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Assunto:Mesa-redonda destaca necessidade de mais pesquisadores na Amazônia ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Mesa-redonda destaca necessidade de mais pesquisadores na Amazônia 02/12/2012 - 09:00 Com o tema “Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos”, a segunda mesa-redonda do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 despertou o interesse de pesquisadores para questões transversais da educação para o desenvolvimento social, econômico e cultural da região amazônica. O debate foi realizado na quinta-feira (29), em Manaus. Segundo a professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Arminda Mourão, quando se pensa na formação de pesquisadores na Amazônia é necessário fugir de algumas tendências mundiais que não atendem aos anseios regionais. Para tanto, o primeiro passo é entender a região para que se financie ciência e tecnologia de forma diferenciada, pautada na revisão dos processos educacionais, como forma de transformação social. “O governo brasileiro deve otimizar o financiamento da ciência nas universidades brasileiras, para que se tenha maior atenção para a questão da inovação, principalmente investimentos na área de recursos humanos. Se não tivermos a fixação de doutores, mestres e especialistas aqui, não haverá inovação, comprometendo o desenvolvimento da região”, ressaltou Arminda, que é doutora em educação. A pesquisadora ressaltou que essa preocupação deve estar conciliada a um conjunto de investimentos que faça com que a região cresça. Ela citou também a formação de pesquisadores e professores pesquisadores no sistema de ensino, respeitando a diversidade e o conhecimento dos


povos tradicionais, para que se possa construir ciência e tecnologia. Diversidade A doutora em antropologia e linguística e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) Ana Carla Bruno também defendeu a necessidade de entender a diversidade da região. A seu ver, há muita discussão sobre a riqueza da flora e da fauna e pouca sobre a cultural. “O pesquisador, o cientista ou o professor devem atentar sobre a diversidade cultural e estar preparados para lidar com esse universo riquíssimo que ocorre na Amazônia, observando a relação desses grupos sociais junto à natureza e à cultura. O grande problema da ciência, fazendo referência a essa questão, é a separação desses dois elementos”, completou. Leia mais sobre a mesa-redonda.

http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344353/Mesa_redonda_destaca_nece ssidade_de_mais_pesquisadores_na_Amazonia.html


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Assunto:Manaus sedia a terceira reunião preparatória para o Fórum Mundial da Ciência 2013 ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Manaus sedia a terceira reunião preparatória para o Fórum Mundial da Ciência 2013 A 3ª reunião preparatória para o Fórum Mundial da Ciência 2013 reuniu, até sexta-feira (30), gestores públicos, comunidade científica e representantes do setor industrial, em Manaus (AM), para discutir a diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento. O encontro é uma parceria entre a Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação do Amazonas (Secti), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). Na abertura do evento, o secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias, destacou a importância do Fórum Mundial para o Brasil. “Avançamos de forma importante e decisiva. Esse fórum pode representar um marco, um divisor capaz de ampliar a participação do país internacionalmente”, frisou. Nesta quinta-feira (29), a primeira mesa redonda do evento, teve a participação dos pesquisadores do Inpa, Charles Clement e William


Magnussum e o geólogo representante do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável (ITVDS-Vale), Roberto Dall’Agnoll para discutir o tema Ciência para o uso de recursos naturais tropicais. Segundo William Magnussum, além de aproveitar os recursos naturais da Região, o mais importante é investir em educação. “Nós temos todos esses produtos potenciais, mas não chegamos a nada. Nosso grande gargalo não é descobrir coisas novas. Mas nosso grande problema é que nós não temos uma produção que chegue no produto final”, explicou Magnussum. “Nós não treinamos nossos cientistas para trabalharem em equipe e para que o produto que ele tem entre nessa cadeia e no final a sociedade veja o resultado”. O segundo dia do encontro preparatório para o Fórum Mundial da Ciência também debateu as principais potencialidades e demandas existentes na região para o desenvolvimento da ciência e seu impacto social e econômico na vida dos moradores locais. Os setores como pesca, agricultura, pecuária e silvicultura ganharam destaque nas palestras. Sobre o Fórum Mundial Constituído em 1999, o Fórum Mundial da Ciência acontece bianualmente desde 2003 e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Para 2013, está sendo elaborado um documento em conjunto com os países latino americanos para que seja apresentado no Fórum Mundial de Ciência, no Rio de Janeiro. É a primeira vez que o evento acontecerá fora da Europa. Os encontros preparatórios seguem até o ano que vem nas cidades Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília. (Agência Gestão CT&I de Notícias com informações do MCTI/INPA) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3059:manaussedia-a-terceira-reuniao-preparatoria-para-o-forum-mundial-da-ciencia-2013&catid=1:latest-news


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Assunto:Espécies nocivas à piscicultura são identificadas no Amazonas ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação (x ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Espécies nocivas à piscicultura são identificadas no Amazonas MANAUS – A piscicultura brasileira já sabe o caminho para reduzir o índice de mortalidade dos peixes cultivados em criadouros. Uma pesquisa realizada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) iniciou a identificação de bactérias causadoras de doenças em pirarucus, tambaquis e matrinxãs, que servirá como base para determinar as medidas preventivas para reduzir a mortalidade dessas espécies criadas em cativeiro. O estudo pioneiro foi desenvolvido nos últimos dois anos pela mestre em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva do Inpa, pesquisadora Eliane Cardoso Carvalho, ao longo do projeto ‘Identificação fenotípica e molecular de bactérias patogênicas associadas à criação de peixes amazônicos’. A pesquisa foi realizada com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) inicialmente como um projeto de graduação por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), que teve continuidade no mestrado, concluído em 2012, com apoio do Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad).

Segundo Eliane Carvalho, o conhecimento sobre a variedade de espécies bacterianas patogênicas (causadoras de doenças) em peixes de interesse comercial, como no caso do pirarucu, tambaqui e matrinxã, é de extrema importância para garantir a diminuição das perdas econômicas dos criadouros.


“As infecções em peixes são responsáveis por grandes perdas em criações intensivas as quais, muitas vezes, apresentam índice de mortalidade que pode chegar a 100%”, disse. Identificação para cura Eliane Carvalho explicou que todas as espécies de peixes são suscetíveis às infecções uma vez que, no meio aquático, as bactérias fazem parte da microbiologia da água. “Em peixes cultivados em criadouros, as enfermidades bacterianas ocorrem devido ao manejo não adequado, que leva à perda do muco, danos na superfície do animal, além de estresse”, defendeu. Segundo a pesquisa, as bactérias dos gêneros Aeromoas, Cytophaga, Mycobacterium e Pseudomonas estão sempre presentes nos tanques e a presença de fatores estressantes aos animais pode desencadear o aparecimento de doenças. Para identificar as demais bactérias, até então não conhecidas, a pesquisadora explicou que foram analisados 72 isolados bacterianos de peixes. Os isolados ou amostras estavam armazenados na Coleção de Culturas de Bactérias Patogênicas de Peixes do Centro de Apoio Multidisciplinar (CAM), da Univerisidade Federal do Amazonas (Ufam). “Foram 28 isolados de pirarucu, 17 de tambaqui e 26 isolados de matrinxã nos quais foram identificadas 35 espécies bacterianas. Destas, 11 ainda não haviam sido descritas e para as demais já há medidas profiláticas”, revelou a pesquisadora na dissertação de mestrado. Durante o estudo, as amostras foram analisadas fenotípica e molecularmente, além de serem feitas reconstruções filogenéticas para identificação de bactérias que até então não se tinham conhecimento. “Além do ineditismo da abordagem conjunta (fenotípica e molecular) em peixes de cultivo no Amazonas, destaca-se o registro de espécies bacterianas até então isoladas em peixes, como Kluyvera georgiana, Acinetobacter calcoaceticis e Myroides odoratus”, concluiu a pesquisadora na dissertação. Piscicultura A bacia amazônica possui cerca de 2.500 espécies de peixes que caracterizam a região como uma importante fonte de recursos pesqueiros, apesar disso a piscicultura é uma importante atividade para regular o abastecimento de pescado regional, especialmente no período de defeso. Entre as principais espécies exploradas comercialmente estão o Arapaima gigas, popularmente conhecido como pirarucu, o Colossoma macropomum, conhecido como tambaqui, e Brycon amazonicus, a matrinxã. O tambaqui é a espécie com maior importância comercial na pesca e na piscicultura da região amazônica com produção de 3,5 mil toneladas por ano. A matrinxã vem ganhando destaque na exploração comercial por ser uma das espécies mais promissoras para a piscicultura. Atualmente, são produzidas 6 mil toneladas de matrinxã que abastecem 74% do País. O pirarucu é uma espécie de grande porte, que pode medir até dois metros e pesar, aproximadamente, 200 quilos. Sua produção foi estimada em 1,8 mil toneladas oriundas de três regiões pesqueiras: Amazônia Peruara, Fronteira Brasil-Peru-Colômbia e Amazônia Central. http://www.portalamazonia.com.br/editoria/atualidades/especies-nocivas-a-piscicultura-saoidentificadas-no-amazonas/


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JORNAL BRASIL

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Assunto:Amazonas investirá em energia solar para contemplar pequenas comunidades ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Amazonas investirá em energia solar para contemplar pequenas comunidades Profissionais da Eletrobras e de empresas estrangeiras do setor analisaram meios de gerar e distribuir energia renovável para levar luz elétrica a comunidades do interior do Estado. As conversas aconteceram durante um painel do Simpósio Internacional de Energia Sustentável Amazonas Greenergy. O evento foi realizado pelo governo amazonense, em parceria com a Eletrobras Amazonas Energia e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), instituição associada à ABIPTI. De acordo com a assistente da Diretoria de Distribuição do Sistema da Eletrobras, Elaine França Fonseca, existem vários desafios e dificuldades a serem enfrentadas na região amazônica para começar a desenvolver empreendimentos. “Encontramos dificuldade na implantação do projeto porque até para trocarmos os medidores, que é o sensor fundamental para o sistema elétrico, temos que mudar toda a instalação elétrica do consumidor”, afirmou. Apesar das dificuldades, a representante da Eletrobras garantiu que a empresa tem projetos específicos para vencer as peculiaridades do Amazonas. “Um exemplo é o projeto de P&D no valor de R$ 22 milhões que está sendo executado no município de Parintins, que é um projeto de demonstração, que pode ser aplicado em outros municípios”, disse.


Ao longo do programa serão instaladas seis distribuidoras, além da implantação de modificações necessárias para que o sistema elétrico seja bem executado. Outras benfeitorias como a implantação da medição inteligente, automação e distribuição de energia e dados por meio de cabos de fibra ótica em toda a cidade também estão nos planos.

Defesa O coordenador do Centro Estadual de Mudanças Climáticas (Ceclima) da SDS, João Henrique Souza Talocchi, disse que atualmente 27 municípios do Amazonas têm o consumo de energia baixo e defende que o ideal seria atendê-los com energia solar. “Várias comunidades com dificuldades de acesso a energia elétrica utilizam geradores à diesel que possuem um custo social, ambiental e econômico muito alto. Estamos tentando incentivar o uso de energias renováveis, como energia solar, microusinas hídricas, usinas eólicas e biomassa para auxiliar essas comunidades”, afirmou.

http://www.jornalbrasil.com.br/?pg=desc-noticias&id=63250&nome=Amazonas%20investir %E1%20em%20energia%20solar%20para%20contemplar%20pequenas%20comunidades


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ISAÚDE

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Assunto:Estudo aponta espécie de mosquito da malária resistente à inceticidas no AM ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação (X) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Estudo aponta espécie de mosquito da malária resistente à inceticidas no AM Principais responsáveis pela diminuição dos casos de malária na Amazônia, os inceticidas são aliados no combate ao Anopheles darlingi, vetor da malária. Porém, no município de Coari, no interior do estado, foi identificada uma resistência ao método por uma população do mosquito. Buscando entender a eficácia do inseticida Deltametrina no combate à doença no município, a mestre em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Millena Vilhena Naice, realizou um estudo que demonstrou que as ocorrências da doença aumentaram não pela ineficiência do inseticida, mas sim pelas condições climáticas do local. Naice explicou que ao longo dos dois anos de pesquisa coletou amostras de mosquitos Anopheles darlingi para análise no município de Coari. Após a coleta, os mosquitos foram transportados para o Laboratório de Malária e Dengue da Coordenação de Pesquisas em Ciências da Saúde do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (CPCS/Inpa). " Fizemos testes para padronizar as concentrações do inseticida Deltametrina e, desde então, foram analisados e catalogados todos os resultados" , disse. No primeiro teste, foi verificado que o tempo médio de mortalidade do mosquito foi em soluções


letais de inseticida de 0,05% e 0,025% de concentração. A partir do segundo teste, as soluções letais de inseticida foram diluídas em água e ficaram em 0,0125%; 0,00625%; 0,009375% e 0,003125%. " Nesse teste, foi identificado qual a taxa de mortalidade para cada concentração para acharmos a dosagem ideal" , explicou a pesquisadora. No terceiro teste foram utilizadas soluções letais de 0,025%, além da concentração de 0,003125% do segundo teste e a concentração de 0,0015625% feita a partir da concentração de 0,003125%. " Verificamos assim quanto de inseticida é necessário para matar o mosquito contribuindo para o conhecimento da resposta do Anopheles darlingi contra o Deltametrina" , contou. Existem quatro tipos de mecanismos de resistência dos mosquitos a inseticidas, entre eles: aumento do metabolismo dos produtos não tóxicos; diminuição dos sítios alvo da sensibilidade; diminuição das taxas de penetração do inseticida e aumento das taxas de excreção do inseticida. O aumento do metabolismo dos mosquitos em relação aos produtos não tóxicos e a diminuição dos sítios alvo da sensibilidade são consideradas as formas de resistência mais importantes no combate à doença. De acordo com a pesquisadora, no município de Coari, devem ser consideradas ainda o impacto das alterações ambientais relativas à intensidade e sazonalidade das chuvas na Amazônia, fato que interfere na dinâmica de transmissão da malária. " No município de Coari, têm ocorrido uma expansão populacional do vetor Anopheles darlingi em decorrência de verões atípicos e períodos chuvosos na região" , afirmou. Malária Conhecida também como impaludismo, a malária é uma das infecções que causam mais mortes no mundo e vem sendo caracterizada como um dos problemas de saúde pública. Essa doença tem distribuição geográfica em cerca de 107 países e territórios de regiões tropicais dos continentes africano, asiático e nas Américas. Essa parasitose chegou ao Brasil por volta dos anos 1930 junto com o Anopheles gambiae (principal vetor na África). Atualmente, pela prevalência do clima tropical propicio à proliferação dos mosquitos a Amazônia é alvo constante de casos da doença. FONTE: FAPEAM http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/32454/geral/estudo-aponta-especie-de-mosquito-da-malariaresistente-a-inceticidas-no-am


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GESTAO DE LOGÍSTICA HOSPITALAR

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Assunto:Estudo aponta espécie de mosquito da malária resistente à inceticidas no AM ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação (X) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Estudo aponta espécie de mosquito da malária resistente à inceticidas no AM

Diminuição dos casos no estado está ligada, principalmente, ao uso de inceticidas no combate ao vetor da doença Principais responsáveis pela diminuição dos casos de malária na Amazônia, os inceticidas são aliados no combate ao Anopheles darlingi, vetor da malária. Porém, no município de Coari, no interior do estado, foi identificada uma resistência ao método por uma população do mosquito. Buscando entender a eficácia do inseticida Deltametrina no combate à doença no município, a mestre em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Millena Vilhena Naice, realizou um estudo que demonstrou que as ocorrências da doença aumentaram não pela ineficiência do inseticida, mas sim pelas condições climáticas do local. Naice explicou que ao longo dos dois anos de pesquisa coletou amostras de mosquitos Anopheles darlingi para análise no município de Coari. Após a coleta, os mosquitos foram transportados para o Laboratório de Malária e Dengue da Coordenação de Pesquisas em Ciências da Saúde do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (CPCS/Inpa). " Fizemos testes para padronizar as concentrações do inseticida Deltametrina e, desde então, foram analisados e catalogados todos os resultados" , disse.


No primeiro teste, foi verificado que o tempo médio de mortalidade do mosquito foi em soluções letais de inseticida de 0,05% e 0,025% de concentração. A partir do segundo teste, as soluções letais de inseticida foram diluídas em água e ficaram em 0,0125%; 0,00625%; 0,009375% e 0,003125%. " Nesse teste, foi identificado qual a taxa de mortalidade para cada concentração para acharmos a dosagem ideal" , explicou a pesquisadora. No terceiro teste foram utilizadas soluções letais de 0,025%, além da concentração de 0,003125% do segundo teste e a concentração de 0,0015625% feita a partir da concentração de 0,003125%. " Verificamos assim quanto de inseticida é necessário para matar o mosquito contribuindo para o conhecimento da resposta do Anopheles darlingi contra o Deltametrina" , contou. Existem quatro tipos de mecanismos de resistência dos mosquitos a inseticidas, entre eles: aumento do metabolismo dos produtos não tóxicos; diminuição dos sítios alvo da sensibilidade; diminuição das taxas de penetração do inseticida e aumento das taxas de excreção do inseticida. O aumento do metabolismo dos mosquitos em relação aos produtos não tóxicos e a diminuição dos sítios alvo da sensibilidade são consideradas as formas de resistência mais importantes no combate à doença. De acordo com a pesquisadora, no município de Coari, devem ser consideradas ainda o impacto das alterações ambientais relativas à intensidade e sazonalidade das chuvas na Amazônia, fato que interfere na dinâmica de transmissão da malária. " No município de Coari, têm ocorrido uma expansão populacional do vetor Anopheles darlingi em decorrência de verões atípicos e períodos chuvosos na região" , afirmou. Malária Conhecida também como impaludismo, a malária é uma das infecções que causam mais mortes no mundo e vem sendo caracterizada como um dos problemas de saúde pública. Essa doença tem distribuição geográfica em cerca de 107 países e territórios de regiões tropicais dos continentes africano, asiático e nas Américas. Essa parasitose chegou ao Brasil por volta dos anos 1930 junto com o Anopheles gambiae (principal vetor na África). Atualmente, pela prevalência do clima tropical propicio à proliferação dos mosquitos a Amazônia é alvo constante de casos da doença. http://gestaodelogisticahospitalar.blogspot.com.br/2012/12/estudo-aponta-especie-de-mosquitoda.html


