranja-doce, popularmente conhecida como laranja-lima. "Os estudos comprovaram que ela tem a capacidade de reduzir o stress em 67%, reduzir a resposta a dor em 50% e ainda melhorar significativamente o humor após três horas da ingestão do extrato", comenta o Prof. Maurício Pupo, consultor técnico da Almaderma. E, ainda segundo os cientistas, a sensação de bem estar é tão grande que os pacientes tiveram sua curiosidade aumentada em 144% e a execução de atividades espontâneas aumentada em 37%. Então, além de reduzir o stress, este extrato ainda ajuda a combater alguns sinais da depressão. Como tomar o extrato de laranja-doce O novo extrato de laranja-doce é capaz de trazer uma marcante melhora no humor e uma sensação de tranquilidade logo após três horas do uso. Além disso, o nervosismo é reduzido em 67% e até a sensação de dor se reduz em 50%. Portanto o ideal é tomar uma cápsula do produto sempre que se sentir nervoso, ou então sempre num determinado horário do dia. Pela manhã para passar o dia bem, tomar antes de uma situação tensa como reuniões, provas, entrevistas e vestibular, ou ainda tomar após o jantar para ter uma tranquila noite de sono. Outras medidas para reduzir o stress e viver melhor Pratique yoga, faça acupuntura e cromoterapia, durma oito horas por dia, procure dormir mais cedo e fuja de situações conflituosas. Respeite seus finais de semana e pratique meditação. http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/saude/noticias/laranja-reduz-o-estresse-em-67-e-aindamelhora-o-humor


Editoria: Pag: CONSECTI Assunto:Especialistas serão convidados a colaborar na elaboração do Plano de Ação em CT&I para a Amazônia Veículo:

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Especialistas serão convidados a colaborar na elaboração do Plano de Ação em CT&I para a Amazônia Uma lista com nomes de especialistas de várias regiões do país foi definida durante reunião ocorrida nesta terça-feira, em Brasília (DF), entre o secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antonio Elias, o presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Odenildo Sena, e representantes do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Os especialistas serão convidados a contribuir na elaboração do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para a Amazônia (PCTI/Amazônia). A PCTI/Amazônia é resultado de proposta do Consecti em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). O CGEE ficou responsável pela coordenação técnica do PCTI/Amazônia, que contará com recursos do MCTI para execução. Também está em negociação a possibilidade de investimentos por parte do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).


De acordo com Sena, durante o encontro foram discutidos possíveis nomes nacionais para colaborar com a construção do Plano em áreas consideradas estratégicas, como é o caso da Biotecnologia e de Recursos Hídricos. “Nós levantamos nomes de ponta para ajudar nessa construção em prol da Amazônia”, disse. PASSOS DEFINIDOS As linhas gerais de abrangência do plano já foram definidas, entre as quais, pode-se destacar o aprimoramento de instrumentos e mecanismos de apoio à área de CT&I, desenvolvimento de produtos e/ou de processos que possam valorizar a produção regional e apoio à ampliação da infraestrutura. A intenção é que, até o mês de janeiro, o CGEE apresente um conjunto de propostas de ações a serem executadas em curto e médio prazos. Para isso, encaminhou uma série de perguntas aos secretários estaduais de CT&I, presidentes de Fundações de Amparo à Pesquisa (Faps) e dirigentes de CT&I da região com o objetivo de colher subsídios para a elaboração do plano de ação. OTIMISMO Odenildo Sena mostra-se otimista com relação ao andamento do projeto, que está sendo capitaneado pelo MCTI. “Muito se fala sobre a Amazônia, mas pouco se faz. Esse plano, tenho certeza, vai nos permitir caminhar para algo que ficará na história”, destacou. Recentemente, o próprio presidente do Consecti, em artigo divulgado nacionalmente, tendo como título “O ministro da Amazônia”, elogiou a postura do titular da pasta ministerial de CT&I, Marco Antonio Raupp, quanto ao PCTI/Amazônia. Conforme Sena, o ministro abraçou a ideia e passou a comungar do mesmo discurso dos secretários de CT&I e presidentes de fundações de amparo à pesquisa da região. Fonte: Ciência em Pauta http://www.consecti.org.br/2012/12/05/especialistas-serao-convidados-a-colaborar-na-elaboracaodo-plano-de-acao-em-cti-para-a-amazonia/


Editoria: Pag: CONSECTI Assunto:Na COP-18, Brasil destaca redução recorde de desmatamento na Amazônia Veículo:

