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Veículo: Site – Ciência em Pauta Assunto: UEA apresenta robô humanoide Cita a FAPEAM: ✘

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UEA apresenta robô humanoide Postado em 30/10/2013 As próteses que serão testadas com o auxílio do robô são de origem vegetal, de espécies amazônicas, em substituição aos materiais sintéticos, como a fibra de carbono, o que deve baratear a produção das mesmas. Foto: Denison Silvan As próteses que serão testadas com o auxílio do robô são de origem vegetal, de espécies amazônicas, em substituição aos materiais sintéticos, como a fibra de carbono, o que deve baratear a produção das mesmas. Foto: Denison Silvan Com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) apresentou, nesta terça-feira (29), um robô humanoide que será usado no desenvolvimento de próteses de membros inferiores pelo Núcleo de Tecnologia Assistiva da universidade. Fabricado na França, o robô mede cerca de 40 centímetros de altura e reproduz com muita facilidade os movimentos do corpo humano, tendo, inclusive, ensaiado os passos da música “Macarena”. Provisoriamente chamado pela marca de fábrica, Nao, a UEA planeja fazer um concurso para escolher o nome do novo “colaborador” do centro de pesquisas. A cerimônia de apresentação contou com a presença do reitor da UEA, Cleinaldo Costa; vice-reitor, Raimundo Barradas; e dos professores Edmilson Bruno da Silveira e Marlene Araújo, respectivamente, membro e coordenadora do Grupo de Tecnologia Assistiva da UEA. Na ocasião, o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM), Odenildo Sena, que foi representado por Moisés Coelho e da diretora-presidenta da Fapeam, Maria Olívia Simão, pelo assessor da Presidência, Edilson Soares.


O projeto da UEA, que está sendo coordenado pela professora Marlene Araújo, conta com os recursos financeiros do Programa Pró-Assistir/Viver Melhor, uma iniciativa do Governo do Estado, via Fapeam, que apoia projetos de pesquisa que visem ao desenvolvimento de produto ou protótipo de produto de tecnologia assistiva para promoção da funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, objetivando a sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Adquirido com recursos do Programa Pró-Assistir/Viver Melhor, o robô humanoide permitirá que as hipóteses da tese de doutorado da coordenadora possam ser testadas, pois sua forma permite reproduzir com fidelidade os movimentos do corpo humano. As próteses que serão testadas com o auxílio do robô são de origem vegetal, de espécies amazônicas, em substituição aos materiais sintéticos, como a fibra de carbono, o que deve baratear a produção das mesmas. Segundo a proposta apresentada pela UEA, os beneficiários diretos serão os pacientes com membros inferiores amputados, usuários do Sistema único de Saúde (SUS), além dos próprios pesquisadores e profissionais das áreas de saúde e tecnologia, que irão se beneficiar com essa nova tecnologia. O reitor Cleinaldo Costa acredita que a função de uma instituição universitária seja exatamente essa, a de levar soluções práticas para aqueles que dela necessitam. “Com este projeto, o Amazonas está na vanguarda do processo de inovação tecnológica na área de saúde, o que nos permite unir tecnologia com qualidade de vida”, avalia Costa. Fonte: Agência Fapeam, por Denison Silvan http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/uea-apresenta-robo-humanoide/


Veículo: Site – Revista Amazônia Editoria: Pag: Assunto: Robô humanoide é usado para fabricar biopróteses no Amazonas Cita a FAPEAM: ✘

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Robô humanoide é usado para fabricar biopróteses no Amazonas Notícias - Tecnologia Qua, 30 de Outubro de 2013 09:56 Cada vez mais o homem usa inteligência artificial para auxiliá-lo no desenvolvimento de novas tecnologias. No Amazonas, uma universidade acabou de comprar um robô humanoide para ajudar pesquisadores na modelagem de próteses de madeira para pessoas que perderam membros inferiores. A técnica é pioneira devido à aplicação de espécies de madeira da Amazônia, como roxinho, ipê e cumaru na fabricação das chamadas biopróteses. A produção das próteses de madeira inicialmente será para pé e tornozelo. A ideia é resultado de uma parceria entre a Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). “O projeto iniciou em março de 2013 e tem previsão de conclusão para março do ano que vem”, a coordenadora do núcleo de tecnologia assistiva da UEA, Marlene Araújo, adiantou que a fabricação de próteses tem previsão de estender-se para joelho e quadril. Os beneficiários diretos das primeiras biopróteses serão pacientes amputados usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A novidade também vai agradar pesquisadores e profissionais das áreas de saúde e engenharia. “A bioprótese terá um preço bem mais acessível que as próteses de fibra de carbono, apesar de contar com a mesma capacidade de absorção de energia [impacto]”, disse Marlene, sem revelar o valor. A coordenadora do núcleo de tecnologia assistiva da UEA disse esperar que a produção de biopróteses, após a conclusão do projeto, atenda 2 mil pessoas por ano.


Robô-professor A partir de 2014, o robô também será empregado no desenvolvimento de crianças autistas ou com deficiência auditiva. Os cientistas estudam a possibilidade de usar o robô humanoide no processo de ensino-aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Na França e em outros países, a técnica de interação entre robôs e crianças autistas é amplamente usada e tem bons resultados.“Precisamos desse tempo para conhecer melhor as potencialidades do robô e desenvolver estratégias de trabalho”, explicou Marlene. O robô adquirido pela UEA com recursos da Fapeam é do tipo NAO e vendido no Brasil pela empresa Somai. Ele custou R$ 85 mil aos cofres públicos estaduais. A única inovação na utilização no Amazonas é o emprego na fabricação de próteses. O robô é importado da França e tem ampla utilização em atividades científicas no exterior. “A empresa Somai fez o robô [para o Amazonas] a preço de custo. O preço normal seria mais ou menos US$ 45 mil. Na França, ele custa US$ 30 mil.”, revelou Marlene. O modelo adquirido pela Fapeam é o mais moderno do Brasil. O NAO é uma série de robôs usados para vários tipos de pesquisas. “É possível programá-lo para diversas atividades, mas na UEA ele será usado para tecnologia assistiva. Esse robô será nosso assistente”. Fonte: Portal Amazônia http://www.revistaamazonia.com.br/tecnologia/4256-robo-humanoide-e-usado-para-fabricarbioproteses-no-amazonas


Veículo: Site – UEA Editoria: Pag: Assunto: Laboratório de Genética Humana da UEA tem “Portas Abertas” durante SNCT Cita a FAPEAM: ✘

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Laboratório de Genética Humana da UEA tem “Portas Abertas” durante SNCT 30/10/2013 15:54 Nos dias 30, 31 de outubro e 1º de novembro o Laboratório de Genética Humana da UEA recebe alunos da Educação Básica para realização de diversas atividades alusivas ao evento “Portas Abertas” da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), no Amazonas. O evento proporciona aos estudantes discussão e atividades em torno da genética humana, com o tema “Gene e Doenças”, além de experiências com os microscópios e materiais do laboratório. Para o estudante Benjamim Souza de 16 anos, da Escola Estadual Francisco Albuquerque a experiência foi positiva. “Foi muito bom conhecer o laboratório e ouvir sobre esse tema que geralmente é um pouco difícil de compreender. Mas fazendo na prática foi bem mais de entender”, comenta com empolgação. “Genética é sempre um tema muito interessante para se abordar e elaborar toda a estrutura do evento para uma linguagem mais simples, com prática de exercícios para os estudantes”, comentou a técnica do laboratório de Genética Humana da UEA, Marilene Sabóia de Melo. A atividade tem o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), sendo coordenada pela professora de Genética Humana, Lucivana Mourão, com o objetivo de popularizar e divulgar a Ciência, contribuindo para o desenvolvimento social e ampliação da cidadania. Os monitores que participam da atividade são alunos do curso de Medicina, Odontologia, Enfermagem e Biotecnologia da UEA. Por Daniela Cavalcante http://www3.uea.edu.br/noticia.php?notId=28751


Veículo: Site – O Pantaneiro Editoria: Pag: Assunto: Professora da UFPR/ITTI participa de Conferência Latino-americana de Ciências Cita a FAPEAM: ✘

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Professora da UFPR/ITTI participa de Conferência Latinoamericana de Ciências Durante o evento, Cristiane Gioppo apresentou as atividades que realiza com os professores da Aldeia Lagoinha, em Aquidauana Cristiane (à dir) durante a primeira edição da Conferência Lasera 2013 (Foto: Divulgação) Entre os dias 22 e 25 de outubro foi realizada em Manaus (AM) a primeira edição da Conferência Lasera 2013 – Conferência da Associação Latino-Americana de Investigação em Educação em Ciências. A professora e pós-doutora em Educação, Cristiane Gioppo, participou do evento representando o ITTI (Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura), da UFPR (Universidade Federal do Paraná), e teve a oportunidade de apresentar as atividades que desenvolve no Programa de Educação Ambiental da BR-262, no trecho Anastácio/Corumbá, e na formação continuada de professores indígenas da Aldeia Lagoinha, em Aquidauana. Na mesa redonda “Formação de professores em ciências”, a professora Cristiane apresentou o projeto de alfabetização desenvolvido pelo ITTI com professores da Aldeia Lagoinha das séries iniciais nas línguas Terena e Portuguesa. Nesse trabalho, está sendo elaborado o livro “Lições ambientais dos Terena”, com a colaboração dos professores Terena, para que os próprios indígenas produzam seu acervo para a educação das crianças. Com o tema “Aprendizagem Ativa na Educação de Ciências”, o evento debateu a formação de professores em Ciências e contou com várias atividades, entre elas, palestras, discussões e apresentações de trabalhos acadêmicos. Cerca de 300 pessoas de vários países, como Chile, Venezuela, México, França, Espanha e Portugal, participaram da conferência, que teve como objetivo construir uma rede de professores e pesquisadores latino-americanos em Educação em