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Estudo aponta espécie de mosquito da malária resistente à inceticidas Principais responsáveis pela diminuição dos casos de malária na Amazônia, os inceticidas são aliados no combate ao Anopheles darlingi, vetor da malária. Porém, no município de Coari, no interior do estado, foi identificada uma resistência ao método por uma população do mosquito. Buscando entender a eficácia do inseticida Deltametrina no combate à doença no município, a mestre em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Millena Vilhena Naice, realizou um estudo que demonstrou que as ocorrências da doença aumentaram não pela ineficiência do inseticida, mas sim pelas condições climáticas do local. Naice explicou que ao longo dos dois anos de pesquisa coletou amostras de mosquitos Anopheles darlingi para análise no município de Coari. Após a coleta, os mosquitos foram transportados para o Laboratório de Malária e Dengue da Coordenação de Pesquisas em Ciências da Saúde do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (CPCS/Inpa). " Fizemos testes para padronizar as concentrações do inseticida Deltametrina e, desde então, foram analisados e catalogados todos os resultados" , disse. No primeiro teste, foi verificado que o tempo médio de mortalidade do mosquito foi em soluções letais de inseticida de 0,05% e 0,025% de concentração. A partir do segundo teste, as soluções letais


de inseticida foram diluídas em água e ficaram em 0,0125%; 0,00625%; 0,009375% e 0,003125%. " Nesse teste, foi identificado qual a taxa de mortalidade para cada concentração para acharmos a dosagem ideal" , explicou a pesquisadora. No terceiro teste foram utilizadas soluções letais de 0,025%, além da concentração de 0,003125% do segundo teste e a concentração de 0,0015625% feita a partir da concentração de 0,003125%. " Verificamos assim quanto de inseticida é necessário para matar o mosquito contribuindo para o conhecimento da resposta do Anopheles darlingi contra o Deltametrina" , contou. Existem quatro tipos de mecanismos de resistência dos mosquitos a inseticidas, entre eles: aumento do metabolismo dos produtos não tóxicos; diminuição dos sítios alvo da sensibilidade; diminuição das taxas de penetração do inseticida e aumento das taxas de excreção do inseticida. O aumento do metabolismo dos mosquitos em relação aos produtos não tóxicos e a diminuição dos sítios alvo da sensibilidade são consideradas as formas de resistência mais importantes no combate à doença. De acordo com a pesquisadora, no município de Coari, devem ser consideradas ainda o impacto das alterações ambientais relativas à intensidade e sazonalidade das chuvas na Amazônia, fato que interfere na dinâmica de transmissão da malária. " No município de Coari, têm ocorrido uma expansão populacional do vetor Anopheles darlingi em decorrência de verões atípicos e períodos chuvosos na região" , afirmou. Malária Conhecida também como impaludismo, a malária é uma das infecções que causam mais mortes no mundo e vem sendo caracterizada como um dos problemas de saúde pública. Essa doença tem distribuição geográfica em cerca de 107 países e territórios de regiões tropicais dos continentes africano, asiático e nas Américas. Essa parasitose chegou ao Brasil por volta dos anos 1930 junto com o Anopheles gambiae (principal vetor na África). Atualmente, pela prevalência do clima tropical propicio à proliferação dos mosquitos a Amazônia é alvo constante de casos da doença. http://www.vooz.com.br/noticias/estudo-aponta-especie-de-mosquito-da-malaria-resistente-ainceticidas-102103.html


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Assunto:Estudo aponta existência de espécie resistente de mosquito da malária em Coari ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação (X) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Estudo aponta existência de espécie resistente de mosquito da malária em Coari Principais responsáveis pela diminuição dos casos de malária na Amazônia, os inceticidas são aliados no combate ao Anopheles darlingi, vetor da malária. Porém, no município de Coari foi identificada uma resistência ao método por uma população do mosquito. Buscando entender a eficácia do inseticida Deltametrina no combate à doença no município, a mestre em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Millena Vilhena Naice, realizou um estudo que demonstrou que as ocorrências da doença aumentaram não pela ineficiência do inseticida, mas sim pelas condições climáticas do local. O estudo intitulado ‘Expressão de genes de resistência a inseticidas em Anopheles darlingi root, 1926 (Diptera: Culicidae) de Coari-AM, em condições de estresse químico’ contou com aporte financeiro do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), via Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad). Naice explicou que ao longo dos dois anos de pesquisa coletou amostras de mosquitos Anopheles darlingi para análise no município de Coari. Após a coleta, os mosquitos foram transportados para o Laboratório de Malária e Dengue da Coordenação de Pesquisas em Ciências da Saúde do Instituto


Nacional de Pesquisas da Amazônia (CPCS/Inpa). “Fizemos testes para padronizar as concentrações do inseticida Deltametrina e, desde então, foram analisados e catalogados todos os resultados”, disse ela na dissertação. No primeiro teste, foi verificado que o tempo médio de mortalidade do mosquito foi em soluções letais de inseticida de 0,05% e 0,025% de concentração. A partir do segundo teste, as soluções letais de inseticida foram diluídas em água e ficaram em 0,0125%; 0,00625%; 0,009375% e 0,003125%. “Nesse teste, foi identificado qual a taxa de mortalidade para cada concentração para acharmos a dosagem ideal”, explicou a pesquisadora. No terceiro teste, foram utilizadas soluções letais de 0,025%, além da concentração de 0,003125% do segundo teste e a concentração de 0,0015625% feita a partir da concentração de 0,003125%. “Verificamos assim quanto de inseticida é necessário para matar o mosquito contribuindo para o conhecimento da resposta do Anopheles darlingi contra o Deltametrina”, contou. Existem quatro tipos de mecanismos de resistência dos mosquitos a inseticidas, entre eles: aumento do metabolismo dos produtos não tóxicos; diminuição dos sítios alvo da sensibilidade; diminuição das taxas de penetração do inseticida e aumento das taxas de excreção do inseticida. O aumento do metabolismo dos mosquitos em relação aos produtos não tóxicos e a diminuição dos sítios alvo da sensibilidade são consideradas as formas de resistência mais importantes no combate à doença. De acordo com a pesquisadora, no município de Coari, devem ser consideradas ainda o impacto das alterações ambientais relativas à intensidade e sazonalidade das chuvas na Amazônia, fato que interfere na dinâmica de transmissão da malária. “No município de Coari, têm ocorrido uma expansão populacional do vetor Anopheles darlingi em decorrência de verões atípicos e períodos chuvosos na região”, afirmou. SOBRE A MALÁRIA Conhecida também como impaludismo, a malária é uma das infecções que causam mais mortes no mundo e vem sendo caracterizada como um dos problemas de saúde pública. Essa doença tem distribuição geográfica em cerca de 107 países e territórios de regiões tropicais dos continentes africano, asiático e nas Américas. Essa parasitose chegou ao Brasil por volta dos anos 1930 junto com o Anopheles gambiae (principal vetor na África). Atualmente, pela prevalência do clima tropical propicio à proliferação dos mosquitos a Amazônia é alvo constante de casos da doença. SOBRE O POSGRAD Consiste em apoiar, com bolsas de mestrado e doutorado, e auxílio financeiro, as instituições localizadas no Estado do Amazonas que desenvolvem programas de pós-graduação Stricto Sensu credenciados pela Capes. http://coari.blogspot.com.br/2012/11/estudo-aponta-existencia-de-especie.html


Veículo: BLOGLINMONG

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Assunto: Energia solar tem incentivos no Pólo Industrial de Manaus ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação () Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Energia solar tem incentivos no Pólo Industrial de Manaus Com a crescente demanda por energia sustentável em todo o mundo, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) reforçou, durante o "Amazonas Greenergy Simpósio Internacional de EnergiaSustentável", que o Polo Industrial de Manaus já tem benefícios para produção de dispositivos fotovoltaicos - utilizados para converter a luz solar em energia elétrica. O simpósio, realizado esta semana no auditório Gilberto Mendes de Azevedo, da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), contou com a participação do superintendente em exercício da SUFRAMA, Gustavo Igrejas, e de representantes de empresas nacionais e internacionais do setor energético, visando discutir a elaboração de um "Plano de Atração de Empresas do Setor de Energias Renováveis" para o Estado. Igrejas mediou duas palestras na quarta-feira (28): "Experiências de importação de mecanismos de incentivos e financiamentos diferenciados para energia solar", realizada pelo coordenador de Energias Renováveis do Greenpeace, Ricardo Baitelo; e "Plano de atração de empresas do setor de energias renováveis", proferida pelo secretário de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (SEPLAN), Airton Claudino. Durante as palestras lembrou que atualmente já existem cinco portarias interministeriais de Processos Produtivos Básicos (PPBs) aprovados para produtos fotovoltaicos no Polo Industrial de Manaus (PIM). "É importante dizer que hoje já é possível produzir com os incentivos que temos. A SUFRAMA trabalha


constantemente com a atração de investimentos, então, acredito que é viável identificar onde estão esses fabricantes e dar um passo à frente, apresentando nossas vantagens aos investidores para trazê-los para a região assim que a demanda tornar viável a produção no Brasil", afirmou o superintendente. Greenergy O Simpósio foi organizado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), em parceria com a Eletrobras-Amazonas Energia, e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas (Seplan). O público-alvo foram organizações governamentais, empresas privadas, instituições de ensino e pesquisa, representantes da sociedade civil e do setor empresarial. De acordo com a secretária da SDS, Nádia Ferreira, o evento visou articular uma política industrial para fomentar a cadeia produtiva de energias renováveis, desenvolvendo o mercado de equipamentos e serviços, incluindo a atração de investidores internacionais e favorecimento da transferência de tecnologia. http://bloglimongi.blogspot.com.br/2012/11/energia-solar-tem-incentivos-no-polo.html


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SISTEMA CFB

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Assunto:Museus locais é tema de livro ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Museus locais é tema de livro O livro “Museus do Amazonas”, primeira obra da cientista social e mestra em sociologia Rila Arruda, em parceria com Maralina Pinto, será lançado nesta sexta-feira (30) às 19h no Museu Amazônico como um marco: será a primeira publicação a abordar e, de certa forma catalogar, todos os museus do Amazonas desde a inauguração do primeiro espaço deste estilo, ainda no século 19, até os dias atuais. De acordo com a escritora – que garante que o seu levantamento pode ser considerado mais eficaz que o do cadastro nacional do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) -, o Estado ainda carece de museus e de uma maior atenção a esses locais. O livro surgiu de apenas uma parte de sua dissertação de mestrado, um capítulo intitulado “Política cultural e museus no Amazonas (1997-2010)”, onde aborda os museus pertencentes ao governo estadual, foco principal de sua obra. A publicação passou no edital da Fapeam, que bancará a impressão de 900 cópias. “Um dos principais objetivos é fazer um panorama histórico e ao mesmo tempo atual desses museus”, afirma Rila, revelando que no Amazonas, atualmente, existem 31 museus, sendo 27 deles na capital. “Museus do Amazonas” está divido em três capítulos. O primeiro faz uma breve história desde a construção do primeiro museu do Estado, o Museu Botânico do Amazonas (1883-1890) até a criação do Ibram, hoje vinculado ao Ministério da Cultura (MinC). Na segunda parte, é mostrada


uma descrição histórica dos primeiros museus do Amazonas, o Museu Botânico do AM e o Museu Amazonense. Já o terceiro capítulo é uma análise da política museal do Estado, a partir de 1997, e seus museus: Museu de Numismática, Pinacoteca, Misam, Museu Tiradentes, Ecomuseu do Seringal, Museu de Arqueologia, Museu Casa Eduardo Ribeiro e Museu do Homem do Norte. Há, ainda, uma lista de todos os museus públicos e privados de Manaus. “Há uma certa escassez de fontes”, admite Rila, contando que utilizou como fontes primárias leis, decretos, folders, painéis de museus, documentos históricos, mensagens de gorvenadores e dados cedidos pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC). “Como fontes secundárias utilizei algumas poucas referências sobre os locais, bem como monografias de uma especialização que teve na Ufam (Universidade Federal do Amazonas) em museologia, e um livro do Robério (Braga, titular da SEC) sobre o Palacete Provincial. Sobre o Museu Botânico há mais referências, porém descobri informações novas que não há em nenhuma publicação que já li sobre o assunto. Tudo está no livro”, acrescenta a escritora. Para Rila, o Amazonas ainda carece de mais espaços desse tipo. “Não temos um museu de arte moderna ou contemporânea, tem apenas a Pinacoteca, mas não cumpre todo esse papel. Não temos um grande museu etnográfico, não temos um museu naval (o Museu do Porto está fechado há muito tempo), não há museu que abrigue exposições itinerantes que rodam o mundo etc”, acredita, culpando ainda os problemas na forma de exposições de museus privados de Manaus e a falta de guias impressos e publicações que tratem deste assunto. http://blog.crb6.org.br/dicas-de-livros/museus-locais-e-tema-de-livro/


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INPA

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Assunto:Museus locais é tema de livro ( ) Release da assessoria de imprensa (X ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Inovação na Amazônia depende da fixação de doutores, mestres e especialistas Com o tema “Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos”, a terceira mesa-redonda do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, despertou, na tarde de quinta-feira (29), o interesse de pesquisadores para questões transversais da educação para o desenvolvimento social, econômico e cultural da região amazônica. Segundo a professora e doutora em Educação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Arminda Mourão, quando se pensa na formação de pesquisadores na Amazônia é necessário fugir de algumas tendências mundiais que não atendem aos anseios da região. Para tanto, o primeiro passo é entender a região para que se financie ciência e tecnologia de forma diferenciada, pautada na revisão dos processos educacionais, como forma de transformação social. “O governo brasileiro deve otimizar o financiamento da ciência nas universidade brasileiras, para que se tenha maior atenção para a questão da inovação, principalmente, investimentos na área de recursos humanos, porque se não tivermos a fixação de doutores, mestres e especialistas aqui, não haverá inovação, comprometendo o desenvolvimento da região”, ressaltou Mourão. A pesquisadora salientou que deve haver essa preocupação na fixação de recursos humanos qualificados na região, que deve estar conciliada a um conjunto de investimentos, que faça com que a região cresça. Mourão acrescentou também a formação de pesquisadores e do professor pesquisador no sistema de ensino, respeitando a diversidade e o conhecimento dos povos tradicionais, para que se possa construir ciência e tecnologia, consideradas um grande desafio para uma Amazônia continental.


Diversidade Para a doutora em Antropologia e Linguística e pesquisadora do Inpa, Ana Carla Bruno, a mesaredonda propiciou uma discussão ampla sobre a temática proposta. Carla Bruno acredita que ao discutir Educação, Ciência e Inovação na Amazônia, primeiramente, é necessário entender a diversidade da região. Segundo a pesquisadora, há muita discussão sobre a diversidade da Flora e Fauna, entretanto, não se pensa na diversidade cultural. Para Carla Bruno, existem grupos sociais isolados na Amazônia e os aculturados, os quais mantêm a língua e a cultura preservados, entretanto ambos têm sede de aprender e ensinar. “Nesse sentido, o pesquisador, o cientista ou o professor devem atentar sobre a diversidade cultural e estar preparado para lidar com esse universo riquíssimo que ocorre na Amazônia, observando a relação desses grupos sociais junto à natureza e à cultura. O grande problema da ciência, fazendo referência a essa questão, é a separação desses dois elementos”, completou a pesquisadora. Outro foco abordado na discussão foi a aproximação da academia junto às empresas, principalmente, as do Polo Industrial de Manaus (PIM). Segundo o representante da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Niomar Pimenta, “vivemos em sociedade pressupondo que o desenvolvimento econômico está sustentado no conhecimento proveniente da academia, em que essa tem base no desenvolvimento tecnológico, alavancando a competitividade no mundo global”, afirmou. Pimenta finalizou dizendo que “o que se defende na região, a partir da ciência como o uso da biodiversidade amazônica, seja também um instrumento de produção de riqueza econômica por meio das empresas que usem produtos desenvolvidos a partir das inovações tecnológicas”. Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013 estão sendo promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas é o único estado da região Norte a sediar um dos sete encontros. O evento, em Manaus, é coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Retrospectiva O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo, no mês de agosto, com o tema “Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte (MG) receber a reunião, que tratou sobre “Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos”. Após o encontro em Manaus, as próximas cidades a sediar o evento serão Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). Sobre o Fórum Mundial Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora da Hungria, país que deu origem ao evento. O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com o tema “A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global” e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2638


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INPA

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Assunto:Pesquisadores apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de mitigação ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Pesquisadores apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de mitigação As florestas tropicais e as ações de mitigação (redução de danos) e adaptação às mudanças climáticas foram discutidas durante o segundo dia do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, nesta quinta-feira (29) realizado na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI),em Manaus (AM). O consenso entre os pesquisadores apontou que reduzir as emissões de gases do efeito estufa e proteger as florestas são as principais ações humanas voltadas para lidar com as causas do aquecimento do planeta. “Não podemos esperar a floresta Amazônica ser degradada como foi a Mata Atlântica e outras florestas para poder agir. O investimento para recuperar essas áreas será bem maior. Quando se fala de efeito estufa, o tempo tem muito valor”, destacou o doutor em ciências biológicas e pesquisador do Inpa, Philip Fearnside. A necessidade de mais investimentos em pesquisas e de uma melhor distribuição geográfica desses estudos, inclusive na Amazônia, foi destacada como desafio para o sucesso nas intervenções de mitigação* e o papel da


ciência nesse processo. “Temos muita coisa feita e muita coisa por fazer, mas precisam de investimentos, de mais gente fazendo e de melhor distribuição espacial desses estudos. É importante que isso seja levado ao Fórum Mundial de Ciência”, afirmou o engenheiro florestal e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Madeiras da Amazônia, Niro Higuchi. O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Amazônia Ocidental, Celso Azevedo, defendeu a necessidade de atuação em áreas florestais já degradadas por meio do manejo florestal. “É possível atuar na recuperação das áreas degradadas utilizando o manejo florestal, que possui vantagens ambientais comprovadas e também possui vantagens sociais. Precisamos trazer algo com o papel mitigador, mas também com o viés econômico”, disse. *Mitigaçao é qualquer medida, política ou ação que possa prevenir ou diminuir a emissão de gases de efeito estufa. Evitar o desmatamento, ampliar o uso de energia renovável e expandir o transporte público são alguns exemplos de medidas de mitigação. Responsabilidade de todos Higuchi chamou a atenção para a responsabilidade da sociedade em relação ao aquecimento global, devendo ser encarado como um problema da atualidade e não de futuro. “Cada pessoa que reside em Manaus emite cerca de 2.500 quilos de CO² por ano. Temos que minimizar isso de alguma forma. Esse é um problema de cada um. Os efeitos e as consequências do clima são comuns a todos e a responsabilidade também, mesmo que de forma diferenciada. Em primeiro lugar é preciso reduzir as emissões e o desperdício”, frisou o pesquisador do Inpa. Adaptação às mudanças climáticas O termo adaptação, no âmbito da Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), refere-se às medidas necessárias para adaptar atividades humanas (agricultura, abastecimento de água, geração de energia, transporte, habitação, entre outras) aos impactos das mudanças de clima. Os pesquisadores foram enfáticos ao afirmar que os efeitos e as consequências do clima já podem ser sentidos em vários campos da atividade humana e que é necessário dar atenção para a questão. Na Amazônia, a grande preocupação é com a floresta Amazônica, extremamente vulnerável a eventos extremos, principalmente se eles acontecerem com maior frequência e intensidade. “Nessa altura do campeonato, não há nenhuma dúvida de que a adaptação é mandatória e obrigatória. Esse é um problema recente. Primeiro, é preciso entender as vulnerabilidades das florestas decorrentes da mudança climática”, afirmou Higuchi. O pesquisador citou ainda dois casos extremos recentes. Um deles foi uma tempestade que aconteceu no ano de 2005, em toda a Amazônia, mas com intensidades diferentes. No meio da floresta teve lugar em que os ventos chegaram a 127 quilômetros por hora, matando milhões de árvores. “Pensar em adaptação é pensar nesses eventos. A ciência pouco consegue fazer neste momento”, expôs.


