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3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 começa amanhã

(28/11) em Manaus ( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

() Release de outra instituição (x ) Publicado no Site da FAPEAM Cita a Fapeam:

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Data: 28/11/2012

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3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 começa amanhã (28/11) em Manaus Manaus será a terceira capital a reunir cientistas, pesquisadores, especialistas de diversas áreas e representantes do poder público para discutir importantes temas ligados à “Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento”, entre os dias 28 e 30 de novembro no INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia). O Encontro na capital do Amazonas faz parte da programação das reuniões temáticas em sete capitais com o objetivo de promover uma ampla discussão nacional para ser levada para o âmbito internacional. As propostas relatadas serão encaminhadas para o Fórum Mundial de Ciência, que será realizado no Rio de Janeiro em novembro de 2013. Será a primeira vez que o evento ocorrerá fora da Hungria. Com o tema “Ciência para o Desenvolvimento Global”, o Fórum é organizado pela Academia de Ciências da Hungria em parceria com Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), International Council for Science (ICSU), American Association for the Advancement of Science (AAAS), a Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), o European Academies Science Advisory Council (EASAC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). Organizado pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos), SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência),


Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, FAPEAM (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas), ABC e o INPA, o Encontro Preparatório de Manaus abordará os seguintes assuntos: - Trópico úmido: singularidades, potencialidades, demandas para seu desenvolvimento e o papel da ciência; - Ciência para o uso de recursos naturais e tropicais; - Florestas tropicais, mitigação e adaptação a mudanças climáticas; - Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos; - Ética e ciência na fronteira do conhecimento; - Ciência para inclusão social e redução da pobreza nos trópicos; O Encontro, programado para acontecer no Auditório da Ciência, contará com a participação especial do pesquisador e professor Edward Osborne Wilson (Harvard University, EUA ), com o tema principal “Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento”, após a abertura solene composta por autoridades locais e nacionais às 15h do dia 28. Para atender ao público que não puder comparecer ao evento, o CGEE transmitirá ao vivo as palestras e atividades pela web. A ideia é garantir que pesquisadores, cientistas e profissionais do setor tenham acessos às principais discussões sobre os temas apresentados no Encontro de Manaus. A Comissão Executiva Nacional do Fórum já realizou dois Encontros Preparatórios. O primeiro aconteceu na FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), entre os dias 29 e 31 de agosto deste ano, com o tema “Ciência para o desenvolvimento global – da educação para a inovação: construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Veja os slides e os vídeos das apresentações. O segundo foi realizado na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) em parceria com a Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de Minas Gerais), entre os dias 29 e 30 de outubro, com o tema ‘Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos’. Confira os assuntos abordados. Serviço O quê: 3º Encontro Preparatório do Fórum Mundial de Ciência 2013 Onde: INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) Quando: 28 a 30 de novembro de 2012 Endereço: Avenida André Araújo, nº 2.936, Petrópolis, Manaus (AM) Inscrições: http://bit.ly/UCRelM Transmissão online do evento: http://fmc.cgee.org.br Entrada franca http://www.confap.org.br/3o-encontro-preparatorio-para-o-forum-mundial-de-ciencia-2013comeca-amanha-2811-em-manaus/


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FUNDAÇÃO NOKIA

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Manaus sedia 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013

( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 28/11/2012

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Manaus sedia 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 Manaus sediará, de amanhã (28) até sexta-feira (30), o 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, que reunirá cientistas, pesquisadores, especialistas de diversas áreas e representantes do poder público para o evento, que terá como tema Diversidade Tropical e Ciência para o Desenvolvimento. O encontro será realizado no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na Avenida André Araújo, Aleixo, 2.936. O evento segue a programação das reuniões temáticas em sete capitais, com o objetivo de promover uma ampla discussão nacional para ser levada ao âmbito internacional. Estão previstos mais quatro reuniões preparatórias, em Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília. As propostas relatadas serão encaminhadas ao Fórum Mundial de Ciência, que será realizado no Rio de Janeiro, de 25 a 26 de novembro de 2013, com o tema Ciência para o Desenvolvimento Global. A reunião preparatória em Manaus contará com a participação especial do pesquisador e


professor

da

Universidade

de

Harvard,

Edward

Osborne

Wilson.

Entre os assuntos definidos para o encontro, estão Ciência para o Uso de Recursos Naturais Tropicais, Educação e Cultura para a Formação de Cientistas e Inovadores nos Trópicos, Ética e Ciência na Fronteira do Conhecimento e Ciência para a Saúde em Regiões Tropicais. A Comissão Executiva Nacional do Fórum já realizou dois eventos preparatórios. O primeiro aconteceu na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre os dias 29 e 31 de agosto deste ano, com o tema Ciência para o Desenvolvimento Global - da Educação para a Inovação: Construindo as Bases para a Cidadania e o Desenvolvimento Sustentável. O segundo foi realizado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), entre os dias 29 e 30 de outubro, com o tema Desafios para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico nos Trópicos. A reunião embrionária ocorreu em 2009, quando o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em colaboração com as principais instituições científicas e tecnológicas brasileiras e governos da América Latina e Caribe, deu início a uma série de reuniões com vistas à elaboração de uma estratégia regional do setor de CT&I para as próximas décadas. Plano

regional

O principal resultado desses encontros foi a formalização de uma Declaração Regional sobre o tema, que foi apresentada no décimo aniversário do Fórum Mundial de Ciência 2009, em Budapeste, Hungria. O eixo principal dessa declaração é o estabelecimento de um plano estratégico regional que visa à resolução de problemas comuns que afetam esses países e à necessidade de introdução da temática da inclusão social nas políticas nacionais de CT&I. Essa iniciativa resultou na indicação da cidade do Rio de Janeiro para sediar a edição 2013 do Fórum Mundial de Ciência. O Fórum é organizado mundialmente pela Academia de Ciências da Hungria, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o International Council for Science (ICSU), a American Association for the Advancement of Science (AAAS), a Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), o European Academies Science Advisory Council (Easac) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). O evento preparatório em Manaus é organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Sociedade Brasileira


para o Progresso da Ciência (SBPC), ABC e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. (Inpa). A promoção é da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, (Secti-AM) em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Para atender ao público que não puder comparecer ao evento, o CGEE transmitirá ao vivo as palestras e atividades pela web. A ideia é garantir que pesquisadores, cientistas e profissionais do setor tenham acessos às principais discussões sobre os temas apresentados no encontro de Manaus http://www.fundacaonokia.org/noticia/manaus-sedia-3-encontro-preparatorio-para-o-forummundial-de-ciencia-2013/


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BRASILIA WEB

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Debates sobre diversidade e desenvolvimento têm transmissão ao vivo

( ) Release da assessoria de imprensa ( x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 28/11/2012

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Debates sobre diversidade e desenvolvimento têm transmissão ao vivo O 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 poderá ser assistido ao vivo pela internet. O evento começa nesta quarta-feira (28) em Manaus, com o tema “Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento”. O 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 poderá ser assistido ao vivo pela internet. O evento começa nesta quarta-feira (28) em Manaus, com o tema “Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento”. A abertura oficial terá a presença do secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias. A transmissão online ocorrerá no Portal Ciência em Pauta, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM), que coordena o encontro em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e a Fundação de


Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O auditório do instituto é o local da reunião. O encontro inclui palestras sobre temas relacionados aos principais desafios da ciência no século XXI, tanto no contexto nacional quanto no internacional. A palestra magna, logo após a solenidade de abertura, caberá ao pesquisador Adalberto Vieyra Rámon, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Confira a programação. Entre os assuntos já definidos estão “Ciência para o uso de recursos naturais tropicais”, “Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos”, “Ética e ciência na fronteira do conhecimento”, “Ciência para a saúde em regiões tropicais” e ”Florestas tropicais, mitigação e adaptação a mudanças climáticas”. Para organizar o encontro preparatório foi criado um comitê científico e outro operacional, coordenados pela Secti, para integrar as ações institucionais. Sobre o fórum mundial O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, no Rio de Janeiro, com o tema “Ciência para o desenvolvimento sustentável global” e com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). É a primeira vez que o fórum será realizado fora da Hungria. Saiba mais sobre o processo e os objetivos. O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo, em agosto. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte. Após a reunião na capital amazonense, as próximas serão em Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília. Acesse o site dos encontros preparatórios. http://www.brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=35849&canal=2&s=6&ss=0


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BRASILIA WEB

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Prêmio Jovem Cientista anuncia vencedores de 2012

( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 28/11/2012

Programa:

Prêmio Jovem Cientista anuncia vencedores de 2012 A 26° edição do Prêmio Jovem Cientista (PJC) já conhece seus premiados. O anúncio foi feito nesta terça-feira (27), durante cerimônia no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), em Brasília. A 26° edição do Prêmio Jovem Cientista (PJC) já conhece seus premiados. O anúncio foi feito nesta terça-feira (27), durante cerimônia no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), em Brasília. A premiação inclui no total R$ 600 mil, a entrega de laptops, visitas às fábricas e laboratórios da multinacional General Eletric (GE) no Brasil, a participação na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a publicação das pesquisas vencedoras. O tema “Inovação tecnológica no esporte” norteou as propostas em 2012. Foram 2.070 inscrições em todo o país – 197 estudantes graduados, 105 do ensino superior e 1.768 do ensino médio – e 13 candidatos à menção honrosa.


Para essa categoria, a indicação é feita pelas associações e sociedades científicas (e neste ano, por conta da temática, esportivas). “O efeito de participar de uma premiação como essa é imensurável na vida de uma pessoa. Os jovens talentos despertados tão cedo para a ciência, tecnologia e inovação têm mais oportunidades de emprego e renda no mercado nacional, pois aproveitaram uma fase importante na sua formação”, enfatizou o presidente do CNPq, Glaucius Oliva. Ele destacou a importância do tema escolhido para este ano. “O esporte é a atividade mais universal e mobilizadora hoje no mundo. É uma fonte de trabalho e riqueza para a economia dos países. Só nos Estados Unidos, cerca de U$ 60 bilhões são gerados apenas pelo setor de publicidade.” A Universidade de São Paulo (USP) foi premiada como a instituição de ensino superior com maior número de trabalhos inscritos e selecionados, e o Centro Educacional Adalberto Valle, de Manaus, foi a instituição de ensino médio que mais enviou propostas. Cada uma dessas instituições de ensino será premiada com R$ 35 mil, na categoria Mérito Institucional. As categorias individuais, por sua vez, contemplaram os três primeiros colocados. “O grande propulsor dos jovens talentos são os professores. Não tem prêmio e material didático que façamos que seja tão importante quanto o papel desenvolvido pelo educador na motivação dos estudantes”, completou Oliva. Premiados Os premiados da 26° edição também puderam expressar seus sentimentos após participarem do PJC. O professor Ivaldo Cavalcanti, do Centro Educacional Adalberto Valle, destacou que sua instituição foi a primeira do Amazonas a receber essa premiação. “A meta agora é permanecer no cenário científico com o compromisso de formar alunos para tornar o Amazonas mais forte e o Brasil mais justo”, afirmou. Segundo ele, a tarefa mais difícil da participação da escola foi o processo de convencimento dos educadores: “Tocar os outros professores é complicado, pois todos têm atividades paralelas. Mas é possível”. “Este é o coroamento de um projeto de vida acadêmica. Nós vemos o esporte não só como aquele de alto rendimento, mas principalmente como incentivo à saúde”, comentou o pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luis Fernando Martins Kruel, premiado com a menção honrosa desta edição. “Nosso projeto é voltado para a formação educacional e a produção do conhecimento.” O pesquisador receberá R$ 20 mil. “O que nós fazemos é algo extremamente inovador para o esporte, que é trabalhar com ênfase na genética”, relatou Rodrigo Gonçalves Dias, premiado na categoria Graduado. “O que o exercício proporciona no estudo do genoma pode ajudar na reabilitação de doenças e na mensuração dos ganhos da prática esportiva.” O estudante da USP será contemplado com R$ 30 mil por conta de sua iniciativa, que dimensiona os avanços em genômica para diagnóstico e atividades terapêuticas. A categoria Ensino Superior teve como vencedora a estudante da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) Priscila Ariane Loschi. “O objetivo da minha proposta é trazer maior conforto para os esportistas produzindo uma roupa inteligente, utilizando materiais que possibilitem mudanças de fases na absorção do calor”, descreveu. Ela receberá R$ 15 mil pela primeira colocação. Sem barreira de idade O aluno do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) João Pedro


Vital Brasil, premiado na categoria Estudante do Ensino Médio, contou que já possui uma bolsa de Iniciação Científica Júnior (PIC) do CNPq e que o nível inicial de escolaridade não impede a produção de conteúdos científicos na sua idade. “Qualquer um pode fazer ciência”, afirmou. “Me comprometi a pensar e escrever sobre isso e fiz. Acho que a teoria da necessidade de um doutorado já caiu depois disso.” João Pedro lembrou como teve a ideia de dar início ao projeto premiado. “Andando pela praia percebi que quase todas as pessoas usavam celulares para escutar música. É muito difícil quem não tenha esse hábito”, disse. “A partir dessa constatação pesquisei aplicativos de celular que identificam as batidas do coração por minuto e o efeito da canção no corpo, e qual melodia a pessoa necessita conciliando com o momento que toca, proporcionando estímulo ou relaxamento.” João Pedro receberá um laptop como prêmio. “É incrível encontrar entre os jovens ideias tão criativas e inovadoras que podem nos ajudar tão bem no cotidiano”, disse Glaucius Oliva, do CNPq. “Os grandes eventos que ocorrerão no país são motivadores para a ciência, sociedade e economia. A definição deste tema ocorreu justamente após a lembrança sobre os ótimos desempenhos dos atletas brasileiros nos Jogos Paralímpicos, o que ocorreu este ano novamente. Constatamos que nas modalidades que necessitam de alta tecnologia ainda não temos o mesmo impacto, o que esperamos que mude em 2016, no Brasil.” Os três primeiros colocados em cada categoria serão recebidos pela presidenta Dilma Rousseff no dia 5 de dezembro, para a cerimônia de entrega da premiação no Palácio do Planalto. Acesse o site do Prêmio Jovem Cientista.

http://www.brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=0&canal=2&s=6&ss=0


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PORTAL DO PURUS

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Gasoduto influencia economia no Amazonas

( ) Release da assessoria de imprensa ( X) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( X ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 28/11/2012