Ciências de todos os níveis educativos para trabalhar em projetos acadêmicos internacionais para melhoria da Educação em Ciências e para Revista Latino-Americana de Educação em Ciências. O evento foi organizado pela UEA (Universidade do Estado do Amazonas) em parceria com a Universidade Nilton Lins; o IPN (Instituto Politécnico Nacional) e o IEC (Instituto de Educação em Ciências), ambos do México; a Universidade Pedagógica da Colômbia; a Lapen (Rede LatinoAmericana de Educação em Física); a Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas); e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior). BR-262 – Faço Parte deste Caminho O Projeto de Gestão Ambiental das Obras de duplicação na rodovia BR-262/MS, entre Anastácio e Corumbá, é realizado pela Universidade Federal do Paraná por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura através de cooperação com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). As atividades têm o objetivo de cumprir as condicionantes para a emissão e/ou manutenção das licenças requeridas por órgãos ambientais. Fonte: redação http://www.opantaneiro.com.br/noticias/eventos/professora-da-ufpr-itti-participa-de-conferencialatino-americana-de-ciencias


Veículo: Site – D24Am Editoria: Pag: Assunto: Curso de Plano de Manejo integra programação da Semana de Ciência e Tecnologia Cita a FAPEAM:

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Curso de Plano de Manejo integra programação da Semana de Ciência e Tecnologia 30 Out 2013 . 12:05 h . Com informações de assessoria . portal@d24am.com Além do curso, os dois técnicos do Ipaam também realizaram vistorias em serrarias e movelarias de Itacoatiara. Manaus - O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas participou, nos dias 22 e 23 de outubro, no município de Itacoatiara (a 176 km de Manaus), da 5ª Semana de Engenharia Florestal da Escola Superior de Tecnologia da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), ministrando um mini curso sobre Manejo Florestal, em mais uma atividade que compôs a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Estado. O mini curso esteve sob a responsabilidade dos analistas ambientais do Ipaam, Giuliano Guimarães e Sidney Rudhjá. Eles explicaram sobre Manejo Florestal para um público de 50 alunos. No primeiro dia do curso, 22 de outubro, os instrutores fizeram uma exposição sobre as atribuições do órgão e licenciamento ambiental, com ênfase no Manejo Florestal no Amazonas (de pequena escala e empresarial). “A experiência foi muito interessante e produtiva, porque tivemos a oportunidade de preparar nossos futuros consultores e profissionais da área ambiental às exigências da Lei”, disse o analista ambiental Giuliano Guimarães, ex-professor da UEA em Itacoatiara. Vistorias


Aproveitando a presença no município, os dois técnicos do Ipaam também realizaram vistorias em serrarias e movelarias de Itacoatiara e também em um empreendimento de Plano de Manejo localizado no km 72 da rodovia AM-070, sentido Itacoatiara-Manaus. A vistoria ao Plano de Manejo cumpre um requisito para a concessão da licença ambiental que autoriza o funcionamento do empreendimento. Das vistorias realizadas, três delas foram para a renovação da licença de operação (LO) e uma para a emissão da LO pela primeira vez. Sidney Rudhjá avaliou como “muito positiva a renovação de licenças para empresas madeireiras, porque a renovação significa que as empresas estão dentro da legalidade”. Ele valorizou o fato de muitas serrarias já iniciarem suas atividades vinculadas a algum Plano de Manejo, fortalecendo a legalidade da cadeia produtiva madeireira e lembrou que o licenciamento de serrarias para desdobro primário, ou seja, aquelas que transformam toras em pranchas, requer a apresentação do Plano de Suprimento Florestal, pois é este o documento que atesta de onde o empreendedor vai comprar a madeira legalizada. Plano e Manejo O Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) é o conjunto de planejamentos e técnicas de colheita florestal, adaptadas às condições da floresta e aos objetivos sociais e econômicos do seu aproveitamento. O objetivo deste plano, exigido pela legislação florestal, é orientar a produção madeireira da floresta, assegurar um melhor aproveitamento dos recursos, aumentar a rentabilidade da atividade, reduzir o impacto da exploração, diminuir os riscos de trabalho e promover a sustentabilidade. O PMFS permite sintetizar o ambiente físico (clima, topografia, hidrografia, geologia, solo), socioeconômico (população, economia, infra-estrutura) e biológico (vegetação e fauna). http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/curso-de-plano-de-manejo-integra-programacaoda-semana-de-ciencia-e-tecnologia/98950


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: CNPq ajusta valor de diárias pagas a cientistas em atividade no exterior Cita a FAPEAM:

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CNPq ajusta valor de diárias pagas a cientistas em atividade no exterior Diárias para pesquisadores em atividade no exterior são de até US$ 370. Valor pago a cientistas de atividades no Brasil permanece o mesmo. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão federal de fomento de pesquisas ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) ajustou os valores das diárias pagas a cientistas em atividades no exterior. Uma resolução publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30) determina que pesquisadores em atividades científicas em outros países poderão receber uma bolsa diária com valor entre US$ 180 (R$ 393) e US$ 370 (R$ 809), de acordo com o custo de vida do país de destino. A última atualização desses valores, que ocorreu em junho, determinava que os valores poderiam variar entre US$ 150 (R$ 328) e US$ 250 (R$ 546). As diárias para pesquisadores em atividades no Brasil permanecem com o valor de R$ 320, mesma quantia estabelecida em junho. Já pesquisadores do exterior convidados a participarem de atividades científicas no Brasil passarão a ter bolsa diária no valor de US$ 260 (R$ 568). http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/10/cnpq-ajusta-valor-de-diarias-pagas-cientistasem-atividade-no-exterior.html


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: Vírus 'primo' do HIV é suprimido em estudos com macacos nos EUA Cita a FAPEAM:

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Vírus 'primo' do HIV é suprimido em estudos com macacos nos EUA Pesquisadores injetaram anticorpos no sangue de animais. Níveis de SIV nos primatas foram reduzidos significativamente. Injetar partes de anticorpos em um indivíduo com o vírus da Aids poderia ser uma forma de ajudar combater o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) no futuro, apontam dois novos estudos publicados na revista "Nature" de quarta-feira (30). Cientistas fizeram esse teste em macacos rhesus, que tiveram seus níveis do Vírus da Imunodeficiência Símia (SIV) – "primo" do HIV – reduzidos significativamente. A tática também poderia contribuir para destruir o vírus da Aids em seus "esconderijos" dentro do corpo, algo que os medicamentos atuais ainda não conseguem fazer. Os anticorpos são proteínas no sangue que se agarram a micro-organismos específicos e os marcam para que sejam eliminados. Pessoas infectadas com o HIV produzem naturalmente anticorpos para combater o vírus, mas eles geralmente são ineficazes. Nessas pesquisas, porém, foram usadas versões de anticorpos raros, com grande potencial de destruição. Um dos trabalhos – liderado por Dan Barouch, da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard e do Centro Médico Beth Israel, em Boston – mostrou um profundo efeito a partir de uma única injeção de anticorpos. Ao todo, 18 macacos foram infectados com o SIV e, após uma semana de tratamento, 13 deles tiveram os níveis do vírus no sangue praticamente indetectáveis pelos testes padrões.


HIV cresce em células imunes humanas, que o vírus infecta e usa para se replicar (Foto: NIAID/AP)HIV cresce em células imunes humanas, que o vírus infecta e usa para se replicar (Foto: NIAID/AP) Após os anticorpos terem se esgotado, porém, o vírus voltou. Isso ocorreu em um a três meses depois do tratamento. Apesar disso, em três animais que tinham os níveis mais baixos de SIV antes da terapia, o vírus não reincidiu durante um período de observação de até oito meses. Segundo Barouch, os macacos não foram "curados", mas o tratamento aparentemente melhorou o sistema imunológico dos bichos o suficiente para manter o vírus sob controle. Dois outros macacos que tinham os maiores níveis de SIV ao começarem a receber cuidados tiveram a quantidade de vírus reduzida, mas não a ponto de se tornar indetectável. De acordo com a pesquisa, os níveis de SIV caíram mais rápido nos macacos do que faria o HIV em humanos. Além disso, quando o vírus voltou, ele geralmente não retornou ao patamar prétratamento. Barouch também encontrou taxas mais baixas de SIV em células e tecidos após a terapia. O outro estudo, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA, mostrou resultados animadores em um pequeno grupo de macacos. Para o pesquisador Steven Deeks – da Universidade da Califórnia, em San Francisco –, que comentou os trabalhos na "Nature", os resultados dos dois estudos são "provocativos" em relação às perspectivas para atacar os esconderijos do HIV. "Esses estudos levantaram mais perguntas do que responderam. Mas é assim que a ciência avança", disse. http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/10/virus-primo-do-hiv-e-suprimido-em-estudos-commacacos-nos-eua.html


Veículo: Site – Inpa Editoria: Pag: Assunto: Sensoriamento remoto é tema do último dia do seminário sobre Dinâmica de Carbono Cita a FAPEAM:

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Sensoriamento remoto é tema do último dia do seminário sobre Dinâmica de Carbono 2013-10-30 – 16:49:13 O aluno de doutorado do Inpa Carlos Celes apresentou a importância das imagens a laser do LIDAR para a estimativa da biomassa da Floresta Amazônica. O seminário ‘Dinâmica de Carbono da Floresta Amazônica’ apresentou resultados e debateu ideias para o Projeto Dinâmica do Carbono da Floresta da Amazônia (CADAF) Da Redação da Ascom Na continuidade do seminário Dinâmica de Carbono da Floresta Amazônica, que aconteceu no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), o doutorando do Programa de Pós-graduação em Ciências de Florestas Tropicais (PPG-CFT) do Inpa Carlos Celes, apresentou dados de sensoriamento remoto da Reserva Florestal Adolpho Ducke. Na palestra 'Reserva Ducke: imagens LIDAR e dados terrestres', Celes abordou a relevância de fazer o imageamento a laser da floresta com a tecnologia LIDAR (da sigla inglesa Light Detection And Ranging) para estimar a biomassa da floresta amazônica. “A altura da vegetação é uma forte correlação com a biomassa e desse modo pretendemos utilizar esses dados no Projeto CADAF, que visa o estudo da dinâmica do carbono”, afirma Celes. O pesquisador do Inpa Moacir Campos, também integrante do Projeto CADAF na parte de sensoriamento remoto, explica o funcionamento do LIDAR no imageamento da floresta: “O dado


LIDAR é uma tecnologia que faz uma varredura a laser e traz informações diferenciadas de satélites convencionais, pois podem medir a altura das arvores e também detectar a forma do terreno, ou seja, informações fundamentais para que a estimativa de biomassa seja mais precisa. Essa é uma tecnologia diferencial no CADAF, onde seus dados servirão para comparar com os dados coletados pelo Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT)”. Com a utilização dos dados LIDAR, Celes chegou a conclusão de resultados que contribuem para os estudos sobre a dinâmica do carbono, que é o objetivo do projeto. “Em primeiro, podemos ver que a tecnologia LIDAR tem a capacidade de mapear a topografia do solo como se tivesse retirado sua vegetação, assim pudemos medir a topografia feita em campo com as do LIDAR. Segundo, conseguimos verificar, com precisão, a diferença entre a altura da vegetação em áreas conhecidas como baixio e platô. E finalmente, após essas comparações, pudemos estimar a biomassa em grupos separados (como clareiras e grupo de árvores) e com essas parcelas, conseguimos extrapolar a estimativa de carbono para toda a área de imageamento feito com o LIDAR”, conclui o doutorando. Segundo o coordenador do Projeto CADAF,pelo Inpa e representante do Brasil Niro Higuchi, estima-se no estado do Amazonas um número de 160 toneladas de carbono por hectare, com a margem de erro de 10 toneladas. Balanço geral Ainda nesta manhã, foram ministradas palestras sobre o componente sensoriamento remoto do Projeto CADAF e VANT: Aplicações no Sensoriamento Remoto, dando encerramento ao último dia do seminário. Para Higuchi, os três dias de seminário foram proveitosos e positivos. “Esse projeto foi planejado com objetivos claramente definidos e os participantes do projeto têm isso claramente na cabeça, o que facilita a comunicação com o público e com os contribuintes brasileiros e japoneses na missão do projeto. Avançamos muito e nossos resultados são muito próximos de definitivos. Em 2014, no encerramento do projeto, estaremos com o produto final bem acabado e teremos um produto novo para passar ao público e aos contribuintes”, conclui. Projeto CADAF O projeto CADAF é parte do programa de cooperação bilateral entre Brasil e Japão, representado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA, em inglês). O Projeto CADAF foi aprovado em abril de 2010 com término previsto para março de 2014. O objetivo é desenvolver técnicas de avaliação, em grande escala, da dinâmica do carbono na floresta amazônica. O CADAF deu continuidade às atividades de campo do Pronex, encerradas em dezembro de 2011 e é parte integrante do Inventário Florestal Contínuo do Estado do Amazonas. Foto da chamada: Daniel Jordano http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=3023


Veículo: Site – Inpa Editoria: Pag: Assunto: Pesquisadora do Inpa tem capítulo em livro sobre biodiversidade e conhecimentos tradicionais associados Cita a FAPEAM:

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Pesquisadora do Inpa tem capítulo em livro sobre biodiversidade e conhecimentos tradicionais associados 2013-10-30 – 18:19:48 Livro traz o olhar de diferentes membros do Conselho de Gestão do Patrimônio (CGEN), responsável pela implementação da MP nº 2.186-16/2001, atual lei de acesso à biodiversidade Da redação da Ascom A pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, a doutora em Ecologia e Biologia Evolutiva pela Universidade do Arizona (EUA) Lúcia Helena Rapp Py-Daniel, assina um dos 30 artigos da obra Biodiversidade e Conhecimentos Tradicionais Associados: Implementação da Legislação de acesso e repartição de benefícios no Brasil, lançado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na última semana em Brasília. O livro traz visões e experiências de diferentes membros do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN), órgão colegiado de caráter normativo e regulador da Medida Provisória nº 2.186-16/2001 ligado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), sobre o impacto desta legislação na última década. A obra fala ainda sobre a biodiversidade e os conhecimentos tradicionais associados, além discutir vários aspectos da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) e o comprometimento do país com suas normas através dessa MP e do sistema nacional de acesso e repartição de benefícios. Desde a formação do Conselho em 2002, Lúcia Rapp é conselheira e representante do Inpa no


CGEN, escreveu sobre a experiência do Instituto em uma década de implementação da MP nº 2.186-16/2001. Segundo a pesquisadora, os conselheiros representam autarquias federais e todas sofrerem impactos com essa legislação. “No Inpa, esses efeitos percorreram diversos setores, tais como as Coleções Científicas, projetos em pesquisa básica, bioprospecção, desenvolvimento tecnológico e a pós-graduação do Inpa como um todo”. Impactos Para a autora, o principal impacto foi o esvaziamento da pesquisa de ponta em biotecnologia do país, não só no Inpa. Para se ter ideia da complexidade da legislação, Rapp conta que o primeiro projeto do Inpa envolvendo Repartição de Benefícios demandou a alteração da figura administrativa da direção do Inpa para ser aprovado. A direção, à época, não podia assinar um contrato de utilização do patrimônio genético e de repartição de benefícios (CURB), uma das exigências da lei de acesso. “Desde então, diversos projetos se viram prejudicados pela morosidade de se conseguir autorizações de acesso, e os maiores prejudicados foram justamente os estudantes de pós-graduação do Inpa, que têm prazos rígidos para mestrado e doutorado”, relatou a pesquisadora do Inpa. Ainda de acordo com Rapp, o Inpa já teve de recorrer de autuações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão fiscalizador da implementação da MP, em virtude de projetos institucionais serem desenvolvidos no Instituto sem as devidas autorizações do CGEN. Para a pesquisadora, depois de 12 anos, nada mudou na lei, e o que se tem feito no CGEN nos últimos anos é tentar viabilizar certas atividades de acesso que, pela complexidade da MP, corriam risco de ser inexequíveis. Há dez anos é discutido um novo Projeto de Lei para substituir a MP, mas até agora não saiu das mesas e salas de reunião dos ministérios. Livro em formato eletrônico O livro organizado por Simone Nunes Ferreira e Maria José Amstalden Sampaio, ambas da Embrapa e com passagem pelo CGEN como conselheiras, está disponível no site da SBPC, no formato eletrônico (ePub e PDF). Nele são encontrados depoimentos de representantes da academia, de órgãos federais, de empresas, pesquisadores, comunidades tradicionais e indígenas, organizações não-governamentais que além de exporem detalhes da MP apresentam um pouco da sua experiência de acesso ao patrimônio genético e a implementação da legislação nos últimos dez anos. Foto da chamada: Eduardo Gomes http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=3026


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:“Sustentabilidade das Cidades Digitais” é discutida em Brasília Cita a FAPEAM: ✘

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“Sustentabilidade das Cidades Digitais” é discutida em Brasília CIÊNCIAEMPAUTA, POR DANYELLE SOARES Postado em 30/10/2013 “Sustentabilidade das Cidades Digitais” é o tema do painel promovido pela Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações. O painel tem como objetivo aprofundar as discussões sobre a manutenção das Cidades Digitais, projeto que está sendo implantado pelo Governo Federal. Para o debate sobre “Gestão e Compartilhamento de Infraestrutura” foram convidados o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), Odenildo Sena, o diretorpresidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni, o presidente da Associação Brasileira de Internet( Abranet), Eduardo Neger, e o diretor-geral da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), Nelson Simões. O evento acontece nesta quarta-feira (30) em Brasília. CIDADES DIGITAIS O programa Cidades Digitais tem o objetivo de modernizar a gestão e o acesso aos serviços públicos nos municípios brasileiros. Em 2013, o Cidades Digitais foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, o que assegurou um reforço de R$ 100 milhões no orçamento de 2013, segundo dados do Ministério das Comunicações. Nesta segunda etapa, foram inscritas cidades de até 50 mil habitantes, distantes até 50 km do


backbone (rede principal) da Telebrás ou que assumiram compromisso firmado com operadoras privadas para conexão à internet. A rede das Cidades Digitais é composta por um anel de fibra óptica que interliga os órgãos públicos locais. Empresas integradoras são responsáveis pelo fornecimento de equipamentos, serviços de instalação, suporte técnico e capacitação da administração municipal. AMAZONAS Seis municípios no Amazonas foram selecionados pelo Ministério das Comunicações, conforme a portaria Nº 302, de 11 de outubro de 2013, para receber investimentos para a implantação de Cidades Digitais. As cidades a serem beneficiadas são Autazes, Benjamin Constant, Maraã, Codajás, Iranduba e Careiro. O Governo do Amazonas, por meio da SECTI, já vem trabalhando na implantação das cidades digitais, e no mês de agosto promoveu a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica que viabiliza com recursos do Estado, projeto orçado em pouco mais de R$ 9 milhões. Essa parceria foi estabelecida entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), Processamento de Dados do Amazonas S/A (Prodam), prefeituras e SECTI. Ciência em Pauta, por Danyelle Soares http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/sustentabilidade-das-cidades-digitais-e-discutidaem-brasilia/