3º Encontro Preparatório Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013 estão sendo promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas é o único estado da região Norte a sediar um dos encontros. O evento, em Manaus, tem a coordenação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Retrospectiva O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo (SP), no mês de agosto, com o tema “Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte (MG) receber a reunião, que tratou sobre os “Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos”. Após o encontro em Manaus, as próximas cidades a sediar o evento serão Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). Sobre o Fórum Mundial Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora da Hungria, país que deu origem ao evento. O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com o tema “A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global” e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2637


Veículo: MUSEU DA AMAZÔNIA

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Assunto:JORNAL NATURAL ( ) Release da assessoria de imprensa (X ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Jornal Natural Apresentação do telejornal que traz a ciência como tema, voltado para o público infantil. Apresentado por bonecos e atores, os episódios foram gravados no centro de visitação do Museu da Amazônia no Jardim Botânico de Manaus, na Reserva Florestal Adolpho Ducke. Projeto desenvolvido pelo Musa, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), do Fundo Amazônia e do convênio Musa-UEA. Telejornal voltado para o público infantil Horários: 9h e 15h Duração média: 30 minutos Local: Jardim Botânico de Manaus - Av. Uirapuru s/nº - Cidade de Deus http://www.museudaamazonia.org.br/?q=94-agenda-3646-jornal-natural


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BLOG DA FLORESTA

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Assunto:Energia solar tem incentivos no Polo Industrial de Manaus ( ) Release da assessoria de imprensa (X ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Energia solar tem incentivos no Polo Industrial de Manaus Com a crescente demanda por energia sustentável em todo o mundo, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) reforçou, durante o “Amazonas Greenergy - Simpósio Internacional de Energia Sustentável”, que o Polo Industrial de Manaus já tem benefícios para produção de dispositivos fotovoltaicos - utilizados para converter a luz solar em energia elétrica. O simpósio, realizado esta semana no auditório Gilberto Mendes de Azevedo, da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), contou com a participação do superintendente em exercício da SUFRAMA, Gustavo Igrejas, e de representantes de empresas nacionais e internacionais do setor energético, visando discutir a elaboração de um “Plano de Atração de Empresas do Setor de Energias Renováveis” para o Estado. Igrejas mediou duas palestras na quarta-feira (28): “Experiências de importação de mecanismos de incentivos e financiamentos diferenciados para energia solar”, realizada pelo coordenador de Energias Renováveis do Greenpeace, Ricardo Baitelo; e “Plano de atração de empresas do setor de energias renováveis”, proferida pelo secretário de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (SEPLAN), Airton Claudino. Durante as palestras lembrou que atualmente já existem cinco portarias interministeriais de Processos Produtivos Básicos (PPBs) aprovados para produtos fotovoltaicos no Polo Industrial de


Manaus (PIM). “É importante dizer que hoje já é possível produzir com os incentivos que temos. A SUFRAMA trabalha constantemente com a atração de investimentos, então, acredito que é viável identificar onde estão esses fabricantes e dar um passo à frente, apresentando nossas vantagens aos investidores para trazê-los para a região assim que a demanda tornar viável a produção no Brasil”, afirmou o superintendente. Greenergy - O Simpósio foi organizado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), em parceria com a Eletrobras-Amazonas Energia, e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas (Seplan). O público-alvo foram organizações governamentais, empresas privadas, instituições de ensino e pesquisa, representantes da sociedade civil e do setor empresarial. De acordo com a secretária da SDS, Nádia Ferreira, o evento visou articular uma política industrial para fomentar a cadeia produtiva de energias renováveis, desenvolvendo o mercado de equipamentos e serviços, incluindo a atração de investidores internacionais e favorecimento da transferência de tecnologia. http://www.blogdafloresta.com.br/index.php/economia/598-energia-solar-tem-incentivos-no-poloindustrial-de-manaus


Veículo: SECTI

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Assunto: Pesquisadores apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de mitigação ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação (X) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Pesquisadores apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de mitigação As florestas tropicais e as ações de mitigação (redução de danos) e adaptação às mudanças climáticas foram discutidas durante o segundo dia do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, realizado em Manaus até hoje. O consenso entre os pesquisadores apontou que reduzir as emissões de gases do efeito estufa e proteger as florestas são as principais ações humanas voltadas para lidar com as causas do aquecimento do planeta. “Não podemos esperar a floresta Amazônica ser degradada como foi a Mata Atlântica e outras florestas para poder agir. O investimento para recuperar essas áreas será bem maior. Quando se fala de efeito estufa, o tempo tem muito valor”, destacou o doutor em ciências biológicas e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Philip Fearnside. A necessidade de mais investimentos em pesquisas e de uma melhor distribuição geográfica desses estudos, inclusive na Amazônia, foram destacadas como desafios para o sucesso nas intervenções de mitigação e o papel da ciência nesse processo. “Temos muita coisa feita e muita coisa por fazer. Mas é preciso investimentos, de mais gente fazendo e de melhor distribuição espacial desses estudos. É importanten que isso seja levado ao Fórum Mundial de Ciência”, afirmou o engenheiro florestal e coordenador do INCT Madeiras da Amazônia, Niro Higuchi.


O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Amazônia Ocidental, Celso Azevedo, defendeu a necessidade de atuação em áreas florestais já degradadas por meio do manejo florestal. “É possível atuar na recuperação das áreas degradadas utilizando o manejo florestal, que possui vantagens ambientais comprovadas e também possui vantagens sociais. Precisamos trazer algo com o papel mitigador, mas também com o viés econômico”, disse Azevedo. MITIGAÇÃO Mitigaçao é qualquer medida, política ou ação que possa prevenir ou diminuir a emissão de gases de efeito estufa. Evitar o desmatamento, ampliar o uso de energia renovável e expandir o transporte público são alguns exemplos de medidas de mitigação. RESPONSABILIDADE DE TODOS Higuchi chamou a atenção para a responsabilidade da sociedade em relação ao aquecimento global, devendo ser encarado como um problema da atualidade e não de futuro. “Cada pessoa que reside em Manaus emite cerca de 2.500 quilos de CO² por ano. Temos que minimizar isso de alguma forma. Esse é um problema de cada um. Os efeitos e as consequências do clima são comuns a todos e a responsabilidade também, mesmo que de forma diferenciada. Em primeiro lugar é preciso reduzir as emissões e o desperdício”, disse. ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS O termo adaptação, no âmbito da Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas, refere-se às medidas necessárias para adaptar atividades humanas (agricultura, abastecimento de água, geração de energia, transporte, habitação, entre outras) aos impactos das mudanças de clima.Os pesquisadores foram enfáticos ao afirmar que os efeitos e as consequências do clima já podem ser sentidos em vários campos da atividade humana e que é necessário dar atenção para a questão. Na Amazônia, a grande preocupação é com a floresta Amazônica, extremamente vulnerável a eventos extremos, principalmente se eles acontecerem com maior frequência e intensidade. “Nessa altura do campeonato, não há nenhuma dúvida de que a adaptação é mandatória e obrigatória. Esse é um problema recente. Primeiro, é preciso entender as vulnerabilidades das florestas decorrentes da mudança climática”, disse Niro Higuchi. Ele citou dois casos extremos recentes. Um deles foi uma violenta tempestade que aconteceu em janeiro de 2005, em toda a Amazônia, mas com intensidades diferentes. No meio da floresta, em alguns lugares, os ventos chegaram a 127 quilômetros por hora, matando mais de 500 milhões de árvores na Região Amazônica. “Pensar em adaptação é pensar nesses eventos. A ciência pouco consegue fazer neste momento”, disse. SOBRE O 3º ENCONTRO PREPARATÓRIO Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013 estão sendo promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas é o único estado da região Norte a sediar um dos encontros. O evento, em Manaus, teve a coordenação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). RETROSPECTIVA O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo, no mês de agosto, com o tema “Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte ( MG)


receber a reunião, que tratou sobre “Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos”. Após o encontro em Manaus, as próximas cidades a sediar o evento serão Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). SOBRE O FÓRUM MUNDIAL Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora da Hungria, país que deu origem ao evento. O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, na cidade do Rio de Janeiro, com o tema“A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global” e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) http://www.secti.am.gov.br/2012/11/pesquisadores-apontam-que-proteger-as-florestas-ainda-e-umadas-melhores-acoes-de-mitigacao/


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Assunto: Amazonas deve continuar implementando ações voltadas para o desenvolvimento da ciência ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Amazonas deve continuar implementando ações voltadas para o desenvolvimento da ciência Com o tema ‘Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento’, o 3° Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 abordou temas relevantes para o cenário científico amazonense, além de reunir grandes nomes do setor que destacaram, durante os três dias, como a ciência está sendo desenvolvida na Amazônia e a busca por soluções necessárias para o futuro na região. Durante o evento, coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SectiAM), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), foram realizadas várias mesas-redondas com a participação de mais de 20 palestrantes, entre especialistas e doutores na área científica. Entre os assuntos debatidos no encontro destacam-se ‘Ciência para o uso de recursos naturais tropicais’, ‘Educação e Cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos’, ‘Ética e Ciência na fronteira do conheciment’, ‘Ciência para a saúde em regiões tropicais’ e ‘Florestas tropicais, mitigação e adaptação a mudanças climáticas’. Segundo o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Odenildo Sena, receber a reunião no Estado é um reconhecimento da competência da região na produção científica. “O


Amazonas teve o privilégio de ser o Estado da Região Norte a receber a reunião e de graça. E hoje nada é de graça. Então essa oportunidade comprova que o Estado tem competência e está produzindo ciência de qualidade”, afirmou. Para o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Dr. Adalberto Luis Val, os impactos esperados pelo encontro devem se concentrar na reflexão de que Amazonas em particular desponta como uma região extremamente importante, não só para a ciência mundial, mas também para a produção de ciência. “O Amazonas hoje se destaca em vários aspectos, como cenário ambiental, cenário social, e penso que a ciência robusta tem um papel importantíssimo para alavancar o nosso desenvolvimento nos processos de inclusão social. E, para isso, precisamos estar conectados a uma aliança mundial. E esse é o legado que aprendemos através de todas as discussões aqui oferecidas pelo encontro”, destacou. Na opinião da diretora-presidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), Maria Olívia Simão, a reunião, em Manaus, serviu para debater a sustentabilidade. “Essa discussão da sustentabilidade é o tema de debate do Fórum Mundial. Também estamos discutindo um plano a longo prazo para a ciência na Amazônia, e essa reunião servirá para uma reflexão futura”, frisou Simão. Expectativas e novidades Conforme Val, a organização para o Fórum traz excelentes expectativas. Ele destaca que um dos motivos é realização, pela primeira vez, do evento fora da Hungria, país de origem, que sediava o Fórum desde sua primeira edição “Ele tradicionalmente é realizado em Budapeste, na Hungria, desde sua criação, e a nossa expectativa é muito grande em poder acomodar esse evento referência em Ciência aqui no Brasil”, declarou. Entre as novidades citadas por Val durante as discussões do encontro está a preocupação entres cientistas e pesquisadores de fazer com que as diversidades culturais permeiem os processos que contribuem para o avanço científico. “Penso que esse foi um dos pontos mais importantes de discussões e debates presentes nesse encontro”, afirmou. Outro fator destacado pelo diretor foi a questão da participação das populações tradicionais no processo da produção do conhecimento. “Não apenas pelo conhecimento que eles já detêm, mas também por conta fundamentalmente da própria iniciativa da população em participar do processo e desenvolvimento do conhecimento científico”, completou. Sobre o Fórum O Fórum Mundial de Ciência foi criado em 1999, em Budapeste (Hungria), e ocorre bianualmente desde 2003, com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora de seu país de origem, tendo sua 6ª edição, cujo tema é ‘A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global’, realizada em novembro de 2013, no Rio de Janeiro. A coordenação das ações do evento no Brasil é de responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com as principais instituições científicas brasileiras. http://www.secti.am.gov.br/2012/11/amazonas-deve-continuar-implementando-acoes-voltadas-parao-desenvolvimento-da-ciencia/


Veículo: INPA

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Assunto: Mesa Redonda sobre Ciência para inclusão social e redução da pobreza encerram encontro preparatório em Manaus ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Mesa Redonda sobre Ciência para inclusão social e redução da pobreza encerram encontro preparatório em Manaus s regiões tropicais precisam se alinhar as tendências do mundo na temática da sustentabilidade visando à inclusão social e a diminuição da pobreza e um dos direcionamentos possíveis é o uso de forma sustentável de recursos naturais e humanos. Essa foi a principal mensagem transmitida na última mesa redonda do 3° Encontro Preparatório para o Fórum Mundial da Ciência, na manhã desta sexta-feira (30), nas dependências do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). A mesa redonda, composta por representantes do Inpa, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Pará (Embrapa/PA) e da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), foi movida por questionamentos e pontuações. A representante da Ufam, professora Terezinha Fraxe, questionou, de início, as definições de ciência válidas, afirmando que o conhecimento do ribeirinho sobre a natureza amazônica, é tão válido quanto o conhecimento desenvolvido nos laboratórios. “É necessário rever que ciência está se fazendo”, afirmou. Já o representante e diretor do Inpa, Adalberto Val, ressaltou a importância de se desenvolver a economia verde em todos os setores da sociedade, destacando as ações da educação, ciência, tecnologia e inovação (CT&I) e da cultura como elementos essenciais para efetivação dessa


economia. “Essas ações não tem fronteiras. Se estamos falando de economia verde, devemos abordar uma economia inclusiva. Não há como proceder a erradicação da pobreza se não incluir a educação”, ponderou. Por outro lado, o representante da Embrapa/PA, Alfredo Homma, elencou cinco desafios que os considerou de ordem macro como a mudança do código florestal, maior capacitação de recursos humanos na Amazônia, a redução da pobreza, o aumento da população rural e o uso de etnotecnologias, que seriam a utilização dos processos desenvolvidos pelos próprios produtores até a chegada dos resultados de pesquisas confiáveis. O representante da Cepal, Álvaro Dias, afirmou ser necessário que se tenha um sistema produtivo que não seja depredador do meio ambiente. “Não se pode falar em economia verde, sem comentar sobre o emprego verde. Temos que pensar tecnologicamente um sistema eficiente”, disse. Encerramento O 3° Encontro Preparatório encerrou-se com o reconhecimento de que o evento alcançou o objetivo estabelecido: a mobilização de pesquisadores, estudantes e representantes de instituições de CT&I, visando estimular os debates no sentido de propor ações para serem levadas para o Fórum Mundial em 2013. Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial foram promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas foi o único estado da região Norte a sediar um dos encontros. E m Manaus, o evento teve a coordenação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Secti-AM) em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2641


Veículo: INPA

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Assunto: Os conhecimentos tradicionais precisam entrar em articulação com o conhecimento científico ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Os conhecimentos tradicionais precisam entrar em articulação com o conhecimento científico Durante a abertura da quarta mesa redonda do último dia do 3° Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, nesta sexta-feira (30) pela manhã, foi debatido o tema “Ética e ciência na fronteira do conhecimento”, com a presença de docentes de várias universidades no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). A mesa foi composta pela professora da Universidade Federal do Pará (UFPA), Kátia Mendonça; dos professores da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Socorro Chaves e Plínio Jose Cavalcante; Geraldo Mendes, do Inpa; e Marcus Vinícius Guimarães, pesquisador da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD). “Ética e ciência na fronteira do conhecimento” Durante o debate, Socorro Chaves destacou o fundamental papel do pesquisador no desenvolvimento das sociedades: “No mundo de crise que vivemos hoje, é preciso que o cientista consiga conciliar o conhecimento científico com o conhecimento tradicional. Temos que cobrar do pesquisador respeito em relação ao saberes tradicionais, pois são poucos os cientistas que citam


esses povos ou que levam algum benefício para eles. Por isso, a capacitação desses pesquisadores é de extrema importância para o avanço da ciência”. De acordo com Plínio Jose, com o avanço tecnológico dos últimos anos, as pessoas podem se tornar objeto de uso e abuso da própria tecnologia. “A ética e ciência é uma discussão necessária neste século, é fundamental a aproximação desse diálogo para tentar situar a ciência, a tecnologia e a ética dentro da questão da forma de conhecimentos humanos, mas sem que haja um abuso da própria tecnologia”, expôs o professor. “Mesmo com todas as informações ao que concerne o assunto, é preciso que a ética seja praticada no cotidiano e não fique estagnada em discurso”, comentou durante seu discurso, Geraldo Mendes, do Inpa, que completou: “O ser humano tem que adotar na sua vida o senso ético em todos os campos do seu dia a dia, pois a ética precisa esta atrelada em seu pensamento e principalmente em suas ações”. Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013 estão sendo promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas é o único estado da região Norte a sediar um dos sete encontros. O evento, em Manaus, é coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Retrospectiva O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo, no mês de agosto, com o tema “Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte (MG) receber a reunião, que tratou sobre “Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos”. Após o encontro em Manaus, as próximas cidades a sediar o evento serão Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). Sobre o Fórum Mundial Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora da Hungria, país que deu origem ao evento. O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com o tema “A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global” e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2639


Veículo: MELHOR CELULAR

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Assunto: Mesa-redonda destaca necessidade de mais pesquisadores na amazônia ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Mesa-redonda destaca necessidade de mais pesquisadores na amazônia Com o tema Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos, a segunda mesa-redonda do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 despertou o interesse de pesquisadores para questões transversais da educação para o desenvolvimento social, econômico e cultural da região amazônica. O debate foi realizado na quinta-feira (29), em Manaus. Segundo a professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Arminda Mourão, quando se pensa na formação de pesquisadores na Amazônia é necessário fugir de algumas tendências mundiais que não atendem aos anseios regionais. Para tanto, o primeiro passo é entender a região para que se financie ciência e tecnologia de forma diferenciada, pautada na revisão dos processos educacionais, como forma de transformação social. O governo brasileiro deve otimizar o financiamento da ciência nas universidades brasileiras, para que se tenha maior atenção para a questão da inovação, principalmente investimentos na área de recursos humanos. Se não tivermos a fixação de doutores, mestres e especialistas aqui, não haverá inovação, comprometendo o desenvolvimento da região, ressaltou Arminda, que é doutora em educação.