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Gasoduto influencia economia no Amazonas MANAUS - A implantação do gasoduto Urucu – Coari – Manaus colocou o Amazonas como um dos Estados pioneiros na substituição de fonte de energia no Brasil. Em Manacapuru, por exemplo, os impactos econômicos durante a obra foram absorvidos pelo município, porém após a implantação do gasoduto houve uma estabilidade nessa movimentação. A cidade, conhecida popularmente como ‘princesinha do Solimões’, localiza-se à margem esquerda do Rio Solimões. Com uma população de, aproximadamente, 85,2 mil pessoas. O município atualmente ainda não tem se beneficiado do gasoduto. A análise é fruto da pesquisa ‘Gasoduto Urucu-Coari-Manaus: Impacto Ambiental e Socioeconômico no município de Manacapuru’, desenvolvida pelo mestre em Geografia Física pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisador Alberto Luzerno de Menezes, que mensurou os impactos ambientais e socioeconômicos pós-obra. Os dados foram analisados, por meio de variáveis integradas de indicadores socioeconômicos, criação de infraestrutura e alteração no meio ambiente. “A intenção foi analisar os impactos ambientais e socioeconômicos decorrentes da implantação do gasoduto considerando suas


especificidades para o melhor ordenamento territorial do município”, esclareceu Menezes. “Por enquanto, o gás só passa na tubulação diretamente para Manaus, porém há a perspectiva do gás ser utilizado na geração de energia do município”, disse Alberto Luzerno Menezes. Arrecadação Segundo o pesquisador, no primeiro momento houve um aumento na arrecadação de tributos e na geração de emprego e renda, porém após o término da obra o ritmo de crescimento ficou estável. Os impactos ambientais foram maiores durante a implantação dos dutos, mas depois da conclusão da obra, as clareiras abertas foram reflorestadas impedindo assim a ocupação desordenada e o desmate nas áreas. O estudo foi realizado com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos PósGraduados do Amazonas (RH-Interinstitucional). Alberto Luzerno Menezes explicou que ao longo da pesquisa foram realizadas entrevistas e aplicados questionários com 84 moradores do município, além de contato com empresários, funcionários de lojas e instituições municipais e estaduais para coleta de dados. Gasoduto Urucu-Coari-Manaus O gasoduto conduz o gás natural do Terminal Solimões (Tesol) no município de Coari até a Refinaria de Manaus (Remam) por uma rede de tubulações com uma extensão de, aproximadamente, 700 quilômetros atravessando os municípios de Coari, Codajás, Anori, Anamã, Caapiranga, Manacapuru e Iranduba. Para a construção do gasoduto em Manacapuru, foram adquiridos 285 quilômetros de tubos. A obra de implantação dos dutos empregou 70% da mão de obra local. Segundo dados do Executivo municipal, cerca de 8,9 mil trabalhadores atuaram diretamente na construção e outros 26,7 mil empregos indiretos foram gerados a partir da obra. Foram investidos cerca de R$ 4 bilhões financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Toda a extensão por onde a rede do gasoduto passa foi desapropriada. Cada proprietário de terra assinou uma escritura pública de instituição amigável em favor da Transportadora Amazonense de Gás S/A – TAG como outorgada beneficiária a empresa Camargo Correa/Skanska LA responsável pela colocação das tubulações. Os proprietários permaneceram com o direito de transitar pela faixa de dutos, explorar culturas temporárias ou de pequeno porte, desde que sem o uso de arados, grades ou qualquer implemento agrícola de grande porte http://portaldopurus.com.br/index.php/amazonia-2/7668-gasoduto-influencia-economia-noamazonas


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PORTAL AMAZÔNIA

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Gasoduto influencia economia no Amazonas

( ) Release da assessoria de imprensa ( X) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( X) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 28/11/2012

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Gasoduto influencia economia no Amazonas MANAUS - A implantação do gasoduto Urucu – Coari – Manaus colocou o Amazonas como um dos Estados pioneiros na substituição de fonte de energia no Brasil. Em Manacapuru, por exemplo, os impactos econômicos durante a obra foram absorvidos pelo município, porém após a implantação do gasoduto houve uma estabilidade nessa movimentação. A cidade, conhecida popularmente como ‘princesinha do Solimões’, localiza-se à margem esquerda do Rio Solimões. Com uma população de, aproximadamente, 85,2 mil pessoas. O município atualmente ainda não tem se beneficiado do gasoduto. A análise é fruto da pesquisa ‘Gasoduto Urucu-Coari-Manaus: Impacto Ambiental e Socioeconômico no município de Manacapuru’, desenvolvida pelo mestre em Geografia Física pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisador Alberto Luzerno de Menezes, que mensurou os impactos ambientais e socioeconômicos pós-obra. Os dados foram analisados, por meio de variáveis integradas de indicadores socioeconômicos, criação de infraestrutura e alteração no meio ambiente. “A intenção foi analisar os impactos


ambientais e socioeconômicos decorrentes da implantação do gasoduto considerando suas especificidades para o melhor ordenamento territorial do município”, esclareceu Menezes. “Por enquanto, o gás só passa na tubulação diretamente para Manaus, porém há a perspectiva do gás ser utilizado na geração de energia do município”, disse Alberto Luzerno Menezes. Arrecadação Segundo o pesquisador, no primeiro momento houve um aumento na arrecadação de tributos e na geração de emprego e renda, porém após o término da obra o ritmo de crescimento ficou estável. Os impactos ambientais foram maiores durante a implantação dos dutos, mas depois da conclusão da obra, as clareiras abertas foram reflorestadas impedindo assim a ocupação desordenada e o desmate nas áreas. O estudo foi realizado com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos PósGraduados do Amazonas (RH-Interinstitucional). Alberto Luzerno Menezes explicou que ao longo da pesquisa foram realizadas entrevistas e aplicados questionários com 84 moradores do município, além de contato com empresários, funcionários de lojas e instituições municipais e estaduais para coleta de dados. Gasoduto Urucu-Coari-Manaus O gasoduto conduz o gás natural do Terminal Solimões (Tesol) no município de Coari até a Refinaria de Manaus (Remam) por uma rede de tubulações com uma extensão de, aproximadamente, 700 quilômetros atravessando os municípios de Coari, Codajás, Anori, Anamã, Caapiranga, Manacapuru e Iranduba. Para a construção do gasoduto em Manacapuru, foram adquiridos 285 quilômetros de tubos. A obra de implantação dos dutos empregou 70% da mão de obra local. Segundo dados do Executivo municipal, cerca de 8,9 mil trabalhadores atuaram diretamente na construção e outros 26,7 mil empregos indiretos foram gerados a partir da obra. Foram investidos cerca de R$ 4 bilhões financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Toda a extensão por onde a rede do gasoduto passa foi desapropriada. Cada proprietário de terra assinou uma escritura pública de instituição amigável em favor da Transportadora Amazonense de Gás S/A – TAG como outorgada beneficiária a empresa Camargo Correa/Skanska LA responsável pela colocação das tubulações. Os proprietários permaneceram com o direito de transitar pela faixa de dutos, explorar culturas temporárias ou de pequeno porte, desde que sem o uso de arados, grades ou qualquer implemento agrícola de grande porte http://www.portalamazonia.com.br/editoria/economia/termino-de-gasoduto-pode-influenciareconomia-no-amazonas/


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Debates sobre diversidade e desenvolvimento têm transmissão ao vivo

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Debates sobre diversidade e desenvolvimento têm transmissão ao vivo O 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 poderá ser assistido ao vivo pela internet. O evento começa nesta quarta-feira (28) em Manaus, com o tema Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento. A abertura oficial terá a presença do secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias. A transmissão online ocorrerá no Portal Ciência em Pauta, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM), que coordena o encontro em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O auditório do instituto é o local da reunião. O encontro inclui palestras sobre temas relacionados aos principais desafios da ciência no século XXI, tanto no contexto nacional quanto no internacional. A palestra magna, logo após a solenidade


de abertura, caberá ao pesquisador Adalberto Vieyra Rámon, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Confira a programação. Entre os assuntos já definidos estão Ciência para o uso de recursos naturais tropicais, Educação e cultura para formação de cientistas e inovadores nos trópicos, Ética e ciência na fronteira do conhecimento, Ciência para a saúde em regiões tropicais e Florestas tropicais, mitigação e adaptação a mudanças climáticas. Para organizar o encontro preparatório foi criado um comitê científico e outro operacional, coordenados pela Secti, para integrar as ações institucionais. Sobre o fórum mundial O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, no Rio de Janeiro, com o tema Ciência para o desenvolvimento sustentável global e com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). É a primeira vez que o fórum será realizado fora da Hungria. Saiba mais sobre o processo e os objetivos. O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo, em agosto. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte. Após a reunião na capital amazonense, as próximas serão em Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília. Acesse o site dos encontros preparatórios.