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Escola Verde se destaca e vira referência em Rio Preto da Eva Postado em 30/10/2013 Colocar a mão na terra, manusear sementes e mudas de hortaliças. Aprender sobre o processo de germinação, a importância de minhocas e composição de adubo, e claro desenvolver valores relacionados às questões ambientais se tornaram rotina na vida dos jovens pesquisadores do Programa Ciência na Escola (PCE), no município de Rio Preto da Eva. O município vem se destacando na educação, aprovando projetos desde 2004 no PCE. Rio Preto possui hoje três projetos na única escola estadual da cidade, financiados pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Escola Verde: educação com os pés na terra foi o primeiro tema abordado pelos alunos de ensino fundamental e médio da cidade, isso quase dez anos atrás. De lá pra cá muitos alunos já passaram por essa escola, entre eles os pais, amigos e demais familiares dos estudantes que aprovaram e apoiaram a iniciativa. Os jovens cientistas conseguiram transpor os muros da escola e virar referência em qualidade de vida e alimentação saudável. Realizaram oficinas e palestras sobre reaproveitamento de alimentos e técnicas de elaboração de receitas saudáveis para merenda escolar. Participando pela segunda vez do Escola Verde, o estudante Luan Viana que começou como voluntário fala sobre a a importância do projeto para a educação escolar. “No início eu não sabia nem regar, tenho planta em casa mas elas sempre morriam e eu não sabia o porque. Participei dos cursos e hoje eu sei para que servem os fertilizantes, o melhor jeito de plantar. Ajudar os outros e passar o conhecimento que eu aprendi com o Escola Verde está sendo muito bom, eu consigo


transmitir o que eu aprendo”. Calouro no PCE, o professor de biologia Mateus Gonçalves aprovou pela primeira vez o projeto Minhocultura e Compostagem, trabalhando com os demais coordenadores a Horta Orgânica da escola estadual Rio Preto da Eva. Apesar de ser o primeiro ano coordenando projetos, o professor da rede pública já teve o seu primeiro contato com o PCE anos atrás. “Tive a satisfação de ter um filho bolsista do PCE ainda na primeira edição do Escola Verde aqui no município, hoje ele é estudante de gastronomia”. Apesar de o município possuir três temas aprovados, o diferencial está na união entre jovens pesquisadores e coordenadores que tem como assunto central a horta orgânica da escola Rio Preto da Eva. São 15 bolsistas e mais de 40 voluntários que juntos pesquisam, investem e aprendem mais sobre como construir uma horta e a importância de comer alimentos saudáveis tanto na escola quanto em casa. Fonte: PCE http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/escola-verde-se-destaca-e-vira-referencia-em-riopreto-da-eva/


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Itacoatiara recebe curso de Plano de Manejo durante SNCT Postado em 30/10/2013 O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) participou, nos dias 22 e 23 de outubro, no município de Itacoatiara, da Semana de Engenharia Florestal da Escola Superior de Tecnologia da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), ministrando um mini curso sobre Manejo Florestal, em mais uma atividade da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Estado. O mini curso foi aplicado pelos analistas ambientais, Giuliano Guimarães e Sidney Rudhjá que explicaram a técnica do Manejo Florestal para um público de 50 alunos do curso da UEA, em Itacoatiara. No primeiro dia do curso, os instrutores fizeram uma exposição sobre o Ipaam e suas atribuições. Depois falaram sobre o licenciamento ambiental, com ênfase no licenciamento de atividades florestais, principalmente quanto ao Manejo Florestal no Amazonas e as categorias de Manejo Florestal (Pequena Escala e Empresarial). No segundo dia foram abordados assuntos como cadastro de atividades florestais, homologação de pátios, manejo florestal de pequena escala, Resolução Cemaam no 009 (passível de alterações) e termos de referência. Ainda foi feita uma atividade prática de análise de inventário florestal. VISTORIAS Aproveitando a presença no município, os técnicos do Instituto também realizaram vistorias em serrarias e movelarias e também em um empreendimento de Plano de Manejo, localizado no Km 72 da Rodovia AM-070, sentido Itacoatiara-Manaus.


A vistoria ao Plano de Manejo cumpre um requisito para a concessão da licença ambiental que autoriza o funcionamento do empreendimento. Das vistorias em serrarias e movelarias realizadas, três delas foram para a renovação da licença de operação (LO) e uma para a emissão da LO pela primeira vez. Sidney Rudhjá avaliou como “muito positiva a renovação de licenças para empresas madeireiras, porque a renovação significa que as empresas estão dentro da legalidade”. PLANO E MANEJO O Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) é o conjunto de planejamentos e técnicas de colheita florestal, adaptadas às condições da floresta e aos objetivos sociais e econômicos do seu aproveitamento. O objetivo deste plano, exigido pela legislação florestal, é orientar a produção madeireira da floresta, assegurar um melhor aproveitamento dos recursos, aumentar a rentabilidade da atividade, reduzir o impacto da exploração, diminuir os riscos de trabalho e promover a sustentabilidade. O PMFS permite sintetizar o ambiente físico (clima, topografia, hidrografia, geologia, solo), socioeconômico (população, economia, infra-estrutura) e biológico (vegetação e fauna). Agência CT&I Amazonas, por Leidimar Brigatto http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/itacoatiara-recebe-curso-de-plano-de-manejodurante-snct/


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Cientistas desenvolvem exame para sete tipos de câncer de mama Postado em 30/10/2013 Cientistas britânicos afirmam que um novo exame que identifica sete tipos de câncer de mama poderá estar disponível dentro de dois anos. Atualmente, em testes para detectar esse tipo de tumor, apenas dois marcadores biológicos são procurados. Mas, no ano passado, pesquisadores revelaram que o câncer de mama pode ter dez tipos diferentes, dependendo da genética da paciente. Essas variações só podem ser identificadas a partir de um exame genético detalhado, que custa caro e não é prático para a maioria das pacientes. Agora, a equipe da Universidade de Nottingham desenvolveu um método que avalia dez proteínas importantes que identificam sete tipos diferentes da doença. Em artigo publicado na revista especializada British Journal of Cancer, os cientistas dizem que a descoberta vai ajudar os médicos a personalizar os tratamentos e aumentar as taxas de sobrevivência das pacientes, que variam de acordo com o tipo de câncer. Andy Green, que liderou o estudo, afirma que, com o aumento das opções de tratamento para o câncer de mama, a decisão sobre a escolha do tratamento mais adequado está ficando cada vez mais complexa. ”Melhorias no tratamento e no resultado para pacientes com câncer de mama vão envolver a melhoria das metas de terapias apropriadas para as pacientes. (Mas) deve ser igualmente importante o aprimoramento de estratégias paralelas para evitar tratamentos desnecessários ou impróprios e efeitos colaterais”, disse.


“ASSINATURA” No estudo, os cientistas procuraram pela “assinatura” de cada tipo de câncer em 1.073 amostras de tumores, recolhidas em um banco de tecidos. Os autores descobriram que 93% dessas amostras se encaixavam bem em um dos sete tipos, enquanto as 7% restantes foram mais difíceis de se encaixar em uma categoria. Outros exames das amostras revelaram que os sete tipos de câncer de mama são definidos por combinações e níveis diferentes de dez proteínas encontradas nessas células cancerosas. Elas incluem duas proteínas que já são identificadas rotineiramente em células de câncer de mama – o receptor de estrogênio (ER) e o gene HER2, além de outras que não são testadas atualmente, como a p53, HER3, HER4a e a citoqueratina. Apesar do otimismo dos pesquisadores, Emma Smith, do departamento de informação científica da ONG britânica Cancer Research UK, afirma que são necessárias mais estudos nessa área. “A pesquisa e as novas tecnologias estão começando a nos dar uma ideia do que está por vir nessa área. Mas não está claro se essa série de marcadores dará aos médicos mais informações úteis do que os exames que já são feitos”, disse. “Vamos precisar de resultados de outros estudos ou testes clínicos para afirmar com certeza se essa abordagem pode ser boa para identificar tratamentos diferentes e melhorar a sobrevivência para as mulheres com câncer de mama.” Fonte: BBC http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/cientistas-desenvolvem-exame-para-sete-tipos-decancer-de-mama/


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Escola Verde se destaca e vira referência em Rio Preto da Eva Publicado: Quarta, 30 Outubro 2013 06:49 Colocar a mão na terra, manusear sementes e mudas de hortaliças. Aprender sobre o processo de germinação, a importância de minhocas e composição de adubo, e claro desenvolver valores relacionados às questões ambientais se tornaram rotina na vida dos jovens pesquisadores do Programa Ciência na Escola (PCE), no município de Rio Preto da Eva. Famoso por ser a terra da laranja e detentor de cafés regionais sem igual o município distante 80km da capital vem se destacando também na educação. Aprovando projetos desde 2004 no PCE. Rio Preto possui hoje três projetos na única escola estadual do município, financiados pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Escola Verde: educação com os pés na terra foi o primeiro tema abordado pelos alunos de ensino fundamental e médio da cidade, isso quase dez anos atrás. De lá pra cá muitos alunos já passaram por essa escola, entre eles os pais, amigos e demais familiares dos estudantes que aprovaram e apoiaram a iniciativa. Quando questionada sobre o número de alunos e voluntários que já passaram pelo projeto a coordenadora Francisca Pereira respondeu sem nem precisar pensar “mais de 500”. Os jovens cientistas conseguiram transpor os muros da escola e virar referência em qualidade de vida e alimentação saudável. Realizaram oficinas e palestras sobre reaproveitamento de alimentos e técnicas de elaboração de receitas saudáveis para merenda escolar. Mas não foram apenas os jovens cientistas que viraram referência não, a idéia que tem como líder a professora Francisca, passou a ser cobiçada também em escolas municipais e hoje está presente nas 10 escolas da prefeitura.