A pesquisadora ressaltou que essa preocupação deve estar conciliada a um conjunto de investimentos que faça com que a região cresça. Ela citou também a formação de pesquisadores e professores pesquisadores no sistema de ensino, respeitando a diversidade e o conhecimento dos povos tradicionais, para que se possa construir ciência e tecnologia. Diversidade A doutora em antropologia e linguística e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) Ana Carla Bruno também defendeu a necessidade de entender a diversidade da região. A seu ver, há muita discussão sobre a riqueza da flora e da fauna e pouca sobre a cultural. O pesquisador, o cientista ou o professor devem atentar sobre a diversidade cultural e estar preparados para lidar com esse universo riquíssimo que ocorre na Amazônia, observando a relação desses grupos sociais junto à natureza e à cultura. O grande problema da ciência, fazendo referência a essa questão, é a separação desses dois elementos, completou. http://www.melhorcelular.org/2012/12/02/mesa-redonda-destaca-necessidade-de-maispesquisadores-na-amazonia/


Veículo: SECTI

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Assunto: Programa ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Programa Plano Plurianual O Plano Plurianual (PPA) é um instrumento legal obrigatório, atrelado a um sistema de planejamento público de ações. É no PPA que o Governo do Estado estabelece os objetivos e metas da Administração Pública para um período de quatro anos, podendo ser revisado anualmente. Programas, ações e metas a serem seguidos para as diretrizes específicas, incluindo a definição da proposta orçamentária e delimitação nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação (CT&I) e educação superior, estão definidos no PPA referente ao período de 2012 a 2015. Confira o PPA de períodos anteriores aqui. Em consonância com os objetivos do governo estadual de promover o crescimento econômico sustentável, com geração de emprego e renda, o plano de gestão da SECTI-AM é orientado para a criação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento do sistema estadual de CT&I e ao planejamento, implantação, avaliação e controle dos programas e ações nesta área. As ações estabelecidas priorizam a continuidade do processo de ampliação e aperfeiçoamento das


ações em CT&I, tornando-as políticas de Estado, por meio: ● Da melhoria na distribuição geográfica da ciência; ● Da Ciência, Tecnologia e Inovação como efetivos componentes de sustentabilidade, com atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas e incorporação de avanços nas políticas públicas; ● Da intensificação das ações, divulgações e iniciativas de CT&I para o grande público; ● Da melhoria do ensino de ciência nas escolas e fomento aos estudantes para as carreiras científicas. A SECTI-AM também é responsável pelo acompanhamento dos programas no âmbito do sistema público estadual de CT&I, executados pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), são eles: ● Fomento e apoio às iniciativas de pesquisas científicas, tecnológicas e inovação no estado do Amazonas; ● Educação Profissional e Tecnológica; ● Educação Superior. Com este plano, espera-se uma conectividade eficiente com todos os atores e setores da sociedade e com as demais políticas públicas do Estado. São constituintes deste plano de gestão o programa Política e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação no Amazonas, cujas ações serão descritas a seguir. Programas e Ações Programa: Política e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação no Amazonas Ações: 1. 2. 3. 4.

Desenvolvimento e aperfeiçoamento da Política Pública de CT&I; Estímulo e apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento em setores estratégicos; Difusão e Popularização do Conhecimento Científico e da Inovação Tecnológica; Inclusão Social, Científica e Digital e Formação de Recursos Humanos.

Detalhamento das Ações Ação 1: Desenvolvimento e aperfeiçoamento da Política Pública de CT&I Esta ação tem por finalidade promover a política de CT&I no Amazonas e ampliar a participação do Estado nas rodadas de decisões nas esferas regional e nacional, fortalecendo a articulação interinstitucional na construção de cenários de investimento para o setor. A SECTI-AM vem articulando, junto ao Sistema Estadual de CT&I, a criação de espaços locais de discussão e debate para aprimorar a política de CT&I em curso no Amazonas. Neste sentido, destacam-se a criação e a implementação das seguintes estratégias: fortalecimento dos Fóruns Estaduais e Regionais do setor; ampliação da articulação interinstitucional e melhoramento do planejamento estratégico e da otimização de recursos investidos em CT&I; identificação dos possíveis cenários de investimento no setor, com vistas ao desenvolvimento científico do Estado; e ampliação da participação institucional da SECTI-AM nas tomadas de decisões nacionais, permitindo a desconcentração dos investimentos em CT&I. http://www.secti.am.gov.br/nos-somos/programas-e-acoes/programa-1/


Veículo: SECTI

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Assunto: Amazonas caminha para impulsionar cadeia produtiva de energias renováveis ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Amazonas caminha para impulsionar cadeia produtiva de energias renováveis O Governo do Amazonas investe para abrir novas oportunidades de geração de emprego e renda para o Estado, direcionando esforços para o setor de energia renovável e eficiência energética, tendo em vista o potencial da região para esse segmento. Nos dias 27 e 28 de novembro, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), por meio do Centro Estadual de Mudanças Climáticas (Ceclima) e em parceria com a Eletrobras Amazonas Energia, realizou o "Amazonas Greenergy - Simpósio Internacional de Energia Sustentável". O evento contou com a participação de representantes de empresas nacionais e internacionais, para a troca de experiências que culminará na elaboração de um Plano de Atração de Empresas do Setor de Energias Renováveis para o Estado, com definição de regras, incentivos fiscais e investimentos. Dentre os convidados estiveram: Marcelo Araujo - Presidente da Abengoa (Espanha); João Carro Aderaldo - Vice-Presidente da Schneider Eletric (França); Cláudio Loureiro - Diretor da Canadian Solar (Canadá); Sergio Beninca - Presidente da Kyocera Corporation (Japão); Marcelo Pinho Gerente de Negócios da Dresser-Rand Guascor (EUA e Espanha); Carlos Delpupo - Gerente de Negócio da Helios Strategia (Israel); Mauro Passos - Diretor do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Instituto IDEAL) e Câmara de Comércio BrasilAlemanha, além de setores acadêmicos. "Seguimos a diretriz do governador Omar Aziz, que vê nessa área uma grande oportunidade. Esse evento visou articular uma política industrial para fomentar a cadeia produtiva de energias renováveis no Brasil, desenvolvendo o mercado de equipamentos e serviços, incluindo a atração de


investidores internacionais e favorecimento da transferência de tecnologia", explica Nádia Ferreira, titular da SDS. O Simpósio conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas (Seplan). O público alvo foram organizações governamentais, empresas privadas, instituições de ensino e pesquisa, representantes da sociedade civil, setor empresarial e populações tradicionais. Energia solar fotovoltaica - O coordenador de energia da SDS, Anderson Bittencourt, explica que serão reunidos especialistas para compartilhar experiências da área. "Teremos uma oportunidade de discutir com as maiores empresas do mundo nesse setor sobre o desenvolvimento de uma economia em escala para a energia solar fotovoltaica, bem como posicionar o país e o Estado nessa direção tendo em vista as últimas normas legais publicadas pelo governo federal que visam a expansão da geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, em especial energia solar", explica Bittencourt. "O Governo do Amazonas está apostando firme na estruturação de uma matriz de energia limpa como alternativa para atender as demandas crescentes dos setores produtivos e da população. Para isso, estamos trabalhando no projeto de implantação de uma usina solar, a partir da tecnologia fotovoltaica, que tem atraído o interesse de grandes grupos privados, e que deve descrever um novo marco no processo de integração e desenvolvimento econômico do Estado", ressalta Airton Claudino, titular da Seplan. Para a diretora-presidente da Fapeam, Maria Olívia Simão, é importante trazer a temática para o debate no Estado. Segundo ela, a Amazônia tem sido o espaço geográfico brasileiro de produção de energia, mas que ainda enfrenta problemas na sua própria matriz energética. "A energia sustentável tem muito a ver com que precisamos fazer para a região. Temos comunidades isoladas, situações específicas que não serão solucionadas pelos modelos de distribuição de energia de alto impacto, como no modelo clássico. Por isso, temos que criar alternativas para a energia de qualidade capaz de propiciar um desenvolvimento econômico e bem-estar para as comunidades isoladas, que são extremamente importantes para a manutenção desse ecossistema", destacou a diretora. Eletrobras Amazonas Energia – Ciente de sua importância, a Eletrobras Amazonas Energia firmou parceria com o Governo do Amazonas para a realização do evento. Nos últimos anos, a empresa vem executando projetos voltados para a questão do desenvolvimento sustentável na região, como, por exemplo, a geração de energia elétrica a partir da luz solar (fotovoltaica) em comunidades isoladas do Estado. Além disso, os investimentos na conversão de termelétricas para a utilização do gás natural e redução do uso de óleo combustível, demonstram o cuidado na tomada de decisões ambientalmente responsáveis. "Para a Eletrobras Amazonas Energia o evento (Simpósio) coincide com os principais objetivos da empresa que é a promoção da mudança na matriz energética e a melhoria da qualidade de vida das pessoas por meio de usinas a gás e agora, com a grande possibilidade de investimentos no aproveitamento da energia solar como é o caso das miniusinas fotovoltaicas", destaca o diretor de Geração, Transmissão e Operação para a Capital, Tarcísio Estefano Rosa. As ações da companhia também estão focadas na aquisição de novas tecnologias como o pioneirismo do 'Projeto Parintins', que hoje, se encontra em desenvolvimento no município de mesmo nome, no interior do Amazonas. Com o uso das chamadas 'redes inteligentes' (smart grids), o Projeto prevê a automação da rede de distribuição com a aplicação de religadores e medidores 'inteligentes' capazes de reduzir o tempo de interrupções não programas e outros defeitos no sistema. http://www.sds.am.gov.br/2011-09-27-04-55-44/noticias/slide-show/309-amazonas-caminha-paraimpulsionar-cadeia-produtiva-de-energias-renovaveis


Veículo: SECTI

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Data: 03/12/2012

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Inovação na Amazônia depende da fixação de pesquisadores Com o tema ‘Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos’, a mesaredonda 2, do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 despertou, na tarde da última quinta-feira, 29/11, o interesse de pesquisadores para questões transversais da educação para o desenvolvimento social, econômico e cultural da região amazônica. Segundo a professora e doutora em Educação, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Arminda Mourão, quando se pensa na formação de pesquisadores na Amazônia é necessário fugir de algumas tendências mundiais que não atendem aos anseios da região. Para tanto, o primeiro passo é entender a região para que se financie ciência e tecnologia de forma diferenciada, pautada na revisão dos processos educacionais, como forma de transformação social. “O governo brasileiro deve otimizar o financiamento da ciência nas universidade brasileiras, para que se tenha maior atenção para a questão da inovação, principalmente, investimentos na área de recursos humanos, porque se não tivermos a fixação de doutores, mestres e especialistas aqui, não haverá inovação, comprometendo o desenvolvimento da região”, ressaltou Mourão. A pesquisadora salienta que deve haver essa preocupação na fixação de recursos humanos qualificados na região, que deve estar conciliada a um conjunto de investimentos, que faça com que


a região cresça. Ela acrescenta também a formação de pesquisadores e do professor pesquisador no sistema de ensino, respeitando a diversidade e o conhecimento dos povos tradicionais, para que se possa construir ciência e tecnologia, consideradas um grande desafio para uma Amazônia continental. DIVERSIDADE Para a doutora em Antropologia e Linguística e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Ana Carla Bruno, a mesa-redonda propiciou uma discussão ampla sobre a temática proposta. Carla Bruno acredita que ao discutir Educação, Ciência e Inovação na Amazônia, primeiramente, é necessário entender a diversidade da região. Há muita discussão sobre a diversidade da Flora e Fauna, entretanto, não se pensa na diversidade cultural. Segundo ela, existem grupos sociais isolados na Amazônia e os aculturados, os quais mantêm a língua e a cultura preservados, entretanto ambos têm sede de aprender e ensinar. “Nesse sentido, o pesquisador, o cientista ou o professor devem atentar sobre a diversidade cultural e estar preparado para lidar com esse universo riquíssimo que ocorre na Amazônia, observando a relação desses grupos sociais junto à natureza e à cultura. O grande problema da ciência, fazendo referência a essa questão, é a separação desses dois elementos”, completou a pesquisadora. Outro foco abordado na discussão foi a aproximação da academia junto às empresas, principalmente, as do Polo Industrial de Manaus (PIM). Segundo o representante da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Niomar Pimenta, vivemos em sociedade pressupondo que o desenvolvimento econômico está sustentado no conhecimento proveniente da academia, em que essa tem base no desenvolvimento tecnológico, alavancando a competitividade no mundo global”, afirmou. Pimenta finalizou dizendo que “o que se defende na região, a partir da ciência como o uso da biodiversidade amazônica, seja também um instrumento de produção de riqueza econômica por meio das empresas que usem produtos desenvolvidos a partir das inovações tecnológicas”, disse. http://www.secti.am.gov.br/2012/11/fmc-inovacao-na-amazonia-depende-da-fixacao-de-doutoresmestres-e-especialistas/


Veículo: JORNAL DA CIENCIA

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Data: 03/12/2012

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Cientistas defendem educação básica de qualidade no 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência

A defesa da qualificação da educação básica foi a tônica das exposições do segundo dia do 3º. Encontro Preparatório para o Fórum Mundial da Ciência, que acontece em Manaus, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). O assunto foi tratado unanimemente como questão inicial para que se pense na qualidade dos futuros doutores do Brasil e a integração das populações tradicionais. Nessa linha, no dia anterior, durante a abertura do evento, o professor Adalberto Ramón Vieyra, da Academia Brasileira de Ciências, já havia destacado a importância da valorização de uma educação básica de melhor qualidade no País e a integração de populações indígenas para que as decisões sejam tomadas em diálogos com esse grupo social.

A palestra que abriu o segundo dia da programação do evento teve como tema “Trópico úmido: singularidades, potencialidades, demandas para seu desenvolvimento e o papel da ciência”, com a participação de Philip Fearnside, Maria Teresa Fernandez Piedade, ambos do


Inpa, e Sylvio Mario Puga Ferreira, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). O tema serviu como pano de fundo para as mesas redondas que aconteceram ao longo do dia. As exposições trataram dos aspectos relevantes do Trópico Úmido, com foco na Amazônia, identificando o que pode ser considerado fundamental para os interesses humanos, os indicadores socioeconômicos para mostrar o estágio de desenvolvimento de seus habitantes e o papel que a ciência pode ter para ampliar as expectativas por um desenvolvimento com sustentabilidade.

O professor Philip Fearnside destacou que, em geral, as demandas de pesquisa na Amazônia são no sentido de maior produção e, portanto, maior lucro, mas que as pesquisas precisam priorizar e seguir as necessidades da sociedade. “Nem sempre a resposta em pesquisa é para o aumento da produção; eu mesmo já pesquisei e a resposta não foi essa, ou seja, às vezes, chegamos a conclusões que não são bem-vindas”, explicou. “A questão da sustentabilidade da pesquisa na região amazônica também precisa ser levada em conta, além do que as pesquisas não são feitas para atender a demandas; a parte criativa do pesquisador não funciona assim.”

Outro ponto tratado pelo pesquisador foi o da antipesquisa. O aumento da crença da população de que a ciência é uma grande fraude está aumentando, segundo Fearnside, especialmente antes da realização da Conferência Rio+20. Esse problema tem sido ampliado pela grande imprensa no Brasil, que tem aberto amplo espaço para céticos se pronunciarem, sem dar oportunidade para que cientistas contrários a essa ideia tratem do assunto. “Nem todos os pesquisadores estão debatendo com os céticos e acho um erro não responder a isso para não polemizar”, diz Fearnside. “Se as pessoas não acreditam nas mudanças climáticas, não fazem nada para mudar e não temos muito tempo para esperar.” Ele reforça que é fundamental estar ativo nesse debate e em todas as discussões acerca do tema.

A pesquisadora Maria Teresa Fernandez Piedade tratou das áreas amazônicas alagáveis, explicando que estas são ambientes nos quais a água predomina por tempo suficiente para selecionar comunidades adaptadas específicas. As áreas úmidas existem em todos os biomas no Brasil. “Elas proporcionam estocagem e limpeza da água, regulagem do clima local, manutenção da biodiversidade aquática e terrestre, e subsídios para as populações humanas tradicionais”, explicou a professora.

A construção de hidrelétricas foi apontada por Piedade como uma questão extremamente preocupante porque estas interferem diretamente nessas áreas úmidas, que chegam a 1,5 milhão de quilômetros quadrados na Amazônia. Consequentemente, essa situação interfere na vida de ribeirinhos, por exemplo, que são adaptados a essa dinâmica na região. Segundo os números apresentados, essas construções atingem os cerca de 60% da população rural da Amazônia, formados por aproximadamente 2 milhões de pessoas.

Piedade destacou as atividades de pesca, pecuária e silvicultura nessa região, destacando que “as áreas alagadas amazônicas oferecem diversos serviços ambientais altamente valiosos para o homem”. Ela também chamou a atenção para algumas preocupações recentes, como o conjunto de cheias mais intensas e secas mais extremas registradas nos últimos anos, provocando maior isolamento das populações. A professora lembrou que as ações anteriores às catástrofes são muito importantes e mais baratas que remediar as consequências. “É muito mais caro pagar pelos efeitos das catástrofes do que preveni-las”, disse. “Os conhecimentos científicos e tecnológicos já existentes referentes às áreas alagáveis não estão sendo valorizados”.

Painéis - A mesa redonda “Florestas tropicais, mitigação e adaptação a mudanças climáticas” contou com a participação de Foster Brown, da Universidade Federal do Acre (UFAC), Niro


Higuchi e Philip Fearnside, do Inpa, e Celso Azevedo, da Embrapa Amazonas, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias. As discussões trataram do risco de as grandes áreas de floresta tropical não sobreviverem às mudanças de clima projetadas para cenários sem mitigação do efeito estufa e a importância dos esforços para controlar o desmatamento, como parte de uma estratégia para mitigar a mudança de clima nas próximas décadas. As mudanças de clima ameaçam a biodiversidade dessas florestas, os povos tradicionais e outros que dependem das florestas para seu sustento.

O professor Foster Brown defendeu a necessidade de se saber medir melhor os retrocessos e os impactos sociais na questão das mudanças climáticas. “É importante envolver mais cientistas sociais”, disse. ”Precisamos discutir como fazer mais com menos, como fazer o bonito barato, porque o desenvolvimento negativo não vai ajudar. Temos que medir e desenvolver soluções para o desenvolvimento negativo.”

Para Niro Higuchi, a adaptação das florestas às mudanças climáticas depende da frequência e da intensidade em que ocorrem os eventos. “El Niño, por exemplo, causou todo tipo de estrago na Amazônia e a adaptação dela vai depender da frequência desse tipo de evento.”

Brown compartilhou a opinião de Higuchi, lembrando que no Acre, em 2005, um grande número de florestas pegou fogo, sendo que não foi a pior seca da história (que, segundo ele, aconteceu em 1925). “Podemos ter um desastre na Amazônia de grandes proporções”, alertou. “Precisamos pensar em como reduzir o fogo, combinando ciências naturais e sociais.”

Educação e cultura- Sob o tema “Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos”, última mesa-redonda do dia foi integrada por Ana Carla Bruno, do Inpa, Arminda Mourão, da Universidade Federal do Amazonas, Nilza Pereira Araújo, da Universidade Federal de Roraima, e Niomar Pimenta, da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica. Os expositores identificaram aspectos relevantes para que o sistema educacional propicie formação para crianças, jovens e adultos comprometida com as demandas do universo científico, no contexto das sociedades localizadas no Trópico Úmido.