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Assunto:Pesquisa

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ajuda na redução da mortalidade de peixes, no Amazonas

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Data: 28/11/2012

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Pesquisa ajuda na redução da mortalidade de peixes, no Amazonas O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) iniciou uma pesquisa que deverá ajudar na redução do índice de mortalidade dos peixes cultivados em criadouros. A pesquisa identifica bactérias causadoras de doenças em pirarucus, tambaquis e matrinxãs, e servirá como base para determinar as medidas preventivas para reduzir a mortalidade dessas espécies criadas em cativeiro. O estudo, realizado com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foi desenvolvido nos últimos dois anos pela mestre em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva do Inpa, Eliane Cardoso Carvalho, ao longo do projeto ‘Identificação fenotípica e molecular de bactérias patogênicas associadas à criação de peixes amazônicos’. Segundo a pesquisadora, o conhecimento sobre a variedade de espécies bacterianas causadoras de doenças em peixes de interesse comercial, como no caso do pirarucu, tambaqui e matrinxã, é de extrema importância para garantir a diminuição das perdas econômicas dos criadouros. “As infecções em peixes são responsáveis por grandes perdas em criações intensivas as quais, muitas


vezes, apresentam índice de mortalidade que pode chegar a 100%”, disse. De acordo com a pesquisa, as bactérias dos gêneros Aeromoas, Cytophaga, Mycobacterium e Pseudomonas estão sempre presentes nos tanques e a presença de fatores estressantes aos animais pode desencadear o aparecimento de doenças. “Em peixes cultivados em criadouros, as enfermidades bacterianas ocorrem devido ao manejo não adequado, que leva à perda do muco, danos na superfície do animal, além de estresse”, defendeu. Para identificar as demais bactérias, até então não conhecidas, a pesquisadora explicou que foram analisados 72 isolados bacterianos de peixes. “Foram 28 isolados de pirarucu, 17 de tambaqui e 26 isolados de matrinxã nos quais foram identificadas 35 espécies bacterianas. Destas, 11 ainda não haviam sido descritas e para as demais já há medidas profiláticas”, revelou a pesquisadora na dissertação de mestrado. A Bacia Amazônica possui cerca de 2.500 espécies de peixes que caracterizam a região como uma importante fonte de recursos pesqueiros, apesar disso a piscicultura é uma importante atividade para regular o abastecimento de pescado regional, especialmente no período de defeso. Entre as principais espécies exploradas comercialmente estão o pirarucu, o tambaqui e a matrinxã. O tambaqui é a espécie com maior importância comercial na pesca e na piscicultura da região amazônica com produção de 3,5 mil toneladas por ano. A matrinxã vem ganhando destaque na exploração comercial por ser uma das espécies mais promissoras para a piscicultura. Atualmente, são produzidas 6 mil toneladas de matrinxã que abastecem 74% do País. A produção do pirarucu foi estimada em 1,8 mil toneladas oriundas de três regiões pesqueiras: Amazônia Peruara, Fronteira Brasil-Peru-Colômbia e Amazônia Central. http://www.pescamadora.com.br/blog/2012/11/27/


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MAXPRESS

Assunto:Fórum

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Mundial de Ciência 2013

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Data: 28/11/2012

Programa:

Fórum Mundial de Ciência 2013 Debates sobre diversidade e desenvolvimento têm transmissão ao vivo Começa nesta quarta-feira o 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, com o tema “Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento”. O secretário executivo do MCTI participa. O 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 poderá ser assistido ao vivo pela internet. O evento começa nesta quarta-feira (28) em Manaus, com o tema “Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento”. A abertura oficial terá a presença do secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias. A transmissão online ocorrerá no site da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM), que coordena o encontro em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O auditório do instituto é o local da reunião.


O encontro inclui palestras sobre temas relacionados aos principais desafios da ciência no século XXI, tanto no contexto nacional quanto no internacional. A palestra magna, logo após a solenidade de abertura, caberá ao pesquisador Adalberto Vieyra Rámon, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Confira a programação. [No site, é anexada e linkada. No aviso de pauta, se quisermos, pode ir anexada. Sobre o fórum mundial O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, no Rio de Janeiro, com o tema “Ciência para o desenvolvimento sustentável global” e com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). É a primeira vez que o fórum será realizado fora da Hungria. Saiba mais sobre o processo e os objetivos. http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,549532,Forum_Mundial_de_Ciencia_2013_,549532,2. htm


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SECTI-AM

Assunto:Jornal

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Natural será apresentado no Ciência às 7 e Meia

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Data: 28/11/2012

Programa: Pop CT&I

Jornal Natural será apresentado no Ciência às 7 e Meia Um jornal para falar da floresta será apresentado nesta quarta-feira (28), no Teatro Direcional, no Manauara Shopping, marcando, assim, a última palestra do ano do programa do Museu da Amazônia (Musa), “Ciência às 7 e meia”, às 19h30, com entrada franca. Os personagens Hipsy, Cururu, Japiim, Grilo e preguiça estarão presentes para falar de ciência. O jornal foi elaborado como parte das atividades do Musa para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2012, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Apoio à Popularização de Ciência, Tecnologia e Inovação (Pop CT&I). Quem for ao Teatro vai ouvir as músicas feitas para os episódios do programa, conhecer de perto os personagens interpretados pelo elenco da Companhia Vitória Régia de Teatro e assistir a um dos episódios. Com apresentação e reportagens feitas por atores com bonecos, que representam espécies de animais amazônicos, e crianças, o Jornal Natural usa teatro e televisão como recursos para divulgação científica para o público infantil.


A produção conta com participação de crianças que são verdadeiros comentaristas de jornal. Eles opinam sobre diversos assuntos mostrados nas reportagens e são apoiados por um cientista do Museu da Amazônia, que leva a explicação oficial sobre os fenômenos da natureza em linguagem simples. MAKING OFF Gravado em um pequeno teatro montado no meio da floresta, localizado na Reserva Florestal Adolpho Ducke, na sede do Musa, o jornal prioriza as particularidades da região. Ele foi criado como material paradidático para professores do ensino fundamental e tem distribuição gratuita em DVD para escolas da Região Metropolitana de Manaus. CIÊNCIA ÀS 7 ½ O projeto Ciência às 7 ½, do Museu da Amazônia, é realizado na última quarta-feira de cada mês, no Teatro Direcional. O evento começa às 19h30. O teatro está localizado na praça de alimentação do Manauara Shopping, situado na Avenida Mário Ypiranga Monteiro, nº. 1.300, bairro Adrianópolis, em Manaus. SERVIÇO O QUÊ: Ciência às 7 ½. ONDE: Teatro Direcional, no Manauara Shopping. QUANDO: quarta-feira, 28 de novembro, às 19h30. QUANTO: Gratuito. INFO: (92) 3342-8030, www.facebook.com/teatrodirecional, http://www.secti.am.gov.br/2012/11/jornal-natural-sera-apresentado-no-ciencia-as-7-e-meia/


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JORNAL DO BRASIL

Assunto:Bebidas

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açucaradas contribuem para o aumento da obesidade e diabetes no país

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Data: 28/11/2012

Programa:

Bebidas açucaradas contribuem para o aumento da obesidade e diabetes no país Com o crescente percentual de obesos no Brasil, o Ministério da Saúde divulgou recente pesquisa que mostra que a diabetes mata mais que a Aids e que os acidentes de trânsito no país. A principal causa é a má alimentação do brasileiro. Mas se engana quem pensa que o problema está somente nos pratos. Uma das grandes contribuidoras para a obesidade são as bebidas açucaradas, como refrigerantes, por exemplo. O estudo da UERJ, desenvolvido pela doutora em Saúde Coletiva, Ana Carolina Reiff, comprovou que o consumo dessas bebidas altera o metabolismo de adolescentes, tornando-as propensas à obesidade. Rita Adriana Gomes de Souza, também doutora pela UERJ em saúde coletiva, afirmou que há relação direta entre consumo excessivo de bebidas açucaradas e o aumento da obesidade e do número de mortes por diabetes. “É sugerido que os indivíduos que consomem bebidas açucaradas não compensam este consumo reduzindo o consumo de outros itens, o que pode contribuir para o ganho de peso e desenvolvimento de diabetes. Além disso, o açúcar contido nessas bebidas apresenta rápida absorção, efeito esse com importante papel nos níveis glicêmicos sanguíneos. Como se vê, as bebidas açucaradas tem importante contribuição tanto para a obesidade quanto para


o desenvolvimento de diabetes” Dados do Inquérito Nacional de Alimentação (INA/IBGE) mostraram que os refrigerantes apresentaram uma das maiores médias de consumo diário per capita no Brasil (94,7 g/dia). Para Adriana, que fez sua tese de doutorado baseada na alimentação e obesidade, caberia uma medida semelhante à do cigarro. “Devido a crescente participação das bebidas açucaradas na dieta do brasileiro, por elas serem importante fonte de açúcar e principalmente devido ao forte apelo da mídia para o consumo desses produtos, talvez coubesse uma medida mais enérgica do ministério da saúde no sentido de alertar a população”. Para a pesquisadora, no entanto, é mais difícil controlar a alimentação do que o tabagismo, pois o cigarro é prejudicial à saúde em quaqluer quantidade. Já os alimentos podem ser consumidos moderadamente. O difícil é a pessoa saber a quantidade ideal. “Os fumantes sabem relatar a quantidade de cigarros fumados por dia. Já com a dieta, se você pedir para a pessoa relatar o que ela comeu cerca de dois dias atrás, ela, possivelmente, não se lembrará bem”, explica a autora. E outra coisa importante: cigarro é maléfico pra saúde em qualquer quantidade. Isso não acontece com a dieta. Bebidas açucaradas, por exemplo, podem ser consumidas desde que de forma moderada”. Em Nova York, a venda de refrigerantes em tamanhos gigantes foi proibida. Para Rita, essa medida é válida e poderia ser adotada no país. “O aumento do tamanho das porções, algo verificado nos últimos anos, se constitui em um importante fator na manutenção de elevado consumo de energia, causando um super consumo, contribuindo para o aumento da prevalência de obesidade na população. Algumas redes de fast-food, por exemplo, perguntam se o cliente quer aumentar o tamanho das porções, dentre elas a de refrigerante, pagando um pouco mais. Esse tipo de marketing deve ser combatido, a despeito do que foi feito em Nova York”. Ela, porém, ressalva que tal medida isolada não seria suficiente. “A obesidade apresenta natureza multifatorial, de modo que o controle da mesma dificilmente será alcançado com uma ou outra medida isolada. Isso não invalida, claro, as iniciativas que atuem no ambiente. Acho que um estilo de vida mais saudável também deve ser estimulado”. Medidas como essa, que tornam o estilo de vida mais saudável, devem ser desenvolvidas principalmente no ambiente familiar, para que crianças não criem o hábito do consumo dessas bebidas. “A incorporação de hábitos alimentares saudáveis deve ser compartilhada no ambiente familiar, pois a influência dos pais nos padrões de estilo de vida dos filhos, incluindo a escolha dos alimentos, indica o importante papel da família em relação ao ganho de peso infantil, sobretudo nos mais pobres”. A doutora também explicou o porque de as pessoas normalmente “abusarem” mais das bebidas do que da comida. “Líquidos, em geral, demoram mais a acionar os mecanismos de saciedade quando comparados aos alimentos sólidos. Então a gente vai tomando sem perceber. Se esse líquido for uma bebida açucarada, como um refrigerante, por exemplo, até nos sentirmos saciados já teremos consumido grande quantidade de açúcar e de energia extra, o que pode levar ao aumento do ganho de peso”. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/11/27/bebidas-acucaradas-contribuempara-o-aumento-da-obesidade-e-diabetes-no-pais/


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G1.COM

Assunto:Misturar

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remédios e toranja pode causar danos à saúde, diz estudo

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Data: 28/11/2012

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Misturar remédios e toranja pode causar danos à saúde, diz estudo Uma pesquisa canadense indica que subiu o número de medicamentos que podem fazer mal à saúde quando consumidos misturados com a toranja -- também conhecida como "grapefruit", seu nome em inglês. Em artigo publicado na revista da Associação Médica Canadense, David Bailey, um cientista do Instituto de Pesquisa em Saúde Lawson, de London, na província de Ontário, disse que mais de 85 medicamentos, muitos deles muito prescritos para transtornos médicos comuns, interagem com essa fruta. A fruta bloqueia uma enzima natural do corpo que quebra as substâncias ingeridas nos medicamentos. Consequentemente, quando os remédios entram na corrente sanguínea, eles estão mais potentes, e isso pode levar à overdose. Entre os fármacos que interagem com a toranja há anticancerígenos, remédios para o coração, analgésicos e remédios para o tratamento da esquizofrenia. Todos são administrados por via oral. Não é preciso comer grandes quantidades da fruta para que esta associação faça efeito. Beber um copo de suco de grapefruit com a medicação pode causar efeitos colaterais graves, como


hemorragia gastrointestinal, insuficiência renal, problemas respiratórios e até morte súbita. Bailey detectou o vínculo tóxico pela primeira vez há 20 anos. Mas o número de medicamentos que potencialmente podem interagir com a toranja e causar graves efeitos para a saúde saltou de 17 a 43 nos últimos quatro anos, disse Bailey. "Quão problemáticas são estas interações? A menos que os profissionais de saúde estejam conscientes de que o evento adverso que observam pode se dever à recente incorporação da toranja na dieta do paciente, é muito pouco provável que este assunto seja investigado", disse Bailey. Segundo o autor, é possível que outras frutas cítricas, como a laranja, produzam efeitos similares, mas há menos estudos a respeito. http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/misturar-remedios-e-toranja-pode-causar-danossaude-diz-estudo.html


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G1.COM

Assunto:Estudo

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brasileiro liga toxina presente em Alzheimer a depressão

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Data: 28/11/2012

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Estudo brasileiro liga toxina presente em Alzheimer a depressão Estudo realizado por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aponta pela primeira vez que uma toxina presente no cérebro de pessoas que sofrem de doença de Alzheimer pode provocar também sintomas da depressão. A pesquisa, publicada nesta terça-feira (27) na revista científica “Molecular Psychiatry”, mostra ainda que camundongos que receberam a toxina, chamada de oligômeros de Abeta, para simular sintomas de uma pessoa com Alzheimer e depressão, e que foram tratados com o medicamento antidepressivo fluoxetina apresentaram melhoras na perda de memória e nas alterações de humor. O cérebro de pessoas com Alzheimer sofre acúmulo desta toxina, que ataca as sinapses, meio pelo qual acontece a comunicação entre um neurônio e outro. O “ataque” ocasionado pelas toxinas deixa os neurônios desconectados e causa falhas de memória. “Já sabíamos que os oligômeros causavam essa falha de cognição. O que descobrimos é que, além disso, causam depressão”, explica Sérgio Ferreira, professor titular do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ e autor responsável pelo estudo.