Idealizado pela pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) Bianca Galúcio em parceria com a professora Francisca, o tema tem como objetivo despertar os alunos para a vocação científica com temas de interesse próprio como a merenda escolar, uma vez que os produtos cultivados sem agrotóxicos enriquecem a alimentação na escola. “O objetivo é o despertar científico, proporcionar a visão sobre o que é ciência e pesquisa, mostrar que essa ciência está perto deles, no dia a dia” disse a pesquisadora. Participando pela segunda vez do Escola Verde, o estudante Luan Viana que começou como voluntário conta a importância do projeto para a educação escolar “no início eu não sabia nem regar, tenho planta em casa mas elas sempre morriam e eu não sabia o porque. Participei dos cursos e hoje eu sei para que servem os fertilizantes, o melhor jeito de plantar. Ajudar os outros e passar o conhecimento que eu aprendi com o Escola Verde está sendo muito bom, eu consigo transmitir o que eu aprendo”. Calouro no PCE, o professor de biologia Mateus Gonçalves aprovou pela primeira vez o projeto Minhocultura e Compostagem, trabalhando com os demais coordenadores a Horta Orgânica da escola estadual Rio Preto da Eva. Apesar de ser o primeiro ano coordenando projetos, o professor da rede pública já teve o seu primeiro contato com o PCE anos atrás. “Tive a satisfação de ter um filho bolsista do PCE ainda na primeira edição do Escola Verde aqui no município, hoje ele é estudante de gastronomia”. Apesar de o município possuir três temas aprovados, o diferencial está na união entre jovens pesquisadores e coordenadores que tem como assunto central a horta orgânica da escola Rio Preto da Eva. São 15 bolsistas e mais de 40 voluntários que juntos pesquisam, investem e aprendem mais sobre como construir uma horta e a importância de comer alimentos saudáveis tanto na escola quanto em casa. Jamyly Macêdo http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/6469-escola-verde-se-destaca-e-vira-refer %C3%AAncia-em-rio-preto-da-eva.html


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Alunos do Ifam irão representar o Amazonas em Jornada de Foguetes Publicado: Quarta, 30 Outubro 2013 06:48 Cinco alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência, Tecnologia do Amazonas (Ifam), campus Presidente Figueiredo, irão representar o Amazonas na V Jornada de Foguetes, que será realizada na cidade de Barra do Piraí (RJ). Coordenado pela equipe nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) e Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), o evento começa na próxima quinta-feira (31) e se encerra no domingo (3/11). Com o apoio do Governo do Estado, através da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio de passagens aéreas, a equipe apresentará um foguete movido a partir da mistura química de ácido acético (vinagre) e bicarbonato de sódio que alcança uma distância horizontal de 165m. Além de elaborarem os foguetes, os estudantes terão que construir a base de lançamento. O trabalho será apresentado pelos estudantes do curso técnico de Mecânica do Ifam: Ana Karolina Gaia de Souza, Madson Victor Caranha Junior, Breno Porto dos Santos, Erick Jhonson Silva, Simon Silas de Souza Cunha e Ramon Guimaraes da Silva, sob a coordenação do professor Josiel da Cunha Silva. Conforme Silva, a participação na Jornada é importante porque propicia aos alunos a possibilidade de trocar informações sobre a construção e o desenvolvimento de foguetes de garrafas PET, em que conhecimentos de Física, Química, Matemática e Geografia, além de outras áreas do conhecimento, estão inseridos. “Ao construírem os foguetes os alunos desenvolvem habilidades como: trabalho em equipe,


desenvolvimento de hipóteses para a solução de problemas encontrados desde a fase inicial da atividade até a etapa nacional. Eles também poderão assistir palestras e oficinas voltadas às Ciências Espaciais, com a presença do Astronauta Brasileiro Marcos Pontes”, ressaltou. Mestre em Climatologia da Amazônia (Física do Clima) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o professor de Física disse que o evento, assim como outras Olimpíadas do Conhecimento, é enriquecedor e transformador, pois ajuda na formação e no desenvolvimento cognitivo dos alunos pelo simples, mas não simplório, método científico de construção de seus respectivos foguetes. http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/6468-alunos-do-ifam-ir%C3%A3orepresentar-o-amazonas-em-jornada-de-foguetes.html


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Presidente faz balanço positivo da ida à Europa “O resultado foi considerado acima da expectativa”, afirmou o Prof. Sergio Gargioni, presidente do CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa), referindo-se à missão científica realizada no Reino Unido, semana passada. gargioni-reino-unido Segundo ele, há possibilidades de acordo com as entidades visitadas, incluindo: o Conselho Britânico; uma entidade voltada para inovação (Technology Strategy Board); a associação que reúne todas as universidades do Reino Unido (Universities UK); a entidade que reúne os sete conselhos de pesquisa especializados (Research Councils); e a entidade autônoma prestadora de serviços de viabilização de projetos inovadores com empresas e certificação de produtos e sistemas de baixo carbono de empresas (Carbon Trust). “O relatório completo será apresentado no Fórum CONFAP do dia 20 de novembro, em Brasília,” concluiu Gargioni, que também preside a FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). http://www.confap.org.br/presidente-faz-balanco-positivo-da-ida-a-europa-2/


Veículo: Site – Consecti Editoria: Pag: Assunto: Fundação de Bill Gates concede US$ 100 mil a três pesquisadores brasileiros Cita a FAPEAM:

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Fundação de Bill Gates concede US$ 100 mil a três pesquisadores brasileiros Um projeto para acelerar a produção de medicamentos para parasitoses ainda comuns no Brasil e na África e dois para facilitar o plantio com técnicas de baixo custo receberão financiamento da fundação do bilionário Bill Gates, da Microsoft. Cada um dos três pesquisadores brasileiros responsáveis pelos planos vai ganhar um patrocínio de US$ 100 mil (R$ 219 mil) que pode ser estendido a US$ 1 milhão (R$ 2,19 milhões) se a execução da ideia for bem-sucedida. A indicação deles será anunciada em uma conferência promovida pela Fundação Bill e Melinda Gates, que começa hoje no Rio. O encontro, realizado pela primeira vez no país, vai até quarta (30) e promete reunir mais de 600 pesquisadores já contemplados com o apoio financeiro dos programas batizados de Grand Challenges (grandes desafios), criados pela organização de Gates. De 2.700 inscritos, 80 foram selecionados, entre eles o farmacêutico carioca Floriano Paes Silva Júnior, o engenheiro agrônomo paulista Mateus Marrafon e o engenheiro mecânico mineiro Ricardo Capúcio de Resende. “O projeto vai ajudar na produção de medicamentos para doenças causadas por parasitas, como esquistossomose e filariose”, disse Silva Júnior, 35, que trabalha na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio.


O farmacêutico propôs o desenvolvimento de um software capaz de interpretar imagens de parasitas feitas com microscópio para avaliar quais medicamentos já existentes podem ser úteis para combatê-los. Essa análise automatizada da reação do parasita à substância poderia ajudar até a dizer qual será a dose ideal para matá-lo. Até agora, essa avaliação se dá por meio da observação e da interpretação, feitas por um pesquisador, das características do causador da doença, o que leva a conclusões nem sempre consistentes. “Hoje o método é manual e subjetivo”, disse Silva Júnior. Mateus Marrafon, 29, pesquisador do Instituto Kairós, desenvolveu protótipos de uma fita biodegradável que envolve as sementes selecionadas para uma determinada plantação. Dentro da fita, que é enterrada no solo, as sementes são distribuídas de acordo com o espaçamento ideal para o crescimento. “As máquinas agrícolas que distribuem sementes com o espaçamento adequado são caras. A fita é uma opção de baixo custo que vai ajudar o pequeno agricultor”, disse Marrafon, que começou a pensar no projeto em 2006, quando estava na faculdade. “Tentei de todas as formas buscar parceiros para desenvolver meu projeto, mas não consegui. Foi preciso recorrer a uma instituição de fora do Brasil para levar minha ideia adiante.” Ricardo Resende, 47, da Universidade Federal de Viçosa, também pensou em uma ferramenta que ajudasse no plantio. Projetou uma máquina com duas rodas, capaz de criar buracos no solo e, simultaneamente, lançar sementes. Seria a opção artesanal às semeadoras automatizadas usadas em grandes propriedades. “É como um carrinho de mão que pode ser usado inclusive pelas mulheres, uma ferramenta ideal para a agricultura familiar.” A Fundação Bill e Melinda Gates também firmou parceria com o governo brasileiro. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, deve ir hoje à abertura da conferência para formalizar um acordo entre a Fiocruz e a instituição americana para a produção de um vacina dupla viral contra sarampo e rubéola. Segundo a fundação, a vacina deverá ser exportada para países africanos. Fonte: Folha de São Paulo http://www.consecti.org.br/destaques/fundacao-bill-gates-concede-us-100-mil-tres-pesquisadoresbrasileiros-2/