A pesquisadora do Inpa, Ana Carla Bruno, iniciou sua fala atentando para a diversidade étnica, linguística e social “ignorada na região”. Segundo ela, o estado do Amazonas tem 64 etnias indígenas, com 29 línguas ainda sendo faladas. A professora chamou a atenção para o fato da busca por ensino de qualidade por parte dessa população. “Eles querem entender, por exemplo, como os cientistas do Inpa categorizam os peixes, como é o fazer científico do Instituto”, informa. “Esses grupos não estão mais em redomas, mas eles leem o que escrevemos sobre eles e querem refletir e colaborar com o que escrevemos sobre eles.” Ela destacou que é preciso estar atento para lidar com as diversidades a região e que os cursos de graduação e pós-graduação precisam estar preparados para lidar com esses alunos e suas diferenças.

Ana Carla Bruno também tratou do papel da mídia na percepção que a população tem da ciência. “O papel do jornalismo científico é fundamental, mas a mídia ainda confunde e desinforma a população”, avalia. “No caso das terras indígenas, o agronegócio forte ainda é o que pauta e manipula a mídia. Nos últimos anos, os antropólogos brasileiros estão sendo atacados por essa bancada ruralista, que diz que a ciência antropológica é medieval, e isso pode ser exemplificado no caso dos índios guarani-caiová, do Mato Grosso do Sul.” Para a professora, é importante agir na educação básica e na interdisciplinaridade para diminuir o preconceito que existe com as questões indígenas. “Se não formos interdisciplinares, não


teremos condições de nos atentar para esses problemas e essas realidades.”

A professora Arminda Mourão destacou em sua fala que os institutos de pesquisa precisam se preocupar com a qualidade da educação básica. “O Brasil precisa repensar o sistema educacional, a organização do trabalho dentro das escolas e das universidades, levando em conta as mudanças na sociedade”, declarou. “Estamos formando professores que não querem ser professores, e o que leva a isso é o tripé salário-carreira-formação.” Ela também defendeu a integração das diferentes áreas do conhecimento e a conservação dos saberes tradicionais. “É preciso mudar a nossa mentalidade para mudar as práticas.”

Ciência sem Fronteiras - Depois de participar de um dos painéis, o professor Niro Higuchi, que fez parte da equipe do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, na sigla em inglês), que recebeu em 2007 o Prêmio Nobel da Paz, conversou com o Jornal da Ciência e destacou a importância do programa Ciência sem Fronteiras para a região amazônica. “É um programa fantástico e que permite a integração com cientistas de outras regiões. O problema do qual estamos falando hoje é um problema de todos, não tem o mais ou menos responsável. Todos são responsáveis, o que talvez diferencie um pouco é o grau de responsabilidade. Na hora em que acontecer alguma coisa catastrófica, vai ser para todo mundo e não para o mais ou menos desenvolvido.”

Para Higuchi, procurar culpados nesse momento é muito complicado e o programa Ciência sem Fronteiras dará oportunidade para que pesquisadores de fora tenham uma melhor noção do que é a região amazônica e sua diversidade, bem como contribuam nas questões mais complexas. “Acho que todo mundo tem que fazer um esforço e o programa Ciência sem Fronteiras permite isso, que cidadãos de fora deste País – e até mesmo brasileiros – venham, porque também é interessante colocar brasileiros de outras regiões para entender um pouco mais essas florestas aqui e qual o papel delas nas mudanças climáticas”, avalia. “No caso desses dois eventos (a tempestade de 2005 e o El Niño de 2009), eu acho que a Amazônia foi vítima de um processo global de emissões de gás de efeito estufa e isso tem que ser avaliado num todo.”

O professor comentou que a vinda de cientistas de fora vai permitir mais estudos e reflexões sobre o assunto. “A região está absolutamente aberta para o Ciência sem Fronteiras, nós somos muito poucos e esse é um grande problema nosso: precisamos de muita gente, não são 10, 20, 50 pessoas; precisamos de milhares de pessoas, e que todos sejam bem-vindos.”

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85186


Veículo: JORNAL DA CIENCIA Assunto:

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Projeto dos royalties 'mata' a ciência, alerta SBPC

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Data: 03/12/2012

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Projeto dos royalties 'mata' a ciência, alerta SBPC Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader faz um diagnóstico catastrófico para o setor caso o projeto dos royalties aprovado pela Câmara seja mantido: "A ciência brasileira vai morrer", disse, ao alertar sobre a necessidade do veto de Dilma Rousseff. Nader lembra que algo em torno de 45% dos recursos que garantem o financiamento da ciência no País são originários do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), o mesmo que mantém o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A nova distribuição não prejudica apenas os municípios e estados produtores: decreta também a extinção do Fundo Setorial de Petróleo e Gás (CT - Petro), alimentado pelos royalties do petróleo.

Helena Nader reclama que, no debate focado entre produtores e não-produtores, a área de ciência e tecnologia foi esquecida. "O pré-sal é uma oportunidade única para uma aposta no


futuro, carimbando recursos para educação, ciência, tecnologia e inovação", afirma a presidente da SBPC.

A SBPC e outras sete entidades do setor encaminharam uma moção ao Palácio do Planalto pedindo que Dilma Rousseff vete total ou parcialmente o projeto. A presidente tem até hoje (30) para tomar uma decisão.

Mercadante - A relação entre a comunidade científica e o ministro da Educação, Aluizio Mercadante, azedou. O problema é a mudança de discurso do ministro em relação ao destino dos royalties do petróleo no pré-sal, ainda sob impasse no imbróglio político do veta não veta. Quando era titular do Ministério da Ciência e da Tecnologia, ele defendia que o dinheiro fosse destinado também ao desenvolvimento do setor. No MEC, passou a adotar a linha dos 100% na educação.

As entidades que representam o segmento acharam a postura incoerente e defendem que 50% dos royalties sejam divididos entre os dois segmentos, já que um está umbilicalmente ligado ao outro. (Portal IG)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85185


Veículo: JORNAL DA CIENCIA Assunto:SBPC

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voltará a integrar o Conselho Nacional de Saúde

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Data: 03/12/2012

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SBPC voltará a integrar o Conselho Nacional de Saúde A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) foi eleita na última terça-feira (27) para ocupar uma vaga no Conselho Nacional de Saúde. A comunidade científica era representada por quatro sociedades: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (CEBES), Sociedade Brasileira de Bioética (SBB) e Associação Brasileira Rede Unida. A vaga que a SBPC ocupa na qualidade de titular conta com a Abrasco e a SBB como 1º e 2º suplentes, respectivamente. Ao todo são 48 representações no CNS.

O CNS é composto por representantes de usuários, prestadores de serviço em saúde e profissionais de saúde e comunidade científica, além de gestores indicados pela administração. Com isso, o Conselho garante a presença de 50% de entidades e movimentos representativos de usuários; 25% representando os trabalhadores da área de saúde e 25% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos.


A volta da SBPC ao CNS tem por objetivo participar das discussões e deliberações ligadas tanto ao Sistema Único de Saúde (SUS), como reforçado pela presidente da Comissão Eleitoral, Kátia Souto, como das relacionadas com a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), que tem como principal atribuição o exame dos aspectos éticos das pesquisas que envolvem seres humanos.

CNS - O Conselho Nacional de Saúde instância máxima de deliberação do SUS, de caráter permanente e deliberativo, tem como missão a deliberação, fiscalização, acompanhamento e monitoramento das políticas públicas de saúde. É um órgão vinculado ao Ministério da Saúde composto por representantes de entidades e movimentos representativos de usuários, entidades representativas de trabalhadores da área da saúde, governo e prestadores de serviços de saúde.

É competência do Conselho, dentre outras, aprovar o orçamento da saúde assim como, acompanhar a sua execução orçamentária. Também cabe ao pleno do CNS a responsabilidade de aprovar a cada quatro anos o Plano Nacional de Saúde.

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Veículo: G1.COM

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Assunto:Especialista garante que tratamento para Aids está mais eficiente no AM ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Especialista garante que tratamento para Aids está mais eficiente no AM O tratamento da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS ou HIV) está ficando cada vez mais eficiente e potente, segundo a médica Silvana Lima, coordenadora estadual de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), AIDS e hepatites virais do Amazonas. De acordo com a especialista, não existe carência de remédios no Estado e, futuramente, os danos poderão ser tratados com apenas um comprimido. Segundo a médica, há 30 anos, uma pessoa infectada precisava tomar, em média, 12 remédios diferentes por dia, que não controlavam os efeitos da doença com muita eficiência e tinham uma série de efeitos colaterais. Este ano, de acordo com ela, já é possível tratar um paciente com apenas três comprimidos diários, tendo mais qualidade no tratamento, maior potência e menos efeitos colaterais. “Hoje em dia um paciente só morre de AIDS se quiser. O esquema de medicamento consegue


controlar e reduzir ao máximo a multiplicação do vírus no organismo, melhorando a imunidade e o paciente passa a viver mais e viver melhor”, afirmou. A coordenadora disse ainda que existem mais de 20 tipos de remédios que podem ser usados no tratamento para o vírus, como Zidovudina (AZT), Didanosina (DDI) e Lamividina (3TC), todos eles são encontrados no estado e são fornecidos diretamente pelo Ministério da Saúde. "A distribuição no Brasil inteiro é igual, é muito difícil ter carência desse tipo de medicação", afirmou. De acordo com a especialista, atualmente, cinco mil pessoas fazem o tratamento da doença no Amazonas. “A maior concentração dos casos está nas pessoas com idades entre 20 e 45 anos. Não existe um tratamento específico, existem esquemas de remédios próprios para cada caso. Cada paciente é um tratamento”, explicou. Futuro Em entrevista ao G1, a médica informou que um novo remédio foi aprovado nos Estados Unidos este ano, a Stribild, da empresa Gilead Sciences. A pílula reúne quatro remédios capazes de combater o vírus da AIDS. “Acredito que em dois anos esse remédio poderá ser comercializado no Brasil e vai deixar bem mais cômodo o tratamento contra a doença”, finalizou.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/12/especialista-garante-que-tratamento-para-aidsesta-mais-eficiente-no-am.html


Veículo: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto:Aulas

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mais instigantes para disseminar a astronomia no Brasil

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Data: 03/12/2012

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Aulas mais instigantes para disseminar a astronomia no Brasil Dia da Astronomia no Brasil é comemorado em 2 de dezembro. A astronomia é uma das áreas do conhecimento que mais intrigam as pessoas. Desde 2 mil a.C, civilizações antigas - como chineses, gregos, egípcios e muçulmanos - tentavam entender fenômenos através de observações dos astros a olho nu e por meio de instrumentos rudimentares. No Brasil, o grande incentivador da ciência astronômica foi D. Pedro II. Por esse motivo, a Sociedade Brasileira dos Amigos da Astronomia (SBAA), fundada em 1947, decidiu instituir o Dia da Astronomia no Brasil em 2 de dezembro - data de nascimento do imperador dando o título ao ex-monarca de patrono da Astronomia Brasileira.

E para ajudar a disseminar esse conhecimento entre os jovens, diversos professores no País têm trabalhado duro. No Rio de Janeiro, por exemplo, funciona a sede da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Além da olimpíada, que reúne, todo ano, quase 800 mil


estudantes de escolas públicas e particulares, a OBA ainda realiza a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), as Jornadas de Foguete e Espacial e os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs).

À frente do projeto, o astrônomo e professor de Física e de astronomia João Batista Garcia Canalle diz que a proposta da OBA é realizar "capacitações de professores dos ensinos fundamental e médio". Canalle ressalta que o objetivo da olimpíada é fomentar o interesse pela Astronomia e ciências afins, promovendo a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa.

"Nossa principal meta é fornecer dados corretos e atualizados aos alunos e professores. Distribuímos e ensinamos a fazer lunetas e planisférios celestes rotativos de baixo custo. Promovemos observações astronômicas, mostramos como se montam protótipos de foguetes e fazemos maquetes dos volumes dos planetas", informa.

Do Oiapoque ao Chuí, cada vez mais professores se juntam à causa. Por meio da OBA, eles se atualizam com as novas metodologias e atividades práticas para fomentar a busca do conhecimento em seus alunos. "Queremos mostrar o que se encontra além dos livros didáticos", afirma.

Bom exemplo vem de Iepê, uma cidade do interior de São Paulo com cerca de sete mil habitantes. Para transformar as aulas num verdadeiro palco, a professora do ensino médio, Maria Salete, montou o Show de Física e o Astro Show. Os experimentos dos "Shows" são relacionados ao atrito, ventosa plana, plataforma giratória, nitrogênio líquido, plasma, forças resultantes, temperatura e pressão e composição do ar.

De forma teatral, mas num tom descontraído e com doses de suspense e curiosidade, os alunos brincam de maneira lúdica com os elementos da física, misturando o "inesperado" com o "mágico". "No palco, por exemplo, são utilizados balões coloridos e pacotes de salgadinhos, além de nitrogênio líquido e acessórios construídos pelos próprios alunos", explica.

"Qualquer pessoa que tenha formação básica sólida e abrangente pode entender muitos dos fenômenos do cotidiano e relacioná-los com princípios e leis da Ciência. E o nosso objetivo é mostrar tudo isso de uma forma divertida e deixar claro que o conhecimento científico não é um processo inacessível", diz Salete.

Outro trabalho que tem dado muito certo é do professor Josiel Silva, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM) de Presidente Figueiredo (AM). Com o objetivo de estimular os estudantes, ele criou o Projeto de Iniciação Cientifica Junior (Pibic- Jr). Consiste em eleger um aluno bolsista para ser o grande incentivador dos colegas para participação nas atividades voltadas à Astronomia.

"A partir daí, realizamos oficinas didáticas para ensinar a construir relógios de sol e reunimos as turmas para observações astronômicas. Além disso, esse estudante distribui nas salas pequenos panfletos com informações atuais sobre eventos astronômicos, como, por exemplo, a conjunção de alguns planetas", explica.

Segundo Silva, ainda são ministradas aulas específicas sobre temas astronômicos, além de realizar atividades propostas pela OBA e pela MOBFOG. "Vimos que diversos alunos ficaram


motivados com essa nova metodologia. Queremos continuar esse trabalho instigando cada vez mais os jovens a buscarem conhecimento".

Outro exemplo vem do Colégio Pedro II, em Realengo, no Rio de Janeiro. O professor André Tato vem incentivando os alunos com cursos de Astronomia Básica, em horários alternativos, com aulas extraclasses. "Isso tudo começou após a participação na OBA em 2005. A olimpíada ainda serviu como um fornecedor de material de estudo", informa. E mesmo não "valendo ponto", Tato diz que a sala está sempre cheia: "só vai quem tem o prazer de aprender. É normal faltar cadeira para todos os alunos interessados".

A atividade vem complementando as aulas convencionais não apenas para Física, mas também para Geografia. Segundo ele, o curso têm ajudado, até mesmo, para a preparação para o Enem.

"Durante as aulas de Mecânica, tenho utilizado a Astronomia como tema motivador e ilustrativo. Quando trabalho os sistemas de referência, por exemplo, em vez de me limitar a um carro ultrapassando o outro, analiso também um planeta ultrapassando o outro, a fim de mostrar o movimento aparente dos astros e suas implicações para o desenvolvimento da ciência. E foi justamente isso que caiu, esse ano, na questão de número 80 (prova rosa) do Enem", exemplifica Tato, que já iniciou um minicurso sobre Relatividade Básica para complementar o de Astronomia com o objetivo de auxiliar os alunos que vão participar da seletiva para as Olimpíadas Internacional e Latino-Americana de Astronomia em 2013.

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85202


Veículo: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto:Tome

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Ciência: O uso de animais para salvar vidas humanas

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Data: 03/12/2012

Programa:

Tome Ciência: O uso de animais para salvar vidas humanas

Programa pode ser visto, a partir do próximo sábado (1º) e ao longo da semana, pela TV e pela internet. Há quem trate seus animais de estimação com tal carinho e dedicação, que mais parece um integrante da família. Houve época em que cada município criava regras para o uso de animais nas pesquisas científicas. Alguns vereadores chegaram a ser eleitos com plataforma de defesa dos animais e impedimento da existência de cobaias. Em 2008, a chamada Lei Arouca criou normas nacionais para utilização de animais em propósitos científicos e didáticos. Cada instituição agora é obrigada a instalar comissões de ética no uso de animais (as CEUAS), que tem como atribuição zelar pelo bem estar animal e também registrar todos os protocolos de pesquisa ou ensino utilizando animais.

Mesmo assim alguns setores ainda criticam a existência de cobaias. Argumentam com o sofrimento dos animais em alguns casos. Especialmente quando o pesquisador precisa saber se determinado experimento causará a morte da cobaia. Em tempo de células tronco e experiências de desenvolvimento celular fora do corpo, a questão ética da utilização animal


volta a ganhar força. O avanço científico pode prescindir do uso de animais?

Participantes - Marcelo Marcos Morales foi formado em medicina, com doutorado em biofísica, e trabalha na (UFRJ). É presidente da Federação Latino Americana de Sociedades de Biofísica e coordenador do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) - criado pela Lei Arouca. Ele mesmo sugeriu este debate para o Conselho Editorial de cientistas do Tome Ciência. Rita Leal Paixão fez mestrados em medicina veterinária e ciência ambiental, além de doutorado em saúde pública. É professora e diretora do Instituto Biomédico da (UFF). Integra a comissão de ética, bioética e bem-estar animal do Conselho Federal de Medicina Veterinária. Norma Vollmer Labarthe é médica e doutora em biologia parasitária e atua como assessora da presidência da Fiocruz. É presidente da Associação Proidéia - Ética, Educação, Saúde e Natureza. Participa do comitê de coordenação do Projeto Nacional de Ações Integradas Público-privadas para Biodiversidade - o Probio II - e é conselheira titular do Concea. Octávio Augusto França Presgrave, mestre em biologia celular e molecular, doutor em vigilância sanitária, é tecnologista sênior da Fiocruz, onde coordena o grupo técnico de cosméticos. Colaborador da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, participa da Câmara Técnica de Cosméticos da Anvisa. Membro da comissão de ética no uso de animais da Fiocruz desde 1999, pesquisa métodos alternativos ao uso de cobaias.

Confira os canais que transmitem o Tome Ciência:

- Na RTV Unicamp, da Universidade Estadual de Campinas (canal 10 da Net Campinas), às 15 horas dos sábados, 21 horas dos domingos, às 15 horas das terças e às 24 horas das quintasfeiras, além da internet (www.rtv.unicamp.br).

- Na TV Alerj, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, às 20 horas dos domingos, com reprises às 20,30 horas das quintas, por satélite (Brasilsat - B4 at 84° W / taxa de símbolos = 3,0 MSps / frequência Banda-C = 3816,0 MHz / FEC = ¾ / frequência banda-L = 1334,0 MHz / polarização = horizontal), pela internet (www.tvalerj.tv) e pelos sistemas a cabo das seguintes cidades do estado: Angra dos Reis (14), Barra Mansa (96), Cabo Frio (96), Campos dos Goytacazes (15), Itaperuna (61), Macaé (15), Niterói (12), Nova Friburgo (97), Petrópolis (95), Resende (96), Rio de Janeiro (12), São Gonçalo (12), Teresópolis (39), Três Rios (96) e Volta Redonda (13).