Segundo ele, testes foram feitos há dois anos com cem camundongos, avaliados em dois períodos distintos: durante as primeiras 24 horas após a aplicação da toxina e oito dias depois da injeção dos oligômeros. Os resultados mostraram que as cobaias apresentaram perda de memória e alterações compatíveis com comportamento depressivo. A conclusão foi obtida após a aplicação de testes que são utilizados comumente para diagnosticar casos de depressão em roedores, como o nado forçado, suspensão do camundongo pela cauda e preferência pelo açúcar. Nos dois primeiros tipos de testes, o roedor saudável luta para sobreviver (seja para sair do ambiente com água ou tentar reverter sua posição ao ficar pendurado), enquanto o camundongo depressivo apresenta poucas reações. Já no terceiro teste, o roedor saudável busca a água com sacarose (açúcar), indicando que busca algo que lhe dê mais prazer. O camundongo doente não expressa reação quanto à água açucarada. Em busca de tratamento “A partir disto, começamos a pensar em uma forma de tratar os sintomas. Pensamos em utilizar antidepressivos, até que testamos a fluoxetina, utilizada atualmente no tratamento contra a depressão. Sabíamos que o medicamento causaria reação positiva quanto às alterações de humor, mas a nossa surpresa é que o remédio melhorou também a memória dos animais”, explicou. De acordo com Ferreira, isso abre uma perspectiva de que a fluoxetina pode ser utilizada no tratamento de Alzheimer. “Não podemos dizer que é a cura, mas pode ser um tratamento. É a primeira descoberta na área, mas agora temos que fazer muitos estudos com animais, para chegarmos à conclusão de que esse tratamento pode funcionar com humanos”, disse. De acordo com o pesquisador, no Brasil, 1 em cada 150 pessoas tem esta doença, que começa a se desenvolver com o avanço da idade. Estimativa dos especialistas da UFRJ é que entre 800 mil e 1,2 milhão de pessoas do país foram acometidas. Geralmente, o Alzheimer pode apresentar sintomas a partir dos 65 anos. Idosos com idade a partir de 75 anos fazem parte do grupo de pessoas que mais podem ser afetadas pela doença. Pessoas que tiveram depressão ao longo da vida correm um risco maior de desenvolver Alzheimer quando mais velhos. Diabéticos também têm mais chance de serem afetados, principalmente pacientes com diabetes tipo 2. O principal sintoma, além da depressão, é a perda de memória e a incapacidade de formar novas recordações, de acordo com Ferreira. “Nos casos de sintomas iniciais, a pessoa fica incapaz de reconhecer rostos que ele pode ter visto há pouco tempo ou ainda esquecer coisas recentes como, por exemplo, onde guardou as chaves”, explica o especialista. http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/estudo-brasileiro-liga-toxina-presente-em-alzheimerdepressao.html


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G1 Amazonas .COM

Assunto:Fumantes

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em Manaus chegam a 180 mil pessoas, aponta pesquisa

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Data: 28/11/2012

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Fumantes em Manaus chegam a 180 mil pessoas, aponta pesquisa Aproximadamente 180 mil manauenses são fumantes, o que configura 11,9% da população da cidade, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde. Essa alta incidência de dependentes acaba aumentando também os números relacionados às doenças causadas pelo tabagismo, segundo a coordenadora do Programa Municipal de Prevenção e Controle do Tabagismo, Marlene Lessa. Em entrevista ao G1, Lessa destacou que aproximadamente 95% dos casos de câncer de pulmão são causados pelo tabagismo. "Ele também está relacionado ao câncer de mama e de colo de útero, o qual, aliás, o Amazonas tem a maior incidência no país. Além disso, o tabagismo está relacionado a problemas cardíacos e respiratórios", apontou. Desde 2005, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) já inaugurou 14 ambulatórios para tratamento de fumantes na capital amazonense. O mais recente foi aberto na terça-feira (26), na Unidade Básica de Saúde Dr. José Amazonas Palhano, localizada no bairro de São José Operário II, Zona Leste da cidade. "Nessas unidades, o usuário recebe a atenção de uma equipe multidisciplinar - formada por médico, enfermeiro, assistente de enfermagem, psicólogo e assistente social. O serviço é gratuito, e qualquer pessoa que quer parar de fumar pode nos acionar, no telefone 0800-


2808280", informou Lessa Segundo a enfermeira, desde 2007, quando foram inauguradas as primeiras unidades, 60% das pessoas atendidas no ambulatório já conseguiram parar de fumar. "Outra ação importante é a realização de exames gratuitos relacionados a outras neoplasias causadas pelo tabagismo, como o câncer de mama. A mamografia é simples e pode salvar vidas", acrescentou. Lessa destacou ainda que a maioria dos pacientes atendidos nos ambulatórios tem idade entre 40 e 55 anos. "Essa é a idade em que os prejuízos do cigarro começam a ser sentidos. A pessoa apresenta dificuldade até para subir uma escada e se sente obrigada a procurar ajuda", contou. No ambulatório, o fumante faz testes de esforço respiratório, que verificam se ele já tem alguma doença relacionada ao vício. Conscientização Além dos exames e do tratamento em unidades de saúde, a coordenadora ressaltou a importância de promover orientações em escolas. De acordo com Lessa, cerca de 90% dos fumantes começaram com o vício ainda na adolescência. "Fazemos palestras nas 86 escolas do programa Saúde na Escola, mostrando que é fundamental prevenir e prover o acesso ao tratamento", disse. No entanto, a enfermeira afirmou que é raro o atendimento a adolescentes nos ambulatórios. Dados Ainda segundo a coordenadora, a mortalidade por doenças diretamente relacionadas ao tabagismo tem aumentado nos últimos anos. "Temos uma incidência grave de infarto em pessoas jovens. Além disso, 75% das mortes por doenças obstrutivas pulmonares crônicas e 25% por doenças cardíacas são causadas por esse vício", revelou. De acordo com as estimativas mais recentes divulgadas pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2012, pelo menos, 160 homens e 120 mulheres devem ser diagnosticados com neoplasias pulmonares no Amazonas. http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/11/fumantes-em-manaus-chegam-180-mil-pessoasaponta-pesquisa.html


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Assunto:Programa

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custeia gastos de alunos de odonto em universidades do AM

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Data: 28/11/2012

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Programa custeia gastos de alunos de odonto em universidades do AM Desde maio de 2010, alunos do curso de Odontologia de universidades públicas e privadas do Amazonas podem contar com um financiamento para compra de instrumentais odontológicos. O auxílio é oferecido pelo programa Afeam-Odonto, da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam). O programa já investiu, até o momento, R$ 2,2 milhões, beneficiando 151 universitários. Apenas na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) 57 alunos foram atendidos e o benefício financeiro a eles concedido soma R$ 855 mil. De acordo com o presidente da Afeam, Pedro Falabella, esses recursos garantem que todo estudante de odontologia não seja prejudicado por problemas financeiros. "A Agência de Fomento do Brasil é a única a disponibilizar recursos para atender esse público com condições de financiamento diferenciadas". Tais condições foram aprovadas pelo acadêmico da UEA, Paulo David Braga, 22, aluno do quinto período do curso de Odontologia. "Foi muito importante contar com esse investimento de até 15 mil reais para usarmos ao longo do curso, principalmente porque muitos de nós não temos como arcar


com o alto custo dessa graduação. Além disso, nos incentiva ainda mais saber que só começaremos a pagar depois de algum tempo de formado, porque até lá já estaremos trabalhando, e serão cobrados juros muito baixos", afirma o estudante. Para a aluna do sétimo período, Bruna Gomes, 22, mais do que o apoio financeiro o programa possibilita uma redução no índice de evasão do curso. “Os instrumentais são necessários para a conclusão do curso e por meio do financiamento, que será pago um ano após a nossa formação podemos considerar que um número menor de pessoas abandonará o curso por questões financeiras, já que a odontologia ainda continua sendo um curso muito caro”, enfatiza Bruna. Segundo o coordenador de crédito da Afeam, Marcos Vinicius, o Afeam-Odonto não possui limite de dotação orçamentária e sua vigência é indeterminada. Ele destaca que 60% dos 151 estudantes que estão atualmente participando do Afeam-odonto são do interior do Amazonas. Requisitos Para ter acesso ao programa, o estudante precisa estar regularmente matriculado no curso de Odontologia a partir do 3º período, em instituições de ensino superior, públicas ou particulares, legalmente instaladas no Amazonas. O valor disponível para essa linha de crédito é de até R$ 15 mil por operação, que serão utilizados na compra de instrumentos para a prática clínica e de laboratório, exceto materiais de consumo e EPI (luvas, avental, gorros, máscaras, anestésicos etc.). O programa possui carência de até 60 meses, que corresponde do período inicial de liberação (a partir do 3º período) até o período de formação do aluno, acrescido ainda de até um ano após a conclusão do curso.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/11/programa-custeia-gastos-de-alunos-de-odontoem-universidades-do-am.html