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Na COP-18, Brasil destaca redução recorde de desmatamento na Amazônia A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, discursou nesta quarta-feira (05), na COP-18, conferência do clima da ONU que acontece até o fim da semana em Doha, no Qatar, e destacou a redução recorde do desmatamento da Amazônia e os programas de financiamento para a conservação do bioma. A representante do Brasil disse que o país continua firme no propósito de cumprir sua meta voluntária de redução de emissões, estabelecida em 2009 em Copenhague (Dinamarca), como entre 36,1% e 38,9% em 2020. A ministra exaltou que a atual taxa de desmatamento na Amazônia apresenta uma redução de 27% em relação ao ano passado e de 83% em comparação com 2004. “Isso é realmente uma boa notícia. A estratégia brasileira de combater as causas do desmatamento é abrangente e transversal. Ela abrange desde diversos sistemas de monitoramento da cobertura da floresta amazônica, até concessões e operações de manejo florestal, além da criação, entre 2004 e 2010, de 50 milhões de hectares de áreas de proteção estaduais e federais.” Izabella Teixeira também foi enfática quanto à necessidade da extensão do Protocolo de Kyoto, que deixa de valer no próximo dia 31. O negociador-chefe do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo Machado, foi designado pelo presidente da COP-18 como mediador desse conflito, juntamente com seu colega


da Noruega. “Nossa maior tarefa em Doha é adotar formalmente o segundo período de compromisso do Protocolo de Kyoto”, afirmou. A manhã de hoje na conferência foi dominada pela fala dos ministros da área ambiental dos quase 200 países representados no encontro. A maior parte deles mencionou a necessidade da extensão do Protocolo de Kyoto, hoje o único acordo mundial contra o aquecimento global, até que haja um novo acordo de grandes proporções. A exceção, é claro, ficou por conta dos países que, de uma maneira ou de outra, ficam constrangidos quando o assunto é o protocolo. O Canadá foi um deles. O país não conseguiu cumprir suas metas de redução na primeira fase de Kyoto e simplesmente se retirou do acordo. “O Canadá, como uma nação do Ártico, sabe dos impactos do aquecimento global. E nós sabemos dos impactos no resto do mundo”, começou dizendo o ministro canadense Peter Kent, antes de listar item por item do que ele diz ser uma abrangente política nacional contra o aquecimento global. Para o ministro, o destaque fica por conta das ações em transportes e geração de energia. “Somos o primeiro país a banir a construção de novas usinas movidas a carvão”, declarou. Fonte: UOL ,http://www.consecti.org.br/2012/12/05/na-cop-18-brasil-destaca-reducao-recorde-dedesmatamento-na-amazonia/


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Estudo indica que pesca recreativa afeta evolução de peixe A pesca recreativa em pesqueiros está afetando a evolução de uma espécie de peixe segundo estudo feito nos EUA. Os peixes com melhor potencial reprodutivo também são os mais vulneráveis a serem fisgados com um anzol. A perca americana (Micropterus salmoides) é uma espécie na qual o macho protege os ovos e os filhotes. Ele faz um “ninho” onde a fêmea coloca os ovos para serem fertilizados. O macho fica tomando conta dos ovos, abanando-os, e depois protege os alevinos por várias semanas. É um dos peixes mais comuns em pesqueiros americanos. A equipe de David A. H. Sutter, da Universidade de Illinois, Urbana, Illinois, testou machos que foram artificialmente produzidos para ter maior ou menor vulnerabilidade a serem pescados com anzol. Os peixes mais agressivos tendem a ser pescados mais porque defendem o ninho com mais intensidade e têm a tendência de atacarem mais as iscas. Os pesquisadores testaram a hipótese de que, em idênticas condições ecológicas, os peixes mais vulneráveis à pesca teriam maiores índices de sucesso reprodutivo. Fizeram os testes em lagos


artificiais com 48 peixes das duas variedades, 45 dos quais receberam ovos das fêmeas em seus ninhos. Os machos mais vulneráveis passaram uma parcela de tempo maior defendendo os ninhos, enquanto os menos vulneráveis passaram mais temo longe do ninho. Os mais vulneráveis também eram significativamente mais agressivos, atacando potenciais predadores na forma de iscas sem anzol o dobro de vezes. Eles testaram geneticamente 1.189 filhotes e notaram que 740 (62%) eram criado dos machos mais vulneráveis à pesca e 449 (38%) dos menos vulneráveis. “Nosso estudo mostrou conclusivamente que a pesca pode atingir aqueles indivíduos que possuem o maior potencial de aptidão reprodutiva, portanto estabelecendo o potencial de seleção de traços de comportamento que ajudam um peixe a escapar da captura, mas no processo diminuir suas habilidades de cuidado parental”, escreveram os autores do estudo na revista científica “PNAS”. Eles dizem que o estudo tem com consequências práticas eventuais na qualidade de um pesqueiro, com o cenário evolutivo selecionando peixes com menor capacidade de reprodução e mais esquivos. Fonte: Folha de São Paulo http://www.consecti.org.br/2012/12/05/estudo-indica-que-pesca-recreativa-afeta-evolucao-de-peixe/


Editoria:SAÚDE&BEM-ESTAR JORNAL DO COMÉRCIO Assunto:PROJETO PIONEIRO EXECUTADO EM MANAUS

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Editoria:SOCIEDADE EDUCAÇÃO Pag:16 DIÁRIO DO AMAZONAS Assunto:NOVA REGRA ANISTIA BOLSISTA DA CAPES QUE MANTÉM ESTUDOS NO EXTERIOR Veículo:

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A CRÍTICA Assunto:ZFM:AS VELHAS TAREFAS Veículo:

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Editoria:OPINIÂO A CRÍTICA Assunto:OMAR SUBSTITUI TRÊS SECRETÁRIOS ESTADUAIS

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