- Na TV Ales, da Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo (canal 12 da Net), às 17 horas dos sábados e domingos, com reprises durante a programação.

- Na TV Assembleia, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (em Campo Grande pelo canal 9, em Dourados pelo canal 11, em Naviraí pelo canal 44 e internet (www.al.ms.gov.br/tvassembleia), às 20 horas dos sábados, com reprises durante a programação.

- Na TV Assembleia do Piauí, às 12 horas dos sábados e às 20 horas dos domingos, pelo canal aberto (16) em UHF, em Teresina, e nas reprodutoras de 22 municípios do Piauí e um do Maranhão, além do satélite (Free-to-Air FTA em modo aberto - Satélite NSS 10 (Starone C2) ou AMC-12 Banda C - Posição orbital dos 37,5º Oeste [W] - Frequência: 3831 - Polarização: Horizontal SR 2893 e FEC ¾).


- Na TV Câmara Angra dos Reis, da Câmara Municipal de Angra dos Reis (canal 14 da Net e internet), às 19 horas das quartas-feiras, com reprises durante a programação.

- Na TV Câmara, da Câmara Municipal de Bagé (canal 16 da Net) durante a programação e no horário fixo das 20 horas das quintas-feiras.

- Na TV Câmara Caxias do Sul, da Câmara Municipal de Caxias do Sul/RS(canal 16 da Net) e pela internet (www.camaracaxias.rs.gov.br), às 12 horas dos sábados, com reprises às 12 horas dos domingos, 16 horas das segundas, 16 horas das terças, 16 horas das quartas, 16 horas das quintas e 20:15 das sextas-feiras.

- Na TV Câmara de Jahu, da Câmara Municipal de Jaú/SP, transmitida pelo canal 99 da Net, pela internet (www.camarajau.sp.gov.br) e pelo sinal aberto digital 61.4, às 21 horas dos sábados e 14 horas dos domingos.

- Na TV Câmara de Lavras, da Câmara Municipal de Lavras/MG, transmitida pelo canal 15 da Mastercabo, às 18 horas dos sábados e domingos.

- Na TV Câmara Pouso Alegre, da Câmara Municipal de Pouso Alegre/MG, transmitida em sinal aberto de TV Digital (59) e pelo canal 21 da Mastercabo, sempre às 18,30 horas das sextas, com reprises durante a programação.

- Na TV Câmara de São Paulo, da Câmara Municipal de São Paulo (canal 13 da NET, 66 e 07 da TVA), às 13 horas dos domingos e 15 horas das segundas, com reprises durante a programação.

- Na TVE Alfenas, afiliada da Rede Minas, em canal aberto (2) e no cabo (8) em Alfenas e por UHF aberto nas cidades de Areado (54) Campos Gerais (23) e Machado (31), além do site www.tvalfenas.com.br, sempre às quintas, a partir das 17 horas.

- Na TV Feevale, da Universidade Feevale de Novo Hamburgo/RS (canal 15 da Net), às 9 horas das terças e quintas-feiras, com reprises durante a programação.

- Na TV UFAM, da Universidade Federal do Amazonas (canal 7 e 27 da Net), com estreia semanal às 16 horas dos sábados e reprises durante a programação.

- Na TV UFG, da Universidade Federal de Goiás, transmitida em canal aberto (14), aos sábados, às 15 horas.

- Na TV UFPR, da Universidade Federal do Paraná, pelos canais 15 da Net e 71 da TVA, às 17 horas dos sábados. Os programas ficam à disposição (on demand) em www.tv.ufpr.br.

- Na TV Unifev, do Centro Universitário de Votuporanga/SP, transmitida em canal aberto (55) UHF para mais 25 municípios da região, nos fins de semana, com estréias aos sábados, às 18 horas, e reprises às 12 horas dos domingos.


- Na TV Unifor, da Universidade de Fortaleza, transmitida pelo canal 4 da Net, nos dias ímpares dos meses ímpares e dias pares dos meses pares, sempre nos horários de 10.30, 15,30 e 22.30 horas.

- Na TV Univap, da Universidade do Vale do Paraíba, com duas exibições diárias em horários rotativos, sempre nos canais a cabo 14 das cidades de São José dos Campos, Jacareí e Taubaté.

Na UNOWEBTV, da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (SC) UNOCHAPECÓ, mantida pela Fundação Universitária do Desenvolvimento do Oeste FUNDESTE, transmitida pelo canal 15 da Net local e pela internet (www.unochapeco.edu.br/unowebtv), com estreia às 21 horas dos sábados e reapresentações às terças e quintas-feiras às 21 horas.

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Veículo: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto:

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Encontro discute presença da mulher na área de ciência e tecnologia

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Data: 03/12/2012

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Encontro discute presença da mulher na área de ciência e tecnologia A presença tímida das mulheres na área de ciência e tecnologia, sobretudo em áreas estratégicas para o desenvolvimento do País, é consequência do preconceito. A afirmação foi consenso entre os palestrantes do Encontro Nacional: Mulher, Ciência e Tecnologia, promovido nesta quinta-feira (29) pela Petrobras, no Rio de Janeiro. O reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ricardo Vieira Alves de Castro, apontou que embora as mulheres sejam maioria nas universidades e na área de humanas, a área da ciência e tecnologia é dominada por homens. "Parece que homens acham que [a área de] humanas é para mulheres e que as mulheres acham que a tecnológica é coisa para homem. Esses cortes não devem ser de gênero, mas de vocação e interesse pessoal. A mulher deve ter o direito de optar pela área tecnológica e o homem pela área de humanas."

Para a presidente da Petrobras, Graça Foster, a baixa presença das mulheres em algumas


áreas de tecnologia da empresa está relacionada a barreiras culturais impostas às mulheres desde a infância. "No momento da escolha da formação, a mulher não deve se limitar pelas restrições da época de criança. A mamãe, a titia e o papai precisam deixar de tolher o ser humano para que ele seja livre para tomar suas decisões. A escolha deve ser legítima. A cultura não pode definir a formação de um profissional, pois ele não será feliz", disse a presidente da petrolífera.

Ainda segundo Foster, a diversidade é um bônus para as empresas por promover ideias, leituras e conceitos mais plurais e um ambiente mais rico. Ela considerou muito lento o aumento de engenheiras mulheres na empresa - de cerca de 8% para 11,6%, em 32 anos. "O crescimento foi de 3,6 pontos percentuais e o número de engenheiros cresceu muito de lá para cá. Além disso, temos apenas 5% de gerentes executivas - que é o alto nível de gestão da companhia", comentou.

Apesar de defender políticas e programas para aumentar o número de mulheres na área tecnológica da companhia, Foster declarou ser contra a política de cotas em empresas. "Acredito que políticas de cotas nas universidades são justas e devidas, mas nas empresas entendo que não deva ser uma prática. Como uma mulher pode ser conselheira de uma empresa sem conhecimento, sem ter presidido uma empresa do grupo, sem ter exercido esse conhecimento?", argumentou.

O reitor da UERJ disse acreditar que, devido à forte demanda por mão de obra qualificada, em dez anos o protagonismo das mulheres brasileiras na produção de ciência e tecnologia terá a expressividade que merece. "Haverá mais mulheres do que homens e essa mudança trará novos desafios para as famílias brasileiras. Não é possível que o trabalho doméstico continue desigual. As tarefas da casa devem ser divididas", ponderou. "Haverá muito conflito, mas a mudança é inevitável, uma vez que homens e mulheres estão igualmente inseridos no mercado de trabalho. Tenho tentado fazer minha parte e já ensinei meu filho a cozinhar", brincou o professor. (Agência Brasil)

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Veículo: AGÊNCIA GESTÃO CT&I

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Assunto: Encontro científico estimula troca de conhecimento entre 450 pesquisadores e estudantes em Goiás ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Encontro científico estimula troca de conhecimento entre 450 pesquisadores e estudantes em Goiás A Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás) encerrou nesta quintafeira (29), em Goiânia (GO), a 2ª Reunião Brasileira de Citogenética, o VII Workshop de Genética e o 3º Congresso de Genética do Centro-Oeste. Cerca de 450 pesquisadores e estudantes de instituições de ensino e pesquisa da região participaram dos encontros organizados pelo Departamento de Biologia da PUC Goiás e pela Sociedade Brasileira de Genética. Os eventos, que começaram na segunda-feira (26), tiveram a finalidade de


promover o intercâmbio entre os professores, pesquisadores e estudantes da área, dando oportunidade a todos de atualizarem seus conhecimentos acadêmicos e científicos. A Universidade Federal de Goiás (UFG), a Universidade Estadual de Goiás (UEG), a Universidade do Estado de Mato Grosso (Uemg) e a Universidade Católica de Brasília (UCB) foram alguns dos parceiros. Na solenidade de encerramento, três geneticistas que se destacaram pela produção científica e também pela preocupação com a regionalização e o desenvolvimento da pesquisa na região Centro-Oeste foram homenageados. A presidente da Fapeg, Maria Zaira Turchi, também recebeu homenagem por contribuir para fortalecer o conhecimento científico no processo de desenvolvimento do Estado. A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da PUC Goiás, Sandra de Faria, frisou o valor do apoio da Fapeg para promover a primeira edição de eventos científicos em Goiás. “Estamos testemunhando um momento inaugural na pesquisa e no fomento da pesquisa em Goiás”, afirmou. http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=3058:encontro-cientifico-estimulatroca-de-conhecimento-entre-450-pesquisadores-e-estudantes-em-goias&catid=1:latest-news


Veículo: AGÊNCIA GESTÃO CT&I

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Assunto:Brasil e Canadá discutem nanotecnologia em workshop ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Brasil e Canadá discutem nanotecnologia em workshop O 1º Workshop Brasil-Canadá em Nanotecnologia, que acontece de 6 a 7 de dezembro, no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), em São Paulo (SP), deve resultar em novas possibilidades de colaboração bilateral. Voltado para academia, governo e indústria dos dois países, o evento também pode trazer oportunidades no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). Nanotecnologia é um dos temas prioritários para os dois governos. Neste ano, os países lançaram um edital para estimular a cooperação científica entre os pesquisadores brasileiros e canadenses. O edital associa a nanotecnologia a tecnologias limpas e energias renováveis, para apoiar projetos sobre painéis


fotovoltaicos e silício, usados na transformarção de luz solar em energia elétrica. O workshop conta com a participação do Instituto para Nanotecnologia de Waterloo (WIN, em inglês), da província de Ontário, no Canadá, e do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), uma das unidades do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Participarão do encontro institutos de pesquisa com vasta experiência em nanotecnologia, como o Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL, sigla em inglês). O evento é organizado pelo Ipen, junto com a CoordenaçãoGeral de Micro e Nanotecnologias da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CGNT) do MCTI. Entre os representantes do MCTI, estão o assessor especial Adalberto Fazzio e o titular da CGNT, Flávio Plentz. Também devem marcar presença no workshop, o diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia do Itamaraty, Benedicto Fonseca Filho, o diretor do LNNano, Fernando Galembeck, e os pesquisadores Angelo Mascarenhas, do norte-americano NREL, e Michael Tim, do canadense WIN. http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=3060:brasil-e-canada-discutemnanotecnologia-em-workshop&catid=1:latest-news


Veículo: G1.COM

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Assunto:Saiba como funciona a telepatia através de chips e da internet ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Saiba como funciona a telepatia através de chips e da internet Imagine um mundo em que é possível comunicar-se com seus amigos do Facebook e realizar outras tarefas online usando somente seus pensamentos, através de um chip implantado no cérebro. A telepatia artificial, ou "teclepatia", nada mais é do que a comunicação mente a mente usando a tecnologia como meio de transmissão, e tem se tornado um tema de crescente interesse, sobretudo agora que o ser humano conta com tecnologias que nos permitem 'ler' o pensamento com maior ou menor precisão. E embora ainda não exista sistema algum de comunicação telepática que funcione, há cientistas que defendem a projeção de que no futuro este tipo de conexão será tão comum como a que realizamos hoje em dia por meio de celulares. Leitura de pensamentos Há apenas algumas semanas, o mundo conheceu a história do canadense Scott Routley, paciente em estado vegetativo que, com a ajuda de um aparelho de ressonância magnética, se comunicou por meio de seus pensamentos após mais de uma década em silêncio. A experiência é mais um exemplo de como sensores e aparelhos de exames nos permitem analizar o fluxo do sangue no cérebro ou detectam os impulsos elétricos de nossos neurônios para determinar padrões vinculados a palavras, ações ou ideias concretas. Atualmente existem duas formas de fazer isso: colocando uma série de sensores na parte externa da cabeça ou abrindo o crânio para implantar um chip no córtex cerebral. Embora seja mais invasivo, o segundo é o que vem dando aos cientistas a possibilidade de obter resultados com maior precisão.


Kevin Warwick, professor de cibernética da Universidade de Reading, na Grã-Bretanha, foi uma das primeiras pessoas a ter um chip implantado em seu cérebro, ainda em 2002. Em 2004 ele conseguiu estabelecer uma conexão telepática com sua mulher, Irina, que esatava usando eletrodos externos. Com os respectivos sensores acionados, os dois sistemas nervosos foram ligados à internet e através deste meio Irina moveu sua mão três vezes e os movimentos foram percebidos por Kevin. "O que fizemos até agora é enviar sinais de sistema nervoso para sistema nervoso; o próximo será de cérebro a cérebro. Já temos agora a tecnologia para fazer isso, e tentar o primeiro experimento, que provavelmente será uma forma rudimentar e telegráfica de comunicação", conta o cientista. A comunicação não seria muito diferente de uma ligação entre duas pessoas, por telefone, diz o pesquisador. Desafios Nem todos os especialistas da área são tão otimistas como Warwick. A telepatia artificial, na verdade, enfrenta uma série de grandes obstáculos. "Uma dificuldade muito grande é conseguir a resolução necessária para identificar o que a pessoa está pensando", diz Javier Mínguez, do Departamento de Robótica da Universidade de Zaragoza, na Espanha, e chefe de tecnologia da empresa BritBrain, dedicada ao desenvolvimento de interfaces humanos-computadores. Os seres humanos utilizam apenas 1.500 palavras para manter uma comunicação razoavelmente avançada e por isso os sistemas do tipo "talvez não abordariam todo o vocabulário humano, mas sim um subconjunto dele, para saber o que a pessoa quer", explica Mínguez. O segundo passo, na visão do cientista, seria como transmitir essa informação entre humanos e introduzi-las no cérebro. Até o momento esta etapa se encontra em um estado muito primitivo, com a transmissão mais de sensações do que de ideias. Em 2011, a revista especializada "Nature" divulgou os resultados de uma equipe liderada pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis, baseado na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, que conseguiu realizar a primeira interação bidirecional entre o cérebro de um primata e um corpo virtual. Os cientistas inseriram eletrodos no córtex cerebral e no sistema nervoso-sensorial de macacos, com os quais os primatas puderam perceber sensações táticas e dinstingyuir texturas em objetos virtuais. Riesgos Superados todos estes desafios, restaria ainda enfrentar todos os dilemas éticos envolvidos em pesquisas com comunicação telepática. Em primeiro lugar, são poucas as pessoas dispostas a terem um chip instalado em seu cérebro. O dispositivo pode gerar problemas de rejeição. Além disso, se os dados forem transmitidos através de um meio como a internet, os pensamentos das pessoas poderiam ser facilmente interceptados. E no pior dos casos, alguém poderia introduzir pensamentos em nosso cérebro. Mas na visão dos especialistas ainda temos muito pela frente antes dessas situações se tornarem realidade. Enquanto isso, pessoas como Scott Routley, que se comunicou mesmo estando em estado vegetativo, podem usufruir das descobertas feitas ao longo do caminho. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/11/saiba-como-funciona-a-telepatia-atraves-dechips-e-da-internet.html


Veículo: JORNAL DO BRASIL

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Assunto:COQUETEL DO DIA SEGUINTE PODE EVITAR INFECÇÃO PELO HIV ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Coquetel do dia seguinte pode evitar infecção pelo HIV Um tratamento disponível em serviços de atendimento especializado e em emergências de hospitais públicos de todo o país pode evitar a infecção pelo HIV em pessoas que passaram por algum tipo de situação de risco – como sexo desprotegido ou rompimento do preservativo. A chamada profilaxia pós-exposição, também conhecida como coquetel do dia seguinte, tem como base uma combinação de três medicamentos antirretrovirais e deve ser iniciada até 72 horas após o evento considerado de risco. O infectologista do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Ronaldo Hallal, lembra que, até 2010, o tratamento era indicado apenas para casos de acidente entre profissionais de saúde (quando há exposição ao vírus), para vítimas de violência sexual e para casais sorodiscordantes (quando apenas um dos parceiros é soropositivo). >> Antirretroviral usado por 20% dos soropositivos terá fabricação nacional Atualmente, o serviço está disponível para toda a população. Segundo Hallal, é preciso passar por uma avaliação de risco, feita por um profissional de saúde, antes de iniciar o uso do coquetel, que deve ser mantido por um período de quatro semanas. Os efeitos colaterais, apesar de fracos, incluem náusea, vômitos, sensação de fraqueza e cansaço. “O papel da profilaxia é tentar evitar que a pessoa se infecte com o HIV. Além disso, ela traz alguns outros ganhos, já que acaba atraindo as pessoas aos serviços de saúde, o que permite trabalhar


também o diagnóstico, o aconselhamento e as estratégias de prevenção, de redução de risco e de vulnerabilidade”, explica. O coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) no Brasil, Pedro Chequer, avalia que o coquetel do dia seguinte é uma estratégia pouco difundida no país. “Falta informação. As pessoas não conhecem”, diz. “E, nesses casos, quanto mais rápido começar o tratamento, melhor. O ideal é que seja em menos de 48 horas”, completa. Chequer alerta, entretanto, que a estratégia não pode se transformar em rotina e que as pessoas não podem abrir mão do preservativo. Trata-se, segundo ele, de uma medida de exceção, uma vez que não há 100% de eficácia no bloqueio ao vírus. “Não é uma vacina”, ressalta. Dados do Unaids apontam aumento de novas infecções por HIV no Brasil entre mulheres jovens e gays jovens, sobretudo com idade entre 15 e 24 anos. Essa faixa etária, de acordo com o coordenador, precisa de uma abordagem de prevenção “continuada, objetiva e sem preconceito”, para que busquem os serviços de saúde quando houver necessidade. “A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) recomenda que a educação sexual seja iniciada a partir dos 5 anos. No Brasil, isso acontece a partir dos 12 anos. Essa onda conservadora e forte preocupa, já que a necessidade é cada vez maior de abordarmos temas como a diversidade sexual”, destaca. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/12/01/coquetel-do-dia-seguinte-podeevitar-infeccao-pelo-hiv/