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Assunto:Nível

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do mar sobe 60% mais rápido do que estimou o IPCC, diz estudo

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Data: 28/11/2012

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Nível do mar sobe 60% mais rápido do que estimou o IPCC, diz estudo A elevação do nível do mar provocada pelo aumento da temperatura do planeta estaria mais acelerada que o estimado em 2007 pelo grupo de climatologistas da ONU, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), revelaram cientistas em um estudo publicado nesta quarta-feira (28) no periódico científico "Environmental Research Letters". Segundo a investigação feita por cientistas da Alemanha, França e Estados Unidos, atualmente o nível dos oceanos subiu 3,2 mm ao ano, 60% mais rápido que a projeção "mais confiável" do IPCC, em 2007. O relatório dos cientistas, baseado em dados de 2003, previa uma elevação de 2 mm ao ano. A nova cifra condiz com a ideia amplamente difundida de que o mundo se encaminha para uma elevação das águas do mar em até um metro até o fim do século, disse Grant Foster, da empresa americana Tempo Analytics, um dos autores do estudo. "Eu diria que um metro de elevação do nível do mar até o fim do século é provavelmente próximo do que se encontraria se você consultasse as pessoas mais informadas a respeito", explica Foster.


"Em terras baixas, onde você tem um grande número de pessoas vivendo no limite de um metro do nível do mar, como Bangladesh, isto significa o desaparecimento da terra que sustenta suas vidas, e você terá centenas de milhões de refugiados climáticos. Isto pode levar a guerras por recursos e todo tipo de conflitos", acrescentou. Ainda segundo o pesquisador, em grandes cidades costeiras, como Nova York, o principal efeito seria parecido com o que aconteceu após a passagem do furacão Sandy, que atingiu a região no fim de outubro. Apesar da pesquisa, incerteza técnica persiste O estudo, chefiado por Stefan Rahmstorf, do Instituto Postdam para a Pesquisa do Impacto Climático (PIK), na Alemanha, mensurou a precisão dos modelos de simulação que o IPCC utilizou em seu Quarto Relatório de Avaliação, publicado em 2007. Este relatório alertou os governos a colocarem a mudança climática no topo de suas agendas, culminando com a fracassada Cúpula de Copenhague, em 2009. No entanto, ajudou o IPCC a conquistar o prêmio Nobel da Paz em 2008. A nova pesquisa estabeleceu marcos mais elevados para a previsão do documento sobre temperatura global, destacando que havia "um consenso muito bom" do que está se observando hoje, uma tendência de aquecimento generalizada de 0,16 ºC por década. Mas destacou que a projeção do IPCC para os níveis dos mares estava muito abaixo do que os fatos têm demonstrado. A previsão do painel para o futuro - uma elevação de até 59 cm até 2100 - "pode também estar tendenciosamente baixa", alertou, uma cautela compartilhada por outros estudos publicados nos últimos anos. Foster afirma que a elevação maior do que a projetada poderia ser atribuída ao derretimento de gelo terrestre, algo que era bem desconhecido quando o IPCC publicou seu relatório e permanece obscuro até hoje. Outro fator seria a incerteza técnica. A projeção do IPCC tinha se baseado em informações existentes entre 1999 e 2003. Desde então não há mais dados, o que tem ajudado a provar a precisão de radares de satélites que medem os níveis dos mares ao fazer saltar as ondas de radar sobre a superfície do mar. O quinto relatório de avaliação do IPCC será publicado em três volumes, em setembro de 2013, março e abril de 2014. http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/11/nivel-do-mar-sobe-60-mais-rapido-do-que-estimou-oipcc-diz-estudo.html


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PORTAL AMAZONIA.COM

Assunto:Risco

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de epidemia de dengue em 15 cidades do Norte

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Data: 28/11/2012

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Risco de epidemia de dengue em 15 cidades do Norte MANAUS- O levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) deste ano revela que 77 municípios brasileiros estão em situação de risco para a dengue. Na Região Norte, há risco de epidemia em 15 municípios de quatro Estado: Acre, Pará, Tocantins e Rondônia, incluindo a capital Rio Branco. Este ano foram registrados um total de 565.510 casos de dengue. Dos quais 38 mil foram no Norte. Para que combater a doença o Ministério da Saúde (MS) já lançacou campanha contra o mosquito transmissor da doença. De acordo com o secretário de vigilância em Saúde/ MS, Jarbas Barbosa, a situação no Norte é distinta se comparada às demais regiões e, por isso, a mobilização deve acontecer no verão (a partir de dezembro). O secretário de Saúde do Amazonas, Wilson Alecrim, informou que no Amazonas, a Operação Impacto 4, será lançado no próximo dia 5. “Iremos trabalhar na capital e interior do Estado em parceria e com o auxílio do Exército. O objetivo é eliminar os criadouros do mosquito”. LIRAa


Dos 77 munícipios em situação de risco no estudo deste ano, 58 realizaram o LIRAa pela primeira vez e 10 mantém a situação de risco, a exemplo de 2011. No ano passado, dos 800 municípios pesquisados, 48 foram identificados em situação de risco, 338 em alerta e 414 com índice satisfatório. Para qualificar as ações de vigilância, prevenção e controle da dengue, o Ministério da Saúde está repassando a todos estados e municípios brasileiros R$ 173,3 milhões. Os recursos representam 20% do valor anual do Piso Fixo de Vigilância e Promoção à Saúde e são destinados ao aprimoramento das atividades de controle do vetor, vigilância epidemiológica e assistência ao paciente com dengue. O montante repassado neste ano significa um acréscimo 87% com relação ao que foi transferido em 2011 e contempla todos os municípios do país. No ano passado, foram transferidos R$ 92,8 milhões a 1.159 cidades que apresentavam maior incidência da doença. Promovido em parceria com as secretarias municipais de saúde, o LIRAa é considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, o que possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção. Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados. É considerado estado de alerta quando menos de 3,9% dos imóveis pesquisados têm larvas do mosquito, sendo índice é satisfatório quando está abaixo de 1% de larvas do Aedes aegypti. Dos 77 munícipios em situação de risco neste estudo mais recente, 58 realizaram o LIRAa pela primeira vez e 10 mantém a situação de risco, a exemplo de 2011. Durante a apresentação do levantamento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, fez um alerta para que os novos prefeitos não descuidem das medidas de prevenção e controle da dengue. “Nós fazemos um alerta e um pedido para que os prefeitos municipais, nesse período de transição, não deixem de dar continuidade às ações de combate à dengue. O LIRAa é uma espécie de fotografia da dengue nos municípios, mas o risco persiste e a ação deve ser redobrada nesse período de maior ocorrência da doença”, afirmou o ministro. A indicação do local onde estão merece atenção no Nordeste, onde mais de 70% das larvas do mosquito se concentram em reservatórios de água. No Sudeste, mais da metade dos focos (59,2%) estão em depósitos domiciliares. http://www.portalamazonia.com.br/editoria/atualidades/risco-de-epidemia-de-dengue-em-15cidades-do-norte/


Veículo:

A CRÍTICA.COM

Assunto:Pesquisadores

Editoria:

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capturam pela primeira vez primatas raros em reserva do Amazonas

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Data: 28/11/2012

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Pesquisadores capturam pela primeira vez primatas raros em reserva do Amazonas

Vinte 'macacos-de-cheiro' foram capturados por pesquisadores do Instituto Mamirauá e da Universidade Federal do Pará na semana passada. A divulgação só foi feita nesta quarta-feira (28) pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá. A captura ocorreu na própria reserva. "Foi a primeira captura de primatas deste gênero em vida livre na Amazônia", afirmou a bióloga Fernanda Paim, pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres do Instituto Mamirauá. De acordo com a pesquisadora, as informações obtidas com as capturas vão gerar dados sobre a biologia da reprodução dos macacos-de-cheiro. Os dados, segundo ela, serão utilizados para a criação de técnicas para a conservação da espécie.