Veículo: Site – Consecti Editoria: Pag: Assunto: Semana Nacional da Ciência e Tecnologia mostrou relação entre pesquisa e esporte Cita a FAPEAM:

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Semana Nacional da Ciência e Tecnologia mostrou relação entre pesquisa e esporte Terminou ontem (27) a décima edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2013), desenvolvida simultaneamente nas maiores cidades brasileiras, com exposições técnicas e palestras de atletas profissionais e pesquisadores. “Houve grande resposta do público e dos participantes, superando todas as expectativas”, segundo Oswaldo Duarte Filho, secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do governo federal. O secretário disse hoje que a temática da SNCT 2013 – Ciência, Saúde e Esporte – foi “feliz e envolvente”, e o evento contou com a participação de quase 600 cidades e mais de 900 instituições ligadas ao tema. “Mais do que em qualquer outra época”, acrescentou, e para dar tempo a que mais instituições se engajem no processo, ele anunciou que o edital para a SNCT 2014 já está aberto, e que o tema será Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social. O secretário destacou que o envolvimento de atletas renomados, de diferentes modalidades esportivas, contribuiu sensivelmente para levar mais público aos stands da exposição. Caso, por exemplo, da palestra dada por Maurren Maggi, medalha de ouro no salto triplo, com a marca de 7,04 metros nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, que falou sobre a importância da tecnologia e da inovação para melhorar a performance dos atletas, em qualquer modalidade. Oswaldo Duarte ressaltou a participação das Forças Armadas na SNCT 2013, com a exposição de maquinário e tecnologia que atraíram bom público, como no caso de Brasília, que recebeu mais de 100 mil visitantes. Ele destacou ainda que, além dos ministérios envolvidos diretamente na operacionalização da SNCT – Educação, Saúde, Desenvolvimento Agrário e Meio Ambiente, além do de Ciência, Tecnologia e Inovação – o governo local também “teve participação decisiva”, especialmente com a Novacap. Fonte: Agência Brasil http://www.consecti.org.br/destaques/semana-nacional-ciencia-tecnologia-mostrou-relacaopesquisa-esporte-2/


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Assunto: É preciso conhecer quem habita as florestas, defende pesquisadora Cita a FAPEAM:

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É preciso conhecer quem habita as florestas, defende pesquisadora 30/10/2013 - 14:34 Saber mais sobre as populações das áreas florestais é importante tanto para melhorar as condições de vida delas como para conservar esses lugares, avalia a pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) Maria Inês Higuchi. No seminário Dinâmica de Carbono da Floresta Amazônica, ela apresentou dados socioambientais das unidades de conservação (UCs) no Amazonas, sua relevância para o desenvolvimento de pesquisas e para a formulação de inventários florestais nessas áreas. “Ao mesmo tempo que queremos conhecer a floresta, precisamos conhecer as pessoas que nela vivem e que dela dependem. Essas informações sociais iriam combinar com as melhorias para uma melhor qualidade de vida nessas áreas, tanto na vida das pessoas, quanto na proteção de recursos naturais”, afirmou a pesquisadora, no evento em Manaus. Os dados apresentados na palestra estão reunidos no livro Morar e Viver em Unidades de Conservação no Amazonas: Considerações Socioambientais para os Planos de Manejo, editado por Maria Inês com outro pesquisador do Inpa, Niro Higuchi, e com a pesquisadora-bolsista Camila Carla de Freitas. O seminário começou na segunda-feira (28) e se encerra nesta quarta (30), com o objetivo de apresentar e discutir resultados do Projeto Dinâmica do Carbono da Floresta da Amazônia (Cadaf), obtidos durante o período de 2010 a 2013. O Cadaf é parte do programa de cooperação bilateral entre Brasil e Japão.


Para o coordenador do projeto pelo Inpa, Niro Higuchi, a iniciativa coloca o Amazonas à frente de outros estados brasileiros e até outras regiões do mundo no assunto. “Se queremos entender qual é o papel do Amazonas em questões globais, como a situação climática, esse foi o primeiro passo dado”, comentou. Hoje, as palestras abordam o sensoriamento remoto, no que diz respeito a equipamentos, métodos, aplicações e resultado. Leia mais. Texto: Ascom do Inpa http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/350845/E_preciso_conhecer_quem_habita_as_flore stas_defende_pesquisadora.html


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto: Congresso ABIPTI 2014 abre chamada para seleção de projetos Cita a FAPEAM:

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Congresso ABIPTI 2014 abre chamada para seleção de projetos Escrito por Agência Gestão CT&I A Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI) abrirá a partir, desta sexta-feira (1º) o período de envio de trabalhos para a oitava edição do o Congresso ABIPTI 2014 o “Ambiente Inovador no Brasil: Desafios para o Desenvolvimento Socioeconômico”. Interessados têm até 10 de janeiro de 2014 para enviar os resumos dos trabalhos. Os projetos poderão ser apresentados nos formatos trabalhos acadêmicos e relatos de experiências ou projetos executados. Eles devem estar relacionados a um dos quatro subtemas do encontro: contribuição das instituições científicas e tecnológicas (ICT’s) para a competitividade das empresas; a proteção do conhecimento no âmbito das ICTs; o uso das tecnologias sociais para o desenvolvimento regional sustentável; e inovação em saúde para o bem-estar social. A análise das propostas ficará a cargo de uma comissão técnica estabelecida pela ABIPTI. Os avaliadores julgarão os projetos quanto à atualidade, à clareza na definição dos objetivos, à relevância do assunto tratado para o contexto do tema, à adequação metodológica e à contribuição para o desenvolvimento do conhecimento na temática. Além da possibilidade de expor o projeto durante o Congresso, o autor do melhor trabalho também será premiado com um tablet. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4745:congressoabipti-2014-abre-chamada-para-selecao-de-projetos&catid=3:newsflash


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Brasil tem potencial para desenvolver mais tecnologias assistivas, aponta estudo Escrito por Agência Gestão CT&I Um estudo elaborado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) concluiu que as instituições de nível superior e de pesquisa do Brasil detêm uma grande quantidade de ideias e propostas para melhorar a qualidade de vida de cidadãos portadores de deficiência. A pesquisa aponta que a capacidade intelectual do País para executar projetos voltados para a área de tecnologias assistivas é maior do que entidades de nações como a Alemanha, a Inglaterra e os Estados Unidos. Parte da conclusão deste trabalho foi apresentado pelo assessor técnico da instituição, Milton da Paz, em palestra durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2013, em Brasília (DF). Segundo ele, para que as ideias saiam da prateleira e sejam transformadas em benefícios para a sociedade é necessário uma aproximação de vários setores. “É fundamental a participação da indústria, dos institutos de pesquisa e das universidades”, avaliou. “E o governo pode fazer um esforço de integração de toda essa inteligência nacional em prol de soluções eficientes que gerem produtos e serviços com dignidade”. O estudo foi um pedido da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secis/MCTI). O objetivo final é construir um parecer sobre a oferta, demanda e tendências tecnológicas e também apontar as ameaças e as oportunidades nesta área.


“A ideia é que o resultado final do estudo permita àquele que o leia, especialmente o tomador de decisão, ter um conjunto de informações extremamente ricas para que se possa unir todas as iniciativas que existem hoje e criar grandes alavancas através de outros esforços”, reforçou Paz. Além de mostrar a capacidade e quantidade de projetos, o material também apresentará recomendações diretas para gestores públicos. Uma das sugestões apontadas é a construção de Centros Integrados de Saúde da Pessoa em cada unidade federativa do Brasil, que operariam como instituições multidisciplinares para o antendimento para portadores tipo de deficiência. O estudo deverá ser finalizado até o fim deste mês por meio do site www.cgee.org.br. (Agência Gestão CTI com informações do MCTI) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4748:brasil-tempotencial-para-desenvolver-mais-tecnologias-assistivas-aponta-estudo&catid=1:latest-news


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1. Ciência para a inclusão social A Secis é um órgão do MCTI que trabalha na difusão de conhecimentos e tecnologias assistivas entre a população mais carente A ciência é o grande caminho para se fazer o desenvolvimento, reduzindo a desigualdade. Ela é fundamental para áreas como saúde e educação. A opinião é de Oswaldo Baptista Duarte Filho, secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social. Em um país como o Brasil, com graves deficiências em serviços públicos básicos, o trabalho de Duarte tem papel fundamental. Ele comanda a Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (Secis), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) voltado para a difusão de pesquisas e tecnologias entre a população mais carente. Criada em 2003, a Secis está comemorando dez anos na coordenação de projetos como a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e os Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs). "Pegamos um conhecimento e o transformamos em programa que possa melhorar a qualidade de vida das pessoas", explica o secretário. Tecnologia assistiva - Segundo Oswaldo Baptista, estimular o desenvolvimento de tecnologias para pessoas com necessidades especiais é uma das principais linhas de trabalho da secretaria. O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência prevê, até 2014, o apoio de R$ 60 milhões e crédito de R$ 90 milhões para o Programa Nacional de Inovação. "Nosso trabalho é levar recursos para as universidades e empresas criarem produtos novos. Também montamos um centro de referência em tecnologia assistiva que funciona em Campinas e coordena as atividades dos núcleos nas universidades", contou o secretário. Parte desses recursos é destinada a projetos por meio de editais. O mais recente foi publicado no dia