Veículo: MCTI

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Assunto:Recursos naturais e uso pelas populações são tema de debate ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Recursos naturais e uso pelas populações são tema de debate Ciência para o uso de recursos naturais tropicais”, tema de mesa-redonda do 3º Encontro Preparatório do Fórum Mundial de Ciência, motivou debate entre seus participantes, os pesquisadores Charles Clement e William Magnussum, do Instituto Nacional de Pesquisas Amazônia (Inpa/MCTI), e o geólogo Roberto Dall’Agnoll, do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável (ITVDS-Vale). A atividade foi realizada em Manaus, na quarta-feira (29). Dall’Agnoll destacou o crescimento dos investimentos feitos nos recursos naturais da Amazônia e como isso tem mudado o cenário da economia nacional. “Produtos naturais do passado tinham preços totalmente arbitrários e produtos industriais eram altamente valorizados”, disse. “Hoje em dia está acontecendo o contrário. Devido à extrema competição dos produtos industriais, como o computador, o preço diminui, e o produto natural, ao contrário, está sendo cada vez mais valorizado. Então hoje, existe espaço para uma economia baseada em produtos naturais e essa é uma grande oportunidade para o Brasil.” Para William Magnussum, coordenador do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) para a Amazônia Ocidental, não basta ter como objetivo estudar e aproveitar os recursos naturais. É necessário investimento na educação. “Quando vejo que tem tantas pessoas descobrindo potenciais produtos diariamente fico assustado”, relatou. “Nós temos todos esses produtos potenciais, mas não chegamos a nada. Nosso grande gargalo não é descobrir coisas novas – claro que isso é parte do


processo, mas nosso grande problema é que nós não temos uma produção que chegue no produto final. E nós não treinamos nossos cientistas para trabalharem em equipe e para que o produto que ele tem entre nessa cadeia e no final a sociedade veja o resultado.” Charles Clement, por sua vez, buscou estimular o público a refletir sobre o tema proposto ao debate. “Estamos aqui repetindo isto. Lembrei instantaneamente de Armando Mendes, que foi um grande pensador paraense que estava em Manaus em 2004 para uma reunião da Academia Brasileira de Ciências, chamada ‘Amazônia: um desafio científico e tecnológico’. Em sua primeira fala, Armando afirmou que há 40 anos participava de reuniões como esta e as conclusões são sempre as mesmas”, destacou. Sustentabilidade Clement questionou também a falta da palavra “sustentável”. Para ele, “alguma coisa está sendo perdida quando não se está falando em sustentabilidade”. “Para o uso de recursos naturais, cientistas e tecnologistas sabem o que fazer. O William Magnussum mencionou várias ideias sobre produtos e técnicas. Roberto Dall’Agnoll falou da exploração de minério e outros produtos. Então por que estamos falando disso de novo? Se vamos pensar sobre sustentabilidade podemos começar a pensar em muitas outras perguntas”, disse. O debatedor acrescentou que a ansiedade faz a sociedade e os políticos não escutarem os cientistas, uma vez que eles são “muito bons em levantar hipóteses, mas não podem responder” de forma imediata. Na opinião do diretor do Inpa, Adalberto Val, a reunião preparatória na capital amazonense é necessária e oportuna para que se possa incluir no debate problemas e desafios demandados pelas sociedades de países em desenvolvimento. “Esse fórum é extremamente importante para que possamos definir uma agenda de ciência para o mundo moderno. Estamos numa fase de transição para um novo paradigma mundial, que envolve questões sociais, políticas, saúde, comunicação e fundamentalmente questões ambientais”, afirmou. http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344345/Recursos_naturais_e_uso_pelas_populacoe s_sao_tema_de_debate.html


Veículo:EMBRAPA

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Assunto:Dendê é tema de cooperação técnica entre Brasil e Equador ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Dendê é tema de cooperação técnica entre Brasil e Equador om o objetivo de fortalecer a capacidade científica do Brasil e Equador e consolidar um grupo técnico capacitado, em ambos países, para a produção de matérias primas de fontes alternativas para geração de agroenergia, está sendo realizado o projeto “Desenvolvimento de processos agroprodutivos para biocombustíveis”, executado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). No Brasil, o projeto é fomentado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e no Equador, pela Secretaria Técnica de Cooperação Internacional (Seteci). Como atividade deste projeto, pesquisadores do Instituto Nacional Autónomo de Investigaciones Agropecuárias (Iniap) do Equador, pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental (AM) e da Embrapa Amazônia Oriental (PA), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária estiveram no período de 19 a 30de novembro de 2012, com uma programação de reuniões e visitas técnicas nos estados do Amazonas e Pará, dentro do Workshop de Fortalecimento de Cooperação Técnico-Científica na cultura do dendezeiro entre Brasil e Equador. Os pesquisadores do Iniap (órgão de pesquisa agropecuária no Equador) - Jorge Orellana, Leonardo Quintero e Walter Zembrano , em visita técnica ao Brasil no âmbito desse projeto, tiveram a oportunidade de conhecer as pesquisas com palma de óleo (dendê) desenvolvidas pelas unidades da Embrapa no Amazonas e Pará, além do trabalho de produtores e empresas privadas que atuam na dendeicultura no Pará.


As atividades deste Workshop, no Amazonas, são coordenadas pelo pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Wanderlei Lima, e, no Pará, pelo pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Rui Alberto Gomes Júnior. O pesquisador Wanderlei Lima, destaca que a Embrapa é atualmente a única empresa pública no Brasil com programa de melhoramento genético e produção de sementes de dendezeiro e híbrido interespecífico, enquanto o Equador, por sua vez, é o oitavo maior produtor mundial de palma de óleo e o segundo maior produtor da América Latina (o primeiro é a Colômbia). “Uma equipe da Embrapa foi ao Equador e agora uma equipe do Iniap veio ao Brasil, ambos conhecendo a realidade de cada país, e isso é importante para criar condições de intercâmbio científico, troca de experiências sobre as ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação em cada uma das instituições, e estabelecer fóruns para discutir a dendeicultura na América Latina”, explica Wanderlei. O pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Rui Gomes Júnior, destaca que em relação ao cultivo de palma de óleo, Brasil e Equador são países tropicais que possuem condições de clima e solo propícios a esse cultivo, possuem embasamento técnico forte, mas também enfrentam problemas em relação a essa cultura, que é o caso de distúrbios fisiológicos nas plantas que causam perdas de produção. No caso brasileiro, um exemplo disso é o amarelecimento fatal (AF) e no caso equatoriano é a ‘pudrición de cogollo’ (PC), e ambos problemas estão sendo superados com a adoção de plantios de híbridos interespecíficos, desenvolvidos pelos setores de pesquisa agropecuária dos respectivos países. O pesquisador do Iniap, Jorge Orellana, diretor da Estação Experimental Santo Domingo, disse que uma das expectativas é fortalecer e propiciar atividades de pesquisa e intercambio de materiais genéticos para o desenvolvimento da cultura da palma com foco em biocombustíveis. Orellana informou que, no Equador, o cultivo de dendê (ou palma africana, como é conhecido naquele país) existem aproximadamente 280 mil hectares que estão sendo manejados por mais de 5 mil produtores. Destes, 80% são considerados pequenos e médios produtores, por utilizarem até 100 hectares. Cerca de 15% destas áreas estão localizadas na Amazônia equatoriana, com aproveitamento de áreas que antes foram pastagens. Segundo o pesquisador do Iniap, toda essa economia da palma gera 150 mil empregos diretos e formais, com benefícios sociais e atualmente o setor palmeiro é o que mais contribui em impostos no Equador. O pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Wanderlei Lima, situa a posição do óleo de palma como o óleo mais comercializado no mercado mundial, representando um terço de todos os óleos comercializados no mundo. O pesquisador informa que a demanda mundial por esse óleo aumentou mais que o dobro nos últimos dez anos, para atender diversos segmentos industriais, desde a indústria de higiene, de cosméticos, indústria alimentícia e a indústria química. Dessa forma, o óleo de dendê é uma matéria-prima que está presente em diversos produtos como sabões, detergentes, sabonetes, xampus, margarinas, sorvetes, biscoitos (principalmente como substituto para gorduras trans), assim como também na fabricação de lubrificantes e de biocombustível. Visitas Técnicas possibilitaram intercâmbio de informações A programação do Workshop de Fortalecimento de Cooperação Técnico-Científica na cultura do dendezeiro entre Brasil e Equador começou na Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus-AM), onde a comitiva de pesquisadores equatorianos recebeu informações das principais linhas de pesquisa pelo chefe-geral, Luiz Marcelo Brum Rossi, e visitou o Laboratório de dendê e Agroenergia (produção de sementes), o campo de produção de matrizes para produção de sementes e também os Laboratórios de Cultura de Tecidos, Biologia Molecular, Fitopatologia, Fisiologia Vegetal, Entomologia, Análise de Solos e Plantas, que dão suporte às pesquisas desenvolvidas com a palma de óleo nesta Unidade da Embrapa.


A comitiva também trocou informações com os demais membros da equipe de pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental que trabalha com dendeicultura: Sara Rios, Ricardo Lopes, Raimundo Cunha, Daniela Bittencourt e Maria do Rosário Lobato; e com o gerente do Escritório de Negócios da Amazônia (Ena), Rosildo Costa. Esse escritório da Embrapa Produtos e Mercado é responsável pela comercialização de sementes pré-germinadas de dendê. Em visita ao campo experimental do Rio Urubu, pertencente à Embrapa Amazônia Ocidental, no município de Rio Preto da Eva (AM), a equipe do Equador conheceu o Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de caiaué (ou palma de óleo americana) e a usina de extração de óleo, os Laboratórios de preparo de pólen, extração de óleo e beneficiamento de sementes e ao Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de dendê (ou palma africana). No Pará, a comitiva realizou visita técnica às empresas Denpasa, Biopalma, Agropalma, Marborges, Dentauá e aos Laboratórios de Agroindústria, Climatologia, Sensoriamento Remoto, Fitopatologia, Entomologia e Cultura de tecidos na Embrapa Amazônia Oriental. Além da comitiva equatoriana do Iniap e os coordenadores, participaram das vistas as pesquisadoras da Embrapa Amazônia Ocidental, Sara Rios e Cristiane Krug, que trabalham respectivamente, com pesquisas de melhoramento genético e entomologia, relacionados à cultura do dendê. http://www.cpaa.embrapa.br/brasil-e-equador-realizam-cooperacao-tecnica-sobre-palma-de-oleo


Veículo:MELHOR CELULAR

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Assunto:Fórum marca início de ações sustentáveis do mcti ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Fórum marca início de ações sustentáveis do mcti Mobilizar e conscientizar os servidores sobre a importância de práticas sustentáveis. Esse foi o objetivo do 1º Fórum MCTI Sustentável, realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), nesta quinta-feira (29), em Brasília. O evento marcou o início de uma série de iniciativas que serão consolidadas com o lançamento, em breve, do programa MCTI Sustentável, conforme anunciou o secretário executivo, Luiz Antonio Elias. Na oportunidade, ele destacou a preocupação do ministério em relação à economia verde e à sustentabilidade, desde as discussões para a elaboração da Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia (Encti/2012-2015), quando surgiu a ideia de implantar um programa pioneiro, em conjunto com os servidores do MCTI. O objetivo da iniciativa é reduzir o consumo interno de papel, evitar retrabalhos, promover a economia de material e poupar energia, entre outras medidas. Segundo Elias, o ministério pretende investir no desenvolvimento de um sistema integrado via tecnologia da informação em nuvem para eliminação de gastos com impressões e procedimentos correlatos. Ele também comentou o estudo realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI), que estimou redução recorde de 27% da taxa de desmatamento na Amazônia Legal, no período de agosto de 2011 a julho de 2012. Estamos empreendendo uma agenda positiva na questão ambiental, comentou o secretário ao destacar o esforço governamental de estabelecer um conjunto de metas de mitigação e de sustentabilidade. A diretora de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI e professora do departamento de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), Mercedes Bustamante, falou sobre mudanças climáticas; padrões de consumo e ameaças aos ecossistemas brasileiros nos últimos


50 anos, marcados pela intensificação da atividade humana. Ela citou a situação crítica do Cerrado e da Caatinga, que perderam em torno de 50% de sua cobertura vegetal. Boa parte da Amazônia está conservada, mas, em outros biomas, o cenário é preocupante, alertou. As próximas gerações vão pagar pelo que estamos deixando de fazer, acrescentou. Na abertura do fórum, o secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social, Eliezer Pacheco, também chamou a atenção para o aquecimento global e para a necessidade de adoção de medidas que contribuam para a construção de uma cultura de sustentabilidade. A sociedade tem que criar outro tipo de modelo e o MCTI tem responsabilidade fundamental nesse processo, frisou. Participaram do evento servidores públicos da pasta e de outros ministérios, além de consultores especializados, que apresentaram palestras sobre sustentabilidade a respeito dos programas governamentais, legislações na área de resíduos sólidos, eficiência energética, água e mudanças climáticas. Esplanada Sustentável O Fórum MCTI Sustentável dá início às ações previstas no âmbito do MCTI do Projeto Esplanada Sustentável (PES), iniciativa conjunta dos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG); Meio Ambiente (MMA); Minas e Energia (MME) e Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), instituída pela Portaria Interministerial 244, de 06/06/2012. Sua principal meta é estimular órgãos e instituições da administração pública federal a adotarem modelos de gestão e organizacional sustentáveis. A ideia do programa MCTI Sustentável é promover ações que vão além do ambiente de trabalho, mas partem do princípio de que é necessário garantir uma qualidade de vida sustentável. As primeiras medidas nesse caminho seriam: a coleta seletiva de lixo, uso de copos não descartáveis e economia de água e de luz. Também está prevista a formação de um comitê para acompanhamento e adequação do projeto do MCTI às regras normativas da instrução do MPOG. A expectativa é de que, em meados do próximo ano, será possível divulgar os resultados do ranking de desempenho dos ministérios. Primeiros Resultados No fórum, foi anunciada a primeira edição do boletim eletrônico MCTI Sustentável, informativo digital - conforme o conceito da sustentabilidade, pois não é impresso - já disponível na internet. O boletim que traz informações sobre o projeto, ações do ministério e dicas sobre sustentabilidade será divulgado, a cada dois meses, via intranet e pelo e-mail do ministério. Segundo o coordenador de infraestrutura do MCTI, Domingos Carlos Rego, algumas ações de racionalização de recursos por parte do ministério já exibem resultados positivos. Somente com energia, houve uma economia de 15% ao mês nos últimos quatro meses, informou. Também já foram tomadas outras medidas, como: combate ao desperdício; desligamento alternado de elevadores e de luminárias; instalação de sensores em torneiras e de tomadas individuais; controle do uso de materiais de limpeza; limites de gastos com telefonia fixa e móvel, além de ações educativas. As medidas em curso e às que serão implementadas pelo ministério estão previstas na Instrução Normativa n°10 (12.11.12), publicada pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do MPOG, que estabelece regras para elaboração dos planos de gestão logística sustentável, de que trata o art.3º do Decreto nº 7.746, de 5 de junho de 2012.

http://www.melhorcelular.org/2012/11/30/forum-marca-inicio-de-acoes-sustentaveis-do-mcti/


Veículo:JORNAL DO BRASIL

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Assunto:Antirretroviral usado por 20% dos soropositivos terá fabricação nacional''''''' ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Antirretroviral usado por 20% dos soropositivos terá fabricação nacional A partir de 2013 começará a ser distribuído na rede pública de saúde mais um medicamento com o rótulo nacional para o tratamento da Aids: o Sulfato de Atazanavir. Nesta sexta-feira (30), véspera do Dia Mundial da Luta Contra a Aids, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou pela manhã, no Rio de Janeiro, da cerimônia de oficialização do processo de transferência de tecnologia para a produção do medicamento no País. O antirretroviral, distribuído aos pacientes do SUS, é utilizado por aproximadamente 45 mil pessoas, cerca de 20% do total de pacientes. O ministro Padilha destacou que essa é a primeira Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) para a produção de um medicamento utilizado no tratamento de HIV/Aids, em que a patente ainda está vigente. Segundo ele, a iniciativa fortalece o Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids no Ministério da Saúde, garantindo acesso universal e gratuito aos antirretrovirais desde 1996. “Essa iniciativa consolida o compromisso do Ministério de reforçar o Complexo Industrial de Saúde e possibilita a autonomia do país na produção de medicamentos. Com a parceira, o Brasil terá capacidade para se tornar autossuficiente na produção do Atazanavir e fortalecer a indústria farmoquímica nacional”, comemorou Alexandre. A produção nacional do Atazanavir é originada a partir da PDP firmada entre o Ministério da Saúde – por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – e o laboratório internacional Bristol-Myers Squibb. Atualmente, o Atazanavir é importado e a expectativa é de que o Ministério da Saúde economize cerca de R$ 385 milhões durante os cinco anos de parceria. ''http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/11/30/antirretroviral-usado-por-20-dossoropositivos-tera-fabricacao-nacional/1'


Veículo: UEA

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Assunto:MCTI, Consecti e RNP inauguram Rede de Gestão Integrada de CT&I ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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MCTI, Consecti e RNP inauguram Rede de Gestão Integrada de CT&I A inauguração da Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) acontece nesta terça-feira (4) em Brasília. A iniciativa é resultado de parceria entre o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). O objetivo da Rede de Gestão Integrada de CT&I é modernizar a infraestrutura das Secretarias Estaduais da área e Fundações de Amparo à Pesquisa por meio da criação de uma rede de videoconferência no âmbito nacional. Com isso, pretende-se fortalecer a gestão integrada de CT&I por meio da realização de atividades à distância em colaboração e a promoção de cursos de capacitação de maneira a elevar o nível de profissionalização do quadro funcional dos órgãos. A inauguração da Rede será feita pelo ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp. “Esse mecanismo vai possibilitar a realização de reuniões sem que precisemos nos deslocar a Brasília. Assim, o ministro, por exemplo, poderá de uma só vez conversar com todos os secretários. Além disso, esse novo mecanismo poderá abrir espaço para que a secretarias passem a utilizar essa tecnologia para outras atividades de interesse”, ressaltou o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI) e presidente do Consecti, Odenildo Sena. O link em Manaus para o lançamento da Rede de Gestão Integrada será montado no Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa). “É uma conquista a mais e mostra que o Consecti está fortalecido e tem dado uma contribuição muito grande ao desenvolvimento da ciência brasileira”, finalizou Sena. http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=24342