Fernanda Pain afirma que a espécie se encontra em risco de perda de habitat, e, consequente, diminuição de sua distribuição geográfica, "em decorrência das mudanças climáticas globais”. "A alteração no regime de chuvas e no pulso de alagamento de alguns rios da Amazônia pode causar, em alguns pontos, uma redução das extensões de várzea. Se isso realmente acontecer, algumas espécies que são endêmicas de várzea podem estar correndo sério risco, pois não terão mais disponível um ambiente ao qual elas estão adaptadas", diz o biólogo Helder Queiroz, diretor geral do Instituto Mamirauá. Uma das espécies de macaco-de-cheiro capturadas, /Saimiri vanzolinii/, apresenta a menor distribuição dentre os primatas neotropicais, com apenas 870 km². Em virtude disso, os pesquisadores irão coletar e congelar células reprodutivas da espécie. "O projeto também prevê o estudo de alternativas para realização da fertilização /in-vitro/ (fecundação de óvulos por espermatozoides em laboratório) e a transferência de embrião para mães de aluguel”, afirmou Helder Queiroz. Os animais capturados foram anestesiados para coleta de material genético (sangue e pelo) e biometria, e liberados assim que os veterinários constataram que estavam totalmente recuperados dos procedimentos. A análise do material fornecerá informações sobre a genética das populações de macacos-de-cheiro da Reserva Mamirauá. “/Saimiri vanzolinii/ é uma espécie endêmica, com distribuição muito pequena e sobreposta em alguns pontos com a da espécie vizinha (macaco-de-cheiro-comum). Essa análise poderá confirmar a existência de híbridos em vida livre e contribuir para a formulação de novas estratégias de conservação”, afirma a pesquisadora Fernanda Paim. O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá foi criado em maio de 1999. É uma Organização Social fomentada e supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), atuando como uma das unidades de pesquisa do MCTI. http://acritica.uol.com.br/amazonia/Amazonia-Amazonas-ManausPesquisadores_capturam_primatas_em_reserva_do_Amazonas_0_818918124.html


Veículo:

A CRÍTICA

Assunto:FUSÃO

Editoria:ECONOMIA

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FAPEAM/CBA

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Data: 28/11/2012


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JORNAL DO COMÉRCIO

Assunto:DOENÇAS

Editoria:CIDADES

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MAIS PRESENTES ENTRE OS EXECUTIVOS

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Data: 28/11/2012


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JONAL DO COMÉRCIO

Assunto:TRICÔ

Editoria:SAUDE&BEM ESTAR

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PODE AJUDAR MULHERES A VENCER CÂNCER

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Data: 28/11/2012


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JONAL DO COMÉRCIO

Assunto:TECNOLOGIA

Editoria:EMPRESAS

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LIBERA AUMENTO DE FUSÕES E AQUISIÇÕES

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Data: 28/11/2012


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JONAL DO COMÉRCIO

Assunto:MANAUS

Editoria: CIÊNCIA&INOVAÇÃO

Pag:B5

SEDIA REUNIÃO PRAPARATÓRIA PARA O FORÚM MUNDIAL DE CIÊNCIA

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Data: 28/11/2012


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JONAL DO COMÉRCIO

Assunto:UVA

Editoria: CIÊNCIA&INOVAÇÃO

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PODE SER USADA CONTRA O CÂNCER

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Data: 28/11/2012


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Portal D24.com

Assunto:Analfabetismo

Editoria:

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cai no país, mas ainda atinge idosos, aponta IBGE

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Data: 28/11/2012

Programa:

Analfabetismo cai no país, mas ainda atinge idosos, aponta IBGE De acordo com os dados da pesquisa, a proporção de pessoas com 15 anos ou mais que não sabia ler nem escrever caiu de 12,1%, em 2001, para 8,6% em 2011. Rio de Janeiro – Os índices de analfabetismo vêm caindo no Brasil nos últimos dez anos, mas ainda são altos na camada da população com mais de 60 anos, que registra 24,8% de analfabetos, praticamente um quarto do total nessa faixa etária. O dado faz parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2012, divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), comparando-se o intervalo de dez anos, entre 2001 e 2011.


De acordo com os dados da pesquisa, a proporção de pessoas com 15 anos ou mais que não sabia ler nem escrever caiu de 12,1%, em 2001, para 8,6% em 2011. No ano passado, 8,8% dos homens nessa faixa etária eram analfabetos. Entre as pessoas de cor preta ou parda, 11,8% não sabiam ler nem escrever, enquanto entre as de cor branca, esse percentual cai para menos da metade: 5,3%. Na Região Nordeste, do total da população acima de 15 anos, 16,9% eram analfabetos. Na Região Norte, o índice chegou a 10,2%, e nas áreas rurais do país, a 21,2%. Para o educador Mozart Neves Ramos, que foi reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e já ocupou a secretaria de Educação do estado, a queda nas taxas de analfabetismo precisa ser mais expressiva. “De fato, o analfabetismo pleno vem caindo, mas não na velocidade que o país precisa para alcançar a meta de chegar a 6,7% na faixa de 15 anos ou mais em 2015. Na proporção que vem caindo, na base de 0,3% a 0,4%, nos últimos anos, a gente observa que o esforço tem sido grande, mas ainda é insuficiente.” Membro do conselho de governança da organização civil Todos pela Educação, Mozart diz que é necessário haver um investimento maior em professores especializados em alfabetização, principalmente para ensinar o público adulto, que não tem a mesma facilidade de aprendizado de um estudante jovem.

“No percentual de 15 anos de idade para baixo, o Brasil vem atingindo resultados expressivos. As crianças de hoje estão muito mais alfabetizadas do que as de 20 ou 30 anos atrás. O problema é no grupo de 45 anos ou mais, nas regiões Norte e Nordeste, e nos grotões. É dificílimo pegar o homem do campo, que trabalha durante o dia, e fazer com que ele se desloque para a escola. É um grande desafio alfabetizar essas pessoas adultas. Qualquer que seja o método, é preciso ter um professor bem formado.Mas é difícil recrutar bons alfabetizadores, porque o salário pago é muito baixo.” Outro dado demonstrado na pesquisa do IBGE é a queda na inadequação da relação idade-série. Em 2001, 36,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na série correspondente à faixa etária. Dez anos depois, em 2011, o percentual teve um forte crescimento, chegando a 51,6%. O avanço foi maior justamente entre a população de menor renda, que registrava apenas 13% de adequação idade-série em 2001 e praticamente triplicou em uma década, saltando para 36,8% em 2011.

http://www.d24am.com/noticias/brasil/analfabetismo-cai-no-pais-mas-ainda-atinge-idosos-apontaibge/74393


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