10 de outubro e ainda está aberto para a submissão de propostas, que serão financiadas com o valor total de R$ 13 milhões. Ele vaiapoiar a implantação de núcleos de tecnologia assistiva. "Essas inovações são muito caras. Hoje, por exemplo, uma cadeira motorizada pode custar em torno de dez mil reais. Nosso papel é destinar recursos para desenvolver tecnologia brasileira, e a expectativa é que elas sejam disponibilizadas para a população a um custo muito baixo", presume Oswaldo. Centros Vocacionais Tecnológicos - Presente em 21 dos estados brasileiros, os CVTs (Centros Vocacionais Tecnológicos) começaram a ser implantados antes da criação da Secis. "O objetivo é capacitar a parte mais carente da população para que ela possa ingressar ou até ser empreendedora das cadeias produtivas locais", explicou o secretário do MCTI. Segundo ele, os CVTs são voltados para comunidades que não têm acesso às universidades. "Nós temos 255 centros vocacionais no Brasil nas mais variadas regiões. Estamos trabalhando para montar um no Xingu", acrescentou. A atuação dos CVTs leva em consideração o perfil econômico e a vocação de cada região. Por isso, cada centro é direcionado para um tipo de atividade, inserindo conhecimentos e tecnologias no seu processo produtivo. Enquanto a unidade da cidade de Abaetuba, no Pará, é voltada para a fruticultura, a de Diamantina, em Minas Gerais, tem foco no turismo. OBMEP - Desmistificar o aprendizado de matemática é o principal objetivo da Olimpíada Brasileira das Escolas Públicas. Realizada desde 2005, a competição reuniu 5.524 municípios na edição 2013, que terá seu resultado divulgado no dia 29 de novembro. "Somente 36 pequenos municípios brasileiros não estão participando. Nós já mapeamos e vamos conversar com eles, para atingir 100%", afirmou Oswaldo Baptista. Além de alunos, o evento também premia professores, escolas e secretarias de educação que se destacam. Eles recebem a condecoração das mãos da presidente Dilma Rousseff e bolsas de estudos. Através de outro edital, aberto até 9 de novembro, a secretaria espera destinar mais de três milhões de reais para outros projetos de olimpíadas científicas de âmbito nacional para ensino fundamental e médio. (Paloma Barreto / Jornal da Ciência) Este texto foi publicado na página 8 do http://www.jornaldaciencia.org.br/impresso/JC748.pdf http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90326

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2. "A burocracia emperra pesquisas no Brasil" Entrevista exclusiva com Sergio Luiz Gargioni, presidente do Confap, para o portal da SBPC O engenheiro mecânico Sergio Luiz Gargioni, presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) tem larga experiência na gestão da ciência e inovação. Além de ter sido professor da Universidade de Brasília, ele já exerceu diversos cargos de governo, entre os quais o de superintendente de Desenvolvimento Industrial e Infraestrutura e Secretário de Órgãos Colegiados e do CNPq e o de Secretário Executivo do Conselho Nacional da PósGraduação da (Capes). Além do Confap, atualmente preside a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Nesta entrevista exclusiva para o portal da SBPC, Gargioni fala dos avanços da ciência e da inovação no Brasil nos últimos anos, aponta os gargalos e ressalta o papel das fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs). De acordo com ele, o volume de recursos tem aumentado quando somadas todas as fontes. Entre elas, o presidente do Confap destaca as FAPs, cujo orçamento global das 26 unidades soma mais de R$ 2,5 bilhões em 2013. Mas também há obstáculos. "Transformar a ciência em inovação, isto é, incorporá-la nos produtos e processos que possam melhorar o desempenho econômico das empresas, coisa muito natural e destacada em outros países, no Brasil ainda é cercado de desconfiança dos órgãos de controle e de burocracia por parte do poder executivo", critica. Como está hoje a ciência feita no Brasil em relação aos últimos 10 ou 20 anos? Evoluiu muito quando medida pelo número de publicações em revistas de qualidade. De fato, o cientista brasileiro tem padrão internacional. Se as condições lhe são dadas, o resultado aparece. O volume de recursos disponibilizados tem aumentado quando somamos todas as fontes, e aqui incluo as FAPs, fundações estaduais cujo orçamento global das 26 unidades soma mais de R$ 2,5 bilhões


em 2013. Todavia, podemos fazer muito mais. Transformar a ciência em inovação, isto é, incorporálo nos produtos e processos que possam melhorado desempenho econômico das empresas, coisa muito natural e destacada em outros países, no Brasil ainda cercado de desconfiança dos órgãos de controle e de burocracia por parte do poder executivo. Quais os principais avanços da ciência no Brasil? A lei federal de inovação abriu caminho para que cada estado brasileiro criasse sua lei estadual e assim abordasse a inovação com mais seriedade. Talvez por ser algo relativamente novo, nem todas as leis estão surtindo os efeitos desejados e são necessários ajustes, mas pelo menos o processo foi deslanchado. Mais recursos financeiros, maior cooperação internacional, maior produção de pesquisadores foram os elementos alavancadores do avanço da ciência brasileira. E os principais gargalos e desafios? Sem dúvida, um dos gargalos é a burocracia que emperra pesquisas e parcerias público-privadas, motivo pelo qual o Confap estimulou a revisão da legislação brasileira para CT&I e acompanha cada passo dado na direção da criação deste novo marco legal no Congresso. Em relação ao Confap, o que senhor destacaria na atuação do órgão nos últimos anos? Estados que ainda não tinham sua Fundação de Amparo à Pesquisa criaram-na nos últimos anos. Em 2011, por exemplo, Rondônia passou a ter a Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia, e assim está conseguindo organizar o sistema de CT&I no Estado. Pois o Confap articula as 26 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa de forma crescente, facilitando o intercâmbio de experiências entre elas. Atualmente só Roraima ainda não tem sua FAP. Também tem aumentado a participação do Confap em órgãos colegiados do governo federal, responsáveis pela definição de políticas, estratégias e programas. Na condição de presidente do Conselho, sou membro efetivo do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, instância máxima para a definição das grandes linhas de atuação das áreas, dirigido pela presidente Dilma Rousseff. Autoridades como o Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, têm participado cada vez mais dos fóruns nacionais promovidos pelo Confap e Consecti [Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação]. Ele esteve no Fórum promovido em São Paulo, neste ano, e confirmou presença no próximo, em Brasília. Ainda em 2013, firmamos acordo entre o Confap e a Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior] para consolidar a parceria; antes, cada FAP fazia convênios com a Capes individualmente. Mais importante talvez tenha sido a mobilização do Confap e do Consecti para propor um Código Nacional de C&T. Isso teve muitos desdobramentos e um deles, a PEC 290/2013, está sendo analisada na Câmara dos Deputados. E quais as perspectivas e planos para o futuro próximo? Vamos manter a mobilização junto ao poder executivo e, especialmente no Congresso Nacional, para aprovar a PEC 290/2013 o quanto antes. Ela deve dar início ao processo de simplificação da burocracia nas atividades de CTI, particularmente em licitações para aquisições de equipamentos e


importação dos mesmos. Colocar todos os recursos da pesquisa em rubrica única de investimento e ampliação dos incentivos seriam avanços adicionais. Consolidar o SIFAP, um sistema de indicadores de esforço e performance das FAPs, aumentar a cooperação entre elas e difundir as melhores práticas de gestão são também metas do Confap, Vale lembrar que os orçamentos de todas as FAPs, somados, ultrapassam o montante de 2 bilhões de reais e vem crescendo de forma acelerada, seja porque seus recursos próprios ganham musculatura sejam porque as parcerias com CNPq, FINEP, Ministério da Saúde, MCTI e outras agências já são uma realidade consolidada. Qual tem sido o papel das FAPs para o a ciência feita no Brasil? Identificar as especificidades locais, conceber soluções e mobilizar recursos financeiros, materiais e humanos para a execução de projetos que possam atender os interesses, as necessidades da sua comunidade e vocações locais. O que é bom para São Paulo pode não ser prioridade na Amazônia e vice-versa. Também procuraremos alertar, conscientizar e mobilizar os diferentes formadores de opinião para o grande alcance estratégico de uma boa política de Ciência, Tecnologia e Inovação implantada de forma competente e eficaz. A maior e mais antiga FAP é a Fapesp, de São Paulo, que já completou 50 anos em 2012. Seu orçamento anual ultrapassa 1 bilhão de reais. As FAPs do Rio de Janeiro (Faperj) e de Minas Gerais (Fapemig) também têm seus orçamentos executados conforme determinado em lei, isto é, recebem no mínimo 1 % da receita do seu estado. Por outro lado, várias FAPs de estados menores como Amapá, Acre e Tocantins foram criadas há menos de 10 anos e ainda se ressentem de ter sua gestão estabilizada com regularidade de recursos. A maioria delas pode ser considerada de tamanho médio, seja por pertencer a estados de economia mediana, seja porque os governos estaduais não aportam os recursos que lhe são devidos. Independentemente dos tamanhos das FAPs, o Confap consideramos cada uma com a mesma importância estratégica. Hoje o Brasil é responsável por 2,7% da produção científica mundial, o que o coloca como 14º colocado no mundo. Essa é uma boa produção e boa colocação? Ou poderia estar melhor? Sempre pode ser melhor e será na medida em que estímulos vão sendo criados e gargalos eliminados. A questão a ser analisada não é exclusivamente esse indicador, isto é, o percentual de pesquisa, mas se essa pesquisa está alinhada com os desafios da sociedade brasileira. Pesquisa na área nuclear, embora alguns defendam como relevante, quando comparada com as que geram mais alimentos ou colocam nossa produção de software em um estágio de maior competitividade, tem prioridade menor. Hoje destacamos o sucesso da Coreia do Sul, por exemplo, mas lá houve um plano estratégico nacional que alinhou todos os interesses em linhas bem estreitas. Uma delas foi de produzir eletrônica de entretenimento e automóveis. O que falta para estar melhor? Ter mais recursos. De outra ponta, melhorar o processo com pessoas mais qualificadas, burocracias minimizadas e uma definição estratégica mais focada. Fazemos de tudo um pouco, também importante que seja assim, caso tenhamos fôlego para tudo. Melhor seria focar em áreas estratégicas e levar o resultado da pesquisa até o final, modelo Embrapa. Difícil definir áreas. Veja o exemplo dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia: deveria contemplar poucos grupos, mas hoje são 126 e alguns deles têm pouca eficácia.