Veículo: CNPQ

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Assunto:Obmep divulga premiados de sua 8ª edição ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria (X)niciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Obmep divulga premiados de sua 8ª edição O Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) anunciou, nesta sexta-feira (30), os vencedores da 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). A lista dos 4,5 mil medalhistas de 2012 está no site oficial do evento. Para chegar à premiação, os estudantes selecionados precisaram vencer duas etapas. Na primeira, em 5 de junho, 19 milhões alunos de todo o país fizeram provas com questões objetivas e subjetivas. Da segunda, em 15 de setembro, participaram aproximadamente 800 mil estudantes – os que tiveram melhor avaliação na fase inicial. Ao todo, serão concedidas 500 medalhas de ouro, 900 de prata e 3.100 de bronze, em cerimônia a ser realizada no ano que vem. Também serão concedidos 46,2 mil certificados de menção honrosa e distribuídos prêmios a professores, escolas e secretarias de Educação, com base nos resultados apresentados por seus alunos na segunda fase. A região Sudeste aparece na lista divulgada pela Obmep com o maior número de medalhistas de ouro: 310. Destaque para o estado de Minas Gerais, onde 152 alunos serão premiados com a distinção máxima. Na região Sul, serão 96 estudantes; no Nordeste, 49; no Centro-Oeste, 35; e no Norte, dez. Sete vezes medalhista - Entre os medalhistas está o cearense Ricardo Oliveira da Silva, 23 anos,


que encerra a sua participação na olimpíada com sete medalhas – duas de prata e cinco de ouro, a última delas conquistada nesta edição. Cadeirante, ele ganhou destaque na imprensa e chamou a atenção da organização da Obmep pelo desempenho e pela vontade de vencer e ultrapassar seus próprios limites. Impedido de frequentar a escola até os 16 anos, devido a uma atrofia espinhal, ele teve a ajuda dos pais, que o motivaram ao contato com as primeiras letras, números e operações. A trajetória do campeão de matemática de Várzea Alegre começou por meio de um programa de inclusão educacional oferecido pelo governo Ceará, em 2007, ano em que quando ele obteve o primeiro ouro na olimpíada. Hoje, o filho de agricultores usa cadeira de rodas, mas chegou a ser levado num carrinho de mão pelo pai para fazer a primeira prova. Dedicação aos estudos e o amor pelas ciências exatas contribuíram para ter chegado tão longe, avalia o estudante, que está finalizando o ensino médio. “Sempre fui curioso, como um cientista. A matemática é o alicerce de toda ciência, por causa disso tive mais facilidade.” Em 2008, Ricardo recebeu a primeira medalha de ouro do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, neste ano, foi agraciado novamente durante a Cerimônia de Premiação da Obmep, em agosto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, quando recebeu a medalha de 2011 das mãos da presidenta Dilma Rousseff. Incentivo aos estudos - Desde 2005, quando foi instituída, a olimpíada estimula o estudo da matemática entre alunos e professores de todo o país, além de produzir e disponibilizar pela internet material didático de qualidade. Para estudantes medalhistas do ensino fundamental e médio, a Obmep oferece bolsas do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC Jr.) e do Programa de Iniciação Científica e Mestrado (Picme), para medalhistas que estejam se graduando. Ao participar do PIC Jr. os alunos recebem bolsas de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). Com duração de um ano, a participação no PIC Jr. visa aprofundar o conhecimento matemático dos participantes, expandir o gosto pela matemática e pela ciência em geral e estimular a criatividade por meio do confronto com questões interessantes da disciplina. A olimpíada é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) – organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) – com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e a promoção conjunta do MCTI e do Ministério da Educação (MEC). Também são desenvolvidos pela Obmep o Programa de Preparação Especial para Competições Internacionais (Peci) e o Programa Olímpico de Treinamento Intensivo (Poti). http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/7235 14


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Assunto:Exposição Brazilian Nature abre na Baviera ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria (X)niciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Exposição Brazilian Nature abre na Baviera Agência FAPESP – Pela quinta vez na Alemanha desde 2008, a mostra Brazilian Nature – Mystery and Destiny será aberta ao público no próximo dia 4 de dezembro, às 18h, na Biblioteca da Universidade Católica de Eichstätt-Ingolstadt, em Eichstätt, no estado da Baviera. Resultado de uma parceria entre a FAPESP e o Museu Botânico de Berlim, a exposição mostra o trabalho de documentação feito por Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), reunido na obra Flora brasiliensis, que 171 anos depois da publicação de seu primeiro volume permanece como o mais completo levantamento da flora brasileira. O trabalho do naturalista alemão deu origem também ao projeto Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes. A exposição apresenta também uma comparação das imagens produzidas no século 19 com fotografias atuais de plantas e biomas, além de retratar alguns dos resultados de pesquisas realizadas no âmbito do projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e do programa BIOTA-FAPESP, que reúne pesquisas sobre caracterização, conservação, recuperação e uso da biodiversidade do Estado de São Paulo. Concebida com base nos dados provenientes desses três projetos, todos apoiados pela FAPESP, a


exposição é composta por 37 painéis, com reproduções de imagens e ilustrações e textos explicativos. Desde 2008, a mostra já foi vista em Berlim, Bremen, Leipizig e, em fevereiro deste ano, no Museu da Universidade de Heidelberg. Na América do Norte, a exposição já circulou por Toronto (Canadá), Washington, Cambridge e Morgantown (Estados Unidos) e está programada para ser exibida também na Espanha, nas cidades de Salamanca e Madri. Exposição resultante de pesquisas O projeto Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que corresponde à primeira parte da exposição, representa uma continuidade do trabalho de Martius, que teve seu último volume publicado em 1906, depois da morte do autor. Em 2006, o projeto disponibilizou na internet a versão integral da obra de Martius, com 10.207 páginas com os textos das descrições das quase 23 mil espécies e as quase 4 mil ilustrações. p> O Flora Brasiliensis On-line e Revisitada inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes. O trabalho foi financiado por uma parceria entre FAPESP, Fundação Vitae e Natura Cosméticos e executado pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelo Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos. O Flora Brasiliensis On-line está disponível em http://florabrasiliensis.cria.org.br. A segunda parte da exposição remete ao projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, iniciado em 1993 e que listou cerca de 8 mil espécies de fanerógamas, como são chamadas as plantas com flores, que representam 80% da flora paulista. O projeto reuniu mais de 200 pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Unicamp, dos institutos Botânico, Florestal e Agronômico e do Departamento de Parques e Áreas Verdes da cidade de São Paulo. Também contribuíram pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), de outros estados brasileiros e de outros países. O terceiro elemento da exposição ultrapassa os limites da botânica e aborda a biodiversidade de forma mais geral, correspondendo ao programa BIOTA-FAPESP, que resultou na identificação e descrição de 500 novas espécies de plantas e animais e no registro de informações sobre mais de 12 mil espécies e bancos de dados com o conteúdo de 35 coleções biológicas. Os resultados do programa BIOTA-FAPESP têm sido aplicados como instrumento de preservação ambiental no Estado de São Paulo. A exposição, que conta com o apoio do Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Católica de Eichstätt-Ingolstadt e será aberta pelo reitor da universidade, Dr. Richard Schenk, poderá ser visitada pelo público até 8 de fevereiro de 2013. http://agencia.fapesp.br/16546


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Assunto:Educação será prioridade para o BIOTA-FAPESP em 2013 ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria (X)niciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Educação será prioridade para o BIOTA-FAPESP em 2013 Agência FAPESP – Ampliar a comunicação com públicos além do meio científico, especialmente professores e estudantes do ensino médio e fundamental, é uma das prioridades do Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (BIOTA-FAPESP) em sua segunda década de existência. As ações que serão colocadas em prática a partir de 2013 para alcançar essa meta foram anunciadas em um encontro que reuniu os integrantes do programa realizado no dia 28 de novembro na sede da FAPESP. Entre as iniciativas destaca-se um ciclo de conferências gratuitas voltadas a professores e estudantes do ensino médio que será realizado ao longo de todo o ano com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento do ensino de ciência. “Desde que foi renovado o apoio da FAPESP ao programa, em 2009, a questão da educação se tornou prioridade em nosso plano estratégico”, afirmou Carlos Alfredo Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do BIOTA. A programação prevê nove conferências que, além de apresentar conceitos e valores relativos à área de biodiversidade, abordarão de forma aprofundada cada um dos biomas brasileiros.


“Vamos apresentar o estado da arte sobre biodiversidade em linguagem acessível a um público heterogêneo”, disse Vanderlan da Silva Bolzani, professora do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara e membro da coordenação do programa. As palestras serão gravadas e o conteúdo ficará disponível no portal do BIOTA e no portal da FAPESP, assim como outros textos e recursos didáticos que possam ser usados em aulas, pesquisas e trabalhos de grupo. Ainda com o intuito de transferir conhecimento a um público cada vez mais amplo, Joly contou que a coordenação do programa planeja organizar exposições e ampliar a participação em redes sociais como Twitter e Facebook. “Acreditamos que podemos contribuir para criar uma nova mentalidade sobre a importância da ciência para os jovens. Como cientistas, temos também a missão de motivar crianças e adolescentes a ver o conhecimento científico não como uma obrigação curricular, mas como instrumento fascinante de descoberta do mundo em que vivem”, disse Bolzani. Chamada de propostas Também foi apresentada durante o encontro – pela professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Martha Marandino e por Érica Speglich, professora substituta da Unesp Rio Claro e integrante do Curso de Ensino de Ciências da Rede de Formação Docente da USP – uma proposta de edital para a chamada de pesquisas sobre educação e biodiversidade que deverá ser anunciada no início de 2013. O objetivo é estimular o desenvolvimento de projetos em educação e comunicação que dialoguem com a base de dados do BIOTA. Outras duas chamadas de propostas devem ser anunciadas no próximo ano, segundo informou Joly. Uma delas será em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e deve trabalhar com cenários de conservação da biodiversidade em áreas prioritárias para as próximas décadas. “Foi uma demanda da secretaria para planejar o desenvolvimento do Estado considerando os impactos da expansão das cidades, da rede de infraestruturas - especialmente estradas, dutos e linhas de transmissão - e do agrobusiness sobre áreas consideradas prioritárias para conservação”, contou Joly. A outra chamada ocorrerá em parceria com um projeto financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) para restaurar a biodiversidade e os estoques de carbono na Bacia do Rio Paraíba do Sul. “Idealmente, gostaríamos de reconectar a Serra do Mar com a Serra da Mantiqueira, restabelecendo importantes corredores biológicos. Isto será feito de forma a também aumentar a estabilidade de encostas, reduzindo o risco de deslizamentos, proteger nascentes e cursos d’ água, aumentado a disponibilidade e melhorando a qualidade dos recursos hídricos, que são a fonte de abastecimento não só das cidades do Vale do Paraíba como também do Rio de Janeiro”, afirmou Joly. Para o coordenador, projetos voltados à restauração de áreas tão amplas como a Bacia do Rio Paraíba do Sul podem ser um “laboratório fantástico” para os pesquisadores do BIOTA. “Já sabemos bastante sobre restauração da vegetação nativa, mas muito pouco sobre reintrodução de fauna. É preciso avançar também no estudo da valoração de serviços ecossistêmicos, até para embasar políticas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Portanto, há um amplo conjunto de questões de pesquisa associadas a esse projeto do GEF”, avaliou. Em sua apresentação, Joly mostrou o formato do novo portal do BIOTA, que deverá ser lançado ainda em dezembro. “O portal é importante porque o programa tem uma comunidade de pesquisadores muito grande. Já


tivemos 125 auxílios à pesquisa concluídos e 81 estão em andamento. Há 117 bolsas vigentes e mais de 800 concluídas”, disse. Além de integrar pesquisadores e projetos, acrescentou Joly, o novo portal também tem a proposta de se tornar uma fonte de informação segura e acessível sobre biodiversidade para toda a sociedade. Em relação à revista BIOTA Neotrópica, a meta é aumentar o fator de impacto – atualmente de 0,53 – ampliando a participação de pesquisadores do exterior na comissão editorial, e aumentando o número de citações dos trabalhos publicados. “A tendência é o aumento no número de citações após a indexação na base do ISI [Thomson Reuters Web of Knowledge], que ocorreu este ano. Isso será fantástico em termos de visibilidade, mas vai ficar mais difícil publicar números especiais”, disse Joly. João Meidanis, professor da Unicamp e diretor da Scylla Informática, apresentou as novas ferramentas do Sistema de Informações do Programa Biota-FAPESP (SinBiota2.0), que ganhou interface mais moderna, um mapa interativo de todo o globo e novos recursos para facilitar a inclusão de dados pelos pesquisadores. Na abertura do encontro, o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, afirmou que o BIOTA é um dos programas mais bem-sucedidos da Fundação não apenas em produzir pesquisa de alta qualidade como também em fazer com que seus resultados tenham impacto na sociedade. “Quando a ciência é bem feita, nunca acaba. Sempre surgem novas possibilidades e problemas a serem resolvidos. Após os primeiros dez anos, o BIOTA encontrou novos interesses e ganhou vitalidade”, avaliou. http://agencia.fapesp.br/16551


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Assunto:Músculo artificial é 85 vezes mais forte do que o humano ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria (X)niciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 03/12/2012

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Músculo artificial é 85 vezes mais forte do que o humano Agência FAPESP – Um grupo internacional de pesquisadores, que inclui cinco brasileiros, desenvolveu um fio dezenas de vezes mais forte do que o músculo humano. Os resultados do trabalho com nanotubos de carbono embebidos em parafina, além de vídeos de demonstração do material, foram publicados pela revista Science. Similar a um fio de lã, o material é formado por fibras compostas por feixes de nanotubos de carbono – estruturas cilíndricas ocas, como canudos, constituídas por átomos de carbono ocupando vértices de hexágonos, que são leves, condutoras e dezenas de vezes mais resistentes do que o aço. O material durante contração foi capaz de desenvolver uma potência de 27,9 kW/kg, enquanto o máximo que o músculo humano consegue desenvolver é cerca de 85 vezes menos. Ao ser torcido, o fio forma uma estrutura helicoloidal (de uma hélice) e se contrai por completo a uma velocidade de apenas 25 milionésimos de segundo – o que lhe permite suportar objetos atados com peso cem mil vezes maior do que o dele. Os pesquisadores observaram que a contração do fio também pode ser induzida por um estímulo térmico, produzido por uma corrente elétrica ou luminosa, em função de o material possuir capacidade de absorver radiação e aumentar sua própria temperatura em níveis mais altos do que os de outros.


Além disso, também constataram que a contração do material poderia ser potencializada ao revestilo com parafina de cera, que tem a capacidade de se expandir muito rapidamente quando exposta a uma fonte de calor. Por meio da combinação das propriedades dos dois materiais, quando o fio é aquecido por meio da exposição a uma lâmpada incandescente ou de uma corrente elétrica, a parafina da cera que o reveste se expande, obrigando o fio se contrair. Já quando se resfria, o material retorna ao estado inicial, provocando o relaxamento do fio, como ocorre com o músculo humano. “Por causa da expansão e contração da parafina, o fio pode realizar ciclicamente esse movimento de contração e relaxamento que pode ser aplicado para erguer objetos muito mais pesados do que ele”, disse Alexandre Fontes da Fonseca, professor do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Bauru, e um dos autores do estudo, à Agência FAPESP. De acordo com os autores da pesquisa, uma das possíveis aplicações tecnológicas do fio de nanotubos de carbono revestidos com parafina de cera estaria no desenvolvimento de tecidos inteligentes, com proteção contra o fogo. Como o fio tem a capacidade de se contrair instantaneamente só em função do aumento da temperatura, em uma explosão um tecido feito com o material teria a capacidade de fechar os poros rapidamente e impedir a exposição ao fogo. O material também pode ser utilizado para o desenvolvimento de “músculos artificiais” para o controle de movimentos de próteses externas (exoesqueletos) e robôs, para alavancas mais eficientes para mover objetos além de em cateteres, que podem ser empregados em intervenções minimamente invasivas, como no caso da desobstrução de artérias. Mas um dos maiores interesses no material é para aplicações militares, em dispositivos que protejam balisticamente soldados, por exemplo. Os dois principais financiadores do estudo nos Estados Unidos foram a Marinha e a Força Aérea norte-americana. “Esse material, provavelmente, vai gerar dezenas de patentes”, disse Douglas Soares Galvão, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autor da pesquisa. Essa não foi a primeira vez que se obteve um fio de nanotubos de carbono. Em um trabalho anterior, realizado pelo próprio grupo, foi desenvolvido um fio que, em vez de ser embebido em parafina de cera, necessita de uma fonte líquida ou eletrolítica para funcionar. Porém, em função disso, as vantagens da leveza dos nanotubos de carbono eram perdidas porque se necessitava de uma fonte muito mais pesada do que o material para utilizá-lo. “O grande avanço desse novo fio de nanotubos de carbono revestido com parafina é que ele pode operar no ar, sem fonte externa. Só a luz é suficiente para fazer com que ele se contraia”, comparou Galvão. Galvão mantém há mais de 20 anos colaborações científicas com o grupo de cientistas do NanoTech Institute da Universidade do Texas em Dallas, nos Estados Unidos, onde foi realizada a parte experimental do estudo por um grupo que inclui os brasileiros Márcio Dias Lima e Mônica Jung de Andrade –autores principais do trabalho. Os outros autores brasileiros do projeto – Leonardo Dantas Machado, que realiza doutorado no IFGW da Unicamp sob orientação de Galvão, com Bolsa da FAPESP, e Fonseca, da Unesp de Bauru, que também realizou suas pesquisas de iniciação científica, doutorado e pós-doutorado com Bolsa da FAPESP – também passaram pelo Instituto de Nanotecnologia da universidade norteamericana.


Contribuição brasileira Uma das principais contribuições dos pesquisadores sediados no Brasil no estudo foi analisar as propriedades estruturais, mecânicas e o comportamento elástico-mecânico dos fios de nanotubos de carbono. O trabalho de Fonseca, por exemplo, foi compreender melhor o processo de formação da estrutura helicoloidal das fibras de nanotubos de carbono quando são torcidas. O objetivo da pesquisa foi aumentar o entendimento sobre as contrações na escala dos nanotubos de carbono individuais do fio. Mas o grupo de cientistas ainda não sabe se os nanotubos de carbono apresentam contração ou expansão térmica negativa. No caso do grafeno, por exemplo, que consiste de um nanotubo de carbono desenrolado, alguns estudos demonstraram que, quando aquecido até menos de 700 graus, o material encolhe, em vez de se expandir, devido a vibrações dos átomos fora do plano da estrutura. “Ainda há dúvidas se os nanotubos de carbono individuais se contraem ou não e não há uma conclusão definitiva sobre isso”, disse Fonseca. Por meio de um projeto de pesquisa que iniciou em setembro, com apoio da FAPESP, o pesquisador pretende estudar em nível microscópico o comportamento térmico de contração e expansão de nanotubos de carbono individuais por meio de simulações atomísticas para tentar compreender as propriedades mecânicas e elásticas mais gerais do fio. http://agencia.fapesp.br/16545


Veículo:

Jornal A Crítica

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Editoria: Dinheiro

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Cardápio acessado na tela

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Editoria: Saúde & Bem-Estar

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Glândula essencial – Coisas que você precisa saber sobre a tireoide.

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Jornal Em Tempo

Assunto:

Editoria: Opinião

Pag: 02

Projetos voltados à saúde serão apresentados em Cuba

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Veículo:

Jornal do Commercio

Assunto:

Editoria: Ciência & Inovação

Pag: B5

Edital para a seleção já foi publicado

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Veículo:

Jornal A Crítica

Assunto:

Editoria: Cidades

Pag: C6

Edital para a seleção já foi publicado

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Jornal A Crítica

Assunto:

Editoria: Dinheiro

Pag: D2

Tecno Show Panamá traz inovações para empresas

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Jornal A Crítica

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Editoria: Dinheiro

Pag: D2

Melhorias voltadas à sustentabilidade

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