Há pessoas na comunidade científica que acham que a ciência feita no Brasil tem pouco impacto no mundo? O senhor concorda? Em caso afirmativo, por que não ocorre impacto? Como aumenta-lo? De fato não é impactante, a menos que nos concentremos, conforme argumento colocado na resposta acima. Particularmente, preferia medir o impacto na economia baseada em conhecimento. Quantos empregos criamos com a ciência? Quantas novas empresas foram criadas, quantos problemas sociais resolvidos? Nosso conhecimento está disperso, enquanto que em outros países não. Observem o que as universidades do Reino Unido, por exemplo, estão fazendo na direção de um programa estruturado como o Low Carbon. Parte da comunidade científica também reclama que há certo descaso dos órgãos financiadores com a ciência básica. Eles estariam mais focados na inovação, na ciência aplicada. Como o senhor vê esta questão? O conceito de ciência básica parece não ter relevância. Existe a boa ciência que se transforma e a ciência que não passa de uma publicação isolada. Se observarmos as grandes invenções no mundo decorrem da chamada ciência básica da Matemática, da Física e da Química. Nanotecnologia é exemplo de ciência aplicada diretamente a produtos. Os setores de embalagens, cosméticos, têxteis e tantos outros têm revolucionado seus produtos com inclusão de componentes nanoestruturados. O segmento de TIC também é clássico. Qual sua opinião sobre o programa Ciência sem Fronteiras? Qual o impacto que ele terá? Sou favorável. A meta é arrojada e talvez não precisasse ser essa. Houve aprendizado no processo de gestão até aqui, hoje conseguimos administrar melhor. Os países receptores estão muito contentes com o programa, afinal o Brasil passou a ser um bom mercado para suas universidades. Resta saber qual lado aproveita melhor o investimento de preparar melhor o brasileiro. Em tamanho menor, Brasil já fez isto formando quase todos os doutores da década de 70 no exterior. E a volta desse pessoal do Ciência sem Fronteiras? O Brasil está se preparando para quando eles voltaram? Não temos programa consistente de médio e longo prazo. Sem isso, o resultado será incerto, meio que por acaso. Teremos bons exemplos isolados para justificar o programa, politicamente, todavia sem um projeto estratégico de Brasil, não teremos impacto significativo. Vale a pena ver programas semelhantes que Coreia, China e Singapura têm realizado. Certamente, são muito mais estruturados. O senhor gostaria de acrescentar alguma coisa? Apesar da falta de um plano estruturado, o investimento em capacitação será sempre necessário e valoroso. Mesmo com menor eficácia do que poderia ser, o efeito multiplicador é enorme. Pena que quase só a comunidade técnica-científica defende. Isto deveria ser convicção de todos os dirigentes, legisladores, e controladores públicos. Mais ainda, de toda a sociedade a ponto de se convencer de uma vez por todas, a necessidade de fortalecer a pesquisa e a inovação não deixando faltar recursos, afinal são tão poucos, basta ver os orçamentos de MCTI e de todas as suas agências, comparados com outros orçamentos públicos cujo valor agregado é incomparavelmente menor. Por isso, entidades como Confap, SBPC [Sociedades Brasileira para o Progresso da Ciência], ABC [Academia Brasileira de Ciências], Abipti [Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica], Anpei [Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras] têm convergência de opiniões e convicções. (Evanildo da Silveira) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90327


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Mais uma empresa se torna parceira do Programa Ciência sem Fronteiras Qui, 31 Out 2013 11:44:00 -0200 Foi oficializado na tarde de ontem (30/10), na sede do CNPq, um acordo de cooperação entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a empresa do ramo da nutrição, Herbalyfe, que se tornou parceira do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). A iniciativa visa o co-financiamento do intercâmbio de estudantes de doutorado para as áreas de Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde, Biotecnologia, Engenharia de Alimentos e Formação de Tecnólogos. Para o Presidente do CNPq, Glaucius Oliva, “a inovação acontece no ambiente das empresas e é fundamental esse processo de estabelecimento de parcerias para estimular o desenvolvimento científico e tecnológico e da inovação”. “Uma das vocações do programa Ciência sem Fronteiras é a formação de pesquisadores em ambiente empresarial. A parceria com as empresas é um dos diferenciais do Programa”, completou o presidente do CNPq. Gioji Okuhara, diretor Geral da Herbalife do Brasil, afirmou que o interesse da empresa ao estabelecer a parceria “é fomentar a pesquisas e formar pesquisadores para trabalhar em empresas, além de participar do processo de desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil”. “Temos feito muitas parcerias com foco em problemas de saúde e nutrição no país”, completou. Além do presidente, participaram da cerimônia pelo CNPq, a Diretora de Cooperação Institucional, Liane Hentschke, o Coordenador-Geral do Programa Ciência sem Fronteiras, João Manoel Gomes e o Coordenador de Ações Nacionais do Ciência sem Fronteiras, Emerson Willer.


Ciência sem Fronteiras - É um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento, CNPq e Capes. Para se candidatar ao Programa Ciência sem Fronteiras, o aluno deve acessar o site http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Fotos: Claudia Marins http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1327 009


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Inscrição em edital para centros e museus de C&T termina dia 31 30/10/2013 Quarta-Feira, Dia 30 de Outubro de 2013 as 7 Termina na quinta-feira (31) o prazo de inscrição de propostas para apoio aos centros e museus de ciência e tecnologia, planetários, jardins zoobotânicos e instituições similares voltadas à promoção de atividades de divulgação científica. A Chamada MCTI/CNPq/SECIS nº 85/2013 tem como objetivo apoiar atividades que propiciem a instalação e o fortalecimento de espaços científico-culturais, visando promover a criação de novos espaços, a expansão e a melhoria de suas ações. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 20 milhões. O montante aplicado contribuirá para aprimorar a difusão e a popularização da cultura científicotecnológica junto à sociedade e para a melhoria da qualidade do ensino das ciências. Fonte: Ascom do CNPq http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=109998&nome=Inscri%E7%E3o %20em%20edital%20para%20centros%20e%20museus%20de%20C&T%20termina%20dia%2031


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Assunto:Robô humanoide vai auxiliar no desenvolvimento de pesquisas da UEA Cita a FAPEAM: ✘

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Robô humanoide vai auxiliar no desenvolvimento de pesquisas da UEA 17:53 - 29/10/2013 O Governo do Amazonas, por meio da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), passa a contar com um robô humanoide da categoria NAO para utilização em pesquisas de bioprótese. A apresentação do robô foi realizada na manhã desta terça-feira, 29 de outubro, pela coordenação do Núcleo de Tecnologia Assistiva da UEA, no auditório da Escola Superior de Tecnologia (EST). A UEA é a primeira instituição Norte-Nordeste do país a contar com o robô que fará parte do “Projeto de Desenvolvimento de Bio-Prótese de Pé e Tornozelo de Madeira Laminada e Colada com Avaliação Clínica em Pacientes Protetizados”. Segundo a coordenadora do Núcleo de Tecnologia Assistiva da UEA, professora Marlene Araújo, o robô humanoide é um dos melhores do mundo para este tipo de pesquisa e também deve ser utilizado no processo de ensino-aprendizagem de crianças autistas. “A pesquisa já existe há 10 anos e a chegada do robô é um marco em nossos estudos, pois poderemos aperfeiçoar os nossos testes e utilizar o robô em novas pesquisas. Hoje nossa bioprótese está presente apenas na bancada do laboratório, mas nosso objetivo é torná-la acessível a todos que delam possam se beneficiar”, afirma a coordenadora. De acordo com a proposta, os beneficiários diretos serão os pacientes amputados, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e indiretos, pesquisadores e profissionais das áreas de saúde e engenharia.


Humanização - Para o reitor da UEA, professor Cleinaldo de Almeida Costa, o foco principal da pesquisa é a humanização. “Queremos trazer novidade e incentivo para que portadores de necessidades especiais e, também, nossos alunos de graduação, pós-graduação e nossos professores possam aprender e possibilitar mais qualidade de vida aos futuros usuários das próteses”, declara o reitor. A previsão de atendimento após a conclusão do projeto é de duas mil pessoas por ano. A ideia é, ainda, ampliar a elaboração das biopróteses não só de pé e tornozelo, mas também de joelho e quadril. O robô que auxiliará no desenvolvimento da pesquisa é de origem francesa e o mais avançado em nível de inteligência presente no Brasil. A fonte de recurso do projeto é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), via edital Viver Melhor Pró-Assistir. http://www.amazonas.am.gov.br/2013/10/robo-humanoide-vai-auxiliar-no-desenvolvimento-depesquisas-da-uea/


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